Semana passada, não publiquei a resenha do 3º episódio de Game Of Thrones – GoT. Foi um misto de falta de tempo com uma paralisia provocada por uma decepção que vinha se arrastando desde a quinta temporada. E que só nesse 4º episódio começou a sumir e a dar lugar ao otimismo.
Da quinta temporada até o 3º episódio da atual temporada, estava com a sensação de que os roteiristas tinham se perdido, com dificuldades de definir os rumos da série. Não falo de saber qual será o seu final, mas o caminho a seguir até ele. Além disso, parecia que eles haviam perdido o propósito da série, ou seja, quais mensagens querem passar com a narrativa.
Quando você decide contar uma história, o ideal é já ter algo planejado, com começo meio e fim. Sim, há obras maravilhosas que foram escritas sem um final determinado, mas as mais extensas, como GoT, quase que exigem um plano de voo detalhado. A impressão que a série vinha me passando era de que eles não tinham mais esse plano – ou ele estava uma bagunça. Subtramas que pareciam só encher linguiça, mortes sem boas justificativas, só “pra causar”, núcleos maus explorados (Dorne…) confirmavam minha impressão.
Já disse outras vezes, os três primeiros episódios de um temporada de GoT servem para organizar o tabuleiro, daí mais fracos. Exceto pelo segundo episódio, o começo desta sexta temporada foi assim, de organizar o tabuleiro. Mas, como a quinta temporada fora problemática, fiquei me perguntando, se os roteiristas iriam gastar a sexta temporada toda para organizar a casa e tentar reencontrar o rumo.
Porém… veio esse presente que foi o 4º episódio. Repetindo a tradição de GoT, um episódio forte. Olhando o conjunto, parece que a série voltou aos trilhos (ao menos em parte, rsrs). Os ventos que sopraram das terras de Essos e do Norte de Westeros arejaram a série.
O arco de Jon Snow (Kit Harington), com o seu reencontro com Sansa (Sophie Turner), e todos os personagens que estão em Castelo Negro apontam caminhos interessantes para a série. Para ficar no principal, Jon e Sansa irão buscar retomar a sua amada Winterfell e refazer a família Stark – quem sabe, ao final, GoT também se revele uma grande saga de amor familiar. Também resgataram o mito de Azor Ahai, reforçando as teses dos fãs e começando a preparar o público para o grande confronto com os White Walkers.
Em Meereen, Tyrion (Peter Dinklage), Missandei (Nathalie Emmanuel) e o Verme Cinzento (Jacob Anderson), além de protagonizarem uma verdadeira lição de política, tomaram passos decisivos para a estabilidade da cidade. Esses eventos recolocam Tyrion nos jogos de poder e devem consolidar os seus laços com Daenerys Targaryen (Emilia Clarke). E, claro, o final triunfal de Dany foi um simbólico “pagar a língua” para os que criticavam GoT – fatura que paguei com gosto!
Até Petyr Baelish (Aidan Gillen) Ary Stark (Maisie Williams) – esta no 3º episódio – dão sinais de que voltarão a protagonizar grandes momentos. Realmente, os problemas da GoT estão mais ao sul. Além das cag… que os roteiristas vem fazendo em Dorne, todo a subtrama do Alto Pardal (Jonathan Pryce) parece uma encheção de linguiça. Pensem, se Cersei (Lena Headey) derrubar o Alto Pardal – que deve ser o foco pelos próximos episódios – qual terá sido a relevância desse plot para o desenvolvimento da história (a guerra dos tronos e a luta contra os White Walkers) e para o sentido da série (que interpretações e sentidos relevantes tiraremos disso?). Quando essa confusão começou lá na quinta temporada, fiquei empolgado imaginando uma exploração instigante da relação entre poder e fanatismo religioso. O que tivemos até agora foi blá-blá-blá sem muito sentido, eventos sem função e nu frontal (a única coisa produtiva feita pelo Alto Pardal).
Espero que minhas boas impressões se confirmem nos próximos episódios e que GoT nos brinde com mais emoção e com o romance entre Brienne (Gwendoline Christie) e Tormund (Kristofer Hivju)!
E, aí, o que achou do episódio? Concorda que a série estava sem rumo? Chorou no reencontro de Jon e Sansa? Está apreensivo por Rickon nas mãos de Ramsay? Fez coração quando viu Brienne e Tormund? Comente, compartilhe e curta nossas redes sociais:
Após o primeiro trailer de ‘Caça-Fantasmas‘ (Ghostbusters) bater o recorde de maior rejeição para um trailer na história do YouTube, a Sony Pictures lança o segundo trailer bem melhor e mais detalhado.
O reboot feminino está programado para estrear no Brasil uma semana antes de chegar nos cinemas norte-americanos, em 14 de Julho de 2016.
Respeitada professora da Universidade de Columbia, Erin Gilbert (Kristen Wiig) escreveu um livro sobre a existência de fantasmas em parceria com a colega Abby Yates (Melissa McCarthy). A obra, que nunca foi levada a sério, é descoberta por seus pares acadêmicos e Erin perde o emprego. Quando Patty Tolan (Leslie Jones), funcionária do metrô de Nova York, presencia estranhos eventos no subterrâneo, Erin, Abby e Jillian Holtzmann (Kate McKinnon) se unem e partem para a ação pela salvação da cidade e do mundo.
