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Crítica | A Garota Dinamarquesa

Quase igual às Outras

De Pablo Bazarello, enviado especial a Toronto.

Desde que emergiu a primeira foto de Eddie Redmayne travestido em sua personagem de A Garota Dinamarquesa, os cinéfilos fervorosamente apontavam uma nova indicação para o jovem vencedor do Oscar passado (por A Teoria de Tudo). Alguns ainda apontavam que o ator recebeu o prêmio pelo filme errado, de forma precoce. Não deixa de ser um fenômeno o fato de como uma foto pode nos dizer tanto sobre um filme. Uma simples imagem.

Sem preocupação para os mesmos, é seguro dizer que A Garota Dinamarquesa corresponde ao que esperávamos “dela”, e que dificilmente a nova obra do diretor Tom Hooper (que desde que ganhou os holofotes não largou mais o Oscar – com filmes como O Discurso do Rei e Os Miseráveis) não marcará presença na época máxima para a sétima arte.

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A trama relata a história real de Einar Wegener (Redmayne), um renomado pintor, casado, vivendo em Copenhagen na década de 1920 ao lado da esposa Gerda (Alicia Vikander). Einar foi também o primeiro homem a realizar a cirurgia de mudança de sexo, se tornando assim icônico e pioneiro para os transgêneros. Você se pergunta: como um homem bem casado, feliz no casamento e psicologicamente bem estruturado deu este grande pulo para decidir se tornar uma mulher? Bem, assim como em todos os casos deste tipo, é algo vindo de dentro, que já nasce conosco e não pode ser reprimido.

Aqui, a coisa surge de uma brincadeira incentivada (ou criada) pela própria esposa do sujeito, igualmente uma artista. Einar começa a ser o modelo de Gerda, pousando para as pinturas da esposa em roupas femininas. Aos poucos a repressão de Lili Elbe, o alter ego de Einar, é eliminada e a garota dinamarquesa vem à tona.

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A transformação de Redmayne é impressionante, e não me refiro apenas aos figurinos e maquiagem. A composição de personagem do ator demonstra que ele chegou para ficar no time A de Hollywood e sem dúvida merece estar entre os grandes. A versatilidade e entrega do britânico chama atenção, afinal quantos atores podem exibir duas grandes interpretações consecutivas, em filmes de igual status. No ano em que o casamento homossexual foi aprovado em todo o território dos EUA, filmes de tal temática se tornam uma tendência e alguns deverão figurar na próxima edição do Oscar.

Além de A Garota Dinamarquesa, Amor por Direito e Stonewall (os três figurando no Festival de Toronto 2015, embora este último tenha menos chance) também abordam vertentes homossexuais, seja o direito igualitário de pensão, mudança de sexo, ou simplesmente a quebra de tabus através da violência. Carol é outro representante, que falhou em ganhar os holofotes na nova edição do Oscar.

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Apesar de Redmayne ser o centro e alma, ele não é a única coisa de Danish Girl. Alicia Vikander também chega para ficar. A petit “garota sueca” luta contra estereótipos, mostrando que talento não depende apenas das formas físicas. Com sua estrutura mignon (que aparenta ainda estar na puberdade) e não possuindo uma beleza estonteante, Vikander apareceu para o cinema com O Amante da Rainha, indicado ao Oscar de filme estrangeiro. Este, no entanto, é o ano divisor de águas em sua carreira, já que Ex-Machina é enaltecido como um dos melhores filmes de 2015, e O Agente da UNCLE não fez feio. Carisma é o que não falta para a pequena atriz.
A Garota Dinamarquesa é emocionante e humano. Pondera sobre questões muito relevantes atualmente, demonstrando que os tempos mudam, mas os conceitos nem tanto. Como nem tudo é perfeito, nos perguntamos o que a “B” Amber Heard faz aqui. Seria já o poder do maridão Johnny Depp fazendo efeito para a cria?

 

Intrigas e traições em novo trailer de ‘House of Cards’

A 4ª temporada de ‘House of Cards‘ teve um novo trailer divulgado pela Netflix, que mostra o embate entre Frank Underwood (Kevin Spacey) e Claire (Robin Wright).

Repare que Neve Campbell (‘Pânico’) aparece brevemente no vídeo. A atriz se juntou ao elenco como uma personagem regular.

Assista:

Vale lembrar que a Netflix renovou a série ‘House of Cards‘ para sua 5ª temporada, antes mesmo da estreia do quarto ano. A série, porém, perdeu seu showrunner Beau Willimon, responsável pela criação do programa.

Ele não estará presente no desenvolvimento do próximo ano.

“Temos uma enorme dívida de gratidão com Beau Willimon, sua forte visão foi responsável pelo sucesso da narrativa de House of cards. Como um roteirista indicado ao Oscar, ele fez sua transição para a televisão e construiu uma série fascinante e aclamada pela crítica, estabelecendo o seu lugar na história da TV. Desejamos a Beau muita sorte em sua próxima criativa aventura”, afirmou a Netflix em comunicado oficial.

A saída foi amigável.

“Deixo o legado da série nas mãos de uma equipe muito eficiente”, revelou Beau.

A 5ª temporada estreia em 2017. Já os 13 novos episódios do quarto ano serão disponibilizados em 4 de março de 2016.

Criado pelo showrunner indicado ao Golden Globe® e ao Emmy®, Beau Willimon, o drama aclamado pela crítica, apresenta os ganhadores do Golden Globe®, Kevin Spacey e Robin Wright, que estão de volta à Washington e com as apostas maiores do que nunca.  O Presidente Underwood luta para assegurar seu legado. Claire quer ser mais do que a Primeira-Dama.  A maior ameaça que estão enfrentando é concorrer um contra o outro.

Baseada na minissérie de mesmo nome da BBC, House of Cards tem como produtores-executivos David Fincher, Joshua Donen, Beau Willimon, Kevin Spacey, Dana Brunetti, John David Coles e Eric Roth.
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Crítica em Vídeo | Deadpool

O editor Renato Marafon fala sobre ‘Deadpool‘.

Assista:

Crítica | Deadpool 

Saiba quem será o vilão da sequência de ‘Deadpool’

EXCLUSIVO ‘Deadpool’: Morena Baccarin fala sobre as cenas de sexo e o brincalhão Ryan Reynolds 

Baseado no anti-herói não convencional da Marvel Comics, ‘Deadpool‘ conta a história da origem do ex-agente das Forças Especiais que se tornou o mercenário Wade Wilson. Depois de ser submetido a um desonesto experimento que o deixa com poderes de cura acelerada, Wade adota o alter ego de Deadpool. Armado com suas novas habilidades e um senso de humor negro e distorcido, ‘Deadpool‘ persegue o homem que quase destruiu sua vida.

Deadpool‘ chegará aos cinemas nacionais em 11 de fevereiro de 2016.

Ryan Reynolds reprisa o anti-herói titular, ao lado da brasileira Morena Baccarin (‘Gotham’, ‘Homeland’), que fará a protagonista feminina, a mutante Copycat; de T.J. Miller (‘Transformers: A Era da Extinção’) como Fuinha; Gina Carano como Angel Dust; Brianna Hildebrand como a mutante Negasonic Teenage Warhead; e Ed Skrein (‘Game of Thrones’) como Ajax.

