Segundo o Twitter @XMenFilms, a 20th Century Fox registrou os domínios ‘Wolverine: Arma X‘ e ‘Arma X‘, aumentando as especulações sobre o título do filme.
O título sugere que o filme mostrará a famosa organização de pesquisa genética secreta do governo do Universo Marvel, que removeu as memórias de Logan e colocou adamantium em seu esqueleto, transformando-o em uma máquina feroz de matança.
O título também foi usado para uma história de Barry Windsor-Smith publicada na Marvel Comics Presents que apresentou estas experiências pela primeira vez.
Se o amor é fantasia, eu me encontro ultimamente em pleno carnaval. Escrito e dirigido pelo cineasta parisiense Christian Vincent (Os Sabores do Palácio), A Corte fala sobre a rigidez e postura de uma alma tímida e sem coragem para amar. Protagonizado pelo excelente Fabrice Luchini e com uma atuação delicada mas profunda da atriz dinamarquesa Sidse Babett Knudsen (Depois do Casamento) o filme deve conquistar o público cinéfilo facilmente. Um dos fatores mais intrigantes deste trabalho é o fato de ser difícil definir um gênero para o filme. Alguns vão falar que é um drama leve, outros vão dizer que é uma quase comédia romântica. O roteiro flutua em diversos gêneros e isso, sem dúvidas, é um dos méritos deste belo trabalho que compõe a seleção deste ano do Festival Varilux de Cinema Francês.
Integrante dos seletos filmes do último Festival de Veneza, A Corte conta a história de um recluso e competente juiz, Michel Racine (Fabrice Luchini), que as vésperas de mais um júri popular, que deverá julgar um pai acusado de homicídio da filha, reencontra a enfermeira Ditte (Sidse Babett Knudsen), uma mulher com que o senhor juiz tem um passado de amor secreto e unilateral. Assim, ao longo dos intensos dias no tribunal Michel Recine precisará equilibrar toda sua emoção e continuar fazendo justiça.
O que mais chama a atenção em toda a projeção é o desenvolvimento do protagonista feito maravilhosamente bem pelo experiente Fabrice Luchini. O Juiz Recine é odiado por muitos personagens mas com certeza se torna amado por grande parte do público. O fato do amor renascer em sua pacata vida leva o personagem a um curto e instantâneo período de transformação que acaba até melhorando sua vida profissional. Essa questão do amor não correspondido é muita bem inserida dentro da trama e conta com atuações acima da média para que a magia aconteça na tela.
A Corte não é uma história de amor, em muitos momentos é uma história narrada dentro de um tribunal mas onde essa questão jurídica é totalmente deixada em segundo plano. Os diálogos entre Recine e Ditte são esplendorosos, conseguimos sentir angústia, ansiedade e muito carinho que brota entre os dois. A Corte poderia ser um seriado, daqueles que causam uma boa impressão logo de cara, e esse longa-metragem seu piloto. Os recortes de gêneros são feitos com muita harmonia e simpatia. Uma história de amor? Um drama? Um filme de tribunal? Tudo isso e muito mais neste belo trabalho.
Um fato sobre a Netflix é que ela não cansa de nos presentear com incríveis e impecáveis produções próprias. Sejam séries ou filmes, está cada vez mais impensável viver em um mundo sem as coisas maravilhosas que eles fazem.
Há um tempo eles haviam anunciado ‘Marseille‘, que foi divulgada em muitos lugares como uma “House of Cards Francesa”. Por mais que a comparação seja compreensível e as séries tenham suas semelhanças, ‘Marseille‘ não tem o gabarito da direção e do elenco conhecido e aclamado à qual é comparada e talvez surpreenda muitas pessoas por isso.
Eu já carregava altas expectativas e tinha medo de me decepcionar. Por sorte, a série Francesa superou todas as ideias que eu poderia ter sobre ela e me deixou totalmente sem ar no final, tanto que tive que esperar a poeira baixar para escrever sobre ela para não me empolgar e ter outro infartinho no calor do momento.
A trama da série se passa num cenário político que, logicamente, respinga no âmbito pessoal dos personagens principais e suas respectivas famílias. Robert Taro (Gérard Depardieu) é presidente de Marshelha há 20 anos e sente que é hora de passar a bola pra frente, é assim que ele indica seu vice e braço direito, Lucas Barrès, para concorrer à prefeitura pela chapa de seu partido.
Enquanto ainda prefeito, Taro tenta trazer um cassino para a cidade com o intuito de movimentar Marselha e a transformar em um local mais visitado e aumentar a visibilidade da cidade na Europa toda. Se no começo vemos um mediano jogo político que inclui a votação desse projeto, logo a coisa pega fogo. Em um determinado momento Lucas dá as costas para o projeto de Robert e vota contra o prefeito.
Sem entender muito a atitude de seu próprio vice, as coisas começam a ficar tensas entre os dois e Taro começa a ficar realmente receoso por talvez ter feito a escolha errada para quem ele elegeu como seu maior aliado, amigo pessoal de sua família e a pessoa que escolheu apoiar nas eleições seguintes.
A vida pessoal do prefeito começa a dar uma virada à mesma medida que a política. Sua filha, Julia, trabalha em um jornal e parece ter um dedo um tanto quanto podre para suas escolhas amorosas. No começo a vemos com Eric, que nutre um amor surreal por ela, mas eles se desentendem e ela começa a sair com o parceiro de tretas, bandidagens e crimes do ex, mas nitidamente tem uma queda de milhões de metros por Lucas.
