Depois de roubar a cena (e algumas cabeças) em ‘Extermínio: A Evolução‘, o gigante e aterrorizante Samson, também conhecido como o Zumbi Alfa, está oficialmente confirmado na sequência ‘Extermínio: O Templo dos Ossos’, com estreia marcada para janeiro de 2026.
Interpretado pelo ex-lutador e ator Chi Lewis-Parry, o personagem viralizou nas redes logo após o lançamento do primeiro filme — muito por conta de sua presença imponente, brutalidade gráfica e um certo acessório prostético que causou burburinho.
Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o diretor Danny Boyle revelou que Samson terá ainda mais destaque no próximo capítulo da trilogia:
“O personagem que você viu no final do primeiro filme, o de Jack O’Connell, é um personagem central no segundo filme — junto com o Ralph Fiennes… e o grande Samson”, afirmou Boyle.
Filmados consecutivamente, ‘Extermínio: A Evolução‘ e ‘O Templo dos Ossos‘ marcam o retorno do universo criado por Boyle e o roteiristaAlex Garland, iniciados em ‘Extermínio‘ (28 Days Later).
Enquanto Boyle dirigiu o primeiro novo capítulo, a direção do segundo ficou a cargo de Nia DaCosta (The Marvels, Candyman), que, segundo Boyle, entregou “um filme completamente seu, forte e autoral”.
Além de Samson, também retornam os personagens Spike (Alfie Williams), o garoto corajoso de 12 anos que conquistou o público, e Jimmy (Jack O’Connell), o misterioso líder de culto que surge nos momentos finais do primeiro filme.
O elenco ainda conta com Ralph Fiennes e uma participação especial de Cillian Murphy, revivendo seu icônico personagem de ‘Extermínio‘.
Com uma estreia global que já ultrapassa os US$ 60 milhões, o mais recete lançamento prepara terreno para ‘O Templo dos Ossos’, que, segundo o presidente da Sony, Tom Rothman, terá um tom ainda mais sombrio:
“O próximo filme é muito mais sobre a crueldade humana do que sobre zumbis”, disse.
Mesmo com elogios da crítica e bom desempenho de bilheteria, o terceiro capítulo da nova trilogia ainda não foi oficialmente confirmado. Mas Boyle segue otimista:
“Quero muito fazer o terceiro filme”, afirmou em diversas entrevistas.
Com 89% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes e uma nota B do público no CinemaScore, este é um ótimo começo nas telonas para uma produção orçada em US$ 60 milhões.
A 20ª edição da CineOP – Mostra de Cinema de Ouro Preto tem tudo para ser marcante! De 25 a 30 de junho, a cidade histórica de Ouro Preto será tomada por uma programação cultural vibrante e gratuita. Além do cinema como protagonista, o evento contará com o já conhecido Cortejo da Arte, shows musicais, DJs, performances, exposições, lançamentos de livros e uma animada festa junina — atrações que transformam a cidade em um grande palco cultural. Se você vai estar por lá durante todo o evento, já anota algumas dicas:
Abertura da CineOP 2019 – Foto: Leo Lara (Universo Produção)
Na noite de abertura da CineOP, dia 26 de junho, às 19:30, na Praça Tiradentes, terá uma performance audiovisual, que revisitará a trajetória marcante do evento celebrando duas décadas de muito amor pelo mundo das artes. Com direção de Chico de Paula, a performance conta com a participação especial dos artistas Adrianna, Anderson Daher, Bruno Alves, Giovanni Santiago, Inês Peixoto, Marcelino Xibil, Patrícia Cardoso e Will Motta.
Cine-Praça – Foto: Leo Lara
Na sequência, ainda no dia 26 de junho, às 22:00, a DJ Viviane Barcellos aquece o público antes da aguardada apresentação da cantora baiana Xênia França, vencedora do Grammy Latino 2023. Juntas, elas comandam o palco do Sesc Cine Lounge Show com apresentações vibrantes e cheias de energia.
No dia 27 de junho, algumas homenagens à inesquecível cantora Rita Lee. No Cine-Praça, será exibido o elogiado longa-metragem Ritas, de Oswaldo Santana e, logo depois, no Sesc Cine Lounge Show, a cantora Ana Cañas faz um show inédito: ‘Ana Cañas canta Rita Lee’.
A cantora Ana Canãs – Foto: Fernando Furtado
Um dos momentos mais marcantes da CineOP, que celebra 20 anos em 2025, é o tradicional Cortejo da Arte, que acontece no sábado, 28 de junho, às 11:00, com saída da Praça Tiradentes. Reunindo grupos tradicionais e artistas locais, o desfile percorre as ruas de Ouro Preto em uma celebração vibrante da cultura. Quem abre o cortejo é a Banda de Música Senhor Bom Jesus das Flores, fundada em 1972 no bairro Alto da Cruz.
Ainda no sábado, 28 de junho, o Sesc Cine Lounge Show será palco do Baile da Amandona convida Tacy, uma festa dançante que celebra a produção musical feita por mulheres. O repertório passeia por canções clássicas de grandes artistas como Rita Lee e Marília Mendonça.
A cantora Amandona – Foto: Bárbara Moreira
Pra fechar com chave de ouro, na noite de domingo, dia 29 de junho, a banda Tutu com Tacacá apresenta o show ‘Carimbó paraense com jeitinho mineiro’. O grupo mistura os tambores e ritmos tradicionais do Pará com a musicalidade de Minas Gerais.
Grupo Musical ‘Tutu com Tacacá’ – Foto – Iana Domingos
Não perca toda a cobertura do Cinepop no CineOP 2025, aqui no nosso site e pelas nossas redes sociais.
Um dos festivais de cinema mais interessantes do país está prestes a começar: a Mostra de Cinema de Ouro Preto. Em sua edição de 20 anos, o evento reúne 144 filmes que serão exibidos entre os dias 25 e 30 de junho, transformando a cidade histórica — reconhecida como Patrimônio da Humanidade — em uma verdadeira festa para os amantes da sétima arte. Abaixo, destacamos algumas obras para ficarmos de olho:
Escasso, de Clara Anastácia e Gabriela Gaia Meirelles
Escasso acompanha Rose, uma passeadora profissional de pets que apresenta sua nova casa para uma equipe documental enquanto celebra a realização de um sonho: o da casa própria, mesmo que ocupada. Enquanto diz cuidar do imóvel e aguardar o retorno da proprietária, a nova “inquilina” cria intimidade com a casa, assumindo um estado de paixão pela dona ausente. (Sinopse Oficial).
A Carta de Mudan e as Oito Primaveras, de Pedro Nishi
Após oito anos, uma jovem chinesa e sua família reencontram um amigo brasileiro. (Sinopse Oficial).
Zizi (Ou a Oração da Jaca Fabulosa), de Felipe M. Bragança
Filmado na Baixada Fluminense, ZIZI é um documentário fabular sobre a vida de duas pragas: uma fruta alienígena (a jaca) e uma mulher indígena (a avó do cineasta). (Sinopse Oficial)
Um Olhar Inquieto: o Cinema de Jorge Bodanzky, de Liliane Maia e Jorge Bodanzky
Em 1973, Jorge Bodanzky, filmando para a TV alemã, capturou uma imagem intrigante: uma grande maloca em meio à densa floresta amazônica, cercada por indígenas isolados tentando atingir o avião com flechas. Meio século depois, o registro recuperado pelo Instituto Moreira Salles, leva o cineasta de volta a Aripuanã. O filme conecta o passado e o presente, explorando sua trajetória e os mistérios da Amazônia a partir dos seus inúmeros rolos de super-8. (Sinopse Oficial).
Paraíso, de Ana Rieper
Documentário sobre as heranças da condição colonial brasileira na vida diária hoje. A partir de uma narrativa musical e do uso de material de arquivo de naturezas diversas o filme propõe uma viagem inquieta por relações forjadas pela posse de terras e pessoas. Uma sinfonia popular sobre violência, resistência, força e afeto. (Sinopse Oficial).
Em 1967, Luiz Sergio Person e Jean-Claude Bernardet escreveram o roteiro daquele que seria um de seus mais importantes filmes: “A Hora dos Ruminantes”, mas que nunca foi filmado. “Os Ruminantes” conta esta história, sobre o cinema brasileiro das décadas de 60 e 70 e suas questões políticas, além de fazer revelações de documentos confidenciais da Ditadura Militar em diálogo com Hollywood. (Sinopse Oficial).
Dez anos após a morte do pai, o diretor Thiago Moulin abre a mala que herdou com fragmentos de uma vida inteira. Entre desejos interrompidos e silêncios familiares, ele tenta quebrar os diversos ciclos de ressentimento que atravessam sua família. (Sinopse Oficial).
Brasiliana: o Musical Negro que Apresentou o Brasil ao Mundo, de Joel Zito Araújo
Brasiliana, o musical negro que apresentou o Brasil ao mundo, resgata a trajetória da companhia de teatro de revista Brasiliana que percorreu mais de 90 países ao longo de seus 25 anos de atividade. (Sinopse Oficial).
Em um pequeno município do interior do Ceará — que dá nome ao filme — um suposto espírito começa a se manifestar dentro de uma escola, fazendo os estudantes passarem mal de algumas formas. Com a recorrência dos episódios, o caso rapidamente desperta o interesse da mídia, que transforma a situação em um espetáculo sensacionalista, afetando de maneira profunda e desestabilizadora a rotina dos moradores da região.
A Nave Que Nunca Pousa paira sobre uma comunidade quilombola no sertão da Paraíba. Os moradores locais precisam lidar com as consequências desse acontecimento. Uma ficção científica documental nas terras de Aruanda. (Sinopse Oficial).
Os três primeiros episódios da atração foram lançados hoje, 24 de junho, na plataforma de streaming – e, agora, as primeiras críticas completas estão sendo divulgadas.
No Rotten Tomatoes, a produção abriu com 68% de aprovaçãocom base em 25 reviews até o momento. Os textos fazem elogios ao caráter despojado da atração, mas afirmam que a série parece ainda não ter explorado todo o seu potencial.
Confira os principais comentários:
“Embora ‘Coração de Ferro’ não esteja totalmente equipado para lidar com os argumentos éticos que apresenta, a abordagem acessível da série ainda abre espaço para que lições generalizadas sejam assimiladas” – IndieWire.
“Apesar de alguns floreios e grandes apresentações, Riri — e ‘Coração de Ferro’ — ainda não decolou a todo vapor. Se a 2ª Temporada chegar, algumas melhorias significativas serão necessárias” – Empire Magazine.
“Se você ainda está com a Marvel na ponta da língua, este não é a produção que vai te fazer desistir; é uma obra respeitável. Mas não vai reacender o interesse de ninguém” – New York Times.
“De fato, são necessárias algumas tentativas para construir um ‘Coração de Ferro’ melhor — mas quaisquer falhas que tenhamos são a serviço do tipo de história de origem que o MCU tem sentido muita falta” – Inverse.
“[A criadora Chinaka Hodge] certamente está tentando fazer algo diferente com ‘Coração de Ferro’, mas cada parte da série parece desajeitada devido a mudanças radicais de tom, personagens subutilizados e lutas sem graça” – Polygon.
O elenco ainda conta comAnthony Ramos como o vilão Capuz, além de Lyric Ross, Shea Couleé, Zoe Terakes,Manny Montana, Shakira Barrera, Jim Rash,Cree Summere Harper Anthony, todos escalados em papéis atualmente desconhecidos.
Chinaka Hodge (‘Snowpiercer’) servirá como showrunner da série.
Para quem não a conhece, Riri apareceu pela primeira vez em 2016, na série de quadrinhos escrita por Eve Ewing. Assim que Tony Stark foi deixado em coma após a Segunda Guerra Civil, o mundo precisava de um novo Homem de Ferro, e a prodígio de 15 anos de idade criou sua própria armadura, o que impressionou Stark ao ponto dele criar uma inteligência artificial de si mesmo para ajudá-la.
O canal Starz divulgou o novo teaser oficial da 3ª (e última) temporada da série derivada ‘Power Book IV: Force‘.
Confira, com as primeiras imagens oficiais:
Sem data de estreia, o ciclo final estreará ainda em 2025.
Criada por Robert Munic, a produção dá continuidade aos spin-offs ‘Book II: Ghost‘ e ‘Book III: Raising Kanan‘, e precede o vindouro ‘Book V: Influence‘.
A trama segue Tommy enquanto ele “corta laços e coloca Nova York em seu espelho retrovisor para sempre”.
A crítica em questão analisa os dois primeiros episódios da série.
É um fato dizer que a Marvel Studios e o cenário de super-heróis em si vêm passando por uma tristonha fadiga criativa – vivendo mais de easter eggs e fan-services do que de boas histórias que realmente encantem o público e apresentem facetas novas de um gênero bastante conhecido e explorado. É claro que, vez ou outra, produções interessantes nos chamam a atenção pela originalidade, como foi o caso da recente série ‘Agatha Desde Sempre’, que levou vários prêmios para casa, e do ótimo ‘Thunderbolts*’, que infelizmente não fez o sucesso de bilheteria que prometia.
Em meio a acertos e erros, o Universo Cinemático Marvel parece não estar conseguindo acertar como deveria – e isso não se deve inteiramente a tentativas falhas, mas a um óbvio boicote promovido por grupos que permanecem em resistência a personagens novos e à mais ínfima centelha de representatividade – seja em relação a qualquer minoria social. ‘Coração de Ferro’, a mais nova série desse panteão super-heroico, vem sofrendo do mesmo mal desde seu anúncio e desde o lançamento dos trailers promocionais, tendo chegado a receber um review-bombing nos agregadores de críticas antes mesmo de sua estreia oficial no Disney+. De qualquer forma, isso não muda o fato de que, através de uma perspectiva diferenciada, o projeto, cujos três primeiros episódios já estão disponíveis na plataforma de streaming, é prático e funcional dentro de seus limites (e com certeza irá atrair a ira de haters sem fundamentação qualquer).
A trama acompanha Riri Williams, uma jovem supergênia que fez sua estreia no MCU em ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ e que volta às telas através de Dominique Thorne em uma sólida performance. Aqui, ela retorna para sua cidade natal, Chicago, após ser expulsa do MIT em virtude de inúmeros problemas burocráticos – mas não antes de colocar as mãos em uma armadura tecnológica que construiu, levando-a consigo para dar continuidade a seus projetos. Marcada pela trágica morte do padrasto e da melhor amiga, Natalie (Lyric Ross), Riri se vê em um beco sem saída até cruzar caminho com Capuz (Anthony Ramos), um homem misterioso que lhe apresenta a junção entre magia e ciência – abrindo possibilidades únicas e arremessando-a para um mundo de perigos inimagináveis.
De forma geral, a série funciona mesmo dentro de limites perceptíveis – mas alguns pontos devem ser levados em consideração: logo de cara, percebemos que a construção do projeto é pautada em uma atmosfera mais urban, por assim dizer, não apenas centrada em uma conhecida metrópole, como destinado a um público específico, trazendo páginas emprestadas de produções como ‘Atlanta’ para erguer uma ambientação peculiar e que nutre de sua própria identidade. E, levando isso em consideração, é notável como o caráter dramático da obra é sutil, trazendo uma leveza que há bastante tempo não víamos dentro do MCU e garantindo que essa narrativa não seja apenas mais um projeto mercadológico qualquer.
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Em meio a essa ideia, certos elementos funcionam e outros não. De um lado, temos um fabuloso elenco que se entrega de corpo e alma a seus respectivos personagens – incluindo Thorne em seu glorioso e melancólico retorno como Riri Williams, singrando por uma vida conturbada que, na verdade, é apenas o desejo de se destacar e de mudar o mundo (por mais que o caminho não seja fácil); Ramos apresentando um novo lado de sua carreira performática como Capuz, alter-ego de Parker Robbins, ainda que não use e abuse do potencial do personagem; Ross em uma entrada única como Natalie, retornando como a IA acoplada ao traje de Riri e trazendo um lado cômico bem colocado; e nomes que incluem Shea Coulée, Sonia Denis, Shakira Barrera e Eric André.
De outro lado, há problemas de ritmo que permeiam o capítulo de estreia, emergindo como uma espécie de “crime imperdoável” por não conseguir nos cativar a princípio. A história desenrola-se de maneira unidimensional, com cenas bem orquestradas, mas que não se arriscam em qualquer momento. Sam Bailey, responsável pelos três primeiros episódios, assume a cadeira de direção e sabe como apresentar ou representar Riri ao público; entretanto, a realizadora escorrega em algumas escolhas repetitivas que são aparadas apenas no segundo capítulo – o que é interessante, considerando que ficamos mais engajados para descobrir os próximos eventos e a consagração oficial da personagem dentro do MCU.
‘Coração de Ferro’ é uma boa série e ganha pontos ao não se valer de convencionalismos constantes de tantas obras do gênero super-heroico, mesmo que acompanhada de óbvios deslizes. Mantendo-se fiel ao que deseja entregar ao público, a nova atração da Marvel Studios é prática e funcional como deve ser – e em momento algum deseja dar um passo maior que a perna.
Lembrando que os três primeiros capítulos da série já estão disponíveis no Disney+.
O elenco ainda conta comAnthony Ramos como o vilão Capuz, além de Lyric Ross, Shea Couleé, Zoe Terakes,Manny Montana, Shakira Barrera, Jim Rash,Cree Summere Harper Anthony, todos escalados em papéis atualmente desconhecidos.
Chinaka Hodge (‘Snowpiercer’) servirá como showrunner da série.
Para quem não a conhece, Riri apareceu pela primeira vez em 2016, na série de quadrinhos escrita por Eve Ewing. Assim que Tony Stark foi deixado em coma após a Segunda Guerra Civil, o mundo precisava de um novo Homem de Ferro, e a prodígio de 15 anos de idade criou sua própria armadura, o que impressionou Stark ao ponto dele criar uma inteligência artificial de si mesmo para ajudá-la.
Renny Harlin (‘Do Fundo do Mar’) retorna à direção.
Sucesso nos cinemas, o primeiro capítulo arrecadou US$ 48.1 milhões mundialmente, o que representa quase seis vezes o valor do seu orçamento – que ficou em torno de US$ 8.5 milhões.
Seis anos depois de ser anunciado como o novo Blade no palco da San Diego Comic-Con, Mahershala Ali ainda está esperando para vestir o sobretudo do caçador de vampiros. E agora, o ator duas vezes vencedor do Oscar deixou claro que a vontade de gravar ‘Blade‘ continua firme — e o recado foi direto para a Marvel Studios.
“Liguem para a Marvel. Avisem eles, estou pronto”, disse Ali durante a première de ‘Jurassic World: Recomeço‘, em Nova York, quando foi questionado pela Variety sobre o andamento do projeto.
Anunciado em 2019 como parte da ambiciosa fase do MCU pós-‘Vingadores: Ultimato‘, o novo ‘Blade‘ já passou por uma verdadeira saga fora das telas. O filme trocou de diretores, perdeu membros do elenco (como Aaron Pierre e Delroy Lindo) e foi adiado diversas vezes — a ponto de ser retirado por completo do calendário de lançamentos da Disney no fim de 2023.
Delroy Lindo, em entrevista recente, foi direto:
“Era um conceito empolgante, tanto pela ideia quanto pelo personagem que estava se formando. Mas, por algum motivo, saiu dos trilhos.”
Em novembro passado, Kevin Feige, presidente daMarvel Studios, garantiu que o projeto ainda estava de pé:
“Amamos o personagem. Amamos a versão do Mahershala. E sempre que mudamos a direção de um projeto, ou ainda estamos entendendo como ele se encaixa no nosso calendário, informamos o público. Vocês estão atualizados.”
Mahershala Ali já havia dito em dezembro de 2023 que estava “encorajado com os rumos do projeto” e que retomaria as gravações em breve. Agora, com a declaração mais direta até aqui, o ator reacende as esperanças dos fãs de ver ‘Blade‘ finalmente tomando forma no MCU.
Chinaka Hodge, a showrunner de ‘Coração de Ferro’, a nova série da Marvel focada em Riri Williams (Dominique Thorne), esclareceu um ponto crucial sobre a heroína: ela não é uma herdeira direta da armadura do Homem de Ferro, mas sim uma força independente no Universo Cinematográfico Marvel (MCU).
“Riri é uma contemporânea de Tony Stark. Ela definitivamente acredita nele e valoriza o legado que ele deixou”, disse a criadora ao ComicBook. “Mas Riri está determinada a construir um legado próprio. Ela não quer ser a sucessora do Homem de Ferro. Ela quer ser a sua própria Coração de Ferro”.
Hodge enfatizou a autonomia criativa de Riri: “Se ela quisesse ser o Homem de Ferro, já teria a estrutura e o projeto base. Mas o que ela quer é criar sua própria armadura, sua própria narrativa e seu próprio caminho no MCU. Me sinto muito honrada por poder ajudar a criar uma personagem icônica por mérito próprio”.
Embora Riri não tenha muitos laços diretos com Tony Stark além da inspiração na armadura, Hodge revelou que ‘Coração de Ferro’ terá uma conexão com o Homem de Ferro original, que deu início ao MCU em 2008.
“Esse é um dos aspectos mais divertidos de trabalhar em uma sala de roteiristas da Marvel. Eles têm uma memória institucional incrível”, disse Hodge.
Ela mencionou que os executivos criativos Zoie Nagelhout e Kelsey Lew deram sugestões para conectar ‘Coração de Ferro’ ao legado de Stark de maneiras inesperadas.
“Eles diziam: ‘Aqui estão algumas ideias divertidas para explorar. Não se esqueça dessa história. E essa outra linha narrativa?'”, concluiu.
A criadora também compartilhou sua admiração pelos filmes originais: “Assisti ‘Homem de Ferro’ e ‘Homem de Ferro 2’ inúmeras vezes nos cinemas. Então foi incrível poder trazer elementos desses filmes para a série”.
O elenco ainda conta comAnthony Ramos como o vilão Capuz, além de Lyric Ross, Shea Couleé, Zoe Terakes,Manny Montana, Shakira Barrera, Jim Rash,Cree Summere Harper Anthony, todos escalados em papéis atualmente desconhecidos.
Chinaka Hodge (‘Snowpiercer’) servirá como showrunner da série.
Para quem não a conhece, Riri apareceu pela primeira vez em 2016, na série de quadrinhos escrita por Eve Ewing. Assim que Tony Stark foi deixado em coma após a Segunda Guerra Civil, o mundo precisava de um novo Homem de Ferro, e a prodígio de 15 anos de idade criou sua própria armadura, o que impressionou Stark ao ponto dele criar uma inteligência artificial de si mesmo para ajudá-la.
Nem sempre os caminhos até um grande amor é algo simples e fácil. Obstáculos dos mais diversos acabam dificultando trajetórias que o destino insiste em fazer encontrar. Muitas histórias assim acompanhamos na realidade e quando vemos algo parecido nas telonas refletimos sobre a vida. Pensando nesse recorte, deixamos abaixo algumas ótimas indicações para você que gosta de pensar sobre os tumultuados caminhos do amar:
É Tempo de Amar
A garçonete Madelaine (Anaïs Demoustier) vive seus dias de luta e tristeza em uma França em meados da década de 1950. Mãe solteira de um menino, fruto de um relacionamento com um soldado alemão durante a guerra, um dia conhece François (Vincent Lacoste) um estudante rico por quem logo se apaixona. Mas ao longo do tempo começa a perceber que ele também esconde alguns segredos.
Mia (Rosalinde Mynster) é um escritora de sucesso que vive seus dias em total descontrole, adepta das relações constantes e descartáveis. Tudo muda em sua vida quando conhece Emil (Joachim Fjelstrup), um solteiro, pai de dois filhos. Os dois logo se apaixonam e começam a viver o desejo de ter um filho juntos. Mas esse processo colocará à prova todo o amor que sentem um pelo outro.
O playboy e herdeiro de um grande canal de televisão Reuben (Reza Rahadian) passa seus dias no conforto e comodidade de uma vida fácil. Quando seu pai morre de forma inesperada, para receber a herança, ele precisa casar com a ‘garota mais linda do mundo’. Assim resolve participar de um reality show de casamento que a emissora produz. Passando por um processo de maturidade durante esse tempo, aos poucos vai se aproximando de uma de suas funcionárias, Kiara (Sheila Dara Aisha).
Na trama, conhecemos o advogado Dante (Edoardo Leo) que conhece uma delicada e romântica ilustradora chamada Alice (Barbara Ronchi). Eles logo começam a namorar e a morar juntos. Cheios de planos e aos trancos e barrancos mantendo acesa a paixão no casamento, o casal sofre com a falta de tempo de Dante, um workholic consumido pelas quase inacabáveis horas que se dedica ao trabalho. Certo dia, Dante se vê preso em uma situação angustiante, começa a perceber que está pulando de forma aleatória para o futuro, de ano a ano, o fazendo viver alegrias e tristezas como se fosse um espelho do que, daquela forma que vive o presente, seria seu futuro.
A Química que há entre Nós
Na trama, conhecemos Henry (Austin Abrams) um jovem tranquilo, focado, que está prestes a ser o editor-chefe do jornal do colégio. Ele está entrando no último ano do colégio e logo nos primeiros dias conhece a recém transferida Grace (Lili Reinhart), uma jovem super inteligente mas cheia de inseguranças que se esconde do seu presente por um forte trauma no passado. Uma amizade logo cresce entre os dois e logo a paixão acontece mas ambos precisarão buscar entender um ao outro e nada será tão simples.
My Policeman
Na trama, conhecemos Marion (Gina McKee) uma estudante de pedagogia (depois professora) que nutre uma avassaladora paixão por Tom (Harry Styles), esse, um jovem policial que voltou da guerra e busca por meio de sua curiosidade o conhecimento sobre o universo das artes. Tudo caminha para um romance de cinema mas um terceiro vértice está presente nessa relação, Patrick (David Dawson), um pacato e solitário funcionário de um museu. Com um antes e depois na sua linha temporal, a narrativa nos mostra que Patrick e Tom eram amantes deixando Marion com algumas escolhas a serem tomadas.
Loretta (Cher) é uma contadora, descendente de italianos, que mora com os pais em uma grande casa após o falecimento precoce do marido. Sem muitas felicidades na vida e vivendo um cotidiano agitado com seu trabalho, em uma noite de jantar acaba ficando noiva de Johnny Cammareri (Danny Aiello). Só que alguns dias passam e algo diferente acontece, Loretta acaba conhecendo Ronny (Nicolas Cage), irmão de Johnny, e se apaixona perdidamente.
Dirigido pela cineasta chileno Matías Bize, a trama, fala basicamente sobre um reencontro de dois eternos namorados, em uma festa rodeada de passado e indefinição sobre o futuro.
Na trama, conhecemos a designer de interiores Nikki (Annette Bening), uma mulher que sofre durante anos pela morte prematura de seu marido em um afogamento numa praia do méxico. Anos se passam e a vida de Nikki não consegue evoluir, tudo ao seu redor a lembram de todo amor que sentia pelo marido. Certo dia, resolve ir até um museu e lá, surpreendentemente, conhece Tom (Ed Harris) que possui uma semelhança absurda com o seu ex. Sem saber como lidar com essa situação inusitada, resolve embarcar em um romance, que mais parece um triângulo amoroso e vai mudar sua maneira de ver a vida.
Na trama conhecemos o casal Stella (Josephine Bornebusch) e Gustav (Pål Sverre Hagen) que estão em um relacionamento de anos, já em ruínas. Ela uma mulher amargurada pelo rumo do seu casamento com uma notícia que esconde da família, ele um psicólogo que deixou faz tempo de ser presente como pai e marido. Juntos embarcam em uma viagem para acompanhar a filha adolescente Anna (Sigrid Johnson) numa competição de pole dance. Durante esse tempo, aprenderão mais uns sobre os outros e dilemas aparecerão, principalmente por conta do segredo que Stella esconde de todos.
Doug Liman, de ‘No Limite do Amanhã‘, será responsável pela direção.
O site destaca que o projeto ainda não tem roteiro, então deve demorar para a produção chegar às telonas – especialmente considerando quão extenso é o material de origem.
No entanto, a adaptação é considerada prioridade para o estúdio.
Na trama, um vírus extremamente mortal é acidentalmente libertado – o que causa a morte de 99% da população. Agora, os sobreviventes terão que escolher um lado em uma batalha apocalíptica entre o bem e o mal.
Esta será a primeira adaptação do livro, originalmente publicado em 1978, para os cinemas. A obra de Stephen King já havia sido adaptada para telinhas duas vezes, nas minisséries de 1994 e 2020.
Segundo o Deadline, a Amazon MGM Studios contratou a vencedora do Emmy Hannah Friedman (‘Obi-Wan’, ‘Willow’) para assinar o roteiro da adaptação de ‘Yesteryear’, vindouro romance de Caro Claire Burke.
Anne Hathaway irá estrelar o projeto e entra como produtora através da Somewhere Pictures ao lado de Adam Shulman, Suzan Bymel e Guymon Casady.
Jonathan Rice fica responsável pela produção executiva ao lado de Alex Holcomb.
‘Yesteryear’ conta a história de Natalie, uma mulher que parece ter a vida perfeita: uma bela casa de fazenda em um rancho em funcionamento, um belo marido cowboy, seis filhos e oito milhões de seguidores nas redes sociais que adoram seu estilo de vida organizado. Nos bastidores, porém, tudo se resume a uma máquina bem lubrificada de babás, produtores e eletrodomésticos de nível industrial.
Mas quando Natalie acorda em uma vida que não é a dela — transportada de volta a 1805 — tudo muda. Sua casa não é mais imaculada, seu marido agora é um fazendeiro trabalhador e seus filhos são sujos e indisciplinados. Sem ter ideia de como chegou lá e grávida do filho de seu novo “marido”, Natalie precisa navegar pelas duras realidades de sua nova vida e descobrir como escapar dela.
E a adaptação do clássico jogo de cartas ‘Magic: The Gathering’ está ganhando forma!
Segundo o Deadline, Noah Gardner e Aidan Fitzgerald fecharam contrato para assinar o roteiro do live-action, que está sendo desenvolvido pela Hasbro Entertainment e pela Legendary.
Lançado em 1993 pela companhia Wizards of the Coast, o jogo foi o primeiro de cartas colecionáveis e trocáveis, tornando-se um sucesso mundial e um emblema das escolas nos anos 1990 – chegando até mesmo a inspirar convenções.
A Hasbro adquiriu a Wizards of the Coast em 1999 e afirmou que o game alcançou nada menos que 50 milhões de jogadores graças a mundos fantásticos, personagens envolventes e estratégicas instigantes.
