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‘Big Little Lies’ pode ganhar 2ª temporada, revela autora

Repleta de elogios, com um elenco e direção cinematográficos, e com apenas 7 episódios, a HBO quer mais de ‘Big Little Lies‘.

E em conversa com o The New York Times, a autora do livro que inspirou o TV Show – Liane Moriarty – revelou que pode sim acontecer uma segunda temporada.

“Comecei a pensar em como isso poderia continuar. Os produtores me pediram para ver se eu posso apresentar algumas ideias. Eu não posso escrever um novo livro, mas talvez poderia criar uma história nova e então nós veremos o que acontece.”

As vencedores do Oscar também são produtoras da adaptação do best-seller de Liane Moriarty, ao lado de David E. Kelley, criador de ‘Ally McBeal’ e ‘Justiça Sem Limites’ – ele ainda acumulará a função de roteirista.

Kidman e Witherspoon adquiriram os direitos de adaptação da obra no começo de 2014 e originalmente tinham planos de transformá-lo em filme.

 

Primeiras fotos da aguardada 5ª temporada de ‘Orange is the New Black’

Depois de um primeiro trailer sensacional, a Netflix liberou algumas imagens dos primeiros episódios da quinta temporada de ‘Orange is the New Black‘, que estreia na plataforma dia 9 de junho.

Confira, com o vídeo:

Criada por Jenji Kohan de ‘Weeds‘, ‘Orange is the New Black‘ é uma instigante, divertida e evocativa série sobre a vida em uma prisão feminina. Baseada no best-seller de Piper Kerman, a nova temporada de Orange mergulha mais fundo nas tensões econômicas e raciais que correm pelos corredores de Litchfield. Tomada por novos detentos e supervisionada por guardas inexperientes, a penitenciária passa por uma guerra cultural sem precedentes.

 

 

Superman vai retornar no season finale de ‘Supergirl’

Um dos mais divertidos destaques desta segunda temporada de ‘Supergirl‘ vai retornar com força total para a série.

O E! confirma que Tyler Hoechlin vai retornar como o Superman no season finale, previsto para ser exibido em maio.

Até lá, você fica com as promos do próximo episódio, que só retorna no final do mês, dia 24 mais precisamente.

Assista:

Uau! Assista ao trailer da série de TV baseada em ‘O Nevoeiro’

A série de TV baseada em ‘O Nevoeiro‘ (The Mist) ganhou seu primeiro trailer.

Assista:

A primeira temporada terá 10 episódios, e estreia dia 22 de junho.

A atração também contará com o envolvimento de Frank Darabont, diretor do longa. Alguns anos depois de dirigir o filme, Darabont se aventurou com o gênero na TV, criando o fenômeno ‘The Walking Dead’.

Segundo o TV Guide, a série terá um final inédito, similar ao criado por Frank Darabont no filme de 2007.

“Eu amo aquele final sombrio do filme dirigido por Frank Darabont. Achei genial. É baseado no livro de Stephen King, mas ele mesmo preferiu o final criado por Darabont. Nós faremos a nossa própria versão de um final bastante original e surpreendente”, revelou.

No livro, o final fica em aberto e os leitores ficaram com esperança em relação ao futuro dos personagens. A versão do filme no entanto, é muito mais escura.

David Boyd, que comandou alguns episódios da segunda e terceira temporada de ‘The Walking Dead‘, funcionará como produtor executivo da série.

Adam Bernstein, vencedor do Emmy Awards por um episódio de ‘30 Rock‘, dirige o piloto. Ele tem no currículo episódios das séries ‘Fargo‘, ‘Better Call Saul‘, ‘Nurse Jackie‘ e ‘Bloodline‘.

O Nevoeiro‘ adapta um conto de Stephen King, presente no livro ‘Tripulação de Esqueletos’. Na trama, um grupo de pessoas fica preso dentro de um supermercado quando a cidade é coberta por um nevoeiro denso, no qual habitam várias criaturas monstruosas.

O filme trouxe em seu elenco: Thomas Jane (‘O Justiceiro’), Laurie Holden (‘Terror em Silent Hill’), Andre Braugher (‘Poseidon’) e Marcia Gay Harden (‘Pollock’).

Elogiado pela crítica por sua trama sombria, o longa faturou apenas US$ 57,2 milhões nas bilheterias mundiais, sendo que seu orçamento foi de US$ 18 milhões.

Christian Torpe (‘Rita’) trabalha no roteiro, com o aval de Stephen King.

As 10 Melhores Adaptações de Stephen King 

Vídeo parodia trailer oficial de ‘A Vigilante do Amanhã’, mas com críticas negativas

A nova modinha, vamos dizer assim, dos vídeos que parodiam trailers é justamente inverter a ideia dos elogios da imprensa americana.

