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‘Viva: A Vida é uma Festa 2′: Sequência “será cheia de humor, coração e aventura”

A sequência de ‘Viva: A Vida é um Festa‘ foi oficialmente confirmada pela Disney/Pixar e chegará aos cinemas em 2029.

O CEO Bob Iger falou sobre a sequência e prometeu um filme cheio de humor, que voltará a acompanhar o menino Miguel.

“Será uma história cheia de humor, coração e aventura. E nós mal podemos esperar para compartilhar mais em breve”. 

O diretor do primeiro filme, Lee Unkrich, retorna à frente da direção, ao lado de Adrian Molina.

Lançado em 2017, ‘Viva: A Vida é uma Festa‘ foi um sucesso estrondoso de público e crítica, conquistando dois Oscar e faturando mais de US$ 800 milhões nas bilheterias ao redor do mundo.

Na época, o filme quebrou recorde de bilheterias no México, arrecadando US$ 50 milhões e ultrapassando o recorde que pertencia a ‘Os Vingadores‘, que arrecadou US$ 40 milhões em 2012.

Na história, o menino Miguel deseja ser cantor. Ele terá a maior aventura de sua vida ao adentrar o mundo dos mortos e encontrar seu tataravô, um lendário músico. O filme aborda a cultura mexicana e as celebrações do Dia dos Mortos.

Assista ao trailer:


 

Saiba QUANDO ‘Bailarina’, filme derivado de ‘John Wick’, estreia nos cinemas brasileiros

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Bailarina, derivado da franquia John Wick‘ estrelado por Ana de Armas, já tem data de estreia nos cinemas nacionais.

O filme chega por aqui no dia 5 de junho de 2025.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A trama deBailarina acompanha Eve Macarro, uma jovem assassina em busca de vingança pela morte de seu pai. Enquanto a franquia já explorou o universo de John Wick com a série The Continental, ‘Bailarina será o primeiro longa-metragem derivado, expandindo ainda mais o universo já estabelecido.

Em uma conversa com o Collider, Ana de Armas explicou as diferenças entre sua personagem e o icônico John Wick, afirmando que, apesar de o filme manter algumas marcas registradas, sua personagem será original.

“Eu acho que existem algumas marcas registradas no estilo das lutas em ‘John Wick e coisas que ele faz que são muito particulares dele. Mas porque, neste filme, estamos vendo pelos olhos de Eve o passado desse treinamento que John teve, e como esses assassinos e bailarinas, como essas pessoas se tornam assassinos, há alguns pequenos detalhes que são os mesmos, mas Eve Macarro é Eve Macarro. Ela não é John Wick, ela disse.

‘Pecadores’: Michael B. Jordan precisa SOBREVIVER até o amanhecer no teaser do terror de Ryan Coogler

O terror ‘Pecadores‘, próximo filme do diretor Ryan Coogler (‘Pantera Negra’) e estrelado por Michael B. Jordan, ganhou um novo teaser.

Assista:

O longa recebeu uma alta classificação etária (R) nos EUA, e só poderá ser assistido por maiores de idade.

O filme foi classificado pelo MPAA por “forte violência sangrenta, conteúdo sexual e linguagem”.

Na trama, dispostos a deixar suas vidas conturbadas para trás, irmãos gêmeos (Jordan) retornam à sua cidade natal para recomeçar suas vidas do zero, quando descobrem que um mal ainda maior está à espera deles para recebê-los de volta.

Pecadores chega aos cinemas nacionais no dia 17 de abril.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco ainda conta com Hailee Steinfeld, Jack O’Connell, Wunmi Mosaku, Jayme Lawson, Omar Benson Miller e Delroy Lindo.

Além de dirigir, Coogler também assina o roteiro do longa.

SPOILER! ‘Branca de Neve’ faz mudanças significativas na história original; Saiba quais!

O live-action deBranca de Neve já está em cartaz nos cinemas nacionais. O longa, que estreou cercado de diversas polêmicas, traz mudanças significativas na adaptação da primeira princesa da Disney.

Segundo o ComicBookMovie, o filme começa com uma mudança na origem do nome da princesa. Agora, ela não recebe mais o nome “Branca de Neve” por ter a pele “branca como a neve”, mas porque nasceu durante uma tempestade de neve.

Após os comentários de Zegler, que compararam o Príncipe original a um “stalker”, o personagem foi transformado em um ladrão chamado Jonathan. Ele se revela ser um ator liderando um grupo de artistas e, no longa, ganha mais destaque e tem um romance mais desenvolvido com a princesa.

Em meio às polêmicas sobre a participação dos anões na história, eles inicialmente foram descartados do filme, mas foram incluídos nas refilmagens. Agora, os anões não são mais “anões”, mas uma raça de criaturas mágicas que vivem por séculos na floresta e possuem poderes mágicos, usados principalmente para encontrar joias valiosas.

Dunga, por exemplo, agora pode falar e narra o ato final do filme, que traz muitas mudanças. Após acordar com o “beijo do verdadeiro amor”, Branca de Neve se envolve na batalha final, entrando em confronto com a Rainha Má.

Nos momentos finais, a vilã é arrastada para o Espelho Mágico e transformada em pó após a destruição do espelho. Vale lembrar que, no filme clássico, a Rainha era perseguida pelos anões e, durante sua fuga, acabava morrendo ao cair de um penhasco após ser atingida por um raio.

Ao final, Branca de Neve é nomeada governante do reino.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Do produtor e produtor executivo de Wicked, Marc Platt e Jared LeBoff, e do diretor Marc Webb (O Espetacular Homem-Aranha) chega Braca de Neve – uma releitura musical live-action do clássico filme de 1937 do estúdio.

A mágica aventura musical retorna à história atemporal com Rachel Zegler (Amor, Sublime Amor) no papel-título e Gal Gadot (Mulher-Maravilha), como sua madrasta, a Rainha Má.

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Revelados detalhes sobre a VILÃ de ‘Homem-Aranha 4’

A Marvel Studios está escalando uma nova vilã para Homem-Aranha 4’ e detalhes foram revelados.

“Mulher, 30-50 anos, qualquer etnia. Uma figura poderosa e imponente. Procurando uma atriz com presença e profundidade de tela fortes e dominantes.”, afirmou o estúdio.

Recentemente, foi revelado que Sadie Sink, conhecida por seu papel em ‘Stranger Things’, estará no filme.

Segundo o ComicBookMovie, a atriz abordou os rumores de que interpretaria Mary Jane, o interesse amoroso de Peter Parker (Tom Holland).

