Site Página 7851

Crítica | O Dono do Jogo

Nós nos transformamos naquilo que praticamos com freqüência. A perfeição, portanto, não é um ato isolado, é um hábito. Lançado nos Estados Unidos no final do mês de setembro do ano passado, O Dono do Jogo conta a história de uma lenda do Xadrez que esteve metido em ‘jogos políticos’ durante a famosa guerra fria. No papel principal, o eterno homem-aranha Tobey Maguire (que também produziu o filme) que às vezes meio exagerado, e sem tornar o protagonista uma figura com grande carisma, deixa o filme muitas vezes sonolento, já que é o grande pilar da trama. Nem a competente direção do craque Edward Zwick consegue deixar o filme atraente aos olhos cinéfilos.

Na trama, que não deixa de ser uma cinebiografia, conhecemos com mais detalhes a vida de Robert James Fischer, o Bobby Fischer (Tobey Maguire), uma lenda do xadrez mundial que nasceu em Chicago mas logo se mudou para Nova Iorque onde passou a freqüentar vários clubes de xadrez. Desde a adolescência sendo tratado como um grande gênio do tabuleiro, durante a Guerra fria, mais precisamente em 1972, resolveu lutar pelo título mundial e em uma épica batalha, venceu o campeão russo Boris Spassky (Liev Schreiber). O filme mostra parte do caminho de Fischer até essa batalha, com seus problemas sociais e suas paranóias constantes.

Não é que o filme seja ruim, longe disso. Mas ele não consegue prender a atenção nos seus momentos importantes. Talvez falte uma sagacidade ao roteiro e atuações um pouco mais inspiradas de Tobey Maguire e Liev Schreiber. O primeiro ato do filme é bastante corrido, a relação com sua mãe não é muito bem explorada, são deixadas lacunas que não são respondidas e que ajudariam a compreender melhor as ações do protagonista. A relação da irmã de Fischer com o enxadrista também é mal encaixada na trama, servindo apenas como enfeite de clichê já no ato final da história. Essa aceleração das relações familiares do ex=campeão mundial de xadrez, para se chegar logo na luta de tabuleiro com Spassky, é bastante atrapalhada, acabam ficando peças pelo caminho.

Pawn Sacrifice, no original, não sei se é um filme que poderia dar certo, poderia ter sido melhor explorado no foco entre as grandes duas potências da época em que é ambientado. Parece que um abre alas foi feito para que a atuação do protagonista brilhe mas essa luz não acende em nenhum momento, acaba levando um xeque-mate.

Crítica | Min så kallade Pappa

A força da maternidade é maior que as leis da natureza. Lançado na Suécia em setembro de 2014, o longa-metragem Min så kallade Pappa (ainda sem tradução para o Brasil) é um daqueles belos filmes que infelizmente quase certo de eu nunca veremos por aqui. O projeto conta com o grande ator sueco Michael Nyqvist e é dirigido pelo experiente diretor Ulf Malmros. Utilizando bem a realidade e os pés nos chão para contar uma história que tinha tudo para ser um filminho de sessão da tarde, Min så kallade Pappa é um filme que você precisa conferir.

Na trama, conhecemos a futura mamãe e professora do jardim de infância Malin (Vera Vitali), uma mulher com garra e atitude que está passando por um momento de separação com o futuro pai de seu primeiro filho. Definida a tomar atitudes corajosas sobre seu futuro, resolve ir em busca do pai que nunca conhecemos, Martin (Michael Nyqvist), um veterano ator de teatro que nunca fez questão de procurar notícias de sua única filha. Durante o inusitado encontro, Martin sofre uma espécie de derrame e perde parte da memória. Assim, é a grande oportunidade de Malin se aproximar de seu desconhecido pai.

O fato que mais chama a atenção nesta fita sueca é a forma realista que o diretor apresenta os fatos e segue as linhas dos diálogos neste forte drama. Martin e sua personalidade forte, parece lutar contra seu passado a todo instante, até quando perde a memória. Malin vive todos os atos do filme atormentada por um passado que se mistura com o presente, sentindo que o futuro filho vai sofrer da mesma forma como sofreu quando seu pai a rejeitou quando criança. A linha de raciocínio para entendermos melhor a profundidade das características de cada personagem é feita de maneira brilhante.

Min så kallade pappa é para corações fortes, se aproxima um poucos das duras realidades mostrada por Susanne Bier e um pouco da poesia melancólica dos trabalhos de Isabel Coixet. Ao longo das cerca de duas horas de projeção o público se emociona e torce pela sofrida personagem a todo instante.  Min så kallade pappa é um belo filme que mescla uma realidade quase que infinita e uma linda poesia quase que melancólica.

Crítica | Desajustados

O homem nasceu para lutar e a sua vida é uma eterna batalha. Escrito e dirigido pelo cineasta francês Dagur Kári (diretor do ótimo O Bom Coração) Fúsi, no original, é uma grande fábula moderna sobre a solidão e o ato simples de recomeçar a vida. Muito definido em seus arcos, o roteiro navega com muita suavidade para dentro dos sentimentos do protagonista que são lapidados por características bastante peculiares e muito bem executadas pelo ótimo ator Gunnar Jónsson. Desajustados é um daqueles filmes que entram no circuito de maneira discreta e surpreendem a gente.

Na trama, conhecemos o solitário Fúsi (Gunnar Jónsson), um ser humano que leva uma vida monótona em uma cidadezinha europeia. Fúsi trabalha no departamento de cargas e bagagens do aeroporto de sua cidade e quase diariamente sofre Bulliyng de alguns colegas de trabalho. O protagonista mora com sua mãe e seu padrasto, e certo dia, o segundo matricula Fúsi em uma aula de dança onde ele acaba conhecendo Sjöfn (Ilmur Kristjánsdóttir) e essa pode ser a grande chance dele descobrir uma nova vida.

O protagonista é repleto de curiosidades que fazem dele um ser humano único. Se diverte jogando uma espécie de war com bonequinhos (Possui na sala de casa um modelo em miniatura da Batalha de El Alamein – durante a Segunda Guerra foi nesse campo de batalha que os aliados derrotaram pela primeira vez os nazistas), janta no mesmo restaurante toda sexta-feira, quase toda noite liga para a rádio local e pede um heavy metal pesado para o apresentador do canal, além, de gostar de comer algo parecido com Nescau misturado no leite pela manhã, possuir um relacionamento até certo ponto distante com sua mãe e possuir uma capacidade fora do normal de agüentar as inúmeras pancadas que a vida lhe dá.

