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‘Best Medicine’: Abigail Spencer entra para o elenco de nova série médica de comédia

A atriz Abigail Spencer, conhecida por papéis marcantes em ‘Suits‘ e ‘How I Met Your Mother‘, foi confirmada como protagonista ao lado de Josh Charles na nova comédia médica da Fox, ‘Best Medicine‘. A novidade foi divulgada pelo Deadline.

A série é baseada na aclamada produção britânica ‘Doc Martin‘, e terá suas gravações iniciadas neste verão no estado de Nova York.

Spencer viverá Louisa Glasson, uma professora local carismática e calorosa, que desde o primeiro contato entra em atrito com o novo médico. No entanto, mesmo com os conflitos iniciais, ela se vê intrigada pela personalidade complexa de Martin.

Criada por Liz Tuccillo (‘Sex and the City‘) e produzida pela Propagate Content, ‘Best Medicine‘ está prevista para estrear na temporada 2025-2026. O projeto vinha sendo tratado como um dos favoritos da emissora na última temporada de desenvolvimento, e a confirmação de Charles no elenco foi o último passo necessário para a encomenda oficial da série.

Na trama, Charles interpreta Martin Best, um renomado cirurgião que abandona repentinamente sua prestigiada carreira em Boston para assumir o posto de clínico geral em uma pitoresca vila de pescadores na costa leste dos EUA — local onde passou os verões de sua infância. No entanto, seu comportamento direto e por vezes rude acaba afastando os excêntricos e carentes moradores, apesar de ele ser a única opção médica disponível.

Apesar de sua genialidade médica, Martin luta com uma fobia debilitante e questões psicológicas profundas que o impedem de manter relações íntimas. Em meio a uma comunidade persistente e cheia de peculiaridades, ele se vê constantemente envolvido nos dramas locais — mesmo tentando, desesperadamente, manter distância. Aos poucos, porém, esses mesmos moradores podem se revelar a cura que ele nem sabia que precisava.

Além de Tuccillo, também assinam a produção executiva Ben Silverman, Rodney Ferrell (Stick), Mark Crowdy e Philippa Braithwaite — estes dois últimos responsáveis pela versão original britânica.

Lançada em 2004 pela ITV, ‘Doc Martin‘ se tornou um fenômeno internacional ao longo de suas 10 temporadas, transformando a vila de Port Isaac, em Cornwall, em destino turístico. A série original, criada por Dominic Minghella, já inspirou versões em países como França, Alemanha e Espanha, com os direitos de formato sob responsabilidade da All3Media International.

Com ‘Best Medicine‘, a Fox reafirma sua aposta em séries de humor e emoção com apelo popular — e promete trazer uma nova leitura, ao mesmo tempo irreverente e sensível, de um personagem já consagrado na TV mundial.

‘Alice in Borderland’: 3ª temporada teaser INSTIGANTE e data de estreia na Netflix!

A Netflix divulgou o primeiro teaser oficial da 3ª temporada de ‘Alice in Borderland‘.

Além disso, foi revelado que o novo ciclo chega à plataforma de streaming no dia 25 de setembro.

Confira:

Na trama, acompanhamos Ryohei Arisu, um jovem desempregado e vidrado em videogames, que se vê transportado para uma versão alternativa de Tóquio, onde ele e seus amigos são forçados a participar de jogos mortais para sobreviver.

A série é baseada no mangá homônimo criado por Haro Aso.

Kento Yamazaki e Tao Tsuchiya estrelam a produção.

‘Superman III’ (1983) – Richard Pryor, Videogame e Mulher-Robô nesta continuação que é “puro suco” dos anos 80

Superman, o maior super-herói de todos os tempos, ganhará um novo filme nas telonas este ano. É claro que você já deve estar cansado de saber. O filme, aliás, estreia agora em julho, no segundo fim de semana do mês – dia 10 no Brasil. Esse, no entanto, não é apenas mais um filme do Homem de Aço, e sim o reinício de todo um universo nos cinemas – o universo dos personagens da DC na Warner, agora debaixo do selo de qualidade do diretor e produtor James Gunn (o homem que entregou a emocionante trilogia dos ‘Guardiões da Galáxia’).

Como forma de irmos aquecendo os motores para este que é o filme mais aguardado do ano para muitos, resolvemos revisitar desta vez o terceiro longa para o cinema do Super-Homem, filme que começou a levar a franquia por caminhos irreversíveis, demonstrando que já não se sabia mais o que fazer com o Super-Homem nas telonas.

Leia também: Zod, Lex Luthor e Beijo do Esquecimento – Revisitando o clássico ‘Superman II: A Aventura Continua’ (1980)

Depois de dois filmes grandiosos, cheios de ação, romance, vilões icônicos e trilhas inesquecíveis, o que poderia dar errado com ‘Superman III?’ A resposta é: praticamente tudo. Ou, ao menos, quase tudo que envolve tom, direção, roteiro e decisões criativas. Lançado em 1983, o terceiro filme do Azulão tentou unir o gênero de super-heróis com comédia pastelão, ficção científica e… Richard Pryor. O resultado? Uma mistura tão improvável quanto os tons dos filmes de Zack Snyder e James Gunn. Ou seja, uma verdadeira montanha-russa sem cinto.

Após o sucesso comercial (e relativo sucesso crítico) de ‘Superman II, a Warner e os produtores Alexander e Ilya Salkind queriam manter a franquia viva. Mas, ao invés de seguir o tom mais épico do primeiro ou o equilíbrio entre ação e drama do segundo, decidiram apostar em algo diferente: uma comédia de super-herói.

Leia também: ‘Superman: O Filme’ (1978) – Revisitando o PRIMEIRO super-herói do cinema e (para muitos) ainda o melhor!

O problema é que a linha entre o ousado e o desastroso é muito fina, e ‘Superman III atravessou essa linha voando. O roteirista David Newman, que havia trabalhado nos dois primeiros filmes, propôs uma história mais leve, centrada em Gus Gorman, um programador de computadores atrapalhado vivido por Richard Pryor, o rei da comédia nos anos 1980. A ideia era misturar humor físico com ficção científica, tecnologia fora de controle e um Superman… bêbado. Literalmente.

O diretor Richard Lester, que já havia assumido a franquia a partir do segundo filme, voltou com liberdade total — e dobrou a aposta no humor, nas gags visuais e no pastelão. O resultado foi um filme que parece uma paródia de Superman, mas levado a “sério”.

Christopher Reeve, nosso eterno Homem de Aço, só aceitou voltar com muitas condições: salário mais alto, aprovação de roteiro e menos piadas bobas (ok, ele conseguiu… parcialmente). Margot Kidder, a Lois Lane de todos os dias, teve sua participação reduzida a duas cenas e uma viagem ao exterior, tudo porque criticou abertamente os Salkind na imprensa. Resultado? Lois é enviada de férias no início do filme e só reaparece no final com um bronzeado e dois minutos de tela.

Para ocupar o lugar de interesse romântico, entra Annette O’Toole como Lana Lang, a antiga paixão de Clark Kent dos tempos de Smallville. Curiosamente, O’Toole voltaria anos depois ao universo Superman como Martha Kent na série ‘Smallville — provando que o tempo voa, mas o elenco gira em órbita.

E então temos ele: Richard Pryor como Gus Gorman, o programador gênio/atrapalhado/vigarista que, com meia dúzia de teclas, consegue hackear satélites, gerar tempestades e… criar Kryptonita sintética. Isso mesmo. Um roteirista de sistemas comediante cria Kryptonita com base na tabela periódica do rótulo. E dá errado, claro.

Gene Hackman não quis saber de voltar como Lex Luthor. No lugar dele, o roteiro criou Ross Webster, um vilão corporativo genérico vivido por Robert Vaughn, que planeja dominar o mercado global de café e petróleo (sim, essa é a trama). Acompanhado de sua irmã maléfica e de uma assistente que parece saída de um programa de auditório, Webster decide enfrentar o Superman com… tecnologia.

Enquanto isso, Gus Gorman é usado como ferramenta para construir um supercomputador capaz de destruir tudo, incluindo o bom senso. No meio disso, temos cenas de esqui indoor, uma piscina com ácido, e uma batalha épica entre Superman e… ele mesmo.

Sim, este é o ponto alto do filme. A Kryptonita “falsificada” criada por Gus transforma o Superman em uma versão malvada, depressiva, mal-humorada e… alcóolatra. Temos cenas de Superman no bar, derrubando bebidas, destruindo garrafas com os olhos e deixando a barba por fazer — é praticamente o John Wick de Krypton (você certamente já viu os memes na internet – sim, são deste filme). Tudo, na realidade, para emular o vilão Bizarro, uma cópia maligna do Superman, sem precisar ter realmente o personagem como antagonista.

O ápice vem quando Clark Kent e o Superman “do mal” brigam em um ferro-velho, num duelo de identidade que é surpreendentemente intenso para um filme que até então levava um tom leve e descompromissado. A sequência é criativa e, para muitos fãs, o único momento realmente memorável do filme. Clark vence, claro, numa metáfora de superação interna que o roteirista provavelmente escreveu no fim de semana anterior à entrega.

A recepção crítica foi… digamos, um voo baixo. ‘Superman III foi considerado uma decepção por muitos veículos, especialmente em comparação com seus antecessores. O New York Times chamou o filme de “infantilóide e incoerente”. A Variety classificou o humor como “fora de tom” e criticou a ausência de um vilão à altura. O Chicago Tribune foi direto ao ponto: “um desperdício de um herói icônico”.

Alguns poucos críticos elogiaram Richard Pryor pela energia e carisma, mas até os fãs dele estranharam a decisão de colocá-lo como coprotagonista de um filme de super-herói. O consenso geral era de que ‘Superman III tentava agradar a todo mundo e acabou agradando a poucos.

Lançado em junho de 1983, ‘Superman III arrecadou cerca de US$ 80 milhões mundialmente — uma queda expressiva em relação aos US$ 190 milhões deSuperman II e aos US$ 300 milhões do primeiro filme. O orçamento foi estimado em US$ 39 milhões, então tecnicamente o filme não deu prejuízo, mas foi considerado uma decepção comercial pelos padrões da época. A Warner começou a repensar a franquia — mas não o suficiente para evitar ‘Superman IV (ainda mais desastroso).

Superman III é, até hoje, um dos exemplos mais citados quando se fala em franquias que perderam o rumo no terceiro ato. Sua tentativa de misturar comédia com ficção científica e dilemas psicológicos resultou num tom desequilibrado e numa história que mais parece um episódio perdido de um desenho animado dos anos 80.

Mas, como toda obra com problemas, ‘Superman III tem seus fãs. A cena da luta entre Clark e o Superman é constantemente lembrada com carinho. E para os fãs de Richard Pryor, o filme é uma oportunidade rara de vê-lo envolvido em explosões e capas — algo que ele mesmo achava estranho. Em entrevistas posteriores, Pryor revelou que só topou o papel porque era fã dos filmes e porque… bem, o cachê era ótimo. Aliás, a ideia para colocá-lo no longa surgiu quando os produtores o viram elogiando os filmes em talk-shows.

Superman III não é um desastre completo — é um filme corajoso que tentou seguir um caminho diferente, mesmo que tenha tropeçado nos próprios cadarços da bota vermelha. É o tipo de sequência que serve mais como curiosidade histórica do que como continuação épica. Ainda assim, Christopher Reeve brilha como sempre, mostrando que mesmo nos roteiros mais confusos, ele era, é e sempre será o Superman definitivo.

E sejamos sinceros: qualquer filme que tenha Superman enfrentando uma mulher transformada em robô (numa cena que parece verdadeiramente saída de um filme de terror), se transformando em videogame, lutando contra si mesmo e contracenando com Richard Pryor merece pelo menos um lugar cativo na estante do caos nostálgico.

‘Blade’: Mahershala Ali se esquiva de pergunta sobre a Marvel em meio a atrasos do longa

Mahershala Ali, escalado para interpretar o vampiro Blade no Universo Cinematográfico Marvel (MCU), respondeu com bom humor a perguntas sobre o aguardado filme, que tem enfrentado polêmicas e atrasos em sua produção.

Segundo o Deadline, durante uma entrevista ao lado de Jonathan Bailey e Scarlett Johansson, Ali fez uma brincadeira ao ser questionado sobre o número de filmes do MCU que cada um já havia feito.