Neste, o Screen Crush pegou o trailer de ‘A Vigilante do Amanhã‘ e adicionou diversas críticas negativas.

Confira:

Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell‘ é baseado na famosa série mangá homônima e inspirado na obra escrita e ilustrada por Masamure Shirow para a Kodansha Comics. Sua trama acompanha Motoko Kusanagi – conhecida como Major (Scarlet Johansson), uma híbrida de humano e ciborgue, que lidera um esquadrão de elite: a Seção 9. Dedicada a perseguir os mais perigosos criminosos e extremistas, ela precisa aniquilar um hacker, cujo objetivo é deter os avanços da tecnologia cibernética.

Michael Pitt (‘Violência Gratuita’, ‘Hannibal’) interpreta o vilão The Laughing Man, um hacker terrorista que é fascinado pelo livro ‘O Apanhador no Campo de Centeio‘, de J. D. Salinger.

Rila Fukushima, a Katana de ‘Esquadrão Suicida‘, completa o elenco.

A direção é de Rupert Sanders (‘Branca e Neve e o Caçador’).

 

 

Trailer de ‘Thor – Ragnarok’ se torna o mais visto da história da Marvel

O trailer de ‘Thor: Ragnarok‘ quebrou um recorde: se tornou o mais assistido da história da Marvel no período de 24 horas, com 136 milhões de visualizações.

O recorde anterior da Marvel pertencia a ‘Capitão América: Guerra Civil‘, com 94,7 milhões de visualizações em apenas 24 horas.

Levando em conta todos os estúdios, o trailer mais assistido da história em 24 horas é o de ‘It – A Coisa‘, com nada menos que 197 milhões de visualizações. Velozes e Furiosos 8‘ (The Fate of the Furious) surge depois com 139 milhões de visualizações em um dia.

Assista:

Chris Hemsworth gostaria que ‘Thor – Ragnarok’ tivesse humor, como ‘Guardiões da Galáxia’

Cate Blanchett pode viver a primeira vilã da Marvel em ‘Thor: Ragnarok’

Diretor de ‘Thor: O Mundo Sombrio’ critica a Marvel Studios

Thor: Ragnarok‘ chegará aos cinemas em 2 de Novembro de 2017.

Cillian Murphy, de ‘Batman Begins’, na nova imagem do thriller de guerra ‘Dunkirk’

É fato que o thriller de guerra de Chris Nolan, ‘Dunkirk‘, é um dos longas mais esperados do ano nem tanto pela história, mas sim por ser do cineasta.

E na nova imagem, liberada pelo USA Today, você confere Cillian Murphy, o Espantalho de ‘Batman Begins’, no comando de um dos pelotões de soldados britânicos.

Confira, com o último trailer liberado:

O elenco conta com o cantor Harry Styles, o recente vencedor do Oscar Mark Rylance (‘Ponte dos Espiões‘), Kenneth Branagh (‘Operação Valquíria‘) e Tom Hardy (‘O Regresso‘).  Cillian Murphy, que viveu O Espantalho na trilogia ‘O Cavaleiro das Trevas‘, também volta a trabalhar com o diretor.

Christopher Nolan termina roteiro de seu próximo filme

O lançamento do novo longa de Nolan acontecerá uma semana após a estreia da terceira película da franquia ‘Planeta dos Macacos (A Origem e O Confronto)‘ e uma semana antes do reboot da Marvel StudiosHomem-Aranha‘. A estreis de Dukirk foi agendada para 21 de Julho de 2017.

Crítica 2 | Velozes e Furiosos 8 – Franquia megalomaníaca só faz crescer

Um Limite Entre Nós

A esta altura nem precisa ser dito que a franquia de filmes Velozes e Furiosos não pode ser levada a sério. Mas se mesmo assim, existe algum ressentimento de sua parte por estes filmes, por serem muito fantasiosos, exagerados e sem compromisso algum com as leis da física, entre outras coisas, bem, então é certo afirmar que você não possui gosto para o cinema blockbuster pipoca e de entretenimento. Tais filmes vêm sendo produzidos desde a década de 1970, tomando corpo na década de 1980, para chegar até aqui. Renegar isso é renegar de certa forma os alicerces da maior indústria do cinema mundial.

Uma vez tendo dito isso, vale dizer também que nem toda superprodução criada unicamente como forma de escapismo é ouro. A própria franquia Velozes e Furiosos só se descobriu e assumiu de vez as tintas que possui hoje nos últimos exemplares. O primeiro filme, datando de 2001, exibia certo realismo, se comportando como um remake não declarado de Caçadores de Emoção (1991) – troque apenas surfistas por corredores de racha. Quando o protagonista Vin Diesel retornou para a série em 2009, com o quarto exemplar, aos poucos a Universal e os envolvidos foram entendendo e moldando o que temos hoje.

