Em seu perfil do Instagram, o ilustrador da Marvel Studios Anthony Francisco compartilhou uma arte conceitual detalhando o novo visual do Abominável.

Após 13 anos longe do MCU, o vilão interpretado por Tim Roth retornou em ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘, participando de lutas clandestinas.

Na publicação, Francisco fez um longo agradecimento por poder fazer parte da equipe por trás do filme.

Confira:



“Há tanto a dizer sobre ‘Shang-Chi‘, o filme foi ótimo para mim! E fazer história é sempre o que a @marvelstudios faz! Acho que nunca vi um super-herói chinês do universo cinematográfico da Marvel no cinema! E com um elenco incrível composto por atores asiáticos! Estou tão feliz por ter sido bem recebido! Sinto-me grato e orgulhoso por fazer parte disso! Aqui está uma imagem que posso compartilhar com vocês… Esse cara verde que desenhei inúmeras vezes nos meus tempos de colégio. Eu era fã do Hulk e costumava desenhar esses dois.”

Aproveite para assistir:

Vale lembrar que o Abominável também fará parte da série da ‘Mulher-Hulk‘.

Durante uma entrevista para o The Hollywood Reporter, Roth comentou sobre seu retorno ao papel e admitiu que foi uma decisão difícil.



Ele ainda contou que foi Mark Ruffalo, intérprete do Hulk, quem conseguiu convencê-lo a embarcar no projeto.

“Eu fiz ‘O Incrível Hulk‘ há muitos anos anos atrás, só porque pensei que meus filhos ficariam envergonhados com isso”, brincou ele. “Eu fiz isso por eles e realmente gostei, mas quando me chamaram para atuar na série da ‘Mulher-Hulk‘, eu não sabia se seria capaz de fazer tudo isso de novo, mas achei que seria divertido.”

Ele continuou, detalhando o processo de adaptação à captura de movimentos.

“Fiquei muito surpreso porque foi difícil no início. Confesso que me questionei bastante, mas Mark Ruffalo entrou para filmar suas cenas e ele fazia isso tão bem, que eu disse: ‘Ah, então é assim que você faz! Com senso de humor!’. Esse cara me motivou bastante a seguir com os ensaios.”

A declaração de Roth também é interessante porque Bruce Banner apareceu em sua forma humana na cena pós-créditos de ‘Shang-Chi‘…

Se Ruffalo gravou usando o traje de captura de movimentos, significa que o Hulk e o Abominável podem ter uma revanche em ‘Mulher-Hulk’.

E aí, você está animado para acompanhar a série?



Lembrando que a estreia está marcada apenas para 2022.

 

Tatiana Maslany (‘Orphan Black’) estrela a produção como a personagem titular. O elenco também conta com Ginger GonzagaRenée Elise Goldsberry, Jameela Jamil e Josh Segarra. A rapper Megan Thee Stallion fará aparições na produção.

Lembrando que Kevin Feige, diretor criativo da Marvel Studios, disse que a série terá 10 episódios com cerca de 30 minutos de duração cada.

Kat CoiroAnu Valia entram como diretoras da série.


A história é centrada na advogada Jennifer Walters, prima de Bruce Banner que recebe uma transfusão de sangue do Hulk depois de ficar entre a vida e a morte ao ser baleada por bandidos. Por conta disso, ela acaba sofrendo uma transformação, tornando-se a Mulher-Hulk. Diferente do primo, ela consegue manter o controle de sua mente, mas sua aparência humana desaparece permanentemente.

Ao longo dos anos, ela se tornou uma heroína muito respeitada e já fez parte dos ‘Vingadores‘, ‘Defensores‘ e até mesmo do ‘Quarteto-Fantástico‘.

Criada por Stan Lee e John Buscema, ela foi introduzida nas HQ’s da Marvel em ‘The Savage She-Hulk’ #1, publicada em 1980.

Jessica Gao coordena o time de roteiristas.

Segundo o site The Direct, a série trará um aspecto bastante interessante e particular do Universo Cinemático Marvel à vida: a quebra da quarta parede.

As informações idnicam que haverá “diversos momentos” em que Jennifer Walters/Mulher-Hulk (Maslany) irá conversar diretamente com o público. Além disso, acredita-se que Jennifer terá ciência de que é um personagem dentro do MCU.

Vale lembrar que, apesar das similaridades com ‘Deadpool’ (que faz utilização do mesmo recurso nos filmes e nos quadrinhos), Mulher-Hulk não é estranha à quebra da quarta parede, como fez nas HQs The Sensational She-Hulk, de John Byrne, em que constantemente zombava dos heróis e fazia questão de lembrá-los de que “não eram reais”.

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