Criador de ‘Deadpool’ compara filme com ‘Guardiões da Galáxia’ e ‘Homem de Ferro’

Rhett Reese e Paul Wernick, roteiristas de ‘Zumbilândia’, assinam a última versão do roteiro. Tim Miller dirige.

Assista aos 4 primeiros minutos do retorno de ‘The Walking Dead’

Foi divulgado um vídeo com os quatro minutos iniciais do 9º episódio da 6ª temporada de ‘The Walking Dead‘, intitulado “No Way Out“.

Novo cartaz ‘The Walking Dead’ entrega SPOILER GIGANTESCO 

Assista:

 

‘The Walking Dead’: Produtor revela que personagem NÃO irá morrer na série

A série retorna nos EUA dia 14 de fevereiro.

Jeffrey Dean Morgan (‘Supernatural’, ‘Watchmen’) foi o escolhido para interpretar Negan , o maior e mais malvado vilão dos quadrinhos, líder do que pode ser chamado de “máfia zumbi”.

Negan será introduzido no final da sexta temporada, e entrará para o elenco fixo da sétima. Responsável pela morte de um dos protagonistas nos quadrinhos, ele ataca cidades e faz seus habitantes dividirem seus recursos em troca de salvação.

Alicia Witt (‘Lenda Urbana’), atriz que está ascendendo em Hollywood, confirmou por meio de seu perfil no Twitter a integração na série mais assistida da TV mundial. Sua personagem ainda não foi confirmada, mas das duas uma: ou ela poderá viver uma das esposas de Negan (sim, ele terá mais de uma), ou uma personagem que na HQ era homem.

Isso já aconteceu quando transformaram Douglas Monroe (HQ) em Deanna Monroe (Série).

Novidades serão divulgadas em breve.

‘The Walking Dead’: Produtor revela que personagem NÃO irá morrer na série 

A AMC renovou a série para a sua sétima temporada. A próxima temporada irá estrear em 9 de Outubro de 2016, e trará o retorno do showrunner Scott M. Gimple e dos produtores executivos Robert Kirkman, Gale Anne Hurd, David Alpert, Greg NicoteroTom Luse  leia.

A estreia da sexta temporada de ‘The Walking Dead’ será a mais tensa da série 

‘The Walking Dead’: Fotos apresentam novos personagens da série 

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Crítica | Um Suburbano Sortudo

Até a Sorte Acabar

As comédias populares apostam no corriqueiro, no mundano, no que vivemos no dia a dia, para fazer humor. Desta forma as situações se tornam bem identificáveis. Em Um Suburbano Sortudo, o enfoque é na diferença de classes sociais do nosso país. Bebendo na fonte de Trocando as Bolas (1983), Minha Bela Dama (1964) antes dele, e Pigmalião (1938) se quisermos voltar muito no tempo, a nova comédia nacional traz um sujeito humilde descobrindo-se milionário (ou talvez bilionário) da noite para o dia.

Apesar das referências norte-americanas acima, podemos incluir também o brasileiro Até que a Sorte nos Separe e suas continuações, que traziam a ascensão meteórica de uma família da classe menos privilegiada, extraindo de tal situação todo seu humor. Se deu certo com Hassum – as sequências e os números em caixa não deixam mentir – é hora de tentar com Rodrigo Sant´anna, a bola da vez (ou uma das) do humor brasileiro popular.

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Assim como muitos astros cômicos dos EUA, Sant´anna é mais conhecido por um programa de humor formado por esquetes no feitio do marco Saturday Night Live. O comediante, que foi um dos grandes destaques de tal programa de sábado, tem a chance de mostrar sua veia para o gênero agora nas telonas de todo o país.

Sant´anna vive Denílson, um camelô do subúrbio do Rio de Janeiro. Quando um magnata dono de lojas (sátira das lojas Ricardo Eletro), papel do veterano Stepan Nercessian, morre de câncer, Denílson descobre sua verdadeira origem. Ele é o filho bastardo de tal magnata – sua mãe era empregada da casa. Deixando a fortuna como herança para o rapaz, “altas confusões” estão armadas.

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Com roteiro de Paulo Cursino, L. G. Bayão e do próprio Sant´anna, Um Suburbano Sortudo tenta tirar risadas das gafes cometidas por um pobre na alta-roda da sociedade. Mas apesar de apontar e rir do comportamento de pessoas menos favorecidas economicamente, o roteiro igualmente tira um sarro dos ricaços.

E não me refiro aos retratos ruins e estereotipados de pobres e ricos, mas sim de trechos de maior inspiração. Em um determinado momento, Denílson encontra numa festa um pedante cineasta de filmes de arte (interpretado por Fábio Rabin). A caricatura cai como uma luva para jornalistas, críticos e profissionais do mundo artístico em geral cujo ego pseudointelectual inflado pode precede-los. O filme do personagem diretor, de nome mais esdrúxulo possível, é uma piada pronta. Mas Denílson vai além afirmando nunca ter ouvido falar da obra, pois vendia em seu camelô filmes que as pessoas de fato queriam ver. A voz do povo é a voz de Deus. Ou não?

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Piadas como essa, e tiradas um pouco mais afiadas (uma em cima do próprio Hassum, o rei do humor nacional no cinema, que soa como um pedido de passagem), no entanto, ocupam pouco espaço na projeção. Talvez por medo de perder seu público alvo. Um Suburbano Sortudo aposta mais em um humor escatológico e pastelão. Os próprios personagens tentam impor o fato como uma aprovação dentro da trama. “Sempre gostei de humor escatológico”, diz Sofie, personagem de Carol Castro, defendendo o subgênero, que, acredite, possui seus adeptos.

Como esperado, Um Suburbano Sortudo é esquizofrênico. Dá sinais de inteligência, mas em sua maior parte prefere apostar no seguro, não se diferenciando tanto do programa que fez famoso seu protagonista. Carol Castro merece destaque aqui, sobrevivendo a tudo com elegância. Levando a sério e com muita classe driblando o mau gosto geral. O resultado, alguém duvida que será sucesso? Aguardemos, sem muita ansiedade, Um Suburbano Sortudo 2

Parceiros do ‘Demolidor’ são destaques em novos teasers

A Marvel e a Netflix divulgaram dois novos teasers da segunda temporada de ‘Demolidor‘, que estreia dia 18 de março no mundo todo!

Nos vídeos, temos Foggy Nelson e Karen Page:

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Justo quando Matt achava que tudo começava a entrar nos eixos em Hell’s Kitchen, novas forças do mal passam a assombrar a cidade. Agora, o Homem sem Medo precisa encarar um novo adversário, Frank Castle, enquanto lida com uma velha paixão: Elektra Natchios.

Novos problemas surgem quando o vingativo Frank Castle ressurge como “O Justiceiro”, um homem que insiste em fazer justiça com as próprias mãos. Enquanto tenta equilibrar seu trabalho como o advogado, defendendo os interesses da comunidade, e sua perigosa vida como o Demolidor de Hell’s Kitchen, Matt enfrenta um momento decisivo que o obriga a analisar o verdadeiro significado da palavra “herói”.

A segunda temporada está sob o comando de um novo showrunner (produtor principal): a dupla de roteiristas Doug Petrie e Marco Ramirez assumirá a função no lugar de Steven DeKnight. Ramirez escreveu o terceiro e sexto episódios, por sua vez, Petrie assinou os episódios 7, 11 e 12.

