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Após trailer, ‘Meu Malvado Favorito 3’ ganha cartaz

A vida de Gru sempre foi uma aventura. Ao lado dos Minions, praticou as maiores trapalhadas. Com as filhas Agnes, Margo e Edith e sua companheira Lucy (dublada por Maria Clara Gueiros), descobriu que era possível ser um malvado bonzinho.

Agora, Gru conhece Dru, seu irmão gêmeo.

Confira o cartaz que traz os dois personagens, e o trailer divulgado pela tarde:

Com direção de Pierre Coffin e Kyle Balda, a produção ‘Meu Malvado Favorito 3‘ traz de volta os personagens mais famosos da série: Gru, Agnes, Margo, Edith, Dr. Nefario e os atrapalhados Minions, além de agora apresentar Dru e o novo vilão Balthazar Bratt.

Produzido pela Illumination Entertainment, de ‘Minions‘ e ‘Sing – Quem Canta Seus Males Espanta‘, a animação chega dos cinemas em 29 de junho.

 

‘João e Maria: Caçadores de Bruxas 2’ é cancelado e vai virar série de TV

A enrolada sequência de ‘João e Maria: Caçadores de Bruxas‘ (Hansel e Gretel: Witch Hunters) foi cancelada pela Paramount Pictures.

Poucos meses após escolher o renomado diretor francês Bruno Aveillan para comandar o filme, o estúdio desistiu de levar o projeto à frente.

O motivo? O estúdio tem planos de transformá-lo em uma série de TV.

Segundo o Deadline, a série será focada na história do primeiro filme, que surpreendeu nas bilheterias: Com orçamento de US$ 50 milhões, arrecadou US$ 226,3 milhões mundialmente. O filme obteve mais sucesso fora do território norte-americano: arrecadou US$ 170 milhões no exterior, e apenas US$ 55 milhões nos EUA.

Em ‘João e Maria: Caçadores de Bruxas‘, depois de pegarem um gostinho por sangue quando crianças, João (Jeremy Renner) e Maria (Gemma Arterton) se tornaram vigilantes extremos, determinados a defender seu povo . Agora, sem que eles saibam, João e Maria passaram a ser a caça e têm que enfrentar um mal muito maior do que as bruxas… seu passado.

Gemma Arterton (‘Príncipe da Pérsia: As Areias do Tempo’) e Jeremy Renner (‘Atração Perigosa’) não devem retornar para a série, e serão reescalados por atores mais jovens.

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2ª temporada de ‘The OA’ já tem história definida

Em entrevista à Variety, a atriz Brit Marling e o diretor e roteirista Zal Batmanglij (O Sistema) revelaram que já planejaram a segunda temporada de ‘The OA‘ – que estreia na Netflix em 2018!

“Eu gostaria de ver essa história continuar … Brit [Marling] e eu já temos toda a história pronta”, afirmou Batmanglij. “Se acontecerá ou não, depende de vocês. De todo o mundo. Se as pessoas se conectarem com a série. A coisa toda é um enigma. Há muitas pistas. Muito poucas pessoas realmente descobriram todas as pistas”, afirmou.

A atriz Brit Marling também está empolgada com uma possível segunda temporada.

“Oh meu Deus, isso seria muito divertido. Nós gastamos três anos criando a matemática do labirinto e analisando histórias da mente que poderiam durar por horas e horas. Queríamos resolver o enigma. Queríamos saber o que estava no centro do labirinto no primeiro capítulo. Eu acho que essa é uma das coisas excitantes sobre onde deixamos o final, é que de certa forma, ele resolve em um sentido satisfatório, especialmente com os meninos, mas também deixa algo aberto. É emocionante deixar essa lacuna entre uma temporada e outra e ver como as pessoas se sentem sobre isso e o que eles estão pensando, e, em seguida, continuar a responder às perguntas”, concluiu.

Assista nossa crítica:

A série começa com uma jovem cega, em torno de seus vinte anos, Prairie Johnson (Brit Marling), que desapareceu, mas que volta à casa na qual cresceu, com a visão recuperada. Alguns a consideram um milagre, outros um mistério perigoso, mas Prairie se recusa a falar sobre seus sete anos desaparecida com seus pais e com o FBI.

Estão também no elenco Emory Cohen (Brooklin, O Lugar Onde Tudo Termina), Scott Wilson (The Walking Dead, Retratos de Família), Phyllis Smith (The Office), Jason Isaacs (Harry Potter, Corações de Ferro, Dig), Alice Krige (Jornada nas Estrelas: Primeiro Contato, Terror em Silent Hill), Patrick Gibson (The Tudors), Brendan Meyer (Mr. Young, O Hóspede) e em sua estreia, Ian Alexander e Brandon Perea.

Marling é a protagonista da série e Batmanglij dirige todos os episódios. Brad Pitt, Dede Gardner, Jeremy Kleiner e Sarah Esberg, da Plan B (produtora indicada ao Oscar por 12 Anos de Escravidão).

