Site Página 729

O pesadelo está de volta no trailer INÉDITO de ‘Alien: Earth’; Confira!

O FX divulgou mais o segundo trailer oficial de ‘Alien: Earth‘, que expande o universo da icônica franquia sci-fi ‘Alien‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

https://youtu.be/FqIi3N9dusk?si=V-srVKjyGu7p_DAT

A produção tem lançamento agendado para o dia 12 de agosto no Disney+.

Quando a misteriosa nave de pesquisa espacial USCSS Maginot cai na Terra, Wendy (Sydney Chandler) e um grupo desorganizado de soldados táticos fazem uma descoberta fatídica que os coloca cara a cara com a maior ameaça do planeta.

No ano de 2120, a Terra é governada por cinco corporações: Prodigy, Weyland-Yutani, Lynch, Dynamic e Threshold. Nessa Era Corporativa, ciborgues (humanos com partes biológicas e artificiais) e sintéticos (robôs humanoides com inteligência artificial) coexistem com os humanos. Mas o jogo muda quando o prodígio Fundador e CEO da Prodigy Corporation desbloqueia um novo avanço tecnológico: híbridos (robôs humanoides imbuídos de consciência humana).

O primeiro protótipo híbrido, chamado Wendy (Chandler), marca um novo começo na corrida pela imortalidade. Após a nave espacial de Weyland-Yutani colidir com a Cidade Prodígio, Wendy e os outros híbridos encontram formas de vida misteriosas, mais aterrorizantes do que qualquer um poderia imaginar.

A produção será ambientada em 2120, dois anos antes dos eventos do longa original, ‘Alien, o 8º Passageiro‘.

Ridley Scott, diretor do filme original, entra como produtor da série.

Noah Hawley (‘Legion’) é responsável pelo projeto.

O elenco é formado por Sydney Chandler, Alex Lawther, Timothy Olyphant, Essie Davis, Samuel Blenkin, Babou Ceesay, David Rysdahl, Adrian Edmondson, Adarsh Gourav, Jonathan Ajayi, Erana James, Lily Newmark, Diem Camille e Moe Bar-El.

Richa MoorjaniKaren AldridgeEnzo CilentiMax RineheartAmir BoutrousVictoria MasomaTom MoyaAndy YuMichael SmileyJamie BispingTanapol Chuksrida fazem parte da atração como atores convidados.

Morre Connie Francis, ÍCONE da era de ouro do pop americano, aos 87 anos

Connie Francis, uma das vozes mais emblemáticas dos anos 1950 e 1960, morreu aos 87 anos. A informação foi confirmada por seu amigo de longa data e presidente da Concetta Records, Ron Roberts, em publicação nas redes sociais.

“É com o coração pesado que informo o falecimento da minha querida amiga Connie Francis ontem à noite”, escreveu. A artista havia sido hospitalizada recentemente por fortes dores, mas chegou a dizer em 4 de julho que estava “se sentindo muito melhor”.

Nascida Concetta Rosa Maria Franconero em Newark, Nova Jersey, Francis se tornou um fenômeno internacional ao dar voz a sucessos como “Stupid Cupid”,“Who’s Sorry Now” e “Where the Boys Are”. Em 1960, ela entrou para a história ao ser a primeira mulher a alcançar o topo da Billboard Hot 100, com “Everybody’s Somebody’s Fool”.

Fenômeno nas rádios — e agora no TikTok

Mais de seis décadas depois de seu auge, Connie voltou às paradas de sucesso graças a uma redescoberta nas redes sociais. A música “Pretty Little Baby”, lado B de sua discografia, viralizou no TikTok, superando 30 milhões de reproduções e figurando entre as mais ouvidas do Spotify e iTunes. Empolgada, Francis criou uma conta na plataforma e agradeceu os novos fãs: “Estou pasma e empolgada”.

Ascensão e pioneirismo

Após um início de carreira frustrante com oito singles fracassados, a sorte virou quando ela gravou uma nova versão de “Who’s Sorry Now”, sucesso de 1923. A canção viralizou após ser tocada por Dick Clark no programa “American Bandstand”, e abriu caminho para uma sequência de hits em parceria com os compositores Neil Sedaka e Howard Greenfield. Entre eles: “Lipstick on Your Collar”, “Frankie”, “Among My Souvenirs” e “Breakin’ in a Brand New Heart”.

Connie também inovou ao gravar álbuns inteiros em idiomas estrangeiros — incluindo alemão, italiano, romeno e iídiche — tornando-se um símbolo global da música americana. Na Alemanha Ocidental, chegou ao topo com a faixa “Die Liebe ist ein seltsames Spiel”.

Trauma, silêncio e retorno

Nos anos 1970, a vida pessoal de Connie foi marcada por uma sequência de tragédias. Ela alegou ter sido estuprada em um hotel em Nova York, o que a levou a se afastar dos palcos. Após um processo contra a rede hoteleira, recebeu indenização de US$ 2,5 milhões. Pouco depois, uma cirurgia nasal comprometeu sua voz. E em 1981, seu irmão foi assassinado pela máfia.

Mesmo com os traumas, Connie reconstruiu sua carreira e retomou os palcos em Las Vegas. Sua autobiografia “Who’s Sorry Now?” se tornou um best-seller em 1984, e ela voltou a lançar músicas até se aposentar oficialmente em 2018.

Vida pessoal e legado

Connie Francis foi casada quatro vezes e adotou um filho, Joey Garzilli, com quem vivia atualmente. Ela também teve um relacionamento marcante com o cantor Bobby Darin, com quem quase se casou. Seu último parceiro foi Tony Ferretti, falecido em 2022.

Connie deixa um legado eterno na história da música popular. Sua voz, que embalou gerações, volta a tocar corações de novas audiências. E agora, mesmo após sua partida, a menina do “Stupid Cupid” segue conquistando o mundo — nota por nota, refrão por refrão.

‘The Christmas Affair’: Freddie Prinze Jr. comemora reencontro com Rachael Leigh Cook em comédia natalina da Fox

#image_title

Prepare-se para um reencontro nostálgico de aquecer o coração neste Natal. Freddie Prinze Jr.

comemorou sua nova parceria com a atriz Rachael Leigh Cook, 25 anos depois do sucesso ‘Ela É Demais‘, desta vez em ‘The Christmas Affair‘, nova comédia romântica natalina que será filmada entre outubro e novembro, em Nova York.

A produção marca o primeiro projeto juntos desde o sucesso teen lançado em 1999, clássico inspirado em Pigmalião que consolidou os dois como ícones da geração dos anos 2000.

E durante uma entrevista ao Deadline durante a pré-estreia de ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, Prinze Jr. ponderou sobre sua amizade com Cook, afirmando que “ela é como uma irmã pra mim”.

O ator foi ainda mais além e trouxe detalhes da relação que construíram foram das telas:

“Eu conheço os filhos dela, ela conhece os meus. Estamos próximos desde aquele primeiro filme, e não sei por que demoramos tanto pra voltar a trabalhar juntos, mas finalmente aconteceu.”

Com roteiro assinado por Elizabeth Hackett e Hilary Galanoy (‘Amor em Obras‘, ‘Amor Garantido‘), o filme acompanha Natalie (Cook) e Gabe (Prinze Jr.), dois famosos comentaristas esportivos que acabam se aproximando depois de descobrirem que seus respectivos cônjuges estão tendo um caso — tudo isso semanas antes do Natal. Em meio à cobertura da mídia e à confusão das festas de fim de ano, os dois começam a se apaixonar. Mas será que esse romance é só um consolo passageiro ou o início de algo verdadeiro?

