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Craig Robinson anuncia surpreendente aposentadoria da comédia

O ator e comediante Craig Robinson, conhecido por seu papel como Darryl em ‘The Office‘ e por participações marcantes em ‘Brooklyn Nine-Nine‘ e The Cleveland Show‘, surpreendeu os fãs nesta semana ao anunciar que está oficialmente deixando a comédia para se dedicar a um novo projeto: abrir um pequeno negócio.

O anúncio foi feito por meio de dois vídeos publicados em seu Instagram. No primeiro, Robinson aparece sério e direto.

Confira:

“Quero que ouçam isso de mim. Estou deixando a comédia. Não é por nada, tem sido uma jornada incrível e vocês foram maravilhosos. Mas estou seguindo algo maior. Muito obrigado. Amo vocês. Fiquem ligados.”

No segundo vídeo, o ator compartilha as dificuldades enfrentadas na nova fase e pede conselhos a outros empreendedores:

“Acontece que ter um sonho e construir um negócio com seus amigos são duas coisas BEM diferentes. Não posso entrar em detalhes ainda, mas qualquer ajuda seria enorme.”

Com muito bom humor, ele ainda mandou um recado para os donos de pequenos negócios:

“Vocês têm alguma dica pra me dar enquanto tento fazer minha empresa decolar?”

A decisão de Robinson pegou muitos de surpresa, mas já conta com o apoio de diversos colegas de profissão.

Vale lembrar que, além da atuação, Craig Robinson também é músico, tocando com sua banda de funk The Nasty Delicious desde 2007 — o que levanta especulações de que sua nova empreitada possa estar ligada ao universo musical.

Crítica | Kesha mergulha numa jornada de empoderamento e libertação com o ótimo ‘Period’

Após quase uma década de batalhas judiciais contra Dr. Luke em virtude de alegações de abuso psicológico e sexual, Kesha finalmente se libertou das amarras do passado e deu início a um novo capítulo de sua carreira: depois de finalizar contrato com a label RCA, a cantora e compositora indicada ao Grammy fundou sua própria companhia como uma expressão clara de seu empoderamento e de maneira a trilhar um caminho que resgataria seus anos de glória na indústria musical – afinal, todos nós nos lembramos das clássicas canções pop da performer que dominavam as pistas de dança e as playlists ao redor do mundo no final dos anos 2000 e começo dos anos 2010 – e que lhe rendeu um de seus melhores álbuns.

Intitulado Period (e estilizado como ‘.’), o mais novo compilado de originais de Kesha é um reflexo direto de seu amadurecimento e de sua paixão pelo hedonismo e pelo prazer – singrando pela letárgica melancolia que vem acompanhada do escapismo artístico. Apoiando-se nas conhecidas incursões do pop, do hyperpop e do electro-pop, a cantora abriu essa era com o ótimo lead single “JOYRIDE.”, funcionando como uma amálgama explosiva de EDM, pop, eletrônica e até mesmo polka para construir uma narrativa focada no amor-próprio de maneira sensual, envolvente e que, sem sombra de dúvida, merecia mais reconhecimento do que tem. Configurando-se como uma das melhores faixas do ano passado e um dos destaques do álbum, a track foi apenas o pontapé inicial de um sólido corpo fonográfico que, mesmo com alguns deslizes, cumpre com o que promete.

O projeto parte de uma estrutura um tanto quanto similar a ‘MAYHEM’, lançado por Lady Gaga há alguns meses, no tocante ao “caos controlado” que abre espaço para inúmeros estilos musicais em uma única ambientação – e que, de forma propositalmente maximizada, possui sua própria coesão a princípio ininteligível, mas que se transforma em uma materialização das pulsões da artista. E nosso primeiro gostinho dessa profusão estilística vem com “FREEDOM.”, um épico cinemático de quase seis minutos e meio que se inicia com as doces notas de um piano e poderosos vocais à la Florence Welch, até verterem-se em pulsões do disco e do funk guiados pelo teatral verso “eu só bebo quando estou feliz, e estou bêbada agora” e pela óbvia mensagem de emancipação promovida pela faixa.

Após o capítulo inicial, Kesha mergulha de cabeça em uma mixórdia vibrante de diversos gêneros e subgêneros, apostando fichas em um resgate de suas incursões predecessoras que culminam em uma declamação testamentária – mas sem impedi-la de explorar coisas novas. “YIPPEE-KI-YAY.” conta com batidas muito bem demarcadas que acompanham um country-pop mesclado com hoedown que funciona em boa parte; “RED FLAG.” nos leva de volta aos anos 2010 com notáveis sintetizadores que pegam páginas emprestadas das canções mais mercadológicas de Charli XCX em uma narrativa que fala sobre o apreço da artista por homens que levam a perigosa “bandeira vermelha” (“todos os caras legais me deixaram morta por dentro; eu gosto do caos transbordando”); e “BOY CRAZY.” traz elementos do synth-techno para uma construção fora do tempo e, ao mesmo tempo, pertencente a uma cronologia única e inescapável.

As variedades continuam mesmo em faixas similares – como o claro apreço da cantora e compositora por composições em power-pop: temos, por exemplo, a impecável “DELUSIONAL.”, que constrói uma atmosfera ecoante à medida que lança o eu-lírico em uma jornada coming-of-age transformadora; “THE ONE.” traz batidas similares a outras faixas do compilado, porém, remodeladas para acompanhar a legião de trompetes que lhe confere uma altivez inescapável – tornando-a não só uma das entradas mais bem estruturadas do álbum, mas uma celebração do retorno da “filha pródiga” à casa (neste caso, ao seu próprio eu). E, em meio a íntimas festividades de alegria e de libertação, incursões como “LOVE FOREVER.” e “TOO HARD.” nos convidam a uma despojada viagem pelo tempo, unindo passado e presente em um mesmo lugar de maneira inebriante e nostálgica.

Como mencionado alguns parágrafos acima, o disco não é livre de problemas – mas os momentâneos deslizes não têm força o suficiente para apagar o brilho que a performer nos entrega. “GLOW” é uma das iterações que parece ter sido pensada de última hora, equilibrando-se em uma corda bamba de experimentações cruas que nunca alcançam a plenitude de seu objetivo e se escondem em um triste desperdício de potencial; e “CATHEDRAL.”, música que encerra o álbum, parte de uma certeira escolha que se transmuta em um amontoado de progressões e arranjos que encobrem a sinestesia pela qual se preza.

Period é um glorioso retorno de Kesha ao cenário fonográfico e funciona como um dos mais importantes capítulos de sua carreira ao colocá-la nas rédeas de toda sua veia artística. E, após passar por diversos problemas e sofrimentos, essa resiliente artista mostra que permanece em pé e com muito a nos contar, apoiando-se na maximização sensorial à medida que usa a música como processo de cura e de empoderamento.