Common vai estrelar o thriller sobre vingança intitulado ‘Quick Draw’

O vencedor do Oscar Common vai estrelar um thriller sobre vingança intitulado ‘Quick Draw’.

Ainda sem muitas informações a respeito da trama, o pouco que se sabe é que ela se passa nos dias atuais, na cidade de Los Angeles e contará com intensas cenas de tiroteio, fugas e combates corpo-a-corpo.

O projeto será dirigido e roteirizado por Harris Goldberg e produzido por Lorenzo di Bonaventura.

As filmagens estão previstas para começarem ainda neste semestre e não há data de lançamento do filme até o momento.

Os 10 Melhores Desenhos da Disney da Era Pré-Digital

Com a estreia do remake live-action de ‘A Bela e a Fera‘ chegando, decidimos nos envolver de nostalgia e relembrar os Os  10 Melhores Desenhos da Disney da Era Pré-Digital, quando as animações ainda eram em 2D.

Vamos relembrar nossa infância?

 

10. Fantasia 

Fantasia‘ ganha em beleza e originalidade, mas perde em empolgação. Foi um grande fiasco para os estúdios. O filme é a reunião de várias sequências animada acompanhadas por músicas clássicas; a mais famosa – e divertida – é a do Mickey Feiticeiro. O desejo de Walt Disney era relançar todo o ano o filme com cenas novas. Mas o fracasso de bilheterias impediu o projeto. Anos depois, em 1999, uma continuação chamada Fantasia 2000 foi lançado, mantendo o mesmo nível técnico.

9. Pinóquio

Muita criança deixou de mentir depois do nariz grande de Pinóquio. A história do boneco de madeira que ganha vida e depois se perde na cidade deixando seu pai-criador preocupado foi um dos mais tocantes e delicados filmes da Disney. O amor entre criador e criatura era puro e a delicadeza dos traços dos desenhistas do estúdio coincidia com a fragilidade do protagonista. O filme também sabia gerar pavor: quanta angustia a sequência onde o protagonista vira um burro.

8. Cinderela 

A mocinha reprimida pelas irmãs, uma fada madrinha que lhe concede uma noite de princesa, um sapato deixado ao correr e um príncipe em busca do seu amor. Disney soube transpor para os desenhos a essência do conto de fadas clássico: a sensação de que uma gata borralheira só não é rainha porque lhe roubaram esse direito, mas um dia o príncipe virá resgatá-la. Sucesso nos cinemas e nas festas infantis.

7. A Dama e o Vagabundo 

Apenas duas palavras: romântico e fofo. O romance clássico entre uma dama e um vagabundo onde o amor supera barreiras. E fofo… ora, porque os cães eram lindo e o beijo com o macarrão é o auge da pureza explicita encobrindo o erotismo subliminar.

 

6. Peter Pan 

A Terra do Nunca é muito mais que o rancho de Michael Jackson. Lá, mora Peter Pan, o menino que não queria crescer. E é nessa terra de magia quer Wendy e seus irmãos são levados para viver aventuras com piratas e fadas miúdas. O filme foi baseado na peça de teatro homônima de J. M. Barrie, que inspirou muitas adaptações para teatro, livros e filmes. A versão da Disney, de 1953, continua a mais conhecida. Em 2004, a história do criador de Peter Pan foi levada às telas no longa “Em Busca da Terra do Nunca“.

5. A Bela Adormecida 

Entre os filmes onde a protagonista é uma princesa, este foi o mais equilibrado: há o romance clássico, que agradam às meninas, e ótimas cenas de ação para os garotos. E tem suspense, belas cenas, como a do castelo da Bela, e um das mais medonhas vilãs dos desenhos. O humor é garantido pelas fadas madrinhas!

4. Aladdin 

Aí, vem, o Príncipe Ali! Salve, o Príncipe Ali!” Anuncia a música enquanto Aladdin entra no reino de Agrabah como se fosse um grande príncipe! O filme pode parecer um pouco monótono para padrões atuais, mas foi febre a história do “pivete” que encontra uma lâmpada mágica. Pontos altos: as piadas, as músicas, as piadas do Gênio da Lâmpada, o próprio Gênio! Aliais, o filme inteiro é um ponto alto!

3. A Branca de Neve e os Sete Anões 

Não foi apenas uma obra-prima. Inaugurou da era dos desenhos. Foi com a história da menina que foge da madrasta e se refugia com sete anões que Walt Disney mostrou ser possível fazer desenhos animados em formato de longa-metragem. Mas o filme não é só isso: tem um belo acabamento, uma história bem contada, personagens antológicos e uma bela abertura. Recebeu um prêmio especial: um Oscar e sete Mini-Oscars.

2. A Bela e a Fera 

 Este só não é primeiro porque tinha que ter um segundo. Ótimos traços, algumas das mais belas músicas dos desenhos, bela história. O filme consegue evoluir do suspense para o romance e depois para a ação sem tropeços. O prólogo foi muito bem bolado: explica-se a maldição da Fera através de vitrais, como se a história estivesse encravada no castelo.

1. O Rei Leão 

Este tinha que estar em primeiro. Ação, aventura, romance, intrigas, traições, músicas, piadas. Se não fosse desenho e tivesse um pouco mais de pimenta poderia ser um seriado americano. A direção do desenho consegue mexer com os sentimentos da plateia: levam-nos da adrenalina ao nó na garganta rapidamente, como na morte do pai de Simba pela manada de gnus. Primeiro ficamos tensões com aquele estouro de manada, depois, choramos pela morte de Mufasa. O Rei Leão é o 32° longa da Disney e o primeiro com argumento original. Antes, os estúdios se inspiravam em fábulas e clássicos literários.

Depois dele, a Disney só alcançaram o mesmo sucesso com longas digitais.

’13 Reasons Why’: Novo vídeo traz a gravação da garota suicida

Com estreia marcada para 31 de março, ‘13 Reasons Why‘ teve seu mais novo vídeo liberado.

Nele, você ouve uma das gravações feitas por Hanna antes de morrer.

Baseada no best-seller de Jay Asher, a sériea companha Clay Jensen (Dylan Minnette) que, ao voltar da escola, encontra uma caixa misteriosa com seu nome na porta de casa. Dentro dela, ele encontra fitas-cassetes gravadas por Hanna Baker – sua colega de classe e paixão secreta – que cometera suicídio duas semanas antes. Nas fitas, Hanna explica as treze razões que a levaram à decisão de acabar com a própria vida. Será que Clay foi uma delas?

Confira, com o trailer e imagens:

13 Reasons Why‘ tem produção executiva de Tom McCarthy, Brian Yorkey, Selena Gomez, Joy Gorman e Kristel Laiblin.

A série estreia no Brasil dia 31 de Março.

 

‘Agents of SHIELD’ recria cartazes de todas as temporadas, mas com o tema da Hydra

A partir de abril,  ‘Agents of SHIELD entrará em um universo paralelo chamado Framework, uma espécie de experiência simulada em que os personagens poderão corrigir seus maiores erros e arrependimentos do passado.

Então, qual seria uma ótima maneira de fazer o público ficar ainda mais atento a nova mudança narrativa?!

Refazendo os cartazes da série, desde a primeira, mas com a Hydra como tema.

Confira, com as promos:

Crítica | A Bela e a Fera

Fantasia, magia, diversão… Muitos de nós devemos à Walt Disney grande parte das alegrias da nossa infância. O estúdio foi responsável por filmes que nos marcaram e nos fizeram chorar e sorrir com princesas guerreiras e animais encantadores.

Após décadas realizando as animações de maiores bilheterias da história, a Disney viu uma nova oportunidade no mercado: criar remakes live-action de suas maiores produções, nos brindando com ‘Malévola‘, ‘Cinderela‘ e ‘Mogli – O Menino Lobo‘.

Após quatro anos em produção, o estúdio finalmente lança seu projeto mais ambicioso até a data: a reimaginação live-action de ‘A Bela e a Fera‘. O filme original foi lançado em 1991 e se tornou a primeira animação a concorrer ao Oscar de Melhor Filme, arrecadando US$ 425 milhões mundialmente e se tornando um clássico instantâneo.

O novo filme traz quarenta minutos de cenas inéditas, unindo as tramas da animação com o musical da Broadway, o que rende novos números musicais e a adição de novas subtramas.

A Bela e a Fera‘ é um deleite visual orgástico, com uma fotografia digna de Oscar e cenas que enchem os olhos e nos encantam. Mas nem tudo são flores. A mensagem que o filme tenta passar pode ser aplicada nele mesmo: “Quem vê cara, não vê coração!“. Por fora belíssimo, por dentro falta sentimento.

Comandado pelo mediano Bill Condon, de ‘A Saga Crepúsculo – Amanhecer‘ e ‘Dreamgirls‘, o filme falha ao nos entregar emoção. Os diversos números musicais parecem ter saído diretamente do palco da Broadway, sendo extremamente teatrais e pouco inspirados. Ao invés de ajudar a trama, a cantoria acaba nos entediando e entregando partes importantes do enredo de uma maneira pouco interessante.

O roteiro escrito por Stephen Chbosky (‘A Série Divergente: Converge’) e Evan Spiliotopoulos (‘O Caçador e a Rainha do Gelo’) oscila entre momentos inspirados e diálogos desnecessários e repletos de clichês, como a necessidade de mostrar que a Bela é uma “mulher à frente de seu tempo” porque todos em sua cidade acham que ela “é estranha“, e que ela deveria se casar com Gaston porque se ficasse solteira seria uma “indigente pedindo dinheiro para os outros na rua“.

Emma Watson entrega uma protagonista insossa e com poucas expressões faciais. Prejudicada pela direção preguiçosa de Condon, a atriz não consegue convencer como Bela. Sentimos, em alguns momentos, que estamos assistindo Hermione em uma nova aventura mágica com uma Fera. Avada Kedavra!

Watson está totalmente travada durante as canções, com expressões corporais mecânicas. Os números musicais que deveriam trazer animação e euforia, deixam os cinéfilos bocejando de tédio. Uma pena, visto que esse era o grande diferencial da animação original.

Dan Stevens surpreende ao entregar uma Fera (sem as presas de baixo) mais humana e aprofundada, o grande acerto dessa produção. O personagem tem novos momentos no filme que mostram sua visão da história e seus sentimentos, incluindo um novo número musical (pouco inspirado, mas revelador).

O elenco de apoio é o grande destaque da produção. Josh Gad está hilário como Le Fou, o primeiro personagem gay da Disney (na verdade, o filme tem DOIS!). Ele traz um alívio cômico delicioso para o filme, com cenas divertidíssimas ao lado do Gaston – vivido sensacionalmente por Luke Evans, em uma ótima atuação.

Vale ressaltar também o ótimo trabalho de dublagem de Emma Thompson, Ian McKellen e Gugu Mbatha-Raw.

A Bela e a Fera‘ deve agradar por trazer de volta lembranças da nossa infância, mas mostra que a Disney tinha um grande potencial em mãos e deixou de aproveitá-lo por medo de se arriscar. É um filme visualmente encantador, porém mediano, que falha em nos entregar EMOÇÃO!

Assista nossa crítica:

‘Animais Fantásticos 2’ já tem previsão para começar a ser filmado

Segundo o My Entertainment World, as filmagens de ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam 2‘ já tem previsão para começar: em agosto, com locações no Reino Unido e Paris.

David Yates volta a dirigir, à partir de um roteiro de J.K. Rowling.

O elenco conta com o retorno de Eddie Redmayne, Johnny Depp e Zoe Kravitz.

Animais Fantásticos e Onde Habitam‘ ultrapassou a barreira dos US$ 800 milhões arrecadados mundialmente. O orçamento foi de US$ 180 milhões.

Crítica 1 | Animais Fantásticos e Onde Habitam (Nota: 9.0)

Crítica 2 | Animais Fantásticos e Onde Habitam (Nota: 8.5)

A autora e roteirista J.K. Rowling revelou que Eddie Redmayne continuará como protagonista na sequência de ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam‘, derrubando os boatos de que os próximos filmes teriam outros protagonistas.

Suposta sinopse de ‘Animais Fantásticos 2’ pode ter vazado 

Animais Fantásticos e Onde Habitam 2‘ estreia em novembro de 2018.

Confira nossa crítica em vídeo:

 

animais fantásticos e onde habitam

‘Get Out’: Diretor é o 1º afro-americano a bater recorde em sua estreia na direção

O terror com temática racista ‘Get Out’ continua impressionando o mundo com seu sucesso e acaba de atingir um novo recorde. O diretor e roteirista Jordan Peele se tornou o primeiro cineasta afro-americano a conquistar uma bilheteria de US$ 100 milhões em sua estreia na direção.

E os números da produção são cada vez mais positivos.

Em seu fim de semana de estreia, ‘Get Out’ faturou US$ 33 milhões. Ainda que o valor seja inferior aos grandes blockbusters, o terror não sofreu a mesma queda de arrecadação que filmes como ‘Logan’ tiveram.

Enquanto o último capítulo do Wolverine teve uma queda de 50% em sua segunda semana nos cinema, o filme de Jordan Peele teve uma queda de apenas 15%, fazendo com que a consistência e constância do sucesso da produção fosse maior.

Crítica | Get Out – Um dos filmes de terror mais ANGUSTIANTES da década 

De acordo com o site The Wrap, o diferencial de ‘Get Out’ foi justamente sua estabilidade na bilheteria, se destacando dentre outros filmes do gênero.

Segundo o portal, produções de terror normalmente tem maior movimentação em seu fim de semana de estreia. Mas com a obra de Peele a história foi diferente, levando o thriller a quebrar um segundo recorde de bilheteria, se consagrando como o filme mais rápido da produtora Blumhouse a atingir a marca de US$ 100 milhões. Get Out’ conseguiu o feito em 16 dias, três dias antes de ‘Fragmentado’, outro sucesso da empresa.

Vale ressaltar que a produção ainda não foi lançada fora do território norte-americano, o que pode ampliar ainda mais o sucesso do terror.

Get Out‘ foi feito com um orçamento referente a US$ 4 milhões, o que significa que a produção pode se tornar uma das mais rentáveis de 2017.

Em ‘Get Out‘ Chris (Daniel Kaluuya) é um jovem negro que planeja conhecer a família de sua namorada branca Rose (Allison Williams) em uma pequena cidade no interior dos EUA. No começo, ele acredita que o comportamento excessivamente amoroso por parte da família dela é uma tentativa de lidar com o relacionamento de Rose com um rapaz negro. Porém, Chris começa a percebe que a família esconde algo muito mais perturbador.

Assista, com o trailer:

Edward James Olmos, do filme original, é confirmado em ‘Blade Runner 2049’

Além de Harrison Ford, outro grande nome no elenco original de ‘Blade Runner‘ está de volta à sequência, ‘Blade Runner 2049‘.

Edward James Olmos, que interpretou Gaff, o criador dos icônicos origamis, revelou ao TheTRENDTalk a novidade.

Eu assinei um contrato de não-divulgação de sete páginas. Eu assinei, meu agente assinou, todos nós assinamos. Eu não posso falar mesmo. Eu não poderia falar, durante as filmagens, sobre isso com ninguém. Adivinha? Esta é a primeira vez que eu estou dizendo ao mundo inteiro que sim, eu vou viver Gaff em Blade Runner 2049. Mas a produção em em si não se direciona sobre Gaff, mas é sobre alguém que vai tentar descobrir certas coisas sobre nós naquela época. Meu papel é como se estivesse no original – naquela época eu só tinha quatro cenas, neste eu só tenho uma. Mas, novamente, é uma grandiosa cena.

Denis Villeneuve é quem dirige a produção.

Harrison Ford vive novamente o icônico Rick Deckard. Além de Ford, o filme é estrelado por Ryan Gosling, Robin Wright, Ana de Armas, Sylvia Hoeks, Carla Juri, Mackenzie Davis, Barkhad Abdi, David Dastmachian, Hiam Abbass e Lennie James. A produção executiva conta com Ridley Scott, que dirigiu o primeiro filme.

A sequência conta com a direção de Denis Villeneuve, que afirma que “Ridley Scott teve a ideia genial de unir ficção científica com film noir para criar essa visão única da condição humana. O novo ‘Blade Runner’ é uma extensão do primeiro filme”.

A história foi adaptada do romance ‘O Caçador de Androides’ (Do Androids Dream of Electric Sheep?), de Phillip K. Dick.

A estreia acontece dia 5 de Outubro.

Saiba porquê Rooney Mara não retorna como Lisbeth Salander em ‘A Garota na Teia de Aranha’

Que ‘A Garota na Teia de Aranha‘ seria o reboot da franquia ‘Millennium’, todo mundo realmente já sabia, mas ainda assim havia aquela esperança no retorno de Rooney Mara como Lisbeth Salander.

E no Twitter, o diretor Fede Alvarez justificou a saída de Mara e de Daniel Craig.

“Dizem que 50% do trabalho do diretor é o elenco. Se eu ficasse com o (incrível) elenco de Fincher, eu não estaria fazendo metade do meu trabalho.”

 

O anúncio do retorno de Lisbeth Salander, a aclamada personagem da saga ‘Millenium‘, criada por Stieg Larsson, foi feito nessa segunda-feira.

Em comunicado oficial, os executivos envolvidos no projeto comentaram sobre o assunto.

Para Sanford Panitch, presidente da Columbia Pictures,

“Lisbeth Salander é completamente única, provavelmente uma das grandes personagens femininas de toda a história da literatura. O trabalho de David Lagercrantz na continuação da série realmente honra a obra-prima de Stieg Larsson. Nós na Sony estamos honrados em fazer parte dessa série, junto com a Yellowbirds, e estamos muito animados em fazer um filme original de A Garota na Teia de Aranha. Fede Alvarez foi a escolha perfeita para a direção. Ele é diretor incrível, com uma visão excepcional”.

Alvarez acrescentou:

“Eu estou extremamente animado e agradeciso por essa oportunidade. A Sony se tornou uma família para mim e eu não consigo nem pensar em algum projeto mais empolgante do que esse para celebrar a nossa relação. Lisbeth Salander é o tipo de personagem que qualquer diretor sonha em trazer à vida. Nós já temos o roteiro e agora vem a parte mais divertida – encontrar a nossa Lisbeth”.

A produção do filme começa em setembro.

A adaptação hollywoodiana de ’Millennium – Os Homens Que Não Amavam as Mulheres’ (2011) faturou US$ 232 milhões nas bilheterias para um orçamento de US$ 90 milhões.

‘Legends of Tomorrow’ vão para o espaço no clipe do episódio 2×14

O canal CW liberou o novo clipe de ‘Legends of Tomorrow‘ para o episódio de logo mais à noite.

Assista:

Greg BerlantiAndrew Kreisberg e Marc Guggenheim, criadores de ‘Arrow’, são os showrunners da série.

Quando os heróis não são suficientes, o mundo precisa de lendas. Depois de ter visto o futuro, um deles desesperadamente vai tentar impedir que isso aconteça: o viajante do tempo Rip Hunter, que recebe a tarefa de montar um grupo diferente, composto tanto por heróis quanto vilões, para enfrentar uma ameaça imparável, onde não só o planeta está em jogo, mas o próprio tempo também. Poderá este time desorganizado derrotar uma ameaça imortal diferente de tudo que já conhecemos?

Preview de ‘Arrow’ mostra o que você pode esperar do episódio 5×16

A seguir, você confere o preview com várias cenas inéditas do episódio de ‘Arrow‘ que será exibido amanhã no canal CW.

Assista:

‘Arrow’ pode fazer participação especial em ‘Supernatural’

Elenco de ‘Arrow’ comenta sobre o episódio de número 100 da série

Arrow‘ é exibida pela Warner Channel no Brasil.

