Através das redes sociais, a vencedora do Oscar Anne Hathaway revelou que as gravações de ‘Verity’, longa baseado no romance homônimo da Colleen Hoover, foram finalizadas.
“O trailer começa com o personagem do Josh Hartnett seduzindo a Anne Hathaway em um bar. Corta para anos depois, e ela está presa na cama em estado vegetativo.”
“Somos, então, apresentados à personagem da Dakota Johnson. Ela é chamada para finalizar um livro que Hathaway estava escrevendo, mas, devido a sua condição, não teve a chance de terminar.”
“Diferente da adaptação de ‘É Assim que Acaba’, este filme parece mais um thriller, com diversas cenas inquietantes, incluindo um homem que é atropelado e seu sangue jorra no rosto da Dakota e outra cena em que ela acorda no gelo, fora da casa. Tudo isso enquanto a rivalidade com a personagem da Hathaway continua a aumentar de forma perturbadora.“
Vemos Josh Hartnett em um bar seduzindo a personagem de Anne Hathaway. Corta pra anos depois, ela está na casa dele em uma cama vegetando. A gente não sabe o que…
Lowen Ashleigh (Johnson) é uma escritora esforçada que está à beira da falência quando aceita a oferta de emprego imperdível. Jeremy Crawford (Hartnett), marido da autora de suspense best-seller Verity Crawford (Hathaway), contrata Ashleigh para terminar os livros restantes de uma série de sucesso que sua esposa não consegue terminar após um acidente misterioso.
Ao chegar à luxuosa propriedade de Crawford, Ashleigh lentamente descobre que as coisas não são exatamente o que parecem com a descoberta de um manuscrito secreto e inacabado que pode revelar admissões assustadoras sobre o passado da família. Enquanto Lowen se envolve com a família, ela deve discernir se os rascunhos de Verity são meramente obras de ficção escabrosas ou um aviso sinistro de uma psicopata perturbada…
Michael Showalter (‘Uma Ideia de Você’) será responsável pela direção.
Nick Antosca (‘Espíritos Obscuros’) assinará o roteiro, cujos rascunhos anteriores passaram pelas mãos de Hillary Seitz, Angela LaManna e Will Honley & April Maguire.
Intrigas no mundo da espionagem é algo de certa forma bastante corriqueiro quando pensamos em filmes e séries. Trazer algo novo e que chame a atenção dentro desse contexto não é uma missão fácil. Lançado nesse início de 2025 no ótimo streaming Apple TV+, Alvo Primário segue a cartilha dessas produções trazendo em sua primeira temporada um recheio considerável de clichês que se amontoam em oito episódios que flertam com o previsível. Criada por Steve Thompson, podemos bater o martelo de que essa é umas das grandes decepções do ano até aqui.
Edward Brooks (Leo Woodall) é um jovem matemático, orgulho do corpo docente da prestigiada Universidade de Cambridge, que está produzindo uma pesquisa para seu doutorado numa análise profunda e bastante complexa sobre teorias no padrão dos números primos. Quando seu trabalho é apresentado a um dos professores mais prestigiados da universidade, uma série de situações o colocam de frente para o perigo. Para ajudá-lo em busca de respostas, entra em sua vida a analista da NSA, Taylah Sanders (Quintessa Swindell).
Quando o foco é criar o terreno para eventuais reviravoltas, a qualquer custo, geralmente não sai conforme o pensado. Em sua tentativa de criar camadas para seu nada carismático protagonista, o roteiro esbarra na ingenuidade da superfície, não tirando o pé do acelerador em nenhum momento. O quebra-cabeça emocional que vive o personagem acaba sendo pouco explorado por uma narrativa se construindo de forma atabalhoada com subtramas desinteressantes que forçadamente ganham elos com a trama principal.
O matematiquês está contido mas aqui fica em segundo plano, então calma você que odeia matemática! Os dramas pessoais buscam um respiro mas acabam confundindo mais do que adicionando. As relações interpessoais que se apresentam são cheias de lacunas, parece um abre alas para futuros desenrolares (algumas produções seriadas cismam em pensar numa segunda temporada), um deslize que transformam os cerca de 60 minutos por episódio em uma sequência de achismos por parte do público.
Na sua busca por conexões interessantes ao apresentar personificações (leia-se as já mencionadas relações interpessoais) em forma de paralelos para brincar de ficção com teorias que circulam sobre os mistérios ainda indecifráveis de números naturais que possuem somente dois divisores: 1 e eles mesmos, Alvo Primárioe seu aulão de espionagem deixariam Pitágoras com uma enorme preguiça.
É tão bom quando refletimos sobre o amor vendo uma série cativante! Pelos streamings encontramos todo tipo de história que falam sobre o sentimento mais profundo que existe. Abaixo, separamos algumas dessas obras seriadas que vocês precisam assistir:
Baseada em uma coluna semanal publicada pelo jornal The New York Times, o seriado Modern Love nos mostra histórias de amor, de todos os tipos, ambientadas em Nova Iorque.
Adaptado de um romance escrito por David Nicholls – que já havia virado filme em 2011 – a minissérie Um Dia acompanhamos durante alguns anos o relacionamento com idas e vindas e cheio de variáveis entre Emma e Dexter.
