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Crítica | Jessica Jones 2 – Primeiras Impressões

Se você, telespectador, achava que a Jessica Jones estava ferrada na primeira temporada, multiplique isto por dez e aí sim você saberá o que é estar ferrada. A segunda temporada da série criada por Melissa Rosenberg (Dexter), adaptada dos quadrinhos de Brian Michael Bendis e Michael Gaydos, continua as coisas de onde foram deixadas. Desta vez, Jessica (Krysten Ritter), ao lado de Trish (Rachael Taylor), que ganha cada vez mais o papel de sidekick, buscam respostas no passado para entender o que deu origem aos poderes da protagonista.

Com a mesma narrativa densa da temporada anterior, Jessica Jones constrói mais um slow burn, ou seja, que leva um tempo para se desenvolver, mantendo a originalidade do primeiro ano. A história apresentada possui um mistério próprio e se torna cada vez mais difícil identificar quem, de fato, é o verdadeiro vilão da vez, já que parece colocar o público diante de uma verdadeira conspiração.

Com o termo passado em enfoque, Rosenberg centraliza todos os personagens numa luta e/ou busca com/por situações que aconteceram em outrora. É aquela velha história de quando o passado bate à porta e você fecha, ou deixa ele entrar e caminha para um ciclo vicioso. Jessica parece cada vez mais entrosada nesta situação e se a mesma já tinha problemas de raiva anteriormente, agora então, parece que tudo está se agravando e caminhando para acabar com integridade e saúde mental da mesma.

Do outro lado, Trish Walker, além de cada vez mais adentrar neste submundo de vigilantes ao querer ajudar a irmã adotiva custe o que custar, precisa encarar dilemas próprios que podem ou não levá-la novamente a um estado delicado. As coisas também não estão fáceis para Hogarth (Carrie-Anne Moss) que se descobre perdendo o controle e precisando recorrer a ajuda da detetive particular. O único, ainda que bizarramente, são da história toda é Malcolm (Eka Darville) que ganha um papel de maior destaque e consegue penetrar as paredes instaladas por Jessica e se tornar um amigo/subordinado necessário. E também se torna o alívio cômico da vez nos diálogos entre ele e a dona do Alias Investigations.

Os três primeiros episódios tem um ritmo mais lento do que a temporada anterior, contudo, a premissa de Jessica Jones sempre foi trabalhar a história no próprio tempo, sem necessidade de apressar as coisas. É interessante que após a apresentação da suposta vilã da temporada que, por sinal, tem uma construção intrigante e um contraste espetacular com a personagem de Ritter, a narrativa parece ganhar vida própria e manter o telespectador num transe que mais parece que os episódios têm poucos minutos invés de quase uma hora.

É fundamental relatar que o cerco está cada vez mais se fechando para Jessica e Trish e em cinco capítulos a sensação passada ao público é a de que o poço, em que as mesmas se encontram, não tem fundo e está chegando o momento em que já era para a vigilante e a apresentadora do Trish Talk. Preparem-se para encarar uma batalha entre ter esperança, e perdê-la, de que as coisas irão melhorar e ambas saírão sãs deste beco sem saída.

A direção da série continua mantendo o olhar peculiar da primeira temporada, as cores permanecem fazendo o trabalho fantástico de permitir ao telespectador identificar os personagens que estão em foco em determinadas cenas e a trilha sonora permanece a maravilhosidade já vista nos trailers. Importante salientar que temas polêmicos atuais estão sendo mostrados e debatidos na série ao longo dos episódios. Se no primeiro ano a produção tratou de abusos de poder, estupro, machismo, entre outros, desta vez ela vem ainda mais incisiva em trabalhar os abusos sofridos por mulheres seja em locais de trabalho, no dia a dia e dentro de relacionamentos com amantes, pais, amigos, etc.

Jessica Jones continua honrando o selo MAX das HQs e traz uma segunda temporada chamativa, intrigante, ácida e até mesmo polêmica. Que venha o desenrolar de toda esta confusão em que a nossa detetive favorita se encontra e que ela consiga sair pelo menos com alguma sanidade disso tudo.

Black Mirror – Netflix confirma a 5ª Temporada

A Netflix confirmou oficialmente a renovação de ‘Black Mirror’ para a sua quinta temporada.

A série retorna em 2019. Não foram revelados quantos episódios terá a próxima temporada.

Assista ao anúncio:

Ranqueamos todos os seis episódios da quarta temporada, como de costume do pior ao melhor. Como sempre comentaremos com alguns detalhes cada item, portanto, se você é o louco que ainda não maratonou Black Mirror, corra para fazê-lo e depois volte aqui. Queremos também saber a sua opinião, que é muito importante para nós, mas sempre com educação e respeito. Lembrando que esta lista reflete nossa opinião, e que a sua tem todo o direito de ser diferente. Vamos lá.

06 | Episódio 2: Arkangel

Uma pequena confusão inicial ocorreu quanto a ordem dos episódios. Inicialmente, Arkangel era tido como o primeiro episódio da nova temporada. Seja erro do Imdb, no qual constava a ordem trocada, ou uma estratégia da própria Netflix devido às críticas, os episódios chegam em nova ordem. De qualquer forma, Arkangel segue como o último em nossa preferência. O episódio dirigido pela prestigiada Jodie Foster fala sobre o relacionamento abusivo de uma mãe ultra zelosa (Rosemarie DeWitt) com sua filha – famílias problemáticas sempre foram alvo de interesse da diretora Foster. A tecnologia apresentada é uma espécie de babá eletrônica do futuro, que funciona através de um chip implantado na cabeça da cria, permitindo à progenitora ver tudo pelos olhos da criança, a rastrear e inclusive bloquear o que julgar impróprio. O esforço poderia render um desfecho mais interessante, resultando apenas numa picuinha novelesca de mães sufocadoras e suas filhas subjugadas.

05 | Episódio 3: Crocodile

Dirigido por outro dos mais talentosos diretores deste lote, o episódio de John Hillcoat (A Estrada) também não possui um desenvolvimento satisfatório, resultando num exagero que espera chocar por certa crueza. Aqui temos a mulher de negócios bem sucedida interpretada por Andrea Riseborough (Oblivion), que esconde um crime acidental em seu passado, quando era jovem. Como forma de encobrir esse rastro ela começa a eliminar toda ponta solta que encontra pelo caminho, descendo em uma espiral de loucura e psicopatia. O episódio não tem tempo de trabalhar bem sua personalidade e ao mesmo tempo apresentar uma investigação de outro acidente, que irá levar uma agente de seguros até os crimes da mulher. A tecnologia apresentada aqui é uma espécie de leitor de mentes, que consegue resgatar suas memórias e salvá-las numa máquina.

04| Episódio 6: Black Museum

O último episódio e mais misterioso é na verdade uma grande homenagem para a mitologia da série. É como se o criador Charlie Brooker decidisse criar seu primeiro crossover dentro do universo de Black Mirror, trazendo num único episódio, em um museu, todos os artefatos tecnológicos apresentados até aqui, em episódios de todas as temporadas. Acredite, aqui irão encontrar muitas referências. Além disso, o episódio funciona como três dentro de um. Aqui, além da trama principal do Museu, temos dentro dela, duas outras que apresentam verdadeiramente os itens encontrados no local. A primeira conta sobre um médico cuja tecnologia o faz sentir os sintomas das vítimas, conseguindo evitar muitas mortes. O sujeito, no entanto, termina viciado em dor, como efeito colateral, e sendo Black Mirror a coisa não acaba nada bem. O segundo mostra uma mulher em coma tendo a consciência transferida para dentro da mente de seu companheiro. Uma ideia nada convidativa também. Mas o desfecho deixa a desejar com uma história de vingança.

