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‘O Estúdio’: Série de comédia com Seth Rogen chega ESTA SEMANA ao streaming!

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‘O Estúdio’, a aguardada série de comédia de Seth Rogen, chega esta semana ao catálogo da Apple TV+.

A produção tem estreia agendada para o próximo dia 26 de março na plataforma de streaming.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Evan Goldberg co-escreve o projeto.

A trama acompanha um estúdio de cinema de Hollywood tentando sobreviver em um mundo em que a convivência entre arte e comércio se torna cada vez mais difícil.

Catherine O’HaraKathryn HahnIke BarinholtzChase Sui Wonders fazem parte do elenco. Bryan CranstonKeyla Monterroso MejiaDewayne Perkins farão participações especiais.

Este é a mais nova colaboração entre Rogen e a Apple TV+, que já trabalharam juntos na aclamada série ‘Platonic’.

‘Novocaine: À Prova de Dor’: Vídeo nos leva aos BASTIDORES da comédia de ação com Jack Quaid

A Paramount Pictures divulgou um vídeo promocional inédito de ‘Novocaine: À Prova de Dor‘, comédia de ação estrelada por Jack Quaid (‘Pânico’, ‘Acompanhante Perfeita’).

O material nos leva aos bastidores da produção, que tem estreia agendada para 27 de março.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Dan Berk e Robert Olsen (‘Uma Obsessão Desconhecida’) são responsáveis pela direção, a partir de um roteiro assinado por Lars Jacobson (‘Herança Maldita’).

Nathan Caine (Quaid) possui uma condição rara que o impede de sentir dor. Ele se apaixona por uma colega de trabalho, mas, no dia seguinte ao primeiro encontro, ela acaba sequestrada por bandidos. Motivado pelo desejo de salvá-la, Nathan parte em uma aventura repleta de ação e tira vantagem de sua insensibilidade.

O elenco ainda conta com Amber Midthunder, Ray Nicholson, Jacob Batalon, Betty Gabriel e Matt Walsh.

Assista à prévia do sétimo e PENÚLTIMO episódio da 3ª temporada de ‘The White Lotus’!

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A 3ª temporada da aclamada série ‘The White Lotus‘ está em exibição na HBO e na Max e, agora, foi divulgado a prévia do próximo episódio da iteração.

Intitulado “Killer Instincts”, o sétimo e penúltimo capítulo vai ao ar no próximo dia 30 de março, às 23h.

Confira:

No Rotten Tomatoes, a terceira iteração abriu com espetacular 95% de aprovação – tendo a maior porcentagem da série até agora (contra 90% de aprovação na 1ª temporada e 94% de aprovação na 2ª).

Segundo o consenso geral, “mais sombria e paciente com sua narrativa do que as temporadas anteriores, ao mesmo tempo em que ostenta um novo conjunto excelente cheio de performances ácidas, a terceira temporada de The White Lotus oferece uma trégua espiritual que abala a alma”.

Confira os principais comentários:

“No seu melhor, é um retrato incisivo de classe, riqueza, poder e o vaivém entre as aparências e a realidade” – The Daily Beast.

“Mais uma vez apoiado por cenários lindos, escrita excelente e um elenco de estrelas, Mike White reafirma o status de The White Lotus como um dos melhores programas da televisão” – The Gate.

“Os primeiros seis episódios são indicativos de grandeza, um retorno à forma que faz a série alcançar novos patamares, buscar novos níveis de estranheza e voltar a ser o programa mais quente da televisão” – AwardsWatch.

“Essa temporada é sombria, distorcida e extremamente desconfortável de assistir (mas no bom sentido). O novo elenco se encaixa perfeitamente neste mundo, mas Jennifer Coolidge faz falta” – Mama’s Geeky.

“Um novo capítulo grandioso, o festival de miséria de White aproveita os pontos fortes de seus antecessores, ao mesmo tempo que mantém as coisas novas e interessantes” – Empire Magazine.

Ambientada na Tailândia, a terceira temporada foca em um grupo multigeracional, incluindo um patriarca, uma executiva, uma atriz, duas mães, um desajustado e um praticante de ioga.

O elenco conta com Walton Goggins, Carrie Coon, Leslie Bibb, Michelle Monaghan, Parker Posey e Lisa, além do retorno de Natasha Rothwell.

‘O Morro dos Ventos Uivantes’: Margot Robbie aparece vestida de noiva em nova foto; Confira!

A estrela Margot Robbie (‘Barbie’) apareceu vestida de noiva em uma foto nas redes sociais durante as gravações de O Morro dos Ventos Uivantes, de Emily Brontë, na Inglaterra.

A nova adaptação será lançada nos cinemas pela Warner Bros. Discovery em 14 de fevereiro de 2026.

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A obra de Brontë acompanha o Sr. Earnshaw, que encontra um órfão nas ruas e decide adotá-lo, levando-o para o sombriamente isolado Morro dos Ventos Uivantes, onde vive com sua família. O órfão recebe o nome de Heathcliff, e enquanto ele é bem recebido por Catherine, a filha do senhor Earnshaw, seu irmão mais velho, Hindley, sente ciúmes e desprezo, e faz de tudo para humilhá-lo.

À medida que crescem, nasce uma paixão avassaladora entre Catherine e Heathcliff, o que só alimenta o ódio de Hindley. Após a morte do pai, a família entra em uma profunda crise financeira, e Catherine sente-se pressionada a se casar com Edgar Linton, um homem rico, para manter sua posição social. Heathcliff não aceita o casamento e, devido ao seu amor obsessivo, decide partir com a intenção de voltar para se vingar de todos.

Robbie será Catherine Earnshaw na adaptação.

A produção será dirigida por Emerald Fennell, vencedora do Oscar de Melhor Roteiro Original por ‘Bela Vingança’ e que já trabalhou com Elordi no polêmico ‘Saltburn’. Fennell também assina o roteiro e atua como produtora.

As filmagens estão previstas para começar no Reino Unido em 2025.

Maggie e Negan retornam no trailer INÉDITO da 2ª temporada de ‘The Walking Dead: Dead City’; Confira!

A AMC divulgou mais um trailer oficial da 2ª temporada de ‘The Walking Dead: Dead City‘, série derivada estrelada por Lauren Cohen e Jeffrey Dean Morgan.

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O próximo ciclo está programado para o dia 4 de maio.

Vale lembrar que a 1ª temporada está disponível no catálogo brasileiro do Prime Video.

Na trama, anos se passaram desde a última vez que vimos Maggie e Negan, e agora eles terão que formar uma aliança tênue para completar uma missão perigosa. Eles vão à ilha de Manhattan, que desenvolveu as ameaças únicas ao se manter isolada desde o início do apocalipse dos caminhantes.

