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Dica | Dobradinha de musicais que vão agradar até quem não gosta de musicais

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De 2016 para cá, a quantidade de musicais lançados nos cinemas parece ter crescido bastante, após uma década de pouco prestígio deste gênero ante o grande público. O sucesso de longas como La La Land – Cantando Estações (2016) e Nasce Uma Estrela (2018) foi importante para mostrar a uma nova geração que é possível contar boas histórias sem necessariamente seguir aquele formato clássico.

E o mais interessante é que essa ‘retomada’ trouxe espaço para todas as formas de musicais, fazendo dele um gênero bastante popular novamente. Dentro deste cenário, um nome bastante inesperado surgiu com um estilo próprio muito intenso. O australiano Michael Gracey surgiu de forma avassaladora com um dos musicais hollywoodianos mais amados dos últimos anos, e viveu uma grande frustração ano passado. Seu estilo é marcado por fazer biografias musicais carregadas de emoção, cortes dinâmicos e frustrações. Seus protagonistas vivem verdadeiras montanhas-russas emocionais, indo do sucesso à lama em um estalar de dedos – e vice-versa.

Sua escolha por protagonistas polêmicos e tramas aventurescas, embaladas por trilhas extremamente marcantes atraiu públicos diferentes e ele acabou ganhando o título de diretor de ‘musicais para quem não gosta de musicais’, o que é exagerado, mas certamente traz um ponto. Seu talento para dialogar com diferentes tipos de público acaba fazendo de seus filmes “portas de entrada” para outros musicais.

Seu primeiro grande filme é o já clássico O Rei do Show. Lançado em 2017, o filme aproveita o talento musical de Hugh Jackman e um elenco que mistura astros do falecido Disney Channel com as peças da Broadway, o longa é uma adaptação biográfica do controverso P.T. Barnum, um empresário do entretenimento norte-americano que é considerado o responsável por moldar o circo como o conhecemos.

O longa sofreu críticas desde o começo por suas escolhas criativas. A vida real de P.T. Barnum foi marcada por polêmicas, como exploração de portadores de deficiência e propaganda enganosa, já que seus primeiros shows de entretenimento vendiam fraudes como se fossem atrações verdadeiras. Ele prometia encantar crianças e adultos com sereias, lobisomens, homens-macacos, mulheres barbadas e gigantes, sendo que eram apenas pessoas comuns fantasiadas ou com deficiências, como o famoso Tom Thumb, que era apenas um homem com nanismo. Ainda assim, ele conseguiu feitos incríveis na vida, principalmente depois de entrar para a vida política.

Outra escolha questionada na época foi a de Hugh Jackman para o papel principal. Afinal, Barnum era um homem calvo, narigudo, barrigudo e baixinho, nada a ver com Hugh, que é um dos grandes galãs de Hollywood. Mas é garantido que absolutamente todas essas desconfianças e polêmicas desaparecem nos primeiros segundos de filme, quando o picadeiro começa a ritmar The Greatest Show, uma das mais espetaculares canções desta trilha sonora original composta para o longa. É de arrepiar!

E o carisma de Jackman é simplesmente arrebatador. Ele te conquista desde a primeira aparição, mesmo deixando claro que o rapaz é um picareta de marca maior. Suas vigarices se mesclam com a vontade de dar uma vida melhor para a família, mesmo que isso signifique atropelar quem passar pela frente. Paralelamente a isso, conforme ele vai montando seu espetáculo circense, os personagens que entram em sua vida trazem novos dramas e se libertam de uma existência marcada por frustrações e preconceitos.

E justamente neste ponto que o público geral se encantou. O que deveria ser uma biografia empresarial acabou virando um grito por liberdade e inclusão, mostrando que todos importam, apesar das pressões sociais para que todos ajam da mesma forma. Em meio as pilantragens de P.T. Barnum, um grupo de excluídos ganha voz e assume o protagonismo de forma espetacular.

A outra dica é um filme cujo desempenho foi o extremo oposto de O Rei do Show. Se o musical circense virou um fenômeno de bilheteria, Better Man – A História de Robbie Williams foi um autêntico desastre comercial. Adorado pela crítica, o filme sofreu um duro baque com uma arrecadação risível nos Estados Unidos, principal praça comercial do cinema, com a justificativa de que o público norte-americano não conhecia o cantor Robbie Williams – ou apenas não se importava o suficiente com ele para prestigiar um filme sobre sua vida.

E o mais engraçado de toda essa situação, considerada por muitos executivos como uma vergonha, é que isso ter acontecido justamente em sua biografia acaba complementando toda a mensagem que Williams passa sobre sua vida durante o filme. O lado bom é que ele levou tudo na esportiva, mas é incrível como colabora para essa sensação de “montanha-russa” retratada na trama.

Embalado pelos maiores sucessos da carreira de Robbie, o filme retrata o artista britânico como um chimpanzé. E isso foi uma escolha do próprio cantor, que justificou dizendo que sempre se sentiu um macaco de circo, cuja única missão na vida era entreter o público. Ao longo da trama, o público vê seus primeiros passos como um garotinho talentoso, apoiado principalmente por sua avó, enquanto via o pai sofrer com delírios de grandeza e altas doses de um narcisismo que influenciaria diretamente na vida do garoto, que cresceria sempre em busca da aprovação alheia.

Essa mistura de infância e juventude, trazendo o contraste da vida de um menino solitário e inventivo com a de um jovem astro, consumido pelos exageros da vida de celebridade no Reino Unido, transitando pelas boates LGBT, pelas drogas, pelas bebedeiras e pelas mulheres, acaba criando uma história de ascensão e queda ridiculamente interessante. A própria escolha pelo macaco, que causou um estranhamento em parte do público, se mostra espetacular, já que o CGI é muito bem feito, o que acaba colaborando com toda a excentricidade desse projeto.

Por ter um ritmo ainda mais frenético e menos familiar que O Rei do Show, Better Man é uma história que é tão grandiosa quanto a vida de celebridade, arrancando gargalhadas e lágrimas na mesma intensidade. Você torce pelo sucesso do protagonista, enquanto percebe que sua glória é também sua ruína. Em meio a essa dualidade, o público se vê em uma ‘sinuca de bico’, aumentando o desespero que aflige o pequeno Robbie, que só queria ser famoso, mas logo é confrontado pelos fantasmas de sua vida.

É tão intenso que você acha que a única saída para ele é a morte, e olha que ela o acompanha em diferentes fases da vida, só que é um filme inspirado na história real do cantor, que está vivo até hoje e está levando uma vida mais equilibrada. Então, vê-lo encontrar uma saída é muito emocionante. E, ao contrário de outras produções biográficas, essa aqui consegue transmitir toda essa emoção sem virar um filme apelativo. É uma experiência sensorial, praticamente como acompanhar a vida de um amigo próximo que está cometendo erros enquanto tenta acertar.

Com seus protagonistas erráticos, Michael Gracey conseguiu criar experiências musicais capazes de “furar a bolha”, fazendo com que o interesse por esse gênero desperte em muita gente. Ambos os filmes são espetaculares e carregam mensagens interessantíssimas, além de trilhas sonoras que vão grudar na cabeça por meses.

O Rei do Show está disponível no Disney+ e no Mercado Livre Play. Better Man – A História de Robbie Williams está disponível no Amazon Prime Video.

‘O Massacre da Serra Elétrica’: Taylor Sheridan, de ‘Yellowstone’, entra na disputa pelos direitos da franquia

A icônica franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica‘ está no centro de uma intensa disputa em Hollywood, com negociações oficialmente iniciadas na última segunda-feira (02), segundo a Deadline.

De cinco a oito estúdios e plataformas de streaming estão concorrendo pelos direitos da IP criada por Tobe Hooper e Kim Henkel, que inclui cinema, televisão, eventos ao vivo e jogos.

Representada desde 2017 pela agência Verve, a propriedade tem como produtora principal a Exurbia Films, com Pat Cassidy, Ian Henkel e Kim Henkel à frente do projeto. O advogado Marios Rush cuida da parte legal da negociação.

Apesar de ainda não haver um favorito claro, novas propostas criativas estão atraindo atenção. Entre os nomes em destaque está Taylor Sheridan, criador de ‘Taylor Sheridan’, que demonstrou interesse na franquia — embora, por ora, apenas na função de produtor. Sheridan cresceu no Texas, o que reforça sua conexão com o material.

Outro nome em potencial é o de Oz Perkins (‘Longlegs‘), que estaria se unindo a Bryan Bertino (‘Os Estranhos‘, 2008) em uma proposta para um novo longa, com Bertino na direção. Esse projeto seria apresentado pela distribuidora independente Neon.

Além disso, o cineasta J.T. Mollner (‘Strange Darling‘) e o produtor Roy Lee (‘Minecraft: O Filme‘) estão desenvolvendo um pitch para TV em parceria com a A24, com envolvimento do texano Glen Powell — que não deve atuar na produção. Separadamente, Roy Lee também estaria propondo um filme para a Netflix.

Jordan Peele também entrou na disputa, com sua produtora Monkeypaw interessada em produzir uma nova versão. A empresa tem um acordo de produção com a Universal Pictures.

O filme original de 1974, feito com um orçamento modesto de US$ 140 mil, arrecadou mais de US$ 31 milhões, tornando-se um clássico do terror e gerando uma franquia que já ultrapassa US$ 252 milhões em bilheteria mundial, com nove filmes, quadrinhos, livro e duas adaptações em jogos.

A versão de maior bilheteria da saga segue sendo o remake de 2003, produzido por Michael Bay e estrelado por Jessica Biel, que arrecadou US$ 107 milhões e reintroduziu Leatherface para uma nova geração.

Vale lembrar que o filme mais recente da franquia, ‘O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface‘, foi lançado direto pela Netflix, em 2022. Apesar da recepção negativa, o longa alcançou 29 milhões de horas assistidas em sua primeira semana no serviço de streaming.

A trama se passa anos após os chocantes eventos do filme original, em um cenário em que Leatherface não foi visto desde então.

A lendária Sally Hardesty, única sobrevivente do filme de 1974, retornou no filme. A personagem foi interpretada por Olwen Fouéré (‘Contágio em Alto Mar’).

‘The Five-Star Weekend’: Regina Hall entra para o elenco de novo drama do Peacock estrelado por Jennifer Garner

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O Peacock confirmou a entrada de Regina Hall (‘Uma Batalha Atrás da Outra‘) como parte do elenco principal de ‘The Five-Star Weekend‘, série dramática estrelada e produzida por Jennifer Garner.

Hall interpretará Dru-Ann Jones, uma das convidadas do fim de semana que promete mudar tudo na vida da protagonista.

Criada por Bekah Brunstetter (‘Maid‘, ‘This Is Us’) e baseada no best-seller homônimo de Elin Hilderbrand (‘O Casal Perfeito‘), a produção acompanha Hollis Shaw (Garner), uma influenciadora digital de gastronomia conhecida por seu estilo sofisticado e carisma acolhedor. Após uma perda devastadora, a aparente perfeição de sua vida começa a ruir — incluindo um casamento em crise, dificuldades com a filha e a obsessão crescente por validação nas redes sociais.

Na tentativa de superar o luto, Hollis reúne quatro amigas de fases distintas da vida para um fim de semana em sua casa em Nantucket. Ambientada num cenário costeiro de luxo, a série explorará amadurecimento, amizades à prova do tempo e verdades que vêm à tona quando menos se espera.

Além de Brunstetter, o time criativo conta com Beth Schacter (‘Billions‘) como roteirista e produtora executiva.

Também produzem Sue Naegle e Ali Krug pela Dinner Party Productions, em parceria com o Universal Studio Group. A própria Elin Hilderbrand atua como produtora executiva.

Ainda sem data de estreia, ‘The Five-Star Weekend‘ é mais um esforço do Peacock para ampliar seu portfólio de séries premium ancoradas em personagens femininas fortes e narrativas emocionais de recomeço e reconexão.

Dica do fim de semana | Novidades para curtir no Disney+

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O Disney+ trouxe produções bastante variadas para seu catálogo neste mês. E como sabemos que nem sempre é fácil escolher o que assistir, dada a grande variedade de opções, listamos cinco produções, dentre filmes, séries e documentários que acabaram de entrar no streaming.

E como indicado no título, todas as produções listados neste texto estão disponíveis no catálogo do Disney+. Basta ligar a TV, selecionar o streaming e assistir. Confira!

Capitão América: Admirável Mundo Novo

Consolidado como Capitão América e respeitado na posição, Sam Wilson (Anthony Mackie) segue fazendo missões contra traficantes internacionais de vibranium e um novo metal extremamente perigoso: o adamantium. Convidado pelo Presidente Ross (Harrison Ford) para tentarem usar seu prestígio como super-herói para apoiar a diplomacia americana em um projeto de parceria de exploração desse metal, Sam até topa participar, mas logo se vê dentro de uma trama conspiratória que envolve um velho amigo seu e inimigos de outras épocas em busca de vingança. E quando o próprio presidente dos EUA se transforma em um Hulk, caberá ao Capitão América tentar contê-lo e impedir uma nova guerra mundial.

Predador: Assassino de Assassinos

Após décadas de tentativas de repetir o sucesso do primeiro filme da saga em live-action, a franquia Predador se rendeu a um formato que está cada vez mais popular dentre o público adulto: as animações 3D. Em Predador: Assassino de Assassinos, o filme de animação original do 20th Century Studios, o público acompanha as histórias de três guerreiros contadas de forma antológica. Ao longo de décadas, é possível acompanhar a jornada de uma viking que está levando seu filho pelo caminho da vingança, um ninja do Japão feudal que entra em uma guerra contra o próprio irmão, e um piloto da Segunda Guerra Mundial que está investigando uma possível ameaça de outro mundo. O que esses três têm em comum? Além da brutalidade, todos estão sendo caçados pelo Predador. É uma grata surpresa.

Oceanos com David Attenborough

Sir David Attenborough embarca em uma nova aventura com a equipe do National Geographic. Foto: Conor McDonnell.

A partir deste domingo (8), os fãs de documentários da vida selvagem vão poder conferir o novo projeto do lendário Sir David Attenborough, maior especialista neste ramo de filmes. Aos 99 anos, o apresentador lidera este documentário, que mostra ao público a importância dos oceanos e como é possível reestabelecer a grandeza das vastas e interconectadas águas da Terra, apresentando as possíveis soluções para a proteção marinha que poder ajudar a reverter a situação. O documentário é baseado em pesquisas científicas e conta com a consultoria de uma equipe de cientistas especializados, entre eles o Dr. Enric Sala, fundador da National Geographic Pristine Seas. E a data de estreia não poderia ser outra, já que o dia 8 de junho marca o Dia Mundial dos Oceanos.

Phineas & Ferb

Uma das séries animadas de maior sucesso da reta final dos anos 2000 está de volta. Após um hiato de nada menos que dez anos, Phineas & Ferb retornam para uma quinta temporada que promete resgatar a essência da série que fez dela um sucesso entre crianças e adultos. Os primeiros episódios já estão disponíveis e estão sensacionais. Talvez parte do público estranhe a mudança dos dubladores de alguns personagens, mas isso se deu muito pelo crescimento do elenco e as mudanças naturais das vozes. Felizmente, a maioria dos dubladores brasileiros originais retornam para os papéis tão queridos. A trama? Bom, segue a mesma. Phineas & Ferb estão novamente de férias e não querem perder tempo, então constroem as invenções mais mirabolantes possíveis, o que enlouquece Candice, a irmã mais velha, que tenta dedurar seus irmãozinhos para a mãe. Paralelamente a isso, Perry, o Ornitorrinco volta a enfrentar o Dr. Doofenshmirtz, que deixou de lado a aposentadoria e voltou a fazer maldades por aí.

Kun por Agüero

Por fim, a última dica deste fim de semana é um documentário que estreou há pouco tempo e deu uma boa encorpada ao catálogo de produções esportivas do Disney+. Em Kun por Agüero, o público vai embarcar de cabeça na história, vitórias e dramas de Sergio Agüero, ídolo do Manchester City e um dos grandes atacantes da Seleção Argentina. Com depoimentos de craques com quem ele dividiu campo e vestiário, além de pessoas importantes de sua vida pessoal, o ex-camisa 9 conta detalhes de sua infância, passando pelos percalços que enfrentou até conseguir se tornar jogador de futebol profissional. E sua história guarda ainda um capítulo muito complexo, que foi sua aposentadoria precoce devido a um problema cardíaco que chocou torcedores de todos os cantos do mundo.

Mariah Carey dá início a nova era com a inédita “Type Dangerous”; Ouça!

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A icônica cantora e compositora Mariah Carey lançou recentemente a inédita canção “Type Dangerous”, que dá início à sua mais nova era musical.

lead single traz elementos do R&B integrados ao hip hop soul e ao gênero conhecido como new jack swing, explorando uma narrativa de atração romântica e sexual a alguém potencialmente perigoso.

Trazendo um sample da clássica canção “Eric B. Is President”, lançada em 1987 por Eric B. & Rakim, a faixa é o primeiro vislumbre do vindouro 16º compilado de originais de Carey (que ainda segue sem detalhes confirmados).

Ouça:

Dona de sucessos absolutos como “We Belong Together”“Obsessed”“Touch My Body”, Mariah Carey é uma das artistas mais conhecidas e bem-sucedidas de todos os tempos, além de ser conhecida por seus potentes vocais e por seu icônico falsete.

Com mais de 220 milhões de unidades vendidas ao longo de sua carreira, Carey já levou para casa cinco estatuetas do Grammy e possui um amplo legado que influenciou inúmeros artistas, incluindo a popstar Ariana Grande. Ela também é conhecida como a Rainha do Natal através da clássica “All I Want for Christmas Is You”, um dos singles mais vendidos de todos os tempos.

O último álbum de Carey foi o aclamado ‘Caution’, lançado em 2018.

Investigação paranormal no trailer de ‘House on Eden’, TERROR found footage estilo ‘A Bruxa de Blair’

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O terror found footage ‘House on Eden‘ ganhou o primeiro trailer.

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Além de roteirizar e dirigir, Kris Collins também estrela a produção ao lado de Celina MyersJason-Christopher Mayer.

Os investigadores paranormais Kris, Celina e seu cinegrafista Jay esperam os sustos de sempre ao embarcarem em seu mais novo caso. Mas, após serem misteriosamente redirecionados para uma casa abandonada no meio da floresta, eles se veem diante de uma força diferente de tudo o que já encontraram. À medida que a noite se transforma em caos, membros da equipe desaparecem e fenômenos sinistros sugerem uma presença antiga e malévola observando cada movimento deles.

O terror será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 25 de julho.

‘Capitão América: Admirável Novo Mundo’: Após bilheteria decepcionante, diretor DEFENDE aparição de Huck Vermelho nos trailers

Lançado em fevereiro, ‘Capitão América: Admirável Novo Mundo‘ marcou a estreia solo de Sam Wilson (Anthony Mackie) como o novo Capitão América no Universo Cinematográfico da Marvel.

Mas a nova fase do herói começou com o pé esquerdo: o filme dividiu a crítica e o público e encerrou sua trajetória nos cinemas com apenas US$ 415,1 milhões em bilheteria global, resultado catastrófico para um título da Marvel Studios.

Entre os fatores apontados pelos fãs para o desempenho abaixo do esperado, uma questão em especial vem sendo debatida: a revelação precoce do Hulk Vermelho nos trailers. Segundo parte do público, o marketing deveria ter focado nos vilões O Líder e Sociedade da Serpente, guardando a transformação de Thaddeus Ross (Harrison Ford) em Hulk Vermelho como uma surpresa exclusiva para o público nas salas de cinema.

Mas para o diretor Julius Onah, essa estratégia seria praticamente impossível de sustentar. Em entrevista à Empire Online, ele afirmou:

“Quando você está fazendo um filme assim e o anúncio de que Harrison Ford interpretará Thaddeus Ross é divulgado, e você tem um fandom tão massivo e apaixonado como o da Marvel, você já está perdido nesse ponto”.

Segundo Onah, a expectativa gerada em torno de Ford — substituindo o falecido William Hurt no papel — tornava inviável manter qualquer segredo sobre o arco de transformação do personagem.

“No cenário ideal, seria incrível se isso fosse uma surpresa nos cinemas, mas seria muito difícil. Um brinquedo teria vazado, ou alguém teria soltado um trailer. É muito difícil manter segredos hoje em dia”. 

Apesar do apelo visual de personagens como o Hulk Vermelho, o cineasta reforçou que o que realmente importa é o componente dramático.

“Você tem um cara voando com asas de vibranium, tem um Hulk Vermelho — eu adoro isso. Mas isso só importa de verdade se você se importar com o lado humano da história, com os temas que ela carrega.”

Para Onah, o verdadeiro centro emocional do filme está na representação de Sam Wilson como um Capitão América negro:

“O que é tão poderoso na ideia de ele usar as estrelas e listras é representar um tipo de progresso. Renovar essa noção de que um grupo diverso pode se unir por uma visão comum de esperança e possibilidade”. 

Ele conclui com uma nota idealista — ou “um pouco Pollyanna”, como reconhece:

“Se não acreditarmos em uma visão compartilhada de mundo, nação ou comunidade, o que estamos fazendo?”

Ainda assim, o futuro do personagem no MCU permanece incerto, especialmente diante da recepção morna de ‘Amirável Mundo Novo‘ e das reformulações constantes no calendário da Marvel.

Com 48% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa contou com um orçamento de US$ 180 milhões, e arrecadou US$415,1 milhões mundialmente.

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa serve como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, é o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Anthony Mackie, Danny Ramirez, Carl Lumbly, Tim Blake Nelson, Shira Haas, Harrison Ford e Liv Tyler estrelam.

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‘Jogos Mortais 11’ é CANCELADO e Blumhouse vai assumir a franquia

De acordo com informações exclusivas do site Deadline, a Blumhouse — renomada produtora especializada em filmes de terror e suspense, responsável por sucessos como Atividade Paranormal, A Entidade e O Telefone Preto — está adquirindo os direitos da icônica franquia Jogos Mortais (Saw), anteriormente controlada integralmente pela Twisted Pictures.

Apesar da grande movimentação nos bastidores, a Lionsgate, estúdio que distribuiu todos os filmes da saga desde seu início em 2004, permanecerá ligada à marca. Segundo a reportagem, a Lionsgate continuará como co-detentora da propriedade intelectual, mantendo 50% dos direitos sobre a franquia.

Ainda não há uma confirmação oficial sobre os rumos criativos ou comerciais da série após essa reestruturação, mas fontes próximas ao estúdio afirmam que as discussões já estão em andamento. A troca de comando acontece em um momento delicado, poucos meses depois de Jogos Mortais 11 ter sido adiado indefinidamente e, segundo relatos anteriores, praticamente cancelado.

O site Bloody Disgusting, especializado em filmes de horror, chegou a divulgar que o décimo primeiro capítulo da franquia está “100% morto” e que o projeto foi oficialmente arquivado. O colapso criativo teria começado no início de 2024, quando desentendimentos graves entre os produtores vieram à tona. “Tudo começou a dar errado em janeiro de 2024. Os produtores começaram a brigar. Enquanto um deles queria avançar com o novo filme, o outro colocava inúmeros obstáculos. A Lionsgate não interveio para acalmar a situação, e a tensão aumentou até o ponto de ruptura,” revelou uma fonte ao portal.

Os indícios de instabilidade nos bastidores já vinham aparecendo há alguns meses. Um dos momentos que mais chamou atenção foi a saída do diretor Kevin Greutert, que comandou diversos filmes da franquia, incluindo Jogos Mortais X (2023) e Jogos Mortais VI. Em um ato que causou alvoroço entre os fãs, Greutert apagou sua conta na rede social X (antigo Twitter) logo após publicar uma mensagem enigmática, que muitos interpretaram como uma despedida definitiva da saga.

A entrada da Blumhouse pode representar um novo fôlego para Jogos Mortais, especialmente levando em conta o histórico da produtora em revitalizar franquias e investir em histórias com forte apelo psicológico e comercial. Ainda assim, resta saber se a nova administração irá optar por um reboot completo, uma continuação direta, ou algo completamente diferente.

Por enquanto, fãs da icônica armadilha de Jigsaw terão que esperar para descobrir qual será o próximo jogo.

O próximo capítulo da franquia seria lançado originalmente em 2024, mas acabou sendo adiado em um ano.

Artigo | Dean DeBlois se prepara para um duelo de legados nos cinemas

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O mundo das animações é um dos mais fantástico no meio do cinema, porque consegue transportar crianças e adultos para mundos mágicos da forma mais encantadora possível. Por meio de sua técnica artística refinada, personagens 2D ou 3D ganham as telas e fascinam gerações com suas histórias marcadas por aventuras inesquecíveis, personagens carismáticos e dramas bastante profundos, mascarados por um rótulo de serem produções supostamente feitas para o público infantil.

No entanto, um ponto curioso desse meio animado é que as aventuras costumam ser tão marcantes, que o público se apega mais às tramas ou aos personagens, em vez de se conectarem com os diretores, mais ou menos como acontece nos filmes em live-action. É muito comum que o público geral seja apaixonado por Toy Story, por exemplo, mas não faça a menor ideia de quem foram as mentes por trás da quadrilogia imortal da Pixar. E essa pegada mais “anônima” dos diretores de animações acaba de ganhar um capítulo muito interessante.

O diretor e roteirista Dean DeBlois aparece dirigindo Gabriel Howell (Melequento) e Nico Parker (Astrid) no set de ‘Como Treinar o Seu Dragão’. Divulgação/ Universal Pictures.

Com esta nova tendência dos estúdios fazerem adaptações de animações em filmes live-action, parecia apenas uma questão de tempo para que essa curiosidade acontecesse. E a partir deste sábado (7), com a estreia do novo Como Treinar o Seu Dragão em sessões especiais para o público, o diretor Dean DeBlois vai ver seus ‘dois filhos’ mais proeminentes duelarem pelas salas de cinema do mundo e pelas bilheterias.

Para quem não está por dentro, DeBlois é o diretor da trilogia original animada de Como Treinar o Seu Dragão, e foi escolhido pela Universal Pictures para dirigir a adaptação em live-action da franquia. Apaixonado por esses personagens e esse universo, o diretor afirmou estar tentando trazer uma visão mais humana para Soluço (Mason Thames), Stoico (Gerard Butler) e Astrid (Nico Parker), enquanto aposta na fofura e diversão de um Banguela feito com uma impressionante computação gráfica.

Dean DeBlois e o elenco infantil da adaptação de ‘Como Treinar o Seu Dragão’. Divulgação/ Universal Pictures.

Sob forte expectativa do estúdio, o novo Como Treinar o Seu Dragão já nasce com a responsabilidade de honrar uma das melhores trilogias da história das animações, mantendo o altíssimo nível conquistado por ela na última década, mas também já dá indícios de que será o primeiro capítulo de uma nova saga, que pode ou não seguir os mesmos caminhos da animação, que contou ainda com algumas séries animadas derivadas. Fato é que essa saga é o grande legado de Dean DeBlois para o cinema, mas não é o único.

E é justamente por conta deste outro sucesso atribuído à mente de DeBlois que o mês de junho será tão especial para ele. Para quem não sabe, o primeiro grande trabalho do diretor canadense foi uma animação lançada em 2002 sobre um alienígena destrutivo que caía no Havaí, onde desenvolveria uma grande amizade com uma garotinha esquentada, enquanto se apaixonaria pela cultura local. Pois é, Dean DeBlois estreou na direção justamente com Lilo & Stitch, outra animação que não apenas ganhou uma versão em live-action esse ano, como também ainda segue firme em cartaz pelos cinemas do mundo.

Stitch também ganhou uma versão em live-action. Divulgação/ Disney. © 2024 Disney Enterprises Inc.

Ao lado do amigo Chris Sanders, escreveu o roteiro e dirigiu o Lilo & Stitch original, sendo o grande trabalho dele até emplacar a trilogia Como Treinar o Seu Dragão. Quis o destino que seus dois grandes legados para o cinema ganhassem versões em live-action ao mesmo tempo e se enfrentassem nas bilheterias na mesma janela de lançamento. Porém, vale destacar que a adaptação da Disney, ao contrário da DreamWorks, optou por trazer um novo diretor para Lilo & Stitch. Comandado por Dean Fleischer Camp, o longa abraçou mais Chris Sanders, que retornou para trabalhar no roteiro e dar voz ao Stitch novamente.

Apesar do não envolvimento de DeBlois no live-action de Lilo & Stitch, essa história não existiria sem seu trabalho brilhantemente feito há mais de 20 anos. Então, será interessante ver essa batalha de legados nas bilheterias. Obviamente, para Dean, é muito mais vantajoso se Como Treinar o Seu Dragão sair “vencedor”, já que uma boa bilheteria praticamente garantiria seu retorno para uma possível sequência. Ao mesmo tempo, Lilo & Stitch segue firme no topo das bilheterias, sem dar sinais de que vá “perder o fôlego”.

Sydney Agudong interpreta a Nani, e Maia Kealoha é a Lilo em ‘Lilo & Stitch’. Divulgação Disney. © 2025 Disney Enterprises Inc.

De qualquer forma, independentemente dos resultados – o mais provável é que as duas adaptações façam bilheterias extremamente expressivas -, essa “disputa” será muito divertida de acompanhar. E certamente será um capítulo bastante especial na carreira de Dean DeBlois e seus personagens tão queridos.

Lilo & Stitch (2002) pode ser assistido no Disney+, enquanto Como Treinar o Seu Dragão (2010) está disponível para aluguel no Amazon Prime Video. Já Lilo & Stitch (2025) está em cartaz nos cinemas. E Como Treinar o Seu Dragão (2025) está com estreia marcada oficialmente para o dia 12 de junho, mas já terá sessões disponíveis nos cinemas brasileiros a partir deste sábado (7).

Crítica | Urchin – Harris Dickinson faz grande estreia na direção com um olhar intenso sobre o vazio existencial e a dependência química [Cannes 2025]

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A estreia de Harris Dickinson na direção, Urchin, é um soco seco, direto e necessário. Aos 28 anos, o ator e agora cineasta conduz seu primeiro longa com surpreendente contundência e sensibilidade. Ele mostra-se plenamente consciente do que quer dizer — e de como dizer — ao abordar o mergulho de um jovem na espiral da dependência química, sem cair na tentação de oferecer respostas fáceis ou atalhos morais.

O protagonista Mike, vivido de forma arrebatadora por Frank Dillane (ganhador do prêmio Un Certain Regard em Cannes), é um jovem que carrega no rosto uma empatia desarmante — a expressão de um “bom moço” —, mas cuja conduta revela o desespero, o asco e a brutalidade da dependência. Em uma das cenas iniciais, ele luta para encontrar um canto seco para dormir sobre seus papelões. Logo depois, já está pedindo moedas na rua. O desconforto é imediato: Mike não tem a aparência típica do “pedinte”, mesmo em contextos urbanos do hemisfério norte. Ele é jovem, saudável, forte — a exclusão que o marca é invisível, psíquica. E é aí que o filme finca suas raízes: na dor que não se vê.

Também roteirista do longa, Harris Dickinson, sabiamente, evita conduzir Urchin como uma história de redenção. Em vez disso, oferece uma narrativa de submersão — uma crônica da degradação gradual, mas inevitável, de alguém à deriva. Não há revelações melodramáticas, nem flashbacks explicativos. A ausência de grandes exposições sobre o passado do personagem central é um acerto: Urchin é sobre a experiência da queda, não sua origem.

Frank Dillane encarna cada etapa dessa trajetória com nuances impressionantes — da relutância em voltar ao vício até o colapso emocional. Quando, após um breve gesto de solidariedade de um desconhecido, o personagem vai parar na prisão por agressão, percebemos que o sistema o engole com a mesma frieza com que tenta “ressocializá-lo”. 

Na saída da detenção, há um fio de esperança: ele consegue um emprego como cozinheiro em um hotel decadente. Vemos seu esforço para se manter estável, ainda que em permanente tensão. Antes mesmo que o caldeirão de emoções internas transborde, ele é demitido por um atrito banal com um colega.

Sem alternativas e temporário abrigo social, Mike busca novamente as soluções fáceis — as que já conhece. Após resistir por um tempo, uma nova tentação se apresenta: ele conhece uma jovem usuária de drogas, espírito livre, e em sua primeira fungada, é como se voltasse direto ao ponto zero. Morador de rua outra vez.

O que torna Urchin tão eficaz é que não há ali qualquer concessão dramática. O filme não nos oferece alívio. A câmera de Harris Dickinson é precisa, muitas vezes claustrofóbica, nos colocando dentro dos labirintos mentais do protagonista. A fotografia é suja, melancólica, mas nunca estética demais. Cada plano tem um propósito. A direção é honesta, despretensiosa e, por isso mesmo, poderosa. Não é por acaso que o filme ganhou também o prêmio da FIPRESCI em Cannes, de melhor produção na mostra Un Certain Regard.

Harris Dickinson já havia provado seu talento como ator desde Ratos de Praia (2017), passando por Triângulo da Tristeza (2022) e, por último, Babygirl (2024), mas agora revela-se um diretor promissor e consciente de suas escolhas. Com Urchin, o jovem cineasta entrega um retrato complexo de uma juventude que se afoga tentando tapar seus buracos internos com qualquer coisa — mesmo que custe a própria vida. Uma estreia corajosa, incômoda e, acima de tudo, necessária a nossa reflexão sobre a marginalização de indivíduos que não conseguem se encaixar na sociedade. 

Capcom anuncia novo jogo da franquia ‘Resident Evil’; Confira o trailer!

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Durante sua apresentação na Summer Game Fest, a Capcom anunciou oficialmente o novo capítulo da popular franquia de jogos ‘Resident Evil‘.

Intitulado ‘Resident Evil: Requiem‘, o próximo jogo será lançado no dia 27 de fevereiro de 2026, e estará disponível na Steam, PlayStation 5 e Xbox Series.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Descrito como “uma nova era de terror de sobrevivência”, o lançamento do nono jogo irá coincidir com o aniversário de 30 anos da saga.

Seis anos se passaram desde o desastre biológico em Raccoon City. Leon S. Kennedy, um dos sobreviventes do incidente, é recrutado como um agente que responde diretamente ao Presidente dos EUA. Com a experiência de diversas missões, Leon é enviado para resgatar a filha do presidente, Ashley. Ele a rastreia até um vilarejo recluso na Europa, onde há algo terrivelmente errado com as pessoas locais…

Dica | Novidades para ver na Netflix

Junho chegou com uma porção de novidades no catálogo da Netflix. Dentre lançamentos recém-saídos dos cinemas e grandes projetos que foram sucesso nos cinemas há um pouco mais de tempo, é fato que o streaming do N vermelho investiu pesado neste mês.

Então, o CinePOP listou as principais novidades para te ajudar a decidir o que assistir neste fim de semana. Confira!

M3GAN

Sucesso do ‘terror pop’ de 2023, M3GAN vai ganhar uma continuação no fim deste mês – e parece que vão abraçar de vez a galhofa, transformando o longa de terror em uma aventura ao estilo O Exterminador do Futuro. No filme original, a trama acompanha uma cientista que trabalha para uma fábrica de brinquedos que tenta criar uma melhor amiga para as menininhas solitárias. Para isso, ela cria uma boneca muito realista que funciona com uma avançada inteligência artificial. O problema é que o projeto não é muito bem visto, e ela decide levar a M3GAN para casa, onde ligará a boneca a sua sobrinha. Aí já viu, né? As coisas saem do controle, a robozinha desenvolve um ciúme doentio sobre a criança e começa a assassinar qualquer um que se coloque no caminho da amizade das duas.

Até a Última Gota

Grande lançamento da Netflix, Até a Última Gota é um drama do diretor Tyler Perry. Por mais que o nome do diretor seja controverso, principalmente por conta de uma série de comédias que não foram lá muito bem recebidas, vale a pena dar uma chance para sua visão dramática sobre uma mãe solteira que está no limiar da sanidade. Com uma filha doente, ela perde seu emprego, é despejada de sua casa e aí, quando parecia que nada mais poderia abalá-la, ela vai ao banco tentar descontar um cheque, mas acaba sendo humilhada novamente. Diante desse cenário, ela acaba vivenciando um assalto barra pesada marcado por muitas controvérsias, já que testam o limite do quanta humilhação um ser humano é capaz de aguentar nos EUA.

Serra das Almas

Após ter uma excelente performance na temporada de premiações nacionais em 2024, Serra das Almas chegou à Netflix para contar essa mistura de ação e suspense sobre um grupo de amigas desajustadas que embarcam em uma trama de roubo de joias em Pernambuco. Mas o interessante é que essa história é contada de forma não-linear. Sim, o filme já começa no meio, explorando as narrativas que levaram a esse evento caótico e desenvolvendo uma série de mistérios que serão solucionados ao longa da trama. É um filme muito interessante e que acabou recebendo pouquíssima atenção do público comum no breve período que esteve em cartaz nos cinemas. Vale dar uma segunda chance para ele no streaming.

Super Mario Bros. O Filme

A partir de domingo (8), um dos maiores sucessos de bilheteria de 2023 muda de casa e chega ao catálogo da Netflix. Em Super Mario Bros. O Filme, primeira adaptação da icônica saga dos videogames em animação 3D, o público acompanha a jornada de Mario e Luigi, dois irmãos que investiram tudo o que tinham em um comercial para promover sua empresa de encanadores. Porém, a dupla acaba sendo transportada para um reino mágico, de onde tentarão escapar. Só que eles vão fazendo novos amigos pelo caminho e acabam irritando o terrível Bowser, que é doentiamente apaixonado pela princesa Peaches. Agora, se quiserem escapar, os Irmãos Mario vão ter de superar desafios inimagináveis, como vencer uma corrida de kart.

Wonka

Também a partir de domingo (8), a prequel que ninguém pediu, mas todo mundo amou chega à Netflix. Em Wonka, o público vai descobrir a história do jovem Willy Wonka, um rapaz sonhador que almejar virar um grande chocolateiro e abrir sua própria Fantástica Fábrica de Chocolates. O problema é que ele é muito inocente e acaba sendo feito de otário por empresários gananciosos, que praticamente o escravizam em troca de moradia. Mas ele não se deixa abalar pela condição e começa a dar pequenas escapadas para vender seus chocolates na praça, o que desperta a ira dos concorrentes, que querem manter seu monopólio doceiro. Entrando em rota de colisão contra as autoridades corruptas, ao mesmo tempo em que encanta o povo com seus doces mágicos, Wonka enfrenta o maior desafio de sua vida. Tudo isso sendo um simpaticíssimo musical.

Ninguém pode te ouvir GRITAR no novo clipe do terror ‘Animais Perigosos’; Confira!

O terror ‘Animais Perigosos‘, que foca em um assassino que alimenta tubarões com suas vítimas vivas, ganhou um novo clipe tenso.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

 

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de setembro, pela Diamond Films.

Aclamado pelos críticos, o longa alcançou com 85% de aprovação no Rotten Tomatoes. O consenso geral elogia direção de Sean Byrne (‘Entes Queridos’), destacando positivamente a improvável mistura de elementos populares do gênero: serial killers e tubarões assassinos.

“A mistura intensa envolvendo assassinos em série e terror aquático cria uma aventura emocionante e cheia de riscos que vai te deixar sem fôlego.” (Bloody Disgusting)

“Embora as coisas possam ficar cada vez mais ridículas no ato final, ‘Animais Perigosos’ apresenta pontos positivos suficientes para que você se envolva completamente e fique feliz em embarcar nesta jornada distorcida.” (Digital Spy)

“‘Wolf Creek’ com tubarões, ‘Animais Perigosos’ tem todos os elementos necessários para ser o sucesso do gênero no verão.” (THN)

“‘Animais Perigosos’ é um filme maldoso. Às vezes, é agradavelmente nojento. Na maioria das vezes, porém, parece ultrapassado no ódio de seu vilão pelas mulheres.” (Indiewire)

“O diretor Sean Byrne conduz o filme a sério demais para maximizar a diversão, ao contrário de alguns dos filmes de tubarão mais absurdos lançados nos últimos tempos. Mas ele oferece muitas cenas tensas e coloca uma heroína incrível em perigo.” (The Hollywood Reporter)

“O fato do filme fazer uma ligação genuinamente inteligente sobre a história cinematográfica dos tubarões e o medo que eles causam em nossa imaginação é apenas um pequeno bônus adicional que oferece um pouco mais para nos fazer refletir.” (TheWrap)

Sean Byrne (‘Entes Queridos’) é responsável pela direção.

Presa no barco de um assassino com tubarões famintos circulando abaixo, uma surfista deve sobreviver a um predador mais perigoso do que o próprio oceano — ela escapará ou se tornará a próxima oferenda às profundezas?

Hassie Harrison (‘Yellowstone’), Jai Courtney (‘Esquadrão Suicida’) e Josh Heuston (‘Heartbreak High’) estrelam a produção.

Nick Lepard assina o roteiro.

Orville Peck se junta ao elenco do live-action de ‘Street Fighter’

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De acordo com o Deadline, o cantor Orville Peck foi confirmado no elenco do live-action de ‘Street Fighter‘, que está sendo desenvolvido pela Legendary Entertainment.

O papel, ainda desconhecido, marcará a estreia do artista nos cinemas.

Ele se junta aos atores Jason Momoa (Blanka), Andrew Koji (Ryu), Noah Centineo (Ken) e Roman Reigns (Akuma), previamente anunciados.

Kitao Sakurai (‘Bad Trip’) será responsável pela direção – substituindo Danny & Michael Philippou (‘Fale Comigo’), que abandonaram o projeto após o estúdio adquirir os direitos da adaptação.

Baseado na franquia clássica de jogos da Capcom, o longa está programado para estrear no dia 20 de março de 2026.

Além do filme, a Legendary adquiriu também os direitos da franquia de games para a TV. Isso significa que os fãs podem esperar uma série que vai explorar a rica mitologia de ‘Street Fighter‘ e seus personagens icônicos.

Vale lembrar que a franquia já foi adaptada para os cinemas anteriormente, com um filme lançado em 1994, que contava com Jean-Claude Van Damme, Ming-Na Wen e Raul Julia no elenco. No entanto, a adaptação foi recebida com críticas bem negativas e não obteve grande sucesso de bilheteria.

Relembre o trailer de ‘Street Fighter – A Última Batalha‘:

Jordan Peele quer produzir novo filme da franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica’

De acordo com o Deadline, muitos cineastas e estúdios estão interessados em ressuscitar a clássica franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica‘.

O site afirma que a possibilidade de um novo capítulo da saga despertou o interesse de Jordan Peele (‘Corra!’), que tem a intenção de produzir o longa através da Monkeypaw Productions.

Osgood Perkins, diretor de ‘Longlegs – Vínculo Mortal‘ e ‘O Macaco‘, e Taylor Sheridan , criador do popular universo de ‘Yellowstone‘, também estariam entre os interessados em reviver a lendária figura do Leatherface nas telonas.

Alegadamente, ao menos oito estúdios/serviço de streaming estão brigando pelos direitos da franquia.

Anteriormente, foi anunciado que JT Mollner, diretor do aclamado ‘Desconhecidos‘, e o produtor Roy Lee, já estavam discutindo sobre reviver a saga. Fontes ainda apontam que o astro Glen Powell (‘Twisters’) estaria interessado em ler o roteiro de Mollner.

Lionsgate e A24 também estariam entre os estúdios interessados.

“A Verve representa a franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica’ e tem o objetivo de construir uma estratégia multimídia para a saga de terror. A empresa ainda não fechou acordo com nenhum cineasta, produtor ou investidor, mas as propostas continuam a ser apresentadas,” declarou um representante da agência ao site.

Vale lembrar que o filme mais recente da franquia, ‘O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface‘, foi lançado direto pela Netflix, em 2022. Apesar da recepção negativa, o longa alcançou 29 milhões de horas assistidas em sua primeira semana no serviço de streaming.

A trama se passa anos após os chocantes eventos do filme original, em um cenário em que Leatherface não foi visto desde então.

Vale lembrar que a lendária Sally Hardesty, única sobrevivente do filme de 1974, retornou no filme. A personagem foi interpretada por Olwen Fouéré (‘Contágio em Alto Mar’).

Confira o novo trailer DUBLADO e LEGENDADO da sequência ‘Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda’

A Disney divulgou o novo trailer nacional da sequência ‘Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda‘ (Freakier Friday), que conta com o retorno de Lindsay Lohan e Jamie Lee Curtis.

Confira, dublado e legendado:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 7 de agosto de 2025 – um dia antes da estreia no território norte-americano.

A trama do novo filme será ambientada décadas após Tess (Curtis) e Anna (Lohan) terem passado por uma crise de identidade. Agora, Anna tem uma filha e logo terá uma enteada. Enquanto enfrentam os inúmeros desafios que surgem quando duas famílias se juntam, Tess e Anna descobrem que um raio pode, sim, cair duas vezes no mesmo lugar.

O novo filme ainda contará com o retorno de Mark Harmon, Chad Michael Murray, Christina Vidal Mitchell, Haley Hudson, Lucille Soong, Stephen Tobolowsky e Rosalind Chao.

Julia Butters, Sophia Hammons, Manny Jacinto e Maitreyi Ramakrishnan completam o elenco.

Nisha Ganatra é responsável pela direção.

‘Faça Ela Voltar’, novo terror dos diretores de ‘Fale Comigo’, ganha clipe PERTURBADOR

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A A24 divulgou um clipe inédito de ‘Faça Ela Voltar‘ (Bring Her Back), novo terror dos diretores de ‘Fale Comigo‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Com 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa está programado para chegar aos cinemas nacionais no dia 21 de agosto.

De modo geral, os críticos elogiaram o longa, destacando sua capacidade de capturar com intensidade o medo de perder alguém, além de transmitir com autenticidade o verdadeiro significado do terror.

“Os Philippou trabalham de uma forma que é impressionista, mas suficientemente refinada para se justificar. Eles não se preocupam em amarrar todos os fios soltos de sangue. O que buscam é uma sensação, uma experiência exuberante de choque maligno”, disse Owen Gleiberman da Variety.

“‘Faça Ela Voltar’ captura a escuridão e o medo de perder alguém, ao mesmo tempo em que se firma como um dos melhores filmes de terror do ano. É essa combinação, assim como em Fale Comigo, que coloca Danny e Michael Philippou entre os cineastas mais promissores e emocionantes do gênero”, disse Ross Bonaime do Collider.

“Com atuações excepcionais de todo o elenco, uma direção brilhante dos irmãos Philippou, um roteiro arrepiante e um foco constante em aterrorizar o público, ‘Faça Ela Voltar’ é um filme que os fãs de terror definitivamente não vão querer perder”, disse Swara Salih do But Why Tho? A Geek Community.

“Hawkins adiciona uma nova camada ao seu já impressionante repertório com uma atuação que transita entre uma malevolência arrepiante e uma desesperação comovente”, disse Carlos Aguilar do IGN Movies.

“Uma experiência exaustiva. Mas não no sentido emocional, onde deveria impactar, já que, apesar do talento dos Philippou para a técnica, eles não conseguem conectar os pontos entre um filme de terror que aborda o luto e um filme de terror que realmente trata do luto”, disse Ryan Lattanzio do IndieWire.

“Embora seja um filme de ritmo mais lento do que Fale Comigo e sua história seja um tanto genérica, o excelente desenvolvimento de personagens, as atuações e as cenas de terror fazem deste um filme de terror que você não vai conseguir esquecer”, disse Sean Boelman do FandomWire.

“O terror baseado no luto dos irmãos Philippou é tão visceral e brutal quanto se poderia esperar após a estreia deles nos cinemas, mas sem qualquer traço de esperança. Em vez disso, ‘Faça Ela Voltar’ funciona a partir de uma sensação constante e palpável de pavor e angústia do início ao fim”, disse Meagan Navarro do Bloody Disgusting.

“Embora seus elementos possam parecer previsíveis e o ritmo seja particularmente lento, quando Faça Ela Voltar finalmente revela todo o seu horror, tanto o pessoal quanto o sobrenatural, é impossível desviar o olhar, por mais que se tente”, disse Hoai-Tran Bui do Inverse.

Na trama, um irmão e uma irmã descobrem um ritual aterrorizante na casa isolada de sua nova mãe adotiva.

Sally Hawkins (‘A Forma da Água’) estrela. O elenco ainda conta com Billy Barratt (‘Invasion’), Jonah Wren Phillips (‘Sweet Tooth’), Sally-Anne Upton (‘Wentworth’), Stephen Phillips (‘The Leftovers’) e Sora Wong.

Vale lembrar que a sequência ‘Fale Comigo 2‘ já foi confirmada. O roteiro da sequência será assinado por Danny Philippou ao lado de Bill Hinzman.

Something Beautiful | As MELHORES músicas do mais novo álbum de Miley Cyrus

miley cyrus more to lose
miley cyrus more to lose

A icônica Miley Cyrus finalmente voltou ao mundo da música nos últimos dias com o lançamento de seu aguardado álbum de estúdio Something Beautiful – recebendo elogios pelas incursões mais experimentais e por um corpo de trabalho bastante amadurecido.

Recém-saída da premiada e bem-sucedida era ‘Endless Summer Vacation’, Cyrus nos apresentou a cinco canções promocionais antes do lançamento do disco, incluindo o lead single “End of the World”. E, como se não bastasse, o compilado de originais virá acompanhado de um filme que será lançado nos cinemas nacionais no próximo dia 27 de junho.

Para celebrar a estreia do álbum, preparamos uma breve lista elencando suas cinco melhores canções.

Confira abaixo:

5. “END OF THE WORLD”

“End of the World” se apropria de elementos do dance e do disco em uma espécie de balada desconstruída cujo principal tema é o escapismo e o hedonismo. Ao longo de quatro minutos, os ouvintes são envoltos em batidas e construções instrumentais que prestam homenagens a nomes como ABBA, através de teclas de um piano teatral que se espalham logo nos primeiros versos, à medida que se expande para uma revisitação aos anos 1970 em uma atmosfera esperançosa de veraneio.

4. “EASY LOVER”

“Easy Lover” é uma sensual e despojada track se afasta da catarse dramática e inclina-se para uma mercadológica e envolvente mistura de R&B, funk e pop-rock que arranca da vocalista versos divertidos. Porém, nesse “caos controlado” de que se dispõe desde a faixa de abertura do álbum, ela permanece fiel às mensagens da constante procura da beleza e da exaltação de suas várias formas – por mais que, ao encontrá-la, tenha que lutar para mantê-la e celebrá-la

3. “EVERY GIRL YOU’VE EVER LOVED”, feat. Naomi Campbell

O compilado de originais é uma experiência sinestésica que preza pelo experimentalismo e por arranjos não convencionais. À medida que presta homenagens a ídolos que a influenciaram ao longo dos anos, ela explora um novo capítulo de sua apaixonante sonoridade e imagética. Dentro desse espectro e mergulhando em um vibrante escopo criativo, ela posa ao lado de Naomi Campbell com “Every Girl You’ve Ever Loved”, trazendo o EDM e o synth-pop em uma atemporal libertação artística e pessoal.

2. “WALK OF FAME”, feat. Brittany Howard

Na segunda metade do álbum, Miley se reúne com um competente time de produtores e compositores que a auxiliam em uma ambiciosa conclusão. Apesar de deslizes gritantes nas baladas que compõe esse encerramento, a artista se diverte em construções envolventes e próprias para as pistas de dança. Ela, inclusive, une forças com Brittany Howard para a espetacular “Walk of Fame”, trazendo referências do disco e do dance em um épico de seis minutos que faz brincadeiras com a máxima “walk of shame” e que traz certos elementos melancólicos de volta para o refrão.

1. “MORE TO LOSE”

“More To Lose” não apenas é a melhor canção de Something Beautiful, como uma das faixas mais poderosas e impecáveis da carreira de Miley Cyrus. A track reitera o poder incomparável da performer principalmente em sua invejável capacidade de se metamorfosear como bem desejar.

Iniciando-se com uma cândida, poderosa e sutil rendição vocal de Cyrus, a faixa desmembra-se em uma construção cinemática e envolvente, puxando elementos de trilhas sonoras de longas-metragens de dramédias românticas com um arranjo de cordas e de teclas de tirar o fôlego. Cyrus transmuta-se em uma diva dos anos 1990 em sua rendição irretocável, caminhando com facilidade para um crescendo que repete-se até explodir em um clímax arrepiante e que nos deixa de queixo caído – aproximando-a do auge artístico da lendária Bonnie Tyler.

‘Better Man’: Cinebiografia de Robbie Williams estreia no streaming

better man a história de robbie williams (1)
better man a história de robbie williams (1)

Better Man: A História de Robbie Williams, cinebiografia do astro pop britânico, já está disponível no streaming. A produção teve sua estreia nesta sexta-feira (06) na grade de programação da Prime Video.

Embora tenha fracassado nos cinemas em virtude da baixa divulgação internacional, o filme teve uma recepção bastante positiva no Rotten Tomatoes, conquistando uma excelente aprovação de 88% da crítica especializada, com base em 180 análises.

Os críticos, em geral, elogiaram o filme, destacando sua originalidade.

Confira os comentários:

“Isso é o equivalente a escalar a Lassie para interpretar Frank Sinatra. Ok, talvez não seja tão louco assim, mas chega bem perto. Então, adivinhe? Funciona de verdade”, disse Pete Hammond do Deadline.

“Contra todas as expectativas, esse truque funciona, distinguindo o projeto de tantas outras cinebiografias de estrelas pop feitas no molde padrão”, disse Peter Debruge da Variety.

“É difícil exagerar o quanto a persona de “hooligan” de Williams – e a ilustração fantástica disso no filme – transformam um material que seria comum em algo novo e inovador”, disse David Ehrlich do IndieWire.

“Os números musicais de Michael Gracey no musical de Robbie Williams, Better Man, são magistralmente executados, mas a trama é menos impressionante”, disse Gregory Ellwood do The Playlist.

“A biografia musical mais maluca desde que Todd Haynes fez a história de Karen Carpenter com bonecas Barbie, Michael Gracey realiza a maior surpresa cinematográfica do ano. Uma diversão absoluta”, disse Alex Godfrey do Empire Magazine.

“Better Man está em uma categoria própria de dramatizações biográficas bem-sucedidas. Robbie Williams aproveita um conceito que nenhum músico pode duplicar e escolhe o colaborador correto em Gracey”, disse Matt Donato do Collider.

“Better Man vai com tudo, para o bem ou para o mal, e embora suas intenções sejam nobres, sua execução é no máximo inconsistente”, disse Sean Boelman do FandomWire.

“É um filme que está à beira de desmoronar, mas você ficará surpreso com o quão bem ele se mantém coeso”, disse Benjamin Lee do Guardian. 

Relembre o trailer:

“A produção é uma narrativa baseada na verdadeira história da ascensão meteórica, da queda dramática e do impressionante ressurgimento do pop star britânico, considerado um dos maiores artistas de todos os tempos”.

Dirigido por Michael Gracey, conhecido por seu trabalho em ‘O Rei do Show‘, o filme é contado exclusivamente da perspectiva de Robbie, capturando sua sagacidade característica e espírito indomável.

Robert De Niro volta apoiar a filha Airyn, que tornou pública sua identidade como mulher trans

Pouco depois de sua filha, Airyn De Niro, ter tornado pública sua identidade como mulher trans, o vencedor do Oscar Robert De Niro voltou a apoiá-la em um raro comentário sobre sua família.

Em uma recente entrevista ao Entertainment Tonight durante o Festival de Tribeca, o astro fez questão de reafirmar seu amor pela filha ao apontar a necessidade de permitir que ela seja a mais autêntica possível.

“Existem coisas que se pode fazer e existem coisas que não se pode fazer [como pai]. Mas o principal de tudo é apoiar os filhos. Desde que não se machuquem [ao] fazer algo destrutivo e afins, você precisa apoiá-los. Ponto final”, ele disse.

De Niroa crescenta: “mesmo que não concorde… Você precisa apoiá-los. Seja o que for, você precisa apoiá-los. E eles precisam saber que você os apoia. Sempre”.

Anteriormente, em uma declaração concisa e afetuosa ao Deadline, o renomado ator afirmou: “eu amei e apoiei Aaron como meu filho, e agora amo e apoio Airyn como minha filha. Sinceramente, não vejo qual é o grande problema… Amo todos os meus filhos”.

Lembrando que em uma entrevista recente, Airyn ofereceu uma perspectiva íntima sobre sua experiência de crescer como uma das sete filhas do duas vezes vencedor do Oscar. Sua mãe é a atriz Toukie Smith, e ela tem um irmão chamado Julian.

“Existe uma distinção crucial entre ser visível e ser verdadeiramente vista”, refletiu Airyn. “Eu sempre estive visível, mas não acredito que tenha sido verdadeiramente vista até agora”.

Airyn também observou: “Nenhum pai é perfeito, mas sou grata por ambos os meus pais terem concordado em me manter longe dos holofotes durante minha infância. Eles sempre expressaram o desejo de que eu tivesse uma infância o mais normal possível”.

Após a publicação de sua entrevista, Airyn tem recebido uma onda de apoio caloroso nas redes sociais.

Em seu Instagram, ela expressou sua gratidão: “Obrigada a todos que têm sido tão gentis e solidários! Não estou acostumada com tanta atenção voltada para mim”.

“E, para aqueles que estão perguntando se tenho um agente ou sou representada por alguém, a verdade é que sou apenas uma garota com um celular”, acrescentou com simplicidade. “Peço desculpas se não consigo responder a todas as mensagens”.

Airyn mencionou que a atriz Laverne Cox foi uma das mulheres trans que a inspirou em sua jornada: “Ver mulheres trans sendo honestas e abertas sobre suas experiências, especialmente em espaços públicos como as redes sociais, e testemunhar seu sucesso… Isso me fez pensar: ‘Quer saber? Talvez ainda não seja tarde demais para mim’”.