segunda-feira, julho 22, 2024

10 Filmes para você que está na casa dos 40 Anos

Entre a geração X e a geração Y, você que está na casa dos 40 anos está vivendo um momento de transformação como se daqui pra frente a maturidade tomasse conta com mais força de suas ações, além de sempre olhar para trás e analisar tudo que viveu até aqui. Pensando em filmes para você que está próximo dessa idade emblemática, segue abaixo muitos filmes interessantes, com seus mais diversos conflitos, na lista 10 filmes para você que está na casa dos 40:

 

Druk – Mais uma Rodada

Na trama, acompanhamos quatro amigos, professores que passam cada um à sua maneira por muitas infelicidades em suas vidas e analisando suas trajetórias e o presente nas reuniões que fazem quase que semanalmente resolvem tirar do papel a curiosa hipótese de Finn Skarderud que mostra haver um déficit de álcool no sangue e que para isso é preciso consumir uma determinada quantidade de álcool para melhorar as interações sociais/profissionais/familiares. Assim, resolvem serem adeptos ao movimento e acabam descobrimento muito sobre a vida mas também os efeitos colaterais do tal experimento.

 

Você Não Estava Aqui

Na trama, somos jogados para a realidade de uma família de classe média baixa britânica, onde o pai Ricky (Kris Hitchen), um torcedor entusiasmado do Manchester United, resolve investir em uma van de entregas para tentar mudar um pouco da realidade apertada financeira de sua família. A questão é que a partir desse ponto, acaba influenciando a todos em sua volta, sua esposa Abbie (Debbie Honeywood em uma atuação primorosa) é uma cuidadora que após vender seu carro para o investimento na van de Ricky vê sua agenda e rotina mudarem ocasionando em uma escassez maior ainda de uma coisa valorosa: o tempo. Assim, os dois filhos do casal também passam por transformações e a todo instante perguntamos, será que Ricky fez o certo em tentar dar um passo além do que já tinha? As certezas dessa resposta nos chegam forte quando entendemos melhor a empresa que fornece os conteúdos de entrega ao protagonista.

 

Não deixe de assistir:

História de um Casamento

História de um Casamento conta a vida de Nicole (Scarlett Johansson) e Charlie (Adam Driver), um casal que vive seus dias agitados em Nova Iorque entre um espetáculo e outro, já que ambos trabalham em uma companhia de teatro onde a primeira é a atriz protagonista das peças e o segundo o diretor. O casal possui um filho que é muito amado por ambos. Quando Nicole recebe uma oferta irrecusável de trabalho em Los Angeles (lugar bem distante de NY), o casamento afunda em uma crise sem retorno. Alguns meses se passam, Nicole se estabelece em Los Angeles e a luta dos dois agora é pelos acordos do divórcio que se submetem.

 

Como Nossos Pais

Na trama, conhecemos Rosa (Maria Ribeiro) uma mulher guerreira que está em crise no casamento com seu marido Dado (Paulo Vilhena), infeliz no emprego que tem e ainda é pega de surpresa com uma notícia atordoante de sua mãe Clarisse (Clarisse Abujamra) que seu pai Homero (Jorge Mautner) na verdade não é seu pai. Essa notícia mexe bastante com a protagonista que passa por uma grande transformação ao longo de todos os 102 minutos de projeção.

 

Uncle Frank

Na trama, conhecemos a jovem Beth (Sophia Lillis) que mora no interior dos Estados Unidos e não possui muitos sonhos na vida. Sua grande referência acaba sendo o seu tio Frank (Paul Bettany) um homem inteligente, educado, professor da Universidade de Nova Iorque, distante do resto da família, por motivos que a princípio não sabemos, que a faz entender alguns conceitos básicos para que tenha independência e consiga ser quem ela realmente quiser ser. Os anos se passam e Beth passa para a mesa Universidade que o tio dá aulas e acaba, durante uma festa meio que secreta, descobrindo que ele é gay e vive casado com Wally (Peter Macdissi), um engenheiro aeronáutico, a mais de 10 anos. Dias depois, Frank recebe a notícia que seu pai, avô de Beth, faleceu, e os dois precisam embarcar para a cidade natal deles para o funeral.

 

Querida Léa

Na trama, conhecemos o gerente de uma empresa de construção chamado Jonas (Grégory Montel), um homem que acorda de madrugada em uma festa de uma empresa que vai logo cedo encontrar sua paixão atual, a bela Léa (Anaïs Demoustier), uma cantora de ópera. O relacionamento entre os dois está à beira do término, sem o primeiro aceitar esse rompimento. Após esse encontro, ele vai até um café, administrado pelo simpático Mathieu (Grégory Gadebois) que fica de frente à casa da amada e lá começa a escrever sobre o amor. Podemos entender também que ele escreve para si mesmo, descobrindo campos profundos de suas emoções. Ao longo desse dia, cheio de variáveis incontroláveis e conversas conflituosas o olhar do outro e para o outro acaba se tornando frequente, seja no ônibus, na estação de trem, ou no simpático café.

 

A Comunidade

Na trama, conhecemos o professor de arquitetura Erik (Ulrich Thomsen) e sua esposa, a apresentadora de televisão Anna (Trine Dyrholm) que está se mudando para um enorme casarão com sua filha Freja (Martha Sofie Wallstrøm Hansen). Adeptos de ideias inovadoras e pensando que poderiam melhor seu cotidiano, a família resolve chamar amigos e conhecidos para morarem com eles, formando uma espécie de comunidade, assim dividem as despesas e passam a ter uma grande reunião diária, seja no almoço, seja no jantar. Porém, ao longo do tempo, Erik começa a se distanciar de Anna e acaba se apaixonando pela estudante Emma (Helene Reingaard Neumann) e para piorar os moradores da casa concordam em deixar a jovem morar com eles fazendo com que Anna tenha sua vida destruída em poucos dias.

 

Happy, Happy

Na trama, conhecemos Kaja (Agnes Kittelsen), uma mulher de meia idade que vive uma pacata vida ao lado da família em uma região onde prepondera a neve. Sem muitas expectativas em relação a sua vida, vive integralmente sendo dona de casa, dando carinho e atenção ao marido e para o único filho. Certo dia, um casal de novos vizinhos chegam para morarem na casa ao lado da de Kaja e sua vida começa a mudar, principalmente quando ela se apaixona pelo marido de sua nova vizinha.

 

Raymond & Ray

Na trama, conhecemos Raymond (Ewan McGregor) e Ray (Ethan Hawke), dois meio irmãos que não se veem faz algum tempo e sempre tiveram em comum muitas mágoas com o pai. O primeiro é metódico, todo certinho, recém separado, que trabalha no departamento de energia da cidade de Cincinnati no estado de Ohio. O outro, um mulherengo, um viciado em recuperação, parece viver seu cotidiano na leveza de não precisar de muito para viver, tem um fascínio pela música, principalmente o trompete algo que está ligado de maneira muito emotiva ao seu passado. Após saberem do falecimento do pai, recebem um último pedido do falecido e assim resolvem embarcar em uma road trip que ativa lembranças e apresentam surpresas do homem que achavam que conheciam por completo.

 

American Son

Na trama, conhecemos já dentro de uma sala separada de uma delegacia, a PHD em Psicologia Kendra Connor (Kerry Washington) que fora acordada no início da madrugada com o sumiço de seu único filho e do carro que ele dirigia. A partir da chegada da personagem, diálogos intensos com o plantonista da polícia é instaurado, fato que só se desenrola mais com a chegada do pai do jovem, Scott Connor (Steven Pasquale) um policial do FBI recém separado de Kendra. Conforme a noite vai passando e o dia amanhecendo, Kendra, que é negra, dialoga todos seus medos pela questão racial, entrando em conversas bastante atuais sobre nossa sociedade com Scott, que é branco.

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