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Crítica | Mississippi Grind

Photo Credit: Photo by Patti Perret, courtesy of A24

A solidão é a sorte de todos os espíritos excepcionais. Dirigido pela dupla Anna Boden e Ryan Fleck, Mississippi Grind poderia ser mais um filme sobre jogos senão fosse a carismática complexidade da relação de amizade da dupla de protagonistas interpretada por Ryan Reynolds e Ben Mendelsohn. O longa-metragem que estreou em agosto nos Estados Unidos é bem honesto ao retratar o cotidiano de aflição de uma pessoa viciada em apostas de todos os tipos.

Na trama, conhecemos Gerry (Ben Mendelsohn) um homem à beira do fracasso que vaga pelas noites da cidade onde vive apostando tudo, e praticamente o que não tem, em diversas mesas de jogos de apostas diferentes. Certo dia, em uma mesa de pôquer, conhece Curtis (Ryan Reynolds) um simpático falastrão que logo de cara fica amigo de Gerry. Ambos resolvem realizar uma espécie de Road Trip em busca de dinheiro. Entre uns drinks e outros, entre as mais diversas mesas de poker e jogos de azar dos Estados Unidos, a dupla de amigos faz uma viagem rumo à liberdade da solidão.

A alma da trama é a peculiar relação que se estabelece entre os dois personagens. É uma relação de amizade mas com mentiras de ambas as partes, embora, desde sempre, pareça que um precisa do outro. É quase um equilíbrio mútuo que vemos ao longo das sequências. O público interage o tempo todo com o que se passa na telona, a dupla de atores esbanja carisma em cena, o que facilita a comunicação da história com o espectador. Um, é tímido, tem problemas sérios com dinheiro, fruto de seus pesadelos de ansiedade com qualquer forma de aposta. O outro, além de não ter o dedinho do pé, é uma alma com grandes mistérios, quase indecifrável.

Dois amigos de personalidades completamente diferentes que se cruzam quase por acaso em uma mesa de pôquer. Trama simples? Nem tanto! Roteirizado pelos próprios diretores, Mississippi Grind foge dos clichês usando a peculiaridade de seus protagonistas aliado a um toque refinado na direção, além de possuir uma trilha sonora magnífica, clássicos do jazz instrumental são incorporados às cenas em diversos instantes.

Ainda sem previsão de estreia no nosso circuito, Mississippi Grind (infelizmente) tem poucas chances de chegar por aqui. O filme é ótimo e se tiver oportunidade, não deixe de assistir. Muitas vezes pensamos nos objetivos de embarcar em uma jornada mas muitas vezes a própria viagem é o destino.

Crítica | A War

Em certos momentos, os homens são donos dos seus próprios destinos. Depois de dirigir o excelente Kapringen (A Hijacking), o cineasta dinamarquês Tobias Lindholm volta às telonas com um filme profundo que fala sobre ética, lealdade dos militares e uma justiça de um país desenvolvido e firme que vai atrás dos fatos. A War, indicado ao Oscar pela Dinamarca e um dos cinco selecionados na categoria melhor filme estrangeiro, é um drama impactante onde as ações do protagonista geram diversas discussões ao longo de toda a apresentação dos fatos.

Na trama, conhecemos Claus Michael Pedersen (Pilou Asbæk), um militar de alta patente que lidera tropas dinamarquesas em um ambiente hostil. Claus é acima de tudo leal e muito bem visto por seu pelotão, em sua casa, a mulher e os três filhos o aguardam ansiosamente. Certo dia, após um ataque em uma expedição de rotina, o líder precisa tomar uma decisão muito difícil que mexerá com a sua vida pessoal e a de todo seu pelotão.

Vezes com Von Trier, vezes com Vinterberg, muitas vezes com Bier, ao longo dos anos, vamos sendo apresentados a toda uma profunda intensidade dramática que o cinema dinamarquês consegue proporcionar. Tobias Lindholm chega de vez ao planeta cinema com uma pegada cada vez mais realista que usa a ação como forma de espremer as emoções mais figadais. Krigen, no original, começa na ação e aos poucos, quase cirurgicamente, entramos em um drama vigoroso, daqueles imperscrutáveis. Consegue conectar os olhos mais dispersos para dentro da tela.

Uma figura importante para a trama se consolidar como um dos melhores dramas deste ano é a personagem de Maria (Tuva Novotny em uma interpretação espetacular), esposa de Claus. A decisão da família pesa para Claus mesmo sendo ele um cara íntegro e que defende seus ideais. No arco final, ficamos totalmente rendidos à curiosidade sobre as escolhas que todos os envolvidos tomarão. O final é impactante e mostra que mesmo tendo um fim, para o protagonista pode não ser bem assim. Grande filme, grande direção, grande elenco. Não percam!

Crítica | Learning to Drive

Esquecer é uma necessidade. A vida é uma lousa, em que o destino, para escrever um novo caso, precisa apagar o caso escrito. A experiente e mais que competente cineasta espanhola Isabel Coixet (Vida Secreta das Palavras) volta às telonas com uma simpática fita protagonizada por dois grandes atores, adorados por nós cinéfilos, Patricia Clarkson e Ben Kingsley. Ao longo dos 90 minutos de projeção somos privilegiados de ver tamanha harmonia em uma história muito airosa sobre novas descobertas numa fase avançada da vida.