03| Episódio 5: Metalhead

Este é o episódio com a trama mais simples e direta. O que tem se mostrado uma tendência nesta temporada – o abandono de ideias complexas e interpretações intrincadas. O que satisfaz em Metalhead é seu teor cult, que soa saído diretamente da década de 1980, misturando cinema de entretenimento com obras de arte. É o filme de terror desta temporada, e soa como a simplicidade e eficiência de O Exterminador do Futuro (1984), por exemplo. Tudo o que se precisa saber aqui é que estamos num futuro pós-apocalíptico, e existem máquinas assassinas dispostas a nos exterminar. Isso é o suficiente para este episódio todo criado em preto e branco, e dirigido por David Slade (30 Dias de Noite) te arrepiar dos cabelos aos pés. É tenso, muito nervoso e promete te deixar na beira da poltrona esperando a próxima cena. Metalhead mostra também que se bem trabalhado, episódios com premissas simples podem funcionar bem dentro de tal universo.

02| Episódio 4: Hang the DJ

O San Junipero desta temporada, Hang the DJ, ao contrário da maioria aqui, fala sobre relacionamentos amorosos no mundo moderno. Uma premissa que sempre precisa fazer parte de Black Mirror porque é muito de seu cerne também. Este é o único com tal temática na nova temporada. Na trama, o mundo é ditado por um aplicativo de relacionamentos que indica seu parceiro e te diz exatamente quanto tempo a relação terá– uma espécie de pastores evangélicos do futuro. Imagine O Lagosta, filme com Colin Farrell, porém, mais tecnológico. Hang the DJ encanta por ser o episódio mais bonitinho e romântico do novo lote. É claro que os protagonistas não irão aceitar as imposições deste novo mundo e se rebelar. O episódio entretém e consegue manter o interesse, revelando exatamente o teor ao qual estamos acostumados em Black Mirror.

01| Episódio 1: USS Callister

Nosso episódio preferido, e o da maioria, é esta homenagem de Black Mirror à cultuadíssima série de ficção científica Star Trek. Nada mais justo do que um grande seriado de ficção homenagear outro que é a base para quase tudo que foi feito no gênero. Mas USS Callister não é, como se imaginava, apenas uma sátira/homenagem da obra criada por Gene Roddenberry, e funciona por si próprio, criando a reviravolta mais dark da temporada. O episódio é o melhor porque funciona com harmonia em relação a tudo criado por Black Mirror ao longo destes anos. É o episódio mais respeitoso da mitologia, e o que segue de perto sua cartilha, criando uma trama interessante, urgente e muito criativa.

Os melhores e piores looks do Oscar 2018

Os jornalistas Tatty Medeiros e Gustavo Nolasco comentam quais foram os piores e melhores looks do Oscar 2018.

Assista:

O Oscar 2018 foi o menos assistido da história.

A medidora de audiência Nielsen divulgou os números preliminares e a cerimônia marcou apenas 18,9 pontos de audiência na noite desse domingo, 04.

Foi a edição menos assistida do principal prêmio mundial de cinema.

Trata-se de uma queda de 15% em relação ao Oscar 2017, também apresentado por Jimmy Kimmel, que teve audiência de 22,4 pontos.

Até então, o recorde de pior audiência era de 2008, quando a cerimônia apresentada por Jon Stewart cravou baixos 21.9 pontos de audiência.

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Artes trazem detalhes do Capitão, Thor, Viúva Negra e outros…

O CBM divulgou novas artes de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, que trazem os novos visuais dos heróis.

Confira:

Avengers: Infinity War Prelud‘, quadrinho que serve como prelúdio de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, revelou detalhes sobre a Joia da Alma – a única Joia do Infinito que ainda não foi introduzida no Universo Cinematográfico da Marvel.

Ao contrário do especulado, ‘Pantera Negra’ não forneceu pistas sobre a localização da Joia da Alma e tampouco esta HQ.

No entanto, Wong explica ao Dr. Strange na HQ que a Joia da Alma realmente é a “maior ameaça de todas“. Infelizmente, ele não elabora sobre o motivo disso.

De qualquer forma, considerando o fato de que as outros Joias do Infinito já foram contabilizados, parece que a Joia da Alma poderia ser a parte faltante do quebra-cabeça para Thanos e a força motriz do enredo de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘.

 

[CUIDADO COM POSSÍVEIS SPOILERS E ESPECULAÇÕES SOBRE O FILME]

Das seis Joias, o paradeiro de uma ainda é um mistério. A Joia da Alma, que ainda não foi revelada na franquia e pode estar em muitos lugares, segundo rumores, como dentro de Heimdall (Thor: Ragnarok) ou com o Adam Warlock (Guardiões da Galáxia Vol. 2). Porém, o trailer de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ sugeriu uma nova localização muito plausível: em Wakanda, Reino do Pantera Negra.

Afinal, vemos uma épica batalha no local e uma invasão dos seguidores de Thanos, assim como uma defesa espetacular dos Vingadores. Ou seja, o que tem em Wakanda que tanto precisa ser guardado com tamanha proteção, e por qual razão Thanos iria se interessar em invadir esse lugar com o planeta inteiro disponível?

Outra forte teoria de que a Joia esteja realmente lá foi que ‘Pantera Negra’ mostrou a conexão do personagem com seres espirituais, onde ele se comunica com os “Deuses Panteras” e recebe o poder do Pantera Negra.

Sucesso! Trailer de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ se torna o mais assistido da história 

Os fãs rapidamente teorizaram que os Wakandans tiraram sua força espiritual do mesmo meteoro que entrou no país há muito tempo, trazendo o mítico Metal Vibranium com ele (também conhecido como o material usado para fazer o escudo do Capitão América). A grande revelação que o filme solo do Pantera pode trazer é que o meteoro realmente abriga a Joia da Alma, a última Joia do Infinito.

Será que a batalha de Wakanda vai trazer grandes surpresas?

Vingadores: Guerra Infinita chega aos cinemas em 26 de abril.

Marvel Studios confirma SEIS novos filmes entre 2021 e 2022; Vem ver!

‘Pantera Negra’ se torna o 2º filme da Marvel a ultrapassar os US$ 500 milhões nos EUA

Pantera Negra‘ é um fenômeno nas bilheterias e quebrou mais um recorde nos EUA.

Em três semanas, o filme arrecadou US$ 501 milhões nos Estados Unidos, se tornando o segundo filme da empresa a atingir esta marca.

O filme arrecadou US$ 67,5 milhões em seu terceiro final de semana nos EUA.

Para comparação, o terceiro melhor final de semana da história pertence a ‘Star Wars: O Despertar da Força‘ (US$ 90,2 milhões), seguido por ‘Avatar‘ (US$ 68,5 milhões) e ‘Os Vingadores‘ (US$ 55,6 milhões).

O novo filme da Marvel Studios já ultrapassou a incrível marca de US$ 897,7 milhões mundialmente.

Os Melhores e Piores filmes da Marvel Studios – Incluindo ‘Pantera Negra’

Na trama, T´Challa (Chadwick Boseman) é o novo Rei de Wakanda, após a morte de seu pai. Ele retorna para seu lar, a nação Africana isolada e extremamente tecnológica, para assumir o trono e suceder seu lugar por direito como o Rei. ‘Pantera Negra é tem roteiro e direção de Ryan Coogler (Creed: Nascido para Lutar).

O longa já está em cartaz nos cinemas.

‘O Retorno de Mary Poppins’ ganha cartaz e trailer nacional

A Disney Brasil acaba de divulgar o trailer nacional, cartaz e sinopse de ‘O Retorno de Mary Poppins’.

Confira:

Emily Blunt (‘A Garota no Trem’, ‘Caminhos da Floresta’) estrela ‘O Retorno de Mary Poppins‘, da Disney, como a babá praticamente perfeita com habilidades mágicas singulares que pode transformar uma tarefa de rotina em uma aventura fantástica e inesquecível. Nesta sequência inédita, que tem uma sensibilidade nova, contudo ainda celebra o espírito do original, Mary Poppins está de volta para ajudar a próxima geração da família Banks a encontrar a alegria e a magia que estão faltando em suas vidas após passarem por uma perda pessoal. A babá enigmática tem a companhia de seu amigo Jack, interpretado por Lin-Manuel Miranda (‘Hamilton,’ ‘Moana – Um Mar de Aventuras’), um acendedor de lampiões otimista que ajuda a trazer luz – e vida – às ruas de Londres.

O longa teve sua estreia adiada nos cinemas nacionais. O filme chega por aqui somente em 3 de Janeiro de 2019. Nos EUA, a estreia acontece em 25 de Dezembro de 2018.

Além de Emily Blunt, estrelam a produção: Lin-Manuel MirandaBen Whishaw, Emily Mortimer (Hugo), Colin Firth e Meryl Streep.

Rob Marshall, do inesquecível ‘Chicago‘, é quem vai comandar a produção. Ele já trabalhou com Streep e Blunt em ‘Caminhos da Floresta‘.

Oscar 2018: “In Memoriam” esquece Adam West, Tobe Hooper e outras celebridades

Aconteceu na noite de domingo (4) a cerimônia de entrega do Oscar 2018, em Los Angeles.

E vários nomes foram deixados de fora da homenagem “In Memoriam“, que relembra as celebridades que nos deixaram nos últimos anos.

O principal deles foi o ator Adam West, eternizado como o primeiro Batman da TV e do cinema.

Além dele, foram esquecidos o diretor Tobe Hooper (‘O Massacre da Serra Elétrica’), John Mahoney (‘Digam o Que Quiserem, Barton Fink’), Powers Boothe (‘Os Vingadores’) e Robert Guillaume (O Rei Leão).

Assista o In Memoriam, com apresentação de Eddie Vedder:

Confira a lista completa, com os vencedores em negrito:

Melhor Filme
Me Chame pelo Seu Nome
O Destino de Uma Nação
Dunkirk
Corra!
Lady Bird – A Hora de Voar
Trama Fantasma
The Post – A Guerra Secreta
A Forma da Água
Três Anúncios Para Um Crime

Melhor Direção
Christopher Nolan, por Dunkirk
Jordan Peele, por Corra!
Greta Gerwig, por Lady Bird – A Hora de Voar
Paul Thomas Anderson, por Trama Fantasma
Guillermo del Toro, por A Forma da Água

Melhor Atriz
Sally Hawkins, por A Forma da Água
Frances McDormand, por Três Anúncios Para Um Crime
Margot Robbie, por Eu, Tonya
Saoirse Ronan, por Lady Bird – A Hora de Voar
Meryl Streep, por The Post – A Guerra Secreta

Melhor Ator
Timothée Chalamet, por Me chame pelo seu nome
Daniel Day-Lewis, por Trama Fantasma
Daniel Kaluuya, por Corra!
Gary Oldman, por O Destino de Uma Nação
Denzel Washington, por Roman J. Israel, Esq.

Melhor Roteiro Adaptado
Me Chame Pelo Seu Nome
Artista do Desastre
A Grande Jogada
Logan
Mudbound

Melhor Roteiro Original
Doentes de Amor
Corra!
A Forma da Água
Lady Bird – A Hora de Voar
Três anúncios para um crime

Melhor Ator Coadjuvante
Willem Dafoe, por Projeto Flórida
Woody Harrelson, por Três Anúncios para um Crime
Richard Jenkins, por A Forma da Água
Sam Rockwell, por Três Anúncios Para Um Crime
Christopher Plummer, por Todo o Dinheiro do Mundo

Melhor Atriz Coadjuvante
Mary J. Blige, por Mudbound
Allison Janney, por Eu, Tonya
Lesly Manville, por Trama Fantasma
Laurie Metcalf, por Lady Bird – A Hora de Voar
Octavia Spencer, por A Forma da Água

Melhor Documentário em Longa-Metragem
 Abacus: Pequeno o Bastante Para Condenar
Visages villages
Ícaro
Últimos Homens em Aleppo
Strong Island

Melhor Animação
O Poderoso Chefinho
Viva – A Vida é Uma Festa
O Touro Ferdinando
Com Amor, Van Gogh
The Breadwinner

Melhor Design de Produção
A Bela e a Fera
Blade Runner 2049
O Destino de uma Nação
Dunkirk
A Forma da Água

Melhor Fotografia
Blade Runner 2049
O Destino de uma Nação
Dunkirk
Mudbound
A Forma da Água

Melhor Figurino
A Bela e a Fera
O Destino de uma Nação
Trama Fantasma
A Forma da Água
Victória e Abdul

Melhor Maquiagem e Cabelo

O Destino de Uma Nação

Extraordinário

Victoria e Abdul

Melhor Mixagem de Som
Em Ritmo de Fuga
Blade Runner 2049
Dunkirk
A Forma da água
Star Wars: Os Últimos Jedi

Melhor Edição de Som
Em Ritmo de Fuga
Blade Runner 2049
Dunkirk
A Forma da Água
Star Wars: O Último Jedi

Melhor Curta de Animação
Dear Basketball
Garden Park
Lou
Negative Space
Revolting Rhymes

Melhor Curta
Dekalb Elementary
The 11 o’clock
My Nephew Emmett
A Criança Silenciosa
Waty Wote/All of us

Melhor Montagem
Melhor Filme Estrangeiro
O Insulto (Líbano)
Sem Amor (Rússia)
The Square – A Arte da Discórdia (Suécia)
Corpo e Alma (Hungria)
Melhores Efeitos Visuais
Guardiões da Galáxia Vol.2
Kong – A Ilha da Caveira
Star Wars – Os Últimos Jedi
Planeta dos Macacos – A Guerra

Melhor Canção Original
“Remember Me” – Viva – A Vida é uma Festa
“This is Me”O Rei do Show
“Mighty River”Mudbound
“Mystery of Love”Me Chame Pelo Seu Nome
“Stand Up for Something” – Marshall

Melhor Trilha Sonora
Dunkirk – Hans Zimmer
Trama Fantasma – Jonny Greenwood
A Forma da Água – Alexandre Desplat
Star Wars: Os Últimos Jedi – John Williams
Três Anúncios Para Um Crime – Carter Burwell

Framboesa de Ouro: Dwayne Johnson agradece por prêmio em divertido vídeo; Assista!

Embora muitos atores prefiram ignorar o famigerado ‘Framboesa de Ouro’, o ator Dwayne Johnson não apenas aceitou o prêmio que ‘Baywatch’ levou, como decidiu fazer um vídeo de agradecimento em nome de todos os seus colegas de produção.

Assista:

Aconteceu na manhã deste sábado (03) o Framboesa de Ouro 2018, premiação dedicada aos piores filmes do ano. E o grande “vencedor” foi a animação Emoji: O Filme’, que faturou 4 prêmios, incluindo Pior Filme.

