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‘A Odisseia’: Matt Damon se transforma em Odisseu em foto dos bastidores do épico de Christopher Nolan; Confira!

As filmagens de ‘A Odisseia’, aguardado épico dirigido por Christopher Nolan, seguem em ritmo intenso na Escócia, com cenas sendo rodadas na costa de Moray Firth. Agora, uma nova imagem do set foi divulgada, revelando o visual de Matt Damon no papel do lendário herói grego Odisseu.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O filme estreia por aqui no dia 16 de Julho de 2026, um dia antes da estreia norte-americana.

Confira a sinopse oficial:

Após a Guerra de Tróia, o guerreiro grego Odisseu (Matt Damon) enfrenta criaturas míticas e deuses em sua épica jornada de volta para casa, onde sua esposa Penélope o aguarda. Para contar essa história grandiosa, a produção reúne um elenco estelar ao lado de Damon, entre os nomes confirmados estão Anne Hathaway, Tom Holland, Zendaya e Lupita Nyong’o.

“O filme é um épico de ação mítico filmado em todo o mundo usando a novíssima tecnologia de filme IMAX e traz a saga fundamental de Odisseu para as telas de filme IMAX pela primeira vez.

O elenco conta com nomes como Matt Damon, Tom Holland, Charlize TheronRobert PattinsonJon BernthalJohn LeguizamoElliot PageHimesh PatelBill IrwinSamantha MortonZendaya e outros.

A aposta é alta: com um orçamento de US$ 250 milhões, ‘A Odisseia‘ será o filme mais caro da carreira de Nolan.

O trailer está atualmente sendo exibido nos cinemas.

Confira o cartaz:

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‘Sandman’: Sonho e Destino se reencontram no clipe inédito da 2ª parte da ÚLTIMA temporada

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Netflix Brasil divulgou um teaser inédito da 2ª parte da 2ª e última temporada de Sandman, popular série baseada nos escritos de Neil Gaiman.

A nova leva de episódios tem estreia marcada para 24 de julho, enquanto o episódio bônus será disponibilizado em 31 de julho.

Assista:

1. Season of Mists
2. The Ruler of Hell
3. More Devils Than Vast Hell Can Hold
4. Brief Lives
5. The Song of Orpheus
6. Family Blood
7. Time and Night
8. Fuel for the Fire
9. The Kindly Ones
10. Long Live the King
11. A Tale of Graceful Ends
12. Death: The High Cost of Living

A nova temporada irá introduzir Orfeu (Ruairi O’Connor), filho de Morfeu (Tom Sturridge), e os deuses nórdicos Odin (Clive Russell), Thor (Laurence O’Fuarain), Loki (Freddie Fox), além de Adrian Lester (Destino), Esmé Creed-Miles (Delírio) e Barry Sloane (Pródigo).

Sandman‘ é a criação mais popular de Neil Gaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.

O elenco ainda conta com Vivienne Acheapong (Lucienne), Boyd Holbrook (Coríntio), Charles Dance (Roderick Burgess), Asim Chaudhry (Abel), Sanjeev Bhaskar (Cain), Kirby Howell-Baptiste (Morte), Mason Alexander Park (Desejo), Donna Preston (Desespero), Jenna Coleman (Johanna Constantine), Niamh Walsh (Ethel Cripps) e Joely Richardson (Ethel).

Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) é o showrunner da série.

O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.

Vanessa Kirby navega pelo submundo do crime no trailer do SUSPENSE ‘A Noite Sempre Chega’

Netflix divulgou o trailer oficial de A Noite Sempre Chega, suspense criminal dramático estrelado pela indicada ao Oscar Vanessa Kirby (‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’, ‘The Crown’).

O longa chega à plataforma de streaming no dia 15 de agosto.

Confira:

O filme é dirigido por Benjamin Caron.

Sarah Conradt fica responsável pelo roteiro da adaptação, que é baseada no romance homônimo de Willy Vlautin.

Na trama, Kirby interpreta Lynette, uma anti-heroína imperfeita e determinada que vai embarcar em uma odisseia perigosa de uma noite pelo submundo do crime de Portland. A missão é uma tentativa desesperada de conseguir dinheiro para impedir sua família de ser despejada.

Jennifer Jason LeighZack GottsagenStephen JamesJulia FoxEli RothRandall ParkMichael Kelly completam o elenco.

‘Platonic’: Seth Rogen e Rose Byrne estão de VOLTA no trailer oficial da 2ª temporada!

Apple TV+ divulgou o trailer oficial da 2ª temporada de Platonic, elogiada série de comédia estrelada por Rose ByrneSeth Rogen.

O novo ciclo tem estreia agendada para o dia 6 de agosto na plataforma de streaming.

Confira:

A trama gira em torno de dois ex-melhores amigos, que se conheceram na juventude e se reconectam depois de muito tempo, agora como adultos.

Na tentativa de reconstruir a antiga amizade e superar os motivos que os levaram a se afastar, eles percebem porque não deu certo à medida em que suas vidas começam a se desgastar, então eles são obrigados a reavaliarem o plano.

O projeto também marca o reencontro entre a dupla e o diretor Nick Stoller, depois que o trio trabalhou junto em ‘Vizinhos‘ (2014).

Além de escrever, Stoller dirige os episódios.

Por que ‘Um Lugar Chamado Notting Hill 2’ nunca aconteceu? Motivo é REVELADO!

Um Lugar Chamado Notting Hill, clássica comédia romântica estrelada por Julia Roberts e Hugh Grant, quase teve uma sequência que mostraria o desfecho do relacionamento entre Will e Anna.

Em uma entrevista ao IndieWire, Richard Curtis, roteirista e diretor do filme, revelou que chegou a considerar a ideia de uma “mini sequência” de Um Lugar Chamado Notting Hill.

No entanto, Julia Roberts não ficou empolgada com a proposta.

