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Crítica | John Wick: Um Novo Dia para Matar

Vestido para Matar

John Wick: Um Novo Dia para Matar é um filme de ação elegante, glamouroso e muito sofisticado. Para termos uma ideia, o matador de aluguel vivido por Keanu Reeves anda em círculos tão refinados que daria certa inveja ao espião badalado James Bond. Assim como no primeiro De Volta ao Jogo (2014) – os títulos no Brasil deverão causar certa confusão ao espectador desavisado, mas trata-se de uma sequência do filme citado – tudo é esteticamente belíssimo, se tornando um filme de encher os olhos e elevando o conceito de veículos de ação a outro patamar.

Mal comparando, os filmes poderiam ter sido dirigidos por Nicolas Winding Refn, caso o dinamarquês estiloso resolvesse deixar o conceitual cinema de arte de lado brevemente e aderisse ao cinemão pipoca. A forma é impecável neste nível. Existem inúmeras referências aqui, e as brincadeiras no roteiro chegam lado a lado com a beleza visual. A cena de abertura é uma prova disso, quando com poucos segundos, um prédio serve de tela para a projeção de um filme antigo estrelado por Buster Keaton, ator clássico da era de ouro, conhecido por suas performances físicas. Logo em seguida, uma moto rasga o asfalto, tombada, sem piloto. O filme nos mostra que já pegamos o bonde andando, e uma cena de ação se desenrola tão rapidamente, que sequer nos espera chegar para acompanhá-la. Esse é o nível de adrenalina que estará presente durante toda a exibição.

Novamente escrita por Derek Kolstad e dirigida por Chad Stahelski (sem a ajuda do parceiro David Leitch, confirmado na sequência de Deadpool), a trama continua imediatamente de onde o primeiro longa parou, e traz John Wick, o melhor matador profissional de que se tem notícia, indo atrás de seu carro. Uma vez recuperado o veículo, após a melhor sequência de ação de toda a obra, Wick está pronto para ser deixado em paz. A dor da perda da esposa ainda paira, mas a companhia canina foi substituída e lhe dá apoio. No entanto, se terminasse assim não teríamos um novo filme. Desta forma, Wick recebe a visita de Santino D´Antonio (Riccardo Scamarcio), um poderoso chefão, a quem deve lealdade (velada a sangue) – segundo a regra dos assassinos. O sujeito vai até Wick cobrar o favor: que mate sua irmã em Roma para que assuma os negócios da família. E como promessa é dívida, Wick precisa Voltar ao Jogo mais uma vez, com o perdão do trocadilho.

Pode-se dizer que Um Novo Dia para Matar é maior em tudo em relação ao filme original, e talvez justamente aí esteja o problema. Embora seja bem sucedido na maioria dos quesitos, o longa parece tentar demais, caminhando na tênue linha da diversão e do teor over. De Volta ao Jogo encontrou valor de entretenimento onde outros filmes de mesmo tema, como O Protetor (com Denzel Washington), se levaram a sério. Era uma mistura de videogame com quadrinhos, embora não tenha sido baseado em nenhuma das duas fontes. Se tornou um sucesso surpresa, então era natural que uma sequência ocorresse. Mas como continuar sem se tornar repetitivo e mostrar novidades em relação ao que já havia sido tentado? A resposta é: injetando mais arte e certa criatividade na mistura.

A cena que abre o filme é cinema de ação com qualidade estampada. Planos sequência, cenas sem corte, pouco uso de efeitos de computador, e a maioria das performances feitas na marra, como nos bons tempos. É lindo de se ver. Temos também uma viagem para Roma sobrando no orçamento mais folgado, o que deixa John Wick com ares internacionais, entrando realmente na alçada das grandes produções do gênero. A contagem de corpos também é maior, transformando trechos inteiros em reais banhos de sangue. A certa altura, fiquei imaginando um marcador no canto da tela, assim como em Top Gang! 2 – A Missão (1993) – creio que John Wick seria um forte concorrente ao troféu de “filme com mais mortes”. São muito headshots.

Na parte das referências legais e participações especiais bacanas, temos a volta de Ian McShane, como Winston, o “juiz do jogo”, o rapper Common reprisando o papel do assassino rival Cassian, Lance Reddick como o concierge Charon, mais flashbacks da esposa morta Bridget Moynahan, John Leguizamo como um mecânico, a musa blockbuster do momento Ruby Rose (de xXx: Reativado e Resident Evil 6: O Capítulo Final) como uma matadora muda bem bad ass, Laurence ‘Morfeu’ Fishburne – recobrando a parceria com Keanu ‘Neo’ Reeves, em momentos de pura descontração – e um certo astro de faroestes lendário, que não vale mencionar para não estragar a surpresa.

Em contraponto, no lado negativo, apesar de toda a plasticidade extasiante, o conteúdo pode se tornar repetitivo, a menos que você não se incomode de ver corpos sendo descartados por quase 2 horas. Em comparação com o filme original, Um Novo Dia para Matar perde pela falta de originalidade e de certo frescor. No entanto, a vontade é tanta na continuação, que a energia contagia fazendo desta uma das melhores sequências de tempos recentes, tão boa ou melhor que seu antecessor. E se você adorou os dois filmes e mal espera por um retorno do matador, talvez nem precise sentar para esperar, já que a porta é deixada escancarada aqui, e o falatório em torno da terceira parte toma conta da mídia.