Quando lançou o primeiro ‘X-Men‘ em 2000, o diretor Bryan Singer conseguiu renovar os filmes dos super-heróis e conquistou a crítica e o público, nos brindando com uma sequência ainda melhor que o original em 2003.
O diretor conseguiu reunir um elenco de primeira em filmes que pregava a defesa das minorias – os mutantes poderiam ser muito bem vistos como os homossexuais, que enfrentam problemas com uma sociedade preconceituosa e intolerante. Prova disso é que o diretor e um dos protagonistas (Ian McKellen) são assumidamente gays. E é a urgência de um assunto tão delicado e importante que fazia desse filme o início de uma poderosa franquia.
Com a saída de Singer da franquia, Brett Ratner assumiu o terceiro filme e nos entregou uma aventura divertida, mas aquém dos filmes anteriores.
Com os astros ficando cada vez mais caros (Halle Berry pediu um cachê milionário para continuar na franquia após ganhar um Oscar), a Fox decidiu inovar a franquia e chamou o fantástico diretor Matthew Vaughn para comandar ‘X-Men: Primeira Classe‘, o auge da franquia.
Com um plano ambicioso em mãos, a Fox decidiu reunir as duas gerações no megalomaníaco ‘X-Men: Dias de um Futuro Esquecido‘, uma saída inteligente para criar um reboot da franquia e poder reapresentar os mutantes famosos ainda jovens, dando espaço para ‘X-Men: Apocalipse‘. A decisão não agradou alguns fãs, aqueles mais ligados aos atores que viveram os personagens em suas primeiras versões.
Toda a história que havia sido contada até ‘X-Men: O Confronto Final’ é esquecida nesse novo filme, um passatempo divertido que não consegue reintroduzir os personagens de uma maneira tão eficiente quanto na trilogia inicial. Ou seja: seria melhor manter os atores originais e não mexer em time que estava ganhando, principalmente se não tiver certeza de que está criando algo melhor.
Apocalipse é o primeiro e mais poderoso mutante do universoX-Men, e acumulou os poderes de muitos outros mutantes, tornando-se imortal e invencível. Ao acordar depois de milhares de anos, ele está desiludido com o mundo em que se encontra e recruta uma equipe de mutantes poderosos, incluindo um Magneto desanimado (Michael Fassbender), para purificar a humanidade e criar uma nova ordem mundial, sobre a qual ele reinará. Como o destino da Terra está na balança, Raven (Jennifer Lawrence), com a ajuda do Professor Xavier (James McAvoy), deve levar uma equipe de jovens X-Men para parar o seu maior inimigo e salvar a humanidade da destruição completa.
A premissa começa de maneira brilhante, apresentando a origem do vilão no Egito antigo, mais de 3000 anos antes de Cristo. Com cenas muito bem dirigidas e efeitos mirabolantes, a sequência inicial é um deleite visual. Após os créditos iniciais, o visual carnavalesco do vilão e a falta de urgência da história prejudica o andamento do filme, chegando a cansar o espectador.
O grande ponto negativo reside no vilão e em suas motivações, nunca exploradas pelo roteiro de maneira inteligente ou convincente. Enquanto os outros filmes traziam uma trama que abordava temas inteligentes, como a intolerância, este novo filme se contenta apenas em entreter, sem grandes pretensões.
A história irregular nunca decola e prejudica a reinicialização da franquia e a atuação dos novos atores.
Quem se destaca no novo elenco é Sophie Turner, que brilha como uma poderosa Jean Grey, e Tye Sheridan, um descolado Ciclope. Alexandra Shipp (a Tempestade) e Olivia Munn (Psylocke) entregam suas melhores atuações, mas tem personagens rasas com pouca importância na trama.
Oscar Isaac, que interpreta o vilão, tem sua atuação prejudicada pela maquiagem duvidosa tão criticada pelos fãs quando o primeiro trailer foi lançado.
O destaque dos reminescentes fica por conta de Jennifer Lawrence, que cresceu mais que sua personagem e agora retorna praticamente em todas as suas cenas como sua forma humana, afinal, para que pagar um cachê milionário para a atriz e deixá-la com sua maquiagem azul? Apesar do motivo ser explicado, fica visível a vontade dos produtores em vender mais ingressos com o star power da atriz.
James McAvoy eMichael Fassbender continuam brilhando como Professor X e Magneto, sendo o maior acerto deste novo casting.
Dentre todos os astros, o principal destaque é o Mercúrio vivido por Evan Peters. Sua cena nesse filme é ainda mais brilhante que a de ‘Dias de um Futuro Esquecido‘, embalada por uma trilho sonora oitentista sensacional. A cena mostra que Bryan Singer é um diretor visionário e talentoso, mas errou a mão no novo filme ao perder o tom da produção, que transita entre o dark e o alegórico.
O filme ainda guarda uma surpresa ou outra, como a participação especial do mutante mais feroz dos cinemas em uma sequência cheia de violência, como os fãs sempre sonharam.
‘X-Men: Apocalipse‘ é um filme divertido, mas não consegue empolgar e manter a qualidade e importância dos filmes anteriores da franquia. Sobra ação e falta roteiro, reapresentando os personagens queridos do público de maneira superfula e pouco interessante.
É uma tristeza ver uma franquia com tanto potencial se perder em meio a tramas novelescas estilo ‘Malhação‘.
Renova o quadro de heróis, mas repete erros do passado
Apesar da franquia X-Men ser a grande percursora na retomada do subgênero de super-heróis nos cinemas, foi com X-Men: Primeira Classe (2011) que os mutantes se reergueram novamente, já que após uma sequência de decepções o público não demonstrava mais o mesmo interesse por Wolverine e companhia. E depois do lançamento de X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido (2014), com uma total proposta de reformulação, o grupo ganhou ainda mais fôlego e um espaço no meio do que é hoje o principal filão da indústria em Hollywood. Programaram até cronograma para um possível universo formado ao lado do Quarteto Fantástico e Deadpool.
Tanto que rapidamente trataram de acelerar a produção do próximo título, este que leva o nome de X-Men: Apocalipse e é mais ousado na ideia de renovar praticamente todo quadro de atores, em relação àqueles da trilogia original. No entanto é curioso que o filme cometa exatamente os mesmos erros do passado, recorrentes no fraco X-Men: O Confronto Final (2006) e principalmente em X-Men Origens: Wolverine (2009).
O longa traz à tona um dos vilões mais comentados nos quadrinhos dos filhos do átomo, o primeiro mutante En Sabah Nur, conhecido como Apocalipse (Oscar Isaac), que, devido a um ritual, desperta após milhares de anos com ideia de “purificar” a humanidade, onde segundo ele se perdeu ao longo do tempo. Para isto a criatura imortal convoca os seus súditos (ou o que seriam os Cavaleiros do Apocalipse), dentre eles estão Tempestade (Alexandra Shipp), Psylocke (Olivia Munn) e Anjo (Ben Hardy), além obviamente de Magneto (Michael Fassbender). Do outro lado estão os X-Men, que traz dessa vez Mística (Jennifer Lawrence) como a suposta líder da equipe, um jovem deveras promissor Ciclope (Tye Sheridan) e a forte presença de Jean Grey (Sophie Turner).
A trama então é basicamente isso, o vilão tentando conquistar o mundo e os heróis dando tudo de si para tentar evitar a catástrofe. Um amontado de clichês que adiciona pouquíssimos elementos em meio à trama central. As cenas de ação não incomodam e o ritmo narrativo é bom, algo habitual na filmografia de Bryan Singer, o que impressiona mesmo é o fato do cineasta, que já tem um vasto conhecimento dos personagens, adicionar novos e vários deles e não se preocupar em desenvolvê-los corretamente.
O Scott de Sheridan e a Jean de Turner são de fato as figuras de maior destaque, ainda que só a ultima chame mais atenção por ter tons mais dramáticos e interessantes. Contudo figuras importantes desse universo como a Tempestade, tão presente na franquia, mal tem falas e serve apenas de adereço visual. O mesmo se dá para quase todo resto do elenco, obrigando o público a ter uma leitura superficial. É verdade que o Mercúrio confere um frescor absurdo à fita, onde novamente vemos uma cena plástica e empolgante que vai fazer os fãs vibrarem. Mas é um artifício pontual e que quando é repetido novamente no terceiro ato perde o impacto.
O que falar então do vilão interpretado pelo geralmente excelente Oscar Isaac, que tem seu talento desperdiçado por estar empalidecido por uma caracterização horrenda (no sentido falho da palavra) e um juntado de tiques vistos em tantos outros inimigos do estilo. As motivações de Apocalipse são fracas, sua personalidade é absolutamente unidimensional e o desfecho chega a ser sem sentido, levando em conta a alcunha que detém. Então, mesmo que sem querer, Fassbender rouba a cena pelo seu já conhecido e temível Magneto, que, sim, possui motivos suficientes para os atos que já cometeu ao longo do tempo.
Em aspectos técnicos, o cinematografo Newton Thomas Sigel confere à obra o mesmo amarelado clássico de X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido, fazendo uma clara rima visual ratificando que ambos os filmes se interligam tematicamente. O maestro John Ottman retoma os temas já conhecidos da franquia, que, aliás, também ajudou a criar. Já os efeitos visuais são tão constantes e exagerados que, mesmo numa qualidade alta, soam falsos em vários andamentos. A direção de arte não chama muito atenção, entretanto o figurino oitentista, colorido e vibrante traz um charme estético especial.
No mais, X-Men: Apocalipse é uma produção que pouco acrescenta ao universo mutante, menos ainda ao subgênero que, apesar de conseguir bons números em bilheteria, dos estúdios programarem universos extensos e da formula Marvel Studios geralmente funcionar, precisa se renovar urgente. São claros os sinais de cansaço da vertente do ponto de vista cinematográfico. E aqui Bryan Singer até que tentou reformulando os heróis e não fez um filme ruim num todo, sendo até eficiente como entretenimento escapista, mas também completamente esquecível.
Foi passeando pelos ‘adicionados recentemente’ da Netflix que me deparei com essa incrível série da BBC! Mesmo dentro de um resumo que poderia ser de uma história clichê, a série consegue se destacar por criar um ambiente de drama psicológico onde toda a narrativa foge do que somos acostumados a acompanhar em outras produções que tratam da mesma temática.
O que você precisa saber sobre a série é o seguinte: Gemma é uma médica toda boazona no seu trabalho e vive um casamento aparentemente normal e funcional com Simon. Os dois têm um filho chamado Tom, daquele estilo precoce e todo espertinho. Já no piloto da série, Gemma encontra um fio longo e loiro no cachecol que o marido usou no dia anterior. Daí pra frente, que comecem os jogos.
