Site Página 1071

Fernanda Torres posta vídeo em homenagem a Ariana Grande: “Você é Maravilhosa”

ariana grande
ariana grande wicked (1)

Ariana Grande e Fernanda Torres estiveram no Festival Internacional de Cinema de Santa Barbara, e protagonizaram um momento super fofo ao se encontrarem.

Após o vídeo viralizar, a Fernanda postou uma homenagem a Ariana Grande:

“Você é Maravilhosa”, ela escreveu.

Antes disso, Ariana revelou que assistiu ‘Ainda Estou Aqui‘ e elogiou Fernanda.

“Ela é linda, gentil e genial. Uma atriz incrível, com uma atuação fantástica. É um ser humano brilhante. Eu amo ela.”, ela disse. 

A revista internacional Entertainment Weekly divulgou recentemente suas previsões para os vencedores do Oscar 2025.

Entre os principais destaques, a publicação apostou na vitória de Ainda Estou Aqui, longa brasileiro, em duas das três categorias em que está indicado: Melhor Filme, Melhor Atriz e Melhor Filme Internacional.

A revista aposta na vitória do Brasil em Melhor Filme Internacional, desbancando o favorito ‘Emilia Pérez’, além dos concorrentes ‘A Garota com a Agulha’, ‘A Semente do Fruto Sagrado’ e ‘Flow’.

Além disso, Entertainment Weekly prevê que Fernanda Torres leve o prêmio de Melhor Atriz, superando Cynthia Erivo, de ‘Wicked’, Karla Sofía Gascón, de ‘Emilia Pérez’, Mikey Madison, de ‘Anora’, e Demi Moore, de ‘A Substância’.

A reportagem destaca que as polêmicas envolvendo Gascón podem ter prejudicado suas chances na corrida pela estatueta, enquanto o apelo do público brasileiro pelo trabalho de Fernanda Torres pode ser um fator decisivo para a escolha da atriz. Embora a atriz Demi Moore seja apontada como a maior ameaça à vitória de Torres, a publicação mantém sua aposta na atriz brasileira.

Por fim, a reportagem também sugere que Ainda Estou Aqui pode ser derrotado na categoria de Melhor Filme, com ‘O Brutalista’ levando a estatueta para casa.

Lembrando que os vencedores do Oscar serão anunciados no dia 02 de março.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.

No elenco principal, estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.

aindaestouaqui 1

Dragon Ball DAIMA

(Dragon Ball DAIMA)

Elenco:

Kôki Uchiyama
Masako Nozawa
Yumiko Kobayashi

 

Direção: Yoshitaka Yashima

Gênero: Anime

Duração: 90 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 6 de Fevereiro de 2025

Sinopse: 

Em DRAGON BALL DAIMA, por causa de uma conspiração, Goku e seus amigos voltam a ser crianças. A partir daí, Goku, Supremo Kai e os novos personagens Glório e Panzy se aventuram no Reino Demoníaco, um mundo desconhecido e misterioso.

Curiosidades: 

» A produção serve como um compilado dos três primeiros episódios da série, numa homenagem aos 40 anos da franquia Dragon Ball;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Em campanha BRILHANTE para o Oscar, Fernanda Torres vai ser entrevistada no Good Morning America

Fernanda Torres
fernandatorres

A atriz Fernanda Torres segue sua brilhante campanha para o Oscar e revelou nas redes sociais que estará no programa Good Morning America para falar sobre ‘Ainda Estou Aqui‘ e sua carreira.

A atriz postou uma foto na Times Square para a transmissão.

“ABC STUDIO, for Good Morning America. No coração do Times Square, em NY.”, ela postou.

A Variety divulgou recentemente suas previsões atualizadas para os ganhadores do Oscar 2025 – considerando o início da votação final da premiação.

A matéria publicada pela revista apostou na vitória deAinda Estou Aqui, longa brasileiro, na categoria de Melhor Filme Internacional. ‘Emilia Pérez’, que já levou outros prêmios na categoria, fica em segundo lugar – e perde força em meio a tantas polêmicas envolvendo a atriz Karla Sofía Gascón e outros membros da equipe.

Além disso, o filme deve desbancar aclamadas produções como ‘A Garota com a Agulha’, ‘A Semente do Fruto Sagrado’ e ‘Flow’.

Vale lembrar que o longa também concorre nas categorias de Melhor FilmeMelhor Atriz para Fernanda Torres.

Os vencedores serão anunciados no dia 02 de março.

A premiação será transmitida ao vivo pela TV Globo, TNT na TV fechada e pelo Max via streaming.

O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.

No elenco principal, também estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.

aindaestouaqui 1

‘Minha Vida com Shurastey’: Nicolas Prattes viverá brasileiro que rodou a América com seu cachorro em um Fusca

Homem elegante, viajante alegre com cachorro em calçadão
minha vida com shurastey

Dono de uma longa trajetória no cinema e na televisão, o ator Nicolas Prattes será o protagonista do longa-metragem ‘Minha Vida com Shurastey‘, dirigido por Afonso Poyart (“Mais Forte Que o Mundo – A História de José Aldo”), com roteiro de Ana Reber (“Depois Do Universo”) e produção da Paris Entretenimento.

Previsto para ser rodado em 2025, o filme conta a história real do influenciador digital Jesse Koz, interpretado por Prattes, que embarcou em uma jornada pelas Américas ao lado de seu cachorro, Shurastey, da raça golden retriever, em um Fusca 1978. A distribuição é da Paris Filmes.

Morador de Balneário Camboriú, em Santa Catarina, Jesse Koz decidiu deixar para trás o trabalho em um shopping center da cidade e desbravar as estradas ao lado de Shurastey, seu fiel companheiro, em 2017.

A dupla seguiu um roteiro de viagem saindo de Ushuaia, no extremo sul da Argentina, até o estado do Alasca, nos Estados Unidos, em um projeto chamado “Shurastey or Shuraigow?“, título inspirado na música “Should I Stay or Should I Go“, da banda britânica The Clash.