Detalhista, a câmera do diretor faz questão de transportar o espectador para qualquer variável que se apresente na trajetória do protagonista. A solidão é muito bem desenvolvida nesta linha do detalhe. Na cena do restaurante, onde a lente da câmera aponta para o guardanapo e talheres que são retirados, já que Fusi jantará novamente sozinho, é delicada e abre espaço para o segundo ato. A questão dos detalhes aponta ainda para uma inteligente analogia entre um campo de batalha e as dificuldades do nosso dia a dia.

Nomeado para alguns prêmios internacionais, Desajustados, diretamente da Islândia, chega ao circuito brasileiro nesses próximos dias e merece muito ser conferido.

Crítica | À Três Vamos Lá

Nas leis do amor, os limites são meros e delicados detalhes. Escrita e dirigida pelo cineasta Jérôme Bonnell, À Três Vamos Lá é quase que um conto de fadas com alternâncias entre a profundidade do amar e as crônicas que se pode esperar de um conflituoso porém extremamente simpático triângulo amoroso. Ao longo dos curtos 85 minutos de projeção somos testemunhas de uma história nem tão original mas com uma narrativa empolgante e uma direção para lá de competente.

Com todas as filmagens ocorrendo na linda cidade de Lille, na França, o longa-metragem, que chega ao Brasil no próximo dia 14 de abril, conta a história de Mélodie (Anaïs Demoustier), uma jovem e valente advogada que se encontra em um dilema tanto na sua vida profissional, quanto em sua vida pessoal. Micha (Félix Moati) e Charlotte (Sophie Verbeeck), amigos de Mélodie, são um casal que faz meses que não se entendem e um dos motivos pode ser a própria Mélodie com que mantém um caso com cada um dos personagens. Alternando comédia e drama, este belo filme percorrerá com grande linha objetiva os caminhos de um relacionamento.

O roteiro é empolgante, consegue transformar três personagens em protagonistas sem que em nenhum momento haja algum tipo de conflito. As personalidades dos três personagens é algo muito bem trabalhado: Melanie e seu jeitinho doce mas que esconde uma personalidade forte que se encontra em um momento de conflito em vários campos de sua vida, Charlotte e suas eternas dúvidas sobre como amar e como descobrir uma maneira de renovar seu relacionamento, Micha com seu ar de tolo apaixonado que acaba amando e sofrendo duas mulheres cada uma de maneira completamente diferente. O legal desse conjunto é que torcemos o tempo todo para um final feliz para todos, tamanha a empatia contida em cena.

Sem dúvidas é um filme com um toque de Nelson Rodrigues, não pela temática picante envolvida mas pela questão do olhar profundo que Bonnell consegue identificar ao olhar por trás da porta deste trio de jovens praticamente envolvidos em sua vontade de gritar pela liberdade do ato de amar.

Crítica | Geraldinos

Uma das grandes graças do maracanã, a alegria do povo, uma história que infelizmente só iremos ver nos registros e nos depoimentos apaixonados pelo mundo da bola. Dirigido por Pedro Asbeg e Renato Martins, o longa-metragem Geraldinos presta uma homenagem ao grupo de torcedores mais famosos de um estádio de futebol brasileiro. Com imagens históricas de uma época em que o torcedor podia acompanhar seus ídolos de pertinho, o filme navega por depoimentos e imagens marcantes de um época que bate saudade.

Geraldinos investe forte na lógica de preencher seu espaço até virar um longa-metragem com imagens interessantes que compõem uma narrativa saudosa e simpática. Já no segundo arco, o projeto vai a fundo na questão do extermínio da geral. Antigamente, desde a década de 50, o maraca era uma grande arena da democracia, ingressos a preços populares que reunia todas as classes sociais em volta de um jogo. Após a entrada de empresas, todo o processo polêmico de privatização, no comando deste patrimônio cultural a cidade, tudo aquilo que existia se foi, mesmo sabendo que a cultura que o futebol representa é maior que qualquer empresa privada.

Com depoimentos de grandes ex-jogadores e competentes jornalistas esportivos cariocas como Apolinho, o galinho Zico, o baixinho Romário, Lúcio de Castro vamos percebendo a tristeza nas falas por conta do extermínio de um ponto do mais conhecido estádio do planeta que nunca poderia ter se encerrado. Chegamos a conclusão que é uma derrota de um projeto de cidade, a eletização dos espetáculos da cidade de alguma maneira reflete em um maracanã mais fraco, que é para alguns e não para todos.

Crítica | Maravilhoso Boccaccio

Dirigido e roteirizado pelos craques e experientes cineastas Vittorio Taviani e Paolo Taviani (dos excelentes Pai Patrão e Cesar deve Morrer), Maravilhoso Boccaccio não deixa de ser, a princípio, uma grande homenagem à cultura italiana onde navegam por algumas histórias que estão no famoso livro de Giovanni Boccaccio, Decamerão. Os irmãos Taviani, com muita habilidade, aos poucos vão explorando as fragilidades dos personagens (que são muitos) de maneira muito objetiva e as sequências vão tomando forma de maneira elegante e muito simpática na tela. O público se sente a todo instante folheando páginas de um livro conhecido mas que dessa vez com imagens que personificam as emoções ligadas ao coração.

Exibido no Festival de Tribeca 2015 e no Festival do Rio do mesmo ano, Maravilhoso Boccaccio se passa na Florença do século XIV, que foi duramente atingida pela terrível peste negra. Com medo das consequências dessa temível peste, alguns jovens, poucos rapazes e muitas moças, meio que resolvem fugir do caos da cidade e tentam achar abrigo em uma grande casa, distante do epicentro da doença, onde, sem muito o que fazer, resolvem contar histórias para passar o tempo.

O longa-metragem, que estreia no Brasil na próxima quinta-feira (05), explora a simplicidade para provocar o imaginário, mais ou menos o poder que um poderoso e rico livro tem quando se conecta à nossa imaginação. Algumas cenas parecem um teatro aberto, onde olhamos para cada centímetro buscando absorver tudo que aquela sequência representa para a história. A dor e o medo são os primeiros a serem encontrados, exemplificado no instinto clássico de sobrevivência que nesse caso é valorado pela fuga. A amizade logo chega de maneira predominante e regras são impostas para fazer a ponte com outro sentimento: a dúvida, que se mostra presente do segundo ato em diante, às vezes camuflada de ansiedade.

Maravilhoso Boccaccio é um daqueles trabalhos que conquistam o público já nas primeiras cenas. Tudo é tão delicado que beira ao poético. Não percam este lindo filme.