“Isso é novidade para mim. Isso é novidade para mim”, respondeu Sink de forma enigmática. “Não tenho nada a dizer sobre isso. Mas os rumores são muito legais. É um rumor incrível. Eu conheço a personagem. Ela é uma grande personagem, então foi legal ler sobre isso”.

Questionada sobre a possibilidade de um compromisso de mais de 10 anos com a Marvel, Sink respondeu: “Acho isso super empolgante, sim”.

Além de Mary Jane, também surgiram rumores de que Sink poderia interpretar Jean Grey, a mutante com poderes telecinéticos.

Caso isso se confirme, sua aparição emHomem-Aranha 4’ seria uma estreia bastante incomum, devido à pouca história de parceria entre os heróis nos quadrinhos.

Em uma recente entrevista, Tom Holland comentou sobre o quarto filme solo do Homem-Aranha:

“Temos os melhores profissionais trabalhando para o que quer que a história seja. Mas até que tenhamos resolvido isso, temos um legado a proteger. O terceiro filme foi tão especial de tantas maneiras que precisamos garantir que estamos fazendo a coisa certa”, afirmou.

Lembrando que a aventura mais recente do herói, ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, arrecadou US$ 1.9 bilhão mundialmente – tornando-se a sétima maior bilheteria da história do cinema.

 

2ª temporada de ‘Canibal’ estreia no Disney+; Confira o trailer LEGENDADO!

Os dois primeiros episódios da 2ª temporada de ‘Canibal‘, série de suspense e terror japonesa, já estão disponíveis no serviço de streaming do Disney+.

No novo ciclo, os segredos sombrios da vila Kuge finalmente são revelados e o policial Daigo Agawa luta pela sua sobrevivência enquanto tenta levar a nefasta família Goto à justiça.

Confira o trailer legendado e siga o CinePOP no Youtube:

Depois de causar um certo incidente, o policial Daigo Agawa leve sua esposa e filha para morar na vila Kuge, apesar do misterioso desaparecimento do oficial que prestava serviço por lá. Um dia, o corpo de uma idosa é encontrado na montanha. A família Goto diz que ela foi atacada por um urso, mas Daigo percebe uma marca de mordida humana nela. Logo fica claro que nem tudo é o que parece nessa vila.

O elenco conta com Yuya Yagira, Show Kasamatsu, Riho Yoshioka, Mahiro Takasugi, Baijaku Nakamura e Mitsuko Baisho.

Vin Diesel EMOCIONA internautas ao postar foto ao lado da filha de Paul Walker

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Através de seu perfil oficial no Instagram, o astro Vin Diesel compartilhou uma cândida foto ao lado de Meadow Walker, filha de seu saudoso amigo Paul Walker.

Na postagem, Diesel escreveu: “família… Agradecido e abençoado”.

Diesel e Paul trabalharam juntos na franquia ‘Velozes e Furiosos’. Walker participou de cinco filmes antes de seu trágico falecimento em 2013, além de gravações antigas terem sido usadas em dois outros capítulos da franquia multibilionária.

Confira:

Vale lembrar que o próximo filme da saga de ação, Velozes e Furiosos 10 – Parte 2’, começa a ser rodado entre junho e setembro deste ano.

O longa não apenas promete encerrar a franquia de uma forma grandiosa, mas também trazer de volta o que fez dela um fenômeno global por mais de duas décadas.

Desde sua estreia em 2001, quando os filmes começaram com rachas nas ruas de Los Angeles e evoluíram para cenas cada vez mais surreais, envolvendo submarinos, carros no espaço e missões internacionais de tirar o fôlego, a franquia foi além de simples filmes de ação. A mistura de velocidade, ação e, principalmente, a ênfase nos laços de família e lealdade conquistou legiões de fãs ao redor do mundo. Mas, ao que tudo indica, ‘Velozes e Furiosos 10 – Parte 2‘  poderá trazer uma reviravolta ao retornar às suas origens.

Inicialmente, o filme estava sendo escrito por Christina Hodson (‘Aves de Rapina: Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa’) e Oren Uziel (‘Sonic: O Filme’). No entanto, agora o longa será escrito por Zach Dean (‘A Guerra do Amanhã’), que ajudou a escrever Velozes e Furiosos 10, conforme anunciado por Diesel.

Mais informações não foram reveladas.

Jovem é substituído por entidade SINISTRA no trailer de ‘O Verão em que Hikaru Morreu’, novo anime da Netflix

A Netflix divulgou o primeiro trailer do anime ‘O Verão em que Hikaru Morreu‘.

Na trama, Yoshiki e Hikaru são garotos da mesma idade que cresceram juntos em um vilarejo. Um dia, Yoshiki se convence de que seu amigo morreu e foi substituído por “alguma coisa”.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Sem data de estreia, a produção estreará no serviço de streaming em 2025.

A série é baseada no mangá homônimo escrito e ilustrado por Mokumokuren, lançado originalmente em 2021.

‘Paddington: Uma Aventura na Floresta’ já arrecadou quase US$ 200 milhões mundialmente

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A sequência ‘Paddington 3: Uma Aventura na Floresta‘ já conseguiu arrecadou quase US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 43.6 milhões – o que representa apenas 23% de sua arrecadação global. Para termos de comparação, a nova sequência conseguiu superar a bilheteria total do segundo filme no país (US$40.9M).

Internacionalmente, o longa acrescenta US$ 146.4 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 190 milhões.

Vale lembrar que o filme abriu no TOP 2 no território norte-americano, atrás do blockbuster ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ (US$100M).

Aclamado pelos críticos, ‘Paddington 3: Uma Aventura na Floresta‘ alcançou impressionantes 94% de aprovação no Rotten Tomatoes. Segundo o consenso, “o filme leva o urso mais educado do cinema para um novo cenário sob nova administração criativa, proporcionando uma aventura muito agradável para toda a família.”

Crítica | Paddington: Uma Aventura na Floresta – Ursinho Volta ao Peru em Busca de Ancestralidade

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

No novo filme, Paddington (Ben Whishaw) deixa Londres e viaja à sua terra natal na América do Sul para visitar sua amada tia Lucy (Imelda Staunton), que agora reside no Lar para Ursos Aposentados. No entanto, o que seria uma pacata temporada de férias se transforma em uma aventura emocionante acontece quando um mistério os mergulha em uma jornada inesperada pela floresta amazônica e até os picos das montanhas do Peru.

O longa-metragem marca a estreia diretorial de Dougal Wilson e terá a produção de Paul King, Simon Farnaby e Mark Burton.

Além de Wishaw (‘007 – Sem Tempo para Morrer’), Colman (‘The Crown’) e Staunton (‘Harry Potter’), o elenco conta com Antonio Banderas (‘Zorro’), Carla Tous (‘Através da Minha Janela 3’), Emily Mortimer (‘Ilha do Medo’), Hugh Bonneville, Madeleine Harris, Samuel Joslin, Julie Walters e Jim Broadbent.

Lembrando que ‘Paddington‘ (2014) e ‘Paddington 2‘ (2017) arrecadaram quase US$ 500 milhões mundialmente.

Meghann Fahy precisa fazer uma ESCOLHA no novo teaser do terror ‘DROP’; Confira!

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O terror ‘Drop: Ameaça Anônima‘, novo filme do diretor Christopher Landon (‘A Morte te Dá Parabéns’), ganhou mais um teaser oficial.

Confira:

O filme abriu com sólidos 88% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral elogia o ritmo frenético do longa, destacando o suspense da trama e a excelente performance de Meghann Fahy (‘The White Lotus’).

Separamos os trechos das principais críticas:

“Há um exagero no drama de ‘Drop: Ameaça Anônima’ que torna todo o enredo meio bobo, mas a atuação de Meghann Fahy nos convence.” (TheWrap)

“É uma premissa perfeitamente absurda para um thriller, mas a performance agonizantemente distraída de Meghann Fahy é algo real e relacionável.” (Vulture)

“Embora existam muitos thrillers que se destacam em manter as coisas ambíguas, ‘Drop: Ameaça Anônima’ não é esse tipo de filme. É um filme perfeito para um encontro romântico, um que fará seu público suspirar, rir e interagir com a telona.” (Collider)

“O filme de Christopher Landon tem um ritmo tão rápido que não há tempo para pensar em nada e, felizmente, somos encorajados a estar no momento com a protagonista.” (Screen Rant)

“O filme sabe que quando os riscos são muito altos, as emoções precisam estar firmemente enraizadas em algo real.” (Slant Magazine)

“Sem perder tempo, o longa apresenta uma combinação perfeita de protagonismo, roteiro e estilo. Para aqueles que buscam algo flexível, ‘Drop: Ameaça Anônima’ é um encontro que vale a pena marcar.” (Guardian)

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 10 de abril.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube

Na trama, Fahy interpreta Violet, uma mãe viúva em seu primeiro encontro em anos. Chegando no restaurante de luxo, ela fica aliviada ao ver que seu encontro, Henry (Brandon Sklenar), é mais charmoso e bonito do que ela esperava. Mas a química entre eles logo se transforma em tensão após ela começar a receber mensagens anônimas em seu telefone.

Ela é instruída a não contar a ninguém e seguir as instruções ou a figura encapuzada que ela vê nas câmeras de segurança de sua casa matará seu filho e sua irmã, que está servindo como babá. Violet deve fazer exatamente como instruído ou todos que ela ama irão morrer. Sua missão final? Matar Henry.

O elenco ainda conta com Violett BeaneJacob Robinson, Reed Diamond, Gabrielle RyanJeffery SelfEd Weeks e Travis Nelson.

Jillian Jacobs e Chris Roach assinam o roteiro.

‘Capitão América: Admirável Novo Mundo’ ultrapassa US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais

A sequência ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais.

Após mais de um mês, o longa permanece no TOP 3 das maiores arrecadações do final de semana no território norte-americano, ficando atrás apenas de ‘Branca de Neve‘ e ‘Código Preto‘.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 192.1 milhões. Internacionalmente, foram US$ 208.7 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 400.8 milhões.

O TOPO 5 dos maiores mercados conta com o Reino Unido (US$22.4M), México (US$15.3M), China (US$14.3M), França (US$13.6M) e Coreia (US$11.2M).

Com 48% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa contou com um orçamento de US$ 180 milhões, e vai precisar arrecadar em torno de US$ 425 milhões para se pagar.

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa serve como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, é o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Anthony Mackie, Danny Ramirez, Carl Lumbly, Tim Blake Nelson, Shira Haas, Harrison Ford e Liv Tyler estrelam.

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‘Branca de Neve’ DECEPCIONA ao arrecadar US$ 87.3 milhões em estreia GLOBAL

De acordo com o Deadline, o live-action da ‘Branca de Neve‘ arrecadou apenas US$ 87.3 milhões em sua estreia global – ficando abaixo das projeções recentes, que indicavam uma abertura acima de US$ 100 milhões.

Para termos de comparação com outros live-actions da Disney, o desempenho ficou 16% abaixo de ‘Cinderela‘, 19% abaixo de ‘Dumbo‘ e 33% abaixo de ‘A Pequena Sereia‘.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 43 milhões em seu primeiro final de semana. Internacionalmente, o filme acrescentou US$ 44.3 milhões através de 51 mercados.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$5.1M), México (US$4.1M), Itália (US$4M), França (US$3M) e Espanha (US$2.6M).

Com 43% de aprovação dos críticos nos Rotten Tomatoes, a nova versão também não parece ter encantado os espectadores, recebendo uma nota B+ do público no CinemaScore – o que representa a pior avaliação para um remake live-action da Disney.

Vale lembrar que ‘Malévola‘, ‘A Bela e a Fera‘, ‘A Pequena Sereia‘, ‘Aladdin‘ e ‘O Rei Leão‘ conquistaram uma nota A no site avaliador, enquanto ‘Dumbo‘ e o recente ‘Mufasa: O Rei Leão‘ receberam uma nota A-.

Crítica | ‘Branca de Neve’ recaptura a magia da animação original através da fabulosa atuação de Rachel Zegler

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10 curiosidades de ‘O Homem de Aço’, sucesso de Zack Snyder e Henry Cavill

Lançado em 2013, O Homem de Aço foi o filme responsável por dar início ao “SnyderVerso” da DC, que dividiu opiniões por trazer uma versão mais errante e arrependida do Superman, que agora sofrerá um reboot para seguir a visão de James Gunn e Peter Safran para os heróis da casa nos cinemas.

No entanto, mesmo com muitas polêmicas, o filme conseguiu conquistar uma base sólida de fãs, que o cultuam até hoje. Ainda assim, mais interessante que o próprio filme em si são as histórias de bastidores do longa. Por isso, selecionamos dez delas para você conhecer. Confira!

Sem preparo

A ideia original da Warner era ter o ator e diretor Ben Affleck no comando de O Homem de Aço. No entanto, Affleck recusou o emprego por não se considerar apto a dirigir um filme que precisasse tanto de grandes efeitos visuais. Posteriormente, ele comentou que nunca escolhe seus projetos baseado no orçamento ou na disposição do estúdio em investir em tecnologias visuais. Para ele, ainda inexperiente nesse segmento, a história era o mais importante. Assim, o estúdio foi atrás de Zack Snyder, que escalaria Ben Affleck para ser o Batman desse universo.