As informações indicam que os planos incluem um longa-metragem e uma série de televisão.
“Temos orgulho de zelar atenciosamente por uma propriedade intelectual singular e amada, e nenhuma propriedade se encaixa melhor nessa descrição do que ‘Magic: The Gathering’”, disse Mary Parent, presidente de produção mundial da Legendary, que ficará responsável pelos projetos. “Junto com a fantástica equipe da Hasbro, estamos ansiosos para criar um universo multimídia que emocione fãs de longa data e crie uma ampla onda de novos.”
A Legendary transformou uma série de marcas conhecidas em franquias, como ‘Godzilla vs. Kong’ e ‘Duna’, ambas abrangendo cinema e TV. A companhia também está por trás dos filmes ‘Enola Holmes’ da Netflix e, em breve, lançará o filme ‘Minecraft’ ao lado da Warner Bros..
Criada por R. Scott Gemmill (ER) e produzida por John Wells (‘Shameless‘, ‘The West Wing‘), ‘The Pitt‘ é uma série médica de formato quase em tempo real, ambientada no fictício Pittsburgh Trauma Medical Center. A narrativa acompanha médicos e enfermeiros lidando com emergências em meio a um sistema de saúde sobrecarregado e à beira do colapso — uma proposta elogiada pela autenticidade e intensidade dramática.
Aclamada em sua estreia, a série venceu prêmios no Gotham TV Awards e está cotada para diversas indicações ao Emmy. Os novos episódios — agora ambientados durante o feriado de 4 de julho — prometem ainda um salto temporal, mudanças hierárquicas no hospital e a chegada desses novos rostos para mexer na dinâmica já estabelecida.
A Peacock escalou quatro novos membros ao elenco de ‘The Five-Star Weekend’, seu novo e ambicioso drama original (via Deadline).
Harlow Jane(‘High Desert’), David Denman (‘Pacificador’), Josh Hamilton (‘The Walking Dead’) e Rob Huebel (‘Transparent’) foram contratados para a atração, dando vida a Caroline Shaw, Kyle McKenzie, Matthew e Charlie Kirtley, respectivamente.
Mais detalhes não foram revelados.
O grupo se junta aos previamente confirmados Chloë Sevigny (‘American Horror Story’), Jennifer Garner (‘Deadpool e Wolverine’), Regina Hall (‘Uma Batalha Após a Outra’), Gemma Chan (‘Eternos’) e Timothy Olyphant (‘Justified’).
Na trama, Garner interpreta Hollis Shaw, uma influenciadora digital de culinária famosa por suas receitas sofisticadas e sua imagem pública acolhedora. No entanto, após uma perda devastadora, Hollis vê sua vida perfeita começar a desmoronar. O luto escancara problemas em seu casamento, conflitos com a filha e uma crescente dependência da aprovação de seus seguidores online.
Na tentativa de se reencontrar e curar suas feridas, Hollis organiza um final de semana especial em sua casa luxuosa em Nantucket. Ela convida três amigas marcantes de diferentes fases da sua vida — infância, juventude e vida adulta — além de uma quinta presença surpresa. O “fim de semana cinco estrelas” se torna um catalisador para revelações, amadurecimento e reavaliações profundas, enquanto segredos vêm à tona e limites são testados.
Bekah Brunstetter (‘Maid’, ‘This Is Us’) entra como criadora e showrunner.
Além de Brunstetter, o time criativo conta com Beth Schacter (‘Billions’) como roteirista e produtora executiva.
Também produzem Sue Naegle e Ali Krug pela Dinner Party Productions, em parceria com o Universal Studio Group. A própria Elin Hilderbrand atua como produtora executiva.
Ainda sem data de estreia, ‘The Five-Star Weekend‘ é mais um esforço do Peacock para ampliar seu portfólio de séries premium ancoradas em personagens femininas fortes e narrativas emocionais de recomeço e reconexão.
Segundo o Deadline, Tom Brittney (‘Greyhound’) foi escalado como co-protagonista da série ‘The Westies, drama criminal de época criado por Chris Brancato (‘Narcos’).
Brittney interpretará James “Jimmy” Roarke, o líder ferozmente leal e esperto da geração mais jovem dos Westies, um gangster irlandês em ascensão orientado por Eamon Sweeney (J.K. Simmons), cujas lealdades serão desafiadas quando os Westies firmarem uma parceria com a Família Criminosa Gambino.
O elenco também conta com Titus Welliver (‘Bosch’) e Jessica Frances Dukes (‘A Idade Dourada’).
Com oito episódios em sua primeira temporada, a trama segue a violenta gangue irlandesa que dá nome à produção e se passa durante a construção do Centro de Convenções Jacob Javitz, no território dos Westies, em Hell’s Kitchen.
Confira a sinopse:
Apesar de serem superados em número de cinquenta para um pelas Cinco Famílias da Máfia Italiana, a lendária brutalidade e astúcia dos Westies deram a eles a alavancagem necessária para dividir os despojos por meio de uma frágil distensão. Mas o conflito interno entre a geração mais jovem e impetuosa e a liderança da velha escola ameaça atiçar esse barril de pólvora, o que levará os Westies para dentro da investigação cada vez mais profunda do FBI sobre a máfia italiana.
Brancato assina a criação de ‘The Westies‘ ao lado de Michael Panes e ambos também assumem o papel de produtores executivos. As filmagens da série começam em julho, em Toronto.
Oficialmente encomendado em março, o projeto narra a ascensão de um dos guerreiros vikings mais famosos da história, Erik Bloodaxe (Molyneux), e sua formidável esposa, Gunnhild, Mãe dos Reis.
Enquanto lutam pelo trono da Noruega, o país é dilacerado por rivais ferozes, lealdades inconstantes e traições sangrentas. Com a guerra iminente e o caos consumindo o reino, atraindo reis implacáveis de outros países escandinavos e até mesmo um poderoso governante inglês, o cenário está pronto para uma nova e estrondosa saga viking.
Hirst e seu filho, Horatio, vão trabalhar juntos, assinando o roteiro e assumindo o cargo de produtores executivos.
Em um comunicado oficial, Michael comemorou o novo acordo e expressou seu entusiasmo com o projeto:
“Sinto-me abençoado e profundamente animado que a Amazon me deu a oportunidade de retornar ao mundo fantástico das Sagas Nórdicas e dos homens, mulheres e deuses do mundo Viking que passaram a significar tanto para mim. Horatio e eu pretendemos abrir seus olhos para novos personagens incríveis e histórias inacreditáveis, todas as quais são verdadeiras e muitas das quais mudaram o curso da história”.
O chefe de Televisão da Amazon MGM Studios, Vernon Sanders, também emitiu um comunicado oficial, celebrando a frutífera parceria:
“Estamos entusiasmados com a parceria com Michael e Horatio Hirst, que têm um histórico impressionante de dar vida a dramas históricos com autenticidade impressionante e narrativa envolvente. Esta história é um conto fascinante de Erik Bloodaxe e mal podemos esperar para revelar este novo capítulo para transportar nossos clientes globais de volta a uma era fascinante da história”.
‘Bloodaxe‘ será a terceira série nórdica de Hirst. Além do sucesso ‘Vikings‘, ele também assinou a criação de ‘Vikings: Valhalla‘, que trouxe seu filho no elenco e que foi feita em parceria com a Netflix.
Pedro Pascal voltou a criticar a autora de ‘Harry Potter’,J.K. Rowling, condenando os comentários que ela fez celebrando uma decisão da Suprema Corte do Reino Unido amplamente vista como prejudicial à comunidade trans.
Segundo o Deadline, Pascal afirmou que não se arrepende de ter classificado a declaração de Rowling como um “comportamento de perdedora hedionda”.
“Olha, eu quero proteger as pessoas que amo”, disse Pascal, que é irmão da atriz e ativista trans Lux Pascal. “Mas vai além disso. Bullying me dá nojo”.
A polêmica surgiu dois meses atrás, após uma decisão judicial no Reino Unido definir legalmente “mulher” com base apenas no sexo biológico. Em resposta, Rowling publicou no X (antigo Twitter): “Adoro quando um plano dá certo”.
Comentando sua reação à fala da autora, Pascal disse: “A única coisa com a qual eu realmente me preocupei foi: ‘Eu estou ajudando? Estou realmente ajudando em algo?’ É uma situação que exige o máximo de elegância, para que algo de fato aconteça e as pessoas possam ser protegidas”.
Seth Rogen, conhecido por seu trabalho em comédias como ‘Vizinhos’ e ‘É o Fim’, comentou recentemente sobre um teste de elenco do início de sua carreira que, segundo ele, foi tão desastroso que, se viesse à tona hoje, poderia “acabar com sua carreira”.
Conforme à Variety, o ator revelou que fez uma audição no início dos anos 2000 para o filme ‘Contato de Risco’ (Gigli), protagonizado por Ben Affleck e Jennifer Lopez.
“Faz muito tempo”, disse Rogen. “E graças a Deus que, naquela época, a maioria dos testes era gravada em fitas VHS. Porque, olhando em retrospecto, as coisas para as quais eu fiz audição… se estivessem disponíveis por aí, acabariam com minha carreira muito rapidamente, eu acredito”.
Rogen revelou que fez teste para o papel de um jovem com deficiência cognitiva, papel que acabou indo para Justin Bartha.
“Não acho que fui ao teste usando capacete, mas isso estava implícito”, contou Rogen, com constrangimento, admitindo que o roteiro da época não apresentava o personagem da forma mais sensível, especialmente pelos padrões atuais.
“Estou tentado a imitar o que fiz na audição, mas não consigo. Não dá. Foi tão ruim. Eu não ouso repetir o que fiz. Porque eu fui com tudo. Eu me vi no Oscar…”, acrescentou.
Ele fez um apelo bem-humorado, mas sério: “Sinceramente, se essa fita aparecesse hoje no mundo, essa seria a última entrevista que você me veria dar. A não ser, talvez, durante minha turnê de desculpas. Por favor, se alguém tiver essa fita: queime-a. Ou então me venda. Eu compro”.
‘Contato de Risco’, dirigido por Martin Brest (‘Um Tira da Pesada’), narra a história de Ben Affleck como um mafioso de baixo escalão encarregado de sequestrar o irmão de um promotor federal, um jovem com deficiência intelectual.