E o que temos hoje? Filmes de ação megalomaníacos, com orçamentos que não ficam devendo para os maiores da atualidade, cujo espetáculo visual e valor de entretenimento é comparável ao de gigantescas franquias como 007, Missão: Impossível, Indiana Jones, Star Wars e os filmes da Marvel. Não é exagero! A coisa é grande neste nível. Para a Universal, o entusiasmo para estas continuações não poderia ser maior, afinal, a série enche os caixas do estúdio de dinheiro, se comportando como uma verdadeira galinha dos ovos de ouro.

Tamanho investimento precisa fazer por onde, entregando algo mais para o público, além da adrenalina da confecção de exímias cenas que desafiam nossos olhos e mentes, entregando a cada novo exemplar algo nunca tentado, e mantendo para os fãs o padrão de qualidade. No quesito ação, Velozes e Furiosos se comporta mais como os arrasa-quarteirões do passado, aqueles que minha geração cresceu assistindo na década de 1980, na qual reinavam brucutus como Arnold Schwarzenegger e Sylvester Stallone – não sei como as duas lendas ainda não foram compilados para a saga – do que os filmes de efeitos especiais de super-heróis e cia., de telas verde e pouco feito na frente das câmeras.

A franquia faz questão de ser da velha guarda neste sentido, entregando façanhas inacreditáveis bem na frente de nossos olhos e apostando no carisma dos astros musculosos ao invés de confiar todas as suas fichas em um personagem que a cada filme assume nova identidade. É o resgate da era dos astros ao invés das marcas – recrutando alguns dos maiores nomes do gênero para figurar em sua enorme lista de elenco, vide Dwayne Johnson, Jason Statham e Kurt Russell, e o melhor, dando espaço para cada um deles ter o seu momento de brilho.

Outro diferencial, em comparação com franquias como Transformers e Piratas do Caribe – igualmente objetos de afeição do grande público – é o roteiro. Existe um esforço (mesmo que mínimo, dependendo do seu ponto de vista) em criar bons personagens, desenvolvê-los, dar-lhes motivações convincentes e criar conflitos interessantes e identificáveis o suficiente, para depois encaixar as situações inacreditáveis. Isso é mais do que podemos dizer da maioria dos blockbusters, que apenas criam fábricas de frases feitas, sem qualquer conexão humana em seus personagens.

Na trama, Toretto (Vin Diesel) vira renegado e se volta contra o que mais valoriza no mundo, sua família. O motivo é a chegada da vilã hipnótica Cipher (Charlize Theron), uma cyber terrorista temida mundialmente, ao ponto de ser considerada apenas uma lenda, que está na cola do troglodita careca há muito tempo. Ela chantageia o sujeito e o faz trair as pessoas que mais ama, para concluir sua missão. O motivo… Bem, não cabe contar aqui e vocês terão que assistir ao filme. A partir daí, como em todos os filmes da série, tudo se torna apenas uma desculpa para as mais estrondosas cenas de ação, conectadas por um ótimo timing cômico, personagens cativantes, e a adição de nomes pra lá de inusitados ao elenco.

As adições mais surpreendentes e chamativas aqui são Charlize Theron, a Dama Helen Mirren e o novato Scott Eastwood, filho do lendário Clint Eastwood. A musa Theron, como dito, vive Cipher, a primeira vilã da franquia e titereira mestra por trás do oitavo longa. Se me dissessem há dez anos que a vencedora do Oscar estaria neste filme, seria difícil acreditar. Mas aqui está ela. Apesar de não haver muito esforço para tentarmos entender quem é de fato a personagem misteriosa, ou olharmos por trás de sua fachada, se mostra como ponto a favor ela ser uma vilã inteligente, afastada da usual chuva de sopapos que permeia a série. Theron a interpreta de forma calma e minimalista, diferente da deliciosa canastrice over the top confeccionada para a Rainha Ravenna de Branca de Neve e o Caçador (2012) – sua outra vilã. Cipher está mais para Vickers, de Prometheus (2012).

Scott Eastwood entra na pele do Ninguenzinho, agente federal sidekick do Sr. Ninguém (Kurt Russell), cuja proposta parece ser ocupar o lugar deixado pelo saudoso Paul Walker e seu Brian O´Connor. E veterana Helen Mirren, igualmente vencedora do Oscar, vive… Revelar seu papel talvez seja entregar uma das reviravoltas mais divertidas aqui. Vale dizer que sua ajuda é necessária, e que Toretto a procura em um momento de desespero, muito útil para a resolução do grande dilema.

