A HBO divulgou o que vem por aí no quarto episódio da 7ª temporada de ‘Game of Thrones‘, intitulado The Spoils of War.
Confira a prévia:
A HBO divulgou o que vem por aí no quarto episódio da 7ª temporada de ‘Game of Thrones‘, intitulado The Spoils of War.
Confira a prévia:
O canal Spike liberou novos vídeos com os bastidores e mais um resumão do que rolou no sexto episódio da série ‘O Nevoeiro‘.
Assista:
A primeira temporada terá 10 episódios, e será exibida no Brasil pela Netflix em Agosto!
A atração também contará com o envolvimento de Frank Darabont, diretor do longa. Alguns anos depois de dirigir o filme, Darabont se aventurou com o gênero na TV, criando o fenômeno ‘The Walking Dead’.
Segundo o TV Guide, a série terá um final inédito, similar ao criado por Frank Darabont no filme de 2007.
“Eu amo aquele final sombrio do filme dirigido por Frank Darabont. Achei genial. É baseado no livro de Stephen King, mas ele mesmo preferiu o final criado por Darabont. Nós faremos a nossa própria versão de um final bastante original e surpreendente”, revelou.
No livro, o final fica em aberto e os leitores ficaram com esperança em relação ao futuro dos personagens. A versão do filme no entanto, é muito mais escura.
David Boyd, que comandou alguns episódios da segunda e terceira temporada de ‘The Walking Dead‘, funcionará como produtor executivo da série.
Adam Bernstein, vencedor do Emmy Awards por um episódio de ‘30 Rock‘, dirige o piloto. Ele tem no currículo episódios das séries ‘Fargo‘, ‘Better Call Saul‘, ‘Nurse Jackie‘ e ‘Bloodline‘.
‘O Nevoeiro‘ adapta um conto de Stephen King, presente no livro ‘Tripulação de Esqueletos’. Na trama, um grupo de pessoas fica preso dentro de um supermercado quando a cidade é coberta por um nevoeiro denso, no qual habitam várias criaturas monstruosas.
O filme trouxe em seu elenco: Thomas Jane (‘O Justiceiro’), Laurie Holden (‘Terror em Silent Hill’), Andre Braugher (‘Poseidon’) e Marcia Gay Harden (‘Pollock’).
Elogiado pela crítica por sua trama sombria, o longa faturou apenas US$ 57,2 milhões nas bilheterias mundiais, sendo que seu orçamento foi de US$ 18 milhões.
Christian Torpe (‘Rita’) trabalha no roteiro, com o aval de Stephen King.
As 10 Melhores Adaptações de Stephen King

A cinebiografia de Bruce Lee, intitulada ‘Birth of the Dragon‘, ganhou seu mais novo cartaz.
No vídeo, Bruce mostra que não está para brincadeira. O chinês Philip Ng (‘Once Upon a Time in Shanghai’) estrela.
Confira, com o trailer:

Shannon Lee, filha do lendário ator, fica a cargo do projeto, por meio de sua produtora Bruce Lee Entertainment.
“Houve alguns projetos envolvendo o meu pai, mas eles não tiveram um entendimento completo de sua filosofia e arte”, disse Shannon. “Eles não capturaram a essência de suas crenças em artes marciais ou suas histórias. A única maneira de fazer o público entender a profundidade e a singularidade do meu pai é gerar nosso próprio material e encontrar parceiros incríveis e mentes parecidas para se trabalhar”, concluiu.
A filha de Lee produzirá o longa com Lawrence Grey (‘Última Viagem a Vegas’) e Janet Yang (‘O Povo Contra Larry Flint’).
A cinebiografia definitiva do ícone das artes marciais deve chegar aos cinemas em 2017.
A Bruce Lee Entertainment também desenvolve uma série de TV baseada em ideia e material originais de Bruce Lee com o diretor Justin Lin (‘Velozes e Furiosos 6’).
A atriz Lupita Nyong’o conseguiu passar despercebida pelos milhares de fãs dos quadrinhos durante a San Diego Comic-Con.
Em sua conta do Twitter ela revelou que visitou o evento vestida de dois cosplays. No primeiro dia, ela estava fantasiada como uma Power Ranger. Já no segundo, a atriz despistou os fãs com apenas uma máscara de Kylo Ren, da saga de ‘Star Wars‘.
Confira o vídeo, em que ela aparece fazendo fotos com fãs e tirando muita onda de toda a situação:
Undercover #Day2. Thank you, #SDCC2017, for allowing me to let the little one inside me drive again! #FBF #BlackPanther #StarWars pic.twitter.com/6NcBUGb6Nw
— Lupita Nyong’o (@Lupita_Nyongo) 28 de julho de 2017
O canal Starz liberou mais fotos da terceira e aguardada temporada de ‘Outlander‘.
Confira, com o trailer:




A série retorna em 10 de novembro.
Vale lembrar que ‘Outlander‘, série sobre viagem no tempo produzida por Ronald D. Moore, do criador de ‘Battlestar Galactica‘, está renovada pelo canal Starz para sua terceira e quarta temporadas. Ambas serão inspiradas, respectivamente, nos livros, Voyager e Drums of Autumn.
Baseado no best-seller ‘A Viajante do Tempo‘, de Diana Gabaldon, a série rodada na Escócia acompanha a enfermeira britânica Claire Randall (Caitriona Balfe) que, após entrar numa ruína celta dos anos 1940, viaja no tempo e vai parar no ano de 1743, em meio a um conflito de escoceses rebelados contra o domínio inglês.
As coisas complicam quando Claire é forçada a se casar com Jamie Fraser (Sam Heughan), jovem e romântico guerreiro escocês, mas ela acaba se apaixonando por outro e fica dividida entre dois homens com vidas totalmente opostas.
Tobias Menzies (‘Game of Thrones’) também está no elenco em dois papeis: Frank, o dócil marido de Claire, e o violento capitão Jonathan Randall, ancestral de Frank e mais conhecido como Black Jack, que Claire encontra no Século XVIII durante uma rebelião na Escócia.
A seguir, você confere a prévia do que vem por aí no próximo episódio da temporada final de ‘Orphan Black‘.
Confira:

O que se tem até então é que a cena de Rick mais velho, possivelmente, é ambientada dois anos após o grupo de protagonistas terem acabado com Negan e seus Salvadores.
Especula-se que durante essa batalha, Negan quebrará a perna de Rick, o que o deixará totalmente dependente de uma bengala, como também é possível conferir no início dessa cena.
Assim, a Entertainment Weekly revelou que todos os detalhes com relação a essa sequência específica serão reveladas no season première da oitava temporada de ‘The Walking Dead‘.
Em entrevista a publicação, Robert Kirkman – criador da série – comentou o seguinte:
“O tempo pode ter pulado. Talvez Rick tenha acordado do coma. Não seria estranho? Os fãs dos quadrinhos sabem onde essa cena específica se encaixa na timeline, mas parece que ainda não chegamos a ela na série. Mas tenho certeza que você vai saber o que isso significa no primeiro episódio.”
A temporada estreia dia 22 de outubro.
O episódio 02 da 7º temporada de Game Of Thrones – GoT manteve a linha do primeiro episódio: ao invés de focar em alguns núcleos, todos os principais personagens da série apareceram. Dois pontos foram bastante comentados pelo público, um deles, provocando até respostas oficiais.
Sim, os produtores de GoT confirmaram que a líder da alcateia era Nymeria. A fugacidade enquadra-se na narrativa quando lembramos que Arya sempre foi uma garota que não aceitava ser domada. Nymeria também não aceita ser domesticada. E assim como Arya se tornou uma assassina, Nymeria acostumou-se com a vida selvagem. Ao menos, essa foi a explicação dos produtores. A fala de Arya “essa não é você” faz referência à primeira temporada, quando ela recusou um futuro de princesa desenhado pelo seu pai, Ned. Pessoalmente, acho que essa decisão de um encontro tão breve com Nymeria decorreu muito de limitações orçamentárias. Apesar do orçamento gordo, mais vale gastar CGI com 3 dragões do que com uma loba. E nada impede que Nymeria reapareça em momento decisivo do arco dramático de Arya.
Há outro ponto que gerou comentários do público: haveria um traidor no ninho do dragão? O começo do episódio focou forte em Daenerys (Emilia Clarke) e suas relações com seus aliados. Os diálogos deixaram muito claro que a união em torno dela é mais por conveniência, e menos por devoção – como acontece normalmente em política. Os interesses predominantes são: Ellaria (Indira Varma) e Olenna (Diana Rigg) estão por vingança; Lorde Varys (Conleth Hill), por devoção ao povo…; os irmãos Greyjoys revanche contra seu tio; Melisandre (Clarice van Houten) por sua crença nos desígnios do senhor; Tyrion (Peter Dinklage), sinceramente, é o menos claro, há vingança, sede de poder, desejo de justiça e parece ser um dos poucos que confia sinceramente em Dany.
Mas, eu falei interesses predominantes. Basta observar a estratégia traçada para a guerra – que coloca a conquista de Casterly Rock como essencial – para supormos que o desejo de Tyrion é vingança. Os conselhos de Olenna também colocam em dúvida os conselhos de todos os homens em volta de Daenerys. Mas, o ponto que certamente provocou a tese de um traidor no meio deles foi o final do episódio, no qual a frota dos irmãos Greyjoys foi atacada pelo tio Euron (Pilou Asbæk). A existência de um traidor tornaria coerente o ataque surpresa de Euron. Certamente, essa dúvida será posta pelos próprios personagens ao repercutir o ataque, que resultou na prisão de Ellaria e Yara. Se há um traidor, quem seria?
Varys seria um nome óbvio para Daenerys e para o público, pois a tese de luta pelo povo nunca é convincente. Dentro da lógica de Westeros, Tyrion seria outro nome, por ser um Lannister. Porém, esses seriam nomes um tanto óbvios, e a série sempre conseguiu surpreender o público. Pensemos, então, nos outros nomes.
Yara Greyjoy seria muito incoerente; a série nos apresentou um claro conflito entre ela e o tio, não há nada para justificar uma aliança com Cersei. Ellaria Sand guarda um legítimo desejo de vingança; desde a morte o Oberyn, tudo que ela tem feito é para vingar a sua perda. Sobra Olenna. Apesar de odiar Cersei, ela já demonstrou ser bastante dissimulada e desejosa pelo poder para justificar, não uma traição, mas uma atuação dupla. Sim, se Olenna vazou informações sobre os planos de Khaleesi, não foi por amor à Cersei, mas por estar agindo como espécie de agente duplo, apostando dos dois lados, a fim de se garantir próxima ao poder no final de tudo. E se pensarmos que ela se uniu à Lord Bealish (Aidan Gillen) para matar Joffrey, não iria me surpreender uma união entre os dois para se garantirem independente do vitorioso.
Apesar de tudo isso que falei acima, com a maior sinceridade, acho que nada disso vai proceder. A explicação mais plausível é que os próprios roteiristas contaram para Euron sobre a rota da frota dos irmãos Greyjoy. A sensação que fiquei é de que esse ataque era preciso para o andamento do roteiro. E ponto final. Pode ser pouco coerente com a trama, mas é coerente com a velocidade que os roteiristas deram para GoT nesta temporada.
Na temporada passada, o ritmo de GoT já havia aumentado, chamando a atenção dos fãs. A redução do número de episódios nesta 7º temporada impõe um ritmo mais rápido. Nos dois primeiros episódios, isso não prejudicou o andamento, mas já é algo que se nota. Melhor exemplo são os pombos correios que ganharam uma velocidade digna de Whatsapp. No mesmo episódio, Jon Snow (Kit Harington) recebeu a mensagem de Tyrion e de Sam e já seguiu para Pedra do Dragão. Em outras temporadas, isso levaria ao menos 3 ou 4 episódios. Se isso aumenta o turbilhão de fatos que anima o público, mal dosado, pode deixar esta temporada fora do tom, prejudicando a coerência da série como um todo. Os roteiristas têm tanta consciência disso, que fizeram questão de colocar a menção da passagem do tempo na boca de Jon, quando da reunião com os lordes do Norte.
Sim, outras coisas importantes aconteceram no episódio, mas, gostaria de focar na batalha do final do episódio. Ao ver a batalha, logo me lembrei das batalhas da série Vikigns. E, conferindo depois no IMDb, percebi a razão das semelhanças: o diretor de fotografia do episódio 2, P. J. Dillon, foi o mesmo da série Vinkings, daí a semelhança. Além dessa curiosidade, a forma como a batalha foi desenhada diz muito sobre esta temporada: uma sequência de cortes rápidos, enquadramentos muito próximo dos atores, fotografia escura e uma ligeira acelerada nos quadros. Foi algo tão fechado, que só na parte final, a câmera abriu e mostrou a frota em chamas.
Essa opção não deve ter sido apenas para ganhar dinâmica; muito provavelmente, o orçamento foi determinante: melhor guardar grana para os episódios finais do que para uma batalha no segundo episódio.
O orçamento está ditando muito os rumos desta temporada. A redução no número de episódios tem influência financeira: uma temporada mais curta permite gastar mais por episódios, melhorando a qualidade deles. E como os produtores querem manter o nível, a redução no número dos episódios permite manter o nível de qualidade na produção. Resta saber se eles vão manter o bom ritmo da série, como foi na temporada anterior.
E, aí, o que achou do episódio? Também acredita que há um traidor na Pedra do Dragão? A cena de Jorah embrulhou o estômago? O que acha da estratégia de Cersei? Vamos, comente, compartilhe e curta nossas redes sociais:
Nossa página oficial no Facebook
Robert Pattinson quase chegou a ser substituído na saga ‘Crepúsculo‘.
O ator revelou durante uma entrevista recente que seu comportamento nas filmagens chegaram a colocar em risco sua permanência no elenco.
De acordo com ele:
“Para mim, um relacionamento adolescente realmente intenso é aquele em que casal quase não conversa, mal consegue se tocar e tudo é muito sério o tempo todo. Mas para os demais, nós dois tínhamos que estar felizes sempre e nos divertindo muito. Era isso que as pessoas queriam. Mas eu continuei fazendo do meu jeito e estava tranquilo, não pensei que pudesse estar correndo perigo. Até que os produtores me abordaram e foram bem claros ao dizer: ‘Você tem que fazer totalmente o oposto do que está fazendo ou será demitido ainda hoje”.
Kristen Stewart recusou proposta para voltar em novo ‘Crepúsculo’, afirma revista
Segundo a atriz Gwendoline Christie, os fãs da saga Star Wars podem esperar um episódio VIII muito melhor que seu predecessor.
Durante um evento organizado pela Television Critics Association, a intérprete da Capitã Phasma revelou seu envolvimento com o roteiro e a oportunidade de trabalhar com Rian Johnson:
“Foi um prazer enorme poder participar de ‘O Último Jedi‘ e o fato de ele ter sido dirigido por Johnson é ainda melhor, pois eu o admiro desde que pude assistir ‘A Ponta de um Crime‘. Quando eu conheci Rian, ele me convidou para que juntos pudéssemos avaliar o roteiro no que tange a minha personagem. Ele pediu minha opinião e nós debatemos abertamente sobre o material, exatamente como ele fez com todos os membros do elenco. Foi muito incrível poder ter essa oportunidade de participar de um fórum de discussão onde eu poderia expor minhas ideias e ter alguém com conhecimento explanando sobre elas, me dando um feedback sobre como isso poderia ou não funcionar na trama. E o que eu posso dizer para todos é que Rian Johnson fez um trabalho excepcional e o próximo filme de ‘Star Wars‘ vai muito mais fundo e muito além que o anterior, explorando o que são os relacionamentos que temos no roteiro”.