Confira todos os vencedores:

Pior Filme

50 Tons Mais Escuros
A Múmia
Baywatch
Emoji – O Filme
Transformers: O Último Cavaleiro

 

Pior Diretor

Darren Aronofsky, por mãe!
Michael Bay, por Transformers: O Último Cavaleiro
James Foley, por 50 Tons Mais Escuros
Alex Kurtzman, por A Múmia
Anthony Leondis, por Emoji – O Filme

 

Pior Atriz

Katherine Heigl, por Paixão Obsessiva
Dakota Johnson, por 50 Tons Mais Escuros
Jennifer Lawrence, por mãe!
Tyler Perry, por BOO! 2: A Medea Halloween
Emma Watson, por O Círculo

 

Pior Ator

Tom Cruise, por A Múmia
Johnny Depp, por Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar
Jamie Dornan, por 50 Tons Mais Escuros
Zac Efron, por Baywatch
Mark Wahlberg, por Pai em Dose Dupla 2 e Transformers: O Último Cavaleiro

 

Pior Ator Coadjuvante

Javier Bardem, por Mãe! e Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar
Russell Crowe, por A Múmia
Josh Duhamel, por Transformers: O Último Cavaleiro
Mel Gibson, por Pai em Dose Dupla 2
Anthony Hopkins, por Collide e Transformers: O Último Cavaleiro

 

Pior Atriz Coadjuvante

Kim Basinger, por 50 Tons Mais Escuros
Sofia Boutella, por A Múmia
Laura Haddock, por Transformers: O Último Cavaleiro
Goldie Hawn, por Snatched!
Susan Sarandon, por Perfeita é a Mãe 2

 

Pior Dupla ou Grupo

Qualquer dupla, brinquedos ou posições sexuais em ’50 Tons Mais Escuros
Qualquer dupla, dois robôs ou duas explosões em Transformers: O Último Cavaleiro
Qualquer dupla de emojis irritantes em Emoji – O Filme
Johnny Depp e sua atuação cansativa como bêbado em Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar
Tyler Perry e seu vestido, ou peruca, em BOO! 2: A Madea Halloween

 

Pior Remake, Reboot ou Sequência

Baywatch
BOO 2: A Medea Halloween
50 Tons Mais Escuros
A Múmia
Transformers: O Último Cavaleiro

Pior Roteiro

Baywatch
Emoji – O Filme
50 Tons Mais Escuros
A Múmia
Transformers: O Último Cavaleiro

Revival de ‘Roseanne’ ganha novo trailer; Assista!

O revival da popular série ‘Roseanne‘, ganhou um novo trailer.

Confira:

A produção retorna para aABC em 27 de março de 2018. A informação foi revelada pelo site Entertainment Weekly.

Segundo a publicação, a emissora está planejando estrear o especial com um episódio de uma hora de duração. A partir disso, os demais teriam seu período regular, correspondente a pouco menos de 30 minutos.

A sitcom, que teve nove temporadas, já tem a volta garantida do elenco principal, formado por Roseanne Barr, John Goodman, Sara Gilbert Laurie Metcalf. Espera-se que mais membros da série retornem, além de convidados.

O revival contará também com os produtores executivos originais da série, como a própria protagonista título, além de Tom Werner e Bruce Helford.

Roseanne’ esteve no ar entre os anos de 1988 e 1997 na ABC. A premiada série acompanha uma família de classe média que luta para se manter com uma renda limitada. Roseanne Barr chegou a receber 40 indicações a diversos prêmios por sua excelente atuação, sendo destas, quatro ao Primetime Emmy Awards . Em se tratando de prêmios, ela conquistou 14 estatuetas diversas, sendo uma o Emmy.

 

 

 

 

 

 

 

‘House of Cards’: Sexta temporada ganha teaser; Confira!

A sexta e última temporada de ‘House of Cards’ ganhou seu primeiro teaser.

Confira:

O novo ciclo terá outra alterações. Ao contrário dos demais anos, este contará com apenas oito episódios. Vale relembrar que Kevin Spacey não retorna para o seu papel, deixando Robin Wright como a única protagonista.

Kevin Spacey é demitido da Netflix e não fará mais parte de ‘House of Cards’

Kevin Spacey estaria obcecado por ator de ‘House of Cards’; Saiba detalhes!

Baseada na minissérie de mesmo nome da BBC, House of Cards tem como produtores-executivos David Fincher, Joshua Donen, Beau Willimon, Kevin Spacey, Dana Brunetti, John David Coles e Eric Roth.

 

‘Da Magia à Sedução’: Nicole Kidman e Sandra Bullock se reencontram no Oscar

Os fãs do clássico filme ‘Da Magia à Sedução’ tiveram a oportunidade de matar saudade das irmãs Owens.

Durante o tapete vermelho do Oscar, que aconteceu no último domingo (04), Nicole Kidman e Sandra Bullock se reencontram e registraram o momento com uma bela foto.

Confira:

Netflix ganha seu primeiro Oscar com documentário ‘Ícaro’

A Netflix fez história na noite do último domingo (04), conquistando o seu primeiro Oscar.

A vitória veio com o seu documentário ‘Ícaro’, dirigido por Bryan Fogel e que acompanha o ciclista amador, envolvido em um escândalo de doping com a ajuda do chefe do laboratório antidoping, Grigory Rodchenkov.

Iniciando sua trajetória com ‘House of Cards’, a plataforma de streaming cresceu vertiginosamente no âmbito de conteúdos autênticos e neste ano vai lançar sua 700º produção original.

Assista ao trailer:

Ícaro‘ já está disponível na Netflix.

Oscar 2018: Keala Settle faz belíssima perfomance de ‘This is Me’; Assista!

Um dos momentos mais apaixonantes do Oscar 2018 foi certamente a apresentação da atriz e cantora Keala Settle.

No palco do Dolby Theater, ela celebrou a diversidade e o respeito às diferenças com a performance da canção ‘This is Me’, do musical ‘O Rei do Show’.

Settle, que participa da produção, foi extremamente elogiada pelas altíssimas notas alcançadas.

Confira:

Oscar 2018: Rita Moreno usa mesmo vestido do Oscar de 1962

A atriz Rita Moreno prova mais uma vez o quão atemporal é. A protagonista do clássico musical ‘Amor, Sublime Amor’ usou o mesmo vestido do Oscar 1962 na premiação deste ano.

Na ocasião passada, a veterana havia conquistado o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante, por sua bela interpretação na adaptação da Broadway.

Moreno é uma das poucas atrizes que possui o EGOT, sendo dona de um Emmy Award, um Grammy, um Oscar e um Tony Award.

Confira a atriz com o mesmo modelo nas duas premiações:

Oscar 2018: ‘A Forma da Água’ é o grande campeão; Conheça todos os vencedores!

Aconteceu na noite de domingo (4) a cerimônia de entrega do Oscar 2018, em Los Angeles.

Destaque para A Forma da Água, que ganhou de Melhor Filme, além do diretor Guillermo del Toro, que ganhou de Melhor Direção pelo mesmo; Gary Oldman, que ganhou de Melhor Ator por ‘O Destino de Uma Nação e Frances McDormand ganhou de Melhor Atriz por ‘Três Anúncios Para Um Crime’.

Confira a lista completa, com os vencedores em negrito:

Melhor Filme
Me Chame pelo Seu Nome
O Destino de Uma Nação
Dunkirk
Corra!
Lady Bird – A Hora de Voar
Trama Fantasma
The Post – A Guerra Secreta
A Forma da Água
Três Anúncios Para Um Crime

Melhor Direção
Christopher Nolan, por Dunkirk
Jordan Peele, por Corra!
Greta Gerwig, por Lady Bird – A Hora de Voar
Paul Thomas Anderson, por Trama Fantasma
Guillermo del Toro, por A Forma da Água

Melhor Atriz
Sally Hawkins, por A Forma da Água
Frances McDormand, por Três Anúncios Para Um Crime
Margot Robbie, por Eu, Tonya
Saoirse Ronan, por Lady Bird – A Hora de Voar
Meryl Streep, por The Post – A Guerra Secreta

Melhor Ator
Timothée Chalamet, por Me chame pelo seu nome
Daniel Day-Lewis, por Trama Fantasma
Daniel Kaluuya, por Corra!
Gary Oldman, por O Destino de Uma Nação
Denzel Washington, por Roman J. Israel, Esq.