O clima cartoon impera aqui. Velozes e Furiosos 8 se assume mais como galhofa, como um desenho animado, no qual os personagens não morrem de verdade ou sequer sangram. Adentrar uma sessão do filme é estar disposto a aceitar que carros possam ser controlados à distância, realizando façanhas que talvez um motorista experiente não conseguisse. É aceitar que carros possam correr lado a lado com um imenso submarino, se comportando como uma baleia faminta e assassina. É aceitar que alguém possa duelar à base de tiros com um bebê no colo e tudo acabar bem. É aceitar que mocinhos virem bandidos e criminosos altamente cruéis virem amistosos aliados como quem troca de roupa. É aceitar que Velozes e Furiosos chegou ao seu oitavo exemplar com mais fôlego do que nunca e pronto para novas incursões. E que venha Os Furiosos Espaciais.

 

Tom Cruise pilota motocicleta em Paris nas primeiras fotos de ‘Missão: Impossível 6’

As gravações de ‘Missão Impossível 6‘ já começaram com velocidade total em Paris…

E nessa quarta-feira, pela manhã, Tom Cruise rodou uma possível cena de perseguição entre algumas ruas da Cidade Luz.

Confira:

A Paramount confirmou o elenco completo, que inclui Tom CruiseRebecca Ferguson e Simon Pegg.

Jeremy Renner, que até Nação Secreta fechava o quarteto protagonista, não retornará por conta de ‘Vingadores – Guerra Infinita‘ e ‘Vingadores 4‘.

Alec Baldwin e Sean Harris, respectivamente, de Nação Secreta e Protocolo Fantasma, são os dois personagens mais antigos a retornarem para a franquia.

Missão: Impossível 6‘ está sendo totalmente rodado em IMAX.

Com relação a estreia, a data agendada é para 27 de julho de 2018.

 

‘Sexta-Feira 13’ ganha curta-metragem assustador feito por fã

Filmes de terror filmados com apenas uma câmera de mão, no formato amador, fazem sucesso desde o lançamento de ‘A Bruxa de Blair’, em 1999.

O reboot de ‘Sexta-feira 13’ ia seguir o mesmo padrão, adotando o gênero found footage para contextualizar a narrativa. No entanto, o projeto foi completamente descartado do calendário de produções da Paramount Pictures e o tão aguardado retorno do clássico iniciado nos 80 acabou sendo arquivado.

Mas um Youtuber, chamado Magnus Mefisto, decidiu trazer à vida a ideia, com um curta-metragem, aos moldes da found footage, de quase quatro minutos.

Intitulado ‘Trágica Exploração no Bosque’, o curta traz Magnus fazendo uma viagem ao abandonado Crystal Lake, até que ele esbarra em uma evidência que parece provar que Jason Voorhees realmente existe. O material visto teria sido encontrado nos bosques de Nova Jersey:

Confira o vídeo, com áudio em espanhol e legendas em inglês:

Don Cheadle deve estrelar biografia de primeiro milionário negro de Wall Street

Don Cheadle está negociando para produzir e estrelar a cinebiografia sobre Jeremiah G. Hamilton, intitulada ‘Prince of Darkness‘.

Hamilton ficou popularmente conhecido por ser o primeiro negro milionário de Wall Street.

O drama vai adaptar a biografia de Hamilton, intitulada ‘Prince of Darkness: The Untold Story of Jeremiah G. Hamilton’, escrita por Shane White. O livro conta os detalhes do sucesso do empresário no século XIV, que saiu do Haiti e foi para Nova York para se tornar um corretor e agente fazendário. Sua rápida ascensão aborreceu muitos membros da sociedade e na época ele quebrou vários tabus, incluindo seu casamento com uma mulher branca e sua posse de ações de companhias ferroviárias, em um período que ele nem tinha permissão para andar de trens, por ser negro. Na ocasião de sua morte, ele ficou conhecido como o negro mais rico da América.

Sem planos para assumir a direção, Cheadle vai assinar o roteiro, ao lado de Steven Baigelman.

‘Meu Malvado Favorito 3’ ganha primeiro e divertido comercial; Assista!

No primeiro comercial de ‘Meu Malvado Favorito 3‘, Gru conhece Dru, seu irmão gêmeo.

Confira:

Com direção de Pierre Coffin e Kyle Balda, a produção ‘Meu Malvado Favorito 3‘ traz de volta os personagens mais famosos da série: Gru, Agnes, Margo, Edith, Dr. Nefario e os atrapalhados Minions, além de agora apresentar Dru e o novo vilão Balthazar Bratt.

Produzido pela Illumination Entertainment, de ‘Minions‘ e ‘Sing – Quem Canta Seus Males Espanta‘, a animação chega dos cinemas em 29 de junho.

’13 Reasons Why’: Psiquiatra faz ALERTA e diz que série pode encorajar o suicídio!