O elenco de ‘Star Wars – Os Últimos Jedi‘ é composto por Mark Hamill, Carrie Fisher, Adam Driver, Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Anthony Daniels, Gwendoline Christie e Andy Serkis, além dos novatos Benicio Del Toro , Laura Dern (‘Jurassic Park’) e Kelly Marie Tran.
A estreia de Os Últimos Jedi acontecerá dia 15 de Dezembro.
A veterana Cate Blanchett possui um vasto currículo, que contempla indicações e até mesmo duas estatuetas ao Oscar.
Mas saindo um pouco desse nicho de grande clássicos cults, a atriz decidiu se aventurar no universos dos blockbusters, entrando para a adaptação dos quadrinhos ‘Thor – Ragnarok‘.
E durante o painel da Marvel na Comic-Con 2017, ela revelou qual a cena da trama que a fez entrar para o elenco no papel de Hela.
Segundo ela:
“A destruição de Mjolnir por parte da Hela foi a cena que me conquistou de cara. Eu confesso que achei muito animador saber que eles estavam preparados e dispostos para acabar com o poder de Thor logo no começo. Pra mim é uma apresentação muito boa da personagem’.
“O mundo de Thor está prestes a explodir em Thor – Ragnarok. Seu irmão desajeitado, Loki, assumiu Asgard, a poderosa Hela emergiu para roubar o trono para si e Thor é preso no outro lado do Universo. Para escapar do cativeiro e salvar sua morada da destruição iminente, Thor deve primeiro ganhar uma batalha mortal contra seu ex-aliado e antigo Vingador… O Incrível Hulk.”
Chris Hemsworth gostaria que ‘Thor – Ragnarok’ tivesse humor, como ‘Guardiões da Galáxia’
Cate Blanchett pode viver a primeira vilã da Marvel em ‘Thor: Ragnarok’
Diretor de ‘Thor: O Mundo Sombrio’ critica a Marvel Studios
‘Thor: Ragnarok‘ chegará aos cinemas em 2 de Novembro de 2017.
Major Lazer, Anitta e Pabllo Vittar finalmente lançaram o clipe de ‘Sua Cara’, superprodução milionária gravada no Deserto do Saara, em Marrocos.
A direção é de Bruno Ilogti, com direção de arte de Giovanni Bianco.
Assista:
O artista conceitual da Marvel, Andy Park, compartilhou recentemente seu processo de criação da personagem Gamorra para ‘Guardiões da Galáxia‘.
Em sua conta do Instagram, ele orientou os novos artistas sobre as etapas do desenvolvimento da arte, em nove quadros distintos.
Confira:
James Gunn vai escrever e dirigir ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’
James Gunn, de ‘Guardiões da Galáxia’, elogia ‘Logan’
[SPOILER] Saiba novos detalhes da trama de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’
Com direção de James Gunn, ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ tem no elenco Karen Gillan (Nebula), Zoe Saldana (Gamora), Dave Bautista (Drax), Bradley Cooper (a voz de Rocket), Vin Diesel (a voz de Baby Groot), Kurt Russell (Ego) e Michael Rooker (Yondu).
O ator Darren Criss, mais conhecido por ter estrelado a série ‘Glee’ e por fazer parte do elenco de ‘Versace: American Crime Story’, regravou uma das canções mais emocionantes do musical ‘Os Miseráveis’.
A versão acústica de ‘I Dreamed a Dream’ foi divulgada pelo próprio artista em sua conta do Youtube.
Vale ressaltar que a adaptação para os cinemas da aclamada peça traz a atriz Anne Hathaway cantando a canção. Para muitos, foi essa performance que lhe rendeu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante em 2013.
Confira:
Confira a versão de Hathaway:
O canal Starz divulgou um novo vídeo da série ‘Outlander‘, intitulado ‘Vidas Paralelas’. O material mostra os arcos históricos em que cada personagem se encontra e as expectativas da trama para o próximo ciclo.
Confira, com imagens:




A série retorna em 10 de novembro.
Vale lembrar que ‘Outlander‘, série sobre viagem no tempo produzida por Ronald D. Moore, do criador de ‘Battlestar Galactica‘, está renovada pelo canal Starz para sua terceira e quarta temporadas. Ambas serão inspiradas, respectivamente, nos livros, Voyager e Drums of Autumn.
Baseado no best-seller ‘A Viajante do Tempo‘, de Diana Gabaldon, a série rodada na Escócia acompanha a enfermeira britânica Claire Randall (Caitriona Balfe) que, após entrar numa ruína celta dos anos 1940, viaja no tempo e vai parar no ano de 1743, em meio a um conflito de escoceses rebelados contra o domínio inglês.
As coisas complicam quando Claire é forçada a se casar com Jamie Fraser (Sam Heughan), jovem e romântico guerreiro escocês, mas ela acaba se apaixonando por outro e fica dividida entre dois homens com vidas totalmente opostas.
Tobias Menzies (‘Game of Thrones’) também está no elenco em dois papeis: Frank, o dócil marido de Claire, e o violento capitão Jonathan Randall, ancestral de Frank e mais conhecido como Black Jack, que Claire encontra no Século XVIII durante uma rebelião na Escócia.
A série ‘Star Trek: Discovery’ é o tema principal da nova edição da revista norte-americana Entertainment Weekly e 24 novas imagens da produção foram divulgadas.
Confira:



‘Star Trek: Discovery‘ estreia nos EUA dia 24 de setembro, e no outros países a Netflix é quem cuidará da distribuição com um episódio por semana.
Paramount cortou o beijo gay de ‘Star Trek: Sem Fronteiras’
Ambientada dez anos antes dos acontecimentos da série original, ‘Star Trek: Discovery‘ mostra pela primeira vez o início da história da Federação. Com uma ameaça de guerra no horizonte, o primeiro oficial Michael Burnham (Sonequa Martin-Green) encontra novos mundos, espaçonaves e vilões em sua jornada pelo universo
A Netflix lançará a produção em 188 países, exceto os Estados Unidos e o Canadá, que terão exibição pelo canal americano CBS. O lançamento dos episódios acontecerá 24 horas após a exibição nos Estados Unidos.
“Este é o melhor momento para dar aos fãs de Star Trek uma nova série, comemorando os 50 anos do seriado original. Todos nós temos um grande respeito pela franquia e estamos animados em lançar este novo capítulo através da mente criativa e mãos hábeis de Alex Kurtzman, que conhece os fãs como ninguém”, afirmou o presidente do CBS Studios, David Stapf.
A série terá uma história inédita, e não terá ligação com os filmes e com o seriado antigo.
A produção fica à cargo de Alex Kurtzman, roteirista e produtor da nova trilogia ‘Star Trek’.
Transmitida entre 1966 e 1969, ‘Star Trek’ teve três temporadas e 79 episódios produzidos, além de servir como base para várias séries derivadas.
O terror de zumbis ‘Paciente Zero’ (Patient Zero) teve sua sua estreia cancelada nos cinemas norte-americanos.
Produzido pela Screen Gems, da franquia ‘Resident Evil‘, o terror estava pronto desde 2015.
O filme foi retirado do calendário e deve ser lançado direto em Home Video.
O elenco conta Matt Smith, ex-protagonista da série ‘Doctor Who’, e Natalie Dormer (‘Game of Thrones’, ‘Jogos Vorazes: A Esperança’). Stanley Tucci (‘O Diabo Veste Prada’) interpreta o vilão.
Confira fotos:
Situada em um mundo pós-apocalíptico, a história trará uma mistura de ‘The Walking Dead‘ com ‘Meu Namorado é um Zumbi‘.
Uma pandemia global sem precedentes resultou na evolução de uma nova espécie. Uma forma agressiva da raiva transforma o infectado em predador, viciado em violência. Um sobrevivente humano inexplicavelmente dotado com a capacidade de falar a sua língua nova lidera uma caçada ao Paciente Zero, a fim de encontrar uma cura para salvar sua mulher infectada e da humanidade.
A direção é do austríaco Stefan Ruzowitzky, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro ‘Os Falsários‘.
Os Filmes B são produções de relativo baixo orçamento, sem grandes nomes no elenco ou atrás das câmeras.Variavelmente, sua qualidade também é questionável. Filmes obscuros, pouco conhecidos, e que muitas vezes podem ser considerados grandes prazeres culposos.
Atualmente, diversos estúdios de Hollywood dão sinal verde para obras do cinema B, porém, de dezenas de milhões de dólares, que não encontrariam espaço décadas atrás. Parte disso se deve ao conceito de que é cool ser trash, afinal imaginem se anos atrás filmes como Resident Evil (ou a filmografia de seu criador Paul W. S. Anderson) ou Anjos da Noite encontrariam espaço junto ao grande público. No rastro de Sequestro no Espaço (2012), nova produção do francês Luc Besson, aqui vai uma lista com alguns dos melhores filmes B lançados nos últimos anos.

Dois cientistas criam uma nova forma de vida no laboratório. Essa é a típica trama de vários filmes de ficção. Acontece que aqui o casal de protagonistas é interpretado pelo vencedor do Oscar Adrien Brody, e pela ótima atriz e diretora Sarah Polley. Não bastasse brincar de Deus, os pombinhos então decidem criar a pequena criatura (nessa altura muito semelhante a uma criança humana) como a filha que nunca tiveram, uma vez que o experimento é cancelado.
Evoluindo para uma “moça” a seguir, a criatura assume belas formas femininas, não fosse por sua cauda e rosto peculiar. O filme é por vezes repugnante, por vezes ultrajante, e dividiu a opinião da crítica. Uma coisa é certa, ninguém consegue ficar indiferente a essa produção.

Nem só de filmes de terror ou ficção científica vive o cinema B. Aqui entramos no território do cinema de ação que não pode ser levado a sério. Temos a magérrima e bela protagonista Zoe Saldana, que se ficasse na mira de um vento um pouco mais forte poderia decolar, realizando proezas dignas de brucutus como Stallone e Schwarzenegger.
Saldana é a Colombiana do título, que quando menina presenciou a morte do pai, escapou e foi criada pelo tio na América. Na fase adulta, já na pele de Saldana, se transforma numa assassina exímia, e vai atrás dos culpados. A seu favor, a assassina do filme realiza atos nos quais entra e sai sem ser notada, mata sem ser vista, tudo no modo “invisível”. Suas missões nunca dependem de contato físico (ou quase nunca), o que casa muito bem com a forma esguia de Saldana. Essa é outra produção de Luc Besson.

