Quando o seriado ‘Arquivo X’ acabou, vários fãs ficaram desolados. Mas logo surgiu o competente filme da série e, exatos 10 anos depois, surge este segundo.

Quando um grupo de mulheres é abduzido na região rural de Virgínia, as únicas evidências do desaparecimento são os restos humanos encontrados no local.


Com policiais desesperados por uma diga, um padre desesperado tem uma visão e manda os oficiais para um lugar onde eram feitos experimentos médicos que podem ou não estar conectados ao sumiço. É um caso certo para o Arquivo X. Mas o FBI fechou o departamento que investigava tais casos paranormais anos atrás. E a melhor equipe para esse trabalho, os ex-agentes Mulder e Scully, que não têm qualquer desejo de revisitar seus passados.

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Neste filme, o suspense psicológico é quem manda. Nada de muitas sequências de ação, nada de histórias bizarras ou aliênigenas. ‘Arquivo X 2: Eu Quero Acreditar’ nada mais é que um suspense, feito para vermos novamente os atores David Duchovny e Gillian Anderson imortalizados em seus papéis de maior sucesso. David Duchovny continua ótimo e bem à vontade em seu papel, enquanto Gillian Anderson parece um pouco enferrujada e deslocada.

A química entre os protagonistas continua ótima, e é o ponto mais forte do filme. Fox Mulder e Dana Scully finalmente haviam conseguido a paz em seu relacionamento.

Os novos personagens Dakota Whitney (Amanda Peet) e Mosley Drummy (Xzibit) também se mostram eficazes no longa, que peca por um roteiro que tem um ótimo início, mas acaba se perdendo no meio de sua trama, com passagens fracas e furos.


Outro ponto positivo em ‘Arquivo X 2: Eu Quero Acreditar’ é a excelente atuação de Billy Connolly como padre Joe, um personagem bastante interessante.

Arquivo X 2: Eu Quero Acreditar’ é uma mera desculpa para vermos novamente os personagens aclamados da série de TV. Para os fãs, será um deleite. Para quem nunca conferiu, vale a pena conhecer o universo, neste filme que segue carreira solo e não tem muitas ligações com o seriado e o primeiro filme.

 


Crítica por:
Renato Marafon


 

 

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