Nota por faixa:

1. FREEDOM. – 4,5/5
2. JOYRIDE. – 5/5
3. YIPPEE-KI-YAY., feat. T-Pain – 3,5/5
4. DELUSIONAL. – 4/5
5. RED FLAG. – 4/5
6. LOVE FOREVER. – 4,5/5
7. THE ONE. – 5/5
8. BOY CRAZY. – 3,5/5
9. GLOW. – 2/5
10. TOO HARD. – 4,5/5
11. CATHEDRAL. – 3/5

As MELHORES produções da Fase 5 do MCU

Universo Cinemático Marvel continua em constante expansão – e, apenas neste mês, daremos início à sexta fase desse panteão super-heroico com o lançamento de ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’.

E o término da Fase 5, que foi marcada por altos e baixos e refletiu a fadiga artística dentro desse cenário do entretenimento, veio neste último dia 1 de julho com a exibição dos três últimos episódios de Coração de Ferro, que reintroduziu Dominique Thorne como Riri Williams e finalmente abriu portas para a tão aguardada primeira aparição de Mefisto (Sacha Baron Cohen).

Enquanto esperamos o início do próximo capítulo do MCU, é sempre interessante revisitar as produções lançadas tanto nos cinemas quanto no streaming. Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando as cinco melhores produções da Fase 5 do universo cinemático.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual foi a sua favorita:

5. CORAÇÃO DE FERRO (2025)

Apesar do review-bombing promovido por grupos tradicionalistas e contra qualquer tipo de representatividade no cenário do entretenimento, Coração de Ferro surpreendeu a todos não apenas pela sólida narrativa, como por um ótimo elenco que trouxe nomes como Dominique ThorneAnthony RamosLyric Ross e muito mais às telinhas. Apostando fichas no explosivo cenário urbano de Chicago e focando em uma narrativa simples, funcional e mais leve do que o esperado, a minissérie funcionou em quase sua completude e merece um espaço na nossa lista.

A trama acompanha Riri Williams, uma jovem supergênia que fez sua estreia no MCU em ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’. Após ser expulsa do MIT, ela retorna para sua cidade natal para dar continudiade a seus projetos e focar na construção de uma armadura extremamente tecnológica. Marcada pela trágica morte do padrasto e da melhor amiga, Natalie, Riri se vê em um beco sem saída até cruzar caminho com Capuz, um homem misterioso que lhe apresenta a junção entre magia e ciência – abrindo possibilidades únicas e arremessando-a para um mundo de perigos inimagináveis.

4. DEADPOOL E WOLVERINE (2024)

deadpool

Quando a 20th Century Fox foi comprada pela Walt Disney Studios, os fãs da Marvel ficaram preocupados com as produções para maiores de idade, visto que a classificação indicativa da Casa Mouse costuma ser mais branda do que o esperado. Porém, a franquia do icônico Mercenário Tagarela permaneceu intocada pela Disney e o terceiro capítulo da saga, ‘Deadpool & Wolverine’, sagrou-se o mais divertido até agora e contou com uma química exemplar de Ryan ReynoldsHugh Jackman como os protagonistas titulares.

Na trama, Wade Wilson/Deadpool desfruta de um momento de aparente calma ao lado de Vanessa (Morena Baccarin) e seus amigos e, em contra partida, Wolverine se recupera de seus ferimentos. Após seus caminhos se cruzarem, eles dão início a uma improvável aliança e, juntos, devem enfrentam um inimigo formidável, desencadeando uma jornada repleta de ação, humor e reviravoltas surpreendentes.

3. AGATHA DESDE SEMPRE (2024)

agatha desde sempre

Após algumas produções controversas, a Marvel finalmente voltou aos eixos com o lançamento de Agatha Desde Sempre, que se configurou como um enorme acerto do MCU e emergiu como uma das melhores produções em live-action desse expansivo panteão. Para além de performances memoráveis de nomes como Kathryn HahnAubrey Plaza, Joe Locke e Patti LuPone, e um compromisso com a qualidade, é perceptível como a showrunner Jac Schaeffer manejou trazer as produções de quadrinhos ao nível de que sentíamos falta.

Na trama, Hahn interpreta a icônica Agatha Harkness, que fez sua estreia em ‘WandaVision’ e tornou-se uma das personagens favoritas do público em tempo recorde. Agatha, agora sem poderes e presa em uma fantasia criada por Wanda Maximoff, é libertada por um jovem misterioso e embarca com ele em uma jornada pelo Caminho das Bruxas, um local mágico onde ela busca recuperar seus poderes – custe o que custar.

2. THUNDERBOLTS* (2025)

Estrelado por Florence PughDavid HarbourSebastian StanLewis PullmanJulia Louis-Dreyfus e outros, Thunderbolts*’ acompanha a equipe de anti-heróis titular – apresentando os personagens mais desajustados do MCU. Presos em uma armadilha mortal, esse grupo nada convencional embarca em uma missão perigosa que os força a confrontar os cantos mais sombrios de suas vidas – e que os coloca frente a frente com um inimigo mortal.

Após o frustrante ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’, o filme marcou um bom retorno à forma da Marvel Studios, apoiando-se no talento nato de um elenco de peso e de um time por trás das câmeras que tem plena ciência do que está fazendo. Funcionando por si só e abrindo espaço para explorações muito interessante, o longa-metragem apostou fichas em temas importantes como perda, luto e depressão, oferecendo um retrato mais profundo do que imaginávamos para os espectadores.

1. GUARDIÕES DA GALÁXIA VOL. 3 (2023)

Em Guardiões da Galáxia Vol. 3, o amado grupo de desajustados busca se estabelecer no planeta conhecido como Lugar Nenhum, mas não demora muito para que suas vidas sejam reviradas pelos ecos do passado turbulento de Rocket (Bradley Cooper). Ainda se recuperando da perda de Gamora (Zoe Saldaña), após os acontecimentos de ‘Vingadores: Guerra Infinita’, Peter Quill (Chris Pratt) reúne sua equipe mais uma vez para defender o universo e um dos seus. Mas esta missão pode significar o fim dos Guardiões como conhecemos caso não saia como o planejado.

O encerramento da icônica trilogia assinada por James Gunn não poderia ter vindo em melhor hora e, por mais que não atinja o altíssimo nível de qualidade dos capítulos anteriores, destaca-se em meio ao MCU por sua originalidade e sua competência técnica – trazendo incursões emocionantes e ressonantes que reiteram os nossos adorados personagens como alguns dos melhores desse panteão.

Netflix CANCELA DUAS séries e assinantes reclamam: “O Final fica em Aberto”

A Netflix cancelou oficialmente a série médica ‘Pulso‘ e a série de cômica de suspense ‘Assassinato na Casa Branca‘ (The Residence) após apenas uma temporada.

Ambas as séries deixavam pontas soltas para novos episódios, o que incomodou os assinantes.

Assassinato na Casa Branca‘ (The Residence) tinha um alto custo de produção, e foi ofuscada pelo sucesso estrondoso de ‘Adolescência‘, que dominou as plataformas globais do serviço de streaming. A série estreou no TOP 2 das produções mais assistidas da Netflix, registrando 6.4 milhões de visualizações. Ao total, o seriado passou quatro semanas no TOP 10 das produções mais assistidas do serviço de streaming.

Já ‘Pulso‘ falhou em encontrar sua audiência – permanecendo apenas duas semanas no TOP 10 das produções mais assistidas do serviço de streaming, mas deixou a trama sem respostas.

Crítica | Uzo Aduba domina a cena na divertida dramédia de mistério ‘Assassinato na Casa Branca’

Confira as reações:

Pulso‘ é estrelada por Willa Fitzgerald (‘A Queda da Casa de Usher’), Colin Woodell (‘Amizade Desfeita 2’) e Justina Machado (‘One Day at a Time’), a trama acompanha a equipe do mais movimentado Centro de Trauma de Miami, que lida diariamente com emergências médicas. Em meio a essa tumultuada rotina, a jovem médica do pronto-socorro, Danny Simms, é inesperadamente promovida a Chefe Residente, enquanto mantém um  relacionamento romântico com um colega superior.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Jack Bannon (‘Pennyworth’), Jessie T. Usher (‘The Boys’), Chelsea Muirhead (‘Warrior’), Daniela Nieves (‘Academia de Vampiros’) e Jessy Yates (‘Law & Order: SVU’) completam o elenco.

Zoe Robyn e Carlton Cuse serão responsáveis pela série, além de servirem como produtores executivos e showrunners.

Os dois primeiros episódios serão dirigidos por Kate Dennis.

‘Superman’ | James Gunn comenta diferenças entre ‘Brightburn’ e ‘Superman’

Na década passada, a história de um casal do Kansas que não consegue ter filhos, cujas vidas mudam para sempre quando uma nave espacial cai em sua fazenda, trazendo um simpático garotinho alienígena lá dentro, chegou aos cinemas para expandir um universo cinematográfico em ascensão. Na trama, eles acolhem a criança espacial e a criam como seu filho.

Com o passar dos anos, o menino cresce e começa a sentir uma certa atração inexplicável para o celeiro da fazenda, onde sua nave está escondida. Sem saber de sua origem alienígena, o menino volta a suas atividades cotidianas, mas logo desenvolve habilidades incríveis, como força sobre-humana, inteligência acima da média e até mesmo a capacidade de voar.

Já sabe de que filme estamos falando, né? Bem, se você pensou em O Homem de Aço (2013), pensou errado.

Leia também: Superman | James Gunn conta se fará ou não um ‘spin-off’ do Planeta Diário
Leia também: Superman | No Rio, David Corenswet explica como seu Superman se diferencia dos anteriores

Lançado em 2019, Brightburn – Filho das Trevas é uma mistura de ficção científica com terror, cuja trama é exatamente essa citada acima. No entanto, diferentemente dos filmes do Superman, esse longa seguiu por um rumo obscuro, no qual a criança de outro mundo foi enviada para concretizar um projeto de invasão alienígena na Terra.

Conforme a história se desenrola, o pequeno Brandon (Jackson A. Dunn) até tenta lutar contra sua configuração alienígena original, mas logo dá início a uma saga de homicídios pela pacata cidadezinha de Brightburn. Na época de seu lançamento, o filme chamou muita atenção por ter trailers que parodiavam os materiais promocionais de O Homem de Aço e pelo nome de James Gunn como grande produtor do projeto. Ele estava no auge da Marvel, então ter sua presença em qualquer longa era um ótimo presságio para o público.

Na última semana, em conversa com James Gunn, durante a Press Tour de Superman, que trouxe o diretor e o elenco ao Rio de Janeiro, questionei o diretor sobre Brightburn e se ter trabalhado na ‘paródia do mal’ anteriormente trouxe algum tipo de aprendizado para ele na hora de comandar um filme do Superman original.

Segundo James Gunn, os fãs do “Azulão” podem respirar aliviados, porque os filmes são ‘completamente diferentes’, então nada de “Superman do Mal” dessa vez.

“Eu nunca tinha pensado nisso antes [ter trabalhado na paródia antes], mas posso adiantar que ‘Superman’ é um filme muito diferente de ‘Brightburn’ em vários fatores. Eu não escrevi e nem dirigi ‘Brightburn’, ele foi escrito pelo meu irmão, Brian Gunn, e meu primo, Mark Gunn, e foi dirigido pelo grande David Yarovesky. Então, na época, eu tentei deixá-los tocarem o barco com a maior liberdade possível nas filmagens. Mas lembro de ter amado muito aquela ideia de haver um filme de terror com o Superman, e acho que o nosso filme de agora é o extremo oposto de ‘Brightburn’. As escolhas do Clark são extremamente diferentes das tomados pelo Brandon, porque eles essencialmente são pessoas diferentes. Eles foram criados de maneiras muito diferentes pelos pais”, explicou James Gunn.

Rachel Brosnahan (Lois Lane), David Corenswet (Superman) e James Gunn mergulharam a fundo nas HQs do Azulão.

Na passagem pelo Rio, o elenco do filme falou bastante sobre o que faz deste novo Superman/ Clark Kent algo único nos projetos envolvendo super-heróis. E se teve algo que o ator David Corenswet ressaltou algumas vezes, tanto na coletiva de imprensa quanto no fan event, foi que o seu Kal-El é apaixonado pelo trabalho de herói e que gosta muito da raça humana, por isso transita entre esses dois mundos com sua identidade secreta e seu ‘verdadeiro eu’.

“Sua escolha por assumir a persona de Clark Kent, repórter do Planeta Diário, fala mais sobre seu amor pela humanidade e seu desejo de explorar e experimentar realmente como é ser um ser humano, do que qualquer outra coisa. Ele teve uma infância bastante normal crescendo na fazenda dos Kent, mas, uma vez que ele se torna o Superman, ele meio que sente falta de fazer parte desse grupo de pessoas normais, sabe? Pessoas que vão trabalhar todos os dias, que ficam presas no trânsito ou perdem a hora porque o trem atrasou e acabam sendo xingados pelo chefe. Ele adora isso, ele ama essa parte de ser humano e acho que isso fala um pouco sobre sua solidão e seu sentimento de estar alheio a humanidade. Ele ama estar ali, mas sabe que nunca será totalmente humano. Então, para ele, o Clark é sua oportunidade de fazer cosplay de uma pessoa normal, e ele realmente gosta disso”, explicou David Corenswet.

Superman estreia nos cinemas em 10 de julho de 2025.
Brightburn – Filho das Trevas está disponível na Netflix.

‘Pecadores’ e ‘F1’ despontam como os principais candidatos ao Oscar 2025 antes da temporada de festivais

Os dois filmes mais surpreendentes da corrida pelo Oscar até agora em 2025 são também grandes sucessos de bilheteria: ‘Pecadores‘, de Ryan Coogler, e ‘F1‘, estrelado por Brad Pitt. Nenhum dos dois segue a fórmula tradicional do “cinema de prestígio”, mas ambos estão ganhando força com uma combinação rara de aclamação da crítica, sucesso comercial e apoio robusto de estúdios e streamers dispostos a investir pesado nas campanhas.

Desde sua estreia em abril, ‘Pecadores‘ se consolidou como um fenômeno cultural. Dirigido por Coogler (Pantera Negra), o filme mistura horror sobrenatural, drama gótico sulista e o universo do blues dos anos 1930 em uma narrativa original e ousada. Com mais de US$ 360 milhões arrecadados globalmente, a produção da Warner Bros. não apenas conquistou o público como também impressionou a crítica.

Com chances reais nas categorias de melhor filme, direção e roteiro original, o longa também deve aparecer com força nas categorias técnicas. No elenco, Michael B. Jordan entrega uma performance dual como irmãos gêmeos, considerada uma das melhores da carreira, acompanhado por Hailee Steinfeld, Delroy Lindo, Wunmi Mosaku e o estreante Miles Caton.

A Warner, segundo fontes da Variety, está focada na campanha de premiação, mesmo com outro forte candidato vindo por aí — ‘Uma Batalha Atrás ds Outra‘, novo filme de Paul Thomas Anderson com Leonardo DiCaprio. O esforço do estúdio promete aumentar a visibilidade de Sinners entre os votantes da Academia.

Já ‘F1‘, lançado no final de junho pela Apple Original Films, também vem acelerando forte na temporada. Dirigido por Joseph Kosinski (Top Gun: Maverick), o filme combina ação de blockbuster com uma produção sofisticada e realismo técnico. A trama acompanha Sonny Hayes (Brad Pitt), um piloto aposentado que volta às pistas para guiar um jovem talento, Joshua Pearce (Damson Idris).

Com filmagens em pistas reais da Fórmula 1 — como Silverstone, Monza e Spa — e foco em efeitos práticos, ‘F1‘ é tecnicamente impecável, mérito da equipe liderada pelo diretor de fotografia Claudio Miranda e o supervisor de VFX Ryan Tudhope.

Embora esportes e terror tradicionalmente enfrentem resistência nas premiações, tanto ‘F1‘ quanto ‘Pecadores‘ se beneficiam de narrativas fortes e significativas, algo que a nova geração de votantes da Academia, mais jovem e diversa, tem valorizado.

F1‘, por exemplo, segue os passos de ‘Ford vs Ferrari‘ e ‘Top Gun: Maverick‘, que conseguiram quebrar essa barreira.

Terror e esportes no Oscar?
Historicamente, nenhum filme de vampiro foi indicado a melhor filme, e apenas Willem Dafoe foi lembrado por um papel do tipo em ‘A Sombra do Vampiro‘ (2000). Já entre os 601 indicados a melhor filme, apenas 17 eram sobre esportes. Mesmo assim, obras como ‘Corra!‘ e ‘A Substância‘ vêm pavimentando o caminho para o reconhecimento do terror, enquanto ‘F1‘ aposta no mesmo prestígio técnico que levou ‘Top Gun‘ à disputa.

O que esperar?
Com campanhas bem estruturadas e recepção calorosa, tanto ‘Pecadores‘ quanto ‘F1‘ têm combustível de sobra para liderar a corrida até as indicações — especialmente em um ano ainda em aquecimento. Se o restante de 2025 seguir no mesmo ritmo, a disputa promete ser acirrada.

Como destaca a Variety, “se isso é apenas a primeira metade do ano… aperte os cintos.”

Com 83% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma excelente nota A do público no CinemaScore.

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Joseph Kosinski, de ‘Top Gun: Maverick‘, é responsável pela direção.

Apelidado de “o maior que nunca existiu”, Sonny Hayes (Pitt) foi o fenômeno mais promissor da FÓRMULA 1 da década de 1990, até fracassar de maneira espetacular. Trinta anos depois, vive do trabalho como piloto nômade de aluguel, até que é contatado pelo seu ex-companheiro de equipe Ruben Cervantes (Javier Bardem), dono de uma equipe de FÓRMULA 1 em dificuldade e à beira do colapso.

Ruben convence Sonny a voltar à FÓRMULA 1 para uma última chance de salvar a equipe e ser o melhor do mundo. Ele vai pilotar ao lado de Joshua Pearce (Damson Idris), o novato-revelação da equipe, com a intenção de estabelecer seu próprio ritmo acelerado ao time e à corrida. Mas quando os motores aceleram, o passado de Sonny volta à tona, e ele relembra que, na FÓRMULA 1, seu companheiro de equipe é sua competição mais feroz – e não se pode percorrer o caminho para a redenção sozinho.

O elenco ainda conta com Kerry Condon, Tobias Menzies, Emmy Sarah Niles, Kim Bodnia, Samson KayoSimone Ashley.

Jurassic World: Recomeço

(Jurassic World 4: Rebirth)

 

Elenco:

Scarlett Johansson
Mahershala Ali
Manuel Garcia-Rulfo

 

Direção: Gareth Edwards

Gênero: Ação

Duração: 150 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 160 milhões

Estreia: 3 de Julho de 2025

Sinopse: 

A história de Jurassic World: Recomeço segue os membros de uma equipe de recuperação – liderados por Scarlett Johansson, Mahershala Ali e Jonathan Bailey – enquanto se aventuram em uma ilha perto do equador que já foi o lar do primeiro laboratório de pesquisa de Jurassic Park.

Ou seja, teremos dinossauros alterados geneticamente. O esquadrão está tentando recuperar material genético que poderia levar a um avanço médico para a humanidade, mas três décadas depois os erros cometidos naquela instalação arruinada não desapareceram. Eles sofreram mutação — e só cresceram. “Estas são os dinossauros que não funcionaram. Há algumas mutações lá”, diz Frank Marshall. “Eles são todos baseados em pesquisas reais de dinossauros”.

 

Crítica | ‘Jurassic World: Recomeço’ tem erros óbvios, mas vale a pena pela NOSTALGIA e pela aventura

 

Crítica 2 | ‘Jurassic World: Recomeço’ é uma OFENSA à franquia de Steven Spielberg

 

Curiosidades: 

» David Koepp, roteirista do longa original de 1993, assina o roteiro do novo filme;

» David Leitch estava em negociações para dirigir o filme, mas abandonou o projeto por causa de diferenças criativas com a Universal;

» O elenco ainda conta com Rupert Friend (‘Asteroid City’) e Jonathan Bailey (‘Wicked’);

» A franquia ‘Jurassic‘ é uma das mais bem-sucedidas na história do cinema. O filme da Universal, lançado em 1993, redefiniu os efeitos especiais e teve um impacto duradouro na cultura pop. Ao longo de três décadas, foram produzidos seis filmes, arrecadando mais de US$ 6 bilhões em todo o mundo;

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos: 

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Mulher aventureira segurando mala diante de carro iluminado.
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Três exploradores atravessando selva densa e alagada.
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Cena de filme com dois cientistas analisando dados
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Live-action ‘Enrolados’ ainda vai acontecer? Insider responde!

O insider The DisInsider comentou sobre o status do live-action de ‘Enrolados‘.

O projeto, que estava em desenvolvido ativo, foi abruptamente interrompido após o fracasso de ‘Branca de Neve‘.

O prejuízo do longa estrelado por Rachel Zegler (‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’) forçou o estúdio a reavaliar seus futuros lançamentos, o que acabou afetando o live-action de ‘Enrolados‘.

O insider afirma, no entanto, que o projeto não foi cancelado pela Disney. O desenvolvimento da nova versão está apenas pausada enquanto o estúdio qual direção deve seguir.

Ele ainda destaca que o sucesso de ‘Lilo & Stitch‘ pode ajudar a colocar o live-action da Rapunzel de volta aos trilhos.

Michael Gracey, de ‘O Rei do Show‘, estava cotado para assumir a direção – a partir de um roteiro assinado por Jennifer Kaytin Robinson (‘Thor: Amor e Trovão’).

Lançado em 2011, ‘Enrolados‘ tornou-se um grande sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 591.7 milhões mundialmente.

‘Jurassic World: Recomeço’ estreia com força total no mercado global e arrecada US$ 56,5 milhões no primeiro dia

A nova aventura jurássica da Universal Pictures e Amblin Entertainment, Jurassic World: Recomeço‘, já mostra sua força nas bilheterias internacionais. Somando US$ 30,5 milhões arrecadados nos EUA com US$ 26 milhões em 38 mercados internacionais (incluindo algumas pré-estreias), o filme já acumula impressionantes US$ 56,5 milhões globais em seu primeiro dia.

Dirigido por Gareth Edwards (Rogue One, Godzilla), o longa chega a um total de 82 territórios internacionais neste fim de semana, com o Japão previsto para estrear somente em agosto.

China lidera entre os mercados internacionais, com US$ 9,9 milhões arrecadados na quarta-feira em 65 mil telas, incluindo 760 IMAX. Com participação de 64% do mercado, foi a maior estreia de um filme de estúdio no país em 2025.

Na quinta-feira, o país somou mais US$ 5,6 milhões (ainda não incluídos no total global), elevando o acumulado a US$ 15,5 milhões e mantendo liderança com 50% de share.

Reino Unido e Irlanda arrecadaram US$ 2,7 milhões, superando as estreias de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ e ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘. O desempenho está acima de ‘Missão: Impossível – O Acerto Final‘ e 72% acima de ‘F1‘.

México fez US$ 2,1 milhões em pré-estreias de quarta-feira, conquistando 67% do mercado e superando ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘.

Espanha também surpreendeu com US$ 1,6 milhão, segunda melhor abertura da franquia ‘Jurassic World‘ no país. Foi a maior quarta-feira do ano e o terceiro maior dia de 2025, atrás apenas de ‘Lilo & Stitch‘ e ‘Minecraft‘.

Alemanha registrou US$ 1,1 milhão, com 52% do market share, na estreia mais lucrativa do ano até agora no país.

Itália também somou US$ 1,1 milhão em prévias, com dominância de 60% do mercado, superando ‘Reino Ameaçado‘ e alinhado com ‘Jurassic World‘ original.

Coreia do Sul estreou com US$ 1 milhão, o maior lançamento de uma quarta-feira no ano. Já soma US$ 1,7 milhão com a quinta-feira (estimativa inicial).

Austrália, que estreou nesta quinta, arrecadou US$ 1,2 milhão, também o maior dia de abertura do ano no país.

Outros mercados de destaque:

Tailândia: US$ 700 mil na maior abertura sem feriado de 2025.

Taiwan e Indonésia: US$ 600 mil cada, ambos os maiores lançamentos do ano.

Malásia: US$ 400 mil, dobro de ‘Lilo & Stitch‘ e acima de ‘Minecraft‘.

Expectativas e legado
Jurassic World: Recomeço‘ já se posiciona como o quarto maior dia de estreia da franquia, atrás apenas de ‘Jurassic World‘ (2015), ‘Domínio‘ (2022) e ‘Reino Ameaçado‘ (2018). É também a primeira vez que a franquia filma durante eventos reais da Fórmula 1, incluindo locações na Tailândia e Abu Dhabi, destacando o foco global da produção.

A recepção internacional reforça a força da marca ‘Jurassic‘ mesmo com críticas mistas (atualmente 54% no Rotten Tomatoes), e a expectativa é de que o filme ultrapasse os US$ 127 milhões globalmente já no fim de semana de estreia, consolidando mais um sucesso para a Universal em 2025.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais.

Na trama, cinco anos após os eventos de ‘Jurassic World – Domínio‘, a ecologia do planeta se mostrou amplamente inóspita para os dinossauros. Os dinossauros que restam existem em ambientes equatoriais isolados com climas que lembram aqueles em que eles prosperaram. As três criaturas mais colossais dentro daquela biosfera tropical detêm a chave para uma droga que trará benefícios milagrosos para salvar vidas da humanidade.

Gareth Edwards, do aclamado sci-fi ‘Resistência‘, é o responsável pela direção.

David Koepp, roteirista do longa original de 1993, assina o novo filme.

O elenco conta com Scarlett Johansson, Mahershala Ali, Jonathan Bailey, Rupert Friend, Manuel Garcia-Rulfo, Luna Blaise e David Iacono.

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Live-action de ‘Hércules’ será REFORMULADO pela Disney após o sucesso de ‘Lilo & Stitch’

De acordo com o insider The DisInsider, o live-action de ‘Hércules‘ deve passar por uma grande reformulação após o sucesso da nova versão de ‘Lilo & Stitch‘.

Alegadamente, o novo longa seria focado no vilão Hades – em uma abordagem parecida com ‘Malévola‘ –, mas a Disney decidiu reiniciar seu desenvolvimento para lançar um live-action mais fiel à animação clássica.

A ideia é se afastar de polêmicas e grandes mudanças na história original – que foram consideradas as causas pelo fracasso de ‘Branca de Neve‘ –, e se apoiar na nostalgia de uma produção já amada pelos fãs.

Anteriormente, o produtor Joe Russo havia comentado sobre o projeto: “Será um remake mais experimental no tom e na execução. Acho que eles [a Disney] estão animados para ver o que todos nós podemos trazer de uma forma que não seja apenas uma reinterpretação do filme de animação”.

Vale lembrar que o filme será dirigido por Guy Ritchie, e marca o retorno do diretor aos estúdios Disney depois que dirigiu a versão live-action de Aladdin‘, em 2019.

Como o longa faturou US$ 1,051 bilhão, faz todo sentido que a companhia queira voltar a colaborar com o cineasta.

Por enquanto, a Disney está à procura de roteiristas para aperfeiçoarem o rascunho escrito por Dave Callaham (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’).

Para quem não se lembra, a animação original acompanha o semi-deus sendo desfiado por seu pai, Zeus, a testes de força e humildade para alcançar a divindade. Para isso, ele conta com a ajuda de Phil, um excêntrico sátiro que se torna seu treinador, enquanto tenta lidar com as armadilhas de Hades e sua paixão pela bela Meg.

Caso o remake siga a mesma linha de outros live-action, como ‘A Bela e a Fera‘ e ‘O Rei Leão‘, os fãs devem esperar que muitas das músicas clássicas apareçam na trilha sonora.

No original, Alan Menken escreveu a música tema, então não seria uma surpresa vê-lo retornar para o remake.

Vale lembrar que o projeto ainda está nos estágios iniciais, então não há elenco confirmado e nem previsão de estreia.

James Wan comenta sobre o FRACASSO de ‘M3GAN 2.0’: “Pensamos que ela era como o Superman”

Em entrevista ao podcast The Town, o produtor Jason Blum quebrou o silêncio sobre o fracasso da sequência ‘M3GAN 2.0‘.

A continuação decepcionou em sua estreia nos EUA, arrecadando apenas US$ 10.2 milhões em seu primeiro final de semana. Para termos de comparação, o valor representa apenas um terço do lançamento do longa original.

“Todos nós pensamos que M3GAN fosse como o Superman. Que nós poderíamos fazer qualquer coisa com ela. Poderíamos trocar de gêneros. Poderíamos lançá-la durante o verão [norte-americano]. Poderíamos deixá-la diferente. Poderíamos torná-la uma heroína. Nós realmente pensamos que a atração dos espectadores girava em torno dela.”

Anteriormente, o produtor comentou sobre o futuro da saga: “Vamos torcer para que o segundo filme se saia bem o suficiente para que possamos fazer mais M3GANs”.

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

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‘Morte Morte Morte’: Elogiado TERROR da A24 estreia na Netflix; Confira o trailer!

Morte Morte Morte‘ (Bodies Bodies Bodies), o primeiro terror slasher da aclamada produtora A24, já está disponível no catálogo brasileiro da Netflix.

Na trama, quando um grupo de jovens planeja uma festa durante um furacão em uma mansão numa ilha remota, a celebração se torna mortal quando um assassino começa a eliminá-los, um por um.

Aclamado pelos críticos, o longa conquistou 86% de aprovação no Rotten Tomatoes.

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Halina Reijn comanda o projeto.

O elenco conta com Amandla Stenberg, Maria Bakalova, Pete Davidson, Rachel Sennott, Myha’la Herrold, Chase Sui Wonders e Lee Pace.

Ator de ‘Stranger Things’ se junta ao elenco da nova série do criador de ‘The Umbrella Academy’

De acordo com o Deadline, Charlie Heaton (‘Stranger Things’) foi confirmado no elenco da nova minissérie da Netflix, que está sendo desenvolvida por Jesse McKeown – showrunner de ‘The Umbrella Academy‘.

Infelizmente, detalhes sobre seu personagem não foram divulgados.

Josh Hartnett (‘Armadilha’) e Mackenzie Davis (‘Não Fale o Mal’) serão os protagonistas.

Na trama, Hartnett interpretará um pescador durão que deve lutar para proteger sua família, sua comunidade e seu modo de vida em extinção quando uma misteriosa criatura marinha aterroriza sua remota cidade em Newfoundland.

O elenco ainda contará com Jamie Childs (‘Sandman’), Helen Shaver (‘Vikings’) e Stephen Dunn (‘Queer as Folk’) serão responsáveis pela direção.

O rotero fica por conta de Karen Walton (‘Possuída’), Perry Chafe (‘Frontier’) e Natty Zavitz.

Além de estrelar, Hartnett também servirá como produtor executivo ao lado de McKeown, Childs, Jessica Rhoades (‘Black Mirror’), Louise Sutton (‘Black Mirror’), Chris Hatcher (‘Shadowhunters’) e Sharon Hall (‘The Expanse’).

Seis episódios foram encomendados para o projeto.

As filmagens irão acontecer em Newfoundland, no Canadá.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Elenco se reúne em novo cartaz da série ‘Alien: Earth’; Confira!

O FX divulgou um novo cartaz da série ‘Alien: Earth‘, que promete expandir o universo da franquia ‘Alien‘.

A arte destaca o elenco principal da produção, liberado pela Sydney Chandler.

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A produção tem lançamento agendado para o dia 12 de agosto no Disney+.

Quando a misteriosa nave de pesquisa espacial USCSS Maginot cai na Terra, Wendy (Sydney Chandler) e um grupo desorganizado de soldados táticos fazem uma descoberta fatídica que os coloca cara a cara com a maior ameaça do planeta.

No ano de 2120, a Terra é governada por cinco corporações: Prodigy, Weyland-Yutani, Lynch, Dynamic e Threshold. Nessa Era Corporativa, ciborgues (humanos com partes biológicas e artificiais) e sintéticos (robôs humanoides com inteligência artificial) coexistem com os humanos. Mas o jogo muda quando o prodígio Fundador e CEO da Prodigy Corporation desbloqueia um novo avanço tecnológico: híbridos (robôs humanoides imbuídos de consciência humana).

O primeiro protótipo híbrido, chamado Wendy (Chandler), marca um novo começo na corrida pela imortalidade. Após a nave espacial de Weyland-Yutani colidir com a Cidade Prodígio, Wendy e os outros híbridos encontram formas de vida misteriosas, mais aterrorizantes do que qualquer um poderia imaginar.

A produção será ambientada em 2120, dois anos antes dos eventos do longa original, ‘Alien, o 8º Passageiro‘.

Ridley Scott, diretor do filme original, entra como produtor da série.

Noah Hawley (‘Legion’) é responsável pelo projeto.

O elenco é formado por Sydney Chandler, Alex Lawther, Timothy Olyphant, Essie Davis, Samuel Blenkin, Babou Ceesay, David Rysdahl, Adrian Edmondson, Adarsh Gourav, Jonathan Ajayi, Erana James, Lily Newmark, Diem Camille e Moe Bar-El.

Richa MoorjaniKaren AldridgeEnzo CilentiMax RineheartAmir BoutrousVictoria MasomaTom MoyaAndy YuMichael SmileyJamie BispingTanapol Chuksrida fazem parte da atração como atores convidados.

Confira o primeiro teaser da série animada ‘Olhos de Wakanda’, spin-off de ‘Pantera Negra’

A Marvel divulgou o primeiro teaser da série animada ‘Olhos de Wakanda‘, spin-off de ‘Pantera Negra‘.

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Criada por Todd Harris, a série estreará oficialmente no dia 27 de agosto, no Disney+.

Na trama, os Hatut Zaraze, guerreiros de Wakanda, realizam missões perigosas ao redor do mundo para recuperar artefatos de vibranium ao longo da história.

A produção conta com as vozes de Winnie Harlow, Cress Williams, Patricia Belcher, Larry Herron, Adam Gold, Lynn Whitfield, Jacques Colimon, Jona Xiao, Isaac Robinson-Smith, Gary Anthony Williams, Zeke Alton, Steve Toussaint e Anika Noni Rose.

’40 Acres’: Thriller pós-apocalíptico abre com 90% de aprovação dos críticos no RT; Confira as reações!