Jeremy Irons retorna como Alfred em ‘Liga da Justiça – Parte 1’

Jeremy Irons, que interpretou majestosamente o mordomo Alfred Pennyworth em ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça‘, vai aparecer em ‘Liga da Justiça – Parte 1‘.

O Showbiz 411 revelou que Irons assinou contrato para a produção. Gotham City ganhará destaque no filme, que também terá a introdução de J.K. Simmons (‘Whiplash – Em Busca da Perfeição’) como o Comissário James Gordon.

Henry Cavill publica foto barbudo para ‘Liga da Justiça’ 

Willem Dafoe, que interpretou Norman Osborn na trilogia ‘Homem-Aranha‘, também se juntou ao elenco.

O elenco ainda conta com Gal Gadot, Henry Cavill, Ben Affleck, Jason Momoa (Aquaman) e Ezra Miller (‘The Flash’).

Chris Terrio (de ‘Argo’ e ‘Batman v Superman’) escreve o roteiro do longa da Warner/DC. Zack Snyder, de ‘Homem de Aço‘ e ‘Batman vs. Superman‘, dirigirá as duas partes de ’Liga da Justiça’.

O supervilão Brainiac é especulado como o antagonista principal. Um dos principais inimigos do Superman, o careca humanóide de pele verde veio à Terra nos quadrinhos para encolher várias cidades, inclusive Metrópolis, armazenando-as em frascos com a intenção de usá-las para restaurar Bryak, o planeta que governou.

Mulher-Maravilha‘ (Wonder Woman) teve sua estreia agendada para 23 de Junho de 2017, enquanto ‘Liga da Justiça – Parte 1‘ (Justice League Part One) estreia em 17 de Novembro de 2017.

Liga da Justiça – Parte 2‘ (Justice League Part Two) será lançado dia 14 de Junho de 2019.

ligadajustica_3

Ranger Vermelho é atacado em vídeo do set de ‘Power Rangers’

O reboot de ‘Power Rangers‘ ganhou um novo vídeo do set. Nele, o Ranger Vermelho (Dacre Montgomery) é atacado por uma névoa suspeita.

Confira, com fotos de Elizabeth Banks (‘A Escolha Perfeita’) caracterizada como a vilã Rita Repulsa:

Um vídeo publicado por Rodox (@rodolp23) em



 

RJ Cyler (Ranger Azul), Becky G (Ranger Amarela), Ludi Lin (Ranger Preto), Dacre Montgomery (Ranger Vermelho) e Naomi Scott (Ranger Rosa) estrelam.

Dean Israelite (do vindouro ‘Projeto Almanaque’) dirige. O novo ‘Power Rangers’ recentemente foi adiado em seis meses. De julho de 2016, o reboot live-action passará a ser lançado em 13 de janeiro de 2017.

É esperado o retorno de mais atores originais, além de Frank, no novo ‘Power Rangers‘, mas os nomes ainda não foram confirmados.

Ator de ‘The Flash’ faz campanha para estrelar reboot de ‘Power Rangers’

Haim Saban, preparou um estudo de 600 páginas sobre os Power Rangers, que servirá como base para o roteiro, assinado pela dupla Ashley Miller e Zack Stentz, roteiristas de ‘X-Men: Primeira Classe‘.

“Temos 600 páginas de pesquisa sobre o universo desses personagens… O novo filme não será um reboot. [Haim] Saban se preocupa muito com isso. Isso é algo que ele criou… É muito importante para mim, porque as crianças de todo o mundo sabem o que são os Power Rangers. O filme terá uma continuidade no universo da franquia. Eu não posso te dizer o quê, mas ele tem uma continuidade”, afirmou Roberto Orci, antes de abandonar o cargo de produtor do reboot.

Os ‘Power Rangers‘ tiveram um filme lançado nos cinemas em 1995, dirigido por Bryan Spicer. Nele, o vilão Ivan Ooze retira os poderes dos power rangers e de seu líder Zordon. Agora os heróis precisam viajar a uma planeta distante para aprender os segredos dos antigos Ninjetti.Só então poderão dispôr da força capaz de restaurar suas habilidades de metamorfose e derrotar o maléfico Ooze.

ritarepulsa_2

Crítica | Episodes

Pra qualquer ironia sobre Episodes ser bem compreendida, temos que começar explicando que a série é escrita por metade do cérebro criativo por trás de Friends, sendo assinada por David Crane e Jeffrey Klarik. A ironia começa quando Craine faz um enredo sobre dois roteiristas britânicos que são convidados a trazer sua série para um formato e uma emissora americana. Com 4 temporadas e muitos prêmios, eles queriam repetir o sucesso da série incluindo o elenco de sucesso que tinham por lá. Mas o protagonista deles é considerado ‘muito britânico’ e a emissora empurra Matt LeBlanc pra protagonista. Seria menos cômico se uma situação não muito parecida tivesse acontecido em Friends, onde a emissora empurrou, contra a vontade dos roteiristas, o mesmo LeBlanc para o papel do Joey.

Se os roteiristas de Friends disseram pouco tempo depois que a escolha dele para o papel foi totalmente correta, acho que Sean (Stephen Mangan) e Beverly (Tamsin Greig)– os roteiristas da série dentro da série – certamente não pensam o mesmo. Com a entrada dele como protagonista, muitas coisas começam a mudar na produção, ainda mais porque Leblanc não tem, nem de longe, o perfil do protagonista da série que eles produziam na Inglaterra, que era diretor de uma escola. Com pouco escrúpulo e falta de caráter, ele vai tecendo a série e fazendo um verdadeiro jogo para se favorecer.

episodes_4

Dentro da série, Matt interpreta uma versão – espero que – medíocre demais de si mesmo, levando o egocentrismo de um ex famoso ao limite, interpretando um Joey piorado, sem a base das qualidades que faziam dele um atrativo na série. Se, cá entre nós, Leblanc nunca foi um grande exemplo de ator, em Episodes esse quadro não muda muito, o que me fez sentir uma surpresa absurda ao vê-lo ganhar um globo de ouro pela série. Sei que ele carrega já alguns prêmios por Friends, mas creio que eles são muito mais atribuídos ao personagem do que ao ator em si.

