Site Página 968

Al Pacino exorciza DEMÔNIO no teaser LEGENDADO do terror ‘O Ritual’; Confira!

O terror de possessão demoníaca ‘O Ritual‘, estrelado por Al Pacino e Dan Stevens, ganhou teaser legendado.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 10 de julho, pela Paris Filmes.

Dirigido por David Midell, o longa acompanha dois padres – um deles em crise com sua fé e o outro confrontando um passado turbulento – que precisam superar suas diferenças para realizar um exorcismo arriscado.

Midell também coassina o roteiro ao lado de Enrico Natale.

O elenco ainda conta com Ashley Greene, Abigail Cowen, Patricia Heaton, Ritchie Montgomery, Maria Camila Giraldo e Emily Brinks.

Lisa Jane Smith, autora de “Diários de um Vampiro”, falece aos 66 anos

A autora Lisa Jane Smith, conhecida pela série de livros “Diários de um Vampiro”, faleceu aos 66 anos.

A informação foi confirmada em seu site oficial, que informou que a artista faleceu em 8 de março de 2025, após uma longa batalha contra uma doença não divulgada.

Com mais de 29 livros publicados, Lisa Jane Smith ficou conhecida principalmente pela série “Diários de um Vampiro”, que foi adaptada para uma popular série de televisão, e pela série “O Círculo Secreto”.

Lisa nasceu em Fort Lauderdale, Flórida, no mesmo dia do aniversário de seu pai, Kathryn J. Smith e Glenn C. Smith. Ela cresceu no sul da Califórnia, na pequena cidade de Villa Park.

Ela deixa sua amiga de longa data, Julie Divola, sua irmã mais nova, Judy Clifford, os filhos de JudyLauren Clifford e Brian Clifford, a esposa de BrianTaylor Acampora, e o filho de LaurenWyatt Nicholson.

“Nada realmente morre enquanto não for esquecido” – L.J. Smith.

‘A Odisseia’: John Leguizamo destaca a liberdade criativa de Christopher Nolan

O ator John Leguizamo expressou sua admiração pela autenticidade de ‘A Odisséia’, novo filme de Christopher Nolan, apesar de se tratar de uma produção de grande orçamento.

Em entrevista à Variety, Leguizamo destacou a liberdade criativa de Nolan: “Cara, a questão é a seguinte: ok, ele tem um orçamento maluco, não é pequeno, mas ele faz [o filme] como um filme independente, porque não está fazendo isso por meio de comitês, não está fazendo isso pelo que o estúdio diz. Ele é como um cineasta independente, mas com muito dinheiro”.

Lembrando que o filme segue envolto em mistério, com poucos detalhes revelados até o momento.

“O filme é um épico de ação mítico filmado em todo o mundo usando a novíssima tecnologia de filme IMAX e traz a saga fundamental de Odisseu para as telas de filme IMAX pela primeira vez. A estreia nos cinemas acontece mundialmente em 17 de julho de 2026.”

O elenco conta com nomes como Robert PattinsonJon BernthalJohn LeguizamoElliot PageHimesh PatelBill IrwinSamantha Morton e outros.

A Odisseia‘ continua sendo uma das mais antigas peças literárias lidas pelo público moderno. Ele narra a história do herói grego Odisseu durante sua tumultuada jornada para casa após a Guerra de Troia.

A narrativa foi levada às telonas algumas vezes antes, primeiro com um filme mudo de 1911 de Giuseppe de Liguoro, e depois com ‘Ulisses‘ de 1954, estrelado por Kirk Douglas.

Nolan começou a escrever o filme em março. Donna Langley, presidente da Universal Pictures, é a única pessoa que já leu o roteiro.

‘A Múmia’: Laia Costa entra para o elenco do novo remake da Blumhouse

As filmagens do vindouro remake de ‘A Múmia‘, dirigido por Lee Cronin e co-produzido pela Blumhouse, já começaram e mais um membro de seu elenco foi anunciado.

Conforme revelado pelo The Hollywood Reporter, Laia Costa é a mais nova adição ao elenco principal da nova versão. A atriz espanhola interpretará a esposa do personagem de Reynor, anunciado recentemente.

Nenhum outro detalhe relacionado à personagem foi divulgado.

Cronin compartilhou a primeira imagem dos bastidores das gravações, comemorando o início da produção.

Confira a publicação:

O ator Jack Reynor (‘O Casal Perfeito‘, ‘Midsommar‘) vai estrelar o novo remake de ‘A Múmia‘. A informação foi revelada pelo The Hollywood Reporter.

Segundo a publicação, o vindouro longa está sendo desenvolvido pela New Line Cinema, com produção da Atomic Monster e da Blumhouse.

O cineasta irlandês Lee Cronin, responsável pelo sucesso de terror ‘A Morte do Demônio: A Ascensão‘, assina a direção do longa. Além disso, ele produz o projeto por meio de sua empresa, Doppelgängers.

A Múmia‘ estreia no dia 17 de abril de 2026.

Detalhes da trama permanecem em sigilo, mas segundo o THR, Reynor dará vida a um marido e pai de família que entra em conflito com forças sobrenaturais sinistras.

Em dezembro passado, Cronin conversou com o veículo em questão e comentou que sua versão de ‘A Múmia“será diferente de qualquer filme de A Múmia que você já viu antes. Estou cavando fundo na terra para levantar algo muito antigo e muito assustador”. 

O filme está sendo financiado pela Atomic Monster e Blumhouse.

James Wan, Jason Blum e John Keville são os produtores. Michael Clear, Judson Scott e Macdara Kelleher assinam como produtores executivos. Alayna Glasthal está supervisionando o projeto pela Atomic Monster.

‘Um Filme Minecraft’: Adaptação live-action ganha novas imagens dos bastidores; Confira!

A estreia do live-action ‘Um Filme Minecraft‘ está se aproximando e como parte da campanha de lançamento do longa, a Warner Bros. divulgou uma série de novas imagens dos bastidores.

O material traz o elenco principal em destaque e mostra detalhes do processo de direção de Jared Hess.

Confira:

De acordo com o Deadline, projeções recentes indicam a adaptação live-action deve arrecadar em torno de US$ 60 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

O site afirma que, devido ao enorme sucesso do jogo, o filme deve registrar um bom desempenho nas telonas – independente de sua qualidade ou da recepção dos críticos.

O longa é uma das maiores apostas da Warner Bros para o ano 2025, ao lado de ‘Superman‘ e ‘F1‘.

Na trama, quatro desajustados são transportados, através de um misterioso portal, para Overworld: um bizarro e cúbico país das maravilhas onde impera a imaginação. Para voltar para casa, eles vão ter que saber tudo deste mundo ao embarcar em uma missão mágica na companhia de um experiente construtor imprevisível, Steve. Juntos nessa aventura, o quinteto será desafiado a ousar e se reconectar com as qualidades únicas que os fazem, cada um deles, extraordinariamente criativos… as mesmas habilidades das quais eles precisam para prosperar no mundo real.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de abril.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Dirigido por Jared Hess (‘Gênios do Crime’), o longa é baseado no popular jogo homônimo da Mojang Studios.

O elenco ainda conta com Jennifer Coolidge, Kate McKinnon, Jemaine Clement e Matt Berry.

Chris Bowman e Hubbel Palmer assinam o roteiro.

O jogo se tornou o título mais popular de todos os tempos, tendo vendido mais de 300 milhões de cópias mundialmente, com quase 140 milhões de jogadores ativos neste ano.

Elizabeth Olsen revela se volta como Feiticeira Escarlate em ‘Vingadores: Apocalipse’

Elizabeth Olsen, que interpreta a Feiticeira Escarlate no Universo Cinematográfico Marvel (UCM), descartou um retorno imediato ao papel em ‘Vingadores: Apocalipse’, contrariando teorias de fãs sobre a importância da personagem no próximo filme.

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, Olsen revelou seus compromissos futuros: “Não, já estou de volta [aos Estados Unidos]. Acabei de terminar [Panic Carefully]. Estou seguindo para filmar um piloto para o FX [chamado Seven Sisters]”.