Além de trazer de volta o casal queridinho de uma geração, ‘The Christmas Affair‘ marca também a reunião com Jennifer Gibgot, produtora de ‘Ela É Demais‘, que retorna para este novo projeto ao lado de Andrew Panay. O filme será produzido pela Fox Entertainment Studios, com serviços de produção da Choice Films Inc., Cook e Prinze Jr. também assinam como produtores executivos, junto com Mattie Fellbaum, David Massey, Larry Grimaldi, Hannah Pillemer e Fernando Szew.

“Estamos realizando o desejo de Natal de inúmeros fãs de comédias românticas ao trazer de volta essa dupla icônica que nos encantou há mais de 25 anos”, afirmou Hannah Pillemer, diretora de conteúdo roteirizado da Fox Entertainment Studios.

Ela E Demais 1 1024x576

O projeto marca o primeiro reencontro oficial de Cook e Prinze Jr. em cena desde 1999, embora os dois tenham se reunido informalmente no ano passado durante a estreia de ‘The Girl in the Pool’, estrelado por Prinze Jr.

Aos 44 anos, Rachael Leigh Cook mantém uma carreira ativa desde sua estreia em The Baby-Sitters Club (1995), passando por títulos como ‘Tom and Huck’, ‘The Hi-Line‘ (selecionado em Sundance) e o cult ‘Josie e as Gatinhas‘.

Freddie Prinze Jr. consolidou-se como galã teen nos anos 1990 e 2000, com filmes como ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘ e ‘Ela É Demais‘, e vem retomando seu espaço em novos projetos audiovisuais.

Netflix adquire comédia romântica ‘I Don’t Know Who You Are Anymore’, do roteirista de ‘Brooklyn Nine-Nine’

#image_title

A Netflix continua reforçando sua lista de comédias românticas promissoras: o streamer adquiriu os direitos do spec script ‘I Don’t Know Who You Are Anymore’, nova produção escrita por Matt Lawton, conhecido por seu trabalho em séries como ‘Brooklyn Nine-Nine‘, ‘Superstore‘ e ‘Community‘. A novidade foi divulgada pela Variety.

Ainda que os detalhes do enredo estejam sob sigilo, o projeto foi descrito como um encontro entre o existencialismo cômico de ‘Palm Springs‘ (com Andy Samberg e Cristin Milioti) e o dilema familiar de ‘Um Homem de Família‘, estrelado por Nicolas Cage.

A combinação sugere uma mistura de romance, fantasia temporal e dilemas sobre identidade e escolhas de vida — terreno fértil para o estilo de humor emocional que consagrou muitos dos roteiros anteriores de Lawton.

Atualmente co-produtor executivo da série animada ‘The Great North‘ (FOX), Lawton traz no currículo uma bagagem consolidada na comédia televisiva. Além de seu trabalho em ‘Superstore‘ e ‘Brooklyn Nine-Nine‘, ele também foi roteirista e produtor em projetos como: ‘Community‘, ‘Guys With Kids‘, ‘Men at Work‘, ‘Free Agents‘ e ‘Out There‘.

Ele também tem projetos em desenvolvimento com Amazon, CBS e FOX — incluindo adaptações de quadrinhos e comédias originais.

A aquisição de ‘I Don’t Know Who You Are Anymore‘ reforça a estratégia da Netflix em continuar apostando em histórias autorais dentro do gênero rom-com, que tem crescido em popularidade na plataforma com títulos como ‘Na Sua Casa ou Na Minha?‘, ‘Amor à Primeira Vista‘ e ‘A Descoberta Perfeita‘.

Ingressos para ‘A Odisseia’ já estão à venda — com um ano de antecedência!

a odisseia

Em uma jogada ousada (e sem precedentes), a Universal Pictures e a Imax abriram venda antecipada de ingressos para ‘A Odisseia‘, novo filme de Christopher Nolan, exatamente um ano antes da estreia oficial.

A oferta vale, por enquanto, apenas para as salas IMAX que exibem em 70mm, o formato favorito do diretor de ‘Oppenheimer‘ e ‘Interestelar‘.

Confira o anúncio feito pelo IMAX:

Baseado na clássica obra de Homero, ‘A Odisseia‘ traz Matt Damon no papel de Odisseu, o herói eterno em busca de redenção e lar. O longa será o primeiro da história filmado 100% com câmeras IMAX de 70mm, um feito técnico que só se tornou possível graças ao próprio Nolan.

Após o sucesso estrondoso de ‘Oppenheimer‘ — que rendeu quase US$ 1 bilhão mundialmente, com 20% vindo apenas de sessões em IMAX —, o cineasta convenceu a empresa a melhorar suas câmeras e repensar seu sistema de gravação e revelação de filmes em película. A promessa de Nolan era clara: se a tecnologia estivesse pronta, ele faria o filme inteiro no formato. E assim foi feito.

“Chris me ligou e disse: ‘Se vocês resolverem os problemas, eu filmo tudo em Imax’. E foi isso que aconteceu”, revelou Rich Gelfond, CEO da IMAX, durante o Festival de Cannes.

A aposta é alta: com um orçamento de US$ 250 milhões, ‘A Odisseia‘ será o filme mais caro da carreira de Nolan.

Com ‘Oppenheimer‘, Nolan provou que ainda consegue levar grandes públicos ao cinema com histórias densas e autorais. Com The Odyssey, ele promete uma mistura de épico visual e profundidade narrativa — tudo isso com a experiência cinematográfica elevada ao limite.

Por enquanto, a venda antecipada está limitada a um grupo seleto de salas equipadas para exibição em 70mm nos Estados Unidos. Mas a tendência é que o marketing ganhe força global conforme nos aproximamos da estreia.

Ainda não há confirmação sobre a pré-venda internacional.

O filme estreia por aqui no dia 16 de Julho de 2026, um dia antes da estreia norte-americana.

Confira a sinopse oficial:

Após a Guerra de Tróia, o guerreiro grego Odisseu (Matt Damon) enfrenta criaturas míticas e deuses em sua épica jornada de volta para casa, onde sua esposa Penélope o aguarda. Para contar essa história grandiosa, a produção reúne um elenco estelar ao lado de Damon, entre os nomes confirmados estão Anne Hathaway, Tom Holland, Zendaya e Lupita Nyong’o.

“O filme é um épico de ação mítico filmado em todo o mundo usando a novíssima tecnologia de filme IMAX e traz a saga fundamental de Odisseu para as telas de filme IMAX pela primeira vez.

O elenco conta com nomes como Matt Damon, Tom Holland, Charlize TheronRobert PattinsonJon BernthalJohn LeguizamoElliot PageHimesh PatelBill IrwinSamantha MortonZendaya e outros.

Nolan começou a escrever o filme em março. Donna Langley, presidente da Universal Pictures, é a única pessoa que já leu o roteiro.

O trailer está atualmente sendo exibido nos cinemas.

Confira o cartaz:

Odisseia2
odisseia2

Odisseia 1

Crítica | ‘Concerto de Quintal’ – Pot-pourri sonoro ajuda a construir um vasto retrato de uma região [Festival Cinemato]

Menos é mais. Traçando sua narrativa rumo a um interessante recorte sobre a cena musical na cidade de Porto Velho, em Rondônia, tendo os diversos sons como elementos marcantes, o longa-metragem Concerto de Quintal usa o impulso de uma certa nostalgia para debater a identidade cultural de uma região. De histórias dos Beatles da beira da estrada, passando pelo rapper da floresta, uma série de relatos costura um panorama diverso.

O pontapé desse pot-pourri sonoro se dá a partir das memórias de uma família, de um músico e do vínculo afetivo com o pai, preservado em antigas fitas cassete. A partir daí, o filme se abre como um leque, revelando uma mistura de ritmos que ajudam a compor a identidade musical da cidade. De quintal em quintal, o discurso vai ganhando camadas, preenchendo lacunas aqui e ali. No entanto, a falta de aprofundamento em alguns momentos gera uma certa desordem na harmonia narrativa, o que acaba impactando o ritmo do filme.

2 CONCERTO DE QUINTAL

Nessa trajetória que oscila entre momentos imersivos e outros mais superficiais, o filme também provoca reflexões — e até constatações — sobre o cenário musical local, algo intimamente ligado ao recente processo de formação da cidade (Porto Velho completou 110 anos em 2025). Músicos e compositores transformam o abstrato do som em sentidos concretos, com suas histórias abrindo caminhos que atravessam o social, o ambiental e o político.

1 CONCERTO DE QUINTAL Scaled

É uma pena que o projeto siga uma linha reta, sem grandes clímax. Comedido, não chega a explodir. Faltou aquele grande momento para marcar! Ainda assim, mesmo rompendo a bolha do inusitado de maneira quase ingênua — mas eficaz —, o filme lança ao mundo uma rica expressão da cultura local, ramificando-se entre o legado, as curiosidades e até os desabafos sobre políticas públicas que, simplesmente, não alcançam a cidade.

3 CONCERTO DE QUINTAL

Selecionado para a Mostra de Longas-Metragens do Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá – Cinemato –, Concerto de Quintal , dirigido por Juraci Junior, constrói um vasto retrato de uma região marcada pelo clima tropical superúmido e por sons que ecoam de todas as formas. Aos poucos, esses elementos se entrelaçam, compondo um capítulo vibrante das curiosidades históricas e culturais do nosso país.

When We All Fall Asleep, Where Do We Go? | As MELHORES músicas do aclamado álbum de estreia de Billie Eilish

Billie Eilish causou um grande impacto depois de ter feito sua estreia oficial no mundo da música com o aclamado ‘When We All Fall Asleep, Where Do We Go?’, que lhe rendeu reconhecimento planetário e diversos prêmios – incluindo uma limpa total nas principais categorias do Grammy Awards, levando-a a se tornar a artista mais jovem da história a conquistar o prêmio de Álbum do Ano.

Produzido em colaboração entre a Interscope e a Darkroom, o compilado de originais se respaldou em um pesado electro-pop, misturando construções nostálgicas com pontuais baladas melódicas e uma pitada de perturbação intimista que transformou essa investida musical em uma rara joia – e que contou com clássicos imediatos como “all the good girls go to hell”“bad guy”.

Pensando nisso, resolvemos revisitar essa grande obra e elencar suas cinco melhores músicas.

Veja abaixo as nossas escolhas:

5. “8”

O álbum em si mergulha em uma pessoalidade ainda mais interessante quando pensamos em sua estrutura artesanal. O conceito de quarta parede é quebrado diversas vezes, não só à medida que a cantora se dirige mais diretamente a seus fãs, mas quando admite a presença de uma plateia dentro do próprio cosmos que arquiteta. É isso o que acontece em “8”, onde o eu-lírico traça uma conversa metafórica consigo mesmo em um passado que já não pode mais voltar.

4. “XANNY”

Trazendo referências clássicas do hip-hop e do R&B do início dos anos 2000, cada faixa do álbum nos força a pensar para fora da nossa bolha, ousando dar passos corajosos em direção a um estilo único que, no final das contas, é uma fusão aplaudível de vários gêneros. E essa ideia subjetiva e simbólica ganha forte expressividade com xanny”, um inebriante suplício de socorro sem cair nos gritos ou na agressividade lírico-instrumental. Através de sua sibilante voz, Eilish passeia através dos potentes sintetizadores e reflete uma angústia atemporal com profundos versos (“não preciso de Xanny [referência ao calmante Xanax] para me sentir melhor”).

3. “ALL THE GOOD GIRLS GO TO HELL”

Eilish não é apenas uma artista musical, mas uma poeta que faz o possível para colocar as mais ácidas críticas suas composições – e aqui faço menção à incrível rendição platônica all the good girls go to hell”. É quase impossível não traçar diálogos com as conhecidas rebeldias de Lily Allen e sua completa e hilária falta de papas na língua; porém, a track em questão se aventura em um terreno perigoso que critica até mesmo a onisciência de Deus (aqui tratado como Deusa em uma belíssima e espetacular contradição).

2. “BURY A FRIEND”

“Bury a Friend” é uma das assinaturas mais diabólicas de Billie – e uma de suas mais inesperadas. Lançada como o terceiro single de seu primeiro álbum, a canção traz elementos do synth-pop, do pop industrial, da música eletrônica e do pop noir, todos amalgamadas em uma jornada sinestésica que reflete as artísticas predileções angustiantes da performer e que a ajudou a consolidar a própria carreira.

1. “BAD GUY”

Como mencionado no início desta matéria, Billie fez seu grande début com o single promocional “bad guy”, que alcançou o topo da Billboard e quebrou inúmeros recordes de vendas. Porém, não é apenas seu caráter mercadológico que chama a atenção, mas também a atmosfera neo-noir pulsada pelo baixo e pelas tendências do trap que se fundem com o synth e com uma epopeica prosódia que é revitalizada nas faixas seguintes de seu álbum.

Crítica | ‘Benção’ – Singelo e poderoso filme baiano nos conduz ao reencontro de um jovem com suas raízes [Festival Cinemato]

Histórias que envolvem o elo entre netos e avós — figuras maternas em dobro — sempre carregam uma força especial, ainda mais quando exploradas com sensibilidade no audiovisual. Esse é exatamente o caso do curta-metragem baiano Benção, selecionado para a Mostra de Curtas-metragens do Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá – Cinemato.

Vanja Cru 1.91.2 MAMIRAWA

Dirigido por Mamirawá e Tainã Pacheco, este singelo e poderoso curta de 11 minutos nos conduz ao reencontro de um jovem com suas raízes. Após ter saído ainda cedo da comunidade onde foi criado, ele retorna já adulto, em uma espera silenciosa para rever sua maior referência de vida: a avó. Nesse retorno, mais do que reencontrar uma pessoa, ele se reconecta com sua identidade e ancestralidade — marcas profundas que o tempo jamais conseguiu apagar.

O sentimento puro em relação aos avós é apenas o primeiro passo de um filme que ultrapassa as fronteiras de sua primeira camada fazendo uma reconexão com a terra, com a família, com ancestrais. Inspirada em uma história real, a narrativa preenche seu minutos com a força de imagens que dizem no olhar, nas entrelinhas pulsantes de sentimentos que parecem em conflito mas na verdade estão voltando a se alinhar.

Frame Bencao 1.102.1 MAMIRAWA

Sem espaço para um aprofundamento mais amplo da relação, o projeto segue por uma estrada em linha reta rumo à própria história e raízes, deixando lacunas intencionais sobre o antes e o depois. Essas ausências, longe de afastar, acabam aproximando ainda mais o público da jornada apresentada. Fica uma vontade danada de mergulhar mais fundo e conhecer tudo o que há por trás dessa história.

Capitão América será IMPORTANTE em ‘Vingadores: Apocalipse’? Diretor responde!

Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ iniciou uma nova etapa para o personagem no UCM, com Sam Wilson, interpretado por Anthony Mackie, assumindo o escudo do herói.

Com destaque em seu quarto filme solo, o Capitão América seguirá sendo uma figura importante para o universo de maneira geral.

Em ‘Vingadores: Apocalipse’, dirigido pelos irmãos Russo, Sam Wilson será uma peça crucial na trama, de acordo com palavras de Anthony Russo.

“Ele representa um espaço único no espectro dos Vingadores. E isso é o melhor, porque, mais cedo ou mais tarde, a narrativa coletiva estará naquele espaço que ele ocupa.”

Em entrevista à Esquire, Anthony Mackie falou sobre o futuro e revelou por quanto tempo gostaria de permanecer atuando como o Capitão América: “Acho que uns sólidos dez anos”, disse o ator.

Mackie também citou em quais filmes deve aparecer novamente no papel do herói, indicando até mesmo participações aleatórias em longas do UCM.

“Você tem dois filmes dos Vingadores, esperançosamente tem outro Capitão América, então participações especiais aleatórias: Oh, Homem-Aranha! Oh, Quarteto Fantástico!” 

Você gostou de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘?

10 SÉRIES que quase ninguém fala e você deveria descobrir!

Com tantos lançamentos chegando de todos os cantos do mundo, é fácil se perder nos catálogos infinitos dos streamings. Mas é justamente pra isso que estamos aqui: te ajudar a encontrar a série certa no meio dessa avalanche de opções. Abaixo, preparamos uma lista bem bacana pra você dar o play sem erro:

 

Upload (Prime Video)

Na trama conhecemos Nathan Brown (Robbie Amell) um criativo programador de computadores que está no auge de seu grande futuro sucesso quando de repente, em um acidente muito duvidoso acaba morrendo. Sua namorada, a patricinha Ingrid (Allegra Edwards) parte para incluí-lo em um lugar onde a consciente ganha renovação de vida no pós morte, um lugar onde ele ainda pode se conectar com os que ainda estão vivos. Nesse lugar projetado, paradisíaco, ele conhece sua ‘anja’ Nora (Andy Allo), a responsável pelo seu bem estar nesse novo lugar.  Assim o protagonista, com novas variáveis, vai conseguir entender melhorar toda sua vida.

 

Caso Jean Charles: Um Brasileiro Morto Por Engano (Disney Plus)

Apresentando detalhes chocantes desse TRUE CRIME, chegou na Disney Plus a minissérie de quatro episódios Caso Jean Charles: Um Brasileiro Morto Por Engano, marcada por cenas fortes e perturbadoras. Ao longo dos impactantes capítulos, vamos entendendo o antes e o depois de um quebra-cabeça de erros onde a incapacidade de comando determinou uma tragédia.

 

Agentes do FBI (Disney Plus)

Na trama, acompanhamos um grupo de novos recrutas que são selecionados para fazerem parte de uma nova turma do FBI que vai se formar no ano de 2009. Assim, acompanhamos alguns protagonistas e suas dificuldades no início do recrutamento, depois no presente, já com alguma experiência na nova profissão, e também no futuro, onde uma série de situações acaba culminando na chegada forte de uma inteligência artificial que passa a realizar julgamentos de futuros transformando leis em donos de destinos onde o estado democrático aos poucos de torna um perigoso autoritarismo.

 

Daisy Jones & the Six (Prime Video)

Na trama, conhecemos os integrantes da Daisy Jones & the Six um ex-famoso grupo musical que vendeu milhões de cópias mas ficou marcado também por um último show feito no final da década de 70 em Chicago. Anos depois, os integrantes se reúnem por meio de depoimentos isolados para contar o que houve naquele dia e as razões da banda nunca mais se reunir novamente. Assim, por flashbacks, acompanhamos um pouco sobre a criação da banda e tudo de importante que houve no tempo que faziam sua primeira e única turnê pelos Estados Unidos, com uma lupa maior para os líderes da banda Billy Dunne (Sam Claflin) e Daisy Jones (Riley Keough), duas almas em conflitos permanentes que vão desde o forte interesse amoroso que possuem um pelo outro até os caminhos quase sem volta de vícios.

 

Black Doves (Netflix)

Nessa série de espionagem acompanhamos uma mulher que é recrutada para uma agência secreta e se torna esposa de um político em ascensão na carreira. Os anos se passam e um assassinato vai revirar a vida dessa personagem.

 

Meu Querido Zelador (Disney Plus)

O egocentrismo do desequilíbrio. Explorando conflitos de um enigmático protagonista que mora faz mais de 30 anos em um prédio onde é o zelador durante todo esse tempo, o seriado argentino Meu Querido Zelador nos leva para uma jornada com paradas na psicologia, na sociologia, onde assistimos um metódico modo de pensar egoísta entrar em descontrole.

 

Line of Duty (HBO MAX)

Na trama, acompanhamos o superintendente Ted Hastings (Adrian Dunbar), que logo na primeira temporada precisa encontrar mais um integrante para a equipe que chefia, a AC-12, uma unidade anti-corrupção da polícia britânica. Assim chega no nome do sargento Steve Arnott (Martin Compston). Ele se junta a policial Kate Fleming (Vicky McClure) e o trio irá enfrentar histórias complexas onde precisam encontrar as pistas para investigações que envolvem alguém da força policial. Detestados pela maioria dos policiais, eles embarcam em situações de fortes emoções que acabam convergindo, em alguns casos com as suas próprias vidas pessoais.

 

A História da Minha Família (Netflix)

Ao longo de seis episódios, essa minissérie – que entrou no catálogo da Netflix nesse início de 2025 – nos apresenta a vida de Fausto (Eduardo Scarpetta) em dois momentos. No primeiro, como um carinhoso pai de família que encontrou o amor de sua vida de forma inusitada, numa cafeteria. Anos mais tarde, já separado e com a ex-esposa Sara (Gaia Weiss) enfrentando graves problemas psicológicos, é diagnosticado com uma doença terminal e precisa arrumar as peças soltas em sua família desestruturada antes de partir.

 

Ninguém Quer (Netflix)

Nessa simpática trama, conhecemos uma apresentadora de podcast que acaba encontrando o amor em um rabino. Ao longo do tempo, precisam equilibrar as instabilidades que aparecem pelo caminho.

 

Depois da Cabana (Netflix)

Na trama, conhecemos uma mulher na casa dos 30 anos (Kim Riedle) que consegue fugir de um cativeiro, situado numa cabana numa floresta pouco frequentada, onde viveu durante um bom tempo ao lado de duas crianças como se fosse a mãe delas convivendo com regras rígidas impostas por uma pessoa que se identifica como o pai das crianças. Uma dessas crianças, inclusive, foge com ela. A polícia fica logo sabendo da situação e começa uma investigação que acaba se tornando um complemento a uma outra investigação sobre uma mulher que está 13 anos desaparecida. Assim, aos poucos os mistérios vão caindo e vamos rumando para as verdades.

 

Crítica | ‘Dandara’ – Curta goiano preserva o olhar genuíno de uma criança diante de suas primeiras aflições [Festival Cinemato]

Com uma criativa apresentação dos créditos que já prende a atenção nos primeiros segundos, o filme goiano Dandara, selecionado para a Mostra Competitiva de Curtas-Metragens do Festival Cinemato 2025, mergulha em reflexões potentes sobre o bullying e o racismo. A produção entrega um retrato sensível e carregado de emoção, equilibrando o peso da realidade com a potência transformadora da imaginação na forma de enxergar o mundo.

Dandara é uma jovem negra, super alegre, que certo dia começa a sofrer bullying na escola onde estuda. Tentando entender os porquês dessa ação, passa por um processo de entendimento da situação onde num primeiro momento se questiona sobre várias questões, inclusive sua identidade. Quando a mãe dela fica sabendo, a volta da alegria vira uma questão de tempo, embalada inclusive por ancestrais.

Dandara01 Scaled

Com simplicidade e objetividade, a narrativa nos conduz por uma estrada de emoções intensas, onde aflição, medo, tristeza e insegurança ganham contornos comoventes na vivência da infância. Enxergamos o mundo pelos olhos de Dandara, uma criança negra que se depara com o preconceito justamente no espaço onde antes se sentia segura e feliz: a escola. Nesse momento, a figura da professora surge como um elo essencial, um abrigo sensível — mas é na reação da mãe que reside o entendimento mais profundo da situação. Entre idas e vindas emocionais, o filme se revela no aprendizado delicado, construído no tempo certo para tocar o público.

Sem Titulo 2 Scaled

Trabalho de conclusão de curso da cineasta Raquel Rosa, Dandara é mais do que um exercício acadêmico — é um recorte sensível sobre como compreendemos e questionamos as relações humanas em sociedade. Com uma abordagem atual e elementos que dialogam diretamente com o presente, o filme preserva o olhar genuíno de uma criança diante de suas primeiras aflições. Em apenas 14 minutos, emociona e preenche a tela com delicadeza.

Pesquisa recente aponta que usuários não se importariam se a Netflix AUMENTASSE o preço dos planos

netflix symbol black

Há seis meses, a gigante do streaming Netflix aumentou os preços de assinatura nos EUA. E, segundo uma pesquisa recente, a plataforma poderia aumentar o valor de seus planos novamente que a maioria dos usuários não veria problema nisso.

A empresa de pesquisa de Wall Street TD Cowen realizou uma pesquisa com 2.500 consumidores americanos em maio de 2025. Uma das perguntas feitas aos assinantes da Netflix foi se eles estariam dispostos a pagar mais do que pagam atualmente (via Variety).

De acordo com os resultados, a porcentagem de assinantes da plataforma que afirmaram estar dispostos a pagar pelo menos US$1 a mais por mês aumentou para 54%, ante 49% no segundo trimestre de 2024.

Dito isso, uma parcela significativa dos entrevistados — 46% — na pesquisa mais recente da TD Cowen disse que cancelaria o serviço Netflix se ele aumentasse os preços.

No geral, porém, “vemos isso como um sinal positivo para o poder de precificação de longo prazo, dado o aumento de preço mais recente da NFLX nos EUA em janeiro de 2025”, escreveram analistas da companhia liderados por John Blackledge em uma nota de pesquisa lançada em 8 de julho, fornecendo uma prévia das expectativas do segundo trimestre de 2025.

Em janeiro deste ano, a Netflix anunciou aumentos de preços em todos os planos nos EUA e em outros mercados (Canadá, Portugal e Argentina). Isso incluiu o plano padrão sem anúncios nos EUA, que aumentou de US$15,49 para US$17,99 por mês, bem como o primeiro aumento para o plano com anúncios, que aumentou de US$ 1 para US$ 7,99 por mês.

No Brasil, o último reajuste ocorreu em 2024.

10 músicas recentes que nos levam de volta no tempo

De certa maneira, é possível entender o mundo da música como um espectro impalpável que não segue a cronologia como a conhecemos. Em outras palavras, é notável como, ano após ano, décadas diferentes e misturam em uma explosão saudosista e atual ao mesmo tempo – mesclando épocas distintas em um mesmo escopo.

Recentemente, por exemplo, nomes como Lady GagaBeyoncé apostaram fichas em um resgate do house dos anos 1990, cada uma à sua maneira, enquanto Dua LipaKylie Minogue mergulharam nas infusões do disco e do dance. Quando pensamos no início dos anos 2000, Emma BuntonChristina Aguilera também mergulharam nesse espectro ao nos arremessar para os anos 1960 e 1950 com pop-perfections, enquanto Amy Winehouse apostou numa celebração do jazz, do blues e do soul.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista com dez canções contemporâneas que nos levam a uma viagem no tempo para você adicionar à sua playlist.

Confira abaixo:

“MAYBE”, Emma Bunton (2004)

Emma Bunton ganhou fama mundial ao integrar o icônico grupo feminino britânico ‘Spice Girls’ – e, apesar de ter atingido seu ápice de popularidade e reconhecimento com as colegas da girlband, lançou-se em uma carreira solo com músicas muito subestimadas. Esse é o caso de “Maybe”: o segundo single do álbum ‘Free Me’ é uma apaixonante aventura pelos anso 1950 e 1960, apostando fichas no clássico pop francês à medida que incorpora orquestrações magníficas de trompetes e instrumentos de corda e traços da bossa nova e do samba.

“BACK TO BLACK”, Amy Winehouse (2007)

Apesar de “Rehab” ter maior reconhecimento na cultura pop“Back to Black” (ao menos na opinião deste que vos escreve), configura-se como uma construção mais madura, narcótica e saudosista – que, de fato, reiterou as incríveis habilidades artísticas de Amy Winehouse. Novamente produzida por Ronson, que também aproveitou para assinar alguns dos versos, a canção volta-se para o down-tempo e para as raízes do soul clássico, discorrendo sobre um relacionamento que acabou e que lança o eu-lírico de volta para a escuridão. Dentre as múltiplas tracks de Amy, esta é uma das que mais faz referências aos girl groups dos anos 1960, além de alusões ao Motown.

“PHYSICAL”, Dua Lipa (2020)

O implacável sucesso crítico e comercial de ‘Future Nostalgia’, 2º álbum de Dua Lipa, não poderia existir sem levarmos em conta a iteração intitulada “Physical”, que exala uma mistura bastante equilibrada e enérgica das explorações de Olivia Newton-John décadas atrás e da idealização da performer em homenagear todos os nomes que a influenciaram como musicista.

“NIGHT CRAWLING”, Miley Cyrus feat. Billy Idol (2020)

 

Em ‘Plastic Hearts’, é notável como a icônica Miley Cyrus drena o possível de um período extremamente pessimista: ela até mesmo cultiva certas influências europeias que se destinam à faixa mais arrepiante e bem produzida do álbum, “Night Crawling”. A evocativa letra nutre de aliterações e assonâncias que nos arremessam de volta para os anos 1970 e trazem uma exuberante química dividida com Billy Idol – movido pela guitarra e pelo eco do synth-rock que viria a se tornar tão majestosamente reverenciada nos anos seguintes.

“NOBODY LIKE U”, 4*TOWN (2022)

Em 2022, a Pixar lançou a animação ‘Red – Crescer é uma Fera’, cuja história acompanha uma jovem garota apaixonada por uma boyband e com o poder de se transformar em panda quando passa por experiências estressantes. É claro que o filme contaria com uma trilha sonora memorável, incluindo a canção “Nobody Like U”, estruturada pelos múltiplos vencedores do Grammy Billie EilishFinneas O’Connell (e uma das cotadas para a próxima edição do Oscar). A faixa pega elementos do pop dos anos 1990 e faz referências nostálgicas a grupos como N*SYNCBackstreet Boys.

