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Ouça a Trilha Sonora de ‘Guardiões da Galáxia’

Foram divulgadas as músicas que compõem a Trilha Sonora de ‘Guardiões da Galáxia‘.

O eclético álbum tem Moonage Daydream, de David Bowie; e a clássica Ain’t No Mountain High Enough, de Marvin Gaye e Tammi Terrell. Tem até I Want You Back, do Jackson 5.

Confira a Trilha Sonora completa:

1. Blue Swede – Hooked on a Feeling
2. Raspberries – Go All the Way
3. Norman Greenbaum – Spirit in the Sky
4. David Bowie – Moonage Daydream
5. Elvin Bishop – Fooled Around and Fell in Love
6. 10Cc – I’m Not in Love
7. Jackson 5 – I Want You Back
8. Redbone – Come and Get Your Love
9. The Runaways – Cherry Bomb
10. Rupert Holmes – Escape (The Pina Colada Song)
11. The Five Stairsteps – O-O-H Child
12. Marvin Gaye/Tammi Terrell – Ain’t No Mountain High Enough

Guardiões da Galáxia expande o Universo Cinemático Marvel para o cosmo, onde o impetuoso aventureiro Peter Quill se vê como objeto de uma caçada implacável após roubar uma misteriosa esfera cobiçada por Ronan, um vilão poderoso com ambição que ameaça todo o universo. Para fugir do determinado Ronan, Quill é forçado a fazer uma complicada aliança com um quarteto de desajustados — Rocket, um guaxinim atirador, Groot, uma árvore mutante humanoide, a mortal e enigmática Gamora e o vingador Drax, o Destruidor. Mas quando Quill descobre o verdadeiro poder da esfera e o perigo que ela representa para o cosmo, ele deve fazer seu melhor para reunir seu grupo desorganizado para uma última e desesperada resistência — com o destino da galáxia em jogo.O time dos Guardiões é liderado por Chris Pratt no papel de Senhor das Estrelas. O time também tem Zoë Saldana (‘Star Trek’) como a humanoide Gamora, filha adotiva de Thanos e a última mulher da espécie Zen Whoberi; o lutador de MMA Dave Bautista como Drax, o Destruidor; além de Bradley Cooper e Vin Diesel como as vozes de Rocket Raccoon e Groot, respectivamente.

Benicio del Toro (‘Selvagens’) interpreta uma entidade ancestral conhecida como O Colecionador. Michael Rooker (da série ‘The Walking Dead’) será Yondu, membro fundador dos Guardiões vindo da tribo alienígena Centauri IV. Lee Pace (‘O Hobbit: Uma Jornada Inesperada’) vive o vilão Ronan, o Acusador. O personagem foi o Acusador Supremo do império Kree por muitos anos, levando sua justiça aos inimigos de sua raça. Ele se tornou o novo imperador Kree, após a morte da Inteligência Suprema. Djimon Honsou (‘A Ilha’) e Karen Gillan (‘Doctor Who’) encarnam os vilões Korath e Nebula. Glenn Close (‘Damages’) e John C. Reilly (‘Quase Irmãos’) interpretarão líderes da organização Nova Corps.

A Marvel faz novamente uma escolha inusitada com a contratação de James Gunn. Seu currículo inclui os roteiros dos dois filmes live-action ‘Scooby-Doo‘, a direção do terror ‘Seres Rastejantes‘ e a comédia de super-heróis ‘Super‘, inédita no Brasil.

Transformers 4 – A Era da Extinção

A franquia ‘Transformers‘ já se demonstrou à prova de críticas, assim como ‘A Saga Crepúsculo’. A cada nova sequência, as críticas negativas aumentam tanto quanto a arrecadação nas bilheterias, provando que o público não procura só “filmes-cabeça” que ganham prêmios em festivais, mas também cinema pipoca em sua forma mais bruta.

Quando a Paramount Pictures percebeu que a franquia começou a demonstrar desgaste com o terceiro e mais fraco capítulo, ‘Transformers – O Lado Oculto da Lua‘, os executivos do estúdio decidiram renovar: o elenco foi trocado e um reboot foi anunciado, aproveitando apenas a história e descartando os personagens principais e até a aparência dos robôs. Com isso, foi injetado sangue novo na franquia.

Depois de uma colaboração bem-sucedida no filmeSem Dor, Sem Ganho‘, o diretor Michael Bay escolheu o ator indicado ao Oscar® Mark Wahlberg para estrelar no lugar do cansativo Shia LaBeouf – que já não tinha mais tanto apelo com o público após uma série de declarações polêmicas e atitudes duvidosas com a mídia.

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Wahlberg faz o seu melhor: corre, pula, explode coisas, faz caretas e piadas. Tudo que se espera de um protagonista da franquia ‘Transformers‘. Como a franquia também precisa de jovens para que seu público tenha uma identificação, entram em cena a filha do protagonista (a magrela bonitinha Nicola Peltz) e seu namorado piloto de Rally (o convincente Jack Reynor).

Ambientado após os eventos de ‘Transformers: O Lado Oculto da Lua’, ‘A Era da Extinção‘ traz a humanidade tentando se reerguer após o desaparecimento dos Autobots e dos Decepticons da face do Planeta Terra. Porém, um grupo de empresários poderosos e cientistas pesquisar a passagem dos Transformers pela Terra, e acabam empurrando a tecnologia a limites para além do que eles podem controlar. Ao mesmo tempo, uma poderosa ameaça Transformer coloca a Terra em sua mira.

A sinopse serve apenas de pano de fundo para que a explosão comece e os efeitos digitais corram solto. No pensamento megalomaníaco de Michael Bay, mais é mais. E mais. E mais.

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Trata-se de um filme sobre robôs gigantes lutando entre si, o que significa que é quase impossível levá-lo a sério no nível narrativo. Entre um – fraco – diálogo e outro, os robôs entram em ação em batalhas que são um deleite visual com os efeitos 3D extremamente bem utilizados, fazendo do filme uma obra bem sucedida em termos técnicos. Todas as cenas são grandiosas e espetaculares.

Os novos carros são um show à parte: Chevrolet Camaro SS 1967, Sonic RS Rally, Lamborghini Aventador, o belíssimo Pagani Huayra e o Bugatti Veyron, o carro mais veloz do mundo.

Michael Bay se renova neste filme, e volta a fazer o que sabe de melhor, com belas paisagens, cenas acompanhadas de um pôr do sol espetacular, explosões e cenas de ação em slow motion de deixar ‘Matrix‘ no chinelo.

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Quando chega ao terceiro ato, toda a correria chega a cansar o espectador – e você sente que os produtores poderiam ter diminuído as longas 2 hrs. 45 min. de projeção e economizado US$ 100 milhões em pancadaria.

Com menos humor e mais ação, ‘Transformers 4: A Era da Extinção’ é um blockbuster pipoca que cumpre exatamente o prometido e entretém ao longo de quase três horas, com um roteiro que serve apenas para induzir a ação frenética. A crítica especializada vai odiar; O público, amar.

Bilheterias EUA: ‘Transformers 4’ segue na liderança

Transformers 4: A Era da Extinção’ (Transformers: Age of Extinction) continuou liderando as bilheterias norte-americanas em seu segundo final de semana.

Após arrecadar US$ 100 milhões no fim de semana de abertura, a ação de Michael Bay arrecadou mais US$ 36,4 milhões e soma US$ 174 milhões nos EUA. Mundialmente, já são incríveis US$ 400 milhões.

O primeiro Transformers foi uma sensação das bilheterias em 2007, estreando em primeiro lugar e arrecadando mais de US$ 700 milhões em todo o mundo. Seu segundo capítulo arrecadou mais de US$ 830 milhões mundialmente, em 2009. O último filme da franquia, ‘Transformers: O Lado Oculto da Lua‘, foi lançado há três anos e teve uma abertura de US$ 97,9 milhões em seu primeiro fim de semana, em 2011. Mundialmente, o longa arrecadou impressionantes US$ 1,12 bilhão.

A estreia de ‘Transformers 4: A Era da Extinção’ no Brasil em 17 de julho.

O segundo lugar ficou com a estreia ‘Tammy‘, comédia dirigida, roteirizada e protagonizada por Melissa McCarthy. O longa arrecadou bons US$ 21,17 milhões em seu primeiro fim de semana, pagando o orçamento de US$ 20 milhões. McCarthy vive a personagem-título, uma mulher azarada que perdeu seu péssimo emprego em uma lanchonete, destruiu seu carro e descobriu que seu marido a tem traído com a vizinha. Embora esteja decidida a ir embora, Tammy está sem carro e sem dinheiro. Sua única escolha é chamar sua avó boca-suja e alcoólatra, Pearl (Susan Sarandon), e acompanhá-la na viagem que ela quer fazer para as Cataratas do Niágara. Não é o tipo de fuga que a mulher imaginava, mas pode ser exatamente o que ela precisa.

O terror sobrenatural ‘Livrai-nos do Mal‘ (Deliver Us From Evil) estreou na terceira posição, com medianos US$ 9,5 milhões. O oficial da polícia de Nova Iorque Ralph Sarchie (Eric Bana) está lutando contra sérios assuntos pessoais quando começa a investigar uma série de crimes perturbadores e inexplicáveis. Ele se alia a um padre não-convencional (Edgar Ramírez), treinado em rituais de exorcismo, para combater as possessões demoníacas assustadoras que estão aterrorizando a cidade.

A comédia de ação ‘Anjos Da Lei 2‘, estrelada por Channing Tatum e Jonah Hill, ficou em quarto lugar com US$ 9,4 milhões arrecadados em sua quarta semana em cartaz. No total, já são US$ 158 milhões nos EUA.

Na sequência, os investigadores Jenko (Channing Tatum) e Schmidt (Johah Hill) se infiltram em uma Universidade. Chris Miller e Phil Lord (‘Tá Chovendo Hambúrguer’) voltam a dirigir.

Como Treinar o Seu Dragão 2‘ ficou com a quinta posição e US$ 8,75 milhões arrecadados.

O empolgante segundo capítulo da épica trilogia ‘Como Treinar o Seu Dragão’ retorna ao mundo fantástico do heroico Viking Soluço e seu fiel dragão Banguela. A dupla inseparável precisa proteger a paz e salvar o futuro dos homens e dos dragões do ambicioso Drago.

Confira o TOP 10 das bilheterias norte-americanas:

1. Transformers 4 – A Era da Extinção – US$ 36,4 milhões
2. Tammy – US$ 21,17 milhões
3. Livrai-nos do Mal – US$ 9,5 milhões
4. Anjos da Lei 2- US$ 9,4 milhões
5. Como Treinar Seu Dragão 2 – US$8,75 milhões
6. Earth To Echo – US$ 8,25 milhões
7. Malévola – US$ 6,13 milhões
8. Jersey Boys – US$ 5,16 milhões
9. Think Like a Man Too – US$ 4,9 milhões
10. No Limite do Amanhã – US$ 3,64 milhões

Entrevista com o elenco de ‘Jogos Vorazes: A Esperança’ e ‘Transformers 4’

No Festival de Cinema de Cannes, na França, Jennifer Lawrence e o elenco de ‘Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1‘ adiantaram detalhes do filme novo.

Já a estreia mundial de ‘Transformers: A Era Da Extinção‘ aconteceu em Hong Kong, e conversamos com o astro do filme.

Assista:

Transformers 4: A Era da Extinção’ (Transformers: Age of Extinction) estreou nos cinemas norte-americanos dia 27 de Junho quebrando recordes, e chega aos cinemas nacionais dia 17 de julho. O longa tornou-se a maior abertura nas bilheterias norte-americanas deste ano, com US$ 100 milhões arrecadados em apenas três dias, batendo o recorde de ‘Capitão América: Soldado Invernal‘, que arrecadou US$ 95 milhões em sua estreia em Abril. Mundialmente, o longa fez impressionantes US$ 301 milhões.

Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1‘ sai em 21 de novembro de 2014 e terá première mundial no Brasil. ‘Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 2‘ encerra a franquia em 20 de novembro de 2015.

‘Abracadabra’ ganhará sequência [ATUALIZADO]

Há dois anos, havia rumores de que uma sequência do clássico da Sessão da Tarde ‘Abracadabra‘ (Hocus Pocus, 1993) estava à caminho.

Agora, o Tracking Board revelou que a atriz Tina Fey (‘Meninas Malvadas’) vai produzir o longa através de sua empresa Little Stranger para a Walt Disney.

[Atualizado] O Deadline revelou que Tina Fey realmente está desenvolvendo um novo filme sobre bruxas com a Disney, mas é ‘Abracadabra 2′. Com o título provisório ‘Projeto Bruxa‘, o longa terá Fey como protagonista do longa sobre bruxas e eventos sobrenaturais, no estilo ‘Caça-Fantasmas‘. Sendo assim, a sequência do clássico infantil não irá acontecer. Que tristeza.

Nenhum diretor foi anunciado para o projeto.

Ainda sem título, a sequência se passará anos após o primeiro filme, e gira em torno de uma dona de casa que tem uma estranha ligação com as irmãs Sanderson, as três bruxas do filme original. Ela precisará da ajuda das donas de casa da região e de um caçador de bruxas para salvar seus filhos, que ressuscitaram as irmãs na véspera do Halloween.

Não foi revelado se Bette Midler, Sarah Jessica Parker e Kathy Najimy retornam como as irmãs Winifred, Sarah e Mary.

Quem se lembra do clássico? Assista uma cena:

 

O Espelho

ENTRE ALTOS E BAIXOS, UMA OPÇÃO PARA QUEM ESTÁ COM SAUDADES DE UMA CASA MAL-ASSOMBRADA

 

O Espelho (Oculus) é um filme que, reunindo alguns elementos muito bem executados com outros mais genéricos, consegue o selo “bom filme de casa mal-assombrada.” Com ecos da história de Amityville, o diretor e roteirista Mike Flanagan construiu um filme que, mesmo sem renovar o terror, maneja bem as convenções do gênero.

Entre suas qualidades, está o roteiro. A narrativa é contada pelo ponto de vista dos irmãos Tim (Brenton Thwaites) e Kaylie Russell (Karen Gillan). Kaylie deseja provar que o irmão Tim matou seu pai por influência de um espelho, supostamente amaldiçoado. No começo do filme, vemos Tim saindo do sanatório judicial. Em pouco tempo, os dois estarão de volta à antiga casa da família; Kaylie deseja provar que o espelho é amaldiçoado, mas Tim prefere crer que tudo não passou de uma alucinação.

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Como tudo que sabemos sobre os fatos é pelo ponto de vista dos irmãos Russell, jamais temos absoluta certeza se a presença dos espíritos é real ou alucinação. Mesmo nos flashbacks, não é possível concluir se estamos diante de algo real. O próprio Tim, didaticamente, questiona a possibilidade de tudo não ter sido produzido pela cabeça deles.

O filme se estrutura para acompanharmos dois tempos, o presente com os irmãos Russell fazendo o experimento, e o passado, no qual acompanhamos a espiral de loucura na qual a família é envolvida. Essa alternância de tempo poderia reduzir o suspense. Contudo, através de uma montagem que promove transições harmônicas entre passado e presente, o diretor – que também foi o montador – potencializa o suspense durante praticamente toda a projeção.  E os desenho da produção, figurino e maquiagem ajudam a demarcar bem as diferenças entre passado e presente, impedindo que o espectador se perca na narrativa.

O único instante no qual a montagem trabalha contra o suspense é na parte final, quando passamos a ver passado e presente na mesma sequência, como quando a Kaylie adulta vê Tim criança. A ideia seria dissolver as diferenças entre os tempos e criar uma atmosfera de insanidade. Mas, como os artifícios da montagem e da direção chamam muita atenção para si, a tensão, ao invés de crescer, diminui.

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Os demais elementos técnicos não chegam a chamar atenção, mas não atrapalham o suspense. A fotografia e a música, por exemplo, seguem os padrões de filmes de terror. Aliás, em certos instantes, a música acaba sendo didática demais, quase ditando o que o espectador deve sentir. Tanto que alguns dos momentos de maior tensão são sem música. A concepção dos espíritos também é genérica, não chegando a surpreender.

Um ponto fraco são os atores Brenton Thwaites e Karen Gillan, respectivamente Tim e Kaylie Russell adultos. Brenton Thwaites é um sujeito quase sem expressão, com profunda dificuldade em diferenciar o medo da apatia. Mas, Karen Gillan é pior. No começo, ela pode enganar os desavisados, mas basta o primeiro grito para vermos suas limitações. Extremamente canastrona, ela não consegue transmitir a seriedade necessária para o filme. Em alguns momentos, quase põe a perder a cena, como quando explica ao irmão como será o experimento. Por outro lado, os atores que interpretam as versões infantis das personagens conseguem transmitir bem o medo e angustia da situação.

Com altos e baixos, O Espelho é um bom filme de terror, que pode agradar os fãs do gênero mais pela sua engenhosidade do que pelo medo que provoca. É possível que os aficionados, acostumados com as convenções do gênero pulem pouco da cadeira, mas o público mais geral deve sofrer mais nas poltronas da sala.

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‘Batman v Superman’: Diretor diz que filme será “espesso, denso e épico”

Em entrevista à revista USA Today, o diretor Zack Snyder (‘Homem de Aço’) falou sobre Batman v SupermanDawn of Justice‘ (Batman v Superman – Despertar da Justiça) .

Segundo ele, adicionar Bruce Wayne e seu alter ego na sequência de ‘Homem de Aço‘ foi o grande acerto da produção.

Eu estava com pressa para colocar Batman no filme. Parecia natural a forma como a nossa história foi se desenrolando para começar um caminho em que ele poderia entrar”, afirmou.

“Você pode falar tudo que quiser sobre outros filmes de super-heróis, mas é Batman e Superman, vamos ser honestos”, continua. “Eu não sei como pode ficar maior que isso”.

Snyder revelou que até o momento filmou poucas cenas com os astros Henry Cavill e Ben Affleck juntos, mas a química entre a dupla é bem legal.

O diretor também sabe que adicionar a super-heroína Mulher-Maravilha será um grande negócio. Ele diz que não filmou nenhuma cena com Gal Gadot como a princesa das Amazonas ainda, mas “ela está trabalhando para ficar com o forte físico da personagem”.

O diretor ainda revelou que Gotham City, a cidade corrupta e violenta das histórias do Batman, vai estar na mira do Homem de Aço.

Para encerrar, o diretor afirma que a sequência será mais “espessa, densa e épica que ‘Homem de Aço'”.

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‘Batman v Superman – Dawn of Justice’ ganha cartazes fantásticos

A estreia foi marcada para 6 de maio de 2016. O diretor Zack Snyder retorna. O roteiro será novamente de David S. Goyer, que assinou a trilogia ‘Batman’ e ‘O Homem de Aço’.

EXCLUSIVO: Cartaz do drama ‘Uma Lição de Vida’, baseado em fatos reais

O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, o cartaz nacional do drama ‘Uma Lição de Vida‘ (The First Grader).

A história baseada em fatos reais acompanha Mau Mau, um senhor de 84 anos que luta por seu direito de ir à escola pela primeira vez para obter a educação que ele nunca pode pagar. Situado em uma aldeia no Quênia, o filme conta a notável e edificante história do orgulhoso veterano, determinado a aproveitar sua última chance de aprender a ler e escrever – em uma classe com alunos de seis anos de idade.

Naomie Harris, Oliver Litondo, Tony Kgoroge, Alfred Munyua e Shoki Mokgapa estrelam.

Justin Chadwick (‘Mandela – O Caminho Para a Liberdade’) dirige.

A Europa Filmes lança ‘Uma Lição de Vida‘ nos cinemas em Agosto.

Confira:

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O Céu é de Verdade

(Heaven is for Real)

 

Elenco:

Greg Kinnear, Kelly Reilly, Thomas Haden Church, Connor Corum, Lane Styles, Margo Martindale, Jacob Vargas.

Direção: Randall Wallace

Gênero: Drama

Duração: 99 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 12 milhões

Estreia: 3 de Julho de 2014

Sinopse:

Baseado no livro homônimo, O Céu é de Verdade traz para as telas a história real de um pai de uma cidade pequena que precisa encontrar coragem e convicção para dividir com o mundo a extraordinária história de seu filho. O ator Greg Kinnear (indicado ao Oscar® e vencedor do Emmy® interpreta Todd Burpo e Kelly Reilly interpreta Sonja Burpo, o casal real cujo filho Colton (o estreante Connor Corum) afirma ter visitado o Céu durante uma experiência de quase morte. Colton conta os detalhes de sua jornada com a inocência de uma criança e fala com naturalidade sobre coisas que aconteceram com ele antes de seu nascimento… coisas que ele não poderia saber. Todd e sua família são então desafiados a examinar o significado deste evento notável.

 

Curiosidades:

» Baseado em fatos reais.

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

Não Aceitamos Devoluções

(No Se Aceptan Devoluciones)

 

Elenco:

Andrés Vázquez, Hugo Stiglitz, Eugenio Derbez, Leia Freitas, Ángela Moreno, Gilda Gentile, Nancy Taira.

Direção: Eugenio Derbez

Gênero:  Comédia

Duração: 115 min.

Distribuidora: California Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 3 de Julho de 2014

Sinopse:

Valentin sempre levou uma vida despreocupada no México, saindo com várias mulheres e alternando entre pequenos trabalhos. Um dia, uma mulher bate à sua porta e lhe deixa um bebê, dizendo ser sua filha. Apesar da surpresa inicial, Valentin se muda para os Estados Unidos e cria a pequena Maggie durante vários anos, tornando-se um homem responsável e encontrando um emprego fixo como dublê em filmes de ação. Seis anos mais tarde, a mãe de Maggie reaparece, com a intenção de levar a filha de volta com ela.

Curiosidades:

» —

 

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

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Causa e Efeito

(Causa e Efeito)

 

Elenco:

Matheus Prestes, Naruna Costa, Maurycio Madruga, Luiz Serra, Henrique Lisboa, Haroldo Serra, Felipe de Mônaco, Maritta Cury, Henri Pagnoncelli.

Direção: André Marouço

Gênero:  Drama

Duração: — min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 3 de Julho de 2014

Sinopse:

Paulo é um ex-policial que perdeu a esposa e o filho em um acidente de carro causado por um motorista alcoolizado. Agora, Paulo é um matador de aluguel em busca de justiça. Porém, quando recebe a proposta para matar uma garota de programa, importantes mudanças acontecem em sua vida.

Curiosidades:

» —

 

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

 

O Último Amor de Mr. Morgan

(Mr. Morgan’s Last Love)

 

Elenco:

Michael Caine, Clémence Poésy, Gillian Anderson, Jane Alexander.

Direção: Sandra Nettelbeck

Gênero: Comédia

Duração: 116 min.

Distribuidora: Tucumán Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 3 de Julho de 2014

Sinopse:

No dia em que a jovem Pauline lhe estendeu a mão para o ajudar a entrar em um ônibus, o viúvo inglês Matthew Morgan (Michael Caine) reencontrou a felicidade. Professor teimoso e de natureza ranzinza, ele repentinamente resgata sua curiosidade pela vida durante seus passeios em parques e viagens ao campo, sempre ao lado da bela Pauline. A nova relação renova em Matthew sua noção de família. Com isto, ele se reaproxima do filho Miles, que logo se sensibiliza com as mudanças visíveis no pai. Mas as consequências deste reencontro são imprevisíveis.

Curiosidades:

» —

 

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

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‘Batman v Superman’: Clark Kent como Superman em foto

Henry Cavill surge imponente como Superman na primeira imagem oficial do personagem em ‘Batman v SupermanDawn of Justice‘.

Confira:

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‘Batman v Superman – Dawn of Justice’ ganha cartazes fantásticos

A estreia foi marcada para 6 de maio de 2016. O diretor Zack Snyder retorna. O roteiro será novamente de David S. Goyer, que assinou a trilogia ‘Batman’ e ‘O Homem de Aço’.

Jeremy Irons (‘Dezesseis Luas’) viverá o mordomo Alfred. A atriz israelense Gal Gadot, conhecida por interpretar Gisele em ‘Velozes e Furiosos 4, 5 e 6‘, será a Mulher-Maravilha. Ela concorria ao papel com Olga Kurylenko (‘Oblivion’) e Elodie Yung (‘G.I. Joe: Retaliação’). Jesse Eisenberg (‘A Rede Social’) será Lex Luthor. O elenco contará com a volta dos principais astros de ‘O Homem de Aço’: Henry Cavill (Clark Kent), Amy Adams (Lois Lane), Laurence Fishburne (Perry White) e Diane Lane (Martha Kent). Ben Affleck será Bruce Wayne/Batman.

Holly Hunter (‘A Firma’) viverá Leslie Thompkins, que nos quadrinhos encontra na rua um garotinho chorando ao lado dos corpos de seus pais, que haviam sido assassinados por um marginal. O menino era Bruce Wayne. Ela cuida dos ferimentos do garoto enquanto ele está sob a tutela de Alfred Pennyworth. Apesar de discordar da vida de Wayne como Batman, a dra. Thompkins continua sendo uma das pouquíssimas pessoas em quem o herói confia. Ela o ajuda com os ferimentos pós-batalha.

O ator Ray Fisher foi contratado para interpretar o super-herói Ciborgue/Victor Stone, atleta que sofre um acidente e tem seu corpo reconstruído com partes cibernéticas, e acaba se tornando uma espécie de Robocop. Ele faz parte da Liga da Justiça, o que prova que a Warner planeja iniciar seu universo cinematográfico baseado na DC Comics, como a Marvel fez com ‘Os Vingadores’.

Christopher Nolan, que dirigiu os três filmes do Homem-Morcego e produziu o do Superman, assume o cargo de produtor executivo.

Muppets 2: Procurados e Amados

Um sucesso do passado pode fazer sucesso no presente? Chegou aos cinemas brasileiros na última quinta-feira (26.06) a sequência de Os Muppets – O filme, comédia infantil baseada no clássico programa de televisão de anos atrás. Dirigido por James Bobin e com Ricky Gervais e Ty Burrell no elenco, Muppets 2: Procurados e Amados é um tantinho de mais do mesmo misturado com comédia pastelão. Não se propõe a absolutamente nada, nem divertir.

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Na trama, voltamos a acompanhar os simpáticos Caco (também conhecido como Kermit), Pig, Gonzo e o restante da turma, agora com o objetivo de fazer uma turnê mundial. Para isso, acabam se juntando a Dominic (Ricky Gervais), um falso cara bonzinho, que na verdade é um criminoso perigoso. Assim, em maus lençóis, os amiguinhos precisarão reunir forças para combater os obstáculos.

O carisma dos Muppets rompeu gerações na televisão. No formato cinematográfico, nem tanto porque não conseguiu ser um filme divertido para os adultos também. Essa sequência é mais uma daquelas dispensáveis que não acrescentam em nada a toda nostalgia que os personagens conseguiram reviver ao longo desse tempo. O roteiro é chato e sem complemento para as sequências; é maçante e poucos risos vão ser escutados nas salas de cinema.

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A sorte do longa-metragem é que não há em cartaz tantos filmes infantis. Os papais e as mamães é que ficarão reféns dessa história. A tentação para assistir a esse filme será grande, já que ir ao cinema cada vez mais voltou a ser um programa de fim de semana de muitas famílias brasileiras. Para esses, vai uma dica: aluguem A Bela e a Fera, Alladin, O Rei Leão e passe para a criançada.

O Amor é um Crime Perfeito

A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai. Dirigido pela dupla Arnaud Larrieu e Jean-Marie Larrieu, o novo filme protagonizado pelo conhecido ator francês Mathieu Amalric, O Amor é um Crime Perfeito, é um thriller que às vezes chega a ser cômico, trazendo à luz de maneira nua e crua como o ser humano pode interagir com o incrível desejo da novidade. A necessidade dos diretores de mostrar as verdades dos personagens de maneira impactante geram sequências calientes com muitos corpos nus e uma cena emblemática, a La Adriane Galisteu, da atriz Karin Viard.

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Na trama, passada em uma região gelada na França atual, conhecemos Marc (Mathieu Amalric) um professor universitário de literatura, metido a Don Juan, que adora paquerar suas alunas. Sem largar o seu cigarrinho de mão, as curiosas brigas com sua irmã Marienne (Karin Viard), as perseguições de uma aluna que tem um pai mafioso e a implicância com um outro professor (Denis Podalydès), é envolvido no desaparecimento de sua mais brilhante aluna, Barbara (Marion Duval). Quando tudo caminha para o caos na vida de Marc, ele encontra o amor e o desejo de revigorar sua vida na madrasta dessa aluna desaparecida, Anna (Maïwenn).

 

O universo do personagem principal é muito bem detalhado na trama. Prestes a perder o emprego na Universidade que leciona, não para de se relacionar com diferentes mulheres, cada uma mais misteriosa que a outra. Além disso, possui um eterno sonambulismo inexplicável, fato que o faz não ter certeza de alguns de seus atos. Outra questão curiosa, é a relação bipolar e incestuosa que possui com sua irmã Marienne, explorada de maneira misteriosa pelo excelente roteiro.

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O Amor é um Crime Perfeito é um filme que te deixa com um leque de opções para entender os destinos dos personagens. Conforme as verdades, em meio a muitas mentiras, vão aparecendo, cada sequência se torna parte do ótimo clímax que acontece no desfecho da ótima história. Esse longa-metragem estreia nesta quinta-feira (03.07) aqui no Brasil e promete agradar a muitos cinéfilos.

O Último Amor de Mr. Morgan

O quão triste é perder alguém? Escrito e dirigido pela cineasta alemã Sandra Nettelbeck – que tirou leite de cabra da atriz Ashley Judd (Invasão à Casa Branca) no excelente filme Helen (2009) – O Último Amor de Mr. Morgan é um filme, vale dizer, sensível. Quem possui qualquer tipo de relação conturbada com seu pai terá suas estruturas abaladas. O vulnerável protagonista, interpretado brilhantemente pelo britânico Michael Caine (Truque de Mestre), guia o espectador pela força que as imaginárias lembranças de sua falecida esposa tem sobre ele. Assim, somos jogados em um mar dramático cheio de emoções a todo instante.

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Na trama conhecemos Matthew Morgan (Caine) um solitário vovô que vai se sentindo cada dia mais sozinho após a perda de sua adorável esposa. O ex-professor de filosofia da prestigiada Universidade de Princeton mora em Paris e parece fazer questão de não aprender o idioma local. Sua vida muda, passando a ter algum sentido, quando conhece a professora de dança Pauline (Clémence Poésy). Pauline tem as emoções a flor da pele – o que vira intimidação no primeiro momento para Mr. Morgan – mas ele acaba aceitando a relação de pai e filho que se estabelece, até a chegada dramática de seus dois filhos levando a um desfecho para lá de emocionante.

 

O filme, um pouco mais forte do que um copo de água com açucar, é o retrato de muitas relações familiares. Lindas paisagens, de uma França moderna e nublada, é o cenário escolhido da complexa relação que Mr. Morgan possui com o mundo, sem sentido, em que vive. Pauline acende uma chama de esperança mas a chegada do que restou de sua família acaba ganhando contornos dramáticos, já no meio do longa-metragem, o que só faz crescer a expectativa do público sobre como acabará essa história.

 

O longa-metragem (baseado em uma obra de Françoise Dorner) entra em um certo limbo quando um triângulo não definido é percebido pelo espectador. Porém, suas mensagens são muito bem aceitas pelo público que interage com risadas a muitas falas do protagonista em tal situação. Na segunda parte da história, a trama ganha mais contextos quando somos apresentados a família do personagem principal, principalmente pelos olhos de seu filho mais novo Miles (Justin Kirk). A relação pai x filho fica intensa a cada sequência, e os diálogos emocionados deixam o coração apertado que, na maioria dos espectadores que e identificam, se transformam em lágrimas compulsivas.

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O desfecho gera opiniões diversificadas, pois o personagem torna-se carismático aos olhos do público que torce para um final feliz. Qual o sentido de vida que o personagem busca? Qual o último amor de Mr. Morgan? As respostas podem surpreender você, afinal, poucas coisas são mais deprimentes do que cabides velhos.

O Grande Hotel Budapeste (2)

Existe valor para uma grande amizade? Para falar sobre a trivialidade dos sentimentos do ser humano, ninguém melhor que o cineasta, queridinho dos cinéfilos, Wes Anderson (Moonrise Kingdom). Seu mais novo trabalho, O Grande Hotel Budapeste, é uma incrível aventura percorrida através do real valor de uma amizade. Com uma atuação espetacular de Ralph Fiennes (com toda a pinta que vai ser indicado ao próximo Oscar), esse filme vai agradar a grande maioria do público. É uma obra que empolga o espectador, do início ao fim.

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Na trama, conhecemos o atual dono do famoso Grande Hotel Budapeste, um homem com um passado sofrido que por meio de flashbacks relembra toda sua história de aventuras inesquecíveis ao lado de seu grande amigo M. Gustave (Ralph Fiennes). Baseado em textos de Stefan Zweig, o roteiro adaptado assinado pelo próprio diretor é o paradoxo quebrado entre o muito bom e o muito bom ainda mais bom.

A trama, dividida em partes (a La Von trier), é recheada de elementos fascinantes. Depois de mais esse belo trabalho, não há mais dúvidas sobre a genialidade e originalidade de Wes Anderson que neste novo projeto, consegue executar com maestria todas suas brilhantes ideias em meio a planos incríveis. O mais impressionante nos trabalhos do diretor é que se você acha que seu modo de filmar é sempre igual, você se agarra aos personagens e fica tudo maravilhoso outra vez.

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Forçando um sotaque engraçado, andando de Bobsled, passando um perfume atrás do outro, o carismático M. Gustave rouba a cena graças a interpretação iluminada do sempre ótimo Ralph Fiennes. Inseguro, pobre e depois rico, o mais famoso funcionário do Grande Hotel Budapeste se joga em diálogos deliciosos que conquistam o público rapidamente. Em meio a um grande conjunto de rostos conhecidos pelo grande público (Willem Dafoe, Adrien Brody, Edward Norton, Bill Murray, Tilda Swinton, Jude Law, entre outros), Fiennes é a grande atração.

Com personagens excêntricos, situações inusitadas, uma fantasia disfarçada de ficção e muito bom humor, O Grande Hotel Budapeste é sem dúvidas um dos grandes filmes deste ano. Corram para os cinemas! Bravo!

 

O Céu é de Verdade (2)

O céu é uma esperança? Milagres, crenças, religiões e convincentes interpretações fazem parte do mais novo trabalho do diretor Randall Wallace (que dirigiu o agora longínquo O Homem da Máscara de Ferro (1998)), O Céu é de Verdade. Com estreia definida no circuito nacional já na próxima quinta-feira (03.07), o filme apresenta argumentos de todo os tipos para despertar e intensificar a fé que existe em nossos corações.

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Na trama, acompanhamos a história do Pastor Todd Burpo (interpretado de maneira inspirada pelo ótimo ator Greg Kinnear), um trabalhador, pai de família que ministra cultos em uma pequena igreja no interior dos Estados Unidos. Certo dia, após o seu filho ser operado e salvo na mesa de cirurgia, recebe confissões desse mesmo filho dizendo que foi no céu e voltou durante a cirurgia. Sem saber o que fazer, se acredita ou não nos relatos e revelações do filho, Todd embarca em uma viagem emocionante em busca da renovação de sua fé.

Um sonho? Percepção extrassensorial? Um milagre? Conforme vamos acompanhando essa peculiar história começamos a entender melhor como pensa o pai da criança. A certa altura do filme, o protagonista passa a questionar a sua fé e a dos outros. O medo de acreditar, o transforma e aos poucos somos testemunhas de que a verdadeira fé dele está no amor que sente por sua família. Quando o espectador foco nesse grande personagem, esquece de qualquer exagero hollywoodiano ou clichês que o filme volta e meia deixa escancarado na telona.

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O ponto central da trama é a saga do pastor. Ele quebra a perna, enfrenta um problema no rim, luta para manter saudável a saúde financeira da família e ainda perde o que tinha de mais valor dentro dele, sua fé. O personagem é muito bem exposto dentro da trama, só a atuação do Greg Kinnear vale o ingresso. Mas o longa-metragem, baseado no Best-seller homônimo que já vendeu mais de um milhão de cópias em todo o mundo, é muito mais que apenas uma excelente atuação, escancara em muitas sequências o poder do nosso acreditar. Mesmo não sabendo se o céu é de verdade, você precisa conhecer essa história.

O Céu é de Verdade

E o Merchandising de um grande produto do estúdio também

O cinema, além da arte, pode ser usado para variados fins. Durante a Segunda Guerra Mundial, por exemplo, existiam várias produções criadas como propaganda para motivar seus respectivos países durante o conflito. Na década de 1980 notou-se que os filmes poderiam ir além das salas de cinema, se transformando em todo tipo de mercadoria para ser vendida ao público que lotavam as exibições, em especial o cativo público jovem. Essa se tornou uma via de mão dupla: o público assistia ao filme e precisava ter todo o seu merchandising e vice-versa.

Eu cresci nessa época. Quando Batman (1989), de Tim Burton, dominou o mundo com uma das campanhas de marketing mais agressivas de que se tem notícia, numa era pré-internet e informatização. Isso tudo para dizer que o cinema também pode ser um veículo para a fé e a religião, não importando qual seja ela. Nos Estados Unidos, uma forte tendência, que tem feito sucesso, são os filmes cristãos. Somente este ano, filmes como O Filho de Deus (segundo lugar em seu fim de semana de estreia), Deus Não Está Morto (quarto lugar em seu fim de semana de estreia) e Mom´s Night Out emplacaram junto ao público.

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Agora chega este O Céu é de Verdade, lançado em meados de abril nos EUA e bancado por um grande estúdio (Sony). O filme apresenta uma história supostamente real, baseada no livro do próprio Pastor Todd Burpo. Interpretado por Greg Kinnear na versão para o cinema, o evangélico líder da Igreja Wesleyan na cidadezinha de Imperial, Nebraska, se desdobra como pode em variados empregos para sustentar a família na época da crise financeira. Até que um dia, sua fé é posta à prova quando seu filho de quatro anos é internado e precisa ser operado às pressas.

A operação ocorre bem, mas quando o pequeno Colton (Connor Corrum) é devolvido para a família, ele começa a enunciar os estranhos eventos que presenciou durante seu estado de transe. A princípio, suas divagações não são levadas a sério, somente para depois seus pais perceberem que o menino diz coisas que seriam impossíveis de ter conhecimento. Aos poucos, o protagonista e sua esposa, interpretada pela bela inglesa Kelly Reilly (em cartaz nos cinemas brasileiros com O Enigma Chinês), precisam renovar sua fé e lidar com o fato de que talvez seu filho mais novo tenha ido ao Paraíso e retornado para contar.

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O Céu é de Verdade se comporta como um telefilme, e não da forma como os filmes para a TV têm se apresentado atualmente. A obra promete se tornar sucesso em exibições diurnas na TV aberta. Não existe nada de louvável aqui, num aspecto técnico ou narrativo. Esse é um filme didático. Por outro lado, não existe nada muito ofensivo também, e não me refiro em termos de religiosidade. A paisagem da cidadezinha é bela e Imperial é mostrada como bucólica, o tipo de local que gostaríamos de passar o fim da vida.

Um dos aspectos mais curiosos dessa história diz respeito ao psicológico humano, que atinge principalmente a religião. Mostra que estamos dispostos a ter uma fé cega em algo que não compreendemos de verdade. E que a partir do momento em que isto se torna concreto e possivelmente não mais apenas uma ideologia, estamos dispostos a facilmente descartá-la como inconcebível. Fora isso, O Céu é de Verdade trata de cobrir não apenas sua faceta religiosa para a Sony, e em um dos chamados product placement (inserção de propaganda ou marketing indireto) mais descarados recentemente, garante que o público deste filme não deixe de conferir sua franquia mais rentável, o novo Homem-Aranha.

Sete Dias Sem Fim

(This Is Where I Leave You)

 

Elenco:

Rose Byrne, Abigail Spencer, Timothy Olyphant, Jason Bateman, Kathryn Hahn, Corey Stoll, Dax Shepard, Tina Fey, Connie Britton, Jane Fonda, Adam Driver, Ari Graynor, Ben Schwartz.

Direção: Shawn Levy

Gênero: Comédia

Duração: 103 min.

Distribuidora: Warner Bros.

Orçamento: US$ 10 milhões

Estreia: Sem previsão – 2015

Sinopse:

Quando seu pai morre, quatro irmãos, com as mágoas e cicatrizes causadas por suas respectivas vidas adultas, são forçados a retornar à sua casa de infância e viver sob o mesmo teto por uma semana, junto com sua mãe hiperativa e uma variedade de cônjuges, ex-namorados e afins. Ao confrontarem sua bagagem e os estados desgastados de seus relacionamentos entre as pessoas que mais os conhecem e amam, eles acabam por se reconectar de forma histérica e comovente em meio ao caos, humor, dor de cabeça e redenção que somente as famílias podem proporcionar – deixando-nos loucos, mesmo quando nos lembram do nosso verdadeiro e, quase sempre melhor, eu.

 

Curiosidades:

» Baseado no hilariante e comovente romance best-seller de Jonathan Tropper, o filme conta com um elenco estrelado, incluindo o vencedor do Globo de Ouro Jason Bateman (“Arrested Development”), a vencedora do Globo de Ouro e do Emmy Award Tina Fey (“30 Rock”), e a duas vezes vencedora do Oscar® Jane Fonda (“Klute, o Passado Condena”, “Amargo Regresso”). O longa é estrelado por Adam Driver (“Girls” da HBO), Rose Byrne (“Missão Madrinha de Casamento”, “X-Men: Primeira Classe”), Corey Stoll (“House of Cards”, “Meia Noite em Paris”), Kathryn Hahn (“Parks and Recreation” da NBC) e Jane Fonda.

» Shawn Levy (‘Uma Noite no Museu’) dirige.

 

Trailer:

Cartazes:

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Fotos: