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Fotos e vídeos do episódio de hoje de ‘The Walking Dead’!

The Walking Dead‘ ganhou imagens e vídeos do oitavo – e último episódio de 2015. Intitulado ‘Start to Finish‘, a trama do episódio trará uma grande revelação e algumas mortes.

Confira a sinopse:

À medida que Rick luta para manter a sua família viva, acaba por descobrir que o medo arrebatador dos sobreviventes pode ser bem mais perigoso que os zombies que vagueiam pelo nosso planeta.

É prometida uma cena pós-créditos (leia mais abaixo dos vídeos).

Confira, com o comercial e clipes:

 

[SPOILERS]

A cena vai apresentar o grupo dos Salvadores e a primeira citação ao icônico vilão Negan.

 

Jeffrey Dean Morgan (‘Supernatural’, ‘Watchmen’) foi o escolhido para interpretar Negan , o maior e mais malvado vilão dos quadrinhos, líder do que pode ser chamado de “máfia zumbi”.

Negan será introduzido no final da sexta temporada, e entrará para o elenco fixo da sétima. Responsável pela morte de um dos protagonistas nos quadrinhos, ele ataca cidades e faz seus habitantes dividirem seus recursos em troca de salvação.

‘The Walking Dead’: Produtor revela que personagem NÃO irá morrer na série 

A AMC renovou a série para a sua sétima temporada. A próxima temporada irá estrear em 9 de Outubro de 2016, e trará o retorno do showrunner Scott M. Gimple e dos produtores executivos Robert Kirkman, Gale Anne Hurd, David Alpert, Greg NicoteroTom Luse  leia.

A estreia da sexta temporada de ‘The Walking Dead’ será a mais tensa da série 

‘The Walking Dead’: Fotos apresentam novos personagens da série 

Brainiac pode aparecer no crossover de ‘The Flash’ e ‘Supergirl’

Segundo Bleeding Cool, o crossover entre as séries ‘The Flash’ e ‘Supergirl’ deve trazer a Nova Krypton e o supervilão da DC Brainiac.

Um dos principais inimigos do Superman, o careca humanóide de pele verde veio à Terra nos quadrinhos para encolher várias cidades, inclusive Metrópolis, armazenando-as em frascos com a intenção de usá-las para restaurar Bryak, o planeta que governou.

Criado por Otto Binder e Al Plastino, Brainiac surgiu pela primeira vez nos quadrinhos em 1958.

O vilão também deve ser o antagonista principal do filme da Liga da Justiça.

Os heróis The Flash (Grant Gustin) e Supergirl (Melissa Benoist) devem se encontrar nas telinhas em maio de 2016.

Mesmo com emissoras diferentes, um encontro do herói com a Supergirl se torna viável porque a The CW, canal de ‘Arrow’ e ‘The Flash’, faz parte do grupo da rede CBS.

O produtor Greg Berlanti (que também cuida das duas séries dos heróis) já havia adiantado a possibilidade do crossover em entrevista à Entertainment Weekly.

Berlanti disse que uma reviravolta na trama de ‘Supergirl’ pode possibilitar um crossover da atração com ‘The Flash’ – nos quadrinhos da iniciativa ‘Os Novos 52‘, um encontro entre Kara Zor-El e Barry Allen já aconteceu.

Supergirl’ registrou fantásticos 12,9 milhões de espectadores e 3.2 pontos no índice demográfico (idades de 18 a 49 anos) no seu primeiro episódio, e se tornou a melhor estreia desta temporada na TV norte-americana.

 

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Crítica | Táxi Teerã

O UBER DE TEERÃ

 

Para quem não o conhece, ai vai um “quem é” Jafar Panahi: é diretor iraniano de filme como O Balão Branco, O Círculo e Ouro Carmim, estes dois últimos proibidos pelo governo iraniano. Em 2010, ele foi preso. Alegação do Ministério da Cultura e Orientação Islâmica do Irã: realizar filmes contra o regime! Personalidades e instituições se mobilizaram em prol do diretor, que foi liberado após pagar fiança. No mesmo ano, Panahi foi sentenciado a 6 anos de prisão (domiciliar) e proibido de produzir filmes, participar de atividades políticas, viajar e dar entrevistas pelo prazo de 20 anos!!

Em 2011, clandestinamente, Panahi fez a obra-prima Isto Não É Um Filme, documentário sobre sua prisão domiciliar. No filme, o diretor reflete sobre liberdade, política e o cinema. Claro, não se trata de um blockbuster. Antes, é um filme de resistência.

E agora, ainda de forma clandestina, Panahi lança o seu Taxi Teerã. Pela ficha policial do diretor, não vá aguardando um filme pipoca. Embora não fique explícito, trata-se de uma obra ficcional. Interpretando a si mesmo, o diretor dirige um táxi pelas ruas de Teerã. A narrativa do filme vai se desenvolvendo ao sabor dos passageiros. A maioria das imagens é captada por uma câmera no painel do carro, intercalada por outras, como a de um celular que grava um senhor ferido ditando seu testamento.

Táxi Teerã

Táxi Teerã é uma lição de resistência, uma lição de como, das condições mais adversas, podemos retirar arte e esta ser um respiro, um rosa resistindo à opressão. Enfim, uma carta de amor ao cinema, nas palavras de Darren Aronofsky.

Cada passageiros é uma perspectiva da sociedade iraniana. Duas idosas com um peixe podem revelar o lado leve dessa sociedade. O contrabandista de DVDs representa a resistência de uma sociedade ao autoritarismo, além de reflexões sobre o cinema. Ora percebemos uma sociedade multicolorida, mais complexa do que os atos recentes de radicais fazem a gente pensar. Em outros momentos – provavelmente, na maioria deles – percebemos as atrocidades mais cotidianas promovidas em nome da religião. Isto é percebido, especialmente, na participação a advogada Nasrin Sotoudeh e quando a sobrinha do diretor lê as o que um filme no Irã não pode conter. Ela tem que fazer um filme para a escola.

Aqui há um contraponto curioso. Ela tenta convencer um menino de rua a devolver um dinheiro, para filmá-lo e ter um final feliz para seu filme. Em contraposição com a sequência que encerra Táxi Teerã, o filme reflete a ambiguidade de Panahi em relação ao seu país.