A resposta da atriz contrasta com as especulações dos fãs, que acreditam que a Feiticeira Escarlate, com seus poderes de manipulação da realidade, desempenharia um papel central na trama do multiverso, iniciada em ‘WandaVision’ e ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’.

Lembrando que a showrunner de ‘Agatha Desde Sempre’, Jac Schaeffer, revelou que foi instruída a usar a palavra “desaparecida” em vez de “morta” ao se referir a Wanda, sugerindo que a Marvel mantém a possibilidade de um retorno futuro da personagem.

O presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, também alimentou essa esperança, afirmando em novembro de 2024: “Estamos empolgados para descobrir quando e como a Feiticeira Escarlate pode retornar”.

robert downey jr dr destino marvel vingadores
robert downey jr dr destino marvel vingadores

Com poucos detalhes revelados, sabe-se que Robert Downey Jr. irá retornar ao Universo Cinemático Marvel, dessa vez dando vida ao antagonista Victor von Doom/Doutor Destino.

Vale lembrar que recentes rumores apontam que Deadpool, Wolverine, Homem-Aranha, Quarteto Fantástico, Thunderbolts, Jovens Vingadores, Doutor Estranho, Clea, Hulk, Mulher-Hulk, Shang-Chi, Pantera Negra (Shuri), Sam Wilson, Capitã Marvel, Monica Rambeau, Cavaleiro da Lua, Demolidor, Gavião Arqueiro, Senhor das Estrelas, Loki, Thor, Visão Branco, Wanda, Agatha Harkness, Homem-Formiga, Máquina de Combate e Pepper Potts devem aparecer em ambos os projetos.

‘Vingadores: Apocalipse’ chega aos cinemas no dia 01 de maio de 2026, enquanto ‘Vingadores: Guerras Secretas’ tem estreia agendada para 07 de maio de 2027.

‘The Dealer’: Jessica Chastain e Adam Driver vão estrelar nova série da Apple TV+

Jessica Chastain e Adam Driver vão estrelar a nova série da Apple TV+, intitulada ‘The Dealer‘. A novidade foi compartilhada pela Variety.

A série é descrita como “uma exploração mordaz de poder, classe, sedução e cultura, ambientada no mundo brilhante do mercado de arte de ponta, contada pelos olhos de uma aspirante à supergalerista, interpretada por Chastain, e seu complicado relacionamento com seu artista mais talentoso e enervante, interpretado por Driver“.

Lucas Hnath assina o roteiro, além de assumir a função de produtor executivo.

Chastain e Driver também serão produtores executivos, com Sam Gold compartilhando a mesma função, além de dirigir a série.

A série é produzida pela Media Res, que também produziu os sucessos ‘The Morning Show‘, ‘Pachinko‘ e ‘Extrapolations‘, todas também da Apple TV+.

Essa é a segunda vez que Driver estrela uma série de TV. Ele fez sua estreia na indústria na aclamada e controversa ‘Girls‘, da HBO, estrelando as seis temporadas.

Driver também construiu uma robusta carreira nos cinemas, estrelando os aclamados e vencedores do Oscar, ‘História de um Casamento‘ e ‘Infiltrado na Klan‘. Ele também é conhecido por seu papel como Kylo Ren na nova trilogia de ‘Star Wars‘ e estrelou outros filmes como ‘Megalópolis‘ e ‘Casa Gucci‘.

Já essa será a segunda série que Chastain estrela em parceria com a Apple. Ela protagoniza ‘The Savant‘, que foi rodada em 2024 e atualmente aguarda uma data de lançamento. Ela também estrelou a aclamada minissérie ‘Cenas de um Casamento‘, da HBO.

Ela conquistou o Oscar de Melhor Atriz por seu trabalho em ‘Os Olhos de Tammy Faye‘, em 2022. Ela foi indicada duas outras vezes — por ‘A Hora Mais Escura‘ e ‘Histórias Cruzadas‘.

‘Demolidor: Renascido’: Novo trailer destaca a violência e sanguinolência da série; Confira!

A série ‘Demolidor: Renascido‘ ganhou um novo trailer que destaca parte da violência e da sanguinolência presente nos novos episódios.

O vídeo promocional ainda evidencia as principais críticas que celebram o retorno do herói às telinhas e que elogiam a qualidade técnica da produção.

Assista:

Primeiras Impressões | ‘Demolidor: Renascido’ traz o melhor da Marvel Studios à tona

Na trama, Matt Murdock, um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.

A produção conta com o retorno de Charlie Cox no papel do herói titular. Ele já havia sido introduzido ao MCU no filme ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ e na série ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘.

O elenco conta contará com o retorno de Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk), Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário).

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘Vingadores: Apocalipse’: Will Poulter revela se retornaria como Adam Warlock

Will Poulter, que interpretou Adam Warlock em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’, revelou recentemente seu interesse em reprisar o papel do icônico herói em futuros filmes dos Vingadores.

Em entrevista ao ComicBook, Poulter declarou: “Ah, cara, adoraria. Eu me diverti muito interpretando meu personagem, então, sim, se eles me chamarem, com certeza estarei lá”.

Embora Adam Warlock seja um personagem importante nos quadrinhos, sua presença no Universo Cinematográfico Marvel (UCM) ainda não foi tão explorada.

vingadoresdoomsday

Ben Affleck revela que interpretar o Batman “foi uma experiência realmente excruciante”

Há nove anos, Ben Affleck fazia sua estreia no DCEU no filme ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça‘, longa que dividiu opiniões por trazer o amado justiceiro usando uma arma de fogo pela primeira vez em toda sua história (algo que contradiz a própria essência do personagem nos quadrinhos).

Conquistando 23% de aprovação da crítica especializada no Rotten Tomatoes, a produção dirigida por Zack Snyder ainda dividiu os fãs em relação à escolha de Affleck como uma versão mais velha de Bruce Wayne, decisão que ainda gera debates entre os fãs mais ávidos dos quadrinhos.

E o ator e diretor vencedor do Oscar voltou a falar sobre sua experiência no papel do herói, pela primeira vez em três anos. Em uma entrevista à revista GQ, Affleck comentou que interpretar o Batman nas telonas “foi uma experiência realmente excruciante” e explicou como de fato se sentia nos bastidores das gravações:

“Há uma série de razões pelas quais essa foi uma experiência realmente excruciante. E nem todas têm a ver com a dinâmica simples de, digamos, estar em um filme de super-herói ou algo assim. Não estou interessado em seguir esse gênero em particular novamente, não por causa daquela experiência ruim, mas apenas: perdi o interesse no que era interessante para mim. Mas certamente não gostaria de replicar uma experiência como essa. Muito disso foi desalinhamento de agendas, entendimentos, expectativas. E também, a propósito, eu não estava trazendo nada particularmente maravilhoso para essa equação na época. Eu tive minhas próprias falhas, falhas significativas, naquele processo e naquela época”.

O ator ainda admitiu que cometeu falhas no seu trabalho e que não estava feliz naquele momento. Ele também revelou que não se envolvia muito na produção, se restrigindo ao mínimo, que era fazer seu trabalho e ir embora:

“Quer dizer, minhas falhas como ator, você pode assistir aos vários filmes e julgar. Mas mais das minhas falhas, em termos de por que tive uma experiência ruim, parte disso é que o que eu estava trazendo para o trabalho todos os dias era muita infelicidade. Então eu não estava trazendo muita energia positiva para a equação. Eu não causei problemas, mas eu entrei, fiz meu trabalho e fui para casa. Mas você tem que fazer um pouco melhor do que isso”. 

Vale lembrar que Affleck poderá ser visto em breve nos cinemas, na sequência ‘O Contador 2‘, thriller de ação que estrelada ao lado de  Jon Bernthal (‘Justiceiro’).

Assista o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de abril.

Gavin O’Connor (‘Em Busca da Justiça’) retorna à direção.

Christian Wolff (Affleck) tem um talento para resolver problemas complexos. Quando um velho conhecido é assassinado, deixando para trás uma mensagem enigmática para “encontrar o contador”, Wolff se sente compelido a resolver o caso. Percebendo que medidas mais extremas são necessárias, Wolff recruta seu irmão distante e altamente letal, Brax (Bernthal), para ajudar. Em parceria com a Diretora Adjunta do Tesouro dos EUA, Marybeth Medina (Cynthia Addai-Robinson), eles descobrem uma conspiração mortal, tornando-se alvos de uma rede implacável de assassinos que fará qualquer coisa para manter seus segredos enterrados.

Daniella Pineda, Allison Robertson e J.K. Simmons também estrelam a produção.

Paul Rudd questiona teoria do ‘Homem-Formiga’ contra Thanos

O ator Paul Rudd, que interpreta Scott Lang/Homem-Formiga no Universo Cinematográfico Marvel (UCM), comentou recentemente sobre a popular teoria de que o herói poderia ter derrotado Thanos ao encolher, entrar no corpo do vilão e se expandir, destruindo-o por dentro.

Em entrevista ao ComicBook, Rudd expressou sua dúvida sobre a eficácia da teoria: “Eu sempre me pergunto, será que ele realmente poderia ter parado o Thanos dessa forma? Porque, naquele ponto, ele não tinha a Joia do Espaço ou algo assim?”.

Respondendo à pergunta do ator, em ‘Vingadores: Ultimato’, o vilão não estava com as Joias do Infinito, embora isso não signifique que a teoria deixasse de ser válida.

A teoria, que se popularizou na internet, ganhou força após um episódio da série ‘What If…?’, onde o Homem-Formiga derrota o Hulk de maneira semelhante.

O filme mais recente do herói, ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’, está disponível no Disney+.

Relembre o trailer:

Depois de inúmeras missões dos Vingadores, batalhas devastadoras e trajes fabulosos, Janet Van Dyne está pronta para começar um novo capítulo em sua lendária carreira de super-heroína! Seu passado surge das sombras para arruinar tudo pelo que ela trabalhou. Janet e Nadia se unem contra uma nova organização perigosa com conexões chocantes com suas histórias. À medida que a ameaça se torna mais urgente, Janet e Nadia enfrentarão um teste tão grande que elas podem se tornar a coisa que eles mais temem.

O longa é novamente dirigido por Peyton Reed, que comandou os dois primeiros filmes do herói.

Paul Rudd, Evangeline Lilly, Bill Murray, Michelle Pfeiffer Michael Douglas completam o elenco.

Confira o divertido teaser de ‘Overcompensating’, nova comédia LGBTQ+ do Prime Video

O Prime Video divulgou o primeiro teaser da série ‘Overcompensating‘, comédia LGBTQ+ criada e estrelada por Benito Skinner.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção será lançada no serviço de streaming no dia 15 de maio.

A trama acompanha Benny, um jogador de futebol americano, em sua luta para aceitar sua sexualidade na faculdade, descobrindo que está compensando demais ao tentar parecer algo que não é.

O elenco ainda conta com Wally Baram, Mary Beth Barone, Adam DiMarco e Rish Shah.

Miley Cyrus divulga trailer promocional de ‘Something Beautiful’, seu nono álbum de estúdio

Através das redes sociais, a icônica estrela pop Miley Cyrus divulgou um trailer promocional de Something Beautiful, seu nono álbum de estúdio.

O compilado de originais, agendado para 30 de maio, virá acompanhado de um filme visual dirigido por Cyrus, Jacob Bixenman Brendan Walter, com fotografia de Benoît Debie.

O álbum conta com treze faixas inéditas e funcionará como uma experiência visual única que inclui nomes importantes do mundo da moda: Thierry MuglerJean Paul GaultierAlexander McQueen e Alaïa.

Confira:

Vale lembrar que o último álbum de estúdio de Cyrus foi o elogiado ‘Endless Summer Vacation’, que lhe rendeu nada menos que duas estatuetas do Grammy Awards pelo single “Flowers” – incluindo Gravação do Ano.

No ano passado, Cyrus integrou o aclamado álbum ‘Cowboy Carter’, de Beyoncé, na faixa “II Most Wanted” – que lhe rendeu mais um gramofone dourado.

Elogiada pela crítica, a faixa pertence ao álbum ‘Endless Summer Vacation’ e rendeu a Cyrus duas estatuetas do Grammy Awards, incluindo Gravação do Ano.

Krysten Ritter expressa otimismo sobre possível retorno como ‘Jessica Jones’

A atriz Krysten Ritter, que interpretou a detetive alcoólatra ‘Jessica Jones’, revelou recentemente seu otimismo sobre a possibilidade de retornar ao papel da heroína, especialmente após o sucesso de Demolidor: Renascido’, que continua a série do Homem Sem Medo da Netflix.

“Escute, eu adoro a Jessica Jones”, declarou Ritter, conforme o ComicBookMovie. “Acho tão empolgante que parece haver tanto desejo de vê-la novamente. Sou perguntada sobre isso quase todos os dias. Permanecemos cautelosamente otimistas”.

A atriz demonstrou entusiasmo com a ideia de reprisar o papel, afirmando: “Se me chamassem, eu estaria lá pronta. Eu posso ou não ter a jaqueta que eu peguei no set”.

Primeiras Impressões | ‘Demolidor: Renascido’ traz o melhor da Marvel Studios à tona

Na trama, Matt Murdock, um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.

A produção conta com o retorno de Charlie Cox no papel do herói titular. Ele já havia sido introduzido ao MCU no filme ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ e na série ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘.

O elenco conta contará com o retorno de Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk), Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário).

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Artigo | A representatividade feminina em Hollywood: o Código Hays e a censura

código hays

Entre os anos de 1930 e 1968, vigorou em Hollywood uma espécie de tabuleta de regras a serem seguidas que censuravam diversas incursões narrativas e imagéticas com o objetivo de restaurar a imagem pública do maior antro artístico do planeta. Tais regras ficaram conhecidas como o Código Hays.

O nome dado às restrições em questão veio como uma espécie de homenagem a Will H. Hays, advogado e político presbiteriano e presidente da Associação de Produtores e Distribuidores de Filmes da América, entre 1922 e 1945, e que listava uma série de proibições a longas-metragens – como nudez, desrespeito à religião e à fé, referências à homossexualidade, referências positivas a atos criminosos e vários outros.

O Código em questão, após o final dos anos 1960, foi obliterado em meio a protestos e a inúmeras questões levantadas, sendo substituído pelo sistema de classificação como o conhecemos hoje. Todavia, foram essas regras que começaram a levantar questionamentos sobre a representatividade da mulher em Hollywood e de que forma personagens femininas estavam submetidas a um controle total de como seriam retratadas.

Porém, antes de partirmos para a análise desse Código, é sempre bom entender o que acontecia antes.

A ERA PRÉ-CÓDIGO

No curto período de tempo entre 1927 e 1934, os filmes hollywoodianos retrataram a vida americana como nunca visto pensado. As mulheres podiam ser indivíduos completos, não apenas virgens divinizadas ou vamps destruidoras; a ação podia ser ambígua, ou seja, não havia padronizações do “bom” e do “ruim”, mas sim um arco de complexidade que permeava ambos extremos. Problemas políticos e sociais eram discutidos; o sexo, a sedução e a luxúria não eram mais considerados tabus 

No meio da pior crise econômica mundial, com mais de 30% da população estadunidense desempregada, as grandes salas de cinema ainda atraíam milhões de espectadores, os quais ficavam fascinados com as imagens das grandes estrelas de Hollywood – como Greta Garbo, Mae West, Norma Shearer, Barbara Stanwyck e Gloria Swanson. Essas atrizes eram reconhecidas pelo seu talento e idolatradas pela sua beleza; sua imagem era sinônimo de glamour, e Hollywood se encarregava do resto para construir, sobre cada uma dessa mulheres, um mito.  

Entretanto, em julho de 1934, o Motion Picture Production Code (Código de Produção Cinematográfica) foi outorgado, levando um dos períodos mais interessantes da história do cinema ao fim. A moral cristã prevaleceu sobre o liberalismo em Hollywood e logo os espectadores esqueceram da era de ouro e das histórias outrora retratadas, e os críticos relevaram a instauração do código supracitado. 