Na cidade, Maggie e Negan encontram moradores de Nova York, fogem de um delegado com passado conturbado e caçam um famoso assassino. Mas à medida que a dupla se aprofunda na cidade infestada de zumbis, torna-se evidente que os traumas de seu passado tumultuado podem ser uma ameaça tão grande quanto os perigos do presente.

O roteiro fica por conta de Eli Jorné, que também assume as funções de coprodutor executivo e showrunner.

Ncuti Gatwa enfrenta jogos MORTAIS no trailer inédito da 2ª temporada de ‘Doctor Who’; Confira!

Disney+ divulgou o novo trailer da 2ª temporada de ‘Doctor Who‘, reboot que traz no Ncuti Gatwa (‘Sex Education’) no papel titular.

O próximo ciclo estreará em 12 de abril.

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Criada por Russell T. Davies, a série está disponível no Disney+.

Millie Gibson, Susan Twist e Jinkx Monsoon também estrelam a nova versão.

Na nova era de Doctor Who, o Doutor (Gatwa), viaja através do tempo em uma cabine telefônica chamada TARDIS. Na companhia de Ruby Sunday (Gibson), ele desvenda mistérios e combate criaturas estranhas e anomalias em diferentes períodos históricos.

‘The White Lotus’: Em meio a polêmicas, elenco defende trama de [SPOILER]

A 3ª temporada de The White Lotus gerou controvérsia ao exibir um momento íntimo entre os irmãos Saxon (Patrick Schwarzenegger) e Lochlan (Sam Nivola), que se beijam durante uma viagem. Apesar das críticas que consideraram a cena chocante e forçada, o elenco da série defende a decisão criativa.

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, Schwarzenegger argumentou que a cena não foi inserida apenas para chocar o público.

“Há um elemento de sensacionalismo, mas também há a exploração da psique do personagem e dos conflitos que ele enfrenta. Como isso afeta a forma como ele se vê?. Seus pensamentos sobre masculinidade, sobre o que define um homem… tudo isso é colocado à prova no episódio e nos dias que o precedem”, afirmou.

O ator continua: “Mike [White, criador da série] faz um ótimo trabalho ao desenvolver meu personagem nessa cena, e em temporadas anteriores, sempre trazendo algo divertido e ousado, que provoca discussões, mas que também contribui para a jornada do personagem. No caso de Saxon e seu irmão, há muito mais em jogo do que apenas o choque visual”.

Nos episódios mais recentes, o público foi surpreendido com a revelação de que os irmãos também participaram de um ménage à trois com Chloe (Charlotte Le Bon).

Sobre a gravação dessas cenas, Nivola admite que era impossível evitar o desconforto: “É inevitável sentir tensão quando você está nu diante de todas aquelas câmeras”.

“Confiamos muito no Mike”, acrescenta Nivola, “porque sempre há um momento chocante, louco e intenso em cada temporada. Nunca é apenas para chocar, sempre serve à história. E aquela cena [de incesto] é o incidente que desencadeia o que acontece com nosso relacionamento a partir daí. É uma ótima ferramenta narrativa. Ao aceitar o papel, confiamos no Mike porque ele é um cara incrível e um gênio”.

Desde o início da temporada, os espectadores já haviam notado indícios da relação controversa entre os irmãos. Em uma cena, Saxon dorme nu enquanto divide o quarto com Lochlan, que observa o corpo do irmão.

A HBO, emissora responsável pela série, brincou nas redes sociais ao publicar uma galeria de fotos de personagens incestuosos de suas produções, incluindo ‘Game of Thrones’ e ‘A Casa do Dragão’, com a legenda: “Família em primeiro lugar”.

 

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Ambientada na Tailândia, a terceira temporada foca em um grupo multigeracional, incluindo um patriarca, uma executiva, uma atriz, duas mães, um desajustado e um praticante de ioga.

O elenco conta com Walton Goggins, Carrie Coon, Leslie Bibb, Michelle Monaghan, Parker Posey e Lisa, além do retorno de Natasha Rothwell.

‘Adolescência’: Internautas DETONAM participação de Brad Pitt na série

A série Adolescência, da Netflix, tem conquistado cada vez mais público e se consolidado como um dos maiores sucessos da plataforma. No entanto, a produção tem sido alvo de críticas por um motivo inesperado.

Nas redes sociais, internautas descobriram que Brad Pitt, astro de Hollywood, é um dos produtores da série. O ator é creditado como produtor executivo da produção, através de sua produtora, Plan B Entertainment.

A descoberta gerou indignação entre alguns internautas, que consideram irônico o fato de Pitt, acusado de agressão aos filhos e à ex-esposa Angelina Jolie, lucrar com uma série que aborda a morte de uma adolescente.

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Brad Pitt sendo o produtor executivo de Adolescência mostra como a misoginia e a violência contra as mulheres são vistas como algo tão aceitável na sociedade. O mesmo homem que estrangulou seus próprios filhos em um avião e foi abusivo com a Angelina está ganhando dinheiro com um filme sobre meninos que odeiam mulheres. Que decepção!”.

“A atuação em Adolescência está ótima, mas eu quase surtei quando vi que foi produzido por Brad Pitt”.

Brad Pitt produtor de adolescência ?”.

“Acabei de começar a adolescência na Netflix e vi o nome de Brad Pitt como produtor nos créditos de abertura”.

“O fato de Brad Pitt, um agressor doméstico, ter produzido Adolescência é profundamente fascinante para mim”.

“É uma loucura Brad Pitt ser produtor de Adolescência e também de Mickey 17”.

“Vendo o crédito de Brad Pitt como produtor executivo de Adolescência”.

“Acabei de ver Brad Pitt como produtor executivo de Adolescência, o que é meio ridículo, já que as pessoas mal reconhecem como ele também cometeu violência contra as mulheres”.

Adolescência é uma série fantástica e Stephen Graham é um dos melhores atores, mas seu discurso sobre como a internet perpetua a misoginia soa um pouco vazio, considerando seu apoio público a Johnny Depp. Sem falar no fato de que ele fez com que Brad Pitt produzisse a série”.

Adolescência é realmente incrível no que diz respeito ao seu tema, mas é bem desagradável ver o nome de Brad Pitt como produtor”.

A série foi criada por Graham, Jack Thorne e Philip Barantini.

A minissérie narra a história história de como o mundo de uma família vira de cabeça para baixo quando um jovem de treze anos é preso pelo assassinato de uma adolescente que estuda em sua escola.

Ashley WaltersErin DohertyFaye MarsayChristine TremarcoMark StanleyJo HartleyAmélie PeaseOwen Cooper completam o elenco.

Graham também fica responsável pelo roteiro ao lado de Thorne.

‘Quando Chama o Coração’ é RENOVADO para 13ª temporada

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A série ‘Quando Chama o Coração’ (When Calls the Heart), um dos maiores sucessos da Hallmark Media, foi oficialmente renovada para sua 13ª temporada, estabelecendo um novo recorde para o canal.

Segundo o Deadline, o anúncio foi feito durante o final da 12ª temporada. Vale lembrar que a série já é a produção mais longa da história da Hallmark Channel.

A nova temporada está prevista para estrear em 2026.

“Os Hearties são muito mais do que um fã-clube — eles são uma comunidade conectada, tão leal e solidária quanto os personagens de Hope Valley”, declarou Samantha DiPippo, Vice-presidente Sênior de Programação da Hallmark Media, em um comunicado. “É uma honra contar histórias de esperança, resiliência, humor e romance que continuam a ressoar com milhões de telespectadores por doze temporadas e além.”

Na trama, Elizabeth Thatcher, uma culta e jovem professora em 1910, teme deixar seu mundo confortável na cidade. Mas quando ela aceita um cargo de professora em uma cidade na fronteira, ela descobre novos propósitos, esperanças e amor.

O elenco conta com Erin Krakow, Martin Cummins, Pascale Hutton, Jack Wagner e Kavan Smith.

Atração do ‘Ratatouille’ no parque Epcot da Disney sofre incêndio e evacuação

Um incêndio de pequenas proporções ocorreu no parque temático Epcot, no Walt Disney World Resort, próximo ao Pavilhão da França, na atração Remy’s Ratatouille Adventure. O incidente aconteceu no último sábado (22) e forçou a evacuação dos visitantes.

Segundo o Deadline, o fogo começou em um refrigerador de grande porte. Felizmente, não houve relatos de feridos. Os bombeiros agiram rapidamente e conseguiram controlar as chamas por volta das 19h20, permitindo que o parque retomasse suas atividades normais.

Vídeos compartilhados nas redes sociais mostraram uma densa coluna de fumaça escura elevando-se acima do parque. A causa do incêndio ainda está sob investigação.

Ratatouille está disponível no Disney +.

‘Branca de Neve’: Antes do live-action atual, Disney quase lançou derivado focado em irmã da princesa

O live-action de Branca de Neve já está em cartaz nos cinemas nacionais. No entanto, antes do lançamento desse longa, a Disney quase lançou uma versão live-action derivada da história da primeira princesa do estúdio: ‘Rose Red’.

Para quem não conhece, em 1837, os Irmãos Grimm publicaram “Snow-White and Rose-Red”, uma história que não está conectada ao conto original de Branca de Neve de 1812. Na trama, duas meninas, que vivem com a mãe pobre, recebem a visita de um urso falante. O urso logo se torna amigo delas e, de certa forma, um hóspede em sua casa. Eventualmente, surge um vilão: um anão que deseja roubar o tesouro do urso. A história culmina com o urso matando o anão, o que faz com que o urso retorne à sua forma humana original.

Conforme o ComicBook, no início de 2016, surgiu a notícia de que a Disney havia encomendado um roteiro para um filme de Rose Red, que se conectaria ao longa clássico.

Na trama, Rose Red seria irmã de Branca de Neve. A personagem se uniria aos Sete Anões após sua irmã adormecer eternamente após morder a maçã envenenada. Juntos, Rose Red e os Anões partiriam em uma jornada para tentar salvar a princesa.

No entanto, a mudança de direção da Disney, impulsionada pelo sucesso da adaptação fiel de ‘A Bela e a Fera’, selou o destino de ‘Rose Red’, que foi cancelado pouco tempo depois.

A decisão veio da constatação de que o público demonstrava preferência por adaptações mais fiéis, e a ideia de um spin-off foi descartada.

Branca de Neve’ está em cartas nos cinemas.

Crítica | ‘Branca de Neve’ recaptura a magia da animação original através da fabulosa atuação de Rachel Zegler

Além disso, o longa está envolvido em diversas polêmicas, que têm gerado bastante discussão nas redes sociais e entre os fãs.

Do produtor e produtor executivo de Wicked, Marc Platt e Jared LeBoff, e do diretor Marc Webb (O Espetacular Homem-Aranha) chega Braca de Neve – uma releitura musical live-action do clássico filme de 1937 do estúdio.

A mágica aventura musical retorna à história atemporal com Rachel Zegler (Amor, Sublime Amor) no papel-título e Gal Gadot (Mulher-Maravilha), como sua madrasta, a Rainha Má.

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Showrunner de ‘Agatha Desde Sempre’ CONFIRMA teoria dos fãs

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A série Agatha Desde Sempre’, da Marvel, tem gerado grande repercussão e diversas teorias entre os fãs. Uma das mais populares envolve a paternidade de Nicholas Scratch, filho de Agatha Harkness.

Na série, Agatha afirma ter criado seu filho “do zero”. No entanto, o relacionamento da bruxa com Rio (a Morte) levou os fãs a teorizarem que Rio seria o “pai” de Nicholas, especialmente devido à semelhança do ator que interpreta Nicholas com Aubrey Plaza, que interpreta Rio, e à dinâmica entre os dois personagens.

Segundo o ComicBook, a showrunner Jac Schaeffer finalmente respondeu às teorias dos fãs, com uma revelação que promete agradar: “Durante o desenvolvimento, recebemos muitas perguntas sobre quem era o pai. E nós respondíamos: ‘Por que vocês querem saber?’ Era algo importante para os roteiristas e para mim. Foi muito legal poder confirmar algo que os fãs haviam percebido”.

Agatha Desde Sempre’ está disponível no Disney+.

A série foi criada por Jac Schaeffer.

A trama se passa três anos depois de WandaVision e acompanha Agatha Harkness (Kathryn Hahn) que, após ficar presa em um feitiço lançado por Wanda Maximoff/Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), consegue sair de sua prisão sem grades e retorna à realidade sedenta por vingança e pelo desejo de sair de Westview. Todavia, as coisas mudam quando Rio Vidal (Aubrey Plaza) aparece em sua casa e revela que inúmeros bruxos desejam matar Agatha em virtude de acontecimentos passados – o que coloca a protagonista em uma luta pela própria vida ao lado de um clã de companheiras.

O elenco também conta com Joe LockeSasheer ZamataAli AhnMaria DizziaPaul AdelsteinMiles Gutierrez-RileyOkwui OkpokwasiliDebra Jo Rupp e Patti LuPone.

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Fotos de bastidores revelam construção MISTERIOSA no set de ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’; Confira!

As filmagens de ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’, filme que integrará o DCU e que traz Milly Alcock como a heroína titular, seguem a todo vapor – e, agora, uma imagem inédita de bastidores começou a circular nas redes sociais.

Através do X (antigo Twitter), o perfil @UnBoxPHD divulgou uma nova foto mostrando uma grandiosa e misteriosa construção ganhando vida no set do longa-metragem. Apesar de poucos detalhes, especula-se que a construção em questão seja uma nave kryptoniana.

Confira:

O perfil também compartilhou mais duas imagens do mesmo set:

O filme fica a encargo de Craig Gillespie, conhecido por seu trabalho em Cruella eEu, Tonya.