A série ‘13 Reasons Why, que tem produção executiva de Selena Gomez e episódios dirigidos pelo vencedor do Oscar® Tom McCarthy (Spotlight – Segredos Revelados), se transformou em um fenômeno mundial.

Porém, nem tudo são flores e o tema é bastante polêmico.

Em seu Facebook, o psiquiatra Luís Fernando Tófoli divulgou um texto com 13 Alertas sobre ’13 Reasons Why’ para pais, educadores e profissionais de saúde.

Confira:

1. A alardeada série da Netflix, “13 Reasons Why”, baseada em um livro homônimo de Jay Asher (publicado no Brasil como “Os 13 Porquês”), aborda uma série de questões sérias: bullying no ensino médio, machismo, LGBTfobia, abuso sexual e, de uma forma geral, a difícil missão de adolescer. A série, porém, é focada em uma questão central, pivô de toda a história: o suicídio de uma jovem de 17 anos, Hanna Baker, que faz 13 gravações em fitas cassetes, apontando o dedo as pessoas que a desapontaram em seu calvário na High School de uma pequena cidade americana.

2. Eu me vi na obrigação de assistir a todo o seriado para poder trazer algumas informações para pais e profissionais de saúde e educação. Não vou me estender na qualidade artística, até porque não é minha função aqui, eu penso. No entanto, afianço que apesar da tensão que prende a assistência até a resolução do mistério, os episódios são longos e cansativos demais. A sensação final é de ser chantageado a aguentar a narrativa arrastada só para poder saber por qual razão o protagonista e bom-moço Clay Jensen foi incluído nas fitas de Hannah.

3. A razão principal pela qual eu escrevo estes parágrafos é para focar na questão crucial de uma peça de ficção construída sobre um suicídio adolescente. O suicídio está entre as principais causas de morte na adolescência, competindo com acidentes causados por veículos e, no caso de países como o Brasil, violência armada. Como um agente de formação no campo da Psiquiatria e da Saúde Mental, me vejo na obrigação de fazer alguns comentários – e, porque não, alguns alertas – sobre esta série.

4. Há sinais preocupantes de que as taxas de suicídios de jovens estão crescendo no mundo e no Brasil. O país, aliás, está na contramão das estatísticas no mundo: também os índices gerais estão subindo – e já o estavam antes da crise econômica – ao invés de cair. Há várias hipóteses sobre o que pode estar levando isso a acontecer, mas acho que o mais importante é frisar que nunca tivemos uma campanha nacional responsável de prevenção do suicídio – apesar do reconhecidamente importante papel do voluntariado do CVV-Centro de Valorização da Vida – e de haver documentação sobre formas de se fazer essa política pública de maneira eficiente.

5. Meu ponto principal neste texto não é estragar a série ou dar spoiler, e sim de que pais, educadores e adolescentes estejam cientes de que o programa tem o potencial de causar danos a pessoas que estão emocionalmente fragilizadas e que poderão, sim, ser influenciadas negativamente. Não é absurdo inclusive considerar que, para algumas pessoas, a série possa induzir ao suicídio. Portanto, pessoas em situações de risco deveriam ser desencorajadas a assistir a série. Não estou sozinho nisso, já há pelo menos um crítico no Brasil, o Pablo Villaça, que explicitamente está recomendando que não se assista ao seriado (http://goo.gl/Z2Op17).

6. O principal erro da série é, de longe, mostrar o suicídio de Hannah. A cena, que acontece no episódio final, é absolutamente desnecessária na narrativa e claramente contrária ao que apregoam os manuais que discutem prevenção de suicídio e mídia. Chega a ser absurdo que os autores da série ignorem completamente o que indicam explicitamente as recomendações da Sociedade Americana para Prevenção do Suicídio, que foram publicadas após a morte do ator Robin Williams (http://goo.gl/vAQkg6) e cheguem à cara de pau de tocar (não neste episódio) a música “Hey, Hey”, de Neil Young, que foi citada na carta suicida do músico Kurt Cobain (http://goo.gl/droI3I).

7. É verdade que as recomendações são em geral destinadas à imprensa, mas chega a ser absurdo que os realizadores de uma produção sobre o tema não tenham se informado sobre os impactos do que é conhecido como ‘efeito Werther’ – cujo nome vem de uma obra de arte e não de uma ação de imprensa. O efeito é baseado no suposto impacto de Os Sofrimentos do Jovem Werther, livro do século XVIII que alçou Goethe à fama (http://goo.gl/2h4N8U).

