Durante uma entrevista para a Vanity Fair, os roteiristas de ‘Vingadores: Ultimato’, Stephen McFeely e Christopher Markus, foram questionados porque decidiram matar Tony Stark ao final da adaptação.

Em resposta, Markus disse que a morte de Stark simbolizou não apenas o ato final de ‘Ultimato‘, mas a conclusão de toda a sua trajetória no MCU.

“Sua morte legitimou a coisa toda, sabe? Se o personagem continuasse vivo, as pessoas iriam perder o interesse em tudo que veio antes de sua morte, perderia o sentido… A história teve começo, meio e fim, é disso que se trata o sacrifício dele.”

O roteirista aproveitou para esclarecer que a decisão altruísta de Stark foi um reflexo de sua convivência com o Capitão América, e que apesar das diferenças, eles eram muito semelhantes.

“Ao longo dos filmes, percebemos que Tony e o Capitão estavam cruzando seus arcos. Steve sempre se sacrificava pelos outros, mas acabou se tornando mais individualista. Em ‘Guerra Civil’ ele tomou decisões baseadas em sentimentos pessoais, mesmo sabendo que iria desmontar os ‘Vingadores. Tony foi pelo caminho contrário, ele era egoísta e impetuoso, mas percebemos que ele suportou todo o fardo de ser um herói se sacrificando pelo universo.” 

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Assista à nossa crítica sobre o filme:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

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