Crítica | A Cura

Stephen King esteve aqui

A Cura, nova superprodução de terror da FOX, pode ser definida com o termo “muita cobertura e pouco recheio”.

Quando me deparei com o tempo de duração do longa, de 146 minutos, me surpreendi. Dificilmente ganhamos um produto mirado ao grande público, com tamanha ambição. Ainda mais um produto que pretende ter fácil acesso e consumo rápido, como geralmente se portam os filmes de terror de shopping. Uso esta definição para me referir ao tipo de terror mais popular – que nem por isso precisam ser ruins, a prova são os recentes Invocação do Mal 2, Quando as Luzes se Apagam e Ouija 2. Tais filmes fazem uso de uma montagem dinâmica, bom ritmo e tempo de duração mediano.

Com 146 minutos de projeção, dificilmente um longa mirado ao público jovem, será consumido de maneira rápida. Para termos uma ideia, filmes cultuados, da década de 1980 e 1990 precisaram diminuir seu tempo de duração original, como forma de estratégia, para lucrarem mais.

Veja bem, um filme menor cabe em mais sessões durante o dia, multiplicando sua bilheteria. Tradução, a proposta de se ter “um épico” do terror, com duas horas e meia, é um risco financeiro. O fato seria justificado se fosse essencial à obra cinematográfica.

Se fosse o caso do diretor não querer sacrificar a integridade da produção, e já funcionou bem no passado, em especial nas adaptações de Stephen King (dono de longos textos).

Outro ponto que vale ser mencionado é que ao contrário de muitos filmes atualmente, A Cura não te engana. Ele é exatamente o que propõe em suas prévias e trailers, e o problema, de longe, não está aí.

A trama, escrita por Justin Haythe (dono da história e roteiro), apresenta um bom protagonista, o ambicioso yuppie Lockhart (defendido corretamente por Dane DeHaan). O jovem sobe de cargo na empresa onde trabalha, após o infarto fulminante do antecessor, e de cara recebe uma tarefa da cúpula de diretores.

Ele precisa trazer de volta, de um SPA nos Alpes Suíços, um dos membros do alto escalão da companhia, já que sem sua assinatura um grande negócio não será concluído. Então, o intrépido protagonista parte para sua descida pessoal ao inferno, de forma desavisada.

Todo bom protagonista precisa ter seu calcanhar de Aquiles, ainda mais quando irá se defrontar com um tremendo mal em seu caminho.

Aqui, nosso “herói” é dono de um passado nebuloso, com o suicídio do pai – a quem considera fraco – latente em sua memória, e a mãe confinada num asilo. Cumprir sua missão é tudo que o interessa, mas o feito se mostrará mais complexo do que aparenta.

No local, existem diversas lendas, entre a hostilidade dos moradores de um vilarejo próximo a esta clínica de luxo, por exemplo – que o roteiro poderia ter explorado melhor.

A lenda mais chamativa e que será mais relevante para a trama diz respeito ao dono original da propriedade, um Barão com sintomas de Hitler, que decide sair em sua jornada pessoal atrás da linhagem pura. Para isso, casa com a própria irmã, com o objetivo de procriar, se voltando contra Deus. Esta abominação faz com que os aldeões matem a mulher na fogueira e incendeiem o local profano. Não é lindo?

Deu para sacar que o SPA visitado pelo protagonista não é o local mais santo do mundo, pelo contrário. É justamente este o palco aonde irá se desenrolar A Cura, entre aparições, alucinações, funcionários muito suspeitos e pacientes alheios ao que verdadeiramente acontece, o longa mistura de tudo um pouco – dos contos de Stephen King, como Louca Obsessão (o motivo inicial do protagonista não “picar a mula” de imediato), até Ilha do Medo (de Martin Scorsese).

Dane DeHaan, um ator-personagem que se especializou em tipos excêntricos, interpreta contra este tipo, rendendo uma boa performance como o homem sério, o sujeito a quem as coisas acontecem durante o filme. O personagem que será desafiado pela insanidade presente neste hotel de luxo assombrado.

No lado positivo, A Cura é um filme belíssimo. A fotografia do iugoslavo Bojan Bazelli (O Chamado) somada à direção de arte da equipe de Grant Armstrong (Os Miseráveis) impressiona e nos faz pensar que talvez seja mais do que um filme de puro escapismo mereça. De qualquer forma, apenas acrescenta ao clima gélido do local, transformando este blockbuster de suspense em pura arte.

As atuações são boas, em especial, além do protagonista, as de Jason Isaacs, na pele do enigmático Dr. Volmer, o diretor da clínica, e Mia Goth (Ninfomaníaca – Volume 2), que interpreta a misteriosa Hannah, a paciente mais jovem do lugar. Outra qualidade da obra é manter nosso interesse até o desfecho, construindo cenas intrigantes o suficiente para nos manter questionando a cada momento o que está por vir.