Depois de passarem por 17 países e conquistarem mais de um milhão de seguidores nas redes sociais, o brasileiro e seu cachorro faleceram em um trágico acidente de trânsito, em maio de 2022.

Leandro Hassum vira CUPIDO fantasma em comédia que é o filme MAIS ASSISTIDO da Netflix

O Amor dá Trabalho
O Amor dá Trabalho

Nos últimos anos, Leandro Hassum se reinventou e decidiu se arriscar nas comédias dramáticas – provando ser um ator de vários gêneros. Com os filmes ‘Chorar de Rir‘ e ‘Não Se Aceitam Devoluções, Hassum conseguiu se provar como ator ao mesmo tempo que se distanciou de grande parte do seu público, que o ligava a comédias escrachadas como ‘O Candidato Honesto‘ e ‘Até que a Sorte nos Separe‘.

Recentemente, o ator voltou a fazer comédias escrachadas com o ótimo ‘O Amor Dá Trabalho‘, que estreou em PRIMEIRO LUGAR entre os filmes mais vistos da Netflix.

Na trama, Hassum vive Anselmo, um funcionário público preguiçoso que nunca fez questão de ajudar ninguém, morre num acidente no trabalho.

Para escapar do inferno, ele precisa fazer uma boa ação aparentemente simples: reunir o ex-casal Elisângela (Flávia Alessandra) e Paulo Sérgio (Bruno Garcia), separados há 12 anos, desde que ela foi abandonada por ele no altar.

O mais divertido do filme é que ele não se leva a sério, e Hassum tem sua oportunidade de brilhar como uma versão masculina de Oda Mae Brown (Whoopi Goldberg), do clássico ‘Ghost: Do Outro Lado da Vida‘. Ele abraça o personagem e tem tiradas cômicas que vão fazer a plateia cair no riso, como no momento em que ele sussurra no ouvido de uma freira.

A comédia ainda marca a estreia do diretor Ale McHaddo em filmes de live-action, após as bem sucedidas animações ‘Osmar, a Primeira Fatia do Pão de Forma‘ e ‘BugiGangue no Espaço‘.

Com uma direção segura e didática, McHaddo consegue tirar o melhor timing cômico dos seus atores e misturar drama e a comédia na maneira certa, com o intuito de fazer a audiência rir e se emocionar ao mesmo tempo.

Além da maravilhosa Flávia Alessandra, muito bem no papel da co-protagonista, o filme tem participações de atores de peso interpretando os deuses do plano espiritual onde Anselmo foi parar, reunindo de maneira HILÁRIA nomes como Helio de La Peña, Dani Calabresa, Falcão, Ludmilla, Paulinho Serra, Sérgio Lororza, Maria Clara Gueiros e Felipe Torres.  

Sim, ‘O Amor Dá Trabalho‘ é uma mistureba de clichês e o roteiro é uma colcha de retalhos de outras histórias famosas, mas tudo é bem amarradinho com o jeitinho brasileiro, entregando um filme acima da media. O filme mais divertido em anos do Leandro Hassum.

O CinePOP traz uma entrevista EXCLUSIVA com o astro Leandro Hassum, da comédia ‘O Amor Dá Trabalho‘.

No vídeo, o ator fala sobre o amor, o atual cenário da comédia e seus futuros trabalhos.

Assista:

‘Ainda Estou Aqui’ e Fernanda Torres saem VITORIOSOS no Gold Derby Film Awards 2025; Confira a lista!

ainda estou aqui4

Neste último dia 11 de fevereiro, foram revelados os vencedores do Gold Derby Film Awards 2025 – uma das premiações em que os ganhadores são escolhidos pelo público.

Em uma virada história, o drama nacional ‘Ainda Estou Aqui’ levou o prêmio de Melhor Filme – tornando-se o segundo longa de língua não-inglesa a conquistar a condecoração, após ‘Parasita’. O filme também levou para casa os prêmios de Melhor Roteiro AdaptadoMelhor Filme Internacional, enquanto Fernanda Torres foi a vitoriosa na categoria de Melhor Atriz.

Confira a lista abaixo:

MELHOR FILME
Tudo o que Imaginamos como Luz
Anora
O Brutalista
Rivais
Conclave
Duna: Parte 2
Emilia Pérez
Ainda Estou Aqui (VENCEDOR)
A Substância
Wicked

MELHOR DIREÇÃO
Sean Baker, Anora
Brady Corbet, O Brutalista
Coralie Fargeat, A Substância (VENCEDORA)
Luca Guadagnino, Rivais
Denis Villeneuve, Duna: Parte 2

MELHOR ATRIZ
Cynthia Erivo, Wicked
Marianne Jean-Baptiste, Hard Truths
Mikey Madison, Anora
Demi Moore, A Substância
Fernanda Torres, Ainda Estou Aqui (VENCEDORA)

MELHOR ATOR
Adrien Brody, O Brutalista
Timothée Chalamet, Um Completo Desconhecido
Daniel Craig, Queer
Colman Domingo, Sing Sing
Ralph Fiennes, Conclave (VENCEDOR)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Joan Chen, Didi
Ariana Grande, Wicked (VENCEDORA)
Margaret Qualley, A Substância
Isabella Rossellini, Conclave
Zoe Saldaña, Emilia Pérez

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Yura Borisov, Anora
Kieran Culkin, A Verdadeira Dor (VENCEDOR)
Clarence Maclin, Sing Sing
Josh O’Connor, Rivais
Jeremy Strong, O Aprendiz

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
Conclave — Peter Straughan
Duna: Parte 2— Jon Spaihts, Denis Villeneuve
Ainda Estou Aqui — Murilo Hauser, Heitor Lorega (VENCEDORES)
Sing Sing — Clint Bentley, Greg Kwedar, Clarence “Divine Eye” Maclin, John “Divine G” Whitfield
Wicked — Winnie Holzman, Dana Fox

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
Tudo o que Imaginamos como Luz — Payal Kapadia
Anora — Sean Baker
Rivais — Justin Kuritzkes
A Verdadeira Dor — Jesse Eisenberg
A Substância — Coralie Fargeat (VENCEDORA)

