Na trama, inspirada na história real do visionário empreendedor Lawrence “Bud” Stoecker, acompanha um jovem casal (formado por Lowell e Mason) que navega pelos desafios do casamento, da paternidade e do legado pessoal.
Shawn co-estrela como o lendário futurista e teórico Buckminster Fuller, arquiteto do domo geodésico, cujas filosofias ecoam por todo o filme.
O longa é dirigido por Greg Pritikin (‘The Last Laugh’) e expande-se pelas décadas de 1940, 1960 e os dias atuais.
“Essa é uma história sobre como o espírito inventivo, a resiliência e o amor de uma família se propagaram por gerações”, disse Pritikin em uma declaração oficial. “Estamos muito felizes em dar vida a isso com um elenco e uma equipe tão apaixonados, e não conseguimos imaginar um lugar melhor do que o Colorado para contá-la”.
Heidi James entra como roteirista.
Michael William Downey, Todd Remis e Jenny Napier são os produtores, enquanto Dean Stoecker fica responsável pela produção executiva.
O longa pôde ser conferido pela crítica especializada em primeira mão e as avaliações já estão entre nós.
Surpreendendo com 69% de aprovação no Rotten Tomatoes, o longa foi elogiado por seu senso de humor ácido, expresso através do gênero de terror, bem como pelas performances de seu elenco.
Além disso, a produção foi reconhecida por ser divertida e despretenciosa, à medida em que entrega um terror sem compromisso de causar grandes sustos.
Confira:
“Se realmente precisamos ter filmes de baixo orçamento e matadores de bilheteria estrelando ícones clássicos dos desenhos animados, espero que sejam pelo menos tão bons quanto ‘Screamboat'”. – William Bibbiani, TheWrap
“‘Screamboat’ contorna os erros cometidos por alguns de seus pares e se lembra de abraçar seu lado bobo, mas ainda luta para se manter à tona durante todo o seu tempo de execução”. – Kat Hughes, THN
“Com esta versão do Mickey Mouse agora em domínio público, deveria haver um mundo totalmente novo de possibilidades para esses tipos de filmes, mas, em vez disso, ‘Screamboat’ vai atrás do estritamente necessário e deixa todas as suas possibilidades de lado”. – Ross Bonaime, Collider
“Embora não seja exatamente um cinema inovador, ‘Screamboat’, de Steven LaMorte, é o primeiro dos ‘filmes de terror de domínio público’ a entender a tarefa”. – Sean Boelman, FandomWire
“Um ratinho não precisa necessariamente assustar o público, e como LaMorte reconhece isso desde o início, o humor excêntrico no estilo Looney Tunes parece mais adequado”. – Alan French, Sunshine State Cineplex
“Um ponto a favor desses filmecos baratos: em uma era de coleta de dados despreocupada, eles ainda podem radicalizar uma geração de frequentadores de festas do pijama para buscar maneiras de endurecer a lei de direitos autorais”. – Mike McCahill, Guardian
“‘Screamboat’ é uma comédia de terror previsível, mas divertida, que é uma paródia de de terror do filme de animação ‘Vapor Willie’, de 1928, da Disney. Os membros do elenco dão performances com atrevimento, o que torna mais fácil de assistir. – Carla Hay, Culture Mix
“[Ele] não faz o suficiente com as possibilidades de realmente transformar um personagem favorito da família de cabeça para baixo. Na maior parte, o vilão poderia ter sido qualquer um ou qualquer coisa, e o filme teria se desenrolado da mesma forma”. – Michael Gingold, Rue Morgue Magazine
“Uma comédia de terror exagerada, sangrenta e perversamente engraçada”. – Avi Offer, NYC Movie Guru
O filme será lançado nos cinemas nacionais no dia 1º de maio.
Um rato assassino persegue um grupo de nova-iorquinos em um passeio noturno de balsa, desencadeando uma luta pela sobrevivência e transformando seu passeio em um pesadelo. Será que a tripulação de viajantes do navio conseguirá encontrar uma maneira de deter a criatura assassina que desenvolveu um gosto por turistas?
