Lendária estrela de Hollywood, Evelyn Hugo sempre esteve sob os holofotes ― seja estrelando uma produção vencedora do Oscar, protagonizando algum escândalo ou aparecendo com um novo marido… pela sétima vez. Agora, prestes a completar oitenta anos e reclusa em seu apartamento no Upper East Side, a famigerada atriz decide contar a própria história ― ou sua “verdadeira história” ―, mas com uma condição: que Monique Grant, jornalista iniciante e até então desconhecida, seja a entrevistadora. Ao embarcar nessa misteriosa empreitada, a jovem repórter começa a se dar conta de que nada é por acaso ― e que suas trajetórias podem estar profunda e irreversivelmente conectadas.
Liza Chasin e Brad Mendelsohn irão supervisionar o projeto.
Mandy Moore ganhou reconhecimento ao viver a odiosa antagonista do clássico ‘O Diário da Princesa’ e depois ao dublar Rapunzel na animação ‘Enrolados’; entretanto, Moore, que também marcou presença em diversas comédias românticas, tem uma carreira prolífica na indústria fonográfica – apesar de ter se distanciado nos últimos anos por motivos pessoais. Onze anos depois do lançamento de ‘Amanda Leigh’, ela retornou aos holofotes com sua melhor investida musical, intitulada ‘Silver Landings’. Seu sétimo álbum de estúdio não apenas é uma intimista aventura por sua conturbada vida, como também uma declaração de amor ao que lhe faz feliz: cantar e compor.
Abraçando estilos que já foram incorporados em obras predecessoras, a performer resolve se apropriar do cândido liricismo de cada uma das faixas, aliada à competente produção de Mike Viola, o qual abandona em partes sua tendência alternativa ao abrir espaço para a melódica cultura folk – pincelada com algumas dissonâncias interessantes e um mergulho no country-pop que vem tomando conta dessa esfera nos últimos anos (vide os últimos trabalhos de Lady Gaga e Kacey Musgraves, por exemplo). Diferente do que alguns poderiam imaginar, o CD abre com um envolvente ápice que nos arremessa de volta para os anos 2000 e que traz um diálogo quase automático com “Need You Now”: movida pela suavidade da guitarra, do piano de inferências do blues, “I’d Rather Lose” funciona como uma reflexão moralista que analisa o real significado de felicidade e de vitória.
Ainda que repetitivo no ouvido de certos fãs, ‘Silver Landings’ deixa claro que sua identidade é a mais pura possível, por vezes utilizando-se de instrumentais familiares; porém, a condução de Moore e das vozes secundárias é competente o bastante para nos arrebatar logo no primeiro refrão, como acontece no dramático escopo de “Fifteen” e “Easy Target”, que compartilham uma progressão similar, ainda que tragam letras complementares e antitéticas. Mesmo assim, o que nos mais chama a atenção é a delicadeza com a qual a equipe técnica trata todas as tracks, prezando pela expansão vocal da lead singer e por rendições que oscilam do naturalismo blasé até à comovente teatralidade cultivada por uma arte mais sinestésica que meramente consumível.
Moore e Travis também não pensam duas vezes antes de voltar no passado: em “When I Wasn’t Watching”, as potentes guitarras e a retumbante bateria se respalda nas baladas electro-rock dos anos 1970 e 1980, brincando com o decaimento das notas que busca por respostas e que dá espaço a um bem formulado bridge. Em “Forgiveness”, o folk volta a falar mais alto, à medida que é perscrutado com as suaves escolhas do violão e da performance da artista, que ofuscam as repetitivas batidas no pano de fundo. Na verdade, essa faixa em especial funciona como uma homenagem da própria lead singer ao seu eu mais jovem e aqueles que lhe influenciaram no começo da carreira.
A cantora brinca com um niilismo pueril em algumas investidas, resgatando a inocência que outrora regia seus dias e agora não passam de lembranças que carrega no peito. É o caso, por exemplo, de “Stories Reminding Myself of Me”, que, por mais formulaica que soe, nos encanta por uma pureza de detalhes fascinante e emotiva. Por outro lado, as mensagens que Moore deseja nos passar se fincam a uma sutileza sensorial de tirar o fôlego quando absorvidas com maior atenção: em “Trying’ My Best, Los Angeles”, a cidade dos sonhos é convidativa e perigosa ao mesmo tempo, por prometer algo que muitas vezes nos extenua e nos coloca num confinamento frustrante que nos desanima – e que, na verdade, nos deveria ensinar uma lição valiosa (da mesma forma que a ensinou).
O álbum rende-se bastante a cantigas de época que refletem o background de seus compositores, principalmente quando chegamos às últimas canções: “If That’s What It Takes” é uma lullaby pautada num inesperado dueto e nas notas minimalistas do violão antes de “explodir” em uma transição prática o suficiente para anunciar que estamos perto do fim e que, agora, devemos nos valer de momentos que se foram e que estão para chegar (uma investida quase metafísica que envolve justamente por sua profundidade mascarada). Na música-titular, que de forma sagaz foi imprimida com o grand finale do CD, Moore e seu time mostram que sabem trabalhar com a repetição de acordes e até mesmo a reciclagem de construções, transformando algo a princípio encarado como superficial em uma obra-prima que provavelmente não vai agradar a todos, mas que carrega uma identidade própria e exuberante.
‘Silver Landings’ mantém-se coeso o suficiente ao longo de suas breves dez faixas; pautado em estilos que agora vêm dando espaço para o pop e o disco-dance das décadas anteriores, a artista foi ousada em se deixar levar por aquilo que mais lhe chamou a atenção. O resultado, apesar de alguns breves deslizes que se concentram na esquecível “Save a Little for Yourself”, é aplaudível ao ponto de considerarmos este um dos grandes comebacks de 2020.
A 2ª temporada de ‘Goosebumps‘, série baseada nos aclamados romances escritos por R.L. Stine, já chegou ao catálogo do Disney+.
Recentemente, tivemos a oportunidade de conversar com as atrizes Ana Ortiz e Francesca Noel, que integram o elenco protagonista da obra, e que contaram para nós como se apaixonaram pela icônica saga literária assinada por R.L. Stine.
Na nova temporada, irmãos adolescentes descobrem uma ameaça dentro de casa, desencadeando uma cadeia de eventos que desvendam um profundo mistério. Conforme eles mergulham no desconhecido, a dupla se vê enredada na história de cinco adolescentes que misteriosamente desapareceram em 1994.
O elenco do novo ciclo conta com Elijah Cooper (‘That Girl Lay Lay’), Francesca Noel (‘Quando Você Chegou’), Galilea La Salvia (‘Talia in the Kitchen’), Jayden Bartels (‘Side Hustle – Uma Tarefa Complicada’),Sam McCarthy (‘Disque Amiga para Matar’), Arjun Athlaye (‘Are You Afraid of the Dark?’), Eloise Payet (‘The End of the Party’), Christopher Paul Richards (‘The Kids Are Alright’), Kyra Tantao (‘Zombies 3’), Stony Blyden (‘American Born Chinese’) e Sakina Jaffrey (‘Billions’).
Lembrando que o grupo se junta a David Schwimmer, o famoso Ross de ‘Friends‘, que dará vida a Anthony, um pai divorciado que passa o verão com seus filhos.
A série do Disney+ é comandada por Neal H. Moritz, que já trabalhou nos dois filmes da franquia para os cinemas. Nick Stoller e Rob Letterman são os roteiristas e produtores executivos.
Intitulado ‘Amanhecer na Colheita’, a trama do romance se passará vinte e quatro anos antes do primeiro capítulo da saga de Katniss Everdeen, “começando na manhã da colheita da 50ª edição dos Jogos Vorazes, também conhecida como o Segundo Massacre Quaternário”.
Para aqueles que não se recordam, a 50ª edição escalou 48 tributos dos Distritos para competirem nos Jogos Vorazes, em vez dos costumeiros vinte e quatro. Haymitch Abernathy (um dos mentores de Katniss e de Peeta Mellark no arco original) foi o vencedor.
Com lançamento agendado para o dia 18 de março tanto no mercado internacional quanto no Brasil, a Lionsgate já adquiriu os direitos de adaptação do romance – e o longa-metragem inspirado na obra chegará aos cinemas em 20 de novembro de 2026.
Agora, em uma recente entrevista ao Collider, o diretor Francis Lawrence trouxe atualizações promissoras sobre o projeto.
“Sim, vamos filmar esse ano. Então, na verdade, apenas começamos a preparação. O livro sai em meados de março. Temos uma espécie de fase de preparação para pesquisa. Depois de Londres, farei uma busca e então começaremos a nos preparar em abril e filmaremos este ano”, ele revelou.
O diretor também foi questionado sobre quem dará vida a Haymitch, mas, como o processo está nos primeiros estágios de desenvolvimento e o livro sequer foi lançado, selecionar um ator para interpretar a versão mais nova do personagem é um pouco mais complicado.
“É complicado, porque o livro ainda não foi lançado, então as pessoas sabem apenas no geral do que se trata. Acho que foi divulgado um trecho, e Suzanne talvez tenha uma citação sobre quais são os temas. Então, estamos pesquisando um pouco, mas sim, não podemos lançar, você sabe, cenas ou algo assim, ainda”, ele conta.
Lembrando que Lawrence comandou todos os longas-metragens da franquia (com exceção do primeiro capítulo), sendo o mais recente o elogiado ‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’.
Já olhou nos olhos de alguém e sentiu uma conexão? As fitas cassetes de outrora, os momentos que ficam guardados e nunca mais esquecidos são alguns dos elementos que envolvem o novo filme da Prime Video Com Você no Futuro, romance dramático camuflado de fantasia ingênua guiada por uma trilha sonora de uma das bandas mexicanas mais famosas de todos os tempos, Maná. Pena que a narrativa sonolenta nos leva para uma jornada convencional e pouco atrativa.
Carlos (Michel Brown) e Elena (Sandra Echeverría), antes muito apaixonados, hoje vivem as tristezas de um divórcio. Certo dia, ele um advogado estressado e ela uma musicista, se deparam com uma situação inusitada, uma pessoa que diz ser o cupido (Mauricio Barrientos) entrega a eles uma chance de reviver sua história de amor numa volta ao passado no ponto onde tudo começou. Assim, guiados pelas músicas do famoso grupo musical mexicano embarcarão em dilemas e reflexões sobre a relação.
Não sei vocês mas eu adoro a banda mexicana Maná. E por esse motivo, fui conferir esse filme. Talvez fosse melhor escutar as canções pelo Spotify. Reunindo uma série de fantasias e realidades distantes para abordar a relação a dois, o longa-metragem escrito e dirigido pelo cineasta mexicano Roberto Girault é um show de desencontros em duas épocas. Com o alvo mirado nas reflexões sobre casais em crise – algo que representa de alguma forma a maturidade – o tiro que não sai pela culatra, se tornando um show pelos deslizes da imaturidade.
Seguindo uma fórmula de bolo batida de muitas comédias românticas, pegando o passado como uma forma de mudanças de um presente estagnado, o roteiro – apoiado num confronto com o começo de um fim – costura os arcos dramáticos de forma corrida, não aproveitando personagens e principalmente o contexto temporal como uma ferramenta para preencher lacunas de uma relação. Nesse passatempo ingênuo, o previsível é algo constante nos 90 minutos de projeção.
Francis Lawrence, diretor de ‘Constantine’, falou recentemente sobre a sequência do clássico estrelado por Keanu Reeves, trazendo uma atualização promissora sobre a continuação.
Em entrevista ao Collider, Lawrence confirmou que ‘Constantine 2’ está mais perto do que nunca de se tornar realidade – e que ele, Reeves (que retorna como o personagem titular) e o produtor Akiva Goldsman têm trabalhado duro em tirar o projeto do papel.
“Posso dizer que estamos mais perto do que nunca de conseguir fazer uma sequência, o que é ótimo”, ele disse. “E Akiva, Keanu e eu estamos muito, muito animados com isso”.
Lawrence continua:
“Temos uma ótima ideia. Analisamos vários quadrinhos ao longo dos anos e olhamos as coisas. Direi que provavelmente há grãos de coisas que estamos extraindo, mas na verdade, a maior parte vem apenas de nós três, você sabe, amando o personagem, amando o mundo, tendo isso no fundo de nossas mentes por 20 anos e apenas infiltrando ideias, histórias e personagens que amamos, e coisas que amamos”.
Lembrando que ‘Constantine’ está disponível no catálogo da Max.
Além de Reeves no papel principal, o filme original contou também com Rachel Weisz, Djimon Hounsou, Shia Labeouf, Tilda Swinton e Peter Stormare.
Orçado em US$ 100 milhões, o longa arrecadou US$ 230,9 milhões nas bilheterias mundiais e teve recepção mista por parte da crítica especializada, amargando apenas 46% de aprovação no Rotten Tomatoes.
O que é o certo e o errado em uma guerra? Não é de hoje que ações militares de países em território distante sempre nos colocam de frente com evidências sobre as formas e os porquês de determinada ordem. Trazendo depoimentos de dois lados de uma batalha ocorrida num país da África Oriental, a nova série documental da Netflix, dividida em três partes, Sobrevivendo à queda dos Black Hawksnos leva de volta até os horrores documentados quando um fato mudaria os rumos dessa ação norte-americana na capital da Somália, Mogadíscio.
A história – que foi o ponto principal para o filme de Ridley Scott, Falcão Negro em Perigo – nos leva de volta até o início do segundo semestre de 1993 quando a maior força armamentista mundial mandou suas forças especiais militares (inclusive os Delta Force, famosa tropa de elite) para ajudar uma campanha humanitária da ONU. Mas a ação logo virou uma intervenção para atuar contra as milícias que reuniam exércitos numerosos de fiéis seguidores.
Dentro desse cenário e sob as ordens do até então presidente norte-americano Bill Clinton, no início de outubro uma batalha pelas ruas da cidade litorânea de Mogadíscio (capital da Somália) ficariam marcadas para sempre na história militar norte-americana, com a queda de dois helicópteros Black Hawks e soldados perdidos em linha de fogo esperando reforço. Mas até esse epicentro, é importante entender o cenário como um todo, algo que a minissérie busca em sua narrativa só que de forma bem superficial.
Temos de um lado um país em guerra civil – algo que perdura até hoje – que levou a fome generalizada e uma divisão entre lados milicianos. Do outro, o mais poderoso país do mundo em uma missão de apoio à ONU, que logo vira uma ação de captura e depois uma missão de resgate. Desde a chegada dos norte-americanos ao território alvo, as interações com a população foram da esperança ao ódio agitando uma panela de pressão que culminaria em horas de terror e heroísmo.
Civis e aliados de malícias contam suas versões do que viveram. Militares que estiveram de frente na linha de confronto também, inclusive com histórias que se interlaçam. Assim, conseguimos chegar em várias linhas de reflexões que passam inclusive pelos pensamentos humanitários isolados pelo medo de uma situação de risco.
Diversos pontos de vistas são usados para dar o máximo de realidade ao ocorrido. Entre depoimentos e simulações fictícias – contando ainda com filmagens reais feitas por um cinegrafista amador somaliano – é fácil entender que a dor e o sofrimento estavam em todos os lugares. Uma cronologia detalhista – com uma riqueza de ações e emoções – nos leva para um tabuleiro estratégico onde a parte política ganha holofotes por algumas vertentes.
Sobrevivendo à queda dos Black Hawksé um retrato sobre dores e traumas. O certo e o errado de um confronto ganham interpretações colocando em evidência que as ilusões de uma paz ficam cada vez mais distantes quando o real problema vira uma questão política.
A estrela Fernanda Torres, indicada ao Oscar de Melhor Atriz por sua performance em ‘Ainda Estou Aqui’, recentemente comentou sobre as polêmicas envolvendo as campanhas dos filmes indicados, especialmente no que se refere a ‘Emília Pérez’.
Em uma entrevista à Vogue, a atriz lamentou as recentes controvérsias.
“Tenho trabalhado tanto na campanha do filme, é algo sobre-humano. Viajo sete horas aqui, cinco horas ali, 20 horas, fazendo exibições e sessões de perguntas e respostas. O filme nunca teve dinheiro para grandes outdoors; foi uma batalha de guerrilha, de homem a homem. E fora do Brasil, ele só foi lançado em janeiro, então as pessoas só ouviram falar dele por festivais ou exibições especiais”, explicou.
Ela também comentou sobre a surpresa do Globo de Ouro, dizendo: “E aí veio a surpresa do Globo de Ouro, mas nem tivemos tempo de comemorar, porque no dia seguinte Los Angeles estava em chamas e eu precisei evacuar. No meio daquela tragédia, você recebe algo maravilhoso, mas segue em frente—não há tempo”.
Sobre a reação dos fãs na internet, Fernanda falou sobre o impacto da tecnologia: “É uma nova forma, com a violência e o poder da internet. O Brasil é muito, muito forte na internet. Artistas no Brasil tiveram que aprender a navegar por essa coisa selvagem nos últimos 10 anos. Artistas se tornaram alvos de fake news, de agressividade. Ao mesmo tempo, a internet é maravilhosa para um artista independente como eu, pois me permite lançar minhas peças e livros”.
Por fim, sem citar nomes, Fernanda lamentou a situação: “Estou em choque com o que aconteceu. É triste, realmente chocante. Mas sou totalmente contra a cultura do ódio na internet. Eu fui um alvo, e sempre lutei contra isso”.
Lembrando que Karla Sofía Gascón em entrevista à Folha de S. Paulo gerou grande repercussão nas redes sociais. A atriz sugeriu que a equipe deFernanda Torres poderia estar manipulando a internet para atacar o filme ‘Emília Pérez‘.
A fala rapidamente viralizou, com alguns internautas apontando que a atriz teria violado duas das seis regras do Oscar. A dúvida agora é se essa declaração pode resultar em uma possível anulação de sua indicação à premiação.
A revista Rolling Stone entrou em contato com a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável pelo Oscar, que avaliou a entrevista de Gascón após a repercussão.
No entanto, uma fonte próxima à Academia afirmou que “não houve violação das regras de campanha, pois nada depreciativo foi dito sobre o filme, a indicada ou a performance”. A Variety também publicou que Gascón não quebrou nenhuma diretriz. “Os comentários de Gascón não violam nenhuma norma. Ela não criticou o desempenho de Fernanda Torres. Pelo contrário, Gascón fez elogios à colega indicada como atriz”.
Por fim, em uma nota enviada à revista, Gascón esclareceu que retirava as acusações:
“Nos meus comentários recentes, eu me referia à toxicidade e ao discurso de ódio nas redes sociais, algo que, infelizmente, ainda continuo a enfrentar. Fernanda tem sido uma aliada incrível, e ninguém da sua equipe agiu de forma diferente, oferecendo apoio e generosidade imensa”.
Você acha que ela deveria perder sua indicação ao Oscar pela fala sobre Fernanda Torres?
O produtor Nate Moore falou recentemente sobre ‘Pantera Negra 3’, revelando que os fãs terão que esperar um bom tempo até que a sequência do longa sobre o protetor de Wakanda seja lançada.
Segundo o ComicBook, Moore reiterou que a sequência ainda está nas fases iniciais de desenvolvimento.
“Tivemos conversas iniciais com Ryan Coogler. Ele está finalizando Pecadores, que vai ser um filme incrível, e depois disso vamos começar a trabalhar nele”, disse Moore. “Não será antes dos Vingadores. Esse é o nosso próximo grande projeto. Obviamente, este ano temos Thunderbolts e Quarteto Fantástico, todos no caminho para os Vingadores, mas voltaremos para Wakanda assim que pudermos”.
Lembrando que recentemente, de acordo com o ComicBookMovie, Nate Moore deu uma atualização cautelosa sobre a aguardada sequência, afirmando que ainda é cedo para dar detalhes definitivos.
“Se isso se concretizar, o que vamos tentar, acho que provavelmente será alguém do cânone”, comentou Moore sobre quem o icônico ator poderia interpretar. “Quem será, ainda é cedo para dizer. Honestamente, ainda não tivemos conversas criativas substanciais com o Ryan, principalmente porque ele está terminando o filme Pecadores, que será lançado este ano e promete ser ótimo”.
“Então, novamente, é cedo para dizer, mas obviamente, se um ator do calibre de Denzel Washington quiser participar, vamos encontrar uma maneira de fazer isso acontecer”, concluiu Moore.
Embora as declarações de Moore indiquem que a produção do filme ainda está em estágios iniciais, Washington já havia confirmado sua presença durante a turnê de imprensa de ‘Gladiador II’.
“Para mim, trata-se do cineasta, especialmente neste ponto da minha carreira”, disse o ícone do cinema. “Estou interessado apenas em trabalhar com os melhores. Não sei quantos filmes vou fazer; provavelmente não muitos. Quero fazer coisas que nunca fiz… Ryan Coogler está escrevendo um papel para mim no próximo Pantera Negra”.
Mais tarde, Washington admitiu que se adiantou e rapidamente fez as pazes com Coogler. “Ryan é um gênio. Eu liguei para ele e pedi desculpas por falar sobre o filme, e logo ali, sentado com ele, estava sua linda esposa. Ele continua o Ryan, humilde e cheio de ideias. O que ele escrever, eu vou ler”.
O ciclo final estreará oficialmente no dia 8 de abril.
Na sexta temporada, o espírito inflexível e a determinação de June a puxam de volta para a luta para derrubar Gilead; Luke e Moira se juntam à resistência; Serena tenta reformar Gilead enquanto o Comandante Lawrence e a Tia Lydia avaliam o que fizeram; e Nick enfrenta testes desafiadores de caráter.
Vale lembrar que todas as cinco iterações continuam disponíveis no catálogo do Disney+.
De acordo com o Variety, o Bloody Disgusting e a Cineverse adquiriram os direitos do terceiro filme da franquia ‘Wolf Creek‘, oficialmente intitulado ‘Wolf Creek: Legacy‘.
O novo capítulo está programado para estrear no segundo semestre de 2026.
John Jarratt reprisará seu papel como o serial killer Mick Taylor.
O elenco ainda contará com Jay Ryan (‘It: Capítulo 2’) e Laura Gordon (‘Entrevista com o Demônio’).
Na trama…
“Uma família de turistas americanos que vaga inocentemente pelos campos de caça de Taylor. Quando os pais se sacrificam para salvar seus filhos, as crianças se encontram sozinhas, perdidas e caçadas na vasta natureza selvagem australiana. Será que essas presas frescas — dois adolescentes astutos e engenhosos — apresentarão um desafio maior para um predador envelhecido abater?”
Anteriormente, Jarratt havia revelado que o terceiro filme resgatará o tom sombrio do longa original: “[O terceiro filme] será sombrio e sinistro novamente. O tom será parecido com o do primeiro filme. O segundo filme foi mais divertido. Foi um pouco cômico. Neste terceiro, Mick voltará a ficar sombrio. Realmente assustador. Mick Taylor nunca corre, nunca grita e nunca morre.”
Greg McLean, criador da franquia, retornará como produtor.
Sean Lahiff será responsável pela direção. Ele já havia trabalhado na saga como editor do segundo filme.
Após sobreviverem a um acidente de avião no desolado pântano de Louisiana, o pesadelo de Kyle e seus amigos está apenas começando. Espreitando nas águas rasas, escondem-se jacarés altamente evoluídos. Predadores mortais e perfeitamente adaptados ao seu habitat nativo, esses jacarés estão vivendo em um ambiente contaminado por produtos químicos ilegais bombeados em seu ecossistema. Eles são maiores, mais inteligentes, mais rápidos e determinados a devorar qualquer coisa que tropece em seu território…
O elenco conta com Athena Strates, Elisha Applebaum, Sarah Priddy, David Newman, Madalena Aragão, Isabelle Bonfrer, Einar Haraldsson, Tayla Kovacevic-Ebong, Flynn Barnard, Evan Sokol e Andonis Anthony.
Stephen Cognetti, o cineasta por trás de ‘Hell House LLC’, revelou recentemente seu próximo filme de terror, ‘825 Forest Road’.
De acordo com um anúncio publicado pelo ScreenDaily, “A Shudder adquiriu os direitos de distribuição para a América do Norte, Reino Unido-Irlanda e Austrália-Nova Zelândia do terror sobrenatural 825 Forest Road, produzido pela Blue Finch Films, do Reino Unido”.
Na trama, “um homem espera recomeçar sua vida com sua esposa e irmã após uma tragédia familiar, mas descobre que a cidade para a qual se mudou esconde seus próprios mistérios e problemas”.
O longa ainda não tem data de estreia definida.
Os produtores do filme são Joe Bandelli,Dana Guerin e Cindi Rice, da Epic Level Entertainment.
O ator Andy Serkis, intérprete de Alfred Pennyworth, revelou recentemente que foi informado sobre os detalhes da sequência de ‘The Batman’, filme de Matt Reeves.
Segundo o ComicBookMovie, Serkis explicou: “Estou tão ansioso quanto todos vocês. Ele [Matt Reeves] me contou a história de The Batman 2, e eu fiquei tão empolgado com isso”.
Embora Serkis não tenha revelado detalhes específicos, essa é uma atualização positiva sobre o andamento da aguardada sequência.
Originalmente previsto para 2026, o filme foi novamente adiado e agora tem estreia marcada para 1º de outubro de 2027. No entanto, as filmagens terão início ainda este ano.
“Posso dizer que vamos filmar este ano”, confirmou Reeves.
O diretor disse que a sequência continuará a história do primeiro longa, mas deverá surpreender o público.
‘Batman’, protagonizado por Robert Pattinson, está disponível no Max.
A Variety divulgou recentemente suas previsões atualizadas para os ganhadores do Oscar 2025 – considerando o início da votação final da premiação.
A matéria publicada pela revista apostou na vitória de ‘Ainda Estou Aqui’, longa brasileiro, na categoria de Melhor Filme Internacional. ‘Emilia Pérez’, que já levou outros prêmios na categoria, fica em segundo lugar – e perde força em meio a tantas polêmicas envolvendo a atriz Karla Sofía Gascón e outros membros da equipe.
Além disso, o filme deve desbancar aclamadas produções como ‘A Garota com a Agulha’, ‘A Semente do Fruto Sagrado’ e ‘Flow’.
Vale lembrar que o longa também concorre nas categorias de Melhor Filme e Melhor Atriz para Fernanda Torres.
Os vencedores serão anunciados no dia 02 de março.
A premiação será transmitida ao vivo pela TV Globo, TNT na TV fechada e pelo Max via streaming.
O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.
No elenco principal, também estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.
O próximo ciclo está programado para no dia 13 de março.
rodadotempo
Descrita como uma das sagas literárias de fantasia mais populares e duradouras de todos os tempos, a obra já vendeu mais 90 milhões de cópias. Ambientada em um mundo épico e extenso onde a magia existe e apenas algumas mulheres têm permissão para acessá-la, a história segue Moiraine (Rosamund Pike), membro de uma organização feminina incrivelmente poderosa chamada Aes Sedai. Ao chegar à pequena cidade de Two Rivers, ela embarca em uma perigosa jornada mundial com cinco rapazes e moças, um dos quais foi profetizado como o Dragão Renascido, que salvará ou destruirá a humanidade.
Alexandre Willaume (‘Tomb Raider’) será o intérprete de Thom Merrilin, um artista viajante que se junta à protagonista em sua jornada no início do primeiro livro. Johann Myers assumirá o papel de Padan Fain, um comerciante esperto e traiçoeiro que irá cruzar o caminho dos personagens para conseguir vantagens pessoais.
O elenco também inclui Madeleine Madden, que dá vida a Egwene Al’Vere; Marcus Rutherford como Perrin Aybara; Dónal Finn como Mat Cauthon; Zoë Robins como Nynaeve; Josha Stradowski como Rand Al’Thor; e Álvaro Morte como Logain Ablar.
Em entrevista à Empire, o showrunner Dario Scardapane destacou a importância desses personagens para a trama.
“Essa foi uma das primeiras coisas que eu disse aos chefes: ‘Você não pode fazer esse show sem a Karen e o Foggy. Eles são a família do Matt. Eles são o coração do mundo dele. Não dá para tirá-los sem uma explicação convincente, e se essa explicação não for verdadeira, não os tirem'”, explicou.
Scardapane ainda comentou sobre a abordagem original do Marvel Studios para o herói: “Era muito menos o mundo que conhecíamos e mais uma tentativa de abrir um novo caminho. Mas, ao fazer isso, eles esqueceram de alguns elementos que realmente eram necessários para o motor da história”, revelou.
Lembrando que inicialmente, a série estava sendo planejada como um remake do personagem.
Para finalizar, o showrunner revelou: “Eu estava disposto a perder o emprego por causa disso. Porque a terceira temporada do show da Netflix terminou com um sonho, com os nomes naquele guardanapo. Se você não cumprir isso, não está dando contexto aos seus personagens. Não dá para ignorar esse sonho”.
‘Demolidor: Renascido’ chega em breve ao Disney+, dando sequência à produção da Netflix. Agora, o showrunner Dario Scardapane comentou alguns rumores sobre a série.
De acordo com o ComicBookMovie, o cineasta não confirmou nem negou o destino de Karen Page (Deborah Ann Woll) e Foggy Nelson (Elden Henson), que voltarão a interpretar os melhores amigos de Matt Murdock.
Segundo rumores, os personagens podem ser mortos nos primeiros episódios.
“[Eles são] o coração e a alma dessa mitologia”, disse Scardapane sobre a dupla. “Você consegue entender muito mais sobre o Demolidor como personagem, como ser humano. Karen e Foggy são a estrutura familiar do nosso órfão Matt, e era muito importante tê-los de volta”.
Scardapane não confirmou esse grande ponto de enredo, mas também não o desmentiu.
“Todos esses rumores são verdadeiros. Nenhum deles é verdadeiro”, comentou ele. “Eu encaminho as pessoas para os quadrinhos, onde o destino desses personagens aconteceu várias vezes, de maneiras diferentes”.
‘Demolidor: Renascido’, que se passa cinco anos após os eventos da produção original da Netflix, mostrará um Matt Murdock aposentado, forçado a retomar sua vida de vigilante ao enfrentar novos planos de Wilson Fisk
“Me sinto rejuvenescido, sortudo e abençoado por ainda ter a oportunidade de interpretar esse personagem”, explicou o ator. “Você raramente consegue realizar uma paleta tão variada de tarefas como ator. Eu recebo todas essas coisas legais como advogado, recebo cenas emocionantes com vários interesses amorosos, e então posso usar uma fantasia incrível de super-herói e pular de telhados.”
Ele continua: “eu amo tudo isso. Normalmente, quando você entra no décimo ano interpretando o mesmo personagem, você tende a desacelerar, mas estamos indo na direção oposta. Seria interessante saber o que acaba primeiro, a fé da Marvel em nós ou em nossos corpos!”.
Quando lhe foi dito que Demolidor talvez liderasse os Vingadores, Cox respondeu: “isso seria incrível”.
Lembrando que ‘Demolidor: Renascido’ chega ao Disney+ em 04 de março.
Em ‘Demolidor: Renascido’, da Marvel Television, Matt Murdock (Charlie Cox), um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk () vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.
‘Demolidor: Renascido‘ chega dia 04 de março de 2025 no Disney+
Além deCharlie Cox como o personagem-título e Vincent D’Onofrio como Wilson Fisk, Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário) integram o elenco.
Matt Corman e Chris Ord, criadores da série ‘Assuntos Confidenciais‘, estão por trás do roteiro e produção do show.
De acordo com o Deadline, Janet Montgomery (‘New Amsterdam’) será a protagonista do terror de ficção científica ‘Symbiosis‘, que está sendo descrito como um “body horror”.
A atriz já é conhecida pelos fãs do gênero, tendo estrelado ‘Pânico na Floresta 3: Caminho para a Morte‘, ‘Colinas de Sangue‘ e a série ‘Salem‘.
Na trama…
“Um marido e sua mulher trabalhando no Natal são as únicas duas pessoas que podem salvar a humanidade de um parasita alienígena — pequenos vermes que invadem os corpos da raça humana. Isolados e sufocados sob o peso de suas circunstâncias, as falhas no relacionamento do casal são expostas.”
Mark Heller (‘A Passagem’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Stephen James Thompson.
“‘Symbiosis’ é um terror psicológico que irá misturar uma história intensamente humana com uma perturbadora premissa sci-fi. A narrativa irá explorar a fragilidade da sobrevivência, tanto em nossos relacionamentos como espécie e como, no final das contas, nossa habilidade de coexistir não depende apenas de criaturas de outro mundo,” declarou o cineasta.
Nick Franco, Giuliano Papadia e Gareth Jones servirão como produtores.
A Sony Pictures divulgou os novos cartazes da adaptação do terror ‘Until Dawn‘, destacando as diferentes ameaças que os protagonistas terão que enfrentar.
Além disso, foi confirmado que o novo trailer será lançado amanhã (13).
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de abril.
David F. Sandberg, diretor de ‘Quando as Luzes se Apagam‘ e ‘Annabelle 2: A Criação do Mal‘, comanda a adaptação.
O elenco conta com Ella Rubin (‘Uma Ideia de Você’), Maia Mitchell (‘Good Troube’), Michael Cimino (‘Com Amor, Victor’), Odessa A’zion (‘Hellraiser’),Ji-young Yoo (‘Expatriadas’), Belmont Cameli (‘Saved by the Bell’) e Peter Stormare (‘Constantine’).
No game ‘Until Dawn‘, os jogadores assumem o controle de um grupo de amigos que, em uma noite isolada em Blackwood Mountain, precisam lutar para sobreviver enquanto suas vidas são constantemente ameaçadas.
O jogo se destaca por seu sistema de “efeito borboleta”, no qual as escolhas feitas pelos jogadores influenciam diretamente o curso da história, podendo resultar em diferentes desfechos e consequências.
Esse tipo de mecânica, que é um dos maiores atrativos do jogo, seria difícil de ser implementado de forma satisfatória em uma adaptação cinematográfica.
O filme baseado no jogo, no entanto, tomará uma direção bastante diferente ao incorporar elementos de uma narrativa inspirada no conceito de ‘Feitiço do Tempo‘.
Ao invés de seguir a lógica original do jogo, onde os jogadores fazem escolhas para alterar o destino dos personagens, a versão cinematográfica propõe que, quando os amigos morrem, eles retornam para o início do dia, como se vivessem um loop temporal.
Cada vez que isso acontece, o filme os coloca em um novo cenário de terror, explorando diferentes subgêneros do gênero.
Essa abordagem, embora intrigante, se distorce bastante da essência do jogo, criando uma experiência que pouco ou nada tem a ver com o que os jogadores vivenciaram nas telas.
Vale destacar que, de acordo com o insider @Cryptic4KQual, pessoas que eram fãs do jogo e assistiram às exibições de teste do filme “não ficaram particularmente impressionadas com a adaptação, mas os novatos, que não tinham uma conexão prévia com o jogo, pareceram gostar muito mais do resultado”.