‘Thunderbolts*’ está prestes a chegar aos cinemas, e além de apresentar a nova equipe, trará a estreia do Sentinela e do Void, possivelmente o vilão do filme. O diretor, então, respondeu à grande dúvida dos fãs: como esse time poderia enfrentar a versão da Marvel do Superman?
Segundo o ComicBookMovie, o diretor de ‘Thunderbolts*’, Jake Schreier, compartilhou sua visão sobre como tornar esse confronto crível nas telas.
“Acho que isso veio mais da história essencial que precisávamos contar. Quando você tem o Sentinela e o Void — e as pessoas já comentaram online: ‘Como eles vão vencer esse cara?’ — sabíamos que teria que ser algo mais interno”, explicou Schreier.
“O que tentamos fazer foi tornar isso algo maior do que apenas um ‘discurso emocional’. Procuramos encontrar uma maneira visual e narrativa de ação que dramatize como essa interioridade se manifesta. E espero que isso ressoe com o público”, acrescentou.
“A vantagem é que, nesse universo, há muito trauma a ser explorado. Eles já passaram por muita coisa. Quando você tem um personagem como Bob, o Sentinela e o Void, sabe que isso faz parte da história — é um personagem muito rico. Conversamos com Paul Jenkins, que o criou, e desde o início a ideia era que fosse uma parábola sobre saúde mental”, explicou.
“Então, precisamos fazer algo que se encaixe nesse contexto se quisermos ser honestos sobre quem é esse personagem. E aí entra a questão: ‘Como encaixamos os arcos dos outros personagens para que combinem com esse antagonista?'”, concluiu.
Agora, um novo teaser foi divulgado, compilando as críticas positivas ao longa-metragem.
O filme tem lançamento agendado para o dia 01 de maio nos cinemas brasileiros.
A Marvel Studios e uma equipe de veteranos guerreiros indepedentes que se venderam para o lado errado apresentam Thunderbolts*, um grupo irreverente composto pela assassina deprimida Yelena Belova (Florence Pugh) e por figuras desajustadas.
Wyatt Russell (Agente Americano) e David Harbour (Guardião Vermelho), estrelas de ‘Thunderbolts*’, comentaram recentemente sobre o futuro da Marvel, com foco em ‘Vingadores: Apocalipse’.
Conforme reportou o Deadline, Russell e Harbour revelaram a pressão que enfrentam para manter segredo sobre o aguardado filme.
“O treinamento de mídia para Apocalipse é basicamente alguém segurando uma faca no seu pescoço, dizendo: ‘Se você falar qualquer coisa, acabou'”, brincou Russell.
Harbour, que retorna como Alexei Shostakov, ecoou o sentimento com humor: “É a acrobacia mais assustadora possível — dar várias entrevistas nas quais te perguntam: ‘Então, ouvimos dizer que você está em Apocalipse?’ — e você ali, completamente amarrado”.
Embora o diretor de ‘Thunderbolts*’, Jake Schreier, não esteja diretamente envolvido em ‘Apocalipse‘, ele escapou das táticas de intimidação que cercam as revelações sobre o aguardado capítulo da franquia.
“Engraçado é que sinto que nunca fui levado para uma sala nos fundos para receber aquela conversa séria”, disse Schreier. “Acho que talvez eles já saibam que certas coisas estão circulando por aí, e você simplesmente aprende a não revelar nada”.
O filme tem lançamento agendado para o dia 01 de maio nos cinemas brasileiros.
O aclamado ator Adam Driver expressou recentemente sua admiração pelo cineasta Francis Ford Coppola, em reconhecimento ao seu trabalho no épico ‘Megalópolis’, durante o 50º Prêmio AFI de Realização de Vida, elogiando sua abordagem destemida.
Conforme noticiou o Deadline, durante a cerimônia, Driver referiu-se a Coppola como “um dos meus heróis do cinema”.
“Um diretor de teatro que trouxe seu método para o cinema e revolucionou a forma como pensamos o cinema — e, certamente, como o fazemos”, declarou Driver. “Seus filmes, para alguns, são o padrão pelo qual outros são avaliados e, no mínimo, exemplos das possibilidades do cinema, como é o caso de Megalópolis, na minha opinião”.
Recordando “a melhor instrução de direção que já ouviu”, logo no primeiro dia de filmagens de ‘Megalópolis’, Driver compartilhou que Coppola disse à equipe: “Não estamos sendo corajosos o suficiente”.
Driver ainda enalteceu Coppola por “investir 120 milhões de dólares em uma obra de arte e não permitir que o dinheiro ditasse o conteúdo do filme. E acreditem, eu estava lá. Não houve nenhuma discussão sobre como tornar o filme mais comercial”.
“Essa é uma vida pautada por princípios, e em um ano em que a importância das artes é minimizada em nossa cultura e nossa indústria está tão exposta, onde o único critério para julgar o sucesso de um filme parece ser sua arrecadação, inspiro-me em indivíduos como Francis, que vivem por suas convicções, fazem grandes apostas — tudo em nome do avanço da sétima arte”, destacou.
Driver prosseguiu: “Francis pegou 120 milhões de dólares e criou um gesto singular sobre o que ele acredita que o cinema pode ser, e considero isso incrível. Esse tipo de atitude gera um impacto que certamente será sentido em seus filmes ao longo do tempo, e claramente é sentido nesta sala. Sei que vocês podem ter sentimentos complexos ao homenagear Francis, mas para reforçar o que todos já disseram: você mais do que merece este momento. Parabéns por tudo o que conquistou, e é uma honra estar aqui para celebrar sua generosidade e coragem”.
A trama do filme acompanha a reconstrução de uma metrópole após sua destruição acidental, com duas visões concorrentes – a de um arquiteto idealista (Adam Driver) e a de um prefeito pragmático (Giancarlo Esposito) – entrando em conflito durante o processo. O filme tem uma duração de duas horas e 15 minutos e apresenta abundantes referências à Roma Antiga, incluindo cortes de cabelo estilo César nos personagens masculinos.
O filme traz um elenco repleto de estrelas como Giancarlo Esposito (‘Once Upon a Time’), Forest Whitaker (‘O Último Rei da Escócia’), Nathalie Emmanuel (‘Game of Thrones’), Jon Voight (‘Ray Donovan’), Laurence Fishburne (‘Matrix’), Aubrey Plaza (‘The White Lotus’), Shia LaBeouf (‘Transformers’), Talia Shire (‘O Poderoso Chefão’), Jason Schwartzman (‘A Crônica Francesa’), Grace VanderWaal (‘A Extraordinária Garota Chamada Estrela’), Kathryn Hunter (‘A Tragédia de Macbeth’) e James Remar (‘Era Uma Vez… Em Hollywood’).
O ator John Lithgow, cotado para viver Alvo Dumbledore na vindoura série de ‘Harry Potter’, comentou recentemente sobre J.K. Rowling, revelando que, apesar do posicionamento polêmico da autora, mantém seu interesse em interpretar o diretor de Hogwarts na adaptação.
Segundo o Deadline, Lithgow expressou surpresa com a reação negativa em torno de sua possível participação, mas afirmou que as críticas do público não o desanimaram a seguir com o projeto.
“Pensei: por que isso seria um problema? Fico imaginando como J.K. Rowling absorveu tudo isso. Suponho que, em algum momento, irei conhecê-la e estou curioso para conversar com ela”, declarou Lithgow. Ao ser questionado se as críticas o fizeram reconsiderar, respondeu enfaticamente: “Oh, de jeito nenhum”.
O veterano ator também compartilhou que não se sentiu dissuadido mesmo quando uma “amiga muito próxima”, mãe de uma criança trans, enviou-lhe um artigo intitulado “Uma Carta Aberta a John Lithgow: Por Favor, Afaste-se de Harry Potter”. Ele admitiu que esse episódio serviu como um “presságio” da reação negativa que estava por vir.
Indagado se esperava tal condenação, Lithgow afirmou: “Não, absolutamente não. Claro, foi uma grande decisão, pois provavelmente é o último papel importante que farei. É um compromisso de oito anos, então refleti sobre a mortalidade e concluí que seria um ótimo papel para encerrar a carreira”.
Vale lembrar que o presidente da HBO, Casey Bloys, indicou o envolvimento direto de Rowling como produtora executiva da série. O CEO também evitou comentar sobre as opiniões controversas da autora.
“Essa é uma discussão muito online, muito complexa e cheia de nuances, e não é algo em que vamos nos aprofundar. Nossa prioridade é o que estará na tela. Obviamente, a história de Harry Potter é incrivelmente afirmativa, positiva e trata de amor e autoaceitação. Essa é a nossa prioridade: o que é apresentado na tela”, afirmou.
É importante lembrar que a Max confirmou os seis primeiros nomes do elenco da aguardada série baseada em ‘Harry Potter’, a renomada saga de fantasia criada porJ.K. Rowling.
O Disney+ Brasil divulgou um novo cartaz nacional da aguardada série ‘Alien: Earth‘.
Na trama, quando uma misteriosa nave espacial cai na Terra, uma jovem e um grupo desorganizado de soldados táticos fazem uma descoberta fatídica que os coloca cara a cara com a maior ameaça do planeta.
Confira:
Sem data de estreia, o seriado será lançado no Brasil pelo Disney+.
A produção será ambientada em 2120, dois anos antes dos eventos do longa original, ‘Alien, o 8º Passageiro‘.
Ridley Scott, diretor do filme original, entra como produtor da série.
Noah Hawley (‘Legion’) é responsável pelo projeto.
As informações indicam que a indicada ao Oscar Brenda Blethyn e Jessica Reynolds darão vida às versões mais velha e mais jovem, respectivamente, da protagonista Emma Harte na atração.
A nova versão vem quatro décadas depois da série original, que trouxe Jenny Seagrove no papel principal e, até hoje, é o drama mais assistido da história da televisão.
Inspirada no romance homônimo de Barbara Taylor Bradford, que faleceu em novembro do ano passado aos 91 anos de idade, a trama acompanha uma empregada doméstica pobre e ambiciosa de Yorkshire que embarca em uma escalada vertiginosa para se tornar a mulher mais rica do mundo, contemplando seu vasto império de uma luxuosa cobertura em Nova York.
A 5ª temporada da série de ação ‘The Equalizer‘, estrelada por Queen Latifah, está chegando ao fim e, agora, a CBS divulgou o trailer do 18º e último episódio do ciclo.
Intitulado “Decisions”, o capítulo vai ao ar no próximo domingo, 04 de maio.
Confira:
Criada por Andrew W. Marlowe e Terri Edda Miller, a produção é baseada no seriado original ‘O Justiceiro‘, exibido entre 1985 e 1989. Posteriormente, Denzel Washington estrelou dois filmes baseados na série, os quais arrecadaram mais de US$ 400 milhões nas bilheterias.
A trama segue Robyn McCall, uma mulher enigmática e mãe solo de sua filha adolescente Delilah. Robyn é uma mulher com histórico misterioso que usa suas extensas habilidades para ajudar aqueles que não tem a quem recorrer, agindo como “anjo da guarda” e defensora daqueles que não podem defender-se. Além de ajudar muitas pessoas, Robyn atua como vigilante da justiça, mas sempre em busca de suas próprias vinganças.
Uma das maravilhas do cinema é podermos refletir sobre vários assuntos, fato esse que nos fazem refletir sobre nossa própria existência. Em narrativas brilhantes e envolventes, algumas produções conseguem prender nossa atenção nesse sentido. Abaixo, segue uma poderosa lista com ótimos filmes que circulam sobre tudo isso:
Sob as Estrelas
Dirigido por Sébastien Tulard, em Sob as Estrelas acompanhamos a trajetória de vida de um jovem com uma infância difícil que impulsionado por seus sonhos consegue sucesso no ramo da confeitaria.
Na trama, conhecemos Joseph Bologne (Kelvin Harrison Jr.), nascido em Guadalupe, lugar que fica nas ilhas ao sul do mar do Caribe que pertence à França, filho de uma escrava e um senhor de terras que desde pequeno mostra sua vocação para música. Ele, sempre muito confiante e driblando o preconceito de muitos ao seu redor, consegue entrar na prestigiada Academia La Boessière onde desenvolve inúmeras habilidades virando um genial esgrimista, um gênio do violino. Os anos se passam e Joseph consegue grande destaque na alta sociedade francesa e em um determinado ponto, com um olhar crítico para tudo que acontece em uma Paris empolvorosa, escolhe seu lado na luta pelos direitos humanos.
Siron. Tempo Sobre Tela
A honestidade na arte de criar. Escrito e dirigido pelos cineastas André Guerreiro Lopes e Rodrigo Campos, Siron. Tempo Sobre Tela nos apresenta um profundo e impressionante raio-x sobre a criatividade de um dos maiores artistas plásticos de nosso país, Siron Franco. Com muitos depoimentos do próprio artista em uma espécie de narrativa intimista, o processo criativo é mostrado por várias óticas. Fontes de inspiração, meda da tortura, o pensar como uma peça de teatro, o fascínio com outras artes como o cinema, os fundamentos do sonho sobre à arte.
Até aonde vai nossa força para lutar pelo que é o certo? Passando quase desapercebido no circuito brasileiro, nas quase apocalípticas semanas após a maratona dos filmes selecionados ao Oscar, O Preço da Verdade é um baita achado em semanas com tão pouca inspiração. Baseado no artigo do poderoso The New York Times, The Lawyer Who Became DuPont’s Worst Nightmare, assinado por Nathaniel Rich, acompanhamos a saga jurídica de um homem e uma comunidade na busca por provas contra uma gigantesca empresa.
O Ídolo
Na trama, conhecemos o jovem Mohammed Assaf que curte os dias na cidade de Gaza, na Palestina, onde vive com sua família. Alegre e repleto de amigos que sempre se envolveram com músicas, passa por um grande abismo quando perde precocemente sua única irmã para uma doença terrível. Assim, ele cresce e seus sonhos ficam mais distantes e a realidade que vive o vai sugando. Até que um dia resolve voltar a buscar a música como inspiração e se candidata ao Arab Idol (o American Idol Árabe) no ano de 2013 buscando seu tão sonhado sucesso e reconhecimento.
Desde o nascimento do filho Lucca, o casal Bárbara (Bárbara Mori) e Andrés (Juan Pablo Medina) enfrentam as probabilidades contra uma condição complicada provocada pela paralisia cerebral que atinge a criança. Quase sem esperanças de melhorias para o quadro do primeiro filho, com a epilepsia debilitando cada vez mais o estado de saúde, uma chance aparece do outro lado do planeta, na Índia, um tratamento inovador que pode mudar a vida deles para sempre. Lutando contra todo tipo de adversidade eles embarcam para o que pode ser o início de um passo importante.
Ganhador de elogios ao redor do mundo, desembarcou tempos atrás no Brasil o drama O Sonho de Wadjda. Tendo influência do clássico da década de 40, O Ladrão de Bicicletas, de Vittorio De Sica, o longa fala sobre a destemida juventude que calça All Star e com uma mescla de inteligência e sabedoria consegue burlar qualquer símbolo de prepotência de uma sociedade machista no tempos atuais.
Quem nunca sonhou em poder brincar de viajar no tempo? Nesta fantástica história de amor, perdas e sonhos conhecemos Tim (Domhnall Gleeson) um jovem advogado, tímido e brigado com o barbeiro que mora com os pais em uma casa grande cheia de alegria. Após tentar várias vezes se relacionar com diversas mulheres, sem êxito, e se mudar para longe da casa onde morou toda vida, descobre através de seu pai que possui o poder de voltar no tempo. Assim, com esse fato inusitado sendo usado como trunfo na manga, começa a buscar seu futuro que começa com um grande amor que aparece quando ele menos espera.
Na trama, uma cientista especialista em epidemias e um chef de cozinha (ambos vivendo na Inglaterra) começam a escrever uma história de amor após os traumas no passado de cada um deles. Porém, como prova dessa união, enfrentarão uma epidemia de escala global: as pessoas estão perdendo, um por um, os sentidos levando todos ao colapso de suas emoções.
Na trama, conhecemos Will (Billy Crudup), um homem bem estabelecido na sua profissão, centrado, que possui um conflito de anos com seu pai Ed (Albert Finney/Ewan McGregor). Anos após a última vez que se falaram, Will recebe um telefonema de sua mãe Sandra (Jessica Lange) dizendo que o pai não está nada bem. Embarcando numa viagem de volta para casa, ao lado da esposa Josephine (Marion Cotillard), Will irá refletir bastante sobre sua relação com o pai a partir das intensas histórias que ele contava sobre a própria trajetória até ali.
A nova temporada ainda contará com a introdução de Kaitlyn Dever (Abby), Young Mazino (Jesse), Isabela Merced (Dina), Catherine O’Hara, Tati Gabrielle (Nora), Spencer Lord (Owen), Ariela Barer (Mel) e Danny Ramirez (Manny).
A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.
Pedro Pascal (‘The Mandarolian’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’) estrelam como Joel e Ellie, respectivamente.
A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.
A adaptação ‘Until Dawn – Noite de Terror‘, baseada no popular jogo homônimo, arrecadou US$ 18.1 milhões em sua estreia global.
Nos EUA, o longa abriu no TOP 5, com US$ 8 milhões arrecadados em seu primeiro final de semana. Sem grandes surpresas, o resultado ficou na média dos lançamentos do gênero neste ano (com exceção do fenômeno ‘Pecadores‘).
Internacionalmente, a produção acrescenta US$ 10.1 milhões.
Com uma nota C+ do público no CinemaScore, o terror contou com um orçamento de US$ 15 milhões.
Na trama, um ano após o misterioso desaparecimento de sua irmã, Clover e seus amigos vão para o vale remoto onde ela desapareceu em busca de respostas. Explorando um centro de visitantes abandonado, eles se veem presos em um loop mortal. Com a esperança diminuindo, o grupo logo percebe que tem um número limitado de mortes restantes, e a única maneira de escapar é sobreviver até o amanhecer.
‘Until Dawn – Noite de Terror‘ é dirigido por David F. Sandberg, mesmo responsável por ‘Quando as Luzes se Apagam‘ e ‘Annabelle 2: A Criação do Mal‘.
O elenco conta com Ella Rubin (‘Uma Ideia de Você’), Maia Mitchell (‘Good Troube’), Michael Cimino (‘Com Amor, Victor’), Odessa A’zion (‘Hellraiser’),Ji-young Yoo (‘Expatriadas’), Belmont Cameli (‘Saved by the Bell’) e Peter Stormare (‘Constantine’).
‘Thunderbolts*’ chega em breve aos cinemas, apresentando a nova equipe da Marvel formada por anti-heróis e vilões do universo.
Agora, o cineasta Jake Schreier, que comanda o projeto, divulgou um vídeo de bastidores inédito mostrando os incríveis efeitos práticos e visuais do filme.
O filme tem lançamento agendado para o dia 01 de maio nos cinemas brasileiros.
A Marvel Studios e uma equipe de veteranos guerreiros indepedentes que se venderam para o lado errado apresentam Thunderbolts*, um grupo irreverente composto pela assassina deprimida Yelena Belova (Florence Pugh) e por figuras desajustadas.
O filme tem lançamento agendado para o dia 01 de maio nos cinemas brasileiros.
A Marvel Studios e uma equipe de veteranos guerreiros indepedentes que se venderam para o lado errado apresentam Thunderbolts*, um grupo irreverente composto pela assassina deprimida Yelena Belova (Florence Pugh) e por figuras desajustadas.
Sucesso! Em menos de duas semanas, o thriller de vampiros ‘Pecadores‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 160 milhões nas bilheterias mundiais.
Para termos de comparação, os números representam quase o dobro do valor de seu orçamento – que girou em torno de US$ 90 milhões.
Nos EUA, a produção soma US$ 122.5 milhões. Internacionalmente, foram US$ 39.1 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 161.6 milhões.
Vale lembrar que, em seu segundo final de semana no território norte-americano, o filme registrou uma queda de apenas -6%. Com isso, o longa dirigido por Ryan Coogler (‘Pantera Negra’) alcançou uma retenção ainda melhor do que ‘Corra!‘ (-15%) neste mesmo período.
Em IMAX, a produção soma US$ 25.3 milhões domesticamente – o que representa 21% de sua arrecadação total no país.
Anteriormente, o longa havia estreado com US$ 48 milhões nos EUA, desbancando ‘Um Filme Minecraft‘ (US$41.3M) e conquistando o topo das bilheterias do país.
Sucesso entre os críticos – com 98% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o longa também conquistou os espectadores, recebendo uma rara nota A no CinemaScore – o que representa a melhor média para um filme do gênero em 35 anos.
‘Pecadores‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!
Sucesso! A adaptação live-action ‘Um Filme Minecraft‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 800 milhões nas bilheterias mundiais.
Atualmente, o longa se encontra no TOP 2 das maiores arrecadações do ano, atrás apenas do fenômeno chinês ‘Ne Zha 2‘. O filme conseguiu desbancar todos os blockbusters hollywoodianos lançados em 2025, incluindo ‘Capitão América: Admirável Novo Mundo‘ e ‘Branca de Neve‘.
Nos EUA, a produção soma US$ 379.9 milhões. No mercado internacional, foram US$ 436.6 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 816.5 milhões.
O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$60.4M), Alemanha (US$28.5M), Austrália (US$27.4M), México (US$25.6M) e China (US$24M).
Para termos de comparação, o longa tem registrado um desempenho +229% acima de ‘Sonic 2‘, +76% acima de ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘, +71% acima de ‘Pokémon: Detetive Pikachu‘, +61% acima de ‘Kung Fu Panda 4‘ e +40% acima de ‘Jumanji: Próxima Fase‘.
A medicina é fundamental para a sociedade, uma profissão que é um pilar do tratar e previnir. Mas nada nessa profissão é fácil, tendo diversos conflitos pelo caminho ao enfrentar todo tipo de caso clínico. O mundo do cinema já nos levou até algumas dessas histórias. Abaixo segue uma lista com algumas dessas:
O melhor médico é aquele que mais esperança infunde. Chegou aos cinemas anos atrás o drama com pitadas cômicas,Insubstituível. Escrito e dirigido pelo cineasta francês Thomas Lilti, o longa-metragem de 102 minutos é filme maduro sobre a última idade e o profissionalismo em uma carreira onde o carinho precisa ser um dos complementos diferenciais. No papel principal, o astro francês François Cluzet, em ótima atuação.
Na trama, ambientada no Rio de Janeiro do século XIX, conhecemos Marie Durocher (na primeira fase Jeanne Boudier, depois Sandra Corveloni), uma mulher que ao longo do tempo precisou vencer obstáculos para exercer sua profissão. Desde o início de sua trajetória sendo testemunha de absurdos com a mãe Anne (Marie-Josée Croze), quando se vê sozinha resolve ingressar na escola de medicina tornando o partejar como ofício. Aprendendo a viver com o insuportável e se blindando de um passado que a atinja, percorremos uma trajetória de dor e luta no choque com o machismo e o preconceito.
Na trama, conhecemos o médico Serge Mamou-Mani (Michel Blanc), um homem que vive com o luto da perda do filho presente em seu cotidiano. Ele é médico, com muita experiência, que hoje em dia atende à emergências na casa dos próprios pacientes. Certo dia, após seu destino cruzar com o de Malek (Hakim Jemili), um simpático entregador, ele resolve pedir ajuda dele para cuidar do restante dos pacientes que faltam no turno pois Serge está com uma dor aguda na coluna e não consegue mais se movimentar. Assim, Malek se faz passar por médico e por meio de uma escuta/headphone/telefone executa o que Serge lhe diz pelo ponto no ouvido. Febre, diarreia, dor de garganta, prisão de ventre, dos mais simples aos mais complexos casos aparecem durante essas intensas horas desse dia natalino.
Nise: O Coração da Loucura
O longa-metragem brasileiro Nise: O Coração da Loucura conta com uma atuação fabulosa de Gloria Pires, e nos leva para décadas atrás, mais precisamente nos anos 50, onde conhecemos uma psiquiatra que inicia novas maneiras de lidar com seus pacientes. Nise da Silveira foi a pioneira da terapia ocupacional no Brasil.
Na trama, conhecemos em diversas passagens de sua vida o curandeiro Jan Mikolásek (Ivan Trojan) que na adolescência, depois de ajudar a irmã que estava à beira de ter a perna direita amputada, começa a acreditar que possui um dom ou mesmo alguma habilidade quase inexplicável pelo seu conhecimento de ervas medicinais. Filho de um jardineiro, ele possui um relacionamento muito complicado com o pai que é rompido de vez quando o protagonista foge de casa e busca mais explicações para suas técnicas que se baseiam em diagnósticos por meio de análises das urinas dos que procuravam sua ajuda, técnica que lapidou com uma curandeira no início de sua fase adulta. O tempo passa e a questão da fé e também do amor começam a ganhar protagonismo na sua reclusa vida.
Ao longo dos 123 minutos de projeção, vamos acompanhando um médico nigeriano chamado Bennet Omalu (Will Smith) que mora nos Estados Unidos faz anos, e que após um exame em um ex-jogador de futebol americano, descobre a encefalopatia traumática crônica (ETC) que, segundo os estudos realizados, muitos jogadores de futebol americano já tiveram, tem ou terão. Tentando alertar outros jogadores e a toda uma sociedade que idolatra o esporte, o médico, com a ajuda de outros profissionais que acreditam nesses estudos, resolve publicar um artigo em uma prestigiada revista científica. Assim, compra uma briga com uma potência de instituição esportiva, a NFL. Com a ajuda de sua recente esposa e dos amigos que acreditam em seu trabalho, Bennet lutará por tudo aquilo que acredita.
Na trama, conhecemos Alice (Bárbara Lennie, simplesmente fabulosa no papel) uma investigadora muito inteligente, que está em um momento conturbado no relacionamento com o marido, e resolve aceitar uma investigação de um crime em um hospital psiquiátrico. Para tal, resolve inventar uma personagem com determinado sintoma (aqui, a paranoia) e se internar por livre e espontânea vontade. Durante sua estadia nesse lugar, investigando de perto médicos e pacientes, passará por situações onde descobrirá segredos que aos poucos vão colocando tudo que ela própria pensa em xeque.
The Grand Seduction
Na trama, conhecemos Murray French (interpretado pelo sempre fantástico Brendan Gleeson), um senhor de idade quase avançada que vive em uma vila de pescadores isolada dos grandes centros. Totalmente ilhados, os moradores passam por grandes dificuldades financeiras. Para tentar mudar esse quadro, Murray precisa achar um médico fixo para a comunidade para que uma grande empresa se hospede no lugar e modifique a vida de todos os moradores. O felizardo é o Dr. Lewis (Taylor Kitsch) que será surpreendido por todos no local.
Baseado no livro A Terapia do Amor, assinado por Patch Adams e Maureen Mylander, esse longa-metragem é emocionante do seu início ao fim. Contando a saga de um homem que após traumas vai para a faculdade de medicina e se forma, redescobrindo a alegria de viver ajudando os pacientes de maneira pouco convencional. Indicado a uma categoria do Oscar no ano de 1999, na categoria de Melhor Trilha Sonora. Robin Williams emociona em muitas cenas mostrando toda sua versatilidade como ator.
Disponível no catálogo da Netflix e baseado em fatos reais, em Mãos Talentosas: A História de Ben Carsonconhecemos a história de um jovem pobre que após muito estudo e disciplina vira um dos maiores neurocirurgiões do planeta e também uma figura importante em um hospital (considerado um dos maiores do mundo) localizado em Baltimore, Maryland chamado Johns Hopkins.
Dirigido pela atriz e cineasta Penny Marshall, Tempo de Despertar nos leva até os anos 60 onde um médico neurologista entra em uma verdadeira batalha para impor o melhor tipo de tratamento para seus pacientes em um hospital psiquiátrico. Um dos filmes mais profundos da carreira de Robin Williams.
‘Caos e Destruição’ (‘Havoc’), novo thriller de ação estrelado por Tom Hardy (‘Venom’, ‘Mad Max: Estrada da Fúria’), já está disponível no catálogo da Netflix – e parece ter dividido tanto a crítica profissional quanto o público.
No Rotten Tomatoes, o longa abriu com 66% de aprovação por parte dos especialistas. A avaliação dos espectadores, por sua vez, foi menor ainda, amargando apenas 41% de aprovação.
Veja os comentários:
“Tráfico de drogas, possível corrupção política, traições, perseguições de carro, tiroteios e muitos personagens para acompanhar… Basta desligar o cérebro e aproveitar a ação” – Pop Culture Leftovers.
“É uma experiência completamente medíocre no geral, que ocasionalmente se transforma, sem aviso, no filme mais emocionante e criativamente encenado do ano” – Ready Steady Cut.
“Lembra dos filmes B? Filmes de baixo orçamento onde usavam molho de tomate como sangue. Este é um filme B caro” – A S (usuário).
“A vibração geral é a mais pura inspiração de John Woo dos anos 1980: o enredo é limpo e simplificado; todos os personagens são tirados do poço de arquétipos de derramamento de sangue heróico” – Daily Telegraph (UK).
Na trama, depois de um acordo de drogas dar errado, um detetive abre caminho através de um submundo do crime para resgatar o filho de um político – desvendando uma teia de corrupção e conspiração que envolve toda a sua cidade.
O filme é escrito e dirigido por Gareth Evans (‘Apóstolo’).
Quentin Tarantino, cineasta renomado e conhecido por filmes como ‘Pulp Fiction: Tempo de Violência’, recentemente compartilhou sua opinião sobre a escolha de atores para interpretar personagens de etnias ou orientações sexuais diferentes das suas.
Segundo a CBR, ele afirmou que não acredita que filmes do passado devam ser criticados dessa maneira, mas ressalta que é importante prestar mais atenção às etnias dos atores em projetos futuros.
“A questão é que eu não tenho problema nenhum com qualquer ator interpretando um personagem de outra raça em filmes do passado. Agora, eu realmente perguntaria: ‘Você não conseguiu encontrar um mexicano para interpretar esse personagem mexicano?’ E ‘Você não conseguiu encontrar um indígena americano, entre todas as pessoas que existem, você não consegue achar [um]?’ Mas também sinto que não quero ver um americano fazendo um sotaque francês falso, quando há franceses e atores franceses disponíveis”, declarou.
Sobre atores heterossexuais interpretando personagens LGBTQIA+, Tarantino esclareceu que não vê problema.
“Eu colocaria uma linha aí. Quando se trata de orientação sexual, qualquer ator poderia interpretar esse papel. Também há o aspecto da atuação. Eu ficaria interessado em ver Al Pacino interpretando uma drag queen, para ver que tipo de drag queen ele criaria, porque ele é um grande ator”, revelou.
‘Noite Infeliz‘ estreou na Netflix fazendo sucesso, chegando a figurar no TOP 10 dos filmes mais assistidos do streaming.
Apesar de ter sido anunciada há dois anos, a sequência ‘Noite Infeliz 2‘ teve o seu desenvolvimento interrompido por causa da greve de atores e roteiristas em Hollywood – e poucas novidades foram reveladas desde então.
Através do seu Instagram, no entanto, o astro David Harbour (‘Stranger Things’) confirmou que a sequência ainda irá acontecer.
Uma equipe de elite de mercenários invade um complexo familiar na véspera de Natal, deixando todos reféns. No entanto, eles não estão preparados para um combatente surpresa: Papai Noel está no local.
Pat Casey e Josh Miller também irão retornar para escrever o roteiro do novo filme.
Além de ter conquistado 73% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, ‘Noite Infeliz‘ conseguiu arrecadar US$ 75.6 milhões mundialmente – a partir de um orçamento de US$ 20 milhões.
A Floresta, produtora da Sony Pictures Television no Brasil, anunciou que Valverde viverá a personagem de Foster no original.
Marco Pigossi (‘The Boys’), Caco Ciocler (‘Olga’) e André Ramiro (‘Tropa de Elite’) vão interpretar os invasores da casa, enquanto Marianna Santos será a filha da protagonista.
Na trama, uma mulher (Isis Valverde) se muda para uma casa após a morte do marido e se vê obrigada a se refugiar no quarto secreto de sua casa junto com sua filha pré-adolescente. Elas buscam segurança ali quando uma gangue de ladrões invade o local em busca de algo que se encontra exatamente onde as duas estão escondidas.
No entanto, elas logo descobrem que é ali que está escondido o que os invasores tanto procuram.
Tem algumas obras cinematográficas que conseguem romper as óbvias camadas no desenvolvimentos de tramas criando uma imersão acoplada à reflexões sobre a sociedade. Pensando em alguns desses títulos, separamos abaixo 10 Dicas de Filmes com ‘Papo Cabeça’, pra você que curte tramas inteligentes:
Capital Humano
Há riqueza bastante no mundo para as necessidades do homem, mas não para a sua ambição. Baseado na obra de Stephen Amidon, o surpreendente longa-metragem italiano dirigido pelo cineasta Paolo Virzì, Capital Humano, possui atuações acima da média, uma direção muito instigante que destaca a força cênica do ótimo elenco além de um roteiro muito inteligente que deixam o espectador com os olhos vidrados na telona. Dividido em capítulos, onde conhecemos versões diferentes de uma situação trágica em um certo período de tempo, o filme é um drama que de repente vira um suspense eletrizante.
Um peculiar recorte sobre encontros e desencontros. Indicado ao Globo de Ouro na categoria de Melhor Filme Estrangeiro, o longa-metragem japonês Decisão de Partir navega na filosofia para criar uma tese sobre uma bolha irremovível dentro de conflituosos sentimentos que se justificam por uma visão bastante peculiar sobre o tempo (aqui revestido de momento).
Na trama, conhecemos Jenny Fields (Glenn Close) uma enfermeira que resolve ter um filho sem se casar, nem ter compromissos com o pai da criança. Seu filho, se chama Garp (Robin Williams, na fase adulta), um observador, romântico, que adora praticar Wrestling, e que vive sua rotina em meia a estudos para se tornar um escritor e criando histórias que aparecem de alguma forma em sua frente. Ao longo de sua vida, aprende muitas coisas e assim acompanhamos suas tristezas, alegrias, amores e reflexões sobre uma vida intensa e repleta de história para contar.
Sem Cabeça
Os traumas que nunca mais esquecemos. Dirigido pelo cineasta Kaveh Sajjadi Hosseini, Sem Cabeça, longa-metragem do Irã, é um retrato caótico de como um trauma, e tudo que fazemos para esquecê-lo, nos transformam em migalhas. Uma situação com um cachorro com um plano de fundo um casamento em atrito e distanciamento é o pontapé para reflexões sobre casamento, família e sacrifício. O primeiro ato é muito fraco comparado aos outros que se seguem, talvez pelo complexo arranjo em dar entrosamento aos fatos deixando surpresas para o espectador ao longo dos 93 minutos de duração.
Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)
Na trama, conhecemos Riggan (Michael Keaton), um ator famoso nos 90 por interpretar um super-herói que agora, já em decadência, resolve montar uma peça teatral na Broadway em busca de recuperar prestígio e ter o talento reconhecido. O problema é que precisará combater os egos dos outros artistas, resolver problemas familiares e se livrar de uma voz estranha que conversa com ele a todo instante.
Na trama, acompanhamos, num futuro estranho, a saga de um arquiteto chamado David (Colin Farrell) que vive em uma sociedade cheia de regras, onde pessoas que estão solteiras são obrigadas a passarem 45 dias em uma espécie de hotel, cheio de regras, para encontrarem seus novos amores. A questão é que se o indivíduo não conseguir encontrar um novo amor, o mesmo é transformado em um animal de sua preferência. Assim, o protagonista embarca em uma jornada de descobertas e atitudes corajosas que vão definindo sua história.
Exibido na Mostra Um Certo Olhar no Festival de Cannes do ano passado, A Natureza do Amor estrutura suas bases partindo do pessimismo em relação ao sentimento mais intenso que existe. O choque dos momentos de êxtase com a realidade, no sentido de conexões que logo viram desconexões, passam por citações de Platão à Schopenhauer. Acompanhamos os desenrolares através de uma protagonista e sua necessidade de descobrir o afeto, o amor, tendo o desejo como uma lacuna que aos poucos vai mudando de sentido. Escrito e dirigido por Monia Chokri, A Natureza do Amor é uma jornada de opostos que se atraem.
Na curiosa trama, acompanhamos uma família de origem humilde que está prestes a comemorar mais um aniversário de um dos seus membros. Acontece que durante a festividade, que acontece dentro da própria casa deles, um mágico vai se apresentar e acaba transformando o patriarca da família em uma galinha. A partir desse inesperado acontecimento, a mãe, que sempre se dedicou ao marido, ao lar e a criação das crianças, precisará tomar decisões importantes sem esquecer de pelo menos tentar encontrar soluções para ter seu marido de volta.
Na trama, conhecemos o solitário Fúsi (Gunnar Jónsson), um ser humano que leva uma vida monótona em uma cidadezinha europeia. Fúsi trabalha no departamento de cargas e bagagens do aeroporto de sua cidade e quase diariamente sofre Bulliyng de alguns colegas de trabalho. O protagonista mora com sua mãe e seu padrasto, e certo dia, o segundo matricula Fúsi em uma aula de dança onde ele acaba conhecendo Sjöfn (Ilmur Kristjánsdóttir) e essa pode ser a grande chance dele descobrir uma nova vida.
Eu Estava Justamente Pensando em Você
O tempo e o seu começo, meio e fim. Qual a diferença entre sonhos e lembranças? Porque parece ser tão impossível tentar te esquecer? Escrito e dirigido pelo cineasta norte-americano, estreante em longas-metragens, Sam Esmail (criador de um dos seriados mais aclamados por crítica e público nos últimos anos, Mr. Robot) Eu Estava Justamente Pensando em Você parece uma peça de teatro, com vários cenários, diálogos inteligentes beirando ao tragicômico e dois atores em grande harmonia em cena.
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