A produção será baseada no curta homônimo envolvendo o icônico personagem da Disney. Lançado originalmente em 1928, ‘O Vapor Willie‘ entrou recentemente em domínio público.
A Netflix divulgou as primeiras imagens oficiais de ‘Dept. Q’, nova série de Scott Frank (‘O Gambito da Rainha’).
Além disos, foi revelado que a produção chega à plataforma de streaming no dia 29 de maio.
Confira:
Matthew Goode interpreta um detetive brilhante e impetuoso que tenta desvendar casos antigos na Escócia. Do mesmo roteirista e diretor de O Gambito da Rainha, minha série Dept. Q chega dia 29 de maio! pic.twitter.com/xgU6auzazC
A série é baseada nos romances homônimos do autor dinamarquês Jussi Adler-Olsen.
A trama gira em torno de Carl Morck, um ex-detetive renomado de Edimburgo que é designado para um novo caso arquivado – atormentado pela culpa após um ataque que deixou seu parceiro paralisado e outro policial morto.
‘Carême – O Rebelde da Culinária’ conta a fascinante história do primeiro chef famoso do mundo, Antonin Carême (Benjamin Voisin), que, de origens humildes em Paris, ascendeu ao auge do estrelato culinário na Europa napoleônica. Embora sonhasse apenas em se tornar o chef mais famoso do mundo, seu talento e ambições atraíram a atenção de políticos poderosos e renomados, que o usaram como espião da França. Determinado a escapar da pobreza e realizar seu sonho, Carême pode escolher a vingança ou ter tudo o que sonhou: mulheres, riqueza e fama. Mas a que preço? Seu amor, sua alma, sua vida.
Dirigido por Louis Leterrier (‘Lupin’), o longa é centrado em uma família que fica presa em sua própria casa, sem ter como sair. Como se não bastasse, seus recursos estão acabando – e eles precisarão trabalhar juntos não apenas para sobreviver com o mínimo de produtos essenciais, e sim para enfrentar a ameaça misteriosa e mortal que os está mantendo encarcerados.
O thriller de ficção científica acompanha uma família de quatro pessoas que, de repente, fica presa dentro de casa e precisa descobrir como sobreviver… E também lidar com uma… pic.twitter.com/ebctnCkBGD
Lee é conhecida por seu trabalho em produções como ‘The Morning Show’, ‘Vidas Passadas’ e ‘Boneca Russa’. Moura, por sua vez, ganhou aclame por suas performances em ‘Guerra Civil’, ‘Narcos’ e ‘Sr. e Sra. Smith’.
‘11817’ ainda não tem previsão de lançamento na Netflix.
Um inteligente gerente de livraria depende de seu conhecimento na Internet para fazer a mulher dos seus sonhos se apaixonar por ele, enquanto ele fica perigosamente obcecado por ela.
Na trama, forças sinistras estão em jogo para abrir o portal entre os reinos humano e demoníaco. No meio de tudo isso está Dante, um caçador de demônios de aluguel, sem saber que o destino de ambos os mundos está pendurado em seu pescoço.
A série foi criada por Adi Shankar, que também servirá como showrunner e produtor executivo.
“Fiquem tranquilos, nós estamos trabalhando muito duro porque amamos a franquia e porque queremos entregar algo ótimo,” declarou o showrunner. “Nosso objetivo não era apenas produzir outra série de animação. Meu objetivo é fazer um dos melhores programas da plataforma Netflix — ponto final.”
O projeto foi desenvolvido em parceria com o Studio Mir, estúdio responsável por ‘A Lenda de Korra‘ e ‘The Witcher: Lenda do Lobo‘.
O Disney+ divulgou uma prévia inédita da 2ª e última temporada de ‘Andor‘, aclamada série do universo de ‘Star Wars’.
O vindouro ciclo estreia amanhã, dia 22 de abril, com três episódios.
Confira, junto ao trailer:
Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård(‘Chernobyl’), eKyle Soller(‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.
O’Reilly reprisa seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em ‘Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois em ‘Rogue One‘ (2016).
Nicholas Britell é responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’, ‘Vice’, ‘Cruella’ e ‘Não Olhe para Cima’.
