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Crítica | Esta é a sua Morte: O Show – O filme de péssimo gosto do ano!

Jogos Mortais televisionado

A batida premissa do vilão que usa como desculpa tentar dar uma lição para que suas vítimas aprendam o valor da vida, enquanto tenta matá-las, pode ter funcionado em Jogos Mortais (2004) – embora tenha ficado repetitivo nas inúmeras sequências. Temos que levar em conta a mente abalada e desequilibrada do antagonista desta franquia de torture porn, e analisando por este prisma é cabível que uma pessoa insana possa justificar seus mais terríveis atos através de um ideal deturpado de justiça e bondade. Ele estaria salvando estas pessoas de suas próprias vidas erráticas. Bem, por mais absurdo que pareça ser, não destoa muito do resto do teor destes filmes, com suas armadilhas fantásticas e mirabolantes, simplesmente impossíveis de serem replicadas na vida real.

Bom, mas esta não é uma crítica ao novo Jogos Mortais, em cartaz nos cinemas, ou qualquer outro exemplar de sua série cinematográfica (temos outros textos aqui no CinePOP para isso). A ideia aqui é apenas usar como base comparativa, na hora de analisar o absurdamente chocante Esta é a sua Morte – O Show, produção norte-americana que passou rápido (meio com vergonha) pelas salas de cinema brasileiras e já desembocou no mercado de vídeo, na plataforma Now da Net – onde você pode encontrá-lo (por sua conta e risco – eu não recomendo). E quando digo absurdamente chocante, é óbvio que me refiro ao choque no bom senso e bom gosto que esta premissa, digamos, bem idiota, dá em seu espectador.

O roteiro escrito por Kenny Yakkel e Noah Pink nos deixa boquiabertos, sem acreditar no que estamos vendo em tela. Bem, vamos lá, vou tentar resumir. Um famoso apresentador de reality show interpretado por Josh Duhamel (da franquia Transformers) passa por uma experiência traumática, quando a final do programa de namoro que apresenta termina em tragédia. Um sujeito milionário opta por uma de suas pretendentes, enquanto a outra, rejeitada, saca uma arma, mata o ricaço durante a gravação e depois tira a própria vida. O evento deixa o protagonista num estado frágil. Enquanto fica fora alguns dias de licença, ele não consegue tirar da cabeça as imagens fortes que presenciou. Qualquer coisa que faça, como exercícios ao ar livre, subitamente logo é interrompido pela aflição e passa mal, por exemplo.

Tamanho trauma pode marcar para sempre a vida de uma pessoa, certo? Bem, o filme esquece logo isso, quando ele sem pestanejar aceita apresentar um novo programa no qual os participantes precisam cometer suicídio ao vivo. Que ideia de gênio! E quem foi a responsável? Ah sim, a produtora inescrupulosa vivida por Famke Janssen (coitada), que deixa sua vilã Xenia Onatopp de 007 Contra Goldeneye (1995) ou até mesmo a Fênix de X-Men: O Confronto Final (2006) no chinelo. Ilana Katz, sua personagem aqui, é o estereótipo da mulher de negócios fria e calculista elevado à potência máxima e usando esteroides. De fato, a mulher soa verdadeiramente como um robô sem emoções. Óbvio que uma mente maligna iria sugerir algo tão nefasto, o que assusta mesmo é não apenas outros concordarem, inclusive o protagonista abalado, mas tal ideia ser de fato produzida sem consequências.

Bem, vamos lá. É claro que o objetivo aqui é servir como crítica aos reality shows, cada vez mais explícitos, chocantes e absurdos, consumidos com voracidade pelo público, cada vez menos exigente. É o que o humorista Mike Judge afirma em Idiocracia (2006), um filme não muito bom, mas que serve a um propósito e passa sua mensagem. O que o texto deste filme propõe a dizer – de forma bem atrasada, diga-se, já que a esta altura criticar realities soa praticamente como criticar a internet ou mídias sociais – é que em breve teremos programas como esse, onde tudo será permitido. Ok, entendemos. O problema é que o faz com pouquíssima (ou nenhuma) propriedade, qualquer senso de humor e fortemente tenta ser levado a sério. Para uma proposta tão alucinada como esta, era necessário humor. Durante toda a exibição fiquei pensando se o mesmo material poderia ser salvo caso estivesse vestido por outro gênero, como a comédia.

As motivações dos personagens são péssimas e não convencem. Peguemos, por exemplo, o citado protagonista. Depois de negar de forma veemente a proposta da insana produtora, a decisão certa, ele para e observa uma jovem rodar suas fitas numa espécie de balé rítmico. E daí ele tem uma epifania, e decide aceitar o cargo, mas sua visão é a de que o programa no qual pessoas se matam ao vivo não é sobre morte, é sobre vida, já que irá ensinar os espectadores ávidos por sangue que o assistem, sobre a vida e o seu valor. Nossa! É como usar de dieta o método de comer na frente de pessoas que querem emagrecer. E o sujeito profere tais palavras com a maior cara lavada, para ele isto faz sentido! Não só isso, mas existe também a jovem diretora do programa Sylvia, papel da bela Caitlin FitzGerald, mulher equilibrada, sensata e de boa índole. Certamente ela recusa esta oferta de muito mau gosto. Até embarcar como diretora do programa também!!(?)

O que assusta mais é ver que o talentoso Giancarlo Esposito, o Gus Fring de Breaking Bad e Better Call Saul, aceitou dirigir esta bomba. O ator até tenta, mas jamais consegue tratar com o mínimo de sutileza o material. Talvez fosse impossível. Ele também atua no longa, no papel de um sujeito sofredor, que está com a corda no pescoço, sem conseguir encontrar emprego para cuidar de sua família. Devo dizer também que os participantes do programa, os quais se matam ao vivo, são todas pessoas desesperadas, precisando de dinheiro ou com alguma pendência, que terminam por conseguir ajudar os familiares devido ao prêmio que recebem após sua morte – providenciado pelo canal de TV satânico.