“Me deixa fora dessa”, disse Ali, rindo. “Essa é uma pergunta para a Scarlett”.

Scarlett Johansson, que interpreta Natasha Romanoff/Viúva Negra, já apareceu em 10 produções do MCU desde ‘Homem de Ferro 2’ (2010).

Ainda que Ali tenha dublado Blade em uma cena pós-créditos de ‘Eternos’ (2021), ele ainda não apareceu fisicamente no MCU. No entanto, Bailey fez uma menção otimista à futura produção solo de Ali: “Bom, tem uma aí que estamos muito empolgados”

‘The Boys’: Jensen Ackles diz que foi “estranho” reencontrar Jared Padalecki e Misha Collins na série

A aguardada quinta e última temporada de The Boys, que chega em breve ao Prime Video, promete um reencontro especial para os fãs de ‘Supernatural’. Além de Jensen Ackles (Soldier Boy), a temporada contará com a participação de seus antigos colegas de elenco, Misha Collins e Jared Padalecki.

Segundo o Deadline, Ackles voltou a falar sobre a reunião com seus amigos: “Nós nos vemos com mais frequência do que você imagina, honestamente, pelo menos uma vez por mês”.

“Foi estranho. Foi como convidar meus amigos para jantar na casa de outra pessoa. Eu disse: ‘Olha, galera, não me façam passar vergonha. Eu preciso continuar aqui’. Eles foram incríveis. Mal posso esperar para falar mais sobre isso, porque foi uma experiência e tanto”, acrescentou.

Vale lembrar que, além de Ackles, Jeffrey Dean Morgan, que interpretou o “pai” dos irmãos Winchester em ‘Supernatural’, já apareceu na 4ª temporada deThe Boys como Joe Kessler, uma figura que surgiu em uma alucinação de Billy Butcher.

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‘F1’ desbanca ‘Napoleão’ e se torna o filme de maior bilheteria da história da Apple

O aguardado filme F1, estrelado por Brad Pitt, está demonstrando ser um verdadeiro sucesso e acaba de alcançar um marco significativo, tornando-se o filme mais assistido da Apple.

De acordo com a Variety, em apenas dez dias de exibição,F1 arrecadou US$ 293 milhões globalmente.

Com esse resultado impressionante, o longa superou a bilheteria total de outras produções da Apple, comoAssassinos da Lua das Flores de Martin Scorsese (US$ 158 milhões) e Napoleão de Ridley Scott (US$ 221 milhões), solidificando-se como o maior sucesso cinematográfico da empresa até o momento.

É importante notar que, embora o recorde seja expressivo, a Apple lançou apenas cinco filmes nos cinemas, e dois deles, Como Vender a Lua (US$ 42 milhões) e ‘Argylle’ (US$ 96 milhões), foram fracassos de bilheteria.

Fora dos Estados Unidos e Canadá, ondeF1 acumulou US$ 109,5 milhões, os principais mercados incluem China (US$ 22 milhões), Reino Unido (US$ 17,3 milhões), México (US$ 12,3 milhões), França (US$ 11,5 milhões) e Austrália (US$ 9,8 milhões).

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Joseph Kosinski, de ‘Top Gun: Maverick‘, é responsável pela direção.

Apelidado de “o maior que nunca existiu”, Sonny Hayes (Pitt) foi o fenômeno mais promissor da FÓRMULA 1 da década de 1990, até fracassar de maneira espetacular. Trinta anos depois, vive do trabalho como piloto nômade de aluguel, até que é contatado pelo seu ex-companheiro de equipe Ruben Cervantes (Javier Bardem), dono de uma equipe de FÓRMULA 1 em dificuldade e à beira do colapso.

Ruben convence Sonny a voltar à FÓRMULA 1 para uma última chance de salvar a equipe e ser o melhor do mundo. Ele vai pilotar ao lado de Joshua Pearce (Damson Idris), o novato-revelação da equipe, com a intenção de estabelecer seu próprio ritmo acelerado ao time e à corrida. Mas quando os motores aceleram, o passado de Sonny volta à tona, e ele relembra que, na FÓRMULA 1, seu companheiro de equipe é sua competição mais feroz – e não se pode percorrer o caminho para a redenção sozinho.

O elenco ainda conta com Kerry Condon, Tobias Menzies, Emmy Sarah Niles, Kim Bodnia, Samson KayoSimone Ashley.

‘Superman’: Nicholas Hoult explica que ódio de Lex Luthor pelo Homem de Aço vai além da simples vilania

nicholas hoult lex luthor

Nicholas Hoult, o ator que dará vida ao icônico vilão Lex Luthor emSuperman, revelou recentemente um detalhe crucial sobre a dinâmica entre seu personagem e o Homem de Aço. Segundo o ComicBook, Hoult explicou que, apesar do ódio profundo que Luthor já nutre pelo Superman, os dois ainda não se encontraram pessoalmente.

“Uma das coisas que eu mais gostei no roteiro, quando o li pela primeira vez, é que você é lançado no meio de um mundo e uma história já desenvolvidos, então esses personagens já existem nesse universo”, contou Hoult. “Como espectador, você meio que vai tendo que correr atrás do que é essa mitologia, do que está em jogo. No caso do Lex, ele já criou todos esses planos para derrotar o Superman, e o público vai descobrindo aos poucos o que está acontecendo e como esses planos se desenrolam. É assim que a gente o conhece”.

Apesar de não terem tido um encontro direto, os personagens já estão cientes da existência um do outro, conforme destacou o ator.

“Eles estão cientes da existência um do outro. Mas não acho que tenham se encontrado cara a cara ainda. Uma das coisas que eu realmente gosto nessa versão do Lex é que todas as suas crenças e medos são o que o impulsionam — e, de certo modo, esses impulsos são reais”, destacou.

Hoult aprofundou-se na complexidade das motivações de Lex Luthor, indo além do clichê de vilania:

“O que ele teme, o que o Superman representa, pode sim ser uma ameaça real à humanidade. E isso foi algo que me ajudou a entender o personagem. Quando você interpreta um vilão, é fácil cair no clichê do ‘sou o cara mau’, mas na verdade, se você observar com atenção, o que o move é o amor pela humanidade, a vontade de protegê-la e a crença de que os humanos devem ser senhores do próprio destino”, afirmou.

