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2ª temporada do drama de época ‘Os Bucaneiros’ chega ESTA SEMANA ao streaming!

A 2ª temporada da adorada série de época ‘Os Bucaneiros‘ chega esta semana ao catálogo da Apple TV+.

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 18 de junho na plataforma de streaming.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Baseada no inacabado romance homônimo publicado por Edith Wharton em 1938, a série foi criada pela produtora britânica The Forge.

Na trama, um grupo de jovens americanas que adora diversão invade a tradicional Londres de 1870 e dá início a um choque cultural anglo-americano. Agora, elas já não são mais invasoras – a Inglaterra é seu novo lar. Na verdade, elas praticamente comandam o lugar. Nan é a Duquesa de Tintagel, a mulher mais influente do país. Conchita é Lady Brightlingsea, ícone para uma nova geração de herdeiras americanas. E Jinny estampa as manchetes, procurada pelo sequestro do próprio filho ainda não nascido. Todas foram forçadas a crescer e agora lutam para serem ouvidas, enfrentando romances, desejos, ciúmes, nascimentos e perdas, temas que atravessam a vida de todas as mulheres – não importa a época.

Kristine Frøseth, Alisha Boe, Josie Totah, Aubri Ibrag, Imogen Waterhouse, Mia Threapleton e Christina Hendricks estrelam.

‘Reacher’: Prime Video escala OITO novos membros ao elenco da 4ª temporada

Prime Video escalou oito novos membros ao elenco da já confirmada 4ª temporada de Reacher, série de ação estrelada por Alan Ritchson (via Deadline).

As informações indicam que Jay Baruchel (‘Fubar’), Sydelle Noel (‘GLOW’), Agnez Mo (‘Pernikahan’), Anggun (‘Levitating’) e Kevin Corrigan (‘Poker Face’) foram contratados em caráter regular para o novo ciclo, enquanto Kevin Weisman (‘Runaways’), Marc Blucas (‘Minha Vida com a Família Walter’) e Kathleen Robertson (‘The Expanse’) foram escalados em caráter convidado.

Mais informações não foram reveladas.

Lembrando que as três primeiras temporadas estão disponíveis na plataforma de streaming.

Baseado no terceiro livro da saga de Lee Child, intitulado Acerto de Contas, a terceira temporada jogará Jack Reacher no coração de uma vasta empresa criminosa ao tentar resgatar um informante disfarçado da DEA cujo tempo está se esgotando. Trabalhando disfarçado, ele encontra um novo mundo de segredos e violência — e confronta alguns negócios inacabados de seu próprio passado.

Nick Santora (‘Scorpion’) é o showrunner da série.

O elenco ainda conta com Maria Sten, Anthony Michael Hall, Sonya Cassidy, Brian Tee, Johnny Berchtold e Roberto Montesinos.

Homem de costas, logo 'Reacher', nova temporada em fevereiro

Death By Rock and Roll | Há quatro anos, The Pretty Reckless fazia um GLORIOSO retorno ao mundo da música

The Pretty Reckless é um grupo musical que merece mais atenção do que atualmente tem. É claro que a banda de rock estadunidense tem suas conquistas e músicas de sucesso sólido, como a clássica “Make Me Wanna Die” – mas boa parte dos ouvintes que tem apreço pelo mainstream provavelmente nunca ouviram falar deles. Felizmente, 2021 se mostrou um ano bem interessante para a música, ainda mais com o glorioso e inesperado retorno da banda com o álbum Death By Rock and Roll, uma ode nostálgica e original que trouxe o melhor do hard rock aos holofotes.

Se alguém um dia me dissesse que a jovem intérprete Cindy Lou Who, de ‘O Grinch’, viria a se tornar uma poderosa e destemida vocalista de um grupo de rock, realmente seria quase impossível de acreditar. Mas Taylor Momsen, que estourou nos anos 2000 com a adaptação do icônico romance de Dr. Seuss e logo depois estrelou a adorada série adolescente ‘Gossip Girl’, evidenciou que é uma artista extremamente versátil e, desde que se reuniu com nomes como Ben Phillips e Mark Damon, vem demonstrando que sua arte é necessária e que foge dos convencionalismos que tanto encontramos no cenário contemporâneo. É claro que, entre altos e baixos, The Pretty Reckless se mostrou disposto a renovar seu arsenal de canções, apostando em melancólicas baladas ou em impactantes hinos de emancipação. Mas será que o quarto e aguardado álbum continuaria a satisfazer seus fãs?

A resposta é sim. Enquanto ‘Who You Selling For’, lançado em 2016, demonstrou um profundo amadurecimento do estilo sonoro do grupo, Death By Rock and Roll é uma ode à irreverência e ao post-grunge dos anos 1990 repaginado com características modernas, seja pela lírica, seja pelos apaixonantes solos de guitarra. A faixa titular, que abre o que podemos chamar alegadamente de obra-prima desse icônico ato musical, já havia entrado em nossa lista de melhores músicas de 2020, apenas para se renovar com beleza inenarrável em uma narrativa metalinguística sobre o que queremos deixar para o mundo e como vivemos a nossa vida. A produção quase impecável de Jonathan Wyman é brilhante do começo ao fim e, salvo algumas repetições, não há alguém que não se delicie com o que se trouxe à tona.

É de costume que a primeira track do álbum dê o tom do que podemos esperar do restante de qualquer jornada fonográfica – mas Momsen, tomando as rédeas criativas de uma ressurreição exuberante e bem-vinda, mostra que não precisa se prender a quaisquer amarras. Temos a coesão estilística que une as incursões em um universo que celebra a morte e despreza a vida, e que se infunde com críticas sociais e mensagens de libertação. Em “And So It Went”, a lead singer colabora com o guitarrista Tom Morello, de ‘Rage Against the Machine’, para um trágico enredo no qual “as crianças perderam a razão, clamando por perdão”; em “25”, o tema se repete em uma imperiosa reflexão que nutre de similaridades com “Skyfall” e outras canções da franquia ‘James Bond’, apesar frustrada incompletude de seu refrão.

Os momentos de extravagância explodem proposital e profusamente ao longo de doze belíssimas faixas – e o primeiro vislumbre dessa caprichosa inflexão dá-se em “Broomsticks”, uma espécie de interlúdio que se fecha em si mesmo, mas que, ao mesmo tempo, nos prepara para a narcótica viagem oitentista de “Witches Burn”, um dos ápices da produção que se guia pelos vocais de Taylor e que restringe a guitarra e o baixo ao atmosférico segundo plano. Na trama, a cantora vive uma mulher sem escrúpulos e que não será diminuída pelas outras pessoas e que tem um poder destrutivo cataclísmico – refletido por um abrangente e bem estruturado alcance vocal. “Turning Gold” abarca certos elementos do arabic pop para uma familiar e exultante arquitetura country-rock – que também revela um dos melhores pré-refrões já entregues pela banda através de versos que falam da inexorabilidade do tempo.

Momsen sabe muito bem quando desacelerar o ritmo – e faz isso com exímia ovação em vários momentos. “Got So High” é uma viagem (sem trocadilhos) que demonstra a inevitabilidade da ascensão e da queda de um eu lírico que quer se libertar de privações mundanas, pecando apenas pela conivente simplicidade e pela constância de suas repetições. Em “Standing at the Wall” segue uma construção similar, abrindo espaço para uma balada regada pelos ecos orquestrais do violoncelo e marcada pela melodia do violão. Mas são as duas últimas faixas que invadem nosso âmago pela força de sua lírica e pelas homenagens que fazem ao falecido Kato Khandwala. “Rock and Roll Heaven” é uma continuação direta da track de abertura que traz elementos de Jo Dee Messina e de Shania Twain a uma convergência bastante saudosista; “Harley Darling”, por sua vez, evoca as memórias de um ente querido que se foi antes da hora e que volta-se para o country com respeito admirável.

 The Pretty Reckless reencontra vida em meio à devastação a partir do momento em que encara a morte e o que existe depois dela como apenas uma continuidade de nossa breve aventura na Terra. Death By Rock and Roll é uma fulgente e enigmática obra que abre o primeiro trimestre do ano com chave de ouro e que, no final das contas, é uma joia musical aprazível e envolvente.

EXCLUSIVO! Marieta Severo DESCARTA reencontro de ‘A Grande Família’ e critica onda de remakes: “Precisamos de histórias novas”

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Em entrevista ao Renato Marafon durante o 14º Olhar de Cinema de Curitiba, a atriz Marieta Severo falou sobre um possível revival de ‘A Grande Família‘ e criticou a onda de remakes que está tomando conta do mundo.

“Outro reencontro da Grande Família? Não! Eu já tenho idade pra ser a avó da Nenê. Eu não sou nostálgica! Precisamos de novas histórias”, ela afirmou.

Assista:

Há mais de duas décadas, ‘A Grande Família‘ de Lineu e Nenê Pereira entrou para sempre no imaginário popular brasileiro, consolidando-se como uma das séries de maior sucesso e longevidade da televisão brasileira. Com duas fases distintas e igualmente aclamadas, a produção da TV Globo se tornou um espelho divertido e perspicaz das dinâmicas familiares e dos desafios cotidianos da classe média brasileira.

A primeira versão  foi ao ar entre 1972 e 1975, tornando-se um marco da teledramaturgia nacional. No entanto, foi a releitura lançada em 2001 que garantiu à série um lugar de destaque ainda maior, permanecendo no ar ininterruptamente por 14 anos, até 2014. Essa longevidade impressionante é um testemunho de sua capacidade de se reinventar e manter a relevância para diferentes gerações de espectadores.

Mesmo após o fim de sua exibição regular, ‘A Grande Família‘ continua presente na memória e no coração dos brasileiros, sendo frequentemente reprisada e lembrada como um dos maiores legados da televisão nacional. Ela provou que, com um bom roteiro, personagens bem construídos e um elenco talentoso, é possível transformar o ordinário em extraordinário e fazer rir (e refletir) sobre o que realmente importa: a família.

Hayden Panettiere quer VOLTAR em ‘Pânico 8’ e fala sobre demissão de Melissa Barrera

Pânico 7’ está a caminho dos cinemas, marcando o aguardado retorno de Sidney Prescott, interpretada por Neve Campbell, à franquia.

Porém, o novo filme não trará o retorno de Hayden Panettiere, que interpretou Kirby Reed em ‘Pânico 4 e 6‘.

Em um entrevista à revista Far Out, Hayden revelou estar totalmente aberta a reprisar seu icônico papel como a agente no oitavo filme.

Rumores indicam que ela ainda ganhará uma série derivada focada em sua personagem.

Além disso, ela abordou a demissão de sua colega de elenco Melissa Barrera, após esta se posicionar contra o genocídio que está ocorrendo com o povo palestino na Faixa de Gaza.

Em novembro, Barrera compartilhou uma postagem que chamava a violência em Gaza de “genocídio” e “limpeza étnica”. Após a postagem, a Spyglass, empresa por trás da franquia Pânico, emitiu um comunicado condenando os comentários da atriz, afirmando que têm “tolerância zero para o antissemitismo ou incitação ao ódio de qualquer forma”.

Em uma entrevista recente ao The Messenger, Panettiere chamou a demissão de Barrera de “muito injusta e perturbadora”. Ela acrescentou: “Depois que ela [se manifestou], então um monte de outros atores e pessoas da indústria começaram a fazer a mesma coisa, certo? Foi quase como se ela tivesse feito isso antes de todos os outros.”

Panettiere adicionou que entrou em contato com Barrera quando soube da notícia, e a atriz agradeceu por se importar. “Sabe, muitas pessoas realmente não perguntaram a ela como ela se sentia”, disse a estrela, observando que não está preocupada com sua ex-colega de elenco.

“Melissa é uma pessoa incrível e uma atriz incrível”, disse. “…Ela ficou magoada com isso, mas acho que ela lidou bem e foi muito, muito graciosa.”

O roteirista Guy Busick explicou a decisão de trazer de volta a estrela, após a demissão de Melissa Barrera e a saída de Jenna Ortega.

“O roteiro original de ‘Pânico 7’, com Barrera e Ortega, era algo completamente diferente. Não conseguimos aproveitar nada da versão anterior. Tivemos que começar do zero, o que foi uma pena”, explicou Busick, conforme o ComicBook.