E adivinha quem será o mais novo participante. Pois é, o filme constrói a jornada do personagem de Esposito em sua derrocada, até o fatídico dia de sua participação ao vivo, como último recurso para salvar os entes queridos da bancarrota.

Esta é a sua Morte é o tipo de filme que aponta o dedo em nossa cara e nos chama de idiota. Que não tem razão de existir. Que tem um péssimo gosto em seu discurso, recheado de sentimentos ruins, de ideias deturpadas, vendidas como entretenimento. Nunca achei que diria isso, mas perto desta joça, qualquer exemplar da franquia Jogos Mortais (tirando o primeiro, que é verdadeiramente bom) soa como o mais divertido blockbuster. Você pode imaginar. Pior que isso é quando esta troça tenta passar sermão em seu público, ou ter cacife para dar lição de moral, contido em sua filosofia de boteco. No final, o longa sequer cumpre o prometido, se acovardando e escolhendo o caminho mais fácil, o que nos deixa mais enfurecidos ainda – me refiro ao desfecho do personagem de Esposito.

Esta é a sua Morte é grotesco, mal intencionado e uma anomalia cinematográfica. Os envolvidos deveriam envergonhar-se e muito. E mais uma vez, seu maior pecado é sequer se esconder atrás de um gênero, pelo contrário, tentar vender a ideia como algo significativo e existencialista. É de dar pena. Já está na minha lista dos piores do ano, ou seja, não foi de todo ruim tê-lo assistido.

Bella Thorne e Patrick Schwarzenegger se apaixonam no trailer de ‘Midnight Sun’

Foi divulgado o primeiro trailer do romance ‘Midnight Sun‘, estrelado por Patrick Schwarzenegger e Bella Thorne (‘A Babá’).

Na trama, Katie (Thorne) é uma jovem de 17 anos que vive protegida dentro de sua casa desde a sua infância. Confinada no local durante anos, ela possui uma doença rara que faz com que a menor quantidade de luz do sol seja mortal. Sua situação muda quando seu destino se cruza com o de Charlie (Patrick Schwarzenegger).

Assista:

Scott Speer dirige. A estreia acontece dia 19 de Abril de 2018.

“Novo ‘Halloween’ será focado no medo e na tensão”, diz roteirista

Apesar das filmagens do novoHalloween terem sido adiadas para janeiro de 2018, o filme parece estar se desenvolvendo à todo vapor. Em uma entrevista recente, o roteirista Danny McBride revelou que o filme irá resgatar a atmosfera de terror do original.

“O original era tudo sobre tensão. Laurie Strode não soube que Michael Myers existia até os últimos minutos do filme. Muito disso, você está antecipando o que vai acontecer e o medo criado por John Carpenter é facilmente visto nesse filme. Eu acho que estamos realmente tentando recuperá-lo. Estamos tentando minar esse medo. Absorver a tensão e não apenas ir para o gore ou a ultra-violência que você vê em alguns filmes de terror atuais”.

Ele continua, explicando que será o confronto final com Myers.

“Laurie chega ao seu confronto final com Michael Myers, o personagem mascarado que a assombra até os dias de hoje”

 

Recentemente, Danny McBride também falou sobre como o filme vai ignorar as continuações do filme original, explicando que o longa se passa em uma realidade alternativa:

“Estamos ignorando todos os filmes depois do primeiro. O nosso começa logo depois do primeiro, mas é como se fosse uma realidade alternativa. É como se o primeiro Halloween tivesse acabado de um jeito um pouco diferente.”

McBride ainda comentou sobre o nível de horror do filme:

“Eu acho que as pessoas vão ter muito medo. Quero dizer, não é uma comédia. Talvez tenha uma piada perdida, mas o resto é horror direto. Então, espero que ele entre na cabeça das pessoas e os mantenha até tarde da noite acordados”.

A trama trará Jamie Lee Curtis novamente como Laurie Strode, em um embate final com o assassino Michael Myers após quatro décadas do primeiro filme.

‘Halloween’ irá ignorar TODAS as sequências da franquia; Confira a sinopse!

Judy Greer deve interpretar a filha de Laurie Strode no novo ‘Halloween’

“Michael e eu vemos vocês no próximo Halloween”, diz Jamie Lee Curtis em foto inédita

O novoHalloweentem estreia marcada para 19 de outubro de 2018.

‘O Artista do Desastre’: Britney Spears foi cotada para cinebiografia do PIOR FILME já feito

A cinebiografia sobre os bastidores do pior filme já feito, ‘O Artista do Desastre‘, quase escalou a cantora Britney Spears.

Segundo a atriz Ari Graynor, a popular artista chegou a ser cotada para interpretar Juliette Danielle – uma das estrelas de ‘The Room”.

Em entrevista recente, ela disse:

“Bem, parece que o estúdio chegou a considerar Britney Spears para o papel, o que eu realmente acho engraçado”.

Eai, vocês acham que elas se parecem?

A produção é fruto da adaptação do livro ‘The Disaster Artist: My Life Inside The Room, escrito por Greg Sestero e Tom Bissell.

Produzido pelo amigo de longa data de James Franco, o comediante Seth Rogen, o filme teve sua estreia no consagrado South By Southwest e foi extremamente aplaudido pela audiência e pela crítica especializada na ocasião.

 

‘Homem-Formiga e a Vespa’ será uma comédia romântica

Segundo o Heroic Hollywood, o diretor Peyton Reed participou de uma convenção de cinema e revelou que ‘Homem-Formiga e a Vespa‘ será a primeira comédia romântica da Marvel.

O filme será focado no romance entre o Homem-Formiga e a Vespa.

Além disso, a atriz Evangeline Lilly revelou que o Reino Quântico vai tomar proporções muito maiores não apenas na sequência da dupla, mas nas próximas produções.

“Logo quando soube de ‘Guerra Infinita’ e seus respectivos rumos, eu tive aquela espécie de déjà vu com ‘Lost’. A gente tá chegando naquele momento, exatamente como na quarta temporada da série, em que tudo está prestes a mudar e as certezas e segurança que você tinha podem ser perdidas. E Homem-Formiga e a Vespa terão um papel nisso tudo, afinal, eles são experts em Reino Quântico. E no nosso filme, eles estão fazendo de tudo para adentrar nesse universo quântico e voltar são e salvos, porque possuem evidências concretas de que isso é possível, Scott Lang já o fez na primeira adaptação. E a pergunta é: se ele pôde no passado, porque não poderíamos agora? E se conseguirmos fazer isso na sequência, isso abre as portas para um outro tipo de universo múltiplo, onde podemos entrar e brincar um pouco. Eu não sou a roteirista, então não posso te garantir o que eles farão com essa informação, mas eu definitivamente vejo potencial ali”, Lilly disse.

Michelle Pfeiffer com visual novo em fotos do set de ‘Homem-Formiga e a Vespa’

Evangeline Lilly com o traje completo da Vespa nas fotos de ‘Homem-Formiga 2’

O Reino Quântico que conhecemos em Homem-Formiga deve ser parte crucial da trama da sequência,Homem-Formiga e Vespa’, é o que sugerem rumores, além de afirmar que a dupla protagonista estará na caça de Janet van Dyne (Michelle Pfeiffer), a Vespa original, no Reino.

Uma fonte próxima à produção contou que atrama começa com Scott Lang em prisão domiciliar. Ainda se afastando dos eventos da Guerra Civil.

O elenco conta com Lawrence Fishburne como o Dr. Bill Foster, Golias; Walton Goggins como Sonnyburch, Hannah John-Kamen viverá a Fantasma e Randall Park será o Agente Jimmy Woo.

Judy Greer está com seu retorno confirmado. Na adaptação dos quadrinhos, Greer interpreta Maggie, a ex-esposa de Scott Lang e mãe da garotinha Cassie.

A direção é de Peyton Reed, com roteiro de Paul Rudd e Adam McKay.

Michael Douglas deve voltar em ‘Homem-Formiga e a Vespa’

A estreia de ‘Homem-Formiga e Vespa‘ está marcada para 6 de julho de 2018.

‘Black Mirror’: Intrigante trailer do episódio “Metalhead” é divulgado

A Netflix divulgou o trailer do 5º episódio da 4ª temporada de Black Mirror, intitulado “Metalhead”, dirigido por David Slade (American Gods), com roteiro de Charlie Brooker. O elenco conta com Maxime Peake (A Teoria de Tudo), Jake Davies (The Missing) e Clint Dyer (Desconhecido).

Confira:

Hang the DJ:

“Hang the DJ” é dirigido por Timothy Van Patten e estrelado por Georgina Campbell, Joe Cole, George Blagden. O episódio pretende provocar o telespectador com observações sobre o atual cenário dos encontros românticos.

Black Museum:

Crocodilo:

Assista também ao trailer do 1º episódio da 4ª temporada de Black Mirror, intitulado “Crocodilo”, dirigido por John Hillcoat (A Estrada) e estrelado Andrea Riseborough (Animais Noturnos):

Arkangel:

O episódio “Arkangel”, dirigido por Jodie Foster e escrito por Charlie Brooker, o criador da série, conta com Rosemarie Dewitt, Owen Teague e Brenna Harding no elenco.

Black Mirror foi criada por Charlie Brooker e exibida pelo canal britânico Channel 4 por duas temporadas. A Netflix comprou o programa e produziu a elogiada terceira temporada ano passado.

O lançamento da 4ª temporada acontece em Dezembro na Netflix.

Veja o treinamento de Daisy Ridley para ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’

Novo vídeo de Star Wars: Os Últimos Jedi mostra os bastidores do treinamento de Daisy Ridley para viver Rey e também a preparação dos outros atores do filme. Assista:

Leia mais sobre o futuro da Daisy Ridley na saga:

Apesar do enorme sucesso de Star Wars: O Despertar da Força e do ainda inédito Star Wars: Os Últimos Jedi, a atriz e protagonista dessa nova fase da franquia, Daisy Ridley, se diz grata por tudo que viveu, mas não desejar retornar após o Episódio IX, que irá encerrar a trilogia.

Em entrevista à Rolling Stone, ao ser questionada sobre continuar trabalhando na franquia após Episódio IX, Ridley foi direta ao negar:

“Não! Nunca soube realmente o que estava assinando. Não tinha lido o roteiro, mas pelo que posso dizer, eram pessoas muito legais envolvidas, então eu pensei ‘Vai ser incrível.’ Agora, acho que sou ainda mais sortuda do que imaginei naquela época, ser parte de algo que dá a sensação de estar voltando pra casa.”

A atriz afirmou que seu contrato realmente se encerra e que não deve retornar para os novos filmes, recentemente anunciados pela Lucasfilm, sob comando do diretor Rian Johnson.

“Não e não. Estou muito animada para fazer a terceira parte e concluir tudo, porque na verdade, assinei contrato para três filmes. Então na minha cabeça, serão três filmes. Acho que vai ser a hora certa de finalizar isso tudo.”

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Veja também novas imagens da produção, muitas inéditas e em alta resolução. Confira a nossa galeria:

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Rian Johnson fala sobre a nova trilogia da franquia ‘Star Wars’

A Luz? A Escuridão? Rey e Kylo, duas pessoas que parecem estar no meio dos dois; um novo desenvolvimento chocante parece esperá-los em Star WarsOs Últimos Jedi. Apesar do mundo ter ficado espantado ao ver que a mão oferecida a Rey era de Kylo Ren, o que espera os dois é a questão “a Luz ou a Escuridão?”, enquanto juntos são movidos pela poderosa Força. Rey, embora no filme anterior tenha despertado a Força, se sente perdida e insegura; ela será levada para a escuridão? Kylo, que matou Han Solo, apesar de ele ser seu pai; o que sobrou de luz no coração dele será capaz de desfazer sua escuridão? Essas duas figuras parecem se refletir; não podemos tirar nossos olhos deles.

O elenco é composto por Mark Hamill, Carrie Fisher, Adam Driver, Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Anthony Daniels, Gwendoline Christie e Andy Serkis, além dos novatos Benicio Del Toro , Laura Dern (‘Jurassic Park’) e Kelly Marie Tran.

O filme chega aos cinemas em 13 de Dezembro.

Rashida Jones e Kerry Washington vão adaptar os quadrinhos ‘Goldie Vance’

A história em quadrinhos ‘Goldie Vance‘ será adaptada para os cinemas. O projeto será dirigido e escrito por Rashida Jones, sendo produzido pela Simpson Street, a produtora da atriz Kerry Washington. A informação foi revelada pelo site Deadline.

De acordo com a publicação, a 20th Century Fox deve se encarregar da distribuição da produção, na expectativa de desenvolvê-la em uma franquia de filmes voltados para a família.

Goldie Vance‘ conta a história de uma garota de 16 anos brilhante, que sonha em se tornar a detetive interna de um resort em Miami. Ao tentar desvendar um crime internacional, desafios cruzarão seu caminho, ao ponto de fazê-la enfrentar perigos que jamais imaginou.

A graphic novel é de autoria de duas mulheres, Hope Larson e Brittney Williams.

‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’: Confira novo cartaz para lançamento no Japão

Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ já passou pelos cinemas, mas o ilustrador Yusuke Murata – que já fez uma série de trabalhos para a Marvel – apresentou um novo cartaz da produção, com um design completamente diferente do que já vimos.

O material, feito para o lançamento do filme no Japão, segue uma pegada semelhante a dos animes, dando destaque apenas para o herói homônimo e seu “padrinho”, o Homem de Ferro.

Confira:

O filme arrecadou US$ 880 milhões mundialmente

Com a controvérsia na linha temporal de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘, a Marvel revelou que lançará uma ordem cronológica oficial para seus filmes e séries. Na cena de abertura da adaptação, os fãs logo descobriram que o primeiro filme solo do herói pela Marvel se passava oito anos depois dos eventos de ‘Os Vingadores‘. No entanto, seguindo a lógica do ano de lançamento da produção de Joss Whedon, as datas não batem, sendo impossível tudo ter acontecido em 2012.

E pela primeira vez, o presidente da Marvel decidiu ser franco a respeito da suposta “falha”, esclarecendo que o ano de estreia de ‘Os Vingadores‘, nada tem a ver com o período em que os fatos da trama se passam.

Esclarecendo a polêmica, Kevin Feige pontuou:

“Toda essa discussão me fez pensar que em algum determinado momento nós teríamos que publicar uma linha do tempo e ver como tudo funciona no universo. Eu não quis incomodar ninguém exatamente e confesso que não tenho certeza se faria a mesma coisa de novo, mas tudo realmente se conecta ao determinado ponto onde a colocamos. Tirando aqueles momentos bem particulares, onde há um jornal ou referências verbais a algum ano, nós nunca datamos os filmes. E também há uma presunção de que se o filme foi lançado em novembro de 2017, isso significa que ele se passa em novembro de 2017, o que não é o caso”.

Saiba a ordem correta em que os filmes e séries do estúdio devem ser assistidos (NÃO OFICIAL):

1. Capitão América: O Primeiro Vingador

2. Agent Carter

3. Homem de Ferro

4. O Incrível Hulk

5. Homem de Ferro 2

6. Thor

7. Os Vingadores

8. Homem de Ferro 3

9. Agents of SHIELD (1ª Temporada – Episódios 1-7)

10. Thor: O Mundo Sombrio

11. Agents of SHIELD (1ª Temporada – Episódios 8-15)

12. Capitão América: O Soldado Invernal

13. Agents of SHIELD (1ª Temporada – Episódios 16-22)

14. Guardiões da Galáxia

15. Guardiões da Galáxia – Vol. 2

15. Agents of SHIELD (2ª Temporada – Episódios 1-19)

16. Demolidor (1ª temporada)

17. Vingadores: Era de Ultron

18. Thor: Ragnarok

19. Agents of SHIELD (2ª Temporada – Episódios 20-22)

20. Homem-Formiga

21. Agents of SHIELD (3ª Temporada)

22. Jessica Jones (1ª temporada)

23. Demolidor (2ª temporada)

24. Doutor Estranho (Início)

25. Capitão América: Guerra Civil

26. Homem-Aranha: De Volta ao Lar

27. Agents of S.H.I.E.L.D.: Slingshot

28. Luke Cage (1ª temporada)

29. Agents of SHIELD (4ª Temporada)

30. Punho de Ferro

31. Agents of SHIELD (5ª Temporada)

32. Os Defensores

33. Pantera Negra

34. Vingadores: Guerra Infinita

‘Liga da Justiça’: ”É ridículo não lançar essa versão”, diz Kevin Smith revelando que Darkseid aparecia no filme

Parte da crítica especializada pode não ter sido tão fã da adaptação ‘Liga da Justiça’, mas o mesmo não se repete com o cineasta Kevin SmithEm uma entrevista recente, Smith questionou por que a Warner não está cogitando a possibilidade de lançar uma versão feita inteiramente por Zack Snyder.