Enfim, Sean e Beverly assistem, de mãos atadas, a série que eles mesmos criaram sendo modificada pelas mãos da emissora, em especial pela visão bastante bipolar de Merc, que é o diretor executivo por trás de todas as produções que vão ao ar. Totalmente surtado e desligado, geralmente ele não lembra das coisas que disse e vive de colocar seus funcionários em saia justa por isso. Em contrapartida, Merc é de longe um dos personagens mais hilários da série, considerando ainda mais que a produção caiu muito em qualidade à medida que ele foi aparecendo menos.

Do nome ao rumo da história, tudo é modificado para que a série fique o mais “americanizada” possível. Nada felizes com isso, Sean e Beverly vão empurrando a produção como podem. Ele é todo otimista e busca ver o lado bom de tudo, até quando tudo que eles fizeram por anos começa a ficar uma real porcaria quando perde o controle deles. Casado com Beverly, Sean começa a se enroscar quando chega aos estados unidos e é inserido em contextos de vida que jamais havia experimentado. Ele quer mesmo é se atirar em todas as experiências que uma vida nova pode trazer para eles e suas produções.

Programme Name: Episodes  - TX: n/a - Episode: n/a (No. 1) - Picture Shows: (L-R) Beverly Lincoln [TAMSIN GREIG], Sean Lincoln [STEPHEN MANGAN] - (C) Hat Trick Productions/Showtime Networks - Photographer: Guy Levy

Beverly, ao oposto do marido, gosta de sustentar as suas opiniões e manter o padrão de qualidade que fez de ambos aplaudidos e premiados em seu país de origem. Sempre com um pé atrás, é frequentemente vista como a megera da dupla, especialmente por LeBlanc, que estabelece uma relação tensa com ela logo de cara.

Essa situação dá início a uma série de estereótipos que não me agradam muito na série. Ela nos coloca naquela situação onde a mulher é sempre a emburrada e pé no chão da relação. Não importa o quanto Beverly tente apenas lutar pelo que ela e Sean construíram, o roteiro sempre nos deixa com a impressão de que ela está tentando boicotar os sonhos do marido ao querer ter voz ativa nas decisões do casal, o que nos tira a chance de vê-la como uma excelente roteirista de humor. Vemos o marido como o brincalhão da relação e ela sempre como a carrancuda da história.

Com as mudanças do enredo da série, uma atriz chamada Morning também é trazida para o elenco. Toda conservada e com todo um mistério envolvido atrás da sua verdadeira idade, não demora muito para que ela se aproxime de Sean e que todo o jeitinho receptivo dele comece a gerar uma ciumeira danada em Beverly.

Novamente vamos nós para Beverly sendo inserida no contexto da esposa neurótica, aquela que vê coisas onde não tem e fica investigando o marido. Todas as vezes que ela briga com ele é pelo mesmo motivo, muito embora na ocasião ele ainda não a tenha traído, mas ela vê uma cena específica que a deixa muito irritada e resolve sair da casa em que eles estão morando juntos em Los Angeles e abandonar Sean, mesmo que ambos continuem trabalhando juntos na série.

Tem horas que ela exagera? Aham, Claudia! Mas ela também tem que ter uma paciência fora do comum para aguentar as mudanças de comportamento do marido, que muda muito depois que começa a conviver especialmente com Matt. O ator tem um estilo de vida totalmente desalinhado e adora ter uma companhia pra viver no mesmo estilo que ele. A autêntica pessoa que não vai a lugar algum e quer estacar a vida dos outros junto com ele.

A série num modo geral é bastante machista e trabalha com os mais básicos clichês femininos: a esposa troféu, a mulher vitimizada que trai por saber que é traída, a secretária que atende a todas as necessidades de todos os chefes, a loira burra… Enfim, tudo isso mora lá. E todos os estereótipos masculinos também estão lá… o homem incapaz de perdoar a mulher ter dormido com outro, pois sente que está competindo com alguém que pode ter sido melhor que ele, o garanhão que consegue tudo que quer, o chefe inescrupuloso, o homem sexualmente descontrolado…

episodes_2

Episodes é bastante inconsistente. O piloto é questionável, mas dá vontade de dar uma chance. A primeira temporada desenrola bem e deixa um gancho interessante. A segunda temporada mais acerta do que erra, ela apenas perde quando o foco da trama vira a separação de Sean e Beverly, pois os dois ficam batendo na mesma tecla em todos os momentos, o que deixa o enredo todo bastante cansativo, mas as histórias paralelas são bem bacanas.

Da terceira temporada pra frente, Episodes cai bastante, o que me fez ficar bastante surpresa quando soube da renovação para uma quinta (e última) temporada. A constante mudança de elenco no núcleo que compõe a emissora que transmite a série escrita por Sean e Beverly também contribui no declínio de uma série que, mesmo que instável, começou bem. O prosseguimento de Episodes desonra ótimos momentos, em especial o incrível episódio final da segunda temporada que foi impecável!

Mesmo que haja uma certa falta de habilidade dos roteiristas em explorar os personagens que ganham destaque na série, Episodes sempre acerta no que diz respeito ao elenco de apoio, é impossível não rir com Wendy, que trabalha como secretária de Beverly e Sean na emissora. Temos a Carol, que começa como uma personagem que promete, mas declina muito na proporção que lhe dão um enredo mais relevante na série.

A série que foi criada para ser uma crítica do mundo da TV e das celebridades acabou falhando ao trazer muitas mudanças de foco em diversos momentos. Matt LeBlanc não consegue superar a si mesmo no personagem. Para quem quer uma série mais fiel a essa tema e com uma atuação que muda a nossa visão sobre uma atriz de Friends, The Comeback da Lisa Kudrow (que já rendeu crítica aqui) é imensamente melhor, mesmo que com menos doses de humor que Episodes.

De qualquer modo, Episodes não é uma série descartável! As referências feitas sobre Friends deixam uma gosto de nostalgia e, sim, tem participação de gente do elenco de Friends em Episodes! O quem é e o quanto LeBlanc tem que lutar pra conseguir alguém do elenco pra participar da sua série é hilário!

episodes_5

A impressão que Episodes me deixou é a de funcionar em momentos, enquanto ela corresponde a sua proposta original, depois de algum tempo ela cai e chove no molhado, ainda assim a parte boa dela compensa e vale a pena ser vista, mas dificilmente ela virará uma série do coração ou algo que a gente nunca vai esquecer… Talvez essa seja a grande ironia sobre o mundo das séries…

Dentro de um contexto geral, Episodes é complexa de ser avaliada. Dar uma nota extremamente baixa é injusto, assim como dar uma nota muito alta é exagero. O fato de ela ainda ter me desafiado a continuar assistindo mediante as tantas vezes que pensei em simplesmente parar deixa a série mais próxima de um 7, mas claro que ainda temos que ver o que a temporada final nos guarda.