O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 7de agosto.
A trama está sendo descrita como “uma história épica de terror centrado em bruxaria e crianças desaparecidas, com uma vibe similar que ‘Magnólia‘, filme aclamado de 1999, dirigido por Paul Thomas Anderson“.
Josh Brolin (‘Sicario: Terra de Ninguém’) estrelará a produção – substituindo o ator Pedro Pascal (‘The Last of Us’), que teve que abandonar o projeto por causa de conflitos em sua agenda.
O elenco ainda contará com Renate Reinsve (‘A Pior Pessoa do Mundo’), Alden Ehrenreich (‘O Urso do Pó Branco’), Julia Garner (‘Inventando Anna’), Benedict Wong (‘Doutor Estranho’), Amy Madigan (‘Espíritos Obscuros’), Austin Abrams (‘Euphoria’) eCary Christopher(‘Days of Our Lives’).
O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de julho.
O elenco contará com Chase Sui Wonders,Madelyn Cline, Sarah Pidgeon, Tyriq Withers, Jonah Haur-King, Nicholas Alexander Chavez, Lola Tung, Austin Nichols e Gabbriette.
“Quando cinco amigos (Cline, Wonders, Hauer-King, Withers e Pidgeon) causam um acidente de carro mortal, eles encobrem seu envolvimento e fazem um pacto para manter isso em segredo em vez de enfrentar as consequências. Um ano depois, seu passado volta para assombrá-los e eles são forçados a confrontar uma verdade horripilante: alguém sabe o que eles fizeram no verão passado… e está decidido a se vingar. À medida que os amigos são perseguidos por um assassino, eles descobrem que isso já aconteceu antes e recorrem a dois sobreviventes do lendário Massacre de Southport de 1997 para obter ajuda.”
Jennifer Kaytin Robinson é responsável pela direção, a partir de um roteiro que ela coescreveu ao lado de Sam Lansky.
A nova temporada ainda contará com a introdução de Kaitlyn Dever (Abby), Young Mazino (Jesse), Isabela Merced (Dina), Catherine O’Hara, Tati Gabrielle (Nora), Spencer Lord (Owen), Ariela Barer (Mel) e Danny Ramirez (Manny).
A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.
Pedro Pascal (‘The Mandarolian’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’) estrelam como Joel e Ellie, respectivamente.
A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.
Sucesso! A animação cristã ‘O Rei dos Reis‘ surpreendeu em sua passagem pelos cinemas, arrecadando US$ 45.8 milhões nas bilheterias mundiais.
O valor representa mais de três vezes o valor do seu orçamento, que girou em torno de US$ 5-15 milhões.
Nos EUA, a produção segue no TOP 3 das maiores arrecadações do final de semana, e sua bilheteria doméstica (US$45.3M) representa 98.9% de sua arrecadação total.
Vale lembrar que o longa abriu com US$ 19 milhões no território norte-americano, tornando-se a maior estreia para uma animação bíblica da história do cinema, superando o lançamento de ‘O Príncipe do Egito‘, da DreamWorks, que estreou há 27 anos.
Além disso, ‘O Rei dos Reis‘ recebeu nota A+ do público no CinemaScore, com 94% de aprovação no Screen Engine/Comscore PostTrak e 83% de recomendação definitiva entre o público regular.
Por meio de um comunicado oficial, Brandon Purdie, Chefe Global de Distribuição Cinematográfica e Desenvolvimento de Marca da Angel Studios, comemorou o marco e refletiu sobre o sucesso prematuro do longa:
“A Angel Guild escolhe os vencedores. O modelo da Angel é simples: ouça o que a nossa Angel Guild quer. A nota de ‘O Rei dos Reis‘ no CinemaScore diz tudo. O filme é um dos 128 a alcançar a nota A+ no CinemaScore, e apenas o quinto filme de animação a receber esse título que não é uma produção da Pixar/Disney. As famílias querem filmes de qualidade para assistir juntas nos cinemas. Este fim de semana simplesmente reflete o que o público está desejando”.