Seu maior embate pessoal em virar uma jornalista é o desejo de assinar suas matérias e seu conteúdo com seu nome verdadeiro, que inclui o sobrenome de seu pai. Com um temor de que as pessoas se aproximem dela por interesse ou a julguem, fora dali ela evita ao máximo que as pessoas com quem ela convive saibam quem ela é.
Julia tem uma colega de quarto, a enigmática Barbara. A gente nunca sabe de que lado ela está ou em que time ela joga. Às vezes, dá a impressão de que ela pauta as atitudes que toma apenas para contrariar ou desafiar a amiga. Barbara trabalha diretamente com Lucas, cuidando muito mais de satisfazê-lo do que de sua campanha, mas ela faz os dois e quer ser ainda mais reconhecida pela segunda participação que tem na vida do candidato.
Por fim temos Rachel Taro (Géraldine Pailhas), a primeira dama da cidade. Esposa apaixonada e compreensiva que ama música clássica e toca violoncelo lindamente, embora fique toda nervosa e trabalhada na preocupação quando tem uma apresentação a caminho.
Tudo na família parece funcional e cada um tem seu trabalho e suas paixões. A gente leva um tempinho para descobrir o motivo de Robert estar prestes a abandonar a sua, optando por largar uma carreira de 40 anos atuando em favor da cidade que tanto ama. Já desencanado da ideia de reeleger-se, Robert está conformado em passar seu cargo para Lucas, mas tudo muda diante da atitude que seu vice tomou em relação ao cassino.
Dali em diante, nós começamos a enxergar Barrès como um medíocre, um cara que vive de se aliar com as pessoas e grupos errados visando tomar a prefeitura da cidade para ele de uns jeitos meio estranhos. No começo, parece que tudo vai ocorrer pela sucessão natural, uma vez que ele tem como maior aliado a pessoa que a cidade escolheu por várias eleições, mas logo a gente nota que Lucas quer virar prefeito pelas suas próprias mãos, contrariando, desmerecendo, afundando e diminuindo Taro.
Começa então um jogo político sem nenhum limite ou escrúpulos da parte do candidato. Lucas é capaz de fazer qualquer tipo de negócio para ter o poder sobre Marselha e a disputa caminha de modo muito favorável para ele, uma vez que não há nenhum forte candidato que o ofereça algum tipo de confronto direto.
Realmente preocupado com a cidade e seus rumos, Robert toma a única decisão que lhe parece sensata: troca de partido, faz suas chantagens e muda de chapa para poder concorrer nas eleições contra seu próprio vice, contra a pessoa que ele me apoiou no começo e, nitidamente, tinha como um filho para si.
Em uma situação muito semelhante a que vemos em nosso país, que comecem os jogos do sujo contra o mal lavado. Robert é nitidamente honesto como político, mas também sabe mexer seus pauzinhos para alcançar seus objetivos. Lucas é hipócrita em todos os âmbitos, tem caráter duvidoso e nenhum carisma a apresentar, nem com a ala eleitoral mais jovem da qual ele tanto alega ser um representante.
O retorno de Taro ao cenário eleitoral não é uma surpresa apenas para o eleitorado de Marselha, mas começa a mexer fervorosamente com tudo que está a seu redor. Um pouco antes disso ele já havia começado a receber uns e-mails anônimos, mas dava pra levar, embora ele soubesse que alguém estava prestes a revelar algo sobre seu passado.
‘Marseille‘ é uma produção intrigante, assinada com a ousadia das produções Francesas e com a qualidade impecável da Netflix. Ela nos introduz um elenco desconhecido, ao menos pra mim que sempre fui desacostumada de ver produções da França com frequência, e tem um timing perfeito para incluir viradas na trama e criar situações que nos deixam boquiabertos.
Quando você acaba de respirar ou se recuperar de algo, vem o roteiro preciso e pontual e te joga uma informação nova. ‘Marseille‘ tem um ritmo frenético de informações e acontecimentos, tem um roteiro certeiro e uma produção perspicaz onde alguns detalhes começam a nos dar dicas do que vemos apenas quando a informação é atirada na nossa cara. Dali em diante você pensa “como eu não tinha reparado nisso antes?”.
A trama toda é bem enlaçada e tem um modo muito peculiar de envolver todas as pessoas que aparecem na série e dar a todos os personagens, mesmo que secundários, uma participação digna no enredo onde todos tem um momento grandioso, que dá visibilidade ao seu personagem. Por conseguir amarrar todas as pontas de modo tão incrível, não vemos um episódio fraco na série. Todos eles trazem seu revés e sua importância na construção do final perfeito do último episódio dessa primeira temporada.
O fato é que ‘Marseille‘ me fez viver um fim de semana na frente do notebook com o intuito único de devorar seus 8 episódios tão rapidamente quanto eu pudesse, o que acabei fazendo em um fim de semana no qual quase morri com tanta informação acontecendo na minha vida ao mesmo tempo. Eu, particularmente, estou até agora sem saber como lidar com aquele final.
A série não pode e não deve ficar ofuscada por tratar de um tema que outra produção da Netflix já está trabalhando. A sujeira política é perfeitamente ilustrada, mas os acontecimentos externos a isso são tão impactantes quanto esse cenário todo. É uma produção extremamente envolvente que dá pra matar em uma maratona. São apenas 8 episódios com o tempo médio de base das séries de drama que já vemos.
Com um final honroso a tudo que era totalmente inesperado por mim, a série me deixou sem reação em muitos momentos e foi uma das que mais me fez falar sozinha com a tela… Geralmente indignada, chocada ou revoltada na maioria dos momentos.
Tenho novamente que citar o roteiro da trama que é tão amarradinho que dá gosto de ver. Quando eu vi o final e a minha vida ruiu, me lembrei de uma frase que foi falada uma vez na série que relembrada em alguns flashbacks que parecia jogada no momento e, depois, deu uma conexão consistente e precisa com a cena final.
‘Marseille‘ veio de mansinho, tendo algumas coisas a provar para alguns. Pra mim ela já foi arrebatadora e tomou meu coração e meu fim de semana todo. Me deixou chocada, instigada, emocionada… Enfim, balançou os sentimentos todos. É uma produção que eu vou recomendar para a vida e para todas as pessoas que eu puder.
Geralmente eu tenho medo de devorar uma série e sofrer de crise de abstinência depois… ‘Marseille‘ foi minha exceção! Eu precisava de tudo no mesmo momento e só conseguia pensar que a notícia de uma segunda temporada iria me animar depois, mas com o desfecho e aquela cena final, começou a me dar um medinho de eles quererem prosseguir com a série e estragar algo que foi tão perfeito.
Vai rolar uma continuação, e é inaceitável a ideia da próxima temporada mudar o enredo ou presepar com uma coisa tão linda quanto foi feita.
A série leva a minha indicação e meu 10 total, com louvores e méritos, superando muitas séries do coração que eu tinha até a Netflix fazer o favor de criar essa pérola.
O diretor e produtor Greg Nicotero revelou detalhes sobre o que acontecerá após a chocante – e misteriosa – morte da season finale da 6ª temporada de ‘The Walking Dead‘.
“Nosso grupo será profundamente afetado pela morte de um de seus membros mais importantes, como aconteceu na HQ. Isso vai impulsionar eles e mudar a direção de todos. Na 7ª temporada, vamos mostrar que existe um mundo muito maior lá fora. E nada é o que eles pensam. Rick sempre foi muito confiante, mas não tinha ideia do que o esperava. E Negan está lá para mostrar isso a ele”, revelou ao IGN.
Ele ainda defendeu o polêmico cliffhanger do final da temporada.
“Esses novos mundos serão apresentados na sétima temporada, então não fazia sentido terminar aquela história ali. A partir daquilo, vamos retomar o próximo ano”, confirmou.
As filmagens da 7° Temporada de ‘The Walking Dead‘ começaram dia 2 de maio, e a estreia acontece dia 9 de Outubro de 2016.
A próxima temporada trará o retorno do showrunner Scott M. Gimple e dos produtores executivos Robert Kirkman, Gale Anne Hurd, David Alpert, Greg Nicotero e Tom Luse.
“Estamos tão orgulhosos em compartilhar essa série com os fãs que têm sido tão apaixonados, comunicativos e engajados. Somos gratos por continuar a nos impressionar com o talento, esforço e excelência em exposição contínua de Robert Kirkman, Scott Gimple, Chris Hardwick e as muitas pessoas com quem temos parcerias para fazer de The Walking Dead uma das séries mais inovadoras da TV. O resultado? Mais mortos-vivos!”, afirmou Charlie Collier, presidente da AMC, SundanceTV e AMC Studios.
Totalmente revitalizado, o filme conta com o astro Chris Hemsworth, dirigido pelo mestre da comédia, Paul Feig, e produzido porIvan Reitman, que dirigiu ‘Os Caça-Fantasmas‘, e Dan Aykroyd , além de contar com outras participações muito especiais de parte do elenco original.
O reboot feminino está programado para estrear no Brasil uma semana antes de chegar nos cinemas norte-americanos, em 14 de Julho de 2016.
Respeitada professora da Universidade de Columbia, Erin Gilbert (Kristen Wiig) escreveu um livro sobre a existência de fantasmas em parceria com a colega Abby Yates (Melissa McCarthy). A obra, que nunca foi levada a sério, é descoberta por seus pares acadêmicos e Erin perde o emprego. Quando Patty Tolan (Leslie Jones), funcionária do metrô de Nova York, presencia estranhos eventos no subterrâneo, Erin, Abby e Jillian Holtzmann (Kate McKinnon) se unem e partem para a ação pela salvação da cidade e do mundo.
O The Hollywood Reporter confirma a entrada de Katherine Waterston (‘Vício Inerente’, ‘Steve Jobs’, ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam’ e ‘Alien – Covenant’) no mais novo projeto de Steven Soderbergh, que havia “anunciado” sua aposentadoria em 2013, com ‘Terapia de Risco‘.
‘The Coldest City‘, o mais novo longa de David Leitch, um dos diretores de ‘De Volta ao Jogo‘, chegará as telonas mundiais em agosto de 2017, pouco tempo antes da temporada de premiações.
Não é preciso que a bondade se mostre mas sim é preciso que se deixe ver. Com uma direção muito competente e segura da cineasta Anne Fontaine, um dos grandes destaques do Festival Varilux de Cinema 2016, Agnus Dei, é um filme que comove do início ao fim. Baseado em fatos reais ocorridos em uma Polônia cheia de problemas por conta da Guerra, o longa-metragem possui um roteiro envolvente e atuações acima da média por mais que em alguns minutos o filme não tenha alcançado seu máximo, muito por conta do roteiro um pouco arrastado em alguns momentos que chega ao brilhantismo somente quando aborda o conflito da fé.