A questão mais irrelevante sobre Doctor Foster é se há ou não uma traição, pois isso a gente descobre rápido. Interessante mesmo é o desdobramento do que a protagonista faz com as informações que ela recebe. A gente corre o risco de assistir 5 horas de série – são 5 episódios de 1 hora cada – sem saber entender muito bem como sente-se em relação à Gemma, pois o roteiro consegue dar alguns nós na nossa mente e fazer os nossos sentimentos oscilarem com frequência.
Desde o começo da série vemos Gemma como a base da família, mas não na função de esposa troféu e mãe zelosa. É ela quem trabalha duro, é nitidamente apaixonada pela carreira e certamente quem injeta dinheiro e permite a estabilidade financeira do lar. A paixão e a determinação na carreira são sempre citadas como motivo de orgulho tanto por Simon quanto por Tom, o filho do casal.
Ao começar uma investigação sobre a possível traição do marido, Gemma não poupa recursos. Envolve seus vizinhos, amigos dela, amigos dele, o filho e até alguns de seus pacientes. Começa a perder a conduta sempre ética que tinha dentro do trabalho, bagunçando a ordem de atendimento dos seus pacientes para agir de acordo com seus interesses. Ao cutucar o vespeiro, Gemma descobre que a traição do marido é um pormenor perto de todo um esquema que envolve pessoas de sua total confiança que não apenas sabiam da traição, mas também acobertavam Simon.
| PS: o artigo abaixo contém spoilers |
Daí pra frente começa toda a genialidade de uma produção que se permitiu sair dos padrões convencionais e dar ao público a resposta pra pergunta “e se no caso de uma traição a esposa pirar, o que pode acontecer?”. Gemma passa a manipular emocionalmente todos que estão ao seu redor e passando a criar verdadeiros jogos mentais dentro e fora de casa.
No começo nós vemos a protagonista guardando tudo para si, ela vai remoendo a traição num emaranhado de falta de oportunidades e, algumas vezes, de vontade de jogar tudo na cara do marido. Ao começar a abrir a porta para o que seria a conversa mais dolorosa da sua vida, Gemma recebe uma sequencia infindável de negações e, ainda por cima, tem que assistir o marido falar que a falta de confiança dela está começando a passar dos limites. Em um determinado momento coletivamente doloroso para a família, Gemma resolve deixar as coisas como estão e dar uma segunda chance para o casamento, fato que dura pouco.
As negativas do marido quando ela já sabe de tudo que está acontecendo acabam por colocar a protagonista em um círculo obsessivo de coletar mais e mais fatos e saber de mais e mais coisas. Para nós só fica o questionamento de como ela vai agir e do que vai fazer com tudo aquilo, ainda mais considerando as vezes que ela pegou leve com o marido e resolveu seguir mantendo a aparência da família.
Tentando reinstalar um sistema de justiça, Gemma começa a dar as cartas nas relações de outras pessoas com o intuito de protegê-las. É assim que ela arranca um vagabundo e agressor da casa de uma de suas pacientes, dorme com o marido da vizinha como um blefe para conseguir as informações que quer e também fazer com que ele tenha que contar para a esposa que tem relações fora do casamento e faz com que um de seus pacientes fique numa sinuca de bico onde tem que contar para a esposa sobre uma doença séria que ele vinha escondendo.
Se você pensa que isso dá certo, fuén! Exceto pelo último caso, todos os tiros dados por Gemma saem pela culatra quando ela se enxerga em uma sociedade conivente com a traição como um modo eficaz para um casamento duradouro ou com uma mulher que aceita voltar para o namorado que a espancava e, se isso não fosse o bastante, ainda alia-se a ele para destruir a carreira de uma pessoa que a ajudou em várias ocasiões.
Assim, pouco a pouco, ela vai perdendo a admiração do filho, é afastada do trabalho e não tem mais vontade nenhuma de estar no mesmo ambiente que o marido. Ela se refugia e pensa em afastar a família e chega a pensar em dar cabo da própria vida. Ao resolver não fazer isso, ela volta pra casa com a decisão de que não permitirá que as coisas continuem como estão. Nesse meio tempo ela já tem nas costas a traição do marido, dos amigos, a possibilidade de não conseguir retomar seu emprego e a ciência de que Simon, além de tudo, escondeu dela todas as tramoias que ele fez com o dinheiro da família (que é muito mais dela que qualquer outra coisa).
Com uma sequência final de tirar o fôlego, Doctor Foster coloca em seu último episódio toda a energia que as pessoas que não são habituadas ao ritmo geral de séries Britânicas esperou da série toda! O fight final entre Simon e Gemma é a coisa mais maravilhosa de sensacional da face da Terra!
Ao tentar justificar o injustificável, Simon erra feio, erra rude e recebe uma cartada à altura da esposa! Quem assistiu filmes como “Anticristo” (Lars von Trier) ou “A caixa” (Richard Kelly) vai sentir ótimas referências do final dos dois filmes ao ver Doctor Foster. Mas vale a pena lembrar que a minissérie anda na contramão das produções que costumamos ver.
Enquanto séries que falam sobre política parecem ser as únicas que se encaixam atualmente no panorama Brasileiro, Doctor Foster dá uma amostra do empoderamento feminino do qual tanto estamos conversando por aqui também. A série pode, e deixou, muita gente em choque por abordar a traição por um panorama que não somos acostumados a ver, única e exclusivamente pela visão da mulher traída.