Gillespie é reconhecido por sua habilidade em trazer à vida histórias cativantes, tendo dirigido também outros filmes comoDinheiro Fácil’, A Garota Ideal e Arremesso de Ouro.

Escrito por Ana Nogueira, o longa chega aos cinemas em 2026.

Baseado na série de oito edições do escritor Tom King, ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’ será uma aventura de ficção científica que mostrará a prima do Superman de uma maneira que os espectadores não estão acostumados a vê-la. Na trama, Kara Zor-El, acreditando estar sem propósito, é procurada por uma garota alienígena para uma missão de vingança contra os vilões que exterminaram seu planeta. Agora, uma kryptoniana, um cachorro e uma criança com o coração partido partem para o espaço em uma jornada que mudará suas vidas para sempre.

EMOCIONANTE! Confira o trailer dos episódios FINAIS de ‘Se a Vida Te Der Tangerinas’, novo dorama da Netflix

A Netflix divulgou o trailer da quarta (e última) parte da série coreana ‘Se a Vida Te Der Tangerinas‘.

Com os doze primeiros episódios já estão disponíveis no serviço de streaming, os capítulos finais estão programados para o dia 28 de março.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Em Jeju, a união entre uma jovem ousada e um rapaz esforçado se transforma em uma história de obstáculos e triunfos, provando que o amor pode perdurar por gerações.

Dirigido por Kim Won-seok, o roteiro do seriado é assinado por Lim Sang-choon.

O elenco conta com IUPark Bo-gumMoon So-riPark Hae-joon.

10 Dicas de Ótimos Filmes latino-americanos

A importância cultural por meio das reflexões que uma obra cinematográfica produz é fundamental para entendermos a identidade de um país. Mostrando importantes retratos sociais, o cinema latino-americano vem ganhando cada vez mais visibilidade no cenário mundial com produções marcantes. Pensando nisso, resolvemos criar uma lista com 10 filmaços dessa região do continente americano:

 

Tantas Almas

Na trama, conhecemos José, um homem que sustenta sua família faz anos através da pesca em uma região litorânea na Colômbia. Certo dia, após voltar de uma longa pesca de noite, descobre que integrantes de uma força paramilitar mataram seus dois filhos e os jogaram no rio. Reunindo forças de onde não tem José resolve ir atrás dos corpos dos dois filhos em um perigoso trajeto.

 

Nove Rainhas

Juan e Marcos, dois vigaristas que se encontraram por acaso numa loja, resolvem unir forças para um golpe bastante lucrativo. Com as cartas sempre escondidas, e com a desconfiança rolando solta, nunca sabemos onde está a verdade. Até o final. Brilhante roteiro cheio de reviravoltas.

 

O Segredo dos Seus Olhos

Na trama, acompanhamos o solitário oficial de justiça Benjamin (Ricardo Darín) que acabara de se aposentar e preso a uma história de seu passado, um caso mal solucionado de assassinato, resolve escrever um livro e assim acompanhamos sua vida no tempo do ocorrido, anos atrás, onde inclusive ele conhece o grande amor de sua vida, Irene (Soledad Villamil). Com o passar dos fatos vamos acompanhando as investigações e absurdos dos fatos, que inclusive fere demais o ex-marido da vítima, uma homem que parou no tempo por conta da tragédia e a quem Benjamin promete ajudar.

 

Um Conto Chinês

Muito mal-humorado e recluso, Roberto é dono de uma loja de ferragens. Um dia, ajuda um homem recém chegado da China (que não fala sequer uma palavra em espanhol) a encontrar o tio – seu único parente vivo.

 

Relatos Selvagens

Na trama, acompanhamos pessoas em situações de desequilíbrios emocionais. Um homem perturbado reúne desafetos em um avião com desenrolares inimagináveis; uma garçonete enxerga uma oportunidade quando seu destino se cruza novamente com um agiota inescrupuloso e arrogante que destruiu sua família; uma briga de trânsito toma enormes proporções em uma estrada isolada; um engenheiro, perito em demolição e dominado pelo estresse do cotidiano, vai até as últimas consequências com o Detran argentino; um empresário ricaço precisa lidar com as consequências de um ato trágico feito pelo filho; uma mulher descobre que foi traída em meio a comemoração de sua união.

 

7 Caixas

Em 7 Caixas somos apresentados a Víctor (Celso Franco), um carreteiro de 17 anos, que trabalha dia e noite em um famoso mercado no centro de Assunção (Paraguai) sonhando em algum dia ser famoso e aparecer nas telinhas das televisões que lotam as lojas do grande mercado. Certo dia, recebe uma proposta diferente e misteriosa, transportar 7 caixas de madeira até um lugar, cujo conteúdo ele desconhece, em troca de uma nota rasgada ao meio de 100 dólares. Assim, ao lado de sua amiga Liz (Lali Gonzalez) precisa chegar até o seu destino fugindo de todos que não querem que isso aconteça.

 

Uma Mulher Fantástica

Na trama, conhecemos Marina (Daniela Vega), uma jovem transexual, garçonete, que mantém um sonho em ser cantora lírica. Sua vida amorosa está muito feliz, mantém um relacionamento com um homem mais velho chamado Orlando (Francisco Reyes) e o carinho é imenso de ambas as partes. Após uma noite agitada, o casal volta para casa e durante a madrugada Orlando começa a passar mal e acaba falecendo horas depois no hospital. Completamente abalada, Marina precisará enfrentar o preconceito da família de Orlando para poder se despedir do seu grande amor.

 

A Vida dos Peixes

Abordando um reencontro de dois eternos namorados, em uma festa rodeada de passado e indefinição sobre o futuro, brilha em cena dois artistas que se completam: Santiago Cabrera e Blanca Lewin dão vida aos personagens que comovem o público com suas incertezas e desejos evidentes um pelo outro.

 

Oeste Outra Vez

Na trama, conhecemos o amargurado Totó (Ângelo Antônio), dono de um bar decadente, que após ser abandonado pela companheira, resolve acertar as contas com um outro morador da cidade onde mora, Durval (Babu Santana). Totó então contrata Jerominho (Rodger Rogério), que diz ser um competente pistoleiro, para matar Durval. Mas as coisas não saem conforme o planejado, levando essa história para uma série de desencontros rumo às profundezas da solidão.

 

Manas

Na trama conhecemos Tiele (Jamilli Correa), que vive com sua família em uma região na Ilha de Marajó, no Pará. Cheia de sonhos logo entra em um pesadelo, começando por perguntas em respostas no sumiço da irmã. Quando se vê perdida e completamente atingida pela violência que chega aos seus olhos de forma cruel, persegue o socorro por um caminho solitário até as últimas consequências.