Panahi revela sua inteligência com um roteiro que flerta com a ação, com o suspense, com o drama, com o afeto, tudo limitado ao espaço de um carro. Seja como exercício de estilo, ou por um grito contra a opressão, Táxi Teerã é um Uber para cinéfilos.

Elenco de ‘The Walking Dead’ dá uma prévia do que está por vir…

O Canal Fox divulgou um vídeo legendado que traz os protagonistas falando sobre o que está por vir na segunda metade da 6ª temporada de ‘The Walking Dead‘.

Assista, com o comercial e clipes:

O oitavo – e último episódio de 2015 – é intitulado ‘Start to Finish‘ e vai ao ar no domingo (29). Confira a sinopse:

À medida que Rick luta para manter a sua família viva, acaba por descobrir que o medo arrebatador dos sobreviventes pode ser bem mais perigoso que os zombies que vagueiam pelo nosso planeta.

É prometida uma cena pós-créditos.

 

[SPOILERS]

A cena vai apresentar o grupo dos Salvadores e a primeira citação ao icônico vilão Negan.

 

Jeffrey Dean Morgan (‘Supernatural’, ‘Watchmen’) foi o escolhido para interpretar Negan , o maior e mais malvado vilão dos quadrinhos, líder do que pode ser chamado de “máfia zumbi”.

Negan será introduzido no final da sexta temporada, e entrará para o elenco fixo da sétima. Responsável pela morte de um dos protagonistas nos quadrinhos, ele ataca cidades e faz seus habitantes dividirem seus recursos em troca de salvação.

‘The Walking Dead’: Produtor revela que personagem NÃO irá morrer na série 

A AMC renovou a série para a sua sétima temporada. A próxima temporada irá estrear em 9 de Outubro de 2016, e trará o retorno do showrunner Scott M. Gimple e dos produtores executivos Robert Kirkman, Gale Anne Hurd, David Alpert, Greg NicoteroTom Luse  leia.

A estreia da sexta temporada de ‘The Walking Dead’ será a mais tensa da série 

‘The Walking Dead’: Fotos apresentam novos personagens da série 

Arrow e The Flash brigam em comercial do crossover ‘Legends of Today’

O crossover entre as séries ‘Arrow‘ e ‘The Flash‘ ganhou um comercial, que traz Barry (Grant Gustin) e Oliver (Stephen Amell) em uma discussão.

A primeira parte será exibida nos EUA dia 1º de dezembro, com o título Legends of Today. A segunda parte é intitulada Legends of Yesterday e será exibida no dia 2 de dezembro.

Os dois episódios servirão como estopim para a série derivadaDC’s Legends of Tomorrow‘.

Trailer épico de ‘Legends of Tomorrow’ faz referência a Batman e Superman

Assista, com o trailer:

Speedy (Willa Holland), Arqueiro Verde (Stephen Amell), Canário Negro (Katie Cassidy), Flash (Grant Gustin), John Diggle (David Ramsey), Mulher-Gavião (Ciara Renée) e Gavião Negro (Peter Francis James) estarão presentes no episódio duplo.

Os episódios irão ao ar em Dezembro. Já o spin-off estreia nos EUA no início de 2016.

Quando os heróis não são suficientes, o mundo precisa de lendas. Depois de ter visto o futuro, um deles desesperadamente vai tentar impedir que isso aconteça: o viajante do tempo Rip Hunter, que recebe a tarefa de montar um grupo diferente, composto tanto por heróis quanto vilões, para enfrentar uma ameaça imparável, onde não só o planeta está em jogo, mas o próprio tempo também. Poderá este time desorganizado derrotar uma ameaça imortal diferente de tudo que já conhecemos?

Rip Hunter (Rory Williams), Mulher-Gavião (Ciara Renée), Jay Jackson (Franz Drameh), Capitão Frio (Wentworth Miller), Onda Térmica (Dominic Purcell), Átomo (Brandon Routh), Dr. Martin Stein (Victor Garber) e Canário Branco (Caity Lotz) integram o time de super-poderosos.

Greg BerlantiAndrew Kreisberg e Marc Guggenheim, criadores de ‘Arrow’, estão cuidando do spin-off.

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Os 100 Melhores Filmes Nacionais de Todos os Tempos

A Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) realizou uma pesquisa com mais de cem críticos brasileiros e selecionou os 100 Melhores Filmes Nacionais de Todos os Tempos.

O primeiro lugar ficou com ‘Limite‘, filme dirigido por Mário Peixoto em 1931. O longa (que você pode assistir na íntegra abaixo) provocou muita polêmica nas suas primeiras exibições e inclusive houve quebra-quebra durante a sua première. Acabou virando um mito, já que por muitos anos não foi exibido novamente. Recuperado nos anos 70, o filme se tornou uma obra-prima e deixou sua marca na história cultural do Brasil. O elenco conta com Iolanda Bernardes, Edgar Brasil e Olga Bueno.

Glauber Rocha surge na segunda posição com o fantástico ‘Deus e o Diabo na Terra do Sol‘, de 1964. Em terceiro aparece o clássico ‘Vidas Secas‘ (1963), filme de Nelson Pereira dos Santos baseado no livro homônimo de Graciliano Ramos.

O filme mais recente da lista é o sensacional ‘Que Horas Ela Volta?‘, dirigido por Anna Muylaert. Na 71ª posição, foi o escolhido da ANCINE para representar o Brasil no Oscar 2016.

Confira os 100 Melhores Filmes Nacionais de Todos os Tempos:

1. Limite (1931), de Mario Peixoto

2. Deus e o Diabo na Terra do Sol (1964), de Glauber Rocha

3. Vidas Secas (1963), de Nelson Pereira dos Santos

4. Cabra Marcado para Morrer (1984), de Eduardo Coutinho

5. Terra em Transe (1967), de Glauber Rocha

6. O Bandido da Luz Vermelha (1968), de Rogério Sganzerla

7. São Paulo S/A (1965), de Luís Sérgio Person

8. Cidade de Deus (2002), de Fernando Meirelles

9. O Pagador de Promessas (1962), de Anselmo Duarte

10. Macunaíma (1969), de Joaquim Pedro de Andrade

11. Central do Brasil (1998), de Walter Salles

12. Pixote, a Lei do Mais Fraco (1981), de Hector Babenco

13. Ilha das Flores (1989), de Jorge Furtado

14. Eles Não Usam Black-Tie (1981), de Leon Hirszman

15. O Som ao Redor (2012), de Kleber Mendonça Filho

16. Lavoura Arcaica (2001), de Luiz Fernando Carvalho

17. Jogo de Cena (2007), de Eduardo Coutinho

18. Bye Bye, Brasil (1979), de Carlos Diegues

19. Assalto ao Trem Pagador (1962), de Roberto Farias

20. São Bernardo (1974), de Leon Hirszman

21. Iracema, uma Transa Amazônica (1975), de Jorge Bodansky e Orlando Senna

22. Noite Vazia (1964), de Walter Hugo Khouri

23. Os Fuzis (1964), de Ruy Guerra

24. Ganga Bruta (1933), de Humberto Mauro

25. Bang Bang (1971), de Andrea Tonacci

26. A Hora e a Vez de Augusto Matraga (1968), de Roberto Santos

27. Rio, 40 Graus (1955), de Nelson Pereira dos Santos

28. Edifício Master (2002), de Eduardo Coutinho

29. Memórias do Cárcere (1984), de Nelson Pereira dos Santos

30. Tropa de Elite (2007), de José Padilha

31. O Padre e a Moça (1965), de Joaquim Pedro de Andrade

32. Serras da Desordem (2006), de Andrea Tonacci

33. Santiago (2007), de João Moreira Salles

34. O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro (1969), de Glauber Rocha

35. Tropa de Elite 2 – O Inimigo Agora é Outro (2010), de José Padilha

36. O Invasor (2002), de Beto Brant

37. Todas as Mulheres do Mundo (1967), de Domingos Oliveira

38. Matou a Família e Foi ao Cinema (1969), de Julio Bressane

39. Dona Flor e Seus Dois Maridos (1976), de Bruno Barreto

40. Os Cafajestes (1962), de Ruy Guerra

41. O Homem do Sputnik (1959), de Carlos Manga

42. A Hora da Estrela (1985), de Suzana Amaral

43. Sem Essa Aranha (1970), de Rogério Sganzerla

44. Super Outro (1989), de Edgard Navarro

45. Filme Demência (1986), de Carlos Reichenbach

46. À Meia-Noite Levarei Sua Alma (1964), de José Mojica Marins

47. Terra Estrangeira (1996), de Walter Salles e Daniela Thomas

48. A Mulher de Todos (1969), de Rogério Sganzerla

49. Rio, Zona Norte (1957), de Nelson Pereira dos Santos

50. Alma Corsária (1993), de Carlos Reichenbach

51. A Margem (1967), de Ozualdo Candeias

52. Toda Nudez Será Castigada (1973), de Arnaldo Jabor

53. Madame Satã (2000), de Karim Ainouz

54. A Falecida (1965), de Leon Hirzman

55. O Despertar da Besta – Ritual dos Sádicos (1969), de José Mojica Marins

56. Tudo Bem (1978), de Arnaldo Jabor (1978)

57. A Idade da Terra (1980), de Glauber Rocha

58. Abril Despedaçado (2001), de Walter Salles

59. O Grande Momento (1958), de Roberto Santos

60. O Lobo Atrás da Porta (2014), de Fernando Coimbra

61. O Beijo da Mulher-Aranha (1985), de Hector Babenco

62. O Homem que Virou Suco (1980), de João Batista de Andrade

63. O Auto da Compadecida (1999), de Guel Arraes

64. O Cangaceiro (1953), de Lima Barreto

65. A Lira do Delírio (1978), de Walter Lima Junior

66. O Caso dos Irmãos Naves (1967), de Luís Sérgio Person

67. Ônibus 174 (2002), de José Padilha

68. O Anjo Nasceu (1969), de Julio Bressane

69. Meu Nome é… Tonho (1969), de Ozualdo Candeias

70. O Céu de Suely (2006), de Karim Ainouz

71. Que Horas Ela Volta? (2015), de Anna Muylaert

72. Bicho de Sete Cabeças (2001), de Laís Bondanzky

73. Tatuagem (2013), de Hilton Lacerda

74. Estômago (2010), de Marcos Jorge

75. Cinema, Aspirinas e Urubus (2005), de Marcelo Gomes

76. Baile Perfumado (1997), de Paulo Caldas e Lírio Ferreira

77. Pra Frente, Brasil (1982), de Roberto Farias

78. Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia (1976), de Hector Babenco

79. O Viajante (1999), de Paulo Cezar Saraceni

80. Anjos do Arrabalde (1987), de Carlos Reichenbach

81. Mar de Rosas (1977), de Ana Carolina

82. O País de São Saruê (1971), de Vladimir Carvalho

83. A Marvada Carne (1985), de André Klotzel

84. Sargento Getúlio (1983), de Hermano Penna

85. Inocência (1983), de Walter Lima Jr.

86. Amarelo Manga (2002), de Cláudio Assis

87. Os Saltimbancos Trapalhões (1981), de J.B. Tanko

88. Di (1977), de Glauber Rocha

89. Os Inconfidentes (1972), de Joaquim Pedro de Andrade

90. Esta Noite Encarnarei no Teu Cadáver (1966), de José Mojica Marins

91. Cabaret Mineiro (1980), de Carlos Alberto Prates Correia

92. Chuvas de Verão (1977), de Carlos Diegues

93. Dois Córregos (1999), de Carlos Reichenbach

94. Aruanda (1960), de Linduarte Noronha

95. Carandiru (2003), de Hector Babenco

96. Blá Blá Blá (1968), de Andrea Tonacci

97. O Signo do Caos (2003), de Rogério Sganzerla

98. O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias (2006), de Cao Hamburger

99. Meteorango Kid, Herói Intergalactico (1969), de Andre Luis Oliveira

100. Guerra Conjugal (1975), de Joaquim Pedro de Andrade

2ª temporada de ‘Agent Carter’ ganha teaser

A segunda temporada de Agent Carter ganhou um agitado teaser. A série retorna nos EUA dia 5 de janeiro.

Assista:

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Hayley Atwel revelou que a segunda temporada será maior do que a primeira, e terá 10 episódios, dois a mais que o ano inaugural da série.

Confira a sinopse:

Dedicada à luta contra as novas ameaças atômicas da era pós-Segunda Guerra Mundial, Peggy agora deve rumar de Nova York a Los Angeles para realizar sua missão mais perigosa de todas. Mas mesmo quando ela encontra novos amigos, uma casa nova – e talvez até um novo amor – ela está prestes a descobrir que as luzes brilhantes do Hollywood pós-guerra mascaram uma ameaça ainda mais sinistra à todos que ela jurou proteger.

Além da série estrelada por Hayley Atwell, a ABC anunciou a renovação de outras 14 séries para a temporada 2015-2016. São elas: Agents of SHIELD’, ‘American Crime’, ‘Secrets and Lies’, ‘Black-Ish’, ‘The Middle’, ‘Modern Family’, ‘The Goldbergs’, ‘Fresh off the Boat’, ‘Castle’, ‘Scandal’, ‘Grey’s Anatomy’, ‘How to Get Away With Murder’, ‘Nashville’ e ‘Galavant‘.

Três baixas, no entanto, foram feitas pela emissora. Estão canceladas: ‘Resurrection’, ‘Forever’ e ‘Cristela’. A ABC também desistiu de encomendar o spin-off de ‘Agents of SHIELD’, que seria centrado nos personagens Harpia/Barbara Morse e Lance Hunter.

‘The Flash’ e ‘Supergirl’ podem ganhar crossover

Os heróis The Flash (Grant Gustin) e Supergirl (Melissa Benoist) podem se encontrar nas telinhas.

Segundo uma fonte do Bleeding Cool, a CBS planeja encomendar uma temporada completa para ‘Supergirl‘ (os 13 episódios já produzidos podem ser aumentados para 22). Com isso, o episódio final exibido em maio de 2016 pode trazer o encontro de Kara Zor-El com o The Flash.

O produtor Greg Berlanti (que também cuida das duas séries dos heróis) já havia adiantado a possibilidade do crossover em entrevista à Entertainment Weekly.

Berlanti disse que uma reviravolta na trama de ‘Supergirl’ pode possibilitar um crossover da atração com ‘The Flash’ – nos quadrinhos da iniciativa ‘Os Novos 52‘, um encontro entre Kara Zor-El e Barry Allen já aconteceu.

Mesmo com emissoras diferentes, um encontro do herói com a Supergirl se torna viável porque a The CW, canal de ‘Arrow’ e ‘The Flash’, faz parte do grupo da rede CBS.

Supergirl’ registrou fantásticos 12,9 milhões de espectadores e 3.2 pontos no índice demográfico (idades de 18 a 49 anos) no seu primeiro episódio, e se tornou a melhor estreia desta temporada na TV norte-americana.

 

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EXCLUSIVO: ‘The Boy’ será lançado no Brasil como ‘Boneco do Mal’

A Diamond Films revelou ao CinePOP, com EXCLUSIVIDADE, que o mega aguardado terror ‘The Boy‘ já tem título nacional.

O filme protagonizado por Lauren Cohan (a Maggie de ‘The Walking Dead’) será lançado nos cinemas nacionais como ‘Boneco do Mal‘, uma ótima tradução.

Boneco do Mal‘ acompanha Greta (Cohan), uma americana que aceita o emprego como babá em uma remota vila inglesa, apenas para descobrir que a família trata um boneco com aparência de 8 anos de idade como se fosse um garoto de verdade, para poder lidar com a morte do filho que aconteceu vinte anos atrás. Depois de violar uma lista de regras, eventos perturbadores e inexplicáveis ​​começam a acontecer e trazem o pior pesadelo de Greta à vida, levando-a a acreditar que o boneco está realmente vivo.

‘Annabelle’ ganhará sequência 

William Brent Bell (‘Filha do Mal’) dirige. O elenco ainda conta com Jim Norton (‘A Outra História Americana’), Rupert Evans (‘Hellboy’) e Diana Hardcastle (‘Antes que Termine o Dia’) no elenco.

Boneco do Mal‘ chega aos cinemas nacionais dia 25 de Fevereiro de 2016.

Confira o trailer, cartaz e fotos:

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A Visita

(The Visit)

 

 The Visit (2015) on IMDb

Elenco: Ed Oxenbould, Olivia DeJonge, Kathryn Hahn, Benjamin Kanes

Direção: M. Night Shyamalan

Gênero: Terror

Duração: 94 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 26 de Novembro de 2015

Sinopse:

O thriller ‘A Visita‘ retrata a história perturbadora de dois irmãos que vão passar férias na fazenda de seus avós e, assim que descobrem que o casal de idosos está envolvido em algo assustador, percebem que as chances de voltar para a casa e à vida normal estão cada vez menores. O cartaz destaca algumas das instruções que os irmãos recebem logo ao chegar na casa dos avós: “Divirta-se. Fique à vontade. Coma quanto quiser. E não saia do quarto após as 9:30pm”.

 

Curiosidades:

» M. Night Shyamalan sofreu com projetos terríveis nos últimos anos, que foi do fiasco ‘Fim dos Tempos‘ ao tenebroso ‘O Último Mestre do Ar‘. O diretor, que comandou os ótimos ‘O Sexto Sentido’, ‘Corpo Fechado’ e ‘Sinais’, finalmente voltou a fazer sucesso com seu novo filme: ‘A Visita. Elogiado pela crítica e com 64% de aprovação no RottenTomatoes, o suspense arrecadou US$ 1 milhão nas pré-estreias de quinta-feira, em 2.206 cinemas. É um começo surpreendentemente forte para um filme do gênero.

» Shyamalan também produz o filme ao lado de Jason Blum (das franquias ‘Atividade Paranormal’, ‘Sobrenatural’) e Marc Bienstock.

» O próprio Shyamalan financiou o longa, rodado dentro e nos arredores de sua casa na Pensilvânia.

 

Trailer:

 

Cartazes:

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Fotos:

 

Victor Frankenstein

(Victor Frankenstein)

 

Elenco:

Daniel Radcliffe – Igor
Andrew Scott – Roderick Turpin
James McAvoy – Victor Von Frankenstein
Jessica Brown Findlay – Lorelei
Charles Dance
Mark Gatiss – Dettweiler
Louise Brealey

Direção: Paul McGuigan

Gênero: Drama, Terror

Duração: 109  min.

Distribuidora: Fox Film

Orçamento: R$ 70 milhões

Estreia: 26 de Novembro de 2015

Sinopse: 

James McAvoy e Daniel Radcliffe estrelam uma versão dinâmica e emocionante de um conto lendário. O radical cientista Victor Frankenstein (McAvoy) e seu igualmente brilhante pupilo Igor Strausman (Radcliffe) compartilham uma visão nobre de ajudar a humanidade através de sua pesquisa inovadora sobre a imortalidade. Mas as experiências de Victor vão longe demais, e sua obsessão tem consequências terríveis. Apenas Igor pode trazer seu amigo de volta da beira da loucura e salvá-lo de sua criação monstruosa.

Curiosidades: 

» Versão contemporânea da famosa obra de Mary Shelley.

 

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos:

 

American Ultra: Armados e Alucinados

(American Ultra)

 

Elenco:

Kristen Stewart – Phoebe
Jesse Eisenberg – Mike Howell
Topher Grace – Adrian Yates
Monique Ganderton – Crane
Walton Goggins – Laugher
Connie Britton – Victoria Lasseter
John Leguizamo – Rose
Bill Pullman – Raymond Krueger
Nash Edgerton – Beedle

Direção:  Nima Nourizadeh

Gênero: Comédia

Duração: 94 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 20 milhões

Estreia: 26 de Novembro de 2015

Sinopse:

Em ‘American Ultra: Armados e Alucinados‘, Mike Howell (Jesse Eisenberg) passa a maior parte de seu tempo se entorpecendo, trabalhando sentado atrás da caixa registradora da loja de conveniências Cash & Carry e escrevendo um gibi que jamais será publicado sobre um macaco super-herói. Ele gostaria de, um dia, levar sua namorada e companheira Phoebe [Kristen Stewart], para o Havaí — se um dia ele conseguir superar os inexplicáveis ataques de pânico que experiência toda vez que tenta sair da cidade.

Sem que ele tenha qualquer memória sobre o fato, Mike é, na verdade, um agente da CIA altamente treinado e mortal. Num piscar de olhos, enquanto seu passado secreto volta à tona, ele se vê em meio a uma operação mortal do governo e é forçado a convocar o herói de ação interior para sobreviver.

Curiosidades:

» Walton Goggins, Connie Britton, Bill Pullman, Topher Grace e Tony Hale completam o elenco.

» Com roteiro de Max Landis (‘Poder Sem Limites’) e direção de Nima Nourizadeh (‘Projeto X’).

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

Chico – Artista Brasileiro

(Chico – Artista Brasileiro)

 

Elenco: Além do próprio Chico, há a participação de intérpretes tradicionais de sua obra, como Ney Matogrosso (As vitrines), embora o filme se concentre em vozes contemporâneas como Moyseis Marques (Mambembe), Laila Garin (Uma canção desnaturada), Monica Salmaso (Mar e lua), Péricles (Estação derradeira), Adriana Calcanhotto e Martnália (Biscate) e a portuguesa Carminho numa surpreendente recriação de Sabiá e, em dueto com Milton Nascimento, Sobre todas as coisas.

Direção: Miguel Faria Jr.

Gênero: Documentário

Duração: 110 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: R$ 2 milhões

Estreia: 26 de Novembro de 2015

Sinopse: 

Personagem fundamental da cultura brasileira nos últimos 50 anos, autor, dramaturgo e compositor de uma extraordinária coleção de canções que habitam o imaginário coletivo do país, Chico Buarque dialoga com a própria memória neste filme de Miguel Faria Jr. O longa tem como um dos eixos a descoberta do irmão alemão de Chico. “É um artista revisitando a sua própria história do ponto de vista da maturidade”, resume o diretor, que em 2005 assinou o bem-sucedido documentário sobre Vinicius de Moraes, recorde de público.

Curiosidades: 

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Trailer:

Cartazes: 

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Fotos: 

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EXCLUSIVO: James Franco e Rachel McAdams no cartaz nacional de ‘Tudo Vai Ficar Bem’

O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, o cartaz nacional de ‘Tudo Vai Ficar Bem‘ (Every Thing Will Be Fine), o novo filme do diretor Win Wenders (‘Pina’).

A Mares Filmes estreia o filme nos cinemas nacionais dia 7 de janeiro, após ganhar destaque do Festival de Berlim deste ano e também do Festival do Rio.

Confira:

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Certo dia o escritor Tomas (James Franco) briga com a sua namorada e decide dirigir sem rumo. Nervoso, perde o controle do carro, atropela e mata uma criança. Afetado pelo trágico acidente, ele não consegue mais ter uma vida tranquila

James Franco, Rachel McAdams, Charlotte Gainsbourg, Marie-Josée Croze e Patrick Bauchau estrelam.

Wim Wenders dirige após o sucesso de crítica ‘Pina‘, seu primeiro filme em 3D.

McAdams substitui a canadense Sarah Polley (‘Madrugada dos Mortos’), que desistiu do projeto.

O roteiro é do norueguês Bjorn-Olaf Johannessen.

 

10 Maiores Fracassos do Cinema em 2015

A Forbes elegeu o maior fracasso de 2015 nos cinemas: ‘Rock the Kasbah’. A história segue um agente de bandas de rock que acompanha a sua última cliente em um tour pelo Afeganistão. O grande elenco tem Bill Murray, Bruce Willis e Zooey Deschanel.

Os analistas financeiros da revista usaram como base para seus cálculos o orçamento da produção e seu retorno nas bilheterias. Seguindo esta fórmula, ‘Rock the Kasbah’ teve um retorno de míseros 19%, pois custou US$ 15 milhões e rendeu pouco mais de US$ 2,9 milhões mundialmente.

O segundo lugar ficou com ‘O Franco-Atirador‘, suspense estrelado por Sean Penn, que custou US$ 40 milhões e arrecadou apenas US$ 10,7 milhões mundialmente.

Na terceira posição surge ‘Hacker‘ (Blackhat). O suspense cibernético dirigido por Michael Mann (‘Inimigos Públicos’, ‘Colateral’) e estrelado por Chris Hemsworth teve uma das piores aberturas da história do cinema. A ação se consagrou como a primeira bomba nas bilheterias em 2015, ao arrecadar míseros US$ 4 milhões em seu primeiro final de semana, contra US$ 70 milhões de orçamento.

