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Kesha lança “THE ONE.”, faixa promocional de seu próximo álbum de estúdio

A icônica popstar Kesha lançou a faixa promocional “THE ONE.”, que integra seu vindouro sexto álbum de estúdio, “.”.

O compilado conta com onze faixas, incluindo as canções“JOYRIDE”“DELUSIONAL”“YIPPEE KI YAY”, e será lançado no dia 04 de julho.

Ouça:

Confira a tracklist:

1. FREEDOM.
2. JOYRIDE.
3. YIPPEE-KI-YAY.
4. DELUSIONAL.
5. RED FLAG.
6. LOVE FOREVER.
7. THE ONE.
8. BOY CRAZY.
9. GLOW.
10. TOO HARD.
11. CATHEDRAL.

Kesha ganhou fama em 2009 com o single “Right Round”, que alcançou o primeiro lugar da Hot 100 da Billboard. Seus álbuns Animal (2010) e Rainbow (2017) também fizeram enorme sucesso ao atingir o #1 da Billboard 200, enquanto Warrior (2012) e High Road (2020) entraram para o Top 10.

Em 2018, Kesha conquistou duas indicações ao Grammy, nas categorias de Melhor Álbum Pop Vocal por RainbowMelhor Performance Pop Solo pela canção “Praying”.

‘Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros’ (1993) – Revisitando um dos melhores filmes da história do cinema

Jurassic World: Recomeço’, o sétimo filme de uma das maiores franquias do cinema, estreia mundialmente no primeiro fim de semana de julho, aquecendo os motores para o que promete ser o mês mais movimentado do ano para as grandes produções. Estrelado pela indicada ao Oscar Scarlett Johansson e pelo duas vezes vencedor do Oscar Mahershala Ali, o longa promete ser o reinício de uma nova saga jurássica nas telonas – e oferece para toda uma nova audiência a maravilha de ter dinossauros realistas nas telonas.

E quando falamos em dinossauros realistas precisamos voltar ao filme onde tudo começou: o ‘Jurassic Park’ original, de 1993. Nada jamais poderá ser comparado ao que foi ter pela primeira vez os dinossauros “vivos” de novo no cinema. Um verdadeiro divisor de águas, que só quem estava vivo na época pôde experienciar. Para irmos aquecendo os motores para o novo ‘Jurassic World’, começaremos uma série de matérias revisitando todos os filmes da saga. Confira abaixo o primeiro.

A ideia para ‘Jurassic Park (1993) surgiu da combinação do romance de Michael Crichton com o desejo de Steven Spielberg em criar uma aventura que unisse ciência, suspense e ação. Crichton escreveu a obra original inspirando-se em avanços reais da engenharia genética, imaginando um parque temático onde dinossauros seriam trazidos de volta à vida. Crichton escreveu o livro Jurassic Park em 1990. A obra foi publicada oficialmente no mesmo ano nos Estados Unidos, e rapidamente se tornou um sucesso de vendas, o que chamou a atenção de Hollywood para a adaptação cinematográfica. O livro capturou o interesse do público com sua mistura de suspense, ciência e aventura. Spielberg viu ali o potencial para um blockbuster inovador, que explorasse tanto a maravilha da ciência quanto os perigos do controle humano sobre a natureza. A ideia central era mostrar o confronto entre a ambição tecnológica e as forças imprevisíveis da vida. O filme pretendia fascinar o público com dinossauros realistas, criando uma experiência visual inédita.

Para realizar essa visão, Spielberg contou com uma combinação revolucionária de efeitos especiais digitais e animatrônicos, trazendo os dinossauros à vida com impressionante realismo. A trama explorava temas como a ética científica, o caos e a imprevisibilidade da natureza, com personagens que enfrentavam consequências inesperadas. A ideia do parque temático virou uma metáfora para os limites da arrogância humana diante da biotecnologia. O filme buscava misturar entretenimento e reflexão, mantendo um ritmo intenso e cenas memoráveis. Essa combinação transformou ‘Jurassic Park em um marco do cinema e da cultura pop.

A trama conta a história do bilionário John Hammond, que cria um parque temático na ilha Nublar (cenário fictício descrito como uma ilha localizada no Oceano Pacífico, próxima à costa da Costa Rica, na América Central), onde dinossauros são trazidos de volta à vida por meio da engenharia genética. Para garantir a segurança e a viabilidade do projeto, ele convida um grupo de especialistas — o paleontólogo Dr. Alan Grant, a paleobotânica Drª Ellie Sattler e o matemático Dr. Ian Malcolm — para avaliar o parque antes da abertura ao público. Durante a visita, eles testemunham as incríveis criaturas, mas também começam a perceber falhas graves no sistema de segurança do parque. A tensão cresce quando um sabotador interno desativa as proteções eletrônicas. Isso desencadeia o caos, liberando os dinossauros e colocando todos em perigo.

À medida que os visitantes lutam para sobreviver, enfrentam predadores perigosos, como o feroz Tiranossauro Rex e os inteligentes Velociraptores. A luta pela sobrevivência se intensifica enquanto eles tentam encontrar uma saída da ilha, que agora está completamente fora de controle. O filme mistura ação, suspense e momentos de admiração científica, explorando temas sobre os limites éticos da ciência e a imprevisibilidade da natureza. No fim, o grupo consegue escapar, deixando claro que a tentativa de controlar a vida pré-histórica é uma tarefa perigosa e cheia de consequências inesperadas.

Steven Spielberg enfrentou o enorme desafio de criar dinossauros realistas e convincentes para ‘Jurassic Park, algo nunca antes visto no cinema. Para isso, ele combinou efeitos especiais digitais inovadores com animatrônicos mecânicos desenvolvidos pela equipe de Stan Winston. Essa mistura permitiu movimentos naturais e texturas detalhadas, surpreendendo o público com a aparência e comportamento dos dinossauros. O trabalho demandou muita pesquisa científica para garantir que os dinossauros parecessem autênticos, além de um cuidadoso equilíbrio entre tecnologia e atuação. Spielberg queria que o público sentisse que estava realmente diante dessas criaturas pré-históricas.

A revolução causada pelos efeitos visuais de ‘Jurassic Park redefiniu o cinema, abrindo caminho para o uso extensivo de CGI em blockbusters e elevando o padrão para filmes de aventura e ficção científica. O sucesso dos dinossauros digitalizados influenciou toda a indústria e mostrou o potencial da tecnologia para contar histórias épicas. Para estrelar o filme, os dinossauros escolhidos foram o imponente Tiranossauro Rex, o inteligente Velociraptor, o pacífico Tricerátopo e o enorme Braquiossauro, entre outros. Cada espécie ganhou destaque em cenas memoráveis, tornando-se ícones culturais instantâneos e ajudando a criar uma experiência cinematográfica inesquecível – como a cena do Dilophosaurus, retratado no filme com uma “gola” colorida que se abre e a habilidade fictícia de cuspir veneno, características criadas especialmente para o suspense da cena, embora não tenham base científica comprovada.

A empresa responsável pela criação dos efeitos de CGI (imagens geradas por computador) em ‘Jurassic Park foi a Industrial Light & Magic (ILM), fundada por George Lucas. A ILM foi pioneira no desenvolvimento de efeitos visuais digitais e, para ‘Jurassic Park, criou os dinossauros em computação gráfica com um nível de realismo revolucionário para a época. Esse trabalho marcou um avanço tecnológico enorme no cinema, estabelecendo um novo padrão para efeitos especiais. A colaboração entre a ILM e a equipe de animatrônicos de Stan Winston foi fundamental para o sucesso visual do filme.

O protagonista do filme é o Dr. Alan Grant, paleontólogo especialista em dinossauros, representando o cientista prático, cético e apaixonado pela vida pré-histórica. Ele é responsável por explicar ao público os detalhes sobre os dinossauros e serve como uma figura paternal para as crianças no filme. Sam Neill foi o ator escolhido para interpretar Grant, trazendo uma combinação de autoridade e empatia ao papel. Antes da decisão final, atores como Harrison Ford e Mel Gibson foram cogitados para o papel, mas acabaram não participando por questões de agenda ou por não se encaixarem no perfil que Spielberg desejava. A escolha de Neill ajudou a dar ao personagem um equilíbrio entre seriedade científica e acessibilidade emocional.

A protagonista feminina é A Dra. Ellie Sattler, paleobotânica corajosa e inteligente, ela é uma personagem fundamental em ‘Jurassic Park, trazendo conhecimento científico e uma perspectiva feminina forte à equipe. Ela é essencial para entender o ecossistema do parque e enfrenta perigos com determinação e coragem ao longo da trama. Laura Dern foi escolhida para interpretar Ellie, oferecendo uma performance que combinou simpatia, inteligência e coragem, tornando-a uma das figuras mais memoráveis do filme. Antes da escolha de Dern, atrizes como Michelle Pfeiffer e Julia Roberts foram consideradas para o papel, mas acabaram não assumindo por diferentes motivos. A presença de Dern deu equilíbrio e profundidade à dinâmica do grupo, reforçando a importância da ciência e do instinto na narrativa.

Além de Sam Neill e Laura Dern, ‘Jurassic Park contou com Jeff Goldblum como o Dr. Ian Malcolm, um matemático carismático e sarcástico que adverte sobre os perigos da arrogância humana diante da natureza. Goldblum foi uma escolha marcante, trazendo charme e humor, embora atores como Bill Murray tenham sido considerados para o papel. Richard Attenborough interpretou John Hammond, o bilionário idealista e visionário por trás do parque, seu perfil de patriarca gentil e sonhador foi perfeito para o personagem, que poderia ter sido interpretado por outros atores veteranos, mas Attenborough se destacou pela autoridade natural.

Wayne Knight viveu Dennis Nedry, o programador sabotador, cuja atuação cômica e inesquecível tornou a personagem memorável; outras opções para o papel incluíam atores menos conhecidos na época. Finalmente, Joseph Mazzello e Ariana Richards interpretaram os netos de Hammond, Tim e Lex, respectivamente, trazendo inocência e coragem às suas personagens jovens. Esse conjunto diversificado de atores ajudou a dar vida à história com profundidade e emoção. ‘Jurassic Park foi amplamente elogiado pela crítica em seu lançamento, recebendo destaque especialmente pelos seus efeitos visuais revolucionários e pela direção de Steven Spielberg. Muitos críticos consideraram o filme um marco no cinema de aventura e ficção científica, admirando a combinação entre ação intensa, suspense e inovação tecnológica.

A performance do elenco também foi bem recebida, com Jeff Goldblum ganhando elogios por seu carisma único. Alguns comentários apontaram que a trama poderia ser simples, mas a experiência visual e o ritmo acelerado compensavam essa simplicidade. No geral, o filme foi visto como um triunfo técnico e narrativo, consolidando-se rapidamente como um clássico moderno. ‘Jurassic Park estreou nos cinemas dos Estados Unidos em 11 de junho de 1993, e logo no fim de semana de estreia conquistou a liderança da bilheteria nacional, desbancando o thriller de ação ‘Risco Total‘, estrelado por Sylvester Stallone (o campeão por duas semanas) e arrecadando cerca de 47 milhões de dólares — um recorde para a época.

Jurassic Park‘ se manteve na liderança do ranking das bilheterias por três semanas, não dando chance para a concorrência, em especial a de ‘O Último Grande Herói‘, estrelado pelo maior astro da época, Arnold Schwarzenegger. Depois de ‘O Exterminador do Futuro 2‘, ‘O Último Grande Herói‘ seria o novo blockbuster de Arnold a reinar… mas em seu caminho tinha os dinossauros colossais de Spielberg, que terminaram pisoteando o astro. Ao final de sua exibição nos cinemas, arrecadou cerca de US$404 milhões só nos EUA, tornando-se o filme de maior bilheteria da história até então, além de arrecadar mais de US$600 milhões mundialmente. Essa performance garantiu seu status de fenômeno cultural e financeiro.

O legado de ‘Jurassic Park é imenso e multifacetado, consolidando-se como um marco revolucionário no cinema. O filme redefiniu o uso dos efeitos visuais digitais, elevando o padrão para produções futuras e abrindo caminho para a era do CGI em Hollywood. Além disso, popularizou o gênero de aventura científica, mesclando suspense e ação com uma abordagem mais realista e envolvente sobre a ciência. Culturalmente, ‘Jurassic Park se tornou um ícone, inspirando uma franquia multimídia que inclui sequências, séries, jogos e parques temáticos, mantendo viva a fascinação por dinossauros.

Além do impacto técnico e cultural, o filme também provocou reflexões sobre os limites éticos da ciência e o respeito à natureza, temas que continuam relevantes hoje. A combinação de entretenimento de alta qualidade com mensagens sobre a responsabilidade humana diante da tecnologia marcou gerações. Seu sucesso comercial e artístico influenciou cineastas, cientistas e o público em geral, estabelecendo ‘Jurassic Park como um clássico atemporal e um ponto de referência obrigatório na história do cinema.

‘Cortina de Fumaça’, nova série POLICIAL com Taron Egerton, chega ao streaming; Saiba onde assistir!

Cortina de Fumaça‘, série policial estrelada por Taron Egerton, já está disponível no catálogo da Apple TV+.

A produção foi lançada no serviço de streaming hoje, 27 de junho.

Inspirada em eventos reais, ‘Cortina de Fumaça’ acompanha um detetive com problemas e um misterioso investigador de incêndios criminosos que seguem os rastros de dois incendiários em série.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Além de protagonizar, Egerton também assume a produção executiva do projeto, que foi criado por Dennis Lehane (‘Black Bird‘, ‘A Entrega‘, ‘Sobre Meninos e Lobos‘, ‘A Lei da Noite‘).

Jurnee Smollett (‘Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa‘) co-protagoniza a série como a detetive de polícia Michelle Calderone.

Além de ser o criador, Lehane assina como roteirista e produtor executivo.

O elenco de ‘Cortina de Fumaça‘ também conta com Rafe Spall (‘A Grande Aposta‘, ‘As Aventuras de Pi‘), Ntare Guma Mbaho Mwine (‘Firebug‘, ‘O Poder e a Lei‘), Hannah Emily Anderson (‘Jogos Mortais: Jigsaw‘, ‘X-Men: Fênix Negra‘), Anna Chlumsky (‘Meu Primeiro Amor‘, ‘Vice‘), Adina Porter (‘American Horror Story‘, ‘The Newsroom‘), Greg Kinnear (‘Melhor é Impossível‘, ‘Pequena Miss Sunshine‘) John Leguizamo (‘Moulin Rouge: Amor em Vermelho‘, ‘Spawn: O Soldado do Inferno‘).

A série de ficção é inspirada no elogiado podcast “Firebug” da truth.media, apresentado por Kary Antholis, vencedor do Oscar e do Emmy, que é produtor executivo pela Crime Story Media, LLC.

Marc Smerling, vencedor do prêmio Emmy, atua como produtor executivo pela Truth Podcasting Corp.

‘Transformers’ vai ganhar NOVO filme com Michael Bay

Michael Bay, conhecido por sua longa associação com a franquia ‘Transformers‘, vai comandar um novo filme da saga.

Bay está oficialmente retornando ao banco do motorista da franquia, com o insider Matthew Belloni confirmando que ele está desenvolvendo um filme para a Paramount que ele pretende dirigir.

O desenvolvimento do novo filme marca uma grande reversão para Bay, que anteriormente havia jurado não dirigir mais filmes da franquia após o decepcionante desempenho financeiro de sua última entrada.

Seu último filme da franquia foi em 2017 com ‘Transformers : O Último Cavaleiro‘, que arrecadou “apenas” US$ 605,4 milhões mundialmente. Porém, nenhum filme seguinte foi tão bem sucedido nas bilheterias.

Jordan VanDina, de ‘Mucho Locos no Natal‘, está ligado para escrever o roteiro do projeto.

O último filme da franquia foi ‘Transformers: O Despertar das Feras‘, que conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 400 milhões nas bilheterias mundiai.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 146.7 milhões. No mercado internacional – onde a franquia tem muito mais peso –, foram US$ 261 milhões.

Crítica | ‘Transformers: O Despertar das Feras’ é diversão PURA e traz a melhor das intenções para a franquia

Última temporada de ‘Round 6’ já está disponível na Netflix; Confira o trailer!

A 3ª (e última) temporada da popular série coreana ‘Round 6‘ (Squid Game) já está disponível no catálogo da Netflix.

Após uma rebelião fracassada, Gi-hun é forçado a fazer escolhas importantes diante de um desespero avassalador, enquanto ele e os jogadores sobreviventes precisam participar de jogos cada vez mais mortais que testam a determinação de todos. A cada rodada, suas escolhas levam a consequências cada vez mais graves.

Vale lembrar que a produção segue como o maior fenômeno global da história do serviço de streaming. As duas primeiras temporadas já acumulam quase 600 milhões de visualizações — sendo a primeira ainda o conteúdo mais assistido de todos os tempos da plataforma, com 265.2 milhões de views.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A série foi criada por Hwang Dong-hyuk.

O elenco conta com Lee Jung-jae, Lee Byung-hun, Wi Ha-jun e Gong Yoo.

Round 6 temporada 3, estreia Netflix 2025, pôr do sol.

 

Crítica | ‘Itatira’ – “True Sobrenatural Brasileiro” investiga o inexplicável [CineOP 2025]

Um filme que podemos definir como um verdadeiro “True Sobrenatural Brasileiro”. Com um prólogo impactante, repleto de figuras enigmáticas e imagens fragmentadas, o longa-metragem Itatira já abre evocando uma atmosfera de mistério e inquietação, ambientada numa pequena cidade do sertão cearense.

Fugindo do lugar comum, a narrativa nos conduz por uma espécie de investigação sobre o inexplicável, enquanto expõe de forma crua e incisiva as feridas morais de uma comunidade que logo se vê engolida por um verdadeiro circo midiático. Dirigido por André Luís Garcia, roteirista de Cidades Fantasmas, vencedor do Festival É Tudo Verdade anos atrás, Itatira desafia o público a cada instante, a cada imagem, a cada som, com um cinema sensorial fascinante.

Em um pequeno município do interior do Ceará — que dá nome ao filme — um suposto espírito começa a se manifestar dentro de uma escola, fazendo os estudantes passarem mal de algumas formas. Com a recorrência dos episódios, o caso rapidamente desperta o interesse da mídia, que transforma a situação em um espetáculo sensacionalista, afetando de maneira profunda e desestabilizadora a rotina dos moradores da região.

Explorando de forma criativa diferentes camadas temporais e a cultura do sobrenatural dentro de uma atmosfera sensorial cuidadosamente construída – com o som de grilos, o tilintar metálico e o sopro do vento –, o projeto aposta numa narrativa que se demora a acontecer. Esse ritmo mais lento, porém, encontra amplitude e coerência na cadência de uma trilha sonora tensa que envolve todo o filme. É preciso entrega e paciência para embarcar nessa experiência.

Seria esse um projeto sobre um grande achado? Um fenômeno do outro mundo? Padres chamados para um lugar que acontecem coisas que ninguém consegue explicar logo vira bafafá e munição para uma exposição violenta no lado moral a partir do circo midiático que logo tomou conta. Nesse ponto, seu ápice, o lugar é um personagem central que nos convida lentamente para um raio-x sociológico que explica muito de nossa sociedade.

Merecidas homenagens marcam a primeira noite da 20a edição do CineOP

20ª CINEOP - - Foto Leo Lara/Universo Produção
20ª CINEOP - - Foto Leo Lara/Universo Produção
Em uma noite memorável, a abertura da 20ª edição da Mostra de Cinema de Ouro Preto (CineOP) foi marcada por três homenagens que tornaram o início do festival ainda mais especial.
20ª CINEOP - - Foto Leo Lara/Universo Produção
20ª CINEOP – – Foto Leo Lara/Universo Produção
Entre as novidades desta edição está a criação do Prêmio Preservação, que reconhece profissionais e iniciativas dedicadas à preservação do patrimônio audiovisual brasileiro. Em 2025, o premiado foi o professor João Luiz Vieira, docente da Universidade Federal Fluminense (UFF), homenageado por sua notável trajetória na formação acadêmica, preservação e valorização da memória audiovisual do país.
20ª CINEOP - - Foto Leo Lara/Universo Produção
20ª CINEOP – – Foto Leo Lara/Universo Produção
Outro destaque nesta edição foi o Prêmio Cinema e Educação, esse concedido à educadora Maria Angélica Santos. A homenagem reconhece sua trajetória dedicada à integração do cinema no ambiente escolar, promovendo a alfabetização audiovisual e a formação crítica de alunos e professores.
20ª CINEOP - - Foto Leo Lara/Universo Produção
20ª CINEOP – – Foto Leo Lara/Universo Produção
Encerrando com chave de ouro o primeiro dia da CineOP, a atriz Marisa Orth foi outra homenageada. Com uma carreira marcante no teatro, cinema e televisão, Marisa se consagrou como um dos grandes nomes do humor brasileiro. Seu talento transita com naturalidade entre o cômico e o dramático, conquistando o público com personagens inesquecíveis e uma presença de cena única.
20ª CINEOP - - Foto Leo Lara/Universo Produção
20ª CINEOP – – Foto Leo Lara/Universo Produção
A Mostra de Cinema de Ouro Preto vai até o dia 30 de junho. Acompanhem toda nossa cobertura aqui no nosso site e também nas nossas redes sociais.

Anna Wintour deixa cargo de Editora-Chefe da Vogue EUA após 37 anos no comando

anna wintour

Após quase quatro décadas moldando o universo da moda através das páginas da Vogue americana, Anna Wintour está oficialmente deixando o cargo de editora-chefe da edição dos EUA, conforme confirmado pela Variety nesta quinta-feira (26). A decisão marca o fim de uma era para uma das figuras mais influentes da indústria da moda e da mídia.