Melhor Roteiro Adaptado
Me Chame Pelo Seu Nome
Artista do Desastre
A Grande Jogada
Logan
Mudbound

Melhor Roteiro Original
Doentes de Amor
Corra!
A Forma da Água
Lady Bird – A Hora de Voar
Três anúncios para um crime

Melhor Ator Coadjuvante
Willem Dafoe, por Projeto Flórida
Woody Harrelson, por Três Anúncios para um Crime
Richard Jenkins, por A Forma da Água
Sam Rockwell, por Três Anúncios Para Um Crime
Christopher Plummer, por Todo o Dinheiro do Mundo

Melhor Atriz Coadjuvante
Mary J. Blige, por Mudbound
Allison Janney, por Eu, Tonya
Lesly Manville, por Trama Fantasma
Laurie Metcalf, por Lady Bird – A Hora de Voar
Octavia Spencer, por A Forma da Água

Melhor Documentário em Longa-Metragem
 Abacus: Pequeno o Bastante Para Condenar
Visages villages
Ícaro
Últimos Homens em Aleppo
Strong Island

Melhor Animação
O Poderoso Chefinho
Viva – A Vida é Uma Festa
O Touro Ferdinando
Com Amor, Van Gogh
The Breadwinner

Melhor Design de Produção
A Bela e a Fera
Blade Runner 2049
O Destino de uma Nação
Dunkirk
A Forma da Água

Melhor Fotografia
Blade Runner 2049
O Destino de uma Nação
Dunkirk
Mudbound
A Forma da Água

Melhor Figurino
A Bela e a Fera
O Destino de uma Nação
Trama Fantasma
A Forma da Água
Victória e Abdul

Melhor Maquiagem e Cabelo

O Destino de Uma Nação

Extraordinário

Victoria e Abdul

Melhor Mixagem de Som
Em Ritmo de Fuga
Blade Runner 2049
Dunkirk
A Forma da água
Star Wars: Os Últimos Jedi

Melhor Edição de Som
Em Ritmo de Fuga
Blade Runner 2049
Dunkirk
A Forma da Água
Star Wars: O Último Jedi

Melhor Curta de Animação
Dear Basketball
Garden Park
Lou
Negative Space
Revolting Rhymes

Melhor Curta
Dekalb Elementary
The 11 o’clock
My Nephew Emmett
A Criança Silenciosa
Waty Wote/All of us

Melhor Montagem
Melhor Filme Estrangeiro
O Insulto (Líbano)
Sem Amor (Rússia)
The Square – A Arte da Discórdia (Suécia)
Corpo e Alma (Hungria)
Melhores Efeitos Visuais
Guardiões da Galáxia Vol.2
Kong – A Ilha da Caveira
Star Wars – Os Últimos Jedi
Planeta dos Macacos – A Guerra

Melhor Canção Original
“Remember Me” – Viva – A Vida é uma Festa
“This is Me”O Rei do Show
“Mighty River”Mudbound
“Mystery of Love”Me Chame Pelo Seu Nome
“Stand Up for Something” – Marshall

Melhor Trilha Sonora
Dunkirk – Hans Zimmer
Trama Fantasma – Jonny Greenwood
A Forma da Água – Alexandre Desplat
Star Wars: Os Últimos Jedi – John Williams
Três Anúncios Para Um Crime – Carter Burwell

‘A Volta de Mary Poppins’ ganha primeiro trailer; Vem ver!

A Disney divulgou na noite do Oscar 2018 o primeiro trailer de ‘A Volta de Mary Poppins. Confira:

Confira também uma nova e divertida imagem (Via Metro):

O longa teve sua estreia adiada nos cinemas nacionais. O filme chega por aqui somente em 3 de Janeiro de 2019. Nos EUA, a estreia acontece em 25 de Dezembro de 2018.

Confira a sinopse e um teaser:

Emily Blunt (‘A Garota no Trem’, ‘Caminhos da Floresta’) estrela ‘Mary Poppins Returns‘, da Disney, como a babá praticamente perfeita com habilidades mágicas singulares que pode transformar uma tarefa de rotina em uma aventura fantástica e inesquecível. Nesta sequência inédita, que tem uma sensibilidade nova, contudo ainda celebra o espírito do original, Mary Poppins está de volta para ajudar a próxima geração da família Banks a encontrar a alegria e a magia que estão faltando em suas vidas após passarem por uma perda pessoal. A babá enigmática tem a companhia de seu amigo Jack, interpretado por Lin-Manuel Miranda (‘Hamilton,’ ‘Moana – Um Mar de Aventuras’), um acendedor de lampiões otimista que ajuda a trazer luz – e vida – às ruas de Londres.  

Além de Emily Blunt, estrelam a produção: Lin-Manuel MirandaBen Whishaw, Emily Mortimer (Hugo), Colin Firth e Meryl Streep.

Rob Marshall, do inesquecível ‘Chicago‘, é quem vai comandar a produção. Ele já trabalhou com Streep e Blunt em ‘Caminhos da Floresta‘.

Veja os looks que mais se destacaram no Red Carpet do Oscar 2018!

Hoje acontece a cerimônia de entrega do Oscar 2018 e separamos para vocês alguns dos looks dos artistas que mais estão chamando a atenção no Red Carpet! Confira a galeria:

Assista ao Oscar 2018 AO VIVO com o CinePOP

 

Assista ao Oscar 2018 AO VIVO com o CinePOP

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas divulgará os vencedores do Oscar 2018 neste domingo, dia 4 de Março.

Você pode assistir conosco no CinePOP! Em uma parceria inédita com o Jornal Cidade de Rio Claro, nossos críticos participarão de um live, e também nossa cobertura pelo FacebookTwitter e Instagram.

Assista nossa cobertura:

Assista ao Oscar:

Confira a lista de indicados:

Melhor Filme
Me Chame pelo Seu Nome
O Destino de uma Nação
Dunkirk
Corra!
Lady Bird – A Hora de Voar
Trama Fantasma
The Post – A Guerra Secreta
A Forma da Água
Três Anúncios para um Crime

Melhor Diretor
Christopher Nolan, por Dunkirk
Jordan Peele, por Corra!
Greta Gerwig, por Lady Bird – A Hora de Voar
Paul Thomas Anderson, por Trama Fantasma
Guillermo del Toro, por A Forma da Água

Melhor Atriz
Sally Hawkins, por A Forma da Água
Frances McDormand, por Três Anúncios para um Crime
Margot Robbie, por Eu, Tonya
Saoirse Ronan, por Lady Bird – A Hora de Voar
Meryl Streep, por The Post – A Guerra Secreta

Melhor Ator
Timothée Chalamet, por Me chame pelo seu nome
Daniel Day-Lewis, por Trama Fantasma
Daniel Kaluuya, por Corra!
Gary Oldman, por O destino de uma nação
Denzel Washington, por Roman J. Israel, Esq.

