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Crítica | Zoom

Cool World

De Pablo Bazarello, enviado especial a Toronto.

Zoom tem sabor especial para os brasileiros. Se trata do novo trabalho do “garoto” Pedro Morelli, que veio representar nosso país no prestigiado Festival de Toronto, onde o filme fez sua estreia. Coprodução entre o Brasil e Canadá, Zoom é um projeto ambicioso e cheio de energia, diferente de tudo o que o cinema nacional está acostumado a apresentar. E o objetivo é justamente este, como afirmou Morelli numa conversa comigo, que você lê e assiste em breve.

O jovem cineasta chamou atenção em 2013 ao co-dirigir ao lado do pai, Paulo Morelli, o eficiente drama Entre Nós, vencedor de alguns prêmios no Festival do Rio daquele ano. Dessa vez Morelli se arrisca numa produção muito pouco usual, que ficou em desenvolvimento por cinco anos, e será uma venda difícil para o grande público.

Zoom funciona num nível tão alto de metalinguagem que se torna um exercício bem complicado explica-lo, mas vamos tentar. Existem três histórias compondo a obra (seriam quatro, como me contou o diretor), que se entrecruzam em determinado momento, mas não da maneira esperada.

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Em uma das narrativas, a jovem talentosa Alison Pill (que trabalhou com Woody Allen duas vezes, em Meia Noite em Paris e Para Roma, Com Amor) vive uma funcionária em uma fábrica de bonecas sexuais, infeliz com as formas de seu corpo – em especial os seios. Ela acredita que uma mudança física irá transformar sua vida. Em outra narrativa, a conterrânea Mariana Ximenes quer ser algo mais além de uma modelo de belas formas, e para isso decide investir na carreira de escritora – sem o apoio do companheiro, o “barrado no baile” Jason Priestley.

Finalizando, Gael García Bernal protagoniza a subtrama “animada” da obra, que faz uso de personagens totalmente criados numa estética de animação semelhante a Waking Life e A Scanner Darkly, ambos de Richard Linklater. Bernal interpreta um diretor de cinema “garanhão”, tendo problemas de desempenho em sua área favorita.

O elo de ligação entre as subtramas é a arte. Quadrinhos, cinema e literatura se cruzam em três histórias, adentrando assim outras realidades.

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Morelli merece créditos pela ousadia e eficiência, demonstrando um talento de veterano no comando da obra e de atores de nome. Se a direção é digna de elogios, o mesmo não pode ser tão dito do roteiro de Matt Hansen, que não acerta sempre em criar situações críveis ou personagens carismáticos. O destaque fica justamente com a “animação”, que exibe ainda ares da icônica Heavy Metal (1981), e momentos para lá de hilários. Este trecho é o mais identificável e poderia render por si só um longa-metragem.

A mensagem de aceitação que faz parte da história de Alison Pill é um tanto “batida” e não é explorada da maneira devida, embora renda alguns bons momentos, em especial no desempenho da carismática atriz canadense. Já o conto com Ximenes funciona no nível de prazer culposo. Como um todo a coisa fica com sabor mais especial e funciona. O saldo positivo, no entanto, creio eu, não será absorvido pela maioria.

EXCLUSIVO: Astros de ‘Casamento Grego 2’ dão dicas de relacionamento; Assista!

A Universal Pictures do Brasil convidou nosso repórter Jânio Nazareth para entrevistar os astros de ‘Casamento Grego 2‘ direto de Los Angeles.

No vídeo, Nia Vardalos e John Corbett deram um show de simpatia e humor, e nos revelaram como manter o relacionamento vivo após anos de casamento.

Vardalos ainda revelou que adora limpar a casa totalmente nua.

Crítica | Casamento Grego 2

Assista:

Em ‘Casamento Grego 2′ (My Big Fat Greek Wedding 2), a família Portokalos consegue algo que parecia quase impossível: realizar uma festa de casamento ainda maior.

Sequência do sucesso indicado ao Oscar por melhor roteiro original, a produção reúne os já conhecidos personagens para um casamento ainda maior e mais enlouquecedor. Enquanto enfrenta problemas em seu relacionamento com Ian, Toula tenta achar uma forma de lidar com a filha adolescente. Além de administrar as desavenças e discussões, ela terá que enfrentar um novo casamento grego, com mais convidados e muito mais divertido do que o dela.

Casamento Grego 2‘ conta com Michael Constatine, Lainie Kazan, Nia Vardalos, John Corbett, Elena Kampouris e Andrea Martin no elenco.

Kirk Jones (‘O que Esperar Quando Você Está Esperando?’, ‘Nanny McPhee, a Babá Encantada’) dirige.

O filme custou baixos US$ 5 milhões e arrecadou mais de US$ 360 milhões mundialmente. Não há previsão de estreia para ‘Casamento Grego 2’.

Casamento Grego 2‘ estreia nesta quinta-feira, 31 de Março.

 

Confira tudo o que rolou no episódio crossover de ‘Supergirl’ e ‘The Flash’

Exibido ontem à noite na TV americana, o episódio crossover de ‘Supergirl‘ e ‘The Flash‘ está sendo muito bem elogiado.

Com isso, fique mais por dentro de tudo o que rolou com o novo vídeo da DC All Access:

Worlds Finest” – Kara ganha um novo aliado quando o super-herói veloz The Flash (Grant Gustin) aparece após uma viagem através do universo alternativo e ajuda Kara na batalha contra Silver Banshee e Livewire. Em troca, ela o ajuda a encontrar uma maneira de voltar para casa.

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O encontro entre os super-heróis foi exibido no dia 28 de março nos EUA.

CBS encomenda 1ª temporada completa de ‘Supergirl’

 

 

Crítica | Demolidor – 2ª Temporada

Nenhuma boa ação fica sem punição.

Ainda com dois heróis a serem apresentados em suas próprias séries – Luke Cage e Punhos de Ferro –, Daredevil está de volta à ação para o segundo round. Além do cego justiceiro, Jessica Jones foi a única outra heroína a dar as caras no catálogo da Netflix – que, por sua vez, já está renovada para o segundo ano. O grande fato é que a Netflix está tentando lidar com sua programação original – que cresce cada vez mais todos os meses –, e está tentando encaixar seus lançamentos em parceria com a Marvel. Atualmente, a previsão é que a primeira temporada de Luke Cage estreie no final de 2016, enquanto Punhos de Ferro segue sem previsão – apesar de ser provável que ele finalmente ganhe sua própria série em 2017, junto com o retorno de Jessica Jones.