Uma enfermeira é transportada misteriosamente para muitos anos no passado onde passa a viver situações repletas de dilemas. O projeto é baseado nas obras homônimas da escritora norte-americana Diana Gabaldon.
Criada por Francesca Delbanco e Nicholas Stoller, que também dividem a direção dos episódios, na trama, conhecemos Sylvia (Rose Byrne) uma dona de casa, formada em direito, que abdicou da carreira para cuidar dos três filhos e vive um casamento feliz com seu marido, o advogado Charlie (Luke Macfarlane). Após aparecer em seu feed, de uma rede social, que o seu ex-melhor amigo, o mestre cervejeiro Will (Seth Rogen) acabara de terminar o casamento, ela resolve entrar em contato com ele. Assim, esses dois amigos, antes com 20, agora perto dos 40 anos se envolvem em várias situações onde um ajuda o outro a enfrentar os problemas nessa fase da vida cheia de variáveis e escolhas difíceis.
Na trama, conhecemos Nathan Brown (Robbie Amell) um criativo programador de computadores que está no auge de seu grande futuro sucesso quando de repente, em um acidente muito duvidoso acaba morrendo. Sua namorada, a patricinha Ingrid (Allegra Edwards) parte para incluí-lo em um lugar onde a consciente ganha renovação de vida no pós morte, um lugar onde ele ainda pode se conectar com os que ainda estão vivos. Nesse lugar projetado, paradisíaco, ele conhece sua ‘anja’ Nora (Andy Allo), a responsável pelo seu bem estar nesse novo lugar. Assim o protagonista, com novas variáveis, vai conseguir entender melhorar toda sua vida.
Na trama, conhecemos os integrantes da Daisy Jones & the Six um ex-famoso grupo musical que vendeu milhões de cópias mas ficou marcado também por um último show feito no final da década de 70 em Chicago. Anos depois, os integrantes se reúnem por meio de depoimentos isolados para contar o que houve naquele dia e as razões da banda nunca mais se reunir novamente. Assim, por flashbacks, acompanhamos um pouco sobre a criação da banda e tudo de importante que houve no tempo que faziam sua primeira e única turnê pelos Estados Unidos, com uma lupa maior para os líderes da banda Billy Dunne (Sam Claflin) e Daisy Jones (Riley Keough), duas almas em conflitos permanentes que vão desde o forte interesse amoroso que possuem um pelo outro até os caminhos quase sem volta de vícios.
Na história, conhecemos Sofie (Ida Engvoll) uma mulher com dois filhos, dentro de um casamento com problemas, que tem o pai indecifrável dentro de suas agonias. Ela começa um novo trabalho em uma editoria como consultora de novos negócios e responsável pela complicada transição do físico para o digital dessa empresa que já existe faz muito tempo. Nessa mesma empresa conhecemos Max (Björn Mosten), um estagiário de informática, que logo entra em atritos com Sofie. Numa noite, onde Sofie fica até tarde no trabalho, Max a flagra se masturbando em sua mesa, coletando provas sobre o ocorrido. No dia seguinte, parece que um jogo de chantagem começa mas Sofie embarca na ideia, ambos começam a jogar um provocativo game e assim a se aproximar de maneira intensa e provocante.
Na trama, acompanhamos as idas e vindas de um relacionamento de amizade e algo mais de dois jovens de uma cidadezinha da Irlanda. Marianne (Daisy Edgar-Jones) é uma jovem solitária que possui muitas dificuldades em se relacionar com os que estão ao seu redor, principalmente sua família e seus amigos de colégio. Connell (Paul Mescal) é aquele queridinho de todos, amado pela mãe, pelos amigos, estrela do rúgbi do colégio. Marianne é de família rica, Connell não. Certo dia, os dois começam a conversar e aos poucos, e com inúmeras passagens de tempo para frente (época de faculdade etc), percebem que podem ter sidos feitos um para o outro mas que só isso não basta para ficarem sempre juntos.
O cinema brasileiro está em destaque no cenário internacional em 2025, com a França como palco de uma série de celebrações em torno da cultura do Brasil. A largada oficial foi dada em grande estilo: a Mostra de Cinema de Tiradentes, prestes a completar 30 anos, ganhou uma edição especial na capital francesa entre os dias 3 e 7 de abril, integrando a programação do festival Regards Satellites. Ainda neste mês, o prestigiado Festival de Cinema Brasileiro de Paris chega à sua 27ª edição, entre 29 de abril e 6 de maio, consolidando a presença nacional no país europeu durante o Ano do Brasil na França.
Organizado pela Universo Produção, o especial Mostra Tiradentes em Paris levou ao público francês uma cuidadosa seleção de 12 filmes brasileiros, projetados em quatro espaços culturais: Cinéma L’Ecran (em Saint-Denis), Cinéma Le Méliès, a Cinemateca Francesa e a Salle Langevin. A programação refletiu a diversidade, ousadia e experimentação que marcam a produção nacional contemporânea, oferecendo uma rara oportunidade de contato com narrativas potentes e autorais.
A cerimônia de abertura, realizada no dia 3 de abril no Cinéma L’Ecran, contou com a presença de importantes representantes institucionais e culturais: Michel Fourcade, sub-prefeito da região de Saint-Denis; membros da Embaixada do Brasil na França; a diretora da Universo Produção e coordenadora da Mostra, Raquel Hallak; além dos curadores Francis Vogner dos Reis e Claire Allouche.