O Piranha original é uma obra trash de 1978, dirigida por Joe Dante (Gremlins), que pegava clara carona no sucesso de outro filme da época sobre um animal marinho vilanesco: Tubarão (até mesmo o pôster de Piranha é uma referência ao clássico de Spielberg). Trinta e dois anos depois e ganhamos o remake Piranha 3D, que pega carona agora na onda do momento, como diz seu título, o cinema 3D.
Uma obra igualmente vinda do cinema B, com grandes momentos cômicos propositais, e cenas igualmente alucinadas. Um Festival para jovens, no estilo “spring-break”, é interrompido numa cidadezinha americana quando cientistas detectam o aparecimento de um tipo pré-histórico de piranha infestando as águas do principal rio. Com participações de gente como a indicada ao Oscar Elizabeth Shue, Christopher Lloyd, e Richard Dreyfuss, muita nudez, e atrizes pornô da vida real, Piranha 3D é o cinema B em sua melhor e mais divertida forma.

O grupo de comediantes conhecido como Broken Lizzard (responsáveis por filmes como Super Tiras e Beerfest) entrega essa sátira aos filmes de terror slasher. Uma espécie de colônia de férias para jovens, sediada numa ilha, é atacada por uma figura misteriosa de capa e máscara, que começa a fatiar os visitantes e funcionários. Para não espalharem pânico, um grupo de funcionários decide lidar com o problema antes que venha a público.
Igualmente um filme de terror, com cenas de violência gráfica, mas muito mais uma obra do humor, com piadas e tiradas recheando cada momento, Pânico na Ilha conta com Bill Paxton (o rosto mais conhecido do elenco), na pele do dono do local, o sequelado cantor hippie “Pete Coco”, cujas canções gravadas na década de 1970, banhadas a alucinógenos, são hilárias.

Sam Raimi começou a carreira com o filme B Evil Dead – A Morte do Demônio (1981), sobre um grupo de cinco amigos numa cabana na floresta despertando demônios. Muita borracha e gosma artificial eram usadas na produção, que chamou tanta atenção que acabou ganhondo duas continuações de orçamento mais folgado. Raimi seguiu para dirigir nomes de mais peso, em produções maiores, culminando na trilogia de bilhões de dólares da Sony, os filmes do super-herói Homem-Aranha.
Após o término de sua participação com o insatisfatório terceiro episódio, Raimi decidiu voltar às raízes, entregando uma obra totalmente fincada no terreno de seu primeiro filme. Arraste-me Para o Inferno quase teve Ellen Page como protagonista ao invés de Alison Lohman (ótima aqui) e fala sobre uma funcionária de banco, que nega um empréstimo para uma velha cigana. A mulher, humilhada, lhe joga uma maldição, e tem início um dos filmes mais comicamente assustadores dos últimos anos. É trash escrito em todo lugar.

Quentin Tarantino escrevendo e dirigindo um filme de terror B? Qualquer bom cinéfilo se enamoraria com a possibilidade. E ela veio, em 2007 (somente para os americanos), quando foi lançado o projeto Grindhouse, no qual Tarantino e Robert Rodriguez dirigiam médias metragens, divididos por trailers falsos. Amantes do puro cinema B, os diretores tiveram a grande ideia após uma reunião pela madrugada, regada a entorpecentes na casa do criador de Pulp Fiction (1994).
No filme, um psicopata (já icônico) conhecido como “Stuntman Mike” ou “Dublê Mike”, persegue suas vítimas, todas jovens mulheres, e as mata com seu possante carro envenenado. Kurt Russell dá vida ao vilão canastra, e entre suas vítimas temos gente como Rose McGowan, Vanessa Ferlito, Jordan Ladd (filha da “Pantera” Cheryl Ladd), Sydney Tamiia Poitier (filha do consagrado Sidney Poitier), Rosario Dawson, Mary Elizabeth Winstead e a dublê na vida real Zoe Bell, interpretando a si mesma.