Wintour anunciou a saída em comunicado interno à equipe, informando que a revista iniciará a busca por um novo(a) chefe de conteúdo editorial para os Estados Unidos — um cargo que faz parte da estrutura global implementada pela Condé Nast desde 2020.

Apesar da saída da editoria norte-americana, Wintour permanece como Chief Content Officer da Condé Nast e diretora editorial global da Vogue, supervisionando a publicação em todos os seus mercados, incluindo Reino Unido, França, Japão, China, Índia, Itália e Oriente Médio.

Ela continuará a influenciar o conteúdo de títulos como Vanity Fair, GQ, AD, Bon Appétit, Allure e Wired — com exceção do The New Yorker, comandado por David Remnick.

Anna Wintour assumiu o posto em 1988, sucedendo Grace Mirabella. Sua primeira capa foi icônica: a modelo Michaela Bercu usando um blazer Christian Lacroix com uma cruz bordada e jeans stonewashed da Guess — uma quebra de paradigma que simbolizava uma nova era editorial.

“Essa capa rompeu todas as regras”, escreveu Wintour em 2012. “As pessoas interpretaram de diversas formas: que era sobre o ‘high-low’, que a modelo estava grávida, ou até uma mensagem religiosa. Mas não era nada disso. Eu apenas senti que os ventos estavam mudando.”

Ao longo de sua carreira, Wintour se tornou sinônimo de poder, elegância fria e olhar apurado para tendências culturais. Sob sua liderança, a Vogue consolidou-se como a bíblia da moda e se manteve relevante em meio às transformações digitais da mídia.

A transição permitirá que Wintour concentre-se ainda mais em seu papel global, estrategicamente alinhando as edições internacionais da Vogue e impulsionando a transformação digital da Condé Nast. A busca por um(a) novo(a) editor(a)-chefe para a edição americana se insere na estrutura atual da editora, onde cada mercado opera com um líder editorial local reportando-se a um diretor global — no caso da Vogue, ainda sob o olhar de Wintour.

Disney+ Aumenta Preços de Planos e Membro Extra a Partir de Agosto: Veja o Que Muda

disney plus

A partir de agosto, os assinantes do Disney+ no Brasil vão sentir no bolso um reajuste nas tarifas dos planos e também no recurso Membro Extra, que permite compartilhar a conta com pessoas fora da residência. A única exceção ficou por conta do plano Padrão com Anúncios, cujo valor permanece o mesmo.

Confira abaixo o que muda nos preços e o que cada plano oferece para ajudar na sua decisão de manter ou alterar sua assinatura.

Novos Preços dos Planos Disney+ (mensal)
Premium: R$ 66,90 (antes R$ 62,90)

Padrão: R$ 46,90 (antes R$ 43,90)

Padrão com Anúncios: R$ 27,99 (sem alteração)

Reajuste no Valor do Membro Extra
Se você compartilha a conta com alguém fora da sua residência, veja os novos valores mensais para o Membro Extra:

Premium: R$ 33,90 (antes R$ 30,90)

Padrão: R$ 28,90 (antes R$ 25,90)

Padrão com Anúncios: R$ 19,90 (sem alteração)

O Membro Extra continua restrito a um único perfil e dispositivo por vez, sem acesso à configuração da conta.

Vale a pena mudar de plano?

Para economia: o plano com anúncios continua sendo o mais barato.

Para quem quer assistir offline e sem interrupções: o Padrão oferece bom custo-benefício.

Para fãs de esportes e qualidade máxima de imagem e som: o Premium ainda é o mais completo.

Como Assinar ou Alterar o Plano
Você pode assinar diretamente em DisneyPlus.com ou no app. Os pagamentos podem ser feitos via cartão de crédito, PayPal, Mercado Pago ou parceiros como Google Play, Apple Store, Mercado Livre e operadoras.

Casa de Brad Pitt em Los Angeles é ASSALTADA

A casa do vencedor do Oscar Brad Pitt (‘Era Uma Vez em… Hollywood’) em Los Angeles foi assaltada (via E! News).

A residência do astro, localizada no bairro de Los Feliz, foi arrombada em 25 de junho, de acordo com duas fontes policiais familiarizadas com o incidente, informaram à NBC News. As fontes disseram que três pessoas pularam uma cerca e entraram pela janela da frente, embora Pitt não estivesse em casa no momento.

Um porta-voz do Departamento de Polícia de Los Angeles também confirmou ao veículo que uma invasão ocorreu por volta das 22h30, mas não identificou quem morava lá ou era o dono da propriedade.

Os suspeitos envolvidos no roubo reviraram a residência e levaram uma quantia desconhecida de bens diversos, como aponta a polícia. O valor dos itens roubados não foi divulgado.

A polícia de Los Angeles foi contatada para mais detalhes, mas nenhuma resposta foi dada. O representante de Pitt também se recusou a comentar sobre o incidente.

‘Uma Mente Excepcional’: Astro de ‘Shameless’ é escalado para a 2ª temporada do drama criminal

steve howey

Segundo o DeadlineSteve Howey (‘Shameless’) foi escalado para o elenco da 2ª temporada de Uma Mente Excepcional, drama criminal estrelado por Kaitlin Olson (‘Hacks’).

Howey interpretará o novo capitão da delegacia, Jesse Wagner, um político astuto que sabe usar um terno caro e esbanja charme sem esforço. Além de ser capaz de lançar campanhas de arrecadação de fundos milionárias com o sorriso, ele tem uma tenacidade disruptiva e gosta de pensar fora da caixa, assim como o consultor renomado Morgan (Olson). Ele tem um jeito de se colocar bem no meio da ação, seja requisitado ou não.

Lembrando que o próximo ciclo ainda não tem previsão de lançamento.

Criada por Drew Goddard, a série é baseada no popular seriado francês ‘Haut Potentiel Intellectuel (HPI)‘.

A trama acompanha Morgan, uma mãe solteira de três filhos com uma mente brilhante, enquanto ela reorganiza algumas evidências durante seu turno como faxineira do departamento de polícia, ajudando na resolução de um caso insolúvel. 

O elenco ainda conta com Javicia LeslieDeniz AkdenizAmirah JMatthew LambJudy Reyes Daniel Sunjata.

Lembrando que a série já foi renovada para a 2ª temporada.

Amanda Seyfried revela que tentou SEIS VEZES conseguir um papel em ‘Wicked’

A indicada ao Oscar Amanda Seyfried (‘Mank’) falou recentemente sobre o processo de audição para o aclamado musical Wicked, revelando que participou seis vezes dos testes para conseguir um papel na adaptação cinematográfica comandada por Jon M. Chu.

Em entrevista ao podcast In The Envelope, Seyfried disse:

“Estou naquele lugar privilegiado em que simplesmente não preciso [fazer o teste]. Mas eu gosto, é claro, de falar muito sobre isso. Fiz umas seis audições para Wicked porque tinha que ser perfeito. E eu adorei. Eu estava ocupada. Mal tive tempo para fazer, mas fiz dar certo”.

A atriz acrescenta: “trabalhei duro por anos e anos e anos naquelas músicas. Sou competitiva comigo mesma de uma forma muito saudável, eu acho.”

Vale lembrar que a sequência Wicked: Parte 2’ chega aos cinemas em 20 de novembro.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Jon M. Chu retorna à direção.

