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Diretor promete que o terror em ‘Premonição 6’ “vai causar uma CONFUSÃO imediata”

Premonição 6: Laços de Sangue’ (Final Destination: Bloodlines), o mais novo capítulo da icônica franquia de terror, promete trazer uma abordagem diferenciada, conforme revelou o diretor Zach Lipovsky.

Segundo o Deadline, Lipovsky detalhou como o novo filme se distanciará dos anteriores. “Neste filme, a primeira premonição acontece em 1969”, explicou. “Há muitas mortes durante a premonição, como normalmente acontece na sequência de abertura de um filme ‘Premonição’, mas depois saímos do ponto de vista de outra pessoa nos dias atuais. Isso é novo. Para muitos fãs, acho que isso vai causar uma confusão imediata. Vai fazer com que eles se inclinem para frente, tentando entender o que está acontecendo”.

Lipovsky, que co-dirigiu o longa com Adam Stein, elaborou sobre a imprevisibilidade da trama: “Como espectadores, adoramos quando temos que nos inclinar na cadeira porque o filme está sendo imprevisível. Mudamos muita coisa em relação ao que se espera, inclusive quem vai morrer em seguida e como. Você pode achar que é uma pessoa, mas não é. Há um certo prazer nisso”.

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de maio.

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Na próxima iteração, atormentada por um pesadelo violento e recorrente, a estudante universitária Stefanie volta para casa para rastrear a única pessoa que, talvez, possa ser capaz de quebrar o ciclo fatal anunciado e salvar sua família da morte terrível que inevitavelmente aguarda todos eles.

Zach Lipovsky e Adam B. Stein, de ‘Aberrações‘, são responsáveis pela direção.

Kaitlyn Santa Juana (‘O Jogo da Amizade’), Brec Bassinger (‘Stargirl’) e Teo Briones (‘Chucky’) estrelam. O elenco ainda conta com Richard Harmon (‘The 100’), Anna Lore (‘They/Them – O Acampamento’), Owen Patrick Joyner (‘Julie and the Phantoms’), Max Lloyd-Jones (‘O Livro de Boba Fett’), Rya Kihlstedt (‘Obi-Wan Kenobi’) e Tinpo Lee (‘A Mansão’).

O roteiro é assinado por Lori Evans Taylor (‘O Nascimento do Mal’) e Guy Busick (‘Pânico 6’), com a produção de Jon Watts (‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’).

O primeiro ‘Premonição‘ foi lançado em 2000 e gerou 4 continuações. O ápice da série foi em 2009, com ‘Premonição 4‘, que faturou quase US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais. O quinto, e último filme, foi lançado em 2011 e arrecadou US$ 157 milhões mundialmente.

Combinados, os cinco longas arrecadaram mais de US$ 665 milhões.

‘Vingadores: Apocalipse’: Lewis Pullman comenta futuro de Bob no MCU; “Ele é um trunfo valioso”

Lewis Pullman, que interpreta Bob — o poderoso e instável Sentinela — em ‘Thunderbolts*’, falou recentemente sobre o futuro de seu personagem no Universo Cinematográfico da Marvel, levantando expectativas sobre uma possível participação do herói em ‘Vingadores: Apocalipse’ (Avengers: Doomsday).

Em entrevista divulgada pelo site ComicBookMovie, Pullman revelou que, na próxima grande reunião do MCU, os membros dos Novos Vingadores estarão atentos a Bob, tentando encontrar uma forma de aproveitar seus imensos poderes sem desencadear o caos provocado por sua entidade sombria, o Void.

“Os Thunderbolts não querem deixá-lo fora de vista, porque percebem que, se ele cair em mãos erradas ou não tiver o apoio necessário, pode ser extremamente perigoso. Mas também querem mantê-lo por perto, caso descubram uma forma de usá-lo. Ele é um trunfo valioso. É uma situação complicada. Com todos os personagens que estarão em ‘Vingadores: Apocalipse’, haverá muitas oportunidades para ver como cada um pode se encaixar — inclusive Bob”, afirmou.

No final de ‘Thunderbolts*’, Bob aceita integrar os Novos Vingadores, mas deixa claro que teme se transformar novamente no Sentinela, com receio de que o Void — seu lado obscuro — assuma o controle.

‘Vingadores: Apocalipse’ segue em produção

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Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

‘Vingadores: Apocalipse’ chega aos cinemas no dia 01 de maio de 2026, enquanto ‘Vingadores: Guerras Secretas’ tem estreia agendada para 07 de maio de 2027.

‘Clown in a Cornfield’: Terror slasher conquista 74% de aprovação da crítica e 67% do público; Confira as críticas!

O terror slasherClown in a Cornfield obteve uma aprovação positiva no Rotten Tomatoes, com 74% de aprovação com base em 105 avaliações, e 67% do público.

De maneira geral, os críticos consideraram o filme um marco no gênero, destacando sua capacidade de evocar medo, enquanto alguns apontaram o longa como medíocre e sem graça.

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“Um filme de terror sem graça ganha pontos se o vilão principal for realmente assustador. Mas os Frendos, infelizmente, parecem versões fajutas do Pennywise, Art the Clown e outros palhaços do terror bem mais assustadores”, afirmou Erik Piepenburg do New York Times.

“Para um filme que não é muito criativo no título, Clown in a Cornfield traz uma abordagem divertida, espirituosa e absurda do gênero slasher, além de fazer comentários sobre uma cultura divisiva alimentada por um governo corrupto”, afirmou Glenn Garner do Deadline.

“O filme, de maneira trivial, exala uma vibração de desânimo, resultado de todos os personagens sendo tão irritadiços e desagradáveis”, disse Owen Gleiberman da Variety.

“O diretor de Tucker e Dale Contra o Mal, Eli Craig, encara a adaptação fiel com maestria, trazendo o equilíbrio certo entre gore e comédia para um slasher ágil e enxuto”, disse Meagan Navarro do Bloody Disgusting.

Clown in a Cornfield parece o tipo de filme que você encontraria passando na TV no meio da noite, aquele que te dá medo de sair da cama”, disse Graeme Guttmann do Screen Rant.

“O que torna Clown in a Cornfield tão agressivamente medíocre é o fato de ser uma colcha de retalhos tonalmente confusa de um milhão de filmes de terror melhores, pegando pequenos trechos daqui e dali e misturando-os em um filme muito insatisfatório”, disse Luna Guthrie do Collider.

“[É] uma carta de amor aos slashers dos anos 70, 80 e 90, invocando o clima de Halloween, Sexta-Feira 13 e Pânico. Mas, enquanto aqueles slashers eram para adultos sobre adolescentes, Clown in a Cornfield tem um coração e tom voltados para o público jovem adulto, visando uma nova audiência”, disse Sara Clements do Peliplat.

Clown in a Cornfield é um raro filme slasher com meta-comentários e humor que realmente parece fresco. As mortes grotescas são um bônus agradável, o suficiente para garantir um novo público para Frendo entre os fãs de terror”, disse James Preston Poole da Discussing Film.

Dirigido por Eli Craig (‘Tucker & Dale Contra o Mal’), o longa é baseado no livro homônimo de Adam Cesare.

Quinn e seu pai acabaram de se mudar para a pacata cidade de Kettle Springs na esperança de um novo começo. Em vez disso, ela descobre uma comunidade fragmentada que passou por momentos difíceis depois que a estimada Fábrica de Xarope de Milho Baypen pegou fogo. Enquanto os moradores locais brigam entre si e as tensões aumentam, uma figura sinistra e sorridente emerge do milharal para limpar a cidade de seus fardos, uma vítima sangrenta de cada vez. Bem-vindos a Kettle Springs. A verdadeira diversão começa quando Frendo, o palhaço, sai para brincar.

O elenco conta com Katie Douglas (‘Ginny & Georgia’), Carson MacCormac (Shazam!), Aaron Abrams (‘Hannibal’), Will Sasso (‘Jovem Sheldon’) e Kevin Durand (‘Abigail’).

Charlize Theron enaltece trabalho de Uma Thurman em ‘Kill Bill – Volume 1’: “Merecia um Oscar”

A atriz Charlize Theron expressou recentemente sua admiração pelo trabalho de Uma Thurman no clássico ‘Kill Bill – Volume 1’, onde interpretou a icônica Noiva/Beatrix Kiddo.

Theron revelou que a personagem é uma de suas favoritas e que Thurman, em sua opinião, não recebe o devido reconhecimento por sua atuação.

“Nos conhecíamos superficialmente, mas eu já era uma grande fã, acompanhando seu trabalho, e sempre desejei colaborar com ela”, declarou Theron, conforme a Variety. “Quando comecei a atuar em filmes de ação, ela era, para mim, uma espécie de mestre, a original”.

Questionada sobre se Thurman merecia um Oscar por sua performance, Theron foi enfática: “Com certeza”, acrescentando que, geralmente, “são apenas homens que recebem muito crédito por esses tipos de filmes. O que ela fez naquele filme foi inacreditável”.

Theron confessou ter sentido “medo” de contracenar com Thurman em ‘The Old Guard 2’: “Ela é muito durona. Desde que comecei em filmes de ação, sempre pensei: ‘Com quem eu quero trabalhar e fazer uma sequência de ação?’ A resposta sempre foi Uma Thurman. Sempre”.

‘Kill Bill – Volume 1’ está disponível no Prime Video.

‘Thunderbolts*’: Lewis Pullman quase ficou de fora do papel de Sentinela no MCU; Entenda!

Thunderbolts*’ já está em cartaz nos cinemas nacionais, e apresenta Lewis Pullman como Bob, o Sentinela (Sentry). No entanto, o astro de Top Gun: Maverick quase ficou de fora do papel do icônico herói da Marvel.

De acordo com o ComicBookMovie, o personagem inicialmente seria interpretado por Steven Yeun, mas as greves de Hollywood em 2023 comprometeram sua agenda e o ator precisou abandonar o projeto.

Curiosamente, essa não foi a primeira tentativa de Pullman de ingressar no Universo Cinematográfico da Marvel. A diretora de elenco da Marvel Studios, Sarah Finn, revelou que o ator fez testes para viver Ned Leeds em ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’, há cerca de 10 anos.

O papel acabou ficando com Jacob Batalon, que interpretou o melhor amigo de Peter Parker nos filmesVingadores: Guerra Infinita, Homem-Aranha: Longe de Casa e ‘Sem Volta para Casa’.

Além disso, Pullman também foi cotado para o filme ‘Kraven: O Caçador’ (2024). Embora o ator tenha feito testes, ele não revelou qual personagem interpretaria. Especula-se que tenha sido Dmitri Smerdyakov, o Camaleão, papel que acabou ficando com Fred Hechinger.

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Crítica em Vídeo | ‘Thunderbolts*’ é um aguardado retorno da Marvel Studios à boa forma

Crítica | ‘Thunderbolts*’ explora temas profundos e traz o MCU de volta à boa forma

Crítica 2 | ‘Thunderbolts*’ é uma reunião sindical com os trabalhadores do MCU

A Marvel Studios e uma equipe de veteranos guerreiros independentes que se venderam para o lado errado apresentam Thunderbolts*, um grupo irreverente composto pela assassina deprimida Yelena Belova (Florence Pugh) e por figuras desajustadas.

O elenco ainda conta com Sebastian Stan (Bucky Barnes), Wyatt Russell (Agente Americano), Olga Kurylenko (Treinadora), Lewis Pullman (Sentinela), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma) e Julia Louis-Dreyfus (Valentina Allegra de Fontaine).

O roteiro é escrito por Eric Pearson.

‘Poker Face’: Vídeo nos leva aos BASTIDORES da 2ª temporada; Assista!

A segunda temporada de Poker Face, série estrelada por Natasha Lyonne, já estreou nos Estados Unidos – e, agora, foi divulgado um vídeo inédito nos levando aos bastidores do ciclo.

Confira:

O novo ciclo conquistou impressionantes 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 22 críticas especializadas.

Para efeito de comparação, a primeira temporada alcançou 98% de aprovação da crítica (com base em 114 avaliações) e 81% de aprovação do público.

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Os críticos destacaram que a nova temporada mantém o alto nível da anterior, elogiando especialmente o roteiro afiado, a direção consistente e o carisma de Lyonne no papel principal.

Veja os principais comentários:

“A segunda temporada nos entrega mais uma dúzia de aventuras com a investigadora nada convencional de Lyonne, e nenhuma delas decepciona”, disse Sean Boelman do FandomWire.

“Se os momentos de destaque da 2ª temporada servem de indicação, Poker Face poderia facilmente continuar por mais dez temporadas — e melhorar a cada uma delas”, disse David Opie da Empire Magazine.

“Lyonne e Johnson formam uma dupla formidável, mesmo com a série enfrentando uma leve ‘crise do segundo ano’ ao tentar redefinir seu tom para algo um pouco mais leve, a fim de acompanhar a energia frenética e excêntrica de sua estrela”, disse Allyson Johnson do The Playlist.

“Talvez o maior mérito da 2ª temporada de Poker Face seja conseguir manter o ritmo e o interesse do público o tempo todo, mesmo seguindo uma estrutura narrativa claramente previsível”, disse Greg MacArthur do Screen Rant.

“Alguns obstáculos no caminho impedem a 2ª temporada de Poker Face de ser um sucesso absoluto como a primeira. Dito isso, a direção e o roteiro consistentemente excelentes, junto com a atuação e o carisma de Natasha Lyonne, ainda fazem da série uma jornada que vale a pena acompanhar”, disse Aidan Kelley do Collider

“Os fãs de Poker Face não ficarão decepcionados com a 2ª temporada, mesmo que ela não traga grandes novidades”, disse CBR.

A nova temporada conta com 12 episódios, e trará Charlie usando suas habilidades especiais para investigar crimes em uma liga de baseball, um supermercado, uma casa funerária, uma fazenda de jacarés e um show de talentos em uma escola primária.

O próximo ciclo traz a participação de Giancarlo Esposito, Katie Holmes, Gaby Hoffmann, Kumail Nanjiani, Sherry Cola, Kevin Corrigan, Ben Marshall, Kathrine Narducci, Cynthia Erivo, BJ Novak, Margo Martindale, John Mulaney, Ego Nwodim, Sam Richardson, Awkwafina, Corey Hawkins, Simon Rex, Davionte “GaTa” Ganter, Haley Joel Osment, John ChoJustin TherouxPatti Harrison e Method Man.

Charlie (Lyonne) tem uma habilidade extraordinária em dizer quando alguém está mentindo. Ela embarca em uma viagem com seu Plymouth Barracuda e, a cada parada, encontra pessoas e crimes estranhos que ela não pode deixar de resolver.

Lyonne entra como produtora executiva junto com Maya Rudolph e Danielle Renfrew Behrens, representantes da Animal Pictures.

Nora Lilla Zuckerman são as showrunners.

Crítica | ‘À Altura’ – Filme sul-coreano na NETFLIX mostra rivalidade acirrada entre professor e aprendiz

Os duelos que dizem muito sobre si mesmo. Buscando envolver o público com uma rivalidade acirrada entre um professor e seu aprendiz, profissionais de um jogo de tabuleiro abstrato e considerado o mais antigo jogado até o presente, o longa-metragem sul-coreano À Altura consegue criar um universo fascinante de reflexões captando paralelos das emoções que encontram interseções sobre a disciplina e lapsos morais. Escrito e dirigido por Kim Hyeong-ju esse projeto, que chegou na NETFLIX em 2025, é um grande achado em meio a tantas ofertas pelos streamings.

Cho Hun-hyun (Lee Byung-hun) é um famoso jogador de GO, vencedor de títulos nacionais e internacionais, se tornando o rosto da Coreia do Sul nesse jogo milenar. Um dia, se depara com um jovem prodígio, Lee Chang-ho (Yoo Ah-in), e logo vira seu professor. Com o passar dos anos, mestre e aluno estabelecem uma forte relação que é colocada à prova quando Lee passa a conquistar muitas vitórias e vencer seu professor.

Inventado na China há mais de 2500 anos, o Go é um jogo individual no estilo ‘um contra um’ onde o objetivo – tendo em mãos pedras brancas e pretas – é cercar mais território do que o oponente. A partir desse game pouco conhecido no Brasil, que usa da lógica e raciocínio rápido para vantagens, À Altura se desenvolve em um roteiro cheio de questões existenciais onde duas características saltam aos olhos e caminham como uma porta de entrada para as emoções dos personagens.

Uma delas é a frustração. Uma variável pulsante e jogada para reflexão, logo se colocando na vitrine dos acontecimentos. Por meio desse sentimento cheio de ambiguidades vamos explorando conflitos profundos que dizem muito sobre as personalidades dos dois protagonistas. A outra, é a relação paternal que se estabelece com o forte vínculo entre as duas partes, algo que se torna insustentável pelas derrapadas das emoções que deixam laços translúcidos e à beira de um rompimento. As disputas no tabuleiro logo viram confrontos pessoais e a narrativa se joga em cima dessa questão.

Diferente de muitas outras histórias onde há um embate entre professor e aprendiz, em À Altura o discurso se amplia repleto de questões sociais e com um contextualização que se movimenta rapidamente, apresentando através da dor e sentimentos conflitantes seu verdadeiro epicentro para debates. O roteiro, muito bem construído, nos leva até os quatro cantos dessa relação conturbada, que tem dois pontos de vistas bem diferentes, e parece se construir no campo das ilusões, nas fraquezas, no temido sopro do fracasso.

Dica | ‘Robô Selvagem’ é o filme perfeito para o Dia das Mães

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Existem filmes que você já sai da sessão pensando: “acabei de ver um clássico!”. E Robô Selvagem é um desses. Lançado em 2024, o longa foi a principal aposta da Dreamworks Animation para a temporada de premiações, conquistando o Annie Awards 2025, a principal premiação da indústria de animações do mundo. A expectativa é que ele também levasse o Oscar, mas acabou sendo superado por Flow, que se tornou o grande fenômeno animado do ano passado bem na reta final das votações.

Ainda assim, não são os prêmios que definem um filme, mas sua história, técnica de animação e capacidade de dialogar com um público. E Robô Selvagem consegue surpreender em todos esses quesitos.

Escrito e dirigido por Chris Sanders, uma das mentes geniais por trás de longas como Lilo & Stitch e Como Treinar o Seu Dragão, o filme é inspirado em uma série de livros homônima. Já a parte animada foi inspirada nas animações clássicas de animais falantes da Disney e nas obras do lendário cineasta japonês Hayao Miyazaki. Ou seja, o material base era excelente, mas sempre há como errar. Felizmente, não foi este o caso, já que o longa é uma obra-prima da DreamWorks.

A história gira em torno de ROZZUM-7134, uma robozinha faz-tudo que estava sendo transportada para seus donos, quando um acidente faz com que ela caia em uma ilha longe da civilização, habitada apenas por animais selvagens. Para complicar mais a situação, ela acaba sendo ativada acidentalmente pelos bichos, acordando sem ter a quem reportar. Diante desses novos bichos, ela utiliza sua inteligência artificial para aprender a língua deles.

Em seu despertar, ela acidentalmente mata uma mamãe ganso e destrói seu ninho. Tomada por um sentimento que ela é incapaz de compreender, ‘Roz’ percebe que sobrou um ovinho. Então, ela passa a tomar conta dele como sua missão na ilha. Só que ela é uma máquina, então vai precisar aprender não apenas como chocar o ovo, mas principalmente a como criar um bebê ganso, que é cheio de questões e dúvidas sobre sua própria existência.

O filme aborda as diferentes fases da vida do gansinho, tendo como perspectiva a Roz, que assume esse papel materno, enquanto conversa com outros bichos para tentar entender o que é a maternidade. O longa é cheio de desafios que são facilmente identificáveis na vida de mulheres que tentam criar seus bebês com o melhor que têm, mesmo que isso não seja o bastante em muitas vezes.

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Contada de forma emocionante, o longa é realmente um espetáculo cheio de sensibilidade e com uma animação sensacional, cujos traços buscam emular as pinturas de Monet. Além disso, o elenco original traz nomes estelares, como Lupita Nyong’o, Pedro Pascal, Mark Hamill e Bill Nighy.

É aquela animação que dá um quentinho no coração e arranca lágrimas sem fazer esforço, ressaltando não só a beleza da natureza, mas a beleza da vida, provando que até mesmo uma inteligência artificial é capaz de amar quando compreende que ser mãe é muito mais do que se ater a fórmulas matemáticas e regras pré-estabelecidas.

Robô Selvagem está disponível no Amazon Prime Video.

3ª temporada de ‘The Walking Dead: Daryl Dixon’ ganha teaser trailer e previsão de estreia; Confira!

AMC divulgou o teaser trailer oficial da 3ª temporada de ‘The Walking Dead: Daryl Dixon‘, estrelada por Norman Reedus.

Além disso, foi revelado que a produção tem estreia prevista para o outono norte-americano, isto é, entre os meses de setembro e novembro de 2025.

Confira:

No Brasil, a série está disponível no Prime Video.

Na trama, Daryl (Reedus) acorda na França pós-apocalíptica e se encontra em uma busca para entender como chegou lá e como voltar para casa. Enquanto isso, ele se depara com novos desafios, inimigos e aliados, e se vê envolvido em uma missão que pode salvar a humanidade. 

O elenco ainda conta com Clémence Poésy, Adam Nagaitis, Anne CharrierEriq EbanoueyLaika Blanc Francard, Louis Puech Scigliuzzi Romain Levi.

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Conheça a nova comédia LGBTQ+ que chega ESTA SEMANA ao Prime Video

A série ‘Overcompensating‘, comédia LGBTQ+ criada e estrelada por Benito Skinner, chega esta semana ao Prime Video.

A produção tem estreia agendada para o dia 15 de maio na plataforma de streaming.

A trama acompanha Benny, um jogador de futebol americano, em sua luta para aceitar sua sexualidade na faculdade, descobrindo que está compensando demais ao tentar parecer algo que não é.

O elenco ainda conta com Wally Baram, Mary Beth Barone, Adam DiMarco e Rish Shah, além de contar com uma participação especial da vencedora do Grammy Charli XCX.

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AÇÃO estrelada por Jason Statham chega ESTA SEMANA ao Prime Video!

Homem segurando martelo em ambiente enevoado e iluminado

Resgate Implacável‘ (A Working Man), novo filme de ação estrelado pelo Jason Statham (‘Beekeeper: Rede de Vingança’), chega esta semana ao streaming.

O longa-metragem será lançado na plataforma do Prime Video no próximo dia 15 de maio.

A trama acompanha Levon Cade, um ex-agente de operações secretas que leva uma vida pacífica com sua filha como trabalhador de construção civil. No entanto, Levon é forçado a usar seu antigo conjunto de habilidades para encontrar a filha adolescente de seu chefe e logo descobre uma conspiração criminosa que tem o potencial de causar estragos em sua vida tranquila.

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David Ayer (‘Esquadrão Suicida’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Sylvester Stallone – baseado no romance homônimo de Chuck Dixon.

O elenco ainda conta com David Harbour, Michael Peña, Jason Flemyng, Arianna Rivas, Noemi Gonzalez e Emmett J. Scanlan.

Homem sério com taco em cartaz de filme

4ª temporada de ‘Love, Death & Robots’ chega ESTA SEMANA ao streaming!

A 4ª temporada da aclamada série antológica sci-fi ‘Love, Death & Robots‘ chega esta semana ao catálogo da Netflix.

O novo ciclo estreia na plataforma de streaming no próximo dia 15 de maio.

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‘Love, Death & Robots’ é uma série de antologia que reúne contos animados em uma mistura de ficção científica, fantasia, terror e comédia. Produzida por diretores do mundo todo, ela traz diferentes histórias sobre lobisomens soldados, caçadores de recompensas de cyborg e até mesmo aranhas alienígenas. Robôs, monstros de lixo e demônios sedentos também não faltam por lá. Tudo isso combinado com as técnicas e estilos de animação de cada cineasta ou estúdio envolvido no projeto. O que faz de Love, Death & Robots’ um dos títulos mais ousados do catálogo da Netflix, com muito sangue, sexo e violência.

A série foi criada por David Fincher (‘Garota Exemplar’) e Tim Miller (‘Deadpool’).

‘9-1-1’: Confira a prévia do ÚLTIMO episódio da 8ª temporada!

ABC divulgou a prévia oficial do 18º e último episódio da 8ª temporada de 9-1-1, popular série criada por Ryan Murphy.

O capítulo de encerramento do ciclo vai ao ar no próximo dia 14 de maio.

Confira:

Lembrando que a série já foi renovada para a nona temporada e, no Brasil, está disponível no catálogo do Disney+.

A série foi criada por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear.

A trama explora as vidas de policiais, paramédicos e bombeiros que precisam enfrentar as situações mais assustadoras e chocantes, enquanto respondem a chamados de emergência, e devem equilibrar o trabalho de salvar os mais vulneráveis e resolver os problemas em suas próprias vidas.

O elenco conta com Angela Bassett, Peter Krause, Jennifer Love Hewitt, Oliver Stark, Aisha Hinds, Kenneth Choi, Ryan Guzman, Corinne Massiah e Gavin McHugh.

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Cannes 2025: Conheça Todos os Brasileiros na 78ª Edição do Festival

Em um ano em que o Brasil é oficialmente homenageado na França, o Festival de Cannes 2025 se transforma em uma vitrine vibrante da diversidade e da força do cinema brasileiro. A seleção deste ano celebra um momento emblemático para o audiovisual nacional: Kleber Mendonça Filho retorna à competição principal; quatro curtas-metragens integram a Quinzena dos Diretores, sob curadoria de Karim Aïnouz; e há uma justa homenagem ao mestre Cacá Diegues na seção Cannes Classics.

A presença brasileira também se destaca em iniciativas paralelas: os cineastas Marcelo Caetano e Marianna Brennand integram júris e premiações; as produtoras Jessica Luz e Paola Wink participam da mostra ACID; o projeto Muganga, de Rodrigo Ribeyro, figura na residência oficial do festival; e a produtora Tatiana Leite marca presença na mostra Un Certain Regard. Conheça todos eles abaixo:

Seleção Oficial 

O Agente Secreto, Kleber Mendonça Filho

Velho conhecido de Cannes, Kleber Mendonça Filho apresenta O Agente Secreto, entre os 22 títulos na disputa pela Palma de Ouro em 2025. Conhecido por tensionar o realismo político com elementos de gênero — como em Bacurau (2019) e Aquarius (2016), Kleber é uma das vozes mais proeminentes do cinema brasileiro contemporâneo. 

Apenas em quatro anos, o pernambucano apresentou o elogiadíssimo documentário Retratos Fantasmas, fora da competição; participou como jurado do festival; e levou o Prêmio do Júri. Protagonizado por Wagner Moura (Guerra Civil), O Agente Secreto é um dos títulos mais aguardados da Croisette e tem grandes chances de voltar para casa com uma estatueta. 

Para Vigo Me Voy!, Lírio Ferreira e Karen Harley 

Já na mostra Cannes Classics, a dupla Lírio Ferreira e Karen Harley apresenta Para Vigo Me Voy!, um documentário que mergulha na obra de Carlos Diegues, falecido em fevereiro deste ano. Trechos de suas obras, intercalados com entrevistas, percorrem 60 anos de carreira. O longa acompanha a evolução de seu cinema e de seu discurso, costurando esse diálogo com imagens inéditas de seu último projeto Deus Ainda É Brasileiro; uma sessão de Bye Bye Brasil (1980) na Favela do Vidigal; e um grande encontro de Carlos Diegues com companheiros de jornada. 

O cineasta Lírio Ferreira é figura-chave do movimento manguebeat no cinema, tem em seu currículo filmes como Baile Perfumado (1996) e Árido Movie (2005). Já Karen Harley é uma montadora e diretora envolvida em diversos projetos premiados, como Lixo Extraordinário (2010) e Que Horas Ela Volta? (2015). 

O Futuro do Cinema Brasileiro

Muganga, Rodrigo Ribeyro


Rodrigo Ribeyro é nosso representante entre os seis rostos da 49ª edição de La Résidence du Festival de Cannes, após ter sido premiado no Cinéfondation em 2021. De 15 de março a 31 de julho de 2025, ele viverá em Paris e se beneficiará de um programa personalizado de apoio à escrita de roteiros e reuniões com profissionais do cinema. O projeto já recebeu mais de 250 cineastas de cerca de 60 países, entre eles estão o nosso Karim Aïnouz, e a espanhola Carla Simón, concorrente à Palma de Ouro deste ano.

Para a residência em Paris, Rodrigo está desenvoveldo o filme Muganga, que narra a aventura de dois amigos que escapam de um dia de trabalho em São Paulo para conhecer a Floresta da Cantareira. Enquanto estão lá, no entanto, um ataque nuclear atinge sua cidade natal e a transforma numa área radioativa, forçando-os a sobreviver em meio a natureza. O enredo mistura mistério, ficção-científica e autodescobrimento. 

Quinzena dos Diretores sob a Tutela de Karim Aïnouz

O projeto Director’s Factory da Quinzena dos Diretores tem como objetivo fazer emergir novos talentos de cinema internacional, permitindo que jovens locais e cineastas criem juntos. Para sua 10ª edição, o mentor é Karim Aïnouz. Conheça abaixo os quatro curtas participantes: 

Ponto Cego, Luciana Vieira 

A brasileira Luciana Vieira, ao lado do cubano Marcel Beltrán, assina a direção do curta Ponto Cego, que acompanha Marta, engenheira encarregada das câmeras de segurança do porto de Fortaleza. Em um ambiente hostil de invisibilidade feminina, Marta decide romper com o silêncio. A obra propõe uma crítica sutil ao apagamento das mulheres em espaços industriais e de vigilância, usando o olhar da câmera como metáfora poderosa.

A Vaqueira, a Dançarina e o Porco, Stella Carneiro  

Apresentado como um western queer com pitadas de surrealismo, o curta A Vaqueira, a Dançarina e o Porco é dirigido pela brasileira Stella Carneiro em parceria com português Ary Zara. A trama segue uma cowgirl trans que visita sua amada — uma showgirl negra — presa sob o controle de um porco sanguinário. O curta flerta com o absurdo e a estética do confronto, em uma jornada de amor, sangue e sororidade.

Como Ler o Vento, Bernardo Ale Abinader

Em cocriação com a francesa Sharon Hakim, o brasileiro Bernardo Ale Abinader constroi uma narrativa delicada sobre herança e sabedoria ancestral em Como Ler o Vento. Cássia, uma curandeira tradicional, prepara sua jovem discípula, Marjorie, para receber seu legado. É um filme sobre tempo, escuta e transmissão entre mulheres, guiado por uma sensibilidade que transborda o enquadramento.

A Fera do Mangue, Wara 

Ao lado do israelense Sivan Noam Shimon, a brasileira Wara compõe uma história de fé e mito em A Fera do Mangue. O enredo parte da lenda de homens poderosos sedentos por descendência. Quando uma de suas vítimas evoca uma criatura mítica — a fera —, o mito se transforma em fúria e justiça, cruzando espiritualidade, vingança e forças da natureza.

Parcerias Internacionais em Cannes

O Riso e a Faca, produtora Tatiana Leite

Dirigido pelo português Pedro Pinho (A Fábrica de Nada), O Riso e a Faca é uma produção compartilhada entre Portugal, Brasil, Romênia e França na mostra Un Certain Regard. Em sua parte brasileira estão a produtora Tatiana Leite, da Bubbles Project, o diretor de fotografia Ivo Lopes Araújo, a montadora Karen Akerman e o editor de som Pablo Lamar. No total, a equipe reúne 31 profissionais do nosso país. 

Inspirado por uma música homônima de Tom Zé, o longa narra a história de Sérgio, engenheiro ambiental português que se muda para uma metrópole africana para trabalhar em um projeto de infraestrutura, onde desenvolve uma relação afetiva complexa com os personagens Diára e Gui (interpretado pelo brasileiro Jonathan Guilherme). A produtora Tatiana Leite é responsável pelos elogiados títulos Malu (2024), de Pedro Freire, e Regra 34 (2022), de Julia Murat

The Black Snake, produtoras Paola Wink e Jessica Luz

Dirigido pelo francês Aurélien Vernhes-Lermusiaux, A Cobra Preta é uma coprodução entre a empresa gaúcha, Vulcana Cinema, França e Colômbia. Representado pelas produtoras brasileiras Jessica Luz e Paola Wink, o longa estreia na mostra paralela ACID, dedicada aos filmes independentes em Cannes. O filme narra o retorno para casa de Ciro, após anos de ausência, no deserto colombiano de Tatacoa, onde ele se reencontra em um território tão frágil quanto encantador. 

Jessica Luz e Paola Wink têm apresentado um trabalho consistente no cinema nacional. Acabaram de apresentar Ato Noturno, de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon, na Berlinale 2025, e estão na produção do novo filme de Thais Fujinaga, Talismã, ainda em filmagens. 

Nomes Brasileiros em Evidência 

Marcelo Caetano, Queer Palm Jury

Após encantar o júri da Semana da Crítica no ano passado com a obra Baby, Marcelo Caetano volta a Croisette como jurado. Presidido este ano pelo cineasta francês Christophe Honoré (Canções de Amor), o Queer Palm é um prêmio independente que reconhece filmes de temáticas LGBTQIA + selecionados para o festival.

Criado em 2010, o festival já premiou 14 títulos, entre eles Retrato de uma Jovem em Chamas (2019), de Céline Sciamma, e o mais recente ganhador Três quilômetros até o fim do mundo, do cineasta romeno Emanuel Pârvu.

Marianna Brennand, Women In Motion Award

Vencedora do Prêmio de Direção na Giornate degli Autori do Festival de Veneza 2024, pelo filme Manas, a diretora brasileira Marianna Brennand será homenageada no Festival de Cannes 2025 com a recompensa Emerging Talent Award, uma importante distinção internacional voltada a novas vozes femininas no cinema. 

Com a premiação, Brennand junta-se a um seleto grupo de cineastas que receberam o apoio do Women In Motion para desenvolver seus segundos longas, entre elas Carla Simón, vencedora do Urso de Ouro em Berlim com Alcarràs (2022), e presente na disputa cannoise deste ano. O prêmio inclui uma bolsa de 50 mil euros para o desenvolvimento do próximo projeto da diretora.

Já conhecia todas essas presenças brasileiras em Cannes 2025? A partir do dia 13 até o dia 24 de maio, fique de olho na cobertura especial do Festival de Cannes no site e midias sociais do CinePOP

Comédia ‘Nonnas’, estrelada por Vince Vaughn, estreia no streaming; Saiba onde assistir!

A comédia Nonnas, estrelada por Vince Vaughn, já está disponível no streaming. A produção teve sua estreia nesta sexta-feira (09), na grade de programação da Netflix.

Na trama, o astro interpreta Joe Scaravella, um homem que, para honrar a memória de sua mãe, decide arriscar tudo e abrir um restaurante italiano com um grupo peculiar de chefs: todas vovós.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco estelar conta com Lorraine Bracco (‘Sopranos’), Linda Cardellini (‘O Segredo de Brokeback Mountain’), Talia Shire (‘O Poderoso Chefão’), Michael Rispoli (‘Kick-Ass: Quebrando Tudo’), Joe Manganiello (‘One Piece: A Série’), Brenda Vaccaro (‘Perdidos na Noite’), entre outros.

A direção de Nonnas é de Stephen Chbosky (‘As Vantagens de Ser Invisível’), com roteiro assinado por Liz Maccie (‘Siren: A Lenda das Sereias’).

‘The Midnight Pool’: Aaron Paul estrelará terror psicológico do diretor de ‘V de Vingança’

aaron paul

O aclamado Aaron Paul, eternamente lembrado por seu papel em ‘Breaking Bad’, assume o protagonismo de ‘The Midnight Pool, um novo e promissor terror psicológico sob a direção de James McTeigue, conhecido por filmes como ‘V de Vingança’ e ‘O Corvo’.

De acordo com a Variety, o roteiro é assinado por Jonathan Easley (‘Red Right Hand’).

“A trama mergulha na vida de Johnny Black (interpretado por Paul), um jornalista desiludido que, após ser assolado por uma tragédia pessoal, se vê irresistivelmente atraído para os bastidores sombrios de uma sociedade secreta e de elite. Em sua busca incessante por uma reportagem que finalmente defina sua carreira, Johnny inicia uma descida perturbadora em um labirinto de ilusão, manipulação e realidades cada vez mais distorcidas”, diz a sinopse.

The Midnight Pool será um dos destaques do prestigiado Festival de Cannes. A distribuição internacional do filme será gerenciada pela recém-lançada Stoic, em uma colaboração estratégica com a CAA Media Finance e a UTA Independent Film Group.

“No instante em que ‘Midnight Pool’ chegou às minhas mãos, soube que precisava conversar com James”, revelou Aaron Paul, demonstrando seu entusiasmo pelo projeto.

“O mundo intrincado criado por Jonathan Easley permaneceu comigo muito depois de eu ter terminado de ler o roteiro. A perspectiva de James assumir essa história me deixou incrivelmente animado para explorar esse universo ao seu lado. Nós nos encontramos no meu quintal e passamos horas conversando sobre nossa paixão pelo cinema. Após essa conversa, ficou evidente que queríamos embarcar nessa jornada juntos. Sou um grande admirador do trabalho de James e me sinto verdadeiramente privilegiado por fazer parte dessa experiência com ele e toda a talentosa equipe”.

Gostou de ‘A Avaliação’? Aqui estão outros filmes DISTÓPICOS para você conferir!

the assessment

Nos últimos dias, chegou ao catálogo do Prime Video a ambiciosa distopia estrelada por Elizabeth OlsenHimesh PatelAlicia Vikander.

A trama é ambientada em um mundo devastado pelas mudanças climáticas, em que uma sociedade utópica otimiza a vida, incluindo avaliações de paternidade. Aqui, um casal bem-sucedido é examinado por um avaliador durante sete dias para determinar sua aptidão para ter filhos.

O longa-metragem apostou fichas em uma sólida mistura entre suspense e drama, reacendendo nosso interesse em narrativas do gênero e mostrando que, mesmo em um espectro criativo que já foi utilizado e reutilizado inúmeras vezes no cenário do entretenimento, uma equipe competente e uma boa dose equilibrada de reviravoltas e momentos angustiantes ainda podem trazer originalidade.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista com outros cinco ótimos filmes distópicos para você conferir nos streamings caso tenha gostado de A Avaliação.

Confira nossas escolhas abaixo:

BLADE RUNNER: O CAÇADOR DE ANDROIDES (1982)

Onde assistir: Prime Video

‘Blade Runner: O Caçador de Androides’ é conhecido hoje como um dos melhores longas-metragens da história do cinema, sendo constantemente utilizado como referência em diversos âmbitos da sétima arte que ultrapassam seu rótulo como sci-fi. Afinal, o longa, apossando-se da crescente popularização do gênero à época de seu lançamento, é uma das bases do cyberpunk cinemático como o conhecemos, além de mergulhar no melhor do neo-noir.

A trama nos leva para uma versão alternativa do século XXI em que uma corporação desenvolve clones humanos para serem usados como escravos em colônias fora da Terra, identificados como replicantes. Em meio a constante embates entre os replicantes e seus criadores, um ex-policial é acionado para caçar um grupo fugitivo vivendo disfarçado em Los Angeles.

OS 12 MACACOS (1996)

Onde assistir: Prime Video (Aluguel)

Estrelado por Bruce WillisBrad Pitt, o clássico ‘Os 12 Macacos’ não costuma ser relembrado como deveria, mas certamente deve estar na sua lista. Na trama, um condenado do ano de 2035 é enviado de volta no tempo para descobrir a causa de um vírus que acabou com quase toda a população do planeta. Os poucos sobreviventes moram em abrigos subterrâneos.

Para além do aclame crítico e do sucesso financeiro, o longa-metragem foi elogiado pelas incríveis performances e por reviravoltas fascinantes e inesperadas – rendendo à produção duas indicações ao Oscar: Melhor Ator Coadjuvante para Pitt (sua primeira nomeação à premiação) e Melhor Figurino.

GATTACA: A EXPERIÊNCIA GENÉTICA (1997)

Onde assistir: Prime Video

Escrito e dirigido por Andrew Niccol‘Gattaca: A Experiência Genética’ conquistou uma sólida recepção crítica à época de seu lançamento, sendo elogiado pelos temas controversos das inovações tecnológicas aplicadas à reprodutividade humana – sagrando-se um clássico cult que contou com incríveis performances de Ethan HawkeUma ThurmanJude Law.

O enredo nos leva a um futuro em que os seres humanos são criados geneticamente em laboratórios, enquanto as pessoas concebidas biologicamente são consideradas “inválidas”. Vincent Freeman, um “inválido”, consegue um lugar de destaque na corporação, escondendo sua verdadeira origem. Mas um misterioso caso de assassinato ameaça expor seu passado.

FILHOS DA ESPERANÇA (2006)

filhos da esperanca

Onde assistir: Prime Video (Aluguel)

Alfonso Cuarón não é considerado um dos melhores diretores do cinema contemporâneo por qualquer motivo – tendo uma identidade e uma mentalidade únicas que o tornam perfeito para qualquer gênero. Não é surpresa que sua aclamada filmografia inclua adaptações fantásticas (‘Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban’), dramas poderosos (‘Roma’), épicos sci-fi (‘Gravidade’) e, é claro, a obra-prima de sua carreira: Filhos da Esperança.

A trama é ambientada em futuro distópico em que as mulheres, por algum motivo desconhecido, não conseguem mais engravidar. O mais novo ser humano morreu aos 18 anos e a humanidade discute seriamente a possibilidade de extinção. Theodore Faron (Clive Owen) é um ex-ativista desiludido que se tornou um burocrata e que vive em uma Londres arrasada pela violência e pelas seitas nacionalistas em guerra. Procurado por sua ex-esposa Julian (Julianne Moore), Theodore é apresentado a uma jovem que misteriosamente está grávida. Eles passam a protegê-la a qualquer custo, por acreditar que a criança por vir seja a salvação da humanidade.

EXPRESSO DO AMANHÃ (2013)

Onde assistir: Mercado Livre

Estrelado por nomes como Chris EvansTilda SwintonSong Kang-ho, o aclamado longa-metragem de Bong Joon-ho é uma das melhores e mais subestimadas produções distópicas dos anos 2010, mas do século. Adaptando os quadrinhos homônimos franceses, ‘Expresso do Amanhã’ nos transportou para uma chocante realidade e destilou uma narrativa cuja temática explorou temas como luta de classes, sobrevivência, autoritarismo, complacência e vários outros.

Na trama, um experimento para impedir o aquecimento global falha e uma nova era do gelo toma conta do planeta Terra. Os únicos sobreviventes estão a bordo de uma imensa máquina onde os mais pobres vivem em condições terríveis, enquanto a classe rica é repleta de pessoas que se comportam como reis. Até o dia em que um dos miseráveis resolve mudar o status quo, descobrindo todos os segredos deste intrincado maquinário.

Tom Cruise se RECUSA a responder perguntas sobre tarifas de Donald Trump em coletiva de ‘Missão: Impossível – O Acerto Final’

Tom Cruise foi questionado sobre a proposta do presidente Donald Trump de tarifas sobre filmes “produzidos em terras estrangeiras” e como tal política poderia ser aplicada ao sucesso de bilheteria de espionagem mundial durante uma coletiva de ‘Missão: Impossível – O Acerto Final‘.

Durante o evento, um repórter coreano, perguntou:

“Gostaria de fazer esta pergunta a todos que se interessarem. Assisti a este filme e vi que ele foi filmado em muitos lugares diferentes ao redor do mundo, incluindo a África. É claro que todos nós estamos cientes das tarifas que o presidente Trump vem impondo a produções e filmes estrangeiros. Então, este filme em particular está sujeito a essa tarifa? E quanto do filme foi filmado no exterior?” 

Cruise respondeu rapidamente à pergunta dizendo:

“Preferimos responder a perguntas sobre o filme. Obrigado”, finalizando com um sorriso. O moderador respondeu ao microfone: “Acho que é uma resposta justa”.

Trump comentou sobre a polêmica envolvendo as tarifas de cinema, assegurando que os filmes não precisam se preocupar com as taxas.

De acordo com o Deadline, durante uma discussão sobre um novo acordo comercial com o Reino Unido, na quinta-feira, no Salão Oval, Trump fez uma imitação de Sean Connery e garantiu que “James Bond não tem com o que se preocupar”.

“Como vocês sabem, estamos impondo tarifas sobre esse setor específico — filmes… os cineastas”, disse Trump em um trecho da coletiva. “Vamos aplicar tarifas para trazê-los de volta, porque muitos deixaram este país. Todos vivem aqui, o dinheiro vem daqui, tudo vem daqui, mas fazem os filmes em outros países. Então, vamos fazer algo para trazê-los de volta, talvez em grande escala”.

Trump acrescentou: “Mas James Bond não tem com o que se preocupar, isso posso garantir. E, sabem, Sean Connery era meu amigo. Foi ele quem me ajudou a conseguir uma licença de zoneamento em Aberdeen. Eu já estava há quatro anos tentando, era impossível em Aberdeen… Ele era um cara incrível, Sean Connery”.

Missão: Impossível – O Acerto Final‘ promete surpreender os fãs de ação com cenas ainda mais arriscadas envolvendo o espião Ethan Hunt.

E a para aumentar ainda mais as expectativas do público, a Paramount Pictures divulgou um novo vídeo dos bastidores mostra as dificuldades em gravar a cena em que Tom Cruise ficou pendurado na asa de um avião, sem o auxílio de dublês.

Confira:

Missão: Impossível – Acerto De Contas Parte 1‘ (Mission: Impossible – Dead Reckoning Part One) teve 2 horas e 43 minutos.

O filme chega aos cinemas nacionais no dia 22 de maio.

Assista ao trailer:

Além de Tom Cruise, a produção contará com o retorno de Hayley Atwell, Ving Rhames, Simon Pegg, Esai Morales, Pom Klementieff, Vanessa Kirby, Mariela Garriga, Henry Czerny, Shea Whigham, Greg Tarzan Davis, Charles Parnell e Frederick Schmidt.

Holt McCallany, Janet McTeer, Nick Offerman, Hannah Waddingham, Katy O’Brian e Stephen Oyoung completam o elenco.

McQuarrie retorna à direção, além de assinar o roteiro.

O orçamento do filme está na casa dos US$ 300 milhões, o mais caro da franquia.

As 10 Melhores Músicas de Miley Cyrus

Miley Cyrus é uma das artistas mais conhecidas da atualidade – e, desde sua estreia no cenário do entretenimento através da série ‘Hannah Montana’ até seu adeus à icônica personagem e seu mergulho espetacular em uma incrível carreira solo, a performer vem se consolidando cada vez mais como uma lenda viva.

Ao longo de sua carreira, Cyrus eternizou clássicos do mundo pop e provou ser uma camaleônica musicista que se entrega de corpo e alma a qualquer gênero que deseje cantar, seja com as clássicas investidas dance e pop de “Fly on the Wall” e “Can’t Be Tamed”, passando pelo synth de “We Can’t Stop” e estendendo-se para o rock de Plastic Hearts e o country explorado ao lado de Beyoncé em ‘Cowboy Carter’.

Para celebrar sua mais recente investida musical, que será lançada em breve sob o título de Something Beautiful, Cyrus abre um novo capítulo de sua carreira e nos leva a celebrar uma discografia recheada de sucessos.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando as dez melhores canções de Miley Cyrus.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

10. “NIGHT CRAWLING”

Álbum: Plastic Hearts

Em Plastic Hearts, é notável como a performer drena o possível de um período extremamente pessimista: ela até mesmo cultiva certas influências europeias que se destinam à faixa mais arrepiante e bem produzida do álbum, “Night Crawling”. A evocativa letra nutre de aliterações e assonâncias que nos arremessam de volta para os anos 1970 e trazem uma exuberante química dividida com Billy Idol – movido pela guitarra e pelo eco do synth-rock que viria a se tornar tão majestosamente reverenciada nos anos seguintes.

9. “CAN’T BE TAMED”

Álbum: Can’t Be Tamed

Alguns anos depois de ter entregue ótimas músicas, Cyrus percebeu que estava na hora de começar a fazer um merecido rebranding com seu terceiro álbum de estúdio. E o primeiro capítulo dessa nova era veio com o lead single “Can’t Be Tamed”, que emprestou seu nome ao título do disco, e reiterou o desejo da artista de se libertar de amarras – ainda mais considerando sua participação ativa na composição. E, para além do bem-vindo teor lírico, a mistura entre synth-popdance-pop é a cereja do bolo de uma vibrante canção.

8. “WTF DO I KNOW”

Álbum: Plastic Hearts

O álbum abre com a abundância crítica de “WTF Do I Know” – uma das melhores canções que ela já nos entregou desde ‘Breakout’, ainda em 2008. Fazendo menções progressivas aos seus primeiros anos, abrindo espaço inclusive para a presença melódica e abafada de uma guitarra elétrica e de pandeiros pontuais, o único erro da track é ser rápida demais e passar em um piscar de olhos.

7. “THE CLIMB”

Álbum: Hannah Montana: O Filme (OST)

Como bem sabemos, Cyrus tem um poder inegável para construir poderosas e inspiradoras baladas pop – e, dentre as incríveis incursões do gênero que permeiam sua carreira, “The Climb” é uma das que mais bem representam esse seu apreço. Trazendo um arranjo soberbo de piano, guitarra e violinos, a power ballad puxa inspirações do country-pop e do country-rock que reflete as angústias de uma jovem garota que percebe que a vida não é tão doce quanto parece – mas que esse árduo caminho vale a pena, eventualmente.

6. “FLOWERS”

Álbum: Endless Summer Vacation

Para além dos belíssimos vocais, que demonstram mais um ótimo amadurecimento da artista com o lead single de Endless Summer Vacation, o que mais nos chama a atenção é a comedida e confiante produção: temos referências ao pop-rock dos anos 1970 e ao nu-disco dos anos 1980, pinceladas com a presença pontual de violinos e de um divertido sintetizador que ajuda a firmar essa instigante aventura sonora. Porém, para muito além disso, a produção funciona tem uma carga testamentária gigantesca e funciona como uma carta de amor às pessoas que sempre apoiaram Cyrus, não importa o que acontecesse: os fãs.

5. “YOU”, Miley Cyrus

Álbum: Endless Summer Vacation

A ambientação antêmica de Endless Summer Vacation, novo álbum de Miley Cyrus, é contínua em sua completude e ganha camadas inesperadas com a faixa “You”. Embebida em uma celebração da independência e do amor verdadeiro, em que ela sabe que não precisa de alguém para completá-la, mas sim transbordá-la, a canção nos chama atenção pelos vocais e pela simplicidade instrumental (cortesia da produção de Jonny Coffer e J Moon). Temos bateria, violão, piano e baixo em uma rendição inenarrável e transcendente, traçando similaridades com Bonnie Tyler e SZA, por exemplo.

4. “MORE TO LOSE”

Álbum: Something Beautiful

Iniciando-se com uma cândida, poderosa e sutil rendição vocal de Cyrus, “More To Lose” desmembra-se em uma construção cinemática e envolvente, puxando elementos de trilhas sonoras de longas-metragens de dramédias românticas com um arranjo de cordas e de teclas de tirar o fôlego. Sabemos que a performer tem um diferencial quando pensamos em baladas – e, aqui, ela prova mais do que nunca que nasceu para se transformar em uma das melhores vocalistas de sua geração. Apoiando-se na conhecida estética do pop-rock, cada uma das engrenagens dessa obra-prima musical é pensada com cautela, culminando em uma maestria sonora que nos arrebata do começo ao fim e que nos enche com uma montanha-russa de emoções.

3. “SEE YOU AGAIN”

Álbum: Meet Miley Cyrus

Em 2007, Cyrus já colhia frutos de seu icônico papel como Hannah Montana na série homônima do Disney Channel – e, além de lançar discos vestindo a roupagem de seu alter-ego, permanecia investindo no outro lado de sua carreira. Dessa forma, o single de estreia “See You Again” posta-se com uma importância infindável para a discografia da artista, explodindo em uma vibrante dance-rock que pavimentou o caminho para hits futuros que a sagrariam para a eternidade na indústria fonográfica.

2. “MIDNIGHT SKY”

Álbum: Plastic Hearts

Em 2020, até mesmo Miley Cyrus se rendeu ao passado ao lançar o lead single dePlastic Hearts. “Midnight Sky” é uma explosiva fusão entre disco, synth-pop, pop rock e electropop, que arranca de Cyrus seus melhores vocais e transforma a canção em um hino de liberdade própria para as pistas de dança.

1. “WRECKING BALL”

Álbum: Bangerz

A icônica balada pop “Wrecking Ball” foi uma das canções responsáveis pela total reformulação identitária e artística de Miley Cyrus – e alcançou feitos inimagináveis, principalmente no âmbito comercial. Emergindo como o ápice do brusco amadurecimento da cantora, o single pega os melhores tropos do pop e se rearranja em uma power-ballad com poderosos vocais e uma aplaudível rendição que discorre sobre empoderamento e liberdade.

Reboot de ‘Highlander’ ganha novidades promissoras

O diretor Chad Stahelski revelou recentemente que o reboot deHighlander, estrelado por Henry Cavill, pode chegar aos cinemas mais rápido do que muitos imaginam.

Segundo o Collider, o cineasta afirmou que, se tudo correr conforme o planejado, as filmagens começam ainda este ano.

“Se tudo der certo nas próximas 24 horas, estaremos filmando em setembro. E em 2027 ou 2028, você estará assistindo Highlander, declarou Stahelski.

Vale lembrar que a Lionsgate pretende investir cerca de US$ 100 milhões na produção, sinalizando um projeto de grande escala.

O reboot de Highlander está sendo produzido pela Summit Entertainment, estúdio administrado pela Lionsgate, e a ideia já vinha sendo abordada desde 2009, quando Justin Lin (‘Velozes e Furiosos 9’) foi cogitado para assumir a direção.

O filme originsal estreou em 1986 e trouxe Christopher Lambert como Connor MacLeod, um homem imortal do século 16. O filme gerou duas sequências e uma série de TV na década de 1990.

Para quem não se lembra a série acompanha as aventuras de outro imortal, Duncan MacLeod, vivido por Adrian Paul.

Em 2000 e 2007 foram lançados mais dois filmes, que ampliaram o universo ambientado na série de TV.

Fique ligado para mais informações!