8. Embora o aumento de suicídios na Alemanha atribuídos ao livro jamais possa ser objetivamente medido, há já um consenso entre suicidologistas de que o fenômeno sofre contágio pela mídia e de que há maneiras pelas quais ele não deva ser retratado. Uma delas, e na qual a série fracassa desgraçadamente, é em não romantizar ou embelezar um suicídio. Evitar a divulgação de cartas suicidas é outro ponto – e é desnecessário dizer que a série toda é uma enorme carta suicida, que embora ficcional, é ouvida pela voz da protagonista, a narradora póstuma da história.

9. Outro problema sério da história, especialmente para os sobreviventes (esse é o termo utilizado para os parentes e entes queridos de quem se suicida), é a ideia da culpabilização do suicídio. Grande parte da tensão da série gira em torno de quem é a “culpa” pelo suicídio de Hannah: ela, seus amigos, a escola (que é processada pelos pais da menina), a sociedade. Os especialistas entendem que a busca por culpados é dolorosa e improdutiva. O suicídio é, na sua imensa maioria das vezes, um ato complexo, desesperado e ambíguo, e achar que ele possa ter responsabilidade atribuível é equivaler sua narrativa à de um crime. Embora isso seja compreensível em uma peça de ficção, isso é muito deletério na discussão do tema no mundo real, onde ele de fato os suicídios acontecem.

10. Dois fatos chamam a atenção ainda, como erros essenciais da produção. Um é não tocar a questão do adoecimento mental, uma vez que a maioria das pessoas que se suicidam apresentam transtornos mentais. O suicídio de Hannah é discutido – como sói frequentemente aos americanos, um povo obcecado pela pretensa liberdade de escolha – como uma “opção”, esquecendo que na grande maioria das vezes a pessoa está aprisionada por um cenário falseado de opções causado pelo seu estado mental. O outro fato é a impressão passada pela narrativa – em especial no último episódio – de que buscar por ajuda é inefetivo, quando isso pode ser a diferença, literalmente, entre a vida e a morte.

11. Ainda sobre pedir ajuda, a divulgação da série pretende vender a ideia de conscientização – contando, no Brasil, inclusive com o apoio do CVV. Durante todos os 13 episódios que assisti no Netflix, no entanto, não há qualquer sinal, indicação ou legenda que aponte a hotline do CVV no Brasil (141) ou o seu site (http://www.cvv.org.br) para pessoas que necessitem de apoio e estejam assistindo a história. Após o fim da trama há um extra, meio documentário, meio making of que fala sobre prevenção de suicídio, mas seria necessário, no mínimo, divulgar meios de socorro no início e no fim de cada episódio.

12. Nunca é demais lembrar que indagar uma pessoa sobre seu risco de suicídio não aumenta a chance dele acontecer e pode ser a atitude salvadora em diversos casos. Isso é particularmente importante para profissionais de saúde e de educação, que têm muito medo de fazer essa pergunta. Na maioria das vezes, para um potencial suicida, essa pode ser a oportunidade de compartilhar seu desespero e abrir a chance para uma ajuda efetiva.

13. Concluindo, a premissa de “13 Reasons Why” é excelente: discutir a crueldade cotidiana dos jovens (que me parece ser a mesma crueldade dos humanos, embora em uma fase particularmente frágil da vida) e como ela pode nos afetar de forma devastadora, em alguns casos. No entanto, infelizmente, por negligência ou por pura arrogância, a série acaba fazendo provavelmente um desserviço maior do que sua beneficência. A oportunidade perdida de se discutir suicídio de uma forma cuidadosa se perdeu em meio ao hype, infelizmente.

Parágrafo adicional motivado por alguns comentários (considerem como a 14ª gravação, rs): 14. Gostaria de frisar que não defendo de maneira alguma a censura ou a proibição da série, e muito menos que se evite o debate das questões seríssimas do bullying, da violência de gênero e do estupro. A questão é de, sem querer ofender quem amou a série, refletirmos juntos se alguns cuidados poderiam ser tomados para evitar o prejuízo a pessoas fragilizadas. Elas são a minoria da população, mas o impacto já foi medido e mais de um estudo sobre o efeito Werther. A pergunta aqui é: será que o meu entretenimento vale a vida de alguém? Será que ao recusar ao olhar os vacilos da produção da série eu não estarei contribuindo de alguma forma para o suicídio de alguma Hannah da vida real? Grato a todo mundo pelo interesse.

Precisamos conversar sobre ’13 Reasons Why’, a série sobre SUÍCIDIO da Netflix

 

Baseada no best-seller de Jay Asher, a série acompanha Clay Jensen (Dylan Minnette) que, ao voltar da escola, encontra uma caixa misteriosa com seu nome na porta de casa. Dentro dela, ele encontra fitas-cassetes gravadas por Hanna Baker – sua colega de classe e paixão secreta – que cometera suicídio duas semanas antes. Nas fitas, Hanna explica as treze razões que a levaram à decisão de acabar com a própria vida. Será que Clay foi uma delas?