“É ridículo não lançar essa versão em DVD e Blu-ray. Quer dizer, só vender o mesmo filme que está nos cinemas e que o público já se acostumou, e cerca de 6 meses depois, lançar essa versão alternativa. Que mal pode acontecer? Honestamente, não vejo motivo para não mostrar a visão de Snyder.”

Smith também comenta as mudanças do corte final para o primeiro corte do filme, mostrado aos executivos da Warner, revelando que o vilão Darkseid inicialmente estava presente no filme.

“Mudou muito. Superman se juntava à luta junto com a Liga para derrotar o Steppenwolf, no entanto, havia um momento em que Steppenwolf tentava fazer o Superman se juntar ao seu exército. Isso me deixou tão puto de raiva [que foi retirado] e nós víamos Darkseid pela primeira vez na visão de Superman, vemos os flashes das imagens do pesadelo que Batman teve em ‘Batman vs Superman’, no entanto, o Superman se afasta e entrega o último golpe que vence Steppenwolf “

Em outra entrevista, Smith revelou:

Em seu podcast, Babble-On, o diretor – que atualmente tem assinado alguns episódios da série ‘Supergirl’ –  comentou sobre o quanto amou a produção, dizendo estar satisfeito com o que foi entregue ao público.

Segundo ele:

“Eu já vi ‘Liga da Justiça’ duas vez. E gostei. Gostei muito. Tem coisas ali que eu realmente curti, coisas que me deixaram feliz. Eu não vou fazer a minha crítica da produção, mas posso dizer que tem momentos ali que fez meu coração disparar mesmo”.

A Warner Bros. divulgou novos artes promocionais de Liga da Justiça, agora incluindo o Superman na equipe.

‘Liga da Justiça’ pode dar um prejuízo de até US$ 100 milhões, segundo a Forbes

‘Liga da Justiça’: Henry Cavill escreve agradecimento emocional aos fãs; Confira!

‘Liga da Justiça’ ganha belas artes conceituais; Confira

O filme já está em cartaz no Brasil.

Crítica | Dark – Nova série de Suspense da Netflix

Quem somos? Para onde vamos? É possível viajar no tempo? Os seres humanos estão sempre à procura de respostas para perguntas tão velhas quanto o universo, tentando entender qual é o nosso papel aqui e como fomos criados…

Usando essa eterna busca por respostas como tema, a Netflix vem se especializando em realizar séries de ficção científica que tentam dar novas visões à essas perguntas. Com o sucesso fenomenal de ‘Stranger Things’, o serviço de streaming apostou na sensacional ‘The OA’ e agora lança a maravilhosa série alemã ‘Dark’.

Sem dar SPOILERS, explicaremos por cima – bem superficialmente – a trama. Ao mesmo tempo que o jovem Erik (Paul Radom) desaparece em uma cidade cheia de segredos, um pai de família se suicida. Ele deixa uma carta para sua mãe e seu filho, que só pode ser aberta no dia 4 de Novembro de 2019. Nenhum minuto antes disso.

Com um primeiro episódio tenso e intenso, a série já conquista o expectador ao apresentar algumas perguntas insanas sem respostas. Ela logo nos desperta o interesse em saber o que existe por trás do mistério da cidade de Winden, que tem uma usina de energia elétrica como seu maior ponto turístico.

À partir daí, a série traz um ritmo lento e sufocante com mais perguntas do que respostas. Conhecemos os vários personagens que iremos acompanhar, como Katharina (Jördis Triebel) – cujo filho desapareceu, Hannah (Maja Schöne) – que alimenta uma paixão proibida, e Ulrich Nielsen (Oliver Masucci) – um homem que embarca numa jornada para encontrar seu filho desaparecido mas acaba encontrando muito mais.

A pergunta não é quem sequestrou a criança… mas quando.

Quando a série começa a responder algumas de suas loucas perguntas, é viciante continuar assistindo aos episódios. É daquelas séries feitas para maratonar em um dia, que não te deixa sair nem para ir até a cozinha tamanho o suspense criado entre um episódio e outro.

Apesar do começo lento, a série engata no meio de sua temporada e se torna um vício desenfreado, quando as cartas começam a ser reveladas e você descobre sobre o que a série está abordando. São 10 episódios de 50 minutos que te prendem do começo ao fim.

O criador Baran bo Odar (diretor do inédito Sleepless, com James Foxx) consegue criar uma trama redonda, apesar de trazer uma história cíclica, que se encerra satisfatoriamente. Outro ponto positivo é a fotografia belíssima, que abusa do ar misterioso da cidade Winden e a assustadora floresta que a cerca, sem esquecer da usina elétrica, imponente na vista aérea da cidade. A trilha sonora, repleta de hits dos anos 80, é a cereja do bolo.

O desfecho é genial, abordando um assunto que vem sendo tratado mais frequentemente nos cinemas em em obras de ficção científica, vide os geniais ‘Interestelar’, de Chris Nolan, e ‘O Predestinado’, de Peter e Michael Spierig.

Dark’ é, literalmente, uma viagem pelo tempo e espaço que pode explodir sua mente enquanto você tenta descobrir a grande resposta, aquela que estava ali o tempo todo e você não conseguia enxergar. É recheada com suspenses, mistérios e coisas estranhas.

Produzida pela Alemanha, a série sela o acordo de US$ 1,5 bilhão que a Netflix fez com diversos países europeus para a produção de séries, filmes e programas de TVs. Se a intenção era reproduzir o sucesso de ‘Stranger Things’, ‘Dark’ provavelmente será muito bem sucedida.

Dark’ estreia na Netflix do Brasil dia 1º de Dezembro.