MELHOR ELENCO
Anora
Conclave
Duna: Parte 2
Emilia Pérez
Wicked

ARTISTA REVELAÇÃO
Mark Eydelshteyn
Karla Sofía Gascón
Clarence Maclin
Mikey Madison (VENCEDORA)
Katy O’Brian

MELHOR FOTOGRAFIA
O Brutalista — Lol Crawley
Rivais — Sayombhu Mukdeeprom
Conclave — Stéphane Fontaine
Dune: Parte 2 — Greig Fraser (VENCEDOR)
Nosferatu — Jarin Blaschke

MELHOR FIGURINO
Conclave — Lisy Christl
Duna: Parte 2 — Jacqueline West
Maria Callas — Massimo Cantini Parrini
Nosferatu — Linda Muir
Wicked — Paul Tazewell (VENCEDOR)

MELHOR MONTAGEM
Anora — Sean Baker
Rivais — Marco Costa
Conclave — Nick Emerson
Duna: Parte 2 — Joe Walker
A Substância — Jérôme Eltabet, Coralie Fargeat, Valentin Féron (VENCEDORES)

MELHOR MAQUIAGEM & CABELO
Um Homem Diferente — Michael Marino, Sarah Graalman, Aaron Saucier
Duna: Parte 2 — Eva Von Bahr, Love Larson
Nosferatu — Traci Loader, Suzanne Stokes-Munton, David White
A Substância — Pierre Olivier Persin, Frédérique Arguello, Stéphanie Guillon, Marilyne Scarselli (VENCEDORES)
Wicked — Frances Hannon, Laura Blount, Sarah Nuth

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL
O Brutalista — Daniel Blumberg
Rivais — Trent Reznor, Atticus Ross (VENCEDORES)
Conclave — Volker Bertelmann
Wicked — John Powell, Stephen Schwartz
Robô Selvagem — Kris Bowers

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
“Compress/Repress” de Rivais — Trent Reznor, Atticus Ross, Luca Guadagnino (VENCEDORES)
“El Mal” de Emilia Pérez — Camille, Clément Ducol, Jacques Audiard
“Harper and Will Go West” de Will & Harper — Kristen Wiig, Josh Greenbaum, Sean Douglas
“Kiss the Sky” de Robô Selvagem — Jordan Johnson, Maren Morris, Michael Pollack, Ali Tamposi, Delacey, Stefan Johnson
“Mi Camino” de Emilia Pérez — Camille, Clément Ducol

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO
O Brutalista — Judy Becker, Patricia Cuccia, Mercédesz Nagyváradi
Conclave — Suzie Davies, Cynthia Sleiter
Duna: Parte 2 — Patrice Vermette, Shane Vieau
Nosferatu — Craig Lathrop, Beatrice Brentnerova
Wicked — Nathan Crowley, Lee Sandales (VENCEDORES)

MELHOR SOM
Guerra Civil — Glenn Freemantle, Howard Bargroff, Mary H. Ellis
Duna: Parte 2 — Ron Bartlett, Doug Hemphill, Gareth John, Richard King
Furiosa: Uma Saga Mad Max — Ben Osmo, James Ashton, Tom Holkenborg, Robert Mackenzie
A Substância — Valérie Deloof, Victor Praud, Emmanuelle Villard, Victor Fleurant, Stéphane Thiébaut
Wicked — Robin Baynton, Simon Hayes, John Marquis, Andy Nelson, Nancy Nugent Title (VENCEDORES)

MELHORES EFEITOS VISUAIS
Alien: Romulus — Eric Barba, Daniel Macarin, Nelson Sepulveda, Shane Mahan
Dune: Parte 2 — Stephen James, Paul Lambert, Gerd Nefzer, Rhys Salacombe (VENCEDORES)
Planeta dos Macacos: O Reinado — Erik Winquist, Paul Story, Rodney Burke, Stephen Unterfranz
A Substância — Bryan Jones, Chevin Shafaghi, Pierre Olivier Persin, Jean Miel
Wicked — Pablo Helman, Jonathan Fawkner, Paul Corbould, Anthony Smith

MELHOR ANIMAÇÃO
Flow (VENCEDORA)
Divertida Mente 2
Memórias de um Caracol
Wallace & Gromit: Avengança
Robô Selvagem

MELHOR DOCUMENTÁRIO
Black Box Diaries
Dahomey
No Other Land
Super/Man: A História de Christopher Reeve (VENCEDOR)
Will & Harper

MELHOR FILME INTERNACIONAL
Tudo o que Imaginamos como Luz
Emilia Pérez
Flow
Ainda Estou Aqui (VENCEDOR)
A Semente do Fruto Sagrado

Crítica | ‘Bogotá: A Cidade dos Sonhos Perdidos’ – Filme Sul-coreano da NETFLIX busca nas reviravoltas prender a atenção do público

Chegou recentemente ao Top 1 da Netflix um filme que busca nas reviravoltas de um protagonista camaleônico prender a atenção do público. Trazendo uma história de um desmanchar dos sonhos aos olhos de um jovem que entra em total desconstrução sobre o que acredita, sugado para o único caminho que encontra: a criminalidade, Bogotá: A Cidade dos Sonhos Perdidos é um filme que se joga na melancolia, sem grandes momentos, mas que se fortalece nas razões humanas.

Na trama conhecemos o jovem sul-coreano Guk-hee (Song Joong-ki) que na virada do milênio, vai morar com os pais na Colômbia depois de um grave problema financeiro atingir seu país natal. Nessa nova terra, além do problemas com o frustrado pai, logo se associa a contrabandistas e acaba fazendo disso uma carreira que logo fica em ascensão rumo ao poder em meio ao inescrupuloso e impiedoso mundo do crime.

Contextualizando uma grave crise real ocorrida por economias que tiveram um rápido crescimento econômico no Século XX, algumas dessas também conhecidas como os Tigres Asiáticos, Bogotá: A Cidade dos Sonhos Perdidos aborda a imigração numa terra que apresenta alguns tipos de oportunidades. Indo de forma profunda no lado humano e as transformações sobre o que se acredita num primeiro momento, tem arcos dramáticos convincentes em um roteiro que navega pelas razões morais a todo instante.

Dirigido pelo cineasta Kim Seong-je, o projeto tenta elucidar alguns porquês do protagonista de forma rasa e até certo ponto corrida por mais que o desenvolvimento do protagonista seja satisfatório. O julgar, o ponderar e o agir são elementos que ganham força e parecem uma ordem a ser seguida. Dentro de um show de transformações emocionais, não dúvidas sobre a boa direção de Seong-je.

A figura central do projeto é uma vítima de uma situação num primeiro momento, quando abre janelas de oportunidades, vemos um fator de se adaptar que acaba se sobrepondo a própria índole. Indo por esse norte, esse filme pode ser visto por muitas pessoas como um recorte sociológico e também econômico de uma época de incertezas.

Convencional e com uma narrativa que empolga apenas em alguns momentos, esse é um daqueles longas-metragens que mostram os quebra-molas em relação a moral quando o mundo parece ter somente um caminho.

‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ é BOICOTADO por manifestantes pró-Palestina

Nos Estados Unidos, diversos manifestantes pró-Palestina se reuniram para protestar contra a estreia de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’, o novo longa da Marvel.

Segundo a Variety, os manifestantes estão pedindo um boicote ao filme devido à inclusão da super-heroína israelense Ruth Bat-Seraph, também conhecida como Sabra, interpretada por Shira Haas.

Com cartazes contendo mensagens como “Sabra tem que sair”, “Disney apoia o genocídio”, “Boicote ‘Capitão América'” e “Rezem pela Princesa Jasmine”, os manifestantes também entoaram slogans como “Livre, livre, livre Palestina” e “Disney, Disney, você não pode se esconder”.

A inclusão de Sabra, que nos quadrinhos é uma agente do Mossad, gerou controvérsia entre os fãs palestinos em 2022. A Marvel logo emitiu uma declaração garantindo que adotaria uma “nova abordagem” para a personagem em ‘Admirável Mundo Novo’.

“Embora nossos personagens e histórias sejam inspirados nos quadrinhos”, afirmou a Marvel em uma declaração à Variety, “eles são sempre reinterpretados para as telas e o público atual, e os cineastas estão adotando uma nova abordagem com a personagem Sabra, que foi introduzida nos quadrinhos há mais de 40 anos”.

O produtor de ‘Admirável Mundo Novo’, Nate Moore, acrescentou em fevereiro que Sabra “não é do Mossad” no filme, e “trabalha no governo dos EUA” em vez disso.

“O que achamos interessante é que muitos dos personagens no filme giram em torno do Presidente Thaddeus Ross [Harrison Ford]”, disse Moore. “Ruth trabalha no governo sob Ross, então sua perspectiva sobre aquele personagem e a de Sam acabam colocando-os em rota de colisão. Ela é israelense de primeira geração, mas trabalha no governo dos EUA”.

Lembrando que o longa chega aos cinemas no dia 14 de fevereiro de 2025.

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Anthony Mackie, Danny Ramirez, Carl Lumbly, Tim Blake Nelson, Shira Haas, Harrison Ford e Liv Tyler estrelam.

‘The Phoenician Scheme’: Novo filme de Wes Anderson ganha data de estreia nos EUA

Focus Features está se reunindo pela terceira vez com o aclamado diretor e roteirista Wes Anderson para o ambicioso projeto The Phoenician Scheme (via Deadline).

Além disso, foi revelado que a produção chega aos cinemas dos Estados Unidos em 30 de maio, com lançamento limitado, antes de ter exibição ampla a partir do dia 06 de junho.

No Brasil, nenhuma data foi anunciada por enquanto.

Anderson fica responsável pela direção e co-escreve o roteiro ao lado de seu colaborador de longa data, Roman Coppola.

O filme, traduzido livremente para o português como O Esquema Fenício, conta a história de uma família e de uma empresa familiar. A trama é estrelada por Benicio del Toro como Zsa-zsa Korda, um dos homens mais ricos da Europa; Mia Threapleton como a Irmã Liesl, sua filha/freira; e Michael Cera como Bjorn Lund, seu tutor.

O elenco também conta com Tom Hanks, Bryan Cranston, Riz Ahmed, Mathieu Amalric, Jeffrey Wright, Scarlett Johansson, Richard Ayoade, Rupert Friend, Hope Davis e Benedict Cumberbatch.

Universal Pictures fica responsável pela distribuição global do longa.

‘Widow’s Bay’: Matthew Rhys irá estrelar nova série de MISTÉRIO da Apple TV+

matthew rhys

O vencedor do Emmy Matthew Rhys (‘Perry Mason’) foi escalado como protagonista e produtor executivo de ‘Widow’s Bay’, nova série de mistério da Apple TV+ (via Deadline).

A produção, que conta com dez episódios, foi criada por Katie Dippold.

Hiro Murai foi atado para dirigir o episódio piloto.

A trama gira em torno de uma ilha misteriosamente amaldiçoada da Nova Inglaterra e seus cidadãos supersticiosos, liderados por um prefeito (Rhys) que se recusa a acreditar em seus avisos.

Interpretando Tom Loftis, Rhys vive um pai solteiro e sensato, forçado a lidar com os cidadãos supersticiosos de sua cidade, que acreditam que ela está amaldiçoada, enquanto ele tenta desesperadamente colocar a área no mapa como a próxima Nantucket.

Dippold também entra como produtora executiva e showrunner, enquanto Murai fica responsável por produzir a atração ao lado de Claudia ShinCarver Karaszewski e Rhys.

Mais informações não foram reveladas.

‘Os Sete Maridos de Evelyn Hugo’: Adaptação da Netflix contrata NOVA diretora

os sete maridos de evelyn hugo

Netflix trouxe uma ótima atualização para os fãs de ‘Os Sete Maridos de Evelyn Hugo’.

Segundo o DeadlineMaggie Betts (‘O Próprio Enterro’) foi contratada para comandar a vindoura e ambiciosa adaptação.

Ela também ficará responsável pelo roteiro ao lado de Liz Tigelaar (‘Little Fires Everywhere’), que é baseado no romance homônimo de Taylor Jenkins Reid.

Betts substitui Leslye Headland (‘Star Wars: O Acólito’), que havia sido escalada para dirigir o longa-metragem, mas abandonou o projeto.

Confira a sinopse oficial abaixo (via Amazon):

Lendária estrela de Hollywood, Evelyn Hugo sempre esteve sob os holofotes ― seja estrelando uma produção vencedora do Oscar, protagonizando algum escândalo ou aparecendo com um novo marido… pela sétima vez. Agora, prestes a completar oitenta anos e reclusa em seu apartamento no Upper East Side, a famigerada atriz decide contar a própria história ― ou sua “verdadeira história” ―, mas com uma condição: que Monique Grant, jornalista iniciante e até então desconhecida, seja a entrevistadora. Ao embarcar nessa misteriosa empreitada, a jovem repórter começa a se dar conta de que nada é por acaso ― e que suas trajetórias podem estar profunda e irreversivelmente conectadas.

Liza ChasinBrad Mendelsohn irão supervisionar o projeto.

Reid também entra como produtora executiva.

Nenhuma outra informação foi divulgada.

Retro Dance #22 | ‘Silver Landings’ e o retorno TRIUNFAL de Mandy Moore ao mundo da música

Mandy Moore ganhou reconhecimento ao viver a odiosa antagonista do clássico ‘O Diário da Princesa’ e depois ao dublar Rapunzel na animação ‘Enrolados’; entretanto, Moore, que também marcou presença em diversas comédias românticas, tem uma carreira prolífica na indústria fonográfica – apesar de ter se distanciado nos últimos anos por motivos pessoais. Onze anos depois do lançamento de ‘Amanda Leigh’, ela retornou aos holofotes com sua melhor investida musical, intitulada Silver Landings. Seu sétimo álbum de estúdio não apenas é uma intimista aventura por sua conturbada vida, como também uma declaração de amor ao que lhe faz feliz: cantar e compor.

Abraçando estilos que já foram incorporados em obras predecessoras, a performer resolve se apropriar do cândido liricismo de cada uma das faixas, aliada à competente produção de Mike Viola, o qual abandona em partes sua tendência alternativa ao abrir espaço para a melódica cultura folk – pincelada com algumas dissonâncias interessantes e um mergulho no country-pop que vem tomando conta dessa esfera nos últimos anos (vide os últimos trabalhos de Lady Gaga e Kacey Musgraves, por exemplo). Diferente do que alguns poderiam imaginar, o CD abre com um envolvente ápice que nos arremessa de volta para os anos 2000 e que traz um diálogo quase automático com “Need You Now”: movida pela suavidade da guitarra, do piano de inferências do blues, “I’d Rather Lose” funciona como uma reflexão moralista que analisa o real significado de felicidade e de vitória.

Ainda que repetitivo no ouvido de certos fãs, Silver Landings deixa claro que sua identidade é a mais pura possível, por vezes utilizando-se de instrumentais familiares; porém, a condução de Moore e das vozes secundárias é competente o bastante para nos arrebatar logo no primeiro refrão, como acontece no dramático escopo de “Fifteen” e “Easy Target”, que compartilham uma progressão similar, ainda que tragam letras complementares e antitéticas. Mesmo assim, o que nos mais chama a atenção é a delicadeza com a qual a equipe técnica trata todas as tracks, prezando pela expansão vocal da lead singer e por rendições que oscilam do naturalismo blasé até à comovente teatralidade cultivada por uma arte mais sinestésica que meramente consumível.

Moore e Travis também não pensam duas vezes antes de voltar no passado: em “When I Wasn’t Watching”, as potentes guitarras e a retumbante bateria se respalda nas baladas electro-rock dos anos 1970 e 1980, brincando com o decaimento das notas que busca por respostas e que dá espaço a um bem formulado bridge. Em “Forgiveness”, o folk volta a falar mais alto, à medida que é perscrutado com as suaves escolhas do violão e da performance da artista, que ofuscam as repetitivas batidas no pano de fundo. Na verdade, essa faixa em especial funciona como uma homenagem da própria lead singer ao seu eu mais jovem e aqueles que lhe influenciaram no começo da carreira.

A cantora brinca com um niilismo pueril em algumas investidas, resgatando a inocência que outrora regia seus dias e agora não passam de lembranças que carrega no peito. É o caso, por exemplo, de “Stories Reminding Myself of Me”, que, por mais formulaica que soe, nos encanta por uma pureza de detalhes fascinante e emotiva. Por outro lado, as mensagens que Moore deseja nos passar se fincam a uma sutileza sensorial de tirar o fôlego quando absorvidas com maior atenção: em “Trying’ My Best, Los Angeles”, a cidade dos sonhos é convidativa e perigosa ao mesmo tempo, por prometer algo que muitas vezes nos extenua e nos coloca num confinamento frustrante que nos desanima – e que, na verdade, nos deveria ensinar uma lição valiosa (da mesma forma que a ensinou).

O álbum rende-se bastante a cantigas de época que refletem o background de seus compositores, principalmente quando chegamos às últimas canções: “If That’s What It Takes” é uma lullaby pautada num inesperado dueto e nas notas minimalistas do violão antes de “explodir” em uma transição prática o suficiente para anunciar que estamos perto do fim e que, agora, devemos nos valer de momentos que se foram e que estão para chegar (uma investida quase metafísica que envolve justamente por sua profundidade mascarada). Na música-titular, que de forma sagaz foi imprimida com o grand finale do CD, Moore e seu time mostram que sabem trabalhar com a repetição de acordes e até mesmo a reciclagem de construções, transformando algo a princípio encarado como superficial em uma obra-prima que provavelmente não vai agradar a todos, mas que carrega uma identidade própria e exuberante.

Silver Landings mantém-se coeso o suficiente ao longo de suas breves dez faixas; pautado em estilos que agora vêm dando espaço para o pop e o disco-dance­ das décadas anteriores, a artista foi ousada em se deixar levar por aquilo que mais lhe chamou a atenção. O resultado, apesar de alguns breves deslizes que se concentram na esquecível “Save a Little for Yourself”, é aplaudível ao ponto de considerarmos este um dos grandes comebacks de 2020.

Atrizes de ‘Goosebumps: O Desaparecimento’ falam sobre a PAIXÃO pela saga literária de R.L. Stine [EXCLUSIVO]

A 2ª temporada de ‘Goosebumps‘, série baseada nos aclamados romances escritos por R.L. Stine, já chegou ao catálogo do Disney+.

Recentemente, tivemos a oportunidade de conversar com as atrizes Ana Ortiz e Francesca Noel, que integram o elenco protagonista da obra, e que contaram para nós como se apaixonaram pela icônica saga literária assinada por R.L. Stine.

Confira a entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

Na nova temporada, irmãos adolescentes descobrem uma ameaça dentro de casa, desencadeando uma cadeia de eventos que desvendam um profundo mistério. Conforme eles mergulham no desconhecido, a dupla se vê enredada na história de cinco adolescentes que misteriosamente desapareceram em 1994.

O elenco do novo ciclo conta com Elijah Cooper (‘That Girl Lay Lay’), Francesca Noel (‘Quando Você Chegou’), Galilea La Salvia (‘Talia in the Kitchen’), Jayden Bartels (‘Side Hustle – Uma Tarefa Complicada’), Sam McCarthy (‘Disque Amiga para Matar’), Arjun Athlaye (‘Are You Afraid of the Dark?’), Eloise Payet (‘The End of the Party’), Christopher Paul Richards (‘The Kids Are Alright’), Kyra Tantao (‘Zombies 3’), Stony Blyden (‘American Born Chinese’) e Sakina Jaffrey (‘Billions’).

Lembrando que o grupo se junta a David Schwimmer, o famoso Ross de ‘Friends‘, que dará vida a Anthony, um pai divorciado que passa o verão com seus filhos.

A série do Disney+ é comandada por Neal H. Moritz, que já trabalhou nos dois filmes da franquia para os cinemas. Nick Stoller e Rob Letterman são os roteiristas e produtores executivos.

Francis Lawrence traz atualização PROMISSORA sobre o novo filme da saga ‘Jogos Vorazes’

Imagem artística dourada de pássaro e serpente entrelaçados

A sagaJogos Vorazes, criada por Suzanne Collins, vai ganhar um novo livro e um novo filme.

Intitulado ‘Amanhecer na Colheita’, a trama do romance se passará vinte e quatro anos antes do primeiro capítulo da saga de Katniss Everdeen, “começando na manhã da colheita da 50ª edição dos Jogos Vorazes, também conhecida como o Segundo Massacre Quaternário”.

Para aqueles que não se recordam, a 50ª edição escalou 48 tributos dos Distritos para competirem nos Jogos Vorazes, em vez dos costumeiros vinte e quatro. Haymitch Abernathy (um dos mentores de Katniss e de Peeta Mellark no arco original) foi o vencedor.

Com lançamento agendado para o dia 18 de março tanto no mercado internacional quanto no Brasil, a Lionsgate já adquiriu os direitos de adaptação do romance – e o longa-metragem inspirado na obra chegará aos cinemas em 20 de novembro de 2026.

Agora, em uma recente entrevista ao Collider, o diretor Francis Lawrence trouxe atualizações promissoras sobre o projeto.

“Sim, vamos filmar esse ano. Então, na verdade, apenas começamos a preparação. O livro sai em meados de março. Temos uma espécie de fase de preparação para pesquisa. Depois de Londres, farei uma busca e então começaremos a nos preparar em abril e filmaremos este ano”, ele revelou.

O diretor também foi questionado sobre quem dará vida a Haymitch, mas, como o processo está nos primeiros estágios de desenvolvimento e o livro sequer foi lançado, selecionar um ator para interpretar a versão mais nova do personagem é um pouco mais complicado.

“É complicado, porque o livro ainda não foi lançado, então as pessoas sabem apenas no geral do que se trata. Acho que foi divulgado um trecho, e Suzanne talvez tenha uma citação sobre quais são os temas. Então, estamos pesquisando um pouco, mas sim, não podemos lançar, você sabe, cenas ou algo assim, ainda”, ele conta.

Lembrando que Lawrence comandou todos os longas-metragens da franquia (com exceção do primeiro capítulo), sendo o mais recente o elogiado Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’.

Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita, nos cinemas 2026.

Crítica | ‘Com Você no Futuro’ – Comédia dramática ingênua e decepcionante!

Já olhou nos olhos de alguém e sentiu uma conexão? As fitas cassetes de outrora, os momentos que ficam guardados e nunca mais esquecidos são alguns dos elementos que envolvem o novo filme da Prime Video Com Você no Futuro, romance dramático camuflado de fantasia ingênua guiada por uma trilha sonora de uma das bandas mexicanas mais famosas de todos os tempos, Maná. Pena que a narrativa sonolenta nos leva para uma jornada convencional e pouco atrativa.

Carlos (Michel Brown) e Elena (Sandra Echeverría), antes muito apaixonados, hoje vivem as tristezas de um divórcio. Certo dia, ele um advogado estressado e ela uma musicista, se deparam com uma situação inusitada, uma pessoa que diz ser o cupido (Mauricio Barrientos) entrega a eles uma chance de reviver sua história de amor numa volta ao passado no ponto onde tudo começou. Assim, guiados pelas músicas do famoso grupo musical mexicano embarcarão em dilemas e reflexões sobre a relação.

Não sei vocês mas eu adoro a banda mexicana Maná. E por esse motivo, fui conferir esse filme. Talvez fosse melhor escutar as canções pelo Spotify. Reunindo uma série de fantasias e realidades distantes para abordar a relação a dois, o longa-metragem escrito e dirigido pelo cineasta mexicano Roberto Girault é um show de desencontros em duas épocas. Com o alvo mirado nas reflexões sobre casais em crise – algo que representa de alguma forma a maturidade – o tiro que não sai pela culatra, se tornando um show pelos deslizes da imaturidade.

Seguindo uma fórmula de bolo batida de muitas comédias românticas, pegando o passado como uma forma de mudanças de um presente estagnado, o roteiro – apoiado num confronto com o começo de um fim – costura os arcos dramáticos de forma corrida, não aproveitando personagens e principalmente o contexto temporal como uma ferramenta para preencher lacunas de uma relação. Nesse passatempo ingênuo, o previsível é algo constante nos 90 minutos de projeção.

‘Constantine 2’: Diretor revela que sequência está MAIS PERTO do que nunca

Francis Lawrence, diretor de Constantine, falou recentemente sobre a sequência do clássico estrelado por Keanu Reeves, trazendo uma atualização promissora sobre a continuação.

Em entrevista ao Collider, Lawrence confirmou que Constantine 2’ está mais perto do que nunca de se tornar realidade – e que ele, Reeves (que retorna como o personagem titular) e o produtor Akiva Goldsman têm trabalhado duro em tirar o projeto do papel.

“Posso dizer que estamos mais perto do que nunca de conseguir fazer uma sequência, o que é ótimo”, ele disse. “E Akiva, Keanu e eu estamos muito, muito animados com isso”.

Lawrence continua:

“Temos uma ótima ideia. Analisamos vários quadrinhos ao longo dos anos e olhamos as coisas. Direi que provavelmente há grãos de coisas que estamos extraindo, mas na verdade, a maior parte vem apenas de nós três, você sabe, amando o personagem, amando o mundo, tendo isso no fundo de nossas mentes por 20 anos e apenas infiltrando ideias, histórias e personagens que amamos, e coisas que amamos”.

Lembrando que Constantine está disponível no catálogo da Max.

Além de Reeves no papel principal, o filme original contou também com Rachel Weisz, Djimon Hounsou, Shia Labeouf, Tilda SwintonPeter Stormare.

Orçado em US$ 100 milhões, o longa arrecadou US$ 230,9 milhões nas bilheterias mundiais e teve recepção mista por parte da crítica especializada, amargando apenas 46% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Crítica | ‘Sobrevivendo à queda dos Black Hawks’ – Documentário explosivo sobre uma ação militar que ficou marcada na história

O que é o certo e o errado em uma guerra? Não é de hoje que ações militares de países em território distante sempre nos colocam de frente com evidências sobre as formas e os porquês de determinada ordem. Trazendo depoimentos de dois lados de uma batalha ocorrida num país da África Oriental, a nova série documental da Netflix, dividida em três partes, Sobrevivendo à queda dos Black Hawks nos leva de volta até os horrores documentados quando um fato mudaria os rumos dessa ação norte-americana na capital da Somália, Mogadíscio.

A história – que foi o ponto principal para o filme de Ridley Scott, Falcão Negro em Perigo – nos leva de volta até o início do segundo semestre de 1993 quando a maior força armamentista mundial mandou suas forças especiais militares (inclusive os Delta Force, famosa tropa de elite) para ajudar uma campanha humanitária da ONU. Mas a ação logo virou uma intervenção para atuar contra as milícias que reuniam exércitos numerosos de fiéis seguidores.

Dentro desse cenário e sob as ordens do até então presidente norte-americano Bill Clinton, no início de outubro uma batalha pelas ruas da cidade litorânea de Mogadíscio (capital da Somália) ficariam marcadas para sempre na história militar norte-americana, com a queda de dois helicópteros Black Hawks e soldados perdidos em linha de fogo esperando reforço. Mas até esse epicentro, é importante entender o cenário como um todo, algo que a minissérie busca em sua narrativa só que de forma bem superficial.

Temos de um lado um país em guerra civil – algo que perdura até hoje – que levou a fome generalizada e uma divisão entre lados milicianos. Do outro, o mais poderoso país do mundo em uma missão de apoio à ONU, que logo vira uma ação de captura e depois uma missão de resgate. Desde a chegada dos norte-americanos ao território alvo, as interações com a população foram da esperança ao ódio agitando uma panela de pressão que culminaria em horas de terror e heroísmo.

Civis e aliados de malícias contam suas versões do que viveram. Militares que estiveram de frente na linha de confronto também, inclusive com histórias que se interlaçam. Assim, conseguimos chegar em várias linhas de reflexões que passam inclusive pelos pensamentos humanitários isolados pelo medo de uma situação de risco.

Diversos pontos de vistas são usados para dar o máximo de realidade ao ocorrido. Entre depoimentos e simulações fictícias – contando ainda com filmagens reais feitas por um cinegrafista amador somaliano – é fácil entender que a dor e o sofrimento estavam em todos os lugares. Uma cronologia detalhista – com uma riqueza de ações e emoções – nos leva para um tabuleiro estratégico onde a parte política ganha holofotes por algumas vertentes.

Sobrevivendo à queda dos Black Hawks é um retrato sobre dores e traumas. O certo e o errado de um confronto ganham interpretações colocando em evidência que as ilusões de uma paz ficam cada vez mais distantes quando o real problema vira uma questão política.

‘Ainda Estou Aqui’: Fernanda Torres lamenta as POLÊMICAS na temporada do Oscar

A estrela Fernanda Torres, indicada ao Oscar de Melhor Atriz por sua performance em ‘Ainda Estou Aqui’, recentemente comentou sobre as polêmicas envolvendo as campanhas dos filmes indicados, especialmente no que se refere a ‘Emília Pérez’.

Em uma entrevista à Vogue, a atriz lamentou as recentes controvérsias.

“Tenho trabalhado tanto na campanha do filme, é algo sobre-humano. Viajo sete horas aqui, cinco horas ali, 20 horas, fazendo exibições e sessões de perguntas e respostas. O filme nunca teve dinheiro para grandes outdoors; foi uma batalha de guerrilha, de homem a homem. E fora do Brasil, ele só foi lançado em janeiro, então as pessoas só ouviram falar dele por festivais ou exibições especiais”, explicou.