“SUMMER RENAISSANCE”, Beyoncé (2022)

No aclamado ‘Renaissance’, um dos álbuns mais poderosos de Beyoncé, nada poderia nos preparar para a estonteante conclusão intitulada “Summer Renaissance”, cujas conhecidas peculiaridades de Beyoncé são interpoladas pela clássica “I Feel Love”, honrando a parceria entre Summer e o imortal pai do disco Giorgio Moroder, em uma expressividade hi-NRG de tirar o fôlego.

“OUT OF TIME”, The Weeknd (2022)

‘Dawn FM’ veio acompanhado de uma aclamação crítica aplaudível e representou uma das melhores entradas da elogiada discografia de The Weeknd. E, nesse soberbo álbum, o cantor e compositor foi impulsionado a fazer o que bem entender e inclusive a lançar tendências (como provavelmente veremos nos meses seguintes, em que outros artistas farão um movimento exploratório e metadiegético promovido pelo artista). É nesse espectro que faixas como “Out of Time”, fazendo alusão a nomes como Marvin Gaye e a Michael Jackson, insurge como um belíssimo laço entre passado, presente e futuro.

“THAT! FEELS GOOD!”, Jessie Ware (2023)

A faixa de abertura de ‘That! Feels Good!’, que empresta seu nome ao título do álbum, é uma orgásmica exaltação dos anos 1970, imbuída em vibrantes mesclas de funk e R&B – com instrumentais que fundem o baixo e o trompete em um hino dançante a que não podemos ficar parados. Logo de cara, somos bombardeados com uma sensorialidade invejável, que nos carrega por uma experiência sublime alavancada por ninguém menos que a sempre incrível Jessie Ware.

“YA YA”, Beyoncé (2024)

Como bem sabemos, Beyoncé é um gênio no tocante a construir baladas que ficam marcadas como algumas de suas melhores canções – procurando uma atmosfera cândida para declamar e explorar angústias internas. Mas seu lado mais insano e indesculpável explode em avidez quando ela se apropria de arquiteturas uptempo e dançantes – como é o caso da vibrante “Ya Ya”. Seguindo uma menção à lendária Linda Martell, a track é uma amálgama dançante de country-popcountry-rock e go-go, cujas notas iniciais buscam referência na clássica “These Boots Are Made For Walkin’”, de Nancy Sinatra – e que nos carregam em uma aventura frenética e inescapável.

“VANISH INTO YOU”, Lady Gaga (2025)

O conceito de caos promovido por Lady Gaga em seu mais novo álbum de estúdio, ‘MAYHEM’, é diferente do que imaginávamos por colocá-la em controle de uma entidade intangível. Dessa maneira, a diferença estrutural das faixas faz todo o sentido – e “Vanish Into You”, dentro desse espectro, dá ares de uma balada melódica antes de se render às incursões dos anos 1970 e 1980, apostando em um envolvente baixo que traz funk e disco pincelando versos impecáveis como “uma vez em uma lua azul, eu me esqueço de você; e, uma vez na sua vida, você será meu”.

‘Eleven Days’: Diego Luna, de ‘Andor’, irá estrelar novo thriller de SEQUESTRO

Segundo o DeadlineDiego Luna (‘Andor’) foi escalado como co-protagonista do thriller de sequestro Eleven Days, atuando ao lado de Taylor Kitsch (‘A Lista Terminal’).

As gravações do projeto, que é dirigido por Peter Landesman, começam em setembro deste ano no Texas.

A trama se passa durante o escaldante verão texano de 1974 e gira em torno de Jim Estelle (Kitsch), chefe do Departamento de Correções do Texas, que se vê envolvido em um tenso jogo psicológico com o implacável traficante de heroína Federico Carrasco (Luna). Após um plano de fuga malsucedido, Carrasco toma o controle da Penitenciária de Huntsville, fazendo dezenas de pessoas reféns. Ao longo de onze dias aterrorizantes, as fronteiras entre justiça e sobrevivência, captor e cativo, começam a se dissolver em meio ao caos.

O roteiro é baseado no livro Eleven Days in Hell: The 1974 Carrasco Prison Siege at Huntsville, Texas’, de William T. Harper.

Kevin Sheridan assina o texto original, com revisões do próprio Landesman.

A produção fica por conta de Vincent Newman e Vance Howard.

‘Rápida e Mortal’ (1995) faz sucesso na Netflix – Relembre o western com Leonardo DiCaprio e Sharon Stone que completa 30 anos

Imagine um faroeste onde a pistoleira misteriosa é uma mulher. Onde duelos acontecem num estilo quase de histórias em quadrinhos: com buracos perfeitos no corpo humano após serem atravessados por uma bala, ou sombras longas que atravessam a rua. Tudo é propositalmente exagerado: tiroteios acrobáticos, closes dramáticos e vilões com risadas malignas. Essa era a proposta ousada — e incrivelmente divertida — de ‘Rápida e Mortal, lançado em 1995, em meio à ressaca criativa do gênero western. O filme completa 30 anos de sua estreia e está atualmente no acervo da Netflix, onde está fazendo enorme sucesso com os fãs e com a nova geração que nunca tinha ouvido falar.

A ideia para o longa nasceu de um roteiro original escrito por Simon Moore, que queria misturar o estilo clássico dos faroestes de Sergio Leone com uma abordagem mais moderna e estilizada. A premissa era simples, mas com um charme próprio: uma mulher sem nome, cheia de cicatrizes do passado, entra em uma cidade dominada por um tirano e participa de um torneio de duelos para se vingar. Soa familiar? É porque sim: Moore queria homenagear os spaghetti westerns, mas com um toque feminino e um ritmo noventista.

Dead Cinepop

A grande responsável por tirar esse filme do papel foi Sharon Stone. Isso mesmo: além de protagonizar o longa, ela atuou como produtora executiva, bancando a ideia de um faroeste com uma mulher no centro da trama — algo incomum nos anos 1990. Ela acreditava na história e mais ainda no nome que escolheu para dirigir a obra: Sam Raimi.

Sim, Sam Raimi. O mesmo que, até então, era mais conhecido por dirigir a trilogia de horror ‘Evil Dead‘. Raimi foi escolhido justamente por seu estilo visual hiperativo, seus zooms dramáticos e seu amor por cenas absurdamente cartunescas. Vale lembrar que no início dos anos 90, o diretor fez sucesso com um filme que todos juram ser baseado em quadrinhos, mas que na verdade trata-se de uma ideia original. Me refiro a ‘Darkman – A Vingança sem Rosto‘. Assim, Stone bancou a escolha com unhas e dentes, e o estúdio — depois de engolir seco — topou. O resultado? Um faroeste com ares de HQ, onde cada bala parece ter alma própria.

Quick Cinepop

A produção foi bancada pela TriStar Pictures, com Chuck Binder e Allen Shapiro como produtores principais, mas não restam dúvidas: a verdadeira xerife do set foi Sharon Stone. Nada que a moral adquirida após um dos maiores sucessos dos anos 90 não faça. Stone era “a” estrela de Hollywood na época.

Além de Sharon Stone em sua fase pós-Instinto Selvagem, o elenco de ‘Rápida e Mortal é um verdadeiro arsenal de estrelas — algumas ainda em ascensão. Para começar, temos o saudoso Gene Hackman (que dispensa apresentações), vivendo o vilão Herod, um tirano sem coração e pistoleiro imbatível. Hackman é daqueles que rouba a cena até fazendo silêncio, e aqui ele se diverte sendo o mal encarnado, com um brilho sádico nos olhos. Àquela altura, o astro colecionava sucessos como o policial ‘Operação França‘, além de ter sido o vilão Lex Luthor de ‘Superman‘ por três filmes. Mais importante ainda, Hackman havia acabado de ganhar um Oscar pelo faroeste ‘Os Imperdoáveis‘, no qual vivia o antagonista.

Leo Cinepop

Temos também um jovem e ainda relativamente desconhecido Leonardo DiCaprio, interpretando o impulsivo e carismático Kid. DiCaprio foi escolhido a dedo por Stone, que até tirou dinheiro do bolso para garantir sua escalação quando o estúdio não queria pagar seu cachê. O jovem ator já havia chamado atenção dois anos antes nos dramas ‘O Despertar de um Homem‘ e ‘Gilbert Grape: Aprendiz de Sonhador‘, e no mesmo ano teria o divisor de águas com ‘Diário de um Adolescente‘. A estrela vendo potencial no rapaz, apostou suas fichas, e deu muito certo.

E como se não bastasse, surge um Russell Crowe ainda em início de carreira hollywoodiana, no papel do ex-pistoleiro e agora pastor Cort. Um homem que jurou nunca mais atirar, mas acaba sendo arrastado de volta para a arena, com toda a dramaticidade que só um bom faroeste pode oferecer. No mesmo ano o ator australiano apareceria ao lado de Denzel Washington, na ficção científica ‘Assassino Virtual‘. Mas seu grande destaque chegaria mais para o fim da década com os filmes ‘Los Angeles – Cidade Proibida‘, ‘O Informante‘ e, claro, ‘Gladiador‘, no início dos anos 2000.

Gene Cinepop

No elenco de apoio, rostos conhecidos como Lance Henriksen, Keith David, Gary Sinise (em flashbacks) e até o eterno “dublê de ator” Bruce Campbell em uma cena cortada (mas incluída nos extras do DVD!).

A história de ‘Rápida e Mortal se passa na fictícia cidade de Redemption — nome mais simbólico impossível. A chegada de uma mulher misteriosa, conhecida apenas como A Estranha (Stone), chama atenção dos moradores e do tirano local, Herod. Todos os anos, Herod promove um torneio mortal de duelos, onde quem perde… morre. Literalmente.

Hole Cinepop

A pistoleira entra na competição por motivos que, a princípio, não ficam claros. Mas logo percebemos que ela carrega uma vingança antiga — e pessoal — contra Herod. Enquanto o torneio avança, acompanhamos uma série de duelos que variam entre o cômico, o trágico e o absurdo, sempre filmados com muito estilo.

Com cortes rápidos, câmeras em ângulos inusitados, e balas que perfuram sombras, olhos e até relógios de sol, o filme entrega cenas antológicas. A tensão cresce a cada round, e o clímax — onde o passado vem à tona e o acerto de contas acontece — é um verdadeiro bangue-bangue cinematográfico.

Russell Cinepop

Quando foi lançado, em fevereiro de 1995, ‘Rápida e Mortal dividiu a crítica como se fosse uma bala no meio de um espelho. Alguns amaram o estilo excêntrico e a ousadia da trama. Outros acharam tudo exagerado, caricato e sem profundidade. Muitos críticos elogiaram a performance de Hackman e a coragem de Sharon Stone ao assumir um papel tipicamente masculino num gênero tão tradicional. Também houve destaque para a direção inventiva de Raimi, que transformou o faroeste em um espetáculo quase sobrenatural.

Por outro lado, alguns sentiram que o filme era “mais estilo do que substância”. O público também ficou dividido — os fãs de faroeste clássico estranharam o tom quase fantasioso, e os jovens da época talvez não estivessem tão interessados em duelos no pôr do sol. No Rotten Tomatoes, o filme mantém hoje uma avaliação morna, mas respeitável — reflexo da relação de amor e confusão que ele provocou na época.

Sharonstonemiss Cinepop

Infelizmente, ‘Rápida e Mortal não foi um sucesso de bilheteria. Para termos uma ideia, em seu fim de semana de estreia, no dia 10 de fevereiro de 1995, o longa, apesar do elenco renomado, não conseguiu sequer pegar a primeira posição do ranking nas bilheterias. Seu lançamento ocorreu em segunda posição, abaixo da comédia escrachada ‘Billy Madison – Um Herdeiro Bobalhão‘, estrelado por Adam Sandler. ‘Rápida e Mortal‘ arrecadou apenas US$6.5 milhões em seu primeiro fim de semana. Com um orçamento estimado em US$35 milhões, o filme arrecadou cerca de US$18 milhões ao total nos Estados Unidos, sendo considerado um fracasso comercial.

Na época, isso foi visto como um duro golpe para Sharon Stone, que vinha embalada pelo sucesso de ‘Instinto Selvagem e ‘Cassino‘, de Martin Scorsese, pelo qual recebeu uma indicação ao Oscar. Também esfriou momentaneamente os planos de Sam Raimi de dirigir grandes blockbusters — algo que só aconteceria anos depois, com a trilogia ‘Homem-Aranha.

Sharon Cinepop

Ainda assim, o filme encontrou vida longa no mercado de home video e, posteriormente, nos streamings. Como acontece com muitos títulos “à frente do seu tempo”, ‘Rápida e Mortal foi redescoberto aos poucos, tornando-se um cult favorito entre fãs de faroeste estilizado e cinema pop dos anos 90. Aliás, o longa entrou no top 10, nas primeiras posições, entre os mais assistidos na Netflix (o maior streaming de todos) quando caiu na plataforma.

Hoje, em pleno 2025, ‘Rápida e Mortal completa 30 anos e está sendo redescoberto por uma nova geração que cresceu vendo séries como ‘Westworld e filmes como ‘Django Livre — ambos devedores do estilo que Raimi propôs em 1995. Com sua estética ousada, protagonista feminina forte e elenco de peso, o filme passou de “fracasso curioso” para “clássico cult”.

Stone Cinepop

A crítica revisitou o longa com mais carinho nos últimos anos. Muitos estudiosos do gênero apontam ‘Rápida e Mortal como um precursor da onda de faroestes contemporâneos dirigidos com personalidade. Sem falar que foi um dos primeiros filmes de faroeste dirigido por um cineasta com estilo visual próprio desde os anos 70.

Além disso, a presença de Sharon Stone como protagonista armada até os dentes abriu caminho para personagens femininas mais ativas e menos submissas em gêneros tradicionalmente masculinos. Sem ela, talvez não tivéssemos Imperator Furiosa ou Beatrix Kiddo no cinema com o mesmo impacto. E cá entre nós: assistir hoje aos primeiros passos de DiCaprio e Crowe num cenário cheio de poeira, sol e morte é um deleite à parte.

Sharonstone Cinepop

Rápida e Mortal pode ter tropeçado no início, mas cavalgou rumo à redenção. Um verdadeiro tiro certeiro… ainda que com 30 anos de atraso. Seja você fã de faroeste, de Sharon Stone, ou de balas que atravessam a câmera, este é um duelo que vale a pena revisitar.

Group Cinepop

Donald Trump abre investigação contra o Brasil por PIRATARIA, Pix e 25 de Março

A Rua 25 de Março, símbolo do comércio popular em São Paulo, virou alvo oficial do governo dos Estados Unidos.

Em uma medida que promete esquentar o clima diplomático, o presidente americano Donald Trump anunciou nesta terça-feira (16) a abertura de uma investigação formal contra o Brasil, com foco em práticas comerciais consideradas desleais.

Entre os alvos da ofensiva estão o uso do Pix, acusações de concorrência desleal em pagamentos digitais, e principalmente a falta de combate eficaz à pirataria, que tem sido uma reclamação constante de empresas norte-americanas.

O relatório do Escritório do Representante do Comércio dos EUA (USTR) foi contundente: segundo o documento, o Brasil “não conseguiu abordar de forma eficaz a importação, distribuição, venda e uso generalizado de produtos falsificados”.

A menção direta à 25 de Março — conhecida por sua variedade de produtos de baixo custo e, em muitos casos, réplicas ilegais — é um recado claro à permissividade percebida pelas autoridades norte-americanas.

Além disso, o relatório aponta para a circulação de consoles de videogame modificados, dispositivos de streaming ilegais e outras tecnologias piratas como prova de que o Brasil falha em proteger a propriedade intelectual.

“Mesmo com operações policiais ocasionais, o problema persiste. Isso configura uma falha sistêmica e uma ameaça à inovação global”, diz o texto.

Outro ponto central da investigação é o Pix, sistema de pagamento instantâneo criado pelo Banco Central do Brasil. De acordo com o USTR, o governo brasileiro estaria promovendo excessivamente o Pix em detrimento de soluções internacionais, o que configuraria uma forma de barreira não-tarifária.

Para os americanos, a atuação estatal no setor pode estar inibindo a livre concorrência, ao dificultar a entrada de fintechs estrangeiras e enfraquecer sistemas de pagamentos privados.

A abertura da investigação pode culminar em sanções comerciais, tarifas adicionais e restrições a produtos brasileiros nos EUA. Além da pirataria e do Pix, o relatório também levanta críticas ao: Comércio eletrônico desregulado; Falta de transparência fiscal; Barreiras para entrada do etanol americano no mercado brasileiro e políticas ambientais, como o desmatamento ilegal.

O temor de especialistas é que, caso as medidas avancem, o Brasil enfrente dificuldades reais nas exportações e danos duradouros à reputação internacional.

Para analistas, a movimentação de Trump tem um duplo objetivo: pressionar o Brasil em áreas sensíveis — como pirataria e concorrência digital — e reforçar uma postura protecionista voltada ao eleitorado americano, sobretudo às vésperas de um novo ciclo eleitoral.

Até o momento, o governo brasileiro não emitiu resposta oficial. No entanto, fontes do setor diplomático indicam que o Itamaraty já está mobilizando equipes para avaliar os riscos e preparar uma estratégia de resposta. Representantes da indústria e do agronegócio demonstraram preocupação imediata com os possíveis reflexos da crise sobre os acordos comerciais.

‘Karatê Kid: Lendas’: Sony divulga os 10 minutos iniciais do longa; Confira!

‘Karatê Kid: Lendas’, novo filme da aclamada franquia teve seus 10 minutos iniciais divulgados gratuitamente para promover o aguardado longa, que reúne Jackie Chan e Ralph Macchio pela primeira vez.

Os fãs já podem conferir a prévia oficial no YouTube Play.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Vale lembrar que Ralph Macchio, o eterno Daniel LaRusso, e Jackie Chan, no papel do Sr. Han, também estão confirmados no elenco ao lado de Ben Wang.

O elenco conta com talentos como Aramis Knight (‘Ms. Marvel’), Wyatt Oleff (‘Guardiões da Galáxia’), Joshua Jackson (‘Atração Fatal’), Sadie Stanley (‘Kim Possible’) e Ming-Na Wen (‘Agentes da S.H.I.E.L.D.’).

A trama, ambientada na Costa Leste, focar em um adolescente chinês que encontra força e direção através da mentora de artes marciais.

Jonathan Entwistle (‘Goosebumps 2: Halloween Assombrado’) é responsável pela direção.

O roteiro do novo longa é assinado por Rob Lieber, criador da série ‘I Am Not Okay with This‘.

‘Demolidor: Renascido’: Wilson Bethel promete um novo Mercenário na 2ª temporada

Wilson Bethel, o ator que dá vida a Benjamin “Dex” Poindexter, o Mercenário, falou recentemente sobre o futuro de seu personagem na segunda temporada de Demolidor: Renascido’.

Durante uma entrevista ao Collider, Bethel comentou sobre o que significou ser trazido de volta após sua participação na 3ª temporada de Demolidor:

“Quando recebi aquela ligação e tive a oportunidade de voltar para a série e para esse personagem, que eu simplesmente adoro interpretar e que é muito divertido, foi um dos grandes presentes surpreendentes de toda a minha carreira”, declarou Bethel com entusiasmo. “Acabamos de terminar as filmagens da segunda temporada. Faço tantas coisas insanas e divertidas nessa nova temporada”.

“Estou muito animado para que os fãs vejam. Espero que tenhamos várias, se não muitas, temporadas incríveis pela frente para o Mercenário e para toda a equipe do Demolidor, continuou o ator. “É um grupo tão talentoso e gentil, tanto na frente quanto atrás das câmeras. Me sinto honrado em fazer parte disso”.

Bethel ainda prometeu explorar novos lados do vilão icônico nos próximos episódios:

“O Dex da segunda temporada é um novo Dex que ainda não vimos”, provocou. “Estou muito curioso para ver a reação das pessoas. Há elementos da personalidade dele nesta temporada que são inéditos, e estou empolgado para que o público conheça esse lado”.

Demolidor: Renascido’ está disponível no Disney+.

Na trama, Matt Murdock, um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.

A produção conta com o retorno de Charlie Cox no papel do herói titular. Ele já havia sido introduzido ao MCU no filme ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ e na série ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘.

O elenco conta com o retorno de Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk), Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário).

Lembrando que a 2ª temporada contará com Matthew Lillard e com o retorno de Krysten Ritter como Jessica Jones.

Demolidor 1024x576

Aaron Taylor-Johnson será protagonista de ‘Werwulf’, novo terror de Robert Eggers, com Lily-Rose Depp em negociações

Aaron Taylor-Johnson (‘Kraven, o Caçador’) foi escalado como protagonista de Werwulf, o novo filme de terror de Robert Eggers. Além dele, Lily-Rose Depp está em negociações para se juntar ao elenco, conforme o Deadline.

A produção marcará o reencontro dos atores, que contracenaram anteriormente no longa ‘Extermínio’.

Embora os detalhes da trama ainda estejam sendo mantidos em sigilo, o título sugere que o filme provavelmente girará em torno da figura mítica do lobisomem. A narrativa é ambientada na Inglaterra do século XIII e contará com diálogos próprios da época em que se passa.

Werwulf’ tem estreia marcada para o Natal de 2026 na América do Norte (25 de dezembro de 2026).

Confira:

Ator de ‘Terrifier’ vira o CORINGA em novo filme; Assista!

terrifier 3

David Thornton Howard, conhecido por interpretar Art the Clown nos filmes Terrifier, assumiu o papel do temível Coringa no fan filme ‘Joker’s Wild’, divulgado no YouTube.

A história é inspirada em “Uma Morte na Família”, onde o palhaço do crime mata o Robin, Jason Todd.

Assista e siga o CinePOP no Youtube:

Vale lembrar que Thornton já expressou interesse em interpretar o Coringa no DCU.

“O Coringa é meu vilão favorito de todos os tempos, e é um personagem que eu adoraria interpretar um dia. Então, espero que alguém como James Gunn me dê a oportunidade de enfrentar esse personagem, porque eu adoraria fazer muitas coisas divertidas com ele”, declarou o ator.