Com 59 críticas publicadas até o momento, o thriller pós-apocalíptico ‘40 Acres‘, estrelado pela Danielle Deadwyler (‘A Mulher da Jardim’), abriu com impressionantes 90% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O consenso geral elogia as cenas de suspense e as performances sólidos de seu elenco, além de destacar o roteiro como um dos pontos mais fortes da produção.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Um thriller fascinante e intensamente político, tão pungente quanto um poema de T.S. Eliot e tão sangrento quanto um filme de George A. Romero.” (Globe and Mail)

“A forte linguagem visual eleva o filme acima de muitas outras histórias distópicas de sobrevivência em locais limitados que surgiram e desapareceram ao longo dos anos — o que é bom, já que este é um dos poucos que realmente tem algo a dizer.” (IndieWire)

Danielle Deadwyler é naturalmente cativante como uma mulher forte… É um prazer ver a atriz, cujos papéis principais exigiram uma resolução estoica, se inclinar em aspectos mais suaves e até engraçados de sua personagem.” (The Hollywood Reporter)

“Há uma sequência de ação de arregalar os olhos na segunda metade deste brilhante thriller que é muito criativa, visceral e diferente de tudo que já vi em um filme antes.” (San Francisco Chronicle)

“Este filme revigora uma premissa antiga com novas ideias, combina ação bem elaborada com riqueza temática, ostenta atuações comprometidas e é tão tenso que o público pode surtar antes dos personagens.” (Washington Post)

“Um elenco forte e um roteiro autêntico compensam pelo ritmo inconsistente e desenvolvimentos de enredo inacreditáveis.” (RogerEbert)

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Além de dirigir, R.T. Thorne também assina o roteiro ao lado de Glenn Taylor e Lora Campbell.

Após uma praga erradicar toda a vida animal, a fome se espalha pelo globo, deixando a sociedade em guerra e em ruínas, mas os Freeman sobrevivem — e até prosperam — em sua fazenda ancestral, contanto que despachem um grupo ocasional de invasores. Mas de que adianta sobreviver ao fim do mundo se isso significa extinguir a própria humanidade? A ex-soldado Hailey fez essa escolha anos atrás, acreditando que o isolamento era a única maneira de proteger sua família. Ela e seu parceiro Galen fugiram do colapso junto com seus filhos, os isolaram do mundo e os treinaram para lutar. Mas quando o filho mais velho do casal, Emanuel, conhece uma jovem na floresta além da cerca, sua necessidade de contato humano pode colocar toda a família em perigo.

Kataem O’Connor, Michael Greyeyes e Milcania Diaz-Rojas também estrelam a produção.

O longa já está em exibição nos cinemas norte-americanos. No Brasil, segue sem previsão.

Diretor da Pixar comenta possível produção de live-action no futuro do estúdio

Pete Docter, diretor criativo da Pixar, abordou recentemente o futuro do estúdio, revelando que a empresa ainda não descartou totalmente a ideia de um projeto live-action.

Conforme o The Direct, embora a Pixar tenha construído seu legado com clássicos animados comoToy Story e Procurando Nemo, Docter deixou a porta aberta com uma resposta simples.

“Hmm… provavelmente não. Bem, quem sabe. Quem sabe”, disse Docter.

Após a resposta, Docter brincou que estava sentindo a pressão da entrevista de um jeito que só um animador experiente entenderia. Ele comentou: “É por isso que estou na animação”, por conta do tempo para pensar nas decisões.

“A questão é, veja, estou super nervoso de estar nessa entrevista porque tenho medo de você me fazer uma sequência rápida de perguntas e tudo desandar… O que acontece sob pressão é que eu fico mais burro e minha esposa fica mais esperta, e isso não é justo. Mas, sabe, é por isso que estou na animação, porque posso ficar sob pressão e dizer: ‘Vamos pensar nisso amanhã'”, destacou.

No passado, Docter já deixou claro que tem pouco interesse em fazer remakes live-action dos filmes da Pixar.

Em junho de 2024, ele descartou a ideia com firmeza: “Não, e talvez eu me arrependa de dizer isso, mas isso meio que me incomoda”.

Ele destacou que a força da Pixar está em criar histórias originais feitas para as possibilidades únicas da animação, observando que muitos dos visuais icônicos do estúdio não se traduziriam bem para o live-action. “Os mundos que construímos simplesmente não se traduzem facilmente.”

Se a Pixar decidir fazer um remake live-action,Os Incríveise Valente parecem ser os candidatos mais viáveis.

Crítica | 2ª temporada de ‘Sandman’ estreia com um gostinho agridoce e prematuro de adeus

Neil Gaiman é um dos autores mais prolíficos da contemporaneidade e já eternizou diversos clássicos – como ‘Coraline’, ‘Deuses Americanos’, ‘Os Filhos de Anansi’ e, é claro, a obra-prima Sandman. Em 2022, a Netflix lançou a ótima adaptação em live-action dos quadrinhos, recebendo elogios pela fidelidade ao material, pelas atuações do elenco protagonista e coadjuvante e pela qualidade estética e técnica da obra – o que nos deixou muito animados para a segunda temporada. Infelizmente, em meio a inúmeras polêmicas em que Gaiman se envolveu, a gigante do streaming resolveu finalizar a série com um ciclo de encerramento dividido em duas partes, cuja leva inicial chegou ao serviço hoje, 3 de julho.

E a única coisa que podemos pensar com o lançamento desses seis primeiros episódios é que sentiremos muita falta de acompanhar as perigosas e sobrenaturais aventuras de Morpheus (Tom Sturridge) quando a atração for oficialmente finalizada no final deste mês.

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Enquanto a iteração inicial teve a árdua tarefa de nos apresentar ao universo criado por Gaiman, delineando incontáveis personagens para entendermos a progressão dos arcos e de que forma as reviravoltas se aglutinam em um belíssimo reflexo do ser humano em solidão e em comunidade – e de que maneira o comum se transforma em extraordinário. Trazendo elementos conhecidos de narrativas fantásticas e aventurescas, a segunda temporada abre com um pouco mais de “leveza”, por assim dizer, levando o tempo necessário para delinear as tramas que se desenrolam à nossa frente: é claro que Morpheus, também conhecido como Sonho e parte d’Os Perpétuos, é o nosso foco – e é apaixonante a maneira como o showrunner Allan Heinberg humaniza ainda mais essa entidade impalpável e muito poderosa.

O novo ciclo se inicia com uma reunião d’Os Perpétuos, evento que impulsiona Morpheus a consertar erros crassos cometidos em um passado muito remoto – como, por exemplo, regressar ao Inferno e resgatar Nada (Deborah Oyelade), a Rainha do Primeiro Povo, que permanece como prisioneira no submundo há mais de dez mil anos, sendo constantemente torturada, pelo motivo de ter rejeitado o Rei dos Sonhos e atraído sua ira. Porém, ao confrontar Lúcifer (Gwendoline Christie), ele se vê com mais um problema em mãos: o Anjo Caído resolve abdicar do trono infernal e dá a chave de seu reino às mãos de Morpheus, que, por sua vez, é bombardeado por inúmeras criaturas que desejam o controle desse território tão temido (incluindo divindades nórdicas, seres feéricos, agentes do caos e lordes demoníacos).

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Eventualmente, Morpheus consegue chegar à difícil decisão de entregar a chave do Inferno de volta aos anjos mensageiros do Paraíso – e, ao mesmo tempo, resgata Nada apenas para perceber que ela não irá perdoá-lo pela traição e que a poderosa monarca deseja conhecer o mundo dos despertos por conta própria e aproveitando de sua liberdade. E é claro que nosso protagonista não permanece muito tempo em luto e em silêncio, visto que, assim que tais problemas se dissipam, sua irmã Delírio (Esmé Creed-Miles) aparece à porta de seu suntuoso castelo implorando para que ele a ajude a encontrar Destruição (Barry Sloane), um outro Perpétuo que desbandou da família há mais de três séculos e não quer ser encontrado – e, com sorte, cruzar caminho com Nada no plano terreno.

Como podemos perceber, são inúmeras as narrativas que se desenvolvem na primeira metade da 2ª temporada. Todavia, diferente do que poderíamos imaginar, notamos uma cautela aplaudível para garantir que os arcos sejam finalizados de maneira íntegra e palpável, sem se valer de ocasionalismos cansativos e inexplicáveis e fornecendo a dose de drama, tragicomédia e suspense que esperamos de uma obra como essa. Sturridge, marcado pela conhecida expressão franzina e carrancuda, parece mais solto e menos preocupado com sua rendição como Sandman, enquanto Creed-Miles rouba nossa atenção como a desiludida Delírio, singrando entre a loucura e a sanidade com fluidez notável. E, em meio a inúmeras estreias no time de atores, Sloane e Indya Moore (esta dando vida à adorável Wanda), fazem um trabalho magnífico e digno de nota.

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Uma das tramas mais singelas e tocantes envolve Morpheus e seu filho, Orfeu (Ruairi O’Connor), em uma belíssima recontagem da clássica lenda história de Orfeu e Eurídice – que traz uma revitalização e uma visão remodelada da mitologia grega e que permite que tanto Sturridge e O’Connor desfrutem de uma química apaixonante e dilacerante, principalmente pelo modo como o enredo ganha vida. E, acompanhando os dois nessa jornada de sacrifício, família e ressentimentos, temos a presença sempre certeira de Kirby Howell-Baptiste e Jenna Coleman reprisando seus papéis como Morte e Johanna Constantine, respectivamente.

A primeira parte do ciclo de encerramento de Sandman mantém o sólido nível de qualidade da temporada de estreia e traz elementos novos que, em momento algum, soam exagerados ou condescendentes – pelo contrário, apenas auxiliam na contínua exploração desse irretocável universo cosmológico. Agora, só podemos esperar para ver o que os criadores nos reservaram para a épica conclusão (e deixar que o gostinho agridoce de adeus comece a nos tomar conta).

‘Sandman’: 1ª parte da 2ª e ÚLTIMA temporada conquista 73% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira!

A primeira parte da 2ª e última temporada de Sandman já está disponível na Netflix, recebendo uma aprovação de 73% baseada em 15 críticas, além de 79% de aprovação do público.

Para efeito de comparação, a primeira temporada conquistou 88% de aprovação, com base em 123 avaliações, e 81% de aprovação do público.

De modo geral, os críticos elogiaram os efeitos visuais impressionantes da nova temporada, a trama envolvente e a atuação de Tom Sturridge como Sonho.

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“O primeiro volume da segunda e última temporada de Sandman entrega visuais deslumbrantes, um desenvolvimento de personagens envolvente e uma construção de mundo riquíssima e imaginativa, mas seu impacto é parcialmente comprometido por um ritmo irregular e mudanças de tom que destoam ao longo da narrativa”, disse Jeff Ewing do Collider.

“Carregada de visuais deslumbrantes, um design de produção impecável e performances memoráveis, a primeira parte da segunda temporada vai deixar os fãs ansiosos por ainda mais”, disse Tessa Smith do The Direct.

“Mesmo quando alguns episódios se arrastam, e, acredite, isso acontece em alguns momentos, cada um deles é uma festa visual incontestável, meticulosamente elaborada com um design de produção e iluminação que compete com as melhores séries de fantasia da atualidade”, disse Kaiya Shunyata do RogerEbert.

Sandman está longe de faltar ideias, mas as envolve em uma camada de pretensão que acaba abafando seu potencial, desperdiçando todas as oportunidades que gera”, disse Jack Seale do The Guardian.

“A segunda temporada novamente traz histórias em grande parte independentes, sem uma estrutura episódica definida, e ainda carece de detalhes suficientes para sustentar o desenvolvimento fragmentado do personagem principal”, disse Ben Travers do IndieWire.

“É como ficar preso em um turbilhão de trama e intriga que nunca se concretiza em algo sólido o suficiente para ser compreendido. Muito fugaz para ser emotivo, rápido demais para ser introspectivo, The Sandman se transforma em um diorama excessivamente complexo”, disse Nick Hilton do Independent.

“Esta temporada (e, na verdade, toda a série) é dominada por Tom Sturridge… Sua atuação flui com naturalidade, equilibrando perfeitamente o afastamento e a proximidade emocional”, disse Lacy Baugher do Paste Magazine.

“É hipnotizante da melhor maneira possível, um sonho sombrio que satisfaz tão intensamente que você resiste a chamá-lo de pesadelo”, disse Bob Strauss do TheWrap.

A parte inicial do ciclo de encerramento foi lançada na plataforma de streaming hoje, 3 de julho. A segunda parte tem estreia agendada para 24 de julho, enquanto o episódio bônus será disponibilizado em 31 de julho.

A nova temporada irá introduzir Orfeu (Ruairi O’Connor), filho de Morfeu (Tom Sturridge), e os deuses nórdicos Odin (Clive Russell), Thor (Laurence O’Fuarain), Loki (Freddie Fox), além de Adrian Lester (Destino), Esmé Creed-Miles (Delírio) e Barry Sloane (Pródigo).

Sandman‘ é a criação mais popular de Neil Gaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.

O elenco ainda conta com Vivienne Acheapong (Lucienne), Boyd Holbrook (Coríntio), Charles Dance (Roderick Burgess), Asim Chaudhry (Abel), Sanjeev Bhaskar (Cain), Kirby Howell-Baptiste (Morte), Mason Alexander Park (Desejo), Donna Preston (Desespero), Jenna Coleman (Johanna Constantine), Niamh Walsh (Ethel Cripps) e Joely Richardson (Ethel).

Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) é o showrunner da série.

O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.

‘Superman’: David Corenswet revela conselho que recebeu de Henry Cavill e Tyler Hoechlin antes de assumir o papel

David Corenswet, o mais novo intérprete do Homem de Aço no aguardado filme Superman, revelou que recebeu conselhos valiosos dos atores que o antecederam no papel: Henry Cavill (‘O Homem de Aço’) e Tyler Hoechlin (‘Superman & Lois’).

De acordo com o Collider, Corenswet compartilhou a natureza dessas interações:“Tive o prazer de trocar cartas com dois ex-Supermans, Henry Cavill e Tyler Hoechlin. Curiosamente, ambos disseram, em suas próprias palavras: ‘Não vou tentar te dar dicas’. Acho que isso é muito Superman. Superman não é do tipo que dá conselhos ou dita como os outros devem ser”.

Corenswet ainda acrescentou: “Eles transmitiram um verdadeiro incentivo e um ‘divirta-se com isso’, que penso ser também a maneira do Superman agir. Eles foram muito encorajadores, tivemos uma troca maravilhosa, e estou ansioso para encontrá-los e dividir a capa com eles”.

Superman’ tem estreia marcada nos cinemas para 10 de julho de 2025.

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.