Por falar em Grindhouse, Machete era originalmente um trailer falso dentro do projeto de Rodriguez e Tarantino. Dirigido pelo próprio Robert Rodriguez, ganhou vida em um longa-metragem de 2010. O cult-trash Danny Trejo é o protagonista, um agente da lei mexicano, traído, ele é deixado para morrer. Vivendo ilegalmente nos EUA um tempo depois, ele é contratado para o assassinato de um senador fervoroso contra a imigração ilegal. Nem precisa dizer que Rodriguez exagera em sua obra máxima do cinema B, com cenas que deixam qualquer uma, das já surreais criadas por ele para a trilogia do Mariachi (1992, 1995, 2003), no chinelo.
O que dizer de uma obra cinematográfica na qual temos o protagonista pendurado de um prédio pelas entranhas de um infeliz. Não bastasse ser uma obra do cinema B mainstream, o pedigree de Machete se estende a seu elenco, que mistura numa salada gente como Robert De Niro (considerado o maior ator vivo) com o ex-herói do cinema de ação Steven Seagal, por exemplo, no papel do vilão Torres. Jessica Alba, Michelle Rodriguez, Don Johnson e Lindsay Lohan completam o elenco principal. A continuação Machete Kills está em andamento, com a adição de gente como Mel Gibson, Amber Heard, Sofía Vergara, Vanessa Hudgens, Cuba Gooding Jr., Demián Bichir, Charlie Sheen e Lady Gaga ao elenco.

Enquanto a série Crepúsculo ganha rios de dinheiro, obras como Stake Land passam despercebidas. O mundo é muito injusto. De qualquer forma, esse é o filme de vampiro que faria os protagonistas da série de sangue-sugas de mentirinha sentirem medo de sair na rua à noite. Mistura de Mad Max com filmes de terror, esse road movie apocalíptico apresenta uma realidade infestada de criaturas da noite. Os poucos que resistiram sobrevivem como podem, e um experiente exterminador de vampiros serve como tutor para um menino que teve sua família dizimada pelas criaturas noctívagas.
Aqui não existe espaço para flerte com humanas, não existe romance, tudo o que os seres da noite desejam é consumir sangue, o que quase sempre causa desmembramentos no processo. Sem nomes conhecidos na frente ou atrás das câmeras (se não contarmos o da ex-musa dos anos 1980, Kelly McGillis – que tem se tornado uma especialista em filmes de terror B acima da média), Stake Land é uma pedida mais do que certa para os fãs do gênero e das criaturas.

Produzido por Edgar Wright, esse filme de terror e humor, escrito e dirigido por Joe Cornish, surpreendeu os amantes do bom cinema no ano passado. Totalmente fora do radar, esse pequeno filme inglês se tornou um dos mais cultuados dentro do circuito de ficção. Despretensioso, o filme do diretor Cornish subverte o subgênero de invasão alienígena, ao apresentar uma em menor escala, sem espaçonaves explodindo meio mundo. Aqui, estamos num bairro barra-pesada de Londres, onde pequenos delinquentes de um conjunto habitacional crescem para a vida do crime.
Quando meteoritos colidem no local, seres nada amigáveis saem de dentro deles, procriam e atacam todos ao redor. Misto de terror com humor inglês, Ataque ao Prédio foi traduzido por diversos críticos como uma mistura entre Cidade de Deus (2002) e Independence Day (1996). O grande lance do filme é realmente centrar a ação apenas no local e nunca mostrar o que acontece em grande escala. Vemos tudo do ponto de vista dos jovens. O visual das criaturas é um caso à parte: original, criativo e único.

Edgar Wright, o produtor de Ataque ao Prédio, na época era apenas um ilustre desconhecido quando entregou esse que é considerado um dos melhores filmes da última década. Extremamente criativo, Wright subverte o subgênero dos filmes de zumbis, com esta comédia ácida, tipicamente britânica. Shaun (um também então desconhecido Simon Pegg) é um perdedor, leva sempre a namorada no mesmo pub e prefere se divertir com o amigo imprestável (papel de Nick Frost, dando início a uma das mais divertidas duplas do cinema) a entrar de verdade na vida adulta.
Porém, quando um apocalipse zumbi toma conta do mundo, sem que os dois saibam por um longo tempo, é que Shaun se torna um herói, e tem a chance de se provar para todos. Nem precisa dizer que Todo Mundo Quase Morto é um dos filmes do gênero mais elogiados dos últimos anos, e que deu origem, de certa forma, à revigorada do subgênero, seguido por filmes como Zumbilândia (2009), por exemplo. Edgar Wright seguiu para se tornar um dos cineastas mais criativos dos últimos anos, entregando trabalhos como Chumbo Grosso (2007) e Scott Pilgrim Contra o Mundo (2010).