O filme já superou os números iniciais de sucessos como ‘Som da Liberdade’ e ‘His Only Son’, conforme informações divulgadas pelo Deadline.
‘O Rei dos Reis’ já se encontra em exibição nos cinemas nacionais.
A aguardada animação, que conta com Oscar Isaac dublando Jesus Cristo no idioma original, também já pôde ser conferida pela crítica especializada internacional.
As primeiras avaliações estão entre nós e o longa surpreendeu com 75% de aprovação no Rotten Tomatoes, sendo elogiado pela excelente qualidade da animação e pelas performances do elenco de vozes.
Além disso, a produção foi aclamada por abordar a temática cristã com leveza, sem querer forçar o Evangelho a pessoas que não profeçam o Cristianismo.
Confira:
“Uma história de Jesus Cristo para crianças que cativará o público mais jovem”. – Avi Offer, NYC Movie Guru
“…Uma animação sul-coreana baseada na fé, com um elenco de dubladores de primeira linha e uma tendência desconcertante de interromper momentos cruciais da Bíblia com comédia pastelão sem sentido envolvendo um gato doméstico maluco do século XIX”. – Kevin Maher, Times (UK)
“É improvável que faça muito sucesso com o público pagão, mas para seu público-alvo, tem mais a oferecer em termos de entretenimento do que Two by Two ou The Star”. – Cain Noble-Davies, FILMINK (Australia)
“O Rei dos Reis é um filme de animação lindamente criado que mistura história, fé e imaginação. Seja você atraído pelo elenco de vozes, pela animação ou pelo enquadramento único de Dickens, é um filme que vale a pena assistir nesta temporada de Páscoa”. – Romey Norton, Film Focus Online
“Parece um filme que ainda pode ser apreciado por aqueles que podem não compartilhar a fé cristã. Ele não tenta ser enfadonho ou forçar a conversão, mas conta uma história envolvente e sincera”. – Tony Asankomah, GhMovieFreak
“Sem um traço de infantilidade, [O Rei dos Reis] é uma espécie de representação [familiar] do Novo Testamento, ideal para assistir enquanto se come um donut”. – Ezequiel Boetti, EscribiendoCine
“No final das contas, ‘O Rei dos Reis’ funcionará como uma maneira para pais ansiosos tentarem interessar seus filhos em sua religião, mas é improvável que se torne um novo favorito”. – Daniel Howat, Next Best Picture
A produção é inspirada na obra do famoso escritorCharles Dickens(“Um Conto de Natal” e “Oliver Twist“), intitulada “A Vida de Nosso Senhor”, escrita entre 1846 e 1849. O conto retrata a vida de Jesus, seus desafios e tribulações, e seus relacionamentos com amigos e inimigos.
A trama acompanha Charles e Walter Dickens, dublados por Branagh e Davis, respectivamente. Pai e filho embarcam em uma jornada épica enquanto o pai envolve a imaginação do filho com a fascinante história de Jesus.
De acordo com o Deadline, o thriller de vampiros ‘Pecadores‘, estrelado por Michael B. Jordan (‘Pantera Negra’), arrecadou US$ 61 milhões em sua estreia global.
O longa acrescenta US$ 15.4 milhões através de 71 mercados. Para termos de comparação, o desempenho ficou no mesmo nível que ‘Corra!‘, 17% acima de ‘Não! Não Olhe!‘ e 47% acima de ‘Não Fale o Mal‘.
O TOP 5 dos maiores mercados inclui o Reino Unido (US$3.2M), França (US$2M), México (US$1.1M), Alemanha (US$898K) e Austrália (US$842K).
Nos EUA, o filme abriu sólidos US$ 45.6 milhões, desbancando ‘Um Filme Minecraft‘ (US$41.3M) e conquistando o topo das bilheterias do país.
Essa é a oitava vez que a Warner Bros. lidera o final de semana de Páscoa no território norte-americano neste século, após ‘Fúria dos Titãs‘ (2010), ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça‘ (2016), ‘Jogador Nº1‘ (2018), ‘A Maldição da Chorona‘ (2019), ‘Godzilla vs. Kong‘ (2021), ‘Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore‘ (2022) e ‘Godzilla e Kong: O Novo Império‘ (2024).