“Tentei fazer uma sequência em que eles se divorciariam, mas a Julia [Roberts] achou que essa era uma ideia muito ruim”, disse Curtis.

Quando questionado sobre a possibilidade de criar uma sequência de seus filmes no futuro, Curtis explicou:

“Acho que, estranhamente, estou mais interessado, nesta fase da minha carreira, em tentar coisas novas o quanto eu puder. Foi por isso que foi tão ótimo fazer um filme animado. Já fiz, acho, 17 filmes, e é muito difícil para o 18º ser tão diferente quanto este”.

Lembrando que recentemente, Hugh Grant revelou que tem uma visão crítica sobre seu próprio personagem no filme. Em entrevista à Vanity Fair, ele chamou seu personagem de “desprezível”.

Um Lugar Chamado Notting Hill’ está disponível no Prime Video.

Assista ao trailer:

“Will, pacato dono de livraria especializada em guias de viagem, recebe a inesperada visita de uma cliente muito especial: a estrela de cinema americana Anna Scott. Dois ou três encontros fortuitos mais tarde, Will e Anna iniciam um relacionamento tenro, engraçado e cheio de idas e vindas”.

Gina McKee, Tim McInnerny, Rhys Ifans e Hugh Bonneville completam o elenco.

Roger Michell assina a direção, a partir de um roteiro escrito por Richard Curtis.

CineMATO | ‘Mãe’ e ‘Dandara’, curtas que abordam o preconceito com mulher trans e criança negra, se DESTACAM

A 22.ª edição do CineMATO, que está sendo realizada de 14 a 20 de julho de 2025, já se consolidou como um marco cultural. A curadoria destacou obras que dialogam com saberes ancestrais, resistências raciais, representatividade LGBTQIA+ e a valorização dos territórios amazônicos.

Sob o tema “Decolonizando a Amazônia”, a programação inclui 6 longas e 15 curtas-metragens nacionais competindo ao Troféu Coxiponé, homenageando a etnia Bororo do Coxipó e simbolizando resistência cultural.

Além disso, parte significativa dos curtas e longas está disponível gratuitamente online, no canal oficial do festival no YouTube, democratizando o acesso em todo Brasil. 

Dois curtas se destacam por escancararem exclusões e, ao mesmo tempo, celebrarem humanidade, dignidade e resistências.

Mãe‘ traz uma mulher trans como centro dramático num pequeno centro urbano. A representação sensível de Maria – sua vulnerabilidade, resistência, busca de pertencimento – é rara e potente. O filme mostra como políticas de gênero atravessam vida íntima, fé, família e comunidade rural.

Assista:

Dandara‘ impacta por sua abordagem infantil sobre racismo e autorrepresentação. A criança protagonista questiona estereótipos de beleza enquanto enfrenta microagressões. É um curta de clareza estética e emocional que fortalece narrativas antirracistas no audiovisual brasileiro.

Ambos os curtas se destacam por escancararem exclusões e, ao mesmo tempo, celebrarem humanidade, dignidade e resistências.

Confira os nossos curtas preferidos até o momento:

  1. Mãe (RS, ficção, 20 min) – de João Monteiro
    A história de Maria, mulher trans em uma pequena cidade do Rio Grande do Sul, que lida com desafios familiares, preconceito e sua própria busca por reconhecimento e afeto. Um retrato raro e delicado da vida trans em contexto periférico. Encontrou recortes de grande humanidade.
  2. Dandara (GO, ficção, 14 min) – de Raquel Rosa
    Uma narrativa sensível sobre uma criança negra que enfrenta racismo na escola e questiona sua própria beleza. Um relato poderoso, que confronta preconceitos cotidianos e reafirma a dignidade negra. Destaque central por sua profundidade temática.
  3. O Enegrecer de Iemanjá e a Subtração do Sagrado Afro (PR) – de Uê Puauet
    Reflexão documental sobre a secularização e apagamento de religiões afro-brasileiras. Combina imagética poderosa e crítica sociocultural.
  4. Albuesas (MT) – de Glória Albues
    Enredo que celebra cultura indígena mato-grossense e expressão feminina. Estética autenticamente regional e vibrante.
  5. Linda do Rosário (RJ) – de Vladimir Seixas
    Um retrato íntimo sobre identidade feminina negra e resistência num cotidiano urbano. Forte na sua narrativa de invisibilidades.
  6. Benção (BA) – de Mamirawá e Tainã Pacheco
    Uma obra poética e ritualística que explora espiritualidades afro-brasileiras, ancestralidade e celebração comunitária. Curta sensorial que emociona pela força simbólica.
  7. Maira Porongyta – o aviso do céu (MT) – de Kujãesage Kaiabi
    Conexão entre a jovem indígena e a espiritualidade Kaiabi. Uma jornada ancestral de conhecimento e previsões do céu.

Você pode assistir aos filmes aqui: Youtube/Cinemato

Cate Blanchett está PREOCUPADA com a Inteligência Artificial e revela o motivo…

As inteligências artificiais (IAs) já são uma realidade no mundo contemporâneo e, enquanto trazem facilidades inegáveis, podem ter impacto negativo em diversos aspectos da sociedade – e Cate Blanchett parece concordar com tal afirmação.

Em entrevista à BBC, a múltipla vencedora do Oscar teme que as IAs podem representar uma ameaça que vai além de Hollywood, admitindo que está “profundamente preocupada” com o impacto que elas terão na indústria do entretenimento e no planeta – com potencial de “substituírem todos”.

“É um setor muito público em que atuamos, e acho que as discussões em torno da IA ​​não foram generalizadas até a greve dos roteiristas, realmente sendo trazidas para o discurso público”, ela comentou.

“Então, acho que é muito real.”

A atriz observou que a IA “pode substituir totalmente qualquer pessoa” nas telas, mas sua preocupação com a tecnologia vai além do impacto em Hollywood.