Na trama, voltamos à Polônia no ano de 1945. A fria enfermeira Mathilde Beaulieu (Lou de Lâage) trabalha como assistente de medicina em um posto da Cruz Vermelha. Certo dia, uma misteriosa freira procura por ajuda de algum médico no posto, a única que se mexe para ajudar é Mathilde que acaba descobrindo que soldados soviéticos violentaram algumas mulheres no covento e que muitas dessas estão grávidas. Tentando ajudar a qualquer custo, a corajosa enfermeira enfrentará a todos para ajudar as freiras.
Protagonizado pela belíssima atriz Lou de Laâge, que encantou os cinéfilos com sua atuação no excelente Respire (2014), Agnus Dei, começa com um primeiro ato um pouco morno, demora um pouco para se encaixar. Nesse primeiro quadrante encontramos uma Polônia devastada pela guerra, com órfãos jogados pelas ruas e por uma estranha força militar soviética que assombra a região onde está o posto da Cruz Vermelha. O segundo ato, foca no conflito pessoal da enfermeira protagonista com as regras impostas pela irmã chefe, por conta do ocorrido, dentro do covento. Nos atos seguintes, o desenvolvimento das ações e conclusão dos fatos são feitos de maneira mais homogênea pois utilizam os conflitos da fé como interseção.
Les Innocentes, no original, não é um filme fácil. Ao longo dos quase 120 minutos de projeção, vamos navegando nas histórias tristes que as grandes guerras produziram durante todos os anos de conflito. Tem que ter um coração forte, é um poderoso drama com muitos momentos emocionantes.
Tão bom morrer de amor e continuar vivendo. Dirigido pela cineasta francesa Catherine Corsini, do ótimo Partir (2009), Um Belo Verão, que faz parte da programação do Festival Varilux de Cinema Francês 2016, é um filme que fala sobre a luta das mulheres na década de 70 e um amor que nasce ingênuo e vira uma página importante na história das envolvidas. Um dos grandes destaques do longa-metragem é o belo roteiro assinado pela dupla Catherine Corsini e Laurette Polmanss que consegue com maestria dominar a atenção do público contando sempre com a ajuda de uma singela dose de empatia das ótimas personagens.
Na trama, acompanhamos a trajetória da jovem Delphine (Izïa Higelin), filha única que vive no interior da França com seu pai e sua mãe. Certo dia, resolve abandonar sua família para descobrir o mundo em uma Paris no ano de 1971, lugar onde está passando por uma época de transformações intensas ligada à liberdade sexual e ao feminismo. Assim que chega na capital francesa, logo se aproxima de uma grupo de mulheres que lutam pelos direitos das mesmas, fazendo inúmeros protestos e invadindo conferências sobre temas polêmicos. Uma das líderes do grupo é Carole (Cécile De France), uma bela mulher que vive com seu namorado Manuel. Com o passar do tempo, Delphine e Carole vão se aproximando e acabam de apaixonando intensamente, provocando uma série de conflitos para ambas.
Um Belo Verão se sustenta na força do amor. Fala com garra e inteligência sobre a força das mulheres em sua constante luta de igualdade de direitos. Entre esses dois universos, o do amor e o da luta feminina, giram as ótimas personagens interpretadas pela excelente atriz belga Cécile de France e pela jovem francesa Izïa Higelin. Delphine é uma jovem que sempre ajudou seu pai nos trabalhos na fazenda onde mora. Quando descobre Carole, uma mulher independente, pra frente, com muita atitude e delicadamente bela se entrega completamente a uma paixão cercada de preconceito e dúvidas em relação à liberdade desse amor. Carole descobre sua sexualidade com Delphine, se entrega e se apaixona como nunca antes fizera, vive a cada dia tentando mostrar ser merecedora do amor de Delphine. O conflito entre as duas acontece por conta da fragilidade nas atitudes de Delphine que tem muito medo do que os outros vão pensar se descobrirem sobre elas.
Se o final é triste ou não, não vou dizer. Mas acredito muito que esse belo trabalho deixa em nossa memória uma linda mensagem sobre como viver. A liberdade, a igualdade, pontos importantes na ideologia francesa ao longo das décadas, são fundamentais para que tenhamos o livre arbítrio de respirar as experiências de vida que achamos as mais felizes para nossa existência.
Anvers, Belgique. 16 décembre 2014. Scene exterieure avec la voiture d'Alain et Kid stationnée. Tournage du film "Les Cow-Boys" (réalisateur : Thomas Bidegain). Photo : Antoine Doyen
Até onde devemos ir por quem amamos mas não querem estar perto com nossa presença? Um dos filmes mais fortes do Festival Varilux de Cinema Francês 2016, sem dúvidas nenhuma é o espetacular dramaOs Cowboys, protagonizado pelo ótimo ator François Damiens e com uma atuação digna de Oscar do ator britânico Finnegan Oldfield. Ao longo dos tensos 105 minutos de projeção, onde não conseguimos desgrudar os olhos da tela, vamos sendo apresentados a personagem movidos pela angústia e uma série de consequentes ações desesperadas em prol de único objetivo que acaba consumindo e destruindo uma família de classe média francesa. Em seu primeiro longa-metragem como diretor, o cineasta francês Thomas Bidegain brinda o público com uma trama muito bem dirigida e com atuações bem acima da média.
Na trama, conhecemos brevemente toda a família de Alain (François Damiens), um trabalhador de classe média que mora com sua mulher e os dois filhos no leste francês. Alain é um amante da cultura country e sempre vai com sua família a um famoso encontro onde confraterniza com outros amigos. Certo dia, num desses encontros, sua filha Kelly desaparece misteriosamente, levando Alain a uma desesperada busca por informações sobre a jovem. Os anos se passam e somente seu filho Kid (Finnegan Oldfield), que praticamente sacrifica sua adolescência, acredita e ajuda seu pai a tentar encontrar Kelly.