No entanto, nem tudo são flores em A Cura, e a pergunta que a maioria deve estar se fazendo é: como se sai o novo terror do diretor Gore Verbinski em comparação ao já icônico O Chamado (2002) – melhor que todas as versões japonesas, digam os puristas o que quiserem.

Bem, devo começar dizendo que talvez chamar A Cura de terror não seja justo. Ao menos não no sentido tradicional, como O Chamado, por exemplo.

O objetivo de se tornar um thriller psicológico fica claro, já que Verbinski não se apoia na trilha sonora ou em imagens piscando rapidamente na tela para causar medo. O que faz o filme raramente ou nunca ter este poder sobre o público.

A sensação é a de que o filme nunca decola.

O grande demérito aqui vai para a direção de Verbinski e a edição, que criam um filme longo demais (o tópico abordado no início do texto) desnecessariamente.

A Cura, para funcionar, precisava ser mais enxuto, mais podado. Diversas cenas se repetem e se amontoam, trazendo uma tremenda sensação de deju vu. A obra não é objetiva, não é dinâmica. Seu ritmo é demasiadamente lento, e aqui isso é uma qualidade negativa, pois leva horas construindo o clima, a tensão e uma trama, tudo que o público já conseguiu entender há muito tempo, sem que o longa saia da estagnação. Seria o momento de uma nova etapa.

O desfecho finalmente abraça a loucura e o ridículo, assumindo tintas do cinema trash (que me lembrou os clássicos dos anos 1970 da produtora Hammer), mas aí já é tarde demais, destoando do tom pseudo sisudo apresentado durante toda a projeção. Infelizmente, A Cura promete entediar mais do que assustar.

Crítica | Aliados

Depois de diversos trabalhos impactantes na indústria cinematográfica mundial, como Forrest Gump, a trilogia De Volta para o Futuro, O Náufrago e tantos outros, o cineasta norte americano Robert Zemeckis volta às telonas para mostrar uma trama repleta de referências a filmes antigos de espionagem, onde o amor transborda e as escolhas viram conseqüências angustiantes.

Aliados, protagonizado pelos excelentes atores Brad Pitt e Marion Cotillard, ytaz uma trama repleta de ação e suspense com revelações que se transformam em grandes reviravoltas ao longo dos intensos 124 minutos de projeção.

Na trama, ambientada no começa da década de 40, conhecemos o tenente coronel franco canadense Max Vatan (Brad Pitt), um espião em tempos de guerra que recebe uma missão em Casablanca, no Marrocos.

Durante essa missão, que quase termina em tragédia para seu lado, conhece a bela e misteriosa agente francesa Marianne Beausejour (Marion Cotillard). Após conseguirem sair vivos da missão, ambos se apaixonam perdidamente e resolvem se casar e construir uma família. O problema maior dos pombinhos é que tempos mais tarde, Max é alertado por altas patentes do lado que luta que a esposa na verdade é uma espiã nazista que rouba essa identidade tempos atrás. Sem saber em quem acreditar e duvidando de tudo e todos, Max parte em uma missão pessoal que é descobrir a verdade sobre sua esposa.

Indicado ao Oscar, apenas na categoria de Melhor Figurino, o filme não deixa de ser uma pequena homenagem para o público que curte os filmes de espionagem. O roteiro, assinado pelo britânico Steven Knight (dos ótimos Locke e Senhores do Crime), é bem detalhista, tem grandes cenas de ação, uma espécie de clima noir no ar e muito suspense, estampado praticamente durante toda a fita pelas ações e descobertas dos personagens. É o típico filme que temos que esperar até a última cena para descobrir como montar as peças que faltam no tabuleiro.

A parte do romantismo e da descoberta do amor, lembra muito alguns filmes antigos na época dos lendários cineastas Michael Curtiz, Irving Rapper e tantos outros. Sempre com traumas e amores quase impossíveis ou muitas vezes sem aquele grande final feliz que todos esperam. O filme ganha contornos eletrizantes nos arcos finais, onde vira uma grande busca pessoal do protagonista para saber, na verdade, se tudo aquilo que viveu, sentiu com sua esposa era real ou fazia parte de um grande plano manipulador por conta dos objetivos da guerra, acima de tudo.

Aliados tem muitos méritos. Não é um filme inesquecível, mas é um filme para ser visto. Robert Zemeckis é um dos diretores mais acima da média em atividade, merece sempre a conferida dos cinéfilos.

Crítica | Lion – Uma Jornada para Casa

Veja os problemas como pequenos milagres que podem trazer-lhe sabedoria e mudança. Baseada na obra A Long Way Home, de Saroo Brierley (protagonista da história), ‘Lion – Uma Jornada para Casa‘ é um filme que comove mesmo com alguns problemas no seu confuso roteiro.

Dirigido pelo cineasta australiano Garth Davis, em sua primeira aventura em longas de ficção, o filme foi indicado ao Oscar 2017 nas categorias Melhor Filme, Melhor Ator Coadjuvante (Dev Patel), Melhor Atriz Coadjuvante (Nicole Kidman), Roteiro Adaptado e Fotografia. Mesmo com essas indicações todas, talvez seja um dos filmes mais fracos na forte lista de filmes da principal premiação de cinema do mundo.