2015 foi bastante medíocre para as bilheterias hollywoodianas. Filmes de orçamento milionário naufragaram e geraram grandes prejuízos para os estúdios, como ‘Quarteto Fantástico‘, ‘O Agente da UNCLE‘, ‘O Destino de Júpiter’, ‘O Sétimo Filho‘, ‘Estranha Magia‘, ‘Hacker‘, ‘Mortdecai – A Arte da Trapaça‘ e ‘Golpe Duplo‘.

Confira a lista completa dos maiores fracassos de 2015:

1 – Rock the Kasbah (Orçamento: US$ 15 milhões/Bilheteria: US$ 2,9 milhões) – Retorno de 19%
2 – O Franco-Atirador (Orçamento: US$ 40 milhões/Bilheteria: US$ 10,7 milhões) – Retorno de 27%
3 – Hacker (Orçamento: US$ 70 milhões/Bilheteria: US$ 19,4 milhões) – Retorno de 28%
4 – Negócios Fora de Controle (Orçamento: US$ 35 milhões/Bilheteria nos EUA: US$ 14,4 milhões) – Retorno de 41%
5 – Jem e as Hologramas (Orçamento: US$ 5 milhões/Bilheteria: US$ 2,3 milhões) – Retorno de 46%
6 – Self/Less (Orçamento: US$ 26 milhões/Bilheteria: US$ 12,3 milhões) – Retorno de 47%
7 – American Ultra: Armados e Alucinados (Orçamento: US$ 28 milhões/Bilheteria: US$ 15,4 milhões) – Retorno de 55%
8 – Música, Amigos e Festa (Orçamento: US$ 6 milhões/Bilheteria: US$ 3,6 milhões) – Retorno de 60%
9 – Sob o Mesmo Céu (Orçamento: US$ 37 milhões/Bilheteria: US$ 26,3 milhões) – Retorno de 71%
10 – Mortdecai (Orçamento: US$ 60 milhões/Bilheteria nos EUA: US$ 47,3 milhões) – Retorno de 79%

10 Sucessos de Bilheteria que Não Valem o Ingresso

Depois de falar de ‘10 filmes ruins que você deveria assistir’, me senti compelido a escrever sobre aqueles filmes que, apesar de terem feito sucesso nas bilheterias, me decepcionaram profundamente a ponto de querer o dinheiro do ingresso de volta. Infelizmente, isso não é algo incomum e nunca podemos associar a arrecadação de um filme com a sua qualidade.

Talvez o principal motivo que faça um filme ser bem-sucedido nas bilheterias apesar de uma baixa qualidade seja a expectativa criada a partir de um filme anterior da mesma franquia, o que é comprovado pelo fato da maioria dos listados abaixo serem continuações. Quando temos um ou mais filmes bons, é normal que tenhamos muitos fãs ávidos por sequências de qualidade e isso explica o grande número de pessoas que vão até ao cinema para assisti-las, ainda que a recepção da crítica tenha sido ruim. Muitos fazem questão de ir, nem que seja para testemunhar isso pessoalmente e engrossar o coro dos decepcionados.

Mas claro que também temos aqueles raros casos em que as pessoas já imaginam o que está por vir e mesmo assim decidem se render à diversão descompromissada. Eu não tenho nada contra o “cinema pipoca” e assisto vários filmes buscando apenas relaxar, mas ainda assim eu procuro uma história interessante e personagens carismáticos e cativantes. Simplesmente colocar explosões ou efeitos visuais de qualidade não irão necessariamente me agradar, por melhores que eles sejam. Já está mais do que provado de que isso não garante a qualidade de um filme.
Seja pelo motivo que for, a verdade é que temos vários filmes que foram sucesso de bilheteria apesar de sua qualidade, no mínimo, duvidosa. Por isso resolvi fazer esta lista. Vale à pena ressaltar que não se trata de um Top 10 e que os filmes estão ordenados pela arrecadação nas bilheterias de forma crescente. Sem mais delongas, vamos ao que interessa.

10. Carros 2 (Bilheteria: US$191 milhões)

Ainda que este filme não seja a pior animação da história do cinema, sem dúvidas ele fica muita atrás do padrão de qualidade que é esperado da Pixar. Com uma história vazia e desinteressante, sua única razão de existir parece ter sido mesmo o desejo de vender mais ingressos e produtos licenciados da franquia.

 

9. Pearl Harbor (Bilheteria: US$198 milhões)

Quem esperava por mais um épico de guerra que retratasse o famoso ataque japonês a Pearl Harbor com certeza ficou decepcionado com este filme extremamente superficial que focou em um triângulo amoroso sem graça ao invés de desenvolver a história do conflito. Sem dúvidas é uma das piores atuações de Ben Afleck e uma amostra do que Michael Bay estava por fazer ao cinema.

 

8. Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas (Bilheteria: US$241 milhões)

O primeiro filme da franquia dos Piratas do Caribe foi uma agradável surpresa com muita ação e personagens carismáticos. Só que a fórmula foi se cansando (assim como Johnny Depp) e no quarto filme temos uma desculpa genérica para arrecadar mais dinheiro sem acrescentar nada de novo. O barco dos piratas, que já estava afundando, naufragou de vez em termos de qualidade, ainda que tenha arrecadado uma fortuna nas bilheterias.

 

7. The Matrix Reloaded (Bilheteria: US$281 milhões)

Depois de um filme fantástico que arrebatou crítica e público a expectativa para as continuações era enorme, mas infelizmente o resultado final foi muito abaixo do esperado. Ainda que tenha boas cenas de ação e ótimos efeitos visuais, o filme fracassou completamente em manter a história interessante. A impressão que ficou é que todas as boas ideias foram utilizadas no primeiro filme.

 

6. Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal (Bilheteria: US$317 milhões)

Quase vinte anos depois do último filme, a expectativa para o retorno do arqueólogo mais famoso do cinema era grande, assim como para a reunião entre Steven Spielberg e George Lucas. Apesar de Harrison Ford ainda possuir o carisma necessário e ter se esforçado bastante em sua volta, o filme é extremamente decepcionante. A história não convence, assim como o vilão e a figura forçada de Shia LaBeouf.

 

5. Alice no País das Maravilhas (Bilheteria: US$334 milhões)

Apesar de ser um fã do trabalho de Tim Burton, preciso reconhecer que já faz algum tempo que não saio satisfeito da sala de cinema após ver um filme dele. Aqui não é diferente e, apesar de na teoria o mundo do ‘país das maravilhas’ ser perfeito para seu estilo visual único, na prático temos um uso excessivo de efeitos digitais e uma falta de personagens cativantes. E, na minha opinião, já cansei da fixação dele com Johnny Depp e Danny Elfman.

 

4. Homem-Aranha 3 (Bilheteria: US $336 milhões)

Se hoje (e até que saia o primeiro filme com a Marvel) o escalador de paredes mais famoso do mundo está meio que perdido no cinema, esta derrocada teve início no terceiro filme da trilogia de Sam Raimi. Depois de uma excelente continuação que contou com uma ótima história e um vilão memorável, o diretor deixou a peteca cair em um filme recheado de vilões mal desenvolvidos e momentos bizarros (que dança maluca foi aquela?). Um ótimo exemplo de potencial desperdiçado nas telonas.

 

3. Transformers: A Vingança dos Derrotados (Bilheteria: US$402 milhões)

Não é de hoje que Michael Bay tem inundado os cinemas com seus blockbusters recheados de explosões, mas pelo menos antes nós tínhamos algum carisma envolvido (como em ‘A Rocha’, ‘Bad Boys’ ou até ‘Armageddon‘). Em sua série de filmes que trouxe os famosos ‘Transformers’ para o mundo live action, o diretor tem se superado no quesito de diversão “descerebrada” e, apesar de ser fã de “filmes pipoca”, me sinto insultado em vários momentos. E por incrível que pareça, esta continuação de 2009 provou que o valor arrecadado nas bilheterias é inversamente proporcional à qualidade dos filmes da franquia.

 

2. Homem de Ferro 3 (Bilheteria: US$409 milhões)

Talvez para quem não conheça as histórias em quadrinhos, o terceiro filme da franquia do Homem de Ferro nos cinemas tenha sido algo completamente normal dentro dos padrões Marvel. Tivemos inclusive uma demonstração de um Tony Stark mais humano e frágil. Mas para quem conhece as histórias em quadrinhos do herói, a atrocidade cometida contra um de seus maiores vilões, o Mandarin, foi algo semelhante a vermos ‘Darth Vader’ tirar seu capacete em ‘Star Wars’ e falar “Calma galera, estava só brincando”. Isso sem falar do papel de destaque totalmente desnecessário de Pepper Potts na trama.

 

1. Star Wars: Episódio I – A Ameaça Fantasma (Bilheteria: US$474 milhões)

Quando falamos em um filme que arrecadou muito dinheiro e decepcionou muita gente, dificilmente chegaríamos a um resultado diferente no final da lista. O primeiro filme da trilogia mais recente de Star Wars é um exemplo clássico de grandes expectativas que são jogadas na lama. Além de uma pegada totalmente diferente da trilogia clássica com excesso de efeitos digitais, temos uma enxurrada de personagens bizarros (como Jar Jar Binks) e de conceitos duvidosos (a força vem de midichlorians?!). Talvez as únicas coisas que se salvem sejam o vilão Darth Maul e o esforçado Liam Neeson, mas ainda assim não vale o ingresso e serviu para mostrar que já estava passando a hora de alguém arrancar os direitos de Star Wars de George Lucas.

 

E você, tem algum filme bem-sucedido que não gostou? Compartilhe nos comentários!

Gêmeas Olsen estão oficialmente fora de ‘Três é Demais’

Mary-Kate Olsen e Ashley Olsen estão definitivamente fora de ‘Fuller House’, a sequência da clássica sitcom ‘Três é Demais’ (Full House), que está sendo produzida pela Netflix.

A atriz Lori Loughlin, que interpreta Rebecca Donaldson-Katsopolis, afirmou que as filmagens já acabaram e as atrizes não apareceram no set.

Em entrevista ao Huffingon Post, ela afirma que as duas foram convidadas pelo ator John Stamos, mas não aceitaram retornar à série.

Em maio, o representante das irmãs Olsen revelou que elas preferem se concentrar em suas atuais carreiras, supervisionando algumas das marcas de moda favoritas entre as celebridades.

Entre os anos 1987 e 1995, as gêmeas se revezaram na pele de Michelle Tanner, a caçula da família de Danny Tanner (Bob Saget).

Candace Cameron Bure (D.J.), Jodie Sweetin (Stephanie) e Andrea Barber (Kimmy) vão estrelar a continuação de ‘Três é Demais’, se juntando a John Stamos (Tio Jesse), que também servirá como produtor, Saget, Loughlin e Dave Coulier (Joey). Bob Saget (Danny) e Lori Loughlin (Rebecca) também confirmaram presença.

Em ‘Fuller House’, as aventuras que começaram em 1987 com ‘Full House’ continuam, agora com a veterinária D.J. Tanner-Fuller grávida e recém-viúva, vivendo em São Francisco. Sua irmã mais nova e aspirante à cantora Stephanie junto com a melhor amiga de D.J. e mãe solteira Kimmy, acompanhada da filha adolescente Ramona, vão se mudar para à casa de D.J. para ajudá-la a criar seus garotos – o rebelde J.D., de 12 anos, o neurótico Max, de 7 anos, e seu bebê que está a caminho.

Jeff Franklin, criador de ‘Três é Demais‘, assumirá a função de produtor executivo ao lado de Thomas L. Miller e Robert L. Boyett, produtores da série original.

A primeira temporada, com 13 episódios, será disponibilizada no próximo ano para todos os territórios em que a Netflix opera.

Crítica | American Ultra: Armados e Alucinados

Clichês, clichês e mais clichês. Clichês por toda a parte. Eu não me incomodo quando um filme que utilize tantos clichês, vá por um caminho onde percebo que aquelas fórmulas estão sendo bem encaixadas para se contar uma boa história. Mas não é o que acontece com “American Ultra”, que acaba entregando uma trama dramaticamente melosa e com cenas de ação altamente saturadas.

Escrito por Max Landis (filho do veterano diretor John Landis), que já havia escrito o competente “Poder Sem Limites” – um filme onde habilidades paranormais são bem utilizados num roteiro envolvente -, acaba tropeçando em uma sinopse que lembra uma mistura de Jason Bourne com Segurando as Pontas, sem a energia do primeiro e tampouco a graça do segundo. Pois as firulas que o roteiro vai apresentando aos poucos, não cativam em nenhum momento. E isso se agrava com uma dupla que não fornece o mínimo de carisma; ainda que Jesse Eisenberg e Kristen Stewart possam ter alguma química. Mas ainda é uma química fortemente apática.

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Por outro lado, temos atores bacanas como Connie Britton, Walter Goggins, John Leguizamo e Bill Pullman (numa rápida participação), mas que são desperdiçados em personagens tragicamente formulaicos. Mas nenhum, talvez, seja pior que Topher Grace, ou o seu irritante e vilanesco personagem: um burocrata almofadinha que faz questão de mostrar arrogância e covardia em cada cena que aparece. E que, por sinal, tem um final ainda mais sem graça que o próprio filme.

Numa direção equivocada do iraniano Nima Nourizadeh, que preferiu trilhar mais pelo drama transformando “American Ultra” em uma pieguice sem fim – talvez, ele mesmo estivesse perdido no fraco roteiro de Landis -, o filme comete justamente seu maior erro em não ter focado num viés mais bem humorado e perdendo a chance de ter sido uma paródia mais feliz de filmes onde agentes desmemoriados voltam à ativa acidentalmente, já que o trailer e até o cartaz nos faz pensar que uma divertida comédia seria apresentada. Mas o melodrama desnecessário e até novelesco, cria uma obra banal e fortemente dispensável, onde até mesmo a “surpreendente” revelação da personagem de Stewart, que era pra ser uma reviravolta, nos faz ter mais certeza de que estamos diante de um folhetim mexicano.

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PS: Talvez, American Ultra só ganhe uma estrelinha pela atuação divertidamente “over” do ótimo Walter Goggins e do desenho do Macaco Apolo, que ironicamente, teria sido mais legal assistir do que o próprio filme.

Crítica | A Visita

O diretor e roteirista M. Night Shyamalan nos entregou um dos melhores suspenses da história do cinema com ‘O Sexto Sentido’, mas viu sua carreira afundar com projetos terríveis nos últimos anos, como o fiasco ‘Fim dos Tempos‘ e o tenebroso ‘O Último Mestre do Ar‘.

Tentando reerguer sua carreira e seu prestígio, ele decidiu retornar às suas origens e comandar um suspense minimalista de baixo orçamento.

Conhecido pelo um ritmo lento em sua narrativa, seus filmes são compensados por finais chocantes e plot twists que salvam seus filmes nos cinco minutos finais da projeção. E ‘A Visita’ peca justamente nesse ponto: é um filme entediante, que se paga somente pelos minutos finais.

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A história é contada em um estilo documental, por duas câmeras utilizadas pela protagonista. Ela está realizando um documentário sobre seus avós, então temos câmeras tremidas e fora de enquadramento. Essa técnica “found-footage” é cansativa para os olhos, e já perdeu seu encanto com o grande público – prova disso é o fiasco ‘Atividade Paranormal 5 – Dimensão Fantasma’, do mesmo produtor deste filme (Jason Blum).

Em ‘A Visita’, dois irmãos que vão passar as férias na fazenda de seus avós e, assim que descobrem que o casal de idosos está envolvido em algo assustador, percebem que as chances de voltar para a casa e à vida normal estão cada vez menores.

As duas crianças são vividas pelos atores Olivia DeJonge e Ed Oxenbould, que entregam atuações decentes prejudicadas pelo balançar da câmera. A melhor atuação do filme fica por conta de Kathryn Hahn (‘Como Perder um Homem em 10 Dias), que consegue trabalhar sua personagem de maneira brilhante. Ela vive a mãe das crianças, marcada por um passado triste por não falar com seus pais há anos após uma grande discussão (um dos segredos que o filme só revela no final).

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Com uma interessante premissa em mãos, Shyamalan peca em conquistar a atenção do espectador com cenas desinteressantes e um ritmo narrativo extremamente lento. Fica para os minutos finais as melhores cenas, usando a já famosa reviravolta final tão marcante em todos os filmes do diretor.

Apesar de ser um dos seus melhores filmes dos últimos anos, ‘A Visita‘ ainda é um ponto negativo na carreira deste brilhante diretor.

 

Crítica | Chico – Artista Brasileiro

Poeta muitas vezes não é perfeito, é apenas um eterno sonhador solitário. Filme de abertura do Festival do Rio 2015, Chico – Artista Brasileiro é um documentário muito criativo mas que usa da simplicidade para contar a história de um ídolo brasileiro, da música e literatura, de maneira leve, divertida e com aquela pitadinha de surpresa que faz muito bem aos olhos cinéfilos. O projeto tem tudo para fazer um grande sucesso quando entrar em cartaz no circuito comercial, no dia 26 de novembro.

Neste belo trabalho do cinema nacional, acompanhamos um pouco da vida de Francisco Buarque de Hollanda, mais conhecido por Chico Buarque. Ao longo de 110 minutos de projeção, o diretor Miguel Faria Jr. , organiza com maestria os interessantes depoimentos de Chico e muitos amigos que o cercaram ao longo de toda sua vida. Para ser aquela cerejinha do bolo, um competente grupo de artistas brasileiros prestam uma homenagem ao grande ídolo, cantando, cada um no seu swing, as canções de Chico que ganharam os corações e ouvidos brasileiros durante todo esse tempo de carreira.

O filme foge de qualquer tipo de polêmica. É quase uma conversa de bar entre amigos. A naturalidade com que Chico vai contando suas histórias aproxima muito o público de cada sequência, além de músico e escritor, o autor de a Banda, entre outros inúmeros sucessos, é um grande contador de histórias. Como não rir de suas aventuras intelectuais com Vinícius e Tom no Rio de Janeiro? Como não se emocionar com a incrível história de um irmão alemão que ele tinha e que acabou criando um intenso desejo de conhecer. Como não ficar impactado com inúmeros artistas maravilhosos cantando suas canções entre um papo e outro?

O documentário não é só um bate papo sobre música, livros e assuntos pessoais. Quando fala sobre futebol, Chico gera risos contínuos na platéia, principalmente nos episódios em que foi jogar uma partida de futebol organizada pelo ex-jogador Figo e quando vemos um depoimento de um amigo que era juiz em uma pelada organizada pelo cantor. Entre inúmeras histórias, é difícil escolher uma preferida, o público não tira os olhos da tela um instante. É Chico… hoje você é quem manda: Falou, tá falado!