“Estou menos preocupada com as minhas perspectivas de emprego do que com o impacto que isso terá sobre as outras pessoas, sobre os pensionistas, sobre as pessoas que já estão trabalhando em três empregos para tentar estar [acima] da linha da pobreza”, ela explica. “Essa é a minha preocupação; estou preocupado conosco como espécie. É um problema muito maior.”

Blanchett continua:

“Eu apenas vejo essas coisas e penso: ‘realmente não sei o que isso está trazendo para qualquer pessoa’. Às vezes, é apenas experimentação por si só, e pode até ser criativo sob uma certa perspectiva. Mas também é incrivelmente destrutivo, o que, claro, é o outro lado da criatividade”.

Lembrando que o projeto mais recente de Blanchett foi a aclamada minissérie de suspense ‘DISCLAIMER*’, disponível na Apple TV+.

PIRATARIA! As pessoas estão FILMANDO a tela do cinema e jogando spoilers dos filmes no X

As regras de etiqueta nos cinemas voltaram a ser tema de debate nas redes sociais, porque inúmeros espectadores estão gravando cenas de filmes em seus celulares durante as sessões – como é o caso de Superman, recém-chegado às telonas.

Mesmo que você não tenha assistido ao filme de super-herói, é bem provável que tenha visto filmagens ou fotos feitas pelo público, visto que isso se tornou algo “normal”. E junto, vários SPOILERS são revelados na caruda, e sem consciência que algumas pessoas ainda não assistiram ao filme.

Recentemente, em uma entrevista à Variety, um executivo que preferiu não revelar sua identidade apontou que essa onda de gravações começou a ser normalizada com o lançamento de Deadpool e Wolverine.

“Algo aconteceu após a pandemia em que o comportamento nas salas de cinema realmente mudou”, o executivo afirma. “[Os espectadores] têm um relacionamento diferente com o material, tudo é apenas conteúdo para eles… Algo realmente aconteceu [depois de Deadpool e Wolverine]”.

O comentário em questão se refere ao fato do cineasta Shawn Levy e dos astros Ryan ReynoldsHugh Jackman compartilharem gravações ilegais que vários fãs fizeram das cenas do filme enquanto promoviam o filme da Marvel Studios.

Enquanto representantes de Reynolds não responderam aos pedidos de resposta ao ocorrido, Levy escolheu não comentar sobre o assunto. Entretanto, “uma fonte conhecida de Levy disse que ele nunca compartilhou material gravado intencionalmente e é fortemente contra a pirataria”.

Você já tomou SPOILER das cenas gravadas nos cinemas e divulgadas nas redes sociais?

‘A Morte de um Unicórnio’: Comédia SOMBRIA com Jenna Ortega e Paul Rudd ganha trailer LEGENDADO; Confira!

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A comédia sombria ‘A Morte de um Unicórnio’ (Death of a Unicorn), estrelada por Paul Rudd (‘Homem-Formiga’) e Jenna Ortega (‘Wandinha’), finalmente ganhou um novo trailer oficial e legendado.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 31 de julho, pela Universal Pictures.

Confira:

Na trama, um pai e uma filha acidentalmente atropelam e matam um unicórnio enquanto viajam para um retiro de final de semana, onde seu chefe bilionário busca explorar as milagrosas propriedades curativas da criatura.

Com produção de Ari Aster (‘Hereditário’), o longa é escrito e dirigido por Alex Scharfman.

O mestre John Carpenter (‘O Enigma de Outro Mundo’) fica responsável pela trilha sonora ao lado de Cody CarpenterDaniel Davies.

O elenco ainda contará com Téa LeoniWill PoulterAnthony CarriganSunita ManiJessica HynesStephen Park.

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O pesadelo está de volta no trailer INÉDITO de ‘Alien: Earth’; Confira!

O FX divulgou mais o segundo trailer oficial de ‘Alien: Earth‘, que expande o universo da icônica franquia sci-fi ‘Alien‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

https://youtu.be/FqIi3N9dusk?si=V-srVKjyGu7p_DAT

A produção tem lançamento agendado para o dia 12 de agosto no Disney+.

Quando a misteriosa nave de pesquisa espacial USCSS Maginot cai na Terra, Wendy (Sydney Chandler) e um grupo desorganizado de soldados táticos fazem uma descoberta fatídica que os coloca cara a cara com a maior ameaça do planeta.

No ano de 2120, a Terra é governada por cinco corporações: Prodigy, Weyland-Yutani, Lynch, Dynamic e Threshold. Nessa Era Corporativa, ciborgues (humanos com partes biológicas e artificiais) e sintéticos (robôs humanoides com inteligência artificial) coexistem com os humanos. Mas o jogo muda quando o prodígio Fundador e CEO da Prodigy Corporation desbloqueia um novo avanço tecnológico: híbridos (robôs humanoides imbuídos de consciência humana).

O primeiro protótipo híbrido, chamado Wendy (Chandler), marca um novo começo na corrida pela imortalidade. Após a nave espacial de Weyland-Yutani colidir com a Cidade Prodígio, Wendy e os outros híbridos encontram formas de vida misteriosas, mais aterrorizantes do que qualquer um poderia imaginar.

A produção será ambientada em 2120, dois anos antes dos eventos do longa original, ‘Alien, o 8º Passageiro‘.

Ridley Scott, diretor do filme original, entra como produtor da série.

Noah Hawley (‘Legion’) é responsável pelo projeto.

O elenco é formado por Sydney Chandler, Alex Lawther, Timothy Olyphant, Essie Davis, Samuel Blenkin, Babou Ceesay, David Rysdahl, Adrian Edmondson, Adarsh Gourav, Jonathan Ajayi, Erana James, Lily Newmark, Diem Camille e Moe Bar-El.

Richa MoorjaniKaren AldridgeEnzo CilentiMax RineheartAmir BoutrousVictoria MasomaTom MoyaAndy YuMichael SmileyJamie BispingTanapol Chuksrida fazem parte da atração como atores convidados.

Morre Connie Francis, ÍCONE da era de ouro do pop americano, aos 87 anos

Connie Francis, uma das vozes mais emblemáticas dos anos 1950 e 1960, morreu aos 87 anos. A informação foi confirmada por seu amigo de longa data e presidente da Concetta Records, Ron Roberts, em publicação nas redes sociais.

“É com o coração pesado que informo o falecimento da minha querida amiga Connie Francis ontem à noite”, escreveu. A artista havia sido hospitalizada recentemente por fortes dores, mas chegou a dizer em 4 de julho que estava “se sentindo muito melhor”.

Nascida Concetta Rosa Maria Franconero em Newark, Nova Jersey, Francis se tornou um fenômeno internacional ao dar voz a sucessos como “Stupid Cupid”,“Who’s Sorry Now” e “Where the Boys Are”. Em 1960, ela entrou para a história ao ser a primeira mulher a alcançar o topo da Billboard Hot 100, com “Everybody’s Somebody’s Fool”.

Fenômeno nas rádios — e agora no TikTok

Mais de seis décadas depois de seu auge, Connie voltou às paradas de sucesso graças a uma redescoberta nas redes sociais. A música “Pretty Little Baby”, lado B de sua discografia, viralizou no TikTok, superando 30 milhões de reproduções e figurando entre as mais ouvidas do Spotify e iTunes. Empolgada, Francis criou uma conta na plataforma e agradeceu os novos fãs: “Estou pasma e empolgada”.

Ascensão e pioneirismo

Após um início de carreira frustrante com oito singles fracassados, a sorte virou quando ela gravou uma nova versão de “Who’s Sorry Now”, sucesso de 1923. A canção viralizou após ser tocada por Dick Clark no programa “American Bandstand”, e abriu caminho para uma sequência de hits em parceria com os compositores Neil Sedaka e Howard Greenfield. Entre eles: “Lipstick on Your Collar”, “Frankie”, “Among My Souvenirs” e “Breakin’ in a Brand New Heart”.

Connie também inovou ao gravar álbuns inteiros em idiomas estrangeiros — incluindo alemão, italiano, romeno e iídiche — tornando-se um símbolo global da música americana. Na Alemanha Ocidental, chegou ao topo com a faixa “Die Liebe ist ein seltsames Spiel”.

Trauma, silêncio e retorno

Nos anos 1970, a vida pessoal de Connie foi marcada por uma sequência de tragédias. Ela alegou ter sido estuprada em um hotel em Nova York, o que a levou a se afastar dos palcos. Após um processo contra a rede hoteleira, recebeu indenização de US$ 2,5 milhões. Pouco depois, uma cirurgia nasal comprometeu sua voz. E em 1981, seu irmão foi assassinado pela máfia.

Mesmo com os traumas, Connie reconstruiu sua carreira e retomou os palcos em Las Vegas. Sua autobiografia “Who’s Sorry Now?” se tornou um best-seller em 1984, e ela voltou a lançar músicas até se aposentar oficialmente em 2018.

Vida pessoal e legado

Connie Francis foi casada quatro vezes e adotou um filho, Joey Garzilli, com quem vivia atualmente. Ela também teve um relacionamento marcante com o cantor Bobby Darin, com quem quase se casou. Seu último parceiro foi Tony Ferretti, falecido em 2022.

Connie deixa um legado eterno na história da música popular. Sua voz, que embalou gerações, volta a tocar corações de novas audiências. E agora, mesmo após sua partida, a menina do “Stupid Cupid” segue conquistando o mundo — nota por nota, refrão por refrão.

‘The Christmas Affair’: Freddie Prinze Jr. comemora reencontro com Rachael Leigh Cook em comédia natalina da Fox

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Prepare-se para um reencontro nostálgico de aquecer o coração neste Natal. Freddie Prinze Jr.

comemorou sua nova parceria com a atriz Rachael Leigh Cook, 25 anos depois do sucesso ‘Ela É Demais‘, desta vez em ‘The Christmas Affair‘, nova comédia romântica natalina que será filmada entre outubro e novembro, em Nova York.

A produção marca o primeiro projeto juntos desde o sucesso teen lançado em 1999, clássico inspirado em Pigmalião que consolidou os dois como ícones da geração dos anos 2000.

E durante uma entrevista ao Deadline durante a pré-estreia de ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, Prinze Jr. ponderou sobre sua amizade com Cook, afirmando que “ela é como uma irmã pra mim”.

O ator foi ainda mais além e trouxe detalhes da relação que construíram foram das telas:

“Eu conheço os filhos dela, ela conhece os meus. Estamos próximos desde aquele primeiro filme, e não sei por que demoramos tanto pra voltar a trabalhar juntos, mas finalmente aconteceu.”

Com roteiro assinado por Elizabeth Hackett e Hilary Galanoy (‘Amor em Obras‘, ‘Amor Garantido‘), o filme acompanha Natalie (Cook) e Gabe (Prinze Jr.), dois famosos comentaristas esportivos que acabam se aproximando depois de descobrirem que seus respectivos cônjuges estão tendo um caso — tudo isso semanas antes do Natal. Em meio à cobertura da mídia e à confusão das festas de fim de ano, os dois começam a se apaixonar. Mas será que esse romance é só um consolo passageiro ou o início de algo verdadeiro?

Além de trazer de volta o casal queridinho de uma geração, ‘The Christmas Affair‘ marca também a reunião com Jennifer Gibgot, produtora de ‘Ela É Demais‘, que retorna para este novo projeto ao lado de Andrew Panay. O filme será produzido pela Fox Entertainment Studios, com serviços de produção da Choice Films Inc., Cook e Prinze Jr. também assinam como produtores executivos, junto com Mattie Fellbaum, David Massey, Larry Grimaldi, Hannah Pillemer e Fernando Szew.

“Estamos realizando o desejo de Natal de inúmeros fãs de comédias românticas ao trazer de volta essa dupla icônica que nos encantou há mais de 25 anos”, afirmou Hannah Pillemer, diretora de conteúdo roteirizado da Fox Entertainment Studios.

O projeto marca o primeiro reencontro oficial de Cook e Prinze Jr. em cena desde 1999, embora os dois tenham se reunido informalmente no ano passado durante a estreia de ‘The Girl in the Pool’, estrelado por Prinze Jr.

Aos 44 anos, Rachael Leigh Cook mantém uma carreira ativa desde sua estreia em The Baby-Sitters Club (1995), passando por títulos como ‘Tom and Huck’, ‘The Hi-Line‘ (selecionado em Sundance) e o cult ‘Josie e as Gatinhas‘.

Freddie Prinze Jr. consolidou-se como galã teen nos anos 1990 e 2000, com filmes como ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘ e ‘Ela É Demais‘, e vem retomando seu espaço em novos projetos audiovisuais.

Netflix adquire comédia romântica ‘I Don’t Know Who You Are Anymore’, do roteirista de ‘Brooklyn Nine-Nine’

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A Netflix continua reforçando sua lista de comédias românticas promissoras: o streamer adquiriu os direitos do spec script ‘I Don’t Know Who You Are Anymore’, nova produção escrita por Matt Lawton, conhecido por seu trabalho em séries como ‘Brooklyn Nine-Nine‘, ‘Superstore‘ e ‘Community‘. A novidade foi divulgada pela Variety.

Ainda que os detalhes do enredo estejam sob sigilo, o projeto foi descrito como um encontro entre o existencialismo cômico de ‘Palm Springs‘ (com Andy Samberg e Cristin Milioti) e o dilema familiar de ‘Um Homem de Família‘, estrelado por Nicolas Cage.

A combinação sugere uma mistura de romance, fantasia temporal e dilemas sobre identidade e escolhas de vida — terreno fértil para o estilo de humor emocional que consagrou muitos dos roteiros anteriores de Lawton.

Atualmente co-produtor executivo da série animada ‘The Great North‘ (FOX), Lawton traz no currículo uma bagagem consolidada na comédia televisiva. Além de seu trabalho em ‘Superstore‘ e ‘Brooklyn Nine-Nine‘, ele também foi roteirista e produtor em projetos como: ‘Community‘, ‘Guys With Kids‘, ‘Men at Work‘, ‘Free Agents‘ e ‘Out There‘.

Ele também tem projetos em desenvolvimento com Amazon, CBS e FOX — incluindo adaptações de quadrinhos e comédias originais.

A aquisição de ‘I Don’t Know Who You Are Anymore‘ reforça a estratégia da Netflix em continuar apostando em histórias autorais dentro do gênero rom-com, que tem crescido em popularidade na plataforma com títulos como ‘Na Sua Casa ou Na Minha?‘, ‘Amor à Primeira Vista‘ e ‘A Descoberta Perfeita‘.

Ingressos para ‘A Odisseia’ já estão à venda — com um ano de antecedência!

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Em uma jogada ousada (e sem precedentes), a Universal Pictures e a Imax abriram venda antecipada de ingressos para ‘A Odisseia‘, novo filme de Christopher Nolan, exatamente um ano antes da estreia oficial.

A oferta vale, por enquanto, apenas para as salas IMAX que exibem em 70mm, o formato favorito do diretor de ‘Oppenheimer‘ e ‘Interestelar‘.

Confira o anúncio feito pelo IMAX:

Baseado na clássica obra de Homero, ‘A Odisseia‘ traz Matt Damon no papel de Odisseu, o herói eterno em busca de redenção e lar. O longa será o primeiro da história filmado 100% com câmeras IMAX de 70mm, um feito técnico que só se tornou possível graças ao próprio Nolan.

Após o sucesso estrondoso de ‘Oppenheimer‘ — que rendeu quase US$ 1 bilhão mundialmente, com 20% vindo apenas de sessões em IMAX —, o cineasta convenceu a empresa a melhorar suas câmeras e repensar seu sistema de gravação e revelação de filmes em película. A promessa de Nolan era clara: se a tecnologia estivesse pronta, ele faria o filme inteiro no formato. E assim foi feito.

“Chris me ligou e disse: ‘Se vocês resolverem os problemas, eu filmo tudo em Imax’. E foi isso que aconteceu”, revelou Rich Gelfond, CEO da IMAX, durante o Festival de Cannes.

A aposta é alta: com um orçamento de US$ 250 milhões, ‘A Odisseia‘ será o filme mais caro da carreira de Nolan.

Com ‘Oppenheimer‘, Nolan provou que ainda consegue levar grandes públicos ao cinema com histórias densas e autorais. Com The Odyssey, ele promete uma mistura de épico visual e profundidade narrativa — tudo isso com a experiência cinematográfica elevada ao limite.

Por enquanto, a venda antecipada está limitada a um grupo seleto de salas equipadas para exibição em 70mm nos Estados Unidos. Mas a tendência é que o marketing ganhe força global conforme nos aproximamos da estreia.

Ainda não há confirmação sobre a pré-venda internacional.

O filme estreia por aqui no dia 16 de Julho de 2026, um dia antes da estreia norte-americana.

Confira a sinopse oficial:

Após a Guerra de Tróia, o guerreiro grego Odisseu (Matt Damon) enfrenta criaturas míticas e deuses em sua épica jornada de volta para casa, onde sua esposa Penélope o aguarda. Para contar essa história grandiosa, a produção reúne um elenco estelar ao lado de Damon, entre os nomes confirmados estão Anne Hathaway, Tom Holland, Zendaya e Lupita Nyong’o.

“O filme é um épico de ação mítico filmado em todo o mundo usando a novíssima tecnologia de filme IMAX e traz a saga fundamental de Odisseu para as telas de filme IMAX pela primeira vez.

O elenco conta com nomes como Matt Damon, Tom Holland, Charlize TheronRobert PattinsonJon BernthalJohn LeguizamoElliot PageHimesh PatelBill IrwinSamantha MortonZendaya e outros.

Nolan começou a escrever o filme em março. Donna Langley, presidente da Universal Pictures, é a única pessoa que já leu o roteiro.

O trailer está atualmente sendo exibido nos cinemas.

Confira o cartaz:

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Crítica | ‘Concerto de Quintal’ – Pot-pourri sonoro ajuda a construir um vasto retrato de uma região [Festival Cinemato]

Menos é mais. Traçando sua narrativa rumo a um interessante recorte sobre a cena musical na cidade de Porto Velho, em Rondônia, tendo os diversos sons como elementos marcantes, o longa-metragem Concerto de Quintal usa o impulso de uma certa nostalgia para debater a identidade cultural de uma região. De histórias dos Beatles da beira da estrada, passando pelo rapper da floresta, uma série de relatos costura um panorama diverso.

O pontapé desse pot-pourri sonoro se dá a partir das memórias de uma família, de um músico e do vínculo afetivo com o pai, preservado em antigas fitas cassete. A partir daí, o filme se abre como um leque, revelando uma mistura de ritmos que ajudam a compor a identidade musical da cidade. De quintal em quintal, o discurso vai ganhando camadas, preenchendo lacunas aqui e ali. No entanto, a falta de aprofundamento em alguns momentos gera uma certa desordem na harmonia narrativa, o que acaba impactando o ritmo do filme.

Nessa trajetória que oscila entre momentos imersivos e outros mais superficiais, o filme também provoca reflexões — e até constatações — sobre o cenário musical local, algo intimamente ligado ao recente processo de formação da cidade (Porto Velho completou 110 anos em 2025). Músicos e compositores transformam o abstrato do som em sentidos concretos, com suas histórias abrindo caminhos que atravessam o social, o ambiental e o político.

É uma pena que o projeto siga uma linha reta, sem grandes clímax. Comedido, não chega a explodir. Faltou aquele grande momento para marcar! Ainda assim, mesmo rompendo a bolha do inusitado de maneira quase ingênua — mas eficaz —, o filme lança ao mundo uma rica expressão da cultura local, ramificando-se entre o legado, as curiosidades e até os desabafos sobre políticas públicas que, simplesmente, não alcançam a cidade.

Selecionado para a Mostra de Longas-Metragens do Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá – Cinemato –, Concerto de Quintal , dirigido por Juraci Junior, constrói um vasto retrato de uma região marcada pelo clima tropical superúmido e por sons que ecoam de todas as formas. Aos poucos, esses elementos se entrelaçam, compondo um capítulo vibrante das curiosidades históricas e culturais do nosso país.

When We All Fall Asleep, Where Do We Go? | As MELHORES músicas do aclamado álbum de estreia de Billie Eilish

Billie Eilish causou um grande impacto depois de ter feito sua estreia oficial no mundo da música com o aclamado ‘When We All Fall Asleep, Where Do We Go?’, que lhe rendeu reconhecimento planetário e diversos prêmios – incluindo uma limpa total nas principais categorias do Grammy Awards, levando-a a se tornar a artista mais jovem da história a conquistar o prêmio de Álbum do Ano.

Produzido em colaboração entre a Interscope e a Darkroom, o compilado de originais se respaldou em um pesado electro-pop, misturando construções nostálgicas com pontuais baladas melódicas e uma pitada de perturbação intimista que transformou essa investida musical em uma rara joia – e que contou com clássicos imediatos como “all the good girls go to hell”“bad guy”.

Pensando nisso, resolvemos revisitar essa grande obra e elencar suas cinco melhores músicas.

Veja abaixo as nossas escolhas:

5. “8”

O álbum em si mergulha em uma pessoalidade ainda mais interessante quando pensamos em sua estrutura artesanal. O conceito de quarta parede é quebrado diversas vezes, não só à medida que a cantora se dirige mais diretamente a seus fãs, mas quando admite a presença de uma plateia dentro do próprio cosmos que arquiteta. É isso o que acontece em “8”, onde o eu-lírico traça uma conversa metafórica consigo mesmo em um passado que já não pode mais voltar.

4. “XANNY”

Trazendo referências clássicas do hip-hop e do R&B do início dos anos 2000, cada faixa do álbum nos força a pensar para fora da nossa bolha, ousando dar passos corajosos em direção a um estilo único que, no final das contas, é uma fusão aplaudível de vários gêneros. E essa ideia subjetiva e simbólica ganha forte expressividade com xanny”, um inebriante suplício de socorro sem cair nos gritos ou na agressividade lírico-instrumental. Através de sua sibilante voz, Eilish passeia através dos potentes sintetizadores e reflete uma angústia atemporal com profundos versos (“não preciso de Xanny [referência ao calmante Xanax] para me sentir melhor”).

3. “ALL THE GOOD GIRLS GO TO HELL”

Eilish não é apenas uma artista musical, mas uma poeta que faz o possível para colocar as mais ácidas críticas suas composições – e aqui faço menção à incrível rendição platônica all the good girls go to hell”. É quase impossível não traçar diálogos com as conhecidas rebeldias de Lily Allen e sua completa e hilária falta de papas na língua; porém, a track em questão se aventura em um terreno perigoso que critica até mesmo a onisciência de Deus (aqui tratado como Deusa em uma belíssima e espetacular contradição).

2. “BURY A FRIEND”

“Bury a Friend” é uma das assinaturas mais diabólicas de Billie – e uma de suas mais inesperadas. Lançada como o terceiro single de seu primeiro álbum, a canção traz elementos do synth-pop, do pop industrial, da música eletrônica e do pop noir, todos amalgamadas em uma jornada sinestésica que reflete as artísticas predileções angustiantes da performer e que a ajudou a consolidar a própria carreira.

1. “BAD GUY”

Como mencionado no início desta matéria, Billie fez seu grande début com o single promocional “bad guy”, que alcançou o topo da Billboard e quebrou inúmeros recordes de vendas. Porém, não é apenas seu caráter mercadológico que chama a atenção, mas também a atmosfera neo-noir pulsada pelo baixo e pelas tendências do trap que se fundem com o synth e com uma epopeica prosódia que é revitalizada nas faixas seguintes de seu álbum.

Crítica | ‘Benção’ – Singelo e poderoso filme baiano nos conduz ao reencontro de um jovem com suas raízes [Festival Cinemato]

Histórias que envolvem o elo entre netos e avós — figuras maternas em dobro — sempre carregam uma força especial, ainda mais quando exploradas com sensibilidade no audiovisual. Esse é exatamente o caso do curta-metragem baiano Benção, selecionado para a Mostra de Curtas-metragens do Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá – Cinemato.

Dirigido por Mamirawá e Tainã Pacheco, este singelo e poderoso curta de 11 minutos nos conduz ao reencontro de um jovem com suas raízes. Após ter saído ainda cedo da comunidade onde foi criado, ele retorna já adulto, em uma espera silenciosa para rever sua maior referência de vida: a avó. Nesse retorno, mais do que reencontrar uma pessoa, ele se reconecta com sua identidade e ancestralidade — marcas profundas que o tempo jamais conseguiu apagar.

O sentimento puro em relação aos avós é apenas o primeiro passo de um filme que ultrapassa as fronteiras de sua primeira camada fazendo uma reconexão com a terra, com a família, com ancestrais. Inspirada em uma história real, a narrativa preenche seu minutos com a força de imagens que dizem no olhar, nas entrelinhas pulsantes de sentimentos que parecem em conflito mas na verdade estão voltando a se alinhar.

Sem espaço para um aprofundamento mais amplo da relação, o projeto segue por uma estrada em linha reta rumo à própria história e raízes, deixando lacunas intencionais sobre o antes e o depois. Essas ausências, longe de afastar, acabam aproximando ainda mais o público da jornada apresentada. Fica uma vontade danada de mergulhar mais fundo e conhecer tudo o que há por trás dessa história.

Capitão América será IMPORTANTE em ‘Vingadores: Apocalipse’? Diretor responde!

Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ iniciou uma nova etapa para o personagem no UCM, com Sam Wilson, interpretado por Anthony Mackie, assumindo o escudo do herói.

Com destaque em seu quarto filme solo, o Capitão América seguirá sendo uma figura importante para o universo de maneira geral.

Em ‘Vingadores: Apocalipse’, dirigido pelos irmãos Russo, Sam Wilson será uma peça crucial na trama, de acordo com palavras de Anthony Russo.

“Ele representa um espaço único no espectro dos Vingadores. E isso é o melhor, porque, mais cedo ou mais tarde, a narrativa coletiva estará naquele espaço que ele ocupa.”

Em entrevista à Esquire, Anthony Mackie falou sobre o futuro e revelou por quanto tempo gostaria de permanecer atuando como o Capitão América: “Acho que uns sólidos dez anos”, disse o ator.

Mackie também citou em quais filmes deve aparecer novamente no papel do herói, indicando até mesmo participações aleatórias em longas do UCM.

“Você tem dois filmes dos Vingadores, esperançosamente tem outro Capitão América, então participações especiais aleatórias: Oh, Homem-Aranha! Oh, Quarteto Fantástico!” 

Você gostou de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘?

10 SÉRIES que quase ninguém fala e você deveria descobrir!

Com tantos lançamentos chegando de todos os cantos do mundo, é fácil se perder nos catálogos infinitos dos streamings. Mas é justamente pra isso que estamos aqui: te ajudar a encontrar a série certa no meio dessa avalanche de opções. Abaixo, preparamos uma lista bem bacana pra você dar o play sem erro:

 

Upload (Prime Video)

Na trama conhecemos Nathan Brown (Robbie Amell) um criativo programador de computadores que está no auge de seu grande futuro sucesso quando de repente, em um acidente muito duvidoso acaba morrendo. Sua namorada, a patricinha Ingrid (Allegra Edwards) parte para incluí-lo em um lugar onde a consciente ganha renovação de vida no pós morte, um lugar onde ele ainda pode se conectar com os que ainda estão vivos. Nesse lugar projetado, paradisíaco, ele conhece sua ‘anja’ Nora (Andy Allo), a responsável pelo seu bem estar nesse novo lugar.  Assim o protagonista, com novas variáveis, vai conseguir entender melhorar toda sua vida.

 

Caso Jean Charles: Um Brasileiro Morto Por Engano (Disney Plus)

Apresentando detalhes chocantes desse TRUE CRIME, chegou na Disney Plus a minissérie de quatro episódios Caso Jean Charles: Um Brasileiro Morto Por Engano, marcada por cenas fortes e perturbadoras. Ao longo dos impactantes capítulos, vamos entendendo o antes e o depois de um quebra-cabeça de erros onde a incapacidade de comando determinou uma tragédia.

 

Agentes do FBI (Disney Plus)

Na trama, acompanhamos um grupo de novos recrutas que são selecionados para fazerem parte de uma nova turma do FBI que vai se formar no ano de 2009. Assim, acompanhamos alguns protagonistas e suas dificuldades no início do recrutamento, depois no presente, já com alguma experiência na nova profissão, e também no futuro, onde uma série de situações acaba culminando na chegada forte de uma inteligência artificial que passa a realizar julgamentos de futuros transformando leis em donos de destinos onde o estado democrático aos poucos de torna um perigoso autoritarismo.

 

Daisy Jones & the Six (Prime Video)

Na trama, conhecemos os integrantes da Daisy Jones & the Six um ex-famoso grupo musical que vendeu milhões de cópias mas ficou marcado também por um último show feito no final da década de 70 em Chicago. Anos depois, os integrantes se reúnem por meio de depoimentos isolados para contar o que houve naquele dia e as razões da banda nunca mais se reunir novamente. Assim, por flashbacks, acompanhamos um pouco sobre a criação da banda e tudo de importante que houve no tempo que faziam sua primeira e única turnê pelos Estados Unidos, com uma lupa maior para os líderes da banda Billy Dunne (Sam Claflin) e Daisy Jones (Riley Keough), duas almas em conflitos permanentes que vão desde o forte interesse amoroso que possuem um pelo outro até os caminhos quase sem volta de vícios.

 

Black Doves (Netflix)

Nessa série de espionagem acompanhamos uma mulher que é recrutada para uma agência secreta e se torna esposa de um político em ascensão na carreira. Os anos se passam e um assassinato vai revirar a vida dessa personagem.

 

Meu Querido Zelador (Disney Plus)

O egocentrismo do desequilíbrio. Explorando conflitos de um enigmático protagonista que mora faz mais de 30 anos em um prédio onde é o zelador durante todo esse tempo, o seriado argentino Meu Querido Zelador nos leva para uma jornada com paradas na psicologia, na sociologia, onde assistimos um metódico modo de pensar egoísta entrar em descontrole.

 

Line of Duty (HBO MAX)

Na trama, acompanhamos o superintendente Ted Hastings (Adrian Dunbar), que logo na primeira temporada precisa encontrar mais um integrante para a equipe que chefia, a AC-12, uma unidade anti-corrupção da polícia britânica. Assim chega no nome do sargento Steve Arnott (Martin Compston). Ele se junta a policial Kate Fleming (Vicky McClure) e o trio irá enfrentar histórias complexas onde precisam encontrar as pistas para investigações que envolvem alguém da força policial. Detestados pela maioria dos policiais, eles embarcam em situações de fortes emoções que acabam convergindo, em alguns casos com as suas próprias vidas pessoais.

 

A História da Minha Família (Netflix)

Ao longo de seis episódios, essa minissérie – que entrou no catálogo da Netflix nesse início de 2025 – nos apresenta a vida de Fausto (Eduardo Scarpetta) em dois momentos. No primeiro, como um carinhoso pai de família que encontrou o amor de sua vida de forma inusitada, numa cafeteria. Anos mais tarde, já separado e com a ex-esposa Sara (Gaia Weiss) enfrentando graves problemas psicológicos, é diagnosticado com uma doença terminal e precisa arrumar as peças soltas em sua família desestruturada antes de partir.

 

Ninguém Quer (Netflix)

Nessa simpática trama, conhecemos uma apresentadora de podcast que acaba encontrando o amor em um rabino. Ao longo do tempo, precisam equilibrar as instabilidades que aparecem pelo caminho.

 

Depois da Cabana (Netflix)

Na trama, conhecemos uma mulher na casa dos 30 anos (Kim Riedle) que consegue fugir de um cativeiro, situado numa cabana numa floresta pouco frequentada, onde viveu durante um bom tempo ao lado de duas crianças como se fosse a mãe delas convivendo com regras rígidas impostas por uma pessoa que se identifica como o pai das crianças. Uma dessas crianças, inclusive, foge com ela. A polícia fica logo sabendo da situação e começa uma investigação que acaba se tornando um complemento a uma outra investigação sobre uma mulher que está 13 anos desaparecida. Assim, aos poucos os mistérios vão caindo e vamos rumando para as verdades.

 

Crítica | ‘Dandara’ – Curta goiano preserva o olhar genuíno de uma criança diante de suas primeiras aflições [Festival Cinemato]

Com uma criativa apresentação dos créditos que já prende a atenção nos primeiros segundos, o filme goiano Dandara, selecionado para a Mostra Competitiva de Curtas-Metragens do Festival Cinemato 2025, mergulha em reflexões potentes sobre o bullying e o racismo. A produção entrega um retrato sensível e carregado de emoção, equilibrando o peso da realidade com a potência transformadora da imaginação na forma de enxergar o mundo.

Dandara é uma jovem negra, super alegre, que certo dia começa a sofrer bullying na escola onde estuda. Tentando entender os porquês dessa ação, passa por um processo de entendimento da situação onde num primeiro momento se questiona sobre várias questões, inclusive sua identidade. Quando a mãe dela fica sabendo, a volta da alegria vira uma questão de tempo, embalada inclusive por ancestrais.

Com simplicidade e objetividade, a narrativa nos conduz por uma estrada de emoções intensas, onde aflição, medo, tristeza e insegurança ganham contornos comoventes na vivência da infância. Enxergamos o mundo pelos olhos de Dandara, uma criança negra que se depara com o preconceito justamente no espaço onde antes se sentia segura e feliz: a escola. Nesse momento, a figura da professora surge como um elo essencial, um abrigo sensível — mas é na reação da mãe que reside o entendimento mais profundo da situação. Entre idas e vindas emocionais, o filme se revela no aprendizado delicado, construído no tempo certo para tocar o público.

Trabalho de conclusão de curso da cineasta Raquel Rosa, Dandara é mais do que um exercício acadêmico — é um recorte sensível sobre como compreendemos e questionamos as relações humanas em sociedade. Com uma abordagem atual e elementos que dialogam diretamente com o presente, o filme preserva o olhar genuíno de uma criança diante de suas primeiras aflições. Em apenas 14 minutos, emociona e preenche a tela com delicadeza.