“Estar aqui na França, na capital do cinema mundial, é realmente um privilégio. A França, com a sua rica tradição cinematográfica, o compromisso com a valorização das culturas do mundo, oferece um ambiente perfeito para o cinema brasileiro ganhar visibilidade e estabelecer conexões internacionais. Eu desejo a todos uma temporada audiovisual brasileira muito rica de reflexões, de histórias, de narrativas. Todos os dias teremos aqui realizadores para o bate-papo para que a gente possa conhecer essas histórias que representam o nosso cinema.”, declarou Raquel Hallak durante a cerimônia de abertura.
Raquel Hallak durante a cerimônia de abertura da Mostra Tiradentes na França.
A sessão inaugural foi marcada pela exibição do curta-metragem Fantasmas(2010), do mineiro André Novais Oliveira, e do longa Estrada para Ythaca (2010), dos cineastas cearenses Guto Parente, Luiz Pretti, Ricardo Pretti e Pedro Diógenes. Ambos os filmes escolhidos representam o início da trajetória de diretores que hoje ocupam lugar de destaque na cena cinematográfica brasileira — como Parente, que em 2024 lançou Estranho Caminho, apresentado no Cinélatino na França, e Novais Oliveira, autor da comédia romântica O Dia Que Te Conheci, sucesso entre o público brasileiro.
Ao trazer uma seleção que sintetiza a essência da Mostra Tiradentes, o festival permite que cineastas brasileiros sejam redescobertos por um novo olhar, fomentando diálogos internacionais e impulsionando a presença do Brasil no circuito de festivais europeus. A iniciativa também reforça a relevância do cinema como ponte cultural, especialmente em um ano em que o Brasil é homenageado pela França em diversos setores criativos.
O mercado cinematográfico brasileiro vive um momento efervescente. O Marché du Film de Cannes já anunciou que o Brasil será o país em destaque na edição deste ano, abrindo caminho para novas oportunidades de distribuição e coproduções internacionais. E as expectativas não param por aí: há grande expectativa quanto à presença de Kleber Mendonça Filho e Karim Aïnouz na disputa pela Palma de Ouro no Festival de Cannes, o que pode render novos prêmios ao cinema nacional no início de 2026.
Ainda em abril, o tradicional Festival de Cinema Brasileiro de Paris ocupará o cinema Arlequim com a exibição de 35 longas-metragens, entre os dias 29 de abril e 6 de maio. Em sua 27ª edição, o festival prestará homenagem à atriz e diretora Dira Paes, celebrando seus 40 anos de carreira. A mostra conta com cinco títulos protagonizados pela artista, incluindo Manas, de Marianna Brennand, atualmente em cartaz na França, após ser premiado no Festival de Veneza no ano passado.
A sessão de abertura será com Vitória, novo filme de Andrucha Waddington estrelado por Fernanda Montenegro, dando início à programação cinematográfica brasileira de 2025 na França com uma obra que une experiência e sensibilidade. O evento conta com títulos de destaque como o vencedor do Oscar de Melhor Filme Internacional — com mais 300 mil ingressos vendidos na França, Ainda Estou Aqui, de Walter Salles, e o sucesso de bilheteria O Auto da Compadecida 2, de Flávia Lacerda e Guel Arraes, inédito no país.
Com dois festivais em evidência e o fortalecimento das relações culturais entre Brasil e França, 2025 promete ser um ano histórico para o cinema nacional no exterior — e a Mostra de Tiradentes em Paris foi o primeiro grande passo dessa jornada.
Pounder também é conhecida por ter estrelado ‘Sons of Anarchy‘, ‘A Órfã‘, ‘Círculo Fechado‘, ‘The Shield: Acima da Lei‘, ‘Avatar‘ e ‘Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos‘.
Além disso, o diretor indicado ao Oscar Morten Tyldum (‘Silo‘, ‘Em Defesa de Jacob‘, ‘O Jogo da Imitação‘) vai dirigir o episódio piloto e atuar como produtor executivo.
Ainda sem data de estreia, a série será estrelada pela indicada ao Oscar Amy Adams e o vencedor do Oscar Javier Bardem, que também assinam como produtores executivos, junto aos vencedores do Oscar Martin Scorsese e Steven Spielberg.
Patrick Wilson (‘Sobrenatural: A Porta Vermelha’) também foi confirmado no elenco. Detalhes sobre seu papel não foram confirmados, mas o ator deve interpretar Tom Bowden, marido da protagonista, Anna Bowden (Adams).
Bardem (‘007 – Operação Skyfall’) dará vida ao vilão, Max Cady.
A série é descrita como um “thriller contemporâneo que irá explorar a obsessão americana em crimes reais no Século XXI”. Na trama, uma tempestade está chegando para um casal de advogados, quando um assassino infame de seu passado é libertado após anos na prisão.
Do criador Nick Antosca (‘O Ato‘, ‘Candy‘, ‘A Friend of the Family‘), ‘Cape Fear‘ é baseada tanto no romance “The Executioners”, que inspirou o filme de 1962 da Universal Pictures – com Gregory Peck, assim como no elogiado remake de 1991, dirigido por Scorsese.
