Segundo informações, Stefania Spampinato (‘Grey’s Anatomy’) foi escalada para o próximo ciclo como a esposa de Andy Garcia (Gallino).
A atriz se junta ao previamente confirmado Sam Elliott (‘1883’, ‘Nasce Uma Estrela’).
Estrelada por BillyBobThornton, ‘Landman’ se tornou uma das 10 séries mais vistas do segmento streaming durante o quarto trimestre de 2024. A produção ainda manteve uma audiência sólida no início de 2025, acumulando quase 9,7 bilhões de minutos de visualização ao longo de 11 semanas, no ranking TOP 10 de Streaming da Nielsen.
Por meio de um comunicado oficial, ChrisMcCarthy, co-CEO da Paramount e presidente e CEO da Showtime/MTV Entertainment Studios e Paramount Media Networks, comemorou a renovação da série e elogiou Sheridan por sua habilidade de unir temas socioculturais contemporâneos ao entretenimento:
“‘Landman’ foi uma das maiores séries do ano por causa da habilidade única de TaylorSheridan de explorar o zeitgeist cultural, aproveitando os temas neoocidentais de individualismo robusto, ambição e lutas da classe trabalhadora, em contraste com os debates contemporâneos sobre energia, mudanças climáticas e crescimento econômico. A série ajudou a levar a Paramount+ a novos patamares como o Streaming Video On Demand nº 2 nos EUA em horas originais assistidas no quarto trimestre”.
‘Landman‘ é baseada no podcast ‘Boomtown‘ e é descrita como uma série de altos e baixos sobre magnatas e bilionários selvagens alimentando um boom tão grande que está remodelando nosso clima, nossa economia e nossa geopolítica.
A 4ª temporada da série ‘O Urso‘, estrelada por Jeremy Allen White, chegou no último dia 25 de junho ao catálogo do Disney+ – e parece que começou a denotar um certo cansaço narrativo da atração.
No Rotten Tomatoes, o novo ciclo abriu com 81% de aprovação dos críticos (a menor apovação da atração), com base em 47 reviews até o momento. No Metacritic, outro famoso agregador de reviews, a temporada abriu com modestos 72 pontos de uma base de 100.
Confira alguns comentários:
“Felizmente, ‘O Urso’ ainda conta com uma história com propósito que prende nossa atenção por algumas horas precisamente divididas, que sempre acabam antes que estejamos prontos para desistir” – Salon.com.
“É como participar de uma longa sessão de terapia em grupo, onde você aprende ao longo de algumas horas que não há nada de particularmente errado com ninguém” – London Evening Standard.
“Responder inequivocamente a qualquer uma dessas perguntas seria privar o menu de seus petiscos mais apetitosos, e assim O Urso continua aguçando nossos apetites, colocando apenas as diversões mais delicadas em seu amuse-bouche” – Independent (UK).
“Independentemente do que seus defensores mais apaixonados pensassem, ‘O Urso’ não mudou a televisão como, digamos, ‘Os Sopranos’. Sempre foi mais novelesca do que parecia” – The Herald.
“Embora essas deficiências não tenham me incomodado tanto na terceira temporada, a incapacidade do ‘O Urso’ de acelerar o ritmo de forma significativa nesta temporada azedou as coisas” – The Ringer.
Segundo o Deadline, a Netflix escalou o elenco protagonista de sua mais nova comédia original, ‘Don’t Say Good Luck’.
As informações indicam que Melanie Lynskey (‘Yellowstone’), Max Greenfield (‘The Neighborhood’), Stephanie Beatriz (‘Brooklyn Nine-Nine’), Sunny Sandler (‘You Are So Not Invited to My Bat Mitzvah’), Bebe Neuwirth (‘Cabaret at the Kit Kat Club’) e Steve Buscemi (‘Boardwalk Empire’) irão estrelar o longa-metragem.
Escrito por Laura Hankin, Hart e Jordan Horowitz, o filme acompanha Sophie Birenbaum (Sandler), que está pronta para os holofotes como protagonista em seu musical do ensino médio — até que de repente ela se vê vivendo com ainda mais drama em casa do que no palco.
Horowitz entra como produtor através da Original Headquarters, juntamente com Brian Kavanaugh-JoneseFred Berger. Michael Roiff e Barry Weissler são produtores executivos.
Segundo o Deadline, a Legendary escalou mais um membro para o elenco de ‘Street Fighter’, adaptação do clássico e popular videogame.
As informações indicam que Andrew Schulz foi escalado para o projeto.
Apesr de não confirmadas, as fontes apontam que ele dará vida a Dan Hibiki, que fez sua estreia em ‘Street Fighter Alpha’, em 1995. Hibiki é constantemente retratado como um personagem confiante, arrogante e completamente fraco. O papel parece perfeito para Schulz, considerando sua experiência cômica, que o tornou um dos maiores comediantes de stand-up da atualidade.
A direção do longa será assinada por Kitao Sakurai, conhecido pela comédia ‘Bad Trip‘.
Os detalhes da trama seguem em sigilo, mas espera-se que o filme mantenha a essência do clássico jogo de luta da Capcom, centrado em torneios globais e batalhas entre lutadores de diferentes estilos e motivações.