‘Demolidor’ ganha versão para deficientes visuais

‘Demolidor’: Foto da segunda temporada traz uniforme

Elodie Yung (‘GI Joe: Retaliação’) foi a escolhida para interpretar Elektra, uma perigosa misteriosa mulher do passado de Matt Murdock. A primeira temporada chegou a fazer referência à personagem, que foi interpretada por Jennifer Garner no filme de 2003.

Ela se junta a Jon Bernthal, que interpretou Shane Walsh na sérieThe Walking Dead‘, e foi contratado para viver o Justiceiro.

Scott Glenn volta a interpretar Stick, o mentor cego de Matt Murdock. O personagem vai retornar para ajudar o herói em uma missão, em um arco de três episódios.

O Mercenário também deve aparecer na segunda temporada – saiba mais.

‘Demolidor’ é a série mais bem avaliada da história da Netflix

Charlie Cox vive o advogado cedo Matt Murdock e seu alter-ego Demolidor. Deborah Ann Woll (Karen Page), Elden Henson (Foggy Nelson), Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk/Rei do Crime), Scott Glenn (Stick) e Rosario Dawson completam o elenco.

Rosario Dawson tem retorno confirmado na 2ª temporada

A série faz parte de um quinteto de produções televisivas da parceria da Marvel com o Netflix, que se comprometeu a produzir pelo menos quatro séries de 13 episódios cada, que ainda incluem os heróis Jessica Jones, Punho de Ferro e Luke Cage, nesta ordem. Os programas culminarão na minissérie ‘Os Defensores’, sobre um grande
time de personagens heróicos, também conhecido dos quadrinhos Marvel. Ou seja, será ‘Os Vingadores’ em uma escala mais modesta.

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Crítica | Making a Murderer, da Netflix

Making a Murderer – Fabricando uma Sofrência!

Demorei para começar a ver a série pelo natural: a velha desconfiança de que tudo que cai no gosto do povo tão rapidamente gera expectativas. Eu tinha medo de me decepcionar… Muito medo!

Levei bem mais que o tempo do primeiro episódio pra vê-lo, dormi um sono tão pesado que acordei no episódio 3! Antigamente isso me faria desistir, mas voltei e comecei tudo de novo. Pra quem não quer dar uma chance pra série por ela ser longa, ou pelo fato do primeiro episódio ser meio exaustivo, dica de quem viveu na isso na pele: persista!

Making a Murderer‘ é uma série tão bem produzida e editada que chega a parecer ficção, ainda mais por seu estilo de narrativa. Todo fim de episódio deixa você roendo as unhas pra ver o que vai acontecer. Mas quando você acorda e lembra que aquilo é vida real mesmo, a série ganha um peso que não permite que os fracos de coração continuem assistindo.

Embora com longos episódios, a série em si é curta, tem apenas dez episódios. Demorei pra terminar, pois sempre tinha que colocar uma sitcom pra assistir no meio e tentar reequilibrar o emocional. Quando terminei de ver a série, nem um crossover de ‘Friends‘, ‘How I Met your Mother‘ e ‘The Big Bang Theory‘ seria capaz de me animar, honestamente!

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Pra quem ainda não sabe do que a série se trata (se é que isso é possível), ‘Making a Murderer‘ conta a história de Steven Avery, um cara que ficou preso por APENAS 18 aninhos por um crime que não cometeu. Não, meu apenas não é irônico, acontece que a pena dele era maior que essa! Ele só se safou porque um teste de DNA tirou ele da cena do crime. Se só isso já um fator gigantesco pra causar revolta, o primeiro episódio mostra incessantemente todos os erros no julgamento do caso. Qualquer pessoa com um pingo de bom senso sabe que as evidências poderiam até deixá-lo sob suspeita, mas nunca condená-lo.

Quando você vê ele saindo da cadeia (com a barba mais estranha que eu já vi na vida), você vai dar um sorriso maroto e sentir aquele alívio no coração. Spoiler Alert: isso vai durar pouco! Em pouco mais de 10 horas de série ela oferece uns 5 minutos de conforto… O resto é tiro, porrada e bomba!

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Nosso amigo Steven barbudinho volta pro mundo real, pra sua família e seu trabalho e tudo vai indo bem. Ele parece ter superado aquele episódio da vida dele, mas como não guardar mágoas de quem te colocou atrás das grades sem nem te dar ouvidos? Ele viu a chance de fazer justiça e impedir que isso acontecesse com outras pessoas, por isso moveu uma ação contra o Xerife e policiais do condado que ele mora. O acordo era uma bolada gigantesca, praticamente barras de ouro que valem mais que dinheiro.

Aos 45 do segundo tempo, quando tava na beirinha de receber a grana, um novo crime bárbaro acontece na aparentemente pacata Manitowoc. Uma fotógrafa chamada Teresa Halbach desaparece e a mão de tremer começa a tremer mesmo, afinal o último compromisso dela no dia do desaparecimento era no ferro velho da família do Steven, onde ela faria a foto de um carro pra divulgar a venda dele numa revista.

Você já pode imaginar, né? Apenas 4 anos depois de se safar da primeira prisão, Steven torna-se novamente a bola da vez! Dai pra frente, meus caros, são 9 episódios que vão mexer com tudo que habita nos seus corações e bagunçar a cabeça da geral!

Não sei se eu que sou a diferentona, mas se você me perguntar agora se acho que ele é culpado ou inocente eu vou dizer “não sei”. A gente sabe que a historia dele não é limpa, que o cara tem uns rolos no passado, inclusive o condenável ato de jogar gasolina e atear fogo no gato da família quando ele era mais jovem. Desculpa aí, galera, mas eu sou #CatPerson e isso me fez ficar bem contra ele no começo da série.

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A única coisa que Steven tem a seu favor no julgamento é o fato de que as mesmas pessoas que ele estava processando estão envolvidas na investigação do segundo crime do qual ele tornou-se suspeito, ele declara abertamente que essa galera plantou coisas contra ele na cena do crime. Fato: o cara mexeu com peixe grande e virou um ícone da luta contra a sujeira que rola no sistema judiciário.

Outra coisa que a série explora com maestria é a influência da mídia nos casos que ganham a atenção do público. Os meios de comunicação foram capazes de levar Steven do céu ao inferno (literalmente) com uma manchete. E a gente bem sabe o quanto o povo adora acompanhar casos assim, né! Todo canto do mundo tem uma Sonia Abrão, não estamos sozinhos.

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Se você for do tipo que sofre de DFdS (depressão de fim de série), vale lembrar que ‘Making a Murderer‘ não é uma série qualquer. Só pra relembrar em caps, neon e gliter “ELA É UMA HISTÓRIA REAL”. Basicamente se você jogar qualquer coisa sobre a série no Google você vai ter leitura e informação pra cultivar pro resto da vida! Vocês vão ver que a série em si gerou tantas ou mais contradições do que a história do Steven em si. Ou seja: você vai ficar tão viciado em saber o que acontece no pós série quanto vai ficar na série!

Making a Murderer‘ ta aí para abrir os nossos olhos! Principalmente da galera aqui do Brasil que acha que só o nosso país tem absurdos e que tudo que acontece de ruim aqui parece acontecer só aqui. Os sistemas poderosos e corruptivos tão aí, em todos os lugares!

Muito embora muitas pessoas falem que a série só foi lançada pra fazer concorrência com a ‘Jinx‘ da HBO (ainda vamos conversar sobre ela), ‘Making a Murderer‘ foi um dos melhores presentes que ganhamos nesse início de 2016.

Prepare o coração, tome um Engov antes e um Engov depois, e separe o lencinho… Você corre o risco de chorar algumas Zé gotinhas no caminho.

 

 

Trailer completo da série ‘Três é Demais’

O primeiro trailer completo da série ‘Fuller House‘ foi divulgado durante o programa de Ellen DeGeneres.

Assista [no 2:30]:

A primeira temporada, com 13 episódios, será disponibilizada no dia 26 de fevereiro de 2016 para todos os territórios em que a Netflix opera.

Candace Cameron Bure (D.J.), Jodie Sweetin (Stephanie) e Andrea Barber (Kimmy) vão estrelar a continuação de ‘Três é Demais’, se juntando a John Stamos (Tio Jesse), que também servirá como produtor, Saget, Loughlin e Dave Coulier (Joey). Bob Saget (Danny) e Lori Loughlin (Rebecca) também confirmaram presença.

Em ‘Fuller House’, as aventuras que começaram em 1987 com ‘Full House’ continuam, agora com a veterinária D.J. Tanner-Fuller grávida e recém-viúva, vivendo em São Francisco. Sua irmã mais nova e aspirante à cantora Stephanie junto com a melhor amiga de D.J. e mãe solteira Kimmy, acompanhada da filha adolescente Ramona, vão se mudar para à casa de D.J. para ajudá-la a criar seus garotos – o rebelde J.D., de 12 anos, o neurótico Max, de 7 anos, e seu bebê que está a caminho.

Jeff Franklin, criador de ‘Três é Demais‘, assume a função de produtor executivo ao lado de Thomas L. Miller e Robert L. Boyett, produtores da série original.

Mary-Kate Olsen e Ashley Olsen estão definitivamente fora de ‘Fuller House’, A atriz Lori Loughlin, que interpreta Rebecca Donaldson-Katsopolis, afirmou que as filmagens já acabaram e as atrizes não apareceram no set. Em entrevista ao Huffingon Post, ela afirma que as duas foram convidadas pelo ator John Stamos, mas não aceitaram retornar à série.

Entre os anos 1987 e 1995, as gêmeas se revezaram na pele de Michelle Tanner, a caçula da família de Danny Tanner (Bob Saget).

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Novo cartaz ‘The Walking Dead’ entrega SPOILER GIGANTESCO

Se você não lê as HQs de ‘The Walking Dead‘, é melhor não continuar…

 

[SPOILERS]

O cartaz do retorno da sexta temporada mostra o jovem Carl (Chandler Riggs) sem um dos olhos. Nos quadrinhos, ele acidentalmente leva um tiro pelas mãos de Douglas Monroe… Como o personagem sequer existe na série, resta saber quem será o culpado pelo incidente.

Confira:

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Alicia Witt (‘Lenda Urbana’), atriz que está ascendendo em Hollywood, confirmou por meio de seu perfil no Twitter a integração na série mais assistida da TV mundial. Sua personagem ainda não foi confirmada, mas das duas uma: ou ela poderá viver uma das esposas de Negan (sim, ele terá mais de uma), ou uma personagem que na HQ era homem.

Isso já aconteceu quando transformaram Douglas Monroe (HQ) em Deanna Monroe (Série).

Novidades serão divulgadas em breve.

‘The Walking Dead’: Produtor revela que personagem NÃO irá morrer na série

A série retorna nos EUA dia 14 de fevereiro.

Jeffrey Dean Morgan (‘Supernatural’, ‘Watchmen’) foi o escolhido para interpretar Negan , o maior e mais malvado vilão dos quadrinhos, líder do que pode ser chamado de “máfia zumbi”.

Negan será introduzido no final da sexta temporada, e entrará para o elenco fixo da sétima. Responsável pela morte de um dos protagonistas nos quadrinhos, ele ataca cidades e faz seus habitantes dividirem seus recursos em troca de salvação.

‘The Walking Dead’: Produtor revela que personagem NÃO irá morrer na série 

A AMC renovou a série para a sua sétima temporada. A próxima temporada irá estrear em 9 de Outubro de 2016, e trará o retorno do showrunner Scott M. Gimple e dos produtores executivos Robert Kirkman, Gale Anne Hurd, David Alpert, Greg NicoteroTom Luse  leia.

A estreia da sexta temporada de ‘The Walking Dead’ será a mais tensa da série 

‘The Walking Dead’: Fotos apresentam novos personagens da série 

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Crítica | The Comeback

Depois de falar do estouro do ano, eu resolvi nadar contra a corrente e falar de uma série que pouca gente que eu conheço assistiu! Meu desafio hoje é fazer você parar tudo que tá fazendo (menos ler a coluna, lógico) e partir assistir ‘The Comeback‘.

Se você, assim como eu, é daquele tipo de pessoa que tem atores do coração, aqueles que você ama acima de tudo e assiste tudo que eles fazem, o primeiro motivo pra você devorar essa série é o fato de que ela é protagonizada e produzida pela linda da Lisa Kudrow.

Pra quem tá com aquela cara de “Lisa who?”, ela ficou um pouquinho famosa nos anos 90 interpretando a nossa massagista/instrumentista/compositora/cantora/melhor migs do mundo em ‘Friends‘. Sim sim, ela é a divertidíssima Phoebe Buffay.

The Comeback‘ conta a história de uma atriz de meia idade, Valerie Cherish, que é desesperada pra voltar ao mundo das celébs depois de ser uma das protagonistas da fictícia série “I’m it!“, que é cancelada na sua quarta temporada. Anos depois, Valerie se inscreve pra participar de um reality show chamado – guess what, guess what! – THE COMEBACK, destinado a mostrar o retorno de uma atriz aos holofotes.

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Nossa querida “Red” passa a ser dona do seu próprio reality e volta às telas também em uma sitcom chamada Room and Bored, e é aí que o drama tem início. Drama? Aham! Não espere ver uma Phoebe novamente… Sério!

Lembra quando eu falei lá atrás que ela tava desesperada pra voltar pra mídia? Isso se dá muito por ela ter uma urgência de ser aprovada pelas pessoas. Quem que não conhece alguém que concorda com você se você fala mal de uma série, por exemplo, e depois concorda também com o seu amigo que ama a série de paixão? Tem cenas que você assiste já pensando “fiaaa, faz isso não…”, porque você já sabe que vai dar caquinha.

Em ‘The Comeback‘, ela precisa achar o equilíbrio entre os limites da vida pessoal e o que pode ser público (muito embora ela não se dê conta disso no começo). Em Room and Bored, ela lida com os conflitos de diferença de idade com os outros atores e produtores e a falta de interesse em fazer algo sério. Ou seja, a série usa um reality pra mostrar que hoje se faz reality sobre absolutamente tudo e mostra como a TV está com dificuldades pra se reencontrar e produzir conteúdos que tenham qualidade e agradem a audiência ao mesmo tempo, ainda mais em tempos que a internet tem sido uma ferramenta muito mais prática e que dá chances das pessoas assistirem o que gostam na hora que querem.

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A gente que assiste fica alternando em momentos de plena piedade e horas que tem vontade de você agarrá-la pelos ombros e dar um chacoalhão que faça ela perceber as coisas e mudar o jeito dela. Não espere que isso ocorra com frequência, mas quando acontece é épico! Você chega a ficar feliz junto com ela.

Os personagens secundários da série são impagáveis! Eu nem consigo considerá-los como elenco de apoio, francamente. Neles nós somos capazes de enxergar as reações que temos diante dos acontecimentos da série e das coisas que a Valerie se sujeita. Dentre eles precisamos destacar o Mark (que é marido dela), o Mickey (seu cabeleireiro e amigo confidente), a Jane (produtora do The Comeback) e o Paulie G (produtor de Room and Bored). Esses 4 personagens são os que mais influenciam a mente relativamente fraca da Valerie.

Eu assiti a primeira temporada completa (13 episódios, se não estou muito enganada) em uma noite de insônia. Comecei a noite tentando recuperar o sono e depois não queria dormir, porque dá aquele anseio de engatar um episódio atrás de outro, mesmo que poucos delessejam continuação de algo que ficou desamarrado no anterior. Uma dica sobre cada fim de episódio: nunca pule a parte dos créditos! Sempre tem algo que acontece e uma trilha sonora sensacional que sempre é conectada com o que aconteceu.

A primeira temporada da série foi transmitida pela HBO em 2005 e infelizmente parece que foi mal entendida pelo público e pela crítica. No ano passado Lisa e seu parceiro de produção Patrick King (que foi um dos produtores de Sex and the City) foram chamados pra criar uma segunda temporada e toparam de prontidão!

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A segunda temporada da série mostra a vida da Valerie após a repercussão de ‘The Comeback‘ e, na minha opinião, é ainda mais desesperadora que a primeira pelas situações que ela se coloca. A season finale foi um dos melhores episódios da série, ela acertou o tom e deu um bom encerramento à história de todos os personagens, algo que muitas séries erram feio na hora de fazer.

Por mais que eu leia rumores de uma terceira temporada, eu aprendi a praticar o desapego depois de ‘Revenge‘ e acho que quando uma série amarrou todas as pontas ela tem de terminar pra não perder a sua qualidade. ‘The Comeback‘ já cumpriu bem o seu papel em apontar questões incríveis e dilemas com os quais a gente convive o tempo todo, é uma série tocante que mostra como muitas vezes o amadurecimento da idade não condiz com o amadurecimento emocional e que, infelizmente, a vida requer que às vezes a gente tenha uma postura totalmente rígida e defensiva.

A inocência da Valerie leva o expectador por diversas reflexões, principalmente nos momentos que ela tenta desesperadamente ajudar os outros e fazer algo bom e o tiro sai pela culatra. Você acaba sentindo-se mal junto com ela porque afinal… Quem nunca, né? Sem contar a dor no coração que dá quando ela fala algo que é, pra mim, o bordão dela na série: “eu preciso saber que estou sendo ouvida”. Valerie sente-se constantemente anulada pelos outros sem perceber a sua própria responsabilidade nisso, a explosão desse sentimento no finalzinho da segunda temporada é de tirar o fôlego!

Lisa Kudrow se mostra como uma atriz completa, pois ela como atriz interpreta uma atriz que em algumas horas interpreta um papel. Em alguns momentos você vai acabar por ver a Phoebe na sua frente e, embora isso aconteça muito pouco, vale lembrar quando a própria Valerie diz que a pessoa que interpreta o personagem não é O personagem, que o ator é apenas alguém contando uma história. Isso é interessante porque história toda de ‘The Comeback‘ pode muito parecer a história da própria Lisa, mas quem acompanha o trabalho dela sabe que desde ‘Friends‘ ela sempre foi a atriz mais reservada, ela ainda é casada com o mesmo cara com quem tá desde 90 e pouco e ela se reservou a fazer coisas totalmente independentes depois do seu grande sucesso, topando papéis em produções dela mesma ou em coisas que ela botava fé, sem a ânsia de se agarrar na fama e na visibilidade.

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Desde que ‘Friends‘ acabou dá a impressão que a única atriz da série que ainda é viva é a Jennifer Aniston – que virou a queridinha das comédias românticas – mas que quebrou esse paradigma ao protagonizar o incrível drama ‘Cake‘. Eu acabei vendo as produções dos atores em seus respectivos pós-série e ‘The Comeback‘ foi a que mais me agradou, embora não tenha ganho tanta projeção quanto ‘Episodes‘, que rendeu inclusive um Globo de Ouro em 2012.

Por ser uma série pouco conhecida eu vou abrir uma exceção e dar nota 10 para uma produção que NÃO – É – PERFEITA, mas que me acertou de um modo peculiar e merece muito ser vista e conhecida! ‘The Comeback‘ é uma série que tem muito a dizer, até nos momentos de ausência total de falas, é uma produção construída em detalhes que merece muito mais reconhecimento do que tem. É uma excelente dica de maratona pro carnaval (pra quem não tem preguiça de fazer downloads, já que infelizmente ela não está no Netflix ou passando na HBO no momento e pra aquecer o povo pro tão esperado episódio de retorno de ‘Friends‘.

 

 

Novos teasers da 2ª temporada de ‘Fear the Walking Dead’

A segunda temporada de ‘Fear the Walking Dead‘ ganhou mais dois teasers, que leva seus protagonistas ao Oceano.

O mais interessante fica pelo avião, que fará um crossover com ‘Fear the Walking Dead Flight 462‘.

Será que teremos os sobreviventes presos em uma ilha com os zumbis do avião?

Assista:


As filmagens acontecem na península de Baja, no México. Trata-se da mesma locação usada por filmes como ‘Titanic‘ e ‘Mestre dos Mares‘.

O showrunner Dave Erickson falou sobre as gravações:

“O Baja Studios tem sido o lar de alguns dos maiores filmes que se passam no oceano nos últimos anos, e fornece todos os recursos criativos que precisamos para começar este novo capítulo na saga Fear the Walking Dead. Nós não poderíamos estar mais felizes ” , disse Erickson .

O canal AMC divulgou uma prévia da 2ª temporada de ‘Fear the Walking Dead‘, que terá 15 episódios.

Dougray Scott (‘Para Sempre Cinderela’, ‘Exorcistas do Vaticano’) é a nova adição no elenco da segunda temporada de ‘Fear the Walking Dead‘. Segundo o TV Line, seu personagem não foi divulgado.
Ele se junta ao recém-contratado Daniel Zovatto, ator do terror ‘Corrente do Mal‘.

A AMC divulgou a data de estreia da segunda temporada nos EUA: 10 de abril de 2016, uma semana após o término da sexta temporada de ‘The Walking Dead‘.

O drama explora o início do apocalipse zumbi pelos olhos de uma família problemática de Los Angeles. Nessa cidade, onde as pessoas vão para escapar, esconder segredos e enterrar o seu passado, um misterioso surto ameaça perturbar a pouca estabilidade que a professora do ensino médio Madison Clark (Kim Dickens) e o professor de Inglês Travis Manawa (Cliff Curtis) conseguiram estabelecer. A pressão cotidiana de unir duas famílias enquanto lidam com ressentimentos e filhos revoltados fica em segundo plano quando a sociedade começa a se romper.

spin-off da série sucesso ‘The Walking Dead‘ estreou nos EUA quebrando recorde. O primeiro episódio teve a maior audiência de todos os tempos para uma estreia na TV paga norte-americana.

Segundo o canal AMC, foram 10,1 milhões de espectadores. O recorde anterior para estreia de uma série pertencia a ‘Raising the Bar‘, que estreou na TNT em 2008 com 7,7 milhões de espectadores.

Para comparação, ‘The Walking Dead‘ estreou em 31 de outubro de 2010 com 5,4 milhões de espectadores nos EUA. Com o aumento no interesse do público, o primeiro episódio da quinta temporada registrou a maior alta da série e foi visto por 17,3 milhões de telespectadores.

 

Crítica 2 | O Regresso

UMA PESSOA BONITA, MAS QUE QUANDO ABRE A BOCA…

 

Sabem quando você vê numa festa uma pessoa muito bonita, bem vestida, mas quando fala tudo se desfaz?? Então, foi essa a minha sensação ao ver O Regresso (The Revenant), de Alejandro González Iñarritu: um filme de imagens bonitas, tecnicamente correto, até virtuoso em certas partes, mas que não diz ao que veio. Nele, acompanhamos o caçador de peles Hugh Glass (Leonardo DiCaprio) que, gravemente ferido por um urso, é abandonado para morrer pelo companheiro de exploração John Fitzgerald (Tom Hardy). Ao longo do cansativo segundo ato, vemos Glass passando por todo tipo de provação que um ator é capaz de passar para ganhar um Oscar… desculpe-me! Vemos todo tipo de provação que um explorador é capaz de passar para… regressar e vingar-se.

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Eu falei que o filme tem imagens bonitas, não disse? Então, as locações são deslumbrantes, rendendo imagens bonitas, muito bem fotografadas, porém vazias. Há frases no filme que se vestem de grandiosas para esconder suas raízes de “folheto de autoajuda”. Estas frases denunciam o desejo de diretor de criar imagens evocativas, de dimensão metafísica. Contudo, elas não vão além de ambientar o espectador na cena. Se a direção de fotografia de Emmanuel Lubezki foi essencial para Terrence Malick construir metáforas visuais únicas em A Árvore da Vida, em O Regresso, Iñarritu só consegue produzir belos cartões-postais. Enfim, tirando a imagem de um grupo de homens carregando tochas no meio de uma floresta escura, já no último ato, nenhuma outra fica na memória.

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O desenvolvimento da história é irregular. Temos uma abertura de impacto, na qual Iñarritu pode mostrar seu virtuosismo. Depois, o filme entra em uma progressiva perda de ritmo até chegar ao arrastado e irregular segundo ato. Aqui acompanhamos Glass em seu regresso. Em paralelo, vemos o regresso de Fitzgerald e a busca de vingança um grupo de índio (uma subtrama um tanto mal encaixada). Salpicados aqui e ali, flashbakcs que tentam contar o passado de Glass são confusos, sem contribuir para uma conexão entre o público e o protagonista.

Agora, vamos à razão que fez vocês clicarem neste texto. Sim, todo o sacrifício físico de Leo está na tela. Sim, muitos vão se angustiar com várias das suas cenas. E, sim, ele tem tudo para levar o Oscar. Porém… não é seu melhor trabalho. Sendo bem sincero, DiCaprio chega perto do overacting. Ele faz questão de esfregar na nossa cara o quanto está atuando bem, o que puxa o público para fora do filme. Em certas cenas, juro que o escutei balbuciando “Esse Oscar é meu!” Juro! Podem conferir!

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Brincadeiras à parte, DiCaprio faz um ótimo trabalho, de uma entrega física palpável, sem se descuidar dos momentos de introspecção. DiCaprio só não se sai mais brilhante porque tem como base um roteiro raso e por precisar disputar com o ego do diretor. Outro que merece aplausos é Tom Hardy, que interpreta um sujeito desprezível, sem perder sua dimensão humana.

As locações belas, as atuações feéricas, os pequenos achados visuais (como a saída de Glass da cova) e as boas cenas, como o ataque do urso e os confrontos entre Glass e Fitzgerald, são qualidades de uma obra que poderia ser grande, não fosse os excessos de Iñarritu. Ele queria realizar um épico, mas fez apenas um filme bonito, até virtuoso em certas partes, que não marca os olhos e nem ancora no coração do espectador. Ao menos, não no meu.

E, ai, o que achou? Vamos, comente, diga o que achou sobre o filme e curta nossas redes sociais:

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Novo cartaz da série ‘Damien’, sequência de ‘A Profecia’

Damien‘, série de TV que continuará os eventos do clássico ‘A Profecia‘ (The Omen), de 1976, ganhou um novo cartaz estampado com o personagem título (vivido por Bradley James)

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A estreia nos EUA foi agendada para 7 de março de 2016, com uma temporada inaugural de 10 episódios. Não há previsão no Brasil.

Glen Mazzara, ex-produtor de ‘The Walking Dead‘, desenvolve e roteiriza a série.

Encomendada em agosto de 2014 pelo canal Lifetime, a série migrou para o A&E. A decisão foi tomada por Rob Sharenow, diretor de programação de ambas as emissoras americanas, por constatar que a série se encaixa melhor no perfil do A&E, que atualmente exibe ‘Bates Motel’, prelúdio de outro clássico do terror, ‘Psicose’.

Além da mudança, ’Damien‘ também ganhou mais quatro episódios e fechará sua primeira temporada com um total de dez.

O seriado gira em torno de Damien (Bradley James), jovem assombrado pelo passado que, agora adulto, precisa aceitar o destino de que será o Anticristo após uma série de eventos macabros.

Barbara Hershey (franquia ‘Sobrenatural’, ‘Once Upon a Time’) também está no elenco como Ann Rutledge, descrita como a mulher mais poderosa do mundo, que tem a missão de garantir que Damien siga seu destino.

O longa original foi dirigido por Richard Donner, e teve três continuações e um remake, lançado em 6/06/2006. Uma série de televisão já havia sido planejada em 1995, mas o episódio-piloto não foi aprovado.

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Cartaz nacional da 2ª temporada de ‘Better Call Saul’

A Netflix Brasil liberou o novo cartaz nacional da segunda temporada de ‘Better Call Saul‘, que tem estreia marcada para 16 de fevereiro.

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A Netflix lançará a segunda temporada no Brasil dia 16 de fevereiro.

Os episódios serão exibidos por aqui com apenas algumas horas de diferença dos EUA. A série estreia por lá acontece no dia 15 de fevereiro, no canal pago AMC.

Os episódios serão exibidos pelo canal de streaming semanalmente, como acontece nos EUA.

Better Call Saul‘ é um prequel da aclamada e premiada série ‘Breaking Bad‘, que teve o criador Vince Gilligan e roteirista/produtor Peter Gould como co-showrunners da primeira temporada.

 

 

A história acontece seis anos antes de Saul Goodman (Bob Odenkirk) encontrar Walter White. Quando o conhecemos, o homem que se tornará Saul é conhecido como Jimmy McGill, um pequeno advogado em busca de seu destino e correndo para pagar as despesas. Trabalhando com, e frequentemente contra Jimmy, está o fixer Mike Ehrmantraut (Jonathan Banks), um personagem amado, introduzido pela primeira vez em Breaking Bad. A nova série irá mostrar a transformação de Jimmy em um homem que coloca a palavra criminal em ‘advogado criminal’.

O ator Bryan Cranston deve fazer uma participação especial. O criador de ambos os programas, Vince Gilligan, revelou ao jornal Daily News que apenas uma questão de tempo até Walter White aparecer na série.