Punho de Ferro | Primeiras Impressões

O Homeless louco que você respeita

Nesta sexta-feira, dia 17 de março, estreia no colosso Netflix a mais nova produção da Marvel, Punho de Ferro. A série adapta novamente um personagem da casa de ideias, o último a ganhar uma série própria, antes da junção em Os Defensores, que trará a união de Demolidor (o único com duas temporadas no currículo), Jessica Jones, Luke Cage e do próprio. O CinePOP recebeu a oportunidade de assistir aos seis primeiros episódios do programa antes de sua estreia oficial, e comentaremos para você nossas impressões iniciais do novo programa em uma rápida análise.

Origem

Punho de Ferro nasceu na década de 1970, e assim como a criação de Luke Cage (que pegou carona na onda do cinema negro da época, a chamada blaxploitation), o herói é reflexo da febre kung fu que também tomava conta do período, gerando na TV e cinema (além de outras mídias) um verdadeiro fenômeno cultural. A Marvel, como sempre foi visionária e seguidora (ou ditadora) de tendências, não demorou a aderir ao filão com o personagem. De fato, nos quadrinhos a dupla 70´s (Cage e Punho) chegou inclusive a trabalhar junta, conhecidos como Heróis de Aluguel. É sabido também que Punho de Ferro, até mais que Luke Cage, é um personagem obscuro, do time B (ou C) da empresa.

Trama

Na trama, Danny Rand é um rico herdeiro de uma empresa, que retorna para sua cidade após um longo período afastado, no qual todos davam por certa a sua morte. Uma vez de volta, Rand repara que tudo mudou e precisa iniciar uma jornada por justiça com as próprias mãos, já que no tempo que ficou afastado, também recebeu treinamento para se tornar um exímio guerreiro. Soa familiar? Sim, você não estará de todo equivocado se pensou que a trama de Punho de Ferro lembra demais a de um famoso herói da rival DC, em cartaz no canal CW – a estrutura aqui é muito similar a de Arrow. No entanto, Punho de Ferro carece do carisma e energia do programa rival citado, que sobressaem sua narrativa de folhetim.

Considerações

Punho de Ferro igualmente possui narrativa e estrutura de folhetim, com diálogos capengas, muita filosofia de boteco e personagens rasos e estereotipados. Espera-se certo nível de qualidade em séries da parceria Marvel / Netflix, que até o momento entregaram novidades suficientes para requererem o topo do que é produzido no território hoje. Tal nível de esperteza e insight não é encontrado no novo programa, fazendo dos primeiros episódios uma missão ingrata de ser suplantada. Ao contrário de Oliver Queen, que é recebido de volta de braços abertos por amigos, familiares e pela própria cidade, Danny Rand passa por uma verdadeira epopeia para conseguir provar quem é. Mas também não é por menos, já que após um desastre de avião que matou seus pais, ele foi dado como morto. Quando reaparece anos mais tarde, descalço, com a aparência de mendigo e sem provas de ser quem afirma, naturalmente é tratado com descrença.

Seu comportamento psicótico (ele insiste e usa de violência para conseguir o que deseja) faz com que seja expulso, vivendo como sem teto, para depois ser internado em um sanatório. Não é pura diversão? É exatamente o que desejamos de uma série de heróis: melodramas sobre perda de identidade, políticas aborrecidas sobre o mundo empresarial e uma visita a torturantes hospitais psiquiátricos. O plano da Marvel de reunir os quatro personagens citados em um único programa quase foi reestruturado, quando a segunda temporada de Demolidor trouxe um personagem ladrão de holofotes. Trata-se do matador Justiceiro, vivido de forma intensa por Jon Bernthal, chamando tanta atenção que quase substituiu Rand como um dos Defensores. Boatos inclusive circularam do cancelamento de Punho de Ferro, aparentemente um personagem difícil de ser adaptado e repaginado.

A Marvel, no entanto, optou por seguir em frente com o plano original, topando o desafio, mas também garantindo uma série própria para o ex-policial vingador Frank Castle. São muitos problemas que percebemos no resultado do programa, sendo um dos principais a falta de uma identidade que o separe das milhares de produções sobre o tema misticismo e artes marciais. Punho de Ferro não vai ao fundo da questão de forma séria, apenas esboçando entender do que fala. O resultado soa como aquele bêbado chato que se atina a filosofar e proferir histórias sem sentido, se passando por entendedor.

Personagens

Danny Rand não é um personagem especialmente carismático, isso se deve muito porque ninguém lhe dá credibilidade – e não podemos culpá-los, afinal ele não passa nenhuma. Se vivesse no mundo real, ninguém lhe daria atenção, já que não devemos sair falando para pessoas que não vemos há anos e desconhecidos coisas que soam irreais ou seremos confundidos com loucos. Dito e feito. O roteiro é mal resolvido e estruturado, criando personagens que variam de ruins a medíocres. Voltando para o protagonista, o intérprete Finn Jones não faz um bom trabalho como um jovem atormentado e sem lugar no mundo, falta-lhe graça no papel, ao mesmo tempo não conseguindo atingir a nota almejada para passar segurança como um aprendiz rumo ao domínio pleno de sua arte. Pense em Mark Hamill no papel de Luke Skywalker.