Aclamado dos críticos – com 98% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o longa também agradou os espectadores, recebendo uma rara nota A do público no CinemaScore.
Para termos de comparação, essa é a melhor avaliação para um filme do gênero em 35 anos, superando sucessos como ‘Corra!‘ (A-) e ‘Um Lugar Silencioso‘ (A-).
Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!
Sucesso! A adaptação live-action ‘Um Filme Minecraft‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 720 milhões nas bilheterias mundiais.
Atualmente, o longa se encontra no TOP 2 das maiores arrecadações do ano, atrás apenas do fenômeno chinês ‘Ne Zha 2‘. O filme conseguiu desbancar todos os blockbusters hollywoodianos lançados em 2025, incluindo ‘Capitão América: Admirável Novo Mundo‘ e ‘Branca de Neve‘.
Nos EUA, a produção soma US$ 344.6 milhões. No mercado internacional, foram US$ 376.2 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 720.8 milhões.
O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$59.2M), Alemanha (US$27.8M), Austrália (US$27.4M), México (US$24.8M) e China (US$24M).
Para termos de comparação, o longa tem registrado um desempenho +229% acima de ‘Sonic 2‘, +76% acima de ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘, +71% acima de ‘Pokémon: Detetive Pikachu‘, +61% acima de ‘Kung Fu Panda 4‘ e +40% acima de ‘Jumanji: Próxima Fase‘.
Sucesso! O thriller de vampiros ‘Pecadores‘, estrelado por Michael B. Jordan (‘Pantera Negra’), arrecadou sólidos US$ 45.6 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.
O longa conseguiu superar ‘Um Filme Minecraft‘ (US$41.3M), conquistando o topo das bilheterias do país.
De acordo com o Deadline, essa é a oitava vez que a Warner Bros. lidera o final de semana de Páscoa no território norte-americano neste século, após ‘Fúria dos Titãs‘ (2010), ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça‘ (2016), ‘Jogador Nº1‘ (2018), ‘A Maldição da Chorona‘ (2019), ‘Godzilla vs. Kong‘ (2021), ‘Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore‘ (2022) e ‘Godzilla e Kong: O Novo Império‘ (2024).
“Enquanto continuamos a trazer uma variedade de filmes aos espectadores, estamos animados em ver que um filme original, ‘Pecadores‘, e uma adaptação de jogo, ‘Um Filme Minecraft‘, ressoaram tanto com o público de formas espetaculares. Filmes têm o poder que nos transportar para as telas, e a Warner Bros. permanece comprometida em trazer experiências únicas nas telonas,” declararam Mike De Luca & Pam Abdy, da Warner Bros. Motion Picture Group.
Aclamado dos críticos – com 98% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o longa também agradou os espectadores, recebendo uma rara nota A do público no CinemaScore.
Para termos de comparação, essa é a melhor avaliação para um filme do gênero em 35 anos, superando sucessos como ‘Corra!‘ (A-) e ‘Um Lugar Silencioso‘ (A-).
Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!
Kong: A Ilha da Caveira se tornou um dos filmes mais queridos do MonsterVerse. Ambientado muitas décadas no passado, o longa se diferencia dos outros desse universo por ter mais aventura que ficção e trazer uma direção diferenciada, muito inspirada pela estética dos videogames.
Além disso, o filme é repleto de críticas e sátiras da Guerra do Vietnã, o que deu a ele uma essência divertida e reflexiva. Pensando nisso, o CinePOP separou dez curiosidades que você talvez não conheça sobre o filme. Confira!
Tamanho
Por ser ambientado no mesmo universo do Godzilla, o Kong teria de ser muito maior do que um prédio para que ele pudesse fazer frente ao Rei dos Monstros no vindouro Godzilla Vs Kong. Então, a produção definiu que ele teria cerca de 40 metros de altura no filme solo, que seria ambientado na década de 1970. Ou seja, ele teria algumas décadas para crescer até 2021.
