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Sebastian Stan e Chris Hemsworth chegam para as filmagens de ‘Vingadores: Apocalipse’; Veja fotos!

As filmagens de ‘Vingadores: Apocalipse‘ (Avengers: Doomsday, 2026) estão prestes a começar. As câmeras vão começar a rodar em março deste ano, em Londres, marcando o início de uma nova fase para a franquia.

Sebastian Stan, Chris Hemsworth e Joe Russo foram vistos no Reino Unido nos últimos dias para as filmagens.

Confira:

O mais interessante sobre essa produção é que será a primeira vez que a Marvel Studios vai filmar um filme dos Vingadores no Reino Unido desde ‘Vingadores: A Era de Ultron‘ (2015), que também teve cenas gravadas em Londres.

Os dois filmes mais esperados do Universo Cinematográfico Marvel, ‘Vingadores: Apocalipse‘  e ‘Guerras Secretas‘, estão previstos para chegar aos cinemas em 1º de maio de 2026 e 7 de maio de 2027, respectivamente.

Ambos os longas-metragens serão dirigidos pelos Irmãos Russo, conhecidos por seu trabalho em filmes anteriores da franquia.

Essa confirmação das filmagens em Londres levanta ainda mais a expectativa em torno do enredo de ‘Apocalipse‘, que promete ser um dos maiores eventos cinematográficos de todos os tempos.

Em ‘Apocalipse’, dirigido pelos irmãos Russo, Sam Wilson será uma peça crucial na trama, de acordo com palavras de Anthony Russo.

“Ele representa um espaço único no espectro dos Vingadores. E isso é o melhor, porque, mais cedo ou mais tarde, a narrativa coletiva estará naquele espaço que ele ocupa.”

Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ chega aos cinemas no dia 14 de fevereiro de 2025.

Segundo o WorldOfReel, as extensas refilmagens do longa jogaram o orçamento para US$ 350 milhões a US$ 375 milhões.

Oficialmente, o filme mais caro da Marvel foi ‘Vingadores: Era de Ultron‘ (2015) com US$ 365 milhões.

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Anthony Mackie, Danny Ramirez, Carl Lumbly, Tim Blake Nelson, Shira Haas, Harrison Ford e Liv Tyler estrelam.

‘Zootopia 2’ ganha data de estreia no Brasil

Zootopia 2’ ganhou data de estreia nos cinemas nacionais.

O filme chega por aqui no dia 27 de novembro de 2025.

Confira um novo cartaz de divulgação internacional, voltado para divulgar o filme na Coreia do Sul. Para celebrar o Ano Novo Lunar, a Walt Disney Studios revelou a arte, que traz Judy e Nick:

Em ZOOTOPIA 2, a coelha Judy Hopps e a raposa Nick Wilde retornam para uma nova aventura.

Zootopia foi lançado em 2016 e se tornou um dos filmes mais aclamados da Casa Mouse, levando para casa um Oscar, um Globo de Ouro, um Annie Award e vários outros prêmios.

Relembre o trailer:

Judy Hopps é a pequena coelha de uma fazenda isolada, filha de agricultores que plantam cenouras há décadas. Mas ela tem sonhos maiores: pretende se mudar para a cidade grande, Zootopia, onde todas as espécies de animais convivem em harmonia, na intenção de se tornar a primeira coelha policial. Judy enfrenta o preconceito e as manipulações dos outros animais, mas conta com a ajuda inesperada da raposa Nick Wilde, conhecida por sua malícia e suas infrações. A inesperada dupla se dedica à busca de um animal desaparecido, descobrindo uma conspiração que afeta toda a cidade.

Live-action de ‘Como Treinar o Seu Dragão’ tem estreia ANTECIPADA no Brasil

A versão live-action de ‘Como Treinar o Seu Dragão‘ vai chegar mais cedo nos cinemas nacionais.

Inicialmente previsto para 12 de junho, o filme agora chega aos cinemas em 5 de junho.

Confira o trailer e cartaz divulgados hoje:

Poster do filme Como Treinar Seu Dragão em IMAX
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O elenco conta com Mason ThamesNico Parker como os protagonistas Soluço e Astrid, respectivamente.

Gerard Butler, que dublou o líder dos vikings e pai do Soluço na animação, reprisará seu papel na adaptação.

Nick Frost, Julian Dennison, Gabriel Howell, Bronwyn JamesHarry TrevaldwynRuth Codd também estrelam.

Este novo longa adaptará a trilogia de filmes que foram feitos pela DreamWorks Animation e lançados na década de 2010 com grande sucesso.

O primeiro filme foi indicado ao Oscar de Melhor Filme de Animação e Melhor Trilha Sonora. A trilogia também foi um sucesso de público, arrecadando mais de US$ 1,6 bilhão nas bilheterias.

Na ilha de Berk, os vikings dedicam a vida a combater e matar dragões. Soluço, filho do chefe Stoico, não é diferente. Ele sonha em matar um dragão e provar seu valor, apesar da descrença geral. Um dia, por acaso, ele acerta um dragão que jamais foi visto, chamado Fúria da Noite. E além de não matá-lo, acaba acaba por soltá-lo. Só que o animal perdeu parte da cauda e, com isso, não consegue mais voar. Soluço decide ajudá-lo e, aos poucos, se aproxima do dragão. Só que, paralelamente, Stoico autoriza que o filho participe do treino para dragões, cuja prova final é justamente matar um dos animais.

Ansiosos?

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VAZA a cena pós-créditos de ‘Capitão América: Admirável Novo Mundo’

A cena pós-créditos de ‘Capitão América: Admirável Novo Mundo‘ já vazou online, minutos após a première do filme ontem em Los Angeles.

O CinePOP não vai compartilhar a cena em respeito à Marvel, mas não é difícil de encontrar e atualmente está prontamente disponível no X, YouTube e TikTok.

SPOILERS A SEGUIR

Na Cena, Sam Wilson entra em uma prisão e fala com o Líder, que o avisa de que ameaças multiversais são iminentes. Ele adianta que alguém de outro mundo está vindo para o nosso, adiantando os eventos de ‘Vingadores: Apocalipse’ (‘Avengers: Doomsday’).

Em uma recente entrevista ao ScreenRant, Mackie revelou se está pronto para enfrentar o Capitão América do mal em um futuro próximo no MCU.

“Acho que há um certo entendimento entre os dois Capitães de que, uma vez que eles se unam, assim como com Bucky [em ‘Capitão América: O Soldado Invernal’], há um certo entendimento entre os dois personagens. Será algo como Robert De Niro e Al Pacino em ‘Fogo Contra Fogo’, ele disse. “É com isso que eu ficaria mais animado, é a ideia de ser capaz de representar em vez de brigar.”

Lembrando que Mackie estrela ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’, que chega aos cinemas no próximo dia 13 de fevereiro.

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Anthony Mackie, Danny Ramirez, Carl Lumbly, Tim Blake Nelson, Shira Haas, Harrison Ford e Liv Tyler estrelam.

‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ estreia com 47% de APROVAÇÃO no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ chega em breve aos cinemas, e o novo longa da Marvel teve uma estreia morna no Rotten Tomatoes, conquistando apenas 47% de aprovação, com base em 76 análises.

Para efeito de comparação, ‘Capitão América: O Primeiro Vingador’ obteve 80% de aprovação dos críticos, com 273 análises. Já ‘Capitão América 2: O Soldado Invernal’
superou as expectativas, alcançando 90% de aprovação com 308 análises, e ‘Capitão América: Guerra Civil’ manteve os 90% de aprovação, com 431 análises.

Os críticos, de maneira geral, consideraram o longa fraco, pouco criativo e com uma trama comum, que acaba sendo facilmente esquecível.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

“Infelizmente, Admirável Mundo Novo se revela uma entrada sem brilho no universo Marvel, que dá a sensação de que sua trama complexa foi cuidadosamente elaborada sem um pingo de inspiração”, disse Frank Scheck do The Hollywood Reporter.

“Embora Admirável Mundo Novo esteja longe de ser tão ruim quanto os diversos pontos baixos do MCU nos últimos anos, essa tentativa de reestabelecer o personagem icônico e reiniciar a trama ainda é algo fraco”, disse David Fear do Rolling Stone.

“Com alguns efeitos visuais questionáveis e uma história relativamente fraca, Mackie se vê carregando um filme mais fraco ao seu redor”, disse Alan French do FandomWire.

“Esperamos que seja apenas o começo desse aspecto da história de Sam. Porque o legado de Admirável Mundo sempre pertencerá a Harrison Ford, disse Maureen Lee Lenker do Entertainment Weekly.

“Ágil e impactante, esta é uma promissora primeira aparição oficial do novo Capitão América, embora alguns momentos desconfortáveis e inconsistentes o impeçam de alcançar a grandeza”, disse Helen O’Hara do Empire Magazine.

“Admirável Mundo Novo é um grupo de personagens vagando em busca de significado, com a máquina da Marvel rangendo alto enquanto tenta criar um grande mito em torno dessas figuras de segunda linha”, disse Richard Lawson da Vanity Fair.

“Admirável Mundo Novo está menos interessado em revigorar o cenário dos filmes de quadrinhos do que em realizar o que a Marvel costumava fazer com tanta facilidade”, disse James Preston Poole do But Why Tho? A Geek Community.

“Admirável Mundo Novo é tão visualmente sem vida quanto os thrillers mais sem graça do MCU, prejudicado por edições desnecessárias, fundos digitais frágeis e uma composição rígida; tematicamente, não diz nada com confiança e ainda menos de forma coerente”, disse Rory Doherty do Paste Magazine.

Lembrando que o longa chega aos cinemas no dia 14 de fevereiro de 2025.

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Anthony Mackie, Danny Ramirez, Carl Lumbly, Tim Blake Nelson, Shira Haas, Harrison Ford e Liv Tyler estrelam.

‘Bridget Jones: Louca Pelo Garoto’ abre com 83% de aprovação dos críticos no RT; Confira as reações!

Com 12 críticas publicadas até o momento, a sequência ‘Bridget Jones: Louca Pelo Garoto‘ (Bridget Jones: Mad About The Boy) abriu com 83% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral aclama a forma como os temas de amadurecimento e luto foram abordados neste filme, destacando o excelente desempenho de Renée Zellweger no papel titular.

Separamos os trechos das principais críticas:

“‘Louca Pelo Garoto’ aborda temas interessantes sobre o luto e as realidades do envelhecimento. É difícil imaginar como a série poderia ter continuado (ou terminado?) de forma mais satisfatória.” (Irish Times)

“‘Bridget Jones: Louca Pelo Garoto’ se distingue pela profundidade do sentimento que ele traz à dor da protagonista e sua gradual emergência. Isso vale em dobro por causa da performance de Renée Zellweger.” (The Hollywood Reporter)

“Saudoso, melancólico e docemente romântico, este filme serve como um desfecho perfeito da franquia, levando essa amada heroína para uma adequada jornada de encerramento.” (Variety)

“Não existe Bridget Jones sem Renée Zellweger, e a força de sua atuação e a admiração óbvia pelo papel fazem muito para superar qualquer ponto negativo com efervescência e coragem.” (Indiewire)

“‘Louca Pelo Garoto’ não se trata apenas do quanto a Bridget Jones finalmente amadureceu, mas também a forma como ela nos mostrou sua humanidade.” (Independent UK)

“Esta sequência se apoia mais no sentimentalismo do que os filmes anteriores, e o toque de ‘Simplesmente Amor’, embora exagerado na segunda metade, dará aos fãs o que eles querem: risos e lágrimas.” (Deadline)

O longa será lançado nos cinemas nacionais amanhã, no dia 13 de fevereiro.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Dirigido por Michael Morris (‘Better Call Saul’), a produção é baseada no terceiro livro da série de Helen Fielding.

Pressionada a forjar um novo caminho em direção à vida e ao amor, Bridget volta ao trabalho e até experimenta aplicativos de namoro, e logo se torna a ‘favorita’ de um homem mais jovem, sonhador e entusiasmado. Agora entre os malabarismos com trabalho, casa e romance, Bridget ainda tem que lidar com o julgamento das mães perfeitas na escola, se preocupar com Billy ainda em luto pela ausência de seu pai e se envolver em uma série de estranhos contatos com o racional professor de ciências de seu filho.

O elenco ainda conta com o retorno de Hugh Grant (‘Wonka’) e Emma Thompson (‘Boa Sorte, Leo Grande’), além de introduzir Chiwetel Ejiofor (’12 Anos de Escravidão’), Leo Woodall (‘The White Lotus’), Isla Fisher (‘Truque de Mestre’), Josette Simon (‘Anatomia de um Escândalo’), Nico Parker (‘The Last of Us’) e Leila Farzad (‘I Hate Suzie’).

Sarah Solemani, Sally Phillips, Shirley Henderson e James Callis retornam como os amigos da Bridget, Gemma Jones e Jim Broadbent como os pais da Brigdet, além de Celia Imrie, Neil Pearson e Joanna Scanlan.

Kanye West é processado por ex-funcionária judia por abuso e comentários ANTISSEMITAS

O rapper Kanye West está sendo processado por uma mulher, ex-funcionária judia da Yeezy, empresa do magnata da música.

Segundo o TMZ, a mulher trabalhou como especialista em marketing até ser demitida após reclamar sobre o antissemitismo de Kanye.

Ela afirma que West enviou uma mensagem de texto para ela e outra funcionária judia em um chat em grupo, dizendo: “Bem-vindas ao primeiro dia de trabalho para Hitler”.

Ela relata também que Kanye lhe enviou a mensagem “EU SOU NAZISTA” em resposta à sua sugestão de que ele emitisse uma declaração condenando qualquer ligação com o nazismo, após seu álbum de 2024, “Vultures Vol. 1”, gerar polêmica por suas letras e capa antissemitas.

A mulher ainda alega que Kanye frequentemente a xingava e a abusava verbalmente em chats em grupo, dizendo frases como “Corte essa merda” e “Sai fora daqui” em uma troca de mensagens.

Em outra ocasião, ela diz que ele a chamou de “sociópata sem coração” e mandou ela “calar a boca, vaca”.

Outros insultos preconceituosos que Kanye teria supostamente enviado incluem: “Heil Hitler”, “Você é feia pra caralho”, “Sua imbecil, vadia sem graça”, “Seu pedaço de merda” e “Vai se foder, vadia”.

Na ação judicial, a mulher afirma que denunciou o comportamento abusivo de Kanye para seu gerente e foi imediatamente demitida.

Após ter sua conta no Twitter desativada por se autoproclamar nazista, Kanye West comprou um comercial local durante o Super Bowl, o horário mais caro da TV dos Estados Unidos, para promover sua marca de moda Yeezy.

No entanto, segundo a Variety, o site de West, está oferecendo apenas uma peça de roupa — uma camiseta com uma suástica estampada.

O comercial, que foi exibido exclusivamente em Los Angeles, foi gravado em baixa qualidade e, de acordo com West, foi filmado com um iPhone. No vídeo, o rapper aparece sentado na cadeira do dentista.

“Então, e aí, galera, eu gastei, tipo, todo o dinheiro do comercial nesses dentes novos. Então, mais uma vez, tive que filmar com o iPhone”, disse ele. Depois, gaguejou: “Hum… hum… acessem yeezy.com”, afirmou.

Ainda segundo a Variety, o comercial foi inicialmente aprovado porque o site de West apresentava uma loja alimentada pelo Shopify, com uma seleção de roupas não marcadas, como camisas, calças e jaquetas — nada que fosse considerado um problema de conteúdo.

Porém, cerca de uma hora após a exibição, o artista alterou completamente o conteúdo, colocando apenas a camiseta com suástica, vendida por US$ 20.

A reportagem destaca que o comercial passou pela aprovação legal e seguiu em frente, pois não havia nenhum problema de padrão, sendo considerado apenas um vídeo de baixo orçamento.

O comercial foi exibido em três estações de TV da Fox, incluindo a KTTV Los Angeles, e pode ter sido visto em outros mercados locais.

Não é a primeira vez que West compra um espaço local durante o Super Bowl; em 2024, um comercial foi exibido em pelo menos uma afiliada pequena da CBS. No entanto, aquele comercial foi veiculado sem incidentes.

A conta de Kanye West no X foi desativada após diversas postagens nas redes sociais, principalmente comentários racistas e antissemitas, que iam desde a declaração “Sou um nazista” até chamar Hitler de “tão estiloso”.

De acordo com a Variety, ainda não se sabe se West desativou sua conta voluntariamente ou se foi removido à força da plataforma. Sua página de perfil agora exibe a mensagem: “Esta conta não existe”.

As postagens de West foram amplamente condenadas por organizações contra o ódio, como a Liga Anti-Difamação e o Comitê Judaico Americano.

Em uma declaração, Jonathan A. Greenblatt, CEO da Liga Anti-Difamação, escreveu: “Aqui vamos nós novamente. Outra exibição flagrante de antissemitismo, racismo e misoginia de Ye em sua conta no X esta manhã. Há apenas alguns anos, a ADL descobriu que 30 incidentes antissemitas em todo o país estavam ligados aos discursos antissemitas de Kanye em 2022. Condenamos esse comportamento perigoso e precisamos chamá-lo pelo que é: uma exibição flagrante e inequívoca de ódio”.

“Conhecemos bem esse jogo”, continuou Greenblatt. “Vamos chamar o desabafo público cheio de ódio de Ye pelo que realmente é: uma tentativa triste de chamar atenção que usa os judeus como bode expiatório. Mas, infelizmente, isso chama atenção porque Kanye tem uma plataforma de alcance enorme para espalhar seu antissemitismo e ódio. Palavras importam. E como vimos muitas vezes antes, a retórica de ódio pode resultar em consequências no mundo real”.

Em uma de suas postagens durante sua tempestade de tweets, West escreveu que “ele adora quando judeus vêm até mim e dizem que não podem trabalhar comigo”. Ele também afirmou que “nunca pedirá desculpas pelos meus comentários sobre judeus”.

Vale lembrar que o ator David Schwimmer, conhecido por seu papel em ‘Friends’, usou as redes sociais para pedir que o bilionário Elon Musk banisse Kanye West do X (antigo Twitter), devido às postagens polêmicas do cantor.

Em sua publicação, o ator escreveu: “Isso é tão 2022. Não conseguimos impedir um fanático descontrolado de espalhar ódio e ignorância… mas podemos parar de lhe dar um megafone, Sr. Musk”.

Schwimmer explicou: “Kanye West tem 32,7 milhões de seguidores na sua plataforma, X. Isso é o dobro do número de judeus existentes. O discurso de ódio dele resulta em violência REAL contra os judeus”.

O ator ainda acrescentou: “Não sei o que é pior, o fato de ele se identificar como um nazista (o que implica que ele quer exterminar TODAS as comunidades marginalizadas, incluindo a dele) ou o fato de não haver INDIGNAÇÃO suficiente para removê-lo e baní-lo de todas as redes sociais neste ponto”.

Por fim, Schwimmer concluiu: “O silêncio é cumplicidade”.

Michael B. Jordan afirma estar “orgulhoso” da resiliência de Jonathan Majors

Em entrevista ao QG, Michael B. Jordan (‘Pantera Negra’) declarou seu apoio ao ator Jonathan Majors, que enfrentou diversos problemas em sua carreira – e chegou a ser demitido da Marvel – após ter sido condenado por agressão e assédio de sua ex-namorada.

Enquanto reflete que foi “uma situação difícil” de testemunhar, Jordan afirma estar muito orgulhoso da resiliência de seu colega de profissão e a forma como ele lidou com a situação.

Jonathan Majors está se saindo muito bem, ele acabou de ficar noivo. Tenho orgulho de sua resiliência e sua força no decorrer de tudo isso, e a forma como ele lidou com esses acontecimentos. Estou feliz que ele está bem. Esse é o meu garoto.” 

Vale lembrar que Jonathan Majors finalmente retornará às telonas com o terror ‘Merciless‘, dirigido por Martin Villeneuve (‘Magic Mike’).

Na trama, quando a mulher que ele ama é tomada por uma força malévola, um talentoso interrogador da CIA está disposto a agir de forma ainda mais sombria para derrotá-la.

Frank Hannah (‘The Cooler – Quebrando a Banca’) assina o roteiro.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Viola Davis quebra tudo no trailer DUBLADO do thriller de ação ‘G20’; Confira!

Prime Video divulgou o trailer dublado de ‘G20‘, thriller de ação estrelado pela vencedora do EGOT Viola Davis.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado no serviço de streaming no dia 10 de abril.

O filme é dirigido por Patricia Riggen, enquanto Caitlin ParrishErica WeissLogan MillerNoah Miller assinam o roteiro.

Na trama, a Presidente dos EUA, Taylor Sutton, deve defender a sua família, os seus colegas líderes e o mundo quando a cúpula do G20 na Cidade do Cabo, na África do Sul, é invadida por terroristas.

Anthony AndersonMarsai MartinRamón RodriguezAntony StarrDouglas HodgeElizabeth MarvelSabrina ImpacciatoreGideon Emery e outros completam o elenco.

A Warner disponibilizou mais de 30 de seus CLÁSSICOS no Youtube – Separamos alguns interessantes para você

A mídia física não está morrendo, podemos dizer que ela já morreu. Comparada ao que foi um dia, a indústria de DVDs e Blurays se tornaram um nicho, apenas para colecionadores, o que é uma parcela muito pequena do público consumidor de filmes. Estúdios como a Disney, por exemplo, já revelaram que irão parar de produzir mídia física – ou seja, não espere conseguir novos longas do estúdio para sua coleção. Por outro lado, colocando ainda mais o prego no caixão, grandes empresas fabricantes de tecnologia também não estão mais produzindo os players, ou seja, em breve se o seu aparelho der problema, não terá mais onde tocar os filmes.

É o que nos traz ao segundo tópico: o domínio dos streamings. As plataformas de filmes online dominam por sua praticidade e custo. Agora não precisamos mais de espaço físico para um acervo de filmes. Essa é a realidade atual. Alguns cinéfilos, no entanto, se atentaram a um fato. Os filmes que não geram lucro algum nas plataformas de streamings, são simplesmente eliminados do acervo indefinidamente. Ou seja, certos filmes não podem ser encontrados em lugar algum – em especial os mais antigos. É justo desaparecer inteiramente com uma obra de arte?

A solução talvez tenha sido encontrada recentemente pela Warner Bros. Acontece que, através de uma ação inusitada e inédita, um dos maiores estúdios de Hollywood disponibilizou nada menos do que 36 de seus filmes totalmente de graça no Youtube. Talvez seja um experimento. Talvez sejam filmes que a Warner não deseja ter em sua plataforma (a Max) por não estar gerando lucro.

Ao menos os fãs poderão conferi-los. Porém, os filmes estão disponíveis apenas no canal da Warner do Youtube nos EUA, e a proposta ainda não chegou ao Brasil. Caso você tenha um sistema de VPN ou esteja fora do Brasil, poderá conferir os longas. Abaixo comentaremos alguns dos mais interessantes (e se a proposta der certo, em breve poderemos ter outros disponibilizados). Confira.

PS. Só do tempo que essa matéria demorou para ficar pronta (do tempo entre escrevê-la e publicá-la), a Warner disponibilizou mais um filme no canal – o mais recente foi o infantil ‘A Caixa Mágica’, de 1970, que mistura animação e live-action.

Greystoke: A Lenda de Tarzan (1984)

Clássico dos clássicos das sessões do SBT aqui no Brasil, a proposta de ‘Greystoke’ segue relevante e ainda imbatível: dar a abordagem mais realista à história de Tarzan, o rei da selva. Nenhum outro filme, antes ou depois, conseguiu dar um enfoque mais crível a este verdadeiro clássico da literatura. ‘Greystoke’ fez 40 anos de estreia em 2024, e traz Christopher Lambert em seu primeiro papel de destaque em Hollywood, no papel título. Simplesmente inesquecível, o longa foi indicado para 3 Oscar: roteiro adaptado, maquiagem e ator coadjuvante (Ralph Richardson).

A Missão (1986)

Seguimos com os clássicos dos anos 80, com este filme que é um verdadeiro épico. Dirigido por Roland Joffé (‘Os Gritos do Silêncio’), o longa pode ser considerado um precursor de ‘Silêncio’ (2016), filme de Martin Scorsese, e com ele guarda muitas similaridades. ‘A Missão’ foi indicado para 7 Oscar, incluindo melhor filme e diretor (e levou o de melhor fotografia). Na trama, Robert De Niro e Jeremy Irons são dois padres jesuítas espanhóis, no século XVIII, tentando proteger uma tribo indígena sul-americana, que vive de forma isolada, de se tornarem escravos pelas mãos do governo português. Uma aula de história.

Michael Collins: O Preço da Liberdade (1996)

Passamos para outro filme histórico, esse estrelado por Liam Neeson nos anos 90. Após sua indicação ao Oscar por ‘A Lista de Schindler’, Neeson protagonizou uma série de filmes de prestígio, alguns com peso histórico como ‘Rob Roy’ e este ‘Michael Collins’. Aqui temos a história real do líder revolucionário da Irlanda, que dá título ao filme, e lutou contra o domínio da Inglaterra, mesmo que para isso tivesse que pegar em armas e cometer atos de guerra. Esse é outro épico, desta vez dirigido por Neil Jordan, recém-saído do sucesso de ‘Entrevista com o Vampiro’. O prestígio do cineasta era tanto na época, que ele conseguiu escalar Julia Roberts para um papel coadjuvante no filme. o longa obteve duas indicações ao Oscar: fotografia e trilha sonora.

Assassinato em Primeiro Grau (1995)

Alguns filmes de grande pompa se tornam verdadeiras pérolas escondidas, mesmo contendo elencos de peso para a época. Este é o caso com este thriller dramático baseado em uma história real, que tem como foco a prisão mais infame dos EUA (e talvez do mundo): a ilha de Alcatraz. Quem estrela é Kevin Bacon, como um presidiário do local, que após três anos tratado como animal em uma solitária, é acusado de matar seu companheiro de cela. Para defende-lo nesse polêmico caso, o promotor vivido por Christian Slater. Completando o elenco, temos o sempre ótimo Gary Oldman (vencedor do Oscar). Esse foi um dos muitos casos envolvendo a icônica prisão.

A Fogueira das Vaidades (1990)

Por falar em polêmica, talvez o filme mais controverso do início dos anos 90 seja este ‘A Fogueira das Vaidades’. Adaptação de um livro elogiadíssimo e premiado, cuja história é inflamatória por si só e desmascara a alta sociedade americana, a versão para o cinema parecia não ter como errar – e tinha tudo para se tornar o filme do ano. Bem, não foi assim que aconteceu.

Isso porque muitas mudanças foram feitas não apenas no tom, mas também na escolha de atores para interpretar os personagens, que não tinham nada a ver fisicamente ou sequer em personalidade. Nem mesmo o graduado Brian De Palma conseguiu dar conta e o filme se tornou um desastre na época – hoje ressurgindo como item cult.

Na trama, um ricaço e sua amante (papel de Tom Hanks e Melanie Griffith) atropelam um homem sem teto e fogem (entre outras coisas por não poder admitir estarem juntos naquela hora e momento). Porém, a atuação mais criticada foi a de Bruce Willis como o jornalista que desmascara o caso. Na época, muitos criticaram a decisão de colocar Willis no elenco, apenas para atrair seus fãs, pois era um grande astro.

A Malandrinha (1991)

Todos adoramos o inesquecível John Hughes e seus filmes: sucessos como ‘Curtindo a Vida Adoidado’, ‘Clube dos Cinco’, ‘Gatinhas e Gatões’ e ‘Mulher Nota Mil’. Até mesmo quando não dirigia, apenas produzia e escrevia, seus filmes se tornavam cult, vide ‘A Garota de Rosa-Shocking’, ‘Alguém Muito Especial’ e ‘Esqueceram de Mim’. Mas um que quase ninguém fala hoje e que marcou a despedida de Hughes na direção de filmes foi ‘A Malandrinha’, de 1991. A graciosa Alisan Porter, que interpreta a menina Curly Sue do título, tinha tudo para emplacar e fazer sucesso em sua carreira, mas este terminou sendo seu filme mais famoso. Ao lado de James Belushi, a dupla é formada por pai e filha, que vivem de dar golpes nos outros. Sua mais recente vítima é a ricaça loira vivida por Kelly Lynch. Porém, através desta relação, todos irão mudar e evoluir. O charme do filme é sem dúvida a menina.

O Ano que Vivemos em Perigo (1982)

Voltando para os anos 80 agora, temos um dos primeiros papeis de destaque na carreira de Mel Gibson. Aqui, o astro atua ao lado de Sigourney Weaver em um drama sobre jornalistas cobrindo a turbulenta eleição do presidente Sukarno na Indonésia. A direção é de Peter Weir, o mesmo de ‘Sociedade dos Poetas Mortos’ e ‘O Show de Truman’. O longa foi vencedor do Oscar na categoria de melhor atriz coadjuvante para Linda Hunt.

O Turista Acidental (1988)

Por falar em filmes vencedores do Oscar na década de 80, aqui temos mais um. A produção foi indicada para 4 prêmios, incluindo melhor filme, roteiro e trilha do maestro John Williams, e sairia vencedor também da categoria de atriz coadjuvante, para Geena Davis. Na trama, o saudoso William Hurt é quem protagoniza, como um escritor de guias de turismo, cuja vida desmorona após a morte de seu filho, incluindo seu casamento. Kathleen Turner interpreta sua sofredora esposa. Os atores já haviam trabalhado juntos no thriller erótico ‘Corpos Ardentes’ (1981). Davis vive a mulher que irá mudar a vida do sujeito.

O Grande Motim (1962)

Os que acham que remakes são coisa de agora, estão errados. As refilmagens existem desde os primórdios da sétima arte. Uma das provas disso é este ‘O Grande Motim’, de 1962, estrelado pelo lendário Marlon Brando. O longa é na verdade o remake de um filme homônimo de 1935, estrelado por Clark Gable. Na trama, Brando vive um tenente de um Navio Britânico, que lidera o motim contra o seu Capitão, devido a condições sub-humanas a que o oficial impõe aos seus subordinados, após uma missão no Taiti em 1787. ‘O Grande Motim’ foi indicado para 7 Oscar, incluindo melhor filme.

Armadilha Mortal (1982)

Um dos melhores filmes contidos na lista, resolvemos deixar o suspense cômico ‘Armadilha Mortal’ para o fim. Dirigido por Sidney Lumet, o filme traz Michael Caine como um esnobe dramaturgo com bloqueio criativo na hora de escrever sua próxima peça. Então, ele encontra um antigo aluno, papel do eterno Superman, Christopher Reeve, que lhe pede conselhos no texto escrito por ele. Ao se dar conta do brilhantismo da escrita, o professor resolve roubar a ideia do pupilo. Porém, para isso, ele precisará se livrar do autor também, e precisará cometer um assassinato perfeito sem pistas. O filme é todo realizado como uma peça, em um único ambiente, com apenas três atores: Caine, Reeve e Dyan Cannon, que vive a esposa do primeiro.

Cidade Ardente (1984)

Fechando as dicas dos filmes mais interessantes contidos no catálogo do canal do Youtube da Warner, disponibilizados de graça, temos o obscuro ‘Cidade Ardente’. O filme policial se propôs a juntar em cena pela primeira e única vez, as duas maiores lendas dos filmes do gênero da época: Clint Eastwood e Burt Reynolds. Na trama, eles eram parceiros na força policial. Porém, após uma desavença, Reynolds se torna detetive particular. Agora eles não se aturam, mas estão atrás do mesmo caso. O longa passado nos anos 30, mistura elementos de comédia, e é uma homenagem aos filmes noir de mafiosos e policiais. O longa se tornou cult, embora ainda hoje não seja tão conhecido. Mas vale pelo encontro de titãs.

Ridley Scott quer fazer ‘Gladiador 3’ inspirado em CLÁSSICO do cinema

Ridley Scott confirmou que tem planos para fazer ‘Gladiador 3‘, após o segundo filme arrecadar US$ 406.5 milhões mundialmente.

Conversando com o USA Today, Ridley Scott citou ‘O Poderoso Chefão’ como uma inspiração para o terceiro filme.

O renomado cineasta confirmou queGladiador 3’ já está sendo planejado e que suas ideias para o filme foram influenciadas pela trilogia de máfia dirigida por Francis Ford Coppola.

“Eu sentei e pensei sobre isso durante um fim de semana, e percebi que, bem, estou roubando essa ideia toda de Francis“, declarou Ridley Scott.

De acordo com o diretor, a comparação vem no contexto dos arcos dos personagens, com o percurso de Lúcio (Paul Mescal) e Michael Corleone (Al Pacino) seguindo caminhos semelhantes.

Você gostou de ‘Gladiador 2‘?

Com 71% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, ‘Gladiador 2‘ recebeu uma nota B do público no CinemaScore. Para termos de comparação, a avaliação ficou abaixo do longa original, que havia recebido uma nota A dos espectadores.

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Crítica em Vídeo | ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ é uma grande DECEPÇÃO

O editor-chefe Renato Marafon e o jornalista Thiago Nolla trazem a crítica em vídeo de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘.

Assista:

O filme deve arrecadar em torno de US$ 190 milhões em sua estreia global.

Nos EUA, as projeções indicam uma abertura de US$ 80 milhões no final de semana regular, e US$ 94 milhões no estendido. Para termos de comparação, ‘Capitão América 2: O Soldado Invernal‘ arrecadou US$ 95 milhões em seus três primeiros dias no território norte-americano.

Internacionalmente, o longa deve acrescentar US$ 96 milhões através de todos os mercados – incluindo a China.

O site ainda afirma que a pré-venda de ‘Capitão América 4‘ tem registrado um desempenho 10-15% abaixo de ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ (US$106.1M) e 40% acima de ‘Eternos‘ (US$71.2M).

O longa será lançado nos cinemas nacionais na próxima quinta-feira, no dia 13 de fevereiro.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Anthony Mackie, Danny Ramirez, Carl Lumbly, Tim Blake Nelson, Shira Haas, Harrison Ford e Liv Tyler estrelam.

Crítica | ‘Os Assassinatos de Åre’ – Série Sueca da NETFLIX é intrigante, dando chance para o suspense brilhar e surpreender!

Crônicas do caráter no gelo e no sangue. Dividido em duas partes, com complementos vindos apenas do desenvolvimentos dos protagonistas, a série sueca Os Assassinatos de Åre é uma engenhosa e macabra trama que parte de duas personalidades que tinham tudo para entrar em rota de colisão e nos guia até mentes doentias. Essa importância e detalhes na construção dos arcos dramáticos deixam poucas pontas soltas, dando chance para o suspense brilhar e surpreender.

Com um discurso sóbrio que caminha nas linhas tênues das relações de confiança, seja nas soluções dos casos de assassinatos, seja na própria vida pessoal dos personagens principais, o projeto que logo chegou ao Top 10 da Netflix é uma adaptação dupla, de dois livros da escritora e advogada Viveca Sten: Hidden in Snow e Hidden in Shadows.

Nos três primeiros episódios tomamos conhecimento dos perfis dos protagonistas. A detetive Hanna (Carla Sehn) resolve ir relaxar e esquecer dos problemas em uma área mais isolada da Suécia se distanciando do mundo na casa da irmã. Mas logo chama sua atenção o desaparecimento de uma jovem, fato esse que a faz trabalhar com Daniel (Kardo Razzazi), o encarregado das investigações que recentemente foi pai. Ao longo dos dias, descobrirá segredos e enfrentará a desconfiança da sua dupla.

Todo filmado na própria cidade de Åre – um lugar gelado que tem cerca de 1.300 habitantes – essa primeira parte da história, adaptação de Hidden in Snow, é quase um prólogo quando pensamos nos personagens. A desconfiança, elemento presente todo o tempo, dá lugar as novas formas de enxergar uma cidade pacata com pouco alvoroço. Sob neve constante, o clima esquenta conforme pistas vão surgindo guiando o público para entrelaços que surpreendem. Aqui, o mistério ganha o protagonismo, fisgando o público a cada descoberta.

Já no segundo caso, adaptação do livro Hidden in Shadows, a dupla de protagonistas precisa enfrentar as perguntas que giram em torno do assassinato brutal de um ex-atleta olímpico que tinha uma empresa. Nesse ponto da história, Hanna e Daniel estão muito próximos e essa relação se estreita com os problemas em casa que o segundo enfrenta.

Mesmo seguindo ainda um detalhado olhar para o campo da investigação – que se perde em alguns momentos com subtramas pouco desenvolvidas – nesses capítulos finais, o foco acaba sendo a relação mais próxima e de provável conflito entre os dois detetives. Mas nada apaga a riqueza na forma de dissecar as emoções e os limites do comportamento humano – leia-se dentro da ética e moral – algo refletido em uma direção de arte e fotografia que andam em total harmonia transformando Os Assassinatos de Åre em um ‘Dois em um’ que vale o ingresso.

Um Corpo que Cai | Celebrando um dos maiores FILMES de Alfred Hitchcock e da sétima arte

Alfred Hitchcock não continua como um dos maiores cineastas de todos os tempos por qualquer motivo: ao longo de sua prestigiada carreira, o realizador eternizou obras-primas do terror e do suspense com técnicas inovadoras de filmagem e um comprometimento com a sinestesia atmosférica de maneira invejável e que, até os dias de hoje, são homenageadas em diversas produções contemporâneas. Apenas a encargo de exemplificação, Hitchcock é o nome responsável por clássicos como ‘Psicose’, ‘Janela Indiscreta’, ‘Os Pássaros’, ‘Disque M para Matar’ e inúmeros outros – mas, certamente, uma de suas melhores construções é o ovacionado thriller psicológico Um Corpo que Cai.

Lançado em 1958 e baseado no romance ‘D’entre les morts’, de Boileau-Narcejac, a trama acompanha John “Scottie” Ferguson (James Stewart em uma de suas melhores performances), um detetive aposentado que sofre de acrofobia e que se afastou de seus deveres como oficial de justiça após se sentir responsável pela morte de um policial durante uma perseguição. Porém, ele volta à ativa quando um conhecido de longa data, Gavin Elster (Tom Helmore), pede para que Scottie investigue sua esposa, a bela Madeleine Elster (Kim Novak), cujo comportamento estranho o está assustando. Relutante a princípio, o detetive assume o caso e se vê envolto em uma rede de mistérios que borra a linha entre a realidade e o sobrenatural – culminando em uma reviravolta de tirar o fôlego e que volta a sagrar o impacto de Hitchcock no gênero em questão.

um corpo que cai

O longa divide-se em dois núcleos a serem acompanhados, divididos com maestria pelos roteiristas Alec Coppel e Samuel Taylor: de um lado, temos a fobia ainda não tratada de Scottie, que personifica-se tanto como incidente incitante quanto personagem; de outro, a crescente obsessão de Scottie não apenas por entender o que está acontecendo com Madeleine, mas também por, gradativamente, se apaixonar pela esposa de um amigo que lhe confiou tal missão. Não é surpresa que, em determinado momento, o detetive se despede da armadura investigativa que fomentou sua fama e se deixa levar por emoções primitivas que se tornam castigáveis à medida que percebe que não conseguirá salvar a mulher pela qual se apaixonou da derradeira loucura – dançando entre a sanidade e a loucura em um descompasso que apenas faz voltar problemas de um passado não muito distante.

Como vemos, o filme é centrado essencialmente em Scottie, protagonizando uma espécie de esfera coadjuvante quando colocado sob a sombra de Madeleine e dos obstáculos que enfrenta. Nesse quesito, Hitchcock arquiteta cada uma das sequências para garantir o máximo de aproveitamento por parte dos espectadores. Ora, não é à toa que o cineasta tenha se aproveitado do advento do formato VistaVision para expandir a experiência cinematográfica – além de popularizar o “efeito Vertigo” (em homenagem ao título original da obra) com uma proposital distorção de perspectiva e sensação constante de desorientação. Afinal, a ideia é transpassar os sentimentos do personagem principal, permitindo que entremos em sua mente e sejamos impactados por cada uma das viradas no enredo.

um corpo que cai

Se as investidas técnicas são irretocáveis, a cereja do bolo vem com o trabalho esplendoroso do elenco. Como mencionado alguns parágrafos acima, Stewart mergulha em uma das melhores performances de sua extensa e conhecida carreira, trazendo o charme da Old Hollywood em uma roupagem contemporânea e que nutre de algumas referências aos filmes noir – por mais que o longa não se preze, por assim dizer, a se encaixar por completo no subgênero. Acompanhando o astro, temos Novak em um papel duplo como Madeleine e Judy Barton (uma sósia que faz parte de uma artimanha perigosa e mortal), brilhando em cada uma das cenas em que aparece, bem como Barbara Bel Geddes como Marjorie “Midge” Wood, confidente e amiga de Scottie, em uma atuação muito bem delineada.

À época de seu lançamento, o projeto recebeu críticas mistas pelo ritmo e por se configurar apenas como um “mistério de assassinato”, como apontou a Variety em uma crítica de 1958. Porém, com o passar das décadas, os especialistas reavaliaram não apenas o contexto de lançamento da obra, como os subtextos de desconstrução do constructo masculino sobre a feminilidade e até mesmo incursões de obsessão e paranoia que o time criativo projetou sobre a obra – há, inclusive, uma sucessão desconfortável de eventos em que Scottie, após presenciar o suposto suicídio de Madeleine e cruzar caminho com Judy (cuja similaridade com a falecida o deixa atordoado), praticamente a força a se transformar na mulher que idealiza antes de cair em uma percepção catastrófica.

um corpo que cai

Não é surpresa, pois, que Um Corpo que Cai configure-se como um dos corpos de trabalho de mais aclame de Hitchcock e integre listas e mais listas de melhores filmes de todos os tempos: mesmo quase setenta anos depois de sua estreia, o longa explode em originalidade técnica, artística, performática e narrativa, sendo remodelado e emulado por inúmeros realizadores contemporâneos como forma de apreciação máxima por uma das maiores obras da sétima arte.

Aves de Rapina: O Álbum | 5 anos depois, compilado continua como uma das melhores TRILHAS SONORAS da década

Aves de Rapina foi anunciado alguns anos atrás e, desde o início de sua produção, tornou-se um dos filmes mais aguardados dos fãs de quadrinhos – principalmente os seguidores da DC, que desejavam mais que tudo um novo sucesso de crítica nas telonas, seguindo os passos de Coringa, Shazam!’, Mulher-Maravilha e Aquaman. Depois do considerável sucesso que fez entre os especialistas, chegou a vez de virarmos os holofotes para um elemento também original do longa-metragem: sua trilha sonora. O resultado do álbum, premeditado pelo lançamento do single de Megan Thee Stallion e Normani, é muito superior ao que poderíamos esperar, exalando girl power em sua melhor forma e entrelaçando diversos gêneros sonoros em um mesmo lugar.

Em um momento em que inúmeros artistas prezam por uma construção mais minimalista e conceitual em vez de respaldar nas fórmulas conhecidas do pop e do rock, grande parte dos ouvintes pode ter sentido falta de canções-chiclete e dançantes que nos envolvesse do começo ao fim com um bombardeio de acordes explosivos. Felizmente, as dezenas de colaborações contratadas pela Warner Bros. e pela Atlantic Records para compor essa obra os entregam exatamente o que precisávamos: tracks recheadas de vida, calcadas nas fusões que unem o synth ao EDM, o PC music ao industrial pop, e o rap ao electro-rock. Mais do que isso, as incríveis vozes não pensam duas vezes antes de mostrar suas homenagens a clássicos nomes da indústria fonográfica, fazendo questão de mostrar as referências das quais se nutriram.

A proeminência de Doja Cat abre a produção com a incrível “Boss Bitch” que, mesmo seguindo uma construção já ouvida antes (ainda mais quando pensamos na transição dos anos 2000 para os 2010), transborda com um delicioso rap guiado por sintetizadores do electro e do dance-pop, entregando uma rendição frenética e inebriante ao extremo – sabendo o momento certo de recuar para um instrumental mais densa e de utilizar os familiares moduladores de voz. Pouco depois, é a vez de Charlotte Lawrence brilhar com as samples emprestadas de Nina Simone em “Joke’s On You”, ganhando um espaço mais que merecido e pavimentando uma trajetória rumo a uma discografia de bastante sucesso.

Para além de “Diamonds”, que empresta alguns versos de Marilyn Monroe em Os Homens Preferem as Loiras, temos Jurnee Smollett-Bell (que interpreta Canário Negro) redescobrindo James Brown como “It’s a Man’s Man’s Man’s World” e criando uma performance memorável que imprime sua própria habilidade – mesmo perdendo-se em alguns momentos na coesão da faixa. Lauren Jauregui também prende-se a uma bem-vinda nostalgia do início do século com “Invisible Chains”. Ambas as canções não chamam atenção apenas pelos poderosos vocais, e sim pelas letras de sororidade e de libertação que refletem os temas explorados pelo longa-metragem.

A decisão de unir apenas mulheres para a composição do CD visou a uma representatividade necessária para as esferas de entretenimento contemporâneas – e não me refiro aqui à falsa noção desse conceito que é explorado superficialmente por quem está no comando; a verdade é que a profusão sonora é um outro recurso para mostrar que as mulheres existem e podem dominar qualquer estilo musical que possamos pensar. Um dos exemplos mais claros que temos aqui é Halsey sendo convidada a mudar de zona exploratória e mergulhar de cabeça num pesado rock (“Experiment On Me”) provindo de um hibridismo à la Avril Lavigne e AC/DC (e caso tenha ficado surpreso ou chocado com o resultado, é porque a ideia atingiu seu propósito principal).

O gênero em questão ganha uma linearidade drilling proposital (como a já vista com Nicki Minaj, Cardi B e Iggy Azalea) com “Danger”, que tem um respaldo mercadológico, mas investe esforços para sair do comodismo. “Bad Memory” representa um dos ápices da obra e, mais do que isso, é facilmente uma das melhores tracks lançadas até agora em 2020. K.Flay brinca com seus vocais e tira sarro através de um ácido liricismo, à medida que traz um escopo próprio do indie e do hip hop alternativo (encontrados com abundância em sua filmografia). Já “So Thick”, parceria feita entre WHIPPED CREAM e Baby Goth, pode ter um pano de fundo repetitivo e saudosista em excesso, mas não perde o principal foco que é nos envolver em uma críptica viagem através da mentalidade de Arlequina (Margot Robbie), buscando a mesma emancipação que a protagonista.

O interessante sobre o álbum é que ele se vale de distorções de elementos outrora prosaicos demais para arquitetar algo único, tendo como marco uma insana originalidade. “Smile” parece virar do avesso as suits compostas por Theodore Shapiro, enquanto Cyn toma as rédeas da woodstockiana “Lonely Gun”; mesmo assim, ignorar certos equívocos é um erro condenável – e por essa razão não podemos deixar de sentir certa desconexão com “I’m Gonna Love You Just A Little More Baby”, cuja gestação entre o jazz e o blues simplesmente não combina com as outras faixas. De qualquer forma, “Hit Me With Your Best Shot” reencontra os trilhos com um épico tour-de-force.

Aves de Rapina: O Álbum’ funciona como um adendo dançante, sedutor e cativante ao longa-metragem homônimo que, seguindo os passos de seu estelar elenco, também é um declamatório discurso pela independência feminina.

‘The Studio’: Série de COMÉDIA com Catherine O’Hara e Seth Rogen ganha teaser HILÁRIO; Confira!

The Studio, nova série de comédia criada e estrelada por Seth Rogen, ganhou mais um teaser hilário.

A produção terá sua estreia oficial no Festival South by Southwest (SXSW) antes de chegar ao catálogo da Apple TV+ em 26 de março.

Confira, junto ao trailer:

Evan Goldberg co-escreve o projeto.

A trama acompanha um estúdio de cinema de Hollywood tentando sobreviver em um mundo em que a convivência entre arte e comércio se torna cada vez mais difícil.

Catherine O’HaraKathryn HahnIke BarinholtzChase Sui Wonders fazem parte do elenco. Bryan CranstonKeyla Monterroso MejiaDewayne Perkins farão participações especiais.

Este é a mais nova colaboração entre Rogen e a Apple TV+, que já trabalharam juntos na aclamada série ‘Platonic’.

Ke Huy Quan se recorda de quando Harrison Ford o CONSOLOU durante as gravações de ‘Indiana Jones’

Em uma recente entrevista à EW, o astro vencedor do Oscar Ke Huy Quan se recordou do tempo que compartilhou ao lado do icônico Harrison Ford durante as gravações de ‘Indiana Jones e o Templo da Perdição’.

Quan co-estrelou o clássico filme de aventura quando tinha apenas doze anos, interpretando o jovem ajudante de Indiana Jones, Short Round.

Durante a conversa, o ator se recordou de quando Ford o consolou durante as gravações de uma sequência arrepiante, que traz Indy e Short Round tentando escapar do Templo da Perdição.

“Quando rodamos essa sequência, eu estava muito assustado”, ele conta. “E eu chorei. Eu me lembro de Harrison Ford se ajoelhando na minha frente e perguntando se eu estava bem”.

Quan continua: “ele disse, e eu nunca vou me esquecer disso: ‘Ke, quero que você se lembre de que eu nunca vou te machucar’. Quando ele disse isso, meu Deus, só fez eu me apaixonar ainda mais por ele. Aqui está Indiana Jones me dizendo que ele vai cuidar de mim”.

Lembrando que o mais recente filme de Ke Huy Quan é Amor Bandido, que já estreou nos cinemas estadunidenses e chega ao circuito nacional em 27 de fevereiro.

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Jonathan Eusebio, coordenador de cenas de ação e luta em ‘Deadpool 2‘, ‘John Wick 3: Parabellum‘ e ‘Pantera Negra‘, faz sua estreia diretorial.

Um corretor de imóveis é puxado de volta para a vida que deixou para trás depois que seu antigo parceiro no crime ressurge com uma mensagem sinistra. Com seu irmão chefe do crime também em seu encalço, Marvin deve confrontar seu passado e a história que ele nunca enterrou completamente.

O elenco ainda conta com Ariana DeBose, Daniel Wu, Sean Austin, Mustafa Shakir, Lio Tipton, Rhys Darby, Marshawn Lynch André Eriksen.

Demi Moore | 10 Filmes da querida MUSA dos anos 90 para conferir nos principais streamings

Todos adoram uma história de volta por cima. No cinema, estas histórias se traduzem como a de algum ator esquecido por Hollywood (em especial devido à sua idade), porém, muito querido no passado, que recebe uma nova chance de brilhar. A narrativa do tipo mais badalada na atualidade é a de Demi Moore. Mesmo os fãs de cinema mais jovens certamente já ouviram falar na atriz.

Musa máxima de Hollywood nos anos 90, Demi Moore estrelou vários sucessos na época, e inclusive filmes indicados ao Oscar, como ‘Ghost – Do Outro Lado da Vida’ e ‘Questão de Honra’. Demi foi também um dos maiores salários de uma atriz na época, e mesmo quando seus filmes não iam bem, se tornavam famosos por ter o seu nome atrelado, vide ‘Striptease’ e ‘Até o Limite da Honra’.

Demi Moore começou sua carreira, no entanto, bem jovenzinha, ainda na década de 80, na qual estrelou também alguns sucessos cult como ‘O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas’ (1985). Depois dos anos 90, a atriz deu uma sumida dos holofotes, e hoje fala abertamente sobre a falta de oportunidade na indústria ao começar a ficar mais velha.

Hoje, aos 62 anos, Demi Moore está vivendo um ressurgimento, e de certa forma, o melhor momento de sua carreira. Isso porque agora a atriz está recebendo o reconhecimento merecido e muito atrasado, com uma indicação ao Oscar de melhor atriz (o primeiro de sua carreira) por ‘A Substância’, um filme B transformado em ícone pop por excelência. Para homenagear essa querida estrela do cinema, separamos dez filmes de sua carreira disponíveis nos principais streamings para os fãs relembrarem ou conhecerem mais o seu trabalho. Confira.

A Jurada (Netflix)

Começamos com um filme disponível na plataforma de streaming número 1, a Netflix. Demi Moore tinha 33 aninhos quando lançou este suspense da Columbia Pictures (Sony) nos cinemas. Na trama, ela vive uma mãe solteira, convocada para o júri em um caso envolvendo a máfia. Não demora para que ela se torne alvo dos criminosos sendo julgados, e ameaçada para que manipule o resultado. Alec Baldwin interpreta o extorsionista, envolvido com os mafiosos, e o elenco conta ainda com Joseph Gordon-Levitt (o filho) e os saudosos James Gandolfini (especialista em papeis de mafiosos) e Anne Heche.

Questão de Honra (Max)

Top 3 dos melhores filmes da carreira de Demi Moore, ‘Questão de Honra’ é uma verdadeira obra-prima da década de 90, indicado para 4 Oscar, incluindo melhor filme (em 1993). Na trama, Moore vive uma brilhante advogada da marinha, que deseja pegar um importante caso de dois soldados presos, acusados de matar um terceiro em uma base de treinamento do exército. Por ser mulher, em uma sociedade ainda muito machista, ela é colocada como advogada assistente do caso. O principal advogado será um bon vivant inexperiente, papel de Tom Cruise. Ela irá tirar o melhor dele e o fará um verdadeiro advogado.

O Preço de uma Escolha (Max)

Filme feito para a TV, com produção da HBO para o seu canal a cabo, este drama chamou atenção na época, em 1996, por contar com um elenco de peso, formado por três estrelas da época: Cher, Sissy Spacek e Demi Moore. São três histórias, passadas em três décadas diferentes, todas ligadas por um ponto em comum: o sensível tema do aborto. Demi Moore estrela no segmento de 1952, Spacek no de 1974 e Cher no de 1996. Todos envolvem os dilemas de três mulheres sobre abortar ou não, e cada uma possui razões diferentes. Esse também foi o primeiro filme dirigido por Cher, bem, ao menos um segmento, o seu.

Até o Limite da Honra (Disney+)

Na época em que foi lançado, esse drama militar foi considerado um fracasso de crítica e público. Hoje, o filme ressurgiu como cult e é um trabalho sempre lembrado na carreira de Demi Moore. Na verdade, se tornou hoje um de seus filmes mais populares, e um que a geração atual sempre pensa quando o assunto é a atriz. Aqui, dirigida por Ridley Scott, Moore interpreta a primeira mulher a figurar no programa mais intensivo da marinha americana. Todos esperam que ela falhe, mas ela irá se provar.

A Letra Escarlate (Disney+)

No início dos anos 90, Demi Moore protagonizou uma série de filmes de sucesso. Porém, a atriz foi aos poucos também se envolvendo em uma série de filmes que não deram o resultado esperado pelos estúdios. Portanto, não é dizer que Hollywood esqueceu de Demi Moore. Acontece que a certa altura seus filmes não davam resultado, e os executivos começaram a categorizar a atriz como não rentável. Três filmes foram os responsáveis por isso: ‘A Letra Escarlate’ (1995), ‘Striptease’ (1996) e ‘Até o Limite da Honra’ (1997). Hoje, todos podem ser vistos como itens cult. Aqui, ela atua ao lado do sempre ótimo Gary Oldman, na adaptação de um livro clássico, passado em 1666, que fala sobre uma mulher se envolvendo com um pastor, e causando um escândalo na sociedade da época. Ela se vê obrigada a usar uma letra A vermelha em sua roupa, que significa “adúltera”.

O Corcunda de Notre Dame (Disney+)

Você sabia que Demi Moore foi a voz da cigana Esmeralda na adaptação do conto clássico Victor Hugo para a Disney na forma de uma animação. Mas não apenas isso, pois no mesmo ano de 1996, a atriz soltou sua voz rouca em mais uma animação, essa ao lado do então maridão Bruce Willis. Falamos de ‘Beavis e Butt-Head Detonam a América’. A animação da MTV era um baita sucesso na época e em seu primeiro filme, conseguiu contratar ninguém menos que o casal Moore e Willis. A atriz ainda dublaria Esmeralda novamente, na continuação de ‘O Corcunda de Notre Dame’, de 2002, lançada direto em vídeo.

Ghost: Do Outro Lado da Vida (Mercado Play)

Você sabia que o Mercado Livre possui seu próprio streaming? E o melhor, é de graça! Sim, tudo bem que os títulos não são tantos e que o acervo se restringe mais a filmes antigos. Porém, por isso mesmo é um prato cheio para os nostálgicos e os que curtem clássicos da década de 1980 e 1990. Por exemplo, essa é uma boa forma de encontrar ‘Ghost’, filme indicado ao Oscar, e que fez o mundo se apaixonar por uma história de amor que vai muito além da vida. Um dos filmes mais tristes do cinema, a história começa justamente quando um casal apaixonado é separado pela morte dele. Demi Moore interpreta a viúva. Como dito, a história apenas começa aí.

Proposta Indecente (Mercado Play)

É no Mercado Play que você irá encontrar também outro dos grandes sucessos da carreira de Demi Moore, do início dos anos 90 – que fez o mundo parar e falar bastante desta trama. Afinal, o que você faria por 1 milhão de dólares. Essa é a pergunta que move um casal, formado por Demi Moore e Woody Harrelson. Sonhadores, porém, endividados, eles começam a ver os problemas financeiros atrapalharem o seu relacionamento. Até que no caminho da dupla aparece o bilionário vivido por Robert Redford. Ele está disposto a dar esta quantia para o casal, desde que possa passar uma noite com a mulher. Polêmico é pouco, e o filme deu o que falar na época com esta premissa.

Não Somos Anjos (Mercado Play)

Outro dos filmes de Demi Moore está disponível no acervo do Mercado Play, esse ainda mais antigo. Os verdadeiros protagonistas são Robert De Niro e Sean Penn. Eles vivem uma dupla de presidiários, que após uma rebelião na cadeia onde se encontram, encontram uma brecha para poder fugir. Porém, sua fuga não será tão fácil assim, pois as autoridades mobilizam um verdadeiro batalhão de policiais na busca pelos fugitivos. Agora, seu refúgio será numa pequena e fria cidade, na qual se disfarçam de dois padres esperados para um evento na igreja. Demi Moore vive uma mãe solteira, que se afeiçoa aos novos clérigos falsos. O longa é um remake de um clássico da década de 1950.

A Substância (Mubi)

Não poderíamos terminar de outra forma. ‘A Substância’ foi o filme responsável por colocar o nome de Demi Moore de novo no mapa e fazê-la relevante outra vez em uma indústria que parecia tê-la esquecido. Uma aposta arriscada, esse filme de terror traz Demi como uma celebridade da TV, dona de um programa de ginástica famoso. Por ter ficado mais velha, os produtores machistas a demitem e buscam alguém mais jovem. Mal sabem eles que esse alguém é a própria Demi, ou melhor, uma versão dela. Acontece que a mulher resolveu embarcar em um experimento secreto, com uma fórmula que gera do seu próprio corpo uma versão mais jovem sua. Porém, uma vez solta no mundo, Sue (Margaret Qualley) tem vontades próprias, e isso será um problema para Elisabeth (Moore).

Crítica | ‘A Lista’ – Simpática dramédia brasileira apresenta relações de riso e emoção na média CERTA

Baseado numa peça teatral de sucesso escrita pelo dramaturgo Gustavo Pinheiro, o longa-metragem A Lista nos transporta para uma história de lembranças, conflituosas relações familiares, encontros e desencontros tendo como cenário o famoso bairro de Copacabana, no Rio de Janeiro. Com a essência carioca muito bem captada, um elenco maravilhoso e grande parte experiente, o projeto apresenta relações de riso e emoção na média certa – mesmo com pontas soltas do roteiro – sem esquecer de uma pitada política importante.

A vida da professora aposentada do Estado Laurita (Lilia Cabral) não anda com muito ares de felicidade. Moradora de um prédio em Copacabana, vive seus dias nos embates com outros vizinhos num antes, durante e depois da pandemia. Cheia de medos e aflições, com o estopim gerado pela relação fria e distante com a filha (Letícia Colin), certo dia começa a se aproximar para uma amizade com cantora de música clássica Amanda (Giulia Bertolli), sua vizinha. Assim, entre encontros e desencontros, começa a perceber as oportunidades que a vida sempre colocou à sua frente.

Quinto filme dos Estúdios Globo, o primeiro a ser lançado direto na televisão (dia 17 de fevereiro na Tela Quente), essa dramédia comandada por José Alvarenga Jr. – que assinou a direção de Os Normais e outras comédias – bate na tecla das mudanças no olhar para a vida aos olhos de duas personagens carregadas de decepções no seu campo familiar. As situações do cotidiano – levadas para o lado cômico –  dão um charme ao filme que também cutuca políticas durante a pandemia com um personagem negacionista e até mesmo um pai que não entende o valor do trabalho com as artes.

Ao adaptar uma peça de teatro para o cinema, pode ser comum alguns deslizes. O roteiro junto à narrativa, não consegue criar de forma harmônica o elo para se chegar no epicentro que seria a amizade entre as protagonistas. Há uma certa ingenuidade ao se contar uma história através de uma construção de dois pontos de vistas mas que a interseção fica de escanteio. Por outro lado, ótimos diálogos, uma trilha sonora empolgante, e a relações riso e emoção na média certa dão um certo equilíbrio aos arcos dramáticos, o que faz a narrativa fluir.

Nesse universo de encontros e desencontros, A Lista também joga para destaque a melhor idade. É tão bom assistir novamente em tela nomes como: Rosamaria Murtinho, Zezeh Barbosa, Betty Faria, Reginaldo Faria, Tony Tornado, Anselmo Vasconcelos, Tony Ramos. Um elenco de primeira que ajuda a contar essa história que, mesmo com alguns deslizes, deve agradar a toda família.

Disney ALTERA avisos de conteúdo em filmes antigos: “Inclui representações negativas”

A Disney anunciou recentemente novas diretrizes para o conteúdo de seus filmes antigos, como Peter Pan eDumbo, que possam apresentar representações preconceituosas.

De acordo com a Variety, a mudança faz parte de uma revisão geral da estratégia de DEI (Diversidade, Equidade e Inclusão) da empresa, após o retorno de Donald Trump à presidência.

O aviso, que aparece automaticamente antes de alguns títulos antigos, foi alterado. Inicialmente, ele indicava que o filme “inclui representações negativas e/ou maus-tratos a povos ou culturas”.

Agora, o aviso diz: “Este programa é apresentado conforme originalmente criado e pode conter estereótipos ou representações negativas”.

Esses avisos começaram a ser exibidos em novembro de 2019, sendo Dumbo um dos filmes a receber a mensagem devido às representações racistas encontradas nas produções da Disney nas décadas de 1940 e 1950.

O aviso da época dizia: “Este programa é apresentado conforme originalmente criado. Pode conter representações culturais desatualizadas”.

Em outubro de 2020, a Disney revisou o aviso para uma versão mais extensa, que afirmava: “Este programa inclui representações negativas e/ou maus-tratos a pessoas ou culturas. Esses estereótipos estavam errados na época e continuam errados agora. Em vez de remover esse conteúdo, queremos reconhecer seu impacto prejudicial, aprender com ele e iniciar uma conversa para criar um futuro mais inclusivo juntos. A Disney está comprometida em criar histórias com temas inspiradores e aspiracionais que reflitam a rica diversidade da experiência humana ao redor do mundo”.

Além disso, Sonia Coleman, chefe de recursos humanos da Disney, delineou as mudanças nos esforços de DEI da empresa em um memorando enviado à liderança na terça-feira.

“Criar um ambiente acolhedor e respeitoso para nossos funcionários e convidados é essencial para nossa cultura corporativa e nossos negócios”, escreveu Coleman. “Nossos valores – integridade, criatividade, colaboração, comunidade e inclusão – orientam nossas ações e como nos tratamos. Hoje, quero fornecer uma atualização sobre como nossos valores estão incorporados em nossos programas de compensação para líderes, especificamente nos Nossos Fatores de Desempenho (OPFs), além de compartilhar um pouco do trabalho que está em andamento para evoluir nossa estratégia de talentos de acordo com esses valores”.

O memorando também detalha novos elementos na estratégia de DEI da Disney, incluindo a introdução de um novo “Fator de Estratégia de Talentos” no planejamento de compensação executiva. Esse fator avaliará como os líderes incorporam perspectivas diversas para impulsionar o sucesso nos negócios e cultivam um ambiente onde todos os funcionários possam prosperar.

A Disney também está promovendo a unificação e simplificação de seus Grupos de Recursos para Funcionários (BERGs), destacando a importância da “inclusão” como foco principal desses grupos.