Neste ano, as definições entre “bom” e “mal” não estão definidas tão claramente quanto na primeira temporada. Depois de sua aparente vitória, o Demolidor tenta lidar com as consequências de seus atos, que, por melhor de suas intenções, acabou trazendo o caos à cidade. Diante de cenários de pura carnificina, o herói terá que combater o Justiceiro, um vigilante sangrento que tem uma maneira definitiva de lidar com os seus inimigos. Ao mesmo tempo, Matt encontrará com problemas do seu passado – que se recusam a permanecerem esquecidos –, enquanto tenta manter sua vida profissional, amorosa e vigilante em equilíbrio. No entanto, todas essas questões ficarão na balança quando o Demolidor tiver que se aliar com aqueles que luta para combater um mal maior…

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Crítica | Demolidor – 1ª Temporada 

Não posso dizer que a expectativa não era grande para esta segunda temporada. Além do elevado nível da primeira, o segundo ano seria responsável por introduzir duas figuras muito importantes para os fãs das HQs: o Justiceiro e a Elektra. Ironicamente, um deles representa o maior triunfo da temporada, enquanto o outro, um dos pontos mais baixos. A segunda temporada, apesar de estar longe de ser ruim, também fica muito abaixo da primeira. Um dos motivos certamente é a introdução de muitos anti-heróis, enquanto a série clama por um antagonista à altura de Fisk. A trama e o ritmo da série não são mais constantes, mas sim quebradiços em vários plots no decorrer dos 13 episódios, com um “inimigo” misterioso sendo apresentado na reta final – somente para que seja o foco da terceira temporada.

O Justiceiro é um personagem incrível e certamente foi muito bem representado por Jon Bernthal. Sua participação foi inegavelmente o ponto alto da temporada; movimentando a trama e elevando o nível de violência. Destaco a sensacional sequência na prisão – uma das melhores, mais empolgantes e sangrentas cenas da temporada. A interação do personagem com a Karen também foi muito bem desenvolvida e eu gostaria de ter visto mais entre eles dois. Por outro lado, Elektra foi uma enorme decepção. Não conheço muito da história da personagem nas HQs, mas na série ela afundou o Daredevil em um caminho de autodestruição que foi difícil de acompanhar. Considerando o fato de que a atriz escolhida não passou qualquer carisma em tela, não posso dizer que me importei com ela e muito menos que anseio pelo seu retorno.

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Por falar em carisma, a interação entre o trio Matt, Foggy e Karen havia sido um dos pontos altos do primeiro ano, mas neste eles quase não interagem. Com o afastamento do Matt, o maior afetado foi o Foggy, que foi jogado para escanteio; um desperdício de personagem. Karen, no entanto, consegue se sobressair em sua jornada solo de investigação. A personagem cresceu desde o primeiro ano; está muito mais independente, tem suas próprias tramas e definitivamente não está à sombra do Demolidor. Ironicamente, os momentos mais falhos da personagem foram justamente os que envolvem a tentativa de um romance com o Matt. Sei que o envolvimento dos dois é importante nas HQs, mas a construção do relacionamento deles pareceu forçada e falsa na série. Toda declaração ou cena romântica era desacreditada na cena seguinte, com a aparição de Elektra e o seu controle sobrenatural sobre o seu ex. Essa aproximação entre o Matt e a Karen poderia ter sido explorada mais no futuro, uma vez que a personagem já tinha suas próprias tramas e não dependia disso.

Em termos de lutas, violência e ambientação, a série continua acertando em cheio. Temos muitas outras sequências com plano único – ou seja, sem cortes –, especialmente o confronto em que o Daredevil usa uma corrente para lidar com os seus inimigos. A surpresa fica por conta de rostos conhecidos fazendo pequenas – mas significativas – participações. Não falarei mais a respeito para não estregar o momento, mas este segundo ano certamente reforça conexões com outras produções, em especial Jessica Jones. O desfecho deixa muita coisa para ser explicada em uma terceira temporada, assim como também abre o caminho para que o Justiceiro ganhe sua própria série – uma especulação antiga que provavelmente deve ganhar força com a boa recepção do personagem. Apesar dos altos e baixos, a segunda temporada de Daredevil entrega uma diversão de qualidade, ainda que esteja abaixo da primeira.

‘The Walking Dead’ terá o final mais chocante da série, diz Norman Reedus

Todos já sabemos que o 16º e último episódio da sexta temporada de ‘The Walking Dead‘ trará a morte de um dos personagens mais queridos da série. Ainda que não sabemos quem seja, a desconfiança não para de aumentar.

A grande expectativa é a revelação do vilão Negan, já conhecido pelos leitores dos quadrinhos, que será o mais temido por Rick, Daryl e Michone, podendo ser o responsável pela morte de alguém do núcleo principal. Será a estreia do ator Jeffrey Dean Morgan no seriado.

Episódio final de ‘The Walking Dead’ será duplo; Saiba quem deve morrer!

 

[SPOILERS]

No fim do episódio ‘East’, Dwight (Austin Amelio) atira em Daryl (Norman Reedus) e o sangue jorra na tela.

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o ator Norman Reedus aumentou as especulações sobre a morte de seu personagem.

“Não dá pra saber em qual lugar do meu corpo Dwight atira, mas aquele é definidamente meu sangue. É exatamente aquilo que você viu, e aquilo aconteceu. Não é um truque. Daryl realmente leva mesmo um tiro”, afirmou.

Neste domingo, 3 de abril, será exibido o episódio final da sexta temporada. Na FOX, a partir das 23h15, o público vai acompanhar o episódio inédito, com áudio original e legendado, da série de maior sucesso dos últimos tempos, que será estendido, com mais de uma hora de duração.

Ao invés dos habituais 45 minutos, o episódio será duplo e terá 90 minutos de duração.

Confira clipes e fotos:

 

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Jeffrey Dean Morgan (‘Supernatural’, ‘Watchmen’) foi o escolhido para interpretar Negan , o maior e mais malvado vilão dos quadrinhos, líder do que pode ser chamado de “máfia zumbi”. Negan será introduzido no final da sexta temporada, e entrará para o elenco fixo da sétima. Responsável pela morte de um dos protagonistas nos quadrinhos, ele ataca cidades e faz seus habitantes dividirem seus recursos em troca de salvação.

‘The Walking Dead’: Produtor revela que personagem NÃO irá morrer na série 

A AMC renovou a série para a sua sétima temporada. A próxima temporada irá estrear em 9 de Outubro de 2016, e trará o retorno do showrunner Scott M. Gimple e dos produtores executivos Robert Kirkman, Gale Anne Hurd, David Alpert, Greg NicoteroTom Luse  leia.

A estreia da sexta temporada de ‘The Walking Dead’ será a mais tensa da série 

‘The Walking Dead’: Fotos apresentam novos personagens da série 

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‘The Walking Dead’: Cenas, comercial e fotos do episódio final da 6ª temporada

O 16º e último episódio da sexta temporada de ‘The Walking Dead‘ ganhou comercial, fotos e duas cenas inéditas.

O episódio vai ao ar no domingo, dia 3 de abril. Ao invés dos habituais 45 minutos, o episódio será duplo e terá 90 minutos de duração.