Confusão
No entanto, a decisão de fazer o gorila com 40 metros de altura não foi algo planejado. Em entrevista, o ator Samuel L. Jackson disse que ele e os outros membros do elenco viviam perguntando à produção qual era o tamanho do Kong, até para terem uma noção do quão alto teriam de olhar nas cenas. O problema é que nem mesmo os produtores sabiam e viviam dando respostas diferentes.
Sets
O filme se passa em meio a época da retirada das tropas norte-americanas do Vietnã. O curioso é que os sets de filmagens foram montados no Havaí, no Kualoa Ranch, onde gravaram filmes como Jurassic Park (1993), Godzilla (1998) e Jurassic World (2015), e as cenas de floresta e natureza foram feitas justamente no Vietnã. Inclusive, o diretor Jordan Vogt-Roberts afirmou que foi a locação mais linda em que já trabalhou.
Cortes
O corte original do filme tinha mais de três horas de duração. Porém, a pedido do estúdio, o longa passou por cortes até chegar a sua duração final de 1h58. Algumas das cenas cortadas entraram na novelização do filme, que foi vendida na mesma época do lançamento, e mostrava momentos como uma luta de James (Tom Hiddleston) com uma serpente gigante.
Mudanças
A primeira versão do roteiro era ambientada em 1917 e seria completamente diferente. No entanto, por mais que tivesse gostado o diretor não se sentiu empolgado em fazer esse filme. Então, em conversa com os investidores, ele se questionou: “Por que não fazer um filme de monstros em meio a ‘Apocalypse Now‘? Nunca houve um filme de monstros na Guerra do Vietnã”. O estúdio adorou a ideia e ele se empolgou com essa possibilidade.
Elenco
Para convencer Tom Hiddleston e Samuel L. Jackson a embarcarem no projeto, a produção só precisou mandar uma mensagem para os agentes dos atores dizendo que queriam eles em um filme do King Kong. Inclusive, Jackson foi a segunda escolha para o papel. O primeiro escalado foi J.K. Simmons, mas ele teve de deixar o projeto por conflitos de agenda. JáBrie Larson aceitou fazer o filme quando revelaram que ela não seria uma ‘mocinha em perigo’, mas uma fotógrafa que participa da ação.
Referências
Se o Godzilla tinha os M.U.T.O.‘s, o Kong também precisaria de monstros rivais para enfrentar em sua aventura solo. E assim foram escolhidos os ‘Skullcrawlers‘, os lagartos da Ilha da Caveira que assassinaram os pais do gorilão camarada. Como referência, o diretor se inspirou nos lagartos do King Kong dos anos 1930, no Pokémon Cubone, no Sem Rosto de A Viagem de Chihiro e no Adão do anime Neon Genesis Evangelion.
Enganou a todos
A escalação do ator Toby Kebbell para o filme causou uma confusão generalizada nos ‘insiders’ e especuladores da internet. Na época, ele tinha acabado de interpretar o chimpanzé Koba, de Planeta dos Macacos: O Confronto (2014), e havia sido escalado para um papel não identificado em Kong. Ou seja, os especuladores assumiram que como ele vinha de uma atuação de captura de movimento em um filme sobre macacos, ele interpretaria o próprio Kong. No fim das contas, ele foi apenas um soldado. Ou quase.
No fim das contas, Toby realmente ajudou a equipe de captura de movimentos servindo como modelo para algumas capturas de expressões faciais para o gorila. No entanto, quem fez toda a atuação corporal do Kong foi o dublê e lenda da captura de movimentos Terry Notary, que fez carreira com as franquiasO Hobbit e Planeta dos Macacos.
Grito
O urro do Kong foi composto tomando como inspiração o berro do gorila dos anos 30. Naquela época, o time de som mixou rugidos de leões e tigres para criar. Na versão de 2017, a equipe sonora mixou os rugidos invertidos de leões e tigres e adicionou sons de macacos e gorilas numa camada extra.
A Páscoa chegou, trazendo ensinamentos sobre perdão e recomeço, além dos famosos ovos de chocolate. E nesse feriadão, o CinePOP selecionou alguns filmes que falam sobre o tema para você assistir se quiser.
