10 Filmes da Netflix Que Não Valem o Seu precioso Tempo



Com todo mundo em casa cumprindo o distanciamento social, aumentou o consumo por filmes e séries nas plataformas de streaming. Mas isso não significa que queremos consumir qualqueeeer coisa, né?

Queremos filmes bons, que nos prendam, seja o gênero que for. Porém, tem muito filme que é pior que lavar saco de arroz, por isso nós do CinePOP listamos aqui 10 filmes da Netflix que não valem o seu tempo.

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10 – Estranhos em Casa

O longa franco-belga foi lançado recentemente pela Netflix, mas de legal mesmo só o título em português. Com a desculpa de ser um thriller, o diretor Olivier Abbou retratou as inseguranças masculinas através do personagem Paul (Adama Niane), que tem que recuperar sua casa depois de tê-la deixado aos cuidados da babá da família, que, por sua vez, se apropriou do imóvel. Em vez de suspense, temos uma busca pela autoestima do protagonista.

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9 – Um Corpo Desaparecido

O filme indiano de suspense é um desses exemplos que a gente não consegue passar nem dos primeiros dez minutos de exibição. Começa com um investigador que é chamado para interrogar o vigia noturno de um necrotério, que alega que o corpo de uma mulher saiu andando no meio da noite e ele tem medo de mortos – sendo que ele trabalha no necrotério!

8 – Mistério no Mediterrâneo

Não dá para fazer uma lista dessas sem incluir um filme do Adam Sandler, né? ‘Mistério no Mediterrâneo’ é uma comédia-suspense forçadíssima, que não sustenta sua proposta. Só que tem um elenco de peso, com Adam Sandler e Jennifer Aniston, e todo mundo assistiu, por isso a sequência já está confirmada, então, lá vem filme forçado parte 2.

7 – Eli

O trailer desse filme de terror é melhor do que sua uma hora e trinta e oito minutos de duração. Eli é um menino que tem uma dessas doenças incuráveis e que, portanto, precisa ficar isolado numa bolha, até que os pais decidem submetê-lo a um experimento caseiro em uma mansão amaldiçoada com uma curandeira não certificada. É isso.

6 – Mentiras Perigosas

Mais um suspense que abusa da suspensão da crença. Estreado no fim de abril, o longa conta a história de um casal que está à beira da falência, mas então Katie (Camila Mendes) recebe a herança generosa de um idoso rico de quem cuidava, e aí começam todos os problemas. Ai ai…

5 – O Silêncio do Pântano

Quase todo mundo que assistiu a ‘O Silêncio do Pântano’ só o fez por causa do Berlim de ‘La Casa de Papel’, interpretado por Pedro Alonso. Mas a verdade é que nem o Berlim salvou o filme, até porque Pedro Alonso passa boa parte do longa sem falar nada e só fazendo carão. Eu hein.

4 – Notas de Rebeldia

Embora tenha o elenco principal todo composto por atores negros (o que é um ponto extremamente positivo), o drama ‘Notas de Rebeldia não condiz nem com seu título, afinal, a dita rebeldia não se revela como tal. O longa termina como começa, sem apresentar grandes aprendizados ao protagonista.

3 – A Marca do Demônio

Esse terror mexicano é tão ruim, mas tão ruim, que resta ao espectador apenas rir do que está vendo. Apesar disso, a intenção do filme é se levar a sério, e por isso se torna um longa que não vale o investimento do seu tempo. Parece um novelão.

2 – Sierra Burgess é uma Loser

Apesar de contar com uma atriz do elenco de ‘Stranger Things, o filme começa com uma proposta e depois não segue com o combinado. Na tentativa de se empoderar, Sierra (Shannon Purser) engana as pessoas, e no final fica por isso mesmo.

1 – Cascavel

A única vantagem desse suspense da Netflix é que ele teve baixo orçamento, e, portanto, sua realização é uma vitória. Katrina (Carmen Ejogo) é uma mulher que está viajando de carro com a filha quando, numa parada no meio da estrada, a filha é picada pela tal cascavel. Para salvá-la, Katrina precisa matar alguém cuja vida seja deplorável. Enfim…

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Janda Montenegro
Janda Montenegro é doutora-pesquisadora em Literatura Brasileira no Programa de Pós-Graduação em Letras da UFRJ com ênfase nas literaturas preta e indígenas de autoria brasileira contemporâneas. De origem peruana amazônica, Janda é uma palavra em tupi que significa “voar”. Desde 2018 trabalha como crítica de cinema nos portais CinePOP e Cabine Secreta. É curadora, repórter cultural, assistente de direção e roteirista. Co-proprietária da produtora Cabine Secreta e autora dos romances Antes do 174 (2010), O Incrível Mundo do Senhor da Chuva (2011); Por enquanto, adeus (2013); A Love Tale (2014); Três Dias Para Sempre (2015); Um Coração para o Homem de Lata (2016); Aconteceu Naquele Natal (2018,). O Último Adeus (2023). Cinéfila desde pequena, escreve seus textos sem usar chat GPT e já entrevistou centenas de artistas, dentre os quais Xuxa, Viola Davis, Willem Dafoe, Luca Guadanigno e Dakota Johnson.

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Janda Montenegrohttps://cinepop.com.br
Janda Montenegro é doutora-pesquisadora em Literatura Brasileira no Programa de Pós-Graduação em Letras da UFRJ com ênfase nas literaturas preta e indígenas de autoria brasileira contemporâneas. De origem peruana amazônica, Janda é uma palavra em tupi que significa “voar”. Desde 2018 trabalha como crítica de cinema nos portais CinePOP e Cabine Secreta. É curadora, repórter cultural, assistente de direção e roteirista. Co-proprietária da produtora Cabine Secreta e autora dos romances Antes do 174 (2010), O Incrível Mundo do Senhor da Chuva (2011); Por enquanto, adeus (2013); A Love Tale (2014); Três Dias Para Sempre (2015); Um Coração para o Homem de Lata (2016); Aconteceu Naquele Natal (2018,). O Último Adeus (2023). Cinéfila desde pequena, escreve seus textos sem usar chat GPT e já entrevistou centenas de artistas, dentre os quais Xuxa, Viola Davis, Willem Dafoe, Luca Guadanigno e Dakota Johnson.