Tendo o próprio filho jogando contra si as questões do trabalho e do excesso de compromissos que não a permitem ser exatamente a mãe que seu filho desejava, Gemma não se permite abaixar a cabeça ou pensar em deixar de lado a profissão que escolheu ou as coisas pelas quais lutou durante a vida toda.
Vivemos em uma sociedade que ainda parece exigir que a mulher sempre tenha que ser a pessoa que oprime seus sonhos em favor da família, ou ser aquela que mantém todas as pontas atadas e mantém o equilíbrio da casa sem poder desabar. Parece ainda impensável a ideia de que a mulher possa ter dois ideais: constituir família e ter projeção de carreira. O papel da mulher segue estático como a pessoa que tem que sempre negar uma coisa para obter outra. Ela não pode ser o pilar financeiro da família ou sobressair em poder ao homem.
Se fosse bela, recatada e do lar, Gemma nunca seria vista ou sequer respeitada por Simon. Poderia ter o carinho e companhia do filho, mas nunca seria admirada por ele. Poderia renegar um dom profissional que lhe foi concebido, sendo uma médica sempre procurada por pacientes que sentiam-se ironizados por outros profissionais. Parece que nada a respeito dela seria o suficiente para manter a família unida de qualquer modo, pois a traição do marido é justificada com um ato praticamente instintivo e que, segundo o marido, é totalmente natural para qualquer homem.
Doctor Foster foi um estouro de audiência na TV e virou um fenômeno na sua emissora, o que já vem com a promessa de uma segunda temporada, da qual ainda não sabemos exatamente o que esperar ainda, uma vez que as pontas de toda a trama da primeira temporada ficaram muito bem amarradas. Mais um ponto pra essa incrível produção que vale muito a pena ser assistida.
Mesmo com um ritmo mais lento, a série nos deixa com vontade de acompanhar quais serão os próximos passos da protagonista e seus episódios sempre terminam com algo que não nos deixa dormir até saber o que vai acontecer depois. Mesmo com um piloto mais lento, vale muito a pena continuar, afinal são só 5 horinhas que rendem uma maratoninha leve e de boas (não que você vá terminar a série leve e de boas).
Agora nos resta esperar pela segunda temporada para ver como continua essa série que leva, por esses 5 episódios, um 10 com méritos!
O Mestre Jedi Yoda finalmente deve retornar à franquia depois de ter sua participação cortada em ‘Star Wars: O Despertar da Força‘,
O Indie Revolver revelou que Frank Oz já gravou suas falas como o mestre Jedi para ‘Star Wars – Episódio VIII‘, mas não realizou o processo de capturas de movimento.
Sendo assim, provavelmente ouviremos apenas a voz do mestre no filme.
Resta saber seu sua participação não será cortada da edição final, como no último filme – leia mais!
Segundo um boato no Facebook, o título oficial do ‘Star Wars – Episódio VIII‘ pode ser ‘Star Wars: Tale of the Jedi Temple‘ (Star Wars – O Conto do Templo Jedi, na tradução livre).
A Disney estaria se preparando para divulgar o título e detalhes do filme dia 4 de maio, conhecido por anos como o “Dia Star Wars“, data em que fãs se reúnem e eventos sobre a franquia tomam conta de vários países do mundo.
‘Star Wars: Episódio VIII‘ é escrito e dirigido por Rian Johnson (‘Looper – Assassinos do Futuro’), e dá continuidade ao enredo apresentado em ‘Star Wars: O Despertar da Força‘.
Rey deu seus primeiros passos em ‘Star Wars: O Despertar da Força‘ e vai continuar sua jornada épica ao lado de Finn, Poe e Luke Skywalker no próximo capítulo da saga, que estreia em 15 de dezembro de 2017.
O canal AMC divulgou uma mega promo de ‘Preacher‘, com os quatro primeiros minutos da série.
A adaptação televisiva da HQ homônima de Garth Ennis estreia nos EUA dia 22 de maio nos EUA, no lugar deixado pelo fim da segunda temporada de ‘Fear the Walking Dead‘.
‘Preacher’ é centrada em Jesse Custer (Dominic Cooper), pastor de uma cidadezinha no interior do Texas que, acidentalmente, é possuído por uma entidade chamada Gênesis – o filho de um anjo com um demônio do sexo feminino.
Com isso, Custer adquire o dom da palavra divina: quando ele fala, todos obedecem, mesmo contra a vontade. Jesse decide então procurar Deus e, no caminho, reencontra a ex-namorada Tulipa e o vampiro irlandês Cassidy.
Ruth Negga (‘Agents of SHIELD’) será a criminosa Tulipa O’Hara; Ian Colletti (‘Rake’) fará o Cara de Cu (Arseface); Joseph Gilgun (‘Misfits’) será o vampiro irlandês Cassidy; Lucy Griffiths (‘True Blood’, ‘Constantine’) e Elizabeth Perkins (‘Weeds’) viverão, respectivamente, as personagens originais Emily Woodrow, mão direita de Jesse Custer, e Vyla Quinncannon, dona de um matadouro que tem um passado com o pai de Jesse.
Seth Rogen co-dirige o primeiro episódio ao lado de Evan Goldberg, seu parceiro nos filmes ’A Entrevista’ e ‘É o Fim’. Os dois também escreveram o piloto.
Os quadrinhos foram originalmente publicados pela Vertigo, selo adulto da DC Comics.
Desde 2013, a Warner vem enfrentando problemas para construir o universo cinematográfico da DC, apesar de já ter dedicado seu cronograma dos próximos cinco anos aos filmes de heróis da editora.