Confira:

 

6×16 – Last Day on Earth

Na sequência de um golpe trágico, Negan ensina Rick e seu grupo uma lição brutal, o que mostra que eles finalmente tem algo a temer .

Jeffrey Dean Morgan (‘Supernatural’, ‘Watchmen’) foi o escolhido para interpretar Negan , o maior e mais malvado vilão dos quadrinhos, líder do que pode ser chamado de “máfia zumbi”. Negan será introduzido no final da sexta temporada, e entrará para o elenco fixo da sétima. Responsável pela morte de um dos protagonistas nos quadrinhos, ele ataca cidades e faz seus habitantes dividirem seus recursos em troca de salvação.

‘The Walking Dead’: Produtor revela que personagem NÃO irá morrer na série 

A AMC renovou a série para a sua sétima temporada. A próxima temporada irá estrear em 9 de Outubro de 2016, e trará o retorno do showrunner Scott M. Gimple e dos produtores executivos Robert Kirkman, Gale Anne Hurd, David Alpert, Greg NicoteroTom Luse  leia.

A estreia da sexta temporada de ‘The Walking Dead’ será a mais tensa da série 

‘The Walking Dead’: Fotos apresentam novos personagens da série 

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‘Supergirl’ conhece ‘The Flash’ em novo clipe do episódio crossover

Apesar de rápido, o vídeo do episódio crossover é bem divertido. Partiu conferir.

Worlds Finest” – Kara ganha um novo aliado quando o super-herói veloz The Flash (Grant Gustin) aparece após uma viagem através do universo alternativo e ajuda Kara na batalha contra Silver Banshee e Livewire. Em troca, ela o ajuda a encontrar uma maneira de voltar para casa.

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O encontro entre os super-heróis será exibido no dia 28 de março nos EUA.

CBS encomenda 1ª temporada completa de ‘Supergirl’

 

Conheça Jonah Hex em novo trailer de ‘DC Legends of Tomorrow’

DC’s Legends of Tomorrow’, a série derivada de ‘Arrow’ e ‘The Flash’ ganhou um novo trailer para apresentar com grandiosidade sua mais nova adição: Jonah Hex, que será vivido por Johnathon Schaech.

 

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A série estreia dia 21 de janeiro de 2016 nos EUA.

Quando os heróis não são suficientes, o mundo precisa de lendas. Depois de ter visto o futuro, um deles desesperadamente vai tentar impedir que isso aconteça: o viajante do tempo Rip Hunter, que recebe a tarefa de montar um grupo diferente, composto tanto por heróis quanto vilões, para enfrentar uma ameaça imparável, onde não só o planeta está em jogo, mas o próprio tempo também. Poderá este time desorganizado derrotar uma ameaça imortal diferente de tudo que já conhecemos?

Rip Hunter (Rory Williams), Mulher-Gavião (Ciara Renée), Jay Jackson (Franz Drameh), Capitão Frio (Wentworth Miller), Onda Térmica (Dominic Purcell), Átomo (Brandon Routh), Dr. Martin Stein (Victor Garber) e Canário Branco (Caity Lotz) integram o time de super-poderosos.

Greg BerlantiAndrew Kreisberg e Marc Guggenheim, criadores de ‘Arrow’, estão cuidando do spin-off.

 

‘Game of Thrones’: White Walkers são destaques em novo teaser da 6° Temporada

A HBO divulgou uma nova prévia de ‘Game of Thrones‘ com o plot: “Você está com medo? Deveria!”.

Assista:

O trailer completo da sexta temporada quebrou recordes na internet. Em apenas 24 horas, o vídeo foi visto 30 milhões de vezes. Segundo a HBO, foram 22 milhões de visualizações na página da série no Facebook e 8 milhões de views no YouTube.

O recorde anterior pertencia ao trailer da quinta temporada de ‘Game of Thrones‘, visto 27 milhões de vezes em 24 horas.

A série original de sucesso mundial retornará no domingo, dia 24 de abril, em toda a América Latina e Caribe, simultaneamente com os Estados Unidos.

O vídeo mostra Cersei Lannister (Lena Headey) buscando vingança, seu irmão e amante Jaime (Nikolaj Coster-Waldau), além de trazer o “finado” Jon Snow (Kit Harington) e Daenerys Targaryen (Emilia Clarke).

Assista:

Game of Thrones se tornou um sucesso mundial conquistando milhões de espectadores.  Ganhadora de diversos prêmios Emmys® e Globos de Ouro®, a série quebra recordes continuamente, como por exemplo no Primetime Emmys® em 2015, levando 12 prêmios, o maior número em um noite desde 2000.

Criada por David Benioff e D.B. Weiss, Game of Thrones é uma adaptação dos livros “As Crônicas de Gelo e Fogo“, de George R. R. Martin, e rapidamente se tornou uma das séries de maior sucesso da HBO da atualidade.

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Cara de Cu em foto da série ‘Preacher’

O canal AMC divulgou uma nova imagem da série ‘Preacher‘, que apresenta Eugene “Cara de Cu” (Ian Colletti).

A adaptação televisiva da HQ homônima de Garth Ennis estreia nos EUA dia 22 de maio nos EUA, no lugar deixado pelo fim da segunda temporada de ‘Fear the Walking Dead‘.

Confira:

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Jesse Custer e Cara de Cu na primeira foto oficial da série

Preacher’ é centrada em Jesse Custer (Dominic Cooper), pastor de uma cidadezinha no interior do Texas que, acidentalmente, é possuído por uma entidade chamada Gênesis – o filho de um anjo com um demônio do sexo feminino.

Com isso, Custer adquire o dom da palavra divina: quando ele fala, todos obedecem, mesmo contra a vontade. Jesse decide então procurar Deus e, no caminho, reencontra a ex-namorada Tulipa e o vampiro irlandês Cassidy.

Ruth Negga (‘Agents of SHIELD’) será a criminosa Tulipa O’Hara; Ian Colletti (‘Rake’) fará o Cara de Cu (Arseface); Joseph Gilgun (‘Misfits’) será o vampiro irlandês Cassidy; Lucy Griffiths (‘True Blood’, ‘Constantine’) e Elizabeth Perkins (‘Weeds’) viverão, respectivamente, as personagens originais Emily Woodrow, mão direita de Jesse Custer, e Vyla Quinncannon, dona de um matadouro que tem um passado com o pai de Jesse.

Seth Rogen co-dirige o primeiro episódio ao lado de Evan Goldberg, seu parceiro nos filmes ’A Entrevista’ e ‘É o Fim’. Os dois também escreveram o piloto.

Os quadrinhos foram originalmente publicados pela Vertigo, selo adulto da DC Comics.

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Crítica em Vídeo | Batman vs Superman

O editor Renato Marafon fala sobre ‘Batman Vs Superman: A Origem da Justiça‘.

A estreia no Brasil acontece hoje, 24 de Março.

Assista:

Leia nossa crítica de Batman Vs Superman: A Origem da Justiça!

Datas de estreias dos próximos 10 filmes da DC Comics 

Detalhes da participação do Batman em ‘Esquadrão Suicida’ 

Em Batman vs Superman: A Origem da Justiça, os dois super-heróis vão aparecer juntos na telona, sendo o Homem de Aço interpretado novamente por Henry Cavill, e o Batman vivido por Ben Affleck.

Temendo as ações não controladas de um super-herói quase Deus, o formidável vigilante de Gotham City assume o reverenciado papel de salvador de Metrópolis, enquanto o mundo argumenta sobre o tipo de herói que realmente precisa. E enquanto Batman e Superman estão em guerra, uma nova ameaça surge rapidamente, colocando a humanidade em um perigo que jamais imaginou.

Zack Snyder (‘300’) dirige.

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Negan é apresentado em comercial do episódio final de ‘The Walking Dead’

O 16º e último episódio da sexta temporada de ‘The Walking Dead‘ ganhou um comercial holandês, que apresenta brevemente o vilão Negan (Jeffrey Dean Morgan).

O episódio vai ao ar no domingo, dia 3 de abril. Ao invés dos habituais 45 minutos, o episódio será duplo e terá 90 minutos de duração.

Assista:

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Darryl persegue Dwight. De volta à Alexandria, Morgan estabelece uma busca a Carol. O grupo de Rick enfrenta uma situação horrível que pode não ser capaz de superar.

6×16 – Last Day on Earth

Na sequência de um golpe trágico, Eugene é capturado por Dwight, um membro dos Salvadores, que irão levar o inferno até Alexandria. Negan ensina Rick e seu grupo uma lição brutal, o que mostra que eles finalmente tem algo a temer .

Jeffrey Dean Morgan (‘Supernatural’, ‘Watchmen’) foi o escolhido para interpretar Negan , o maior e mais malvado vilão dos quadrinhos, líder do que pode ser chamado de “máfia zumbi”. Negan será introduzido no final da sexta temporada, e entrará para o elenco fixo da sétima. Responsável pela morte de um dos protagonistas nos quadrinhos, ele ataca cidades e faz seus habitantes dividirem seus recursos em troca de salvação.

‘The Walking Dead’: Produtor revela que personagem NÃO irá morrer na série 

A AMC renovou a série para a sua sétima temporada. A próxima temporada irá estrear em 9 de Outubro de 2016, e trará o retorno do showrunner Scott M. Gimple e dos produtores executivos Robert Kirkman, Gale Anne Hurd, David Alpert, Greg NicoteroTom Luse  leia.

A estreia da sexta temporada de ‘The Walking Dead’ será a mais tensa da série 

‘The Walking Dead’: Fotos apresentam novos personagens da série 

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Vídeo traz os eletrizantes bastidores da 2° Temporada de ‘Fear The Walking Dead’

Nós e vocês já conferimos trailers, clipes, agora, chegou a hora de assistirmos aos bastidores da nova temporada de ‘Fear The Walking Dead‘.

Então, aproveite!

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A 2ª temporada de ‘Fear the Walking Deadterá 15 episódios, e estreia nos EUA dia 10 de abril de 2016, uma semana após o término da sexta temporada de ‘The Walking Dead‘.

Dougray Scott (‘Para Sempre Cinderela’, ‘Exorcistas do Vaticano’) é a nova adição no elenco. Segundo o TV Line, seu personagem não foi divulgado. Ele se junta a Daniel Zovatto, ator do terror ‘Corrente do Mal‘.

O drama explora o início do apocalipse zumbi pelos olhos de uma família problemática de Los Angeles. Nessa cidade, onde as pessoas vão para escapar, esconder segredos e enterrar o seu passado, um misterioso surto ameaça perturbar a pouca estabilidade que a professora do ensino médio Madison Clark (Kim Dickens) e o professor de Inglês Travis Manawa (Cliff Curtis) conseguiram estabelecer. A pressão cotidiana de unir duas famílias enquanto lidam com ressentimentos e filhos revoltados fica em segundo plano quando a sociedade começa a se romper.

Começam as filmagens do season finale de ‘DC Legends of Tomorrow’

DC’s Legends of Tomorrow’, a série derivada de ‘Arrow’ e ‘The Flash’, está filmando exatamente o último episódio da 1° Temporada.

Intitulado Tomorrow, o episódio teve a capa do roteiro liberada por Marc Guggenheim, um dos produtores do TV Show.

 

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A série estreia dia 21 de janeiro de 2016 nos EUA.

Quando os heróis não são suficientes, o mundo precisa de lendas. Depois de ter visto o futuro, um deles desesperadamente vai tentar impedir que isso aconteça: o viajante do tempo Rip Hunter, que recebe a tarefa de montar um grupo diferente, composto tanto por heróis quanto vilões, para enfrentar uma ameaça imparável, onde não só o planeta está em jogo, mas o próprio tempo também. Poderá este time desorganizado derrotar uma ameaça imortal diferente de tudo que já conhecemos?

Rip Hunter (Rory Williams), Mulher-Gavião (Ciara Renée), Jay Jackson (Franz Drameh), Capitão Frio (Wentworth Miller), Onda Térmica (Dominic Purcell), Átomo (Brandon Routh), Dr. Martin Stein (Victor Garber) e Canário Branco (Caity Lotz) integram o time de super-poderosos.

Greg BerlantiAndrew Kreisberg e Marc Guggenheim, criadores de ‘Arrow’, estão cuidando do spin-off.

 

Grant Gustin e Melissa Benoist nos bastidores do crossover entre ‘Supergirl’ e ‘The Flash’

Com o episódio totalmente filmado, Grant Gustin liberou em seu perfil no Twitter uma imagem que compila como foram os dias ao lado de Melissa Benoist no set do crossover de The Flash‘ e ‘Supergirl.

Confira:

Worlds Finest” – Kara ganha um novo aliado quando o super-herói veloz The Flash (Grant Gustin) aparece após uma viagem através do universo alternativo e ajuda Kara na batalha contra Silver Banshee e Livewire. Em troca, ela o ajuda a encontrar uma maneira de voltar para casa.

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O encontro entre os super-heróis será exibido no dia 28 de março nos EUA.

CBS encomenda 1ª temporada completa de ‘Supergirl’

 

Crítica 2 | Batman vs Superman: A Origem da Justiça

Atrasada em relação à concorrência, a Warner Bros. finalmente começa a desenhar o Universo Cinematrográfico da DC Comics com um blockbuster megalomaníaco, que custou caros US$ 250 milhões de produção + US$ 150 milhões de marketing.

Tendo estabelecido apenas o universo do Superman nos cinemas, com o mediano ‘O Homem de Aço’ (2013), a Warner decidiu agilizar o processo criativo e incluir o Batman e a Mulher-Maravilha na sequência, e chamou o roteirista vencedor do Oscar Chris Terio (‘Argo’) para encaixar todos esses personagens de uma maneira convincente e elaborar uma história que faça os dois maiores heróis da DC Comics se pegarem na porrada.

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O visionário diretor Zack Snyder faz o seu melhor, criando um universo sombrio em que esses dois heróis possam coexistir, e é bem sucedido com um visual espetacular e uma técnica impecável que tenta seguir os passos e os cortes secos do diretor Chris Nolan. O estilo visual criado por Snyder aqui se assemelha à sua maior obra-prima, o subestimado ‘Watchmen – O Filme’.

O elenco também é recheado de atores de renome que, em sua maioria, entregam seu melhor. O tão criticado Ben Aflleck cria um Batman agressivo, envelhecido e extremamente perigoso, muito semelhante àquele das HQs de Frank Miller que os nerds tanto amam. Ele também é a personificação de Bruce Wayne, um bilionário afogado em mágoas pela morte dos seus pais e pelos percalços da vida.

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Henry Cavill é a imagem e semelhança do Superman: um Deus belo, forte e bombado. Falta-lhe apenas expressões faciais (talvez os kryptonianos não conheçam isso).

Seu super-herói falha em gerar empatia com o público, já que o ator sempre está com o mesmo olhar frio e seco que o distância dos meros mortais. Ele é um ser superior, mas não aparenta ter muito apreço pelos seres humanos (ok, com razão). Como Clark Kent, Cavill consegue demonstrar alguns trejeitos desajustados do repórter, mas ainda longe de ser a versão que sempre imaginamos.

Os únicos momentos em que os sentimentos do herói são afetados são quando a amada Lois e a mãe Martha estão em perigo, fazendo com que o personagem pareça um tanto egoísta e egocêntrico.

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O grande destaque fica pelo elenco feminino: Gal Gadot chega tarde para a festa como a Mulher-Maravilha, mas rouba a cena e se destaca em meio a tanta testosterona. Apesar da criticada magreza, a atriz demonstra a força da Amazona através de sua atuação. Amy Adams brilha como a ruivinha Lois Lane, sempre atrás de problemas e sendo salva pelo amado,  demostrando um grande “girl power” com sua inteligência e audácia. Adams demonstra uma grande evolução de sua personagem, após uma atuação no modo “automático” em ‘O Homem de Aço’.

Outros que merecem elogios são Jeremy Iron, como um irônico e fanfarrão Alfred, e Holly Hunter, como uma senadora ponta firme.

Quem destoa do resto do elenco é Jesse Eisenberg, extremamente afetado e irritante como o vilão Lex Luthor. O ator tenta entregar um vilão cheio de trejeitos, mas sofre de overacting e chega a parecer um Coringa hipster em alguns momentos. Sua atuação caricata chega a incomodar, em um belo exemplo de miscasting.

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Com a correria para introduzir tantos heróis e vilões, ‘Batman vs Superman’ é um filme “ame ou odeia”. É inegável o esforço da Warner Bros. para fazer o filme funcionar, entregando uma ação desenfreada para alegrar os fãs, que acaba extrapolando com a longa duração de 151 minutos. Os olhos chegam a cansar com tantos acontecimentos simultâneos e informações fornecidas.

Inserir mais um vilão no terceiro ato o torna cansativo e supérfluo, tentando agradar demais e falhando em conquistar os fãs com um CGI pra lá de duvidoso.

No mais, o roteiro faz o melhor com o tanto de acontecimentos que precisava entregar, transitando entre Gotham e Metrópolis para estabelecer o Universo de ambos os heróis, mas falta motivação para o tão aguardado embate. Você vai pegar se perguntando “como?”, “aonde?” e “porquê?” em diversos momentos do filme, principalmente os que envolvem as motivações de Lex Luthor e suas ações, sempre mal explicadas e destoadas da trama central.

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Batman vs Superman: A Origem da Justiça’ é entretenimento em sua mais pura forma, que irá agradar aqueles que desligarem o cérebro e desencanarem dos furos do roteiro em detrimento da diversão. O tom sombrio e sério da produção é extremamente distinto da alegoria feliz do Universo Cinematográfico da Marvel, para a alegria geral dos fãs dos quadrinhos.

É o sonho de infância de muitos de nós se tornando realidade, e só por isso já merece seus méritos. O pontapé inicial de ‘Liga da Justiça’ deve agradar o grande público, visando o tanto que desagradou a crítica especializada. Mas não se assuste: público e crítica sempre sempre tendem a discordar quando se trata de grandes produções.

 

 

Crítica | Batman vs Superman: A Origem da Justiça

O Universo Cinematográfico DC

Tudo o que funcionou serve de exemplo, certo? É com essa máxima que os estúdios Warner pretendem levar ao grande público dos cinemas os personagens da DC Comics, seus por direito. O estúdio retentor do Superman e do Batman percebeu o potencial de suas propriedades quando a rival Disney (dona dos direitos dos heróis da Marvel) construiu um verdadeiro universo cinematográfico, costurando histórias e transformando merchandising em rios de dinheiro. Mas não apenas isso, os filmes da Marvel possuem qualidade. E é essa a parte mais difícil, confeccionar algo que tenha ressonância.

Se para a Marvel foi necessário lançar cinco filmes antes de juntar todos os seus personagens em Os Vingadores (2012), a DC faz o caminho inverso, cansada de dar com os burros n´água. Superman – O Retorno (2006) não deu certo e precisou ser “rebootado” com O Homem de Aço (2013) – que também não atingiu o esperado, mas foi assim mesmo. A trilogia do Cavaleiro das Trevas de Nolan se fecha em seu próprio arco e existiu num universo à parte. E Lanterna Verde… bem, vocês sabem.  É o famoso caso de “ou vai, ou racha”. E, aparentemente, foi.

Batman VS Superman

Assim como O Homem de Aço, Batman vs Superman é um filme extremamente sombrio. O clima tenso impera. Tudo é excessivamente dramático. Não existem Existem poucos alívios cômicos. Ou seja, todos os elementos para um filme pesado, sem grande alegria e totalmente afastado daquele sentimento de “estar maravilhado”, inerente aos mais clássicos filmes de super-heróis.

Grande parte do que faz “um filme de herói” é transformar adultos em crianças novamente. É fazer os sonhos se concretizarem. E é nessa parte que o cinema se mescla a este subgênero, já que muito desta definição está implícito no que é cinema: magia e diversão. Poucos são os que adentram uma sala de cinema para, por duas horas, se sentirem miseráveis, e muito piores do que entraram.

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Ao mesmo tempo, é preciso admirar a coragem da DC, por se manter fiel ao seu espírito original citado, e não aderir ao “caminho Marvel de fazer filmes”, como sendo a solução da lavoura. Existe mercado para os dois tipos de escolha. Particularmente, uma produção pseudo-sombria, mas com censura baixa, é um grande engodo contraditório. Seja como for, em sua grande parte, Batman vs Superman funciona, e é o filme pelo qual os fãs estão esperando. Ninguém sairá insatisfeito.

A sessão de imprensa começou com uma mensagem gravada pelo diretor Zack Snyder, o comandante da obra. Nela, o cineasta pedia encarecidamente para que os jornalistas e especialistas ali presentes basicamente não tenham espírito de porco, entregando segredos (os famosos spoilers) do filme. O que eu posso afirmar é que não existem grandes segredos, para aqueles que viram todos os trailers e prévias lançadas pela própria Warner ao longo dos meses que precederam o lançamento. Acredite! Tudo o que você já sabe, é o que verá na tela.

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Na trama, após os eventos apresentados em O Homem de Aço, nos quais a cidade de Metrópolis foi quase reduzida a cinzas – ecoando muito o trágico 11 de setembro em Nova York – o bilionário Bruce Wayne (Ben Affleck) resolve que o alienígena conhecido como Superman é muito mais uma ameaça, do que um salvador. Muitos pensam igual a ele, como o jovem magnata Lex Luthor (Jesse Eisenberg), que toma atitudes mais extremas para que tal “ameaça” seja dizimada de seu planeta. O ricaço psicótico então resolve numa espécie de joguete colocar Superman e Batman, os maiores heróis da Terra, para duelar. E o resultado é… bem, você verá nas telas, tenho certeza.

Batman vs Superman funciona de forma harmoniosa e não há furos gritantes aparentes no roteiro, bem trabalhado a duas mãos por Chris Terrio (Argo) e pelo especialista David S. Goyer (trilogia O Cavaleiro das Trevas). No entanto, existe sim um sentimento deste ser “um filme do meio”, um sentimento de que esta história não começou aqui e tampouco terminou. As pontas soltas – como a aparição de diversos personagens da DC, com destaque para a Mulher Maravilha (Gal Gadot) – são estrategicamente plantadas como migalhas para filmes vindouros. Dois detalhes em especial chamam bastante atenção – duas sequências de “sonho” de Bruce Wayne. Fiquem ligados nisso, pois há nas entrelinhas algo suculento para o futuro.

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Fora isso, a sensação de grandiosidade é trazida pela trilha de Hans Zimmer, novamente o maestro por trás dos “esporros” sonoros que prenderão sua atenção na marra. Isso não é um ponto negativo, mas Snyder e Zimmer pontuam com sonoridade, destacando a importância de certas cenas. O que só acrescenta a tremenda dimensão da coisa toda.

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Ben Affleck é o ponto chave, tem o melhor desempenho dentre os atores (tanto como Wayne, quanto Batman) e leva basicamente a seriedade do filme, carregando o protagonismo da obra com grande desenvoltura. Outra atuação de destaque é a de Holly Hunter como a senadora Finch, sendo também uma âncora responsável por fincar o fantástico no real. Como contraponto nas atuações, a caricatura confeccionada por Eisenberg (em geral um ator simpático) para seu Lex Luthor. Não sei de quem foi a ideia para esta abordagem, e poderia até ter funcionado, mas o exagero com que o jovem entrega suas cenas é comparável a unhas arrastando num quadro negro. Causa desconforto e retrata um antagonista sem sentido.

Batman VS. Superman satisfará os entusiastas, fãs e fanáticos. Para todo o resto serve como entretenimento passageiro, sem qualquer reflexão ou significado.

Crítica | Better Call Saul – 1º Temporada

Todos nós sabemos que Breaking Bad foi um estouro do começo ao fim! A série foi um fenômeno de público e crítica e tem um dos finais mais aclamados de todos os tempos, o que é memorável depois de finais duvidosos como em Dexter, Revenge e Lost (só citando alguns).

Better Call Saul é um spin-off de Breaking Bad e uma ótima produção original da Netflix. A primeira coisa que eu quero levantar para quem ainda não viu a série é o fato de que você pode assistir a série tranquilamente ainda mesmo que você nunca tenha curtindo a premissa de Breaking Bad. São histórias totalmente distintas.

Jimmy, nosso protagonista queridão, é um advogado que tá tentando construir seu nome e uma base de clientes. Ele começa a série atuando como defensor público, algo que ele não aparenta gostar muito de fazer, exceto pelo desafio. Quando é “hora do show” a questão pra ele deixa de ser se ele está trabalhando pra um culpado ou um inocente, o que importa é levar o caso com a lábia bem peculiar que ele tem.

Ao contrário de séries como How to get away with murder, onde um advogado obcecado por vitórias geralmente é um indivíduo de índole duvidosa, Jimmy é um cara essencialmente bom, alguém que deu suas escorregadas no passado e que se transformou num sujeito bom que só quer fazer seu trabalho. Esse vira seu grande problema no mundo corporativo e competitivo da advocacia.

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Logo de cara você já se enerva com um tal de Howard, um cara de um império de advogados que parece ter um prazer peculiar em deixar o Jimmy pra baixo e até meio humilhado. Howard e Jimmy possuem opiniões extremamente diversas sobre o futuro de um dos sócios da gigante HHM na empresa. A coisa piora quando Jimmy perde um cliente em potencial para a empresa, por ser um defensor público ele é visto pelo casal à procura de um advogado como “o cara que apenas defende culpados”.

Frustrado, ele tenta a todo custo recuperar o cliente de volta. A gente vai acompanhando seu desespero quando todo dia quando volta ao seu “escritório” ele acessa as mensagens da caixa postal e o número de pessoas que fizeram contato com ele é sempre o mesmo: zero! Na tentativa de mudar esse panorama a gente pode dizer, bem estilo Sessão da Tarde, que ele vai se meter em altas encrencas e aventuras!

Sem querer comparar criador e criatura, o spin-off de Breaking Bad constriu o que é, na minha opinião, um dos protagonistas mais carismáticos dos últimos tempos. Você vai engatar episódio atrás de episódio torcendo pelo autêntico cara do bem e nem ligar ligar quando ele der umas derrapadas no lado bonzinho dele porque as intenções não são ruins. E, cá entre nós, já faz um tempo que o Bob Odenkirk tá dando um show de interpretação em várias séries. Aqui ele entrega a grande obra dele.

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O grande trunfo da produção é investir numa técnica que foi muito explorada em um filme de 1994 chamado “O Balconista“. Assim como no longa, a série não economiza em cenas longas ou em takes que demonstram a rotina da pessoa que está em cena. Você acaba sentindo-se ansioso, curioso e entendiado junto do personagem. A rotina de Jimmy como defensor público é amplamente explorada em uma cena cheia de takes que o mostra todos os dias fazendo a mesma coisa. O movimento repetitivo do ensaio, conhecer o cliente, pegar café, conversar com outro advogado, explorar o caso e afins faz você quase explodir e gritar “chega!”. É impressionante.

Dentro da história do protagonista, vamos conhecendo outras figuras e explorando um universo cheio de ambições onde a meta é sempre a mesma: dinheiro fácil. Em um mundo onde todo mundo se corrompe, onde se você recusar-se a fazer um serviço sujo logo alguém acha outra pessoa pra fazer, como sobreviver fazendo a coisa certa?

No decorrer da série vamos tendo a chance de “descascar” cada um dos personagens e conhecer todas as suas camadas. Estamos diante de uma série onde o que você vê de cara não vai durar pela série toda e o trabalho em mostrar a personalidade de todos por completo é fundamental.

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Assim como em The Wire, que é outra série impagável, Better Call Saul anda na linha tênue entre o bem e o mal, tentando derrubar aquele conflito antigo que mostrava uma pessoa 1005 ruim contra uma pessoa 100% boa. Nela você vê o cara aparentemente mais inofensivo do mundo se comportando como um babaca e um bandido super perigoso que é super amável com a sua querida vovó. Não trata-se de uma guerra entre heróis e bandidos, mas sim de humanos e humanos. Ponto pra eles!

A fotografia da série é lindíssima! E a abertura é naquele estilo curtíssima, que não mostra o nome dos atores, apenas o nome da série e dos produtores com uma imagem de fundo que situa você sobre as coisas que vão acontecer naquele episódio específico. Destaque pra abertura do último episódio.

Chegamos na metade da primeira temporada sem nem perceber, os 5 primeiros episódios são simplesmente perfeitos! Do sexto episódio em diante a gente vai vendo uma leve queda de qualidade. Eu não via a hora do sexto episódio terminar, na boa! É claro que a gente tem que relembrar que a série terá uma segunda temporada e que temos uma chance de ver essas histórias sendo mais necessárias, mas ali na hora o dedinho de correr a série pra frente chega a coçar.

Mas vale lembrar que a primeira temporada é curtinha, dá pra ver em um ou dois dias tranquilamente e que não mata ninguém relevar as baixas da série diante de toda a ótima trama que ela oferece. É impossível a gente não se envolver profundamente com a história de Jimmy e acompanhar o “breaking bad” pessoal dele.

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Embora Breaking Bad seja muito mais bem avaliada, vale lembrar que a “química do mal” tem alguns elementos que não agradam a todo tipo de público. Better Call Saul é uma série bem mais leve e ainda tá indo pra segunda temporada, você vai levar bem menos tempo pra fazer uma maratona dela do que de Breaking Bad e às vezes uma pode abrir a sua portinha da curiosidade para a outra.

É bem complicado avaliar uma série que está em andamento, mas a primeira temporada de Better Call Saul merece uma nota 9.

Crítica | Fargo

E se você estiver certo e eles errados?

Se você consegue ler esse texto é porque tem mais de 2 anos de idade, ou seja, em 2014 e 2015 você estava bem vivo e pode ter ouvido falar em uma série que ganhou zilhões de premiações na época. Fargo fez a limpa nas categorias de séries e virou uma das séries mais comentadas nesse período, e com todos os motivos.

Uma das primeiras coisas que vai chamar a sua atenção é o prólogo que já te alerta que a história e baseada em fatos reais e que os nomes das pessoas envolvidas foram alterados, principalmente por respeito aos mortos. Quem leu sobre a série sabe que esse fator é questionável, ainda mais porque Fargo – o filme começa do mesmo modo e ambas histórias se desenvolvem de modos diferentes. Jogada ou não, deixa você pensando e tentando caçar a Fargo da vida real (mas não, você não vai achar referência nenhuma).

Em anos e anos de vício em séries eu nunca vi algo tão bonito quanto Fargo, a estética da série é acima de qualquer coisa que já foi vista! Direção impecável, um roteiro instigante e atuações de primeira. O primeiro episódio é, sem dúvidas, o melhor piloto de série que eu já vi, e olha que ele tem mais de uma hora que você simplesmente não vê passar… Mesmo!

A série mostra o revés na vida de um pacato vendedor chamado Lester Nygaard após a chegada de um estranho na cidade de Bemidji. Se você é um fã de carteirinha de How I met your mother, vale ressaltar que essa cidade fica em Minesota, a terra natal do nosso adorado Marshal e que várias vezes durante a série é citada com o lugar mais calmo e seguro da face da terra.

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Sabe quando você toma uma pedalada da vida e corre pras redes sociais pra escrever que cansou de ser bonzinho? Quem nunca se revoltou nos momentos que percebe que ser legal com a geral faz os outros te usarem de tapete e depois jogarem fora? Acho que todos nós. Eu não sei como vocês processam essa informação, eu sei como eu tenho aprendido a lidar com ela. E Fargo vai mostrar o efeito colateral do estouro de Lester, que cansa de ser um autêntico banana depois de ter a mente totalmente contaminada por um papo com Lorne Malvo num hospital, depois de ter literalmente tomado um fatality na cara por ser um cara legal.

Daí pra frente, nosso caro Lester vira o cara mais intolerante ever! Uma simples conversa sobre o barulho que a máquina de lavar faz leva o sujeito ao extremo, e daí a série começa a mostrar o efeito dominó das nossas atitudes, você faz uma cagada e tem de fazer sempre mais e mais para encobrir o primeiro erro.

A síntese da série é um cartaz que Lester tem fixado na parede do porão, que mostra um monte de peixes da mesma cor nadando na mesma direção e no meio deles apenas um de cor diferente nadando pro lado oposto. A mensagem da imagem é “what if you are right and they are wrong?“. E se todo moralismo da sociedade for mesmo um freio para tentar deixar toda a humanidade no mesmo patamar? É isso que passa a rodar na mente do bom mocinho que vira o vilão da história em dois tapas.

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O mais curioso da série é que geralmente quando você vê um cara bom começando a trilhar um caminho duvidoso a impressão que dá é que ele sempre estará profundamente desconfortável com isso. Lester parece o autêntico lobo em pele de cordeiro, um cara cuja mente já era contaminada de más intenções que só buscavam uma brecha pra acontecer. O cara já tinha uma mente programada pra se livrar de todo mundo que incomodava ele, ou que o humilhava por ele ser legal demais.

Já Malvo é aquele cara que surge pra plantar a sementinha do mal e se divertir ao ver o circo pegar fogo. Ele vira o guru espiritual (só se for do espírito de porco) de Lester. Como a polícia da cidade logo nota que a rotina local mudou com a chegada dele, ele passa a ser notado como o inimigo a ser combatido. Mas o cara é profissa e tem uma habilidade de nunca deixar um rastro que permita que as autoridades o mantenham preso. Você fica abismado com a esperteza e #chateado com a prepotência dele.

Fargo é uma série instigante e perspicaz. O mais interessante é o humor negro da série. Por mais que ela tenha momentos de tensão, eles acabam ganhando leveza pela atitude dos personagens, é uma das poucas séries que consegue trazer um sarcasmo tão grande pra violência que não causa nenhum tipo de repúdio em quem não gosta de séries desse gênero. Ela merece muito mais ser vista pela ótica do dilema psicológico do personagem principal do que pela premissa de ser uma série de investigação de crimes.

Com uma estética bem Tarantino de mostrar a violência, onde um assassinato é mostrado como se fosse uma obra de arte, o destaque da série vai para uma cena do sétimo episódio, onde Malvo entra em um prédio para se livrar de uma pessoa e manda fogo em qualquer pessoa que entre no seu caminho. Se você não gosta de cenas de violência, não se preocupe, você não verá nada do que está acontecendo mas saberá de tudo mesmo assim. É a cena de tiroteio – na qual você não vê nenhum tiro – mais lendária da história da TV. Para os apaixonados por fotografia em séries e filmes, é um daqueles momentos que olho brilha numa mistura de orgulho e lágrimas contidas.

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Em apenas 10 episódios, Fargo cumpre o que séries levam temporadas e temporadas para cumprir. Ela carrega em si todos os elementos necessários para atrair qualquer público e tem uma universalidade ímpar na sua linguagem. Ela é tipo o bacon das séries, você corre o risco de conhecer alguém que não gosta, mas quem ama é apaixonado de corpo e alma e não consegue passar indiferente por essa produção primordiosa.

Uma vez assistida, não há como apagar da memória. Fargo é como aquela paixão que você tem e que te deixa um dia, você tem certeza que nunca vai achar algo igual na vida ou algo que possa suprir o vazio que ela deixou. Atualmente tá rolando um spin off da série, ela vota no tempo para contar a história de um ex policial da cidade, muito antes de Malvo chegar lá. Eu ainda não vi, mas tô instigada e já já chego lá e volto aqui pra falar dela com vocês.

Eu não gosto de dar detalhes que possam deixar as pessoas com uma pré-disposição a pensar algo, mas quem já assistiu e quem há de ver notará com tristeza a deslizada no final da série. Por ter sido uma série tão bem dirigida e ter um dos melhores roteiros de todos os tempos, o final acaba estragando um pouco o legado e tudo que a série se esforça em mostrar em TODOS seus perfeitos episódios. Assim como o Rotten Tomatoes, fica complicado dar nota máxima pra série, mas ela chega muito perto, merecendo um 9,8 e uma forte indicação de ASSISTA AGORA!

Batman vs Superman: A Origem da Justiça

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(Batman v Superman: Dawn of Justice)

 

Elenco:

Ben Affleck – Bruce Wayne / Batman
Henry Cavill – Clark Kent / Superman
Gal Gadot – Diana Prince / Mulher-Maravilha
Jason Momoa – Arthur Curry / Aquaman
Ezra Miller – Barry Allen / The Flash
Jena Malone – Barbara Gordon
Jeffrey Dean Morgan – Thomas Wayne
Amy Adams – Lois Lane
Diane Lane – Martha Kent
Jesse Eisenberg – Lex Luthor
Michael Shannon – General Zod
Jeremy Irons – Alfred
Holly Hunter – Senadora Finch
Laurence Fishburne – Perry White
Tao Okamoto – Mercy Graves

Direção: Zack Snyder

Gênero: Ação

Duração: 151 min.

Distribuidora: Warner Bros.

Orçamento: US$ 200 milhões

Estreia: 24 de Março de 2016

Classificação Indicativa: 12 anos

Sinopse:

Em Batman vs Superman: A Origem da Justiça, os dois super-heróis vão aparecer juntos na telona, sendo o Homem de Aço interpretado novamente por Henry Cavill, e o Batman vivido por Ben Affleck.

Temendo as ações não controladas de um super-herói quase Deus, o formidável vigilante de Gotham City assume o reverenciado papel de salvador de Metrópolis, enquanto o mundo argumenta sobre o tipo de herói que realmente precisa. E enquanto Batman e Superman estão em guerra, uma nova ameaça surge rapidamente, colocando a humanidade em um perigo que jamais imaginou.

Crítica em Vídeo:

Curiosidades:

» Zack Snyder (‘300’) dirige e David S. Goyer (‘Batman Begins’) roteiriza.

» Ben Affleck foi o escolhido da Warner Bros. para interpretar o novo Batman/Bruce Wayne. O ator, que já interpretou o herói ‘Demolidor‘, tem 41 anos. Ele é mais velho que Christian Bale, 39 anos, que interpretou o Cavaleiro das Trevas na trilogia dirigida por Chris Nolan.

» O nome de Affleck tem sido cotado desde o começo de 2013 para integrar o Universo DC. A Warner Bros. convidou-o a dirigir e estrelar ‘A Liga da Justiça‘, no papel de Batman. Como Affleck não aprovou o roteiro escrito por Will Beall (‘Caça aos Gangsteres’), declinou a proposta para ambos os cargos na ocasião.

» Jeremy Irons (‘Dezesseis Luas’) viverá o mordomo Alfred. A atriz israelense Gal Gadot, conhecida por interpretar Gisele em ‘Velozes e Furiosos 4, 5 e 6‘, será a Mulher-Maravilha. Ela concorria ao papel com Olga Kurylenko (‘Oblivion’) e Elodie Yung (‘G.I. Joe: Retaliação’). Jesse Eisenberg (‘A Rede Social’) será Lex Luthor. O elenco contará com a volta dos principais astros de ‘O Homem de Aço’: Henry Cavill (Clark Kent), Amy Adams (Lois Lane), Laurence Fishburne (Perry White) e Diane Lane (Martha Kent). Ben Affleck será Bruce Wayne/Batman.

» Há rumores para outros papéis, como Dick Grayson, o Asa Noturna. Adam Driver (‘Frances Ha’) supostamente era um dos favoritos para o papel de Grayson, mas o próprio ator já desmentiu a informação.

» O elenco ainda contará com a volta dos principais astros de ‘O Homem de Aço’: Henry Cavill (Clark Kent), Amy Adams (Lois Lane), Laurence Fishburne (Perry White) e Diane Lane (Martha Kent).

» Entre os astros cotados para o papel, estavam Ryan Gosling (‘Caça aos Gângsteres’), de 32 anos, Matthew Goode (‘Watchmen’), de 35, e Joe Manganiello (da série ‘True Blood’), de 36,  Richard Armitage (‘O Hobbit: Uma Jornada Inesperada’), de 41 anos, Max Martini (‘O Resgate do Soldado Ryan’), de 42, e Josh Brolin (‘MIB³ – Homens de Preto 3′), de 46.

» Christian Bale havia recebido uma proposta de US$ 50 milhões de dólares para reprisar seu papel de Cavaleiro das Trevas, mas recusou.

» A versão do Robin no filme será feminina. Jena Malone será Carrie Kelly/Robin.

» A Warner Bros. alterou a data de estreia de ‘Batman v Superman: Dawn of Justice para evitar confronto com ‘Capitão América 3‘ nas bilheterias. De maio de 2016, o filme foi adiantado para 25 de março do mesmo ano.