Na trama, conhecemos a crítica literária Wendy (Patricia Clarkson), uma mulher de elegante e realizada profissionalmente que vê sua vida virar de pernas para o ar quando seu marido Ted (Jake Weber) resolve divorcia-se dela e ir viver com uma mulher mais jovem. Tentando superar a depressão que bate diariamente após o ocorrido, Wendy resolve se dedicar a uma atividade que nunca pensara muito sobre, dirigir. Assim, acaba conhecendo Darwan (Ben Kingsley), um imigrante indiano que vive com o sobrinho em uma casa cheia de outros imigrantes.  Darwan trabalha em uma auto escola e acaba virando o professor de Wendy. Assim, uma grande amizade, até certo ponto colorida, começa a nascer.

A roteirista Sarah Kernochan (9 1/2 Semanas de Amor) acerta a mão em cheio, principalmente, na intensidade e a forma como é mostrada algumas curiosas situações da rotina da dupla de protagonistas. Todo o processo de separação de Wendy só aproxima cada vez mais o público da rica personagem, as interações e conversas com sua filha também exploram de maneira jeitosa todas as qualidades da protagonista.  Darwan e os seus problemas, ou não, com o casamento arranjado, além de toda a problemática sobre imigração (assunto quase que atemporal no nosso planeta)  não são deixados de lado e ao longo dos irretocáveis arcos vão sendo passados ao público com uma paciente sabedoria.

Nada no filme é apressado, tudo é bem explorado. Uma deliciosa fita que deixa um gostinho de quero mais, sobretudo por conta de seu desfecho quase poético e bastante verdadeiro. Não percam esse belo filme.

Crítica | Amor ao Primeiro Filho

Você é livre para fazer suas escolhas, mas é prisioneiro das consequências. Escrito e dirigido por Anne Giafferi Amor ao Primeiro Filho é mais um daqueles filminhos água com açúcar que os franceses adoram produzir ao longo dos anos. Variando entre bons e arrastados momentos, o longa-metragem estrelado pela dupla Isabelle Carré e Patrick Bruel é um daqueles projetos que muitas vezes passam desapercebidos pelo público cinéfilo.

Na trama, conhecemos o arquiteto de sucesso e hipocondríaco Ange (Patrick Bruel) um mulherengo que no passado não quis assumir uma suposta criança que seria seu filho. Como a vida dá voltas, certo dia, uma farmacêutica de meia idade invade seu escritório e pede uma curiosa ajuda de Ange, para ajudá-la a convencer seu suposto filho a assumir a paternidade de uma criança fruto do relacionamento desse suposto filho com a filha da farmacêutica em questão. Confusão criada, agora Ange precisará passar um apressado processo de amadurecimento para poder resolver todas as questões não resolvidas tanto do seu passado, quanto de seu presente.

Ange et Gabrielle, no original, é um típico filme sessão da tarde. O roteiro é raso, apesar de bons diálogos que acompanham a corrida história. A falta de profundidade afasta um pouco o público dos personagens e automaticamente da trama em si. Há bons momentos, principalmente quando o filme ganha uma virada, e o relacionamento entre os protagonistas fica mais próximo. A melhor cena do filme é quando pai e filho precisam cuidar de um bebê e acabam se atrapalhando bastante. Situação já vista em outros filmes e de maneira bem parecida, nada original.

Sem previsão de estreia no circuito brasileiro, com boas possibilidades de ir direto para as locadoras, Amor ao Primeiro Filho não é um filme ruim mas um projeto muito parecido com outros filmes do gênero. Nada mais de especial.

Crítica | Moonwalkers

Quase sempre é preciso um golpe de loucura para se construir um destino. Em seu primeiro longa-metragem no currículo, o cineasta Antoine Bardou-Jacquet resolve aceitar um projeto inusitado escrito pelo roteirista do excelente Morte no Funeral (as duas versões), Dean Craig. Dessa vez, Craig não consegue ajeitar o tom da comédia e tudo para muito exagerado, além da falta de força cênica, carisma mesmo, dos protagonistas em cena. Jacquet se perde do início ao fim, talvez fruto de sua inexperiência, não consegue realizar um bom trabalho.

Na trama, no final da década de 60, acompanhamos o perturbado agente da CIA Kidman (Ron Perlman) que se mete em uma missão deveras peculiar: encontrar com o diretor Stanley Kubrick e propôr que o mesmo grave uma espécie de filme, do homem pisando na lua, caso a aventura norte-americana no espaço não desse certo. Mas tudo vai por água abaixo quando Kidman se confunde e acaba entregando a ideia sobre o filme para Jonny (Rupert Grint), um trambiqueiro que no final acabará ajudando Kidman a tentar conquistar seu objetivo, só que sem Kubrick.

A ideia inicial era boa: mexia com Kubrick, uma fake viagem à lua, personagens excêntricos em uma Londres de outros tempos, muito louca. A aplicação disso tudo foi um desastre. Deram margem ao extremo da loucura que o roteiro deixava de alcance e esqueceram que o filme poderia ser bem mais que isso. Personagens perdidos em cena, um roteiro que não consegue se ajustar, uma direção confusa. A decepção é tamanha que vira quase um pecado cinéfilo usar o nome do grande Stanley Kubrick numa bobagem desse tamanho.

O filme tem boas cenas de ação e uma abertura criativa mas somente isso. Muito pouco para ser apenas um filme regular, imagina um filme bom. Moonwalkers é uma grande decepção, não há como negar. Ainda bem que o homem foi à lua. Ou será que não foi?

Crítica | O Clube

Cada vez que você faz uma opção está transformando sua essência em alguma coisa um pouco diferente do que era antes. Indicado ao Oscar pelo Chile, a brilhante fita O Clube, dirigida pelo cineasta Pablo Larraín é sem dúvidas um dos melhores filmes do último ano. Não perdendo nem um segundo da atmosfera pesada, fruto dos passados dos personagens, o corajoso filme é um soco no estômago para quem ainda tinha qualquer dúvida sobre alguns absurdos que a Igreja Católica escondeu, esconde e esconderá do planeta.

Grande vencedor do Grande Prêmio do Júri no Festival de Berlim em 2015, O Clube conta a história de alguns homens ligados à Igreja Católica que se escondem de seus passados em uma casa no interior, ajudados por uma freira. Sem total ligação com o mundo e vivendo dia após dia enclausurados em seus pecados, certo dia recebem a visita de um padre que remexerá toda a angústia e aflição desses ex-padres.

O roteiro, assinado pela dupla Daniel Villalobos e Guillermo Calderón é brilhante. O longa-metragem parece uma peça teatral, muito bem definida em seus atos. Impressionante as verdades ditas. Todos os atores estão inspirados. Mas o grande destaque é a direção. Com muita técnica e simplicidade, consegue captar toda a angústia dos personagens principalmente nos momentos chaves da trama, uma aula de direção de Larraín.

Mesmo falando abertamente as verdades sobre situações que ocorreram com pessoas ligadas à Igreja Católica e toda a polêmica que levanta, o longa-metragem foi aclamado em diversos festivais e quase conseguiu uma das cinco vagas finais para concorrer ao Oscar de Melhor filme estrangeiro neste ano. Não percam O Clube, um filme forte e uma grande aula de cinema.

Crítica | Misconduct

Quem abre o coração à ambição, fecha-o à tranquilidade. Em seu primeiro longa-metragem, o cineasta Shintaro Shimosawa tem a complexa missão de dirigir dois monstros sagrados do cinema. Misconduct, estrelado por Anthony Hopkins e Al Pacino, é um filme um pouco parecido com outros trabalhos do gênero, só que com alguns diferenciais nas composições dos personagens. O roteiro, assinado pela dupla Simon Boyes e Adam Mason, é estranhamente mentecapto.

Neste thriller dramático, conhecemos o ambicioso advogado Ben (Josh Duhamel), um homem que passa por uma crise no casamento por conta de uma tragédia que aconteceu. Sua mulher Charlotte (Alice Eve) é uma mulher gelada que praticamente vive no hospital onde trabalha. Certo dia, Ben encontra uma ex-namorada chamada Emily (Malin Akerman) que esconde informações confidenciais sobre o namorado, o bilionário Denning (Anthony Hopkins), que interessam o escritório de advocacia onde Ben trabalha, que é comandado por Abrams (Al Pacino). Assim, Ben acaba se metendo em uma trama misteriosa onde precisará tomar muito cuidado a cada nova revelação.

Misconduct, como um todo, é uma fita apenas regular. Exemplo de pontos positivos: vemos uma composição mais puxada para a realidade dos personagens, com destaque para o ambíguo Denning (Hopkins e sua eterna elegância em cena) e a quase robótica Charlotte, essa última muito bem interpretada pela atriz Alice Eve. Exemplo de pontos negativos: a falta de criatividade do roteiro para dar bons andamentos para as subtramas (que acabam sendo excessivas e atrapalham o entendido de parte da história), Josh Duhamel (infelizmente se perde em alguns momentos).

O longa-metragem, ainda sem data de estreia no circuito brasileiro, deixa a desejar. Mesmo quem curte filmes de suspense tende a se decepcionar bastante.

Crítica|El Desconocido

Em seu primeiro longa-metragem como diretor, o cineasta espanhol Dani de la Torre percorre o gênero de ação e Thriller para contar uma história bem agitada que guarda algumas boas surpresas já no seu arco final. Protagonizado pelo excelente ator espanhol Luis Tosar, El Desconocido passa do drama para a ação com a maestria de outros bons filmes que se assemelham em sua estrutura. O único pesar é que talvez o filme nunca ganhe as telonas do circuito nacional.

Na trama, conhecemos a história de um executivo de contas de um forte banco chamado Carlos (Luis Tosar) que passa por uma grave crise em seu casamento e possui uma relação bem distante com seus dois filhos. Certo dia, logo após sair de casa com os dois filhos no carro, recebe uma ligação misteriosa dizendo que embaixo do carro tem uma bomba e que se o carro parar o explosivo se acionará automaticamente. Desesperado, Carlos vai precisar de muito sangue frio para entender o porquê está nessa situação e quem está fazendo isso com ele.

O filme se parece um pouco com Locke (2013), protagonizado por Tom Hardy. A adrenalina, angústia e surpresa são exatamente no mesmo nível. El Desconocido ainda usa mais elementos para elucidar a história ao público. O excelente ator espanhol Luis Tosar mais uma vez dá um show em cena. Desde seu início, sabemos que o personagem chave da trama esconde alguns segredos que acabaram provocando as conseqüências dos atos mostrados. Ao longo dos 102 minutos, não conseguimos tirar os olhos da tela, fruto do excelente desenvolvimento de uma trama que tinha tudo para ser tão simples mas se mostra aos poucos bem complexa.

Se algum dia você leitor tiver chance de conferir a esse filme, não pense duas vezes.  El Desconocidoreúne elementos fantásticos e bem criativos que tornam a experiência de ver a esse filme algo fantástica.

Parceiros do ‘Demolidor’ são destaques em novos teasers

A Marvel e a Netflix divulgaram dois novos teasers da segunda temporada de ‘Demolidor‘, que estreia dia 18 de março no mundo todo!

Nos vídeos, temos Foggy Nelson e Karen Page:

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Justo quando Matt achava que tudo começava a entrar nos eixos em Hell’s Kitchen, novas forças do mal passam a assombrar a cidade. Agora, o Homem sem Medo precisa encarar um novo adversário, Frank Castle, enquanto lida com uma velha paixão: Elektra Natchios.

Novos problemas surgem quando o vingativo Frank Castle ressurge como “O Justiceiro”, um homem que insiste em fazer justiça com as próprias mãos. Enquanto tenta equilibrar seu trabalho como o advogado, defendendo os interesses da comunidade, e sua perigosa vida como o Demolidor de Hell’s Kitchen, Matt enfrenta um momento decisivo que o obriga a analisar o verdadeiro significado da palavra “herói”.

A segunda temporada está sob o comando de um novo showrunner (produtor principal): a dupla de roteiristas Doug Petrie e Marco Ramirez assumirá a função no lugar de Steven DeKnight. Ramirez escreveu o terceiro e sexto episódios, por sua vez, Petrie assinou os episódios 7, 11 e 12.

‘Demolidor’ ganha versão para deficientes visuais

‘Demolidor’: Foto da segunda temporada traz uniforme

Elodie Yung (‘GI Joe: Retaliação’) foi a escolhida para interpretar Elektra, uma perigosa misteriosa mulher do passado de Matt Murdock. A primeira temporada chegou a fazer referência à personagem, que foi interpretada por Jennifer Garner no filme de 2003.

Ela se junta a Jon Bernthal, que interpretou Shane Walsh na sérieThe Walking Dead‘, e foi contratado para viver o Justiceiro.

Scott Glenn volta a interpretar Stick, o mentor cego de Matt Murdock. O personagem vai retornar para ajudar o herói em uma missão, em um arco de três episódios.

O Mercenário também deve aparecer na segunda temporada – saiba mais.

‘Demolidor’ é a série mais bem avaliada da história da Netflix

Charlie Cox vive o advogado cedo Matt Murdock e seu alter-ego Demolidor. Deborah Ann Woll (Karen Page), Elden Henson (Foggy Nelson), Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk/Rei do Crime), Scott Glenn (Stick) e Rosario Dawson completam o elenco.

Rosario Dawson tem retorno confirmado na 2ª temporada

A série faz parte de um quinteto de produções televisivas da parceria da Marvel com o Netflix, que se comprometeu a produzir pelo menos quatro séries de 13 episódios cada, que ainda incluem os heróis Jessica Jones, Punho de Ferro e Luke Cage, nesta ordem. Os programas culminarão na minissérie ‘Os Defensores’, sobre um grande
time de personagens heróicos, também conhecido dos quadrinhos Marvel. Ou seja, será ‘Os Vingadores’ em uma escala mais modesta.

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Crítica | Brooklin

A HISTÓRIA DE UMA IMIGRANTE CONTADA POR UM OLHAR DOCE

 

Muitos podem considerar Brooklin mediano e com jeitão de telefilme. Prefiro dizer que é um filme fofo!, que transforma uma história simples – e até mesmo batida – em uma narrativa de delicioso prosaísmo. O diretor John Crowley e o roteirista Nick Hornby (autor de Alta Fidelidade) usam a história de uma imigrante para fazer de Brooklin um sutil estudo de personagem, expondo as mudanças interiores sofridas por Eilis (Saoirse Ronan), que sai de sua cidadezinha no interior da Irlanda para tentar a vida em Nova York, nos anos 1950.

É uma história conhecida e narrada com tamanha simplicidade e sutileza, que muitos não vão notar as qualidades deste filme – mesmo adorando o filme, eu não havia percebido, logo de cara, suas tantas qualidades. Isto talvez explique a reclamação de um espectador na sala de projeção (“Puta Sessão da Tarde!”). Pessoalmente, prefiro dizer que ótima Sessão da Tarde!

Indo além da superfície, encontramos um filme que foge do convencional das histórias de migração. Nessas narrativas, vemos o imigrante comendo o pão sovado pelo tinhoso! Em Brooklin, o drama está na terra natal. O que vai aqui não é nenhum spoiler, está tudo no trailer. O roteiro divide os três atos da história segundo o local: começa com a vida de Eilis na Irlanda, segue para sua vida em Nova York e, no terceiro ato, mostra seu retorno para Irlanda. O diferencial do roteiro é contar uma história de sucesso de uma imigrante e os problemas enfrentados na volta para casa.

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No primeiro ato, vemos Eilis vivendo uma vida pacata, em uma cidade bucólica, com pessoas de hábitos cotidianos. Sua ida para Nova York a faz entrar em contato com um mundo de possibilidade. Para qualquer um que já tenha mudado de cidade facilmente irá se identificar com as situações. Ela inicia um relacionamento com o italiano Tony (Emory Cohen). À medida que a história avança, nos envolvemos nessa história de amor tão pura e sincera quanto o olhar apaixonado de Tony – fruto de um trabalho competente do ator Emory Cohen.

As muitas mudanças por que passa Eilis ganham outra dimensão no ato final do filme. Após seus primeiros anos morando nos EUA, ela é obrigada a retorna à cidade natal, por conta de problemas familiares. Ela terá que decidir se fica na Irlanda, ou se continua sua vida no novo mundo.

O que faz esse terceiro ato do filme tão interessante é o caminho percorrido até ele. Percebemos que nunca as decisões foram tomadas por iniciativa de Eilis. Da sua mudança para os EUA à troca de quarto na pensão, sempre há uma força externa para empurrar as suas ações. Mas, os anos em Nova York levam ao amadurecimento de Eilis, algo que só fica claro na sua volta à terra natal. É nela que percebemos o quanto a protagonista fora levada pelos fatos, conduzida por aquela corrente da vida que nos anestesia. Daí ser tão contagiante quando ela toma as rédeas da sua vida, durante um diálogo com sua antiga patroa; a pergunta que Eilis faz é uma síntese do seu amadurecimento e uma tradução dos dilemas que sempre temos que enfrentar.

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Todo esse enredo é costurado por refinada carpintaria. Os elementos que compõem o filme são orquestrados pelo diretor Crowley para transmitir o amadurecimento de Eilis. O desenho de produção concebe uma cidadezinha da Irlanda com residências de cômodos genéricos, em contraposição ao Brooklin colorido e vibrante, que enchem os olhos do espectador – notem as imagens do alto (plongée) do salão da loja na qual Eilis trabalha.

Nos filmes, o figurino costuma traduzir a personalidade dos personagens. Isto não tem nada de novo. Contudo, assim como um feijão com arroz bem feito é outro nível, em Brooklin, o figurino demarca, de forma inventiva, as mudanças de Eilis, além da forte presença cênica, facilitando a identificação da protagonista na multidão. Os jantares na pensão são uma oportunidade para notar o uso criativo do figurino para contar a história e demarcar os personagens.

A direção de Crowley também é inspirada para encontrar composições visuais que transmitam ao espectador os estados da alma de Eilis. O uso de rimas visuais é recorrente, mostrando ao público a postura da protagonista diante dos diferentes desafios pelos quais passa. As idas à praia são dos exemplos mais ostensivos dessas rimas visuais.

De todo esse artesanato de Brooklin, recebemos uma história inspiradora. Pessoalmente, saí da sessão leve, feliz por ter assistido uma bela história embalada como cuidado estético.

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Cisco Ramon, de ‘The Flash’, estará em episódio de ‘Legends of Tomorrow’

O produtor executivo de ‘DC’s Legend of Tomorrow‘, Marc Guggenheim, confirmou por meio de seu perfil no Twitter que Cisco Ramon, vivido por Carlos Valdes, de ‘The Flash‘, fará uma participação nessa primeira temporada da série.

Tendo em vista que em ‘The Flash‘ a realidade alternativa é muito presente, pode ser que Legends se conecte com esse fator.

Vale lembrar que a série estrou ontem, dia 18 de fevereiro, na Warner Channel do Brasil.

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A série estreia dia 21 de janeiro de 2016 nos EUA.

Quando os heróis não são suficientes, o mundo precisa de lendas. Depois de ter visto o futuro, um deles desesperadamente vai tentar impedir que isso aconteça: o viajante do tempo Rip Hunter, que recebe a tarefa de montar um grupo diferente, composto tanto por heróis quanto vilões, para enfrentar uma ameaça imparável, onde não só o planeta está em jogo, mas o próprio tempo também. Poderá este time desorganizado derrotar uma ameaça imortal diferente de tudo que já conhecemos?

Rip Hunter (Rory Williams), Mulher-Gavião (Ciara Renée), Jay Jackson (Franz Drameh), Capitão Frio (Wentworth Miller), Onda Térmica (Dominic Purcell), Átomo (Brandon Routh), Dr. Martin Stein (Victor Garber) e Canário Branco (Caity Lotz) integram o time de super-poderosos.

Greg BerlantiAndrew Kreisberg e Marc Guggenheim, criadores de ‘Arrow’, estão cuidando do spin-off.

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‘Vinyl’: Série de Martin Scorsese e Mick Jagger já garante segunda temporada

A HBO já confirmou ‘Vinyl‘, série sobre o rock’n’roll produzida pelo diretor Martin Scorsese e o cantor Mick Jagger (ex-Rolling Stones) para uma segunda temporada, que será exibida no inverno americano de 2017.

A novidade não vem nem com tanta surpresa, principalmente, por que a HBO e Scorsese são parcerias de anos, e todas as séries do sensacional cineasta vem com, praticamente, três temporadas já garantidas.

O primeiro episódio, exibido simultaneamente entre a HBO e a HBO Brasil obteve 764 mil espectadores. A crítica por lá não curtiu muito, mas é aquilo, é uma série de Scorsese, logo, merece respeito.


A atração escrita por Terence Winter – que já trabalhou com Scorsese na série ‘Boardwalk Empire‘ – vai retratar os bastidores do cenário da música em Nova York nos anos 1970, regado a muito sexo e drogas, através dos olhos de um executivo (Bobby Canavale) tentando ressuscitar sua gravadora e encontrar o próximo novo som.

Olivia Wilde, Ray Romano, Juno Temple, Max Casella, James Jagger e P.J. Byrne também estão confirmados no elenco.

Fã da banda Rolling Stones, Scorsese sempre usa suas músicas nas trilhas sonoras de seus filmes, e deve dirigir o episódio-piloto da série.

Hardcore: Missão Extrema

(Hardcore Henry)

 

Elenco:

Haley Bennett – Estelle
Tim Roth
Sharlto Copley – Jimmy
Ilya Naishuller – Tim
Cyrus Arnold – Nat
Darya Charusha – Dominatrix
Danila Kozlovsky – Akan

Direção: Ilya Naishuller

Gênero: Ação

Duração: 90 min.

Distribuidora: Diamond Pictures

Orçamento: US$ 70 milhões

Estreia: Nas Locadoras 2016

Sinopse: 

O filme, que foi destaque em sua première no Festival de Toronto de 2015, é narrado em primeira pessoa sob a perspectiva do ciborgue Henry, ressuscitado na eminência da morte, e que não lembra nada sobre o seu passado.

Ele parte em uma missão para salvar sua esposa e “criadora” Estelle (Haley Bennett), sequestrada por Akan (Danila Kozlovsky, de Vampire Academy: O Beijo das Sombras), um guerreiro poderoso que planeja utilizar a tecnologia de Henry para criar soldados a partir de bioengenharia.

Curiosidades: 

» Filme de ficção científica escrito e dirigido pelo russo Ilya Naishuller (diretor de clipes da banda de rock Biting Elbows), conta com Haley Bennett (‘Marley & Eu’), Tim Roth (‘Os 8 Odiados’) e Sharlto Copley (‘Elysium’) no elenco.

» A produção inovadora coloca o espectador sob a perspectiva do personagem principal.

 

Trailer:

 

Cartazes: 

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Fotos: 

 

 

EXCLUSIVO: “Era sinistro”, diz Rupert Evans sobre atuar com o ‘Boneco do Mal’

O CinePOP entrevistou o ator Rupert Evans (‘Hellboy’) por telefone, em um bate-papo exclusivo para divulgar o terror ‘Boneco do Mal‘ (The Boy), que chega aos cinemas nacionais quinta-feira, 18.

Evans interpreta Malcolm, que trabalha no único mercado de uma pequena vila inglesa e é o responsável por entregar as compras na assustadora casa dos Heelshire. Quando ele conhece a recém-contrata babá Greta Evans (Lauren Cohan), eles se tornam grandes amigos.

Apesar do rapaz ser boa pinta, Evans avisa que as aparências podem enganar.

“Ele tem um lado obscuro, e também tem alguns segredos”, avisa.

Os grandes segredos na trama foi o que o atraiu no projeto.

“Quando eu li o roteiro, eu amei aqueles personagens. O filme tem uma reviravolta brilhante na trama, que me deixou muito surpreso. Eu topei participar na hora. Eu amei a ideia de ter um boneco assustador como protagonista, em uma suposta possessão demoníaca. Achei a ideia brilhante”, revela.

Atuar com um boneco, porém, foi um pouco assustador.

“Foi muito estranho, porque ele começou a adquirir personalidade durante as filmagens. O diretor de fotografia era muito bom com a iluminação, e parecia em alguns momentos que o boneco estava sorrindo ou gargalhando para você. Era sinistro. Risos.”

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Parte dos sustos foram causados pela atriz Lauren Cohan, a Maggie da série ‘The Walking Dead‘.

“Tínhamos que trabalhar com o boneco o dia todo, pois ele era o personagem principal. E às vezes, a Lauren [Cohan] ficava mexendo nele para assustar a equipe, e pregava peças em todo mundo. Um dia ela escondeu o boneco, e ficava perguntando para todo mundo: ‘Cadê o Boneco, Cadê ele’?. Foi divertido”

O ator foi só elogios para sua colega de elenco:

“Lauren [Cohan] é incrível. Eu já havia assistido seu trabalho em The Walking Dead, mas nunca a tinha conhecido pessoalmente. Ela foi sensacional, e roubou a cena no filme. Nós nos tornamos grandes amigos.”

Apesar dos momentos divertidos no set, Evans revela que gravar um filme de terror não é uma tarefa fácil.

“É muito difícil você acordar de manhã e ter que gravar uma cena com adrenalina e pânico. Nós tínhamos que correr bastante para filmar as cenas intensas de terror…”

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Também perguntamos a Evans qual boneco o assusta mais: Brahms, Chucky ou Annabelle?

Annabelle. Brahms e Annabelle são os bonecos mais assustadores do cinema.”

Boneco do Mal‘ custou apenas US$ 10 milhões e já arrecadou mais de US$ 30 milhões em apenas três semanas nos EUA. Se a sequência vai acontecer?

“Não sei nada a respeito… mas você vai ter que assistir ao filme para saber”, conclui Evans.

Hilário! Assista a pegadinha do ‘Boneco do Mal’, de Silvio Santos 

Assista ao trailer:

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Marvel conecta ‘Jessica Jones’ à série ‘Luke Cage’ com nova imagem do herói

A foto foi liberada no perfil do Twitter da série Jessica Jones‘.

Tendo em vista que o personagem ganhou um baita destaque na série da heroína, a Marvel e a Netflix querem que essa conexão torne-se ainda mais expressiva. E nada melhor do que realizar isso por meio da primeira série na qual o ‘Luke Cage‘ fez parte.

 

Luke Cage’, série de TV que a Netflix e a Marvel produzem sobre o herói titular, ganhou previsão de estreia.

Em uma imagem divulgada pelo Twitter da série ‘Jessica Jones‘, o post sugere que ‘Luke Cage‘ estreará em novembro na Netflix.