O principal problema era a falta de alguém para supervisionar os projetos, que estão sendo tocados de forma individual pelos diretores ou produtores de cada um dos filmes, ao contrário da Marvel, que tem seu presidente Kevin Feige como responsável por deixar coeso o universo cinemático da produtora. David Ayer, por exemplo, recebeu total controle criativo para dirigir ‘Esquadrão Suicida’.
Para evitar outro ‘Batman vs Superman‘, a Warner Bros. anunciou que realizará uma reformulação no alto escalão dos produtores dos filmes da DC Comics.
O Hollywood Reporter revelou queGeoff Johns, chefe criativo da editora, e Jon Berg, vice-presidente executivo do estúdio, vão comandar a divisão de filmes de super-heróis.
A dupla terá controle criativo total sobre os futuros filmes, e terá uma função similar à que Kevin Feige desenvolve na Marvel Studios.
O estúdio se assegurou em melhorar o Universo Cinematográfico da DC Comics após as críticas negativas recebidas por ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça‘.
‘Mulher-Maravilha‘ (Wonder Woman) teve sua estreia agendada para 23 de Junho de 2017, enquanto ‘Liga da Justiça – Parte 1‘ (Justice League Part One) estreia em 17 de Novembro de 2017.
‘Liga da Justiça – Parte 2‘ (Justice League Part Two) será lançado dia 14 de Junho de 2019.
A Threshold Entertainment conseguiu fechar uma mega parceria entre distribuidoras da China e dos Estados Unidos para desenvolver a adaptação em live-action de ‘Tetris‘ ao orçamento de US$ 80 milhões.
Segundo liberado pelo The Hollywood Reporter, as filmagens vão acontecer ao longo de 2017 totalmente na China. A ideia é que o projeto tenha o elenco e a equipe técnica de americanos, mas com o ambiente chinês para o seu desenvolvimento.
O CEO da companhia, Larry Kasanoff, adiantou ao jornal que “será um grande e épico filme de ficção científica. Este não será um filme sobre um monte de linhas que se agrupam numa tela [a dinâmico do jogo]. Nós daremos pés para as formas geométricas”, acrescentou o executivo.
Kasanoff também servirá como produtor do longa. Ele adquiriu experiência no gênero ao cuidar da versão cinematográfica de ‘Mortal Kombat‘, em 1995, e de sua sequência, ‘Mortal Kombat – A Aniquilação‘ (1997).
Não há roteirista nem diretor contratados para o projeto, que também segue sem cronograma.
Criado em 1984 pelo programador russo Alexey Pajitnov, ‘Tetris‘ se tornou um fenômeno dos videogames quando passou a ser disponibilizado para o Nintendo Game Boy em 1989. O game já vendeu 70 milhões de cópias físicas e 100 milhões de cópias para celulares.
E isso é muito legal, principalmente, porque o que Marvel Studios está fazendo com ‘Pantera Negra‘ foi o que ela realizou com James Gunn e o seu fantástico ‘Guardiões da Galáxia‘. Entrega o projeto completo ao diretor/roteirista e ele desenvolve da maneira como ele achar melhor. Afinal, o Pantera é um personagem muito peculiar e merece ser realizado com o máximo de cuidado.
Em conversa com a imprensa americana,Ryan Coogler (‘Creed – Nascido para Lutar’) comentou como que a produção da Casa das Ideias será o projeto mais pessoal em sua carreira até o momento, mais até que o belo ‘Creed – Nascido para Lutar‘.
É um desafio específico. Como a Marvel vem fazendo e o que vários outros estúdios estão fazendo, é fato que a Marvel tem feito tudo com muito sucesso, afinal, é tornar o conteúdo que existe em um universo particular, onde os personagens são amarrar os e são cruzados, e eu acho que é um grande desafio criativo para mim – para fazer este longa tão pessoal quanto possível. Vai ser o longa mais pessoal até agora, e isso é algo louco de dizer, mas é o caso. Eu estou obcecado por esse personagem e com essa história, e eu acho que vai ser algo muito original e ainda vai se encaixar na narrativa global a qual estamos estabelecendo.
Vale lembrar que Michael B. Jordan (que já trabalhou com o diretor Ryan Coogler em ‘Fruitvale Station‘ e ‘Creed‘) é a nova adição no elenco, como um dos vilões da produção.
Lupita Nyong’o (’12 Anos de Escravidão’) também está em negociações para interpretar a protagonista feminina, ointeresse romântico do T’Challa/Pantera Negra.
Chadwick Boseman viverá T’Challa/Pantera Negra na adaptação de HQ. Ernie Hudson (franquia ‘Os Caça-Fantasmas’) pode ficar com o papel de T’Chaka, rei da nação de Wakanda e pai de T’Challa.
A estreia acontece em 15 de Fevereiro de 2018.
Boseman assinou contrato para viver o Pantera em cinco filmes da Marvel, mas ainda não foram divulgados quais os outros três títulos em que ele participará. Uma aposta certa é o retorno do personagem nas duas partes de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o terceiro filme da franquia.
Conforme dito pelo próprio Shane Black em conversa com a imprensa americana, se realmenteArnold Schwarzeneggervier na produção… será em sua versão mais velha, afinal, o novo ‘Predador‘ funcionará como uma sequência do clássico.
O melhor mesmo é que a gente não vai precisar conferir Arnold naquela computação gráfica bizarra de ‘O Exterminador do Futuro – Gênesis‘.