Dez episódios foram encomendados para o projeto.
A adaptação de 1991 foi estrelada por Robert De Niro, Nick Nolte e Jessica Lange.
Após mais de 20 anos de brigas públicas, Madonna e Elton John finalmente deixaram as desavenças do passado para trás. A reconciliação foi confirmada com a presença da cantora americana na performance musical do veterano britânico, durante o Saturday Night Live do último sábado (05).
O fim da rivalidade entre os ícones foi compartilhado por Madonna por meio de sua conta oficial do Instagram. Na publicação em questão, ela celebra o reencontro com o artista e também revela detalhes da reconciliação nos bastidores.
A cantora ainda ponderou que John escreveu uma canção para ela e que gostaria de fazer uma parceria musical.
“Finalmente Enterramos o Machado!!! Fui ver Elton John se apresentar no SNL neste fim de semana!! UAU.
Lembro-me de quando estava no ensino médio – saí de casa uma noite para ver Elton se apresentar ao vivo em Detroit! Foi uma apresentação inesquecível que me ajudou a entender o poder transformador da música.
Vê-lo se apresentar quando estava no ensino médio mudou o curso da minha vida. Sempre me senti uma estranha enquanto crescia e vê-lo no palco me ajudou a entender que não havia problema em ser diferente – se destacar – pegar a estrada menos percorrida. Na verdade, era essencial.
Ao longo das décadas, me doeu saber que alguém que eu admirava tanto compartilhava sua antipatia por mim publicamente como artista. Eu não entendia. Disseram-me que Elton John era o convidado musical do SNL e decidi ir. Eu precisava ir aos bastidores e confrontá-lo. Quando o encontrei, a primeira coisa que ele disse foi ‘Perdoe-me’ e o muro entre nós caiu.
O perdão é uma ferramenta poderosa. Em minutos. Estávamos nos abraçando. Então ele me disse que tinha escrito uma música para mim e queria colaborar. Foi como se tudo tivesse se completado!! E você pode dizer a todos, This is Your Song……….”
Diante da publicação, o cantor deixou um comentário, se desculpando por sua falas acaloradas. No relato, ele ainda reconheceu o talento da artista, que foi visionária ao longo das décadas:
“Obrigado por vir me ver. E obrigada por me perdoar e perdoar minha boca grande. Não tenho orgulho do que disse. Principalmente quando penso em todo o trabalho inovador que você fez como artista – abrindo caminho para uma geração inteira de artistas femininas terem sucesso e serem fiéis a si mesmas.
Você também foi uma das primeiras pessoas a se levantar contra o HIV/AIDS nos anos 80, levando amor e compaixão a tantos que precisavam desesperadamente. Sou grato por podermos seguir em frente. Estou cada vez mais angustiado com toda a divisão em nosso mundo no momento.
Tanto você quanto eu fomos aceitos e acolhidos de todo o coração por comunidades que estão sob ameaça ao redor do mundo. Ao nos unirmos, tenho esperança de que possamos fazer grandes coisas acontecerem para aqueles que realmente precisam de apoio. E nos divertir muito fazendo isso!”
Entenda a treta
A complicada relação entre os artistas começou ainda em 2004, quando Elton John acusou Madonna de fazer playback. De lá para cá, ele repetiu as acusações em episódios distintos, em uma turnê de 2007 e até mesmo em sua aclamada performance no Super Bowl 2012.
Naquele mesmo ano, John chegou a fazer duras críticas ao álbum MDNA, afirmando que a carreira da colega de profissão havia acabado:
“Madonna é um pesadelo. Desculpe, sua carreira acabou. Sua turnê tem sido um desastre. Se ela tivesse bom senso, ela teria feito uma música como ‘Ray of light’ e depois ficado longe das coisas mais dançantes, se tornando apenas uma grande cantora pop e fazendo grandes discos pop, o que ela faz de forma brilhante”.
Ainda em 2012, os dois chegaram a disputar a categoria de Melhor Canção Original no Globo de Ouro. Na ocasião, John alegou em uma entrevista que a rival “não tinha p*rra nenhuma de chances” de levar o prêmio, mas acabou testemunhando a vitória dela pelo hit “Masterpiece“, de sua estreia na direção, ‘W.E. – O Romance do Século‘. O britânico disputou a categoria com a canção “Hello Hello“, feita para ‘Gnomeu e Julieta‘.
Na época, David Furnish, marido do cantor, reclamou do resultado nas redes sociais. Dias depois, o casal se desculpou com a cantora e chegou a jantar com ela em Paris, para amenizar as desavenças.
“[A Piper] decide perder sua virgindade no terceiro do último capítulo. E ela faz sexo com o Zion. Havia uma cena em que ela ficaria tipo: ‘É verdade. Saxon está certo sobre uma coisa. Preciso dar um jeito nisso’. Então, depois de sair do monastério, ela simplesmente decide que precisa fazer sexo.”
Ele completa, “No final das contas, achei que o episódio já estava longo demais. Essas cenas iriam acrescentar uns 10 minutos à duração total. E teria uma vibe de comédia romântica enquanto sua família estava morrendo com as frutas pong pong. Narrativamente, senti que eu estava tentando fazer muita coisa.”
Sucesso de audiência, o último episódio do terceiro ciclo alcançou 6.2 milhões de espectadores, tornando-se a maior audiência da história da série.
Para termos de comparação, o desfecho da terceira temporada registrou um aumento de 51% na audiência em comparação à Season Finale do segundo ciclo (4.1 milhões de espectadores) neste mesmo período.
Ambientada na Tailândia, a terceira temporada foca em um grupo multigeracional, incluindo uma família em crise, um trio de amigas desajustadas, um casal improvável e o retorno de um velho e perigoso rosto conhecido.
O vindouro suspense do cineasta Ron Howard, intitulada ‘Eden‘ ganhou sua primeira imagem oficial. Divulgada com exclusividade pelo site Collider, o material traz Jude Law e Ana de Armas cercados pela Ilha de Galápagos.
Confira:
Inspirado em uma história real, ‘Eden‘ acompanha os colonos europeus que buscavam construir seu próprio paraíso na Ilha de Galápagos, em 1929. Em meio a um ambiente hostil e à chegada de novos colonos, o sonho se torna uma grande ilusão, diante da disputa por território, rivalidades e ambições desenfreadas.
O longa é dirigido por Howard, a partir de um roteiro escrito por Noah Pink.
Renny Harlin (‘Do Fundo do Mar’) retorna à direção.
Sucesso nos cinemas, o primeiro capítulo arrecadou US$ 48.1 milhões mundialmente, o que representa quase seis vezes o valor do seu orçamento – que ficou em torno de US$ 8.5 milhões.
A cinebiografia de Michael Jackson, intitulada ‘Michael‘ está passando por um tumultuado processo de produção e novos indícios indicam que o longa deve sofrer uma mudança bem drástica.
Segundo o Showbiz 411, a cinebiografia será dividida em duas partes – que serão lançadas em 2026.
Cada filme terá duas horas de duração.
Recentemente, o The Insneider, o filme foi adiado de 2 de Outubro de 2025 para 2026. Com isso, o estúdio teria mais tempo para trabalhar no marketing do filme, que sequer começou.
Isso parece bater com o rumor do Puck News que o terceiro ato do projeto foi totalmente descartado e terá que ser refeito e regravado devido a questões legais.
O ato de encerramento do longa-metragem se concentraria nas investigações de 1993, pouco depois de Jordan Chandler ter alegado que Jackson havia abusado sexualmente dele, quando tinha treze anos de idade.
Todavia, o espólio de Jackson e os produtores tinham se esquecido de que existia um acordo com a família Chandler há vários anos, com a promessa de nunca incluí-los em qualquer filme ou projeto envolvendo o rei do pop.
Para quem não sabe, Jaafar é filho deJermaine Jackson, um dos integrantes da banda The Jackson 5, na qual Michael iniciou sua carreira artística.
A sinopse oficial do filme destaca que “Michael levará o público a uma representação envolvente e honesta do homem brilhante, mas complicado, que se tornou o Rei do Pop. O filme apresenta seus triunfos e tragédias em uma escala épica e cinematográfica – desde seu lado humano e lutas pessoais até seu inegável gênio criativo, exemplificado por suas performances mais icônicas. Como nunca antes, o público terá uma visão interna de um dos artistas mais influentes e inovadores que o mundo já conheceu.”
Sucesso! A 3ª temporada de ‘The White Lotus‘ quebrou um novo recorde de audiência.
De acordo com o Deadline, o último episódio do terceiro ciclo alcançou 6.2 milhões de espectadores através da HBO e do serviço de streaming do Max.
Os números representam a maior audiência da história da série, superando em 30% o capítulo anterior, que detinha o recorde.
Para termos de comparação, o desfecho da terceira temporada registrou um aumento de 51% na audiência em comparação à Season Finale do segundo ciclo (4.1 milhões de espectadores) neste mesmo período.
Ambientada na Tailândia, a terceira temporada foca em um grupo multigeracional, incluindo uma família em crise, um trio de amigas desajustadas, um casal improvável e o retorno de um velho e perigoso rosto conhecido.
Sucesso! A adaptação live-action ‘Um Filme Minecraft‘ arrecadou sólidos US$ 301 milhões em sua estreia global.
Nos EUA, o longa abriu no topo com US$ 157 milhões – arrecadando o dobro das projeções iniciais, que indicavam um lançamento em torno de US$ 70-80 milhões no país.
Internacionalmente, a produção acrescenta US$ 144.1 milhões através de 75 mercados.
O longa dominou as bilheterias ao redor do mundo e o Deadline fez um complicado com todos os recordes quebrados em sua estreia.
RECORDES NOS EUA:
Maior abertura do ano (superando ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘; US$88.8M).
Maior estreia da história para um filme baseado em um jogo (superando ‘Super Mario Bros‘; US$146.3M).
Maior abertura de uma coprodução entre a Legendary e a Warner Bros, atrás apenas de ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge’ (US$160.8M).
Segunda maior estreia de um coprodução da Legendary, atrás apenas de ‘Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros’ (US$209M).
Maior estreia em um final de semana regular desde ‘Deadpool e Wolverine’ (US$211.4M).
Maior abertura doméstica da carreira do Jack Black, superando ‘Super Mario Bros‘.
Maior abertura doméstica da carreira do Jason Momoa como protagonista. Ele participou de ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça’ (US$166M), mas não integrou o elenco principal.
Maior estreia regular da Warner Bros em abril, superando ‘Fúria de Titãs’ (US$61.2M).
Maior arrecadação da história da Warner Bros em um dia de sábado com US$60M, superando ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça’ (US$50.6M).
Maior arrecadação da história da Warner Bros em um dia de domingo com US$46.3M, superando o live-action de ‘Barbie’ (US$43.7M).
Terceira maior estreia da história do mês de abril, atrás apenas de ‘Vingadores: Ultimato’ (US$357.1M) e ‘Vingadores: Guerra Infinita’ (US$257.7M).
Terceira maior abertura da história da Warner Bros, atrás apenas de ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2’ (US$169M) e ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça’ (US$166M).
Maior estreia da história de abril para um filme de classificação livre, superando ‘Super Mario Bros’ (US$146.4M).
Quarta maior estreia da história para um filme de classificação livre, atrás apenas de ‘O Rei Leão’ (US$191.7M), ‘Os Incríveis 2’ (US$182.6M) e ‘A Bela e a Fera’ (US$146.4M).
Maior estreia da carreira do diretor Jared Hess, superando ‘Nacho Libre: Tudo pela Crianças’ (US$28.3M).
Maior estreia da carreira de Danielle Brooks, superando ‘Angry Birds – O Filme’ (US$38.1M).
Maior estreia da carreira de Jennifer Coolidge, superando ‘American Pie 2’ (US$45.1M).
RECORDES INTERNACIONAIS:
Segunda maior abertura para uma adaptação de jogo e da carreira de Jack Black, ambas atrás de ‘Super Mario Bros’ (US$233.1M).
Adaptação de jogo que alcançou o topo das bilheterias em 38 países, incluindo Brasil, Espanha, Reino Unido, Itália e Austrália.
Maior abertura internacional da Warner Bros desde ‘Barbie’ (US$194.3M).
Na América Latina: Maior abertura de 2025 e maior estreia live-action da carreira do Jack Black. Segunda maior estreia para uma adaptação de jogo, atrás apenas de ‘Super Mario Bros’.
Na Europa: Maior abertura de 2025, segunda maior estreia para uma adaptação de jogo (apenas -6% atrás de ‘Super Mario Bros’), maior estreia da carreira do Jason Momoa e a segunda maior estreia da carreira do Jack Black.
Maior abertura da história da Polônia.
Maior abertura da história da Warner Bros na Bulgária, Croácia, República Tcheca, Finlândia, Hungria, Islândia, Letônia, Lituânia, Moldávia, Noruega, Polônia, Romênia, Sérvia, Eslováquia, Eslovênia e Ucrânia.
RECORDES GLOBAIS:
Maior abertura para uma coprodução entre a Warner Bros e a Legendary.
Segunda maior abertura para uma coprodução da Legendary, atrás apenas de ‘Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros’ (US$525.5M).
Maior arrecadação global em uma sexta-feira desde ‘Deadpool e Wolverine’ (US$444M), em julho de 2024.
Sétima maior abertura global da história da Warner Bros.
Vale lembrar que o filme já está em exibição nos cinemas nacionais!
Operação Vingança chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (10). O mais novo filme do 20th Century Studiostraz Rami Malek no papel de Charles Heller, um programador de elite da CIA, cuja vida muda de uma hora para outra quando sua esposa Sarah (Rachel Brosnahan) é assassinada por uma rede de criminosos internacionais. Diante da ineficiência de seus superiores em prenderem os bandidos, Charlie utiliza todos os seus conhecimentos para encontrá-los e tentar matá-los.
O problema é que ele não é um assassino, é apenas um rapaz muito inteligente. Então, o filme explora ele aprendendo técnicas da CIA e moldando-as ao seu jeitinho excêntrico.
No último sábado (5), o 20th Century Studios realizou uma coletiva de imprensa internacional, da qual o CinePOP participou. Por lá, Malek falou um pouco mais sobre seu novo personagem e o que o público pode esperar de novo. Mais do que isso, ele refletiu sobre sua nova função: produtor.
“Trabalhar como produtor impactou minha atuação de diversas formas, mas eu amei poder acompanhar as coisas do comecinho até o final, vendo todos os detalhes. Eu acho que me encontrei nessa função, porque eu lembro até hoje de estarmos discutindo o uso das lentes, quais ângulos eram mais adequados. Até mesmo conversando com os atores para garantirmos sempre o melhor do melhor. E eu ficava pensando: ‘como vou entrar numa sala de edição, sendo um ator, sem parecer um intruso?’. E o jeito que encontrei foi entrando para a produção. Foi incrível sentar com o time de roteiro, com a direção, com a equipe de edição de som para conversar e entender como se faz um filme do melhor jeito possível”, disse.
“E reunir alguns dos meus atores favoritos, artistas com quem eu sempre quis trabalhar, nesse projeto foi incrível. É um time que é reconhecido por estar no topo da carreira, sabe? Eu me considero muito sortudo e orgulhoso do time que reunimos”, completou.
Quem também marcou presença na coletiva foi o ator Lawrence Fishburn. No filme, o ícone dos anos 90 interpreta Henderson, o treinador de novos agentes de elite da CIA que ajuda, mas também persegue Charlie.
Ele falou um pouco mais sobre a excelente química que eles têm em cena e revelou que sonhava em trabalhar com Malek há quase uma década.
“Minha química foi natural. O Rami e eu nos conhecemos há uns sete ou oito anos, em uma festa, e viramos amigos na hora, porque nós admirávamos os trabalhos um do outro e passamos a conhecer também o lado humano. Então, parecia apenas uma questão de tempo para que trabalhássemos juntos. Quando ‘Operação Vingança’ surgiu, eu li o roteiro e fiquei muito animado com essa chance dada pelo Rami. Eu precisava fazer parte disso, e acho que reflete em cena”, revelou Lawrence Fishburn.
Rami Malek também respondeu sobre uma possível semelhança entre Heller e Elliot, seu personagem consagrado na série Mr. Robot [2015 – 2019]. Para ele, apesar de haver semelhanças óbvias, Charlie tem uma motivação diferente que o impulsiona a fazer coisas que o Elliot jamais faria.
“Eu tive um momento para me despedir do Elliot, de Mr. Robot. Acho que todos temos esse momento enquanto atores, em que você decide se vai dar adeus ou vai carregar esses personagens consigo para o resto da vida. Nesse projeto, eu não tentei revisitá-lo, mas é claro que há algumas semelhanças. Ambos se encontram em uma zona complexa de serem geniais, mas estarem completamente quebrados em diferentes aspectos da vida. Houve muitos sentimentos próximos do Elliot que o Heller experimentou, mas de forma muito diferença. Ele, por exemplo, é movido pelo amor magnético à figura da esposa, um papel muito difícil que a Rachel [Brosnahan] faz com uma facilidade incrível. Apenas com sua presença, ela o motiva a fazer coisas que o Elliot jamais seria capaz. Ela vê algo nele que é magnético, mas muito real também. E permitir essa combinação em um personagem no meio de um suspense transcende a própria ação, deixando tudo muito autêntico, porque essa paixão permite a identificação com o Heller”, disse.
“Eu tentei concentrar minha atuação no luto. Como artista, acho que não queríamos dar essa sensação de ‘sessão de terapia’ para o Heller, mas tentei colocá-lo num ponto de dor e perda tão grande que ele só teria dois caminhos para seguir. E um deles seria extremamente sombrio. Então conversei com o diretor e decidimos abordar os estágios do luto conforme o filme fosse se desenvolvendo. Nós definimos alguns pontos-chaves para fazer o público pensar: ‘eu acho que também reagiria assim nesse caso’. Ele tem reações muito naturais e identificáveis, porque é uma situação muito extrema”, completou Rami Malek.
Por fim, ele abordou sobre as habilidades impressionantes que Heller demonstra em tela, mas afirmou que mesmo fazendo esses personagens tão ligados ao mundo virtual, nunca aprendeu verdadeiramente a “hackear”. Ainda assim, isso abriu seus olhos para uma certa paranoia sobre as informações que o governo norte-americano tem acesso sobre cada cidadão.
“Eu nunca vou saber mexer com códigos ou hackear coisas, como em Mr. Robot, mas aprendi o bastante para ficar paranoico sobre o que o governo é capaz de acessar sobre nós. E ver documentários sobre a tecnologia invadindo a privacidade foi assustador. O que Charlie Heller é capaz de fazer e sua capacidade de armazenamento de memórias são um superpoder. Porque ele sabe muito sobre tudo o que está acontecendo no mundo e sabe como acessá-las, mas também está movido por uma quantidade absurda de luto. E isso foi o bastante para construir esse personagem na minha mente. Eu tentei deixar a tecnologia de lado, apenas como uma ferramenta”, concluiu.
Ser fã de Chaves não é exatamente uma das missões mais fáceis nos dias de hoje. Após mais de quatro anos com os episódios, com o perdão do trocadilho, trancados a sete chaves por conta de um imbróglio judicial, os fãs tiveram a esperança de assistir as desventuras do menino em condição de barril mais amado da América Latina.
No entanto, mesmo com a resolução da briga na justiça entre a família do Chespirito e a Televisa, e com o anúncio da volta dos episódios para o SBT, o calvário dos fãs prosseguiu. Era possível assistir os episódios novamente, mas logo notaram que havia algo estranho na exibição. Por se tratar de um material de mais de 50 anos de idade, a emissora resolveu ‘melhorar’ a qualidade das imagens utilizando um software de Inteligência Artificial. Só que o resultado não agradou ninguém, renderizando imagens como essas abaixo.
Reprodução
Bom, o debate segue nas redes sociais. Felizmente, o SBT fez um anúncio que pode animar os fãs: eles encontraram um lote de episódios pouquíssimas vezes ou nunca exibidos na TV aberta brasileira. Sim, é complexo, mas organização nunca foi exatamente o forte da Televisa. Por conta disso, ninguém sabe com precisão quantos episódios existem da série.
Um caso parecido são os ‘episódios perdidos’, que foram encontrados e exibidos no SBT a partir de 2012. Neste lote de 2025, há capítulos que foram encontrados durante o período em que Chaves foi exibido pelo Multishow, mas, segundo o SBT, há também episódios inéditos. Eles estão sendo chamados de ‘Episódios Raros’.
A exibição começa nesta segunda-feira (7), a partir das 20h45. Sobre Chapolin Colorado, especula-se que haja ‘novos’ episódios, mas o canal não confirmou.
A história se passa antes dos eventos de ‘My Hero Academia’ e acompanha um jovem fã de heróis que, ao conhecer um vigilante, passa a combater vilões ao lado dele, enquanto interage com outros personagens conhecidos do universo da série.
Vale lembrar que ‘My Hero Academia’ está disponível na Crunchyroll.
Nas redes sociais, a plataforma publicou um vídeo contendo cenas de alguns dos maiores sucessos disponíveis, incluindo ‘Pacificador’.
“Contando os dias até a Paz na Terra. Acabei de terminar o DI & Mix na estréia da temporada ontem e uau, é uma das minhas coisas favoritas de todos os tempos. Estúdios DCPacificador 2ª temporada em breve apenas em 21 de agosto no Max”, afirmou.
A produção chega aos cinemas nacionais no dia 29 de maio, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Confira:
Anderson fica responsável pela direção e co-escreve o roteiro ao lado de seu colaborador de longa data, Roman Coppola.
O filme conta a história de uma família e de uma empresa familiar. A trama é estrelada por Benicio del Toro como Zsa-zsa Korda, um dos homens mais ricos da Europa; Mia Threapleton como a Irmã Liesl, sua filha/freira; e Michael Cera como Bjorn Lund, seu tutor.
A vencedora do OscarHalle Berry descartou recentemente a possibilidade de reprisar seu icônico papel como a mutante Tempestade em ‘Vingadores: Apocalipse’, o aguardado filme que abordará a guerra multiversal.
Conforme o Deadline, ao ser questionada sobre um possível retorno, Berry foi categórica: “Continue esperando. Não vai estar lá. Não vai estar lá”.
Berry interpretou Tempestade na primeira adaptação live-action de ‘X-Men’, lançada em 2000, e reprisou o papel em ‘X- Men 2’ (2003) e ‘X-Men: O Confronto Final’ (2006). Sua última aparição como a personagem foi em ‘X-Men: Dias de um Futuro Esquecido’ (2014).
‘Vingadores: Apocalipse’ estreia dia 1º de maio de 2026.
Confira:
Robert Downey Jr. has been spotted with a new hairstyle, possibly for his portrayal of Doctor Doom in ‘AVENGERS: DOOMSDAY’
His birthday invitation card also features him as the character with the new hairstyle. pic.twitter.com/fMjLiibJ1N
Segundo o famoso insiderDaniel Richtman, a Marvel Studios ainda não deu início às gravações de ‘Apocalipse’.
De acordo com o jornalista, o projeto ainda está na fase final de pré-produção antes que as filmagens se iniciem, de fato.
“A produção começou, mas as filmagens não. Ainda estão erguendo os cenários. As gravações principais começam apenas em abril. E eles ainda não têm um roteiro pronto”, ele revelou.
Lembrando que a Marvel anunciou a primeira leva de atores que participarão do filme durante uma recente live surpresa.
‘Vingadores: Apocalipse’ chega aos cinemas no dia 01 de maio de 2026, enquanto ‘Vingadores: Guerras Secretas’ tem estreia agendada para 07 de maio de 2027.
O cineastaMel Gibson conseguiu restaurar seu direito à posse de arma após uma acusação de violência doméstica de 2011, conforme informado pelo Deadline.
Gibson está entre as 10 pessoas cujos direitos de posse de armas serão restaurados, com seus nomes a serem publicados em breve no Federal Register, apesar da lei federal proibir que a maioria dos condenados por violência doméstica possuam armas de fogo.
A vitória de Gibson ocorre após Elizabeth G. Oyer, uma advogada de alto escalão do Departamento de Justiça, afirmar que foi demitida um dia depois de declarar que não recomendaria a restauração dos direitos do ator.
Oyer alegou que foi explicitamente informada de que a restauração deveria acontecer devido ao status de Gibson como recém-nomeado embaixador especial de Hollywood, ao lado dos colegas Jon Voight e Sylvester Stallone.
Um oficial do Departamento de Justiça afirmou que a discordância sobre Gibson não teve relação com a demissão.
Gibson se declarou não contestar a acusação de violência doméstica de 2011 como parte de um acordo para evitar a prisão, recebendo três anos de liberdade condicional informal, serviço comunitário, um ano de aconselhamento sobre violência doméstica e uma multa de US$ 570.
Mais tarde, ele descreveu os acontecimentos como “terrivelmente humilhantes e dolorosos para minha família”, acrescentando que “nunca tratei ninguém de forma ruim ou discriminatória com base no gênero, raça, religião ou sexualidade”.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 29 de maio.
Além de dirigir, Anderson também assina o roteiro ao lado de seu colaborador de longa data, Roman Coppola.
O filme conta a história de uma família e de uma empresa familiar. A trama é estrelada por Benicio del Toro como Zsa-zsa Korda, um dos homens mais ricos da Europa; Mia Threapleton como a Irmã Liesl, sua filha/freira; e Michael Cera como Bjorn Lund, seu tutor.