Provador

Zack Snyder revelou que, durante os testes para o papel de Clark Kent, a equipe de figurinistas conseguiu um dos trajes usados por Christopher Reeve no clássico imortal Superman, de 1978, para que Henry Cavill usasse.

A ideia era ver se ele se encaixava no padrão visual do herói, mesmo que o traje fosse substancialmente mais claro que o usado no filme. Henry conseguiu andar pelo set sem parecer ridículo, dando porte ao traje e vice-versa.

O resultado foi tão impressionante que eles se convenceram imediatamente de que ele era o ator certo para o papel, fazendo com que até mesmo o próprio Zack mudasse de ideia sobre seu ator ideal para dar vida ao novo Clark Kent das telonas.

Quase perdeu

Quando começou a procurar por seu “Superman perfeito”, Zack Snyder tinha um nome bem claro na cabeça: Joe Mangiello, que não passou no teste e depois foi chamado para viver o Exterminador. Além dele, nomes como Armie Hammer, Matt Bomer, Zac Efron e Matthew Goode estavam na lista do diretor. Porém, após vestir o traje, não teve como não escalar Henry Cavill, que já havia feito teste para o papel em Superman: O Retorno (2006). O mais curioso disso é que Henry quase perdeu o papel por não ter atendido às ligações do estúdio para contar que ele havia sido aprovado para viver o Superman. O motivo dele não ter atendido é que estava muito envolvido com o jogo World of Warcraft, que não tem como pausar.

O shape fala

Zack Snyder deixou claro que queria fazer cenas do Superman sem camisa, porque o uniforme era bem colado então precisava de momentos em que o público pudesse ver que eram músculos de verdade, não enchimento ou músculos de borracha. Henry Cavill comprou a ideia, mas fez algumas exigências, sendo a principal delas não apelar para anabolizantes ou retoques em seu corpo por meio de computação gráfica. Ele quis ficar forte de forma honesta, com pura regulamentação alimentar e exercícios físicos, para honrar a pureza do personagem e entregar uma aparência honesta para o público.

Peito peludo

Outro ponto que chamou atenção na época da divulgação do filme foi o peito peludo de Clark Kent. Numa época em que o padrão estético mundial tem aversão a pelos, Henry Cavill teve de argumentar com a produção para manter seus pelos corporais. Ele disse que queria quebrar esse paradigma de que corpos musculosos precisam ser lisos e depilados. Para concluir a argumentação, ele trouxe exemplares de A Morte do Superman, uma das sagas mais icônicas do herói nos quadrinhos, em que ele é retratado de forma humana, o que inclui o peito peludo.

Traje secundário

Falando no físico e no traje do herói, o uniforme do Superman no filme é justificado como sendo um tipo de pijama da sociedade de Krypton, sendo usado por todos eles abaixo de suas armaduras de defesa, ataque e proteção. No entanto, segundo o roteirista David S. Goyer, Clark adota esse “pijama” como seu traje para representar sua identidade de refugiado. Ele não se considera um guerreiro e claramente se colocaria em desvantagem defensiva contra seu próprio povo. É uma justificativa funcional para a piadinha do Super voar por aí de pijama e ainda legitima a roupa ser tão coladinha.

Reescalada

Se você acha que só o Ben Affleck que deixou de se envolver com esse filme e depois foi chamado para um papel maior, está profundamente enganado. Isso porque a primeira atriz escalada para interpretar a kryptoniana Faora foi uma tal de Gal Gadot. Só que, para a sorte dos fãs, Gal acabou engravidando e teve que abandonar o papel, obrigando Snyder a chamar a atriz alemã Antje Traue para vivê-la no filme. Anos mais tarde, Gal foi escalada novamente por Snyder, agora em um papel significantemente mais importante não só para esse universo, mas para a mitologia das histórias em quadrinhos em geral: a Mulher-Maravilha.

Resiliente

A atriz Amy Adams já virou meme em Hollywood por sofrer da “Maldição DiCaprio” de nunca ter ganho um Oscar, mesmo acumulando impressionantes seis indicações. No entanto, não é só com o Oscar que ela tenta exaustivamente conquistar. Ao longo de sua bela carreira, a atriz tentou o papel de Lois Lane três vezes. A primeira foi no projeto cancelado do diretor Brett Ratner, que tinha Brendan Fraser como favorito para viver o Superman. A segunda foi para Superman: O Retorno, em que ela também não foi escalada. Então, quando surgiu a oportunidade do terceiro teste, para O Homem de Aço, ela colocou na cabeça que era uma questão de honra conseguir o papel. E assim ela fez.

Forças Armadas

Valorizando as forças armadas norte-americanas, Zack Snyder chamou soldados do exército, marinha e aeronáutica de verdade para interpretarem os soldados que compõe as cenas militares, até mesmo os policiais de Smallville eram oficiais de verdade. Da mesma forma, os aviões, tanques e afins também eram equipamentos das forças armadas.

Mundo novo

A Krypton colapsada na sequência de abertura foi literalmente criada pela equipe do filme, com regras sociais, idioma, fauna e flora próprios e toda uma hierarquia social baseada em A República, de Platão. Para se ter uma ideia, a professora de antropologia e linguística da Universidade da Colúmbia Britânica, Christine Schreyer, para ajudar a criar do zero um idioma que refletisse a perdição da sociedade kryptoniana, que se colocou de forma egoísta acima do bem e do mal. Para isso, ela estabeleceu um idioma que colocasse o autor da fala sempre em destaque, de forma completamente arrogante. Também foi calculada uma geometria própria, em que toda a tecnologia do planeta era baseada em prata líquida flutuando sobre campos magnéticos. Foi um trabalho fantástico usado em pouco mais de 15 minutos de filme, o que mostra o compromisso da equipe em criar um mundo crível para dar uma base sólida ao Superman.

O Homem de Aço está disponível no MAX.