O ator concluiu, contextualizando a visão de Luthor em um mundo que já abraçou o Superman: “Mas a sociedade, no geral, seguiu por um caminho de confiar no Superman, de acreditar nele, de lhe dar todo esse poder e liberdade. Então Lex se pergunta: onde entra a jurisdição, a lei, a proteção real da humanidade?”.

Superman’ tem estreia marcada nos cinemas para 10 de julho de 2025.

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

‘Sandman’: Criador explica decisão de encerrar a série da Netflix após a segunda temporada

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A jornada de ‘Sandman‘ chegará ao fim com a segunda temporada. E em uma entrevista ao The Hollywood Reporter, o showrunner Allan Heinberg revelou os motivos criativos por trás da decisão de encerrar a elogiada adaptação da obra de Neil Gaiman — mesmo após planejar inicialmente uma trilogia de temporadas.

“Quando reduzimos a história aos elementos centrais do arco emocional de Dream, ficou muito claro que se trata de um homem que adquiriu autoconhecimento e consciência dos próprios erros”, disse Heinberg.

A nova leva de episódios, já disponível na Netflix, adapta principalmente os arcos dos quadrinhos Estação das Brumas e Vidas Breves, e aprofunda a transformação de Morpheus (Tom Sturridge), senhor dos sonhos.

A trama mostra Dream enfrentando o peso de suas ações passadas, como a condenação da rainha Nada ao Inferno e o afastamento de seu filho Orfeu. O ponto culminante da temporada é justamente o sacrifício de Dream para atender ao desejo de seu filho de morrer — uma decisão com consequências devastadoras.

“No final do episódio 6, a escolha é: ‘Você sacrificaria sua vida por seu filho?’ E para Dream, não há outra opção”, explicou Heinberg. “É um gesto de honra, mas também uma tentativa de finalmente ser o pai que ele não foi no passado.”

Heinberg ainda explicou que a decisão de encerrar a série na segunda temporada surgiu após um ajuste de foco: concentrar-se exclusivamente em Dream como protagonista. Embora os quadrinhos tenham estrutura mais antológica — com arcos que acompanham personagens diversos, mesmo sem a presença de Dream —, o showrunner percebeu que a audiência da Netflix preferia seguir uma linha narrativa mais coesa.

“Percebemos que o público precisava de um personagem para acompanhar e torcer do início ao fim. Sempre que desviávamos para outras histórias, o interesse caía.”

A exclusão do arco Um Jogo de Você — centrado na personagem Barbie — foi um divisor de águas. Embora o time de roteiristas tenha tentado por dois meses encontrar um papel relevante para Dream nesse arco, a Netflix sugeriu seguir diretamente de Estação das Brumas para Vidas Breves, o que abriu espaço para adaptar Entes Queridos e os eventos finais dos quadrinhos ainda na segunda temporada.

“Quando tiramos Um Jogo de Você da equação, isso nos deu o espaço necessário para contar Entes Queridos e tudo o que vem depois. Foi um processo orgânico”, explicou o showrunner.

Além dos episódios principais, Heinberg confirmou que haverá um episódio adicional centrado na Morte, interpretada por Kirby Howell-Baptiste. Esse especial servirá como uma despedida simbólica para os fãs da personagem e da série como um todo.

Apesar da comoção dos fãs — que chegaram a especular motivos não criativos para o encerramento —, Heinberg afirma que foi uma decisão pensada e coerente com a estrutura narrativa adotada.

“Sempre imaginei The Sandman como uma série de três temporadas com 11 episódios cada. Mas quando mudamos o foco exclusivamente para Dream, percebemos que podíamos concluir tudo em duas.”

Lembrando que a nova leva de episódios tem estreia marcada para 24 de julho, enquanto o episódio bônus será disponibilizado em 31 de julho.

Assista:

1. Season of Mists
2. The Ruler of Hell
3. More Devils Than Vast Hell Can Hold
4. Brief Lives
5. The Song of Orpheus
6. Family Blood
7. Time and Night
8. Fuel for the Fire
9. The Kindly Ones
10. Long Live the King
11. A Tale of Graceful Ends
12. Death: The High Cost of Living

A nova temporada irá introduzir Orfeu (Ruairi O’Connor), filho de Morfeu (Tom Sturridge), e os deuses nórdicos Odin (Clive Russell), Thor (Laurence O’Fuarain), Loki (Freddie Fox), além de Adrian Lester (Destino), Esmé Creed-Miles (Delírio) e Barry Sloane (Pródigo).

Sandman‘ é a criação mais popular de Neil Gaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.

O elenco ainda conta com Vivienne Acheapong (Lucienne), Boyd Holbrook (Coríntio), Charles Dance (Roderick Burgess), Asim Chaudhry (Abel), Sanjeev Bhaskar (Cain), Kirby Howell-Baptiste (Morte), Mason Alexander Park (Desejo), Donna Preston (Desespero), Jenna Coleman (Johanna Constantine), Niamh Walsh (Ethel Cripps) e Joely Richardson (Ethel).

Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) é o showrunner da série.

O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.

10 canções originais de filmes que mereciam mais reconhecimento

O cinema não é conhecido como a sétima arte por qualquer motivo, visto que reúne, em um mesmo espectro, diversas expressões artísticas que foram imortalizadas ao longo da história – incluindo a música.

Dessa maneira, são inúmeros os nomes contratados para não apenas compor trilhas sonoras envolventes e impactantes, mas canções originais que marcam época, ou, em alguns casos, passam longe do radar mainstream e entram para o grupo de músicas subestimadas que mereciam maior reconhecimento.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista com dez canções originais em filmes que foram desvalorizadas à época de seu lançamento, e que mereciam atenção do público.

Confira abaixo as nossas escolhas:

“MASTERPIECE”, Madonna (2011)

Filme: W.E. – O Romance do Século

“Masterpiece” é uma das poucas faixas realmente bem produzidas de ‘MDNA’, mas fez parte originalmente do drama histórico ‘W.E.’, dirigido e escrito por Madonna. Transformando a costumeira orquestra das baladas românticas em um folk-pop trabalhado arduamente pela artista e por William Orbit, a música levou para casa o Globo de Ouro de Melhor Canção Original – e continua sem ter os espólios que merecia, mesmo quase uma década e meia depois de seu lançamento.

“ALL IS FOUND”, Frozen 2 (OST) (2019)

Filme: Frozen 2

Seja na voz de Evan Rachel Wood, seja pela melódica rendição de Kacey Musgraves, “All Is Found” deve passar batido pelos fãs de Frozen 2, mas não ficou fora de nossa lista. A cantiga de ninar que abre o longa-metragem é perfeitamente construída, talhada em meio a um ritmo celta que reflete a expansiva mitologia da história – e até mesmo o preciosismo excessivo vai ao encontro do que é proposto.

“ABOUT LOVE”, MARINA (2020)

Filme: Para Todos os Garotos que Já Amei

MARINA emprestou sua conhecida e melódica voz para a sequência do filme Para Todos os Garotos que Já Amei – e o resultado foi o melhor do suis generis das semi-baladas pop. Misturando piano com sintetizadores, a canção é uma análise bastante humana do que significa se apaixonar e do que é o amor.

“DOUBLE TROUBLE”, Will Ferrell, My Marianne, Tiësto (2020)

Filme: Festival Eurovision da Canção

Festival Eurovision da Canção estreou há alguns meses na Netflix e, ainda que não tenha encantado muitos fãs ao redor do mundo, de fato nos entregou algumas das melhores canções do ano. A mais emblemática delas é “Double Trouble”, performada por Will FerrellMy Marianne e porduzida pelo lendário Dj Tiësto em uma carta de amor ao Europop dos anos 1990.

“BOSS BITCH”, Doja Cat (2020)

Filme: Aves de Rapina

A trilha sonora de Aves de Rapina já abre do melhor jeito possível com a incrível proeminência de Doja Cat e a impecável arquitetura de “Boss Bitch”. Apesar de bastante familiar (ainda mais quando pensamos na transição dos anos 2000 para os 2010), a canção transborda com um delicioso rap guiado por sintetizadores do electro e do dance-pop, entregando uma rendição frenética e inebriante ao extremo – sabendo o momento certo de recuar para um instrumental mais densa e de utilizar os familiares moduladores de voz.

“VEGAS”, Doja Cat (2022)

Filme: Elvis

Com “Vegas”, música original da cinebiografia ElvisDoja Cat nos leva para um clube à la Nova Orleans dos anos 1950, misturando passado e presente em uma divertida releitura da carreira de Elvis Presley, o rei do rock. Doja já mostrou que é uma das grandes vozes da atualidade e, continuando a nos encantar com seus versos pungentes, se diverte como nunca.

“NOBODY LIKE U”, 4*TOWN (2022)

Filme: Red – Crescer é uma Fera

Em 2022, a Pixar lançou a animação ‘Red – Crescer é uma Fera’, cuja história acompanha uma jovem garota apaixonada por uma boyband e com o poder de se transformar em panda quando passa por experiências estressantes. É claro que o filme contaria com uma trilha sonora memorável, incluindo a canção “Nobody Like U”, estruturada pelos múltiplos vencedores do Grammy Billie EilishFinneas O’Connell (e uma das cotadas para a próxima edição do Oscar). A faixa pega elementos do pop dos anos 1990 e faz referências nostálgicas a grupos como N*SYNCBackstreet Boys.

“CAROLINA”, Taylor Swift (2022)

Filme: Um Lugar Bem Longe Daqui

Aliando-se novamente a Aaron Dessner, cujo toque especial na produção transmuta a melodia em uma mística aventura recheada de segredos a serem descobertos, Taylor Swift nos carrega a um caudaloso e narcótico rio do qual não queremos sair com ‘Carolina’, música-tema de Um Lugar Bem Longe Daqui. E, certamente, é a irretocável poética presente na composição, estampada com rimas inteligentes e uma cadência envolvente, que nos relembra do paixão que sentimos por essa artista tão espetacular que conhecemos.

“CAN’T CATCH ME NOW”, Olivia Rodrigo (2023)

Filme: Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes

Olivia Rodrigo vem se consagrando como uma das maiores vozes da nova geração, apresentando uma nova camada do cenário mainstream música após música. Uma das qualidades mais chamativas da performer é sua capacidade de transformar experiências íntimas em reflexões universais – como foi o caso de “Can’t Catch Me Now”, uma irretocável balada folk que escreveu para ‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’ em uma declamação de empoderamento e de liberdade.

“HOLD ON TIGHT”, aespa (2023)

Filme: Tetris

O filme Tetris estreou em março de 2023 na Apple TV+ e, além da instigante história, veio acompanhado de uma trilha sonora impecável – incluindo a faixa original “Hold on Tight”, do grupo sul-coreano aespa. A faixa explode no melhor do synth-pop dos anos 1980, pincelada com tons que fazem parte do próprio jogo. O resultado é simplesmente espetacular, com todos os elementos que esperaríamos desse grupo e uma infusão dançante e impactante que precisa estar na sua playlist.

Adria Arjona vira Mulher-Maravilha em impressionante fan art; Confira!

adria arjona mulher maravilha
adria arjona mulher maravilha

A atriz Adria Arjona (‘Star Wars: Andor’ e ‘Assassino por Acaso’) se tornou uma das favoritas dos fãs para viver a icônica Mulher-Maravilha, a clássica heroína da DC. Embora nenhuma escalação oficial tenha sido confirmada, os fãs já estão expressando seu entusiasmo através de artes feitas por admiradores — e uma delas se destacou.

A fan art foi compartilhada pelo perfil do Instagram @70.6ix e apresenta Adria Arjona como uma versão poderosa e majestosa da amazona de Themyscira.

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James Gunn comenta rumores sobre Adria Arjona como Mulher-Maravilha no Universo DC

Adria Arjona responde a rumores de que interpretará Mulher-Maravilha no DCU: “Me ajudem”

Lembrando que em entrevista à EW, Gunn compartilhou as primeiras atualizações do projeto envolvendo a personagem.

Mulher-Maravilha é um projeto à parte: lento, mas está em andamento”, disse o diretor de ‘Superman’. “Estamos trabalhando [no filme]. Mulher-Maravilha está sendo escrito agora”.