‘Capitão América: Guerra Civil’ não traz nenhuma das Joias do Infinito

Capitão América: Guerra Civil‘ é focado no conflito de ideais entre os dois líderes dos Vingadores, e não tem nada a ver com as Joias do Infinito.

Em entrevista ao ComicBook, os roteiristas Stephen McFeely e Christopher Markus revelaram que o filme não traz nenhum dos poderosos artefatos.

“Eu acho que não há problema em dizer que é um filme livre das Joias do Infinito”, afirmou McFeely.

“É um filme livre de pedras, e isso é uma referência de Jimi Hendrix”, brincou Markus.

As Joias ganharão destaque em ‘Vingadores: Guerra Infinita‘. Thanos será o principal vilão, e conseguirá colocar as mãos em uma das duas Manoplas do Infinito – Saiba mais!

Das seis Gemas, quatro já foram encontradas: A Pedra da Mente (do cetro de Loki, vista em ‘Os Vingadores‘ e ‘Vingadores: Era de Ultron‘), a Pedra do Espaço (‘Os Vingadores‘  e ‘Capitão América: O Primeiro Vingador‘), a Pedra do Poder (‘Guardiões da Galáxia‘) e Pedra da Realidade (o éter de ‘Thor: O Mundo Sombrio‘).

 

‘Vingadores: Guerra Infinita’ trará o fim da equipe dos primeiros filmes

A ‘Parte I‘ estreia em 4 de maio de 2018. A ‘Parte II‘ chega aos cinemas um ano depois, dia 3 de maio de 2019.

Irmãos Russo comentam sobre os 67 personagens em ‘Vingadores: Guerra Infinita’ 

As duas partes devem custar em torno de US$ 1 bilhão para a Marvel e a Disney.

O site afirma que US$ 400 milhões serão destinados para pagar os roteiristas, diretores, produtores e principais membros do elenco. Robert Downey Jr., aparentemente, fica “com metade do orçamento destinado a todos os atores do filme”.

Vingadores estampam artes inéditas de ‘Capitão América: Guerra Civil’ 

Segundo a Forbes, o ator recebeu um cheque de US$ 80 milhões participar de ‘Vingadores: Era de Ultron‘ e ‘Capitão América: Guerra Civil‘. Em ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, seu salário pode chegar na casa dos US$ 100 milhões.

Mesmo para um blockbuster deste tamanho, é um custo caríssimo. Se dividirmos o orçamento pelos dois filmes, cada um custará US$ 500 milhões. Para comparação, ‘Vingadores: Era de Ultron‘ custou US$ 250 milhões.

O filme mais caro da história do cinema foi ‘Piratas do Caribe – No Fim do Mundo‘ (2007), que custou US$332 milhõesSaiba Mais!

Vale lembrar que ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ será o primeiro filme a ser rodado inteiramente com as caras câmeras IMAX.

 

 

 

‘Zootopia’ ganha trailer mostrando os easter eggs de ‘Frozen’ e ‘Operação Big Hero’

Zootopia – Essa Cidade é o Bicho‘ conquistou o público e a crítica e se tornou a maior bilheteria de 2016 até o momento. Além de trazer o melhor das clássicas animações do estúdio, o filme ainda é recheado de easter eggs.

Bilheterias EUA: ‘Convergente’ estreia mal e ‘Zootopia’ lidera novamente 

‘Zootopia’ chega a US$ 500 milhões mundialmente e impressiona Disney 

Para o deleite dos fãs, o estúdio divulgou um trailer mostrando os vários easter eggs do filme, que incluem ‘Frozen‘ e ‘Operação Big Hero‘.

Assista e confira fotos:

zootopia_3
Duas crianças elefantes com fantasias de Anna e Elsa de “Frozen”

 

zootopia_4
Cena com referência à “Breaking Bad” (esse easter egg é um spoiler, vale alertar os leitores)

 

zootopia_5

zootopia_6
Os DVD’s de Duke Doninha fazem referência à outros filmes da Disney (Operação Big Hero, Detona Ralph, Enrolados, Frozen 2, Moana e Gigantic)

 

zootopia_7
Um boneco do Mickey está no carrinho de bebê que passa por Nick Wilde

 

zootopia_8
As pintas de Benjamin Garramansa têm a forma clássica das orelhas do Mickey

 

zootopia_9
No calendário da sala do Chefe Bogo, o calendário tem a foto de San Fransokyo, a cidade onde se passa “Operação Big Hero 6”

 

Rodrigo Lombardi e Monica Iozzi no trailer da animação ‘Zootopia – Essa Cidade é o Bixo’

Crítica | Zootopia – Essa Cidade é o Bicho

Zootopia é uma cidade moderna diferente de todas as outras que você já viu. Nela os humanos nunca existiram. Composta de bairros-habitat como a elegante Sahara Square e a gelada Tundratown, é uma grande mistura onde animais de todos os ambientes vivem juntos — um lugar onde independentemente do que você seja, do maior elefante ao menor roedor, você pode ser o que quiser.

Judy Hopps, uma coelha do interior que se muda para Zootopia com o intuito de se tornar policial. Com a ajuda da raposa Nick, eles devem desmascarar uma conspiração.

 

 

 

 

 

‘Dead of Summer’: Teaser-trailer da série de terror inspirada em ‘Sexta-Feira 13’

O canal Freeform (ex-ABC Family), o mesmo de ‘Pretty Little Liars‘, divulgou o teaser-trailer de sua série de horror inspirada em ‘Sexta-Feira 13‘.

Dead of Summer‘ se passa no final dos anos 80, e acompanha os estudantes de uma escola que vão passar as férias no acampamento de verão Camp Clearwater, um sossegado local cheio de atividades e diversão. O que supostamente era para ser um verão divertido logo se transforma em pesadelo quando um serial killer começa a assassinar os jovens.

Assista:

O elenco inclui Elizabeth Mitchell e Elizabeth Lail (ambas de Once Upon a Time), Tony Todd (O Mistério de Candyman), Zelda Williams (Teen Wolf), Alberto Frezza (As Panteras), Eli Goree (The 100), Mark Indelicato (Betty, a Feia) e Paulina Singer (Gotham).

Adam Horowitz e Edward Kitsis (Once Upon a Time) dirigiram o primeiro episódio.

A série estreia nos EUA dia 28 de junho.

