A 6ª e última temporada de ‘Teen Wolf‘ ganhou seu teaser para o nono episódio.
Além disso, foi revelado o nome verdadeiro do personagem: Mieczyslaw Stilinski.
A série será encerrada em 2017, no seu episódio número 100!
Assista, com a nova abertura:
A 6ª e última temporada de ‘Teen Wolf‘ ganhou seu teaser para o nono episódio.
Além disso, foi revelado o nome verdadeiro do personagem: Mieczyslaw Stilinski.
A série será encerrada em 2017, no seu episódio número 100!
Assista, com a nova abertura:
O canal Showtime liberou os números finais de audiência do episódio de estreia da sexta temporada de ‘Homeland‘.
Os veículos americanos ficaram um tanto sem comparativo para a estreia porque essa é a primeira vez que ‘Homeland‘ estreou no Winter Season e mais ainda, em um período completamente diferente do que o mercado de TV estava habituado para a série.
Ainda assim, os números foram interessantes, porém modestos, quando comparados ponto a ponto com as temporadas anteriores.
O episódio de estreia foi assistido por 1.1 milhão de pessoas no ao vivo. E a reprise, realizada logo em seguida, foi conferida por 1.4 milhão.
Em comparação com a quinta temporada, os números respectivos foram de: 1.7 milhão e 2.1 milhões.
Vale lembrar que, apesar de não contar como número fixo de audiência para a TV, o canal Showtime tinha liberado o episódio de estreia em seu site desde o final de dezembro. E só por lá, cerca de 1.25 milhão de pessoas o assistiram. Sem dúvida, uma quantidade bastante considerável.
A sexta temporada de ‘Homeland‘ seja exibida a partir do dia 15 de janeiro.
A sexta temporada trará Carrie Mathison (Claire Danes) morando no Brooklyn, em Nova York. O seu trabalho desta vez será ajudar imigrantes muçulmanos a se integrarem a cultura americana.
A ambientação dos episódios serão entre o dia da eleição para a presidência dos Estados Unidos, até o dia em que o eleito assumirá o cargo.
Em conversa com o ComicBook, o produtor executivo de ‘Arrow‘, Marc Guggenheim, revelou que Dolph Lundgren, intérprete de um mafioso russo em um episódio na primeira parte da temporada, retornará para um próximo episódio realizado quase todo em flashbacks.
Marc disse que a apresentação de Dolph no início da atual temporada resultou em um dos episódios mais comentados nas redes sociais em toda a história da série, e que além disso, a Rússia está em alta no cenário político mundial, o que favorece explorar novas histórias para a série.
Por fim, o produtor revelou que o episódio só vai ao ar quase no final da temporada.
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‘Arrow‘ retorna com episódios inéditos em 25 de janeiro. No Brasil, a série é transmitida pela Warner Channel.




O CinePOP entrevistou a fofa Nina Dobrev (‘The Vampire Diaries’), que interpreta Becky em ‘xXx: Reativado‘ (xXx 3: The Return of Xander Cage).
A bela atriz conversou com o jornalista Renato Marafon e revelou que amou participar de ‘Triplo X – Reativado‘, tem Vin Diesel como um irmão e gostaria de interpretar a Mulher-Gato nos cinemas! Ah sim, ela também amou experimentar pão de queijo.
Assista:
A sequência da franquia estreia no dia 19 de janeiro de 2017.
Desta vez, Xander Cage entra em conflito com o guerreiro Xiang e seu grupo. Os dois se enfrentam em uma corrida desenfreada para recuperar uma poderosa arma, conhecida como Caixa de Pandora. Após recrutar um novo grupo de soldados em busca de emoção, Xander se envolve em um plano mortal que aponta para uma conspiração nos mais altos níveis dos governos mundiais.
D.J. Caruso (‘Eu Sou o Número Quatro’) dirige.
‘Triplo X‘ foi lançado em 2002, e arrecadou bons US$ 277 milhões mundialmente. O rapper Ice Cube substituiu Diesel em ‘Triplo X 2 – Estado de Emergência’, 2005, que arrecadou pardos US$ 70 milhões mundialmente.
No primeiro filme, o fora-da-lei e campeão de esportes radicais Xander precisa passar, forçadamente, por uma série de testes do governo para se tornar seu novo agente secreto, isso tudo porque o “chefão do mal” já sabe quem é quem dentro da agência.
Em entrevista ao Digital Spy, o célebre M. Night Shymalan revelou que quer dirigir um dos episódios da segunda temporada de ‘Stranger Things‘.
hymalan é amigo pessoal e profissional da dupla que criou a série para a Netflix, os Irmãos Duffer.
O trio chegou a desenvolver a elogiada série ‘Wayward Pines‘, exibida pelo canal FOX em 2015.
“Meus amigos que fazem ‘Stranger Things‘, eles fizeram ‘Wayward Pines‘ comigo. Eles estavam um dia desses na minha casa e eu estava tipo, ‘Bem, você pode me contratar, eu posso fazer coisas legais.”
Então, nada mais divertido do que uma interessante retribuição.
Saiba quanto os protagonistas ganharam de cachê por ‘Stranger Things’
Crítica | ‘Stranger Things’: Terror e mistério na fantástica nova série da Netflix
‘Stranger Things‘ se passa na década de 1980 em Hawkins, Indiana, e conta a história da busca por um garoto que desapareceu sem deixar rastros e em circunstâncias suspeitas. Sua mãe (Winona Ryder) pede às autoridades locais o início das investigações do desaparecimento, que vai revelar uma série de mistérios envolvendo experimentos ultrassecretos do governo, forças sobrenaturais aterrorizantes e uma garotinha muito estranha.
O elenco conta com Winona Ryder, Matthew Modine, David Harbour, Charlie Heaton, Natalia Dyer e Millie Brown. Na produção executiva de ‘Stranger Things‘: os irmãos Duffer (Wayward Pines), Shawn Levy (Uma Noite no Museu) e Dan Cohen (Story of Your Life).
O CinePOP bateu um papo com o ator Paulo Gustavo, protagonista do fenômeno comercial ‘Minha Mãe é Uma Peça 2‘, e ele revelou detalhes sobre o terceiro filme da franquia.
Assim como ‘De Pernas Pro Ar 2‘, a história pode se passar em Nova York e trazer a Dona Hermínia arrasando (literalmente) no inglês.
“‘Minha Mãe é uma Peça em Nova York’, se tiver, vai demorar muito ainda. Eu tenho outros projetos, estou escrevendo um novo filme para o ano que vem, que eu ainda no posso contar, porque ainda não tem nada registrado, nem nome, nem nada, então fica difícil falar agora. Mas eu vou fazer, se Deus quiser. A trilogia, fica chiquérrimo, né. Agora, vai demorar um pouquinho. Vamos ver, tem que construir uma história muito engraçada. Para ter o 3, não dá para ser qualquer coisa, tem que ser melhor que o primeiro e o segundo”, afirmou.
Para ler a entrevista COMPLETA, clique aqui!
Vale lembrar que ‘Minha Mãe É Uma Peça 2‘ alcançou a marca de 6,5 milhões de espectadores, se tornando o quarto filme nacional mais visto da história no Brasil – saiba mais!
No segundo filme, a Dona Hermínia (Paulo Gustavo) continua muito preocupada com os problemas da família: Marcelina (Mariana Xavier) e Juliano (Rodrigo Pandolfo) resolvem conquistar a liberdade e sair de casa.
A série baseada em ‘Atirador‘ (Shooter), filme de ação estrelado por Mark Wahlberg em 2007, ganhou um vídeo de apresentação para a anunciar que a segunda temporada estreará mais cedo.
Ao contrário da primeira leva de episódios, que estreou em setembro, a série chegará ao canal USA no verão americano, ou seja, entre abril e agosto (o verão americano de entretenimento é maior que os três meses da própria estação).
Confira:
Ryan Phillippe (‘Segundas Intenções’) estrela a série, produzida por John Hlavin (‘Anjos da Noite: O Despertar’, ‘The Shield’) e Mark Wahlberg.
O longa original, dirigido por Antoine Fuqua, é centrado no exímio atirador Bob Lee Swagger (Wahlberg), que isola-se nas florestas do Arkansas depois de causar a morte de um inocente.
Algum tempo depois, ele é persuadido por seus ex-parceiros a ajudá-los a impedir o assassinato do presidente. Mas ele acaba sendo enganado e acusado de ter planejado o crime.
A trama conspiratória foi adaptada do livro ‘Point of Impact’, de Stephen Hunter.
Colocar a culpa do sumiço de May em Coulson até que foi uma sacada interessante, não é?!
A curiosidade da nova prévia de ‘Agents of S.H.I.E.L.D.‘ fica por conta de May finalmente está prestes a voltar à ativa.
Assista:

Entre os convidados estão Jason O’Mara como o diretor Jeffrey Mace, Mallory Jansen como Aida, Adrian Pasdar como Glenn Talbot, Maximillian Osinski como o agente Davis, Patrick Cavanaugh como Burrows, Troy Caylak como Yuri Zaikin, Kimberley Drummond como Agente Crawford, Shelly Robertson como Michelle Caldwell e Alastair Bayardo como Agente McCafferty.
“The Patriot” foi escrito por James C. Oliver e Sharla Oliver, e dirigido por Kevin Tancharoen. “






De todos ‘Os Defensores’ que estarão na miniséria da Marvel/Netflix, ‘Punho de Ferro‘ é o único que ainda não teve sua série já liberada.
Assim, ninguém sabe ao certo como o herói vai finalizar seu projeto solo, e mais ainda, quais as consequências que o farão entrar para ‘Os Defensores‘.
Mas em conversa com a Entertainment Weekly, Finn Jones concedeu alguns detalhes.
“Por um lado, ele anseia desesperadamente entrar em uma família, ele anseia por ajuda, orientações, para aprender mais com as pessoas. Ele procura por tudo isso de maneira muito profunda. Mas por causa do que acontece em ‘Punho de Ferro’, ele está muito desconfiado de várias pessoas, e ele tem um espírito muito independente, e é realmente por aí o seu caminho.”
Agora, com o ‘Punho de Ferro‘ já estabelecido no mundo dos Defensores, Finn disse o seguinte sobre os próximos passos do herói:
“O que veremos em Os Defensores é que Danny está definitivamente se tornando mais à vontade eu diria, e mais confortável com o seu ambiente, porque ele tem outros ao seu redor, porque ele não vai continuar mais sozinho nessa jornada. Veremos o lado mais bonito de Danny, veremos Danny unindo os Defensores para reslvermos este problema.”
‘Os Defensores’: Sigourney Weaver dá algumas pistas sobre sua vilã na série
No elenco de apoio também estão confirmados : Jeri Hogarth (Carrie-Anne Moss) e Malcolm Ducasse (Eka Darville), de ‘Jessica Jones‘, e Foggy Nelson (Elden Henson), de ‘Demolidor‘, Simone Missick (Misty Knight), de ‘Luke Cage‘ e Deborah Ann Woll (Karen Page), de ‘Demolidor‘.
Demolidor e Jessica Jones juntos nas novas fotos dos bastidores de ‘Os Defensores’
‘Punho de Ferro‘ (‘Marvel’s Iron Fist‘) será o próximo lançamento das séries de herói na Netflix, chegando 17 de março de 2017 ao serviço. ‘Os Defensores‘ (‘Marvel’s The Defenders‘) estreia apenas no segundo semestre de 2017.
Netflix divulga teaser-trailer incrível de ‘Os Defensores’

A HBO liberou a prévia do terceiro episódio de ‘The Young Pope‘. Lembrando que nos EUA, o canal exibe dois episódios por semana, um no domingo e outro na segunda.
Assista:
‘The Young Pope’ havia sido produzida pela HBO Europa para exibição somente na Itália, afinal, o criador do TV show é ninguém menos que Paolo Sorrentino (‘A Grande Beleza’).
No entanto, depois da aclamação no Festival de Veneza e da impressionante audiência no Velho Continente, a HBO resolveu trazer a série para o outro lado do oceano.
O que também não é para menos, com Jude Law e Diane Keaton no elenco, essa série realmente precisava ir para a principal casa do canal.
E numa estratégia bem interessante, dos 10 episódios produzidos, dois serão exibidos a cada semana. Um no domingo e outro na segunda-feira.
Dirigida e criada pelo vencedor do Oscar Paolo Sorrentino (‘A Grande Beleza’), The Young Pope conta a história de Lenny Belardo, também conhecido como Pio XIII, o primeiro Papa americano da história. Jovem e encantador, sua eleição parece ser o resultado de uma simples estratégia da mídia, mas eficiente, por parte do Colégio de Cardeais.
Mas as aparências podem ser enganosas – sobretudo, no lugar onde as pessoas escolheram o grande mistério de Deus como a bússola que orienta sua existência. Esse lugar é o Vaticano e essas pessoas são os líderes da igreja. E Pio XIII prova ser o mais misterioso e contraditório de todos eles. Astuto e ingênuo, irônico e pedante, primitivo e avançado, duvidoso e resoluto, melancólico e implacável, Pio XIII tenta atravessar o interminável rio da solidão humana para encontrar um Deus que ele possa dar à humanidade.

O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, um featurette legendado de ‘xXx: Reativado‘ (xXx 3: The Return of Xander Cage).
O vídeo apresenta a personagem da bela Ruby Rose, de ‘Orange is the New Black‘ e ‘Resident Evil 6: O Capítulo Final‘.
Assista, com nossas entrevistas exclusivas:
A sequência da franquia estreia quinta-feira, dia 19 de janeiro de 2017.
Desta vez, Xander Cage entra em conflito com o guerreiro Xiang e seu grupo. Os dois se enfrentam em uma corrida desenfreada para recuperar uma poderosa arma, conhecida como Caixa de Pandora. Após recrutar um novo grupo de soldados em busca de emoção, Xander se envolve em um plano mortal que aponta para uma conspiração nos mais altos níveis dos governos mundiais.
D.J. Caruso (‘Eu Sou o Número Quatro’) dirige.
‘Triplo X‘ foi lançado em 2002, e arrecadou bons US$ 277 milhões mundialmente. O rapper Ice Cube substituiu Diesel em ‘Triplo X 2 – Estado de Emergência’, 2005, que arrecadou pardos US$ 70 milhões mundialmente.
A esta altura você já deve ter ouvido todos os elogios possíveis para La La Land: Cantando Estações, novo filme do menino prodígio Damien Chazelle (Whiplash: Em Busca da Perfeição). Caso esteja por fora, o Globo de Ouro no último domingo tratou de colocar todos a par do fenômeno que é o musical, despontando rumo ao Oscar como favorito. Se prêmios não importam muito para você, mesmo assim saiba que o filme é bom neste nível e não se trata de um caso de superestimar.
La La Land é uma ode à Los Angeles, a cidade dos sonhos. Conhecida por guardar as esperanças de sucesso de todos os seus habitantes, ou a maioria, a glamourosa cidade californiana já foi alvo de diversas produções cinematográficas, sempre no radar quando o tema é a busca pelos sonhos de fama no meio artístico – seja na música ou cinema. Neste cenário, o cineasta Chazelle constrói sua história de amor, que funciona como grande insight ao mundo no qual os personagens habitam.

Assim como Birdman (2014), vencedor do Oscar de melhor filme em 2015, La La Land adentra de forma muito honesta, nos levando aos bastidores da maior indústria de celebridades do mundo. Enquanto o protagonista vivido por Michael Keaton queria mostrar legitimidade como ator, tendo atingido o sucesso e sido menosprezado artisticamente por suas escolhas, o personagem de Ryan Gosling em La La Land enfrenta um dilema similar, mantendo-se fiel artisticamente ao que o jazz significa para ele. Essa eterna discussão, do que é vendável, do que é legítimo artisticamente, do que é apreciado, se torna um dos temas pulsantes do roteiro.
Na trama, o trânsito de Los Angeles nos apresenta – junto ao primeiro número musical – os protagonistas desta jornada, que não se bicam à primeira vista. Ambos sonhadores. Mia (Emma Stone) é garçonete de uma loja de café dentro dos estúdios da Warner, que sonha em se tornar atriz. A jovem não vive só de sonhos e encara um teste de elenco atrás do outro, a maioria com resultado decepcionante. Do outro lado do espectro está Sebastian (Ryan Gosling), um amante fervoroso do jazz, com aspirações de um dia conseguir seu próprio bar. Depois de alguns esbarrões e tropeções, o caminho da dupla finalmente se entrelaça da melhor forma possível.

A história criada por Chazelle é simples, mas o roteiro é complexo – assim como em Whiplash. A estrutura de boy meets girl, ou rapaz conhece moça, é a adotada pelo cineasta, mas suas entrelinhas (e diálogos) são onde o filme ganha verdadeiramente vida. O frescor com que Chazelle conta esta história, utilizando-se do respaldo de todos os envolvidos, faz toda a diferença para o êxito de La La Land. A fantasia de conto de fadas, com pessoas apaixonadas flutuando no ar, desandando a cantar de amor ou sapateando em coreografias cronometradas, recebe o contraste da realidade nua e crua, equilibrando a doçura com doses iguais de amargor – o que finca esta bela história, tornando-a crível.

O empenho dos atores é louvável. Ryan Gosling entrega um desempenho físico admirável, o ator canta, dança e toca piano de forma impressionante. A química com sua coprotagonista, conquistada ao longo de outros dois filmes, é irretocável. Mas quem impressiona mesmo é Emma Stone. Menos falada do que seu colega de cena, a atriz prova mais uma vez o que cismamos em esquecer: que ela é uma das jovens estrelas mais talentosas em atividade hoje. Se Birdman abriu portas para seu reconhecimento, aqui é difícil não se render a Srta. Stone. É nas decepções da personagem que a atriz se abre verdadeiramente, e podemos ver o paralelo entre ficção e realidade, já que Stone também abandonou tudo e se mudou para Hollywood buscando o estrelato e provavelmente passou por situações semelhantes as de Mia.

Cada teste ruim que a personagem realiza, rende para nós, o público, uma performance intensa de Stone, muitas em close de rosto. O talento da atriz é posto em cheque diversas vezes pelo cineasta e ela corresponde. O carisma e otimismo exalam de seu desempenho, transpassando e criando um elo de identificação imediata. A trajetória contada através das estações do ano, guarda os subtextos de questões importantes para Chazelle, abordados também em Whiplash, e que vem se tornando indispensáveis em suas obras. Uma das principais é a colisão da vida profissional e a vida pessoal, na qual faz questão de enfatizar que dificilmente podem caminhar juntas, se o objetivo é ser grande de verdade. Muitas vezes é preciso desligar o emocional. O mundo cínico que criou Chazelle e que agora ele recria não é cem por cento frio, no entanto, já que o arrependimento do que poderia ter sido são sempre suas conclusões.
Confeccionado com a maestria esperada de seu diretor, pronto para ganhar todos os prêmios que lhe possam oferecer, La La Land é uma celebração ao cinema, ao amor e à vida. Um deleite visual e auditivo, que deixa o coração mais alegre e o desejo de cantar e dançar.
Provando que um raio pode sim cair no mesmo lugar duas vezes, Paulo Gustavo e os envolvidos com a produção da comédia Minha Mãe é uma Peça acertam novamente, entregando uma continuação tão boa quanto o filme original.
Surgida como homenagem/sátira de sua própria mãe, a personagem Dona Hermínia, criação do humorista Paulo Gustavo, mostrou-se extremamente popular nos palcos e na TV, realizando uma transição muito bem sucedida para as telonas também. Minha Mãe é uma Peça (2013) foi um dos pontos altos no cinema brasileiro de seu respectivo ano, mostrando antes de qualquer coisa que comédia nacional pode funcionar com inteligência e sem precisar depender exclusivamente do humor de baixo calão.

Sim, grande parte do mérito deve ir para Paulo Gustavo, a espinha dorsal desta empreitada. Afinal, o filme é moldado ao redor dele e de seu alter ego. Dona Hermínia é sem paciência, nervosa, escandalosa, não leva desaforo e vive em função dos filhos. Tem também as melhores tiradas e as profere com a cara de pau de quem se vê indiferente às opiniões alheias. É claro que também precisa existir humanidade, carinho e afeição para a personagem se tornar crível e fazer-nos criar um laço de identificação.
Na trama, Hermínia faz sucesso com seu programa de TV, no qual diz o que pensa sem papas na língua e oferece suas opiniões sempre ácidas sobre os mais variados tópicos. O sucesso a fez inclusive mudar para um apartamento maior. As desavenças com os filhos e o ex-marido seguem do tempo em que pararam, não existe grande evolução narrativa aqui em relação ao filme original em tais quesitos.

As novidades das crias trazem o sonho de ser atriz da rechonchuda Marcelina (Mariana Xavier), criando uma ponte aérea entre Rio e São Paulo, e a mudança de orientação sexual de Juliano (Rodrigo Pandolfo), que de gay decide ser hétero, ou bissexual, dependendo do ponto de vista. Com o ex-marido Carlos Alberto (Herson Capri) velhas faíscas ressurgem. No elenco, ainda as presenças revisitadas da irmã Iesa (Alexandra Richter), a empregada Valdéia (Samantha Schmutz), o filho mais velho Garib (Bruno Bebianno) e a tia Zélia (Suely Franco).
Entre os personagens adicionados, destaca-se Lúcia Helena (Patricya Travassos), a irmã mente aberta, vinda dos EUA para perturbar ainda mais a inexistente serenidade da protagonista.

Mesmo que nem tudo funcione em Minha Mãe é uma Peça 2, como um momento em uma boate de São Paulo, com direito a um número musical em que Hermínia cai na dança, realizando uma coreografia ao lado dos figurantes, o novo longa traz mais acertos do que erros. O foco ainda é em uma mulher que não sabe muito bem o que fazer de sua vida se não estiver se preocupando com os filhos, sua eterna responsabilidade. Sua cruz é também sua válvula de escape.

O que surpreende na sequência é a atenção dada na medida certa ao tom dramático que cerca a subtrama da tia Zélia, cada vez mais senil e exigindo cuidados especiais. Em tais trechos, o diretor César Rodrigues (diretor de Vai que Cola na TV e cinema), substituindo André Pellenz (também escolado na arte de Paulo Gustavo, já que é o diretor da série 220 Volts), acerta o sentimento, sem ser piegas ou sentimentalista, em especial se levarmos em conta que esta é uma comédia escrachada.
Com o desfecho de Minha Mãe é uma Peça 2, as portas ficam abertas para uma nova Hermínia. Agora é torcer para que a personagem mais engraçada do cinema nacional recente não demore muito a voltar para as telonas, em grande estilo e, como sempre, aos berros.
O editor Renato Marafon fala sobre o espetacular ‘La La Land – Cantando Estações‘, que chega aos cinemas nacionais dia 19 de Janeiro.
Assista:
Crítica | La La Land: Cantando Estações
Protagonizado por Ryan Gosling e Emma Stone, o longa concorreu em 7 categorias da 74ª edição do Globo de Ouro, e levou AS SETE: Melhor Filme na categoria Comédia ou Musical, Melhor Roteiro e Direção para Damien Chazelle, Melhor Trilha Original, Melhor Atriz de Comédia ou Musical para Emma Stone, Melhor Ator de Comédia ou Musical para Ryan Gosling e Melhor Música para “City of Stars”.
O filme abriu o Festival de Veneza em 2016 e foi premiado com o Leão de Ouro pela atuação de Emma Stone. A produção também integrou a programação do Festival Internacional de Toronto e levou o prêmio de melhor filme.
A ficção apresenta a história de Mia [Emma Stone], uma aspirante a atriz, e Sebastian [Ryan Gosling], um músico de jazz dedicado, que estão lutando para sobreviver em uma cidade conhecida por esmagar as esperanças e quebrar os corações. Ambientado na moderna Los Angeles, este musical original fala sobre a vida cotidiana e explora a alegria e a dor de um casal que persegue os seus sonhos.
‘Assassin’s Creed‘ chegou para mudar o cenário das adaptações de games no cinema. Justin Kurzel, diretor do filme, consegue estabelecer uma possível franquia cheia de potencial. Parte disso se deve pela própria história, que é mais atrativa do que maioria dos filmes do gênero e não requer a apresentação de um universo muito complexo, como ‘Warcraft – O Primeiro Encontro de Dois Mundos‘.
A história torna-se interessante quando o conflito entre os Assassinos do Credo e os Templários (que ocorre 500 anos antes dos dias atuais) se mostra como o carro chefe da trama. A batalha pela Maça do Éden (que segundo os Templários, pode ajudar a erradicar a violência) move as motivações ideológicas de cada lado da batalha. Na premissa central, há algumas diferenças para com o jogo original, que no game fazem sentido para aumentar a emoção da experiência, mas que no filme seriam mais alguns clichês dos clichês. Sendo assim, seriam apenas fan service, mas a intenção do filme é de claramente conquistar o público geral, e não apenas os fãs da franquia.

No presente, Cal (Michael Fassbender) foi condenado a morte e é “salvo” pela Abstergo (uma organização fundamental para a história). Ele é inserido nas regressões que o fazem ter contato com o seu antepassado, Aguilar. No geral, os personagens não necessitam de um vasto desenvolvimentos, pois as descobertas “históricas” que o longa apresenta são o suficiente para saber o porquê de cada um estar ali, ou quais são as motivações. Isso é fruto de um roteiro diferenciado, que gosta de trabalhar e de construir elementos que façam o público pensar naquilo que está assistindo. Sendo assim, poucas explicações são feitas com o intuito de situar o público naquele universo.
Os problemas do enredo se dão ao simples fato de ser uma adaptação de Hollywood, sendo assim, o longa caí em alguns clichês e em momentos que a história precisava de um impulso para andar, cria-se inesperadamente uma motivação instantânea, exatamente como o macarrão intantâneo: ferva a água e aguarde 3 minutos – e assim está pronto o incentivo que faltava para o protagonista. É uma ação totalmente artificial, mas ainda assim é um clichê que funciona para o bem da história.

Fassbender tem um personagem que traz uma carga semelhante ao Magneto na nova trilogia dos ‘X-Men‘. Cal traz traumas do passado e usa da violência para viver, e é visível que o peso dos acontecimentos fica cada vez mais enraizado nas suas ações. Além disso, visualmente o ator casa perfeitamente com Aguilar, o antepassado de Cal. Marion Cotillard funciona bem para o filme, a personagem traz uma dinâmica interessante à história, mas assim como o pai (interpretado por Jeremy Irons) ela vai decaindo a medida que os fatos se desenvolvem. Irons, por outro lado, é o típico antagonista que se esconde atrás de seus argumentos até que de fato seja transformado em vilão, tendo seu único momento útil no fim do terceiro ato.
Justin Kurzel administra bem o enredo, mas a direção é o ponto fraco do longa. Por trazer uma proposta diferente, com ação frenética, um visual empoeirado e uma trilha sonora que mescla rock e músicas medievais, ‘Assassin’s Creed‘ torna-se limitado quando deveria dar o espetáculo.
As lutas são mal coreografadas e mal filmadas, a câmera do diretor não consegue captar a ação dos golpes, que combinada com a edição excessivamente picotada, fazendo o longa apenas mais do mesmo na ação.

‘Assassin’s Creed‘ tem potencial para o futuro, mas a história é prejudicada pela direção preguiçosa de Justin Kurzel (‘Macbeth: Ambição e Guerra’). Com uma trama que consegue instigar a curiosidade do público, o longa se perde em sua execução, mas ainda assim acende uma luz de esperança para as adaptações de jogos em Hollywood, um gênero muito desgastado ao longo dos anos.
‘Shadowhunters’, série de TV baseada na franquia literária ‘Os Instrumentos Mortais’, ganhou sua primeira prévia para o quarto episódio, que estreia na Netflix um dia depois da exibição nos EUA.
Assista:
Katherine McNamara (‘Happyland’) faz a protagonista Clary Fray que, no seu aniversário de 18 anos, descobre ser uma descendente dos shadowhunters (caçadores de sombras), híbridos de anjos com seres humanos. Quando sua mãe, Jocelyn, é sequestrada, Clary então se une a Jace (Dominic Sherwood), outro shadowhunter, e seu melhor amigo Simon (Alberto Rosende) para caçar demônios. Vivendo entre as fadas, bruxos, vampiros e lobisomens, Clary começa a desvendar sua própria história. Alan Van Sprang (da série ‘Reign’) será o vilão Valentine e terá participações regulares na trama.
O cineasta McG (‘O Exterminador do Futuro – A Salvação’, ‘As Panteras’) dirigiu o episódio piloto e também servirá como produtor executivo.
Inspirado nos livros de Cassandra Clare, ‘Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos’ teve orçamento de US$ 60 milhões e arrecadou míseros US$ 31 milhões nos EUA. Com o fraco desempenho, a Constantin Films cancelou o início das filmagens da sequência, ‘Os Instrumentos Mortais: Cidade das Cinzas‘.

O canal AMC liberou o primeiro cartaz internacional de ‘The Son‘, série estrelada pelo também icônico 007, Pierce Brosnan.
A trama é ambientada em dois períodos de tempo. Na primeira, você tem Eli (personagem de Pierce) em sua forma mais jovem, em 1849, tentando ainda encontrar um rumo na sua vida. A outra narrativa se passa 60 anos depois, com Eli já mais velho e no comando da fazenda de gados da família.
Confira, com o trailer:

A AMC ainda não estipulou uma data para a estreia, mas o TV Show é tido para ser um dos mais primorosos do canal, por isso se especula que a empresa quer os 10 episódios completamente prontos de uma só vez.
Cada episódio terá duração de 60 minutos.
A espera finalmente acabou, 43 dias (ou 7 semanas e 6 dias) depois do lançamento norte-americano, o mais novo lançamento da Disney Animation Studios chegou aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, dia 5 de janeiro, e o público vai poder se emocionar e também se aventurar com Moana, a nova heroína do estúdio do Mickey.
Antes do filme começar, você vai ter o prazer de conferir o primeiro curta metragem da Disney dirigido por um brasileiro, o Léo Matsuda, que nos apresenta ‘Trabalho Interno‘ (que também foi chamado no Brasil de ‘Cabeça ou Coração‘). O divertido curta mostra a diária batalha de nossa cabeça com nosso coração, mostrando que para vivermos bem, temos que aprender a ter o equilíbrio do lado emocional com o lado racional! Repleto de piadinhas, o curta não eh um dos melhores da última leva da Disney, mas diverte e nos faz pensar. Muitos vão comparar a temática com ‘Divertida Mente‘ (Inside Out) e o protagonista lembra e muito, o simpático Carl, protagonista de ‘UP: Altas Aventuras‘ (UP).
O 56º longa-metragem de animação da Disney traz a direção dos veteranos Ron Clements e John Musker, que juntos já nos apresentaram sucessos em animação tradicional (feito a lápis) como As Peripécias de um Ratinho Detetive (1986), A Pequena Sereia (1989), Aladdin (1992), Hércules (1997), Planeta do Tesouro (2002), A Princesa e o Sapo (2009) e que agora lançam seu primeiro filme animado totalmente por computação gráfica, o famoso CGI (feito totalmente em computador) e lançado também em 3D.
‘Moana: Um Mar de Aventuras‘ se passa há três mil anos, onde os melhores navegadores do mundo cruzaram o vasto Pacífico Sul e descobriram as ilhas da Oceania. Mas depois, por um milênio, as viagens pararam, e até hoje, ninguém sabe o porquê. Quem vai entrar em uma grande aventura para descobrir isso e salvar a todos será Moana, uma adolescente espirituosa de apenas 16 anos, que ama o mar e navegar. Depois da morte de um parente próximo, ela parte em uma missão em busca de uma ilha, onde terá que encontrar o lendário semideus Maui, para atravessar o mar aberto em uma viagem cheia da ação, encontrando criaturas marinhas gigantescas, submundos deslumbrantes e antigas histórias.
Repleto de canções escritas e compostas pelo vencedor do Grammy® Mark Mancina (Velocidade Máxima, Tarzan e O Rei Leão), Lin-Manuel Miranda e Opetaia Foa’i, a trilha traz canções interpretadas na língua inglesa (na versão original e todas dubladas em português na versão dublada) e também na língua toquelauana. Destaque para três canções: “How Far I’ll Go”, interpretada na versão original pela estreante Auli’i Cravalho, que dá voz a protagonista da história, a canção “You’re Welcome”, interpretada na versão original pelo grandalhão Dwayne Johnson, o The Rock, e na versão nacional pelo grande ator de musicais brasileiros Saulo Vasconcelos (uma das melhores escolhas da Disney em dublagem dos últimos anos) e a divertida canção de um dos vilões chamada “Shiny”, interpretada por Jemaine Clement e uma homenagem ao cantor David Bowie.
Com um roteiro interessante e personagens carismáticos como só a Disney sabe apresentar em suas animações, o destaque vai para o divertido e atrapalhado galo Hei Hei, que curiosamente é um dos personagens mais engraçados da trama e que quase foi cortado da versão final do filme, você dificilmente não vai se apaixonar pelos dois protagonistas, a jovem e forte Moana, que foge do título “princesa” e se considera uma guerreira e do simpático e divertido semi-Deus Maui, um dos personagens mais legais do filme, que traz a difícil e trabalhosa mistura de animação 3D e tradicional. Você sabia que todas as tatuagens de Maui foram animadas tradicionalmente (lápis e papel) e depois levou-se um grande tempo para que eles fossem colocadas em cima da animação computadorizada do personagem? O resultado você confere nas telonas, mas garanto que ficou ótimo.
Para os fãs Disney, uma dica, o animado está recheado dos famosos easter eggs como as diversas aparições de personagens Disney. Fique atento ao animado, pois você poderá encontrar personagens como Baymax (de Operação Big Hero), Linguado e Sebastião (de A Pequena Sereia), Ralph (de Detona Ralph), o boneco de neve Olaf e a rena Swen (ambos de Frozen: Uma Aventura Congelante) e muitos outros escondidos na animação.
No geral, o roteiro traz uma história forte e com um final surpreendente e podemos considerar que é um animado bem superior aos últimos sucessos da Disney, como Frozen: Uma Aventura Congelante (Frozen) e Operação Big Hero (Big Hero 6), na minha opinião, ‘Moana: Um Mar de Aventuras‘ não é o melhor animado da dupla de diretores, mas vem com tudo trazendo uma animação de encher os olhos, tecnicamente é o desenho mais perfeito já produzido nos cinemas em animação 3D, não apenas da Disney, mas de todos os já lançados até hoje e apresentando uma personagem que explode empoderamento feminino, algo importante nos dias de hoje para as crianças e também para os adultos.
Meninos, meninas, jovens, mães, pais, avós e avôs, o mais novo animado da Disney é a pedida certa para toda a família nas férias e não, Moana não é um filme para meninas, pois com certeza vai agradar em cheio a toda a família que estiver procurando uma boa história, personagens carismáticos, músicas marcantes e uma linda mensagem sobre a preservação da natureza. E vale lembrar, fique até o final dos créditos, pois a Disney preparou uma das piadas mais divertidas do filme para a cena final pós-créditos! Vale esperar!
Por Léo Francisco (www.youtube.com/cadeoleo)