Robert Pattinson e Charlie Hunnam no trailer LEGENDADO de ‘Z – A Cidade Perdida’

Z – A Cidade Perdida‘ (The Lost City of Z), que para os cinemas brasileiros tem estreia marcada pra 1º de Junho, ganhou seu trailer LEGENDADO.

O elenco conta com Robert Pattinson (‘A Saga Crepúsculo’), Tom Holland (‘Homem-Aranha’), Charlie Hunnam (‘Círculo de Fogo’) e Sienna Miller (‘Sniper Americano’).

James Gray (‘Amantes’, ‘Os Donos da Noite’) dirige.

Assista:

Baseada em histórias reais, a trama acompanha o Coronel Percy Harrison Fawcett, que deixou a carreira militar para se tornar explorador. Obcecado pela Amazônia, o britânico se embrenhou nas matas brasileiras para encontrar uma cidade que ele chamava de “Z” e acreditava ser El Dorado.

Após várias expedições infrutíferas e a perda de seu financiamento, Fawcett decidiu realizar uma última viagem com seu próprio dinheiro, levando junto seu filho Jack Fawcett, então com 21 anos, e outros homens de confiança. O grupo partiu em 1925 para o Mato Grosso e nunca mais foi visto.

BD Wong publica foto no set de ‘Jurassic World 2’

O ator BD Wong publicou uma foto no set de filmagens de ‘Jurassic World 2‘, mais precisamente em seu camarim.

Na legenda, ele brincou sobre o fato de estar filmando em Londres.

“Por alguma razão, quando você filma em Londres, as roupas masculinas que eles compram aqui para você fazem você se sentir como #007”. 

Confira:

Bryce Dallas Howard revela detalhes sobre sua personagem em ‘Jurassic World 2’ 

Jurassic World 2‘ tem estreia marcada para 22 de Junho de 2018.

Confira as várias semelhanças entre ‘Jurassic World’ e ‘Jurassic Park’ 

Jurassic World‘ arrecadou US$ 1,66 bilhão, a quarta maior na história do cinema mundial – saiba mais!

Confira 10 curiosidades sobre ‘Jurassic World’

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‘Orange Is the New Black’: Primeiro teaser da 5ª temporada vai te chocar pra valer [SPOILER]

[SPOILER]

 

A quinta temporada de ‘Orange is the New Black‘, com data de estreia para 9 de junho, teve seu primeiro teaser liberado.

E a gente já te adianta, se não quiser ter ao menos uma indicação de quem deverá morrer no primeiro episódio da nova leva de episódios, é melhor não seguir.

De qualquer forma, confira:

Criada por Jenji Kohan de ‘Weeds‘, ‘Orange is the New Black‘ é uma instigante, divertida e evocativa série sobre a vida em uma prisão feminina. Baseada no best-seller de Piper Kerman, a nova temporada de Orange mergulha mais fundo nas tensões econômicas e raciais que correm pelos corredores de Litchfield. Tomada por novos detentos e supervisionada por guardas inexperientes, a penitenciária passa por uma guerra cultural sem precedentes.

 

 

‘A Família Addams’ vira série da Netflix em trailer genial criado por fã

Uma das famílias mais icônicas na história do cinema mundial bem que poderia retornar à cultura mundial como uma série para a Netflix, já pensou nisso?!

Bem, pelo trailer realizado por um fã, ‘A Família Addams‘ voltaria com tudo pela plataforma de streaming.

O vídeo a seguir imagina bem como seria esse projeto inusitado.

Assista:

A Família Addams foi criada pelo cartunista Charles Addams, em 1938, como tiras para a revista The New Yorker. Os personagens geraram séries live-action e animadas, livros, vídeo games e até mesmo um musical, que foi exibido no Brasil em 2012, com Daniel Boaventura e Marisa Orth como o casal Gomez e Morticia Addams.

No cinema, a criação gerou A Família Addams, grande sucesso de bilheteria de 1991, e, 2 anos depois, A Família Addams II’, ambos dirigidos por Barry Sonnenfeld. Anjelica Huston e Raul Julia interpretaram o casal Addams. Christopher Lloyd foi o Tio Fester (conhecido como Tio Chico no Brasil) e Christina Ricci viveu Wednesday Addams (Wandinha).

O terceiro filme, ‘O Retorno da Família Addams’, foi lançado diretamente em vídeo em 1998.

Havia ainda outro projeto em desenvolvimento desde 2010, uma animação em stop-motion que seria dirigida por Tim Burton. O longa, porém, foi recentemente cancelado.

Neil Gaiman, autor de ‘American Gods’, revela detalhes da série no novo vídeo

Já renovada para a segunda temporada, ‘American Gods‘ ganhou um vídeo apresentado por Neil Gaiman, autor da obra adaptada para o TV Show.

Confira, com o trailer:

Na trama de ‘American Gods‘, a Terra está sendo invadida por deuses novos e velhos, partindo da premissa que essas criaturas mitológicas existem devido à crença da população. Com o passar dos anos a fé em tais figuras foi se desfalecendo, abrindo espaço para novos deuses surgirem no mundo – estes alimentados pela obsessão nacional com a mídia, a cultura de celebridades, a tecnologia, etc.

Com estreia marcada para 30 de abril nos Estados Unidos, ‘American Gods’ terá 10 episódios em sua primeira temporada e é produzida por Bryan Fuller e Michael Green, além de contar com a supervisão de Gaiman em toda a produção.

O elenco é composto por Ian McShane, Ricky Whittle, Gillian Anderson, Emily Browning, Orlando Jones, Crispin Glover e Pablo Schreiber.

 

Selina ainda mais hilária na prévia da 6ª temporada de ‘Veep’

A HBO liberou a nova promo da sexta temporada de ‘Veep‘.

Com estreia marcada para 16 de abril, o TV Show mostrará a vida de Selina depois de ter saído da Casa Branca.

A expectativa é que a série caminhe ainda mais lado a lado com as repercussões do atual governo de Donald Trump.

Confira, com o trailer:

Crítica | Velozes e Furiosos 8 é diversão e adrenalina pura

Quando o primeiro ‘Velozes e Furiosos’ foi lançado em 2001, poucos imaginavam o sucesso que o filme se tornaria. Estrelado pelos então pouco conhecidos Paul Walker e Vin Diesel, o filme mostrava o submundo dos rachas de carro nas ruas de Los Angeles.

Com o público aumentando a cada filme e as bilheterias enchendo os bolsos da Universal Pictures de alegria, a franquia começou a tomar proporções maiores à partir do quarto filme e se transformou em uma saga de Heist Movies – aqueles filmes de assalto com tramas mirabolantes.

Apesar de ter aspirações maiores, os filmes nunca deixaram de lado as corridas de carro – mas adicionavam mais e mais elementos para deixar os fãs de filmes de ação felizes.

Após o grandioso sétimo filme, que nos marcou pela perda trágica de Paul Walker, a franquia volta a ganhar um filme megalomaníaco.

Ao invés de mestre James Wan, que nos entregou o filme mais sério e obscuro da saga com ‘Velozes e Furiosos 7’, a oitava incursão da franquia é comandada por F. Gary Gray, diretor de ‘Straight Outta Compton’ e mais de 30 vídeos musicais para cantores, como Ice Cube, Queen Latifah, TLC, Dr. Dre, Jay-Z e Mary J. Blige.

Gray traz sua marca para a produção, e entrega um visual frenético em um filme divertido, que aceita a patifaria do absurdo das cenas de ação e decide divertir seu público sem se levar a sério. E esse é o maior acerto do filme.

A família mais complicada do cinema está de volta em uma trama de vingança e traição.

Depois que Brian e Mia se aposentaram, e o resto da equipe foi exonerado, Dom e Letty estão em lua de mel e levam uma vida pacata e completamente normal.

Mas a adrenalina do passado acaba voltando com tudo quando uma mulher misteriosa faz com que Dom retorne ao mundo do crime e da velocidade, dessa vez traindo sua equipe e se aliando à ciberterrorista Cipher (Charlize Theron).

Tudo que os fãs mais amam é adicionado na mistureba em meio a uma trama dramática: corridas de carro, perseguições, fuga da prisão, submarinos… e dessa vez temos, pela primeira vez, uma chuva de veículos importados. Sim, é sério.

O elenco está mais canastrão do que nunca, o que é uma ótima notícia.

Vin Diesel se diverte interpretando o “vilão” da produção, enquanto é guiado pela MARAVILHOSA Charlize Theron, vivendo mais uma vez uma vilã maquiavélica (no melhor estilo ‘Branca de Neve e o Caçador’).

Dwayne Johnson dessa vez toma o protagonismo e entrega um personagem carismático, que serve como alívio cômico do filme. Outro que se destaca é Jason Statham, divertidíssimo.

E a grande surpresa fica pela curta – porém brilhante – participação da rainha Helen Mirren.

Velozes e Furiosos 8’ decide abraçar o lado canastrão da franquia, entregando o filme mais divertido e megalomaníaco até aqui.

Ainda que não seja melhor que ‘Velozes e Furiosos 7’, consegue adicionar novo gás para a franquia e provar que eles ainda vão muito muito longe, se bobear até o espaço sideral.

Assista em uma tela IMAX 3D!