São filmes de drama, aventura e comédia, além de três ótimas opções para assistir com a molecada. Confira!
Clássico da década de 1970, É o Beagle da Páscoa, Charlie Brown! é o 12º especial de TV da turminha do Snoopy. Nele, enquanto Patty tenta ensinar a Macie as tradições da Páscoa, o menino Linus se recusa a acreditar que o ‘Beagle da Páscoa’, um cachorrinho branco, de focinho gelado e orelhas pretas que viaja o mundo distribuindo ovos de chocolate para as crianças exista. Então, a turma tenta provar que ele está errado, dando início a uma fofíssima aventura entre os amigos.
Clássico das sessões vespertinas, esse filme era presença certa na TV aberta há alguns anos nesta época de páscoa. Dirigido por Moacyr Góes, esse filme começa com uma jovem mãe que precisa ir à cidade buscar o resultado de um exame que dirá se sua filha, a pequena Joana, tem ou não uma doença muito grave. Só que ela não tem como levar a menina, então pede que o padre (Padre Marcelo Rossi) tome conta dela. Então, neste pouco tempo que eles têm juntos, o padre conta a história de nascimento, morte e ressurreição de Jesus Cristo (Luigi Baricelli) pela ótica de sua mãezinha, Maria (Giovanna Antonelli).
A Paixão de Cristo é um dos projetos mais polêmicos e interessantes de Mel Gibson. Todo atuado em aramaico, hebraico e latim, o filme dá foco às últimas 12h de vida humana de Jesus Cristo, intercalando a narrativa com passagens prévias marcantes presentes na Bíblia Sagrada. A grande polêmica acerca do filme, porém, é que ele é extremamente violento. Ao buscar a precisão histórica dos métodos de punição e tortura da época, Gibson cria um drama visualmente impressionante, repleto de violência gráfica e ensinamentos religiosos sobre perdão e amor.
Lançado há 13 anos sem muita pompa, A Origem dos Guardiões acabou se tornando um daqueles clássicos inesperados da DreamWorks. A trama se passa em um mundo que vem sendo atormentado pelos pesadelos do Breu, um bicho-papão que se alimenta dos pesadelos e do medo. Então, para impedir o sofrimento das crianças, o Papai Noel convoca os principais guardiões do mundo para impedir esse vilão de avançar com seu plano maléfico. Juntam-se a ele o Coelho da Páscoa, oSandman/ João Pestana, a Fada do Dente e o novato Jack Frost, que é o responsável por trazer o inverno para o mundo, então não se considera exatamente uma figura querida nesse mundo mágico.
A páscoa é sobre perdão e recomeço, então que forma melhor de passar o dia do que assistindo a esse clássico nacional trazido ao mundo por Guel Arraes, com base na obra eterna de Ariano Suassuna? O Auto da Compadecida acompanha as trapalhadas de Chicó eJoão Grilo, dois homens pobres que sobrevivem na base da esperteza e da mentira. Chicó é um frouxo, mas conquistador local, cuja vida amorosa acaba colocando a dupla em uma roubada daquelas. Após se envolverem com coronéis e com o cangaço, os amigos acabam vivendo uma tragédia que culmina em julgamento para lá de inesperado, em frente a Jesus, Maria e o Diabo. Será que até mesmo esse tribunal divino eles vão conseguir convencer?
O risco e o destino. Imagina você entrar numa loja badalada pra comprar um novo par de fones de ouvido e surpreendentemente se vê em uma situação de risco. Isso aconteceu em fevereiro de 2022 com algumas pessoas que estavam num estabelecimento da Apple localizado em um agitado point da capital da Holanda. Os detalhes desse episódio – que correu o mundo – virou um longa-metragem ficcional que acabou de chegar na Netflix.
Dirigido pelo cineasta Bobby Boermans e tendo um roteiro que consegue com eficácia e eficiência executar uma narrativa dinâmica que logo alcança a tensão mostrando de forma prática e sem enrolação personagens e seus conflitos – dentro e fora da loja – iHostage se coloca na prateleira dos melhores thrillers lançados pela líder dos streamings nesse primeiro semestre de 2025.
Numa tarde, um homem chamado Ammar (Soufiane Moussouli) entra em uma loja da Apple, situada na badalada praça holandesa de Leidseplein, armado e tomando logo o lugar. Alguns clientes conseguem fugir para outras partes das dependências, menos Ilian (Admir Sehovic), um búlgaro que trabalha na Holanda e foi até a loja comprar um novo par de Air Pods. Logo a polícia é atualizada da situação e durante as horas que se seguem fazem de tudo para libertar os reféns.
O filme prende a atenção principalmente pelas subtramas bem desenvolvidas que abrem-se em camadas nos levando para uma série de emoções e variáveis incontroláveis. De um lado a situação dos reféns com o foco no que fica na linha de frente e em outros quatro deles que conseguem se trancar em um pequeno depósito. Do outro, as forças policiais na ramificação: negociação, força de elite e autoridades responsáveis pelo controle do evento de emergência.
Durante a narrativa o vai e vém entre o instinto de sobrevivência e a função de salvar vidas ganham a tônica com pelo menos um personagem representando cada variável instaurada. Esse arranjo, facilmente identificável, facilita e decifra entrelinhas deixando as portas abertas para fisgar o público. Dentro desse contexto, os pontos de vistas vão florescendo levando até um desfecho de acordo com o que ouve na realidade.
iHostagee sua versão para esse True Crime tem apenas uma canção (Feeling Good) que ficou marcada na voz de Nina Simone e aqui ganha a interpretação de Michael Bublé. A letra dessa música abre e fecha com chave de ouro um discurso afiado que apresenta as armadilhas do destino mas também uma nova vida, um novo amanhecer que sempre chega após qualquer tempestade.
Quem nasce lá na Vila, nem sequer vacila! Exibido na Mostra Retratos da última edição do Festival do Rio, o documentário Noel Rosa, um Espírito Circulante busca decifrar curiosidades e histórias desse importante personagem da nossa cultura. Através da sua conhecida vida boêmia, da importância e relevância de muitas das suas mais de 200 canções até hoje e da forte ligação que tinha com um famoso bairro da zona norte do Rio de Janeiro, o trabalho da diretora e roteirista Joana Nin nos leva para um encontro animado entre o antes e o depois.
Fixando-se em um espaço querido por sambistas de todo o país – apresentando para muitos não cariocas o bairro de Vila Isabel – desfilando imagens por suas principais ruas e pontos de encontro, o projeto busca em algumas etapas reconstruir a vivência de outrora, a relação com o samba, e a força do legado que o famoso músico deixou para as futuras gerações. Para isso também conta com lindas interpretações de suas canções através do talento de nomes como: Edu Krieger, Dori Caymmi, Moacyr Luz e Mart’nália.
Crédito Foto: Boulevard Filmes/ Vitrine Filmes
Um dos grandes acertos do projeto é transformar o bairro que nasceu Noel em um personagem. Isso dá muito sentido a tudo que assistimos, apresentando olhares sem precisarem se aprofundar, navegando a favor das memórias e das interpretações de quem seria esse célebre boêmio vindo de uma família de classe média, que estudou no prestigiado Colégio São Bento e frequentou a Faculdade de Medicina. Tudo isso na visão daquela época e no olhar do agora.
Crédito Foto: Boulevard Filmes/ Vitrine Filmes
Conseguindo trilhar nessa narrativa de brilhar os olhos – que ainda não foge do seu discurso em nenhum instante – guiada por animadas entrevistas de sambistas de vários períodos, além de canções marcantes do eterno cria de Vila Isabel, ao longo 71 minutos viajamos confortavelmente pela trajetória de um dos mais impactantes compositores da música brasileira – que faleceu de tuberculose aos 26 anos no final da década de 1930.
Crédito Foto: Boulevard Filmes/ Vitrine Filmes
Noel Rosa, um Espírito Circulante estreia nos cinemas no dia 24 de abril. É uma oportunidade de você conhecer melhor esse meteoro criativo que nos deixou muito cedo mas que nunca cairá no esquecimento.
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