O remake em live-action de Mulanserá mesmo lançado nos cinemas chineses, mas sofreu uma censura dos órgãos reguladores do país.

Em virtude da cultura local do público, uma alteração teve que ser feita.

Segundo o TRH, uma cena de beijo entre Mulan e Chen Honghui (Yoson An) teve que ser retirada do filme. Os executivos locais desaprovaram a tomada em questão, após sua exibição para uma pequena audiência teste na China.

De acordo com a publicação, o momento romântico não pegaria bem com o público chinês, conforme salientado também pela própria diretora Niki Caro:



“Era uma cena muito linda, mas o escritório da Disney na China desaprovou, afirmando que ‘não poderíamos exibir isso, pois não pegaria bem com o povo chinês. Então, decidimos retirar o momento do filme”.

Vale lembrar que a China já reabriu seus cinemas há cerca de 15 dias, em regiões com baixo risco de contágio por coronavírus. Mais de 50% dos estabelecimentos estão em funcionamento com 30% da capacidade para atender as exigências sanitárias.

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No Brasil, a Disney ainda não se decidiu quanto ao destino do live-action. Se os cinemas nacionais abrirem antes do lançamento do Disney+, que tem estreia prevista por aqui apenas em Novembro, o estúdio provavelmente decidirá lançar a produção nas telonas.

Confira o novo cartaz chinês:



O anúncio de que Mulan será lançado na plataforma de streaming Disney+ pelo valor de US$30 surpreendeu a todos e a decisão continua gerando controvérsia com boa parte dos usuários, que aprovaram a estratégia, mas não o altíssimo preço.

Os portais Variety e ComicBook.com fizeram uma enquete por meio do Twitter, a fim de ponderar qual o nível de interesse dos usuários do streaming em pagar o valor para adquirir o filme, mesmo já sendo um assinante da plataforma.

E em ambas as pesquisas o nível de rejeição foi altíssimo. Ao serem questionados pelo ComickBook se alugariam Mulan por US$30, 84,6% dos internautas votaram em “não”, com apenas 15,4 votando “sim”.

A pesquisa da Variety obteve resultados bem semelhantes, com 85,3% dos votantes se posicionando contra e 14,7% a favor.



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