Na trama, conhecemos a incrível história de Saroo Munshi (Sunny Pawar na fase criança e Dev Patel na fase adulta), um menino que com cinco anos acaba se perdendo de seu irmão mais velho em uma estação de trem na Índia e acaba vivendo dias intensos fugindo de diversos obstáculos e tendo a sorte de conseguir encontrar um lar bem longe dali, na Austrália, através da adoção do casal John (David Wenham) e Sue (Nicole Kidman).

Quando mais velho, acende dentro dele um enorme desejo de reencontrar sua família na Índia e assim, com a ajuda do Google Earth, consegue bolar um plano para tentar encontrá-los mesmo que isso mexa demais com sua atual vida e principalmente com seus relacionamentos com a família e a namorada Lucy (Rooney Mara).

O primeiro arco da fita é muito interessante e nos dá uma grande base de informações para entendermos parte da incrível história mostrada, acompanhamos todas as dificuldades e desafios, com muitas pitadas de sorte, que o jovem protagonista enfrentou até conseguir ser adotado por uma família australiana. Mas a partir do segundo ato, já na fase adulta do personagem principal, tudo se confunde, há uma espécie de metáfora embutida em algumas cenas, um paralelo com as emoções de Saroo, não muito convincentes.

Parece que na segunda parte do filme, o roteiro buscou a fórmula dos blockbusters hollywoodianos e fez uma grande confusão de referências, além de personagens importantes praticamente nulos na trama (como o pai e a namorada do protagonista interpretada por Rooney Mara).

O filme não é ruim, longe disso. Algumas cenas são comoventes e exploram com muita eficiência toda a emoção que transborda, principalmente nas diálogos entre mãe e filho, méritos também para as boas atuações de Kidman e Patel nesses momentos. Mas falta ao roteiro um pouco mais de informação ao público sobre algumas lacunas que ficam sem respostas.

Frank Grillo vai estrelar refilmagem hollywoodiana de ‘Operação Invasão’

Em 2011, Gareth Evans dirigiu a sensação do cinema indonésio ‘Operação Invasão‘ (Serbuan maut), que ganhou continuação em 2014 e tem seu terceiro filme confirmado.

Agora, segundo o CominSoon, Hollywood fará uma refilmagem do longa, tendo Frank Grillo (‘Uma Noite de Crime: Anarquia‘) como protagonista.

A direção do remake hollywoodiano ficará por conta de Joe Carnahan – que comandou ‘Esquadrão Classe A‘ em 2010.

A XYZ Film, que produz as gravações, lançou um vídeo em que Grillo e Carnahan anunciam a refilmagem do longa – a produtora também foi a responsável pelo filme de 2011.

Confira:

 

A história acompanha uma equipe de elite, que acaba presa em um prédio durante uma operação. Cercados pela gangue do traficante mais famoso da cidade, o grupo precisa enfrentar a missão mais difícil de suas carreiras para sair do local com vida.

O diretor do filme original, Gareth Evans, vai produzir o longa. O roteiro ainda não teve nenhum nome confirmado, mas é provável que ficará por conta do próprio Joe Carnahan.

Até o momento, não foram anunciadas as datas de filmagens e de lançamento do filme.

Marketing errado! Fox divulga ‘A Cura’ com notícias falsas na internet

Segundo o site Buzzfeed, a 20th Century Fox criou uma campanha de marketing polêmica para promover o fraco ‘A Cura’ (‘A Cure for Wellness’), terror sobrenatural do diretor Gore Verbinski (‘O Chamado’, ‘Piratas do Caribe’).

O estúdio criou sites para dar “falsas notícias” sobre o mundo do entretenimento, apenas porque o filme fala sobre uma “cura” falsa. É claro que os norte-americanos se revoltaram com a ideia duvidosa de promover o filme com notícias criadas pelo próprio estúdio.

Em parceria com a Regency Enterprises, o estúdio espalhou notícias fictícias como “Donald Trump e o líder russo Vladmir Putin se encontram secretamente em um spa” e “Lady Gaga prestará homenagem a muçulmanos no Super Bowl“.

As notícias sempre citavam um misterioso spa localizado nos Alpes suíços.

Após a brincadeira de mau gosto não agradar os internautas, os representantes do estúdio divulgaram uma nota oficial se defendendo:

A Cura é um filme sobre uma falsa cura que deixa as pessoas ainda mais doentes. Como parte da nossa campanha, um site falso de bem-estar foi criado em parceria com um realizador de conteúdos inventados para divulgar as notícias tão ‘fakes’ como essa cura do filme”, alegou.

Crítica | A Cura 

Assista ao trailer:

Um jovem e ambicioso executivo é enviado para buscar o CEO de sua empresa em um “centro de bem-estar” idílico, mas misterioso, em um local remoto nos Alpes suíços. Ele logo suspeita que os tratamentos milagrosos do spa não são o que parecem. Quando ele começa a desvendar os segredos aterrorizantes do lugar, sua sanidade é testada e ele é diagnosticado com a mesma curiosa doença que mantém todos os convidados ali à espera da cura.

Jared Leto vai estrear como diretor no suspense ’77’

A Variety confirma que Jared Leto (vencedor do Oscar de Melhor Ator Coadjuvante pelo sensacional ‘Clube de Compras Dallas‘) estreará como diretor de cinema.