O primeiro ‘Predador‘ foi lançado em 1987, dirigido por John McTiernan e estrelado por Arnold Schwarzenegger. A Fox já havia tentado reiniciar a franquia em 2010, com ‘Predadores‘, que afundou nas bilheterias.
Fred Dekker, que co-escreveu o roteiro com Shane Black (o diretor da produção), revelou recentemente que o script do novo filme está pronto e as filmagens começam muito em breve.
A 20th Century Fox agendou a data de estreia de ‘The Predador‘ para o dia 2 de Março de 2018.
Começando com sua primeira aparição, em X-Men 4, em maio de 1964. Assim, seus primeiros movimentos foram como uma vilã. Seus poderes são o pontapé inicial para os poderes místicos do universo, cirando a realidade de desfigurar o caos. A Feiticeira Escarlate em seguida uniu-se aos Vingadores e passou os próximos dois anos brigando por eles.
Depois dos eventos de ‘Vingadores: Era de Ultron‘, ‘Capitão América: Guerra Civil‘ encontra Steve Rogers liderando o recém formado grupo de Vingadores em seus esforços contínuos para proteger a humanidade. Mas após outro incidente, envolvendo os Vingadores, resultar em danos colaterais, aumenta a pressão política para instalar um sistema de responsabilização, comandado por uma agência do governo para supervisionar e dirigir a equipe. O novo status quo divide os Vingadores, resultando em duas frentes – uma liderada por Steve Rogers e seu desejo de que os Vingadores se mantenham livres para defender a humanidade sem a interferência do governo, e a outra que segue a surpreendente decisão de Tony Stark de apoiar a responsabilização e supervisão do governo.
‘Star Wars: Episódio VIII‘ é escrito e dirigido por Rian Johnson (‘Looper – Assassinos do Futuro’), e dá continuidade ao enredo apresentado em ‘Star Wars: O Despertar da Força‘.
Rey deu seus primeiros passos em ‘Star Wars: O Despertar da Força‘ e vai continuar sua jornada épica ao lado de Finn, Poe e Luke Skywalker no próximo capítulo da saga, que estreia em 15 de dezembro de 2017.
Segundo um jornalista do The Wrap, o roteiro da nova produção foi reescrito para aumentar e aprofundar a história do passado de Rey e Finn – leia!
A retomada da saga, comandada porJ.J. Abrams, é baseada na obra de George Lucas, e se passa trinta anos após os acontecimentos de ‘Star Wars: Episódio VI – O Retorno de Jedi‘, produção de 1983.
O editor Renato Marafon realizou uma crítica Ao Vivo de ‘X-Men: Apocalipse‘ pelo Facebook, tirando as dúvidas dos fãs e falando um pouco mais sobre a produção.
A estreia no Brasil acontece quinta-feira, dia 19 de Maio.
Desde o início da civilização, ele era adorado como um deus. Apocalipse, o primeiro e mais poderoso mutante do universo X-Men da Marvel, acumulou os poderes de muitos outros mutantes, tornando-se imortal e invencível. Ao acordar depois de milhares de anos, ele está desiludido com o mundo em que se encontra e recruta uma equipe de mutantes poderosos, incluindo um Magneto desanimado (Michael Fassbender), para purificar a humanidade e criar uma nova ordem mundial, sobre a qual ele reinará. Como o destino da Terra está na balança, Raven (Jennifer Lawrence), com a ajuda do Professor Xavier (James McAvoy) deve levar uma equipe de jovens X-Men para parar o seu maior inimigo e salvar a humanidade da destruição completa.
Este novo filme da série ‘X-Men‘ se passará uma década após os eventos de ‘Dias de um Futuro Esquecido‘ e será focado nos jovens mutantes da franquia, servindo como uma continuação de ‘X-Men: Primeira Classe‘.
A história se passará 13 anos depois do original e sua trama será centrada em Holt (Alex Roe), que se distancia da namorada (feita pela italiana Matilda Lutz) após assistir a fita amaldiçoada. Aimee Teergarden (‘Pânico 4’ e da série ’Friday Night Lights’) também está no elenco, em papel desconhecido.
O roteiro foi escrito por Akiva Goldsman, de ‘Eu Sou a Lenda’ e ‘Anjos e Demônios’. A direção ficará a cargo do espanhol F. Javier Gutiérrez (‘Três Dias’).
O primeiro filme da franquia foi dirigido por Gore Verbinski (‘Piratas do Caribe’), e baseado em ‘Ringu‘ (de Hideo Nakata). O terror arrecadou US$ 250 milhões mundialmente, já a sequência fez US$ 161 milhões.
A Universal Pictures reserva uma surpresa para os fanáticos por Warcraft: de 27/5 até 5/6, o público poderá participar de uma cena do filme ‘Warcraft – O Primeiro Encontro de Dois Mundos‘ (Warcraft – The Beginning), que chega aos cinemas em 2 de junho.
O Shopping Internacional de Guarulhos, em São Paulo, receberá uma estrutura de experiência imersiva do filme, que gravará vídeos de 15 segundos para os fãs – com os devidos créditos para suas participações. Dentro da estrutura, que pode receber até quatro pessoas por vez, uma tela verde transmitirá uma cena de batalha entre Orcs e Humanos, e o público poderá interagir com as imagens. Ao final, o fã receberá o link para baixar seu vídeo e publicar nas redes sociais.
