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Millie Bobby Brown reflete sobre crescer após a fama conquistada em ‘Stranger Things’: “Eu não tenho muitos amigos”

A atriz Millie Bobby Brown, estrela de Stranger Things, falou recentemente sobre os desafios de crescer em meio à fama, especialmente o isolamento causado por ela.

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, a atriz refletiu sobre sua trajetória no sucesso da Netflix, que começou quando ela tinha apenas 11 anos.

“Eu não tenho muitos amigos, por causa de quem eu sou”, revela Brown. “Eu não fui para a escola, então não desenvolvi as melhores habilidades sociais com pessoas da minha idade e em relação a amizades. Eu luto bastante com isso. Acabei perdendo algumas coisas, mas estou aprendendo a lidar”.

Ela também destacou a importância de Noah Schnapp, seu amigo e colega de elenco na série, e contou como Finn Wolfhard, também colega de elenco, a ajudou em 2017, quando ela enfrentou ataques de haters na internet.

“Se você é de verdade, não vai assediar meus amigos ou colegas de trabalho”, escreveu Wolfhard em uma postagem que agora foi apagada.

A atriz ainda abordou como a constante sexualização de sua imagem afetou sua saúde mental e a fez tomar a decisão de se afastar das redes sociais por um período em 2022.

“Eu pensei, ‘Meu Deus, isso está me fazendo me sentir horrível comigo mesma'”, afirmou.

Atualmente, Millie Bobby Brown vive em uma fazenda com seu marido, Jake Bongiovi.

Sobre sua despedida de Eleven, a trilha sonora de ‘Wicked’ a inspirou durante as gravações.

“Ela nos pediu para tocar ‘Defying Gravity’ enquanto ela estava flutuando no ar em um arnês para poder fingir que estava voando como Elphaba”, disse Matt Duffer, co-criador do show. “Não apenas porque ela ama a música, mas porque sabe que isso nos deixa um pouco loucos. Assim que a câmera começa a gravar — quase um segundo antes — aquela diversão desaparece e ela simplesmente… se transforma em Eleven”.

As filmagens da tão aguardada quinta e última temporada foram concluídas em dezembro, e Brown explicou como foi fechar esse capítulo:

“Eu estava no set e pensei, ‘Bem, eu tenho mais um dia’. E comecei a chorar. Eu não gosto de chorar no trabalho. Sou uma pessoa muito emocional, mas tento me manter super forte. Isso me fez me sentir tão desconfortável… e eu comecei a me emocionar”, concluiu.

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A nova temporada de estreia dia 27 de novembro de 2025

Crítica 2 | Com uma história esquecível, ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ não justifica a própria existência

‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ tinha uma difícil missão a ser cumprida: além de posar como o retorno oficial do Universo Cinemático Marvel (se levarmos em conta que ‘Deadpool & Wolverine posou como uma espécie de capítulo filler dentro da complexa cronologia desse panteão super-heroico), o longa-metragem daria continuidade a uma das franquias mais icônicas da Marvel Studios, carregando consigo um legado inestimável. E, apesar dos sólidos materiais promocionais e da crescente expectativa para conferir Anthony Mackie assumindo de vez o manto do Capitão América como Sam Wilson – mas o resultado foi bem aquém do esperado por simplesmente não conseguir justificar sua própria existência.

A trama traz o personagem titular caindo no centro de uma enorme conspiração que envolve a descoberta do metal adamantium na Ilha Celestial e os segredos que o presidente dos Estados Unidos, Thaddeus Ross (Harrison Ford), esconde para tentar se manter no poder e reiterar uma frágil comunhão entre os vários países que desejam explorar os recursos naturais presentes na ilha em questão. Todavia, as coisas não saem como o planejado – e Sam e seu aliado, Joaquin Torres/Falcão (Danny Ramirez), partem em uma missão perigosa para poder impedir uma ameaça iminente de causar desastres de proporções catastróficas. E sim, você pode encarar essa sinopse como uma das mais genéricas dos últimos anos, mas ela cumpre o trabalho de refletir o resultado desse projeto.

capitão américa admirável novo mundo

Na verdade, a história insurge como uma mixórdia sem sentido de diversos gêneros narrativos que vai de lugar nenhum a nenhum lugar, perpassando por pulsões do thriller de espionagem, do drama político e das aventuras de ação que são costumeiras do mundo super-heroico; o problema é que o roteiro, assinado a impressionantes cinco mãos (que inclui o diretor Julius Onah), não consegue se fincar a qualquer das investidas jogadas profusamente na estrutura do longa-metragem, desejando fazer o que bem lhe convém em detrimento de um enredo que seja convincente ou até mesmo envolvente para o público. À medida que cada ato se inicia, somos apresentados a uma subtrama inédita que, a priori, reverberaria na narrativa principal – mas apenas abre pontas que nunca se fecham e transformam o enredo em um amontoado de engrenagens desnecessariamente complexos.

Como mencionado, Onah comanda o projeto: o realizador, conhecido pelo terrível ‘O Paradoxo Cloverfield’, parece não ter qualquer visão artística para dar vida à obra que abraça. A condução rítmica e técnica é insípida, acompanhando uma melancólica e cansativa fotografia assinada por Kramer Morgenthau e uma incessante e incomodante montagem supervisionada por Matthew Schmidt e Madeleine Gavin. As sequências não seguem qualquer padrão identitário, emergindo como retalhos imagéticos sem coerência e que não tem qualquer dinamismo – e a frustração apenas aumenta quando a verdadeira ação, elemento que prezamos dentro de um projeto desse calibre, ganha forças apenas no terceiro ato (e de maneira tão medíocre que chega a ser risível).

Infelizmente, os problemas não param por aí: Onah assina o roteiro ao lado de Malcolm Spellman, Dalan Musson, Rob Edward e Peter Glanz – e essa multiplicidade de mentes a encargo de uma mesma função culmina em diálogos liquefeitos e ridiculamente convencionais, recheados de clichês exauríveis e metáforas vencidas. Em outras palavras, por mais que haja uma breve tentativa de assinalar produções anteriores da Marvel em tom autorreferencial, as falas proferidas pelos personagens não têm brilho e são compostos por máximas versiculares com lições de moral que não causam qualquer emoção no público. E, como se não bastasse, essa falta de preocupação apenas quebra mais nossa experiência com o longa-metragem.

O aspecto de maior sucesso é, sem sombra de dúvida, o elenco: Mackie apresenta todo o carisma que possui para encarnar essa nova versão do Capitão América, fazendo um ótimo trabalho em meio a tantos obstáculos que estão fora de seu controle; Ford diverte-se como nunca como Thaddeus/Hulk Vermelho, canalizando as glórias do início de sua carreira e não se levando a sério em qualquer momento para navegar pela complexa personalidade do personagem em questão; Ramirez e Carl Lumbly (este dando vida a Isaiah Bradley) são outros nomes que ganham destaque, fornecendo o mínimo de fluidez a uma conturbada jornada cinematográfica.

‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ rema contra as expectativas e, em vez de representar um retorno glorioso do MCU à forma, dá vários passos para trás ao se levar a sério demais e se esquecer de um componente ímpar que garantiria seu sucesso: o valor de entretenimento.

Lars von Trier é internado em clínica para tratar mal de Parkinson

Lars von Trier, cineasta dinamarquês de 68 anos, foi internado em um centro de saúde para dar continuidade ao tratamento de sua condição de saúde, o mal de Parkinson.

A confirmação sobre a hospitalização veio por meio de sua produtora, Louise Vesth, que assegurou que o diretor está recebendo os cuidados necessários e, dentro do possível, se encontra em boas condições de saúde. Apesar da gravidade da situação, a produtora ressaltou que ele está sendo monitorado e assistido adequadamente pelos profissionais da área médica.

Lars von Trier é amplamente reconhecido no cinema mundial por suas obras impactantes e ousadas, que frequentemente exploram temas profundos e controversos.

Entre seus trabalhos mais marcantes estão os filmes ‘Melancolia‘ e ‘Ninfomaníaca‘, que foram aclamados tanto pelo público quanto pela crítica.

Além disso, o cineasta conquistou a prestigiada Palma de Ouro no Festival de Cannes em 2000, com a obra ‘Dançando no Escuro‘, um filme que mistura música e drama psicológico, típico da sua abordagem inovadora no cinema. Sua carreira é uma mistura de grande sucesso e polêmicas, com um estilo único que desperta tanto elogios quanto controvérsias.

Em agosto de 2022, Lars von Trier compartilhou publicamente sua luta contra o mal de Parkinson, uma condição que afeta o sistema nervoso e pode causar tremores, rigidez muscular e dificuldades motoras. Na ocasião, Louise Vesth afirmou que o diretor estava “de bom humor” e que os sintomas da doença estavam sendo adequadamente tratados. A coragem de von Trier em expor sua condição para o público foi vista de forma positiva, tanto por seus fãs quanto pela comunidade cinematográfica, que manifestou apoio e compreensão.

A internação recente de Lars von Trier reflete a seriedade da luta contra o mal de Parkinson, ao mesmo tempo em que destaca a importância do tratamento adequado e do apoio necessário para quem enfrenta doenças como essa. A expectativa é que, com o acompanhamento médico apropriado, o cineasta consiga continuar sua trajetória no cinema, uma trajetória que já é marcada por filmes memoráveis e que continua a influenciar a sétima arte. Assim, mesmo com desafios pessoais, a contribuição de Lars von Trier ao mundo do cinema permanece inegável, e muitos esperam que ele siga criando e inovando, como sempre fez ao longo de sua carreira.

Ed Westwick, de ‘Gossip Girl’, é acusado de estupro

Polêmica! Charlie Sheen é acusado de estuprar Corey Haim quando ator tinha 13 anos

“Você devia f*dê-la para ela ver que é lésbica”, Ellen Page acusa Brett Ratner de assédio

Matthew Weiner, criador de ‘Mad Men’, é acusado de assédio por roteirista da série

Prestigiado comediante Louis C.K. é acusado de assédio sexual por cinco mulheres

Jeffrey Tambor é investigado por acusação de assédio sexual

Kevin Spacey: ator está buscando tratamento após novas acusações de assédio

Diretor Brett Ratner é acusado de assédio sexual por Olivia Munn e outras atrizes

Cineasta indicado ao Oscar é acusado de assédio sexual por mais de 30 mulheres

Ben Affleck também é acusado de assédio sexual; Assista ao vídeo!

 

‘Beleza Fatal’: Novela da Max com Camila Pitanga ganha data de estreia na Band

A novela brasileira ‘Beleza Fatal‘, estrelada por Camila PitangaGiovanna AntonelliCamila Queiroz, ganhou data de estreia na Band.

A novela original da Max passa a ser apresentada na TV aberta a partir do dia 10 de março, às 20h30, com exibição de segunda a sexta em sequência. São 40 episódios.

A jornalista Carla Bittencourt revelou recentemente que o elenco está descontente que a novela será exibida na Band. Eles fecharam contrato para exibição no streaming e agora estarão no ar em uma emissora com baixo investimento em teledramaturgia.

A trama vai a fundo no mundo da beleza e dos procedimentos estéticos. A trama é liderada pela busca passional por justiça de Sofia que, ainda criança, viu a mãe ser presa por um crime que não cometeu. Ela é acolhida pela família Paixão que, assim como ela, demanda compensação pela filha, vítima de uma cirurgia plástica falha. Em qual ponto a justiça e a vingança se confundem?

Confira os teasers recentes da novela, que já está em exibição na Max:

 

A produção foi criada por Raphael Montes.

Sequência do filme sobre o FIM DO MUNDO que teve bilheteria surpreendente será lançada no Brasil [EXCLUSIVO]

Um dos maiores sucessos de bilheteria da história terá sua sequência lançada nos cinemas nacionais.

O CinePOP confirma, com EXCLUSIVIDADE, que ‘Terra à Deriva 2‘ (Wandering Earth 2) chegará aos cinemas brasileiros com distribuição da Sato Company.

O original foi lançado em 2019 e arrecadou gigantescos US$700 milhões nas bilheterias mundiais, grande parte vindo da China.

A trama se passa em um futuro distante. O envelhecimento do Sol e o inevitável destino da Terra obrigam que os humanos construam motores gigantes para transformar o próprio planeta em uma espaçonave.

O diretor da Sato, Nelson Sato, revelou como ele adquiriu os direitos de distribuição do badalado filme.

“Ano passado, eu fui convidado a participar de uma missão do Ministério da Cultura para o Festival de Beijing, junto com outras 4 distribuidoras brasileiras + BRAVI para celebrar os 50 anos de amizade Brasil-China. Como convidados, pudemos ter um contato maior com o governo chinês, que é muito envolvido no audiovisual.

Essa missão nos permitiu fazer uma aproximação maior também com as distribuidoras chinesas. Eu já conhecia a história do filme “Terra à Deriva” pelo fantástico sucesso que fez nos cinemas chineses e depois globalmente com a Netflix. Mas foi lá na China que eu descobri que o filme “Terra à Deriva 2” estava disponível, então eu negociei muito para trazer a obra ao Brasil. Há uma curiosidade interessante…o filme conta com uma atriz brasileira que mora na China, a Daniela Dassy. Inicialmente, ela ia fazer só uma figuração no filme, mas o papel dela cresceu e agora ela aparece em traje espacial com a bandeira do Brasil.

A SATO comprou os direitos de “Terra à Deriva 2″ para a América Latina. Estamos planejando fazer com os exibidores um grande lançamento em 2025. Eu tenho uma expectativa muito boa para essa estreia e tenho certeza que os fãs do filme vão amar essa continuação nas telonas brasileiras.”

Assista ao trailer da sequência:

O filme original está disponível no catálogo da Netflix.

 

Fernanda Torres posta vídeo em homenagem a Ariana Grande: “Você é Maravilhosa”

Ariana Grande e Fernanda Torres estiveram no Festival Internacional de Cinema de Santa Barbara, e protagonizaram um momento super fofo ao se encontrarem.

Após o vídeo viralizar, a Fernanda postou uma homenagem a Ariana Grande:

“Você é Maravilhosa”, ela escreveu.

Antes disso, Ariana revelou que assistiu ‘Ainda Estou Aqui‘ e elogiou Fernanda.

“Ela é linda, gentil e genial. Uma atriz incrível, com uma atuação fantástica. É um ser humano brilhante. Eu amo ela.”, ela disse. 

A revista internacional Entertainment Weekly divulgou recentemente suas previsões para os vencedores do Oscar 2025.

Entre os principais destaques, a publicação apostou na vitória de Ainda Estou Aqui, longa brasileiro, em duas das três categorias em que está indicado: Melhor Filme, Melhor Atriz e Melhor Filme Internacional.

A revista aposta na vitória do Brasil em Melhor Filme Internacional, desbancando o favorito ‘Emilia Pérez’, além dos concorrentes ‘A Garota com a Agulha’, ‘A Semente do Fruto Sagrado’ e ‘Flow’.

Além disso, Entertainment Weekly prevê que Fernanda Torres leve o prêmio de Melhor Atriz, superando Cynthia Erivo, de ‘Wicked’, Karla Sofía Gascón, de ‘Emilia Pérez’, Mikey Madison, de ‘Anora’, e Demi Moore, de ‘A Substância’.

A reportagem destaca que as polêmicas envolvendo Gascón podem ter prejudicado suas chances na corrida pela estatueta, enquanto o apelo do público brasileiro pelo trabalho de Fernanda Torres pode ser um fator decisivo para a escolha da atriz. Embora a atriz Demi Moore seja apontada como a maior ameaça à vitória de Torres, a publicação mantém sua aposta na atriz brasileira.

Por fim, a reportagem também sugere que Ainda Estou Aqui pode ser derrotado na categoria de Melhor Filme, com ‘O Brutalista’ levando a estatueta para casa.

Lembrando que os vencedores do Oscar serão anunciados no dia 02 de março.

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O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.

No elenco principal, estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.

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Dragon Ball DAIMA

(Dragon Ball DAIMA)

Elenco:

Kôki Uchiyama
Masako Nozawa
Yumiko Kobayashi

 

Direção: Yoshitaka Yashima

Gênero: Anime

Duração: 90 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 6 de Fevereiro de 2025

Sinopse: 

Em DRAGON BALL DAIMA, por causa de uma conspiração, Goku e seus amigos voltam a ser crianças. A partir daí, Goku, Supremo Kai e os novos personagens Glório e Panzy se aventuram no Reino Demoníaco, um mundo desconhecido e misterioso.

Curiosidades: 

» A produção serve como um compilado dos três primeiros episódios da série, numa homenagem aos 40 anos da franquia Dragon Ball;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Em campanha BRILHANTE para o Oscar, Fernanda Torres vai ser entrevistada no Good Morning America

A atriz Fernanda Torres segue sua brilhante campanha para o Oscar e revelou nas redes sociais que estará no programa Good Morning America para falar sobre ‘Ainda Estou Aqui‘ e sua carreira.

A atriz postou uma foto na Times Square para a transmissão.

“ABC STUDIO, for Good Morning America. No coração do Times Square, em NY.”, ela postou.

A Variety divulgou recentemente suas previsões atualizadas para os ganhadores do Oscar 2025 – considerando o início da votação final da premiação.

A matéria publicada pela revista apostou na vitória deAinda Estou Aqui, longa brasileiro, na categoria de Melhor Filme Internacional. ‘Emilia Pérez’, que já levou outros prêmios na categoria, fica em segundo lugar – e perde força em meio a tantas polêmicas envolvendo a atriz Karla Sofía Gascón e outros membros da equipe.

Além disso, o filme deve desbancar aclamadas produções como ‘A Garota com a Agulha’, ‘A Semente do Fruto Sagrado’ e ‘Flow’.

Vale lembrar que o longa também concorre nas categorias de Melhor FilmeMelhor Atriz para Fernanda Torres.

Os vencedores serão anunciados no dia 02 de março.

A premiação será transmitida ao vivo pela TV Globo, TNT na TV fechada e pelo Max via streaming.

O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.

No elenco principal, também estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.

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‘Minha Vida com Shurastey’: Nicolas Prattes viverá brasileiro que rodou a América com seu cachorro em um Fusca

Dono de uma longa trajetória no cinema e na televisão, o ator Nicolas Prattes será o protagonista do longa-metragem ‘Minha Vida com Shurastey‘, dirigido por Afonso Poyart (“Mais Forte Que o Mundo – A História de José Aldo”), com roteiro de Ana Reber (“Depois Do Universo”) e produção da Paris Entretenimento.

Previsto para ser rodado em 2025, o filme conta a história real do influenciador digital Jesse Koz, interpretado por Prattes, que embarcou em uma jornada pelas Américas ao lado de seu cachorro, Shurastey, da raça golden retriever, em um Fusca 1978. A distribuição é da Paris Filmes.

Morador de Balneário Camboriú, em Santa Catarina, Jesse Koz decidiu deixar para trás o trabalho em um shopping center da cidade e desbravar as estradas ao lado de Shurastey, seu fiel companheiro, em 2017.

A dupla seguiu um roteiro de viagem saindo de Ushuaia, no extremo sul da Argentina, até o estado do Alasca, nos Estados Unidos, em um projeto chamado “Shurastey or Shuraigow?“, título inspirado na música “Should I Stay or Should I Go“, da banda britânica The Clash.

Depois de passarem por 17 países e conquistarem mais de um milhão de seguidores nas redes sociais, o brasileiro e seu cachorro faleceram em um trágico acidente de trânsito, em maio de 2022.

Leandro Hassum vira CUPIDO fantasma em comédia que é o filme MAIS ASSISTIDO da Netflix

Nos últimos anos, Leandro Hassum se reinventou e decidiu se arriscar nas comédias dramáticas – provando ser um ator de vários gêneros. Com os filmes ‘Chorar de Rir‘ e ‘Não Se Aceitam Devoluções, Hassum conseguiu se provar como ator ao mesmo tempo que se distanciou de grande parte do seu público, que o ligava a comédias escrachadas como ‘O Candidato Honesto‘ e ‘Até que a Sorte nos Separe‘.

Recentemente, o ator voltou a fazer comédias escrachadas com o ótimo ‘O Amor Dá Trabalho‘, que estreou em PRIMEIRO LUGAR entre os filmes mais vistos da Netflix.

Na trama, Hassum vive Anselmo, um funcionário público preguiçoso que nunca fez questão de ajudar ninguém, morre num acidente no trabalho.

Para escapar do inferno, ele precisa fazer uma boa ação aparentemente simples: reunir o ex-casal Elisângela (Flávia Alessandra) e Paulo Sérgio (Bruno Garcia), separados há 12 anos, desde que ela foi abandonada por ele no altar.

O mais divertido do filme é que ele não se leva a sério, e Hassum tem sua oportunidade de brilhar como uma versão masculina de Oda Mae Brown (Whoopi Goldberg), do clássico ‘Ghost: Do Outro Lado da Vida‘. Ele abraça o personagem e tem tiradas cômicas que vão fazer a plateia cair no riso, como no momento em que ele sussurra no ouvido de uma freira.

A comédia ainda marca a estreia do diretor Ale McHaddo em filmes de live-action, após as bem sucedidas animações ‘Osmar, a Primeira Fatia do Pão de Forma‘ e ‘BugiGangue no Espaço‘.

Com uma direção segura e didática, McHaddo consegue tirar o melhor timing cômico dos seus atores e misturar drama e a comédia na maneira certa, com o intuito de fazer a audiência rir e se emocionar ao mesmo tempo.

Além da maravilhosa Flávia Alessandra, muito bem no papel da co-protagonista, o filme tem participações de atores de peso interpretando os deuses do plano espiritual onde Anselmo foi parar, reunindo de maneira HILÁRIA nomes como Helio de La Peña, Dani Calabresa, Falcão, Ludmilla, Paulinho Serra, Sérgio Lororza, Maria Clara Gueiros e Felipe Torres.  

Sim, ‘O Amor Dá Trabalho‘ é uma mistureba de clichês e o roteiro é uma colcha de retalhos de outras histórias famosas, mas tudo é bem amarradinho com o jeitinho brasileiro, entregando um filme acima da media. O filme mais divertido em anos do Leandro Hassum.

O CinePOP traz uma entrevista EXCLUSIVA com o astro Leandro Hassum, da comédia ‘O Amor Dá Trabalho‘.

No vídeo, o ator fala sobre o amor, o atual cenário da comédia e seus futuros trabalhos.

Assista:

‘Ainda Estou Aqui’ e Fernanda Torres saem VITORIOSOS no Gold Derby Film Awards 2025; Confira a lista!

Neste último dia 11 de fevereiro, foram revelados os vencedores do Gold Derby Film Awards 2025 – uma das premiações em que os ganhadores são escolhidos pelo público.

Em uma virada história, o drama nacional ‘Ainda Estou Aqui’ levou o prêmio de Melhor Filme – tornando-se o segundo longa de língua não-inglesa a conquistar a condecoração, após ‘Parasita’. O filme também levou para casa os prêmios de Melhor Roteiro AdaptadoMelhor Filme Internacional, enquanto Fernanda Torres foi a vitoriosa na categoria de Melhor Atriz.

Confira a lista abaixo:

MELHOR FILME
Tudo o que Imaginamos como Luz
Anora
O Brutalista
Rivais
Conclave
Duna: Parte 2
Emilia Pérez
Ainda Estou Aqui (VENCEDOR)
A Substância
Wicked

MELHOR DIREÇÃO
Sean Baker, Anora
Brady Corbet, O Brutalista
Coralie Fargeat, A Substância (VENCEDORA)
Luca Guadagnino, Rivais
Denis Villeneuve, Duna: Parte 2

MELHOR ATRIZ
Cynthia Erivo, Wicked
Marianne Jean-Baptiste, Hard Truths
Mikey Madison, Anora
Demi Moore, A Substância
Fernanda Torres, Ainda Estou Aqui (VENCEDORA)

MELHOR ATOR
Adrien Brody, O Brutalista
Timothée Chalamet, Um Completo Desconhecido
Daniel Craig, Queer
Colman Domingo, Sing Sing
Ralph Fiennes, Conclave (VENCEDOR)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Joan Chen, Didi
Ariana Grande, Wicked (VENCEDORA)
Margaret Qualley, A Substância
Isabella Rossellini, Conclave
Zoe Saldaña, Emilia Pérez

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Yura Borisov, Anora
Kieran Culkin, A Verdadeira Dor (VENCEDOR)
Clarence Maclin, Sing Sing
Josh O’Connor, Rivais
Jeremy Strong, O Aprendiz

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
Conclave — Peter Straughan
Duna: Parte 2— Jon Spaihts, Denis Villeneuve
Ainda Estou Aqui — Murilo Hauser, Heitor Lorega (VENCEDORES)
Sing Sing — Clint Bentley, Greg Kwedar, Clarence “Divine Eye” Maclin, John “Divine G” Whitfield
Wicked — Winnie Holzman, Dana Fox

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
Tudo o que Imaginamos como Luz — Payal Kapadia
Anora — Sean Baker
Rivais — Justin Kuritzkes
A Verdadeira Dor — Jesse Eisenberg
A Substância — Coralie Fargeat (VENCEDORA)

MELHOR ELENCO
Anora
Conclave
Duna: Parte 2
Emilia Pérez
Wicked

ARTISTA REVELAÇÃO
Mark Eydelshteyn
Karla Sofía Gascón
Clarence Maclin
Mikey Madison (VENCEDORA)
Katy O’Brian

MELHOR FOTOGRAFIA
O Brutalista — Lol Crawley
Rivais — Sayombhu Mukdeeprom
Conclave — Stéphane Fontaine
Dune: Parte 2 — Greig Fraser (VENCEDOR)
Nosferatu — Jarin Blaschke

MELHOR FIGURINO
Conclave — Lisy Christl
Duna: Parte 2 — Jacqueline West
Maria Callas — Massimo Cantini Parrini
Nosferatu — Linda Muir
Wicked — Paul Tazewell (VENCEDOR)

MELHOR MONTAGEM
Anora — Sean Baker
Rivais — Marco Costa
Conclave — Nick Emerson
Duna: Parte 2 — Joe Walker
A Substância — Jérôme Eltabet, Coralie Fargeat, Valentin Féron (VENCEDORES)

MELHOR MAQUIAGEM & CABELO
Um Homem Diferente — Michael Marino, Sarah Graalman, Aaron Saucier
Duna: Parte 2 — Eva Von Bahr, Love Larson
Nosferatu — Traci Loader, Suzanne Stokes-Munton, David White
A Substância — Pierre Olivier Persin, Frédérique Arguello, Stéphanie Guillon, Marilyne Scarselli (VENCEDORES)
Wicked — Frances Hannon, Laura Blount, Sarah Nuth

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL
O Brutalista — Daniel Blumberg
Rivais — Trent Reznor, Atticus Ross (VENCEDORES)
Conclave — Volker Bertelmann
Wicked — John Powell, Stephen Schwartz
Robô Selvagem — Kris Bowers

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
“Compress/Repress” de Rivais — Trent Reznor, Atticus Ross, Luca Guadagnino (VENCEDORES)
“El Mal” de Emilia Pérez — Camille, Clément Ducol, Jacques Audiard
“Harper and Will Go West” de Will & Harper — Kristen Wiig, Josh Greenbaum, Sean Douglas
“Kiss the Sky” de Robô Selvagem — Jordan Johnson, Maren Morris, Michael Pollack, Ali Tamposi, Delacey, Stefan Johnson
“Mi Camino” de Emilia Pérez — Camille, Clément Ducol

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO
O Brutalista — Judy Becker, Patricia Cuccia, Mercédesz Nagyváradi
Conclave — Suzie Davies, Cynthia Sleiter
Duna: Parte 2 — Patrice Vermette, Shane Vieau
Nosferatu — Craig Lathrop, Beatrice Brentnerova
Wicked — Nathan Crowley, Lee Sandales (VENCEDORES)

MELHOR SOM
Guerra Civil — Glenn Freemantle, Howard Bargroff, Mary H. Ellis
Duna: Parte 2 — Ron Bartlett, Doug Hemphill, Gareth John, Richard King
Furiosa: Uma Saga Mad Max — Ben Osmo, James Ashton, Tom Holkenborg, Robert Mackenzie
A Substância — Valérie Deloof, Victor Praud, Emmanuelle Villard, Victor Fleurant, Stéphane Thiébaut
Wicked — Robin Baynton, Simon Hayes, John Marquis, Andy Nelson, Nancy Nugent Title (VENCEDORES)

MELHORES EFEITOS VISUAIS
Alien: Romulus — Eric Barba, Daniel Macarin, Nelson Sepulveda, Shane Mahan
Dune: Parte 2 — Stephen James, Paul Lambert, Gerd Nefzer, Rhys Salacombe (VENCEDORES)
Planeta dos Macacos: O Reinado — Erik Winquist, Paul Story, Rodney Burke, Stephen Unterfranz
A Substância — Bryan Jones, Chevin Shafaghi, Pierre Olivier Persin, Jean Miel
Wicked — Pablo Helman, Jonathan Fawkner, Paul Corbould, Anthony Smith

MELHOR ANIMAÇÃO
Flow (VENCEDORA)
Divertida Mente 2
Memórias de um Caracol
Wallace & Gromit: Avengança
Robô Selvagem

MELHOR DOCUMENTÁRIO
Black Box Diaries
Dahomey
No Other Land
Super/Man: A História de Christopher Reeve (VENCEDOR)
Will & Harper

MELHOR FILME INTERNACIONAL
Tudo o que Imaginamos como Luz
Emilia Pérez
Flow
Ainda Estou Aqui (VENCEDOR)
A Semente do Fruto Sagrado

Crítica | ‘Bogotá: A Cidade dos Sonhos Perdidos’ – Filme Sul-coreano da NETFLIX busca nas reviravoltas prender a atenção do público

Chegou recentemente ao Top 1 da Netflix um filme que busca nas reviravoltas de um protagonista camaleônico prender a atenção do público. Trazendo uma história de um desmanchar dos sonhos aos olhos de um jovem que entra em total desconstrução sobre o que acredita, sugado para o único caminho que encontra: a criminalidade, Bogotá: A Cidade dos Sonhos Perdidos é um filme que se joga na melancolia, sem grandes momentos, mas que se fortalece nas razões humanas.

Na trama conhecemos o jovem sul-coreano Guk-hee (Song Joong-ki) que na virada do milênio, vai morar com os pais na Colômbia depois de um grave problema financeiro atingir seu país natal. Nessa nova terra, além do problemas com o frustrado pai, logo se associa a contrabandistas e acaba fazendo disso uma carreira que logo fica em ascensão rumo ao poder em meio ao inescrupuloso e impiedoso mundo do crime.

Contextualizando uma grave crise real ocorrida por economias que tiveram um rápido crescimento econômico no Século XX, algumas dessas também conhecidas como os Tigres Asiáticos, Bogotá: A Cidade dos Sonhos Perdidos aborda a imigração numa terra que apresenta alguns tipos de oportunidades. Indo de forma profunda no lado humano e as transformações sobre o que se acredita num primeiro momento, tem arcos dramáticos convincentes em um roteiro que navega pelas razões morais a todo instante.

Dirigido pelo cineasta Kim Seong-je, o projeto tenta elucidar alguns porquês do protagonista de forma rasa e até certo ponto corrida por mais que o desenvolvimento do protagonista seja satisfatório. O julgar, o ponderar e o agir são elementos que ganham força e parecem uma ordem a ser seguida. Dentro de um show de transformações emocionais, não dúvidas sobre a boa direção de Seong-je.

A figura central do projeto é uma vítima de uma situação num primeiro momento, quando abre janelas de oportunidades, vemos um fator de se adaptar que acaba se sobrepondo a própria índole. Indo por esse norte, esse filme pode ser visto por muitas pessoas como um recorte sociológico e também econômico de uma época de incertezas.

Convencional e com uma narrativa que empolga apenas em alguns momentos, esse é um daqueles longas-metragens que mostram os quebra-molas em relação a moral quando o mundo parece ter somente um caminho.

‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ é BOICOTADO por manifestantes pró-Palestina

Nos Estados Unidos, diversos manifestantes pró-Palestina se reuniram para protestar contra a estreia de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’, o novo longa da Marvel.

Segundo a Variety, os manifestantes estão pedindo um boicote ao filme devido à inclusão da super-heroína israelense Ruth Bat-Seraph, também conhecida como Sabra, interpretada por Shira Haas.

Com cartazes contendo mensagens como “Sabra tem que sair”, “Disney apoia o genocídio”, “Boicote ‘Capitão América'” e “Rezem pela Princesa Jasmine”, os manifestantes também entoaram slogans como “Livre, livre, livre Palestina” e “Disney, Disney, você não pode se esconder”.

A inclusão de Sabra, que nos quadrinhos é uma agente do Mossad, gerou controvérsia entre os fãs palestinos em 2022. A Marvel logo emitiu uma declaração garantindo que adotaria uma “nova abordagem” para a personagem em ‘Admirável Mundo Novo’.

“Embora nossos personagens e histórias sejam inspirados nos quadrinhos”, afirmou a Marvel em uma declaração à Variety, “eles são sempre reinterpretados para as telas e o público atual, e os cineastas estão adotando uma nova abordagem com a personagem Sabra, que foi introduzida nos quadrinhos há mais de 40 anos”.

O produtor de ‘Admirável Mundo Novo’, Nate Moore, acrescentou em fevereiro que Sabra “não é do Mossad” no filme, e “trabalha no governo dos EUA” em vez disso.

“O que achamos interessante é que muitos dos personagens no filme giram em torno do Presidente Thaddeus Ross [Harrison Ford]”, disse Moore. “Ruth trabalha no governo sob Ross, então sua perspectiva sobre aquele personagem e a de Sam acabam colocando-os em rota de colisão. Ela é israelense de primeira geração, mas trabalha no governo dos EUA”.

Lembrando que o longa chega aos cinemas no dia 14 de fevereiro de 2025.

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Anthony Mackie, Danny Ramirez, Carl Lumbly, Tim Blake Nelson, Shira Haas, Harrison Ford e Liv Tyler estrelam.

‘The Phoenician Scheme’: Novo filme de Wes Anderson ganha data de estreia nos EUA

Focus Features está se reunindo pela terceira vez com o aclamado diretor e roteirista Wes Anderson para o ambicioso projeto The Phoenician Scheme (via Deadline).

Além disso, foi revelado que a produção chega aos cinemas dos Estados Unidos em 30 de maio, com lançamento limitado, antes de ter exibição ampla a partir do dia 06 de junho.

No Brasil, nenhuma data foi anunciada por enquanto.

Anderson fica responsável pela direção e co-escreve o roteiro ao lado de seu colaborador de longa data, Roman Coppola.

O filme, traduzido livremente para o português como O Esquema Fenício, conta a história de uma família e de uma empresa familiar. A trama é estrelada por Benicio del Toro como Zsa-zsa Korda, um dos homens mais ricos da Europa; Mia Threapleton como a Irmã Liesl, sua filha/freira; e Michael Cera como Bjorn Lund, seu tutor.

O elenco também conta com Tom Hanks, Bryan Cranston, Riz Ahmed, Mathieu Amalric, Jeffrey Wright, Scarlett Johansson, Richard Ayoade, Rupert Friend, Hope Davis e Benedict Cumberbatch.

Universal Pictures fica responsável pela distribuição global do longa.

‘Widow’s Bay’: Matthew Rhys irá estrelar nova série de MISTÉRIO da Apple TV+

O vencedor do Emmy Matthew Rhys (‘Perry Mason’) foi escalado como protagonista e produtor executivo de ‘Widow’s Bay’, nova série de mistério da Apple TV+ (via Deadline).

A produção, que conta com dez episódios, foi criada por Katie Dippold.

Hiro Murai foi atado para dirigir o episódio piloto.

A trama gira em torno de uma ilha misteriosamente amaldiçoada da Nova Inglaterra e seus cidadãos supersticiosos, liderados por um prefeito (Rhys) que se recusa a acreditar em seus avisos.

Interpretando Tom Loftis, Rhys vive um pai solteiro e sensato, forçado a lidar com os cidadãos supersticiosos de sua cidade, que acreditam que ela está amaldiçoada, enquanto ele tenta desesperadamente colocar a área no mapa como a próxima Nantucket.

Dippold também entra como produtora executiva e showrunner, enquanto Murai fica responsável por produzir a atração ao lado de Claudia ShinCarver Karaszewski e Rhys.

Mais informações não foram reveladas.

‘Os Sete Maridos de Evelyn Hugo’: Adaptação da Netflix contrata NOVA diretora

Netflix trouxe uma ótima atualização para os fãs de ‘Os Sete Maridos de Evelyn Hugo’.

Segundo o DeadlineMaggie Betts (‘O Próprio Enterro’) foi contratada para comandar a vindoura e ambiciosa adaptação.

Ela também ficará responsável pelo roteiro ao lado de Liz Tigelaar (‘Little Fires Everywhere’), que é baseado no romance homônimo de Taylor Jenkins Reid.

Betts substitui Leslye Headland (‘Star Wars: O Acólito’), que havia sido escalada para dirigir o longa-metragem, mas abandonou o projeto.

Confira a sinopse oficial abaixo (via Amazon):

Lendária estrela de Hollywood, Evelyn Hugo sempre esteve sob os holofotes ― seja estrelando uma produção vencedora do Oscar, protagonizando algum escândalo ou aparecendo com um novo marido… pela sétima vez. Agora, prestes a completar oitenta anos e reclusa em seu apartamento no Upper East Side, a famigerada atriz decide contar a própria história ― ou sua “verdadeira história” ―, mas com uma condição: que Monique Grant, jornalista iniciante e até então desconhecida, seja a entrevistadora. Ao embarcar nessa misteriosa empreitada, a jovem repórter começa a se dar conta de que nada é por acaso ― e que suas trajetórias podem estar profunda e irreversivelmente conectadas.

Liza ChasinBrad Mendelsohn irão supervisionar o projeto.

Reid também entra como produtora executiva.

Nenhuma outra informação foi divulgada.

Retro Dance #22 | ‘Silver Landings’ e o retorno TRIUNFAL de Mandy Moore ao mundo da música

Mandy Moore ganhou reconhecimento ao viver a odiosa antagonista do clássico ‘O Diário da Princesa’ e depois ao dublar Rapunzel na animação ‘Enrolados’; entretanto, Moore, que também marcou presença em diversas comédias românticas, tem uma carreira prolífica na indústria fonográfica – apesar de ter se distanciado nos últimos anos por motivos pessoais. Onze anos depois do lançamento de ‘Amanda Leigh’, ela retornou aos holofotes com sua melhor investida musical, intitulada Silver Landings. Seu sétimo álbum de estúdio não apenas é uma intimista aventura por sua conturbada vida, como também uma declaração de amor ao que lhe faz feliz: cantar e compor.

Abraçando estilos que já foram incorporados em obras predecessoras, a performer resolve se apropriar do cândido liricismo de cada uma das faixas, aliada à competente produção de Mike Viola, o qual abandona em partes sua tendência alternativa ao abrir espaço para a melódica cultura folk – pincelada com algumas dissonâncias interessantes e um mergulho no country-pop que vem tomando conta dessa esfera nos últimos anos (vide os últimos trabalhos de Lady Gaga e Kacey Musgraves, por exemplo). Diferente do que alguns poderiam imaginar, o CD abre com um envolvente ápice que nos arremessa de volta para os anos 2000 e que traz um diálogo quase automático com “Need You Now”: movida pela suavidade da guitarra, do piano de inferências do blues, “I’d Rather Lose” funciona como uma reflexão moralista que analisa o real significado de felicidade e de vitória.

Ainda que repetitivo no ouvido de certos fãs, Silver Landings deixa claro que sua identidade é a mais pura possível, por vezes utilizando-se de instrumentais familiares; porém, a condução de Moore e das vozes secundárias é competente o bastante para nos arrebatar logo no primeiro refrão, como acontece no dramático escopo de “Fifteen” e “Easy Target”, que compartilham uma progressão similar, ainda que tragam letras complementares e antitéticas. Mesmo assim, o que nos mais chama a atenção é a delicadeza com a qual a equipe técnica trata todas as tracks, prezando pela expansão vocal da lead singer e por rendições que oscilam do naturalismo blasé até à comovente teatralidade cultivada por uma arte mais sinestésica que meramente consumível.

Moore e Travis também não pensam duas vezes antes de voltar no passado: em “When I Wasn’t Watching”, as potentes guitarras e a retumbante bateria se respalda nas baladas electro-rock dos anos 1970 e 1980, brincando com o decaimento das notas que busca por respostas e que dá espaço a um bem formulado bridge. Em “Forgiveness”, o folk volta a falar mais alto, à medida que é perscrutado com as suaves escolhas do violão e da performance da artista, que ofuscam as repetitivas batidas no pano de fundo. Na verdade, essa faixa em especial funciona como uma homenagem da própria lead singer ao seu eu mais jovem e aqueles que lhe influenciaram no começo da carreira.

A cantora brinca com um niilismo pueril em algumas investidas, resgatando a inocência que outrora regia seus dias e agora não passam de lembranças que carrega no peito. É o caso, por exemplo, de “Stories Reminding Myself of Me”, que, por mais formulaica que soe, nos encanta por uma pureza de detalhes fascinante e emotiva. Por outro lado, as mensagens que Moore deseja nos passar se fincam a uma sutileza sensorial de tirar o fôlego quando absorvidas com maior atenção: em “Trying’ My Best, Los Angeles”, a cidade dos sonhos é convidativa e perigosa ao mesmo tempo, por prometer algo que muitas vezes nos extenua e nos coloca num confinamento frustrante que nos desanima – e que, na verdade, nos deveria ensinar uma lição valiosa (da mesma forma que a ensinou).

O álbum rende-se bastante a cantigas de época que refletem o background de seus compositores, principalmente quando chegamos às últimas canções: “If That’s What It Takes” é uma lullaby pautada num inesperado dueto e nas notas minimalistas do violão antes de “explodir” em uma transição prática o suficiente para anunciar que estamos perto do fim e que, agora, devemos nos valer de momentos que se foram e que estão para chegar (uma investida quase metafísica que envolve justamente por sua profundidade mascarada). Na música-titular, que de forma sagaz foi imprimida com o grand finale do CD, Moore e seu time mostram que sabem trabalhar com a repetição de acordes e até mesmo a reciclagem de construções, transformando algo a princípio encarado como superficial em uma obra-prima que provavelmente não vai agradar a todos, mas que carrega uma identidade própria e exuberante.

Silver Landings mantém-se coeso o suficiente ao longo de suas breves dez faixas; pautado em estilos que agora vêm dando espaço para o pop e o disco-dance­ das décadas anteriores, a artista foi ousada em se deixar levar por aquilo que mais lhe chamou a atenção. O resultado, apesar de alguns breves deslizes que se concentram na esquecível “Save a Little for Yourself”, é aplaudível ao ponto de considerarmos este um dos grandes comebacks de 2020.

Atrizes de ‘Goosebumps: O Desaparecimento’ falam sobre a PAIXÃO pela saga literária de R.L. Stine [EXCLUSIVO]

A 2ª temporada de ‘Goosebumps‘, série baseada nos aclamados romances escritos por R.L. Stine, já chegou ao catálogo do Disney+.

Recentemente, tivemos a oportunidade de conversar com as atrizes Ana Ortiz e Francesca Noel, que integram o elenco protagonista da obra, e que contaram para nós como se apaixonaram pela icônica saga literária assinada por R.L. Stine.

Confira a entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

Na nova temporada, irmãos adolescentes descobrem uma ameaça dentro de casa, desencadeando uma cadeia de eventos que desvendam um profundo mistério. Conforme eles mergulham no desconhecido, a dupla se vê enredada na história de cinco adolescentes que misteriosamente desapareceram em 1994.

O elenco do novo ciclo conta com Elijah Cooper (‘That Girl Lay Lay’), Francesca Noel (‘Quando Você Chegou’), Galilea La Salvia (‘Talia in the Kitchen’), Jayden Bartels (‘Side Hustle – Uma Tarefa Complicada’), Sam McCarthy (‘Disque Amiga para Matar’), Arjun Athlaye (‘Are You Afraid of the Dark?’), Eloise Payet (‘The End of the Party’), Christopher Paul Richards (‘The Kids Are Alright’), Kyra Tantao (‘Zombies 3’), Stony Blyden (‘American Born Chinese’) e Sakina Jaffrey (‘Billions’).

Lembrando que o grupo se junta a David Schwimmer, o famoso Ross de ‘Friends‘, que dará vida a Anthony, um pai divorciado que passa o verão com seus filhos.

A série do Disney+ é comandada por Neal H. Moritz, que já trabalhou nos dois filmes da franquia para os cinemas. Nick Stoller e Rob Letterman são os roteiristas e produtores executivos.

Francis Lawrence traz atualização PROMISSORA sobre o novo filme da saga ‘Jogos Vorazes’

A sagaJogos Vorazes, criada por Suzanne Collins, vai ganhar um novo livro e um novo filme.

Intitulado ‘Amanhecer na Colheita’, a trama do romance se passará vinte e quatro anos antes do primeiro capítulo da saga de Katniss Everdeen, “começando na manhã da colheita da 50ª edição dos Jogos Vorazes, também conhecida como o Segundo Massacre Quaternário”.

Para aqueles que não se recordam, a 50ª edição escalou 48 tributos dos Distritos para competirem nos Jogos Vorazes, em vez dos costumeiros vinte e quatro. Haymitch Abernathy (um dos mentores de Katniss e de Peeta Mellark no arco original) foi o vencedor.

Com lançamento agendado para o dia 18 de março tanto no mercado internacional quanto no Brasil, a Lionsgate já adquiriu os direitos de adaptação do romance – e o longa-metragem inspirado na obra chegará aos cinemas em 20 de novembro de 2026.

Agora, em uma recente entrevista ao Collider, o diretor Francis Lawrence trouxe atualizações promissoras sobre o projeto.

“Sim, vamos filmar esse ano. Então, na verdade, apenas começamos a preparação. O livro sai em meados de março. Temos uma espécie de fase de preparação para pesquisa. Depois de Londres, farei uma busca e então começaremos a nos preparar em abril e filmaremos este ano”, ele revelou.

O diretor também foi questionado sobre quem dará vida a Haymitch, mas, como o processo está nos primeiros estágios de desenvolvimento e o livro sequer foi lançado, selecionar um ator para interpretar a versão mais nova do personagem é um pouco mais complicado.

“É complicado, porque o livro ainda não foi lançado, então as pessoas sabem apenas no geral do que se trata. Acho que foi divulgado um trecho, e Suzanne talvez tenha uma citação sobre quais são os temas. Então, estamos pesquisando um pouco, mas sim, não podemos lançar, você sabe, cenas ou algo assim, ainda”, ele conta.

Lembrando que Lawrence comandou todos os longas-metragens da franquia (com exceção do primeiro capítulo), sendo o mais recente o elogiado Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’.

Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita, nos cinemas 2026.

Crítica | ‘Com Você no Futuro’ – Comédia dramática ingênua e decepcionante!

Já olhou nos olhos de alguém e sentiu uma conexão? As fitas cassetes de outrora, os momentos que ficam guardados e nunca mais esquecidos são alguns dos elementos que envolvem o novo filme da Prime Video Com Você no Futuro, romance dramático camuflado de fantasia ingênua guiada por uma trilha sonora de uma das bandas mexicanas mais famosas de todos os tempos, Maná. Pena que a narrativa sonolenta nos leva para uma jornada convencional e pouco atrativa.

Carlos (Michel Brown) e Elena (Sandra Echeverría), antes muito apaixonados, hoje vivem as tristezas de um divórcio. Certo dia, ele um advogado estressado e ela uma musicista, se deparam com uma situação inusitada, uma pessoa que diz ser o cupido (Mauricio Barrientos) entrega a eles uma chance de reviver sua história de amor numa volta ao passado no ponto onde tudo começou. Assim, guiados pelas músicas do famoso grupo musical mexicano embarcarão em dilemas e reflexões sobre a relação.

Não sei vocês mas eu adoro a banda mexicana Maná. E por esse motivo, fui conferir esse filme. Talvez fosse melhor escutar as canções pelo Spotify. Reunindo uma série de fantasias e realidades distantes para abordar a relação a dois, o longa-metragem escrito e dirigido pelo cineasta mexicano Roberto Girault é um show de desencontros em duas épocas. Com o alvo mirado nas reflexões sobre casais em crise – algo que representa de alguma forma a maturidade – o tiro que não sai pela culatra, se tornando um show pelos deslizes da imaturidade.

Seguindo uma fórmula de bolo batida de muitas comédias românticas, pegando o passado como uma forma de mudanças de um presente estagnado, o roteiro – apoiado num confronto com o começo de um fim – costura os arcos dramáticos de forma corrida, não aproveitando personagens e principalmente o contexto temporal como uma ferramenta para preencher lacunas de uma relação. Nesse passatempo ingênuo, o previsível é algo constante nos 90 minutos de projeção.