 

 

Milly Alcock é destaque na imagem INÉDITA de ‘Sirens’, nova comédia sombria da Netflix

Através das redes sociais, Milly Alcock (‘A Casa do Dragão’, ‘Supergirl’) divulgou uma imagem inédita de Sirens, nova comédia sombria da Netflix.

A produção tem estreia marcada para o dia 22 de maio.

Confira:

O elenco ainda conta com Meghann Fahy, Julianne Moore, Bill Camp, Glenn Howerton, Kevin Bacon, Josh Segarra, Felix Solis, Trevor Salter, Britne Oldford, Lauren Weedman, Jenn Lyon, Erin Neufer e Emily Borromeo.

Criada por Molly Smith Metzler (‘Maid’), a série é baseada na peça também assinada por Metzler, ‘Elemeno Pea‘.

Dani GorinTom AckerleyMargot Robbie entram como produtores, enquanto Nicole Kassell (‘Watchmen’) entra como diretora e produtora executiva.

A trama acompanha Devon (Fahy), que está preocupada com o relacionamento assustador de sua irmã Simone (Alcock) com sua nova chefe, a misteriosa socialite e ativista animal Michaela Kell (Moore). O estilo de vida cult e ultraluxuoso de Michaela é como uma droga para Simone, e Devon acha que é hora de uma intervenção. Quando Devon rastreia sua irmã para descobrir o que está acontecendo, ela subestima o que esperar quando se tem Michaela como inimiga.

10 Ótimos Filmes exibidos no Lanterna Mágica 2025

Um dos eventos mais respeitados no Brasil quando o assunto é animação, o Lanterna Mágica chegou na sua sétima edição em 2025 trazendo um leque de reflexões e olhares com duas fortes mostras competitivas: uma nacional, outra internacional. As sessões ocorreram na excelente projeção da sala de cinema CINEX que fica no Centro Cultural Oscar Niemeyer, em Goiânia.

Com filmes de vários lugares do mundo e seus assuntos e técnicas variadas, o público teve a oportunidade de conferir projetos criativos e participar de debates sobre as obras. O evento contou também com outras atividades complementares – laboratórios de projetos, palestras, oficinas – que rolaram do dia 18 a 22 de março.

Para contar um pouco mais sobre algumas interessantes histórias que acompanhamos através do universo da animação, segue abaixo uma lista com 10 Ótimos Filmes exibidos no Lanterna Mágica 2025:

 

The Car That Came Back From the Sea

Premiado em alguns festivais, essa ótima animação curta-metragem polonesa – com seu ritmo intenso e equilibrado por uma narrativa certeira – nos leva até a história de alguns amigos, um carro e uma viagem que acaba passando mudanças sociais e políticas de um país.

 

In the Shadows of the Cypress

Emocionante curta-metragem iraniano, vencedor do Oscar de Melhor Curta de Animação. No exílio de suas ações, tendo a distância como elemento agregador das emoções, e trazendo questões que atingem o estresse pós-traumático, conhecemos pai e filha em uma crise nessa relação. Quando a filha chega em seu limite e está prestes a ir embora, uma baleia encalha bem na frente da casa deles.

 

Anacleto, o Balão

Nesse curta-metragem do Paraná, acompanhamos a saga de um jovenzinho que um dia se vê de frente com um balão vermelho. Esse artefato de papel fino e com formatos variados passa a fazer parte da família, interagindo no café da manhã e até acompanhando jogos de futebol com toda a família. Após um tempo, algumas situações inusitadas começam a fazer parte das percepções do jovem e os sustos se tornam algo constante.

 

Papillon

O curta-metragem francês Papillon conta a incrível história de um homem, suas memórias e a forte ligação com a água. Esse personagem é baseado no nadador Alfred Nakache, um dos únicos atletas judeus a competirem nos Jogos Olímpicos depois de passar os horrores do Holocausto. Um filmaço!

 

The Salami Sandwich

Trazendo os olhares para a terrível ditadura argentina que percorreu os anos 70 e 80, o curta argentino The Salami Sandwich nos mostra através de uma animação cheia de efeitos e com traços marcantes o retrato de um militante capturado e torturado por autoridades militares que busca uma saída para aquela situação.

 

Eu e o Boi, o Boi e Eu

Em cinco interessantes minutos acompanhamos um pequeno recorte na vida de uma criança que paralisa seus olhos para as histórias que escuta da mãe sobre um tal boi da manta que é uma figura representativa de uma festa popular conhecida em sua cidade, Pedro Leopoldo. Com o passar do tempo a criança embarca em jornada de onde vai do extremo de um medo incessante até um fascínio pelas descobertas.

 

A Viagem de Tetê

Trazendo outros significados e maneiras de olhar um momento importante na vida de uma mãe – o desmame – o longa-metragem carioca A Viagem de Tetê nos leva até um simpático recorte tendo na frente das questões uma jovenzinha e sua relação com Tetê, uma teta carismática que um dia precisa ir embora. Esse é um filme lindo, que emociona, além de refletir sobre um tema importante e pouco falado no cinema.

 

Mergulhão

Adaptação de um quadrinho homônimo, o curta-metragem pernambucano Mergulhão bate na tecla das relações sociais, nas lutas de muitos contra o sufocamento de quem está no poder. Adorei, deu vontade de ler o quadrinho!

 

O Nome da Vida

Com uma ampla contextualização sobre um momento conturbado de nosso país, o curta-metragem O Nome da Vida é um poderoso thriller baseado na história de um militante preso durante uma operação na ditadura militar.

 

Pressure

Ao abordar o transbordar das emoções escondidas, algo como uma necessidade de desabafo, aos olhos de uma personagem em conflito, o curta-metragem Pressure nos leva até um projeto reto, criativo e objetivo com pontos de reflexões sobre o viver. Impressionante como um filme consegue ser tão profundo e impactante em apenas dois minutinhos.

 

Saiba QUAIS estrelas de Hollywood pediram para Trump IMPEDIR que as empresas usem obras protegidas no treinamento de IA

A Inteligência Artificial usa textos, livros e obras de autores para criar textos e ideias plagiadas e se auto-treinar.

Como forma de proteger as obras e seus autores, 400 líderes criativos de Hollywood assinaram uma carta aberta ao Escritório de Política Científica e Tecnológica da Casa Branca, solicitando que a administração Donald Trump não reverta as proteções de direitos autorais sob a influência das empresas de inteligência artificial (IA) em Hollywood.

Conheça algumas das estrelas que assinaram a carta:

Ben Stiller

Mark Ruffalo

Guillermo del Toro

Natasha Lyonne

Paul McCartney

Cynthia Erivo

Cate Blanchett

Phoebe Waller-Bridge

Cord Jefferson

Bette Midler

Ava Duvernay

 Paul Simon

Aubrey Plaza

Ángel Manuel Soto

Ron Howard

Taika Waititi

Ayo Edebiri

Joseph Gordon-Levitt

Lily Gladstone

Sam Mendes

Brit Marling

Janelle Monáe

 Bryn Mooser

Rian Johnson

Paul Giamatti

Maggie Gylenhall

Alfonso Cuarón

Olivia Wilde

Judd Apatow

 Kim Gordon

Chris Rock

Michaela Coel.