Ela também comentou sobre a surpresa do Globo de Ouro, dizendo: “E aí veio a surpresa do Globo de Ouro, mas nem tivemos tempo de comemorar, porque no dia seguinte Los Angeles estava em chamas e eu precisei evacuar. No meio daquela tragédia, você recebe algo maravilhoso, mas segue em frente—não há tempo”.

Sobre a reação dos fãs na internet, Fernanda falou sobre o impacto da tecnologia: “É uma nova forma, com a violência e o poder da internet. O Brasil é muito, muito forte na internet. Artistas no Brasil tiveram que aprender a navegar por essa coisa selvagem nos últimos 10 anos. Artistas se tornaram alvos de fake news, de agressividade. Ao mesmo tempo, a internet é maravilhosa para um artista independente como eu, pois me permite lançar minhas peças e livros”.

Por fim, sem citar nomes, Fernanda lamentou a situação: “Estou em choque com o que aconteceu. É triste, realmente chocante. Mas sou totalmente contra a cultura do ódio na internet. Eu fui um alvo, e sempre lutei contra isso”.

Fernanda Torres

Lembrando que Karla Sofía Gascón em entrevista à Folha de S. Paulo gerou grande repercussão nas redes sociais. A atriz sugeriu que a equipe de Fernanda Torres poderia estar manipulando a internet para atacar o filme ‘Emília Pérez‘.

A fala rapidamente viralizou, com alguns internautas apontando que a atriz teria violado duas das seis regras do Oscar. A dúvida agora é se essa declaração pode resultar em uma possível anulação de sua indicação à premiação.

A revista Rolling Stone entrou em contato com a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável pelo Oscar, que avaliou a entrevista de  Gascón após a repercussão.

No entanto, uma fonte próxima à Academia afirmou que “não houve violação das regras de campanha, pois nada depreciativo foi dito sobre o filme, a indicada ou a performance”. A Variety também publicou que Gascón não quebrou nenhuma diretriz. “Os comentários de Gascón não violam nenhuma norma. Ela não criticou o desempenho de Fernanda Torres. Pelo contrário, Gascón fez elogios à colega indicada como atriz”.

Por fim, em uma nota enviada à revista, Gascón esclareceu que retirava as acusações:

“Nos meus comentários recentes, eu me referia à toxicidade e ao discurso de ódio nas redes sociais, algo que, infelizmente, ainda continuo a enfrentar. Fernanda tem sido uma aliada incrível, e ninguém da sua equipe agiu de forma diferente, oferecendo apoio e generosidade imensa”.

Você acha que ela deveria perder sua indicação ao Oscar pela fala sobre Fernanda Torres?

Segundo a Variety, a estrela e à primeira atriz abertamente transgênero a ser indicada ao Oscar.

Os vencedores serão revelados no dia 02 de março.

No Brasil, o filme será lançado nos cinemas pela Paris Filmes em 06 de fevereiro.

 

Rugrats e a Grande Cidade

(Rugrats and the Big City: The Movie)

 

Elenco:

 

Direção: David Bowers

Gênero: Comédia

Duração: — min.

Distribuidora: Paramount Pictures

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 2 de Julho de 2026

Sinopse: 

Detalhes sobre a trama não foram divulgados.

Curiosidades: 

» O filme é baseado na clássica série animada exibida pela Nickelodeon;

» A produção será uma mistura de live-action com CGI;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Pantera Negra 3’: Produtor Nate Moore afirma que sequência virá somente após os ‘Vingadores’

O produtor Nate Moore falou recentemente sobre Pantera Negra 3’, revelando que os fãs terão que esperar um bom tempo até que a sequência do longa sobre o protetor de Wakanda seja lançada.

Segundo o ComicBook, Moore reiterou que a sequência ainda está nas fases iniciais de desenvolvimento.

“Tivemos conversas iniciais com Ryan Coogler. Ele está finalizando Pecadores, que vai ser um filme incrível, e depois disso vamos começar a trabalhar nele”, disse Moore. “Não será antes dos Vingadores. Esse é o nosso próximo grande projeto. Obviamente, este ano temos Thunderbolts e Quarteto Fantástico, todos no caminho para os Vingadores, mas voltaremos para Wakanda assim que pudermos”.

Lembrando que recentemente, de acordo com o ComicBookMovie, Nate Moore deu uma atualização cautelosa sobre a aguardada sequência, afirmando que ainda é cedo para dar detalhes definitivos.

“Se isso se concretizar, o que vamos tentar, acho que provavelmente será alguém do cânone”, comentou Moore sobre quem o icônico ator poderia interpretar. “Quem será, ainda é cedo para dizer. Honestamente, ainda não tivemos conversas criativas substanciais com o Ryan, principalmente porque ele está terminando o filme Pecadores, que será lançado este ano e promete ser ótimo”.

“Então, novamente, é cedo para dizer, mas obviamente, se um ator do calibre de Denzel Washington quiser participar, vamos encontrar uma maneira de fazer isso acontecer”, concluiu Moore.

Embora as declarações de Moore indiquem que a produção do filme ainda está em estágios iniciais, Washington já havia confirmado sua presença durante a turnê de imprensa de ‘Gladiador II’.

“Para mim, trata-se do cineasta, especialmente neste ponto da minha carreira”, disse o ícone do cinema. “Estou interessado apenas em trabalhar com os melhores. Não sei quantos filmes vou fazer; provavelmente não muitos. Quero fazer coisas que nunca fiz… Ryan Coogler está escrevendo um papel para mim no próximo Pantera Negra”.

Mais tarde, Washington admitiu que se adiantou e rapidamente fez as pazes com Coogler. “Ryan é um gênio. Eu liguei para ele e pedi desculpas por falar sobre o filme, e logo ali, sentado com ele, estava sua linda esposa. Ele continua o Ryan, humilde e cheio de ideias. O que ele escrever, eu vou ler”.

Vale lembrar que ‘Pantera Negra‘ e ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ estão disponíveis no catálogo do Disney+.