Com mais de 55 milhões de unidades vendidas no mundo,Street Fighter é uma das franquias de games mais lucrativas e amadas da história. A nova adaptação promete combinar ação intensa com visual moderno e personagens fiéis aos jogos que conquistaram gerações.
O longa está programado para estrear no dia 20 de março de 2026.
Além do filme, a Legendary adquiriu também os direitos da franquia de games para a TV. Isso significa que os fãs podem esperar uma série que vai explorar a rica mitologia de ‘Street Fighter‘ e seus personagens icônicos.
Vale lembrar que a franquia já foi adaptada para os cinemas anteriormente, com um filme lançado em 1994, que contava com Jean-Claude Van Damme, Ming-Na Wen e Raul Julia no elenco. No entanto, a adaptação foi recebida com críticas bem negativas e não obteve grande sucesso de bilheteria.
O mês de junho é internacionalmente conhecido como o “Pride Month”, o “Mês do Orgulho LGBTQIAPN+”. Instituído oficialmente nos EUA em 1999, ainda no mandato de Bill Clinton, o “Mês do Orgulho” é celebrado em junho por remontar à Revolta de Stonewall, um capítulo histórico na luta pela liberdade de gênero em Nova York, e no país inteiro. A revolução aconteceu em junho de 1969, quando uma violenta batida policial tomou conta do Stonewall Inn, um bar LGBT de Greenwich Village, o que desencadeou uma série de protestos espontâneos contra a repressão aos homossexuais nos Estados Unidos.
As manifestações passaram a mobilizar ativistas da causa, dando início ao estudo e aplicação de táticas de confronto à violência policial, além de motivar a criação de jornais que falassem sobre a liberdade de gênero. Um ano após Stonewall, foram iniciadas as famosas Paradas Gays, ajudando a consolidar a luta e mostrar ao mundo que a igualdade de gênero era um direito básico a todo ser humano. Na última década, o “Mês do Orgulho” ganhou ainda mais força ao ser abraçado por grandes marcas, que promovem ações sobre igualdade durante todo o mês de junho.
Em 2016, Barack Obama conferiu ao Stonewall o reconhecimento de Monumento Nacional. Por Rhododendrites – Obra do próprio, CC BY-SA 4.0 via Wikimedia Commons.
Para celebrar o “Mês do Orgulho”, o Estação Net, no Rio de Janeiro, lança nesta sexta-feira (26) a terceira edição da “Mostra Quem Quer Queer?“. Após o sucesso das edições anteriores, a deste ano se estenderá até o dia 7 de julho, trazendo para as telonas dos cinemas do Estação um acervo de mais de 30 obras ricas no tema da representatividade. E como não adianta promover a igualdade sem trazer quem realmente precisava da visibilidade para a cena, a curadoria da mostra foi realizada em uma parceria do Grupo Estação com Wescla Vasconcelos e CineDrag.
Dentre as obras, será possível assistir filmes de drama, comédia, aventura e até terror. A ideia é abranger a todos e proporcionar o debate sobre a representatividade no cinema e na sociedade em geral. A mostra inclui longas mais famosos, os clássicos de sempre, e outros longas menos conhecidos – e até alguns que falam sobre a representatividade sem que muitos percebam que o tema está sendo abordado.
Programação da Mostra (Estação NET Botafogo): Em negrito, Estação NET Rio.
Segunda-feira, 30/06: 14:00 – Salomé (Charles Bryant e Alla Nazimova, 1922)
15:35 – Amigas de Colégio (Lukas Moodysson, 1998)
17:25 – Ovnis, Monstros e Utopias (Ricardo Branco, Joana Sousa e André Godinho, 2025)
19:05 – Padrinhos de Tóquio (Satoshi Kon, 2003)
21:00 – O Direito do Mais Forte é a Liberdade (R. W. Fassbinder, 1975)
Segundo o Deadline, Martin Freeman (‘O Hobbit’) e Iain Armitage (‘Young Sheldon’) irão estrelar o novo thriller psicológico sci-fi‘The Adam Trials’.
O filme conta a história de dois pais que farão o que for necessário para salvar a vida de seu filho, que sofre de uma doença terminal – incluindo experimentos nanotecnológicos que começam a demonstrar sinais de sucesso, mas a um grande e obscuro custo.
Ben Ketai (‘River Wild’) fica responsável pela direção e assina o roteiro do projeto.
A Compelling Pictures, companhia de Denis O’Sullivan e Jeff Kalligheri, entra como produtora e co-financiadora do longa-metragem.
Freeman assume a função de produtor executivo ao lado de Noah Rosen, Dennis Casali, Matthew Gallagher e Steven Garcia.
As gravações do projeto devem começar no final deste ano, e a busca pela co-protagonista feminina continua.
Ariana Grande ganhou fama mundial na adorada série ‘Brilhante Victoria’ ao interpretar Cat Valentine – e, em pouco tempo, tornou-se uma das maiores popstars do século XXI.
Dona de diversas condecorações, incluindo duas estatuetas do Grammy Awards e nada menos que 30 induções ao Livro dos Recordes, Grande foi consagrada como uma das grandes vocalistas de todos os tempos, recebendo notoriedade por seu alcance aplaudível que lhe renderam comparações à lendária Mariah Carey – além de comandar álbuns que caíram no gosto do público e da crítica, quebrando recordes de vendas.
No dia de hoje, 26 de junho, Grande completa 32 anos e, para celebrar seu aniversário, preparamos uma matéria elencando dez músicas para conhecer sua discografia. Para tanto, focamos em canções solo (então, colaborações como “The Way”, “Problem” e “Rain on Me” não aparecem na lista) e que não integram originalmente trilhas sonoras (como “Popular”).
São poucas as pessoas que nunca ouviram a canção “Break Free”. A efervescente faixa, que mistura EDM, electro-pop e synth-pop, não apenas tornou-se um sucesso comercial ao redor do mundo, como sagrou-se um dos hinos LGBTQIA+ contemporâneos, sendo tocado até hoje em incontáveis baladas. Contando com Zedd e Max Martin na produção, o segundo single do álbum ‘My Everything’ é um clássico de Ariana e uma de suas incursões mais memoráveis.
Ainda em ‘My Everything’, o single promocional “One Last Time” é uma das melhores canções do álbum – e o motivo é quase óbvio. Para além dos irretocáveis vocais de Grande, a faixa é pautada no melhor do dance-pop e incorpora sintetizadores impactantes que se aglutinam com ótimas e vibrantes batidas – nos convidando para a pista de dança através de uma narrativa amorosa que marcou época.
A faixa-título de ‘Dangerous Woman’ é uma das construções fonográficas mais conhecidas das últimas décadas – afinal, desde os primeiros beats é possível identificá-la. A canção amalgama os conhecidos pop e R&B empregados por Grande em sua carreira, mas o que mais nos chama a atenção é a forte e deliciosa presença do retro-soul, incrementando um hit incontestável com uma sedutora explosão sinestésica.
“Into You” é uma das clássicas assinaturas de Ariana Grande – e não poderia deixar de integrar nossa lista. A faixa é uma das grandes canetadas líricas da performer e traz uma mistura perfeita e bastante equilibrada entre dance-pop, EDM, synth-pop e electro-R&B, discorrendo sobre uma relação amorosa muito sensual e que se consagrou como uma das icônicas iterações das pistas de dança.
Em “no tears left to cry”, o “pessimista” título traz uma construção incrível e catártica que dialoga com inúmeras outras, incluindo a faixa-título, que brinca com crescendos em seus pré-chorus, logo antes de mergulhar na suavidade do trap e até mesmo abrindo margens para experimentos muito bem-vindos com alguns elementos da música eletrônica – isso sem comentar da letra, que diz inúmeras vezes que um pouco de açúcar consegue ajudar a enfrentar “tudo o que a vida traz de amargo”. Tudo flui com graça e satisfação, próprios da marca vendida por Grande.
“God is a woman” explora as ilimitadas possibilidades da música e da letra, criando uma narrativa afrontosa e que vai de encontro a quaisquer tentativas de padronização da arte – além de mergulhar em contextos tão diversos que chega a ser cômico. Talvez o único problema da faixa seja uma breve transição do final do primeiro ato para o início do segundo, mas nada que seja ofuscada pela grandiosidade que representa.
“THANK U, NEXT”
Álbum: Thank U, Next
O álbum ‘Thank U, Next’ deu início a um novo capítulo na carreira de Ariana, alcançando o topo das paradas de todo o mundo, quebrando recordes de streaming e reafirmando a posição da cantora e compositora como uma das grandes A-lists da nova geração. E o carro-chefe da produção, que empresta seu nome ao título, não poderia ficar de fora da nossa lista; a belíssima canção é uma ode à gratidão e discorre sobre o que cada um dos relacionamentos da performer lhe ensinou – e que, no final das contas, ela agora tem uma nova paixão: ela mesma.
“7 RINGS”
Álbum: Thank U, Next
À época de seu lançamento, “7 rings” teve uma recepção mista por parte da crítica; entretanto, em pouco tempo, essa explosão sonora emplacou as paradas de todo o mundo, tornando-se um sucesso entre os fãs por seu ácido teor de empoderamento – em uma construção R&B vibrante que inclusive trouxe samples da clássica canção “My Favorite Things”, do filme ‘A Noviça Rebelde’.
Grande é conhecida por conseguir traduzir ansiedades, traumas e frustrações de maneiras inesperadas – como “breathin’”, que abre portas para um diálogo sobre saúde mental. Em “yes, and?”, ela investiga território similar, mas adornado com uma base escapista de empoderamento e de libertação (com enfoque em versos como “garoto, coloque o seu batom (ninguém pode te dizer nada)” e “seja a p**** de seu melhor amigo”, culminando na honestidade brutal do verso-título).
O segundo single de ‘eternal sunshine’, o mais recente álbum de Ariana, é uma das iterações bem mais construídas do compilado e, em um piscar de olhos, conquistou os ouvintes ao redor do planeta pela produção nostálgica e pela lírica pungente. “we can’t be friends (wait for your love)”, arquitetado sobre uma estrutura synth-pop cortesia das habilidosas mãos de Max Martin e Ilya Salmanzadeh, nutre de similaridades envolventes com o trabalho de Robyn, por exemplo, e serve como reflexo de um coração partido que precisa se curar.
O aclamado romancista Andrzej Sapkowski, responsável pela icônica saga de fantasia ‘The Witcher’, recentemente mandou indiretas a outro famoso escritor – o prestigiado George R.R. Martin, criador de ‘As Crônicas de Gelo e Fogo’.
Por mais de uma década, Martin tem permanecido em estagnação total na escrita do próximo capítulo dos romances que originaram a série ‘Game of Thrones’.
Intitulado ‘The Winds of Winter’, o novo livro é aguardado com antecipação constante pelos fãs – algo que não pode ser dito de Sapkowski. No ano passado, ele lançou o nono capítulo da série ‘The Witcher’, intitulado ‘Crossroad of Ravens’, que será traduzido e disponibilizado internacionalmente nos próximos meses.
Em uma recente aparição ao Festival Opole Book, Sapkowski revelou que ele planeja escrever mais livros e que os fãs não precisam se preocupar sobre uma promessa que nunca se cumprirá (via Collider). Ele, então, fez comparações com Martin e seu atraso em lançar ‘The Winds of Winter’ e finalizar a saga de fantasia.
“Se alguém na plateia fizer esse tipo de pergunta, eu lhe digo agora mesmo: vou escrever outra coisa. Relaxe. Não precisa ter medo. E, ao contrário de George R. R. Martin, que, aliás, conheço pessoalmente, quando digo que vou escrever algo, eu escrevo”, ele disse.
Anteriormente, Martin rebateu as recentes críticas de fãs após aceitar trabalhar na adaptação de ‘A Dozen Tough Jobs’, do escritor Howard Waldrop, aumentando o atraso de treze anos da escrita dos últimos livros da saga.
Em uma postagem em seu blog, o autor desabafou: “Eu sei, eu sei. Alguns de vocês vão ficar irritados com isso, como ficam com tudo que anuncio aqui que não seja sobre Westeros ou Os Ventos do Inverno. Vocês já desistiram de mim, ou do livro. Dizem que eu nunca vou terminar o sexto, e se terminar, nunca vou terminar Um Sonho de Primavera. E se terminar, não vai ser bom”.
Martin continuou, listando as acusações dos fãs: “Que eu devia passar o bastão pra outro escritor… Que vou morrer logo de qualquer jeito, porque sou velho demais. Que perdi todo o interesse por As Crônicas de Gelo e Fogo décadas atrás. Que não me importo mais com escrever, só fico sentado gastando dinheiro. Que eu edito os livros do Wild Cards, mas vocês odeiam Wild Cards”.
O autor expressou seu descontentamento com a falta de reconhecimento de seus outros trabalhos: “Talvez odeiem tudo o que escrevi, os que ganharam e os que perderam o Hugo, Uma Canção Para Lya e A Morte da Luz, Sandkings e A Bela e a Fera, Esta Torre de Cinzas e Cidade de Pedra, As crônicas de Marte, Velha Vênus, Rogues, Warriors, Dangerous Women e todas as outras antologias que editei com meu amigo Gardner Dozois. Eu sei, vocês não se importam com nada disso. Só se importam com Os Ventos do Inverno. E já me disseram isso vezes demais”.
Em meio ao desabafo, Martin fez questão de ressaltar seu amor por todas as suas criações: “A questão é: eu me importo com tudo isso. E também me importo com Westeros e com Winds. Com os Starks, Lannisters e Targaryens, com Tyrion e Asha, Dany e Daenerys, os dragões e os lobos gigantes, me importo com todos eles. Mais do que vocês podem imaginar”.
Ele ainda destacou sua satisfação em trabalhar em ‘A Dozen Tough Jobs’: “Eu amei A Dozen Tough Jobs da primeira vez que li, muitos anos atrás. E também amei Howard. Me entristece que ele não tenha vivido para ver esse filme. Espero que façamos justiça à sua obra. Como não faríamos? Hércules, Howard, Joe, Lion Forge… Queria que todos vocês pudessem compartilhar do entusiasmo que estou sentindo com esse projeto”.
Ainda faltam dois livros para concluir a saga: o sexto livro, “The Winds of Winter” (Os Ventos do Inverno), e o sétimo e último, “A Dream of Spring” (Um Sonho de Primavera).
Enquanto isso, nas adaptações para a TV, o prequel ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’, derivado da obra “As Aventuras de Dunk e Egg”, recentemente concluiu suas filmagens.
A série está prevista para estrear em 2025, preenchendo a lacuna até a 3ª temporada de ‘A Casa do Dragão’, que deve voltar em 2026.
“Um século antes dos eventos de Game of Thrones, dois heróis improváveis percorreram Westeros… um jovem, ingênuo mas corajoso cavaleiro, Ser Duncan, o Alto, e seu diminuto escudeiro, Egg. Ambientado numa época em que a linhagem Targaryen ainda detém o Trono de Ferro, e a memória do último dragão ainda não passou da memória viva, grandes destinos, poderosos inimigos e perigosas aventuras aguardam esses amigos improváveis e incomparáveis.”
Segundo a Variety, Edward Ashley (Ser Steffon Fossoway), Henry Ashton (Daeron Targaryen), Youssef Kerkour (Steely Pate), Daniel Monks (Ser Manfred Dondarrion), Shaun Thomas (Raymun Fossoway), Tom Vaughan-Lawlor (Plummer) e Danny Webb (Ser Arlan de Pennytree) farão parte da série pré-sequência.
Peter Claffey, Dexter Sol Ansell, Finn Bennett, Bertie Carvel, Tanzyn Crawford, Daniel Ings e Sam Spruell também fazem parte do elenco.
Sarah Adina Smith e Owen Harris dirigem os seis episódios da atração.
A aclamada animação ‘Os Simpsons’ surpreendeu os fãs ao encerrar sua 36ª temporada com um momento chocante: a morte da matriarca Marge Simpson. No entanto, é importante ressaltar que a cena veio com uma ressalva: ela acontece em um flash-forward, 35 anos no futuro, quando os filhos de Marge, Bart, Lisa e a pequena Maggie, já são adultos.
Porém, os fãs podem ficar relaxados: Marge não vai a lugar algum.
Em entrevista à Variety, o produtor executivo Matt Selman confirmou que o que aconteceu no recente season finale não é cânone do universo da premiada animação. Isso porque, após 790 episódios, “não há cânone. ‘Os Simpsons’ nem sequer tem cânone”.
No episódio em questão, intitulado “Estranger Things”, o pior medo de Marge se torna realidade quando seus dois filhos mais velhos se afastam um do outro após perderem o interesse no programa infantil favorito deles, “O Show da Coceira e Coçadinha”, que era um elo entre eles.
A vida dos dois segue caminhos bem diferentes: Lisa se torna comissária da NBA, e Bart administra um asilo ilegal onde seu pai, Homer Simpson, vive — sem Marge.
Embora o episódio não revele como ou por que ela morreu, há uma breve cena de funeral junto à lápide de Marge. Em outro momento, Lisa menciona sua “falecida mãe” e mais tarde lê uma carta que Marge escreveu com a instrução “para ser aberta após minha morte”, durante a qual uma Marge ainda jovem comenta que era “muito improvável” que morresse antes de seu marido.
Após algumas idas e vindas sobre a situação de moradia de Homer, Bart e Lisa se reaproximam para levá-lo de volta para casa e assistem juntos ao querido O Show da Coceira e Coçadinha Show, antes que os espectadores vejam sua mãe olhando para eles do céu.
“Estou tão feliz que meus filhos estão próximos de novo”, diz Marge, antes que o baterista dos Beatles, Ringo Starr, apareça atrás dela e diga: “Amor, vamos nos atrasar para o buffet do Céu. Tem uma torre de camarões”.
Em seguida, o episódio faz outra grande revelação: Marge se casou novamente no Céu, e com o roqueiro, nada menos. “Ok, Ringo”, ela diz antes de beijar o músico. “Estou tão feliz que podemos nos casar com outras pessoas no Céu”.
Criada por James L. Brooks, Matt Groening e Sam Simon, ‘Os Simpsons‘ é a série de comédia e animada de maior longevidade da história da televisão americana.
A trama segue as aventuras satíricas de uma família da classe trabalhadora na cidade desajustada de Springfield.
A produção conta com as vozes de Dan Castellaneta, Nancy Cartwright, Harry Shearer, Julie Kavner, Yeardley Smith, Hank Azaria e Pamela Hayden.
A sequência ‘M3GAN 2.0’, da aclamada franquia de terror, chega em breve aos cinemas — e com planos de expandir a saga, muitos fãs especulam sobre a presença de uma cena pós-créditos.
No entanto, de acordo com o Collider, ‘M3GAN 2.0’ não conta com nenhuma cena após os créditos.
A ausência pode desapontar parte do público, mas também pode ser uma estratégia do estúdio para manter o final mais direto, e deixar espaço aberto, de forma mais orgânica, para possíveis continuações.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 27 de junho.
Dois anos após M3GAN, uma maravilha da inteligência artificial, sair do controle, iniciar uma matança (impecavelmente coreografada) e ser destruída, sua criadora Gemma (Allison Williams) tornou-se uma renomada autora e defensora da supervisão governamental da IA. Enquanto isso, sua sobrinha Cady (Violet McGraw), agora com 14 anos, transformou-se em uma adolescente que desafia as regras superprotetoras de Gemma. Sem que elas saibam, a tecnologia subjacente de M3GAN foi roubada e usada indevidamente por um poderoso contratante de defesa para criar uma arma de nível militar conhecida como Amelia (Ivanna Sakhno), a espiã infiltrada mais letal já concebida. Mas, à medida que a autoconsciência de Amelia cresce, seu interesse em seguir ordens humanas diminui — assim como sua vontade de tê-los por perto.
Com o futuro da humanidade em risco, Gemma percebe que a única solução é trazer M3GAN (Amie Donald, com voz de Jenna Davis na versão original) de volta e aprimorá-la para torná-la mais rápida, mais forte e ainda mais letal. E, quando seus caminhos se cruzam, a IA mais implacável do cinema encontrará sua maior rival.
Geralmente mesclando drama e suspense, histórias de pessoas desaparecidas costumam prender a atenção do público. Frequentemente acompanhadas pela perspectiva de familiares ou autoridades envolvidas nas investigações, essas narrativas revelam conflitos pessoais enquanto tentamos montar um quebra-cabeça complexo — que, muitas vezes, diz muito sobre a psiquê humana.
Pensando em algumas dessas obras, separamos 10 ótimas produções abaixo:
O jovem Ernesto (Armando Espitia) é um antropólogo forense do IML da Guatemala, responsável por encontrar corpos de pessoas desaparecidas em tempos da ditadura. Certo dia, encontra a Nicolasa (Aurelia Caal) e acaba descobrindo, através do relato dela, a possibilidade de identificar o seu pai que nunca conhecera. Assim, procurando vencer os obstáculos da burocracia e apoiado pela mãe, Ernesto luta pelas suas respostas e a de muitos outros.
Na trama, acompanhamos a jornada de dor, tristeza e lampejos ligados à esperança de Julia (Julieta Egurrola), uma artista plástica que vê sua vida tomar outros rumos quando, durante uma viagem a uma cidade do México, sua filha, a psicóloga Gertrudis, desaparece. Lutando com todas as forças que lhe restam, passando pelos absurdos burocráticos, descasos de autoridades acaba conhecendo Abril (Teresa Ruiz), uma jornalista que está disposta a se juntar a Julia nessa caminhada e assim também denunciar os horrores da violência que encontra pelo caminho.
À Procura
Matthew (Ryan Reynolds) é um esforçado empreendedor que vive com sua família em uma cidade do interior. A vida desse trabalhador muda completamente quando, após estacionar seu carro na frente de uma lanchonete, percebe que sua filha foi sequestrada. Após isso, sua relação com a mulher vira um leque de situações estressantes e tumultuadas. A polícia, a princípio desconfia do próprio Matthew mas logo percebe que de fato há terceiros envolvidos no desaparecimento. Nisso, anos se passam e a luta em achar alguma pista sobre sua filha desaparecida vira uma grande obsessão.
Em uma tarde, duas meninas são sequestradas na porta de casa levando seus pais a um limite emocional e físico em busca do paradeiro delas. Um desses pais, Keller Dove (Hugh Jackman) ultrapassa todos os limites quando resolve sequestrar e torturar o principal suspeito. O detetive Loki (Jake Gyllenhaal), responsável pelo caso, acaba se envolvendo com a história mais do que devia e acaba descobrindo um plano macabro.
Alain (François Damiens) é um trabalhador de classe média que mora com sua mulher e os dois filhos no leste francês. Ele é um amante da cultura country e sempre vai com sua família a um famoso encontro onde confraterniza com outros amigos. Certo dia, num desses encontros, sua filha Kelly desaparece misteriosamente, levando Alain a uma desesperada busca por informações sobre a jovem.
A experiente investigadora Letizia (Isabella Ragonese) é designada para investigar o sumiço de uma jovem de 13 anos chamada Yara. Ao longo do tempo, que percorreu anos, o caso acaba de alguma forma influenciando também a vida de Letizia que, mesmo com desconfianças do alto comando italiano, não desiste de encontrar as verdades sobre esse caso.
O boa praça Nick (Ben Affleck), possui um casamento de aparências com sua linda mulher Amy. Certo dia, após acordar cedo e ir visitar a irmã, Nick volta pra casa, vê objetos quebrados, sangue e não encontra Amy. Assim, resolve ligar para polícia. Depois disso, sua vida não vai ser a mesma, pois, conforme novas pistas e segredos vão aparecendo, muitos indícios vão ligando lentamente Nick ao sumiço de sua esposa.
Maria (Marcélia Cartaxo) mora em uma casa humilde na periferia de São Paulo com o único filho, o adolescente Valdo. Ela é camelô pelas ruas do centro. Certo dia, após o filho sair para se divertir e ir tentar a sorte numa peneira de futebol, ele desaparece. Maria então embarca em uma busca incansável para saber todas as verdades desse desaparecimento.
O Esquecimento (Im)possível
Em busca de preencher lacunas sobre seu pai, um militante argentino em época de ditadura, o cineasta argentino Andrés Habegger tenta recriar os caminhos e momentos importantes da vida desse homem que nunca mais viu desde os 9 anos de idade.
Edmond (James McAvoy) é avisado que seu filho, do primeiro casamento, desapareceu. Ele larga tudo e vai até o local onde o garoto vive com a ex-esposa Joan (Claire Foy) e o padrasto Frank (Tom Cullen). Aos poucos vai percebendo que tem algo estranho na investigação e ele resolve por conta própria reunir as peças do quebra-cabeça que vai encontrando pelo caminho.
O astro se junta aos previamente confirmados Sydelle Noel (‘GLOW’), Agnez Mo (‘Pernikahan’), Anggun (‘Levitating’), Kevin Corrigan (‘Poker Face’), Kevin Weisman (‘Runaways’), Marc Blucas (‘Minha Vida com a Família Walter’) e Kathleen Robertson (‘The Expanse’).
Rodriguez-Marquette será Jacob Merrick, um policial de uma pequena cidade. Ele assume o papel de Jay Baruchel, que foi forçado a deixar a série para tratar de assuntos pessoais. Baruchel havia sido anunciado como membro do novo ciclo algumas semanas antes.
Lembrando que as três primeiras temporadas estão disponíveis na plataforma de streaming.
Baseado no terceiro livro da saga de Lee Child, intitulado Acerto de Contas, a terceira temporada jogará Jack Reacher no coração de uma vasta empresa criminosa ao tentar resgatar um informante disfarçado da DEA cujo tempo está se esgotando. Trabalhando disfarçado, ele encontra um novo mundo de segredos e violência — e confronta alguns negócios inacabados de seu próprio passado.
Nick Santora (‘Scorpion’) é o showrunner da série.
O aguardado ‘Superman’, longa que marca o início oficial do novo Universo DC nos cinemas (DCU), ganhou mais detalhes inéditos.
Através das redes sociais, o aclamado realizador James Gunn revelou um novo antagonista que fará parte do antecipado longa-metragem: Sydney Happersen, o vilanesco assistente de Lex Luthor (Nicholas Hoult).
O personagem é vivido por Stephen Blackehart, que já trabalhou com Gunn na franquia ‘Guardiões da Galáxia’.
Lembrando que o filme tem estreia marcada para 10 de julho.
James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.
Durante a conversa, Wan revelou o que o público pode esperar do spin-off.
“‘SOULM8TE’ se passa basicamente no mesmo mundo de IA [que ‘M3GAN’], mas visto por uma perspectiva mais adulta, que abrange todos os grandes thrillers eróticos dos anos 90. É como ‘Atração Fatal’, mas com robôs”, ele conta.
Lembrando que a primeira prévia foi exibida durante a CinemaCon – e a descrição oficial você confere abaixo:
É assustador e engraçado, e bem mais pesado que MEGAN. É um MEGAN para adultos, e tem até cenas de amor intenso.
“Um homem (Rysdahl) adquire uma androide de Inteligência Artificial (Sullivan) para ajudá-lo a lidar com a recente morte de sua esposa. Na tentativa de criar uma parceira verdadeiramente consciente, o homem inadvertidamente transforma um robô amoroso inofensivo em uma alma gêmea mortal.”
Claudia Doumit, conhecida por interpretar a Victoria Neuman na popular série ‘The Boys‘, entrou para o elenco do terror. Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.
Lily Sullivan (‘A Morte do Demônio: A Ascensão’) e David Rysdahl (‘Sem Saída’) serão os protagonistas.
Kate Dolan (‘You Are Not My Mother’) será responsável pela direção.
Ela também reescreveu o roteiro original de Rafael Jordan, baseado em uma história de James Wan, Ingrid Bisu e Jordan.
“Fundamentalmente, vejo este filme como uma exploração de relacionamentos e solidão. Apesar dos avanços tecnológicos, há verdades humanas, tensões das quais não podemos escapar, e estou ansiosa para explorar essas profundezas”, declarou a cineasta.
“SOULM8TE é uma adição emocionante e sedutora ao universo de ‘M3GAN'”, afirmou James Wan.
O filme chega aos cinemas no dia 2 de janeiro de 2026.
O cineasta Jon Watts, responsável pela bem-sucedida trilogia do ‘Homem-Aranha’ no MCU, falou recentemente sobre sua decisão de deixar a direção de ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’.
Segundo o The Hollywood Reporter, durante uma masterclass no Mediterrane Film Festival, em Malta, o diretor explicou que a pandemia foi um fator decisivo em sua escolha.
“O desgaste emocional de ter que seguir todos aqueles protocolos de COVID, ao mesmo tempo em que tentava criar algo criativo e garantir a segurança de todo o elenco e equipe, literalmente, pessoas poderiam ter morrido se algo fosse feito errado, foi enorme. E ainda teve o processo de pós-produção, que foi muito difícil”, explicou.
“Quando se trabalha com efeitos visuais, há todo um componente internacional envolvido, com fornecedores de várias partes do mundo, e a cadeia de suprimentos foi interrompida por causa da COVID. Foi realmente difícil concluir os efeitos de forma tradicional”, concluiu.
Ele acabou sendo substituído por Matt Shakman, que agora assume a direção do novo filme, previsto para estrear em 25 de julho.
Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.
O renomado compositor Lalo Schifrin, mundialmente famoso pela icônica trilha sonora de ‘Missão: Impossível’, faleceu na quinta-feira, 20 de junho de 2025, aos 93 anos.
A causa da morte foram complicações decorrentes de pneumonia. A notícia foi confirmada pela Variety.
Nascido em Buenos Aires, Argentina, em 21 de junho de 1932, Lalo Schifrin era filho do maestro da Filarmônica de Buenos Aires. Desde jovem, demonstrou paixão pela música, estudando piano e, na década de 1940, contrabandeando discos de jazz americanos, que eram proibidos pelo regime de Juan Perón.
Ele aprofundou seus estudos em composição com Juan Carlos Paz e, a partir de 1952, no Conservatório de Paris, sob a tutela do célebre Olivier Messiaen. Durante esse período, Schifrin equilibrava estudos clássicos diurnos com apresentações noturnas em clubes de jazz, convicto de que as fronteiras entre o jazz e a música clássica eram artificiais.
Schifrin teve uma carreira prolífica em Hollywood, acumulando seis indicações ao Oscar por suas trilhas sonoras em filmes. Além de uma indicação para Melhor Canção.
No entanto, foi no universo da televisão que Schifrin se tornou uma lenda. O tema de ‘Missão: Impossível’ não só lhe rendeu dois de seus cinco prêmios Grammy, mas também garantiu três indicações ao Emmy.
Lalo Schifrin deixa sua esposa, Donna, seus três filhos, William, Frances e Ryan, e quatro netos.
O rapper Curtis Jackson, conhecido como “50 Cent”, está em negociações para se juntar ao elenco do aguardado live-action de ‘Street Fighter’, o icônico jogo de luta. Segundo o Nexus PointNews, o artista pode interpretar o boxeador Balrog, personagem que fez sua estreia em Street Fighter II: The World Warrior.
Balrog é um boxeador implacável que alcançou a fama através de sua brutalidade e determinação.
O rapper50 Cent já tem experiência em atuação, com papéis em filmes como ‘Home of the Brave’ e ‘Justiça Fatal’. Ele é mais conhecido por seu trabalho em ‘Power’, universo de séries do qual também é produtor executivo, tendo produzido todos os spin-offs da franquia.
O elenco do live-action de ‘Street Fighter’ já conta com nomes como:
O cantorOrville Peck em um papel ainda não divulgado
A direção do longa será de Kitao Sakurai, conhecido pela comédia ‘Bad Trip’.
Os detalhes da trama permanecem em sigilo, mas a expectativa é que o filme mantenha a essência do clássico jogo da Capcom, focando nos torneios globais e nas batalhas entre lutadores de diversos estilos e motivações.
O longa está programado para estrear no dia 20 de março de 2026.
Além do filme, a Legendary adquiriu também os direitos da franquia de games para a TV. Isso significa que os fãs podem esperar uma série que vai explorar a rica mitologia de ‘Street Fighter‘ e seus personagens icônicos.
Vale lembrar que a franquia já foi adaptada para os cinemas anteriormente, com um filme lançado em 1994, que contava com Jean-Claude Van Damme, Ming-Na Wen e Raul Julia no elenco. No entanto, a adaptação foi recebida com críticas bem negativas e não obteve grande sucesso de bilheteria.
Relembre o trailer de ‘Street Fighter – A Última Batalha‘:
Conforme a Variety, Ela explicou que não “gosta muito de filmes violentos”, citando o cenário atual de seu país.
“Há muita violência armada no meu país”, disse Coppola. “É muito difícil assistir a esse tipo de filme. Os velhos faroestes são legais, mas a forma exagerada como a violência é retratada atualmente é perturbadora”.
A diretora fez uma ressalva para o trabalho de Martin Scorsese, a quem admira, explicando que em alguns casos, a violência pode servir a um propósito narrativo. “Adoro o Scorsese, então há momentos em que funciona. Temas violentos podem ser interessantes ou sugestivos. Mas violência gráfica, para mim, não é o caso”.
Através do seu Twitter/X, o insider Cryptic HD QUALITY declarou o reboot de ‘Anaconda‘ contará com o retorno de Ice Cube – um dos protagonistas do longa original, de 1997.
No entanto, o ator não reprisará seu papel, mas sim interpretará a si mesmo – o que faz sentido, considerando a abordagem meta do próximo capítulo da saga.
“O’Shea Jackson [nome verdadeiro do artista] retornará no novo filme da franquia ‘Anaconda’. No entanto, desta vez, ele não reprisará seu papel como Danny Rich [do primeiro filme]. Na verdade, ele interpretará a si mesmo – Ice Cube.”
O insider também afirmou que o primeiro trailer deve ser lançado em breve.
Oshea Jackson is back for the new Anaconda film. However, this time around, he won’t be stepping back into his previous role as Danny Rich, but rather appearing as himself – Ice Cube.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 25 de dezembro.
A trama segue um grupo de amigos que decide filmar um remake de seu filme favorito na selva, mas precisa lutar pela sobrevivência ao se deparar com uma anaconda gigante.
Tom Gormican, de ‘O Peso do Talento‘, será responsável pela direção. Ele também assinará o roteiro ao lado de Kevin Etten.
O filme original foi estrelado por Jennifer Lopez, Owen Wilson, Ice Cube e Jon Voight, e acompanhou uma equipe de filmagem da National Geographic em busca da maior e mais mortal cobra do mundo, apenas para descobrir que o jogo se inverteu.
Sem data de estreia, o próximo ciclo deve ser lançado apenas em 2026.
A trama é ambientada em uma misteriosa cidade no interior dos Estados Unidos que aprisiona de forma sobrenatural aqueles que chegam lá. Para piorar a situação, seres monstruosos caçam os moradores durante a noite, então o xerife Boyd Stevens (Harold Perrineau) tenta deixar os sobreviventes da cidade seguros enquanto procura por uma forma de escapar.