10 filmes que mostram atitudes inesperadas

Muitos conflitos que assistimos numa tela de cinema são provocados por ações surpreendentes que acabam sendo um ponto de saída para reflexões existenciais. A partir de determinada situação, somos convidados a buscar entender personagens e seus dilemas. Pensando nesse recorte, resolvemos criar uma lista com ótimos filmes que circulam esse tema:

 

The Program

Baseado em fatos reais, tendo como base o livro Seven Deadly Sins: My Pursuit of Lance Armstrong, do jornalista David Walsh, conhecemos a trajetória do ciclista Lance Armstrong (Ben Foster), um atleta que conseguiu o impossível, vencer o mais difícil torneio de ciclismo do mundo, o Tour de France, por nada mais nada menos que sete vezes consecutivas. Tratado como herói norte-americano, tendo que superar um inesperado câncer, o ex-campeão era praticamente um Deus em sua terra natal. Até que um dia, tudo que ele fez vai ralo abaixo quando é comprovado, e tardiamente confessado por Armstrong, que ele fez parte de um programa de dopagem.

 

Um Herói

Rahim (Amir Jadidi) é um homem de fala mansa, preso por não honrar uma dívida. Quando tem a oportunidade de sair da prisão por dois dias, faz de tudo para conseguir resolver sua situação com seu credor e enfim chegar à liberdade. Com o tempo passando e tentativas frustradas se amontando, ele recebe uma bolsa com algumas moedas de ouro, achada por uma namorada, e como isso não resolveria sua situação resolve devolver o dinheiro. Quando ficam sabendo do fato, um homem preso devolvendo um dinheiro que supostamente achou, ele logo recebe a atenção da mídia e vira um herói nacional até que boatos começam a acontecer.

 

Força Maior

Uma família sueca vai para uma estação de esqui para passar um período de férias. Tudo ia bem até que um dia, almoçando em um restaurante ao ar livre, uma avalanche inesperada surge, dando um grande susto. Na hora em que estava se aproximando o fenômeno natural, o pai pega suas luvas e celular e sai correndo, deixando o restante da família para trás. Agora, a partir desse ato, terá que viver as consequências que impulsionarão brigas e desconfianças com sua mulher.

 

Em Guerra por Amor

Na trama, ambientada no início da década de 40, conhecemos Arturo que está apaixonado pela filha do dono do restaurante onde trabalha. Sem ter muitos recursos, sendo imigrante em uma terra que está prestes a entrar com mais força na segunda grande guerra, consegue que o amor de sua vida, consiga viver feliz com ele caso o mesmo vá até a Sicília na Itália e peça a mão dela ao pai da jovem. Sem ter como custear a viagem, consegue se alistar no exército norte-americano. Assim, colocando a vida em risco, embarca em uma viagem de grandes descobertas.

 

De Sombra e Silêncio

A vida do veterinário Martin (Marian Mitas) passou por uma enorme transformação após um acidente de trabalho, fato esse que o deixou em uma situação estável mas bastante limitada, sem falar e com sérios problemas. Para cuidar dele, a esposa Erika (Jana Plodková) entra logo num embate com a sogra Dana (Milena Steinmasslová), com quem nunca teve boa relação. Com a chegada de uma outra mulher nessa história, segredos do passado vai sendo passados a limpo culminando em uma série de situações surpreendentes.

 

A Hipnose

Na trama conhecemos os sócios e namorados Vera (Asta Kamma August) e André (Herbert Nordrum). Eles estão prestes a conseguir alavancar um importante investimento para o aplicativo que criaram, focado na saúde das mulheres. Em paralelo, buscando parar de fumar, Vera resolve ir até uma hipnoterapeuta, fato esse que mudará sua maneira de enxergar a bolha em que vive e também suas relação sociais, se tornando o estopim para situações em meio a uma viagem de negócios.

 

Adeus, Lênin!

Alex (Daniel Brühl) é um jovem morador da Alemanha Oriental e vive em um modesto apartamento junto de sua irmã e sua mãe. Essa última é uma influente mulher nos tempos de socialismo só que sofrera bastante no campo emocional, principalmente quando o marido a abandonara. Durante uma passeata a mãe sofre um ataque cardíaco e entra em coma. Em paralelo, o Muro de Berlim não existe mais e a crescente ocidentalização chega para o lado ex-oriental. Após 8 meses em coma, a mãe acorda milagrosamente e é dito pelo médico que ela não deve passar por grandes emoções. Alex então tem uma ideia mirabolante: esconder que o socialismo alemão acabou transformando o quarto da mãe em um museu de memórias sobre aquele tempo. Mas será que ele conseguirá mentir pra sempre?

 

O Sucessor

Na trama, conhecemos a história de Ellias (Marc-André Grondin), um homem que se vê em grande crescimento na carreira no mundo da moda em uma Paris atual. Após uma notícia surpreendente, ele precisa voltar pra casa, em Montreal, para ajeitar as questões referentes ao falecimento do pai com quem não tinha muito contato. Chegando lá, é surpreendido por uma série de descobertas macabras que mudam pra sempre sua trajetória.

 

Quando eu me Encontrar

Na trama, somos apresentados a uma curiosa história de uma jovem chamada Dayane que do dia pra noite resolve partir da vida que levava, abandonando mãe, irmã e o namorado de longa data. E exatamente esses três personagens e seus entendimentos sobre essa situação é quem viram os protagonistas. Assim, conhecemos Marluce, a mãe de Dayane, uma mãe esforçada, com dois empregos que está lutando contra a surpresa do abandono da filha. Mariana, é a irmã mais nova da jovem que sumiu, uma adolescente que passa a enfrentar algumas questões no colégio, no qual é bolsista. E por fim, Antonio, o apaixonado ex-namorado de Dayane que segue ladeira abaixo sem entender direito porque foi abandonado.

 

Charter

Alice (Ane Dahl Torp) é uma mulher que precisou se distanciar dos dois filhos, Elina (Tintin Poggats Sarri) e Vincent (Troy Lundkvist) por alguns meses esperando sair a decisão sobre a custódia das crianças. Mas certo dia, Vicent liga para mãe no meio da noite e isso faz com que ela volte correndo para o lugar onde seus filhos vivem e acaba sequestrando as crianças com destino às ilhas canárias. Mas o pai das crianças, o indecifrável Mattis (Sverrir Gudnason) não deixará barato e aciona a polícia em busca do paradeiro deles.

Revelados detalhes sobre os NOVOS personagens do reboot de ‘Buffy, a Caça-Vampiros’

Pouco depois do anúncio do reboot da clássica série de fantasia ‘Buffy, a Caça-Vampiros’, detalhes sobre os novos personagens da trama começaram a ganhar palanque nas redes sociais.

De acordo com o famoso insider Daniel Ritchtman, o foco da atração será uma adolescente chamada Nova, que será pupila de Buffy (Sarah Michelle Gellar). A listagem de elenco oficial afirma: “procura-se por adolescentes ou atores em seus vinte anos para todos os personagens jovens. Etnia aberta para todos os personagens”.