Crítica em Vídeo | Dark – Série de Suspense da Netflix vai te deixar pirado…

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo da nova série original da Netflix, ‘Dark‘.

Produzida pela Alemanha, a série sela o acordo de US$ 1,5 bilhão que a Netflix fez com diversos países europeus para a produção de séries, filmes e programas de TVs.

Assista:

Leia nossa crítica em TEXTO:

Crítica | Dark – Nova série da Netflix é mais madura e assustadora que Stranger Things 

Na trama, uma criança desaparecida faz com que quatro famílias se ajudem em busca de respostas. O que eles não poderiam imaginar é que esse mistério estaria ligado a inúmeros outros segredos da cidade pequena.

A pergunta não é quem sequestrou as crianças… mas quando.

A estreia no Brasil acontece dia 1º de Dezembro!

‘Capitã Marvel’ deve filmar em base militar norte-americana

A adaptação dos quadrinhos ‘Capitã Marvel‘ deve filmar algumas de suas cenas em uma base militar norte-americana.

Segundo o Omega Underground, a Marvel já estaria buscando locações na cidade de Baton Rouge, Louisiana, a fim de realizar as gravações na cidade em maio de 2018. Para os que desconhecem, o município possui várias bases militares, que poderiam servir para relatar a trajetória de Carol Danver como piloto.

As filmagens começam em fevereiro de 2018. O lançamento é previsto para 14 de Março de 2019 no Brasil.

 

‘Harry Potter’: Filme sobre passado de Voldemort ganha trailer e data de lançamento; Vem ver!

Com o fim da saga Harry Potter, muitos fãs precisam encontrar formas de saciar a saudade dos livros e filmes, com isso, um grupo bem talentoso de fãs criaram Voldemort: A Origem do Herdeiro’.

O filme é uma produção original independente feita pela italiana Tryangle Films que contará um pouco mais sobre o passado de Tom Riddle, e como se tornou o maior bruxo das trevas de todos os tempos.

Não tem qualquer ligação com a Warner Bros. ou com J.K. Rowling, porém, a Warner autorizou que fosse produzido e disponibilizado gratuitamente no YouTube em 13 de Janeiro de 2018. Assista o trailer final recheado de bons efeitos especiais.

Para matar ainda mais a saudade, veja outro trabalho feito por fãs, dessa vez sobre o passado de Severo Snape:

O filme mostra o grupo de Tiago Potter, chamado Os Marotos, e sua relação com o jovem Severo Snape. Além de ter a participação de Remo Lupin, Sirius Black e Pedro Pettigrew, até mesmo Lílian Potter aparece.

O vídeo possui detalhes impressionantes, boas atuações e até efeitos convincentes dos feitiços, além de um duelo épico no final. Assista completo:

Leia mais sobre Harry Potter:

A HBO divulgou um emocionante trailer relembrando a saga Harry Potter para o especialHarry Potter: A Aventura Completa’, especial da emissora que irá exibir, pela primeira vez, os oito filmes do bruxinho eAnimais Fantásticos e Onde Habitam. Segure as lágrimas e assista: 

O Especial acontece dia 02 de janeiro de 2018. Todos os filmes ficarão disponíveis também nos HBO On Demand, HBO Now e HBO Go.

A HBO Brasil não confirmou nada até o momento, porém, é muito provável que os nove filmes fiquem disponíveis ao mesmo também por aqui.

Voltaremos ao Mundo Mágico em 2018 também com o lançamento de ‘Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwaldem 15 de novembro.

‘Animais Fantásticos – Os Crimes de Grindelwald’: Conheça os novos personagens!
‘Harry Potter’ ganhará jogo de realidade aumentada dos criadores de Pokémon GO

Paródia que mistura ‘Harry Potter’ com música da Anitta faz sucesso na internet; ASSISTA!

Documentário sobre ‘Harry Potter’ ganha teaser incrível com JK Rowling

A saga completou 20 anos no dia 26 de junho de 2017.

Lutador de MMA fará participação especial em ‘The Flash’

O lutador de MMA, Bill Goldberg, fará uma participação especial na série de ‘The Flash‘. De acordo com o site TVLine, a lenda do WWE participará de dois episódios.

Em sua conta do Twitter, Goldberg também confirmou sua aparição na produção.

Confira:


 

Crítica | Corpo e Alma – Um dos mais belos filmes do ano

As poesias na arte de amar. Dirigido pela cineasta Ildikó Enyedi e vencedor do último grande prêmio de melhor filme no Festival de Berlim, ‘Corpo e Alma’ é uma incrível jornada sobre o amor que chega ao espectador de maneira inusitada, ligada por sonhos, onde somos testemunhas, ao longo das quase duas horas de projeção, de uma das histórias mais bonitas que apareceram numa tela de cinema esse ano. O projeto, que demorou mais de dez anos para ficar pronto por conta de uma grave crise no órgão que administra o cinema Hungria, possui uma riqueza nos detalhes, há um silêncio preponderante em muitas cenas, seja nos olhares distantes dos protagonistas, seja nos reflexos que acompanham as metáforas cotidianas na arte do descobrir. Um trabalho primoroso de direção.

‘Teströl és lélekröl’, no original, conta a história de Endre (Géza Morcsányi), um gerente administrativo de uma empresa do ramo alimentício, que possui um problema em um dos seus braços, que durante uma sessão com uma psicóloga chamada para auxiliar a empresa que trabalha, descobre que seus sonhos se completam com os mesmos sonhos de uma nova funcionária da empresa chamada Mária (Alexandra Borbély). Assim, se encontrando quase sempre nos sonhos mas sem muita aproximação na vida real, resolvem embarcar nessa história onde buscam a todo instante entender melhor sobre o amor e sobre essa situação totalmente inusitada que é o fato de se ligarem por um sonho.