Melhor Roteiro Adaptado
Me chame pelo seu nome
Artista do desastre
A Grande Jogada
Logan
Mudbound

Melhor Roteiro Original
Doentes de Amor
Corra!
A Forma da Água
Lady Bird – A Hora de Voar
Três anúncios para um crime

Melhor Ator Coadjuvante
Willem Dafoe, por Projeto Flórida
Woody Harrelson, por Três Anúncios para um Crime
Richard Jenkins, por A Forma da Água
Sam Rockwell, por Três anúncios para um crime)
Christopher Plummer, por Todo o Dinheiro do Mundo)

Melhor Atriz Coadjuvante
Mary J. Blige, por Mudbound
Allison Janney, por Eu, Tonya
Lesly Manville, por Trama Fantasma
Laurie Metcalf, por Lady Bird – A Hora de Voar
Octavia Spencer, por A Forma da água

Melhor Filme em Língua Estrangeira
Uma Mulher Fantástica (Chile)
O Insulto (Líbano)
Loveless (Rússia)
On Body and Soul (Hungria)
The Square (Suécia)

Melhor Animação
O Poderoso Chefinho
Viva – A Vida é uma Festa
O Touro Ferdinando
Com Amor, Van Gogh
The Breadwinner

Melhor Design de Produção
A Bela e a Fera
Blade Runner 2049
O Destino de uma Nação
Dunkirk
A Forma da Água

Melhor Fotografia
Blade Runner 2049
O Destino de uma Nação
Dunkirk
Mudbound
A Forma da Água

Melhor Figurino
A Bela e a Fera
O Destino de uma Nação
Trama Fantasma
A Forma da Água
Victória e Abdul

Melhor Mixagem de Som
Em Ritmo de Fuga
Blade Runner 2049
Dunkirk
A forma da água
Star Wars: Os últimos Jedi

Melhor Edição de Som
Em ritmo de fuga
Blade Runner 2049
Dunkirk
A forma da água
Star Wars: O Último Jedi

Melhor Curta de Animação
Dear Basketball
Garden Park
Lou
Negative Space
Revolting Rhymes

Melhor Curta
Dekalb Elementary
The 11 o’clock
My Nephew Emmett
A Criança Silenciosa
Waty Wote/All of us

Melhor Canção Original
“Remember Me” – Viva – A Vida é uma Festa
“This is Me” – O Rei do Show
“Mighty River” – Mudbound
“Mystery of Love” – Me Chame Pelo Seu Nome
“Stand Up for Something” – Marshall

Melhor Trilha Sonora
Dunkirk
Trama Fantasma
A forma da água
Star Wars: Os últimos Jedi
Três anúncios para um crime

Os Piores Filmes dos Atores Indicados ao Oscar 2018

Pois é, cambada! O Oscar 2018 chegou. Dentro de algumas horas saberemos quem sairá vitorioso das inúmeras categorias. Quem levará melhor filme: Três Anúncios para um Crime, A Forma da Água, Me Chame Pelo Seu Nome ou Lady Bird? O prêmio de melhor ator fica mesmo com Gary Oldman, ou Daniel Day-Lewis roubará a estatueta em seu último trabalho como ator? E atriz, dá Frances McDormand ou Sally Hawkins?

Antes da 90ª cerimônia dos prêmios da Academia do Cinema, no entanto, resolvemos brincar um pouco com uma lista diferente. Sabemos que todos os indicados nas categorias de atores, principais e coadjuvantes, são pra lá de talentosos e não precisam provar mais nada. Mas isso não os impede de ter no currículo verdadeiras bombas mal cheirosas. Nem mesmo a toda poderosa Meryl Streep escapa. Pensando nisso, resolvemos lembrar para você os piores filmes dos atores indicados ao Oscar 2018 – filmes esses que mereciam mesmo era receber indicações no Framboesa de Ouro (e alguns deles provavelmente receberam). Afinal, filmes ruins também fazem parte e podem ser bem divertidos. Vamos a eles.

Perdidos no Espaço (1998)

Todo mundo adora Gary Oldman. O veterano talentoso já se mostrou muito capaz e é conhecido como ator camaleônico, se tornando irreconhecível a cada atuação. De Drácula a Churchill. Esta, porém, é sua segunda indicação ao Oscar, da qual muitos acreditam que sairá vitorioso. Oldman, no entanto, acima de qualquer outra produção que tenha participado, tem esta obra como ponto baixo de sua carreira.

Sim, os anos 1990 trouxeram muita coisa ruim. Um dos maiores desperdícios foi esta adaptação do seriado cult kitsch de ficção científica da década de 1960. Um ano antes da estreia da que muitos consideram a bíblia do gênero (é claro que falamos de Star Trek), a família Robinson se perdia no espaço. O clima aqui, é claro, era mais família e cômico. Já no longa para o cinema, a opção foi um clima mais sério e sombrio, reflexo da época. O teor intenso não era recomendado para os menores e o filme beirava o suspense e o terror (mesmo que mal ajambrados). Nesta mistura, o Dr. Smith, o acovardado alívio cômico, imortalizado Jonathan Harris, assumia as formas mais jovens de Gary Oldman – e virava um vilão para ninguém botar defeito.

Transformers – O Lado Oculto da Lua (2011)

Do provável vencedor do prêmio de melhor ator, passamos para a provável vencedora de atriz. Frances McDormand, ao contrário do colega acima, já tem sua estatueta em casa por Fargo (1996) e mais três indicações, além da deste ano. Em seu currículo a atriz já fez coisas como o trash e divertido Darkman – Vingança sem Rosto (1990), com Liam Neeson, dirigido por Sam Raimi. Mas este é bom. Por outro lado, ela fez participação em Aeon Flux (2005), protagonizado por Charlize Theron – as duas haviam dividido a tela e sido indicadas ao Oscar por Terra Fria no mesmo ano. Mas existe algo em seu currículo ainda mais nefasto.

O único motivo que grandes atores aceitam participar de certos filmes pipoca é para pagar contas ou comprar novas casas e novos barcos. Existem filmes pipoca bons por outro lado, mas este não é o caso da franquia Transformers. De qualquer forma, a série conseguiu arrastar ao longo de sua trajetória de cinco filmes gente do cacife de Jon Voight, John Turturro, Stanley Tucci, Anthony Hopkins, John Malkovich, além é claro, de nosso item na lista, a ótima Frances McDormand.

O Guia do Mochileiro das Galáxias (2005)

Agora é a vez de falar sobre o provável vencedor na categoria de ator coadjuvante. Merecidamente, Sam Rockwell está um monstro em Três Anúncios para um Crime. Esta é sua primeira indicação, mas o ator bem que já podia ter sido indicado no passado, em filmes como À Espera de um Milagre (1999) e Lunar (2009), isso só para citar dois que vem logo à mente. Já no quesito ponto baixo da carreira, separei três em que o ator esteve para a lista, este é o primeiro.

Quem diria que um dos livros mais celebrados de todos os tempos, não só da ficção científica, como da cultura pop/nerd em geral – que rendeu inclusive o nome do dia do orgulho nerd (o dia da toalha, referência direta a esta obra de Douglas Adams), iria resultar num filme tão vazio de boas ideias e graça. É claro que a culpa está longe de ser de Rockwell, e aqui ele faz apenas uma participação.

Ela é o Diabo (1989)

Com 21 indicações ao Oscar, e três estatuetas em casa, Meryl Streep é o ser humano que mais vezes foi lembrada pelos votantes da Academia. Ao ponto de virar uma brincadeira toda vez que ela faz um filme – já esperamos a indicação. Mesmo nos últimos anos, Meryl, no entanto, protagonizou ou participou de filmes que não foram sucesso de crítica, e não emplacaram no gosto popular como deveriam, vide As Sufragistas e Ricki and the Flash: De Volta para Casa, ambos de 2015. Isso sem falar em sua indicação no ano passado por Florence: Quem é Essa Mulher?, filme para o qual muitos torceram o nariz.

Baseado no livro de Fay Weldon, este longa aproveitou a popularidade da humorista Roseanne Bar, na época protagonista de um seriado de sucesso (que inclusive já anunciou seu retorno 20 anos depois). Roseanne interpreta uma mulher menosprezada pelo marido, que a troca por uma rica escritora (papel de Streep). É então que a mulher abandonada decide se vingar. O filme pode ser considerado uma comédia de mau gosto e escrachada, terreno que Streep não costuma pisar atualmente. No mesmo clima, também poderíamos mencionar a comédia sobrenatural de Robert Zemeckis, A Morte Lhe Cai Bem (1992), com Bruce Willis e Goldie Hawn, que embora tenha virado cult hoje, na época foi considerado um fracasso.

As Mil Palavras (2012)

Janney é a provável vencedora na categoria de atriz coadjuvante, por seu retrato da mãe abusiva da patinadora olímpica Tonya Harding, na biografia única Eu, Tonya. Janney já fez de tudo um pouco em sua carreira, comédia, drama e até suspense (vide A Garota no Trem), se tornando uma coadjuvante de luxo. Provando que já fez de tudo mesmo, ela esteve até mesmo neste filme.

O comediante Eddie Murphy construiu sua carreira entre altos e baixos, sempre “brigando” com crítica e público. Para cada Um Tira da Pesada (1984), tinha um O Rapto do Menino Dourado (1986). Para cada Um Príncipe em Nova York (1988), tinha um Os Donos da Noite (1990). Por outro lado, o ator sempre dava um jeito de sacudir a poeira com sucessos como O Professor Aloprado (1996) e Os Picaretas (1999). Nos últimos tempos, no entanto, Murphy tem apenas errado e um dos pontos mais baixos de sua carreira ocorreu com As Mil Palavras (2012), espécie de O Mentiroso (1997), com Jim Carrey, sem graça e inteligência. Mas e Janney, você pergunta. Pois bem, a atriz é parte do elenco do filme maldito, que até hoje marca irrisórios 0% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Assassino Virtual (1995)

Denzel Washington é bom até mesmo quando é ruim. E este foi mesmo o resultado desta ficção científica abaixo da média. Na trama passada no futuro, Washington interpreta um ex-policial que é o único que conhece e pode impedir um programa de computador de treinamento da polícia para combater psicopatas que adquire inteligência artificial e deixa o mundo virtual para o nosso (interpretado por Russell Crowe). Assassino Virtual é fruto da era dos primórdios da internet e do boom da tecnologia digital, e pode ser visto como prazer culposo cult hoje. Doze anos depois, Crowe e Washington voltaram a trabalhar juntos no vastamente superior O Gângster, de Ridley Scott. Este ano, Washington tem sua oitava indicação como ator (ele já tem duas estatuetas) pelo filme Roman J. Israel Esq., mas as chances de vitórias são bem poucas.

O Babá(ca) (2011)

Este é outro filme no qual Sam Rockwell faz apenas uma participação, mas diabos, será que ele não leu o roteiro? Querer participar da adaptação de O Guia do Mochileiro das Galáxias até dá para entender, afinal quem não iria? Mas aceitar participar de um filme no qual Jonah Hill vive um perdedor que precisa se virar como babá de três crianças, não parece exatamente um pote de ouro. O filme, após ser execrado pela crítica dos EUA e ter virado um verdadeiro fracasso de bilheteria, chegou ao Brasil direto em vídeo. Rockwell vive um traficante.

I.C.U. (2009)

Todo mundo precisa começar de algum lugar, e este terror trash faz parte da filmografia da hoje musa do cinema, Margot Robbie. A australiana de beleza estonteante deixou sua marca em O Lobo de Wall Street (2013), de Martin Scorsese – tendo participado no mesmo ano do drama romântico subestimado Questão de Tempo (2013). Antes de todo e qualquer glamour, no entanto, e antes até mesmo de suas madeixas loiras ou de ser considerada um símbolo sexual, Margot Robbie era apenas uma adolescente de 19 anos protagonizando este thriller de baixo orçamento sobre um psicopata voyer, e jovens espionando-o. Vale pela curiosidade.

Drácula 2000 (2000)

O veteraníssimo Christopher Plummer tem quase sete décadas de carreira – mais do que qualquer um de nós temos de vida – e dentro deste tempo, assinaturas icônicas como A Noviça Rebelde (1965). Como o mundo não é justo, sua primeira indicação só saiu em 2010, e no ano seguinte a vitória. Este ano, Plummer volta ao páreo na categoria de coadjuvante por Todo o Dinheiro do Mundo, de Ridley Scott, no qual substituiu Kevin Spacey.

Mas mesmo um ator do porte de Plummer tem seus pontos baixos na carreira. Aqui, lembraremos de um dos mais medíocres. Assim como Assassino Virtual, Drácula 2000 é fruto de uma época, da virada do milênio, e do medo do fim do mundo. Nada melhor do que misturar esta temática com a lenda do maior vampiro do cinema, interpretado por ninguém menos do que um Gerard Butler no auge de sua canastrice. Plummer vive seu eterno inimigo, Abraham Van Helsing. Obviamente a trama se passa nos dias atuais, quando um grupo de assaltantes desperta acidentalmente a criatura que é a personificação de todo o mal.

Halloween 2 (2009)

Os remakes de Rob Zombie para esta clássica franquia de terror foram sofríveis. O músico transformado em cineasta usa e abusa de sua “cartilha” de fazer cinema, ou seja, cenas explícitas de violência e mau gosto imperando a cada momento, sem qualquer graça ou contexto. Em especial neste segundo filme, é como se literalmente tivessem pego um açougueiro e dado uma câmera em sua mão. Esta é a técnica e arte de Zombie aqui. O terror precisa ser construído, e não te massacrar junto das vítimas na tela. No meio de tudo isso, está a talentosíssima vencedora do Oscar Octavia Spencer. Este ano, Spencer voltou ao radar do prêmio com A Forma da Água, de Guillermo del Toro. Ela é uma atriz que veremos muitas outras vezes entre as indicadas nas cerimônias da Academia.

Velocidade Máxima 2 (1997)

O que fazer após o incrível sucesso inesperado de um filme de ação que não pedia por sequência. Bem, entregar uma mesmo assim, afinal é preciso lucrar cada vez mais. Assim, a FOX rapidinho confeccionou a continuação de Velocidade Máxima (1994). Bem, como já haviam feito “a bomba num ônibus”, que tal aumentar as apostas com uma “bomba num cruzeiro”. Por sorte não tivemos um terceiro filme, no qual eu já previa “uma bomba num avião”. Missão 1 – trazer de volta a revelação Sandra Bullock. Ela topou, ótimo. Missão 2 – trazer de volta o protagonista Keanu Reeves. Ele não topou, droga. Substitua-o por Jason Partrick, dá no mesmo. Só que não.

Dennis Hopper morreu como o vilão do primeiro. Quem poderia ser um louco à altura? Willem Dafoe. Como cereja no bolo, coloque nosso Carlinhos Brown cantando “a namorada”. E a receita de sucesso está feita. Depois disso, tenho certeza que muitas cabeças rolaram no estúdio. Bem, até hoje o excelente Willem Dafoe é “zoado” por sua atuação caricata e pra lá de exagerada, é o próprio quem confirma em entrevistas recentes, mas afirma que não havia outra forma de fazer. Este ano, Dafoe conquista sua terceira indicação ao Oscar, mas não deve levar a estatueta ainda, que deve ficar mesmo com Sam Rockwell. Dafoe concorre por Projeto Flórida na categoria de coadjuvante.

Diga que Não é Verdade (2000)

Richard Jenkins é um ator competente. Assim como outros coadjuvantes de luxo, vide J.K. Simmons, Jenkins foi por muito tempo aquele ator do qual ninguém lembrava o nome, mas sabia tê-lo visto em diversas produções. Este ano, o ator emplaca sua segunda indicação, por A Forma da Água, filmaço de Guillermo del Toro que homenageia o cinema de monstros da década de 1950. Há exatos 18 anos, Jenkins figurava em um longa de teor muito diferente, que terminou por morrer na praia. Produzida pelos irmãos Farrelly, esta comédia incorreta tentava  ainda surfar no sucesso de Quem Vai Ficar com Mary? (1998). Aqui, a trama “doce” fala sobre um rapaz (Chris Klein) que descobre que sua namorada pode ser na verdade sua irmã biológica (papel da azarada Heather Graham). Não sei como não haviam pensado antes nesta ideia de “Jênio”.

Esquadrão Suicida (2016)

Bem, segurem suas pedras. Embora muitos defendam com unhas de dentes os filmes da DC, é preciso dizer que até mesmo os fãs mais hardcore admitem que Esquadrão Suicida é o ponto baixo do estúdio. O que é uma pena, já que o filme tinha tudo para ser o mais original do lote – foi a primeira vez (e única, por enquanto) que uma produção do gênero é focada nos vilões e não nos heróis. De qualquer forma, um dos destaques da obra, ou o grande destaque, é mesmo a atuação de Robbie como a amalucada Arlequina, que consegue roubar o show, mesmo que não tenha os mais inspirados diálogos – dá para imaginar o que ela faria com um texto mais enxuto. Este ano, Robbie está indicada por Eu, Tonya, seu primeiro grande filme como protagonista, que serve como divisor de águas em sua carreira, tornando impossível não ser notada daqui para frente.

Deus nos Acuda! (1996)

O prêmio de atriz coadjuvante deve ficar mesmo com Allison Janney por Eu, Tonya. Mas caso vá para alguma outra atriz, esta atriz será Laurie Metcalf, a mãe de Lady Bird. Metcalf é uma veterana na indústria, e tem no currículo papeis marcantes como na série Roseanne (que volta à TV depois de vinte anos, novamente com a atriz no elenco), Bing Bang Theory (no qual vive a mãe de Sheldon) e no terror Pânico 2 (no qual viveu a misteriosa jornalista Debbie Salt, que esconde um terrível segredo em seu passado).

Nenhum deles faz parte desta lista, no entanto, e o que selecionamos é uma comédia que você provavelmente nunca ouviu falar. Deus nos Acuda! é a pieguice máxima em forma de longa-metragem. Na trama, Greg Kinnear (que também já foi indicado ao Oscar: Melhor é Impossível, 1997) interpreta um trambiqueiro de carteirinha, que é forçado a encontrar um trabalho de verdade. Ele então encontra um serviço “tão real” quanto seus anteriores, respondendo cartas para Deus que chegam aos montes no correio. Uma maravilhosa maneira de você passar duas horas de sua vida (a ironia está implícita).

O Rio Selvagem (1994)

A brincadeira de que Meryl Streep pode interpretar qualquer papel, inclusive Batman, não é tão surreal assim. De fato, ela pode! E aqui interpreta uma verdadeira heroína, uma aventureira de carteirinha, que dá seu jeito de enganar criminosos que sequestraram sua família, enquanto desce um perigosíssimo rio em um bote a remo. É um thriller de ação protagonizado por Meryl Streep! Quem é Liam Neeson na fila do pão? O filme, no entanto, carece de adrenalina e suspense, e acaba se tornando apenas um escapismo culposo.

Poltergeist – O Fenômeno (2015)

Outra bola fora de Rockwell, que até dá para entender sua participação também. Afinal, trata-se da refilmagem de uma das produções de terror mais adoradas de todos os tempos. E apresenta-la para uma nova geração parecia ser uma ótima ideia. Ao contrário dos outros itens acima em seu currículo, aqui o ator é o protagonista e deveria impulsionar a obra com seu carisma. Então, finalmente podemos colocar parte da culpa no ator, que por mais que não tenha sido favorecido pelo roteiro raso e sem personalidade, parece desinteressado ao longo do filme todo, atuando no automático, e provavelmente pensando apenas no contracheque no final do dia e em seu próximo projeto.

Assalto Sobre Trilhos (1995)

Por falar em filme de ação ruim da década de 1990 (uma época que já está eternizada em nossos corações), aqui está mais um filhote no subgênero “transportes públicos muito loucos”. Ônibus, aviões, barcos, trens, só faltou mesmo o metrô virar alvo de uma produção recheada de adrenalina. Bem, não falta mais desde 1995. No entanto, acho que a ideia foi “tão boa” que não quiseram repeti-la até hoje. Na trama, Wesley Snipes e Woody Harrelson vivem irmãos de criação, que se tornam policiais trabalhando no trem do dinheiro – o trem que recolhe o dinheiro das estações até o banco.

A amizade dos dois fica abalada com uma nova policial que chega no serviço, interpreta por Jennifer Lopez, em um de seus primeiros papeis no cinema. Depois de serem demitidos, a dupla planeja o roubo da carga que tinham que proteger. Woody Harrelson é outro veterano para quem o Oscar está devendo uma estatueta. E até que ele teria chance este ano, não fosse pelo próprio companheiro de Três Anúncios para um Crime, Sam Rockwell, que deve abocanhar o prêmio. Harrelson tem três indicações e nenhuma vitória até o momento.

Nine (2009)

O grande Daniel Day-Lewis é provavelmente um dos cinco melhores atores de sua geração. O cara pode fazer de tudo, e já fez. Dizem que ele nunca erra – bem, talvez não em suas atuações e até mesmo em escolha de projeto, mas já esteve em filmes que não resultaram no esperado. Nesta categoria poderíamos incluir As Bruxas de Salém (1996), thriller dramático que dividiu a crítica.

Porém, existe outra obra protagonizada por Day-Lewis mais baixa ainda no gosto popular, trata-se do musical Nine (2009), que adapta o clássico de Fellini, 8 ½ (1963). Apesar do desfile de estrelas internacionais nas telas, vide Nicole Kidman, Marion Cotillard e Penélope Cruz (esta última indicada pelo filme) e de 4 indicações no Oscar, o consenso geral é de que a obra poderia e deveria ser mais. Este ano, é claro, Day-Lewis concorre por sua dita última performance, no drama Trama Fantasma.

A Hospedeira (2013)

Finalizando nossa lista, temos um item especial, que pode muito bem ser o pior de todos. Trata-se de A Hospedeira, baseado no livro adolescente da autora Stephenie Meyer, sim, a mesma de Crepúsculo. Só que A Hospedeira consegue ser ainda pior, se é que isto é possível, já que sequer sucesso junto ao público teve. Nesta época, todos sabiam do potencial do texto de Meyer para arrastar multidões aos cinemas, então não podemos culpar a protagonista Saoirse Ronan em querer descolar para si seu próprio fenômeno.

A trama mostra a Terra invadida por seres alienígenas que possuem nossos corpos e nos transformam em seres melhores, porém, sem emoções. Alguns poucos resistem a esta dominação e lutam contra tal controle. Entre eles, é claro, se encontra Ronan. Uma curiosidade é que no elenco temos também outra atriz que chamou atenção nesta época de premiações, a alemã Diane Kruger.