Veja detalhes:

Nova – Uma caçadora de vampiros do ensino médio, determinada e destemida, equilibrando a vida escolar com a matança. PROTAGONISTA

Abe – Pai de Nova, um dedicado fotojornalista (40-60 anos). PROTAGONISTA

Sr. Burke – O bibliotecário da escola que mais tarde se torna um vampiro (30-60 anos). PROTAGONISTA

Cole – O alfa do grupo, confiante e um líder natural. PROTAGONISTA

Hugo – Um nerd de uma família rica, tem uma queda por Nova, mas age de forma estranha quanto a isso. PROTAGONISTA

Gracie – A melhor amiga de Nova, fascinada por mitos e uma grande fã de Buffy. PROTAGONISTA

Mia – Uma estudante obcecada por mídias sociais que se envolve no caos sobrenatural. COADJUVANTE

Em uma recente entrevista à PEOPLE (via Yahoo!), Gellar, que também entra como produtora executiva, disse que está animada para retornar a esse universo fantástico – mas que o novo show trouxe uma onda de preocupações para ela.

“Eu gostaria que houvesse uma palavra melhor do que esmagadora. É comovente e emocionante e também incrivelmente estressante ao mesmo tempo”, ela revelou.

Gellar continua: “é esmagador, porque você tem que acertar. E acho que temos uma equipe lendária, de Chloé Zhao as Zucks [Nora e Lilla Zuckerman], até Gail Berman. E acho que as pessoas ficarão bastante impressionadas”.

Zhao, conhecida por seu trabalho no vencedor do Oscar ‘Nomadland’ e na adaptação ‘Eternos’, será responsável pela direção do episódio piloto.

Nora e Lilla, por sua vez, ficam responsáveis pelo roteiro.

A 20th Television e a Searchlight TV são os estúdios por trás da nova versão.

Vale lembrar que a série original está disponível no Disney+.

Crítica | Willa Fitzgerald entrega a MELHOR performance da carreira no suspense ‘Desconhecidos’

desconhecidos

JT Mollner começou sua carreira no cenário de longas-metragens com o pouco conhecido filme de faroeste ‘Outlaws and Angels’, que chegou aos cinemas em 2016. Porém, não seria até oito anos depois que Mollner chamaria a atenção do público e da crítica com um ambicioso projeto de intitulado Desconhecidos – um poderoso suspense que nos intriga desde sua concepção até o momento em que os créditos de encerramento aparecem nas telas.

Ficando responsável pela direção e pelo roteiro, Mollner arquiteta uma narrativa não-cronológica que é montada com irretocável perfeição e que, por seu caráter propositalmente anacrônico, permite que uma simples narrativa de sobrevivência se transforme em um thriller recheado de reviravoltas e com personagens arquetípicos que se beneficiam de um elenco estelar. A trama é centrada em uma jovem que apenas conhecemos pelo nome de a Dama (Willa Fitzgerald), cuja primeira sequência a coloca em fuga de um perigoso homem armado, o Demônio (Kyle Gallner), que adota medidas drásticas para capturá-la. Nós não sabemos o que, de fato, está acontecendo – mas rezamos para que a Dama não seja pega pelo suposto antagonista.

Como mencionado, não há uma linha temporal a ser seguida – e esse é o aspecto técnico e criativo de maior sucesso da produção. Afinal, o modo como o enredo é apresentado nos faz acredita que o personagem interpretado por Gallner é o vilão e a protagonista encarnada por Fitzgerald é vítima de trágicas circunstâncias, ainda mais considerando a forma como ambos são apresentados: o Demônio, envolto em um ímpeto furioso, se dopa com cocaína à medida que dirige sem controle por uma estrada deserta, enquanto a Dama, permeada com profundas cicatrizes, faz o possível para continuar correndo. Entretanto, conforme somos apresentados aos outros capítulos da história, percebemos que nem tudo é o que parece ser – e que as ilusões construídas por Mollner são logo estilhaçadas em mil pedaços.

Ambos os personagens se conheceram por acaso e resolveram ir até um motel na região rural de Oregon para transarem. Assim que chegam lá, a Dama mostra uma predileção por jogos sexuais de roleplay que envolvem sadomasoquismo, deixando se perder em meio à falta de controle até revelar suas verdadeiras intenções. Ela é, na verdade, uma psicótica serial killer conhecida como Dama Elétrica – e utiliza a natureza promíscua e previsível de seus alvos para coletar mais e mais vítimas. Após sedá-lo com uma forte dose de cetamina, ela tenta matá-lo, mas é surpreendida com um suspiro de defesa que a compele a fugir, sendo caçada pelo Demônio em um arco de gato e rato que deixa um rastro de sangue por onde passam – e que culmina com uma inesperada e anticlimática conclusão que reflete a efemeridade da própria existência.

Homem com espingarda em floresta, camisa xadrez vermelha.

Mollner sabe de que forma remodelar uma trama que não tem qualquer indício de originalidade, transmutando-a em uma instigante e caótica jornada que passa em um piscar de olhos através de sólidos 96 minutos – e não é apenas no modo como comanda as câmeras, como também nas incursões imagéticas que deixam bem claro o tom da obra. Aliando-se à enclausurante fotografia de Giovanni Ribisi, cujo escopo épico é reduzido a fim de dar destaque às relações entre as personagens, o cineasta demonstra uma preferência pelo “constante perigo”, traduzido pelo uso excessivo de tons vermelhos em todas as cenas – seja nas luzes neon, na peruca da Dama ou até mesmo na picape do Demônio. Ademais, a cíclica base de que se dispõe é funcional para garantir um aproveitamento completo por parte dos espectadores, mesmo nos momentos mais verborrágicos.

Gallner está fabuloso como o Demônio, divertindo-se em um papel que não exige muitas falas e permite que ele brinque com uma variedade de expressões que varia do medo ao ódio, da desesperança à subserviência mandatória. Porém, é Fitzgerald quem rouba todos os holofotes – e aqui incluo sua aplaudível química ao lado do co-protagonista: conhecida por seu trabalho em ‘Scream’ e em ‘A Queda da Casa de Usher’, a atriz demonstra um comprometimento arrepiante ao se entregar de corpo e alma à melhor performance da carreira, trazendo todos os traços de calculismo e frieza a uma mixórdia reverberante de falsas emoções para conseguir o que deseja (quando, na verdade, não se importa com ninguém além de si mesma e de seus desejos condenáveis). E, como a cereja do bolo, temos a presença de Barbara Hershey e de Ed Begley Jr. como um casal de hippies que infelizmente cruza caminho com a Dama.

Desconhecidos poderia ser apenas mais um thriller descartável, mas supera todas as expectativas ao se sagrar uma das melhores produções do gênero este ano – não só pelo modo como rearranja clichês do gênero em uma pseudo pré-disposição de elementos, como por se aproveitar de irretocáveis e inebriantes atuações para alcançar um sucesso bem-vindo e memorável.

Dica da Semana | Conheça ‘Vulgo Grace’, aclamada minissérie baseada no romance de Margaret Atwood

Dramas históricos são sempre passíveis de adoração e, na maioria dos casos, configuram-se como um dos gêneros preferidos do público aficionado por séries e filmes. Nos últimos anos, esse tipo de narrativa ganhou uma popularidade imensa e tal aceitação não-premeditada permitiu que a televisão contemporânea ganhasse pérolas como Downton Abbey’, ambientada no começo do século XX, Penny Dreadful’, recriando uma Londres sobrenatural do final do século XIX, e The Crown’, uma joia a ser apreciada com a maior cautela, recontando o conturbado reinado da Rainha Elizabeth II.

De todos os elementos ovacionáveis dentro das tramas supracitadas, a recriação verossímil da atmosfera condizente com a época é um dos mais perceptíveis por parte dos fãs. E, seguindo o alto padrão de shows similares, Vulgo Grace’ (‘Alias Grace’) encontra um espaço no coração desse público ao surpreender e atingir as expectativas esperadas, principalmente em se tratando de um romance assinado por Margaret Atwood (autora do grande sucesso literário e televisivo The Handmaid’s Tale’). Em contrapartida de sua obra mais famosa, a qual é centrada num futuro distópico e teocêntrico, a série em questão é ambientada no conflituoso período canadense em que o território era “invadido” constantemente por imigrantes irlandeses e escoceses – mais precisamente em meados do século XIX. A trama principal gira em torno da personagem-título Grace Marks (Sarah Gadon), cujo nome pode ser encarado como uma ironia (grace significa graça, no inglês), visto que sua vida foi marcada por uma constante tempestade de tragédias.

Logo no primeiro capítulo, perscrutado por uma montagem não-linear que nos relembra das transgressões narrativas da vanguarda surrealista no começo do século passado, descobrimos que a jovem garota foi acusada de assassinar seus patrões, aliciando-se ao faz-tudo James McDermott (Kerr Logan) para concretizar seu plano demoníaco. Entretanto, diferentemente de seu parceiro, que foi condenado à forca, Grace permaneceu quase intocada por forças maiores, sendo respaldada por inúmeros nomes e classes sociais de respeito, as quais declaravam repetitivamente que ela apenas funcionou como um pião influenciável nos planos arquitetados pelo conturbado homem.

Isso já nos leva a perceber um padrão de incompreensão por parte da personalidade da protagonista – e ela faz questão de nos lembrar disso numa constância interessante, em um voz over tão enigmático quanto suas próprias palavras. Ela é tachada de louca, ignorante, assassina, amante, prostituta, ingênua e inúmeros outros adjetivos que a transformam em uma construção social muito superficial para a profundidade psicológica que carrega – e, como se não bastasse, os diálogos são marcados por uma poética própria da mitologia nórdica (uma mistura equilibrada de cores e substantivos comuns que entram como metáforas para a vida cotidiana).

Grace não compreende a si mesma. E não poderia, visto que sua pouca experiência em vida foi marcada, como supracitado, por eventos desafortunados que começaram quando era apenas uma adolescente. Durante suas sessões com o psicólogo Simon Jordan (Edward Holcroft), ela discorre sobre sua infância, seus momentos mortais numa embarcação ao estilo navio negreiro da Irlanda para a América, e como ela sobreviveu à perda de entes muito queridos. As sequências ambientadas no navio não são apenas cruas em essência, mas são dotadas de uma sensorialidade inebriante que nos impede de tirar os olhos da tela, mesmo com a explicitação própria das obras de Atwood: a mudança de planos mais fechados para mais abertos contribui para o sentimento enervante que se apossa dos personagens, os quais passaram oito semanas em condições degradantes para conseguir realizar um sonho há muito querido.

As coisas não melhoram muito quando chegam ao destino: a mãe de Grace morre durante a viagem, e o infame pai é o típico macho-alfa de um família extremamente tradicional que usa e abusa de seu título patriarcal para submeter as mulheres da família a um patamar inferiorizado. Claro que isso é típico da sociedade da época, cujo semblante é estampado com alguns toques contemporâneos justamente para propor uma discussão mais aprofundada; logo, não é nenhuma surpresa que a garota saia de casa na primeira oportunidade, ainda que tenha que deixar seus quatro irmãos para trás como forma de começar uma nova vida – e é nesse exato momento que uma tour de force bem delineada começa a dar às caras.

Ao longo da narrativa, Grace acaba por encontrar inúmeros arquétipos da jornada do herói. A figura do guardião emerge na breve aparição de Rebecca Liddiard como Mary Whitney, empregada da família Parkinson que imediatamente consegue cativar o público. Sua personalidade rebelde e revolucionária – que conversa com os crescentes movimentos sociais do Canadá na época – é um dos principais fatores que consegue impactar na quietude serena e quase assustadora de Grace. Inclusive, a química entre Liddiard e Gadon é de uma pureza envolvente e que nos leva a imaginar se alguma centelha de amor pode surgir entre as duas. Entretanto, os laços entre elas se tornam mais fortes à medida em que os meses passam, tornando-se melhores amigas, confidentes e, eventualmente, invertendo os papéis quando essa guardiã e protetora encontra uma trágica ruína, decorrente até mesmo de sua condição como subordinada.

É inegável dizer que a protagonista passou por inúmeras perdas – e, no momento em que perde sua amiga para um ato de autossalvação, ela desenvolve alguns transtornos psíquicos que são justificados por uma fé avassaladora. Afinal, Grace vem de uma criação religiosa que não apenas resgata elementos católicos, mas estende sua abertura para a mitologia céltica (principalmente escocesa) para lhe dar um pouco de conforto. Tal ideal parte da premissa de que a intangibilidade da fé é um dos motivos que reafirmam a lucidez humana – entrando em conflito com si mesma pelo tratamento que recebe dentro da série.

O escape cômico emerge no convidativo e misterioso rosto de Jeremiah Pontelli (Zachary Levi), um místico vendedor ambulante que utiliza de sua “formação cigana” para proteger aqueles de que gosta e lhes fornecer um pouco de clareza para o futuro. Em seu primeiro encontro com Grace, o charmoso rapaz lê a sua mão e diz basicamente que “depois da tempestade, vem a calmaria”. E, bom, ele não poderia estar mais correto, levando em consideração que as reviravoltas em sua vida atingiram ápices tenebrosos antes de finalmente encontrar a merecida paz em um arco de “redenção obrigatória” do qual ela não deveria ter participado para início de conversa.

Os eventos que se sucedem em Vulgo Grace’ são imprescindíveis para uma mudança radical no rumo da história – e aqui, a concepção narrativa e imagética é de uma controvérsia gigantesca ao trazer elementos bíblicos para a tela. Em determinado momento após a morte de Mary, Grace é convidada pela aparentemente gentil e maternal Nancy Montgomery (Anna Paquin), governanta de Thomas Kinnear (Paul Gross), a qual a convida para ajudá-la nos serviços domésticos. É inegável dizer que a paz no rosto de Nancy é extremamente convidativo – suas roupas e até mesmo a paleta de cores que a envolve é adornada com cores leves, como rosa-claro e azul-bebê, transformando-a em um pedaço do paraíso que anda no mundo dos vivos. A metáfora para o evangelho católico vem justamente aí: por trás de uma máscara de gentileza, se esconde a real serpente – e a governanta não mede esforços para demonstrar seu arrependimento em contratar Grace para ajudá-la.

Afinal, Nancy e Thomas têm um caso, e a personalidade ciumenta da mulher é algo desprezível e que não nos causa nada além de asco. E seus distúrbios são expressados na forma de tarefas degradantes da jovem garota, a qual, em determinada sequência, deixa seus sentimentos internalizados explodirem para uma das poucas cenas de embate entre posições sociais. E as coisas ficam ainda mais angustiantes quando sua atitude muda para uma docilidade medonhamente comovente.

A série em momento algum é panfletária; ela analisa a ascensão e a queda de uma mulher – seguindo os passos de Jackie’, cinebiografia sobre Jacqueline Kennedy lançada em 2016 -, com uma identidade imagética que preza pelo todo e pelo particular. Em outras palavras, o enquadramento das cenas dialoga paralelamente ao sentimento que deseja passar – a grandiloquência e a majestuosidade dos governantes e famílias abastadas é retificada com planos gerais e simétricos que revelam estabilidade financeira, enquanto momentos mais íntimos prezam pelo close, com enfoque no brilho e no misticismo dos olhos. E isso não apenas serve para a conexão do público com personagens tão bem criados, mas também de forma condescendente de retratação da personagem encarnada por Gadon – a qual vimos em uma interessante performance em A Nona Vida de Louis Drax’, mas que se afasta completamente de sua zona de conforto aqui. Sua caracterização é misteriosa, indecifrável e oblíqua, com certos trejeitos adoráveis como o franzir da testa.

É claro que o show não abriria mão de uma saída sobrenatural – e ela vem no final da temporada. Já digo que a conclusão não será engolida por todos do público, mas é até compreensível de considerarmos duas coisas principais: primeiro, a questão espiritual sempre esteve em pauta dentre as damas mais ricas da sociedade, buscando proveito nas sessões religiosas que realizavam em suas próprias casas para encontrar clareza; segundo, a “encarnação” do espírito de Mary, responsável por levar Grace a cometer tais atrocidades, se inclina para os crescentes estudos de dupla personalidade da época, predecessoras para a metapsicologia do início do século XX.

‘Vulgo Grace’ é um grande acerto da Netflix e merecia mais atenção do que tem, principalmente às vésperas de seu quinto aniversário – e sua narrativa não apenas dá uma perspectiva original e interessante para os dramas de época, como reafirma o império literário e televisivo de Margaret Atwood, uma das melhores autoras de sua geração e que ficará marcada definitivamente na história.

St. Vincent lançará música ORIGINAL para a comédia sombria ‘Morte de um Unicórnio’

Através das redes sociais, a icônica musicista vencedora do Grammy St. Vincent revelou que lançará uma música inédita para a comédia sombria ‘Morte de um Unicórnio’ (‘Death of a Unicorn’).

Intitulada “DOA”, a canção tem estreia agendada para o próximo dia 28 de março.

Ouça uma prévia:

O filme, estrelado por Paul Rudd (‘Homem-Formiga’) e Jenna Ortega (‘Wandinha’), chega aos cinemas também em 28 de março.

Na trama, um pai e uma filha acidentalmente atropelam e matam um unicórnio enquanto viajam para um retiro de final de semana, onde seu chefe bilionário busca explorar as milagrosas propriedades curativas da criatura.

death of a unicorn

Com produção de Ari Aster (‘Hereditário’), o longa é escrito e dirigido por Alex Scharfman.

O mestre John Carpenter (‘O Enigma de Outro Mundo’) fica responsável pela trilha sonora ao lado de Cody CarpenterDaniel Davies.

O elenco ainda contará com Téa LeoniWill PoulterAnthony CarriganSunita ManiJessica HynesStephen Park.

Confira o cartaz INÉDITO da aventura fantástica ‘The Legend of Ochi’

the legend of ochi

A24 divulgou um cartaz inédito de The Legend of Ochi, seu mais novo filme de fantasia e de aventura.

O longa-metragem chega aos cinemas dos EUA em 25 de abril, ainda sem confirmação de estreia no Brasil.

Confira:

Isaiah Saxon faz sua estreia diretorial com o projeto, além de assinar o roteiro.

Em uma remota vila do norte, uma jovem chamada Yuri é criada para nunca sair de casa depois de escurecer, temendo as reclusas criaturas da floresta conhecidas como Ochi. Quando um bebê Ochi é deixado para trás por sua matilha, ela embarca na aventura de sua vida para reuni-lo com sua família.

Helena ZengelFinn WolfhardEmily WatsonWillem Dafoe estrelam.

Novo filme de Sofia Carson estreia ESTA SEMANA na Netflix!

A vindoura comédia dramática estrelada por Sofia Carson, intitulada ‘A Lista da Minha Vida‘, chega esta semana ao catálogo da Netflix.

A produção estreia na plataforma de streaming neste próximo dia 28 de março.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A pedido da mãe falecida (Connie Britton), uma jovem (Carson) embarca em uma viagem de autodescoberta para realizar uma lista de desejos que escreveu na adolescência. Nessa jornada complexa de amadurecimento, ela precisará enfrentar o luto e encontrar a coragem para voltar a curtir a vida.

Dirigido por Adam Brooks (‘Três Vezes Amor’), o longa é baseado no romance A Lista de Brett, escrito por Lori Nelson Spielman.

O elenco ainda conta com Kyle Allen, Sebastian De Souza, José Zúñiga, Jordi Mollà e Dario Ladani Sanchez.