Na trama, Elphaba é uma jovem como outra qualquer do Reino de Oz, mas incompreendida por causa de sua pele verde incomum e por ainda não ter descoberto seu verdadeiro poder. Sua rotina é tranquila e pouco interessante, mas ao iniciar seus estudos na Universidade de Shiz, seu destino encontra Glinda, uma jovem popular e ambiciosa, nascida em berço de ouro, que só quer garantir seus privilégios e ainda não conhece sua verdadeira alma.

As duas iniciam uma inesperada amizade; no entanto, suas diferenças, como o desejo de Glinda pela popularidade e poder, e a determinação de Elphaba em permanecer fiel a si mesma, entram no caminho, transformando futuro de cada uma e a maneira como as pessoas de Oz as enxergam.

Cynthia ErivoAriana Grande, Jonathan BaileyMichelle YeohJeff Goldblum e outros fazem parte do elenco.

‘Landman’: Stefania Spampinato será a esposa de Andy Garcia na 2ª temporada da série

stefania spampinato

Paramount+ escalou um novo nome para a 2ª temporada de Landman, elogiada série criada por Taylor Sheridan (via Deadline).

Segundo informações, Stefania Spampinato (‘Grey’s Anatomy’) foi escalada para o próximo ciclo como a esposa de Andy Garcia (Gallino).

A atriz se junta ao previamente confirmado Sam Elliott (‘1883’, ‘Nasce Uma Estrela’).

Estrelada por Billy Bob Thornton, ‘Landman’ se tornou uma das 10 séries mais vistas do segmento streaming durante o quarto trimestre de 2024. A produção ainda manteve uma audiência sólida no início de 2025, acumulando quase 9,7 bilhões de minutos de visualização ao longo de 11 semanas, no ranking TOP 10 de Streaming da Nielsen.

Por meio de um comunicado oficial, Chris McCarthy, co-CEO da Paramount e presidente e CEO da Showtime/MTV Entertainment Studios e Paramount Media Networks, comemorou a renovação da série e elogiou Sheridan por sua habilidade de unir temas socioculturais contemporâneos ao entretenimento:

“‘Landman’ foi uma das maiores séries do ano por causa da habilidade única de Taylor Sheridan de explorar o zeitgeist cultural, aproveitando os temas neoocidentais de individualismo robusto, ambição e lutas da classe trabalhadora, em contraste com os debates contemporâneos sobre energia, mudanças climáticas e crescimento econômico. A série ajudou a levar a Paramount+ a novos patamares como o Streaming Video On Demand nº 2 nos EUA em horas originais assistidas no quarto trimestre”.

O elenco ainda conta com Jon HammMichael PeñaJames JordanKayla WallaceMark ColliePaulina ChavezDemi Moore, Ali LarterMichelle RandolphJacob Lofland.

Landman‘ é baseada no podcast ‘Boomtown‘ e é descrita como uma série de altos e baixos sobre magnatas e bilionários selvagens alimentando um boom tão grande que está remodelando nosso clima, nossa economia e nossa geopolítica.

‘O Urso’: 4ª temporada abre com a MENOR aprovação da série no Rotten Tomatoes

A 4ª temporada da série ‘O Urso‘, estrelada por Jeremy Allen White, chegou no último dia 25 de junho ao catálogo do Disney+ – e parece que começou a denotar um certo cansaço narrativo da atração.

No Rotten Tomatoes, o novo ciclo abriu com 81% de aprovação dos críticos (a menor apovação da atração), com base em 47 reviews até o momento. No Metacritic, outro famoso agregador de reviews, a temporada abriu com modestos 72 pontos de uma base de 100.

Confira alguns comentários:

“Felizmente, O Ursoainda conta com uma história com propósito que prende nossa atenção por algumas horas precisamente divididas, que sempre acabam antes que estejamos prontos para desistir” – Salon.com.

“É como participar de uma longa sessão de terapia em grupo, onde você aprende ao longo de algumas horas que não há nada de particularmente errado com ninguém” – London Evening Standard.

“Responder inequivocamente a qualquer uma dessas perguntas seria privar o menu de seus petiscos mais apetitosos, e assim O Urso continua aguçando nossos apetites, colocando apenas as diversões mais delicadas em seu amuse-bouche” – Independent (UK).

“Independentemente do que seus defensores mais apaixonados pensassem, O Ursonão mudou a televisão como, digamos, ‘Os Sopranos’. Sempre foi mais novelesca do que parecia” – The Herald.

“Embora essas deficiências não tenham me incomodado tanto na terceira temporada, a incapacidade do O Urso de acelerar o ritmo de forma significativa nesta temporada azedou as coisas” – The Ringer.

A série foi criada por Christopher Storer.

A trama segue um jovem chef que volta para Chicago para comandar a loja de sanduiches de sua família.

O elenco conta com Jeremy Allen WhiteEbon Moss-BachrachAyo EdebiriLionel BoyceLiza Colón-Zayas e Abby Elliott.

Melanie Lynskey, Stephanie Beatriz e mais irão estrelar a nova COMÉDIA da Netflix

Segundo o Deadline, a Netflix escalou o elenco protagonista de sua mais nova comédia original, ‘Don’t Say Good Luck’.

As informações indicam que Melanie Lynskey (‘Yellowstone’), Max Greenfield (‘The Neighborhood’), Stephanie Beatriz (‘Brooklyn Nine-Nine’), Sunny Sandler (‘You Are So Not Invited to My Bat Mitzvah’), Bebe Neuwirth (‘Cabaret at the Kit Kat Club’) e Steve Buscemi (‘Boardwalk Empire’) irão estrelar o longa-metragem.

Julia Hart (‘Miss Stevens’) comanda o projeto.

Escrito por Laura Hankin, Hart e Jordan Horowitz, o filme acompanha Sophie Birenbaum (Sandler), que está pronta para os holofotes como protagonista em seu musical do ensino médio — até que de repente ela se vê vivendo com ainda mais drama em casa do que no palco.

Horowitz entra como produtor através da Original Headquarters, juntamente com Brian Kavanaugh-Jones e Fred Berger. Michael Roiff e Barry Weissler são produtores executivos.

Mais detalhes não foram revelados.

‘Street Fighter’: Comediante Andrew Schulz é escalado para a adaptação

andrew schulz

Segundo o Deadline, a Legendary escalou mais um membro para o elenco de Street Fighter, adaptação do clássico e popular videogame.

As informações indicam que Andrew Schulz foi escalado para o projeto.

Apesr de não confirmadas, as fontes apontam que ele dará vida a Dan Hibiki, que fez sua estreia em Street Fighter Alpha’, em 1995. Hibiki é constantemente retratado como um personagem confiante, arrogante e completamente fraco. O papel parece perfeito para Schulz, considerando sua experiência cômica, que o tornou um dos maiores comediantes de stand-up da atualidade.

O astro se junta aos previamente confirmados Andrew Koji (Ryu), Noah Centineo (Ken), Jason Momoa (Blanka), Roman Reigns (Akuma), Callina Liang (Chun-Li) e o cantor Orville Peck.

A direção do longa será assinada por Kitao Sakurai, conhecido pela comédia ‘Bad Trip‘.

Os detalhes da trama seguem em sigilo, mas espera-se que o filme mantenha a essência do clássico jogo de luta da Capcom, centrado em torneios globais e batalhas entre lutadores de diferentes estilos e motivações.

Com mais de 55 milhões de unidades vendidas no mundo, Street Fighter é uma das franquias de games mais lucrativas e amadas da história. A nova adaptação promete combinar ação intensa com visual moderno e personagens fiéis aos jogos que conquistaram gerações.

O longa está programado para estrear no dia 20 de março de 2026.

Além do filme, a Legendary adquiriu também os direitos da franquia de games para a TV. Isso significa que os fãs podem esperar uma série que vai explorar a rica mitologia de ‘Street Fighter‘ e seus personagens icônicos.

Vale lembrar que a franquia já foi adaptada para os cinemas anteriormente, com um filme lançado em 1994, que contava com Jean-Claude Van Damme, Ming-Na Wen e Raul Julia no elenco. No entanto, a adaptação foi recebida com críticas bem negativas e não obteve grande sucesso de bilheteria.

Estação Net tem festival de cinema ‘Queer’ a partir deste fim de semana, no Rio de Janeiro

O mês de junho é internacionalmente conhecido como o “Pride Month”, o “Mês do Orgulho LGBTQIAPN+”. Instituído oficialmente nos EUA em 1999, ainda no mandato de Bill Clinton, o “Mês do Orgulho” é celebrado em junho por remontar à Revolta de Stonewall, um capítulo histórico na luta pela liberdade de gênero em Nova York, e no país inteiro. A revolução aconteceu em junho de 1969, quando uma violenta batida policial tomou conta do Stonewall Inn, um bar LGBT de Greenwich Village, o que desencadeou uma série de protestos espontâneos contra a repressão aos homossexuais nos Estados Unidos.

As manifestações passaram a mobilizar ativistas da causa, dando início ao estudo e aplicação de táticas de confronto à violência policial, além de motivar a criação de jornais que falassem sobre a liberdade de gênero. Um ano após Stonewall, foram iniciadas as famosas Paradas Gays, ajudando a consolidar a luta e mostrar ao mundo que a igualdade de gênero era um direito básico a todo ser humano. Na última década, o “Mês do Orgulho” ganhou ainda mais força ao ser abraçado por grandes marcas, que promovem ações sobre igualdade durante todo o mês de junho.

Em 2016, Barack Obama conferiu ao Stonewall o reconhecimento de Monumento Nacional. Por Rhododendrites – Obra do próprio, CC BY-SA 4.0 via Wikimedia Commons.

Para celebrar o “Mês do Orgulho”, o Estação Net, no Rio de Janeiro, lança nesta sexta-feira (26) a terceira edição da “Mostra Quem Quer Queer?“. Após o sucesso das edições anteriores, a deste ano se estenderá até o dia 7 de julho, trazendo para as telonas dos cinemas do Estação um acervo de mais de 30 obras ricas no tema da representatividade. E como não adianta promover a igualdade sem trazer quem realmente precisava da visibilidade para a cena, a curadoria da mostra foi realizada em uma parceria do Grupo Estação com Wescla Vasconcelos e CineDrag.

Dentre as obras, será possível assistir filmes de drama, comédia, aventura e até terror. A ideia é abranger a todos e proporcionar o debate sobre a representatividade no cinema e na sociedade em geral. A mostra inclui longas mais famosos, os clássicos de sempre, e outros longas menos conhecidos – e até alguns que falam sobre a representatividade sem que muitos percebam que o tema está sendo abordado.

Programação da Mostra (Estação NET Botafogo):
Em negrito, Estação NET Rio.

Sexta-feira, 27/06:
14:00 – Má Educação (Pedro Almodóvar, 2004)
16:10 – Persona (Ingmar Bergman, 1966)
18:05 – Mulan (Barry Cook e Tony Bancroft, 1998)
20:00 – Passivonas (Emma Seligman, 2023)
22:00 – Paris is Burning (Jennie Livingston, 1990)
23:59 – Vampiras Lésbicas (Jésus Franco, 1971)

Sábado, 28/06:
11:00 – Para Wong Foo, Obrigado por Tudo (Beeban Kidron, 1995)

13:00 – Padrinhos de Tóquio (Satoshi Kon, 2003)
14:50 – Thelma & Louise (Ridley Scott, 1991)
17:25 – Retrato de Uma Jovem em Chamas (Céline Sciamma, 2019)
19:50 – O Segredo de Brokeback Mountain (Ang Lee, 2005)
22:30 – The Queen (Frank Simon, 1968)
23:59 – Mommie Dearest (Frank Perry, 1981)

Domingo, 29/06:
11:00 – Vive L’Amour (Tsai Ming-liang, 1994)

13:30 – Mulan (Barry Cook e Tony Bancroft, 1998)
15:20 – A Criada (Park Chan-Wook, 2016)
18:15 – O Beijo da Mulher Aranha (Hector Babenco, 1985)
20:30 – Garota Infernal (Karyn Kusama, 2009)

Segunda-feira, 30/06:
14:00 – Salomé (Charles Bryant e Alla Nazimova, 1922)
15:35 – Amigas de Colégio (Lukas Moodysson, 1998)
17:25 – Ovnis, Monstros e Utopias (Ricardo Branco, Joana Sousa e André Godinho, 2025)
19:05 – Padrinhos de Tóquio (Satoshi Kon, 2003)
21:00 – O Direito do Mais Forte é a Liberdade (R. W. Fassbinder, 1975)

Terça-feira, 01/07:
14:00 – Persona (Ingmar Bergman, 1966)
16:00 – Para Wong Foo, Obrigada por Tudo! (Beeban Kidron, 1995)
18:15 – Yentl (Barbra Streisand, 1983)
21:00 – Retrato de Uma Jovem em Chamas (Céline Sciamma, 2019)

Quarta-feira, 02/07:
14:00 – Velvet Goldmine (Todd Haynes, 1998)
16:25 – Infâmia (William Wyler, 1961)
18:30 – Thelma & Louise (Ridley Scott, 1991)
21:00 – A Criada (Park Chan-Wook, 2016)

Quinta-feira, 03/07:
14:00 – O Beijo da Mulher Aranha (Hector Babenco, 1985)
16:20 – O Segredo de Brokeback Mountain (Ang Lee, 2005)
18:55 – Má Educação (Pedro Almodóvar, 2004)
21:00 – Curtas Brasileiros

Sexta-feira, 04/07:
14:00 – Retrato de Uma Jovem em Chamas (Céline Sciamma, 2019)
16:20 – Mulan (Barry Cook e Tony Bancroft, 1998)
18:10 – Salomé (Charles Bryant e Alla Nazimova, 1922)
19:45 – Vive L’Amour (Tsai Ming-liang, 1994)
22:00 – O Filho de Chucky (Don Mancini, 2004)
23:59 – Cecil Bem Demente (John Waters, 2000)

Sábado, 05/07:
11:00 – Yentl (Barbra Streisand, 1983)

13:30 – Passivonas (Emma Seligman, 2023)
15:30 – Garota Infernal (Karyn Kusama, 2009)
17:45 – Amigas de Colégio (Lukas Moodysson, 1998)
19:40 – Persona (Ingmar Bergman, 1966)
21:30 – Velvet Goldmine (Todd Haynes, 1998)
23:59 – Trilogia Matrix (Lilly Wachowski e Lana Wachowski, 1999 – 2003)

Domingo, 06/07:
11:00 – O Filho de Chucky (Don Mancini, 2004)

13:00 – Infâmia (William Wyler, 1961)
15:15 – Paris is Burning (Jennie Livingston, 1990)
17:00 – The Queen (Frank Simon, 1968)
18:30 – Cine Drag (Dzi Croquettes, 2009)

Segunda-feira, 07/07:
14:30 – A Criada (Park Chan-Wook, 2016)
17:20 – Vento Seco (Daniel Nolasco, 2023)
19:30 – Corpo: Sua Autobiografia (Renata de Carvalho e Cibele Appes, 2020)
20:30 – Salomé (André Antônio, 2024)

Programação da Mostra (Estação NET Gávea):

Sexta-feira, 27/06:
20:30 – O Segredo de Brokeback Mountain (Ang Lee, 2005)

Sábado, 28/06:
11:00 – Garota Infernal (Karyn Kusama, 2009)
20:30 – A Criada (Park Chan-Wook, 2016)

Domingo, 29/06:
11:00 – Má Educação (Pedro Almodóvar, 2004)
20:30 – Persona (Ingmar Bergman, 1966)

Segunda-feira, 30/06:
20:30 – Passivonas (Emma Seligman, 2023)

Terça-feira, 01/07:
20:30 – Thelma & Louise (Ridley Scott, 1991)

Quarta-feira, 02/07:
21:00 – Senhoritas em Uniforme (Leontine Sagan e Carl Froelich, 1931)

Os ingressos estão à venda nas bilheterias das unidades.

Martin Freeman e Iain Armitage irão estrelar o novo SUSPENSE psicológico sci-fi ‘The Adam Trials’

the adam trials

Segundo o DeadlineMartin Freeman (‘O Hobbit’) e Iain Armitage (‘Young Sheldon’) irão estrelar o novo thriller psicológico sci-fi ‘The Adam Trials’.

O filme conta a história de dois pais que farão o que for necessário para salvar a vida de seu filho, que sofre de uma doença terminal – incluindo experimentos nanotecnológicos que começam a demonstrar sinais de sucesso, mas a um grande e obscuro custo.

Ben Ketai (‘River Wild’) fica responsável pela direção e assina o roteiro do projeto.

Compelling Pictures, companhia de Denis O’SullivanJeff Kalligheri, entra como produtora e co-financiadora do longa-metragem.

Freeman assume a função de produtor executivo ao lado de Noah RosenDennis CasaliMatthew GallagherSteven Garcia.

As gravações do projeto devem começar no final deste ano, e a busca pela co-protagonista feminina continua.

Ariana Grande – 32 Anos | 10 músicas para conhecer a ICÔNICA popstar vencedora do Grammy

Ariana Grande ganhou fama mundial na adorada série ‘Brilhante Victoria’ ao interpretar Cat Valentine – e, em pouco tempo, tornou-se uma das maiores popstars do século XXI.

Dona de diversas condecorações, incluindo duas estatuetas do Grammy Awards e nada menos que 30 induções ao Livro dos Recordes, Grande foi consagrada como uma das grandes vocalistas de todos os tempos, recebendo notoriedade por seu alcance aplaudível que lhe renderam comparações à lendária Mariah Carey – além de comandar álbuns que caíram no gosto do público e da crítica, quebrando recordes de vendas.

No dia de hoje, 26 de junho, Grande completa 32 anos e, para celebrar seu aniversário, preparamos uma matéria elencando dez músicas para conhecer sua discografia. Para tanto, focamos em canções solo (então, colaborações como “The Way”“Problem”“Rain on Me” não aparecem na lista) e que não integram originalmente trilhas sonoras (como “Popular”).

Veja abaixo as nossas escolhas:

“BREAK FREE”

Álbum: My Everything

São poucas as pessoas que nunca ouviram a canção “Break Free”. A efervescente faixa, que mistura EDMelectro-popsynth-pop, não apenas tornou-se um sucesso comercial ao redor do mundo, como sagrou-se um dos hinos LGBTQIA+ contemporâneos, sendo tocado até hoje em incontáveis baladas. Contando com ZeddMax Martin na produção, o segundo single do álbum My Everything é um clássico de Ariana e uma de suas incursões mais memoráveis.

“ONE LAST TIME”

Álbum: My Everything

Ainda em My Everything, o single promocional “One Last Time” é uma das melhores canções do álbum – e o motivo é quase óbvio. Para além dos irretocáveis vocais de Grande, a faixa é pautada no melhor do dance-pop e incorpora sintetizadores impactantes que se aglutinam com ótimas e vibrantes batidas – nos convidando para a pista de dança através de uma narrativa amorosa que marcou época.

DANGEROUS WOMAN

Álbum: Dangerous Woman

A faixa-título de Dangerous Woman é uma das construções fonográficas mais conhecidas das últimas décadas – afinal, desde os primeiros beats é possível identificá-la. A canção amalgama os conhecidos popR&B empregados por Grande em sua carreira, mas o que mais nos chama a atenção é a forte e deliciosa presença do retro-soul, incrementando um hit incontestável com uma sedutora explosão sinestésica.

“INTO YOU”

Álbum: Dangerous Woman

“Into You” é uma das clássicas assinaturas de Ariana Grande – e não poderia deixar de integrar nossa lista. A faixa é uma das grandes canetadas líricas da performer e traz uma mistura perfeita e bastante equilibrada entre dance-popEDMsynth-popelectro-R&B, discorrendo sobre uma relação amorosa muito sensual e que se consagrou como uma das icônicas iterações das pistas de dança.

“NO TEARS LEFT TO CRY”

Álbum: Sweetener

Em no tears left to cry”, o “pessimista” título traz uma construção incrível e catártica que dialoga com inúmeras outras, incluindo a faixa-título, que brinca com crescendos em seus pré-chorus, logo antes de mergulhar na suavidade do trap e até mesmo abrindo margens para experimentos muito bem-vindos com alguns elementos da música eletrônica – isso sem comentar da letra, que diz inúmeras vezes que um pouco de açúcar consegue ajudar a enfrentar “tudo o que a vida traz de amargo”. Tudo flui com graça e satisfação, próprios da marca vendida por Grande.

“GOD IS A WOMAN”

Álbum: Sweetener

God is a woman” explora as ilimitadas possibilidades da música e da letra, criando uma narrativa afrontosa e que vai de encontro a quaisquer tentativas de padronização da arte – além de mergulhar em contextos tão diversos que chega a ser cômico. Talvez o único problema da faixa seja uma breve transição do final do primeiro ato para o início do segundo, mas nada que seja ofuscada pela grandiosidade que representa.

“THANK U, NEXT”

Álbum: Thank U, Next

O álbum ‘Thank U, Next’ deu início a um novo capítulo na carreira de Ariana, alcançando o topo das paradas de todo o mundo, quebrando recordes de streaming e reafirmando a posição da cantora e compositora como uma das grandes A-lists da nova geração. E o carro-chefe da produção, que empresta seu nome ao título, não poderia ficar de fora da nossa lista; a belíssima canção é uma ode à gratidão e discorre sobre o que cada um dos relacionamentos da performer lhe ensinou – e que, no final das contas, ela agora tem uma nova paixão: ela mesma.

“7 RINGS”

Álbum: Thank U, Next

À época de seu lançamento, “7 rings” teve uma recepção mista por parte da crítica; entretanto, em pouco tempo, essa explosão sonora emplacou as paradas de todo o mundo, tornando-se um sucesso entre os fãs por seu ácido teor de empoderamento – em uma construção R&B vibrante que inclusive trouxe samples da clássica canção “My Favorite Things”, do filme ‘A Noviça Rebelde’.

“YES, AND?”

Álbum: eternal sunshine

Grande é conhecida por conseguir traduzir ansiedades, traumas e frustrações de maneiras inesperadas – como “breathin’”, que abre portas para um diálogo sobre saúde mental. Em “yes, and?”, ela investiga território similar, mas adornado com uma base escapista de empoderamento e de libertação (com enfoque em versos como “garoto, coloque o seu batom (ninguém pode te dizer nada)” “seja a p**** de seu melhor amigo”, culminando na honestidade brutal do verso-título).

“WE CAN’T BE FRIENDS (WAIT FOR YOUR LOVE)”

Álbum: eternal sunshine

O segundo single de eternal sunshine, o mais recente álbum de Ariana, é uma das iterações bem mais construídas do compilado e, em um piscar de olhos, conquistou os ouvintes ao redor do planeta pela produção nostálgica e pela lírica pungente. “we can’t be friends (wait for your love)”, arquitetado sobre uma estrutura synth-pop cortesia das habilidosas mãos de Max Martin e Ilya Salmanzadeh, nutre de similaridades envolventes com o trabalho de Robyn, por exemplo, e serve como reflexo de um coração partido que precisa se curar.

Autor de ‘The Witcher’ manda indireta a George R.R. Martin por ATRASO nos livros finais de ‘Game of Thrones’

george r.r. martin

O aclamado romancista Andrzej Sapkowski, responsável pela icônica saga de fantasia ‘The Witcher’, recentemente mandou indiretas a outro famoso escritor – o prestigiado George R.R. Martin, criador de ‘As Crônicas de Gelo e Fogo’.

Por mais de uma década, Martin tem permanecido em estagnação total na escrita do próximo capítulo dos romances que originaram a série Game of Thrones.

Intitulado ‘The Winds of Winter’, o novo livro é aguardado com antecipação constante pelos fãs – algo que não pode ser dito de Sapkowski. No ano passado, ele lançou o nono capítulo da série ‘The Witcher’, intitulado ‘Crossroad of Ravens’, que será traduzido e disponibilizado internacionalmente nos próximos meses.

Em uma recente aparição ao Festival Opole Book, Sapkowski revelou que ele planeja escrever mais livros e que os fãs não precisam se preocupar sobre uma promessa que nunca se cumprirá (via Collider). Ele, então, fez comparações com Martin e seu atraso em lançar ‘The Winds of Winter’ e finalizar a saga de fantasia.

“Se alguém na plateia fizer esse tipo de pergunta, eu lhe digo agora mesmo: vou escrever outra coisa. Relaxe. Não precisa ter medo. E, ao contrário de George R. R. Martin, que, aliás, conheço pessoalmente, quando digo que vou escrever algo, eu escrevo”, ele disse.

Anteriormente, Martin rebateu as recentes críticas de fãs após aceitar trabalhar na adaptação de A Dozen Tough Jobs, do escritor Howard Waldrop, aumentando o atraso de treze anos da escrita dos últimos livros da saga.

Em uma postagem em seu blog, o autor desabafou: “Eu sei, eu sei. Alguns de vocês vão ficar irritados com isso, como ficam com tudo que anuncio aqui que não seja sobre Westeros ou Os Ventos do Inverno. Vocês já desistiram de mim, ou do livro. Dizem que eu nunca vou terminar o sexto, e se terminar, nunca vou terminar Um Sonho de Primavera. E se terminar, não vai ser bom”.

Martin continuou, listando as acusações dos fãs: “Que eu devia passar o bastão pra outro escritor… Que vou morrer logo de qualquer jeito, porque sou velho demais. Que perdi todo o interesse por As Crônicas de Gelo e Fogo décadas atrás. Que não me importo mais com escrever, só fico sentado gastando dinheiro. Que eu edito os livros do Wild Cards, mas vocês odeiam Wild Cards”.

O autor expressou seu descontentamento com a falta de reconhecimento de seus outros trabalhos: “Talvez odeiem tudo o que escrevi, os que ganharam e os que perderam o Hugo, Uma Canção Para Lya e A Morte da Luz, Sandkings e A Bela e a Fera, Esta Torre de Cinzas e Cidade de Pedra, As crônicas de Marte, Velha Vênus, Rogues, Warriors, Dangerous Women e todas as outras antologias que editei com meu amigo Gardner Dozois. Eu sei, vocês não se importam com nada disso. Só se importam com Os Ventos do Inverno. E já me disseram isso vezes demais”.

Em meio ao desabafo, Martin fez questão de ressaltar seu amor por todas as suas criações: “A questão é: eu me importo com tudo isso. E também me importo com Westeros e com Winds. Com os Starks, Lannisters e Targaryens, com Tyrion e Asha, Dany e Daenerys, os dragões e os lobos gigantes, me importo com todos eles. Mais do que vocês podem imaginar”.

Ele ainda destacou sua satisfação em trabalhar em A Dozen Tough Jobs: “Eu amei A Dozen Tough Jobs da primeira vez que li, muitos anos atrás. E também amei Howard. Me entristece que ele não tenha vivido para ver esse filme. Espero que façamos justiça à sua obra. Como não faríamos? Hércules, Howard, Joe, Lion Forge… Queria que todos vocês pudessem compartilhar do entusiasmo que estou sentindo com esse projeto”.

George R. R. Martin vai produzir animação baseada em releitura dos Doze Trabalhos de Hércules

Ainda faltam dois livros para concluir a saga: o sexto livro, “The Winds of Winter” (Os Ventos do Inverno), e o sétimo e último, “A Dream of Spring” (Um Sonho de Primavera).

Enquanto isso, nas adaptações para a TV, o prequel ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’, derivado da obra “As Aventuras de Dunk e Egg”, recentemente concluiu suas filmagens.

A série está prevista para estrear em 2025, preenchendo a lacuna até a 3ª temporada de A Casa do Dragão, que deve voltar em 2026.

Confira o primeiro teaser e siga o CinePOP no Youtube:

“Um século antes dos eventos de Game of Thrones, dois heróis improváveis percorreram Westeros… um jovem, ingênuo mas corajoso cavaleiro, Ser Duncan, o Alto, e seu diminuto escudeiro, Egg. Ambientado numa época em que a linhagem Targaryen ainda detém o Trono de Ferro, e a memória do último dragão ainda não passou da memória viva, grandes destinos, poderosos inimigos e perigosas aventuras aguardam esses amigos improváveis e incomparáveis.”

Segundo a VarietyEdward Ashley (Ser Steffon Fossoway), Henry Ashton (Daeron Targaryen), Youssef Kerkour (Steely Pate), Daniel Monks (Ser Manfred Dondarrion), Shaun Thomas (Raymun Fossoway), Tom Vaughan-Lawlor (Plummer) e Danny Webb (Ser Arlan de Pennytree) farão parte da série pré-sequência.

Peter ClaffeyDexter Sol AnsellFinn BennettBertie CarvelTanzyn CrawfordDaniel IngsSam Spruell também fazem parte do elenco.

Sarah Adina SmithOwen Harris dirigem os seis episódios da atração.

a knight of the seven kingdoms
a knight of the seven kingdoms