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Tiras, Só Que Não

(Let’s be Cops)

 

Elenco:

Jake Johnson, Damon Wayans Jr., Rob Riggle, Nina Dobrev, James d’Arcy, Keegan-Michael Key, Andy Garcia, Jonathan Lajoie, Josh Ventura.

Direção: Luke Greenfield

Gênero: Comédia

Duração: 104 min.

Distribuidora: Fox Film

Orçamento: US$ 17 milhões

Estreia: 25 de março de 2015 – Lançamento diretamente em DVD

Sinopse:

Ryan (Jake Johnson) e Justin (Damon Wayans Jr.) são dois amigos desajustados, mal-sucedidos na vida profissional e pessoal, que resolvem ir a uma festa a fantasia vestidos de policiais. Só que em pouco tempo toda a vizinhança acredita que eles realmente são tiras e os dois viram a sensação do bairro, resolvendo brigas domiciliares, impressionando jovens e conquistando garotas. Mas quando esses falsos heróis encontram policiais de verdade, são obrigados a combater o crime e logo se veem envolvidos com mafiosos e detetives corruptos.

Curiosidades:

» Abriu em primeiro lugar nas bilheterias norte-americanas.

Trailer:

Cartazes:

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Os Caras de Pau em O Misterioso roubo do Anel

(Os Caras de Pau em O Misterioso roubo do Anel)

 

Elenco: Marcius Melhem, Leandro Hassum, Christine Fernandes, Adriano Garib, André Mattos e Augusto Madeira.

Direção: Felipe Joffily

Gênero: Comédia Nacional

Duração: 85 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: R$ 15 milhões

Estreia: 25 de Dezembro de 2014

Sinopse: 

Pedrão e Jorginho (Marcius Melhem e Leandro Hassum) são seguranças contratados de um importante museu e acabam envolvidos em uma grande confusão após serem acusados do roubo do anel mais valioso do mundo. A jóia é herança de família da socialite Gracinha de Medeiros (Christine Fernandes). Ninguém parece mesmo acreditar na dupla, que passa a ser perseguida por mafiosos portugueses, ninjas implacáveis e toda polícia. No meio dessa aventura, os dois precisam arquitetar um plano para provar sua inocência e desvendar todos os mistérios do anel. O elenco do longa conta ainda com Christine Fernandes, Adriano Garib, André Mattos e Augusto Madeira, entre outros.

Curiosidades:
» —

Entrevista com Leandro Hassum e Marcius Melhem :

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

 

 

Boyhood – Da Infância à Juventude

(Boyhood)

 

Elenco:

Ethan Hawke, Patricia Arquette, Ellar Coltrane e Lorelei Linklater.

Direção: Richard Linklate

Gênero: Drama

Duração: 165 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 2,4 milhões

Estreia: 30 de Outubro de 2014

Sinopse:

Ao longo de doze anos, entre 2002 e 2013, o diretor acompanhou e filmou a vida de um garoto. Ao longo de 160 minutos de projeção, conhecemos Mason (Ellar Coltrane), desde os 5 anos de idade, até ele entrar na universidade. Linklater usou os mesmos atores ao longo dos doze anos, explorando as mudanças físicas nos personagens.

Curiosidades:

»  Richard Linklater (‘Antes do Amanhecer’) dirige.

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

Trinta

(Trinta)

 

Elenco: Matheus Nachtergaele, Paola Oliveira, Milhem Cortaz, Fabrício Boliveira.

Direção: Paulo Machline

Gênero: Drama Nacional

Duração: 96 min.

Distribuidora: Fox

Orçamento: R$ 5 milhões

Estreia: 13 de Novembro de 2014

Sinopse: 

Foi ali, na Sapucaí de 1974, que um carnavalesco surgiu e já entrou para a história. O tímido Joãosinho das Alegorias, pupilo de Fernando Pamplona na Salgueiro, deixou esse posto e ganhou um sobrenome de peso, para sempre marcado como um dos mais importantes do carnaval. Naquele ano, Joãosinho das Alegorias se tornou Joãosinho Trinta.

Cinebiografia do carnavalesco Joãosinho Trinta, mostrando sua ida ao Rio, suas apresentações de ballet, seu desejo pelos holofotes e os aplausos, até o inovador desfile “O Rei da França na Ilha da Assombração“.

Curiosidades: 

» O ator Matheus Nachtergaele fez aulas de balé para dar vida a Joãosinho.

 

Crítica em Vídeo:

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos:

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Acima das Nuvens

(Clouds of Sils Maria)

 

Elenco:

Juliette Binoche, Kristen Stewart, Chloë Grace Moretz, Lars Eidinger, Johnny Flynn, Angela Winkler, Hanns Zischler.

Direção:  Olivier Assayas

Gênero: Drama

Duração: 124 min.

Distribuidora: Califórnia Filmes

Orçamento: US$ 20 milhões

Estreia:  1º de Janeiro de 2015

Sinopse:

Quando chega ao auge de sua carreira internacional, Maria Enders (Juliette Binoche) é convidada a se apresentar em uma nova versão da peça que a fez famosa vinte anos atrás.  Naquela época, ela interpretou o papel de Sigrid, uma garota jovem e sedutora garota que atormenta sua chefe Helena e a leva ao suicídio. Agora, ela está sendo convidada a viver outro papel: o da velha Helena. Ela e sua assistente (Kristen Stewart) partem para os ensaios da peça Sils Maria, uma remota região dos Alpes. A jovem estrela de Hollywood com uma propensão para escândalo (Chloë Grace Moretz) está assumindo o papel de Sigrid, e Maria encontra a si mesma do outro lado do espelho, cara a cara com uma mulher ambiguamente encantadora que é, em sua essência, uma reflexão inquietante de si mesma.

Curiosidades:

» O grande elenco ainda conta com Mia Wasikowska, Tom Sturridge e Daniel Bruhl.  Olivier Assayas (‘Depois de Maio’) dirige.

 

Trailer:

 

Cartazes:

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Fotos:

 

 

 

Cinderela

(Cinderella)

 Cinderella<br /> (2015) on IMDb

Elenco: Hayley Atwell, Lily James, Helena Bonham Carter, Richard Madden, Cate Blanchett, Holliday Grainger, Sophie McShera, Stellan Skarsgård, Nonso Anozie, Ben Chaplin, Rob Brydon, Eloise Webb.

Direção: Kenneth Branagh

Gênero: Fantasia, Romance

Duração: 111 min.

Distribuidora: Disney Brasil

Orçamento: R$ 120 milhões

Estreia: 26 de Março de 2015

Sinopse: 

A história de Cinderela segue a vida da jovem Ella (Lily James), cujo pai comerciante casa novamente depois que fica viúvo de sua mãe. Ansiosa para apoiar o adorado pai, Ella recebe bem a madrasta (Cate Blanchett) e suas filhas, Anastasia (Holliday Grainger) e Drisella (Sophie McShera), na casa da família. Mas quando o pai de Ella falece inesperadamente, ela se vê à mercê de uma nova família cruel e invejosa. Relegada à posição de empregada da família, a jovem sempre coberta de cinzas, que passou a ser chamada de Cinderela, bem que poderia ter começado a perder a esperança. Mas, apesar da crueldade a que fora submetida, Ella está determinada a honrar as palavras de sua falecida mãe e “ter coragem de ser gentil”. Ela não cederá ao desespero nem aos que a maltratam. E depois tem o belo estranho que ela conhece na floresta. Sem saber que, na verdade, trata-se de um príncipe, não um mero aprendiz do Palácio, Ella finalmente sente que encontrou uma boa alma. Parece que sua sorte está prestes a mudar quando o Palácio envia um convite aberto a todas as donzelas do reino para ir a um baile, aumentando as esperanças de Ella de encontrar novamente o encantador Kit (Richard Madden). Infelizmente, sua madrasta a proíbe de ir ao baile e, impiedosamente, rasga seu vestido. Mas, como em todo bom conto de fadas, surge ajuda, e uma gentil mendiga (Helena Bonham-Carter) aparece e – armada com uma abóbora e alguns ratinhos – muda a vida de Cinderela para sempre.

Curiosidades: 

» Nova versão live-action da Disney para o seu clássico de animação lançado em 1950.

» Emma Watson (‘Harry Potter’) chegou a negociar com o estúdio o papel de Cinderela.

» Como a personagem agora é propriedade de domínio público, a Universal também pretende lançar sua adaptação do conto de fadas com a roteirista Ann Peacock (‘As Crônicas de Nárnia’).

 

Crítica em Vídeo:

Trailer:

Cartazes: 

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Crítica | O Garoto da Casa ao Lado

Falando sobre o mundo dos stalkers, o novo projeto do diretor nova-iorquino Rob Cohen, que dirigiu o terrível A Múmia – Tumba do Imperador Dragão, é uma história muito forçada que explora a sensualidade sem profundidade. O Garoto da Casa ao Lado é um dos filmes mais perdidos que serão lançados neste ano aqui no Brasil. Não consegue se encontrar sendo suspense, é uma viagem indigesta quando tenta ser um drama e com certeza é um filme que passará desapercebido pelos cinemas brasileiros.

Na trama, acompanhamos uma professora de meia idade que acabara de deixar o marido após uma traição dele. Certo dia, conhece Noah (Ryan Guzman), o sobrinho de seu idoso vizinho. Após uma série de troca de olhares, a professora se rende ao jovem mas ao longo de tempo percebe que se meteu em uma furada já que o seu affair é um desequilibrado que passa a persegui-la.

O Garoto da Casa ao Lado se transforma lentamente em uma tentativa de suspense com péssimas atuações. Difícil saber quem está pior em cena: Jennifer Lopez ou Ryan Guzman. Não há um pingo de entrosamento entre os atores. O roteiro também não ajuda, parece que o filme foi todo picotado, diversas sequências surgem sem nenhum nexo com o que vínhamos acompanhando na arrastada trama.

Repleto de clichês do gênero indefinido que o filme se auto evolui, O Garoto da Casa ao Lado demora para acabar, e olha que são somente 91 minutos de projeção, é um grande sofrimento para todos nós cinéfilos. É um sonífero mais forte que qualquer remédio para dormir. Acordamos somente com o barulho das cenas de perseguição de carros, talvez, feitas para os produtores conseguirem colocar a logo da Chevrolet nos nossos olhos adormecidos de tanto tédio.

Vício Inerente

(Inherent Vice)

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(2014) on IMDb

 

Elenco: Joaquin Phoenix, Reese Witherspoon, Josh Brolin, Benício del Toro, Jena Malone, Owen Wilson, Maya Rudolph, Sean Penn, Martin Short.

Direção: Paul Thomas Anderson

Gênero: Drama

Duração: 148  min.

Distribuidora: Warner

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 26 de Março de 2015

Sinopse: 

Quando a ex-namorada do detetive particular Doc Sportello aparece repentinamente com uma história sobre seu atual namorado latifundiário bilionário, por quem por acaso está apaixonada, e um plano da esposa dele com o amante dela para sequestrar o ricaço e colocá-lo em um manicômio… bem, é fácil pra ela falar.

É o fim dos psicodélicos anos 60 e a paranoia está tomando conta do dia a dia, e Doc sabe que “amor” é só mais uma dessas palavras que está na moda no momento, assim como “viagem” ou “bacana”, que também estão sendo muito usadas por aí. Com um elenco diversificado de personagens que conta com surfistas, traficantes, drogados e roqueiros, uma agiota assassina, detetives da LAPD, um saxofonista trabalhando disfarçado, além de uma entidade misteriosa conhecida como Golden Fang…parte um filme noir de surf, parte uma brincadeira psicodélica – tudo Thomas Pynchon.

Curiosidades: 

» Baseado no livro homônimo de Thomas Pynchon.

» O papel de protagonista de Joaquin Phoenix quase ficou com Robert Downey Jr, que desistiu do filme por conflitos de agenda.

» Nova parceria do diretor Paul Thomas Anderson com Joaquin Phoenix após o prestigiado ‘O Mestre’.

 

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos:

 

O Sal da Terra

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(O Sal da Terra)

 The Salt of the Earth (2014) on IMDb

 

Elenco: Sebastião Salgado, Wim Wenders, Juliano Ribeiro Salgado.

Direção: Juliano Ribeiro Salgado e Wim Wenders

Gênero: Documentário

Duração: 110 min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 26 de Março de 2015

Sinopse: 

Nos últimos 40 anos, o fotógrafo Sebastião Salgado tem viajado através dos continentes, aos passos de uma humanidade sempre em mutação. Ele testemunhou alguns dos principais eventos da nossa história recente; conflitos internacionais, a fome e o êxodo. Ele agora embarca na descoberta de territórios imaculados, da flora e da fauna selvagem e de paisagens grandiosas como parte de um enorme projeto fotográfico. Uma homenagem à beleza do planeta.

Curiosidades: 

» O documentário é uma coprodução entre Brasil, França e Itália. Dirigido pelo também brasileiro Juliano Salgado e pelo alemão Wim Wenders, ‘O Sal da Terra‘ recebeu o prêmio especial da seção Um Certo Olhar no Festival de Cannes.

» Indicado ao Oscar de Melhor Documentário 2015.

 

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos:

 

Canibais

(The Green Inferno)

 

Elenco:

Lorenza Izzo, Ariel Levy, Daryl Sabara, Kirby Bliss Blanton, Magda Apanowicz, Nicolás Martínez, Aaron Burns.

Direção: Eli Roth

Gênero:  Terror

Duração: 100 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: Abril de 2016 no Telecine

Sinopse:

Um grupo de ativistas estudantis de Nova York, viaja para a Amazônia para proteger uma tribo da extinção, mas caem na selva e são tomados como reféns pelos próprios nativos que salvaram.

Curiosidades:

» Terror dirigido por Eli Roth (‘O Albergue – Parte 2′)

» Além de dirigir, Roth assina o roteiro ao lado de Guillermo Amoedo (‘Aftershock’). Daryl Sabara (John Carter: Entre Dois Mundos) e Kirby Bliss Blanton (‘Projeto X’) estrelam.

 

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

 

Crítica | O Último Ato

A vida é um eterno filme ou mesmo uma eterna peça de teatro. Dirigido pelo experiente cineasta norte-americano Barry Levinson, O Último Ato é um filme que possui uma pegada a la Woody Allen que só vendo você pode perceber. Com uma atuação de gala do eterno poderoso chefão Al Pacino, The Humbling (no original) fala sobre a decadência de um famoso ator de teatro que precisa se recriar dentro de seus problemas e isso acaba gerando cenas hilárias e reflexivas onde a cada minuto que passa vamos conhecendo a fundo um dos melhores personagens do ano.

Na trama, conhecemos Simon Axler (Al Pacino), um senhor de idade, mestre dos palcos que resolve abruptamente encerrar a carreira e se dedicar a consertar sua vida pessoal, nada social. Nessa espécie de mini aventura de auto descobrimento, Axler acaba batendo de frente com a filha de alguns ex-amigos e se envolve calorosamente com ela. Esse é o início de uma série de pequenos conflitos que vão fazendo o público cada vez mais se aproximar deste belo personagem. As sessões do personagem principal com o psiquiatra via Skype são excelentes, entendemos melhor sua personalidade nesses ótimos diálogos que compõe os arcos do roteiro ao longo dos 112 minutos de fita.

O protagonista é intrigante. Al Pacino pinta e borda seu Simon Axler é um brilhante artista em plena crise e afundado em reflexões sobre todas as decisões que tomou ao longo de toda sua vida, pessoal e profissional. Encontramos um paralelo bem interessante entre esse trabalho e o atual vencedor do Oscar de Melhor Filme Birdman. A profissão de ator não é fácil, altos e baixos acontecem mas sempre o objetivo é a volta por cima.

Estar no palco era como estar em casa. Há muitas perdas que você pode superar, mas seu ofício? Acompanhamos detalhadamente cada situação que se envolve o protagonista, suas mágoas e seus desejos mais profundos, sempre em busca da arte do recomeçar. Não adianta o brilhantismo, você precisa estar preparado. Esse é o grande desafio que acompanha a trajetória desse fabuloso personagem brilhantemente interpretado por um dos atores mais fantásticos que já atuaram nas telas de cinema mundo à fora, Al Pacino.

Crítica | O Sétimo Filho

Dirigido pelo cineasta russo Sergey Bodrov e inspirado na obra de Joseph Delaney, chegou aos cinemas na semana passada mais um filme que fala sobre o mundo medieval utilizando todos exagerados recursos que a tecnologia atual podem adotar num projeto cinematográfico. O Sétimo Filho é um daqueles filmes que esquecemos rápido, não deixa lembranças e expõe lambanças. Mesmo com uma atuação interessante do ganhador do Oscar Jeff Bridges, o filme não decola em momento algum, frustrando os amantes das guerras épicas.

Na trama, conhecemos o caça-feitiço Gregory (Jeff Bridges), um homem amargurado e com um passado de guerras e batalhas sofridas com a rainha das bruxas Mãe Malkin (Julianne Moore). Com a chegada próxima de uma data importante para a manutenção do poder das bruxas, Mestre Gregory precisa encontrar e treinar o sétimo filho de uma família para ensiná-lo e juntos combaterem as forças do mal que assombram a séculos o planeta.

Com muitas cenas de ação e aventura nas florestas, nas águas, nos castelos, O Sétimo Filho é um filme modelado para divertir como tantos outros blockbusters que usam e abusam do universo fantástico da imaginação. O problema é que falta um certa carisma nos personagens, além do fraco roteiro que não consegue fazer com que a história chegue de maneira clara e objetiva ao público. Não há empolgação, tudo é muito jogado em cena.

Com uma voz preponderante, Jeff Bridges desenvolve seu forte personagem com a classe de sempre, desta vez, propositalmente ou não, molda seu caça-feitiço com algumas semelhanças com o Gandalf de Ian McKellen. Para fazer a vilã, chamaram a atual ganhadora do Oscar Julianne Moore que passa a impressão de estar nada à vontade desenvolvendo uma bruxa da era medieval. Falando sobre essa talentosa atriz, tem Julianne Moore para todos os gostos nessas últimas semanas nos cinemas brasileiros, atualmente está em cartaz em três filmes em todo país.

Um Cavaleiro exorcista, sombras de esqueleto, um mundo criado e vivenciado por pesadelos reais. Esses são alguns dos elementos encontrados nessa fraca fita e que com certeza vemos sendo melhor desenvolvidos em outros filmes muito parecidos como esse, é só procurar.

EXCLUSIVO: Cena quente do indicado ao Oscar pela Alemanha ‘Duas Irmãs, Uma Paixão’

O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, uma quente cena legendada do polêmico ‘Duas Irmãs, Uma Paixão‘ (Beloved Sisters).

O filme da Europa Filmes traz um ménage à trois entre o filósofo e dramaturgo Friedrich Schiller, sua esposa e sua cunhada. Tudo isso na Alemanha do século XVIII. Deu pra imaginar a polêmica?

Confira, com o cartaz:

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Em 1788, numa pequena cidade provinciana alemã, a bela Caroline von Beulwitz está num casamento infeliz, carente de amor e de vida. Charlotte von Lengefeld, sua tímida irmã, sonha em encontrar um marido. As duas são melhores amigas até que um dia chega Friedrich Schiller, o poeta que escreveu Os Bandoleiros, um badalado homem da noite, com um revolucionário ideal republicano. Ao longo do verão elas irão competir por Schiller.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais.

Crítica | O Duelo

Comédia nacional bem representada

O Duelo é um filme convencional, um filme à moda antiga. Parece feito em outra época, longe de qualquer modernidade, o que inclui a narrativa. Sua amenidade, o que será um trunfo na visão de muitos (já que passa longe do mau gosto, piadas de baixo calão e bobeiras de qualquer tipo, que costumam dominar o gênero no cinema nacional), também poderá ser considerada seu calcanhar de Aquiles para tantos outros.

É muito bom ver cinema brasileiro de qualidade. É melhor ainda ver uma comédia nacional de qualidade. Em geral, o gênero ainda permanece como o mais marginalizado de críticas favoráveis – pertinentemente, diga-se. É muito bom ver num fim de semana, estreias como Meus Dois Amores, baseado no texto “Corpo Fechado”, de Guimarães Rosa, e este O Duelo, baseado no texto “Os Velhos Marinheiros”, de Jorge Amado.

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É exatamente isto que ganhamos a partir desta quinta-feira nos cinemas brasileiros, duas produções baseadas em dois dos mais cultuados autores de nossa pátria. Distribuído pela Warner, o filme traz o português Joaquim de Almeida na pele do pomposo Capitão Vasco Moscoso de Aragão. O sujeito honrado e cheio de si chega para mudar a pequena cidade costeira de Periperi, Salvador, Bahia, como seu novo morador.

Não demora, para que o protagonista faça amizades e comece a enaltecer os ouvidos dos humildes e simplórios residentes com suas histórias ricas de aventuras pelo mundo, e repletas de ardentes paixões. Logo, o sujeito se torna o mais ilustre morador o local.  Isto é, até a volta de Chico Pacheco (vivido pelo saudoso José Wilker) para a cidade, que enciumado pela atenção que Vasco vem recebendo, começa a duvidar de suas realçadas proezas.

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O teor do filme casa perfeitamente com a história narrada, ao ponto de não conseguirmos distinguir a época apresentada. Esta poderia muito bem ser uma trama passada na década de 1950, se não a for. Essa qualidade de história antiga, quase não contada nos dias cínicos de hoje, é uma das coisas que mais atraem em O Duelo. É sabido que tal integridade, ou a pretensão dela, é algo perdido no tempo.

Voltando para a trama, a inveja fala mais alto e o personagem de Wilker se vê decidido a provar que o protagonista é nada mais do que uma fraude. Neste momento, ganhamos o backstory do personagem principal, ao que o filme se divide em dois, contado agora através de um longo flashback. Existe ainda na trama o último terço do todo, o terceiro ato, que divide mais uma vez a obra em um filme particular, com o protagonista precisando viajar no comando de um grande cruzeiro.

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O ar de “filme feito para a TV”, ou “especial de TV” é um argumento válido. Também não está equivocado o sentimento de estranheza em relação aos fragmentos que a obra possui, que como dito, transforma o filme em três, sem tanta coesão. São apenas dois momentos de brilho técnico, que tiram o comando da obra do automático. Um giro de 360 graus envelhece o protagonista até seu estado atual, e um jogo de pôquer termina com sabor mais agradável devido ao estilo visual impresso, com closes pausados de expressões faciais, pelo diretor.

Marcos Jorge, do elogiadíssimo Estômago (2007), é o cineasta por trás da obra. E aqui entrega uma produção completamente diferente, menos ousada, porém, mais palatável ao grande público. Isso sem comprometer a integridade do texto de Amado, ou sequer a qualidade geral do teor simples, mas não dispensável. Joaquim de Almeida atrai instantaneamente, e nos faz acompanhar de perto, sem querer tirar os olhos, a fascinante jornada deste, nem sempre correto, líder. O Duelo possui qualidades de sobra, entre elas uma despedida digna para o veterano Wilker. Se formos levar em conta o resultado da maioria das comédias nacionais, aí sim é que esta produção ganha ainda mais força.

 

O Duelo

(O Duelo)

 O Duelo (2014) on IMDb
Elenco: José Wilker, Patricia Pillar, Claudia Raia, Joaquim de Almeida, Márcio Garcia.

Direção: Marcos Jorge

Gênero: Comédia Nacional

Duração: 109 min.

Distribuidora: Warner Bros.

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 19 de Março de 2015

Sinopse: 

A pacata vila de Periperi, cidadezinha balneária situada nas proximidades de uma grande cidade portuária, é agitada pela chegada de um pitoresco forasteiro, o comandante Vasco Moscoso de Aragão. Aos sessenta anos, ele chega para ficar, buscando repouso depois de uma longa vida de aventuras pelos mares do globo.

Rapidamente o charmoso navegante conquista a simpatia e a admiração dos moradores com suas histórias entusiasmantes, cheias de aventuras e exotismo. Os homens se reúnem ao seu redor, as mulheres suspiram por sua romântica figura. O que não demora a suscitar o despeito de alguns invejosos, em especial de Chico Pacheco (José Wilker), fiscal aposentado e, até a chegada do comandante, o cidadão mais admirado do local.

Decidido a desmascarar o comandante, Pacheco empreende uma exaustiva investigação na capital e volta com a história de que Vasco não passa de um comerciante arruinado, boêmio inveterado, que conseguiu de modo fraudulento o titulo de capitão. O comandante, naturalmente, nega veementemente esta versão, e afirma ser Pacheco o mentiroso. A pacata cidadezinha se divide e instaura-se a discórdia onde antes imperava a tranquilidade.

Com quem estará a verdade? Com o comandante ou com seu detrator?

Curiosidades: 

» Baseado na obra ‘Os Velhos Marinheiros’, de Jorge Amado.

» Filme póstumo do ator José Wilker, que morreu em abril de 2014.

» Recebeu anteriormente o título ‘As Aventuras de um Capitão’.

 

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Meus Dois Amores

(Meus Dois Amores)

 Meus Dois Amores (2012) on IMDb

Elenco:

Caio Blat, Maria Flor, Alexandre Borges, Lima Duarte, Vera Holtz, Fabiana Karla, Julio Adrião, Guilherme Webe, Milton Gonçalves, Xando Graça, Ana Rios, Ana Lúcia Torre, Carol Aguiar, Clara Servejo, Marcello Escorel.

Direção: Luiz Henrique Rios

Gênero: Comédia

Duração: — min.

Distribuidora: Downtown Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 19 de Março de 2015

Sinopse:

Manuel é um vaqueiro esperto e fanfarrão, que vive em função de seus dois amores – a noiva, Das Dô, e a mula, Beija-fulô – e da venda de cavalos bichados a trouxas. Chega ao vilarejo o matador Targino, à procura de um cavalo. Metido a esperto, Manuel vende um cavalo bichado ao matador. Manuel é jurado de morte, Targino anuncia que também vai desonrar a reputação de Das Dô depois do embate. Pressionado, Manuel resolve apelar para os feitiços de Toniquinho das Pedras, pedindo que ele feche seu corpo. No entanto, o feiticeiro exige a mula Beija-fulô como forma de pagamento. Manuel, então, se verá diante do maior dilema de sua vida: escolher entre a noiva, Das Dô, ou a mula, Beija-fulô.

Curiosidades:
» —

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5 melhores filmes de romance da Netflix

A Netflix, serviço de streaming que disponibiliza mais de 2 mil filmes em seu acervo online, vem se popularizando cada vez mais.

Por conta disso, o CinePOP decidiu ajudar o cinéfilo a se organizar e vai separar os melhores filmes de cada gênero do site.

5 melhores filmes de terror da Netflix

5 melhores filmes de comédia da Netflix

5 melhores filmes de ação da Netflix

5 melhores filmes de suspense da Netflix

Agora, o amor está no ar com a nossa seleção de filmes de romance:

 

Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças

Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças

Sinopse: Clementine participa de um procedimento médico experimental para apagar suas lembranças de Joel, e ele decide fazer o mesmo.

Por que assistir: Com uma das histórias mais originais e cativantes, mostra as jornadas de Kate Winslet e Jim Carrey para se esquecerem que um já foi o grande amor do outro. Rendeu um Oscar de melhor roteiro ao brilhante Charlie Kaufman.

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Moulin Rouge: Amor em Vermelho

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Sinopse: Um ingênuo poeta se apaixona por uma estrela de cabaré, e esse romance fadado ao fracasso serve como pano de fundo para uma série de canções deslumbrantes.

Por que assistir: Nicole Kidman brilha nesta emocionante história musical, que tem figurinos, cenários e direção impecáveis. Baz Luhrmann fez um lindo filme, considerado um dos clássicos do gênero. Vencedor de 2 Oscars.

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Uma Linda Mulher

Uma Linda Mulher

Sinopse: Um empresário milionário contrata uma prostituta de Hollywood e acaba se apaixonando por ela, neste cativante filme.

Por que assistir: Lembrado até hoje como uma das melhores comédias românticas, impulsionou as carreiras de Julia Roberts e Richard Gere. Continua encantando com a premissa do príncipe encantado que, embora incomum, no filme convence.

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Como Se Fosse a Primeira Vez

Como Se Fosse a Primeira Vez

Sinopse: Um veterinário marinho se apaixona por uma professora que sofre de amnésia e precisa reconquistá-la todos os dias.

Por que assistir: A trama por si só já é interessante, mas as atuações de Adam Sandler e Drew Barrymore são apaixonantes. O filme dosa na medida certa as cenas de humor, romance e drama, além de mostrar que um amor verdadeiro é possível. Os românticos inveterados vão aprovar.

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Azul é a Cor Mais Quente

Azul é a Cor Mais Quente

Sinopse: Adele tem 15 anos e está determinada a se apaixonar por um garoto, mas acaba se interessando por uma garota de cabelos azuis que conhece na rua.

Por que assistir: Um filme sobre a descoberta do amor e da sexualidade. Corajoso, expõe a intimidade da protagonista de forma quase sufocante e tem o benefício de não idealizar o amor, ao mostrar a realidade nua e bastante crua de uma pessoa apaixonada. Esse é o seu maior mérito.

Trailer:

 

Crítica | Insurgente

Existem três segmentos atualmente que dominam o cinema hollywoodiano: filmes de super-heróis, cinebiografias e adaptações de livros infanto-juvenis. Enquanto os dois primeiros são receitas certas de sucesso nas bilheterias, as adaptações literárias se demonstraram um tiro pela culatra, e em sua maioria foram fiascos de bilheterias e crítica. Poucas conseguiram conquistar o público.

Crítica | Divergente

A receita de maior sucesso foi a saga milionária ‘Harry Potter‘, que iniciou essa leva e deu abertura para um outro fenômeno comercial: ‘Crepúsculo, que apesar de ter seus filmes malhados pela crítica especializada, obteve sucesso comercial e conquistou uma leva de fãs enfurecidos e fiéis, dispostos a brigar com qualquer crítico que falasse mal da Saga.

Depois, veio o último grande sucesso da leva de adaptações: ‘Jogos Vorazes‘. Apesar da negação dos fãs, este ‘Divergente‘ tem uma história muito similar à daquela protagonizada por Katniss Everdeen – uma sociedade caótica dividida entre grupos socioeconomicamente diferentes cuja esperança vem em uma forte personagem feminina. Não é?

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Inesperadamente, ‘Divergente‘ conquistou o público e arrecadou US$ 288 milhões com um orçamento de US$ 85 milhões. Logo, a Summit Entertainment se apressou em preparar a sequência e lançá-la apenas um ano depois do original. Com a correria, o visionário Neil Burger (‘Sem Limites’) abandonou a direção e deu seu lugar para Robert Schwentke, que tem no currículo ‘Red: Aposentados e Perigosos‘ e a recente bomba ‘R.I.P.D. – Agentes do Além‘.

A troca na direção é visível: as belíssimas cenas de um futuro caótico com uma fotografia espetacular deram espaço para uma direção insegura e cenas esquecíveis. Schwentke não consegue seguir os passos de seu antecessor e entrega um filme mediano, sem ritmo, que mescla cenas de ação com cenas entediantes e entrega uma fórmula falha e cansativa. Os 119 minutos (20 a menos que o primeiro filme) demoram a engatar, e deixam a plateia cansada com diálogos bem escritos, mas dirigidos de maneira amadora.

A talentosa Shailene Woodley, que já demonstrou seu talento em filmes como ‘Os Descendentes‘ (2011, indicada ao Globo de Ouro de Melhor Atriz) e ‘A Culpa é das Estrelas‘ (2013) é mal aproveitada pela direção e não consegue levar o filme nas costas, totalmente diferente do que havia feito no primeiro filme. Aqui, fica claro que uma má direção pode afetar um bom ator.
Mais triste ainda é ver atrizes como Naomi Watts (irreconhecível como Evelyn) e Octavia Spencer (‘Johanna’) serem subaproveitadas, deixando o destaque apenas para a sempre fantástica Kate Winslet.

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Após os eventos do primeiro filme, os riscos para Tris aumentam quando ela sai à procura de aliados e respostas nas ruínas de uma Chicago futurista. Tris (Woodley) e Quatro (Theo James, em uma atuação decente) são agora fugitivos, caçados por Jeanine (Winslet), a líder da elite Erudição, faminta pelo poder. Correndo contra o tempo, eles precisam descobrir a causa pela qual a família de Tris sacrificou suas vidas e por que os líderes da Erudição farão tudo para impedi-los.

O segundo filme baseado na trilogia escrita por Veronica Roth não consegue convencer, e deve deixar até mesmo os fãs desapontados. O maior destaque ficaria para as cenas de ação, se as mesmas não tivessem sido exaustivamente usadas no material de divulgação, sendo a melhor aquela mostrada no trailer em que Tris precisa salvar sua mãe enquanto tudo ao seu redor é destruído.

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O que começou como uma franquia promissora, à la ‘Jogos Vorazes‘, pode cair no ostracismo após um segundo filme produzido na correria para visivelmente arrecadar uns bons trocados. E seu destino pode ser o mesmo de ‘Dezesseis Luas‘, ‘A Bússola de Ouro‘, ‘Os Instrumentos Mortais‘ e ‘A Hospedeira‘: o fracasso.

Se agradar o público – ou não – com esta última incursão, a franquia já tem mais duas sequências engatilhadas, pois o terceiro livro será dividido em dois filmes. ‘Convergente – Parte 1’ acontece em 18 de março de 2016, com a conclusão da franquia chegando aos cinemas um ano depois.
Obs: O 3D convertido deve ser EVITADO. Não há uma sequência no formato que justifique o ingresso mais caro.

Crítica | Mapas para as Estrelas

A decadência da fama, as fortunas ganhas, o status que cada vez mais se torna transparente e uma eterna ponte para realização pessoal de alguns artistas. Como se estivesse com uma poderosa marreta nas mãos, o cineasta canadense David Cronenberg derruba a porta da mesmice e realiza um projeto que foge de qualquer conceito de normalidade. Contando com um ótimo elenco, com destaques para os ótimos Julianne Moore e John Cusack, o famoso diretor realiza uma crítica afiada e cheia de verdades sobre a atual indústria cinematográfica hollywoodiana.

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Na trama, conhecemos diversos personagens que por conta de um destino extremamente fictício, em meio ao modelo de família hollywoodiana, se interligam de maneira extrema. Tem a atriz jogada para escanteio pela indústria cinematográfica, um psicólogo que fez fortuna com livros de auto ajuda, um jovem astro infantil que adora se meter em uma polêmica e uma jovem com sérios problemas que acaba de ser liberada de um sanatório. Tem de tudo nesse filme: Dramas familiares, obsessões de todos os tipos, surtos psicóticos.

A construção de grande parte dos personagens é interessante. Dissimulados, excêntricos, desesperados, alucinados, tem de tudo um pouco. O elo de interseção de todas essas figuras cênicas é o intrigante mundo das celebridades. Esse projeto, às vezes, dá a impressão de ser um thriller sobrenatural psicótico, tamanha as cenas esquisitas que somos testemunhas. Os diálogos também merecem uma pequena referência: São sarcásticos e impressionam pela transparência de cada verdade mencionada e jogada no colo do espectador.

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Julianne Moore interpreta de forma fantástica sua complexa personagem Havana Segrand. Cheia de problemas de auto estima e inseguranças diversas, uma das protagonistas é uma das maiores criações de Moore nos últimos anos. Merecidamente, essa excelente atriz já levou neste ano o prêmio de melhor atriz no Festival de Cannes e já se coloca com grandes possibilidades de concorrer a uma vaga no próximo Oscar. O ponto negativo vem para Mia Wasikowska com sua Agatha Weiss e para Robert Pattinson e seu Jerome Fontana, ambos totalmente perdidos em algumas cenas. Parece que não conseguiram encontrar seus personagens dentro desse mapa para as estrelas.

Com muitas citações a artistas conhecidos do grande público e algumas situações que de fato aconteceram na realidade, Cronenberg utiliza a troca de perspectivas, entendemos os fatos relatados através dos olhos de vários personagens, o que resulta em um filme um tanto quanto complexo. É como se olhássemos pelo buraquinho da fechadura e enxergássemos um mundo nebulosamente fora de qualquer realidade conhecida onde todos buscam a sua própria liberdade.

 

 

Um Homem Só

(Um Homem Só)

 

 Um Homem Só (2015) on IMDb

Elenco: Vladimir Brichta, Mariana Ximenes, Ingrid Guimarães, Otávio Müller, Eliane Giardini, Daniel Araóz, Milhem Cortaz, Natália Lage, Luíza Mariani, Sandro Rocha.

Direção: Cláudia Jouvin

Gênero: Comédia Nacional

Duração: — min.

Distribuidora: Downtown/Paris

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 10 de Novembro de 2016

Sinopse:

Para livrar-se da vida miserável que leva, Arnaldo procura uma clínica de cópias, que promete copiar pessoas. Com uma cópia ocupando o seu lugar, ele levaria uma vida nova. Mas, ao ter seu pedido negado, Arnaldo não tem outra opção senão tentar mudar o rumo de sua história. Ao se apaixonar por Josie, dona de um cemitério de animais, Arnaldo finalmente encontra uma chance de ser feliz. Mas nada é tão simples quanto parece. Um Homem Só é uma fábula urbana, que trata da complexidade dos relacionamentos, com uma boa dose de ironia e humor.

 

Curiosidades:

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Trailer:

 

Cartazes:

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Fotos:

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