Confira dois novos comerciais de ‘X-Men: Apocalipse’

Confira já os novos vídeos:

Desde o início da civilização, ele era adorado como um deus. Apocalipse, o primeiro e mais poderoso mutante do universo X-Men da Marvel, acumulou os poderes de muitos outros mutantes, tornando-se imortal e invencível. Ao acordar depois de milhares de anos, ele está desiludido com o mundo em que se encontra e recruta uma equipe de mutantes poderosos, incluindo um Magneto desanimado (Michael Fassbender), para purificar a humanidade e criar uma nova ordem mundial, sobre a qual ele reinará. Como o destino da Terra está na balança, Raven (Jennifer Lawrence), com a ajuda do Professor Xavier (James McAvoy) deve levar uma equipe de jovens X-Men para parar o seu maior inimigo e salvar a humanidade da destruição completa.

Mercúrio descobrirá quem é seu pai em ‘X-Men: Apocalipse’

Sequência de ‘X-Men: Apocalipse’ deve estrear em 2018

‘X-Men: Apocalipse’ se passará nos anos 80 e terá “destruição em massa”

Jennifer Lawrence muda de ideia e quer voltar nos próximos ‘X-Men’

A ação chega aos cinemas do Brasil no dia 19 de maio – uma semana antes de estrear nos EUA (27 de maio).

‘X-Men: Apocalipse’: Heróis e vilões estampam capas sensacionais da Empire

‘Deadpool’ e ‘X-Men’ não se encontrarão nos cinemas tão cedo

Este novo filme da série ‘X-Men‘ se passará uma década após os eventos de ‘Dias de um Futuro Esquecido‘ e será focado nos jovens mutantes da franquia, servindo como uma continuação de ‘X-Men: Primeira Classe‘.

 

 

‘Capitão América: Guerra Civil’ já levou 1 milhão de brasileiros aos cinemas

Capitão América – Guerra Civil‘ continua sua jornada de sucesso. Em apenas dois dias, o filme já levou 1 milhão de brasileiros aos cinemas e arrecadou R$ 18,5 milhões (US$ 5,4 milhões).

Segundo a Variety, o Brasil foi o quarto país a mais arrecadar dinheiro para o filme, que abriu em 38 territórios neste final de semana.

Trata-se da segunda maior abertura da história no país, atrás de ‘Star Wars – O Despertar da Força‘. Para comparação, a abertura foi 31% maior que ‘Vingadores: Era de Ultron‘ – até então o recorde de maior estreia da Marvel no Brasil.

Capitão América – Guerra Civil‘ também foi responsável por 90% dos ingressos vendidos (market share) no Brasil na quinta e sexta-feira, mais um recorde para o filme.

A Coreia do Sul liderou a arrecadação, com US$ 12,6 milhões, seguida pelo México (US$ 7,3 milhões), Reino Unido (US$ 7 milhões), Brasil (US$ 5,4 milhões), França (US$ 5,2 milhões) e Austrália (US$ 4,5 milhões).

No total, já são US$ 84 milhões arrecadados em dois dias. O longa desembarcou no mercado internacional uma semana antes da estreia americana, que acontece dia 6 de Maio.

Diretores querem Deadpool em ‘Vingadores: Guerra Infinita’ 

Analistas de mercado dos EUA acreditam que o filme deve arrecadar US$ 200 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias norte-americanas, se tornando a maior abertura de 2016.

5 Filmes que Queremos ver na Fase 4 da Marvel Studios 

O CinePOP já assistiu ‘Capitão América: Guerra Civil‘, e você pode conferir a crítica aqui!

Assista nossa crítica:

O recorde de maior abertura do ano pertence a ‘Batman vs Superman – A Origem da Justiça‘, que arrecadou US$ 167 milhões em seu primeiro final de semana.

‘Capitão América 4’: Chris Evans topa renovar o contrato para mais filmes 

20 curiosidades de ‘Capitão América: Guerra Civil’ 

Saiba quanto Robert Downey Jr. ganhou para ‘Capitão América: Guerra Civil’

Belos cartazes internacionais de ‘Capitão América: Guerra Civil’ 

Depois dos eventos de ‘Vingadores: Era de Ultron‘, ‘Capitão América: Guerra Civil‘ encontra Steve Rogers liderando o recém formado grupo de Vingadores em seus esforços contínuos para proteger a humanidade. Mas após outro incidente, envolvendo os Vingadores, resultar em danos colaterais, aumenta a pressão política para instalar um sistema de responsabilização, comandado por uma agência do governo para supervisionar e dirigir a equipe. O novo status quo divide os Vingadores, resultando em duas frentes – uma liderada por Steve Rogers e seu desejo de que os Vingadores se mantenham livres para defender a humanidade sem a interferência do governo, e a outra que segue a surpreendente decisão de Tony Stark de apoiar a responsabilização e supervisão do governo.

Revelados detalhes da aparição do Homem-Aranha em ‘Capitão América: Guerra Civil’

‘Capitão América 4’: Sebastian Stan está pronto para substituir Chris Evans

O elenco conta com Scarlett Johansson como Natasha Romanoff/Viúva Negra, Anthony Mackie como Sam Wilson/Falcão, Jeremy Renner como Clint Barton/Gavião Arqueiro, Sebastian Stan como Bucky Barnes/Soldado Invernal, Chadwick Boseman como T’Challa/Pantera Negra, Elizabeth Olsen como Wanda Maximoff/Feiticeira Escarlate, Samuel L. Jackson como Nick Fury, Frank Grillo como Brock Rumlow/Ossos Cruzados, Daniel Brühl como Barão Zemo, Emily VanCamp como Sharon Carter/Agente 13, Paul Bettany como Jarvis/Visão e Homem-Aranha (Tom Holland).

 

 

 

Tom Hiddleston desmente que ‘Thor: Ragnarok’ será o seu último filme como Loki

Em entrevista ao Entertainment Tonight, Tom Hiddleston desmentiu a declaração que havia dado ao Yahoo! afirmando que ‘Thor: Ragnarok‘ seria seu último filme como Loki.

“Não sei se foi isso que eu disse… Não acredite em tudo que você lê. Prefiro deixar essa surpresa para quando vocês assistirem ao filme”, afirmou.

O ator também conversou com o New York Daily News, e afirmou que deve aparecer em mais filmes após o terceiro ‘Thor‘.

“Eu sei em quantos filmes ainda tenho contrato com a Marvel para aparecer, mas não vou contar para vocês. Nada pessoal, mas não quero estragar a surpresa para os fãs que pagam ingresso para assistir esses filmes. Além disso, sou o Deus das Travessuras, e adoro fazer esse tipo de brincadeira”, finalizou.

 

Thor: Ragnarok’ abordará o apocalipse nórdico do título, quando descobrimos que Asgard foi palco de uma batalha que já aconteceu várias e várias vezes pela eternidade – todas sempre com o mesmo resultado: os deuses asgardianos são mortos e depois revividos sem se lembrarem do que aconteceu.

Além de Hemsworth e Mark Ruffalo, o filme terá Cate Blanchett como uma supervilã.

A atriz falou sobre sua contratação:

“Foi uma coisa totalmente inesperada. Esse papel foi dado a mim como um presente, eu havia prometido que conseguiria. Eu estou tão animada. Já participei em alguns filmes de ação, e foi uma grande mudança para mim. Sempre quis participar de um filme de super-heróis, vestir um uniforme apertado de lycra e ser reconhecida pelas crianças na rua. Mal posso esperar”, revelou em entrevista ao SK2.

O estúdio ofereceu a ela o papel de Hela, a deusa asgardiana da morte. Senhora de Hel e Niffleheim, é uma tenaz inimiga de Thor. Quando atingiu a maioridade, Odin nomeou-a Deusa da Morte, dando-lhe domínio sobre os mortos nos reinos de Hel e Niffleheim. Nos quadrinhos, ela chega a matar Thor.

Segundo o site, o figurino da personagem nos cinemas será muito parecido com o dos quadrinhos.

Confira:

hela_1

O diretor será Taika Waititi, que tem no currículo a interessante comédia sobre vampiros ‘What We Do in the Shadows‘, inédita no Brasil. Waititi também dirigiu episódios da popular série de comédia da HBO ‘Flight of the Conchords‘, bem como ‘The Inbetweeners‘.

Chris Hemsworth gostaria que ‘Thor – Ragnarok’ tivesse humor, como ‘Guardiões da Galáxia’

Cate Blanchett pode viver a primeira vilã da Marvel em ‘Thor: Ragnarok’

Diretor de ‘Thor: O Mundo Sombrio’ critica a Marvel Studios

Thor: O Mundo Sombrio’ arrecadou US$ 633 milhões mundialmente. A sequência, ‘Thor: Ragnarok‘, chegará aos cinemas em 28 de julho de 2017.

thor3logo

‘Jack Ryan’: John Krasinski viverá o icônico personagem em série de TV

O ator John Krasinski (‘The Office’) foi contratado para estrelar a série de TV ‘Jack Ryan‘, personagem icônico criado por Tom Clancy.

Jack Ryan estreou no cinema em 1990 sendo vivido por Alec Baldwin em ‘Caçada ao Outubro Vermelho’. As adaptações seguintes foram ‘Jogos Patrióticos‘ e ‘Perigo Real e Imediato‘, com Harrison Ford no papel de Jack Ryan. Em 2002 o personagem foi interpretado por Ben Affleck em ‘A Soma de Todos os Medos‘. Chris Pine foi o último a interpretar o personagem no mediado ‘Operação Sombra – Jack Ryan’.

Segundo o Deadline, a série foi encomendada pela Amazon e ainda precisa receber sinal verde após o episódio piloto ficar pronto.

Carlton Cuse e Graham Roland (‘Lost’) serão os showrunners.

A série não deve ser baseada em nenhum dos livros de Clancy, dando total liberdade criativa para seus roteiristas.

‘Capitão América’: Novo viral traz o confronto dos Vingadores com a Casa Branca

Realmente é de se impressionar como que a Marvel Studios consegue manter diversas linhas simultâneas de divulgação de um mesmo produto. Neste novo viral do jornal WHIH para ‘Capitão América – Guerra Civil‘, os jornalistas discutem o confronto dos Vingadores com a Casa Branca.

Incluindo a saída da aposentadoria do General Ross para que ele pudesse moderar essa conversa entre os heróis e o governo americano.

Confira:

Capitão América – Guerra Civil‘ estreou nas telas dos cinemas brasileiros com o maior circuito já visto no país: 1.400 salas, e a grandiosa abertura refletiu nas bilheterias.

Segundo a Variety, o filme arrecadou R$ 9,8 milhões (US$ 2,7 milhões) nas sessões de quinta-feira e se tornou a segunda maior abertura da história no país. O filme só perdeu para o dia de estreia de ‘Star Wars – O Despertar da Força‘ *.

Para comparação, a abertura foi 31% maior que ‘Vingadores: Era de Ultron‘ – até então o recorde de maior estreia da Marvel no Brasil.

Capitão América – Guerra Civil‘ também foi responsável por 90% dos ingressos vendidos (market share) no Brasil na quinta-feira, mais um recorde para o filme.

O longa já arrecadou US$ 38,7 milhões em seus primeiros dois dias em 30 mercados internacionais, terminando em primeiro lugar em todos os territórios.

A Coreia do Sul lidera o mercado com US$ 7,7 milhões em dois dias, seguido pela França (US$ 3,7 milhões), Brasil (US$ 2,7 milhões), Filipinas (US$ 2,4 milhões), Taiwan (US$ 2,4 milhões), Austrália (US$ 2,4 milhões) e Alemanha (US$ 1,9 milhão).

* A publicação não cita a abertura de ‘Batman vs Superman‘, que segunda a própria Variety havia arrecadado US$ 3,5 milhões em seu primeiro dia – leia mais!

O longa desembarcou por aqui uma semana antes da estreia americana.

Diretores querem Deadpool em ‘Vingadores: Guerra Infinita’ 

Analistas de mercado dos EUA acreditam que o filme deve arrecadar US$ 200 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias norte-americanas, se tornando a maior abertura de 2016.

5 Filmes que Queremos ver na Fase 4 da Marvel Studios 

O CinePOP já assistiu ‘Capitão América: Guerra Civil‘, e você pode conferir a crítica aqui!

Assista nossa crítica:

O recorde de maior abertura do ano pertence a ‘Batman vs Superman – A Origem da Justiça‘, que arrecadou US$ 167 milhões em seu primeiro final de semana.

‘Capitão América 4’: Chris Evans topa renovar o contrato para mais filmes 

20 curiosidades de ‘Capitão América: Guerra Civil’ 

Saiba quanto Robert Downey Jr. ganhou para ‘Capitão América: Guerra Civil’

Belos cartazes internacionais de ‘Capitão América: Guerra Civil’ 

Depois dos eventos de ‘Vingadores: Era de Ultron‘, ‘Capitão América: Guerra Civil‘ encontra Steve Rogers liderando o recém formado grupo de Vingadores em seus esforços contínuos para proteger a humanidade. Mas após outro incidente, envolvendo os Vingadores, resultar em danos colaterais, aumenta a pressão política para instalar um sistema de responsabilização, comandado por uma agência do governo para supervisionar e dirigir a equipe. O novo status quo divide os Vingadores, resultando em duas frentes – uma liderada por Steve Rogers e seu desejo de que os Vingadores se mantenham livres para defender a humanidade sem a interferência do governo, e a outra que segue a surpreendente decisão de Tony Stark de apoiar a responsabilização e supervisão do governo.

Revelados detalhes da aparição do Homem-Aranha em ‘Capitão América: Guerra Civil’

‘Capitão América 4’: Sebastian Stan está pronto para substituir Chris Evans

O elenco conta com Scarlett Johansson como Natasha Romanoff/Viúva Negra, Anthony Mackie como Sam Wilson/Falcão, Jeremy Renner como Clint Barton/Gavião Arqueiro, Sebastian Stan como Bucky Barnes/Soldado Invernal, Chadwick Boseman como T’Challa/Pantera Negra, Elizabeth Olsen como Wanda Maximoff/Feiticeira Escarlate, Samuel L. Jackson como Nick Fury, Frank Grillo como Brock Rumlow/Ossos Cruzados, Daniel Brühl como Barão Zemo, Emily VanCamp como Sharon Carter/Agente 13, Paul Bettany como Jarvis/Visão e Homem-Aranha (Tom Holland).

 

 

 

Kristen Bell e Mila Kunis são péssimas mães no teaser-trailer da comédia ‘Bad Moms’

Bad Moms‘ teve seu primeiro teaser-trailer e cartaz divulgado.

Na trama, Kristen Bell (‘Veronica Mars’), Mila Kunis (‘Ted’) e Christina Applegate (‘Férias Frustradas’) jogam para o alto a tradicional vida de dona de casa e partem para um momento só delas, de diversão e reflexão.

O projeto é interessante e torna-se ainda mais legal com a dupla de roteiristas que já está confirmada: Jon Lucas e Scott Moore, de ‘Se Beber, Não Case‘.

Assista:

badmoms_1

Bad Moms‘ acompanha Amy, uma mãe dedicada que faz parecer fácil cuidar de seus vários filhos. Porém, ela está prestes a ter um colapso nervoso devido ao excesso de trabalho. Com outras duas outras mães estressadas, elas partem para uma jornada insana que deixará para trás suas vidas entediantes.

Bad Moms‘ estreia dia 29 de julho nos EUA, sem previsão no Brasil.

Outro projeto similar está sendo produzido em Hollywood: ‘Mães Malvadas‘ (Mean Moms), filme considerado como sequência de ‘Meninas Malvadas’, que traz Sean Anders na direção e Jennifer Aniston como protagonista.

James Wan quer abandonar a direção de ‘Aquaman’

A má recepção de ‘Batman vs Superman‘ está gerando frutos negativos para a Warner Bros. Após Seth Grahame-Smith se demitir de ‘The Flash‘, James Wan também está cogitando abandonar a direção de ‘Aquaman‘.

O Birth Movies Death revelou que Wan está em dúvidas se quer continuar na produção após se desentender com a Warner Bros., e relembrou as difíceis filmagens de ‘Velozes e Furiosos 7‘ – que teve sua produção totalmente reestruturada após a morte de Paul Walker.

O diretor atualmente finaliza a direção de ‘Invocação do Mal 2‘ e ajuda na produção do terror ‘Quando as Luzes se Apagam‘ (Lights Out), ambos da Warner Bros.

Com a agenda abarrotada, Wan estaria seriamente cogitando se desligar de ‘Aquaman‘.

O site afirma ainda que Zack Snyder e os executivos da Warner Bros. tiveram sérias brigas sobre o futuro do Universo Cinematográfico da DC Comics após o lançamento de ‘Batman vs Superman‘, e não puderam demitir o diretor de ‘Liga da Justiça‘ para não afetar ainda mais a bilheteria de ‘Batman vs Superman‘.

 

Kevin Smith detona ‘Batman vs Superman’ e diz que filme “não tem coração”

‘Batman Vs Superman’: Versão para maiores ganha data de lançamento 

Ben Affleck fica triste com as críticas negativas a ‘Batman vs Superman’; Assista ao vídeo! 

Aquaman‘ tem estreia prevista para 27 de Julho de 2018.

aquaman

 

 

‘X-Men: Apocalipse’: Mercúrio tenta ser mais rápido que ele mesmo em novo comercial

No comercial de uma marca de energético norte-americana, Mercúrio (Evan Peters) concorre com o outro ele, que por beber o produto já foi e já voltou há muito tempo.

Então, vamos ao vídeo:

Desde o início da civilização, ele era adorado como um deus. Apocalipse, o primeiro e mais poderoso mutante do universo X-Men da Marvel, acumulou os poderes de muitos outros mutantes, tornando-se imortal e invencível. Ao acordar depois de milhares de anos, ele está desiludido com o mundo em que se encontra e recruta uma equipe de mutantes poderosos, incluindo um Magneto desanimado (Michael Fassbender), para purificar a humanidade e criar uma nova ordem mundial, sobre a qual ele reinará. Como o destino da Terra está na balança, Raven (Jennifer Lawrence), com a ajuda do Professor Xavier (James McAvoy) deve levar uma equipe de jovens X-Men para parar o seu maior inimigo e salvar a humanidade da destruição completa.

Mercúrio descobrirá quem é seu pai em ‘X-Men: Apocalipse’

Sequência de ‘X-Men: Apocalipse’ deve estrear em 2018

‘X-Men: Apocalipse’ se passará nos anos 80 e terá “destruição em massa”

Jennifer Lawrence muda de ideia e quer voltar nos próximos ‘X-Men’

A ação chega aos cinemas do Brasil no dia 19 de maio – uma semana antes de estrear nos EUA (27 de maio).

‘X-Men: Apocalipse’: Heróis e vilões estampam capas sensacionais da Empire

‘Deadpool’ e ‘X-Men’ não se encontrarão nos cinemas tão cedo

Este novo filme da série ‘X-Men‘ se passará uma década após os eventos de ‘Dias de um Futuro Esquecido‘ e será focado nos jovens mutantes da franquia, servindo como uma continuação de ‘X-Men: Primeira Classe‘.