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Série produzida por Jennifer Lopez polemiza com beijo entre garotos de 13 anos

Um beijo gay entre dois adolescentes, exibido no último episódio de ‘The Fosters’ nos EUA, gerou a maior polêmica na internet.

Na cena da série produzida por Jennifer Lopez, os amigos de escola Jude (Hayden Byerly) e Connor (Gavin MacIntosh), ambos de 13 anos, trocaram um tímido beijo, mas o suficiente para causar barulho.

Em meio à controvérsia, o criador da atração do canal ABC Family, Peter Paige, usou sua rede social para defender a cena, apoiada também pela comunidade LGBT americana, que chegou a elogiar a atitude do produtor de “mostrar a primeira experiência amorosa de homossexuais na TV”.

Um dos atores, Byerly, fez questão de agradecer o apoio dos internautas e declarou que “‘The Fosters’ é sobre educar”.

Alguns telespectadores torcem pelo romance dos garotos desde o começo da série e chegaram a criar a hashtag #Jonnor para incentivar a formação do casal.

Veja a cena do primeiro beijo dos personagens:

The Fosters’ já está renovada para sua terceira temporada. No Brasil, é exibida pelo canal Sony.

‘Cinquenta Tons de Cinza’ é banido na Índia

Depois de ser banida na Malásia e no Quênia, a adaptação ao cinema do best-seller Cinquenta Tons de Cinza agora teve sua exibição proibida nos cinemas da Índia.

O Comitê Examinador da censura não permitiu o lançamento nos cinemas. Agora, a Universal Pictures entrará com um apelo ao Comitê de Análise, disse um membro da Comissão Central de Certidão Cinematográfica (CBFC), que não quis ser identificado.

“Todo filme precisa passar por três comitês, é um processo habitual. Este filme foi censurado logo no primeiro”, avisou a fonte.

O comitê de censura indiano se envolveu numa polêmica no início da semana ao proibir a exibição de um documentário do canal BBC no país, sobre o estupro coletivo que resultou na morte de uma mulher em Nova Délhi, em 2012. Segundo o órgão censor, a proibição se deu por causa das preocupações do governo com os comentários depreciativos feitos por um dos estupradores.

Intitulado ‘India’s Daughter‘ (Filha da Índia), o documentário de Leslee Udwin mostra os bastidores do estupro e tortura de uma jovem de 23 anos em um ônibus em movimento em dezembro de 2012, tem entrevistas com o estuprador Mukesh Singh e outros envolvidos no caso.

Especial | Cinquenta Tons de Cinza

‘Cinquenta Tons de Cinza’ ganhará sequências

A adaptação cinematográfica da obra de E.L. James já ultrapassou a marca de US$ 480 milhões arrecadados mundialmente.

‘Cinquenta Tons de Polêmica’: Os 10 Filmes Mais Polêmicos da História

No Brasil, em apenas 10 dias (de 12 a 22 de Fevereiro), o longa ultrapassou a marca de 4 milhões de espectadores no Brasil, faturando incríveis R$ 55 milhões e se tornando a maior bilheteria de 2015.

Atrizes pornôs detonam ‘Cinquenta Tons de Cinza’

Com direção de Sam Taylor-Johnson, a produção era um dos mais esperados lançamentos do ano e é baseado no best-seller de EL James, que vendeu mais de 100 milhões de cópias em todo o mundo. A produção retrata o relacionamento entre o bilionário de 27 anos Christian Grey, interpretando por Jamie Dornan, e a estudanteAnastasia Steele, papel de Dakota Johnson. Com estreia mundial na data que corresponde ao dia dos namorados nos Estados Unidos (Valentine’s Day), o filme traz à tona a relação íntima e intensa do casal e mescla os sentimentos da jovem inexperiente Anastasia com os do poderoso e sedutor Grey, um homem de interesses extremamente peculiares.

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Crítica 2 | Kingsman: Serviço Secreto

Uma junção de vários agentes e universos

O inglês Matthew Vaughn parece mesmo gostar de adaptar histórias em quadrinhos. Tirando o seu primeiro trabalho, Nem Tudo é o Que Parece (2004), que também possui elementos narrativos semelhantes, até agora o cineasta só fez obras relacionadas ao grande filão atual da indústria cinematográfica norte-americana. Stardust: O Mistério da Estrela (2007) é baseado num livro ilustrado de Neil Gaiman, não foi muito comentado, mas é algo orgânico; Kick-Ass: Quebrando Tudo (2010) é a transposição perfeita de uma graphic novel independente. Mesmo sendo distribuído em poucos cinemas e ganhando alta classificação indicativa, conquistou o mundo pelo background popular e pegada frenética; X-Men: Primeira Classe (2011) foi responsável por colocar os Filhos do Átomo novamente em ascensão, com um filme de espionagem que se passa em plena tensão da Guerra Fria. E este novo Kingsman: Serviço Secreto, que algumas vezes teve sua estreia adiada, também tem como origem um exemplar da nona arte.

Bem como Kick-Ass, o conto original é escrito por Mark Millar, um sujeito que mesmo trabalhando nos dois grandes selos da mídia, DC e Marvel, vez ou outra cria histórias peculiares como O Procurado e Superior. De estilo bem incomum, além de usar bastantes elementos da cultura pop contemporânea, Millar concebe tramas malucas, recheadas de sexo, gore e muita ação. Seus personagens geralmente têm estereótipos de loosers, adolescentes que geralmente possuem uma vida digamos “ferrada”, mas que através de um acontecimento tornam-se heróis suburbanos.

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Seguindo a vibe, esta nova empreitada do Vaughn conta a história de Gary ‘Eggsy’ Unwin (Taron Egerton), um rapaz que está chegando a sua vida adulta, mas ainda mora com a mãe, um padrasto barra pesada e está cercado de maus elementos no bairro. Seu futuro parece amargamente previsível. É quando surge o agente Harry ‘Galahad’ Hart (Colin Firth), que faz parte da organização secreta Kingsman – um grupo britânico responsável por casos extragovernamentais. Depois de uma série de acontecimentos envolvendo Eggsy, membros da equipe e o impagável vilão nerd Valentine (Samuel L. Jackson), Galahad vê no garoto um ótimo combatente para o grupo, principalmente por seu pai já ter sido de lá. Logo ele é convocado para uma dura seleção – intencionalmente semelhante aquela que vemos na franquia M.I.B. – Homens de Preto, com direito ao Neuralyzer e outros componentes mais.

O longa possui rudimentos de várias obras do cinema, TV e HQ. Pode ser tipo um James Bond, pelo charme de agente britânico ou encarado como Jason Bourne, por ter várias cenas de entraves corporais. E ainda assim funcionar como um filme de ação à moda antiga, cheio de explosões, cenas chocantes e frases de efeito. Vemos também aqui inúmeras gags que fazem alusão a famosas personalidades ou figuras importantes de diferentes meios. Matthew Vaughn não pesa a mão e, já familiarizado com o subgênero, desenvolve bem seus personagens que, mesmo caricaturais, tem qualidades humanas. Criando dessa forma o processo de identificação com o espectador. Ficamos com aquelas figuras genéricas na cabeça.

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É bem verdade que a fita seja deveras inchada, tendo em vista que estamos falando de um filme escapista, que possui um ritmo calcado em situações catárticas. No segundo ato, por exemplo, é notada uma enorme barriga. Sem necessidade, já que a trama não exige muito tempo de tela para descrever e detalhar tal background. No intuito de corrigir isso, Vaughn incrementa mais batalhas – andamentos que se mostram soltos. Somente na parte final, quando tudo vai afunilando, a coisa volta ao normal. Até porque, em alguns momentos do roteiro, ficamos incrédulos com o nível de maluquice e falta de noção ali passada. E isso é bom.

Visualmente, Kingsman: Serviço Secreto é um trabalho interessante, mesmo tendo uma trama “biruta”, é esteticamente elegante e tem uma fotografia inteligente. George Richmond confere um tom clássico às cenas classudas, como as que os personagens estão em reuniões ou então provando ternos na loja da empresa. A trilha sonora de Henry Jackman apresenta um aspecto heroico, ainda que insira canções de Dire Straits e Lynyrd Skynyrd, para dar maior dinamismo. E se não é a montagem eletrizante da dupla Eddie Hamilton e Jon Harris, provavelmente sentiríamos ainda mais o tempo de duração.

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O casting é um dos maiores destaques, o diretor pôde contar com nomes como Mark Strong, Michael Caine e Mark Hamill, além dos já citados Firth e L. Jackson – fazendo um vilão engraçadíssimo. Todos parecem se divertir em cena e contagiam o público com esse espirito. Talvez o protagonista, Taron Egerton, não transmita o mesmo carisma de seus colegas, ainda que não comprometa.

Matthew Vaughn põe a pretensão de lado e oferece um filme que, mesmo carregando várias referências artísticas, não se preocupa em parecer clichê, tendo como principal objetivo o entretenimento. É realmente longo, mas compensa esse problema por deter de um ritmo pulsante. Tem muita ação, comédia e passagens hilárias. Deve agradar diversos públicos, pois não é preso a um gênero. Sua despretensão é algo notável.

Crítica | Kingsman – Serviço Secreto

Jack Bauer? James Bond? Jason Bourne? Depois dos ótimos filmes Kick-Ass e X-Men: Primeira Classe, o cineasta britânico Matthew Vaughn volta às telonas com um filme recheado de grandes e competentes astros que se reúnem para mais uma vez provar que existem blockbusters de qualidade. A mentirada rola solta como nos filmes mais impossíveis já produzidos: homens sendo cortados ao meio, egocêntricos vilões, enormes explosões… mas tudo isso feito com um grande charme que conquista o público rapidamente.

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Na trama, conhecemos a história de Harry Hart (Colin Firth) um homem elegante que faz parte da organização de espionagem secreta denominada Kingsman. Anos atrás, durante uma rotina de treinamentos, um de seus homens morre salvando sua vida. Anos se passam e o filho desse homem que falecera é escolhido por Harry para adentrar ao Kingsman (o Serviço Secreto), só que para isso precisará completar um treinamento insanamente difícil ao lado de outros concorrentes. Em paralelo a isso, Harry e toda Kingsman começam a investigar um milionário do ramo da tecnologia que pretende dominar o mundo.

Kingsman – Serviço Secreto é um filme violento, mas elegante. O roteiro tem um dinamismo enorme. Dois clímax correndo em paralelo é a grande sacada do diretor. Enquanto assistimos ao clímax do treinamento que o personagem principal passa, o outro personagem importante, Harry (Firth), investiga o futuro vilão da história, interpretado pelo sempre excelente Samuel L. Jackson (que tira vários risos da plateia sempre que em cena). O filme é feito para você não tirar os olhos da telona: Ação, comédia e emoção são adicionados na medida certa.

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A comédia corre solta, e a cada nova cena um riso novo. Cheio de piadas inteligentes e recheada de sarcasmos em sua execução, Kingsman – Serviço Secreto ainda é super bem interpretado, possui personagens excelentes e que ainda incorporam toda a classe e elegância da terra da rainha. Nomes de personagens como Merlin e Lancelot, mostra como o filme é uma grande excursão britânica com todos os moldes das comédias blockbusters norte-americanas.

Com giros ao melhor estilo ‘Matrix‘, vilã de pernas metálicas, surpresas e traições, Kingsman – Serviço Secreto é um dos melhores blockbusters lançado nesse ano em nosso circuito.

Crítica | Renascida do Inferno

Olivia Wilde é Carrie, Jean Grey e Lucy nesse terror B

O terror era o meu gênero preferido na infância e adolescência. O fato não é um caso raro. Ao contrário de qualquer outro gênero cinematográfico, o terror é onde o público consegue um maior imediatismo de sensações. O que conta é o momento e não tanto o que ressoa, ou o que levamos conosco. Por isso, o terror permanece como o gênero mais jovem do cinema, cujo público tem como base os adolescentes. Não os culpo, justamente porque já fui um.

A inquietude típica da fase nos volta para a ação e a adrenalina. Se não estiver acontecendo correria e gritos na tela, a atenção é perdida. Justamente por isso, não se pode perder tempo com muitos diálogos, mesmo que sejam justificados para explicar a trama. O que conta mais são os sustos e por vezes, o sangue. Com a idade, muitos avaliadores, como o que vos fala, continua sua paixão pelo gênero – ainda não me tornei esnobe o suficiente para desprezá-lo por completo. No entanto, começamos a prezar justamente o que “nossos eu” do passado achariam chatos. Os filmes de terror mais voltados para o psicológico, para o desenvolvimento de personagens, diálogos expositivos e não tanto a matança desenfreada.

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Pensando por este aspecto, chega para os brasileiros neste fim de semana, Renascida do Inferno (The Lazarus Effect), filme de terror encabeçado por um bom elenco, fazendo uso de uma trama interessante e a promessa de referências legais. Veja essa história: cientistas trabalham em um laboratório subterrâneo desenvolvendo um experimento que trará os mortos de volta à vida. Calma, tem mais. Após um acidente, o experimento precisa ser usado numa das cientistas. O problema é que ela não volta “pura”. Com uma premissa dessas, tudo desde Re-Animator: A Hora dos Mortos Vivos, Hellraiser – Renascido do Inferno, A Volta dos Mortos Vivos 3 e Linha Mortal vem à mente do ávido cinéfilo, louco por um bom terror nas telonas.

O segredo está na diversão e na criatividade. Tais elementos parecem cada vez mais raros. Mas a explicação está no próprio público, sempre querendo mais do mesmo. Qualquer coisa que fuja dos moldes do que já deu certo não é aceito. O resultado é uma safra de filmes de terror genéricos, todos padronizados, dos quais é difícil diferenciá-los ou sequer lembrá-los. E infelizmente é onde se encaixa este Renascida do Inferno, um filme promissor que se deixa guiar pelos clichês do subgênero. Além disso, o filme nunca consegue quebrar o molde, ficando preso em conceitos antigos e pouco inspirados.

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O elenco, como dito, é bom, e tem nomes como Olivia Wilde e Mark Duplass, atores proeminentes do cinema independente norte-americano – fato que somou na curiosidade em relação ao filme. Estreia na direção de ficção do cineasta de documentários David Gelb, o filme foi escrito pela dupla Luke Dawson (Imagens do Além) e Jeremy Slater (do novo Quarteto Fantástico). Wilde e Duplass interpretam um casal de cientistas criadores do tal soro da ressurreição. É espantoso, por exemplo, como o roteiro trata o personagem de Duplass, que entra para o hall dos homens da ciência mais estúpidos do cinema. O personagem toma uma decisão equivocada atrás da outra, começando por levar um cachorro ressurgido da morte para casa, e terminando por… bem, veja o filme.

O que mais incomoda em Renascida do Inferno é o filme não ser nada além de um slasher, mesmo que um sobrenatural. A estrutura tem um vilão, ou no caso deste, uma vilã, que sai matando um a um, todos os membros da equipe. Muitos podem dizer que existem fatores interessantes, como um elemento que assemelha o filme ao acelerado Lucy (com Scarlett Johnasson), mas tais pequenos detalhes simplesmente não são o suficiente para redimir uma produção que nos faz passar por (mesmo que apenas) 83 minutos de material muito reciclado.

Crítica 2 | Simplesmente Acontece

Já discuti aqui a falta de originalidade (não de premissa, mas de estrutura de roteiro e narrativa) nos filmes de terror recentes, com o meu texto sobre Renascida do Inferno. Infelizmente, terei que voltar ao tema com este novo texto, dessa vez envolvendo as comédias (ou dramas) românticos juvenis. Baseado no livro de Cecelia Ahern, Simplesmente Acontece traz uma história de amor muito usada no cinema, a de melhores amigos que se descobrem apaixonados, mas são incapazes de consumar o ato até o desfecho.

Tal texto é mais do que reciclado, e o roteiro de Juliette Towhidi (Garotas do Calendário) e a direção do alemão Christian Ditter (em seu filme americano de estreia) não fazem nada para tirá-lo da mesmice. Se fosse uma obra planejada estrategicamente para conter o maior número de clichês e situações piegas por frame, talvez Simplesmente Acontece merecesse algum tipo de prêmio, porque o realiza com êxito.

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Um dos fatores, por exemplo, é a trilha sonora, recheada de canções pop de variadas épocas. Uma boa trilha, mas que começa a irritar quando percebemos que está pontuando, através de suas letras, a história. Quando a protagonista Rosie se vê sozinha de novo, cabisbaixa no quarto, temos tocando “Alone Again (Naturally)”, de Gilbert O´Sullivan. Quando percebe que deve se declarar para seu verdadeiro amor, “Suddenly I See”, de KT Tunstall é a pedida. Quando pega no flagra a traição do marido, o hit é “Fuck You”, de Lily Allen. E por aí vai. Mais óbvio impossível.

Fora isso, temos as infames montagens, recurso obrigatório e preguiçoso para a maioria dos enlatados em massa. Essas são as cenas para mostrar como a vida dos personagens está correndo, com o passar do tempo, sem verdadeiramente precisar mostrar nada importante. Dessa forma, temos uma colagem de situações sem diálogos, como as cenas da protagonista preparando a filha para o colégio, ou na praia dando chance para o novo companheiro. Outro exemplo de clichê bem ruim, que parece apenas existir no universo de filmes – sem qualquer apego com a realidade – é no citado flagra da traição. E como a personagem resolve tal momento de grande trauma para qualquer humano? Bem, ela dá um soco na cara do sujeito canalha, solta um sorrisinho logo em seguida, concluindo assim o problema de tal situação.

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Quer mais? Então, toma. Simplesmente Acontece também sofre do mal preconceituoso, que estipula que qualquer mulher que tenha passado pela vida de seu objeto de afeto, mesmo que a protagonista sequer a conheça, é naturalmente sua rival para a vida. E por que não? Tudo isso para reforçar que o filme é simplesmente bobinho e inocente demais. Parece ter sido criado por adolescentes e não apenas mirado a eles. Ou melhor, elas. Por falar em adolescentes, quem mais sofre é a gracinha azarada Lily Collins, filha do icônico Phil Collins, cujo carisma não é nem de longe o suficiente para impulsionar essa produção leve como uma pluma.

Collins se destacou como a filha de Sandra Bullock em Um Sonho Possível (2009), filme que deu o Oscar para a veterana. De lá para cá, Collins esteve metida em uma furada atrás da outra, com filmes como Padre (2011), Sem Saída (2011), Espelho, Espelho Meu (2012) e Os Instrumentos Mortais (2013). A sorte da menina de 26 anos (e aparência de 15) poderá mudar este ano, com o lançamento do novo filme escrito, dirigido e estrelado pelo veterano Warren Beatty (saindo da aposentadoria) – do qual faz parte do elenco.

Crítica | Simplesmente Acontece

Depois de lançar alguns títulos que nunca chegaram no Brasil, o bom diretor Christian Ditter volta as telonas com um filme que tinha tudo para ser chatinho e bobinho mas, com muita maturidade e desenvolvimento dos personagens, se torna um dos bons filmes desse ano que vão falar sobre a arte do amar. Simplesmente Acontece, baseado no best-seller da irlandesa Cecelia Ahern, que também escreveu P.S Eu Te Amo, promete e certamente vai conquistar o público.

Na trama, conhecemos a jovem Lily Collins, uma menina graciosa que possui uma amizade (quase colorida) com seu vizinho Alex (Sam Claflin). Ao longo do tempo vamos vendo os personagens se desenvolvendo, passando pela adolescência e chegando na fase adulta mas sem nunca terem tido um relacionamento amoroso duradouro. Obviamente há uma atração nítida em cada cena entre os dois pombinhos mas o destino teima em não deixar que essa história de amor se realize por completo. Assim, lutando contra um destino nada promissor, ambos irão enfrentar muitos obstáculos esperando a grande chance de serem felizes.

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Dançando ao som de Beyoncé, pagando micos adolescentes, lutando para não perderem contato, os dois personagens principais irão proporcionar lindas e inspiradoras cenas ao longo do filme. Lily Collins e Sam Claflin, mesmo as vezes faltando um clímax de carisma entre os dois, executam muito bem tudo que seus personagens podem proporcionar. A falta de personagens coadjuvantes de peso, e com certa influência na história, deixa o filme praticamente nas mãos desses dois personagens.

Os encontros e desencontros vão modelando a trama, às vezes os absurdos dos desencontros podem fazer o público se distanciar da trama mas as reversões para os encontros são cheias de charme e carisma enchendo o público de expectativa. Os exageros em forma de clichês que assistimos ao longo dos 102 minutos de fita são deixados para trás, pois a trama é envolvente. Assim como na vida, um filme pode amadurecer ao longo de seus minutos isso certamente acontece com essa simpática história.

O roteiro possui arcos bem definidos. A história se passa ao longo de 12 anos, cobrindo a fase adolescente e adulta dos personagens. O trabalho do diretor Christian Ditter é bastante competente, eleva a qualidade do filme com sua câmera em mãos. Simplesmente Acontece estreia na próxima quinta-feira, dia 05 de março, e deve agradar a adolescentes e adultos.

Crítica | Força Maior

O inimigo é a imagem que temos do herói. O cineasta sueco Ruben Östlund resolve voltar as telonas de todo mundo para contar uma história tensa sobre medos, constrangimentos e uma relação deteriorada por uma ação inconsequente. Com uma trilha sonora moldada a partir de solos intensos de violinos, Força Maior é um daqueles filmes que causam um grande impacto em todos nós durante as duas horas de fita. O diretor, que também assina o roteiro, dá um show atrás das câmeras, a cena da avalanche, epicentro da trama, é simplesmente eletrizante.

Na trama, conhecemos uma família sueca que vai para uma estação de esqui para passar um período de férias. Tudo ia bem até que um dia, almoçando em um restaurante ao ar livre, uma avalanche inesperada surge, dando um grande susto. Na hora em que estava se aproximando o fenômeno natural, o pai pega suas luvas e celular e sai correndo, deixando o restante da família para trás. Agora, a partir desse ato, terá que viver as consequências que impulsionarão brigas e desconfianças com sua mulher.

O sofrimento causado pela inusitada situação é enorme,  atinge todos os membros da família com a mesma intensidade. A mulher, Ebba (Lisa Loven Kongsli), não se conforma que o marido não admita que saiu correndo por medo da avalanche. O homem, Tomas (Johannes Kuhnke), fica constrangido toda vez que o assunto volta a tona em conversas, parece lutar para não admitir sua ação no trauma em que passaram, é uma vítima de seus próprios instintos. Outros casais (e seus outros problemas) vão passeando pela história e os protagonistas precisam segurar seus pensamentos e tentam blindar a família a todo instante. Porém, o assunto da atitude durante a avalanche nunca perde espaço e propaga uma série de reações inesperadas.

O diretor realiza um trabalho muito competente atrás das câmeras. Ajuda a compor várias cenas emblemáticas como: a forçada não troca de olhares no espelho do banheiro, a tentativa de sexo entre o casal de protagonistas visto pelo reflexo de uma janela, entre outras. A capacidade de gerar ao público um raio-x completo sobre os problemas que um relacionamento pode enfrentar é feito com louvor.

O longa-metragem, que figurou entre os melhores filmes do cinema europeu ano passado, chega ao Brasil em março e promete deixar a plateia satisfeita pelo belo trabalho de Östlund e todo o elenco. É um grande filme, sem dúvidas.

Crítica 2 | Birdman Ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)

AS VIRTUDES DE UM FILME INESPERADO

 

De tempos em tempos, surgem filmes que chegam a ofender por tantas qualidades. Ousadia formal, elenco com atuações fortes, aspectos técnicos impecáveis, roteiro com diálogos deliciosos e uma história que fala sobre e para o nosso tempo. Assim, Birdman Ou (A Inesperada Virtude da Ignorância) – Birdman Or (The Unexpected Virtue of Ignorance), Oscar de melhor filme, é bastante ofensivo! Alejandro Gonzáles Iñárritu, diretor e roteirista, construiu um filme que reflete muito sobre o que vivemos hoje.

O enredo é simples: Riggan Thomson (Michael Keaton), velho ator de Hollywood, que no passado interpretou icônico super-herói, tenta montar uma peça para provar suas qualidades dramáticas. Birdman pode ser resumido nisso. Ou: ator decadente, neurado por fantasmas do passado, precisa superar as dificuldades de montar uma peça para provar que seu ego tem razão.

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De uma premissa singela, Iñárritu vai colocando em xeque várias questões não só do mundo do cinema e da criação como do nosso cotidiano. Num primeira camada, aparecem basicamente questões do mundo do cinema (e das artes de forma geral); inclusive a questão mais ostensiva do filme: que tipo de cinema a Hollywood vem produzindo? Hoje, adaptações de quadrinhos, livros Best-sellers e refilmagens dominam a indústria. Em tese, é o que vende. O filme enfia o dedo na ferida e coloca, com humor e sagacidade, o dilema de muitos artistas entre produzir algo “pra vender” ou fazer algo “pela arte”.

O filme questiona a qualidade da produção atual. Na primeira cena em que Birdman aparece, ele indaga a plateia sobre nossas preferências. E no diálogo entre Riggan e a crítica Tabitha (Lindsay Duncan) a questão é colocada novamente. Trata-se de algo essencialmente moderna: o desejo do artista de produzir algo que ele considere relevante e que o público gosto. Estamos acostumados a vincular o gosto do público à vulgaridade e o do artista incompreendido à qualidade. E quando digo estamos, incluo parcela da crítica especializada. Infelizmente, é erro comum achar que tudo que sai de Hollywood é lixo e que qualquer filme obscuro é uma grande obra. Através de seus personagens Iñárritu encena não só essa crise como as consequências delas em seus protagonistas.

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Teria sido só por isso que ele venceu? Seria um prêmio uma autocrítica da indústria? Talvez sim, mas Birdman tem méritos demais. Por de trás dos dramas criativos de Riggan, há um ego inflado implorando por reconhecimento. São nos diálogos entre ele e sua filha Sam (Emma Stone) que é exposto o drama de desejar o reconhecimento – algo que qualquer pessoa sente ao postar uma foto nas redes sociais. E é através de Mike (Edward Nortan) e da crítica Tabitha que o lado over da fama e da popularidade é mostrado.

Revirando mais essa busca pelo reconhecimento, chegamos à questão da solidão. Nesse labirinto de imagens que se torna Birdman, parece que seus personagens estão em busca de uma plateia, ou pelo menos, de alguém que curta seus comentários vulgarmente genais. Nenhuma sequencia sintetiza melhor esse dilema entre reconhecimento e solidão quanto a do voo de Riggan. Da sarjeta ao teatro, a sequência faz uma composição lírica e melancólica da solidão e dos delírios que cada um de nós sonha para nosso futuro.

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Chamará atenção do público a estrutura da obra. Birdman foi concebido para ser montado como se a fosse um único plano-sequência. A regra do cinema é que os filmes sejam a colagem de vários fragmentos que foram filmados de diversos pontos de vista. Cada fragmente entre os cortes é um plano. O corte é justamente a passagem de um plano para outro. No plano-sequência, o que vemos na tela foi filmado de uma única vez, sem desligar a câmera. Raríssimos filmes fizeram essa façanha. O feito de Iñárritu e do diretor de fotografia Emmanuel Lubezki é simular um longo plano-sequência.

Além da questão da forma, este plano-sequência traduz a turbulência da vida de Riggan naquelas semanas até a estreia da peça. E como se o cinema prestasse uma homenagem ao teatro, os cortes se escondem para aproximar o cinema da continuidade teatral.

 

Reynaldo Gianecchini mostra bumbum em foto de ‘SOS Mulheres ao Mar 2’

As filmagens de ‘SOS Mulheres ao Mar 2‘ continuam a todo vapor em Cozumel, no México. O ator Reynaldo Gianecchini volta a viver o protagonista masculino, e postou duas fotos do set em seu perfil do Instragam.

Em uma das fotos, Gianecchini aparece com o bumbum todo molhado.

“Por hoje é só. Buenas noches, muchachos e muchachas. Sim, estava com a bunda molhada do mar”, escreveu na rede social.

Confira:

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Giovanna Antonelli, Reynaldo Gianecchini, Thalita Carauta e Fabiula Nascimento retornam para o elenco, e as filmagens já passaram pelo Universal Orlando® Resort.

Assista ao anúncio:

A sequência se passará em Orlando e no México. Cris D’ Amato volta à direção.

No primeiro filme, Adriana (Giovanna Antonelli) está desiludida com o fim de seu casamento, e decide reconquistar o ex-marido Eduardo (Marcelo Airoldi), embarcando no mesmo cruzeiro onde ele está com a nova namorada, uma estrela de novelas. Adriana leva no navio a irmã, Luiza (Fabíula Nascimento) e a empregada, Dialinda (Thalita Carauta). Essas três mulheres acabam descobrindo caminhos novos e surpreendentes para suas vidas.

A estreia é prevista para o final de 2015.

 

Valdomiro e Ferdinando em fotos inéditas de ‘Vai Que Cola – O Filme’

Foram divulgadas fotos inéditas de ‘Vai Que Cola – O Filme’, estampadas pelos queridos Valdomiro (Paulo Gustavo), Ferdinando (Marcus Majella) e elenco.

Confira:

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No longa, Valdomiro (Paulo Gustavo) perde todo seu dinheiro após se envolver em uma falcatrua na empresa da qual era sócio. Para fugir da polícia, o malandro se muda para a pensão de Dona Jô (Catarina Abdalla), onde passa os dias reclamando da nova realidade de entregador de quentinhas. Quando um ex-sócio o procura com um plano para recuperar sua cobertura de frente para o mar, Valdo se vê com a oportunidade de retornar à antiga vida de luxo, mas não esperava ter que carregar toda a turma do subúrbio com ele. Com a pensão interditada pela defesa civil, Dona Jô, Jéssica (Samantha Schmutz), Máicol (Emiliano D’Avila), Ferdinando (Marcus Majella), Seu Wilson (Fernando Caruso), Velna (Fiorella Mattheis) e Terezinha (Cacau Protássio) se mudam com Valdomiro para o amplo apartamento e prometem causar muita confusão no bairro mais caro do país.

Recentemente, o protagonista Paulo Gustavo falou sobre o filme e não economizou nos elogios:

“É uma honra fazer o filme ‘Vai Que Cola’. O programa do Multishow mudou minha vida e tenho certeza que esse filme será outro passo importante. O texto está uma delícia, a produção é incrível e o elenco já virou certamente uma família. Eu me divirto muito fazendo e espero divertir muita gente também. Nos encontramos em breve nos cinemas!”, revelou.

César Rodrigues, que também dirige Paulo Gustavo e elenco na série ‘Vai Que Cola’, do Multishow, fala sobre a expectativa de levar a comédia de maior audiência na TV por assinatura para o cinema:

“O desafio agora é ser fiel ao humor livre, libertário e sem freios. Diversão, alegria e uma boa dose de anarquia é o que vamos imprimir no filme”, garante o diretor.

O elenco conta ainda com Oscar Magrini, Werner Schünemman, Rogério Froes, Márcio Kieling, Flávia Reis, Jonathan Haagensen e participação especial de Kleber Toledo.

A comédia é produzida pela Conspiração Filmes e por Luiz Noronha, com distribuição da H2O Films e estreia marcada para o segundo semestre de 2015.

 

Saiba como ganhar Kits de ‘Kingsman – Serviço Secreto’

O CinePOP disponibilizou dois kits exclusivos de ‘Kingsman: Serviço Secreto‘ (The Secret Service) para um Concurso Cultural.

Para participar é super fácil. Confira abaixo:

Colin Firth, Samuel L. Jackson e Taron Egerton estrelam. Leia nossa crítica.

Featurette de ‘Kingsman: Serviço Secreto’ apresenta James Bond teen

Trata-se do novo filme de Matthew Vaughn (Kick-Ass’), diretor de ‘X-Men: Primeira Classe‘. A história é baseada na HQ escrita por Mark Millar e desenhada por Dave Gibbons.

Kingsman: Serviço Secreto‘ conta a história de uma organização supersecreta que recruta um deselegante mas promissor garoto para o programa de treinamento supercompetitivo da agência justo quando um perverso gênio tecnológico ameaça o planeta.

‘Kingsman: Serviço Secreto’ ganha trailer para maiores

Colin Firth, Samuel L. Jackson e pernas prostéticas em trailer e cartazes de ‘Kingsman: Serviço Secreto’

Os novatos Taron Egerton e  Sophie Cookson vivem os protagonistas. Colin Firth, Michael Caine e Samuel L. Jackson estrelam.

O filme chega ao Brasil hoje, 5 de março de 2015.

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Sigourney Weaver diz que novo ‘Alien‘ vai abrir novos caminhos para a franquia

Sigourney Weaver garantiu que a franquia ‘Alien’ estará em boas mãos com o diretor Neill Blomkamp (‘Distrito 9’, ‘Elysium’).

A atriz, que já teve seu retorno como Ripley confirmado, falou o que esperar da nova sequência em entrevista à Variety, durante a première do novo filme de Blomkamp, ‘Chappie’.

“Eu não consigo pensar em um diretor melhor. Ele é um verdadeiro fã. Eu acredito que ele será fiel ao universo [de ‘Alien’] e vai levá-lo para direções inesperadas. [A nova sequência] Com certeza vai se destacar entre as outras e provavelmente vai abrir novos caminhos [para a franquia] também.”

Weaver disse ainda que o convite para estrelar o novo ‘Alien’ surgiu durante as filmagens de ‘Chappie’.

“De repente, pareceu tão óbvio que o filme aconteceria. Nós mantivemos contato pelo último ano e ele compartilhou imagens conceituais maravilhosas.”

Diretor volta atrás e diz que novo ‘Alien‘ não vai desfazer a franquia

Anteriormente, em entrevista à EW, Blomkamp falou sobre as origens do filme.

“Tem a ver com o fato de ter tido Sigourney em ‘Chappie’ [novo sci-fi de Blomkamp]. Era algo do qual sempre quis fazer parte um dia. Os primeiros dois ‘Alien’ provavelmente são os meus filmes favoritos. E, com o passar dos anos, criei uma história para um filme dentro desse universo. Aí, quando falei com Sigourney sobre a experiência que ela teve fazendo esses filmes, e sobre o que ela achava de Ripley e tudo mais, isso configurou e mudou o filme que eu planejava para algo diferente. Um ano depois, durante a pós-produção de ‘Chappie’, comecei a amadurecer a ideia de um filme incluindo Sigourney. A Fox nunca soube. Eu trabalhava nisso quando eu podia. Quando percebi, eu já tinha esse filme incrível com um monte de artes conceituais e informações, mesmo sem saber se eu o faria ou não”, explicou.

Segundo o Deadline, a produtora Scott Free, de Ridley Scot , vai supervisionar o projeto. O roteiro é do próprio Blomkamp e se passa em um futuro distante, à frente de ‘Prometheus 2‘.

Veja algumas das artes conceituais de Blomkamp, que o fizeram conquistar o trabalho:

Was working on this. Don’t think I am anymore. Love it though. #alien #xenomorph

A photo posted by Brownsnout (@neillblomkamp) on

Wtf? A photo posted by Brownsnout (@neillblomkamp) on

Woulda rocked. Was a mental stroll into the world Ridley Scott created.

Ett foto publicerat av Brownsnout (@neillblomkamp)

#ripley #hicks Фото опубликовано Brownsnout (@neillblomkamp)

#weyland corp

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Oh shit A photo posted by Brownsnout (@neillblomkamp) on

And finally, my home desk #xenomorph A photo posted by Brownsnout (@neillblomkamp) on

Awesome Art by Geoffroy Thoorens #hicks

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And Doug Williams – maybe I’ll go back to it ….love the world A photo posted by Brownsnout (@neillblomkamp) on

Melhores momentos do novo trailer de ‘Os Vingadores 2’

Caíram na rede (via Screen Crush) os momentos mais incríveis do recém-lançado trailer de ’Vingadores: Era de Ultron’ em forma de gifs.

Entre eles, o surgimento do Visão, a Viúva Negra sendo hipnotizado pela Feiticeira Escalarte, o soco poderoso do Mercúrio no Capitão América e o Hulk destroçando o exército de Ultron.

Confira, junto com o trailer:


“Filmar ‘Os Vingadores 2′ foi um pesadelo”, diz Joss Whedon

O blockbuster chegará aos cinemas nacionais antes de estrear nos EUA. A Marvel Brasil divulgou a nova data de estreia no Brasil: 23 de Abril, uma semana antes do lançamento norte-americano (1º de Maio).

A continuação de ‘Os Vingadores’ será o filme mais longo do universo Marvel. Um recorde já confirmado é o de maior número de efeitos especiais da história do estúdio. Serão 3.000 cenas com efeitos especiais, contra 2.500 cenas de ‘Capitão América: O Soldado Invernal‘ e 2.250 de ‘Guardiões da Galáxia‘.

Em ‘Vingadores: Era de Ultron‘, quando Tony Stark tenta reiniciar um programa de manutenção de paz, as coisas não dão certo e os super-heróis mais poderosos da Terra, incluindo Homem de Ferro, Capitão América, Thor, Hulk, Viúva Negra e Gavião Arqueiro, terão que passar no teste definitivo para salvar o planeta. Com o aparecimento do vilão Ultron, a equipe dos Vingadores tem a missão de neutralizar seus terríveis planos. Alianças complicadas e ação inesperada pavimentam o caminho para uma aventura épica global.

O longa tem roteiro e direção de Joss Whedon.

Produtor de ‘Dredd’ explica o que é preciso para a sequência ser feita

Adi Shankar, produtor de ‘Dredd’, ainda não desistiu de tentar tirar a sequência do filme de 2012 do papel.

Ele postou um vídeo no YouTube em que afirma ter encontrado a fórmula para a realização de ‘Dredd 2’. De acordo com o produtor, é preciso reduzir o orçamento, contratar um diretor mais conhecido que Pete Travis (‘Dredd’) e colocar um grande astro para co-estrelar o filme com Karl Urban.

Assista ao vídeo:

No final do ano passado, Karl Urban deu novos detalhes sobre a possível continuação de ‘Dredd‘ – que, apesar do pífio desempenho nas bilheterias em 2012, pode mesmo ganhar um segundo filme por conta da insistência dos envolvidos com a franquia.

Segundo Urban, o novo longa contará as origens do justiceiro. “Será mais um prelúdio do que uma sequência. Vamos contar uma história de origem, com Dredd caminhando pela terra amaldiçoada para encontrar o primeiro Juiz Chefe, Fargo”, adiantou (via ComicBook).

Nos quadrinhos originais de Dredd, Fargo foi o primeiro Juiz e serviu como molde para os clones de outros juízes, como Joseph Dredd e seu irmão Rico Dredd.

Fargo foi vivido no cinema por Max von Sydow, na adaptação de 1995 com Sylvester Stallone no papel principal.

O grande problema de tirar a sequência do papel é a baixa bilheteria: custou US$ 50 milhões e arrecadou apenas US$ 35 milhões mundialmente. Porém, as vendas em DVD e Blu-Ray pagaram a produção.

Dredd‘ é baseado em uma HQ de William Wisher Jr. e Michael De Luca. A adaptação estrelada por Stallone também foi fracasso de público e crítica, arrecadando apenas US$ 34,6 milhões mundialmente, bem menos que o orçamento do filme que foi de US$ 90 milhões. Porém, com o passar dos anos, se tornou um clássico cult.

Sylvester Stallone aparta briga no set do filme derivado de ‘Rocky’

O clima esquentou nos bastidores de ‘Creed’, filme derivado da franquia ‘Rocky’.

Segundo o tabloide Daily Mail, Sylvester Stallone, o intérprete de Rocky Balboa, foi obrigado a apartar uma briga entre um ator (não identificado) e o boxeador Tony Bellew durante as filmagens.

Não há informações sobre o que teria provocado a briga, mas a polícia foi chamada. Um representante do estúdio afirmou ao TMZ que os dois não chegaram às vias de fato, apesar de testemunhas afirmarem o contrário.

Além de focar na jornada do filho de Apollo Creed, o filme também mostrará Rocky Balboa tendo sua própria batalha – provavelmente contra uma doença.

Leia a sinopse oficial:

Adonis Johnson (Michael B. Jordan) nunca conheceu seu pai famoso, o campeão mundial dos pesos pesados Apollo Creed, que morreu antes de ele nascer. Ainda assim, não há como negar que o boxe está em seu sangue, então Adonis parte para a Filadélfia, local da lendária luta de Apollo Creed com um adversário durão chamado Rocky Balboa.

Uma vez na Cidade do Amor Fraternal, Adonis localiza Rocky e pede para ele ser seu treinador. Apesar de insistir que está fora do universo da luta para sempre, Rocky reconhece em Adonis a força e determinação que viu em Apollo – seu rival feroz que se tornou seu amigo mais próximo. Rocky então concorda em treinar o jovem lutador, mesmo com o ex-campeão lutando contra um adversário mais mortal do que qualquer outro que já enfrentou no ringue.

Com Rocky no canto do ringue, não falta muito para Adonis receber sua própria chance de conseguir o título… mas ele pode desenvolver não só a motivação, mas também o coração de um verdadeiro lutador, a tempo de entrar no ringue?

Tessa Thompson, das séries ‘666 Park Avenue’, ‘Heroes’ e ‘Veronica Mars’, será a protagonista feminina. Os lutadores da vida real Andre Ward e Tony Bellew também estão no elenco. Bellew interpretará Pretty Ricky Porter, principal oponente de Creed; não há detalhes sobre o papel de Ward.

Ryan Coogler, que já trabalhou com Jordan no drama ‘Fruitvale Station’, coescreveu o roteiro de ‘Creed’ e também assumirá a direção.

As filmagens estão acontecendo em Las Vegas e Filadélfia (cidade natal de Rocky).

A Warner Bros. agendou a estreia para o dia 25 de novembro deste ano.

Confira as primeiras fotos do set:

Série baseada em ‘O Pestinha’ escala seu protagonista

O ator mirim Jack Gore (‘The Michael J. Fox Show’) foi escolhido para estrelar o piloto de ‘Problem Child’, série do canal NBC baseada na popular comédia de 1990 ‘O Pestinha’.

Definida como uma comédia familiar, a atração acompanhará o jogo de gato e rato de um casal com sua brilhante, mas endiabrada criança (Gore).

O roteirista Scot Armstrong (‘Se Beber, Não Case! Parte I!’, ‘Starsky & Hutch’) vai adaptar o filme e também assumirá a produção executiva ao lado de Rachel Kaplan e Peter Traugott.

Dirigido por Dennis Dugan, o longa original acompanhou as travessuras de Junior (Michael Oliver), um garoto peralta que atormentou seus pais também em duas sequências, ‘O Pestinha 2 (1991)’ e ‘O Pestinha 3’ (1995), e numa série animada que durou 26 episódios.

Veja Gore contracenando com Michael J. Fox em seu último trabalho na TV:

jackgore-Michael J. Fox

Problem Child‘ ainda não tem cronograma definido.

Veja a boa forma da Mulher-Maravilha para ‘Batman e Superman’

Gal Gadot realizou um ensaio fotográfico que mostra sua boa forma para viver a Mulher-Maravilha em ‘Batman e Superman: Alvorecer da Justiça’.

Veja as fotos (via Nana.co.il):

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Filmagens de ‘Mulher-Maravilha’ começam no fim do ano

As filmagens de ’Batman e Superman: Alvorecer da Justiça‘ já estão concluídas, após 203 dias de trabalho. Seu lançamento está marcado para 25 de março de 2016.

‘Batman e Superman’ pode introduzir o Coringa

Robin é mulher em ‘Batman v Superman’ e tem identidade revelada

Em ‘Batman e Superman: Alvorecer da Justiça‘, Ben Affleck será Bruce Wayne/Batman. Jeremy Irons (‘Dezesseis Luas’) viverá o mordomo Alfred. A atriz israelense Gal Gadot, conhecida por interpretar Gisele em ‘Velozes e Furiosos 4, 5 e 6‘, será a Mulher-Maravilha. Ela concorria ao papel com Olga Kurylenko (‘Oblivion’) e Elodie Yung (‘G.I. Joe: Retaliação’). Jesse Eisenberg (‘A Rede Social’) será Lex Luthor. O elenco contará com a volta dos principais astros de ‘O Homem de Aço’: Henry Cavill (Clark Kent), Amy Adams (Lois Lane), Laurence Fishburne (Perry White) e Diane Lane (Martha Kent).

O roteiro foi escrito por Chris Terrio (‘Argo’) com supervisão de  David S. Goyer, que assinou a trilogia ‘Batman’ e ‘O Homem de Aço’. O diretor Zack Snyder retorna.

 

Renascida do Inferno

(The Lazarus Effect)

 The Lazarus Effect<br />
(2015) on IMDb
Elenco:

Olivia Wilde, Sarah Bolger, Mark Duplass, Evan Peters, Donald Glover.

Direção: David Gelb

Gênero: Terror

Duração: 83 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 3,3 milhões

Estreia: 5 de Março de 2015

Sinopse:

O terrorRenascida do Inferno‘ segue uma equipe de estudantes de pesquisa mapeando o cérebro humano. Quando eles acidentalmente matam uma colega, eles sem querer liberam uma força mortal após reanimá-la. Lutando por suas próprias vidas, a equipe deve impedir que a amiga saia do hospital e coloque a humanidade em perigo.

 

Crítica:

Renascida do Inferno, por Pablo Bazarello (Nota: 4,5)

 

Curiosidades:

» ‘Renascidos do Inferno‘ é produzido por Jason Blum (‘Atividade Paranormal’, ‘Sobrenatural’).

» A bela Olivia Wilde (‘Tron: O Legado’) estrela.

» Sarah Bolger (‘Once Upon a Time’), Mark Duplass (‘The League’), Evan Peters (‘Kick-Ass’) e Donald Glover (‘Community’) completam o elenco. David Gelb dirige.

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

 

 

‘Chappie’: Vídeos e fotos do sci-fi do diretor de ‘Elysium’ mostram robô senciente

Chappie – O Filme‘, próxima ficção científica do diretor Neill Blomkamp (‘Elysium’, ‘Distrito 9’), ganhou dois novos featurettes e imagens de bastidores.

Os vídeos apresentam o robô senciente (que tem a capacidade de sentir) do título, enquanto as fotos mostram a captura de movimentos de Sharlto Copley para o robô.

Hugh Jackman e sua bazuca em comerciais e fotos do sci-fi ‘Chappie’

Hugh Jackman (‘Wolverine: Imortal’), Dev Patel (‘Quem Quer Ser um Milionário?’), Sigourney Weaver (‘Avatar’), Jose Pablo Cantillo (da série ‘The Walking Dead’) e Brandon Auret (‘Elysium’) estrelam.

Toda criança chega ao mundo cercada de esperanças, e com Chappie não é diferente: ele é talentoso, especial e um prodígio. E como qualquer outra criança, Chappie sofrerá a influência daqueles que o cercam – algumas boas, outras ruins – e ele terá que confiar em seu coração e alma para encontrar o seu caminho no mundo e moldar sua própria personalidade. Mas há uma coisa que faz Chappie ser diferente de todos: ele é um robô. O primeiro robô com a capacidade de pensar e sentir por si mesmo. Essa é uma ideia perigosa e desafiadora, que vai fazer com que Chappie enfrente forças poderosas e destrutivas que querem garantir que ele seja o último de sua espécie.

Blomkamp escreveu o filme junto de Terri Tatchell, sua co-roteirista em ‘Distrito 9’.

A Sony Pictures já agendou a estreia de Chappie para 27 de março de 2015 nos EUA, e 16 de Abril no Brasil.

O longa é inspirado no curta-metragem ‘Tetra Vaal’, o primeiro trabalho de Blomkamp como diretor. Com menos de 1 minuto e meio de duração, trata-se de uma propaganda falsa para uma nova força policial robótica criada para o Terceiro Mundo.

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