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‘M3GAN 2.0’ se prepara para o combate em clipe inédito da SEQUÊNCIA; Confira!

O site IGN divulgou um clipe inédito da aguardada sequência ‘M3GAN 2.0‘.

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O longa chega nos cinemas nacionais no dia 27 de junho.

Dois anos após M3GAN, uma maravilha da inteligência artificial, sair do controle, iniciar uma matança (impecavelmente coreografada) e ser destruída, sua criadora Gemma (Allison Williams) tornou-se uma renomada autora e defensora da supervisão governamental da IA. Enquanto isso, sua sobrinha Cady (Violet McGraw), agora com 14 anos, transformou-se em uma adolescente que desafia as regras superprotetoras de Gemma. Sem que elas saibam, a tecnologia subjacente de M3GAN foi roubada e usada indevidamente por um poderoso contratante de defesa para criar uma arma de nível militar conhecida como Amelia (Ivanna Sakhno), a espiã infiltrada mais letal já concebida. Mas, à medida que a autoconsciência de Amelia cresce, seu interesse em seguir ordens humanas diminui — assim como sua vontade de tê-los por perto.

Com o futuro da humanidade em risco, Gemma percebe que a única solução é trazer M3GAN (Amie Donald, com voz de Jenna Davis na versão original) de volta e aprimorá-la para torná-la mais rápida, mais forte e ainda mais letal. E, quando seus caminhos se cruzam, a IA mais implacável do cinema encontrará sua maior rival.

Além de Allison Williams e Violet McGraw reprisando seus papéis do filme anterior, a continuação contará também com Timm Sharp (‘Percy Jackson e os Olimpianos’), Aristotle Athari (‘SNL’), Ivanna Sakhno (‘Ahsoka’) e Jemaine Clement (‘O Que Fazemos nas Sombras’).

Williams também entra como uma das produtoras da sequência, junto com Jason Blum (Blumhouse) e James Wan (Atomic Monster).

O diretor Gerard Johnstone também retorna.

‘Cavaleiro da Lua’: Roteirista revela que Marvel descartou vilão por causa do ‘Pantera Negra’

Jeremy Slater, um dos roteiristas responsáveis por ‘Cavaleiro da Lua’ da Marvel, compartilhou recentemente uma ideia para a aventura do herói que acabou sendo descartada.

Ele revelou que o vilão Bushman quase foi o antagonista principal, mas a sombra de outro personagem da Marvel impediu seus planos.

Durante uma entrevista ao ComicBook, Slater explicou: “Isso não aconteceu por causa da troca de equipe; foi algo que simplesmente não conseguimos resolver na sala de roteiristas, embora realmente tenhamos tentado fazer o Bushman funcionar como antagonista principal nos primeiros rascunhos. A ideia era que, se Marc Spector fosse o avatar de Khonshu, então faríamos do Bushman o avatar de outro deus egípcio, e deixaríamos os dois se enfrentarem”.

O principal obstáculo, segundo Slater, foi a comparação inevitável com um vilão icônico que havia acabado de ser lançado:

“O problema em que esbarrávamos constantemente era que ‘Pantera Negra’ tinha acabado de sair, e o Michael B. Jordan estava simplesmente incrível como Killmonger naquele filme — ele deixou uma sombra enorme. Como Bushman não tem superpoderes, sua habilidade está em ser um excelente mercenário. Ele é um grande lutador, letal com qualquer tipo de arma e tem um treinamento militar tático”, explicou.

“Ele é incrivelmente inteligente — mas tudo isso também descreve o Erik Killmonger. Esse era o problema: era como tentar fazer um filme sobre um grande alienígena roxo logo depois da estreia de Thanos. Killmonger projetava uma sombra tão grande que tudo o que escrevíamos acabava parecendo um pouco derivado. ‘Isso é legal, mas nos lembra de como aquele outro cara foi mais legal'”, acrescentou.

Apesar do desafio, a equipe de roteiristas tinha uma visão clara para o confronto entre ‘Cavaleiro da Lua’ e Bushman:

“Mas tínhamos uma trama bacana em que os dois iriam travar uma guerra embaixo de uma pirâmide, em várias câmaras funerárias antigas cheias de armadilhas, tentando se matar no escuro. Sempre achei que isso daria um episódio incrível. Acho que hoje em dia já daria para usar o Bushman, mas naquela época, estava tão recente a atuação do Michael B. Jordan que simplesmente não conseguimos nos desvencilhar da sombra dele. Por isso, acabamos mudando para outro vilão”, concluiu.

Lembrando que todos os episódios de ‘Cavaleiro da Lua’ estão disponíveis no catálogo da Disney+.

A série acompanha Steven Grant, um funcionário de uma loja de presentes, que é atormentado por apagões e memórias de outra vida. Steven descobre que tem transtorno dissociativo de identidade e compartilha um corpo com o mercenário Marc Spector. À medida que os inimigos de Steven/Marc se aproximam deles, eles devem navegar por suas identidades complexas enquanto mergulham em um mistério mortal entre os poderosos deuses do Egito.

Relembre o trailer:

O elenco também conta com Ethan Hawke (‘A Entidade’) e May Calamawy (‘Ramy’).

Aaron Moorhead e Justin Benson (‘Synchronic’) serão os diretores da série, a partir dos roteiros escritos por Jeremy Slate (‘Umbrella Academy’).

‘Echo Valley’: Sydney Sweeney revela que se sentiu mal após gravar cenas de discussão com Julianne Moore

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A estrela Sydney Sweeney falou recentemente sobre Echo Valley, o aguardado thriller que chegará em breve à Apple TV+, e sua experiência contracenando com Julianne Moore.

No filme, Moore interpreta a mãe da personagem de Sweeney, e as cenas de discussão entre as duas foram particularmente desafiadoras para a jovem atriz.

“Eu me senti muito mal. De verdade, porque eu sou muito agressiva. Muito mesmo”, explicou Sweeney, conforme a Variety. “É meio psicótico. Eles dizem ‘Ação!’ e eu já estou gritando e chorando. Aí gritam ‘Corta!’ e eu falo: ‘O que foi?’”.

Echo Valley, novo suspense estrelado pela vencedora do Oscar Julianne Moore (‘Para Sempre, Alice’) e pela indicada ao Emmy Sydney Sweeney (‘Imaculada’), chega este mês à Apple TV+.

O longa-metragem será lançado na plataforma de streaming no dia 13 de junho.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O filme é dirigido por Michael Pearce, com roteiro assinado por Brad Ingelsby.

Kate Garrett trabalha treinando cavalos em sua fazenda no sul da Pensilvânia enquanto lida com uma tragédia pessoal. Certa noite, sua filha Claire chega à sua porta coberta de sangue que não é dela, e Kate precisa entender o que está disposta a fazer para protegê-la.

Domhnall GleesonKyle MacLachlanFiona ShawEdmund DonovanRebecca Creskoff completam o elenco.

‘Como Treinar o Seu Dragão’ | Conheça a ‘Lenda do Dragão Quebra-Ossos’

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O live-action de Como Treinar o Seu Dragão chegou hoje (7) aos cinemas brasileiros em sessões especiais para atender os fãs mais ansiosos, apesar da data de estreia oficial ser 12 de junho. Com o lançamento do novo filme, é esperado que as produções anteriores voltem aos holofotes, já que é comum que as pessoas saiam das salas com vontade de reverem a trilogia que consagrou a saga na Cultura Pop.

Mas vale ressaltar que nem só dos três filmes originais a franquia sobreviveu nessa última década. Fora a trilogia, a saga foi construída com duas séries: Como Treinar o Seu Dragão – A Série (2012), que durou quatro temporadas, e Dragões: Corrida até o Limite (2015). Ambas dão prosseguimento aos eventos dos filmes, mostrando um pouco mais do dia a dia de Berk entre os longas, além de apresentarem outras espécies de dragões que integram a mitologia da saga.

Fora essas sagas regulares, que traziam arcos a serem desenvolvidos pelas temporadas, houve alguns especiais lançados separadamente ou como bônus de edições especiais de Home Video. E é sobre um desses curtas que falaremos hoje. Em A Lenda do Dragão Quebra-Ossos (2010), os vikings estão combatendo um incêndio misterioso, quando Bocão surge para dizer que sabe exatamente quem causou aquela confusão toda: o Rouba-Ossos, um dragão que pouquíssimos viram e viveram para contar a história, atribuindo a ele um status de lenda.

Só que Bocão foi um deles. Mais do que ter sobrevivido ao ataque, o ferreiro afirma que o dragão passou a caçá-lo desde então, e seria esse o motivo do incêndio. E por que a fera estaria atrás de Bocão? Segundo o próprio, o animal é conhecido por portar uma imponente armadura formada pelos ossos de suas vítimas. E o viking, durante seu confronto, teria roubado um dos ossos da armadura, fazendo com que o Rouba-Ossos procurasse o ferreiro em todos os cantos.

Inicialmente, Soluço e os outros vikings não acreditam em Bocão. Na verdade, eles encontram as cuecas do ferreiro perto da lareira e acreditam que a causa do incêndio teria sido justamente esse acidente das cuecas queimadas, o que constrangeria o Bocão. Porém, ele fica decidido a fazer com que os moradores de Berk acreditem em suas palavras e parte em uma jornada para encontrar o Rouba-Ossos e dar um fim a essa perseguição de anos.

Preocupado com o amigo, Soluço convence a molecada a viajar atrás de Bocão, que planeja atrair o dragão até seu barco com uma ovelha. Durante o caminho, ele conta para as crianças tudo sobre seus confrontos com o Rouba-Ossos e como ele era perigoso. O mais engraçado disso tudo é que essa espécie está descrita no Livro dos Dragões, que aparece no primeiro filme e foi escrito pelos relatos dos vikings que derrotaram esses animais. Ou seja, provavelmente foi uma página escrita pelo próprio Bocão.

Ao longo dos cerca de 15 minutos de duração, o curta-metragem mostra o grupo encontrando o dragão e travando uma luta, que eventualmente termina com o Bocão se resolvendo com o Rouba-Ossos. E como a proposta de Soluço é promover a paz entre as espécies, o curta termina com Bocão dando uma volta com o próprio Rouba-Ossos. Uma curiosidade é que essa história, que foi disponibilizada como um bônus do Blu-Ray de Como Treinar o Seu Dragão (2010) na versão americana, chegou ao Brasil apenas na edição de colecionador do DVD do filme. Era um DVD duplo, com um disco inteirinho dedicado a materiais especiais, como cenas deletadas, o curta e documentários. Por conta disso, é extremamente difícil de encontrá-lo em mídia física hoje em dia.

Ele também não está disponível nos streamings, mas existem canais no YouTube que disponibilizam o curta divididos em diferentes vídeos. Outro ponto curioso é que ele sofreu com um erro de tradução na versão nacional. O título chegou oficialmente como ‘A Lenda do Dragão Quebra-Ossos’, sendo que, no curta, o dragão é sempre mencionado como Rouba-Ossos.

É um curta bastante divertido e que traz um dos dragões mais legais da franquia. Ele teve uma repercussão bastante positiva, o que acabou chancelando a DreamWorks a fazer Como Treinar o Seu Dragão – A Série.

Como Treinar o Seu Dragão está em cartaz nos cinemas.

Crítica | ‘Sertão 2138’ – Sci-fi gravado no sertão joga um olhar atento para as questões climáticas e socioeconômicas [2a Edição – Festival de Cinema de Xerém]

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A introspecção de uma solidão. É tão bom assistirmos filmes brasileiros de ficção científica ganhando os holofotes e chegando com fortes mensagens para refletirmos sobre o nosso agora. Esse é o caso de Sertão 2138, uma engenhosa – e ao mesmo tempo simples – distopia gravada no sertão de Pernambuco que passando pela inspiração, a importância da referência, da pesquisa, chega até um olhar atento para as questões climáticas e socioeconômicas.

 

Neste sci-fi ambientado no sertão e dirigido por Deuilton Júnior, o futuro, a tecnologia e o conhecimento formam o tripé de uma narrativa que, embora careça de ritmo, propõe um debate através do olhar melancólico de uma protagonista em crise, às vésperas de uma fuga de um planeta adoecido.

Em um futuro não tão distante, uma brilhante pesquisadora desenvolve uma estação espacial fora da Terra — uma alternativa para um novo mundo, repleto de possibilidades, diante de um planeta que se tornou quase inabitável por múltiplas razões. Quando ela está indo pra lá, surge uma missão que a coloca em novos debates sobre a existência.

Criado na Universidade Federal de Pernambuco, por estudantes atentos aos assuntos do cotidiano de um planeta com muitas questões que precisam ser debatidas, em 19 minutos vemos o local (o sertão) como um forte elemento representativo, cheio de saídas para nosso pensar. Os conceitos imaginativos oriundos da ficção científica viram uma espécie de cereja do bolo que ilustra e convida o público para conversar sobre as nossas necessidades para o agora.

Selecionado para a 2ª Edição do Festival de Cinema de Xerém, esse curta-metragem nos leva até o encontro entre o empírico e o inesperado. Cheio de interpretações e cantinhos de reflexões ao longo de seu desenvolvimento, faz parte da galeria de obras audiovisuais que aplicam criatividade ao mostrar verdades.

‘Superman’: James Gunn compartilha atualização promissora sobre filme de estreia do novo DCU

O cineasta James Gunn trouxe uma notícia empolgante para os fãs da DC: o filme Superman, que marca o icônico início do novo DCU, está oficialmente finalizado.

O diretor e roteirista compartilhou a novidade em suas redes sociais, acompanhada de uma foto dos bastidores ao lado de membros do elenco do Planeta Diário.

“Nosso último efeito visual foi finalizado e inserido em #Superman, escreveu Gunn. “Agora estamos 100% prontos. Obrigado a todos os meus colaboradores! Foi uma alegria. E para todos vocês – mal posso esperar para que vejam o filme em 11 de julho”.

O filme ‘Superman’ tem lançamento previsto nos cinemas nacionais para 10 de julho de 2025.

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

‘John Wick’: Chad Stahelski fala sobre o aguardado quinto filme da franquia

Chad Stahelski, o visionário criador da aclamada franquia John Wick, falou recentemente sobre o futuro da saga e seus ambiciosos planos para o quinto filme, novamente estrelado por Keanu Reeves.

Questionado pela Variety sobre o início das filmagens, Stahelski respondeu: “Essa é uma boa pergunta. Ainda estamos trabalhando nisso. É tudo uma questão de tempo para a gente. Quando tudo parecer certo, quando conseguirmos visualizar o filme em nossas cabeças, soubermos os temas e o elenco que queremos, aí puxamos o gatilho”.

Em entrevista recente à revista Empire, Stahelski adiantou que o quinto filme será “muito diferente”, já que a história da Alta Cúpula (High Table), que guiou os quatro primeiros longas, chegou ao fim.

“A saga de John Wick foi bem encerrada”, explicou o diretor. “Então, a única forma de fazer um [quinto filme] é ter uma nova história envolvendo John Wick. Não será uma continuação da Alta Cúpula. John lidou com seu luto. Vai ser algo realmente diferente, e todo mundo vai ver o trailer e dizer: ‘Caralho… preciso ver isso.’”

Vale lembrar que ‘Bailarina’, o primeiro derivado da franquia ‘John Wick’, já está em cartaz nos cinemas nacionais.

Crítica | ‘Bailarina’ honra o legado de ‘John Wick’ e eterniza a versatilidade artística de Ana de Armas

Len Wiseman, de ‘Anjos da Noite‘; ‘O Vingador do Futuro‘, é responsável pela direção.

Ambientada após os eventos de ‘John Wick 3: Parabellum‘, a trama acompanha Eve Macarro, uma jovem assassina treinada pela organização Ruska Roma, que busca vingança pela morte de seu pai.

O elenco ainda conta com Anjelica Huston, Gabriel Byrne, Lance Reddick, Catalina Sandino Moreno e Norman Reedus, com participações de Ian McShane e Keanu Reeves.

Miley Cyrus revela que foi proibida de cantar as músicas de ‘Hannah Montana’ após deixar a Disney

Miley Cyrus, a artista que marcou uma geração como a protagonista de Hannah Montana, surpreendeu recentemente ao revelar um detalhe inusitado sobre sua carreira musical: ela foi proibida pela Disney de cantar as músicas da série após deixar a empresa.

“Depois que deixei a Disney, eu não tinha permissão para cantar nenhuma das músicas da Hannah Montana, disse Cyrus, conforme o Deadline. “Não que eu quisesse exatamente… quer dizer, cantar ‘The Best of Both Worlds’ entre ‘We Can’t Stop’ e ‘Wrecking Ball’ realmente não faria sentido”.

A cantora expressou sua frustração com a situação: “Mas ainda assim era triste saber que aquelas músicas tinham a minha voz, o meu rosto, e eu não podia cantá-las”.

No entanto, essa situação mudou em 2024, quando Cyrus foi homenageada como uma Lenda da Disney (Disney Legend).

“Depois de ser nomeada como uma Lenda da Disney, me deram permissão para cantar essas músicas no futuro, o que é bem legal”, concluiu a artista.

Hannah Montana’ está disponível no Disney+.

‘Ginny e Georgia’: 3ª temporada traz “acerto de contas” para Paul, diz Scott Porter

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Na nova temporada de ‘Ginny e Georgia‘, disponível na Netflix, o prefeito Paul Randolph (Scott Porter) se vê no olho do furacão — literalmente. Envolvido no julgamento por assassinato de sua esposa Georgia Miller (Brianne Howey), o personagem enfrenta o que o ator descreve como uma “temporada de acerto de contas”.

“Tenho repetido essa palavra várias vezes para definir a 3ª temporada: acerto de contas”, disse Porter em entrevista ao Deadline. “Muitos personagens ignoraram coisas que deveriam ter enfrentado, tomaram decisões impensadas, não buscaram ajuda quando precisavam. E agora, tudo isso cobra seu preço”.

No final da segunda temporada, Georgia revela parte de seu passado turbulento a Paul, incluindo o histórico de abusos com o ex-marido Gil. Mas, como Porter ressalta, ela ainda escondeu outras verdades — o que se torna central no novo arco dramático do casal.

“Paul precisa se proteger, tanto na relação quanto politicamente. Se sua parceira continua mentindo para você, em algum momento, é preciso se preservar”, afirmou o ator. “E se sua relação começa a prejudicar sua carreira, você tem que pensar em si”.

Descrito por Georgia como seu “cavaleiro de armadura brilhante”, Paul chega ao ponto de ruptura nesta temporada. Segundo Porter, seu personagem enfrenta um momento decisivo que testará sua integridade pessoal e profissional — e isso inclui até reflexões em uma cena significativa ao lado de Ginny (Antonia Gentry) durante uma corrida.

O ator, também conhecido por seu papel em ‘Friday Night Lights‘ e ‘Hart of Dixie‘, ainda comentou sobre o que pode estar reservado para Paul na já confirmada quarta temporada.

Fora das telas, Porter também se reuniu recentemente com seu grupo vocal VoicePlay para gravar uma versão de Until I Found You, de Stephen Sanchez — canção que embala a entrada de Georgia no casamento na 2ª temporada. O clipe foi lançado hoje no canal oficial do grupo no YouTube.

No novo ciclo, Georgia luta para provar sua inocência em um tumultuado julgamento que passa pelo escrutínio da mídia. Enquanto isso, Ginny tenta lidar com as consequências do crime cometido pela mãe, à medida em que enfrenta seus próprios traumas e encontra conforto em suas amigas.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 5 de junho.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 4ª temporada!

A série foi criada por Sarah Lampert.

Em busca de um recomeço, a adolescente Ginny e sua mãe Georgia se mudam para uma nova cidade. Mas será que o passado ficará para trás?

O elenco ainda conta com Diesel La Torraca, Jennifer Robertson, Felix Mallard, Sara Waisglass, Scott Porter, Paul Randolph, Raymond Ablack e Mason Temple.

‘Agatha Desde Sempre’: Sasheer Zamata fala sobre o futuro de Jennifer Kale

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A atriz Sasheer Zamata, que interpretou a bruxa Jennifer Kale em Agatha Desde Sempre’, compartilhou recentemente suas impressões sobre a série da Marvel. Ela abordou o futuro de sua personagem, a gravação de cenas emocionantes e sua profunda conexão pessoal com Jennifer.

Segundo a Variety, viver Jennifer Kale foi uma experiência transformadora para Zamata, que destacou novos aspectos de sua atuação.

“As cenas de ação foram algo que nunca tinha feito”, ela disse. “Nunca tinha voado daquele jeito antes. E, sinceramente, nunca chorei tanto num projeto, e isso é muito legal. Porque não é só chorar. É acessar um nível de profundidade com o qual acho que o público também consegue se conectar, e eu adoro isso. É por isso que eu atuo. Eu atuo para me conectar com o público. Comecei fazendo apresentações ao vivo e sentir aquela energia da plateia me alimenta também”.

Zamata recordou a última cena de sua personagem, em que Jennifer é vista voando em direção ao pôr do sol.

“Essa foi a última cena que gravei para a série e, olha, foram tantas emoções, tantas lágrimas. Foi tão bonito. O céu de verdade estava lindo, e poder fazer uma cena de ação como essa foi muito legal. Mas também foi uma representação do verdadeiro fim dessa jornada. Tipo, lá vai ela”, afirmou a atriz.

Sobre o destino da bruxa após os eventos da série, Zamata expressou otimismo quanto ao desejo da personagem de se reconectar com suas raízes.

“Sinto que o desejo da Jen de voltar às suas raízes é tão forte ao longo da série que você não consegue evitar de sentir isso”, ela comentou. “Ela ficou sem sua magia, sem contato com quem realmente é, por um século. Isso é muito difícil, e acho que muita gente quer ver uma vitória”.

A interpretação de Jennifer Kale também representou uma vitória pessoal para Zamata, que passou por uma transformação semelhante à de sua personagem.

“Honestamente, sinto que estou mais sintonizada com a natureza depois de interpretar a Jen”, ela disse. “Tipo, estou colocando mais as mãos na terra. Estou me conectando mais. Estou prensando flores. Uma das forças da Jen é usar o ambiente ao seu redor para criar magia, e eu realmente sinto que estou apreciando mais a magia que já existe na natureza e tentando usar isso mais na minha própria vida”.

Agatha Desde Sempre’ está disponível no Disney+.

A série foi criada por Jac Schaeffer.

A trama se passa três anos depois de WandaVision e acompanha Agatha Harkness (Kathryn Hahn) que, após ficar presa em um feitiço lançado por Wanda Maximoff/Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), consegue sair de sua prisão sem grades e retorna à realidade sedenta por vingança e pelo desejo de sair de Westview. Todavia, as coisas mudam quando Rio Vidal (Aubrey Plaza) aparece em sua casa e revela que inúmeros bruxos desejam matar Agatha em virtude de acontecimentos passados – o que coloca a protagonista em uma luta pela própria vida ao lado de um clã de companheiras.

O elenco também conta com Joe LockeSasheer ZamataAli AhnMaria DizziaPaul AdelsteinMiles Gutierrez-RileyOkwui OkpokwasiliDebra Jo Rupp e Patti LuPone.

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‘O Estúdio’: Martin Scorsese achou que sua cena estava errada, mas evitou dar pitaco

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Mesmo interpretando a si mesmo diante das câmeras, Martin Scorsese não conseguiu conter seu instinto de cineasta durante as gravações de ‘O Estúdio‘, nova série de comédia da Apple TV+ que estreou em março.

Em entrevista à revista People, os criadores da série, Evan Goldberg e Alex Gregory, relembraram o momento em que o premiado diretor participou do episódio piloto — e revelou, após a gravação, que achava que a cena não estava funcionando.

“Havia uma cena em que ele e a Charlize Theron sussurravam um para o outro, e levamos umas dez tomadas para acertar”, contou Goldberg, que também dirigiu o episódio. Depois que conseguimos, perguntei o que eles estavam sussurrando, e ele disse: ‘Eu sabia que vocês estavam fazendo isso errado, mas não quis ser um diretor de banco de trás, então fiquei quieto'”.

Apesar da demora para encontrar o tom certo da sequência, a atitude de Scorsese foi recebida com bom humor.

“A gente poderia ter usado aquele tempo, mas admiro o fato de ele não querer nos controlar”, brincou o criador.

Gregory completou dizendo que o set ficou em choque com a presença do lendário cineasta. “Todo mundo ficou impressionado que Martin Scorsese estava mesmo na série”.

Conhecido por obras como ‘Taxi Driver‘, ‘Os Bons Companheiros‘ e ‘Assassinos da Lua das Flores‘, Scorsese já fez aparições esporádicas como ator, mas sua performance em ‘O Estudio‘ surpreendeu até os criadores da série.

“Foi unânime: Martin Scorsese como ator foi inacreditável”, disse Goldberg. “A gente achava que ele ia cancelar. Era bom demais pra ser verdade. Mas ele apareceu. Ele é simplesmente o melhor”.

Criada por Evan Goldberg, Alex Gregory e Seth Rogen, ‘O Estudio‘ estreou na Apple TV+ em 26 de março. A trama gira em torno de Matt Remick (vivido por Rogen), o novo e despreparado CEO de um estúdio de cinema tradicional, que tenta conciliar as pressões artísticas e comerciais da indústria audiovisual.

Relembre o trailer:

Evan Goldberg e Seth Rogen assinam o roteiro e dirigem os episódios.

A trama acompanha um estúdio de cinema de Hollywood tentando sobreviver em um mundo em que a convivência entre arte e comércio se torna cada vez mais difícil.

Catherine O’HaraKathryn HahnIke BarinholtzChase Sui Wonders fazem parte do elenco. Bryan CranstonKeyla Monterroso MejiaDewayne Perkins farão participações especiais.

Este é a mais nova colaboração entre Rogen e a Apple TV+, que já trabalharam juntos na aclamada série ‘Platonic’.

‘Nimuendajú’: Longa brasileiro compete no Festival de Anecy com história sobre povos indígenas

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O Festival de Annecy, um dos principais eventos mundiais dedicados à animação, revelou sua seleção para a prestigiada seção Contrechamp, voltada a longas independentes de forte impacto autoral — e um dos destaques da edição deste ano é ‘Nimuendajú‘, estreia da diretora mineira Tania Anaya.

A produção brasileiro-peruana conta a história real de Curt “Nimuendajú” Unckel (1883–1945), etnólogo alemão que dedicou quatro décadas de sua vida ao convívio e à pesquisa com povos indígenas no Brasil.

Interpretado pelo ator alemão Peter Ketnath — que também atua como coprodutor do filme —, Curt Unckel foi batizado pelos Guarani em 1906 com o nome “Nimuendajú”, que significa “aquele que fez morada” na língua indígena. Autodidata e movido por uma paixão genuína pela cultura indígena, viveu alternando entre aldeias no interior e a cidade de Belém, onde registrava tudo o que observava.

“Quis falar sobre Curt Nimuendajú porque ele viveu entre dois mundos. Era um homem que abandonou o sobrenome europeu e adotou um nome indígena”, contou Tania Anaya à Variety. “Ele se reinventava a cada povo que conhecia, criando laços afetivos e aprendendo de maneira respeitosa”.

Nimuendajú documentou cerca de 50 povos indígenas brasileiros, deixando um legado que ainda hoje é referência nos estudos etnográficos. Segundo a diretora, o filme — que levou 13 anos para ser finalizado — também é uma oportunidade de jogar luz sobre as violências históricas e contemporâneas sofridas pelos povos originários, tema que atravessa a trajetória do personagem.

“Ele foi um dos primeiros ocidentais a denunciar as perseguições aos indígenas. A dedicação dele é inspiradora — e nos permite abordar essas questões urgentes sob uma nova perspectiva”, afirma Anaya.

Com distribuição internacional da brasileira O2 Play, ‘Nimuendajú‘ parte para Annecy com potencial de circular por outros festivais e estrear comercialmente ainda em 2025. O filme representa não apenas uma homenagem ao pesquisador, mas também uma ponte entre o cinema de animação e a luta pela preservação das culturas indígenas.

‘O Rei dos Reis’: Sucesso de público nos cinemas chega ao streaming; Saiba como assistir!

Após‬‭ conquistar‬‭ cerca‬‭ de‬‭ 450‬‭ mil‬ espectadores‬‭ nos‬‭ cinemas‬‭ brasileiros,‬‭ a‬‭ aclamada animação cristã‬‭ ‘O‬‭ Rei‬ dos‬‭ Reis‘‬‭ já‬‭ está‬‭ disponível‬‭ para‬‭ aluguel‬‭ e‬‭ compra‬‭ nas‬‭ plataformas‬
‭digitais. O longa pode ser encontrado na Amazon‬‭ Prime,‬‭ Apple‬‭ TV+,‬‭ YouTube‬‭ Filmes,‬‭ Google‬‭ TV,‬‭ Claro‬ TV+ e Vivo Play‬‭.‬‭

A chegada ao digital marca uma nova etapa para o longa. Lançado em 17 de abril, véspera do feriado da Páscoa, o longa conquistou o público com sua narrativa sensível e comovente, e se transformou em um fenômeno também nas redes sociais.

Os dois trailers oficiais já acumulam mais de 18 milhões de visualizações nos canais da Heaven Content, distribuidora responsável pelo lançamento em parceria com a 360 WayUp.

Vale lembrar que o longa abriu com US$ 19 milhões no território norte-americano, tornando-se a maior estreia para uma animação bíblica da história do cinema, superando o lançamento de ‘O Príncipe do Egito‘, da DreamWorks, que estreou há 27 anos.

Além disso, ‘O Rei dos Reis‘ recebeu nota A+ do público no CinemaScore, com 94% de aprovação no Screen Engine/Comscore PostTrak e 83% de recomendação definitiva entre o público regular.

Por meio de um comunicado oficial, Brandon Purdie, Chefe Global de Distribuição Cinematográfica e Desenvolvimento de Marca da Angel Studios, comemorou o marco e refletiu sobre o sucesso prematuro do longa:

“A Angel Guild escolhe os vencedores. O modelo da Angel é simples: ouça o que a nossa Angel Guild quer. A nota de ‘O Rei dos Reis‘ no CinemaScore diz tudo. O filme é um dos 128 a alcançar a nota A+ no CinemaScore, e apenas o quinto filme de animação a receber esse título que não é uma produção da Pixar/Disney. As famílias querem filmes de qualidade para assistir juntas nos cinemas. Este fim de semana simplesmente reflete o que o público está desejando”.

O filme já superou os números iniciais de sucessos comoSom da Liberdade e His Only Son, conforme informações divulgadas pelo Deadline.

A produção é inspirada na obra do famoso escritor Charles Dickens (“Um Conto de Natal” e “Oliver Twist“), intituladaA Vida de Nosso Senhor”, escrita entre 1846 e 1849. O conto retrata a vida de Jesus, seus desafios e tribulações, e seus relacionamentos com amigos e inimigos.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O longa é dirigido Seong-ho “Jay” Jang, um pioneiro em efeitos visuais na Coreia, com produção de Anfernee Kim (‘Os Últimos Cavaleiros’).

O roteiro foi escrito por Jang em parceria com Rob Edwards (‘A Princesa e o Sapo’).

Além de Isaac, o filme conta com um elenco de estrelas de peso, incluindo Forest Whitaker (‘O Último Rei da Escócia’) como o apóstolo Pedro, Kenneth Branagh (‘Morte no Nilo’), Roman Griffin Davis (‘Jojo Rabbit’) e Uma Thurman (‘Kill Bill’).

A trama acompanha Charles e Walter Dickens, dublados por Branagh e Davis, respectivamente. Pai e filho embarcam em uma jornada épica enquanto o pai envolve a imaginação do filho com a fascinante história de Jesus.

‘Euphoria’: Sydney Sweeney afirma que Cassie está “ainda mais louca” na 3ª temporada

A atriz Sydney Sweeney, conhecida por seu papel como Cassie Howard em Euphoria, revelou detalhes sobre o futuro conturbado de sua personagem na aguardada terceira temporada da série.

Conforme a Variety, durante sua participação no programa The Tonight Show Starring Jimmy Fallon na última quinta-feira, Sweeney foi questionada pelo apresentador sobre como foi revisitar Cassie e o universo de Euphoria após uma espera de três anos.

“Cassie é louca”, disse Sweeney de forma direta, arrancando risadas da plateia.

Quando Fallon perguntou se a personagem “ainda é” louca, Sweeney respondeu enfaticamente: “Ah, ela está ainda pior”.

Em um momento divertido da entrevista, Fallon mostrou uma foto vazada do set em que Sweeney aparece usando um vestido de noiva. Ao ser questionada se Cassie realmente vai se casar, a atriz manteve o mistério: “Hum… não posso confirmar nem negar”, e acrescentou, em tom de brincadeira: “Vai saber, pode ser IA!”.

“Não, não pode”, brincou Fallon, dissipando a possibilidade de inteligência artificial.

A nova temporada, com oito episódios, tem estreia prevista para 2026.

O próximo ciclo contará com o retorno de Zendaya, Hunter Schafer, Eric Dane, Jacob Elordi, Sydney Sweeney, Alexa Demie e Maude Apatow, além da participação especial de Colman DomingoRosalía.

Os novatos Toby Wallace, Rosalía, Marshawn Lynch, Kadeem Hardison, Darrell Britt-Gibson, Priscilla Delgado, James Landry Hébert e Anna Van Patten também foram confirmados na produção.

Criada por Sam Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.

A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma garota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa.

‘Cavaleiro da Lua’: Roteirista fala sobre incertezas da 2ª temporada e mudanças criativas na série

Jeremy Slater, um dos roteiristas responsáveis pela série ‘Cavaleiro da Lua’ da Marvel, falou recentemente sobre uma possível segunda temporada da produção e revelou detalhes sobre o processo de criação da série.

Questionado em entrevista ao ComicBook sobre a continuidade de ‘Cavaleiro da Lua’, Slater admitiu que não tem informações concretas:

“Oh, Deus, eu não tenho ideia. Se o fizermos, provavelmente não estaria envolvido”, afirmou o roteirista. “Se houver outro Cavaleiro da Lua, a bola está na quadra de Kevin Feige e Oscar Isaac. Não sei os detalhes do contrato deles. Uma vez que Kevin descubra a melhor maneira de usar esse personagem, qual é a história certa e quem são os contadores de histórias certos para dar vida a isso, eu ficaria chocado se não o víssemos novamente em algum momento. Mas, isso sou eu especulando como fã. Eu não tenho conhecimento interno. Eu não falo com ninguém da Marvel há alguns anos”.

Slater também compartilhou que teve ideias para o herói que não foram totalmente realizadas na série finalizada. Ele explicou as mudanças no processo de criação:

“O show finalizado é muito diferente do show inicial que escrevi. Havia um pouco que eu e minha equipe de escritores imaginamos e tentamos trazer à vida. No final das contas, eles seguiram uma direção diferente e o diretor montou sua própria equipe de roteiristas. Eles fizeram o show que queriam fazer e eu já estava muito longe do projeto naquele momento”, explicou.

O roteirista reconheceu a natureza colaborativa de projetos tão grandes: “Então, sim, definitivamente havia histórias que eu queria contar, mas essa é a natureza de colaborar nessas grandes coisas. Você sabe quando está entrando para brincar em uma caixa de areia tão grande que não será a visão criativa e motriz. Você está pegando emprestado os brinquedos de outra pessoa para brincar por um curto período de tempo e, no final do dia, eles não pertencem a você. Você sabe disso, então não foi uma surpresa, mas acho que minha versão do Cavaleiro da Lua certamente teria sido diferente, mas não sei se teria sido melhor ou pior. Não sei se os fãs teriam gostado mais ou menos. É uma daquelas hipóteses que nunca vai existir”.

Lembrando que todos os episódios de ‘Cavaleiro da Lua’ estão disponíveis no catálogo da Disney+.

A série acompanha Steven Grant, um funcionário de uma loja de presentes, que é atormentado por apagões e memórias de outra vida. Steven descobre que tem transtorno dissociativo de identidade e compartilha um corpo com o mercenário Marc Spector. À medida que os inimigos de Steven/Marc se aproximam deles, eles devem navegar por suas identidades complexas enquanto mergulham em um mistério mortal entre os poderosos deuses do Egito.

Relembre o trailer:

O elenco também conta com Ethan Hawke (‘A Entidade’) e May Calamawy (‘Ramy’).

Aaron Moorhead e Justin Benson (‘Synchronic’) serão os diretores da série, a partir dos roteiros escritos por Jeremy Slate (‘Umbrella Academy’).

‘Quarteto Fantástico’: Roteirista revela os motivos por trás do fracasso do filme de 2015

O roteirista Jeremy Slater, responsável pelo polêmico remake de Quarteto Fantástico de 2015, que acabou sendo um fracasso de crítica e público, recentemente se manifestou sobre o longa.

Em uma entrevista ao ComicBook, Slater detalhou o que, em sua visão, motivou o insucesso do filme: conflitos de visão com o cineasta Josh Trank e um orçamento limitado.

Slater revelou que sua maior inspiração para o tom de Quarteto Fantástico foi o sucesso da Marvel Studios: “Sinceramente, minha maior referência de tom foi Os Vingadores. Tinha acabado de sair, naquele mesmo verão ou no verão anterior. Eu amei”.

“Achei que o Joss Whedon fez o impossível naquele filme, equilibrando todos aqueles tons. Ainda me lembro, no cinema, da primeira vez que o Thor girou o martelo e o usou para se lançar ao céu. Era só um gag de fundo e eu soltei um gritinho incontrolável. Era algo da minha infância que eu nunca pensei que veria em live-action”, acrescentou.

No entanto, Trank não compartilhava da mesma visão, preferindo se inspirar em filmes de super-herói mais sombrios para desenvolver o projeto.

“No fim das contas, esse foi o verdadeiro ponto de desconexão”, explicou Slater. “Provavelmente, eu e o Josh estávamos fazendo filmes diferentes em nossas cabeças. Eu era mais do tipo Vingadores, e — não quero colocar palavras na boca dele — mas ele era mais do tipo Batman Begins, com algo ultra-realista, sombrio e intenso. O lado mais ‘quadrinístico’ de algo como Os Vingadores, que eu absorvia e amava desde criança, ele não tinha as mesmas referências, então aquele tipo de filme não funcionava para ele como funcionava para mim”.

Além do conflito criativo, Slater revelou que o orçamento estava “sempre encolhendo”, o que limitou bastante as possibilidades da equipe durante a produção.

Sobre o novo filme da Primeira Família da Marvel, Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’, Slater demonstra total apoio.

“Gosto do fato de que estão apostando alto criativamente”, disse Slater. “Estão contando uma história multiversal, com um mundo diferente e um conjunto diferente de heróis. Parece que eles vão colocá-los em colisão com o nosso Universo Cinematográfico Marvel. Acho essa abordagem muito inteligente. E acho que eles estão acertando com o Galactus”.

O filme tem estreia marcada para o dia 25 de julho de 2025, marcando o início da Fase 6 do MCU.

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Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

O longa é dirigido por Matt Shakman.

‘Phineas e Ferb’: Revival conquista 100% de aprovação no Rotten Tomatoes; confira as críticas!

O revival de Phineas e Ferb já está disponível no Disney+, e a produção, que funciona como uma quinta temporada da amada animação, fez uma estreia excelente no Rotten Tomatoes, conquistando 100% de aprovação com base em 8 análises.

A nova temporada mantém a tradição da série, que tem mantido avaliação perfeita de 100% ao longo dos anos.

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“É um alívio ter de volta em nossas vidas algo tão engraçado, otimista, alegre e criativo como Phineas e Ferb, agindo como se mal tivesse passado tempo algum”, disse Alan Sepinwall do Rolling Stone.

“Mesmo com o intervalo de dez anos entre as temporadas, a 5ª temporada de Phineas e Ferb não perde o ritmo, e isso não é apenas uma referência às músicas incrivelmente cativantes da série”, disse Aidan Kelley do Collider.

“A 5ª temporada honra o formato original da série do Disney Channel, incorporando toques de novos e excêntricos elementos, tornando-a divertida tanto para os fãs antigos quanto para os novos”, disse Chris Gallardo do Tell-Tale TV.

Phineas e Ferb retorna tão bom quanto sempre foi e começa novas tramas para Phineas, Ferb, Candace e o restante de Danville”, disse Abigail Stevens do Screen Rant.

“Talvez o elemento mais revigorante do novo Phineas e Ferb seja o fato de ser, sem vergonha alguma, exatamente aquilo que sempre foi”, disse Callie Hanna do FandomWire.

“É tão divertido e criativo quanto sempre foi”, disse Joel Keller do Decider.

“Felizmente, o retorno da série prova que, embora nós tenhamos envelhecido, ela não envelheceu nem um pouco”, disse Chase Hutchinson do Seattle Times.

“O retorno perfeito a esse universo para os fãs, que faz parecer que nunca deixamos para trás nosso verão favorito”, disse Tessa Smith do Mama’s Geeky.

Ao todo, serão 40 episódios inéditos, que serão lançados gradualmente na plataforma de streaming.

“A nova temporada de Phineas e Ferb seguirá os inventivos meio-irmãos enquanto eles enfrentam mais 104 dias de verão. Candace está mais determinada do que nunca a finalmente pegar seus irmãos mais novos, enquanto seu ornitorrinco de estimação, Perry, continua levando uma vida dupla como o elegante Agente P, cuja única missão é impedir que o Dr. Doofenshmirtz domine a área Tri-State”, diz a sinopse.

Vincent Martella (Phineas) e David Errigo Jr. (Ferb) retornarão para reprisar seus papéis nesse revival, e eles não estarão sozinhos. Ashley Tisdale dublará Candace mais uma vez, enquanto Dee Bradley Baker dará voz ao nosso querido Perry, o Ornitorrinco. E, claro, Dan Povenmire retornará para dar vida ao icônico Dr. Doofenshmirtz.

Olivia Olson também se juntará à equipe, escrevendo e interpretando Vanessa Doofenshmirtz.

 

Cartaz de Phineas e Ferb no palco, nova temporada.

Crítica | ‘A Caverna’ – Uma relação fragmentada entre mãe e filha com toques alegóricos certeiros [2a Edição – Festival de Cinema de Xerém]

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Conseguindo o efeito de uma poderosa bomba criativa que chega na raiz dos seus conflitos de forma acachapante, o filme A Caverna apresenta, de forma contundente, um recorte de uma relação intensa entre mãe e filha. A narrativa, com seus toques alegóricos certeiros, se liberta no denso terreno das emoções, formando uma experiência envolvente que facilmente fisga o olhar de quem enxerga algo próximo de alguma realidade.

Exibido na Mostra Competitiva de Curtas Nacionais da 2ª Edição do Festival de Xerém, esse interessante projeto parte do princípio de que tudo em cena importa, utilizando muitas vezes de um incomodar para chamar a atenção do público. Associado a isso, logo o temporal que se cruza, busca nas infinidades do cinema uma porta de entrada para o ‘fora da caixa’.

Mãe e filha se veem em momentos distantes, com a segunda prestes a sair da casa onde sempre morou e descobrir o mundo que se apresenta através do seu olhar como artista. Nesse conflito, que também tem lampejos do forte amor desse laço eterno, ambas buscam soluções para a relação já fragmentada por cuidados em excesso. Num lugar figurativo, cheio de possibilidades de entendimento – uma caverna – se torna o espaço onde soluções podem ou não serem alcançadas.

Um dilema aliado ao discurso – o ficar ou abandonar – guiados por duas inspiradas artistas em cena (Patrícia Saravy e Natália Garcia), se mostra uma base importante para pensarmos sobre a sociedade e os obstáculos na interrelação. Associado a isso, trazendo um olhar para o real através de um assunto que não se mostra completamente, a Síndrome do Pânico, vamos percorrendo embates fervorosos.

Escrito e dirigido por Louise Fiedler, esse curta-metragem dá margens para interpretações sem perder um ponto fixo onde seu desabrochar acontece.

 

‘Demolidor: Renascido’: Criadores justificam violência extrema do Justiceiro; “É para causar desconforto”

O episódio final da primeira temporada de Demolidor: Renascido’ chocou os espectadores com cenas de violência brutal, especialmente as envolvendo o Justiceiro de Jon Bernthal. Agora, os cineastas por trás da série se manifestaram, defendendo o uso da violência extrema e detalhando as escolhas criativas que diferenciaram os dois vigilantes.

Na trama, o Justiceiro ajuda o Demolidor a escapar da força anti vigilante comandada pelo Rei do Crime.

O diretor Aaron Moorhead explicou à Variety que a relação entre os personagens é complexa: “Você pode chamar de uma parceria, mas vai notar que eles não estão realmente trabalhando em equipe, porque há um problema filosófico entre eles.”

O diretor de ação e coordenador de dublês, Philip Silvera, destacou como os movimentos de câmera realçaram as diferenças:

“A linguagem da câmera para o Jon [Bernthal] era câmera na mão e em câmera lenta, e para o Charlie [Cox] eles queriam algo mais estável e em velocidade normal, então tivemos um contraste ótimo”, destacou Silvera: “Brincamos com a forma como cada um interage. O personagem do Jon, o Justiceiro, não tem medo de matar. O personagem do Charlie não tem medo de salvar pessoas ferindo gravemente seus inimigos. Isso vem da gravidade da situação e do que ele faria naquele momento. Se está interrogando alguém, é uma coisa. Mas se alguém tenta machucar alguém que ele ama e ele entra nesse estado de fúria, é algo bem diferente”.

Charlie Cox, que interpreta o Demolidor, comparou os vigilantes a uma franquia esportiva: “Se você pensar neles como uma franquia esportiva, eles estão no mesmo time, mas têm ideias completamente opostas sobre como alcançar o sucesso”.

Apesar da brutalidade do Justiceiro, o diretor Justin Benson elogiou a coreografia do Demolidor, mesmo que menos letal.

“Apesar de estarmos discutindo essa filosofia de matar ou não matar, isso não significa que uma luta vai ser legal e a outra não”, ele disse. “Essas foram algumas das lutas mais incríveis que já vi o Demolidor fazer. É divertido de assistir. Ainda parece humano, ainda parece realista, mas ele está muito mais agressivo com aquele bastão e o cabo de aço. É muito bom vê-lo lutando assim”.

A trilha sonora também teve um papel crucial em sublinhar a grande diferença entre os dois vigilantes. Moorhead explicou que a intenção não era glorificar a violência: “Assistir à violência não é para ser algo divertido, é para fazer você se sentir um pouco mal. E o mesmo vale para a música. A música não é heróica, parece que tem algo errado acontecendo ali”.

Ele acrescentou que a perspectiva do Demolidor guia a cena: “E isso porque a alma da cena está na perspectiva do Demolidor, que é: ‘O que ele (o Justiceiro) está fazendo é errado.’ Ele passa pela cena de uma forma que o faz se sentir confortável, que é usando um cano de ferro gigante para mandar pessoas para o hospital por toda a vida, mas sem matá-las. E sua coreografia é um pouco menos brutal, um pouco mais… Não quero dizer ‘dançante’, como se chama isso? É como se ele visse um caminho através de todos”.

Demolidor Renascido’ esta disponível no Disney+

 

Na trama, Matt Murdock, um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.

A produção conta com o retorno de Charlie Cox no papel do herói titular. Ele já havia sido introduzido ao MCU no filme ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ e na série ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘.

O elenco conta com o retorno de Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk), Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário).

Lembrando que a 2ª temporada contará com Matthew Lillard e com o retorno de Krysten Ritter como Jessica Jones.

‘American Love Story’: Grace Gummer, Sydney Lemmon e Alessandro Nivola entram para a nova antologia de Ryan Murphy

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A nova série antológica de Ryan Murphy, ‘American Love Story‘, acaba de reforçar seu elenco com nomes de peso. Segundo informações do Deadline, Grace Gummer, Sydney Lemmon e Alessandro Nivola foram escalados para a produção desenvolvida em parceria com a FX e a 20th Television.

Na trama, Grace Gummer (American Horror Story‘) terá um papel fixo como Caroline Kennedy. Sydney Lemmon (‘Succession‘) participará de forma recorrente como Lauren Bessette. Alessandro Nivola (‘O Brutalista‘) também entra com papel recorrente, dando vida ao estilista Calvin Klein.

Eles se juntam à Sarah Pidgeon no papel de Carolyn Bessette, Paul Kelly como John F. Kennedy Jr. e Naomi Watts interpretando Jacqueline Kennedy Onassis, mãe de JFK Jr.

American Love Story‘ é o mais novo derivado do universo de ‘American Crime Story‘, também criado por Murphy. A proposta é apresentar, em formato antológico, histórias de amor reais que comoveram o público e repercutiram na mídia mundial.

A primeira temporada será centrada no relacionamento entre John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette, um dos casais mais icônicos e trágicos dos anos 1990.

Filho homem mais velho do presidente John F. Kennedy e Jacqueline Bouvier Kennedy, JFK Jr. morreu em 16 de julho de 1999, em um acidade de avião. A pequena aeronave que ele pilotava caiu no Oceano Atlântico, a cerca de 12 km da ilha Martha’s Vineyard, em Massachusetts. Ele estava acompanhado de sua esposa, Carolyn, e de sua cunhada, Lauren, que também morreram na ocasião.

John-John, como era chamado pelos mais próximos, era dono de um carisma enigmático e cativante e tinha apenas 38 anos.

O diretor Max Winkler comandará o episódio piloto. Ele é um colaborador de longa data de Murphy, tendo dirigido e produzido a série de terror ‘Grotesquerie’, múltiplos episódios de American Horror Story e de ‘Feud’. Seus outros créditos incluem ‘Brooklyn Nine-Nine’‘New Girl’‘Espíritos da Escola’.

Confira a sinopse oficial da 1ª temporada:

“O que começou como uma bela união de um jovem casal, amplamente considerado como a realeza americana, acabou se desgastando sob o estresse da microscópica e implacável perseguição dos tabloides. As pressões de suas carreiras e rumores de discórdia familiar terminaram com suas trágicas mortes, quando seu avião particular caiu no oceano em uma nebulosa noite de verão na costa de Massachusetts”.

Murphy, Brad Falchuck, Nina Jacobson e Brad Simpson entram como produtores executivos.

A série faz parte do robusto portfólio de Ryan Murphy no FX e sucede sucessos como ‘The People v. O.J. Simpson’ e ‘The Assassination of Gianni Versace‘.

A nova série ainda não tem data oficial de estreia.