Ele detalhou a decepção com a mudança de planos: “Estávamos empolgados com o que tínhamos para aquele filme. Queríamos fazer mais um longa com o ‘Quarteto Principal’”, referindo-se aos quatro amigos introduzidos em ‘Pânico’ (2022). “Sabemos que os fãs amam esses personagens. Nós também. Nós os criamos. Em algum universo, eu adoraria ver a continuação dessas histórias. Mas não foi possível aproveitar o que tínhamos. Foi como: ‘Ok, esse é o baralho que temos.’ Sempre quisemos fazer um filme focado na Sidney, então foi o momento de mergulhar nessa ideia”.

Busick provocou que o retorno de Sidney tem um motivo muito específico. “Não quero revelar muito sobre o motivo pelo qual este filme tinha que ser da Sidney, porque há uma razão muito legal. Em todos os filmes, a pergunta é: ‘Por que agora? O que ‘Pânico’ está comentando neste momento?’ A franquia sempre estabelece um diálogo com o público sobre o estado do cinema, especialmente dos filmes de terror e das franquias”. 

Pânico 7‘ está programado para estrear no dia 27 de fevereiro de 2026.

O novo filme contará com o retorno dos veteranos Neve Campbell, Courteney Cox, Mason Gooding e Jasmin Savoy Brown, além de David Arquette, Matthew Lillard e Scott Foley.

Os novatos Isabel May, Celeste O’Connor, Asa Germann, Mckenna Grace, Sam Rechner, Mark Consuelos, Anna Camp e Joel McHale completam o elenco.

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Chelsea Simmons (Sidney Prescott) deixou seu passado para trás e está se concentrando em ser uma mãe feliz e casada e administrar uma pequena cafeteria na cidade. No entanto, ela nunca parou de olhar para trás e, com certeza, mais uma vez, seu passado volta para assombrá-la.

Saiba QUEM serão os líderes dos Vingadores em ‘Vingadores: Apocalipse’

Novas informações sobre ‘Vingadores: Apocalipse’ vêm à tona, e elas podem surpreender os fãs do Universo Cinematográfico Marvel (MCU).

Durante uma recente sessão de perguntas e respostas, o conhecido insider Alex Perez, uma fonte respeitada por suas previsões sobre o futuro da Marvel Studios, revelou detalhes sobre a extensão dos papéis de alguns dos principais heróis no próximo filme dos Vingadores.

De acordo com Perez, o Capitão América Sam Wilson (interpretado por Anthony Mackie), que assumiu o manto do herói no final de “Falcão e o Soldado Invernal”, está posicionado para ser o líder da equipe em ‘Vingadores: Apocalipse’. Essa notícia solidifica a transição de Sam de coadjuvante a um dos pilares centrais do MCU, seguindo os passos de Steve Rogers.

Em contrapartida, a Pantera Negra, que agora é Shuri (Letitia Wright), terá um papel mais secundário, atuando como uma coadjuvante na dinâmica da equipe. Isso sugere que, embora Wakanda continue sendo uma força importante, o foco da liderança recairá sobre outros personagens neste filme em particular.

Uma das revelações mais intrigantes de Perez diz respeito ao Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch). O Mago Supremo, que em determinado momento parecia ser um candidato natural à liderança dos Vingadores após os eventos de “Vingadores: Ultimato”, agora tem seu destino incerto. Perez não elaborou o motivo dessa incerteza, deixando os fãs especulando sobre possíveis reviravoltas ou desdobramentos na trama que poderiam afetar a participação ou o status de Stephen Strange no grupo. Isso pode indicar desde uma ausência significativa, a um papel reduzido ou até mesmo um desenvolvimento narrativo que o impeça de assumir a função de líder esperada.

Por fim, o insider destacou que Shang-Chi (Simu Liu) terá um papel de destaque em ‘Vingadores: Apocalipse’. O Mestre do Kung Fu, que teve sua introdução bem-sucedida no MCU com “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”, parece estar preparado para uma participação mais proeminente, o que certamente agradará aos fãs do personagem e à sua crescente relevância no universo Marvel.

Essas informações, embora ainda não confirmadas oficialmente pela Marvel Studios, fornecem um vislumbre fascinante do que pode ser o ponto de partida para a próxima grande aventura dos Vingadores.

Outros rumores revelam que o longa também pode explorar um conflito político e militar entre Wakanda e Talokan, nação apresentada em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre’.

Segundo o portal The Cosmic Circus, Okoye (Danai Gurira) pode ter um papel importante nesse embate:

“Okoye está atualmente em missões pelo mundo, provavelmente ao lado de Aneka, protegendo os interesses de Wakanda como uma das Anjos da Meia-Noite, essencialmente realizando operações secretas como parte dos ‘Olhos de Wakanda’”, diz o rumor.

“Sobre sua aparição nos próximos filmes dos Vingadores, acredito que Danai Gurira retornará em Vingadores: Apocalipse, já que parte da trama envolverá relações tensas entre Wakanda e Talokan”, destacou.

Até o momento, a Marvel Studios não confirmou oficialmente a presença de Danai Gurira no elenco.

Lembrando que essas informações são apenas rumores, e nada foi confirmado pela Disney.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Joe e Anthony Russo serão responsáveis pela direção.

Vingadores: Apocalipse‘ e ‘Vingadores: Guerras Secretas‘ chegarão aos cinemas no dia 18 de dezembro de 2026 e 17 de dezembro de 2027, respectivamente.

Teoria de fã explica como Chris Evans poderia RETORNAR ao MCU como o Capitão América

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O retorno de Chris Evans ao Universo Cinemático Marvel como Capitão América ainda não foi confirmado, mas uma nova teoria explica como ele poderia retornar como uma versão vilanesca de Steve Rogers.

Evans, que viveu o super-herói na formação original dos Vingadores entre 2011 e 2019, fez uma breve aparição como Johnny Storm em ‘Deadpool e Wolverine’, em 2024, e levou os fãs a especularem sobre seu regresso como Capitão América em um futuro próximo.

Agora, uma nova teoria que vem ganhando palco nas redes sociais aponta que Rogers pode retornar ao vir de um universo alternativo, em que teria sido capturado pela HYDRA durante a II Guerra Mundial no lugar de Bucky Barnes – o que abriria espaço para uma variante antagonista do herói, transformando-o no Soldado Invernal.

A teoria, proposta por @doll.with.a.dagger no Instagram, sugere que pode haver um universo alternativo em que Steve Rogers caiu do trem em vez de Bucky Barnes durante os eventos de ‘Capitão América: O Primeiro Vingador’. Isso pode ter levado os amigos de infância Rogers e Barnes a trocarem de papéis, com Bucky se tornando o novo Capitão América e Steve se tornando o Soldado Invernal de elite da HYDRA. Há falhas nessa teoria, mas isso poderia explicar perfeitamente como Evans pode retornar em Vingadores: Apocalipse’ ou Vingadores: Guerras Secretas’ como uma variante maligna de Steve Rogers.

E você? O que acha da ideia?

Lembrando que ‘Vingadores: Apocalipse’ chegará aos cinemas em 18 de dezembro de 2026 – sete meses depois da data original.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco conta com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Joe e Anthony Russo ficam responsáveis pela direção.

‘Amores Materialistas’: Comédia romântica da A24 arrecada US$ 15.5 milhões em estreia GLOBAL

A comédia romântica ‘Amores Materialistas‘, estrelada por Dakota Johnson, Chris Evans e Pedro Pascal, arrecadou US$ 15.5 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa abriu no TOP 3 com US$ 12 milhões, atrás apenas dos live-actions ‘Como Treinar Seu Dragão‘ (US$83.7M) e ‘Lilo & Stitch‘ (US$15.5M).

O valor, no entanto, representa a terceira maior estreia doméstica da história da A24, atrás de ‘Guerra Civil‘ (US$25.5M) e ‘Hereditário‘ (US$13.5M).

Internacionalmente, a produção acrescenta US$ 3.5 milhões.

Aclamados pelos críticos, o longa alcançou 86% de aprovação no Rotten Tomatoes. Entre o público, a produção recebeu uma nota B- no CinemaScore.

Para termos de comparação, a avaliação fica abaixo de sucessos recentes do gênero, como ‘Ingresso para o Paraíso‘ (A-) e ‘Todos Menos Você‘ (B+). O site afirma que a nota foi impactado por conta do debate entre os espectadores sobre o desfecho romântico do filme — em especial, sobre com quem a personagem de Dakota Johnson termina ao final da história.

Vale lembrar que ‘Amores Materialistas‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 31 de julho, pela Sony Pictures.

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O longa é uma comédia romântica ambientada na cidade de Nova York que gira em torno de uma casamenteira de sucesso que se vê envolvida em um triângulo amoroso complicado, o que coloca em risco seus clientes e sua própria carreira.

O elenco ainda conta com Zoë Winters (‘Succession’), Dasha Nekrasova (‘Mau Comportamento’), Louisa Jacobson (‘A Idade Dourada’) e Marin Ireland (‘Eileen’) estão no elenco.

Os produtores do projeto incluem Christine Vachon (‘Segredos de Um Escândalo’), Pamela Koffler (‘Retratos de uma Obsessão’) e David Hinojosa (‘Vidas Passadas’). A produção está prevista para iniciar em maio.

Celine Song realizou sua estreia no cinema com ‘Vidas Passadas’, recebendo ampla aclamação da crítica. O filme conquistou cinco indicações ao Globo de Ouro e BAFTA Film Awards.

‘Missão: Impossível – O Acerto Final’ ultrapassa MEIO BILHÃO mundialmente

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De acordo com o Deadline, a sequência ‘Missão: Impossível – O Acerto Final‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 500 milhões nas bilheterias mundiais.

Atualmente, o longa se encontra no TOP 4 das maiores arrecadações do ano, atrás apenas de ‘Ne Zha 2‘ (US$1.9B), ‘Um Filme Minecraft‘ (US$951.5M) e ‘Lilo & Stitch‘ (US$858.3M).

Nos EUA, a produção soma US$ 166.3 milhões. No mercado internacional, foram US$ 340.5 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 506.8 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com a China (US$55.8M), Reino Unido (US$31.2M), Japão (US$27.3M), Coreia (US$21.6M) e França (US$20.8M).

Além disso, o longa já soma US$ 73.3 milhões globalmente em IMAX – o que representa a maior arrecadação da saga neste formato.

Vale lembrar que ‘O Acerto Final‘ arrecadou sólidos US$ 204 milhões em sua estreia global, tornando-se a maior abertura da história da franquia.

Com 80% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o capítulo final da saga ‘Missão: Impossível‘ contou com um orçamento exorbitante que girou em torno de US$ 300-400 milhões.

O longa segue em exibição nos cinemas nacionais.

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‘Lilo & Stitch’ ultrapassa US$ 850 milhões nas bilheterias mundiais

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Sucesso! O live-action de ‘Lilo & Stitch‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 850 milhões nas bilheterias mundiais.

De acordo com o Deadline, esta deve ser a primeira produção hollywoodiana a superar US$ 1 bilhão em arrecadação global em 2025.

Atualmente, o longa segue no TOP 3 das maiores arrecadações do ano, atrás apenas da animação chinesa ‘Ne Zha 2‘ (US$1.9B) e ‘Um Filme Minecraft‘ (US$951.5M).

Nos EUA, a produção arrecadou US$ 366.3 milhões. No mercado internacional, foram US$ 492 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 858.3 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com México (US$61.8M), Reino Unido (US$45.1M), França (US$35.2M), Brasil (US$31.8M) e Alemanha (US$27M).

Vale lembrar que o live-action abriu com US$ 183 milhões em seu primeiro final de semana estendido nos EUA. O valor representa a maior estreia da história do Memorial Day no território norte-americano, superando ‘Top Gun: Maverick‘ (US$126M em 3 dias; US$160M em 4 dias).

Além disso, a nova aposta da Disney também registrou o segundo maior lançamento estendido de 4 dias da história do país, atrás apenas de ‘Pantera Negra‘ (US$242M), que estreou no final estendido do Dia do Presidente.

Com 72% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o filme segue em exibição nos cinemas nacionais.

Primeira foto OFICIAL de Nicholas Galitzine como He-Man em ‘MESTRES DO UNIVERSO’

O astro Nicholas Galitzine exibe seu físico impressionante como o Príncipe Adam na primeira imagem oficial do live-action de He-Man:Mestres do Universo.

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O longa está programado para estrear em 5 de junho de 2026.

Nicholas Galitzine vive o Príncipe Adam, o alter ego do herói He-Man. Camila Mendes é Teela.

O elenco ainda conta com Alison Brie como Evil-Lyn, Jared Leto como Esqueleto, Idris Elba como o Mentor, Sam C. Wilson como Mandíbula, Hafthor Bjornsson como Homem-Cabra e Kojo Attah como Tri-Klops.

Morena Baccarin interpretará a Feiticeira, e Haukur Jóhannesson será Fisto, ex-vilão que se torna um grande aliado do Príncipe Adam.

A trama acompanha o Príncipe Adam, de 10 anos, que cai no planeta Terra e se separa de sua espada mágica – sua única ligação com Eternia. Quase duas décadas depois, Adam está determinado a retornar ao seu planeta natal e enfrentar as forças malignas do Esqueleto. Para derrotar o poderoso vilão, o Príncipe Adam precisará desvendar os mistérios de seu passado e se tornar He-Man: o homem mais poderoso do universo.

O filme é dirigido por Travis Knight (‘Kubo e as Cordas Mágicas’) e terá um roteiro de Chris Butler, com base em um rascunho inicial escrito por David Callaham (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’) e Aaron Nee (‘A Cidade Perdida’).

‘Como Treinar Seu Dragão’: Live-action arrecada US$ 83.7 milhões e se torna a MAIOR estreia da franquia nos EUA

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Sucesso! De acordo com o Deadline, o live-action de ‘Como Treinar o Seu Dragão‘ arrecadou sólidos US$ 83.7 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA – o que representa a maior estreia da franquia.

Para termos de comparação, o recorde anteriormente pertencia ao terceiro filme animado, que havia arrecadado US$ 55 milhões neste mesmo período no país, em 2019.

Além disso, o lançamento do live-action também conseguiu superar as projeções, que indicavam uma abertura em torno de US$ 60-75 milhões.

Internacionalmente, o longa acrescenta US$ 114.1 milhões através de 81 mercados, totalizando uma estreia global de US$ 197.8 milhões – o que representa o quarto maior lançamento do ano, atrás apenas de ‘Um Filme Minecraft‘, ‘Lilo & Stitch‘ e ‘Ne Zha 2‘.

O TOP 5 dos maiores mercados conta com o México (US$14M), Reino Unido (US$11.4M), China (US$11.2M), Brasil (US$7.8M) e Coreia (US$7.4M).

Com 77% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a nova versão também parece ter agradado os espectadores após receber uma nota A no CinemaScore.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Mason ThamesNico Parker estrelam como Soluço e Astrid, respectivamente.

Gerard Butler, que dublou o líder dos vikings e pai do Soluço na animação, reprisa seu papel na adaptação.

Nick Frost, Julian Dennison, Gabriel Howell, Bronwyn JamesHarry TrevaldwynRuth Codd também estrelam.

Na ilha de Berk, os vikings dedicam a vida a combater e matar dragões. Soluço, filho do chefe Stoico, não é diferente. Ele sonha em matar um dragão e provar seu valor, apesar da descrença geral. Um dia, por acaso, ele acerta um dragão que jamais foi visto, chamado Fúria da Noite. E além de não matá-lo, acaba acaba por soltá-lo. Só que o animal perdeu parte da cauda e, com isso, não consegue mais voar. Soluço decide ajudá-lo e, aos poucos, se aproxima do dragão. Só que, paralelamente, Stoico autoriza que o filho participe do treino para dragões, cuja prova final é justamente matar um dos animais.

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Dica do fim de semana | Novidades para ver nos principais streamings

Esse fim de semana marca o início da Copa do Mundo de Clubes da FIFA, popularmente chamado de Super Mundial. Por conta disso, a programação das principais emissoras está voltada para esse evento que promete revolucionar o mundo do futebol. Caso você não seja muito fã do esporte e queira escapar dos jogos, que serão transmitidos até por algumas plataformas de streaming, o CinePOP selecionou cinco produções que chegaram recentemente aos principais streamings que você pode assistir.

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Por outro lado, se você não consegue aguentar a hora de ver os jogos tomando os canais, também há uma produção indicada para te ajudar a conter a ansiedade, assistindo os capítulos enquanto não dá a hora do jogo. Confira!

Presença

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Sucesso nos festivais internacionais de cinema em 2024, Presença é um suspense sobrenatural que foi escrito por David Koepp (Jurassic Park) e dirigido por Steven Soderbergh (Contágio). O longa acompanha uma família que sofreu uma perda muito sentida e decidiu se mudar para uma casa nova. O que eles não esperavam é que uma força maligna já habitava o local. O grande diferencial desse filme, que foi o chamariz para a crítica especializada, é que a história é contada pela perspectiva do espírito, dando ao espectador um papel de voyeur nessa trama.

Onde assistir: Amazon Prime Video.

Branca de Neve

Fracasso colossal nos cinemas, o live-action de Branca de Neve está fazendo muito sucesso no streaming. Fadado ao prejuízo desde o início, quando comunidades tóxicas virtuais promoveram boicotes ao longa por motivações racistas e ideológicas contra a atriz Rachel Zegler, que se pronunciou contra os ataques de Israel em Gaza, o longa adapta a clássica história da Disney sobre uma jovem pura, cuja vida é posta em risco devido aos delírios de narcisismo de sua madrasta, a Rainha Má (Gal Gadot). Depois de ter sua cabeça posta à prêmio para um caçador, a menina foge para a floresta, onde é resgatada por sete anões simpáticos, que a abrigam, enquanto ela tenta encontrar um jeito de voltar para o reino ao qual pertence.

Onde assistir: Disney+.

Chespirito: Sem Querer Querendo

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Nesta produção original do Max, a série acompanha os diferentes capítulos da vida e carreira de Roberto Bolaños, o Chespirito. Gênio da televisão mexicana, ele é a mente por trás de séries como Chaves e o Chapolin Colorado, responsável por revolucionar o humor na América Latina. Ao longo dos episódios, a produção, que foi criada e roteirizada pelo filho de Bolaños, resgata a infância de Roberto, mostra como ele virou artista e embarca pelas polêmicas de uma vida pessoal cheia de traições, brigas, controvérsias, mas também muito amor. Os episódios são lançados toda quinta-feira. Até o momento, dois capítulos já estão disponíveis.

Onde assistir: Max.

Copa Rio, Vira-Latas e o Supermundial

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Para os fãs de futebol, em especial os palmeirenses, a ESPN lançou uma minissérie documental dividida em três episódios que aborda as polêmicas envolvendo a conquista da Copa Rio de 1951, que o Palmeiras alega ser o primeiro título mundial de clubes da história. Com participação de times como o Vasco da Gama e a Juventus, o torneio reuniu as melhores equipes da época no Rio de Janeiro para fazer uma espécie de Copa do Mundo de clubes. A produção conta como foi a Copa Rio e traz debates e depoimentos sobre a briga pelo reconhecimento do título como Mundial e os aspectos sociológicos que afetam na zombaria dos rivais, que dizem que o alviverde paulista comemora um “título de fax”.

Onde assistir: Disney+.

Desastre Total: Festival Astroworld

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Nos últimos anos, a Netflix descobriu uma verdadeira mina de ouro nos documentários que exploram e dissecam tragédias da vida real. Neste documentário, a produção explora o Astroworld, um festival de música idealizado pelo rapper Travis Scott, que terminou em desastre total. Ocorrido em 2021, ele teve uma série de falhas de segurança e terminou com o desabamento de um palco devido à pressão da multidão que se aglomerou para ver o rapper. Foram mais de 300 feridos e cerca de cinco mortos na confusão. Trazendo depoimentos de sobreviventes e familiares das vítimas, o documentário também aposta em imagens gravadas no próprio festival para contar a história desta tragédia bizarra.

Onde assistir: Netflix.

Madame X | Os 6 anos do álbum mais EXPERIMENTAL de Madonna

Madonna vive por suas próprias regras. Desde que conquistou fama e excelência em meados dos anos 1980 e retornou às glórias nos primeiros anos do novo milênio, a artista mostrou para o mundo que não precisa mais se provar para ninguém. A icônica rainha do pop continua a influenciar diversos cantores e, mesmo com os problemáticos ‘Hard Candy’ e ‘MDNA’, nunca deixou de experimentar coisas novas e se afastar dos convencionalismos da indústria musical. E partindo desse princípio, ela retornou, há cinco anos, com o bizarro e envolvente Madame X, atirando para todos os lados e, eventualmente, alcançando uma beleza musical que oscila do visceral ao cínico – ainda que enfrentando alguns obstáculos no meio do caminho.

Durante a promoção do novo álbum, a cantora havia nos presenteado com uma pequena prévia do que podíamos esperar em seu décimo quarto álbum. “Madame X é uma agente secreta. […] Ela é uma dançarina. Uma professora. Uma chefe de estado. Uma dona de casa”, comentou em entrevista ao site Rolling Stone no ano passado. Bom, sua sempre impecável narrativa resultou em uma múltipla aderência a diversos estilos, passeando entre o reggae, o synth-pop, o trap, ao longo de quinze faixas que de alguma forma se aglutinam organicamente em um único contexto.

A faixa de abertura já nos mostra que Madonna sempre pensa em sua renovação – e que fique bem claro que sua nova obra é apenas inovadora dentro de sua carreira, visto que os vários gêneros supracitados já foram explorados por outros artistas. “Medellín” une duas gerações diferentes em um delicioso reggaeton que seria muito melhor construído apenas com uma voz. Porém, visto que ela divide os holofotes com Maluma, é mais que natural que ambos desfrutem de um protagonismo igualitário, mas não é isso o que acontece: o cantor toma conta da composição e a lead singer, por sua vez, perde força por um abuso desnecessário do autotune que mancha a composição geral. De qualquer forma, o resultado final é aprazível, mergulhando em elementos que retornam com força para “La Isla Bonita” (vide ‘True Blue’).

 

“Dark Ballet” já enfrenta outros problemas. A concepção visual é impecável (o clipe facilmente entra para um dos melhores de toda a videografia da artista) e emprega referências seculares dentro de um microcosmo atual, navegando com destreza por críticas sociais. Musicalmente, ela não funciona: Madonna tenta com força seguir os passos de uma rapsódia, misturando o orquestral toque do piano e do violino a uma investida techno dissonante que logo se rende ao inexplicável ‘Quebra-Nozes’ de Piotr Tchaikovsky. Apesar da poderosa letra, a track nunca alcança o poder que almeja – ao menos não por conta própria. Quando aliada à investida imagética, sua completude é inenarrável e catártica, mas a proposta do álbum, de fato, não é esta.

A artista volta a nos surpreender nos momentos mais inimagináveis e, sem sombra de dúvida, longe de sua zona de conforto: “Crave”, seu mergulho no trap ao lado de Swae Lee é uma peça animalesca, primitiva, que, como a própria lead repete várias vezes, fala “sem medo” sobre os nossos anseios – isso sem perder sua originalidade e uma sutil sedução. Até mesmo em “I Rise”, faixa que se inicia com poderoso discurso da ativista Emma González, Madonna volta para uma desconstruída balada com uma força inspiradora cujo único mínimo obstáculo é a linearidade instrumental, a qual deixa de lado os ápices em prol de uma entrega mais retórica.

A necessidade de se manter num escopo chocante, beirando a excentricidade, encontra terreno fértil em, talvez, outra canção: “God Control” insurge como uma track que nos guia sensorialmente através de uma jornada psicodélica que se inicia com o retumbante piano e abraça um anacronismo funcional que nos lança direto para o dance e o disco-pop próprios da principal referência artística da cantora. Aqui, diferente das entregas anteriores, esse crescendo funciona mais do que imaginaríamos, alcançando um aplaudível nível de nostalgia.

 

Madonna não mede esforços para se conectar com a cultura latina, cultivando um apreço pela sonoridade indígena com “Batuka”, que segue uma delineação dialógica com a atmosfera mística dos tambores e do coro repetitivo, ambos aliados com a presença um tanto quanto fragmentária dos sintetizadores – cujo uso poderia ser um pouco mais comedido. Ela retorna com seus ritmos propositalmente dançantes em “Bitch I’m Loca”, retomando a parceria com Maluma com pesados e sensuais elementos que automaticamente tiram-nos os pés do chão e nos convidam para dançar. Até mesmo a colaboração com Anitta nos chama a atenção – muito mais pela incomparável rendição ao funk e ao samba e ao fato da lead arriscar versos em português que funcionam em quase sua completude.

Ela também não perde a oportunidade de voltar para suas origens mais de uma vez. Além de “God Control”, a artista encontra espaço o suficiente para arquitetar uma versão modernizada de uma Madonna no ápice de sua carreira nos primeiros anos da década de 1990 com “I Don’t Search I Find”, buscando elementos do dance e mantendo uma estrita relação com ‘Erotica’. A track já abre com a frase de impacto “finalmente, chega de amor” – ótima e memorável o suficiente para terminar esta mais nova jornada.

O álbum é praticamente um resumo frenético da eterna e irrefreável carreira de um dos pilares da música contemporânea, numa abrangência assustadora conforme que se mantém coeso e bem estruturado em sua maior parte. E, já que estamos falando da versão deluxe de Madame X, é imprescindível que os fãs se deliciem com a tétrica e confessional “Extreme Occident” – uma agridoce viagem mística e catártica.

‘Mentirosos’: SUSPENSE baseado no aclamado romance de E. Lockhart chega esta semana ao streaming!

Emily Alyn Lind

Mentirosos‘, série de suspense baseada no romance homônimo de E. Lockhart, chega esta semana ao catálogo do Prime Video.

A produção tem estreia agendada para o próximo dia 18 de junho na plataforma de streaming.

Na trama…

Os Sinclair, uma família rica e renomada, que se recusa a admitir que está em decadência e se agarra a todo custo às tradições. Assim, todo ano o patriarca, suas três filhas e seus respectivos filhos passam as férias de verão em sua ilha particular. Cadence – neta primogênita e principal herdeira -, seus primos Johnny e Mirren e o amigo Gat são inseparáveis desde pequenos, e juntos formam um grupo chamado Mentirosos. Durante o verão de seus quinze anos, as férias idílicas de Cadence são interrompidas quando a garota sofre um estranho acidente. Ela passa os próximos dois anos em um período conturbado, com amnésia, depressão, fortes dores de cabeça e muitos analgésicos. Toda a família a trata com extremo cuidado e se recusa a dar mais detalhes sobre o ocorrido… Até que Cadence finalmente volta à ilha para juntar as lembranças do que realmente aconteceu.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O elenco conta com Candice Accola, Caitlin FitzGerald, David Morse, Emily Alyn Lind, Shubham Maheshwari, Esther MacGregor, Rahul Kohli e Joseph Zada.

Julie PlecCarina Adly MacKenzie entram como roteiristas e produtoras executivas. Emily Cummins e Lockhart ficam a encargo da produção executiva.

Nzingha Stewart comanda o episódio piloto.

‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ deve ter abertura ainda MAIOR que o previsto nas bilheterias

Boas notícias para os fãs do Universo Cinemático Marvel!

Segundo novas reportagens do site Box Office Theory, o aguardado Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ deve ter uma abertura de bilheteria ainda maior que o previsto – o que algo muito bem-vindo para a Marvel Studios, considerando a fraca arrecadação de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’‘Thunderbolts*’ ao redor do mundo.

As informações indicam que, após o início da pré-venda, as projeções para o filme saltaram de US$125 – US$136 milhões para sólidos US$155 milhões. A encargo de comparação, ‘Superman’, que abre oficialmente o DCU nos cinemas, deve estrear com uma arrecadação de US$140 – US$185 milhões.

Embora dados de rastreamento totalmente confiáveis ​​não estejam disponíveis até duas ou três semanas antes do lançamento, as estimativas iniciais do site levam em consideração a pré-venda de ingressos e a repercussão nas mídias sociais para prever o fim de semana de estreia de um filme.

O filme tem estreia marcada para o dia 25 de julho de 2025, marcando o início da Fase 6 do MCU.

Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

O longa é dirigido por Matt Shakman.

Crítica | Tempestade: Planeta em Fúria é o Filme Catástrofe que Já Vimos Antes

O Dia Depois do Impacto Profundo

A maioria dos jovens cinéfilos têm O Dia Depois de Amanhã (2004) como referência de cinema catástrofe. Eu, como representante de uma geração anterior, fui ao cinema na adolescência assistir ao duelo de vulcões em 1997 (O Inferno de Dante e Volcano – A Fúria), e o de meteoros em 1998 (Impacto Profundo e Armageddon). A verdade é que cinema catástrofe teve seu alicerce construído na década de 1970, com produções como Aeroporto (1970), Inferno na Torre (1974) e Terremoto (1974) – cuja proposta era sempre rechear o elenco com grandes nomes do passado e presente, dar-lhes um desafio catastrófico a ser superado e matar metade dos personagens antes da conclusão.

Pulamos para 2017, e os moldes do cinema catástrofe seguem os mesmos, tendo como única diferença a ameaça (mais atual) a ser combatida. Embora qualquer trama para este tipo de filme seja válida e continue sendo usada (a Falha de San Andreas que o diga), existe uma real preocupação com o aquecimento global e as constantes e erráticas mudanças climáticas de nosso planeta. E não são apenas os documentários de Al Gore que apontam isso, o cinema pipoca segue usando o tema como pano de fundo para seu roteiro de entretenimento.

No roteiro e direção, um verdadeiro especialista no subgênero. Dean Devlin foi parceiro profissional e pessoal do diretor Roland Emmerich, e produtor da maioria de seus filmes, vide Independence Day (1996) e Godzilla (1998). Agora, Devlin mostra que também entende do riscado, estreando na direção de um blockbusters e realizando sua própria versão de O Dia Depois de Amanhã, o qual não produziu para o colega.

A esta altura vale dizer também que filmes como este soam quase como paródia de si mesmos e do gênero. Nunca esqueço a sátira do humorista Mike Myers que foi ao ar no MTV Movie Awards de 1997 (ou 1998), e apresentava o filme catástrofe fictício ‘Geada’. Pronto, este tipo de filme nunca mais seria levado a sério, ao menos não da forma pré-estabelecida na qual ainda são feitos.

Na trama, Gerard Butler interpreta um cientista que desenvolveu a tecnologia para pôr fim no aquecimento global. Ela funciona na forma de satélites enviados para a atmosfera da Terra, capazes de controlar o clima e detectar qualquer anomalia. Além de enfrentar a fúria do governo americano, que deseja controlar sua invenção, o sujeito ainda precisa lidar com o possível caso de sabotagem, vindo de dentro de sua própria equipe e que pode chegar a uma conspiração bem maior que todos imaginam.

A suspeita aponta para falha humana proposital, que resulta em milhares de mortes em diversos continentes, quando o meio ambiente enlouquece e começa a funcionar contra nós. Assim, temos as cenas que levam o público aos cinemas, CGI descarado produzido em telas verdes que a garotada adora. Ondas gigantes destruindo cidades (nada que não tenhamos visto em Impacto Profundo e O Dia Depois de Amanhã), como o Rio de Janeiro (aonde uma jovem de biquíni se comporta como uma verdadeira super-heroína numa das melhores e mais divertidas cenas do longa). Desertos no Oriente Médio congelam. Cidades geralmente frias no Japão experimentam um verdadeiro inferno. E por aí vai.

Também nem é preciso dizer que Tempestade: Planeta em Fúria funciona melhor (ou talvez só funcione assim) se na entrada da sala, ao pegarem os óculos 3D (assistimos a exibição para a imprensa normal), deixarem também os cérebros e ligarem o modo “diversão acima de tudo” de suas mentes e coração. Neste quesito o filme guarda algumas cenas de adrenalina e perseguição, em especial uma que envolve Butler e um satélite com defeito dentro da estação espacial, outra com Butler no espaço a la Gravidade (2013), uma cena de perseguição de carro com Abbie Cornish e Jim Sturgees, e outra com Daniel Wu.

O elenco traz ainda as presenças de Andy Garcia como o presidente norte-americano, Ed Harris como o vice, mas os destaques ficam com Alexandra Maria Lara na pele da astronauta líder da equipe e a ultra carismática Zazie Beetz (a Domino de Deadpool 2) – quem dera o filme fosse focado nela.

Cada geração tem sua leva de cinema catástrofe. Pessoalmente, Terremoto: A Falha de San Andreas (2015) consegue entreter mais e é maior no quesito adrenalina. Apesar de muitas similaridades estruturais, algo me diz que esta geração sai perdendo.

REMAKE de ‘Corra que a Polícia Vem Aí!’ ganha cartaz inédito; Trailer completo será lançado AMANHÃ!

Paramount Pictures divulgou um novo cartaz oficial do remake do clássico ‘Corra que a Polícia Vem Aí!’.

Além disso, a distribuidora confirmou que o novo trailer completo do longa-metragem será lançado amanhã, 16 de junho.

Confira:

Liam Neeson estrelará como o icônico do Tenente Frank Drebin, interpretado pelo falecido Leslie Nielsen na franquia original.

O elenco da nova versão ainda contará com Pamela Anderson,Paul Walter Hauser e Kevin Durand.

A direção do longa fica a cargo de Akiva Schaffer, com roteiro de Dan Gregor, Doug Mand e Schaffer, a mesma equipe por trás do sucesso Tico e Teco: Defensores da Lei.

Pamela Anderson, que interpretará o interesse amoroso do protagonista, é conhecida por seus papéis icônicos em séries comoS.O.S. Malibu e ‘Baywatch: S.O.S. Malibu, além de filmes como ‘Barb Wire – a Justiceira’ e ‘Super-Herói: O Filme’. Já Liam Neeson coleciona sucessos em filmes de ação como Busca Implacável, A Chamada, A Lista de Schindler e Batman Begins.

Os fãs podem revisitar o clássico original ‘Corra que a Polícia Vem Aí!’ no Prime Video.

Scarlett Johansson, Jonathan Bailey e Mahershala Ali nos novos cartazes de ‘Jurassic World: Recomeço’; Confira!

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A sequência ‘Jurassic World: Recomeço‘, novo capítulo da aclamada franquia estrelado por Scarlett Johansson (‘História de um Casamento’), Jonathan Bailey (‘Bridgerton’) e Mahersala Ali (‘Moonlight’) ganhou três novos cartazes oficiais e individuais, dando destaque aos protagonistas da nova aventura.

Divulgado com exclusividade pela IGN, o vídeo em questão mostra nossos protagonistas enfrentando o ataque do perigoso Mosassauro, que já apareceu no filme de 2015.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

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jurassic world 4
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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de julho.

Na trama, cinco anos após os eventos de ‘Jurassic World – Domínio‘, a ecologia do planeta se mostrou amplamente inóspita para os dinossauros. Os dinossauros que restam existem em ambientes equatoriais isolados com climas que lembram aqueles em que eles prosperaram. As três criaturas mais colossais dentro daquela biosfera tropical detêm a chave para uma droga que trará benefícios milagrosos para salvar vidas da humanidade.

Gareth Edwards, do aclamado sci-fi ‘Resistência‘, é o responsável pela direção.

David Koepp, roteirista do longa original de 1993, assina o novo filme.

O elenco conta com Scarlett Johansson, Mahershala Ali, Jonathan Bailey, Rupert Friend, Manuel Garcia-Rulfo, Luna Blaise e David Iacono.

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Danny Boyle revela que NÃO dirigiria outro filme da franquia ‘007’: “Esse navio já zarpou”

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O acordo da Amazon MGM Studios para assumir o controle criativo da franquia James Bond dos produtores de longa data Barbara Broccoli e Michael G. Wilson pode ter abalado Hollywood, mas a notícia não mudou as opiniões do diretor Danny Boyle sobre um possível retorno à franquia.

“Esse navio já zarpou”, ele disse ao Business Insider, após ser questionado se as notícias recentes o fariam reconsiderar dirigir um futuro filme estrelado pelo agente secreto.

Boyle ficou famoso por ter desistido do 25º filme de James Bond, em 2018, devido a divergências criativas com Broccoli e Wilson. O projeto, eventualmente, se tornaria o último filme com Daniel Craig como o personagem titular, 007 – Sem Tempo para Morrer’.

“O que lamento [sobre o ocorrido] é que o roteiro era muito bom”, acrescentou Boyle. John Hodge é um roteirista maravilhoso.”

Boyle assinou contrato para o 25º filme de Bond em 2018 e se uniu a Hodge, seu colaborador de longa data, para o projeto. Hodge esteve ao lado do diretor em sua estreia no circuito cinematográfico, ‘Cova Rasa’, além de ter assinado a história de ambos os filmes da franquia ‘Trainspotting’.

Em 2022, Boyle revelou que a história original giraria em torno de um vilão russo e que o roteiro de Hodge “aceitou” a possibilidade de Bond morrer, já que Craig havia negociado isso no final de seu contrato. Mas, de acordo com o realizador, Broccoli e Wilson não ficaram entusiasmados com isso.

“Acho que eles não gostaram da qualidade do roteiro e, por isso, seguimos em frente, e é assim que deve ser”, ele explicou.

Boyle conclui: “o que quer que aconteça com Bond daqui para frente é o que tem que ser”.