Conhecida por seu papel na série da Netflix ‘The Beauty Queen of Jerusalem’, a atriz israelense Swell Ariel Or foi escalada como protagonista de ‘Tankistas’ (título provisório), novo drama de guerra da produtora Bleiberg Entertainment. A novidade foi divulgada com exclusividade pelo Deadline.
O filme, baseado em eventos reais, retratará a atuação de uma unidade feminina de tanques durante o violento ataque do Hamas a Israel em 7 de outubro de 2023.
A produção está programada para iniciar as filmagens em outubro deste ano. Swell interpretará a capitã da unidade que, diante da ausência de comando central, tomou a frente da operação com três veículos blindados e liderou o enfrentamento contra centenas de militantes por mais de 17 horas.
Ao seu lado, a atriz Yarden Toussia-Cohen — que também integra o elenco de ‘The Beauty Queen of Jerusalem’ e da série ‘Tehran’, da Apple TV+ — interpretará a comandante do batalhão.
A direção será de Ayelet Menahemi, premiada cineasta israelense cujo filme ‘Seven Blessings’ venceu o Prêmio Ophir de 2023 e foi escolhido como representante de Israel no Oscar.
O roteiro é assinado por Eleanor Sela, também roteirista e atriz de ‘Seven Blessings’, marcando mais uma colaboração entre as duas.
O longa é uma coprodução israelense-internacional liderada pela Bleiberg Entertainment, sediada em Los Angeles, em parceria com Ronen Ben Tal, de ‘Seven Blessings’. As vendas internacionais do longa devem ser apresentadas no mercado do Festival de Cannes.
Por meio de uma declaração oficial, Menahemi e Sela refletiram sobre o novo projeto:
“As histórias de bravura após o 7 de outubro são incontáveis, mas essa é uma das mais extraordinárias. Mostra o que acontece quando mulheres assumem o controle depois que homens questionam sua capacidade e direito de lutar. Essas jovens fizeram história — duas vezes”.
Clarice Lispector foi e continua sendo uma das autoras brasileiras mais conhecidas e mais lidas no mundo inteiro. Nascida na Ucrânia, veio para o Brasil ainda pequena, onde morou no Recife e no Rio de Janeiro e começou a escrever, em língua portuguesa. De lá para cá quase cinquenta anos já se passaram do falecimento dessa grande escritora, e, nos últimos anos o cinema brasileiro tem se debruçado com mais carinho na obra e vida de Clarice Lispector. Seguindo por este caminho de revisitas e descobertas, chega aos cinemas brasileiros esta semana o longa ‘Lispectorante’, após exibições prévias no Festival do Rio 2024 e na Mostra de Cinema de São Paulo em 2024.
Glória Hartman (Marcélia Cartaxo, cuja carreira deslanchou a partir de sua participação como a protagonista Macabeia no longa ‘A Hora da Estrela’, também inspirado na obra de Clarice Lispector) é uma mulher que está passando por uma grave crise financeira, ao mesmo tempo em que atravessa uma profunda crise existencial. No que volta à sua cidade natal, um tanto quanto abandonada, Glória descobre dívidas das quais não tinha ciência e perambula pelas ruas em busca de respostas. Dessas caminhadas, conhece um vendedor autônomo de artesanato (Pedro Wagner), com quem acaba se envolvendo amorosamente enquanto se reconecta com uma Recife em ruínas.
Com o coração na obra e vida de Clarice Lispector, ‘Lispectorante’ traz uma proposta de ficção dentro da ficção; ao fazer sua protagonista flanar pelas ruas observando os movimentos mais cotidianos dos transeuntes, o longa absorve a essência clariciana de viver o dia a dia à beira do espanto, e, quando do espanto, a revelação. Desse movimento, tão presente na obra da artista, a protagonista Glória vai se reencontrando com sua cidade, com seu corpo, com aquele it perdido que todos nós buscamos sem saber onde.
Para empreender tamanha jornada investigativa, Marcélia Cartaxo é, provavelmente, uma das poucas atrizes capaz de mergulhar em Clarice Lispector e conseguir sair do outro lado da lagoa mantendo sua essência paraibana. Tendo protagonizado, ainda na juventude, um personagem tão complexo e icônico da literatura brasileira (Macabeia), Marcélia, hoje mais madura que então, absorve as confusões de Glória e as exprime com a leveza dos deslumbres que as protagonistas das histórias de Clarice têm: ela vê, brilha, sorri, encontra beleza onde ninguém mais vê, é simples, se veste simples, mas encontra uma brecha na parede através da qual descobre um mundo fantástico que se desdobra apenas aos seus olhos.
Uma vez mais a diretora Renata Pinheiro (de ‘Carro Rei’) absorve elementos do realismo fantástico e do surrealismo para contar seu filme – dessa vez com roteiro co-escrito por ela e por Sergio Oliveira. Do fantástico que se funde à ficção científica, temos a participação especial de Grace Passô (Praça Paris), como uma vendedora de banca de revista em uma cidade que já não lê nem consome revistas.
Altamente metafórico e embebido de nuances claricianas, ‘Lispectorante’ é um filme que faz muito mais sentido se o espectador tiver conhecimento dos escritos de Clarice Lispector – do contrário, a história pode se tornar de difícil compreensão uma vez que muitos elementos mágicos conduzem o desenrolar dos eventos. Mas, para ver Marcélia Cartaxo brilhando, ‘Lispectorante’ é um filme que conecta atuação, obra e homenageada em noventa e três minutos de suco existencial.
Em entrevista ao Entertainment Weekly, James Wan (‘Sobrenatural’) revelou que ainda não desistiu da ideia de fazer um filme de terror focado no Homem-Torto.
Introduzido em ‘Invocação do Mal 2‘, o spin-off do personagem chegou a ser confirmado pelo estúdio, mas o projeto acabou sendo cancelado enquanto o universo da franquia focava em outros derivados.
“Eu ainda tenho um filme [do Homem-Torto] na minha cabeça e eu adoraria tirá-lo do papel algum dia, mas veremos. Sei que os fãs nos abordam de vez em quando, pedindo por um filme do Homem-Torto. Eu adoraria desenvolvê-lo algum dia, se eu puder convencer o estúdio.”
O produtor Peter Safran completa: “Nós pensamos que o Homem-Torto seria basicamente a Annabelle do ‘Invocação do Mal 2’. Mas, quando os espectadores assistiram ao filme, eles queriam ver mais da Freira. Então você precisa escutar os fãs, escutar o que seu público está pedindo.”
Vale lembrar que o próximo capítulo da franquia, ‘Invocação do Mal 4: Os Últimos Ritos‘, será lançado nos cinemas nacionais no dia 4 de setembro.
‘Five Nights at Freddy’s 2’ traz novidades animadoras, com o ator Matthew Lillard revelando que o roteirista Scott Cawthon considerou as preocupações dos fãs ao escrever a sequência.
Em entrevista ao ComingSoon, Lillard declarou: “Mas acho que o filme aprendeu com o primeiro, acho que Scott, como principal contador de histórias, ouviu o público. [É] o que ele faz de melhor. Ele conhece essa comunidade muito bem. E acredito que ele respondeu com um roteiro que… talvez tenha mais sustos. Talvez seja um pouco mais cheio de ação. Não sei. Não estou aqui para confirmar ou negar”.
‘Five Nights at Freddy’s 2’ também teve seu primeiro cartaz divulgado, apresentando o icônico Freddy.
Confira:
Toy Freddy no primeiro cartaz de ‘FIVE NIGHTS AT FREDDY’S 2’
O atorSean Penn expressou recentemente preocupações sobre o governo do ex-presidente Donald Trump, afirmando que ele poderia “destruir o mundo”.
Segundo a Variety, Penn declarou que “devemos considerar os piores cenários possíveis”e que Trump“pode tentar destruir o mundo antes de envelhecer e morrer”.
Penn comparou Trump a um cônjuge rejeitado que comete um ato de violência extrema: “Acho que é uma teoria razoável que Donald Trump não é diferente do cônjuge de alguém que o deixa, talvez por outro, e que então assassina seu ex-parceiro porque, se ele não pode tê-la, ninguém mais pode”.
Ele continuou: “Acredito que o solipsismo de Donald Trump pode ter esse tipo de relação com o mundo, e que essa destruição é em parte uma jogada de poder, e também uma intenção literal de sua saída final”.
O produtor executivo Eric Swalwell, concordou com Penn: “O que me preocupa é que, se ele não acreditar que há alguém que possa protegê-lo, você verá ele aumentar o que está disposto a fazer com o país para se proteger”.
“Nossa única esperança é um Congresso que o contenha, uma imprensa que relate os fatos, um tribunal independente para julgar e uma praça pública cheia de americanos dizendo ‘nem pensar'”, concluiu Swalwell.
Lembrando que o presidente Donald Trump emitiu uma ordem ao Representante Comercial dos Estados Unidos e ao Departamento de Comércio que iniciem o processo para impor uma tarifa de 100% sobre as importações de filmes produzidos em “terras estrangeiras” (via Deadline).
Chamando a produção descontrolada de “ameaça à segurança nacional”, os comentários de Trump seguem relatos de que um de seus “embaixadores especiais” em Hollywood, Jon Voight, estava elaborando um plano para “salvar” a indústria do entretenimento.
Através do Truth Social, Trump escreveu:
“A indústria cinematográfica americana está MORRENDO muito rápido. Outros países estão oferecendo todos os tipos de incentivos para atrair nossos cineastas e estúdios para longe dos Estados Unidos. Hollywood e muitas outras áreas dos EUA estão sendo devastadas. Este é um esforço conjunto de outras nações e, portanto, uma ameaça à segurança nacional. É, além de tudo, mensagem e propaganda! Portanto, autorizo o Departamento de Comércio e o Representante Comercial dos Estados Unidos a iniciar imediatamente o processo de instituição de uma tarifa de 100% sobre todos os filmes que chegam ao nosso país e são produzidos em terras estrangeiras. QUEREMOS FILMES FEITOS NA AMÉRICA, NOVAMENTE!”.
Pouco depois, o presidente estadunidense disse aos repórteres:
“Outras nações têm roubado a… capacidade de produção cinematográfica dos Estados Unidos. Eu perguntei a algumas pessoas: ‘O que vocês acham?’. Fiz uma pesquisa muito aprofundada na última semana e estamos fazendo pouquíssimos filmes agora. Hollywood está sendo destruída. Agora temos um governador extremamente incompetente que permitiu que isso acontecesse, então não estou culpando apenas outras nações, mas outras nações, muitas delas, roubaram nossa indústria cinematográfica. Se elas não estão dispostas a fazer um filme dentro dos Estados Unidos, deveríamos ter uma tarifa sobre os filmes que chegam. E não só isso, os governos estão, na verdade, dando muito dinheiro. Eles os estão apoiando financeiramente. Então, isso é uma espécie de ameaça ao nosso país, em certo sentido”.
“Hollywood is being destroyed. You have a grossly incompetent governor that allowed that to happen… Other nations have stolen our movie industry…We should have a tariff on movies that come in…That’s sort of a threat to our country in a sense”
Voight se reuniu com vários dirigentes de sindicatos e executivos de estúdios nas últimas semanas, e havia alguma expectativa de um incentivo fiscal federal. Há muito tempo, há uma pressão na indústria por um incentivo fiscal federal mais robusto, em oposição às isenções fiscais estaduais, como forma de manter mais produção nos Estados Unidos.
Representantes sindicais vêm levantando a ideia de uma isenção fiscal federal para incentivar ainda mais a produção nacional há algum tempo, visto que as equipes de produção têm sofrido com a perda de empregos ao longo de muitos anos.
Mas entre os estúdios, também houve preocupações de que Trump tentasse impor restrições a qualquer filmagem no exterior, já que incentivos generosos no Reino Unido, Canadá e Austrália há muito tempo atraem a produção de estúdios de Hollywood. Os grandes estúdios de Hollywood passaram a depender desses incentivos estrangeiros como forma de tentar reduzir os custos de produção.
Segundo o Deadline, Skarsgård explicou sua ideia, inspirando-se em uma experiência pessoal.
“Fiz isso porque tinha 19 anos, não sabia o que queria fazer da vida e queria ser o James Bond por 18 meses”, afirmou o ator.
Questionado sobre a possibilidade de levar essa ideia para o cinema, Skarsgård entrou na brincadeira e respondeu:
“Eu poderia ser um James Bond sueco, muito educado e diplomático, que negocia. Não haveria violência alguma. Seriam apenas reuniões de diretoria onde as pessoas tentam encontrar consensos, todos estressados e desesperados para evitar discussões ou complicações — isso é bem sueco. Eu vou apresentar essa ideia!”, brincou.
Enquanto isso, os produtoresAmy Pascal e David Heyman estão em negociações com a Amazon MGM para desenvolver a franquia James Bond. A Variety reportou que as negociações ainda estão em andamento, e nenhum acordo será fechado até que a Amazon finalize a compra do controle criativo da franquia, atualmente nas mãos de Barbara Broccoli e Michael G. Wilson.
Vale lembrar que Andy Jassy, CEO da Amazon, falou recentemente sobre o futuro do James Bond e da icônica franquia ‘007‘.
O executivo confirmou que nenhum plano foi definido para a próxima aventura do personagem, mas que eles planejam manter a franquia viva por muito tempo – ou seja, o anúncio oficial do novo James Bond é apenas uma questão de tempo.
“Nós ainda não temos um plano sobre qual seria o próximo tema [da franquia ‘007’]. Ainda não temos nada – ninguém começou a escrever o roteiro. Mas vamos cuidar muito bem [do futuro desta saga]. É uma franquia incrível, amada por muitas pessoas, e esperamos mantê-la viva por um longo período de tempo.”
O filme mais recente da saga, ‘007 – Sem Tempo para Morrer‘, marcou a despedida de Daniel Craig do papel titular. Com 83% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa arrecadou US$ 774.1 milhões nas bilheterias mundiais.
‘Thunderbolts*’, a mais recente produção da Marvel, já está nos cinemas, marcando o retorno de John Walker (Wyatt Russell) como o Agente Americano. O ator revelou sua relutância em dizer uma frase específica de seu papel.
Em entrevista à Entertainment Weekly, Russell admitiu sua hesitação inicial em pronunciar a famosa referência ao Capitão América: “À sua esquerda!”.
“Essa era uma fala que eu não queria dizer”, confessou Russell. “Jake sentiu que precisávamos de algo para a dublagem. Aquela foi uma fala criada na dublagem. Não tem nenhuma conexão. Foi só algo para preencher um vazio”.
A frase se tornou icônica no Universo Cinematográfico Marvel (UCM), aparecendo originalmente em ‘Capitão América: O Soldado Invernal’ e depois em ‘Vingadores: Ultimato’.
Além da fala específica, Russell compartilhou reflexões sobre a complexa psique de Walker em ‘Thunderbolts*’.
“Eu não acho que John esteja pronto para ter uma esposa e ser pai”, ponderou Russell sobre o estado pessoal de Walker. “Não acredito que isso faça parte de quem ele é. E acho que algo que não foi explorado — talvez no futuro, se eu sobreviver a este filme — seria interessante explorar: as coisas que John teve que fazer no passado ou com as quais não fez as pazes. Geralmente, receber uma Medalha de Honra significa que você viveu o pior dia da sua vida. E acho que ele nunca superou isso”.
“Ele sempre manteve essa postura de herói americano corajoso”, continuou Russell. “Olha, depois que você tem um filho, acho que sempre será pai de alguma forma. Mas acredito que John precisa percorrer um longo caminho sozinho antes de se tornar um pai realizado e um bom parceiro”.
A Marvel Studios e uma equipe de veteranos guerreiros independentes que se venderam para o lado errado apresentam Thunderbolts*, um grupo irreverente composto pela assassina deprimida Yelena Belova (Florence Pugh) e por figuras desajustadas.
O elenco ainda conta com Sebastian Stan (Bucky Barnes), Wyatt Russell (Agente Americano), Olga Kurylenko (Treinadora), Lewis Pullman (Sentinela), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma) e Julia Louis-Dreyfus (Valentina Allegra de Fontaine).
‘Superman’, o novo filme do Universo DC (DCU) que marca o início da gestão de James Gunn, está chegando aos cinemas e acaba de confirmar a participação de um ator conhecido por seus trabalhos na Marvel.
“Perguntei ao [James] recentemente se eu podia ao menos dizer que estou no filme, e ele disse: ‘Você pode dizer que está meio que no filme’. Então, estou meio que no novo Superman”, brincou Sean Gunn.
Vale lembrar queSean Gunn interpretará Maxwell Lord no novo DCU, embora ainda não esteja claro em quais filmes ele aparecerá.
Lembrando que ‘Superman’ será lançado em julho de 2025.
James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.
A adaptação ‘A Longa Marcha‘ (The Long Walk), baseada no romance homônimo do mestre do terror Stephen King, ganhou o primeiro cartaz.
Confira, com as imagens oficiais:
O longa está programado para chegar aos cinemas nacionais no dia 11 de setembro – um dia antes do lançamento no território norte-americano.
Na trama…
“Em um percurso anual que reúne milhares de espectadores, cem garotos devem caminhar por rodovias e estradas dos Estados Unidos acima de uma velocidade mínima estabelecida. Para se manter na disputa, eles não podem diminuir o ritmo nem parar. Cada infração às regras do jogo lhes confere uma advertência.”
Francis Lawrence (‘Jogos Vorazes’) é responsável pela direção do longa. O cineasta substitui André Øvredal, que deixou o projeto em agosto do ano passado.
O roteiro da adaptação é assinado JT Mollner (‘Criminosos e Anjos’).
Desenvolvido pela Lionsgate, o projeto conta com Roy Lee (‘It: A Coisa’) como produtor.
Assinada sob o pseudônimo Richard Bachman, a história de King se passa no futuro, no qual cem garotos adolescentes embarcam numa viagem competitiva conhecida como A Longa Marcha.
As regras são simples: manter uma velocidade acima de 6 quilômetros por hora. Receba três avisos e você é assassinado com um tiro. O último a sobreviver ganha o que quiser pelo resto da vida. Sob essas circunstâncias, os garotos desenvolvem amizades muito profundas apesar de saber que, eventualmente, apenas um irá ganhar.
‘Invocação do Mal 4: Os Últimos Ritos’ marca o encerramento da jornada cinematográfica do icônico casal de investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren.
E para celebrar a chegada do primeiro trailer, que estreia nesta quinta-feira (08), a revista EW divulgou um vídeo promocional inédito, que destaca trechos de algumas cenas do longa e que anuncia “o fim de uma era”.
Confira, com as primeiras imagens:
The cast and creators of ‘The Conjuring: Last Rites’ are setting the stage for the horror franchise’s terrifying final entry.
A saga de filmes pode se expandir, tornando-se uma franquia ainda maior, segundo Richard Brener, chefe da New Line Cinema.
Conforme o ComicBook, o executivo compartilhou atualizações recentes sobre a produção: “Está indo muito bem nas exibições e estamos apenas na versão do diretor, na parte de 10 semanas do filme, onde você normalmente está muito, muito preocupado com o status do seu filme. Estamos bem no início do processo, com efeitos visuais preliminares, mas já está indo muito bem. Então, enquanto este é o último filme da chamada fase um, temos esperança de que possamos fazer mais”.
Ao ser questionado sobre o futuro da franquia, Brener afirmou que o novo longa encerra a “fase um”e que a “fase dois está para ser determinada”.
A franquia ‘Invocação do Mal’ já gerou diversos filmes derivados de sucesso, incluindo três filmes de ‘Annabelle’, dois filmes de ‘A Freira’ e ‘A Maldição da Chorona’.
Lembrando que as filmagens de ‘Invocação do Mal 4’ já terminaram.
Vera Farmiga se emociona ao falar do término das filmagens de #InvocaçãoDoMal 4 e elogia Patrick Wilson:
“Cerca de 5000 dias atrás, esse cara e eu assinamos um contrato com a WB e dissemos “sim” para encarnar Ed e Lorraine Warren. Hoje, a franquia se encerra.” pic.twitter.com/2bAYV1MjkS
“Foram 12 horas de risadas e insanidade com ele e então, abruptamente, ele sai do set, tira o traje de demonologista encharcado de suor, raspa as costeletas, mostra aquele sorriso deslumbrante e diz adeus ao nosso falso casamento. “
Ben Hardy (‘X-Men: Apocalipse’) e Mia Tomlinson (‘The Beast Must Die’) completam o elenco.
O terror está programado para estrear no dia 04 de setembro de 2025 no Brasil, um dia antes da estreia norte-americana.
A direção ficará a cargo de Michael Chaves, conhecido por seu trabalho em ‘A Maldição da Chorona‘. O cineasta já é uma figura familiar no universo da franquia, tendo dirigido ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘ e ‘A Freira 2‘.
O roteiro foi assinado por David Leslie Johnson-McGoldrick, que coescreveu o terceiro filme ao lado de James Wan.
Lembrando que a franquia vai virar uma série de TV na plataforma de streaming Max.
Eric Kripke, criador de ‘The Boys’, confirmou as expectativas dos fãs e revelou que a última temporada da aclamada série do Prime Video contará com uma reunião das estrelas de ‘Supernatural’, seu trabalho anterior.
Segundo o ComicBook, a temporada final trará um reencontro em cena dos astros Jensen Ackles, Jared Padalecki e Misha Collins.
Jensen Ackles já estreou no universo de ‘The Boys’ como o instável Soldier Boy, mas os papéis de Padalecki e Collins permanecem um mistério.
“Está sendo um prazer”, disse Kripke sobre o reencontro. “Já filmamos. Posso confirmar que Jared, Jensen e Misha aparecem juntos na mesma cena, na mesma história, e interagem entre si”.
A reunião se estende também aos bastidores com a presença de Phil Sgriccia, diretor frequente de ‘Supernatural’ e que atualmente dirige episódios de ‘The Boys’.
“Ter nós cinco de volta ao set foi como uma reunião de colégio, uma experiência divertida e nostálgica. Você imediatamente retoma as velhas dinâmicas”, compartilhou Kripke. “Foi emocionante e especial voltar a trabalhar com esses caras que amo, e que não estavam juntos profissionalmente há muitos anos”.
Quando a fama sobe à cabeça, alguns super-heróis passam a se corromper e usar seu status para se promoverem ainda mais, o que pode colocar em risco a própria população. Uma equipe independente de foras-da-lei, então, se prepara para cuidar do caso.
O aguardado reboot de ‘O Clube das Winx’ acaba de revelar novidades empolgantes, incluindo as novas transformações das fadas e a música tema inédita, “Forever Winx”, interpretada por Virginia Bocelli.
Segundo o ComicBook, a nova série animada em CG se chamará ‘Winx Club – The Magic is Back’ e tem estreia prevista para este ano na Netflix.
Este reboot apresentará versões repaginadas das icônicas Bloom, Flora, Stella, Musa, Aisha e Tecna.
A descrição oficial adianta: “O Clube das Winx encantará fãs de longa data e novos espectadores com esta nova série animada, trazendo a Dimensão Mágica à vida como nunca antes. Esta adaptação inovadora reinventará as histórias clássicas de Bloom e suas amigas, combinando os temas adorados do desenho original com uma narrativa contemporânea e efeitos visuais impressionantes”.
A trama da série acompanhará “a redescoberta da jornada de Bloom, uma adolescente da Terra que descobre sua natureza mágica como fada com poderes extraordinários. Ao ingressar na Faculdade Alfea para Fadas, Bloom forma o Clube das Winx com suas novas amigas e embarca em aventuras mágicas através de diversas dimensões. Preparem-se para voar!”
Iginio Straffi, presidente da Rainbow e criador da série, também compartilhou seu entusiasmo: “As Winx estão voltando com força total, e sou grato por colaborar novamente com a Netflix, o parceiro ideal para levar qualquer propriedade intelectual ao público global. É empolgante trabalhar com nossos antigos amigos e parceiros Giochi Preziosi e Playmates, criando os melhores brinquedos das Winx de todos os tempos. Estou muito animado que essa colaboração garantirá um futuro brilhante para o poderoso retorno das Winx, tanto nas telas quanto no varejo”.
“Os Sinclair, uma família rica e renomada, que se recusa a admitir que está em decadência e se agarra a todo custo às tradições. Assim, todo ano o patriarca, suas três filhas e seus respectivos filhos passam as férias de verão em sua ilha particular. Cadence – neta primogênita e principal herdeira -, seus primos Johnny e Mirren e o amigo Gat são inseparáveis desde pequenos, e juntos formam um grupo chamado Mentirosos. Durante o verão de seus quinze anos, as férias idílicas de Cadence são interrompidas quando a garota sofre um estranho acidente. Ela passa os próximos dois anos em um período conturbado, com amnésia, depressão, fortes dores de cabeça e muitos analgésicos. Toda a família a trata com extremo cuidado e se recusa a dar mais detalhes sobre o ocorrido… Até que Cadence finalmente volta à ilha para juntar as lembranças do que realmente aconteceu”.
O novo derivado da franquia ‘John Wick’, centrado em Caine, personagem deDonnie Yen, acaba de anunciar mais um nome de peso para o elenco. A Variety informa que Rina Sawayama voltará a interpretar Akira no filme.
Sawayama causou uma forte impressão em sua estreia como a determinada filha do gerente do Continental de Osaka em ‘John Wick: Capítulo 4’.
Seu retorno é uma excelente notícia para os fãs, não apenas por trazer de volta uma personagem cativante em busca de vingança, mas também por indicar que os eventos do derivado se desenrolam após o final de ‘John Wick: Capítulo 4’.
“Rina é incrível”, elogiou Chad Stahelski, diretor da franquia, sobre o retorno da atriz. “Adorei o que ela fez no Capítulo 4 e mal posso esperar para vê-la em cena novamente com Caine”.
“Muito feliz em dar as boas-vindas à Rina nessa nova e empolgante jornada conosco”, acrescentou Donnie Yen. “Será um prazer e um desafio elevar ainda mais essa personagem incrível que nos deixou hipnotizados em ‘John Wick: Capítulo 4′”.
Detalhes da trama do spin-off estão sendo mantidos em segredo, mas a história continuará a jornada do formidável assassino cego, que foi forçado a matar Wick contra sua vontade. Agora, livre de suas obrigações com o grupo criminoso High Table, Caine enfrentará novos desafios.
O filme de Caine será o segundo spin-off da franquia ‘John Wick’.
‘Acapulco’, aclamada série de comédia estrelada por Eugenio Derbez, será encerrada em sua 4ª temporada.
O vindouro ciclo de encerramento estreia em 23 de maio com episódio duplo. Os demais capítulos serão lançados semanalmente, sempre às sextas-feiras. A temporada marca a despedida emocionante de Máximo (Derbez) e do icônico resort Las Colinas.
O anúncio ainda veio acompanhado das primeiras imagens oficiais do novo ciclo.
Confira:
acapulco
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Lembrando que as três primeiras iterações da série estão disponíveis na plataforma de streaming.
Na mais recente temporada, é hora de reconciliar os erros do passado e novos começos emocionantes. O velho Máximo (Derbez) volta para Las Colinas que não reconhece mais. Enquanto em 1985, o jovem Maximo (Enrique Arrizon) continua sua escalada na escada do sucesso, ao mesmo tempo que coloca em risco todos os relacionamentos que ele trabalhou tanto para construir.
A nova temporada ainda contará com a introdução de Kaitlyn Dever (Abby), Young Mazino (Jesse), Isabela Merced (Dina), Catherine O’Hara, Tati Gabrielle (Nora), Spencer Lord (Owen), Ariela Barer (Mel) e Danny Ramirez (Manny).
A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.
Pedro Pascal (‘The Mandarolian’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’) estrelam como Joel e Ellie, respectivamente.
A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.
O inspirador drama biográfico, ‘Fé para o Impossível‘, será lançado na Netflix. A produção brasileira estreia no dia 23 de maio na grade de programação.
Na trama, após sofrer um ataque brutal no Rio de Janeiro, Renee Murdoch fica entre a vida e a morte. Com apoio da família, a norte-americana embarca em uma milagrosa jornada de superação.
Dan Stulbach interpreta o marido de Renee Murdoch (Giácomo), Philip Murdoch. Pastor em uma igreja, ele compartilha em suas redes sociais a evolução e a rotina de sua mulher durante sua recuperação, fazendo com que o caso ganhasse repercussão internacional, atraindo atenções dos grandes programas de notícias do país.
Além disso, Juliana Alves interpreta a médica responsável por cuidar de Renee, valorizando o papel da ciência e da medicina em uma intensa e complicada recuperação.
Em entrevista EXCLUSIVA para o CinePOP, o diretor Ernani Nunesfalou sobre ‘Fé Para o Impossível‘ e a recuperação milagrosa de Renee Murdoch.
Murdoch foi brutalmente atacada por um homem desconhecido que começou a golpeá-la com um pedaço de madeira na cabeça repetidas vezes.
“A própria superação dela em um recorde de 28 dias. Ela chegou no hospital na escala cinco do quadro Glasgow, depois foi para quatro, três… é um estado vegetativo. Ela tava com com trauma muito grande cerebral. 1% chance de voltar a ser uma pessoa normal sem sequela. O que mais surpreendeu realmente foi o a fé do Philipe em não entregar os pontos”, ele afirmou.
A atrizBella Ramsey, que se identifica como não binária, declarou recentemente não se incomodar em concorrer na categoria de Melhor Atriz em premiações.
“Eu não tenho a resposta e gostaria que houvesse uma solução fácil, mas acho crucial manter categorias femininas e masculinas”, afirmou Ramsey, conforme o Deadline.
Ramsey compartilhou ter refletido sobre a representação de pessoas não binárias nas categorias de premiação, mas ainda não encontrou uma solução ideal.
Uma das ideias consideradas, nomear a categoria como “melhor atuação em personagem feminina”, também apresenta desafios para quem interpreta personagens não binários, segundo a atriz.
Uma certeza para Ramsey é o desconforto ao ser chamada de “atriz”: “Tenho uma reação instintiva de que isso não está certo. Mas também não levo isso tão a sério… não sinto que ataquem minha identidade”.
Ramsey enfatizou que sua identidade não binária não é uma moda passageira: “Não é porque está na moda. É porque cresci mais como um garotinho do que como uma garotinha”.
Ela continuou: “Isso sempre foi evidente desde a infância. Sempre me chamava de moleca, mas não era ser uma menina com jeito de menino, eu sempre fui algo entre os dois — mais inclinada para o lado dos meninos. Para ser sincera, cresci mais como um garotinho do que como uma garotinha. Sempre me senti mais masculina ou mais próxima desse lado do espectro. Acho que, no momento, não sinto que tenho acesso à feminilidade”.
A nova temporada ainda contará com a introdução de Kaitlyn Dever (Abby), Young Mazino (Jesse), Isabela Merced (Dina), Catherine O’Hara, Tati Gabrielle (Nora), Spencer Lord (Owen), Ariela Barer (Mel) e Danny Ramirez (Manny).
A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.
Pedro Pascal (‘The Mandarolian’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’) estrelam como Joel e Ellie, respectivamente.
A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.
“Minha audiência favorita para este filme são pessoas que nunca assistiram ao SNL.” Com essa declaração, Jason Reitman, diretor de Juno (2007) e Amor Sem Escalas (2009), defende a ideia de que Saturday Night: A Noite que Mudou a Comédiaé uma história universal. Ainda assim, o longa — indicado ao Globo de Ouro — não estreou nos cinemas brasileiros e está disponível para aluguel e compra em plataformas digitais como Apple TV, Claro TV e Amazon Prime Video.
Apresentado apenas na 48ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, a ausência do lançamento nos cinemas do país levanta questões: será que a Sony Pictures, distribuidora da obra, não compartilha da visão universalista do diretor? Ou talvez o próprio Reitman tenha subestimado o quanto sua história se ancora no conhecimento prévio do SNL — programa culturalmente enraizado nos Estados Unidos, e personagens que retratam comediantes consagrados por lá, mas pouco conhecidos pelo público brasileiro.
Saturday Night: filme universal ou muito americano para o Brasil?
Saturday Night: A Noite que Mudou a Comédiamergulha nos bastidores da estreia do Saturday Night Live, em 1975, um marco da TV americana, ainda no ar quase 50 anos depois. A proposta de Jason Reitman nasceu de uma curiosidade sobre o caos criativo que antecede apresentações ao vivo. “Queríamos escrever um roteiro sobre o que se sente momentos antes de entrar ao vivo, seja em uma peça escolar, a inauguração de um restaurante ou um programa de TV . Todos conhecemos essa sensação de caos absoluto que antecede algo importante.”, contou o diretor em entrevista exclusiva ao CinePOP.
O filme não é um documentário, mas também não tenta esconder suas raízes reais. É uma reconstrução dramatizada com dezenas de personagens — todos inspirados em figuras reais da comédia americana, como Dan Aykroyd, Gilda Radner, Chevy Chase, entre outros. Mesmo tentando atingir um público mais amplo, a obra pode exigir certo repertório cultural para ser plenamente apreciada.
Ainda assim, Reitman insiste: “Minha audiência favorita são pessoas que nunca viram o SNL. Em lugares como Argentina, no festival Mar del Plata, a recepção foi ótima porque eles não veem como nostalgia, mas como um filme sobre jovens que querem criar algo”.
Para o cineasta, Saturday Night se distancia de uma simples biografia sobre o programa e se aproxima de uma história universal sobre criatividade e trabalho em equipe. “Nunca devemos confundir enredo com localização“, disse Reitman, relembrando um ensinamento do seu pai, o renomado cineastaIvan Reitman, falecido em 2022. Ele ainda enfatiza que a essência do filme é sobre “jovens que querem fazer algo grandioso acontecer, independentemente das dificuldades“.
Um Desafio Narrativo e a Magia dos Bastidores
Reitman também destacou o desafio de contar a história através de uma perspectiva não convencional. Em vez de seguir um protagonista específico, o diretor optou por uma abordagem plural. O roteiro foi meticulosamente trabalhado para acompanhar trinta personagens simultaneamente, organizando cenas em dois andares do edifício onde o SNL foi ao ar pela primeira vez.
“Foi um enorme desafio de escrita, porque normalmente seguimos uma estrutura tradicional de três atos. Mas aqui, cada página tinha que ter diálogos sobrepostos e múltiplas histórias acontecendo simultaneamente.”, explicou o cineasta.
Filho do lendário diretor de Os Caça-Fantasmas, Jason cresceu nos bastidores da indústria cinematográfica. “Não é que eu cresci ao lado de Dan Aykroyd e Chevy Chase, mas sim no meio dos câmeras, técnicos de som e equipe de efeitos especiais. Sempre soube como é estar cercado por um grupo de pessoas incríveis que se unem para criar algo maior do que eles mesmos“, relembra.
Essa experiência pessoal foi crucial para capturar a essência de Saturday Night. “A maior diversão que tive fazendo um filme foi com essa. Planejamos tudo meticulosamente, mas, quando as câmeras começaram a rodar, nos rendemos ao caos“, contou Reitman comparando ainda a dinâmica das câmeras a um musical e a um balé coreografado.
Mesmo com a indicação ao Globo de Ouro e o peso do nome Reitman, Saturday Night não conseguiu um distribuidor brasileiro para levá-lo nem às telonas, nem ao streaming. Resta a dúvida: o público brasileiro realmente não entenderia ou não se divertiria com essa história sem conhecer Saturday Night Live? Filmes como Quiz Show – A Verdade dos Bastidores (1994) e Birdman (2015) provaram que não é necessário ser fã do material de base, como programas de TV ou filmes de super-herois, respectivamente, para se encantar com os bastidores de uma grande produção. Neste caso, entretanto, talvez o reconhecimento prévio dos personagens seja mais crucial do que o diretor gostaria de admitir.
Saturday Night: A Noite que Mudou a Comédianão é uma história original e nem tão cativante como os primeiros longas do cineasta e, portanto, pode não ser atrativa para o seu público, nem mesmo fãs das sequências dos filmes dirigidos por seu pai. Quem quiser descobrir Saturday Night, a obra está disponível para aluguel ou compra nas principais plataformas digitais.
Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o roteirista Danny McBride (‘The Righteous Gemstones’) compartilhou uma atualização decepcionante sobre ‘The Southern Book Club’s Guide to Slaying Vampires‘, nova série de vampiros que está sendo desenvolvida para a HBO.
Anunciada originalmente no ano passado, a produção é uma adaptação do livro homônimo de Grady Hendrix.
“Não avançamos muito neste projeto. Até mesmo para a HBO, é incrível fazer uma série de meia hora que misture gêneros. Realmente difícil. Eu amo o livro e adoraria poder adaptá-lo, mas não sei. Nós trabalhamos na série por um tempo, mas não estávamos recebendo as reações que esperávamos.”
Ele completa, “Sinto que se a HBO desse um sinal verde para série, nós começaríamos a gravar o episódio piloto logo depois de ‘The Righteous Gemstones’. Mas talvez este não seja o tipo de projeto que eles estão querendo no momento.”
Na trama…
“A vida da dona de casa Patricia Campbell nunca pareceu menor. A única coisa que ela ainda ama é seu clube do livro, um grupo de mulheres de Charleston, unidas por seu amor por histórias de suspenses e crimes. Nessas reuniões, é tão provável que falem tanto sobre os assassinatos da família Manson quanto sobre casamento, maternidade e fofocas da vizinhança. Esse padrão previsível é derrubado quando Patricia conhece James Harris, um belo estranho que se muda para a vizinhança para cuidar de sua tia idosa e acaba se juntando ao clube. James é sensível, culto e faz Patricia sentir coisas que ela não sentia há vinte anos. Mas há algo estranho nele.”
“Quando crianças locais desaparecem, Patricia e os membros do clube do livro começam a suspeitar que James é um assassino – mas ninguém fora do clube do livro acredita nelas. Será que elas leram muitos livros sobre crimes reais ou convidaram um monstro para entrar em suas casas?”
Hendrix assinará o roteiro ao lado de Danny McBride e Edi Patterson. Eles também irão servir como produtores executivos.
Lançado originalmente em 2021, o livro é descrito como uma mistura entre ‘Flores de Aço‘ e ‘Drácula‘.