O clima é tenso desde o início. A trilha sonora composta por Moritz Reich (Fique Comigo, 2015) encaixa como uma luva e consegue deixar o público em total sinal de atenção as sequências fortes. François Damiens, na pele de Alain está possuído, embarca em um caminho sem rumo desesperado em busca de sua filha. A angústia é constante e impressionante. Isso obviamente destrói seu relacionamento com o restante de sua família. Essa estrada sem fim é acompanhada de perto por seu filho Kid que é o único que também ainda acredita que eles possam encontrá-la. Os Cowboys é um filme sobre família mas também sobre até onde o ser humano pode ir para defender suas convicções.
O longa é recheado de surpresas. Uma delas é que Kelly não é sequestrada. O porquê do sumiço dela (que não vou contar aqui) é um dos grandes trunfos do filme que explora muito bem a reação da família ao saber o que aconteceu com ela. Uma segunda surpresa é a surpreendente troca de protagonismo já entre o segundo e o terceiro ato, com o mesmo objetivo só que com um olhar um pouco diferente sob a situação a trama cresce demais nos últimos 30 minutos de projeção.
Os Cowboys, ainda sem previsão de estreia no circuito brasileiro, é um dos grande filmes que você precisa ver no Festival Varilux de Cinema 2016 que começa no próximo dia 09 de junho em muitas salas do Brasil.
Escrito, dirigido e interpretado pelo artista francês Bruno Podalydès, o filme mais doidinho do Festival Varilux de Cinema Francês 2016, Um Doce Refúgio, é uma prosa leve e suave sobre o despertar para a vida através de uma simples obsessão. Ao longo dos 105 minutos de projeção, vamos navegando com o protagonista em seu mundo secreto e explorando a cada sequência um inconsciente muito particular. É um daqueles filmes que você ama ou você odeia.
Na trama, conhecemos o tímido e contido Michel (Bruno Podalydès), um artista gráfico que vive uma pacata vida com sua mulher Rachelle (Sandrine Kiberlain). Andando com sua motinho de casa para o trabalho e do trabalho para casa, mostra não estar muito feliz com a vida que leva. Michel é fascinando pelo mundo aeronáutico e sem querer acaba descobrindo que um caíque tem uma engenharia parecida. Assim, resolve comprar esse enorme objeto, escondido de sua mulher e amigos, e acaba embarcando em uma peculiar história de autodescoberta.
Para comprar a ideia deste trabalho é preciso muita atenção à psicologia agregada ao personagem. Obviamente estamos vendo um obsessivo sonhador que de uma maneira totalmente inconsequente e silenciosa resolve descobrir outras opções e caminhos para sua vida sem graça. Explorando sonhos, uma relação um pouco distante com uma convivência social, e um certo erotismo dentro de sua acesa imaginação, Michel aos poucos vai mostrando-se para o público. O personagem ao longo da projeção vai se abrindo devagarinho e assim vamos descobrindo sua essência.
Comme un avion, no original, possui ótimos coadjuvantes que ajudam a contar essa história. As ótimas Agnès Jaoui e Vimala Pons são as responsáveis para uma inversão interessante que acontece já perto do ato final. O que não dá para negar é que durante toda a projeção, há uma naturalidade e originalidade impactantes, fruto, provavelmente, do filme ser escrito, dirigido e protagonizado pela mesma pessoa. Atenção professores e estudantes de psicologia, Um Doce Refúgio é um projeto que pode interessar bastante vocês.
O amor de mãe é o combustível que capacita um ser humano comum a fazer o impossível. Dirigido pela queridinha francesa que todos nós amamos Julie Delpy (Antes do Amanhecer), a comédiaLolo, o Filho da Minha Namorada é um típico filme da sessão da tarde com uma imersões estranhas ligadas a uma certa psicopatia doentia do filho da protagonista. O longa-metragem, longe de ser um drama como alguns podem falar, é modelado para ser uma comédia para tirar muitos risos, porém, a trama é fraca e acaba não se sustentando ao longo dos sonolentos 99 minutos de projeção.
Na trama, acompanhamos a elegante, chique e bela quarentona Violette (Julie Delpy), uma produtora de eventos de Moda que mora em Paris. Certo dia, de férias no sul da França, acaba conhecendo o ‘hacker’ Jean René (Dany Boon), um homem que vive uma vida simples mas que está de mudança para a capital francesa. Logo, inicia-se um amor entre os dois. Quem não gosta nada disse é Lolo (Vincent Lacoste), o filho mimado de Violette, um jovem inconsequente e totalmente obsessivo na relação mãe e filho. Assim, lutando contra Lolo, Jean Rene precisará ter muita paciência para conseguir viver feliz ao lado do grande amor de sua vida.
Há uma certa camuflagem na apresentação dos personagens. Violette, por exemplo, se mostra firme e confiança no início do filme mas quando vemos a relação exagerada dela com o filho percebemos uma imaturidade ingênua, que é por pouco tempo explorada pela trama. Já Lolo, de filhinho querido da mamãe, vira um psicopata igual a de filmes de suspense. O único que se mantém bastante original é Jean René, pacato, humilde e amoroso o personagem tenta levar o filme nas costas e até consegue por boa parte da projeção. Mas os exageros que o roteiro comete, nas situações que passam os personagens, atrapalham demais e incomodam muito. O filme se mantém em uma linha reta, veste a camisa de ser uma trama artificial e sem graça.
Lançado em outubro do ano passado na França, Lolo, o Filho da Minha Namorada é uma água com bastante açúcar, completamente esquecível logo assim que dobramos a esquina na saída do cinema.
Apenas quatro dias após sua pré-estreia, a peça de teatro ‘Harry Potter e o Menino Amaldiçoado‘ já tem sua primeira curiosidade dos bastidores.
Na primeira apresentação oficial para o grande público, a coruja contratada para “interpretar” Edwiges não voou de volta para seu adestrador e passeou pelo auditório do teatro Palace, deixando alguns espectadores apreensivos.
Apesar de não gerar nenhum problema para as pessoas presentes, a coruja foi “demitida” da peça e será substituída por uma marionete.
Os produtores divulgaram uma nota oficial afirmando que a peça não usará mais corujas reais no espetáculo.
“Durante a performance você verá algumas corujas em gaiolas, mas reparem que elas não são reais: são peças realistas recriadas por nosso departamento de cenografia! Não há corujas reais na produção”, afirmaram.
A PETA (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais) agradeceu:
“Que grande notícia para os fãs. Harry Potter realmente se importa com os animais”.
As primeiras resenhas críticas, sem surpresa, foram esmagadoramente positivas, com os fãs obedecendo a autora JK Rowling e mantendo os spoilers em segredo – leia as críticas!
A trama da peça teatral começa 19 anos após o sétimo e último volume da saga deJ.K. Rowling, e mostrará Harry Potter adulto tentando conectar com o mais jovem de seus três filhos, Alvo.
“Depois do confronto final entre Harry e lorde Voldemort, visto em ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte’, o bruxinho se tornou um funcionário sobrecarregado de trabalho no Ministério da Magia, com três crianças para criar. Enquanto Harry luta com um passado que se recusa a ficar onde pertence, seu filho Alvo tem que lidar com o legado do seu pai. Com o mal retomando forças, o passado e presente começam uma sinistra fusão, e pai e filho descobrem a verdade desconfortável: por vezes, a escuridão vem de lugares inesperados”, afirma a sinopse.
A saga literária vendeu mais de 450 milhões de livros em mais de 200 países, e foi traduzida para 73 idiomas. A franquia ‘Harry Potter’ teve 8 filmes, lançados entre 2001 e 2011, que combinados renderam mais de U$ 7,7 bilhões nas bilheterias do mundo todo.
No roteiro, o protagonista Bueller (Matthew Broderick) se transformou em um motivador profissional, e ganhou muito, muito dinheiro. Mesmo tendo seu jato particular e sua mansão, Bueller se sente pressionado pela empresa que trabalha, que não o libera para sequer um dia de férias. Então ele decide faltar um dia do trabalho para encontrar o Sr. Ed Rooney, que tanto o atormentou no colégio.
“Richard, quem virou minha cama?”. Quem não se lembra de uma histérica Brooke Shields gritando pela ilha?
No Brasil, o filme possui muita fama por ser exibido inúmeras vezes pela Rede Globo na Sessão da Tarde (assim como a sequência remake De Volta à Lagoa Azul). Duas crianças crescem juntas em uma ilha junto de um velho marinheiro, após um naufrágio. Quando o velho morre, as duas crianças têm de se virar sozinhas, e acabam por descobrir o amor. Indicado ao Oscar de Melhor Fotografia, é uma refilmagem de um filme homônimo de 1949.
Não existe Natal no Brasil sem a exibição de ‘Esqueceram de Mim‘ um dia antes. Em Chicago, uma família inteira planeja passar o Natal em Paris. Porém, em meio às confusões de viagem um dos filhos (Macaulay Culkin), com apenas 8 anos, é esquecido em casa. Assim, o garoto se vê obrigado a se virar sozinho e a defender a casa de dois ladrões.
Um dos primeiros, e mais divertidos, filmes de Tom Hanks, é, no mínimo, um clássico.
Josh é um garoto que vai à um parque de diversões e faz um pedido a uma das máquinas do local: ele quer ser grande! Na manhã seguinte, ao acordar, Josh vê que seu pedido foi realizado e ele agora tem a aparência de um adulto (Hanks). Com a ajuda de seu melhor amigo, Josh tentará se adaptar ao mundo dos adultos: arrumará um emprego e terá seu primeiro encontro com uma mulher (Perkins). Como ele irá encarar este mundo que lhe é tão estranho? E, será que um dia ele voltará a ser criança?
Rand Peltzer (Hoyt Axton) é um “inventor” que, ao tentar dar um presente natalino único para seu filho, Billy Peltzer (Zach Galligan), compra em Chinatown um Mogwai, um ser aparentemente gracioso. Mas o dono, um velho chinês, não queria vendê-lo por dinheiro nenhum, pois ter um Mogwai envolve muitas responsabilidades. Entretanto, o neto do ancião o vende por duzentos dólares e diz as regras essências para ter um Mogwai: nunca colocá-lo diante de uma luz forte e muito menos na luz solar, que pode matá-lo; nunca molhá-lo e, a regra principal, nunca o alimente após a meia-noite, mesmo que ele chore ou implore. Rand ouve o aviso sem dar a devida importância e leva o Mogwai para sua casa em Kingston Falls, uma pequena cidade. Paralelamente, Billy trabalha como caixa de banco e sofre com as exigências de Ruby Deagle (Polly Holiday), uma cliente igualmente rica e antipática. Além disto tem de aturar o pedante Gerald (Judge Reinhold), que quer usar sua posição para conquistar Kate Beringer (Phoebe Cates), a namorada de Billy.
Quando Billy recebe o presente fica maravilhado, mas as regras não são respeitadas. Assim, quando é molhado o Mogwai se multiplica assustadoramente e, alimentados após a meia-noite, se tornam criaturas más, que aterrorizam a cidade.
A ação está a toda nesta agitada comédia estrelada por Eddie Murphy, como Axel Foley, um esperto tira de Detroit que está em Beverly Hills à caça do assassino de seu melhor amigo. Ele logo percebe que seu estilo selvagem não combina com a polícia de lá, que destaca dois policiais (Judge Reinhold e John Ashton) para assegurar que as coisas não fujam do controle. Obrigado a levar os dois caretas junto com ele, Axel; detona um tremendo choque cultural em sua rápida e hilariante busca por justiça. Com breves participações de Paul Reiser, Bronson Pinchot e Damon Wayans, Um Tira da Pesada é uma aventura desvairada!
Em uma pequena cidade florestal do Oregon, quatro amigos – o sensível Gordie (Wil Wheaton), o durão Chris (River Phoenix), o destemido Teddy (Corey Feldman) e o acovardado Vern (Jerry OConnell) – estão à procura do corpo de um adolescente desaparecido. Querendo ser heróis diante dos amigos e aos olhos da cidade, eles partem numa inesquecível viagem de dois dias que se transforma em uma odisseia de autodescoberta. Eles fumam escondidos, contam casos assustadores e descobrem que precisam ficar unidos e encontrar forças que nem imaginavam possuir. Conta Comigo é um filme raro e especial sobre a amizade e as indeléveis experiências do crescimento.
Cheio de humor e suspense, o filme é baseado no romance “O Corpo“, de Stephen King.
4. Sem Licença Para Dirigir (License to Drive – 1988)
Corey Haim e Corey Feldman dominam esta lista.
Les e Dean são típicos adolescentes americanos que não imaginam a vida à pé. Tudo que eles querem é tirar logo a carteira de motorista e sair com as garotas. Les é reprovado no exame, mas mesmo assim sai com o carro do avô, numa noite inesquecível.
3. Os Goonies (The Goonies – 1985)
O mais clássico de todos. E também o mais memorável.
Um grupo de garotos auto-denominados “Os Goonies” estão prestes a serem despejados de suas casas, caso seus pais não consigam pagar uma elevada hipoteca. Dias antes da execução da hipoteca, os Goonies encontram um legítimo mapa de um tesouro que pertenceu ao famoso pirata Willy Caolho. Agora, o grupo partirá em busca do tal tesouro para conseguir pagar as dívidas de suas famílias. Mas no caminho, eles terão que passar pela quadrilha dos Fratelli e pelas engenhosas armadilhas que protegem o cobiçado tesouro.
2. Os Garotos Perdidos (The Lost Boys – 1987)
Corey Haim e Corey Feldman juntos novamente, neste filme incrível que ganhará uma sequência este ano.
O Jovem Sam (Corey Haim) e seu irmão mais velho adolescente (Jason Patric), eram adolescentes comuns até se mudarem para a pacata Santa Carla, Califórnia. Coisas estranhas começam a acontecer misteriosamente. Michael está agindo de forma estranha, talvez porque seus novos amigos liderados pelo enigmático David (Kiefer Suterland) não sejam nada comuns. Eles são vampiros dispostos a aproveitar a vida, curtir a noite e transformar Michael no mais novo membro de seu grupo.
Matthew Broderick também se tornou um clássico da “Sessão da Tarde”. Ele está presente em, pelo menos, um a cada vinte filmes exibidos.
No último semestre do curso do colégio, estudante (Broderick) sente um incontrolável desejo de matar a aula e planeja um grande programa na cidade com a namorada (Mia Sara), seu melhor amigo (Alan Ruck) e uma Ferrari. Só que para poder realizar seu desejo ele precisa escapar do diretor (Jeffrey Jones) do colégio e de sua própria irmã (Jennifer Grey).
É isto aí, uma viagem maravilhosa aos anos 80 e 90, demonstrando que nenhum filme exibido hoje na “Sessão da Tarde” consegue o mesmo sucesso destes filmes-pipoca, divertidos e únicos.
‘Warcraft‘ continua batendo recordes de bilheterias na China.
Em suas sessões de pré-estreia na quinta, o filme ultrapassou o recorde de ‘Velozes e Furiosos 7‘ e arrecadou US$ 46 milhões. Na sexta-feira, bateu ‘Vingadores – Era de Ultron‘ e chegou a US$ 90 milhões.
Segundo a Variety, a adaptação do jogo de videogame já soma US$ 145 milhões nos primeiros quatro dias na China, cinco vezes a mais do que o filme deve arrecadar nos EUA em seu primeiro final de semana (algo em torno de US$ 27 milhões).
O filme se tornou a produção norte-americana de maior abertura na China, ultrapassando os US$ 135 milhões arrecadados por ‘Velozes e Furiosos 7‘ nos primeiro quatro dias.
Especialistas de bilheteria acreditam que o filme chegará à incrível marca de US$ 500 milhões em uma semana de exibição no país.
Com o slogan ‘Dois Mundos, um território’, o filme conta com direção de Duncan Jones (“Lunar” e “Contra o Tempo”), e mostra o pacífico reino de Azeroth à beira de uma guerra. Quando sua civilização enfrenta uma temível invasão de guerreiros Orcs – que fogem de seu território para colonizar um novo lar – um portal se abre para conectar esses dois mundos: um exército se vê cara a cara com a destruição e o outro, com a extinção. De lados opostos, dois heróis são colocados em um caminho de colisão que irá decidir o destino de suas famílias, seu povo e seu lar.