A década de 1920 configurou-se como a era do cinema mudo e do surgimento dos grandes estúdios e primeiros grandes astros: Charlie Chaplin, Mary Pickford, Lilianh Gish, Rudolph Valentino e Douglas Fairbanks. Já nessa época as atrizes eram classificadas em duas categorias: a ingênua ou a vamp. Poucas atrizes conseguiam quebrar o molde pré-estabelecido, já que os produtores não aceitavam outra representação da figura feminina. 

Mary Pickford, assim como outras atrizes da época, integrou-se como parte da categoria “ingênua”. Ela era jovem, bonita e branca e, assim, continuou a interpretar pobres e indefesas adolescentes até os trinta anos de idade em filmes como ‘Pollyana’ (1920) e ‘Little Lord Fauntleroy’ (1921). Porém, essas personagens femininas idealizadas, por assim dizer, não refletiam as mudanças sociais e culturais da sociedade estadunidense da época. 

Os “loucos anos 20” trouxeram uma nova sensação de liberdade para o jovem americano de classe média que estava inserido dentro dos grandes centros urbanos. A expansão do consumo permitiu o desenvolvimento de novas tecnologias, que tinham o objetivo de facilitar todos os aspectos da vida social. A primeira metade do século XX também foi marcada pela “Primeira Onda Feminista” com a conquista do direito do voto em 1919. 

A geração “flapper” – termo usado na época para descrever as mulheres modernas – que surgiu com o final da Primeira Guerra Mundial (1914-1918) – também marcou o fim da Era Vitoriana e dos ideais religiosos que permeavam a vida social e política. Porém, as únicas mulheres que mostravam autonomia sexual – e social – na tela do cinema eram as personagens denominadas vamps – caracterizadas como predadoras sexuais que seduziam homens e que deixavam um caminho de destruição moral. E devido à sua “habilidade”, o arco narrativo terminava com sua própria morte ou punição severa.  

Esse cenário começou a mudar a partir de 1926, quando uma das atrizes mais populares em Hollywood, Greta Garbo, foi colocada em suspensão por se recusar a interpretar uma vamp – cujo papel já havia feito em filmes como ‘Flesh and the Devil’ (1926) e ‘The Torrent’ (1926). Oito meses depois, o estúdio MGM cedeu às demandas da atriz e, a partir desse momento, nasceu um novo tipo de personagem: a mulher sexualmente livre, complexa, emotiva e real 

Em seis de outubro de 1927, o primeiro filme sonoro é lançado: ‘O Cantor de Jazz’ (1927) – e a primeira frase falada do cinema, na voz de Al Jolson -, “You ain’t heard nothing yet” (Vocês ainda não escutaram nada) -, se tornou um ícone e um presságio para a nova fase e o consequente futuro do cinema americano. E foi no cinema falado que a mulher encontrou sua voz. 

Porém, em outubro de 1929, o entusiasmo econômico e social deu lugar a uma das piores crises econômicas da história, com a quebra da bolsa de valores de Nova York. Nessa mesma época, mais de um terço dos cinemas americanos fecharam as portas; o público semanal passou de um milhão para 60 mil espectadores – e nem a maior indústria americana saiu ilesa do que ficou conhecido como A Grande Depressão. 

Com o começo do cinema falado, cujos filmes eram conhecidos na época como “talkies”, os estúdios tiveram total liberdade de criação, assumindo riscos que custariam anos mais tarde sua censura, com a criação do Código Hays.  Em filmes como ‘Anna Christie’ (1930), o primeiro longa falado de Garbo, encontramos a atriz, conhecida pelos papéis glamorosos de vamps, interpretando uma imigrante recém-chegada em Nova York, depois de trabalhar em um bordel por dois anos. A primeira fala de Garbo releva o tom do filme – levando em consideração que a Lei Seca ainda estava em vigor no Estado americano: “Give me a whiskey. Ginger ale on the side. And don’t be stingy, baby” (me dê um whiskey, acompanhado de um ginger ale. E não seja mesquinho, querido).

‘Anna Christie’ foi um sucesso de crítica e público, tornando Garbo uma estrela do cinema falado e garantindo-a, além disso, uma nomeação para o Oscar de melhor atriz em 1931. 

No mesmo ano, a MGM também lançou o filme que rendeu o Oscar de melhor atriz para Norma Shearer‘A Divorciada’ (1930). Conhecida pelos papeis idealizados no cinema mudo, Shearer deu voz a personagens que desafiavam o status quo, e o mais importante, que não eram punidas ou julgadas por isso. 

Em ‘A Divorciada’, Shearer interpreta uma mulher cujo marido mantém relações fora do casamento. Caso dentro dos padrões cinematográficos de alguns anos antes, a personagem sofreria calada e, no final, o marido, em um ato nobre, voltaria para os braços de sua verdadeira amada. Porém, no longa em questão, Jerry (Shearer) responde à traição do marido com a mesma moeda. Nesse momento, a indústria cinematográfica percebe que o sexo, mesmo em uma situação de crise financeira, ainda era lucrativo. E pela primeira vez, as heroínas da silverscreen refletiam o espírito da jovem americana que rejeitava os tabus da Era Vitoriana e estava disposta a explorar o seu poder sexual. Apesar da preocupação do estúdio, o filme foi um sucesso, estabelecendo o domínio feminino entre os atores mais bem pagos de Hollywood. 

Shearer e Garbo não estavam sozinhas. Barbara Stanwyck, em ‘Serpente de Luxo’ (1933), também trouxe um novo retrato da juventude americana, que buscava independência, ao mesmo tempo que enfrentava as dificuldades da crise econômica. 

O filme, analisado pelo grupo, conta a história de Lily, uma jovem que vive explorada pelo pai, dono de um speakeasy – bares onde as bebidas eram vendidas ilegalmente durante a Lei Seca – e que cuja morte a faz tentar a sorte em Nova York. Baseado na filosofia de Nietzsche, a personagem reprime os seus sentimentos para focar apenas no seu objetivo principal – tornar-se rica. Dessa forma, ela usa os homens, assim como os eles a tinham “usado” durante toda sua vida. É importante ressaltar que o simples fato de usar um filosofo como um traço marcante de Lily demonstra uma construção profunda da personagem, recurso que é negligenciado por consequência do Código.  

O filme está carregado de críticas sociais, revelando de forma bruta a situação do operário americano, que se via desamparado pelo governo durante os primeiros anos da crise. Nessa linha, o filme coloca em discussão a corrupção e o caos social gerado pela pobreza – tópicos que anos mais tarde seriam considerados subversivos. 

Nas primeiras cenas do longa, vemos o pai de Lily negociando com um político que protege o seu estabelecimento ilegal em troca de favores. O público é levado a concluir, pelo quadro seguinte, a verdadeira intenção do homem. Lily é deixada sozinha com o político corrupto e recusa os seus avanços, até que ele se torna violento e, como ponto de virada, ela o ataca com uma garrafa de vidro. A cena se encerra com o homem saindo do bar, ensanguentado. Agora, a mulher não só tinha liberdade e desejos sexuais, mas também o direito de escolher, como bem entender, seu parceiro ou sua parceira.

Lily usa da suposta “fraqueza” masculina para ascender profissionalmente, sem nenhuma vergonha de explorar a sua sexualidade para alcançar os seus objetivos pessoais. Essa também era uma característica muito explorada durante esse período do cinema americano, além de outros aspectos de natureza dúbia, principalmente em relação ao caráter das personagens – resultando, assim, em criações tridimensionais. 

Ainda em 1929, Shearer causou um choque na estreia do filme ‘The Trial of Mary Dugan’. Aqui, a atriz interpreta uma dançarina da Broadway, cortejada por vários homens, acusada de homicídio. Mesmo assim, o filme espera que o público se identifique com a personagem, usando de recursos básicos da narrativa para que todos possam torcer pela vida de Mary (Shearer). Assim como outros filmes dessa era, ‘The Trial of Mary Dugan’ ousou desafiar a cultura americana, principalmente em relação ao papel social dos gêneros. Ao invés de refletir a moral pregada pela sociedade, esses filmes incitavam o público a repensar os valores sociais e políticos – e a moral pré-direcionada do que era considerado “bom” ou “ruim”. 

Segundo o livro Complicated Women: Sex and Power in Pre-Code Hollywood (2001), antes do Código, as mulheres tinham amantes, filhos antes do casamento, abandonavam os maridos infiéis, exploravam sua sexualidade e mantinham posições profissionais sem se desculparem pela sua independência, ou seja, agiam de um jeito que, segundo o imaginário coletivo de atualmente, só seria possível depois dos anos de 1960. 

A ERA DO CÓDIGO

O cinema foi concebido, inicialmente, como um lugar escuro, onde a espionagem para com o outro era permitida e a pulsão do olhar encontrava um terreno propicio para manifestação. O “pecado” do voyeurismo está na base do próprio dispositivo técnico do cinema – máquinas, o “ver” através dos buracos da fechadura, ou seja, lugares onde se pode ver sem ser visto. Dessa forma, até hoje, o prazer do filme não pode ser dissociado do olhar como objeto de desejo.  

Os filmes que antecederem o Código tendiam a explorar justamente o prazer do olhar e usavam o corpo feminino como a forma mais óbvia e apelativa em uma sociedade ocidental em crise, regrada, de certa forma, pela ideologia cristã e pelas regras do patriarcado. A objetificação da mulher é, também, uma consequência de uma indústria formada em sua grande maioria por homens, em todos os níveis de produção e direção. Ou seja, os valores e atitudes reafirmados nos produtos da indústria cultual são dessa classe dominante, dona dos meios de comunicação. 

Em filmes como ‘Cavadoras de Ouro’ (1933), um musical pré-código dirigido por Mervyn LeRoy e pelo renomado coreógrafo Busby Berkeley, a mulher, apesar de assumir o papel de protagonista no longa, ainda é colocada, muitas vezes, literalmente, como um objeto de cena. Como na primeira sequência do musical, onde todas as mulheres enquadradas nos primeiros minutos aparecem vestidas como moedas, por vezes a fantasia esconde o rosto das dançarinas, que cantam a música “We’re in the Money”. A perda da individualidade e humanidade das showgirls recai, também, sobre a falta de diversidade entre as dançarinas, pois todas as mulheres em cena são fisicamente similares, ao mesmo tempo em que sua identidade está sendo consumida pela grandiosidade do cenário e do espetáculo.

Segundo o linguista e filósofo Ferdinand de Saussere, o processo de criação de sentido não é neutro. Dessa forma, se levarmos o contexto econômico em consideração, o corpo feminino é relacionado diretamente ao “objeto” de desejo mais relevante durante os anos da recessão americana, o dinheiro. O próprio diretor, conhecido por projetar as mais belas coreografias do cinema, descrevia “suas garotas” (as dançarinas) como “perolas idênticas em um fio de nylon”.  A mulher, passiva e objetificada, funciona como um objeto de fetiche, enquanto o homem assume o seu papel de voyeur.   

Moralistas cristãos, especialmente católicos, sempre tiveram uma posição muito clara em relação a “indecência” em Hollywood. Em 1922, os estúdios se uniram para criar o MPPDA (Motion Picture Producers and Distributors of America) e indicar Hays para ser o presidente dessa organização, com o objetivo de limpar a indústria cinematográfica de todos os males. 

Com a popularização do cinema americano, Hollywood, se tornou a terra do pecado e do sucesso, atraindo artistas, investidores e, principalmente, escândalos. Preocupados com possíveis intervenções do Estado, os estúdios se uniram, novamente, em 1930, para criar o Motion Picture Production Code. O objetivo inicial, desse código, era evitar a censura, criando um guia para auxiliar os estúdios durante a produção audiovisual. 

Porém, em 1934, Joseph Breen, um católico fervoroso, assumiu a presidência do MPPDA, e, no dia 1° de julho de 1934, instituiu o Código Hays. A partir de então, as peças audiovisuais só poderiam ser exibidas nas telas de cinemas americanas, ou até mesmo entrar em produção, depois de receberem o selo de aprovação do Código.  

O Motion Picture Production Code durou mais de 34 anos, até 1968, construindo, dessa forma, no imaginário coletivo, uma américa idealizada, a terra da liberdade, com príncipes de terno e gravata e princesas virginais. Esses filmes calcaram, durante anos, barreiras de gênero e raça, que ainda são visíveis na produção cinematográfica atual, e fizeram parte do consumo cultural, que formou os inúmeros profissionais, que hoje, atuam em importantes cargos da indústria do cinema em todo o mundo.

Sob as limitações do Código, a sétima arte entrava em um novo período. Os filmes não só estavam proibidos de exibir nudez ou qualquer linguagem obscena, a partir de agora, os estúdios deveriam seguir uma extensa lista de do’s and don’ts/be careful (faça e não faça/tenha cuidado). Dessa forma, mais uma vez, a mulher seria submetida a posições secundarias; o sexo antes do casamento, o adultério e o divórcio estão proibidos – e caso a personagem cometa qualquer um desses “pecados”, mesmo em nome do enredo, ela deve sofrer as consequências do seu ato.

NÃO FAÇA 

TENHA CUIDADO 

Escravidão branca Violências, roubos e furtos 
Miscigenação (relações afetivas ou sexuais entre negros e brancos) Simpatia com criminosos 
Nudez Pessoas e instituições públicas 
Ofender, ridicularizar ou profanar crenças religiosas (mais especificamente as católicas, cristãs e protestantes) Homem e mulher deitados na mesma cama e cenas de beijos excessivos 
Gestos e posturas vulgares Estupro 
Tornar vícios atraentes (jogos de azar, bebidas alcoólicas e drogas ilícitas) Crueldade com crianças e animais 
Referências a perversões sexuais e doenças sexualmente transmissíveis Sedução deliberada 

 

Essa lista, apesar de diminuir o papel da mulher como objeto sexual, diminuía sua representação em geral, tornando-as, em todos os filmes, personagens rasas resumidas a “boas” ou “más”. 

Antes da instalação das regras, as mulheres podiam enganar os homens, os fazer de bobos, roubar, matar, trair e isso não significava que estas iriam se dar mal no fim, o que contrasta com os filmes feitos durante o código, onde as personagens “impuras” deveriam morrer, serem presas, ou algo do gênero. 

Os atores e principalmente as atrizes que alcançaram o sucesso durante os anos pré-Código, interpretando personagens complexos e misteriosos, de repente estavam enfrentando dificuldades com péssimos roteiros e com personagens fracos. Algumas estrelas de Hollywood conseguiram sobreviver a transição: Shearer e Stanwyck, por exemplo, mantiveram sua popularidade. Porém, algumas lendas do cinema americano, como Garbo, Marlene Dietrich e Mae West, começaram a perder público poucos anos após a aprovação do Código. Indefesa e frágil, a mulher do cinema, já não representava a mulher atuante na sociedade, que enfrentou os anos difíceis da Depressão e estavam prestes a encarrar a Segunda Guerra Mundial. 

Mick LaSalle escreveu em ‘Complicated Women’ que o Código “[…] foi designado para colocar o gênio de volta na garrafa – e a mulher de volta na cozinha”. O papel da mulher, mais uma vez, estará restrito aos moldes do cinema mudo – a ingênua ou a vamp (que agora será chamada de femme fatale, reforçando o seu papel de vilã) voltam as telas de cinema do mundo todo. 

Em 1939, Dietrich, famosa pelos seus grandes papeis durante o cinema pré-Código, volta as telas depois de dois anos sem atuar, com o aclamado western, ‘Destry Rides Again’ (1939). O filme conta a história do jovem xerife Destry Jr. (James Stewart), que chega na pequena cidade de Bottleneck para acabar com o crime organizado. Dietrich interpreta Frenchy, uma cantora e dançarina do bar local, namorada e cúmplice do chefe da organização criminosa.  

Frenchy, a nova femme fatale do cinema americano, é uma personagem provocativa – suas roupas são curtas e a maquiagem é carregada – uma perfeita atriz de cabaré, a personagem canta músicas provocativas e recebe atenção de todos os homens da cidade. Porém, qualquer semelhança com as mulheres independes do cinema que antecedeu o Código, acaba por aqui. Frenchy se apaixona por Destry, que não se entrega ao “pecado da carne” e, no final da trama, a dançarina morre em seus braços depois da batalha final entre o bem e o mal – com a vitória do jovem xerife, que se torna o herói da cidade. 

A cena final do filme ilustra o significado do Código para o papel feminino. Frenchy, para os padrões do Código Hays, é uma mulher “má”, pois a personagem não é casada, mantém um relacionamento com um bandido e vive em um ambiente hostil. De acordo com a censura, sua única saída é sofrer “a punição”, que nesse caso vem com a sua morte, no último ato do longa.

‘Adolescência’ se torna a PRIMEIRA série de um serviço streaming a superar a audiência da TV britânica

O drama de sucesso ‘Adolescência‘, original Netflix, acaba de quebrar um importante recorde, se tornando a primeira série de um serviço de streaming a superar a audiência da televisão britânica nas classificações semanais

Segundo a Variety, a produção co-criada por Steven Graham superou alguns dos mais populares programas de TV do país, superando a audiência de ‘O Aprendiz‘ e ‘Death in Paradise‘, da BBC. Os dados oficiais foram divulgados pelo órgão de classificação do Reino Unido BARB (Broadcasters Audience Research Board).

O primeiro episódio de ‘Adolescência‘ atraiu 6,45 milhões de espectadores em sua semana de estreia, conquistando um novo recorde de audiência para um streaming dentro do Reino Unido. Esse número superou as 6.3 milhões de pessoas que conferiram a minissérie ‘A Grande Ilusão‘, lançada em 2024 pela Netflix.

A produção ainda ocupou a segunda posição de título mais assistido no país, com seu 2º episódio conquistando 5,94 milhões de espectadores. ‘O Aprendiz’ e ‘Death in Paradise’ seguem na 3ª e 4ª posição, respectivamente, atraindo 5,79 e 5,75 milhões de pessoas.

O terceiro e quarto episódios de ‘Adolescência‘ também tiveram forte desempenho, atraindo 5,14 milhões e 4,65 milhões de espectadores, respectivamente.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi criada por Graham, Jack Thorne e Philip Barantini.

A minissérie narra a história história de como o mundo de uma família vira de cabeça para baixo quando um jovem de treze anos é preso pelo assassinato de uma adolescente que estuda em sua escola.

Ashley WaltersErin DohertyFaye MarsayChristine TremarcoMark StanleyJo HartleyAmélie PeaseOwen Cooper completam o elenco.

Graham também fica responsável pelo roteiro ao lado de Thorne.

 

28 Continuações de Filmes Famosos que Chegam Ainda em 2025

Nós, seres humanos, temos algumas características curiosas. Uma delas é a preferência pelo que nos é familiar. Por exemplo, em geral preferimos optar por algo que já conhecemos e sabemos que gostamos, a nos aventurar pelo desconhecido. Isso também engloba os filmes. Justamente por isso as franquias são tão apreciadas pelos fãs e por consequência, pelos estúdios.

Sendo assim, falando em familiaridade, as continuações sempre fizeram sucesso no cinema, muito antes do termo “franquia” ser altamente propagado. Isso significa que um filme deu certo e fez tanto sucesso, que o estúdio resolveu repetir a dose, e criar mais uma história dentro do mesmo universo. Em 2025 teremos algumas continuações muito badaladas, que prometem dar o que falar nos próximos meses, seja nos cinemas ou nos streamings. Separamos para você as 28 sequências mais interessantes que chegam ainda em 2025. Confira abaixo.

Outro Pequeno Favor

A vida pessoal da estrela Blake Lively está no olho do furacão atualmente e segue estampando os veículos de fofoca graças às polêmicas de bastidores do sucesso ‘É Assim que Acaba’, do ano passado. Mesmo assim, a sequência do thriller cômico de sucesso, de 2018, ‘Um Pequeno Favor’, teve sua pré-estreia. O longa chega no dia 1º de maio direto no streaming da Amazon Prime Video.

O Contador 2

Outro filme da década passada que vai ganhar continuação em breve é o cult de ação e suspense ‘O Contador’. Ben Affleck está de volta como o matador profissional autista do filme original de 2016. O primeiro filme foi um sucesso moderado, mas ganhou mais fãs quando saiu em streaming. Foi esse sucesso cult que deu sinal verde para essa sequência tardia, de quase 10 anos de intervalo. O filme chega ao Brasil no dia 24 de abril, nos cinemas.

Premonição 6 – Laços de Sangue

Se você é fã de terror, certamente conhece a franquia ‘Premonição’, sobre a vingança da própria morte, atrás de jovens que a enganaram e sobreviveram a algum desastre e depois começam a morrer um a um, das formas mais inusitadas. Tudo começou em 2000, com o primeiro filme. Ao longo destes 25 anos foram mais quatro filmes, com o último tendo sido lançado em 2011 – há exatos 14 anos. Justamente por isso, o hype é grande por esta sequência que já pode ser considerada tardia e promete mais mortes inusitadas. O filme chega por aqui no dia 15 de maio nos cinemas.

M3GAN 2.0

Outra sequência de terror dará as caras nos cinemas este ano. Essa mais recente. Falamos da boneca homicida ‘M3GAN’, dona da dancinha de tik tok mais famosa do cinema. O primeiro filme estreou em circuito em 2023 e se tornou sensação, graças a uma cena específica. Sim, vivemos em uma época na qual um filme pode se tornar sucesso graças a uma cena viralizando na internet. E o que esperar na continuação? Mais uma dancinha, é claro. O terror é prometido para o dia 26 de junho nos cinemas.

Missão: Impossível – O Acerto Final

Agora sim, entramos no território das maiores estreias de 2025. Quem chega agora é Tom Cruise, um dos maiores astros da história de Hollywood, em mais um episódio da maior franquia de sua carreira. Falamos de ‘Missão: Impossível’ e do agente secreto Ethan Hunt. Essa será a última aventura do personagem e a despedida do ator. Desde a década de 90, o ator estrela tais filmes, que já somam sete episódios. Este oitavo marca o adeus. Será? A estreia é prometida para o dia 22 de maio.

Karatê Kid – Lendas

Por falar em nostalgia, Tom Cruise, Missão: Impossível e os anos 90, agora temos um verdadeiro clássico ainda mais antigo, dos anos 80. Falamos de ‘Karatê Kid’, que surgiu nos cinemas em 1984. A série ‘Cobra Kai’, da Netflix, resgatou esta nostalgia por seis temporadas. Agora, ganharemos ainda mais um filme para os cinemas. Este, no entanto, será o primeiro estrelado por Ralph Macchio e seu Daniel San, desde os anos 80. Quem se une a ele é Jackie Chan, que estrelou o remake de 2010. O filme é prometido para o dia 29 de maio.

Extermínio – A Evolução

Voltando ao terreno do terror, mas os filmes do gênero que possuem bastante pompa, temos a sequência do cult ‘Extermínio’. O primeiro filme, de 2003, ficou conhecido por apresentar os zumbis “anabolizados” do cinema, que corriam como maratonistas ao invés de andar lentamente. Muitos podem não lembrar, mas este filme teve uma sequência bem mais convencional em 2007. Agora, teremos uma terceira parte, que chama atenção pelo elenco de primeira, que conta com Aaron Taylor-Johnson, Jodie Comer e o indicado ao Oscar Ralph Fiennes. A estreia é no dia 19 de junho.

Jurassic World – Recomeço

Agora na lista temos um blockbuster que irá brigar pela primeira posição das bilheterias do ano. Falamos do sétimo exemplar da franquia ‘Jurassic Park’, agora transformada em ‘Jurassic World’. Os dinos estão de volta e mais ferozes do que nunca. A novidade agora é a primeira protagonista mulher da franquia, nas formas de Scarlett Johansson em pessoa – pronta para pegar mais uma franquia gigante para si. Ao seu lado, o ator duas vezes vencedor do Oscar Mahershala Ali. A estreia é no dia 3 de julho.

The Old Guard 2

A musa Charlize Theron está meio sumida das telas. Ela tem aparecido apenas em pequenas participações ou dublagens e não protagoniza um filme há cinco anos, desde que estrelou o primeiro ‘The Old Guard’ em 2020 para a Netflix. Sendo assim, nada mais normal que a loirona marcar seu retorno na continuação do filme dos guerreiros imortais, novamente em parceria com a Netflix. Mas sem dúvida sentimos falta de um filme estrelado por ela nas telonas. A estreia é no dia 2 de julho direto na Netflix.

Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado

Todos têm os filmes que mais esperam no ano. Para este amigo que vos fala, e a redação do CinePOP em geral, que adora um bom filme de terror (ainda mais se for saído dos anos 80 e 90), um dos que mais nos chama atenção é este reboot do famoso slasher, que é considerado o “irmão” de ‘Pânico’. O longa foi lançado na esteira do sucesso que o filme citado fez em meados da década de 1990, e trouxe Jennifer Love Hewitt e Freddie Prinze Jr. como o casal protagonista, combatendo um pescador assassino. A dupla volta neste novo longa, agora na meia idade, ao lado de um elenco de novatos para enfrentar um novo terror. A estreia é no dia 18 de julho.

Um Maluco no Golfe 2    

Os maiores astros de Hollywood já fizeram acordo com a Netflix, para estrelar os filmes da plataforma de streaming número 1. Porém, o primeiro visionário a fechar acordo com a empresa foi o comediante Adam Sandler. O ator já protagonizou mais de 10 filmes junto à casa, porém, este ano irá realizar algo inédito na parceria: uma continuação de um filme querido de sua filmografia, criado antes da parceria com a empresa. Ou seja, a Netflix será a responsável pela sequência de ‘Um Maluco no Golfe’, anteriormente de propriedade da Universal Pictures. A estreia é no dia 25 de julho.

Os Caras Malvados 2

Por falar em sequências da Universal, o estúdio criou uma das animações mais originais de anos recentes. E não apenas devido ao seu estilo único de desenho, mas sim por sua história igualmente. Na trama, um grupo de animais liderados por um lobo são vilões, que adoram dar golpe. No bando, temos também uma cobra, uma aranha e um tubarão. Na continuação, eles estão reformados, mas por quanto tempo? A estreia é no dia 31 de julho.

Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda

A onda de continuações tardias de filmes família da Disney segue firme e forte. Em anos recentes ganhamos ‘Abracadabra 2’ e ‘Desencantada’, e em breve teremos ‘Mudança de Hábito 3’. Antes disso, porém, é a vez de Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan mudarem de corpo outra vez. Agora, no entanto, não serão somente as duas, mas também outros membros de sua família. A diferença é que este será lançado nos cinemas, no dia 7 de agosto.

Anônimo 2

Durante a pandemia, alguns filmes fizeram sucesso de forma surpresa. Filmes que não esperaríamos que fossem abraçados pelo público. Um deles foi o hit cult de ação ‘Anônimo’, que se inspirou no estilo “tiro, porrada e bomba” de John Wick, e fez de Bob Odenkirk um improvável herói do gênero. A continuação traz como maior atrativo a presença da musa Sharon Stone. A estreia será em agosto.

Invocação do Mal 4

Quando falamos de filmes de terror de prestígio, poucos foram tão aceitos pelo grande público, quanto ‘Invocação do Mal’. É claro que o longa se tornou uma franquia, e o casal Warren se tornou a dupla de personagens mais queridos do gênero na última década. O terceiro filme mudou o diretor e foi o menos badalado. Agora, no quarto, o diretor do terceiro retorna. Resta saber se a aclamação dos dois primeiros voltará. A estreia é no dia 5 de setembro.

Isto é Spinal Tap 2

Tem filmes que surgem do nada e nos pegam completamente desprevenidos. É o caso com a sequência do mockumentary cult ‘Isto é Spinal Tap’. O filme original completou 40 anos em 2024. O longa é um sucesso cult nos EUA, mas por aqui nunca foi muito conhecido ou celebrado. A graça é brincar com os bastidores de uma banda fictícia. Agora, 40 anos depois, a banda está de volta. A estreia, por enquanto, será nos cinemas, embora talvez fosse mais adequado um lançamento no streaming.

Jogos Mortais XI

Voltamos ao mundo do terror, com uma das franquias mais longevas do gênero no cinema. Todos os filmes de ‘Jogos Mortais’ foram lançados no cinema, e esse será o caso com o décimo primeiro longa. Sim, essa franquia já possui nada menos que 11 filmes. O anterior foi um dos mais elogiados, dando, mais uma vez, uma história bem dramática ao vilão Jigsaw. Esperemos que siga por essa linha. Mas os fãs querem mesmo é mais uma série de armadilhas mortais. A estreia é em 25 de setembro.

Tron – Ares

O ‘Tron’ original já tem 42 anos, tendo sido lançado em 1982. O filme da Disney revolucionou o uso de efeitos especiais, e foi um dos pioneiros da tecnologia que chamamos hoje de CGI. Em 2010, uma sequência tardia fez certo sucesso – embora tenha ficado longe de ser um blockbuster fenômeno. Agora, 15 anos depois do segundo, chega um novo exemplar, novamente estrelado por Jeff Bridges. O verdadeiro protagonista, no entanto, será Jared Leto. A estreia é em outubro.

O Telefone Preto 2

Mais um filme de terror na lista. ‘O Telefone Preto’ é adaptação de um conto do filho de Stephen King, Joe Hill. O longa foi um sucesso surpresa, e contou com Ethan Hawke como um vilão mascarado que sequestra adolescentes na década de 70. A questão é que o vilão morreu no final do filme, o que nos leva a saber como ele irá retornar na sequência. Acreditamos que será em uma versão sobrenatural. A estreia é em 16 de outubro.

Mortal Kombat II

O sangue irá jorrar. E não estamos falando de um filme de terror. Este ano chega a tão aguardada sequência de ‘Mortal Kombat’, filme que estreou durante a pandemia, e serviu de reboot para a franquia de games violentos no cinema. A graça da sequência é a presença do sempre ótimo Karl Urban como o fanfarrão Johnny Cage. A estreia é no dia 23 de outubro.

Predador Badlands

Depois que ‘O Predador – A Caçada’ conseguiu satisfatoriamente revigorar a franquia, um sinal verde foi logo dado para um novo filme. Ao invés de um lançamento nos cinemas, ‘A Caçada’ estreou no streaming da Disney. ‘Badlands’ será estrelado por Elle Fanning, e tem estreia para 6 de novembro no cinema.

Truque de Mestre 3

Outra continuação que irá aportar nas telonas é o terceiro da franquia de mágicos golpistas estrelada por Jesse Eisenberg e grande elenco. Todos irão retornar, incluindo Isla Fisher, que ficou de fora do segundo. A adição no elenco é da indicada ao Oscar Rosamund Pike. A estreia é em 13 novembro.

Wicked para Sempre

Ser sucesso em um formato não significa que automaticamente se tem em mãos um sucesso em outra forma de arte. Por exemplo, um videogame de sucesso não se traduz automaticamente em um filme de sucesso. O mesmo vale para os livros, quadrinhos e séries de TV. O mesmo pode ser dito de peças de teatro. Mas ‘Wicked’ se mostrou um fenômeno nas telonas igualmente.

A história de origem da bruxa má do Oeste e da fada boa, e como suas imagens são subvertidas, saiu diretamente do clássico absoluto ‘O Mágico de Oz’ para se tornar um ícone pop moderno. Assim como ‘Duna’, não temos toda a história contada de uma vez só, com o filme dividido em duas partes. A segunda chega no dia 20 de novembro.

Zootopia 2

O bicho vai ficar solto em 2025. Isso porque os animais antropomórficos falantes estão de volta na continuação do sucesso da Disney de 2016. Muitos podem não lembrar, mas o ‘Zootopia’ original foi uma das animações que ultrapassaram a marca de US$1 bilhão em bilheteria mundial. Ou seja, a continuação quase dez anos depois, que trará uma nova parceria entre a coelhinha policial Juddy Hopps e a raposa trapaceira Nick Wilde, poderá ser um dos filmes mais lucrativos do ano. A estreia ocorre no dia 27 de novembro.

Five Nights at Freddy’s 2

Já pensou arrumar emprego como vigia noturno? Não é um emprego para muitos. Ainda mais quando o local a ser vigiado é uma lanchonete abandonada, repleta de bichinhos mecânicos assustadores. É a proposta de ‘Five Nights at Freddy’s’, um dos videogames mais cultuados pelo seu clima assustador. Em 2023, a ideia foi adaptada para o cinema, e apesar de ter abrandado bastante o terror, caiu nas graças do público e se tornou sucesso. Foi o que bastou para o sinal verde da sequência, que chega no dia 5 de dezembro.

Avatar – Fogo e Cinzas

Se tivéssemos que apostar na maior bilheteria de 2025, sem dúvidas nossa aposta seria no terceiro ‘Avatar’. Afinal, a esta altura quem é louco de apostar contra James Cameron? Lembrando que o primeiro ‘Avatar’ foi durante anos a maior bilheteria do cinema, perdeu a posição para ‘Vingadores: Ultimato’, mas recuperou o posto graças a um novo relançamento. O segundo ‘Avatar’, de 2022, é o terceiro maior filme da história. Alguém duvida que o terceiro estará ao menos no top 5? A estreia é no dia 19 de dezembro.

Entre Facas e Segredos 3

Hoje, muitos filmes de prestígio são feitos com o intuito de serem assistidos no conforto de nossas casas. Uma das franquias mais legais dos últimos tempos é ‘Entre Facas e Segredos’, que eleva o gênero “murder mystery” a outro patamar, brincando muito com o estilo. A partir do segundo exemplar, os filmes se tornaram propriedade da Netflix. O terceiro será lançado diretamente na plataforma este ano, sem data de estreia definida até o momento, mas provavelmente em dezembro.

Return to Silent Hill

Finalizando a lista, você lembra da franquia de terror ‘Silent Hill’? Bem, se você for um aficionado por games também, a resposta facilmente pode ser sim. Acontece que os jogos assustadores foram adaptados para o cinema pela primeira vez em 2006, em ‘Terror em Silent Hill’, um filme que apesar da fidelidade não atingiu o esperado no quesito sucesso. Seis anos depois, em 2012, uma continuação ainda mais obscura, chamada ‘Silent Hill: Revelação’ foi vista por meia dúzia de gatos pingados. Agora, é a Netflix quem resolve produzir e dar uma chance para a franquia com um novo filme, que é prometido para a segunda metade do ano.

Terror de tubarão assassino do diretor de ‘Zumbis na Neve’ ganha novo título e tem estreia ADIADA para 2026

O novo terror de tubarão assassino do diretor Tommy Wirkola (‘Zumbis na Neve’) teve seu título alterado e ganhou uma nova data de estreia.

Originalmente intitulado ‘Beneath the Storm‘ (Sob a Tempestade, em tradução literal), o longa agora se chamará ‘Shiver‘ e não mais estreia em 1º de agosto de 2025.

A Sony Pictures readequou seu calendário de lançamentos e transferiu o vindouro filme para julho de 20226.

A mudança de data visa posicionar o filme na temporada do verão norte-americano, período em que a movimentação nos cinemas cresce vertiginosamente.

Phoebe Dynevor (‘Jogo Justo’) será a protagonista. Whitney Peak (‘Gossip Girl’) e Djimon Hounsou (‘Um Lugar Silencioso: Parte 2’) também foram confirmados no elenco.

Infelizmente, detalhes sobre a trama do filme não foram divulgados.

Wirkola é conhecido pelos fãs do gênero, tendo comandado ‘Zumbis na Neve‘ e sua sequência, ‘João e Maria: Caçadores de Bruxas‘, ‘The Trip‘ e ‘Noite Infeliz‘.

Adam McKay e Kevin Messick serão responsáveis pela produção.

As filmagens estão programadas para os próximos meses, na Austrália.

‘Toy Story’: Pete Docter revela que nunca imaginou que o filme faria tanto sucesso: ‘Eu ainda fico impressionado'”

Quando foi lançado, “Toy Story” também causou estranhamento no público acostumado com o 2D.

Pete Docter, co-diretor criativo da Pixar, relembrou recentemente o impacto deToy Story tanto em sua carreira quanto no mundo da animação, destacando o caráter inesperado do sucesso do filme.

“O fato de [Toy Story] ter atingido a cultura popular nunca foi [esperado]”, afirmou Docter ao The Hollywood Reporter. “Quando estávamos trabalhando nisso, éramos apenas um grupo de nerds. Era como trabalhar na nossa garagem. Era um espaço alugado, não muito chique e com uma equipe pequena, então tudo era muito casual e descontraído”.

“Eu ainda fico impressionado. Está entre os filmes mais assistidos no Disney+. Trinta anos depois, você olha para ele e, para ser honesto, ele meio que parece um videogame agora, dada a evolução da animação computadorizada”, acrescentou Docter. “Mas acho que isso é um testemunho do grande trabalho dos atores; tivemos tantos atores incríveis, os dubladores, quanto a animação, que é meio que uma mistura de estilos, mas foi o suficiente para fazer as pessoas se apaixonarem pelos personagens. É louco pensar que já se passaram quase 30 anos”.

Docter também destacou a inovação da narrativa de Toy Story, que fugia dos musicais e filmes de princesa tradicionais da Disney. “O coração disso, que não havia sido feito na época, foi que, em vez de fazer um musical ou um filme de princesa, foi um filme de amizade. Era sobre esses dois personagens que se enfrentam, que se odeiam, mas que crescem e aprendem a se amar a ponto de se sacrificarem. E acho que essa é uma história muito bonita, e é uma história que revisitamos várias vezes”.

Lembrando que foi anunciado ‘Toy Story 5‘ que será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de junho de 2026.

Andrew Stanton, diretor de ‘Wall-E‘ e ‘Procurando Nemo‘, comandará a produção, que contará com o retorno de Tim Allen (Buzz Lightyear) e Tom Hanks (Woody).

toy story 1

‘The Handmaid’s Tale’: ÚLTIMA temporada ganha trailer legendado e data de estreia na Paramount+ Brasil!

Paramount+ Brasil divulgou o trailer legendado da 6ª e última temporada de ‘The Handmaid’s Tale’, drama distópico estrelado por Elisabeth Moss.

O ciclo de encerramento chega à plataforma de streaming no dia 09 de abril, um dia depois do lançamento nos Estados Unidos.

Confira:

Na nova temporada, June (Elisabeth Moss) enfrenta as consequências pela morte de Waterford, enquanto luta para redefinir sua identidade e propósito, buscando vingança por todo o mal que Gilead lhe causou.

A chegada da 6ª e última temporada ocorre após um hiato de mais de dois anos. A 5ª temporada foi lançada em setembro de 2022, com seus dois primeiros episódios estreando no Festival de Toronto.

O ciclo em questão começou com June Osborne (Moss) em oposição à Serena Joy Waterford (Yvonne Strahovski), com ambas vivendo momentos bem distintos em suas vidas. A temporada então se encerra com a mesma expressão entre as duas, quando elas inesperadamente se encontraram em um trem de refugiados de Gilead a caminho de  Vancouver e, eventualmente, Havaí.

Agora, a série retorna com June e Serena Joy em lados opostos desse tabuleiro de xadrez. Enquanto a mocinha se reúne com o marido Luke (O-T Fagbenle) e o amante Nick (Max Minghella) para planejar o fim de Gilead e de seu perverso governo, Serena Joy parece confusa em relação ao que está por vir.

OT Fagbenle, Samira Wiley, Madeline Brewer, Amanda Brugel e Sam Jaeger completam o elenco da produção. Alexis Bledel deixou a série após quatro temporadas.