De antemão, a publicação lembra que Jared já dirigiu diversos comerciais para marcas, principalmente, europeias.

O thriller, intitulado ‘77‘, tem a seguinte sinopse:

“Em 1974, em Los Angeles, dois policiais se unem para recuperar uma garota que havia sido sequestrada, ao mesmo tempo em que investigam o assassinato brutal de um colega. Eles descobrem não só uma corrupção dentro da polícia, mas também uma conspiração sombria e violenta.”

A Variety não informou se Jared também vai estrelar, o que é provável.

O roteiro original virá pelas mãos de David Matthews (‘Narcos’).

Bazinga! ‘The Big Bang Theory’ deverá ser renovada para mais duas temporadas

Bazinga!

A Variety confirmou que a CBS e a Warner estão chegando nos acordos finais para que ‘The Big Bang Theory‘ seja renovada simultaneamente para mais duas temporadas, a 11ª e a 12º.

A publicação disse ainda que no final da atual temporada, a 10ª, os contratos do quinteto principal (Jim Parsons, Simon Helberg, Johnny Galecki, Kunal Nayyar e Kaley Cuoco) irão se expirar, e um aumento significativo de salário é esperado.

Para isso, a Variety chega a especular que haja uma diminuição na quantidade de episódios.

No contrato firmado em 2015, Jim Parson, Kaley CuocoJohnny Galecki, fecharam a US$ 1 milhão por cada episódio dos 24 propostos para cada ano.

Assim, com uma possível diminuição de 24 para 16, por exemplo, o salário do trio poderia ser fechado de maneira mais favorável para o canal CBS.

O anúncio oficial deverá ser realizado até maio, quando a atual temporada se encerrará.

TheBigBangTheory

Revelado o tema da 7ª Temporada de ‘American Horror Story’

A espera acabou mais rápido do que a gente aqui no CinePOP pensou!

Após todo o episódio envolvendo o tema da sexta temporada de ‘American Horror Story‘, o showrunner Ryan Murphy entregou na lata, em entrevista ao Watch What Happens Live, o tema da sétima temporada, que deverá estrear no final desse ano.

“Bem, eu não tenho um título, mas a temporada que começaremos a filmar em junho será sobre a eleição presidencial dos EUA. Então, eu acho que será interessante para muitas pessoas.”

Quando pelo entrevistador se haverá algum personagem baseado no presidente Donald Trump, Murphy respondeu:

“Talvez.”

Com até o início das filmagens programado, a expectativa é que a FX se pronuncie com relação a elenco e mais detalhes da história ao longo desses meses.

Sarah Paulson e Evan Peters são os dois primeiros confirmados no elenco.

Vale lembrar também que ‘American Horror Story’ foi renovada no começo do ano para mais duas temporadas, a sétima e a oitava.

Não esqueça também que Ryan Murphy confirmou uma temporada crossover de Murder House e Coven.

 

April é escanteada no clipe do episódio 13×13 de ‘Grey’s Anatomy’

Com o afastamento de Grey (Ellen Pompeo), April se tornou a nova chefe do setor de cirurgia geral.

Mas suas ações estão fazendo com que os amigos fiquem um tanto mais afastados, já que as decisões da nova chefona estão em desacordo com a maioria.

Assista, com outras prévias do episódio:

Segundo relatos do TV Line, o canal ABC ainda não tem uma estimativa de episódios para encerrar a série.

Prévia da 2ª temporada de ‘Humans’, série sci-fi do canal de ‘The Walking Dead’

O canal AMC liberou um novo vídeo da segunda temporada de Humans, que inclusive estreou nessa segunda-feira, 13.

Nele, você confere mais cenas inéditas dos episódios que estão por vir.

A série na verdade se trata da versão americana da atração sueca ‘Real Humans’, criada por Lars Lundström em 2012.

Confira, com o trailer:

 

Coproduzida pela AMC, emissora de ‘The Walking Dead’, e o canal britânico Channel 4, a série futurista é situada em um mundo onde se tornou comum o uso de “Synths”, robôs serventes altamente desenvolvidos.

Na esperança de transformar a maneira como vive, uma reservada família suburbana compra um Synth remodelado apenas para descobrir que compartilhar a vida com uma máquina de longa duração tem consequências assustadoras.

William Hurt (‘A Hospedeira’) encabeça o elenco, formado também por Katherine Parkinson (‘The IT Crowd’), Tom Goodman-Hill (‘Mr. Selfridge), Gemma Chan (‘Fresh Meat’), Neil Maskell (‘Utopia’), Colin Morgan (‘Merlin’), Will Tudor (‘In the Club’), Emily Berrington (’24 Horas’) e Rebecca Front (‘The Thick of It’).

Os roteiristas Sam Vincent e Jonathan Brackley (de ‘Spooks’) escreveram o remake, previsto para estrear na metade do ano nos EUA.

Já renovada para 3ª temporada, ‘Lucifer’ ganha novo trailer

Será esse o caminho que a terceira temporada vai percorrer?! Aprofundar ainda mais o romance entre ‘Lucifer‘ e Chloe?!

Pelo menos o novo trailer indica que sim.

Assista:

A história é centrada no anjo caído Lucifer Morningstar (Tom Ellis), que começa a gerenciar um badalado bar de Los Angeles depois de ter se entendiado e renunciado o inferno. Lauren German (‘Chicago Fire’) fará a protagonista feminina, Chloe Dancer, detetive da divisão de homicídios de Los Angeles que tem repulsa e ao mesmo tempo fascínio por Lucifer enquanto trabalham juntos resolvendo crimes.

O piloto da primeira temporada foi dirigido por Len Wiseman, que comandou os dois primeiros ‘Anjos da Noite‘ e o remake de ‘O Vingador do Futuro‘. Ele também serve como produtor executivo ao lado de Tom Kapinos, Jerry Bruckheimer e Jonathan Littman.

O personagem apareceu primeiro nos quadrinhos de ‘Sandman‘, de Neil Gaiman, em 1989 e só ganhou sua revista própria em 2000. A HQ da Vertigo, selo adulto da DC Comics, teve 75 edições publicadas até 2006.

 

“Colleen Wing não quer romance de ninguém”, diz intérprete da personagem em ‘Punho de Ferro’

Bem, pelo menos não foi isso que ficou claro durante o primeiro trailer completo de ‘Punho Ferro’, mas tudo bem!

Em conversa com a revista Interview, Jessica Henwick, que interpreta Colleen Wing, disse que a personagem não está interessada em ser o par romântico de ninguém, tanto em ‘Punho de Ferro‘, quanto em Os Defensores.

“Ela não quer ser o interesse amoroso de ninguém, ela não quer se expor dessa maneira.”

O que seria, no mínimo, interessante.

Principalmente, porque boa parte das personagens femininas das séries Marvel-Netflix, inclusive, a própria ‘Jessica Jones‘, tiveram relacionamentos amorosos, mesmo que não tão duradouros.

Episódio 01 – Snow Gives Way (dirigido por John Dahl – classificação não revelada)
Episódio 02 – Shadow Hawk Takes Flight (dirigido por John Dahl – classificação não revelada)
Episódio 03 – Rolling Thunder Cannon Punch (dirigido por Tom Shankland – classificação não revelada)
Episódio 04 – Eight Diagram Dragon Palm (diretor não revelado)
Episódio 05 – Under Leaf Pluck Lotus (dirigido por Uta Briesewitz – classificação não revelada)
Episódio 06 – Immortal Emerges From Cave (diretor não revelado)
Episódio 07 – Felling with Tree Routes (dirigido por Farren Blackburn – violência para maiores de 18 anos)
Episódio 08 – The Blessing Of Many Fractures (dirigido por Kevin Tancharoen – classificação não revelada)
Episódio 09 – The Mistress Of All Agonies (dirigido por Jet Wilkinson – classificação não revelada)
Episódio 10 – (Não revelado)
Episódio 11 – Lead Horse Back to Stable (dirigido por Deborah Chow – violência para maiores de 12 anos)
Episódio 12 – (Não revelado)
Episódio 13 – Dragon Plays with Fire (dirigido por Stephen Surjik – classificação não revelada)

De todos Os Defensores que estarão na minissérie da Marvel/Netflix, ‘Punho de Ferro‘ é o único que ainda não teve sua série liberada.

Demolidor e Jessica Jones juntos nas novas fotos dos bastidores de ‘Os Defensores’

Punho de Ferro‘ (‘Marvel’s Iron Fist‘) será o próximo lançamento das séries de herói na Netflix, chegando 17 de março de 2017 ao serviço. ‘Os Defensores‘ (‘Marvel’s The Defenders‘) estreia apenas no segundo semestre de 2017.

Netflix divulga teaser-trailer incrível de ‘Os Defensores’

 

Thomas Lennon comenta a possibilidade de um spinoff da comédia ‘Reno 911’

Nos últimos anos, revivals da TV tornaram-se cada vez mais comuns, como ‘Arquivo X’ e ‘Fuller House’.

Além disso, é muito comum algumas séries de TV também migrarem para o cinema, como aconteceu com ‘Sex And The City’, ‘Entourage’ e ‘Reno 911!’.

No caso desta última, o comediante Thomas Lennon e co-criador da série do Comedy Central conversou com o site CinemaBlend sobre a possibilidade de um novo filme de ‘Reno 911!’ (que teve sua última temporada transmitida em 2009) e parece que já há uma ideia em curso:

Robert Ben Garant e eu acabamos de começar a falar seriamente sobre a ideia de outro filme de ‘Reno’, abordando o mundo policial como se encontra atualmente. Nós não tínhamos realmente falado sobre isso por anos, porque estávamos envolvidos com outros projetos e filmes. Mas cerca de seis semanas atrás, nós realmente tivemos uma ideia. Vivemos em um mundo onde não importa o que fazemos separadamente ou em conjunto, a principal questão que as pessoas sempre fazem é: “Quando você vai fazer uma coisa em ‘Reno’?” Nós temos um grande pensamento agora para um spinoff da série, que estamos avaliando e analisando”.

Parodiando o programa de TV documental ‘Cops’, ‘Reno 911!’ contou com seis temporadas e foi transmitida entre os anos de 2003 e 2009 pelo canal Comedy Central. A comédia acompanha um grupo de policiais patrulhando a cidade de Reno, no estado de Nevada, e grande parte do material do programa é fruto de improvisos durante as gravações.

Em 2007 o show foi para os cinemas, com o spinoff Reno 911! Miami’. Na trama, os principais personagens do programa enfrentavam um ataque terrorista em um convenção policial na Flórida. Após o cancelamento da série pelo Comedy Central, boatos circularam de que a Netflix traria a produção de volta para sua plataforma, mas nada surgiu a partir disso.

Preview traz detalhes do episódio 5×13 de ‘Arrow’

O novo episódio de ‘Arrow‘ vai ser exibido hoje à noite pelo canal The CW.

Com isso, um novo preview do que virá por aí foi liberado.

Confira, com as prévias:

‘Arrow’ pode fazer participação especial em ‘Supernatural’

Elenco de ‘Arrow’ comenta sobre o episódio de número 100 da série

Arrow‘ é exibida pela Warner Channel no Brasil.

Pepino é encontrado em sessão de ‘Cinquenta Tons Mais Escuros’

A volta de Christian Grey e Anastasia Steel deu o que falar mais uma vez, mas agora quem rouba a cena é um pepino (sim, um pepino) encontrado por um lanterninha após uma sessão do filme na Austrália.

A imagem, publicada no Twitter da rede Hayden Orpheum Cinema, de Sidney, e viralizou na internet.

Alguns fãs (e haters também) questionam a foto, e acabam dizendo que é apenas um golpe de marketing para promover o filme.

Será que alguém seria tão audacioso de se deliciar com um pepino na sala de cinema?

Confira a imagem:

Confira a crítica, em vídeo, do CinePOP para ‘Cinquenta Tons Mais Escuros‘:

 

LEIA NOSSA CRÍTICA EM TEXTO:

Crítica | Cinquenta Tons Mais Escuros (Nota: 4.0)

Jamie Dornan rejeitou oferta de US$ 1,5 milhão para aparecer pelado em ’50 Tons Mais Escuros’

 

“Eu nunca vi um filme como este”, diz Jason Momoa sobre ‘Aquaman’

Jason Momoa, o astro de ‘Aquaman‘, concedeu uma entrevista ao Digital Trends e falou um pouco sobre o roteiro do filme solo do herói.

Na entrevista, o ator revela que o universo subaquático de ‘Aquaman‘ é algo inédito no cinema.

“Eu li o roteiro, de Aquaman, e posso dizer da seguinte maneira: eu nunca vi um filme como este antes. Vai ser um mundo que você nunca viu, o que é muito legal. Fomos para o espaço, viajamos por todos os mundos diferentes, mas nunca fomos debaixo d’água. Então, o que está abaixo da água é muito legal e o filme se inspira em um monte de grandes filmes que eu amo – como Indiana Jones – O Caçador da Arca Perdida, Star Wars e O Senhor dos Anéis. Tem muita aventura, é divertido e heroico, e há vários personagens diferentes e muitos mundos diferentes que vamos conhecer.”, disse Jason Momoa.

Momoa também falou de como se sente ao interpretar o personagem no universo DC e sobre a participação de Zack Snyder nos filmes.

“Zack Snyder é um grande fã de Game of Thrones e eu o conheci na academia que eu treino, e ele realmente gostou de mim porque mais tarde ele me chamou em seu escritório e ele me convidou para viver o Aquaman. Mas a coisa legal com Aquaman é como ele toca na cultura nativa e isso é algo que nós pouco mostramos, então há muitas coisas interessantes ainda. Eu realmente acho que é a hora certa. É muito legal. Zack traz essas perspectivas e a DC está realmente aposta nisso. É um passo corajoso. Eles fizeram isso, e eu estou extremamente feliz com o universo que eles criaram. É uma honra fazer parte disto.” , completou o ator.

Com Jason Momoa como Aquaman, James Wan tem estado ocupado construindo o restante do elenco, para iniciar as filmagens em abril na Austrália.

Já fazem parte da produção Nicole Kidman, Temuera Morrison, Amber Heard, Willem Dafoe e Patrick Wilson.

 

Aquaman‘ está previsto para estrear em outubro de 2018 nos Estados Unidos.

Recentemente, diretor James Wan divulgou a primeira foto com o elenco de ‘Aquaman‘.

Na imagem, podemos ver Patrick Wilson (Mestre do Oceano), Amber Heard (Mera), WanJason Momoa (Aquaman).

Confira:

‘Aquaman’: Diretor fala sobre a dinâmica dos personagens de Jason Momoa e Amber Heard

Lembrando que ‘Aquaman‘ tem estreia prevista para 5 de Outubro de 2018. 

Patrick Wilson mostra seu treinamento para viver o vilão em ‘Aquaman’

 

 

 

Mel Gibson está em negociações para dirigir ‘Esquadrão Suicida 2’

A Warner Bros. Pictures convidou Mel Gibson para dirigir ‘Esquadrão Suicida 2‘.

De acordo com Deadline, o estúdio e Gibson estão em negociações iniciais para que ele assuma o projeto. Se Gibson não assinar, o estúdio tem como Plano B o diretor Daniel Espinosa, de ‘Assassin’s Creed‘.

Gibson venceu o Oscar de Melhor Diretor por ‘Coração Valente‘, e concorre ao Oscar de Melhor Filme por ‘Até o Último Homem‘.

David Ayer não retorna porque foi contratado para assumir ‘Sereias de Gotham‘,  estrelado pela Arlequina.

A Warner Bros. agendou duas novas datas de estreia em seu calendário de futuros filmes da DC: 27 de setembro de 2019 e 7 de fevereiro de 2020.

Como ‘Sereias de Gotham‘ será realizado ANTES de ‘Esquadrão Suicida 2‘, especula-se que o primeiro ficará com a data de 2019, enquanto a sequência dos maiores vilões da DC será lançada em 7 de fevereiro de 2020.

Esquadrão Suicida‘ não agradou a crítica, mas arrecadou US$ 745 milhões mundialmente.

‘Batman’: Anne Hathaway quer voltar a viver a Mulher-Gato 

‘Bingo – O Rei das Manhãs’ ganha comercial #VidaLoka antes do Carnaval

A Warner Bros. divulgou um novo comercial de ‘Bingo – O Rei das Manhãs‘, primeiro longa-metragem de Daniel Rezende e com Vladimir Britcha no papel de Augusto, personagem inspirado na vida de Arlindo Barreto.

O vídeo, em ritmo de marchinha de carnaval, faz trocadilhos medonhos em clima de festa.

Assista:

Bingo – O Rei das Manhãs, dirigido por Daniel Rezende, premiado montador indicado ao Oscar por “Cidade de Deus”, com roteiro de Luiz Bolognesi (“Bicho de Sete Cabeças”, “Uma História de Amor e Fúria” e “As Melhores Coisas do Mundo”) e fotografia de Lula Carvalho (“As Tartarugas Ninja”, “Robocop”), é estrelado por Vladimir Brichta, Leandra Leal, Emanuelle Araújo e grande elenco e traz um retrato da efervescente televisão nacional nos anos 1980, cheio de cores vibrantes e músicas ícones da época.

Inspirado na vida de Arlindo Barreto, o filme levará aos cinemas a história de Augusto, um artista que sonha com seu lugar sob os holofotes. A grande chance surge ao se tornar “Bingo”, um palhaço apresentador de um programa infantil na televisão que é sucesso absoluto. Porém, uma cláusula no contrato não permite revelar quem é o homem por trás da máscara. Augusto, o “Rei das Manhãs”, é o anônimo mais famoso do Brasil.

Com muita ironia e humor ácido, ambientado numa roupagem pop e exagerada dos bastidores da televisão nos anos 80, o filme conta essa incrível e surreal trajetória de um homem em busca do reconhecimento da sua arte.
Bingo – O Rei Das Manhãs tem produção da Gullane em associação com a Empyrean e é coproduzido e será distribuído pela Warner Bros. Pictures.

A estreia está marcada para 2017.

Elenco de ‘Simplesmente Amor’ se reúne em sequência especial para a TV

Um dos clássicos da comédia romântica no início dos anos 2000 vai ganhar uma, breve, sequência na televisão britânica. O especial de 10 minutos será feito em prol do Red Nose Day (movimento que arrecada dinheiro para crianças carentes), que em 2015 foi presenteado com o musical em parceria do elenco de ‘Game of Thrones‘ com a banda Coldplay.

O especial para a TV terá boa parte do elenco original do filme, trazendo de volta os atores: Hugh Grant, Martine McCutcheon, Keira Knightley, Andrew Lincoln, Colin Firth, Lucia Moniz, Liam Neeson, Thomas Brodie-Sangster, Olivia Olson, Bill Nighy, Rowan Atkinson e Marcus Brigstocke.

A ideia do especial é mostrar como está a vida dos personagens 14 anos depois do final do filme, lançado em 2003.

Richard Curtis (que escreveu o roteiro de ‘Um Lugar Chamado Notting Hill‘) volta como o diretor. A assistente de roteiro e companheira de longa data de Curtis, além de sua esposa, Emma Freud, ainda está desenvolvendo o roteiro ao lado do marido.

Curtis falou um pouco sobre o retorno dos personagens e como se sente em produzir os especiais do Red Nose Day.

”Nos últimos anos eu adorei fazer os especiais de TV para o Red Nose Day, com coisas que eu já trabalhei antes. Parecia uma ideia muito divertida fazer um esboço especial sobre um dos meus filmes, principalmente agora que o Red Nose Day está no Reino Unido e nos EUA. Eu nunca pensei em escrever uma sequência de Simplesmente Amor, mas pensei que seria divertido fazer 10 minutos e mostrar o que todos estão fazendo agora.”, disse Curtis.

Em 1985, Curtis e o comediante Lenny Henry criaram a instituição para crianças carentes Comic Relief, que será beneficiada com a renda do curta-metragem.

A exibição do Red Nose Day Actually será exibida no dia 24 de março pela BBC, e um dia depois (25) nos Estados Unidos, pela NBC.