Dono de lendárias e engraçadas teorias (puxadas ao absurdo) Carlos Ray “Chuck” Norris, ex-militar da Força Aérea norte-americana, filho de um mecânico caminhoneiro começou sua carreira nos cinemas no início da década de 70, mas antes disso, em 1958 fora enviado para a Coreia do Sul junto ao exército e lá aprendeu Tang Soo Do, arte marcial coreana criada por Hwang Kee na década de 30 que envolve movimentos de auto defesa misturando noções de Caratê, Shotokan, Taekkyeon, Subak, e o Kung Fu Chinês.

Depois de aperfeiçoar sua técnica e se tornar uma referência em artes marciais nos Estados Unidos, um dia em Long Beach mudaria para sempre seu futuro e ali surgiria o lendário ator de filmes de ação da década de 70/80. Nesse dia conheceu seu grande amigo Bruce Lee que o chamou para ser o vilão do filme O Vôo do Dragão. A partir daí protagonizou dezenas de filmes sendo sempre lembrado por ser um imbatível combatente das forças da lei lutando contra os mais diversos inimigos.

Chuck Norris, hoje já na casa dos 80 anos, é também conhecido pelas suas contribuições a várias organizações que ajudam a milhares de pessoas pelo mundo. Cristão, escreveu vários livros sobre o Cristianismo.

Para homenagear esse grande artista do universo cinematográfico, reunimos abaixo cinco grandes filmes para você descobrir ou redescobrir esse emblemático artista.



 

Comando Delta

Aproveite para assistir:

Nunca deixe um homem para trás. Lançado em 1986 e dirigido pelo cineasta israelense Menahem Golan, o primeiro filme da trilogia Comando Delta conta a saga de um grupo de elite do exército norte-americano que precisa resolver uma situação complicada envolvendo questões políticas e reféns em um avião, tudo isso em questão de horas. À frente do grupo o experiente Coronel Nick (Lee Marvin) e o Capitão Scott Mccoy (Chuck Norris) que enfrentarão esse enorme desafio que levará a equipe ao limite emocional.

 



Braddock: O Super Comando

A eterna questão do nunca esquecer. Abordando o contexto complicado dos traumas da guerra e a exploração política no seu pós, o primeiro filme do personagem mais conhecido aqui no Brasil da carreira do astro de filmes de ação Chuck Norris, Braddock: O Super Comando, reflete sobre a influência governamental em meio a batalhas e o quase esquecimento de quem compõe na linha de frente, seus problemas para toda uma vida. Dos EUA ao Vietnã, uma linha extensa de caos morais e éticos vamos vendo passar em nossa frente nesse trabalho assinado pelo cineasta Joseph Zito.

 

Código do Silêncio

Lançado em meados da década de 80 e dirigido pelo cineasta Andrew Davis, em Código do Silêncio, acompanhamos a saga do policial Eddie Cusack (Chuck Norris) da polícia de Chicago que se vê sem saída em meio a uma guerra de gangues na cidade. O projeto custou cerca de 7 milhões de dólares e faturou quase o triplo em bilheteria consolidando Norris como um gigantesco astro de filmes de ação.

 

McQuade, o Lobo Solitário



Em uma década onde reinavam os grandes e inesquecíveis filmes de ação do universo do cinema (a década de 90 foi complementar a tal), chegava as telonas no ano de 1983 um dos grandes filmes da carreira do lendário Chuck Norris, McQuade, o Lobo Solitário. Dirigido pelo cineasta Steve Carver, o longa-metragem nos leva aos tempos onde a violência reinava na telona e onde a inconsequência tinha um lugar nada procurado dentro da impiedade. Mesmo sendo propriamente dito um filme de ação cheio de cenas mirabolantes, o projeto consegue abrir boas brechas reflexivas seja para explorar o fator solidão, seja para entendermos a eterna batalha dos limites da jurisdição e a força e a contra força entre os comandos no Texas.

 

O Vôo do Dragão

Garra de tigre, cauda de dragão, gancho, golpe forte. Ambientado em Roma no início da década de 70, O Vôo do Dragão, penúltimo longa-metragem da carreira do astro de ação Bruce Lee que nesse projeto atua, roteiriza e dirige, é um filme de comédia disfarçado de ação que marca a estreia de Chuck Norris nos cinemas (a primeira e única vez em que o imbatível ator de filmes de ação interpretou um vilão nos cinemas). Só em bilheteria, o filme faturou cerca de 130 milhões de dólares no mundo todo, estrondosa soma numérica para a época. O projeto tem uma cena espetacular de luta entre Lee e Norris no Coliseu, em Roma.

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