Com o slogan ‘Dois Mundos, um território’, o filme conta com direção de Duncan Jones (“Lunar” e “Contra o Tempo”), e mostra o pacífico reino de Azeroth à beira de uma guerra. Quando sua civilização enfrenta uma temível invasão de guerreiros Orcs – que fogem de seu território para colonizar um novo lar – um portal se abre para conectar esses dois mundos: um exército se vê cara a cara com a destruição e o outro, com a extinção. De lados opostos, dois heróis são colocados em um caminho de colisão que irá decidir o destino de suas famílias, seu povo e seu lar.
Dominic Cooper será o rei Llane Wrynn, que traz esperança à cidade de Stormwind; Toby Kebbel será Durotan, integrante principal da Horda e líder do clã Frostwolf; Rob Kazinsky será Orgrim; braço direito de Durotan; Paula Patton será Garona, sobrevivente que precisa decidir de qual lado ficará na guerra entre Aliança e Horda; Ben Schnetzer será o mago Khadgar; Clancy Brown será Blackhand, guerreiro Orc apelidado de “O Destruidor”; Ben Foster será Medivh, mais conhecido como “O Guardião”, que tem poderes formidáveis; Travis Fimmel será Anduin Lothar, principal membro do exército da Aliança; Ruth Negga será Lady Taria, a rainha de Stormwind; e Daniel Wu será Gul’Dan, supremo Orc que não consegue controlar sua magia negra.
Com direção de Andrucha Waddington, o novo filme da série ‘Os Penetras‘ mostra que um bom golpista não perdoa nem o melhor amigo. No início da história, encontramos Beto (Eduardo Sterblitch) desolado por ter sido enganado por Marco (Marcelo Adnet), o malandro profissional. Internado em uma clínica psiquiátrica, Beto é surpreendido por uma notícia que muda os rumos de sua vida e de seus parceiros Laura (Mariana Ximenes) e Nelson (Stepan Nercessian). Em seguida, os três conhecem Santiago, um milionário sedutor, e Oleg, um mafioso russo. De golpe em golpe, eles vivem uma das maiores confusões de suas vidas.
Vale lembrar que o astroColin Firth foi oficialmente confirmado no elenco, reprisando o papel de Harry Hart. Há meses surgiu um boato afirmando que o personagem iria aparecer na sequência.
“As notícias sobre minha morte foram muito exagerados”, diz o slogan.
Em recente entrevista ao Collider, o ator Taron Egerton revelou detalhes sobre a sequência – saiba mais!
Baseado na HQ escrita por Mark Millar e desenhada por Dave Gibbons, ‘Kingsman‘ foi uma das melhores surpresas de 2015 e arrecadou US$ 414 milhões pelo mundo.
A 20th Century Fox agendou a data de estreia de ‘Kingsman 2‘ nos cinemas nacionais: 15 de junho de 2017, um dia antes da estreia norte-americana.
A trama do primeiro filme acompanha uma organização supersecreta que recruta um deselegante mas promissor garoto para o programa de treinamento supercompetitivo da agência justo quando um perverso gênio tecnológico ameaça o planeta. Os novatos Taron Egerton e Sophie Cookson vivem os protagonistas. Colin Firth, Michael Caine e Samuel L. Jackson também estrelam.
Michelangelo, Donatello, Leonardo e Raphael voltam aos cinemas para uma batalha ainda maior, com vilões da pesada e com a ajuda de April O’Neil (Megan Fox), Vern Fenwick (Will Arnett), e o recém chegado justiceiro Casey Jones (Stephen Amell). O mundo fica em perigo depois que o supervilão Shredder foge da justiça e junta forças com Baxter Stockman (Tyler Perry), um cientista louco que arquiteta um plano diabólico para conquistar o mundo junto com seus dois capangas, Bebop (Gary Anthony Williams) e Rocksteady (WWE Superstar Stephen “Sheamus” Farrelly). À medida que as Tartarugas se preparam para combater Shredder e sua nova equipe, eles se deparam com um inimigo ainda maior do que imaginavam: o terrível Krang.
O filme chega nos cinemas nacionais em 2 de junho de 2016.
Formam o elenco: Megan Fox (April O’Neil), Will Arnett (Vernon Fenwick), Stephen Amell (Casey Jones); Tyler Perry (Baxter Stockman), Brian Tee (Destruidor), Brittany Ishibashi (Karai) e Laura Linney. Os jogadores da NBA DeAndre Jordan, J.J. Redick, Matt Barnes, Austin Rivers , Spencer Hawes e a modelo brasileira Alessandra Ambrósio fazem participação especiais.
Bebop(vivido por Gary Anthony Williams, com seu moicano rosa) eRocksteady (interpretado pelo lutador de WWE Sheamus) vivem os vilões.
Michael Bay produz novamente junto com seus sócios da Platinum Dunes,Andrew Form eBrad Fuller. Galen Walker e Scott Mednick também serão produtores. Os roteiristas Josh Appelbaum & André Nemec (‘Missão Impossível: Protocolo Fantasma’) estão de volta para escreverem a sequência, além de assinarem a produção executiva. O filme será lançado pela Paramount Pictures em 3 de junho de 2016.
‘Personal Shopper‘, o mais novo projeto de Kristen Stewart com o diretor Olivier Assayas, ganhou seu primeiro trailer. Os dois trabalharam juntos no muito tocante ‘Acima das Nuvens‘.
Na trama, Kristen vive uma personal stylist com poderes paranormais.