O veterano ator Bruce Dern relembrou recentemente uma história tensa dos bastidores de ‘Era Uma Vez em… Hollywood’ (2019), quando Quentin Tarantino e Brad Pitt, se desentenderam nos sets do longa-metragem vencedor do Oscar.
Conforme a Variety, o ator explicou que o desentendimento aconteceu por conta uma cena de improviso de Brad Pitt.
“Quando Brad Pitt me acorda em ‘Era Uma Vez em… Hollywood’, eu estou na cama, me levanto meio grogue e digo: ‘Eu realmente não tenho certeza do que está acontecendo’. ‘Eu estava olhando para ele. [Pitt] cortou a câmera. Ele cortou a câmera. A expressão no rosto de Quentin… quero dizer, ele ficou extremamente sério e disse: ‘Brad, o que você acabou de fazer?'”, contou Dern.
De acordo com o relato do veterano, a reação do diretor à interrupção de Pitt foi imediata e categórica:
“Brad respondeu: ‘Bem, eu cortei a câmera’. Então Quentin disse: ‘Nunca mais na sua vida faça isso ou você estará morto neste negócio. Esse é o meu território. Não interrompa a atuação’. Depois seguimos gravando a cena e tudo o que Brad disse foi: ‘Bem, aquilo que ele falou não estava no roteiro'”, acrescentou.
Apesar do momento de forte tensão destacado por Bruce Dern, o episódio não abalou a parceria de longa data entre o astro e o cineasta. Procurada pela revista Variety para comentar o caso, uma fonte próxima aos dois profissionais minimizou o atrito, garantindo que o respeito mútuo prevalece: “Quentin é um dos diretores favoritos de Brad, e os dois sempre tiveram uma ótima relação de trabalho”.
‘Era uma Vez em… Hollywood’ está disponível na Netflix.
“Em 1969, Rick Dalton é um ator de TV em declínio que tenta voltar à vida de fama e sucesso em Hollywood ao lado de seu amigo e dublê, Cliff Booth. No processo, eles cruzam com muitas pessoas influentes da indústria cinematográfica, como os novos vizinhos de Rick, o casal Sharon Tate e Roman Polanski, e acabam se envolvendo involuntariamente com a infame família de Charles Manson”, diz a sinopse.
Sucesso nos cinemas, o longa arrecadou ótimos US$ 368.9 milhões mundialmente e rendeu ao astro Brad Pitt seu primeiro Oscar como ator, pela categoria de Melhor Ator Coadjuvante.