A entrega de certas falas e diálogos da boca de Jones soam forçadas e sem a veracidade necessária. É como se não acreditasse verdadeiramente nelas. A seu favor podemos dizer que poucos dominariam a façanha, já que o texto fica na tênue linha do ridículo. O mesmo pode ser dito da parceira de aventuras do protagonista, Colleen Wing (Jessica Henwick), dona de uma academia de artes marciais, que acolhe o sujeito, e nas horas vagas luta vale tudo derrotando sem poderes homens com o triplo de seu peso. A química entre os dois é zero. Quem se sai melhor é a experiente Jessica Stroup (The Following), no papel de Joy Meachum, amiga de infância e atual diretora da empresa Rand, ao lado do irmão Ward Meachum (Tom Pelphrey). Os irmãos são os personagens mais interessantes da série.

Existem ainda aparições de personagens das outras séries da casa, interligando este universo como de costume. Tais personagens, que não valem ser mencionados ainda, são parte da trama, e não apenas pincelados a esmo.

Resumo

Os primeiros episódios de Punho de Ferro demoram a engatar, nunca conseguindo atingir o ápice esperado. Se fosse um programa normal de TV, aonde a busca pela audiência é conquistada em uma briga mais violenta, talvez já tivesse sido cancelado. O formato de produção Netflix transforma programas televisivos em obras fechadas, como longa metragens de 13 horas de duração. E neste aspecto, como diriam críticos renomados do passado: “se um filme não mostra a que veio no primeiro rolo, dificilmente ele se recupera”. Espero que esta máxima não valha para Punho de Ferro. A verdade é que depois que Marvel lançou seus primeiros programas, espera-se certo nível de qualidade, certamente não atingido aqui. Punho de Ferro não empolga e não envolve, deixando escassas as cenas de ação e reviravoltas. Danny Rand precisará sacudir a poeira e dar a volta por cima se quiser manter o ritmo de seus colegas em Os Defensores.

Diretor de ‘Power Rangers’ explica o conceito dos Zords e a mitologia dos Rangers

Durante uma entrevista com o site Collider, o diretor do novo ‘Power Rangers’, Dean Israelite, falou sobre o novo design escolhido para os Zords, além de comentar sobre como ele pretende expandir a história do passado:

“A ideia dos Zords é que eles são máquinas que tomam a forma dos organismos mais poderosos do planeta em que estão inseridos. Quando esses Zords vieram à Terra, dinossauros reinavam supremo e eles tomaram a imagem e o espírito desses dinossauros – esta é a mitologia que colocamos no filme. Mas no conceito que criamos, eles devem ser inspirados por esses animais – não uma versão real e literal disso, então nós decidimos que queríamos ter liberdade para criar este conceito também”.

Israelite também comentou sobre a estética única feita para o filme, com o objetivo de separar ‘Power Rangers’ de sagas como ‘Transformers’ e ‘Star Wars’. Para atingir essa proposta, ele e sua equipe de criação projetaram uma perspectiva orgânica sobre tudo, contrapondo a ideia de criar designs de monstros simplesmente mecanizados. Para focar nos elementos alienígenas dos Zords, o diretor falou sobre a liberdade em fazer adequações:

“O outro componente é quase mais um componente prático. Nós olhamos para estas renderizações e criamos um espaço 3D e observamos como eles devem se mover, e você aprende muito com isso. E o mastodonte é tão grande que nós percebemos que com as pernas adicionadas ele se movimentaria melhor em um ambiente CG, e nós seríamos capazes de torná-lo uma máquina mais ágil. Então o resultado pareceu mais prático. Se você fosse um alienígena criando esta máquina, você gostaria que esses membros fossem adicionados. “

 

Escrita por Ryan Parrott (‘Star Trek: Academia da Frota Estelar’, ‘Batman: Portões de Gotham’), com arte de Lucas Werneck e capa ilustrada de Greg Smallwood, ‘Power Rangers: Aftershock‘ (‘Power Rangers: Depois do Choque‘) será lançada no dia 29 de março do próximo ano. A sinopse não revela muito sobre a história, até porque se tratando de uma sequência direta do filme ela poderia revelar algum spoiler do longa. 

Dirigido por Dean Israelite, ‘Power Rangers‘ acompanha a trajetória de cinco adolescentes comuns, que descobrem dons extraordinários quando eles percebem que a sua pequena cidade, Angel Grove, e o mundo inteiro está a beira de ser extinto por uma ameaça alienígena. Escolhidos pelo destino, os jovens heróis descobrem rapidamente que eles são os únicos que podem salvar o planeta. Mas, para isso, eles terão que superar seus problemas da vida real e se unir como os Power Rangers. O elenco da ficção inclui Dacre Montgomery (Ranger Vermelho), Becky G. (Ranger Amarelo), Ludi Lin (Ranger Preto), Rj Cyler (Ranger Azul), Naomi Scott (Ranger Rosa), além de Elizabeth Banks e Bryan Cranston.

O filme estreia em 23 de Março de 2017.

‘Power Rangers’: Teoria afirma que Rita Repulsa era a Ranger Verde; Entenda! 

Ator de ‘The Flash’ faz campanha para estrelar reboot de ‘Power Rangers’

Os ‘Power Rangers‘ tiveram um filme lançado nos cinemas em 1995, dirigido por Bryan Spicer.

 

 

‘The Claim’: Suspense escrito por Damien Chazelle antes de ‘La La Land’ vai virar filme

O premiado cineasta Damien Chazelle vai assumir um projeto bem diferente de seu musicalLa La Land: Cantando Estações’.

O vencedor do Oscar vai ver seu roteiro do thriller com temática de mistério, ‘The Claim’, chegará aos cinemas em 2018 – após anos aguardando um estúdio para financiá-lo.

Em 2010, o roteiro do projeto esteve entre os melhores scripts não produzidos da famosa Black List – a lista que reúne iniciativas que estão a procura de estúdios financiadores. Após sua grandiosa vitória com ‘La La Land’ em inúmeras premiações, ‘The Claim’ foi adquirido pela Oceanside Media e Route One Entertainment. Ainda que o material seja seu, as chances de ele assumir a direção são pequenas, de acordo com o site Den of Geek.

The Claim’ conta a história de um pai solteiro que está tentando descobrir o que aconteceu com sua filha que fora sequestrada, à medida que também luta contra um outro casal, que afirma que a menina de fato pertence a eles.

Primeiro filme em animação do ‘Godzilla’ estreará na Netflix

A Netflix e a Toho anunciaram em comunicado oficial que ‘Godzilla‘, o primeiro filme em animação do monstro, vai ser levado a 190 países pela plataforma.

O longa, que ainda não tem data de estreia definida, chegará ao streaming um dia após sua estreia nos cinemas japoneses.

A expectativa é que o primeiro trailer saia ainda este mês.

A direção e o roteiro ficarão à cargo, respectivamente, de Kobun Shizuno e Gen Urobuchi, considerados um dos grandes nomes orientais da atualidade quando o assunto é animação.

Confira a primeira arte conceitual:

godzilla

 

‘Snatched’: Comédia com Amy Schumer ganha comercial muito divertido

Amy Schumer liberou em suas redes sociais o mais novo comercial de ‘Snatched‘, em que estrela ao lado de Goldie Hawn a mais nova comédia dos estúdios Fox.

Confira, com o trailer:

Depois ser deixada pelo namorado na véspera das suas férias exóticas, Emily Middleton (Amy Schumer) convence a mãe super-protetora, Linda (Goldie Hawn), a viajar com ela para um lugar paradisíaco. Porém, Emily e Linda percebem que trabalhar suas diferenças como mãe e filha é a única maneira de escapar da aventura selvagem e perigosa em que acabam se metendo.

O elenco ainda conta com Ike Barinholtz (‘Esquadrão Suicida‘), Wanda Sykes (‘Black-ish‘) e Christopher Meloni (‘Law&Order: SVU‘).

A direção é de Jonathan Levine (‘Meu Namorado é Um Zumbi‘), com roteiro de Katie Dippold (‘As Bem Armadas‘, ‘Caça-Fantasmas‘).

Nos EUA, ‘Snatched‘ tem data estreia marcada para 12 maio de 2017.

Série baseada em ‘Operação Big Hero’ é renovada para a 2ª temporada

O canal Disney XD anunciou a renovação da série inspirada na animação ‘Operação Big Hero‘.

A série continua a história de onde o filme parou, e traz novas aventuras de Hiro e do robô Baymax.

A estreia da nova leva de episódios está marcada para setembro.

Mark McCorkle e Bob Schooley (‘Kim Possible’) serão os produtores executivos, e a estreia é prevista para meados de 2017.

Operação Big Hero‘ alcançou US$ 658 milhões na bilheteria mundial, superando ‘Enrolados’ e ficando atrás apenas de ‘Frozen – Uma Aventura Congelante’ (US$ 1,2 bilhão).

Primeira animação da Disney com personagens da Marvel Comics e vencedora do Oscar, ‘Operação Big Hero‘ é comédia de ação e aventura sobre o prodígio Hiro Hamada, brilhante em robótica, que aprende a dominar seu gênio — graças a seu brilhante irmão Tadashi e seus amigos: Go Go Tamago, movida a adrenalina; Wasabi, cuja obsessão é organização; Honey Lemon, especialista em química; e Fred, fã de mangás. Quando uma devastadora sequência de eventos os coloca bem no meio de uma trama perigosa que acontece nas ruas de San Fransokyo, Hiro recorre a seu companheiro mais próximo — um robô chamado Baymax — e transforma o grupo em uma equipe de heróis de tecnologia de ponta determinados a desvendar o mistério.

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