Gunn não mencionou quem está responsável pelo roteiro, mas há especulações de que ele mesmo pode estar escrevendo o projeto, ou possivelmente até mesmo planejando apresentar a heroína na continuação de ‘Superman’, que ele já confirmou que não será uma “sequência direta”.

“Acho isso muito legal, por causa do que a personagem representa”, ela havia comentado em entrevista ao site A Shot Magazine. “Espero que, quem quer que consiga o papel, consiga incorporar a essência da personagem, porque acho que esses filmes [de super-heróis], sejam da Marvel ou da DC, têm um alcance enorme. E como os artistas que conseguem esses papéis inevitavelmente conquistam uma base de fãs consolidada e atraem os olhos e os ouvidos de tantas pessoas, acho que seria legal se eles fizessem algo realmente positivo com a influência que têm, para pelo menos serem um bom exemplo do tipo de ser humano que você quer ser no mundo, em vez de usá-la apenas para fins egoístas”.

James Gunn revela três momentos de filmes de super-heróis que ele nunca mais quer ver

James Gunn, o arquiteto por trás do novo Universo DC (DCU), compartilhou recentemente sua visão sobre o futuro dos filmes de super-heróis, indicando três elementos que, em sua opinião, não precisam mais ser revisitados nas telonas.

De acordo com o ComicBook, o diretor afirmou que não há necessidade de recontar as histórias de origem de três dos heróis mais icônicos: Superman, Batman e Homem-Aranha.

“Há três coisas que eu nunca mais preciso ver em um filme de super-herói. Não preciso ver as pérolas caindo no beco quando os pais do Batman são assassinados. Não preciso ver a aranha radioativa picando o Homem-Aranha. E não preciso ver o bebê Kal vindo de Krypton em um foguete”, declarou Gunn.

Ele prosseguiu, argumentando que a familiaridade do público com esses personagens permite pular essas etapas iniciais: “Já vimos milhões de filmes com personagens cuja criação nunca é explicada. Tipo, quando assistimos ‘Boa Noite e Boa Sorte’, não precisamos saber sobre a infância de Edward R. Murrow para entender como ele virou jornalista. Quem se importa?”.

Essa perspectiva justifica a decisão de Gunn de Superman contar uma história que se passa em um mundo onde Kal-El já está estabelecido como herói. O diretor descreve esse período como o “terceiro ano” do Superman, em um universo onde os metahumanos já são conhecidos há mais de 300 anos.

Gunn também já indicou que o futuro filme do Batman no DCU, intitulado ‘The Brave and the Bold’, será centrado em um Cavaleiro das Trevas já experiente.

“A gente começa no meio da ação”, revelou Gunn sobre Superman. “O Superman já existe. Lois e Clark já se conhecem. Lex [Luthor] odeia o Superman desde o início, embora eles ainda não tenham um relacionamento direto. Então começamos direto no meio da ação. A história se passa em um curto período de tempo”.

james gunn superman

Superman’ tem estreia marcada nos cinemas para 10 de julho de 2025.

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

Atriz de ‘Hacks’ entra para nova série de comedia de Steve Carell para a HBO

A comediante e roteirista Robby Hoffman, um dos destaques da temporada atual de ‘Hacks‘ (Max) e da minissérie ‘Morrendo Por Sexo‘ (FX), foi escalada como atriz convidada recorrente na nova comédia da HBO protagonizada por Steve Carell. A informação é exclusiva da Variety.

A série — ainda sem título divulgado — é criada por Bill Lawrence (Ted Lasso, Shrinking, Scrubs) e Matt Tarses (The Goldbergs, Mad About You) e será ambientada em um campus universitário, centrando-se na complexa relação entre um autor (Carell) e sua filha (interpretada por Charly Clive).

Além de Carell e Clive, o elenco inclui Danielle Deadwyler, Phil Dunster, John C. McGinley e Lauren Tsai.

Hoffman, que está em ascensão como roteirista e atriz, também está desenvolvendo seu próprio projeto na HBO: a série ‘Unentitled‘, que ela irá roteirizar, produzir e estrelar.

Iniciando sua carreira como roteirista em programas infantis como Odd Squad (PBS) — pelo qual venceu um Daytime Emmy — Hoffman também trabalhou em Workin’ Moms (CBC) e The Chris Gethard Show (TruTV). Ela também comanda o podcast Too Far with Robby Hoffman.

A nova comédia da HBO será produzida pela Warner Bros. Television, com produção executiva de Lawrence, Jeff Ingold e Liza Katzer pela Doozer Productions, além de Tarses, Jonathan Krisel, Barbie Adler, Annie Mebane, David Stassen, Anthony King e o próprio Carell.

David Hyman assina como coprodutor executivo.

Lux Pascal, irmã de Pedro Pascal, revela desejo de viver mutante icônica no UCM

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A atriz Lux Pascal (‘Rainha do Carvão’), irmã do renomado Pedro Pascal, revelou recentemente seu desejo de interpretar a mutante Jean Grey no Universo Cinematográfico Marvel (MCU).

Segundo o ComicBookMovie, Lux destacou sua conexão com a personagem: “Eu me sinto muito conectada com ela, tanto física quanto mentalmente. E como ela se transforma na Fênix, porque é corrompida pelo mundo”.

Sobre a possibilidade de dividir a tela com seu irmão, Pedro Pascal, ela acrescentou: “Seria lindo finalmente dar vida às conversas que tínhamos quando eu era criança e ele era um jovem adulto, e os dois sonhávamos com filmes. Eu adoraria isso”.

Pedro Pascal já se posicionou publicamente em defesa de sua irmã, inclusive rebatendo declarações transfóbicas da autora de ‘Harry Potter’, J.K. Rowling. Lux, por sua vez, expressa gratidão pelo apoio constante do irmão mais velho.

“Principalmente hoje em dia, há uma certa pressão para que garotas como eu vivam em sigilo, no sentido de não falar sobre nossas identidades”, disse Lux. “Sempre me questionei: ‘Serei mais respeitada na indústria se esconder quem eu sou?’ E ele [Pedro] sempre diz: ‘No fim das contas, você só precisa ser você mesma, e é aí que o mundo realmente começa a se abrir para você’”.

Enquanto nada é confirmado, vale lembrar que ‘Vingadores: Apocalipse’ chega aos cinemas no dia 01 de maio de 2026.

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Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

robert downey jr dr destino marvel vingadores
robert downey jr dr destino marvel vingadores

‘The Thomas Crown Affair’: Danai Gurira é confirmada em remake dirigido por Michael B. Jordan para a Amazon

A atriz Danai Gurira foi confirmada no elenco do aguardado remake de ‘The Thomas Crown Affair‘, marcando sua reunião com o colega de ‘Pantera Negra‘, Michael B. Jordan, que além de estrelar o filme, também assume a direção e a produção através de sua empresa, Outlier Society. A novidade foi divulgada com exclusividade pelo The Hollywood Reporter.

Gurira dará vida à confidente do personagem de Jordan — papel essencial dentro da narrativa, cujos detalhes ainda permanecem em sigilo.

As filmagens do longa tiveram início nesta segunda-feira em Londres e o elenco ainda conta com o vencedor do Oscar Kenneth Branagh e a indicada ao Oscar Lily Gladstone, que se juntam à Taylor Russell, já anunciada previamente.

The Thomas Crown Affair‘ ter’s estreia exclusiva nos cinemas em 5 de março de 2027 e traz o vencedor do Oscar Charles Roven (Oppenheimer) no time de produtores.

Inspirado no clássico de 1968 e em sua versão de 1999, o filme seguirá a mesma premissa central: um homem extremamente rico, movido por adrenalina, que comete um roubo de alto nível apenas pelo desafio intelectual, mas acaba envolvido em um intenso jogo de gato e rato com uma investigadora brilhante — papel que será vivido por Taylor Russell (Waves).

O roteiro é assinado por Drew Pearce (Missão: Impossível – Nação Secreta), com versões anteriores escritas por Wes Tooke (For All Mankind) e Justin Britt-Gibson (The Strain).

Alan Trustman, roteirista do filme original com Steve McQueen e Faye Dunaway, atua como produtor executivo.

A produção está programada para começar neste verão (do hemisfério norte). Com um elenco de peso, nomes consagrados nos bastidores e o respaldo de um estúdio apostando em lançamentos exclusivos para os cinemas, ‘The Thomas Crown Affair‘ promete ser um dos thrillers mais elegantes e comentados de 2027.

‘Vladimir’: John Slattery, Jessica Henwick e Ellen Robertson entram para nova minissérie da Netflix

A aguardada minissérie ‘Vladimir‘, da Netflix, baseada no romance de Julia May Jonas, acaba de ganhar reforços de peso em seu elenco principal. John Slattery (Mad Men), Jessica Henwick (Glass Onion: Um Mistério Knives Out) e Ellen Robertson (Mickey 17) foram confirmados como integrantes do elenco regular da produção, que será estrelada e produzida por Rachel Weisz.

Segundo o Deadline, além do trio, a série também anunciou nomes para o elenco recorrente: Kayli Carter (The Marvelous Mrs. Maisel), Miriam Silverman (Seus Vizinhos e Amigos), Mallori Johnson (Is God Is), Matt Walsh (Veep), Tattiawna Jones (Murderbot) e Louise Lambert (Chucky).

Na trama, Slattery interpretará John, Henwick será Cynthia, e Robertson dará vida a Sid. Entre os personagens recorrentes, Carter será Lila, Silverman viverá Florence, Johnson será Edwina, Walsh interpreta David, Jones será Alexis e Lambert viverá Dawn.

O título faz referência ao personagem de Leo Woodall (One Day), que vive o colega magnético e misterioso que desperta a obsessão da protagonista vivida por Weisz.

A minissérie terá oito episódios e promete explorar o colapso emocional e psicológico de uma mulher à medida que sua vida desmorona e ela mergulha em uma perigosa obsessão. Com uma mistura de segredos sexuais, humor ácido e personagens complexos, ‘Vladimir‘ examina até onde alguém pode ir ao tentar transformar suas fantasias mais íntimas em realidade.

A criação, roteiro e produção executiva são assinados pela própria autora do romance, Julia May Jonas.

A direção de três episódios (incluindo o piloto) será de Shari Springer Berman e Robert Pulcini (Fleishman Is in Trouble, American Splendor), que também atuam como produtores executivos.

A produção é da 20th Television, com colaboração de Merman (Sharon Horgan, Stacy Greenberg, Kira Carstensen) e Small Dog Picture Company (Jason Winer e Jon Radler).

Ainda sem data oficial de estreia, ‘Vladimir‘ é uma das apostas da Netflix em dramas provocativos e psicológicos com apelo literário e elencos estelares.

‘Anora’: Vencedor do Oscar 2025 será lançado na Prime Video; Saiba quando!

Mulher em pose artística e vestido vermelho.

O aclamado vencedor do Oscar, ‘Anora‘, será lançado na grade de programação da Prime Video. A produção chega ao serviço de streaming no dia 23 de julho.

Na trama, Anora é uma stripper uzbeque-americana cujo chefe frequentemente a arranja com clientes que falam russo. Uma noite, ela conhece Vanya, o jovem rico filho de um oligarca russo que paga para tê-la como namorada por uma semana. Inesperadamente, os dois se apaixonam e fogem para se casar — mas o conto de fadas é ameaçado quando os pais de Vanya descobrem.

Mikey Madison, Mark Eydelshteyn, Youri Borissov, Karren Karagulian e Vache Tovmasyan formam o elenco principal.

Relembre o trailer:

Sean Baker assina o roteiro e a direção do longa.

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Crítica | ‘Um Tipo de Loucura’ – Disponível no PRIME VIDEO, um filme para quem acredita no amor verdadeiro

Abordando a força do amor na batalha cruel contra o declínio nas habilidades mentais, o longa-metragem sul-africano Um Tipo de Loucura – completamente escondido no ótimo catálogo do Prime Video – nos leva até uma história apaixonante, com altos graus de emoções, em uma narrativa que mergulha de corpo e a alma nos últimos elos de lembranças enraizadas de uma linda história de amor. Escrito e dirigido pelo cineasta Christiaan Olwagen, o filme deve esquentar até aqueles corações mais gelados.

Elna (Sandra Prinsloo) e Dan (Ian Roberts) se conhecem há muitas décadas e abriram mão de tudo para formar uma família sempre com o objetivo de viverem juntos até os fins dos dias. Já com três filhos e vida consolidada, Elna começa a sofrer de demência, fato que a faz ser hospitalizada e ficar longe de seu grande amor. Sem saber como lidar com a situação, Dan resolve invadir o lugar e partir com Elna para o resgate de lembranças de momentos marcantes do casal.

Como contar uma história de amor de forma dilacerante? Partindo de um inusitado resgate – que simplifica o poder de um amar – Um Tipo de Loucura atravessa qualquer esconderijo da mesmice para nos levar até o pulsar de um subconsciente através de lapsos de memórias de um alguém com um declínio progressivo nas funções cognitivas. Apresentar esse tema já é algo valioso, que gera muitas reflexões, mas o roteiro consegue ir mais longe e mostrar o olhar de toda uma família para a situação que se apresenta.

Com o uso inteligente de flashbacks e cenas repletas de entrelinhas, a narrativa se desenrola com naturalidade e harmonia. Lançado discretamente em um dos principais catálogos de streaming no Brasil, o projeto apresenta uma história de amor que atravessa décadas, enfrentando dilemas e obstáculos – mas nada tão doloroso quanto os acontecimentos do presente. É fácil para parte do público traçar paralelos com a vida real, já que o tema toca diretamente em aspectos sensíveis da nossa realidade.

Com a demência posicionada no centro da trama – ainda que sem grandes explicações sobre os sintomas envolvidos – a narrativa abre espaço para diversas camadas significativas. Elas vão desde os conflitos sobre como lidar com a condição, que afetam toda a família, até os fragmentos de consciência da protagonista a respeito da própria realidade. Esse carrossel de emoções, com ótimas interpretações, transformam Um Tipo de Loucura em um filme necessário e certeiro para você que vive ou já viveu um grande amor.

 

 

ACLAMADO terror de Robert Eggers chega esta semana ao Prime Video; Confira o novo trailer dublado!

O aclamado remake de ‘Nosferatu‘, dirigido por Robert Eggers (‘A Bruxa’), chega esta semana ao catálogo do Prime Video.

A produção chega à grade de programação do streaming no dia 11 de julho e ganhou um novo trailer dublado oficial, cortesia da plataforma.

Confira:

Sucesso entre os críticos – com 91% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o longa recebeu uma nota B- do público no CinemaScore, que é considerada uma avaliação aceitável para o gênero.

A trama é um conto gótico de obsessão entre uma jovem assombrada na Alemanha do século XIX e o antigo vampiro da Transilvânia que a persegue, trazendo consigo um horror incalculável.

Crítica | Robert Eggers cria uma carta de amor ao terror gótico com o estupendo ‘Nosferatu’

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

O filme recebeu uma classificação etária alta (R), o que significa que só poderá ser assistido por maiores de 18 anos ou menores acompanhados de um responsável, devido a “violência sangrenta, nudez gráfica e conteúdo sexual”.

O elenco conta com Bill Skarsgard (It: A Coisa) Lily Rose Depp (‘The Idol’), Aaron Taylor-Johnson (‘Trem-Bala’), Willem Dafoe (‘Pobres Criaturas’), Nicholas Hoult (‘X-Men: Primeira Classe’) e Emma Corrin (‘Deadpool 3’).

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‘Superman’: Isabela Merced comenta possível romance entre Mulher-Gavião e Lanterna Verde no DCU

Isabela Merced, que em breve fará sua estreia nas telonas como Mulher-Gavião em Superman, comentou recentemente sobre a possibilidade de sua personagem viver um romance com o Lanterna Verde John Stewart no novo Universo DC.

Tradicionalmente nos quadrinhos, a Mulher-Gavião, na maioria das suas encarnações, é romanticamente ligada ao Gavião Negro. No entanto, a popularidade da animação ‘Liga da Justiça’ consolidou entre muitos fãs o “ship” entre a Mulher-Gavião e o Lanterna Verde John Stewart.

Segundo o ComicBookMovie, Merced destacou seu desejo de explorar um romance semelhante no novo Universo DC, caso essa seja a direção escolhida pela equipe criativa.

“Eu realmente amo essa ideia, e é por isso que gosto tanto da história de Lois e Clark: esse amor entre alienígena e humano. Há algo de muito romântico nisso para mim. É tipo: ‘A gente não deveria, mas deveria, mas não deveria.’ Isso partia meu coração quando eu era criança. Fiquei arrasada quando ela [Mulher-Gavião] eventualmente abandonou a equipe — aquela traição. A traição foi insana”, disse Merced, revelando seu grande apreço pela animação.

Ela continuou: “Mas meu amor pela personagem que a Maria [Canals-Barrera, dubladora original] trouxe para a série com certeza se transferiu para esta versão. Ela não é a Shayera, é a Kendra, mas carrega todas as memórias de vidas passadas. Então, sou uma grande fã da história dela, e mal posso esperar para ver como isso vai evoluir, ou se vai existir mesmo um aspecto romântico, porque sou romântica de coração, com certeza”.

Superman’ tem estreia marcada nos cinemas para 10 de julho de 2025.

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

‘A Odisseia’: Cosmo Jarvis DEIXA o elenco da adaptação e será substituído por Logan Marshall-Green

cosmo jarvis xógum

Segundo o DeadlineCosmo Jarvis (‘Xógum: A Gloriosa Saga do Japão’) deixou o elenco de ‘A Odisseia’, adaptação do épico poema grego de Homero que será dirigida por Christopher Nolan (‘Oppenheimer’).

Jarvis abandonou o projeto em virtude de conflitos de agenda e pouco antes das gravações começarem oficialmente. Logan Marshall-Green (‘Prometheus’) irá substitui-lo, mas detalhes sobre o papel ainda não foram revelados.

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“O filme é um épico de ação mítico filmado em todo o mundo usando a novíssima tecnologia de filme IMAX e traz a saga fundamental de Odisseu para as telas de filme IMAX pela primeira vez. A estreia nos cinemas acontece mundialmente em 17 de julho de 2026.”

O elenco conta com nomes como Matt Damon, Tom Holland, Charlize TheronRobert PattinsonJon BernthalJohn LeguizamoElliot PageHimesh PatelBill IrwinSamantha MortonZendaya e outros.

Nolan começou a escrever o filme em março. Donna Langley, presidente da Universal Pictures, é a única pessoa que já leu o roteiro.