Um filme possui uma lentidão, um ritmo diferenciado, necessário para absorvermos os paralelos que o roteiro busca explorar. Os protagonistas são dois pilares, cada um com sua essência que juntos em cena transformam uma inusitada história de amor em algo inesquecível. Endre é um homem desiludido que vive em pura reclusão mesmo tendo certa vida social, prefiro a solidão do que se envolver. Já Mária é uma superdotada, com memória espetacular que não consegue interagir com ninguém, vive uma vida metódica sabendo muito pouco sobre sentimentos e o próprio corpo. Quando o inusitado aparece nessa história, na forma de um sonho em conjunto, acontece uma ação quase instantânea na arte do desabrochar para vida dessas duas almas. Lacunas nunca preenchidas, chegam pela curiosidade, levando Endre e Mária a uma jornada de erupções sentimentais que passam, do amor até o ciúmes sempre de forma mais delicada do que estamos acostumados a ver.

Um dos grandes méritos de Enyedi em sua direção é tentar captar todos os sentimentos que passam nos personagens de maneira poética, usando as imagens como forma de preenchimento de um pensamento. A arte de amar é uma ciência não exata, totalmente fora de controle, as duas almas que conhecemos nesse fabuloso filme descobrem que a vida pode ser muito mais quando deixamos de olhar para o lógico e conseguimos entender até o impossível.

Crítica | Borg vs McEnroe – Batalha de gênios

Antes de Sampras vs Agassi, antes de Nadal vs Federer, o universo dos esportes, não só do tênis, conheceu uma das mais expostas rivalidades, muito por conta das inúmeras diferenças entre os dois jeitos de ser. ‘Borg vs McEnroe analisa as emoções e o lado psicológico em esportes de alto rendimento mostrando o início de um duelo que ficou marcado como uma das melhores finais de Grand Slam da história do tênis. Dirigido pelo cineasta dinamarquês Janus Metz Pedersen realiza um trabalho primoroso na direção e conta ainda com uma atuação inspirada do ator sueco, pouco conhecido no Brasil, Sverrir Gudnason que interpreta o complexo Björn Borg na fase adulta.

Na trama, voltamos a década de 80, no célebre dia da final de um dos torneios mais midiáticos de todos os esportes, a final de Wimbledon entre o sueco e tetra campeão do torneio Björn Borg (Sverrir Gudnason) e o nada carismático tenista norte americano John McEnroe (Shia Lebouf). A construção de como eles chegaram até esse grande momento da vida deles é passada a limpa em flashbacks que preenchem as lacunas de personalidade e criação que os levam a serem como são dentro de quadra. Assim, aos poucos vamos entendendo a mente de um verdadeiro campeão em um esporte onde a vitória e a derrota precisam ser aceitas sem perder a elegância.

Nada é ganho por acaso. Nessa verdadeira batalha épica do tênis que foi essa decisão de Wimbledon, com um Borg totalmente consumido pela exposição que tem por sua carreira e a pressão de estar sempre no topo e McEnroe usando e abusando de uma imaturidade constante, o filme navega na mente de um homem conhecido por ser gelado em momentos chaves, ser um adepto de manias, que não sabe lidar com a pressão midiática imposta pelo seu sucesso em contraponto a outro totalmente inconseqüente que se descontrola em entrevistas e exagera dentro de quadra.

Muito mais focado em Borg do que no seu rival canhoto das Américas, as dificuldades no seu relacionamento com a noiva e com seu técnico, esse último interpretado pelo gigante ator sueco Stellan Skarsgård, são melhor compreendidos por conta de como tudo começou, sua vida de origem humilde onde sua mãe sempre o defendia de um pai um pouco afastado. Quando era jovem e fora escolhido para representar a Suécia no mundialmente torneio conhecido como Copa Davis (uma espécie de copa do mundo do tênis, onde um grupo de tenistas representa seu país em simples e duplas), sua vida ganha novos ares e ele passa a percorrer torneios importantes e a ganhar fama e dinheiro se tornando um verdadeiro iceberg. Nos constantes momentos de crise, cresce a atuação de Sverrir Gudnason que além de tudo é deveras parecido com o ídolo sueco.

John McEnroe era um rebelde desde sempre, que buscava a todo instante a atenção do pai que quase nunca acontecera. Entrou no tênis mostrando um talento técnico e uma falta de preparo emocional, brigando quase sempre com juízes, com outros tenistas e com o próprio público. Borg e McEnroe tem duas maneiras distintas para buscar suas glórias. E esse é o grande mérito do filme: detalhar cada uma dessas personalidades do esporte de maneira transparente, objetiva mas sem perder o ritmo.

Crítica | Verão de 1993 – A dor de uma perda

Indicado ao Oscar 2018 na categoria Melhor Filme Estrangeiro pela Espanha, ‘Verão de 1993′, com elogiadas passagens no Festival de Berlim e Festival do Rio, é um filme que fala sobre a visão do luto pelos olhos de uma criança que não consegue se sentir aceita. Muito bem dirigido pela cineasta espanhol Carla Simón, em seu primeiro trabalho como diretora de longa metragem, o filme, com um ritmo bastante lento, navega no campo do descobrimento sobre as coisas no olhar detalhista da jovem protagonista.

Na trama, conhecemos a jovem Frida (Laia Artigas) que recentemente perdeu sua mãe, vítima de uma doença terrível, e assim, como um pedido dela, Frida vai morar com um de seus tios em uma casa afastado dos grandes centros. Querendo atenção e muitas vezes não se sentindo aceita, ela embarca em uma jornada de descobertas onde as interpretações para as situações geram dúvidas na cabeça da jovem.

A dor da perda aos olhos de uma criança é sempre algo com variáveis muito complexas. A jovem protagonista enfrenta seu luto, de perder pai e mãe, com a ajuda da família, principalmente de seu tio, irmão de sua mãe, que leva Frida para morar com sua esposa e filha. É como se ela vivesse uma nova infância, com novos pais mas sempre com lembranças dos que se foram. A religiosidade da avó, a não compreensão da doença que a mãe teve, as implicância com a nova irmã mais jovem, contornam as cenas que possuem um olhar sentimental e emotivo da diretora.

O roteiro se estrutura através das fases que a protagonista atravessa. No primeiro ato, tudo é muito novo para a jovem, não sabe direito como lidar com seus novos guardiões e possui uma relação de distância, nos atos seguintes acontece o desenvolvimento e a chegada de um início de maturidade, principalmente quando se vê perdida, cria um espírito de auto proteção (como a cena da tentativa de fuga de noite da casa onde está), camuflado pelas ingenuidades da criança que ainda é. ‘Verão de 1993′ é um delicado retrato sobre a visão de uma criança perante as dificuldades que o mundo coloca em sua frente.

Crítica | Lutando por um Sonho – Quando sobreviver também é recomeçar

Milhares de guerras civis tomaram e tomam conta da vida de milhões de pessoas em diversas regiões do mundo. Quem consegue escapar das barbaridades muitas vezes lutam contra o preconceito no seu recomeçar, principalmente se for em uma pátria que não é a sua de origem. Dirigido pelo cineasta francês Alex Ranarivelo, ‘Lutando por um Sonho’ mostra as dificuldades de um jovem iraniano, que consegue, em uma fuga quase que espetacular, fugir do conflito que acontece na região onde mora, deixando para trás pai e mãe para buscar viver sua vida em um Estados Unidos repleto de preconceitos, usando o esporte como ferramenta de conscientização social.

Na trama, conhecemos o jovem iraniano Ali Jahani (George Kosturos) que consegue se mudar de um Irã aterrorizado por crueldade de uma guerra sem fim para um Estados Unidos na década de 80 onde alguns imigrantes sofrem preconceito de muitos. Sem amigos e em um lugar totalmente novo, busca no esporte uma maneira de interagir. Acaba descobrindo um grande potencial para a Luta Olímpica/ Luta Greco Romana (o também chamado nos Estados Unidos de Wrestler) e assim, dia após dia, e lutando contra diversos obstáculos, busca encontrar seu espaço nessa nova terra.

Ali, é um guerreiro dentro e fora dos tatames. Sua maturidade chega de fora abrupta, pois viveu os terrores de uma guerra bem de perto, tendo que se esconder em um caminhão para poder fugir do lugar onde nasceu. Para piorar sua situação, o Irã estava no centro das notícias naquela época. A problemática dos reféns americanos no Irã causou uma crise diplomática entre o Irã e os Estados Unidos (cerca de 52 norte-americanos foram mantidos reféns por mais de um ano após um grupo de estudantes e militantes islâmicos tomarem a embaixada americana em Teerã, em apoio à Revolução Iraniana). Parte da população norte americana, protestava pelas ruas pedindo deportação para todos os iranianos.

Mesmo tendo diversos clichês em seu preenchimento como filme, a paixonite de escola, o ar épico para ações do dia a dia, ‘Lutando por um Sonho, história baseada em fatos reais, fala muito sobre o papel do professor em meio a uma sociedade de consumo que só presta a atenção nos que são excepcionais em suas áreas. William Fichtner e Jon Voight interpretam acadêmicos que de alguma forma busca a integração de Ali. O filme ainda tem uma brecha, mesmo que um pouco na superfície, para a relação de Ali com sua cultura, chegando na forma do tio Hafez Tabad (Ali Afshar) que o hospeda em sua casa nos Estados Unidos e depois acaba o ajudando nas técnicas de Wrestler.

Lutando por um Sonho’ (‘American Wrestler: The Wizard’) acaba tendo paralelos com os dias de hoje, onde o mundo luta contra o preconceito cada vez mais forte. O esporte sempre foi e sempre será uma grande ferramenta de descoberta, integração, e histórias como essa são importantes para entendermos melhor não só as pessoas, mas toda uma sociedade onde vivemos.

Veja o trailer de ‘Guerra Infinita’ recriado com desenhos da Marvel dos anos 90

Após o lançamento do tão esperado trailer de Vingadores: Guerra Infinita, um grupo de fãs do canal Darth Blender decidiram recriar o vídeo com imagens de desenhos clássicos da Marvel dos anos 90, usando o áudio original do trailer. O resultado é sensacional. Assista:

Sucesso absoluto. O trailer de Vingadores: Guerra Infinita’ lançado pela Marvel se tornou não só o trailer mais visto da história da produtora, como também o mais assistido de todos os tempos, quebrando a marca de 230 milhões de visualizações no Youtube em 24 horas.

Caos e destruição no trailer de ‘Vingadores: Guerra Infinita’

Os Melhores Momentos do Trailer de ‘Vingadores – Guerra Infinita’

“Obrigado aos melhores fãs do universo, que fizeram o trailer de Os Vingadores: Guerra Infinita se tornar o mais visto de todos os tempos com 230 milhões de visualizações em 24 horas!”, revelou a Marvel.

O recorde anterior para a Marvel foi com o trailer de ‘Thor: Ragnarok‘, que fez 136 milhões de visualizações, Capitão América: Guerra Civil, com 94,7 milhões de visualizações em apenas 24 horas.

 

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Veja muitas imagens do trailer em alta qualidade

A trama vai mostrar o vilão Thanos juntando as Jóias do Infinito e declarando guerra contra os Vingadores, que estão separados após os eventos de ‘Capitão América: Guerra Civil‘.

Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas em 26 Abril de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 02 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.