Segundo a Variety, a carta foi escrita em resposta a recentes solicitações feitas ao Escritório de Política Científica e Tecnológica pela OpenAI e Google, que afirmaram que a legislação de direitos autorais dos Estados Unidos deveria permitir que empresas de IA treinem seus sistemas com obras protegidas por direitos autorais sem precisar obter permissão (ou compensação) dos detentores de direitos.

Em um trecho da carta, os signatários afirmam:

“Acreditamos firmemente que a liderança global dos EUA em IA não deve ocorrer à custa de nossas indústrias criativas essenciais”.

Além disso, a carta alerta que “as empresas de IA estão pedindo para minar essa força econômica e cultural, enfraquecendo as proteções de direitos autorais para filmes, séries de TV, obras de arte, escritos, músicas e vozes usadas para treinar modelos de IA no núcleo das avaliações corporativas de bilhões de dólares”.

A carta também destaca que Google e OpenAI “estão buscando uma isenção especial do governo para explorar livremente as indústrias criativas e de conhecimento dos EUA, apesar de suas receitas substanciais e fundos disponíveis. Não há razão para enfraquecer ou eliminar as proteções de direitos autorais que ajudaram os EUA a prosperar”.

A OpenAI defende que a doutrina do uso justo da lei de direitos autorais dos EUA “promove o desenvolvimento de IA” e propõe que o pais “tomem medidas para garantir que nosso sistema de direitos autorais continue a apoiar a liderança da IA nos EUA e a segurança econômica e nacional”, incluindo “trabalhar para impedir que países menos inovadores imponham seus regimes legais às empresas de IA americanas e desacelerem nosso progresso”.

O Google, por sua vez, defende “regras equilibradas de direitos autorais, como exceções de uso justo e mineração de texto e dados”.

Ele ainda destaca que têm sido “críticas para permitir que os sistemas de IA aprendam com o conhecimento prévio e dados publicamente disponíveis, desbloqueando avanços científicos e sociais. Essas exceções permitem o uso de material protegido por direitos autorais e disponível publicamente para o treinamento de IA sem impactar significativamente os detentores de direitos, evitando negociações muitas vezes imprevisíveis, desequilibradas e longas com os detentores de dados durante o desenvolvimento de modelos ou experimentação científica”.

‘Um Lugar Silencioso 3’ vai acontecer? Produtor responde!

Durante o Festival SXSW, o produtor Brad Fuller falou sobre a vindoura sequência ‘Um Lugar Silencioso 3’ após o atraso no lançamento do filme.

Fuller, que estava presente no evento promovendo seu próximo filme, ‘O Astronauta’, revelou que a continuação ainda está em andamento.

“Então, ‘Um Lugar Silencioso: Dia Um’ não é ‘Um Lugar Silencioso 3’, só para deixar claro”, ele disse. “‘‘Um Lugar Silencioso 3‘ está começando a ser montado agora. Sabe, quando fizemos o primeiro, John [Krasinski] não tinha muito o que fazer. Ele tinha acabado de sair de ‘The Office’ e queria ser diretor.”, disse ao The Direct.

O terceiro capítulo do suspense, estrelado por Emily Blunt, foi adiado por razões desconhecidas e agora permanece sem uma data confirmada de lançamento.

Enquanto aguardamos mais notícias sobre ‘Um Lugar Silencioso 3’, vale ressaltar que o spin-off ‘Um Lugar Silencioso: Dia Um’ já está disponível na Netflix.

O filme explorou eventos anteriores ao capítulo de estreia e apresentou um elenco composto por nomes como Lupita Nyong’o (‘Nós‘), Joseph Quinn (‘Stranger Things‘), e Alex Wolff (‘Hereditário’).

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A produção mostra o primeiro dia da invasão alienígena e é ambientada na cidade grande, em Nova York, seguindo a luta pela sobrevivência da personagem de Nyong’o, que está tentando proteger seu filho.

Michael Sarnoski (‘Pig: A Vingança‘) dirige.

Do Pior ao Melhor | Ranqueamos TODOS os Remakes em Live-Action da Disney, incluindo ‘A Branca de Neve’

Nos últimos anos, a Disney tem investido fortemente na reinterpretação de seus clássicos animados em versões live-action, trazendo novas abordagens para histórias que já conquistaram gerações.

A fórmula tem gerado discussões entre fãs e críticos, com alguns filmes sendo aplaudidos por sua fidelidade e inovação, enquanto outros têm sido alvo de críticas por não conseguirem capturar a essência das animações originais.

A cada novo lançamento, a expectativa cresce: será que a magia que encantou o público no passado pode ser recriada com tecnologia moderna e atores reais?

Neste artigo, vamos explorar e classificar os principais filmes live-action da Disney, destacando os pontos fortes e fracos de cada produção e analisando qual delas realmente conseguiu capturar a essência dos clássicos enquanto traz algo novo para a tela.

Com isso em mente, resolvemos ranquear para você, listando do pior ao melhor, simplesmente todos os 21 remakes em live-action da Disney, baseados em suas clássicas animações.

Confira abaixo.

21 | Pinóquio (2022)

Pinóquio se tornou em pouco tempo um dos filmes menos apreciados pelos críticos e público do acervo da Disney. O filme é baseado no icônico longa de 1940 – fazendo dele o mais antigo a ser adaptado em nova versão, batendo Dumbo por um ano. Apesar de ser dirigido por Robert Zemeckis (De Volta para o Futuro) e ter Tom Hanks no papel do inventor Geppetto, Pinóquio não recebeu lançamento nos cinemas. O filme se torna assim o segundo do subgênero a receber uma estreia direto na plataforma da Disney+ depois de A Dama e o Vagabundo. Mas algo me diz que não será o último com esta proposta. Pinóquio estreou na plataforma no dia 8 de setembro.

20 | 102 Dálmatas (2000)

A segunda incursão da veterana Glenn Close na pele da vilã Cruella não cai no gosto do grande público e dos críticos como o anterior. Na trama, a personagem é libertada após aparentemente ser curada de sua obsessão por pele de cachorros através da hipnose, se tornando uma ativista dos direitos dos animais. Porém, quando o tratamento regride subitamente, ela volta a ser a vilã que conhecemos e perseguir os dálmatas. Segundo os críticos, essa continuação é mais do mesmo, além de se arrastar em partes, o que termina por entediar as crianças. Fora isso, também se mostra um filme muito violento para a sua censura livre.

19 | Alice Através do Espelho (2016)

Mais uma sequência encontra lugar no fundo da lista, na parte dos piores. Aqui, temos a desnecessária continuação de Alice no País das Maravilhas (2010), que por si só é um filme divisor de opiniões no acervo da Disney – enquanto as crianças adoraram, os adultos o consideram um dos esforços mais fracos do diretor Tim Burton. Nesta sequência, Burton retorna apenas como produtor. No elenco, os atores principais retornam, numa trama onde Alice precisa ajudar o Chapeleiro Louco contra o vilão Tempo. Os críticos enalteceram o visual da superprodução, assim como no original, mas reconheceram que isso não é o bastante para sustentar o filme, que decepciona seu material original.

18 | Malévola: Dona do Mal (2019)

Mais uma continuação para a conta, esta é a terceira e última da lista. Um dos maiores pecados cometidos por esse remake de A Bela Adormecida foi colocar a vilã Malévola como a heroína da história, suavizando e justificando seus atos. Um dos poucos atrativos da sequência é a presença da musa Michelle Pfeiffer, como a verdadeira vilã aqui. Os críticos novamente apontam o visual incrível da superprodução, e um roteiro que não consegue equilibrar seu conteúdo com a estética. Ou algo que faça valer sua existência.

17 | Dumbo (2019)

Desde 2014 com Malévola, o estúdio não perde um ano sequer sem uma estreia do tipo. Mas com o ano de 2019 chegaria uma verdadeira enxurrada de nada menos que cinco filmes do subgênero. Dumbo, filme sobre um elefantinho de circo com grandes orelhas que inicialmente é tratado como aberração, mas depois aprende a voar com elas se tornando um verdadeiro astro, foi o primeiro a chegar. Aqui, é claro, temos a adaptação do longa animado mais antigo do estúdio até então, datando de 1941. E para a tarefa foi trazido à cena novamente o diretor Tim Burton. A opção do cineasta, porém, foi por um filme mais realista, ou seja, sem animais falantes. Ou devo dizer, mais realista possível, afinal ainda temos um elefante voador.

16 | 101 Dálmatas (1996)

Ainda na década de 90, este é o filme que todos lembram como sendo a primeira adaptação em live-action de uma clássica animação da Disney. O que muitos esquecem é que antes veio a versão “Tarzan” de Mogli – O Menino Lobo com o filme O Livro da Selva, de 1994. Aqui, é claro, temos uma versão certeira de carne e osso para 101 Dálmatas (1961), que conta com uma interpretação ainda muito elogiada da veterana Glenn Close no papel da vilã Cruella DeVil, roubando muito dos holofotes do filme. Apesar do desempenho certeiro da protagonista, o pensamento dos críticos hoje é que este foi um remake genérico e sem necessidade.

15 | Alice no País das Maravilhas (2010)

Por mais que 101 Dálmatas tenha feito sucesso em sua versão de carne e osso em 1996, demoraria nada menos que 14 anos até a Disney se interessar por outro live-action de um clássico animado de seu acervo. Na era dos novos efeitos 3D trazida por Avatar (2009) aos cinemas, chegava na esteira de tal sucesso a versão de Tim Burton para Alice no País das Maravilhas (1951). E o filme definitivamente se favoreceu dos efeitos em terceira dimensão para se tornar um dos maiores sucessos da década passada, ao romper a barreira de US$1 bilhão em bilheteria. A trama, no entanto, fugia da animação, o que pode ter frustrado alguns espectadores mais nostálgicos. Esse filme também gerou uma sequência, lançada em 2016 – o que se mostraria uma “maldição” para os live-action da Disney, de continuações bem inferiores ao seu original.

14 | O Rei Leão (2019)

Fechando as produções lançadas para o cinema em 2019, a Disney ainda faria o sol raiar na savana africana com a versão em live-action (ou CGI-action) de um de seus desenhos mais queridos, O Rei Leão (1994). Essa foi mais uma obra moderna que recebeu novo tratamento, e para a direção foi contratado Jon Favreau, o mesmo de Mogli (2016). Já em termos da trilha sonora, a diva pop Beyoncé ficou encarregada e performou para o longa – além, é claro, de dublar a personagem Nala. O Rei Leão também ganhará uma sequência. E para não dizer que foi o último lançamento nos cinemas em 2019 no subgênero, o estúdio estreou também Malévola 2 no mesmo ano.

13 | A Dama e o Vagabundo (2019)

Agora sim, finalizando as estreias de 2019, no entulhadíssimo ano dos live-action da Disney, temos uma produção que não ganhou um lançamento nos cinemas. Acontece que pela primeira vez em filmes do tipo, A Dama e o Vagabundo, baseado na animação clássica de 1955, estreou diretamente na plataforma da Disney+ para ser assistido em casa – como forma de impulsionar o streaming da Disney junto aos fãs. Desta forma, o romance entre uma cachorrinha da raça Cocker Spaniel e um cãozinho vira-lata pôde ser conferido por toda uma nova geração… de assinantes da plataforma do estúdio.

12 | O Livro da Selva (1994)

Engana-se quem pensa que as refilmagens de carne e osso das animações clássicas da Disney são coisa de agora. A primeira delas remete lá do início década de 90. Trata-se da adaptação de Mogli – O Menino Lobo (1967) na forma de uma aventura mais séria e realista (sem animais falantes, por exemplo). Fora isso, aqui Mogli cresce e se torna um adulto, interpretado por Jason Scott Lee, numa trama que lembra mais um filme do Tarzan.

11 | Branca de Neve (2025)

O remake, apesar de alguns deslizes, consegue capturar a magia do clássico original, trazendo elementos novos que tornam os arcos mais interessantes. A jovem atriz Rachel Zegler brilha como Branca de Neve, entregando uma performance marcante com vocais emocionantes e uma abordagem única do personagem. A direção de Marc Webb, com apoio da roteirista Erin Cressida Wilson, utiliza contrastes visuais para diferenciar as jornadas de Branca e da Rainha, utilizando cores e enquadramentos para simbolizar a luta pela liberdade e o empoderamento de Branca.

Apesar de acertos como a fotografia e a trilha sonora moderna de Benj Pasek e Justin Paul, o filme peca na performance de Gal Gadot como a Rainha Má. Sua interpretação foi criticada por ser exagerada e caricata, o que prejudica a construção de uma vilã memorável. Contudo, Branca de Neve conquista o público por não tentar imitar o original, permitindo que Zegler brilhe e trazendo um charme próprio à história, mesmo que não alcance a perfeição da animação clássica.

10 | Mufasa: O Rei Leão (2024)

Ainda que melhor que o primeiro live-action, ainda falta alma para a pré-sequência. Apesar da animação de alta qualidade e da direção musical de Lin-Manuel Miranda, o filme apresenta algumas falhas. As canções, embora competentes, não deixam uma marca emocional forte, e o fato de animais realistas cantarem pode parecer estranho para o público. No entanto, Mufasa: O Rei Leão se destaca como uma história emocional e profunda, enriquecendo o legado do personagem e contribuindo para a mitologia de O Rei Leão com valores e lições que ressoam ao longo do filme.

 

09 | A Pequena Sereia (2023)

Dirigido por Rob Marshall, o remake de A Pequena Sereia utiliza a nostalgia de forma eficaz e, apesar de alguns pontos fracos, como a batalha final e alguns enquadramentos, se estabelece como uma das melhores adaptações em live-action da Disney. Os personagens, como a vilã Úrsula (Melissa McCarthy), o comediante Sabidão (Awkwafina) e o carismático Linguado (Jacob Tremblay), são interpretados com destaque. A produção, que celebra tanto a animação de 1989 quanto o legado Disney, é uma experiência visualmente rica e emocional, agradando a fãs antigos e novos.

08 | A Bela e a Fera (2017)

Em 2017 ocorreu uma quebra de paradigma no subgênero. Antes, o objetivo da Disney era reformular suas animações mais antigas para um novo público – leia-se as crianças de hoje. Assim, tínhamos novas versões de carne e osso de clássicos das décadas de 1950 e 1960, basicamente. Com este item a coisa mudou de figura. Acontece que este subgênero criado pela Disney estava dando tão certo, que o estúdio resolveu colocar para jogo uma de suas maiores e mais prestigiadas animações de todos os tempos, A Bela e a Fera (o primeiro filme do estúdio a receber uma indicação ao Oscar na categoria principal), de 1991. A história imortal de amor trouxe Emma Watson como Bela e Dan Stevens como a fera (inteiramente gerada por CGI).

07 | Mulan (2020)

Uma das grandes promessas da Disney para o ano de 2020 era o lançamento do representativo Mulan – que aborda a cultura chinesa e o empoderamento feminino. Lançada em 1998, a animação Mulan é o filme mais recente da Disney a ganhar uma versão em live-action. E assim como alguns itens citados acima, a opção dos produtores e da diretora Mira Nair foi por um filme mais realista e pé no chão, eliminando os elementos fantásticos, como pequenos dragões falantes. Acontece que aí veio a pandemia… e Mulan foi um dos lançamentos que sofreu com os efeitos de cinemas fechados – precisando recorrer à plataforma da Disney+.

06 | Malévola (2014)

Assim como Alice no País das Maravilhas de Tim Burton, Malévola não é exatamente uma adaptação de um desenho clássico da Disney, mas sim uma subversão de um deles. Enquanto Alice mostrava a protagonista não mais criança, e sim uma jovem em seus 20 anos retornando ao País das Maravilhas, Malévola tira o foco da Bela Adormecida (animação icônica de 1959) e o coloca na vilã da história – agora tratada como anti-heroína. Tudo isso porque a estrela Angelina Jolie revelou que A Bela Adormecida era seu filme preferido da Disney. Jolie ficou perfeita no papel da bruxa chifruda, mas levando em conta o ditado que “se melhorar estraga”, Malévola foi outro live-action que sofreu com uma continuação bem inferior, lançada em 2019.

05 | Christopher Robin: Um Reencontro Inesquecível (2018)

Aqui temos mais um item curioso na lista. O Ursinho Pooh (antes ursinho Puff) é um dos personagens mais queridos da Disney, e assim como símbolos do estúdio como o Mickey, Pato Donald e o Pateta, protagonizou ao lado de sua turminha uma série de desenhos animados para a TV, mas também alguns longas-metragens para o cinema. Ou seja, ele não é parte de uma única animação clássica marcante como os demais citados acima, mas sim é um personagem recorrente no universo do estúdio. Pooh e as outras criaturas como o leitão chamado Leitão e o burrinho Ió (antes Bisonho) são na verdade animais de pelúcia que ganham vida através da imaginação do menino Christopher Robin. Mas o que acontece quando o menino se torna homem, ganha uma família, e os animaizinhos reaparecem? É o que conta esse criativo live-action com Ewan McGregor no papel do menino crescido.

04 | Cinderela (2015)

Logo no ano seguinte de Malévola, a Disney tirou do papel outra de suas animações clássicas em versão de carne e osso. Mas ao contrário de Alice e Malévola, que subvertiam seu material fonte, Cinderela é um retrato fiel do clássico de 1950 no qual é baseado. Isto é, tentando ao máximo ser uma história mais sóbria e realista – apesar de ainda contar com elementos fantásticos, vide a Fada Madrinha, vivida por Helena Bonham-Carter. O filme serviu para revelar ao mundo o talento e beleza de Lily James e ainda trazia Cate Blanchett como a Madrasta Má, e a direção de Kenneth Branagh.

 

03 | Aladdin (2019)

Depois de A Bela e a Fera, outra animação um pouco mais moderna ganhava o tratamento em live-action, com direito a gênio da lâmpada estapeador e tudo. No ano seguinte da animação A Bela e a Fera, a Disney emplacava Aladdin, que está completando 30 anos de lançamento em 2022 – e garantia um novo fenômeno mundial. Pulamos para 2019, o ano mais “crowdeado” para as versões live-action da Disney. Depois de Dumbo, foi justamente Aladdin o escolhido para seguir com o subgênero naquele ano. O chamariz aqui deste filme de Guy Ritchie, sem dúvida é a presença de Will Smith substituindo Robin Williams no papel do gênio azul. Aladdin é outro que já tem uma sequência anunciada – resta saber como ficará a situação de Smith após o tapa visto e ouvido no mundo todo.

02 | Cruella (2021)

Voltando para um dos primeiros live-action de sucesso da Disney (baseado numa animação clássica), 101 Dálmatas receberia nova chance de brilhar com Cruella – que assim como Malévola (2014), resolveu dar os holofotes e, em especial, o título do filme para sua vilã. Podemos dizer que Cruella já havia roubado a cena no filme de 1996 nas formas de Glenn Close, mas a opção do estúdio desta vez foi por uma história de origem, num conto bem revolucionário e anárquico, que foi comparado ao longa do vilão Coringa. De fato, estes dois guardam algumas semelhanças. Para a missão de encarnar a personagem foi escalada a vencedora do Oscar Emma Stone – e o resultado foi tão positivo que uma sequência já se encontra em andamento.

01 | Mogli – O Menino Lobo (2016)

Depois dos sucessos arrebatadores de Alice no País das Maravilhas e Malévola, foi aberta a porta deste subgênero das versões em carne e osso das animações clássicas da Disney – e passamos a ganhar ao menos uma por ano. No ano de 2016 foi a vez da nova roupagem do clássico Mogli, de 1967, que por sua vez já havia sido adaptado num filme sóbrio e que serviu como o primeiro do subgênero no estúdio ainda em 1994. Aqui, porém, com direção de Jon Favreu, temos uma obra bem mais fiel à animação, com direito a um Mogli igualzinho ao do desenho e, claro, os animais falantes. Uma continuação é anunciada para 2026, ou seja, dez anos depois.