Dominic Cooper será o rei Llane Wrynn, que traz esperança à cidade de Stormwind; Toby Kebbel será Durotan, integrante principal da Horda e líder do clã Frostwolf; Rob Kazinsky será Orgrim; braço direito de Durotan; Paula Patton será Garona, sobrevivente que precisa decidir de qual lado ficará na guerra entre Aliança e Horda; Ben Schnetzer será o mago Khadgar; Clancy Brown será Blackhand, guerreiro Orc apelidado de “O Destruidor”; Ben Foster será Medivh, mais conhecido como “O Guardião”, que tem poderes formidáveis; Travis Fimmel será Anduin Lothar, principal membro do exército da Aliança; Ruth Negga será Lady Taria, a rainha de Stormwind; e Daniel Wu será Gul’Dan, supremo Orc que não consegue controlar sua magia negra.
A Paramount Pictures divulgou o cartaz animado nacional de ‘Star Trek: Sem Fronteiras‘, que traz Capitão Kirk (Chris Pine), Jaylah (Sofia Boutella) e Spock (Zachary Quinto) no espaço.
Na sequência da franquia, que estreia em por aqui em 1º de setembro, eles vão se unir ao resto da tripulação da USS Enterprise para encarar uma missão envolvendo uma perigosa guerra intergaláctica e o vilão Krall (Idris Elba).
Nós sempre soubemos que eles voltariam. Depois de Independence Day redefinir o gênero de filmes de desastres, o próximo épico capítulo leva a uma catástrofe global em escala inimaginável. Usando a tecnologia alienígena recuperada, as nações da Terra têm colaborado em um programa de defesa imenso para proteger o planeta. Mas nada pode nos preparar para a força avançada e sem precedentes dos alienígenas. Somente a ingenuidade de alguns valentes homens e mulheres pode trazer nosso mundo de volta da beira da extinção.
O longa tem lançamento marcado para 24 de junho de 2016 nos EUA, exatamente 20 anos depois da estreia do primeiro filme. No Brasil, a sequência chega um dia antes: 23 de junho de 2016, uma quinta-feira.
Roland Emmerich, diretor do original, retoma a função no segundo filme.
Os veteranos Bill Pullman, Jeff Goldblum, Vivica A. Fox, Brent Spiner, Joey King e Judd Hirsch reprisam seus papeis originais, ao contrário de Will Smith, que não aceitou voltar após ter exigido um alto salário (especula-se US$ 60 milhões).
William Fichtner (Prison Break, As Tartarugas Ninja) será um general de alto escalão dos EUA, que deve ser expandido para as próximas duas sequências – sim, mais dois filmes estão sendo planejados.
Inicialmente, o plano do diretor Roland Emmerich e do produtor Dean Devlin era rodar de uma vez só duas sequências de ’Independence Day’, mas a Fox aprovou a produção de apenas uma continuação.
O casal Warren está de volta! E se nos anos 80, tínhamos caçadores de fantasmas num misto de humor e ação, aqui, o roteiro pega emprestado a fama do casal que de fato existiu nos anos 60 e 70 os colocando como os novos inimigos do sobrenatural… e de maneira sempre envolvente. Pontos para a dupla de atores, formado pelo carismáticoPatrick Wilson e a talentosa Vera Farmiga.
Dessa vez, os Warren se deparam com um demônio que utiliza o corpo de uma ingênua menina para criar subterfúgios que enganariam os caçadores; desde a atormentada alma de um velho, à uma figura bizarra de um brinquedo giratório. Tudo muito bem conduzido e controlado por um esperto roteiro, que não deixa também de homenagear clássicos do terror, como a nítida referência à ‘Amityville‘, ‘Sexta Feira 13‘ (“Kill, kill…her, her”) e ‘A Cidade dos Amaldiçoados‘. Sem esquecer o crédito gigante do título deslizando pra cima, que lembra o logotipo do cultuado ‘A Profecia‘.
Os planos elegantes do diretor Wan destacando as ruas da periferia inglesa, se mistura à trilha sonora que vai de Beatles (é claro!) à Elvis Presley… esse último, inclusive, servindo para uma inusitada “performance” do ator Wilson.
Farmiga está mais à vontade no papel, embora, é Wilson que parece dessa vez estar mais tempo em cena. E ainda que não tenhamos aqui uma família tão cativante quanto a do primeiro filme, o drama e a emoção dessa família inglesa nos prende de maneira altamente correta e sem pieguices.
Para aqueles que, assim como eu, também admiram o primeiro filme (que fez tanto sucesso que deu origem ao fútil ‘Annabelle‘), não podem perder essa continuação, que faz jus à qualidade do seu original, ainda que não o supere.
E como é bom ver um filme de terror pelas câmeras deJames Wan, um diretor que brinca com ângulos, enquadramentos e até pequenos planos-sequências tão incomuns dentro do gênero. O cara merece essa admiração!
No filme, os heróis contarão com a ajuda da jornalista April O’Neil (Megan Fox), do cinegrafista atrapalhado Vernon Fenwick (Will Arnett) e do justiceiro Casey Jones (Stephen Amell) para derrotar o Destruidor (Brian Tee). O vilão foge da justiça e soma forças com Baxter Stockman – um cientista louco que arquiteta um plano para conquistar o mundo junto com seus capangas, Bebop (Gary Anthony Williams) e Rocksteady. À medida que Os heróis se preparam para combater o Destruidor e sua nova equipe, eles se deparam com um inimigo ainda maior do que imaginavam: o terrível Krang.