“Ver Walter White em Better Caul Saul será maravilhoso. Seria uma vergonha a série seguir adiante com tanto sucesso, que espero continue por muito tempo, sem ele aparecer”, afirmou.

Em ‘Breaking Bad‘, White  é um ex-professor de química que se transforma no poderoso traficante Heisenberg.

Recententemente, Aaron Paul, mais conhecido por ter vivido Jesse Pinkman, conversou com a Variety sobre a recém-lançada série derivada ‘Better Call Saul’.

A publicação começou fazendo a pergunta que não quer calar: Paul eventualmente participará do spin-off?

“Nós sempre nos divertimos tendo essa discussão – Vince [Gilligan], eu, Peter [Gould] e os roteiristas. Não temos a menor ideia de como isso vai acontecer, mas espero que um dia aconteça”, disse o ator.

Paul depois admitiu ser fã do seriado sobre as origens de Saul Goodman e reconheceu as semelhanças com ‘Breaking Bad’.

“Eu amo a série. É um pouco estranho, porque ela se parece com ‘Breaking Bad’. Tem o tom um pouco diferente, mas eu conheço todos os envolvidos – e não estou envolvido com a série de forma alguma. É um pouco estranho, um pouco triste, mas a série é ótima.”

A produtora executiva de ‘Breaking Bad’, Michelle MacLaren, que também esteve no evento, falou que a possibilidade dos retornos de Pinkman e Walter White (Bryan Cranston) em ‘Better Call Saul’ só depende dos criadores da série.

“Quem sabe o que eles vão fazer, mas é um prelúdio, então Paul absolutamente pode estar nele. Acho que a decisão cabe a Vince e Peter de quem trazer para a série. Eu imagino que todos os atores convidados diriam sim, mas eu não tenho ideia do que eles vão fazer quanto a isso.”

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Heróis e anti-herói de ‘Legends of Tomorrow’ em novo e belo cartaz

DC’s Legends of Tomorrow’, a série derivada de ‘Arrow’ e ‘The Flash’, ganhou um novo cartaz com o elenco completo. Com o slogan “Quem Controla o Passado, Controla o Futuro”, os heróis e anti-heróis farão de tudo para defender a Terra.

Vale lembrar que para o Brasil a série tem estreia marcada para o dia 18 de fevereiro, na Warner Channel.

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A série estreia dia 21 de janeiro de 2016 nos EUA.

Quando os heróis não são suficientes, o mundo precisa de lendas. Depois de ter visto o futuro, um deles desesperadamente vai tentar impedir que isso aconteça: o viajante do tempo Rip Hunter, que recebe a tarefa de montar um grupo diferente, composto tanto por heróis quanto vilões, para enfrentar uma ameaça imparável, onde não só o planeta está em jogo, mas o próprio tempo também. Poderá este time desorganizado derrotar uma ameaça imortal diferente de tudo que já conhecemos?

Rip Hunter (Rory Williams), Mulher-Gavião (Ciara Renée), Jay Jackson (Franz Drameh), Capitão Frio (Wentworth Miller), Onda Térmica (Dominic Purcell), Átomo (Brandon Routh), Dr. Martin Stein (Victor Garber) e Canário Branco (Caity Lotz) integram o time de super-poderosos.

Greg BerlantiAndrew Kreisberg e Marc Guggenheim, criadores de ‘Arrow’, estão cuidando do spin-off.

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Crítica | Filho de Saul

GRITOS DO HOLOCAUSTO

 

A primeira pessoa a entrar no foco da câmera é Saul Ausländer (Géza Röhring). Ele faz parte do sonderkommando, grupo de prisioneiros responsável pelas tarefas mais desumanas nos campos de concentração nazista. Limpavam as câmaras de gás, incineravam os corpos, desfaziam-se das cinzas. As primeiras sequências sintetizam o espírito de Filho de Saul (Saul Fia), primeiro longa do diretor László Nemes – e de longe o favorito ao Oscar de Melhor filme estrangeiro. Os acontecimentos ocorrem em 1944, ano de uma revolta de prisioneiros no campo de concentração de Auschwitz.

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Na primeira sequência, Saul é um refugo, nenhum traço de humanidade brota daquele rosto de olhar perdido e gestos maquinais. Esta talvez fosse a forma mais equilibrada de agir de um prisioneiro obrigado a trabalhar com os mortos de Auschwitz. Saul está ajudando a despir os prisioneiros, antes deles entrarem na câmara de gás. Os ruídos de máquinas e dos gritos dos prisioneiros banham a imagem, transmitindo ao público o quanto a maquinaria nazista racionalizou o extermínio de judeus. Ou, em outras palavras, usa-se um impecável desenho de som para fazer o público sentir até que ponto uma ideologia homicida pode ser racionalizada e aceita como normal e lógica por uma sociedade.

 

Na sequência seguinte, encontramos Saul limpando o chão. Ao fundo, desfocado, vemos uma pilha de corpos humanos. De repetente, ele encontra um garoto que resistiu ao gás. Logo em seguida, esse menino morrerá, mas já terá despertado em Saul a humanidade perdida. Deste ponto, o ator e poeta Röhring faz de Saul um retrata da angústia humana represada pela falta de esperança; a imagem de um homem desesperado para agarrar a última reserva de humanidade possível em Auschwitz. Saul tomará aquele garoto como seu filho e buscará dar-lhe um enterro segundo a tradição judaica.

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Tão impressionante quanto esse plot, é a forma como o diretor Nemes encontrou para filmá-lo. Primeiro, o formato da tela é mais quadrado, com uma razão de aspecto próxima àquela usada pelo cinema mudo. Segundo, deixar em foco apenas o que está em primeiro plano, fazendo quase o filme inteiro com a câmera muito próxima dos atores, quase em close. Um formato de tele estreito (razão de aspecto 1.37:1) e um foco pouco profundo fazem com que tudo que não esteja em primeiro plano fique desfocado. Todo o resto fica embaçado. Assim, quando vemos Saul andando por Auschwitz em busca de um rabino, tudo ao seu redor fica fora de foco, como se a câmera quisesse borrar a imagem, numa tentativa de apagar essa página da história. Mas a realidade é mais forte e não aceita ser esquecida. E mesmo que a câmera não mostre, os sons do campo de concentração invadem a imagem.

Não me recordo de um uso tão competente do extra-campo em tempos recentes. O extra-campo é tudo aquilo que faz parte da cena, mas a imagem não mostra. A imagem mostra Saul encostado na porta da câmara de gás, mas apenas escutamos os gritos dos executados. Estes gritos são o elemento extra-campo que compõe a cena. O som é o maior responsável para que o público sinta a angustia de Auschwitz.

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Toda a estética concebida por Nemes faz com que cada imagem que surja na tela impacte o espectador. O diretor, simplesmente, conseguiu dar a devida importância às imagens de uma das piores atrocidades humanas. Pessoalmente, desde O Pianista, de Roman Polanski, não via um filme tão contundente e relevante sobre o holocausto.

Vivemos uma época de overdoses. Devoramos muitas imagens, bebemos muitas ideologias radicais e acabamos por nos embriagarmos na intolerância e na autoindulgência. Em uma época na qual a defesa de ideias como o linchamento de um bandido ou o aborto de fetos com problemas de formação – cada uma defendida por grupos bem distintos – só demonstra o quanto nos desviamos e o quanto o trabalho de Nemes é importante: mostrar apenas o essencial, para fazer o público recordar a essência de ser humano.

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Realidade Alternativa é tema do novo e elétrico cartaz de ‘The Flash’

Com a aproximação da metade da temporada, ‘The Flash‘ vai se encaminhando para momentos decisivos.

E para deixar esse retorno ainda mais eletrizante, a CW liberou o novo cartaz.

The Flash

O tão aguardado crossover entre as séries ‘Supergirl‘ e ‘The Flash‘ ganhou título oficial: World’s Finest (Os Melhores do Mundo).

Trata-se do mesmo título dos quadrinhos que traziam histórias conjuntas do Super-Homem e do Batman, publicados pela DC Comics entre 1941 a 1986.

O encontro entre os super-heróis será exibido no dia 28 de março nos EUA.

Confira:

Really really. Flash is about to meet Supergirl. @melissabenoist

Uma foto publicada por Grant Gustin (@grantgust) em

No episódio, Barry Allen (Grant Gustin) viajará para National City e conhecerá Kara Denvers (Melissa Benoist). Ou seja: o especial se passará no universo da série da Supergirl.

“Estamos muito animados em anunciar algo que estamos sonhando em fazer desde que anunciamos Supergirl… O Flash e a Supergirl estão se unindo! ”, afirmou o produtor executivo Greg Berlanti.

CBS encomenda 1ª temporada completa de ‘Supergirl’

Berlanti disse que uma reviravolta na trama de ‘Supergirl’ possibilitou o crossover da atração com ‘The Flash’ – nos quadrinhos da iniciativa ‘Os Novos 52‘, um encontro entre Kara Zor-El e Barry Allen já aconteceu.

Mesmo com emissoras diferentes, um encontro do herói com a Supergirl se tornou viável porque a The CW, canal de ‘Arrow’ e ‘The Flash’, faz parte do grupo da rede CBS.

Supergirl’ registrou fantásticos 12,9 milhões de espectadores e 3.2 pontos no índice demográfico (idades de 18 a 49 anos) no seu primeiro episódio, e se tornou a melhor estreia desta temporada na TV norte-americana.

 

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Assista ao teaser da 2ª temporada de ‘Fear the Walking Dead’

A segunda temporada de ‘Fear the Walking Dead‘ teve seu primeiro teaser-trailer divulgado, que leva seus protagonistas ao Oceano.

O mais interessante fica pelo avião, que fará um crossover com ‘Fear the Walking Dead Flight 462‘.

Assista:


As filmagens acontecem na península de Baja, no México. Trata-se da mesma locação usada por filmes como ‘Titanic‘ e ‘Mestre dos Mares‘.

O showrunner Dave Erickson falou sobre as gravações:

“O Baja Studios tem sido o lar de alguns dos maiores filmes que se passam no oceano nos últimos anos, e fornece todos os recursos criativos que precisamos para começar este novo capítulo na saga Fear the Walking Dead. Nós não poderíamos estar mais felizes ” , disse Erickson .

O canal AMC divulgou uma prévia da 2ª temporada de ‘Fear the Walking Dead‘, que terá 15 episódios.

Dougray Scott (‘Para Sempre Cinderela’, ‘Exorcistas do Vaticano’) é a nova adição no elenco da segunda temporada de ‘Fear the Walking Dead‘. Segundo o TV Line, seu personagem não foi divulgado.
Ele se junta ao recém-contratado Daniel Zovatto, ator do terror ‘Corrente do Mal‘.

A AMC divulgou a data de estreia da segunda temporada nos EUA: 10 de abril de 2016, uma semana após o término da sexta temporada de ‘The Walking Dead‘.

O drama explora o início do apocalipse zumbi pelos olhos de uma família problemática de Los Angeles. Nessa cidade, onde as pessoas vão para escapar, esconder segredos e enterrar o seu passado, um misterioso surto ameaça perturbar a pouca estabilidade que a professora do ensino médio Madison Clark (Kim Dickens) e o professor de Inglês Travis Manawa (Cliff Curtis) conseguiram estabelecer. A pressão cotidiana de unir duas famílias enquanto lidam com ressentimentos e filhos revoltados fica em segundo plano quando a sociedade começa a se romper.

spin-off da série sucesso ‘The Walking Dead‘ estreou nos EUA quebrando recorde. O primeiro episódio teve a maior audiência de todos os tempos para uma estreia na TV paga norte-americana.

Segundo o canal AMC, foram 10,1 milhões de espectadores. O recorde anterior para estreia de uma série pertencia a ‘Raising the Bar‘, que estreou na TNT em 2008 com 7,7 milhões de espectadores.

Para comparação, ‘The Walking Dead‘ estreou em 31 de outubro de 2010 com 5,4 milhões de espectadores nos EUA. Com o aumento no interesse do público, o primeiro episódio da quinta temporada registrou a maior alta da série e foi visto por 17,3 milhões de telespectadores.

 

Clipe revela o que aconteceu com Annalise no retorno de ‘How To Get Away With Murder’

A segunda temporada da série ‘How To Get Away With Murder‘ ganhou um clipe, que apresenta mostra o que aconteceu com Annalise Keating (Viola Davis) após os eventos trágicos do último episódio.

O retorno do segundo ano acontece dia 11 de Fevereiro, quando será revelado o destino da protagonista.

Assista:

Vale lembrar que Viola Davis foi a primeira mulher negra a vencer o Emmy Awards por sua atuação na série – saiba mais!

A série é escrita por Pete Nowalk, protegido de Shonda Rhimes que trabalhou em ‘Scandal‘ e ‘Grey’s Anatomy‘.

A história gira em torno da advogada Annalise Keating (Viola Davis), e de seu relacionamento com seus alunos. O grande mistério é descobrir quem é o assassino de Sam Keating (Tom Verica). Todos os personagens são suspeitos.

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Fotos da série ‘Damien’, sequência de ‘A Profecia’

Damien‘, série de TV que continuará os eventos do clássico ‘A Profecia‘ (The Omen), de 1976, ganhou uma série de novas imagens.

A estreia nos EUA foi agendada para 7 de março de 2016, com uma temporada inaugural de 10 episódios. Não há previsão no Brasil.

Glen Mazzara, ex-produtor de ‘The Walking Dead‘, desenvolve e roteiriza a série.

Encomendada em agosto de 2014 pelo canal Lifetime, a série migrou para o A&E. A decisão foi tomada por Rob Sharenow, diretor de programação de ambas as emissoras americanas, por constatar que a série se encaixa melhor no perfil do A&E, que atualmente exibe ‘Bates Motel’, prelúdio de outro clássico do terror, ‘Psicose’.

Além da mudança, ’Damien‘ também ganhou mais quatro episódios e fechará sua primeira temporada com um total de dez.

O seriado gira em torno de Damien (Bradley James), jovem assombrado pelo passado que, agora adulto, precisa aceitar o destino de que será o Anticristo após uma série de eventos macabros.

Barbara Hershey (franquia ‘Sobrenatural’, ‘Once Upon a Time’) também está no elenco como Ann Rutledge, descrita como a mulher mais poderosa do mundo, que tem a missão de garantir que Damien siga seu destino.

O longa original foi dirigido por Richard Donner, e teve três continuações e um remake, lançado em 6/06/2006. Uma série de televisão já havia sido planejada em 1995, mas o episódio-piloto não foi aprovado.

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