Confira:

Vale lembrar que a segunda temporada de ‘Demolidor‘ chega em 18 de março.

Cheo Hodari Coker (‘Almost Human’, ‘Southland’) servirá como produtor principal, e também assinará os dois primeiros episódios.

Nesta série de ação da Marvel, um lutador de rua e ex-golpista enfrenta o crime no bairro de Hell’s Kitchen como o super-herói Luke Cage (Mike Colter, foto acima).

Nos quadrinhos, o personagem foi cobaia de um experimento semelhante ao que criou o Super-soldado Steve Rogers, o Capitão América, e acabou com uma pele quase indestrutível e durabilidade e força sobre-humanas. Um filme com o herói seria feito em 2003, mas o projeto não foi adiante.

A atriz brasileira Sonia Braga (‘Dona Flor e Seus Dois Maridos’) vai interpretar Soledad Temple, mãe da personagem Claire Temple (Rosario Dawson), vista nas séries ‘Demolidor‘ e ‘Jessica Jones‘.

Essa será a terceira de cinco produções épicas de aventura que chegarão com exclusividade aos membros da Netflix (Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage e Punho de Ferro protagonizarão mais uma minissérie original chamada ‘Os Defensores‘).

Netflix se comprometeu a produzir pelo menos quatro séries de 13 episódios cada. Os programas culminarão na minissérie ‘Os Defensores’, sobre um grande time de personagens heroicos, também conhecido dos quadrinhos Marvel. Ou seja, será ‘Os Vingadores’ em uma escala mais modesta.

 

Carro misterioso em ‘The Walking Dead’ pode ser chegada de Negan; Assista!

Por isso que não cansamos de dizer, em ‘The Walking Dead, uma cena nunca terá apenas uma direção. Nunca!

Se você olhar atentamente para o fundo da primeira sequência do episódio de retorno do TV show, é possível notar que há um carro láááááá no fim da pista.

Um fã publicou o take na web e pegou todo mundo de surpresa.

Então, se realmente for Negan, não há dúvidas de ele avistou a explosão (sensacional) causada por Daryl.

 

Jeffrey Dean Morgan (‘Supernatural’, ‘Watchmen’) foi o escolhido para interpretar Negan , o maior e mais malvado vilão dos quadrinhos, líder do que pode ser chamado de “máfia zumbi”.

Negan será introduzido no final da sexta temporada, e entrará para o elenco fixo da sétima. Responsável pela morte de um dos protagonistas nos quadrinhos, ele ataca cidades e faz seus habitantes dividirem seus recursos em troca de salvação.

Alicia Witt (‘Lenda Urbana’), atriz que está ascendendo em Hollywood, confirmou por meio de seu perfil no Twitter a integração na série mais assistida da TV mundial. Sua personagem ainda não foi confirmada, mas das duas uma: ou ela poderá viver uma das esposas de Negan (sim, ele terá mais de uma), ou uma personagem que na HQ era homem.

Isso já aconteceu quando transformaram Douglas Monroe (HQ) em Deanna Monroe (Série).

Novidades serão divulgadas em breve.

‘The Walking Dead’: Produtor revela que personagem NÃO irá morrer na série 

A AMC renovou a série para a sua sétima temporada. A próxima temporada irá estrear em 9 de Outubro de 2016, e trará o retorno do showrunner Scott M. Gimple e dos produtores executivos Robert Kirkman, Gale Anne Hurd, David Alpert, Greg NicoteroTom Luse  leia.

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Crítica | O Quarto de Jack

Um sonho sonhado sozinho é um sonho. Um sonho sonhado junto é realidade. Baseado na obra de Emma Donoghue, um dos filmes mais emocionantes das temporadas de premiações importantes do cinema mundial é sem dúvidas esse O Quarto de Jack (Room). Dirigido pelo cineasta irlandês Lenny Abrahamson, do interessante Frank, é uma aula de como o amor familiar pode vencer as barreiras mais difíceis que a vida coloca em nossa direção. Com uma atuação esplêndida da dupla Brie Larson e Jacob Tremblay, Room (no original) é um dos filmes que mais surpreendeu entre as indicações ao Oscar 2016.

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Na trama, conhecemos a história de Jack (Jacob Tremblay), um menino que acaba de fazer 5 anos e mora com a mãe em um quarto de 10 metros quadrados. A rotina do menino é ver televisão, ler e sonhar. Conforme a curiosidade, sobre o mundo fora do quarto, do menino começa a fica mais intensa, a mãe chamada de Ma, depois de Joy (Brie Larson), embarca em uma jornada de explicações sobre a situação que vivem e o que realmente existe fora daquele quarto. Até que um dia, mãe e filho bolam um plano para conseguir sair do lugar onde vivem.

O universo dos sonhos é o caminho para enfrentarmos os absurdos que somos expostos em nosso cotidiano. A produção, que venceu o Grande Prêmio do Público no Festival Internacional de Cinema de Toronto 2015, fala bastante sobre a imaginação e o universo do sonhar. Nesses momentos, o ator mirim Jacob Tremblay vira gente grande e domina com uma força enorme as sequências. Impressionante a atuação de Jacob.

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O filme cresce demais no segundo ato, numa luta quase desesperada da mãe para explicar ao seu filho como de fato é o mundo fora daquele quarto. Sequestrada faz sete anos, quando voltava da escola aos 17 anos, Joy possui uma esperança muito forte ainda de que vai conseguir fugir com seu filho e voltar para sua família. Nesse e em outros momentos de emoção, somos testemunhas de uma interpretação fabulosa da atriz californiana Brie Larson.

Após uma virada na história, já quase nos atos finais, o mundo aos olhos de Jack se torna outro, é como se nascesse outra vez. O interessante e muito bem abordado é a situação da mãe nessa virada, onde encontra mais dificuldades ainda na transformação. Joy entra em uma depressão profunda e fica bastante confusa sobre o velho e o novo mundo que agora está presente.

O Quarto de Jack promete emocionar bastante nossos cinéfilos. Uma das lindas lições que o filme nos passa é a de que Monstros são grandes demais para existir, principalmente quando temos pessoas que nos amam perto da gente. Não deixem de assistir a esse filme. Belo trabalho.

Boneco do Mal

(The Boy)

 

Elenco:

Lauren Cohan – Greta
Rupert Evans – Malcolm
Ben Robson
Jim Norton – Sr. Heelshire
Diana Hardcastle – Srs. Heelshire
Jett Klyne
James Russell – James

Direção: William Brent Bell

Gênero: Terror

Duração: 98 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ 8 milhões

Estreia: 18 de Fevereiro de 2016

Sinopse: 

Boneco do Mal‘ acompanha Greta (Cohan), uma americana que aceita o emprego como babá em uma remota vila inglesa, apenas para descobrir que a família trata um boneco com aparência de 8 anos de idade como se fosse um garoto de verdade, para poder lidar com a morte do filho que aconteceu vinte anos atrás. Depois de violar uma lista de regras, eventos perturbadores e inexplicáveis começam a acontecer e trazem o pior pesadelo de Greta à vida, levando-a a acreditar que o boneco está realmente vivo.

Curiosidades: 

» EXCLUSIVO: “Era sinistro”, diz Rupert Evans sobre atuar com o ‘Boneco do Mal’ 

» O terror  é protagonizado por Lauren Cohan (a Maggie de ‘The Walking Dead’).

» William Brent Bell (‘Filha do Mal’) dirige. O elenco ainda conta com Jim Norton (‘A Outra História Americana’), Rupert Evans (‘Hellboy’) e Diana Hardcastle (‘Antes que Termine o Dia’) no elenco.

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos: 

 

 

O Quarto de Jack

(Room)

 

Elenco:

Brie Larson – Ma
Jacob Tremblay – Jack
Sean Bridgers – Nick
Wendy Crewson – Apresentadora
Sandy McMaster – Veterana
Matt Gordon – Doug
Amanda Brugel – Policial Parker

Direção: Lenny Abrahamson

Gênero: Suspense, Drama

Duração: 118 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 18 de Fevereiro de 2016

Sinopse:

Inspirado no livro de mesmo nome escrito por Emma Donoghue, o longa conta a história de Jack, um menino de cinco anos que é criado por sua mãe, Ma. Como toda boa mãe, Ma se dedica a manter Jack feliz e seguro e a criar uma relação de confiança com ele através de brincadeiras e histórias antes de dormir. Contudo, a vida dos dois não é nada normal: eles estão presos em um espaço de 10m². Enquanto a curiosidade de Jack sobre a situação em que vivem aumenta, a resiliência de Ma alcança um ponto de ruptura. Os dois, então, começam a traçar um plano de fuga. Ao mesmo tempo em que conta uma história de cativeiro e liberdade, ‘O Quarto de Jack‘ destaca o triunfante poder do amor familiar mesmo na pior das circunstâncias.

 

Curiosidades:

» Lenny Abrahamson (‘Frank’) dirige. Brie Larson (‘Anjos da Lei’), Joan Allen (‘A Outra Face’), William H. Macy (‘Cake – Uma Razão Para Viver’).

» O drama foi o vencedor do Festival de Toronto – leia mais!

 

Trailer:

 

Cartazes:

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Fotos:

 

13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi

(13 Hours: The Secret Soldiers of Benghazi)

Elenco:

John Krasinski – Jack
Pablo Schreiber – Tanto
David Giuntoli – Scott Wickland
Toby Stephens – Glen ‘Bub’ Doherty
Max Martini – Oz
Freddie Stroma – Brit Vaynor
David Denman – Boon
James Badge Dale – Rone

Direção: Michael Bay

Gênero: Ação

Duração: 144 min.

Distribuidora: Paramount Pictures

Orçamento: R$ 50 milhões

Estreia: 18 de Fevereiro de 2016

Sinopse:

Do diretor Michael Bay, ‘13 horas: Os Soldados Secretos de Benghazi‘ é a emocionante história verdadeira de seis ex-militares de elite destacados para proteger a CIA e que combateu todas adversidades quando terroristas atacaram um complexo diplomático dos EUA em 11 de setembro de 2012. Quando tudo deu errado, seis homens tiveram a coragem de fazer o que era certo. Baseado no livro de não ficção “13 Hours” do autor best-seller do New York Times, Mitchel Zuckoff e nos membros da Equipe de Segurança do Anexo.

Curiosidades:

» John Krasinski (‘Licença Para Casar’) estrela como um SEAL da Marinha. O elenco ainda conta comJames Badge Dale, Max Martini (‘Círculo de Fogo’), Pablo Schreiber (‘Orange Is the New Black’) eDavid Denman (The Office).

» Chuck Hogan (‘The Strain’) é o responsável pelo roteiro.

Trailer:

Cartazes:

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Fotos: