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Dave Bautista se reuniu com a Warner e DC para viver o vilão Bane em ‘Batman 2’

Dave Bautista conseguiu transformar Drax, o Destruidor de um personagem pouco conhecido a um dos heróis mais populares da Marvel.

Agora, o ator expressou sua vontade em interpretar o Bane, um dos vilões mais icônicos do Homem Morcego.

Bautista revelou durante Justice Con que foi diretamente aos escritórios de DC para pedir para viver o vilão em ‘Batman 2‘.

“Oh, eu seria o Bane o dia todo. Eu não guardei segredo sobre isso. Eu quero tanto interpretar Bane que fui para a Warner Bros., tive uma reunião com eles, tive um encontro com DC, entrei pela porta e disse: ‘Eu quero interpretar Bane.’ Não estou brincando. Eles falavam: ‘Uau, nem vamos escalar o Bane ainda.’ Eu falei: ‘Eu não me importo, já estou interpretando ele.’ “

Segundo rumores, a Warner Bros. pretende usar o vilão na sequência de ‘Batman’, de Matt Reeves. 

Rumores apontavam que Bane estaria em ‘O Esquadrão Suicida’, de James Gunn, e que Bautista faria parte do elenco, mas foi obrigado a desistir por conflitos em sua agenda. No entanto, seu suposto papel não havia sido revelado.

Bane apareceu pela primeira vez nos cinemas em 1997, em ‘Batman & Robin’, e sua última aparição foi em 2012, interpretado por Tom Hardy em ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge’.

‘Spencer’: Filme que traz Kristen Stewart como Princesa Diana é ADIADO no Brasil

Inicialmente previsto para chegar aos cinemas nacionais dia 11 de Novembro, ‘Spencer‘ segue sem previsão de lançamento no Brasil.

A cinebiografia da Princesa Diana estreou hoje nas plataformas digitais nos EUA, o que fez os fãs se revoltarem com a demora nas novidades do filme por aqui e colocar o título nos Trending Topics daqui.

O CinePOP entrou em contato com a assessoria da Diamond Films, que confirmou que o filme ainda não tem previsão de estreia.

No Rotten Tomatoes, o longa dirigido por Pablo Larraín (‘LOVE: A História de Lisey’) conquistou 86% de aprovação da críticas, com 6 avaliações positivas e apenas uma negativa, até o momento.

 

Veja as principais críticas:

Xan Brooks, The Guardian

Kristen Stewart se mostra totalmente atraente no papel-título. Ela tem uma atuação desajeitada e educada como Diana, e isso é inteiramente como deveria ser quando se considera que Diana fez uma atuação desajeitada e educada ela mesma, enfeitando sua alta altivez inata e elegante com aparas coquetes estudadas. Quando ela desabou, perdeu o equilíbrio, foi como assistir uma mulher perfeita que na verdade é falha. Mas Stewart captura efetivamente a agonia de uma mulher tão programada e isolada que sente que não tem escapatória e perdeu de vista quem ela é.

Owen Gleiberman, Variety

Kristen Stewart não faz apenas uma representação (embora no nível da representação ela seja excelente). Ela se transforma; ela muda seu aspecto, seu ritmo, seu carma. Assistindo-a interpretar Diana, vemos um eco, talvez, da própria relação ambivalente de

Pete Hammond, Deadline

Eu não tenho palabras sobre o desempenho de Stewart, passando de uma impressão de uma figura incrivelmente bem narrada para lindamente alcançar a essência de quem ela era. É uma reviravolta estimulante, amarga, comovente e totalmente deslumbrante, levando Diana por caminhos que não vimos representados como neste retrato hipnotizante.

Guy Lodge, Weekend

Escolher Stewart, outra celebridade reservada que conhece o brilho obsessivo e autoritário do fandom melhor do que a maioria, é inspirador. Seu desempenho não é apenas um feito de mimetismo totalmente transformador, embora ela tenha prestado atenção detalhada à postura e pose de Diana, especialmente. Em vez disso, é uma evocação irônica e empática de uma mulher de alguma forma bloqueada de suas vidas interna e externa, congelada no corredor – antes de correr para a escada de incêndio.

 

Confira o teaser legendado:

Jackie‘, de 2016 – também dirigido por Larraín, trouxe Natalie Portman como Jackie Kennedy e o papel futuramente lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz.

Os ‘Teletubbies’ VOLTARAM! Netflix divulga o trailer do reboot da série infântil

Sim, você não leu errado, ‘Teletubbies‘ vai mesmo ganhar um reboot feito pela Netflix, com estreia prevista para novembro de 2022.

A série foi um grande sucesso dos anos 1990 e marcou a vida de muitas crianças no Brasil no comecinho dos anos 2000.

O streaming divulgou hoje o trailer da nova versão. Assista:

A promessa da Netflix é trazer Tinky Winky, Dipsy, Laa-Laa e Po em uma versão “reimaginada e repaginada para os dias atuais”.

Vale destacar que a narração dos episódios (em inglês) ficará a cargo do comediante Tituss Brugess, que explodiu em popularidade depois de estrelar o seriado Unbreakable Kimmy Schmidt. Além do ator indicado a quatro Emmys, Teletubbies também contará com um quadro dedicado inteiramente a músicas originais.

Desse modo, em vez apenas das músicas de abertura e encerramento, a criançada e toda a família podem esperar para dançar uma nova canção a cada episódio.

Trazer os ‘Teletubbies‘ de volta faz parte dos esforços da Netflix para ampliar e diversificar seu catálogo de produções infantis e pré-escolares, conte

Além dos bonecos coloridos, os planos da empresa incluem o lançamento de novas temporadas de séries animadas já conhecidas pelo público infantil, como A Casa Mágica de Gabby e Waffles + Mochi; além de desenhos inéditos como Princess Power, sobre emponderamento feminio; e Guardiões da Floresta, sobre três irmãos nativo americanos que protegem a terra e os espíritos do parque nacional.

Lembrando que esta não é a primeira vez que Teletubbies receberá uma nova versão. Na esteira do sucesso mundial, a série original da BBC começou a ser exibida no Brasil em 1999 pela TV Globo e também ocupou espaço na grade da TV Cultura. Em 2015, houve uma tentativa de repetir o sucesso com um reboot, mas ele passou bem longe. Agora a Netflix volta a apostar nos personagens na tentativa de repetir o fenômeno.

Teletubbies’ estreia na Netflix em 14 de novembro.

‘Ehrengard – A Ninfa do Lago’: Conheça o ROMANCE da Netflix que se tornou o 3º filme mais visto do catálogo

Chegou ontem ao catálogo da Netflix o filme ‘Ehrengard – A Ninfa do Lago’, romance ambientado no reino de Babenhausen, onde um jovem chamado Cazotte, sedutor e ‘especialista na arte da conquista’, é contratado pela grã-duquesa numa missão para garantir herdeiros ao trono.

Escrita por Anders Frithiof August e dirigida por Bille August, a produção dinamarquesa recebeu alguns elogios da crítica, como o Decider, que a descreveu como:

“Um encantador conto de fadas romântico, que é perfeitamente leve e alegre se você o considerar a farsa que é e não estiver procurando por algum tipo de conto de fadas feminista revolucionário e que se leva a sério.”

Além disso, os assinantes da Netflix também foram conquistados pelo enredo, já que o títulos ocupa o 3º lugar entre os mais assistidos da plataforma.

Enquanto procura uma futura princesa que atenda aos requisitos da missão, Cazotte também precisa a ensinar ao introvertido e tímido príncipe sobre a arte da sedução e do sexo. No entanto, o plano sai de controle e um herdeiro é concebido fora do casamento, obrigando a família real a buscar refúgio no castelo de Rosenbad.

Quando os rivais da família se aproximam da verdade, Cazotte acaba se apaixonando por Ehrengard, a dama de honra e é então que ele percebe que não é nenhum especialista no amor.

Confira o trailer:

O elenco conta com Sidse Babett Knudsen, Mikkel Boe Følsgaard, Alice E. Bier Zandén, Jacob Ulrik Lohmann, Sara-Marie Maltha, Emilie Kroyer Koppel, entre outros.

No reino de conto de fadas de Babenhausen, um jovem autoproclamado especialista em amor, o Sr. Cazotte (Mikkel Boe Følsgaard), é contratado pela intrigante grã-duquesa (Sidse Babett Knudsen) para ajudá-la a garantir um herdeiro. Enquanto procura uma futura princesa adequada, o Sr. Cazotte ensina ao tímido e introvertido príncipe herdeiro Lothar (Emil Aron Dorph) a arte da sedução e do sexo. Mas o tiro sai pela culatra, quando um herdeiro é concebido fora do casamento e a família real tem que buscar refúgio no castelo de Rosenbad. Aqui, enquanto os rivais da família real se aproximam de seu esquema, o próprio Cazotte se apaixona por Ehrengard (Alice Esther Bier Zandén), a dama de honra, e gradualmente descobre que, na verdade, ele não é nenhum especialista em amor.

Emilie Kroyer KoppelSara-Marie MalthaJacob Lohmann completam o elenco.

Vale comentar que os figurinos e o design de cenários foram feitos pela Rainha Margrethe II, da Dinamarca. Desde 1970, a Rainha tem sido bastante ativa em diversas expressões artísticas, incluindo pintura, aquarela, ilustrações, découpage, cenografia e bordado.

FENÔMENO! Conheça o romance cujo trailer SUPEROU visualizações de ‘Barbie’ e ‘Wicked’

O primeiro trailer de ‘É Assim que Acaba‘ (It Ends with Us), produção baseada no popular romance da Colleen Hoover, ultrapassou a marca das 128 milhões de visualizações nas primeiras 24 horas de seu lançamento.

Atualmente, o trailer já registra mais de 500 milhões de visualizações em todas as redes.

De acordo com o Deadline, a popularidade do vídeo supera os números de outras produções recentes voltadas para o público feminino. Para termos de comparação, o trailer de ‘Wicked‘ registrou 112.9 milhões de visualizações no primeiro dia de seu lançamento.

Já o fenômeno ‘Barbie‘ alcançou 101.6 milhões de views no mesmo período.

O trailer da adaptação estrelada por Blake Lively e Justin Baldoni também superou produções recentes como ‘Taylor Swift: The Eras Tour‘ (96.2M), ‘As Marvels‘ (90.6M), ‘Meninas Malvadas‘ (79.3M), ‘Rivais‘ (75M) e ‘Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes‘ (61.6M).

É Assim que Acaba‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 8 de agosto.

Confira o trailer, dublado e legendado:

Pôster do filme "É Assim que Acaba.

A produção é baseada no romance homônimo da Colleen Hoover.

Brandon Sklenar, Jenny Slate e Hasan Minhaj completam o elenco da produção.

Justin Baldoni também está atado à direção, a partir de um roteiro escrito por Christy Hall (‘I Am Not Okay With This’).

Lily nem sempre teve tudo fácil na vida, mas isso nunca a impediu de trabalhar duro pelo que deseja. Ela percorreu um longo caminho desde a pequena cidade no Maine, onde cresceu – formou-se na faculdade, mudou-se para Boston e abriu seu próprio negócio. Então, quando ela sente uma faísca com um lindo neurocirurgião chamado Ryle Kincaid, tudo na vida de Lily de repente parece quase bom demais para ser verdade.

Ryle é assertivo, teimoso, talvez até um pouco arrogante. Ele também é sensível, brilhante e tem uma quedinha total por Lily. E a aparência dele de uniforme certamente não dói. Lily não consegue tirá-lo da cabeça. Mas a completa aversão de Ryle a relacionamentos é perturbadora. Mesmo quando Lily se vê se tornando a exceção à sua regra de “não namorar”, ela não pode deixar de se perguntar o que o tornou assim em primeiro lugar.

À medida que as perguntas sobre seu novo relacionamento a oprimem, os pensamentos sobre Atlas Corrigan – seu primeiro amor e um elo com o passado que ela deixou para trás – também retornam. Ele era sua alma gêmea, seu protetor. Quando Atlas reaparece repentinamente, tudo o que Lily construiu com Ryle está ameaçado.

Fique ligado para mais informações!

Além de ‘Seven’, Denzel Washington revela QUAL filme ele se arrepende de não ter aceitado estreelar

Denzel Washington recentemente admitiu que se arrepende de ter recusado alguns papeis em Hollywood.

Além de lamentar ter recusado o convite para viver o personagem de Brad Pitt em ‘Seven’, de 1995, ele também se arrepende de não ter aceitado interpretar o protagonista de ‘Conduta de Risco’, filme que se tornou um marco na carreira de George Clooney.

O ator revelou que o roteiro de Tony Gilroy era “o melhor material” que ele havia lido em muito tempo, mas decidiu não participar por receio de trabalhar com um diretor estreante.

A produção, lançada em 2007, acabou sendo um grande sucesso, recebendo aclamação da crítica e solidificando Clooney no papel de Michael Clayton.

Em entrevista, Washington falou abertamente sobre essa decisão, mencionando que essa foi uma das raras ocasiões em que se arrependeu de recusar um projeto.

Ele destacou que o papel exigia muita profundidade, algo que, olhando para trás, teria sido um desafio interessante em sua carreira.

“‘Conduta de Risco‘ foi o melhor material que eu tinha lido em muito tempo, mas eu estava errado. Acontece”, afirmou Denzel Washington

Porém, apesar desses dois arrependimentos, o ator construiu uma carreira sólida, sendo conhecido por evitar projetos que não combinam com sua visão artística.

Aos 70 anos, Denzel Washington revelou que existem poucos filmes que ainda deseja fazer, no entanto, algumas obras ainda chamam a atenção do astro. Este é o caso de Gladiador II’, filme de Ridley Scott, que teve Washington no papel de Macrinus

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Marília Mendonça e Maiara & Maraisa é só o começo…. Prime Video vai investir em histórias de cantores sertanejos do Brasil

O Prime Video parece ter encontrado um novo filão para suas produções brasileiras. Após investir em projetos dedicados a Marília Mendonça e anunciar uma série documental sobre Maiara & Maraisa, a plataforma já estaria planejando novas cinebiografias de grandes nomes da música sertaneja.

Tomás Tejero – Líder Regional, América Latina e Canadá e Javiera Balmaceda – Chefe de Originais Internacionais para América Latina, Canadá e Austrália, revelaram que são apaixonados pelo gênero musical e enxergam nas trajetórias dos cantores brasileiros um enorme potencial para filmes, séries e documentários. Outros artistas já estariam sendo avaliados, mas nenhum nome foi oficialmente anunciado até o momento.

Assista:

A principal aposta é o filme de ficção ‘Marília’, que contará a história da eterna Rainha da Sofrência. Marina Versos foi escolhida para interpretar a cantora, enquanto o elenco também reúne Hermila Guedes, Klara Castanho, Marcelo Serrado, Sophia Valverde, Daniel Haidar, Alejandro Claveaux e João Guilherme. A direção é de Dainara Toffoli, com roteiro assinado por Carina Schulze e Patrícia Andrade.

Além da cinebiografia, Marília também ganhará a série documental ‘Marília Mendonça: Sentimento Louco’, que estreia no dia 16 de outubro de 2026. A produção contará com arquivos pessoais e depoimentos de familiares, amigos e parceiros profissionais para revisitar a meteórica carreira da artista. O projeto é dirigido por Susanna Lira e representa, segundo a própria Amazon, o maior investimento do serviço na preservação da memória de uma artista brasileira.

A plataforma também anunciou uma série documental sobre Maiara & Maraisa. Dirigida por João Wainer, a produção acompanhará a rotina das irmãs, os preparativos para o casamento de Maraisa, reflexões sobre a autoimagem e um retorno ao Mato Grosso, lugar em que a dupla iniciou sua trajetória. Não há previsão de estreia.

O interesse por novas histórias brasileiras faz parte de uma expansão ambiciosa do streaming. O Prime Video anunciou que investirá mais de US$ 2 bilhões na América Latina entre os anos de 2027 e 2030, contemplando produções originais, títulos licenciados e transmissões esportivas. A empresa também pretende mais que dobrar a quantidade de produções locais e lançar mais de 25 títulos latino-americanos somente em 2027. A informação foi divulgada pela Amazon em um evento na Cidade do México que contou com a presença do CinePOP.

Com o sertanejo movimentando multidões e acumulando histórias marcadas por sucesso, tragédias, rivalidades e superação, não faltam artistas que poderiam ganhar suas próprias cinebiografias.

Por enquanto, o Prime Video mantém os próximos nomes em segredo.

Duas décadas de ‘Carandiru’, um dos mais marcantes filmes da história do cinema brasileiro

A melhor coisa na cadeira é sair dela. Um dos filmes mais aclamados do cinema brasileiro das últimas duas décadas tendo como foco histórias de um lugar onde não se sabe onde a verdade está e impossível de prever como será o amanhã. Carandiru, dirigido por Héctor Babenco caminha por conflitos violentos, mentes perturbadas, ações impulsivas, dilemas, dentro do mais famoso presídio do país, o grande protagonista, que fechou as portas 21 anos atrás. Baseado no livro Estação Carandiru, de Drauzio Varella, o projeto traça um raio-x da cadeia dentro da cadeia.

Na trama, conhecemos um médico (Luiz Carlos Vasconcelos) que embarca em uma jornada repleta de conflitos indo para ações em um presídio com o foco em um trabalho de prevenção à Aids entre a população carcerária. Nesse lugar, escutando histórias e mais histórias, vemos muitas vezes esse personagem, também o narrador, em conflito interno, debruçado no dilema se deve esquecer ou voltar.

Aqui o ambiente, o lugar, é o grande protagonista. O maior presídio da américa latina, até então com 7.000 presos encarcerados em celas pequenas, com uma nítida superlotação, que reúne todo tipo de criminosos. Tem contrabandistas de carros, assaltantes, assassinos, traficantes, pessoas que acabam passando por transformações de um sistema carcerário precário que isolam qualquer tipo de reabilitação social. Na prisão, viram os barra pesadas, os que viram religiosos, os apaziguadores mas sempre com segundas intenções, os inconsequentes, os contrabandistas, adjetivos que se adicionam como complemento de seus caminhos errados fora dali.

A jornada do médico, uma clara referência à Drauzio Varella, percorre como elemento propulsor da narrativa, corre em paralelo a tudo que assistimos. Há crítica por todos os lados, principalmente aos tratamentos dos que necessitam ajuda naquele lugar. Sarna, Aids, Tuberculose, as condições precárias de tratamentos são mostrados aos montes, entre tragédias e relatos surpreendentes.

Com um grande orçamento para produções na época, que girou em torno de 12 milhões de reais, em filmagens que levaram um pouco mais de quatro meses para serem feitas na verdadeira prisão de Carandiru, o projeto conta com grandes nomes do cinema brasileiro: Wagner Moura, Caio Blat, Lázaro Ramos, Aílton Graça, Milton Nascimento, Luiz Carlos Vasconcelos, Rodrigo Santoro, Milhem Cortaz, Gero Camilo, entre outros.

Carandiru é uma daquelas obras do nosso cinema que jamais vão sair de temas de debates, um filme atemporal que mostra verdades de uma sociedade em eternos conflitos.

Crítica | Minha Mãe é uma Peça 2

Engraçado e Emocionante

Provando que um raio pode sim cair no mesmo lugar duas vezes, Paulo Gustavo e os envolvidos com a produção da comédia Minha Mãe é uma Peça acertam novamente, entregando uma continuação tão boa quanto o filme original.

Surgida como homenagem/sátira de sua própria mãe, a personagem Dona Hermínia, criação do humorista Paulo Gustavo, mostrou-se extremamente popular nos palcos e na TV, realizando uma transição muito bem sucedida para as telonas também. Minha Mãe é uma Peça (2013) foi um dos pontos altos no cinema brasileiro de seu respectivo ano, mostrando antes de qualquer coisa que comédia nacional pode funcionar com inteligência e sem precisar depender exclusivamente do humor de baixo calão.

Sim, grande parte do mérito deve ir para Paulo Gustavo, a espinha dorsal desta empreitada. Afinal, o filme é moldado ao redor dele e de seu alter ego. Dona Hermínia é sem paciência, nervosa, escandalosa, não leva desaforo e vive em função dos filhos. Tem também as melhores tiradas e as profere com a cara de pau de quem se vê indiferente às opiniões alheias. É claro que também precisa existir humanidade, carinho e afeição para a personagem se tornar crível e fazer-nos criar um laço de identificação.

Na trama, Hermínia faz sucesso com seu programa de TV, no qual diz o que pensa sem papas na língua e oferece suas opiniões sempre ácidas sobre os mais variados tópicos. O sucesso a fez inclusive mudar para um apartamento maior. As desavenças com os filhos e o ex-marido seguem do tempo em que pararam, não existe grande evolução narrativa aqui em relação ao filme original em tais quesitos.

As novidades das crias trazem o sonho de ser atriz da rechonchuda Marcelina (Mariana Xavier), criando uma ponte aérea entre Rio e São Paulo, e a mudança de orientação sexual de Juliano (Rodrigo Pandolfo), que de gay decide ser hétero, ou bissexual, dependendo do ponto de vista. Com o ex-marido Carlos Alberto (Herson Capri) velhas faíscas ressurgem. No elenco, ainda as presenças revisitadas da irmã Iesa (Alexandra Richter), a empregada Valdéia (Samantha Schmutz), o filho mais velho Garib (Bruno Bebianno) e a tia Zélia (Suely Franco).

Entre os personagens adicionados, destaca-se Lúcia Helena (Patricya Travassos), a irmã mente aberta, vinda dos EUA para perturbar ainda mais a inexistente serenidade da protagonista.

Mesmo que nem tudo funcione em Minha Mãe é uma Peça 2, como um momento em uma boate de São Paulo, com direito a um número musical em que Hermínia cai na dança, realizando uma coreografia ao lado dos figurantes, o novo longa traz mais acertos do que erros. O foco ainda é em uma mulher que não sabe muito bem o que fazer de sua vida se não estiver se preocupando com os filhos, sua eterna responsabilidade. Sua cruz é também sua válvula de escape.

O que surpreende na sequência é a atenção dada na medida certa ao tom dramático que cerca a subtrama da tia Zélia, cada vez mais senil e exigindo cuidados especiais. Em tais trechos, o diretor César Rodrigues (diretor de Vai que Cola na TV e cinema), substituindo André Pellenz (também escolado na arte de Paulo Gustavo, já que é o diretor da série 220 Volts), acerta o sentimento, sem ser piegas ou sentimentalista, em especial se levarmos em conta que esta é uma comédia escrachada.

Com o desfecho de Minha Mãe é uma Peça 2, as portas ficam abertas para uma nova Hermínia. Agora é torcer para que a personagem mais engraçada do cinema nacional recente não demore muito a voltar para as telonas, em grande estilo e, como sempre, aos berros.

‘John Wick’ | Ranqueamos do Pior ao Melhor TODOS os Filmes da franquia do matador vivido por Keanu Reeves

Segundas chances nem sempre acontecem em uma carreira. E o que dirá terceiras chances. Mas foi exatamente isso o que aconteceu com o astro Keanu Reeves, vira e mexe ressuscitado por algum sucesso estrondoso que tira da manga. O ator, que é uma das figuras mais queridas de Hollywood na opinião do grande público, começou a carreira bem novinho e na fase adulta se viu como herói de ação graças aos sucessos de ‘Caçadores de Emoção‘ e ‘Velocidade Máxima‘ na primeira metade dos anos 90. Quando seus dias de glória pareciam ter ficado para trás, Keanu Reeves deu uma guinada em sua carreira e aceitou participar de ‘Matrix‘ (1999), que viria a se tornar um dos maiores fenômenos cult do início dos anos 2000, dominando a cultura pop na primeira metade da década (com direito a duas sequências).

Nos anos 2010, o mundo se rendia a Keanu Reeves novamente, deste vez devido à divulgação nas redes sociais do estilo de vida abnegado do astro, que era gente da gente, andava de transporte público, comia na praça e não se importava de ficar sozinho. Era o surgimento da persona “sad Keanu”, em alguns dos primeiros memes de celebridades. Foi nessa época também que o astro sacudia sua carreira pela terceira vez ao descolar o papel do matador John Wick, que começou como um filme de ação como outro qualquer em 2014, mas a cada continuação aumentava as apostas, caindo cada vez mais no gosto dos fãs, dos críticos e do grande público, ao ponto de cada continuação superar a anterior. Este ano, acabamos de receber ‘John Wick 4 – Baba Yaga’, quarta aventura do “matador gente boa”, que estreou nos cinemas nesta última quinta-feira e promete se tornar um dos maiores sucessos do ano. Entrando no clima da aventura, resolvemos recapitular a franquia, ranqueando… não diremos o pior, mas o menos adorado, ao mais adorado longa de John Wick. Confira abaixo.

04 | John Wick: De Volta ao Jogo (2014)

Não mexa com o cachorrinho dele! A história de John Wick, um dos maiores personagens do cinema de ação atual, começou por causa de um filhotinho de cachorro. Wick é um personagem trágico, de passado criminoso, o sujeito era um matador de elite para a máfia russa. O assassino decide se aposentar e ter uma vida normal ao lado da esposa Helen (Bridget Moynahan). Mas talvez como uma espécie de punição por seus atos passados, a mulher que amava e o regenerou morre devido a uma doença fatal, e o protagonista precisa viver tal luto. Como último ato, ela lhe dá um filhotinho de cachorro para lhe fazer companhia. É aí que bandidos russos, sem saber quem o sujeito é na verdade, invadem sua casa, matam seu cachorro, roubam seu carro e o deixam espancado. O “De Volta ao Jogo” do título em português chega bem a calhar, já que o matador precisa sujar as mãos de sangue novamente e se vingar dos homens que lhe fizeram mal. Para piorar as coisas, o líder da gangue é filho de um poderoso chefão russo, que colocará a cabeça de John Wick à prêmio.

A história do primeiro ‘John Wick’, escrita por Derek Kolstad, é levemente baseada num acontecimento real envolvendo o fuzileiro naval Marcus Luttrell – cuja biografia inspirou o filme ‘O Grande Herói’ (2013), com Mark Wahlberg. O militar acordou uma madrugada em sua residência no Texas com um tiro e correu para o jardim, somente para ver seu filhotinho de cachorro morto e quatro homens armados fugindo. Luttrell pegou suas armas e perseguiu os criminosos por quatro condados, até os bandidos serem presos. Originalmente também, John Wick era planejado como um personagem mais velho, na casa dos 60 anos de idade, e um ator que se encaixasse em tal perfil era buscado. No fim das contas, Keanu Reeves caiu como uma luva no papel.

03 | John Wick: Um Novo Dia para Matar (2017)

Toda continuação precisa ser maior e melhor. É o segredo de uma boa sequência. E é justamente isso o que o roteirista Derek Kolstad e o diretor Chad Stahelski fazem com ‘John Wick 2’, aumentando as apostas e criando uma trama internacional com direito a uma viagem para a Itália. Tendo voltando provisoriamente ao jogo, John Wick aproveita para pagar uma dívida com um mafioso italiano, mas termina virando alvo do próprio, que coloca uma recompensa em sua cabeça. De uma hora para outra, os maiores assassinos do mundo estão na cola do lendário matador, incluindo Cassian (Common) e Ares (Ruby Rose). Dessa vez é pessoal, e a luta é por sobrevivência. Mas no caminho, John Wick fará muitos corpos e reencontrará aliados, como Bowery King (Laurence Fishburne).

A continuação tem início em menos de uma semana em relação ao original na cronologia da história. O diretor revelou em uma entrevista que existiam diversos tratamentos para o roteiro, cada um contendo uma história diferente para o filme. Até mesmo uma em que John Wick precisava salvar sua filha (possivelmente uma que nunca conheceu) ou um novo interesse amoroso. Eventualmente, o roteirista e o diretor preferiram se concentrar no próprio Wick, o deixando como um herói solitário. O segundo ‘John Wick’ arrecadou o dobro do original e demonstrou verdadeiramente que a franquia tinha potencial. Foi aqui que John Wick se tornava verdadeiramente um personagem memorável para o gênero.

02 | John Wick 3: Parabellum (2019)

A graça dos filmes ‘John Wick’ é ver qual a nova gama de assassinos que os realizadores irão apresentar na caçada ao protagonista, e outros que irão ajuda-lo em sua missão. Fora isso, no terceiro longa a dupla de diretor e roteirista dos anteriores aprofundam ainda mais a trama, a deixando mais complexa em especial no que diz respeito ao submundo da organização criminosa da qual John Wick fez parte, suas regras e sua alta diretoria. Com os eventos do filme anterior, o protagonista terminou quebrando as regras e agindo dentro do santuário dos assassinos, um dos hotéis Continental – onde não pode haver qualquer tipo de confronto. Assim, neste terceiro filme, Wick se torna alvo dos antigos colegas e superiores, fazendo até os aliados lhe torcerem o nariz.

Uma das grandes adições do elenco é a veterana Anjelica Huston, que vive a diretora e uma das figuras mais poderosas na hierarquia desta casta. Outra adição é Mark Dacascos, herói de ação dos anos 90, que volta em plena forma para viver Zero, o arqui-inimigo e vilão mais cruel que John Wick havia enfrentado até então. Mas a cereja no bolo definitivamente é a vencedora do Oscar Halle Berry, no papel de Sofia, uma assassina e antiga aliada, que possui três cachorros pastores alemão quase tão ferozes quanto ela. Ela se une a John Wick para limpar sua barra, ou ao menos tentar. E quando achamos que estes filmes haviam chegado ao auge…

01 | John Wick 4: Baba Yaga (2023)

O quarto filme de ‘John Wick’ já é o mais elogiado pelos críticos, com 95% de aprovação da imprensa especializada. É como se a cada nova aventura o entusiasmo de todos aumentassem pelo personagem, sua jornada e também pelo ator Keanu Reeves. Com este quarto filme, a franquia deixa seu nicho e se torna mais popular do que jamais foi. É dito inclusive que inicialmente, após o lançamento do primeiro filme, o plano era por uma trilogia. Porém, os realizadores vendo a popularidade da franquia crescendo cada vez mais, perceberam o potencial da coisa e começaram a explorar mais profundamente a mitologia em torno do personagem, como por exemplo, dar ênfase à chamada “High Table”, da diretoria do crime, com os poderosos que comandam os assassinos mais letais do mundo. Como dito, o quarto ‘John Wick’ tem tudo para se tornar o mais rentável da franquia e seu maior sucesso.

Desta vez, o assassino continua em sua jornada para desmantelar a organização poderosíssima da qual um dia fez parte – e que parece não ter fim. Um novo lote de matadores está em sua cola, e ele precisará ser criativo na hora de despachá-los dessa para uma melhor – ou pior, quem sabe. Fora isso, a franquia ‘John Wick’ aproveita o seu sucesso para estender seus tentáculos. Mal foi lançado o quarto filme e o quinto já está confirmadíssimo, atualmente em fase de pré-produção. Como se não bastasse, John Wick e Keanu Reeves retornarão mais rápido do que se esperava em ‘Bailarina’, primeiro derivado da franquia no cinema, a ser estrelado por Ana de Armas (a atriz do momento), no papel de uma assassina em busca de vingança dos responsáveis por matar sua família. Diversos personagens dos filmes ‘John Wick’ darão as caras também.

Não pense você que acabou, pois esse ano ainda veremos a estreia da minissérie ‘The Continental‘, focada no famoso hotel da franquia ‘John Wick’, seus administradores e os hóspedes que por lá ficam. Quem encabeça o elenco é Mel Gibson.

Michael Cudlitz retornará a ‘The Walking Dead’; Saiba como!

O ator Michael Cudlitz retornará ao universo de ‘The Walking Dead‘, mas não dá forma que você pensa. Cudlitz voltará para dirigir o sétimo episódio da 9ª temporada.

Esta marcará a primeira vez que um ator da série terá a oportunidade de dirigir um episódio da mesma.

Para quem não lembra, seu personagem, Sargento Abraham, morreu no primeiro episódio da 7ª temporada, mas voltou a aparecer posteriormente em flashbacks.

Recentemente, a revista EW divulgou as primeiras imagens da nova temporada deThe Walking Dead. Confira:

A Fox divulgou os primeiros cartazes da 9ª temporada de The Walking Dead, que mostram Rick de cabelo mais curto e os demais sobreviventes em um local bem diferente.

Na imagem, Rick Grimes (Andrew Lincoln) e os sobreviventes aparecem em Washington DC., a capital dos EUA. Porém, um detalhe que quase passou despercebido foi o helicóptero no fundo da arte. Na 8ª temporada, Rick e Negan avistaram, em momentos diferentes, um misterioso helicóptero sobrevoando o lixão.

O destaque no cartaz parece indicar que a resolução deste mistério finalmente será entregue aos espectadores.

Confira:

Pela manhã, a showrunner de The Walking Dead, Angela Kang, confirmou no programa Kick-Ass Women of AMC que a 9ª temporada realmente terá um salto temporal de mais ou menos dois anos, assim como nas HQ’s.

“Estamos trabalhando para que a temporada tenha um ar renovado. E ela vai lidar com o tempo. Teremos um salto temporal na história, coisas novas.”, afirmou.

O primeiro trailer da próxima temporada será revelado na San Diego Comic-Con.

‘Grown-ish’: Segunda metade da 2ª temporada ganha teaser e previsão de estreia

O canal Freeform divulgou um teaser da segunda metade da 2ª temporada de ‘Grown-ish‘, que retornará com episódios inéditos em junho.

Confira:

A segunda temporada tem registrado uma média de 0.24 na demo, e um total de 556 mil espectadores. Em comparação com o ano anterior, há uma queda de apenas 10% na audiência.

Criada por Kenya Barris e Larry Wilmore, a série é um spin-off de ‘Black-ish‘.

A trama é centrada em Zoey (Shahidi), filha mais velha dos Johnson. A comédia mostra sua vida após entrar na faculdade, e discute tanto problemáticas adolescentes quanto outras complexidades das relações interpessoais no mundo contemporâneo.

Yara Shahidi, Trevor Jackson, Francia Raisa, Emily Arlook, Jordan Buh, Chloe Bailey, Halle Bailey e Luka Sabbat estrelam.

‘Good Girls’: 3ª temporada ganha data de estreia

A NBC finalmente anunciou quando a 3ª temporada de ‘Good Girls‘ será lançada. O próximo ano irá estrear no dia 16 de fevereiro.

Vale lembrar que a emissora encomendou 3 episódios extras para a próxima temporada, totalizando 16 episódios para o terceiro ano.

Crítica | Good Girls – Netflix lança deliciosa série com mulheres assaltantes

No Brasil, a série é lançada pela Netflix como uma produção original.

A série gira em torno de três mães suburbanas que estão passando por uma situação financeira difícil. Depois que uma série de contratempos as deixa desesperadas, elas decidem assaltar um mercado local, mas o valor do roubo excedeu suas expectativas. Logo, elas estarão metidas com um chefão do crime local, e essas “boas garotas” se encontrarão em um poço de decisões ruins.

Christina Hendricks, Retta, Mae Whitman, Matthew Lillard, Reno Wilson, Manny Montana, Lidya Jewett, Izzy Stannard e David Hornsby estrelam.

‘Manifest’: 2ª temporada já está disponível na GloboPlay!

A 2ª temporada da série ‘Manifest‘ já estreou na Globoplay! Todos os 13 episódios do segundo ciclo já estão disponíveis no serviço de streaming.

Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 3ª temporada.

Confira o teaser:

A segunda temporada registrou uma média de 0.68 na demo, e um total de 3.9 milhões de espectadores. Em comparação ao ciclo anterior, há uma queda de quase 50% na audiência.

Criada por Jeff Rake (‘Os Mistérios de Laura‘), a série é inspirada no desaparecimento do vôo 370 da Malaysia Airlines, em 2014.

Na trama, o voo 828 desaparece do radar e retorna cinco anos depois, quando o mesmo já tinha sido considerado perdido no fundo do mar. O tempo não passou para os passageiros do avião, enquanto que para seus familiares foram os piores anos de suas vidas. A série irá acompanhar a vida pessoal destes passageiros, assim como o mistério que os envolvem.

O elenco conta com Josh Dallas, Melissa Roxburgh, Athena Karkanis, J.R. Ramirez, Luna Blaise, Jack Messina e Parveen Kaur.

‘Pedro Coelho 2’ tem estreia adiada NOVAMENTE

A Sony Pictures adiou novamente a estreia da sequência ‘Pedro Coelho 2: O Fugitivo‘, dessa vez em apenas duas semanas.

Agora, o longa está programado para ser lançado no dia 18 de junho.

O anúncio foi feito pouco depois da Paramount Pictures ter substituído ‘Top Gun: Maverick‘ por ‘Uma Noite de Crime 5‘ no dia 2 de julho – final de semana em que ‘Pedro Coelho 2‘ anteriormente estava programado para estrear.

Confira o trailer:

Will Gluck retorna à direção da sequência, que é baseada na saga de livros infantis escrita por Beatrix Potter.

Depois que Bea e Thomas se casam e Pedro fica famoso por causa do sucesso dos livros infantis da Bea, o coelho decide fugir e encontrar aventuras longe de casa para se descobrir.

O elenco conta com o retorno de James Corden, Rose Byrne e Domhnall Gleeson.

‘Pânico’: Ataque no hospital, segredos familiares e máscara metálica em novos comerciais; Confira!

O aguardado ‘Pânico‘ (2022) ganhou três novos comerciais, que trazem cenas inéditas de um ataque no hospital, pistas sobre um segredo familiar e o Ghostface usando uma máscara metálica e um lança-chamas.

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Lembrando que a Paramount Pictures lança ‘Pânico‘ no Brasil no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.

O terror recebeu classificação indicativa “Rated R” pela MPAA.

Ou seja, nos EUA, menores de 17 anos só podem assistir ao filme na presença dos pais. A classificação se deu por “Forte violência sangrenta, palavrões e algumas referências sexuais”.

Todos os quatro filmes anteriores receberam a classificação indicativa Rated R.

Vinte e cinco anos após uma série de assassinatos brutais chocar a tranquila cidade de Woodsboro, um novo assassino se apropria da máscara de Ghostface e começa a perseguir um grupo de adolescentes para trazer à tona segredos do passado mortal da cidade, fazendo com que Sidney Prescott retorne para desvendar o mistério.

Pânico | Pontos importantes para prestar atenção no primeiro trailer – incluindo uma teoria que pode mudar a franquia

O elenco conta com o retorno de Neve CampbellDavid ArquetteCourteney Cox e Marley Shelton, além de introduzir os novatos Melissa BarreraDylan MinnetteJenna OrtegaMason GoodingKyle Gallner, Jack Quaid, Jasmin Savoy BrownMikey Madison.

Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett são os diretores.

O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.

Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais. 

‘Reservation Dogs’: Novos dramas no trailer LEGENDADO da 2ª temporada

O Star+ divulgou o trailer legendado da 2ª temporada de ‘Reservation Dogs‘, aclamada série de comédia criada pelo Taika Waititi.

Confira:

Infelizmente, a produção ainda não possui previsão para chegar ao serviço de streaming no Brasil.

Na trama, quatro adolescentes indígenas da zona rural de Oklahoma, Estados Unidos, passam seus dias cometendo pequenos crimes e lutando contra quem entrar no seu caminho. Tudo isso para juntarem dinheiro suficiente para saírem do interior direto para a Califórnia.

A série foi criada por Sterlin Harjo e Waititi.

O elenco conta com Elva Guerra, Sarah Podemski, D’Pharaoh Woon-A-Tai, Devery Jacobs e Paulina Alexis.

Liev Schreiber revela o VERDADEIRO MOTIVO de não voltar como Dentes-de-Sabre em ‘Logan’

Em entrevista ao GQ, Liev Schreiber revelou por que não retornou como o icônico vilão Dentes-de-Sabre na aclamada adaptação ‘Logan‘.

Apesar do personagem originalmente ter sido interpretado por Tyler Mane no live-action original dos ‘X-Men‘, o vilão ganhou um destaque maior através da interpretação de Schreiber no criticado ‘X-Men Origens: Wolverine‘.

“Eles nunca me pediram para retornar. Quero dizer, acredito que o personagem não fazia parte da história, sabe? Ele não iria aparecer. Eu teria amado retornar como o Victor [Creed], em qualquer momento, mas ele não fazia parte da narrativa que eles criaram.”

Anteriormente, o astro Hugh Jackman havia confirmado ter discutido com o diretor James Mangold sobre o retorno do Dentes-de-Sabre em ‘Logan‘: “Nós conversamos sobre isso. Liev Shreiber foi a melhor parte de ‘X-Men Origens: Wolverine’. Originalmente, aquele filme teria sido mais contido – e seguiria a história de dois irmãos –, mas o projeto mudou e tudo ficou muito mais grandioso.”

Vale lembrar que Jackman retornará como o Wolverine na sequência ‘Deadpool 3‘.

O elenco também vai contar com Brianna Hildebrand e Shioli Kutsuna reprisando seus papéis como Míssil Adolescente Megassônico e sua namorada, Yukio, respectivamente.

Morena Baccarin também estará de volta como Vanessa, o par romântico do Mercenário Tagarela nos dois primeiros filmes.

Karan Soni e Leslie Uggams também foram confirmados. Soni interpreta o carismático taxista Dopinder, já Uggams é a Cega Al, uma idosa com humor irreverente que serve como conselheira para o Deadpool.

Os atores se juntam a Hugh Jackman, que notoriamente voltará a interpretar o Wolverine após ter se aposentado do personagem.

Emma Corrin (‘My Policeman’) completa o elenco.

Zeb Wells foi escalado para escrever o roteiro.

Lembrando que ‘Deadpool 3‘ será lançado em novembro de 2024 e, embora isso pareça muito distante, a produção do filme vai começar em breve.

A direção fica a cargo de Shawn Levy (‘Stranger Things’).

O longa vai marcar mais uma colaboração entre Reynolds e Levy após ‘Free Guy: Assumindo o Controle‘ e ‘O Projeto Adam‘.

‘Kung Fu Panda 4’ ultrapassa US$ 260 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! Em menos de três semanas, a sequência ‘Kung Fu Panda 4‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 260 milhões nas bilheterias mundiais.

Atualmente, a produção se encontra no TOP 2 das maiores arrecadações do ano, atrás apenas de ‘Duna: Parte 2‘ (US$574.3M).

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 133.2 milhões. No mercado internacional, foram US$ 134.9 milhões – totalizando US$ 268.1 milhões mundialmente.

Com uma queda de apenas -44.3% em comparação ao final de semana anterior, a animação somou US$ 16.7 milhões ao seu montante – caindo para o TOP 3 das maiores arrecadações do final de semana no território norte-americano.

Vale lembrar que, apesar conquistado a menor média de aprovação da franquia no Rotten Tomatoes – com 72% de aprovação dos críticos –, o novo filme recebeu uma nota A- dos espectadores no CinemaScore.

Considerando que o orçamento do quarto filme foi de apenas US$ 85 milhões – significativamente inferior ao gasto dos filmes anteriores (orçados em torno de US$ 150 milhões) –, a nova sequência está no caminho certo para ser tornar um novo sucesso da franquia e do gênero em si.

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Nesta primavera, pela primeira vez em quase uma década, o astro da comédia Jack Black retorna ao papel de Po, o mestre de kung fu mais improvável do mundo, com um novo capítulo hilário da amada franquia de comédia de ação da DreamWorks Animation, ‘Kung Fu Panda 4‘.

Depois de três aventuras arriscando a vida para derrotar os mais poderosos vilões com sua coragem incomparável e incríveis habilidades em artes marciais, Po, o Dragão Guerreiro (Jack Black, indicado ao Globo de Ouro) é chamado pelo destino para… Ah, dá um tempo! Bem, para ser mais exato, Po foi escolhido para se tornar o Líder Espiritual do Vale da Paz.

A escolha é problemática por várias razões… óbvias. Primeiro, Po sabe tanto sobre liderança espiritual quanto sobre a dieta paleo(lítica). Além disso, ele precisa encontrar e treinar o mais rápido possível um novo Dragão Guerreiro antes de assumir sua nova imponente posição.

Pior ainda, recentemente, foi vista no Vale da Paz uma feiticeira perversa e poderosa, a Camaleoa* (Viola Davis, vencedora do Oscar), um pequeno lagarto-fêmea que pode se transformar em qualquer criatura, grande ou pequena. Camaleoa está de olho – com seus olhinhos brilhantes e gananciosos – no Cajado da Sabedoria de Po, que lhe daria o poder de trazer todos os vilões-mestres já derrotados por Po de volta ao reino espiritual.

Então, é claro, Po vai precisar de ajuda. Ele a encontra (mais ou menos?) na rápida e astuta ladra Zhen (Awkwafina, vencedora do Globo de Ouro), uma raposa-das-estepes que tira Po do sério, mas cujas habilidades serão inestimáveis. Em sua cruzada para proteger o Vale da Paz das garras reptilianas da Camaleoa, os dois vão formar uma inusitada dupla e aprender a trabalhar em parceria. Com isso, Po vai acabar descobrindo que os heróis podem surgir dos lugares e nos momentos mais inesperados.

Kung Fu Panda 4‘ tem direção de Mike Mitchell (Trolls, Shrek Para Sempre) e codireção de Stephanie Ma Stine (série She-Ra e as Princesas do Poder). Rebecca Huntley (Os Caras Malvados) assina a produção. Em 2008, ‘Kung Fu Panda‘, o capítulo inaugural indicado ao Oscar, tornou-se o filme de animação original de maior bilheteria da DreamWorks Animation e lançou uma franquia que arrecadou mais de US$ 1,8 bilhão nas bilheterias em todo o mundo.

Haley Atwell retornará como Agente Carter em ‘Vingadores 5’

De acordo com o Deadline, Hayley Atwell (‘Missão: Impossível – Acerto De Contas Parte 1’) retornará como a Agente Carter ao Universo Cinematográfico da Marvel em ‘Vingadores 5‘, intitulado ‘Vingadores: Apocalipse‘ (Doomsday).

A atriz havia reprisado recentemente o seu papel no MCU, como uma versão alternativa da personagem, em ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘.

Vale lembrar que Chris Evans (‘Operação Natal’) também teve o seu retorno confirmado. Segundo rumores, ele interpretará o Nômade – uma identidade alternativa adotada pelo Steve Rogers após ele abandonar o título de Capitão América.

Robert Downey Jr., intérprete original do Homem de Ferro, retornará como o vilão Doutor Destino.

Joe e Anthony Russo serão responsáveis pela direção.

Enquanto ‘Vingadores: Apocalipse‘ está programado para no dia 1º de maio de 2026, a sequência ‘Vingadores: Guerras Secretas‘ está prevista para maio de 2027.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Song Sung Blue: Um Sonho a Dois

(Song Sung Blue)

 

Elenco:

Hugh Jackman
Kate Hudson
Michael Imperioli

 

Direção: Craig Brewer

Gênero: Drama

Duração: 133 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 30 milhões

Estreia: 29 de Janeiro de 2026

Sinopse: 

Em SONG SUNG BLUE: UM SONHO A DOIS, dois músicos azarados formam uma animada banda tributo a Neil Diamond, provando que nunca é tarde para encontrar o amor e seguir seus sonhos.

Crítica: 

Crítica | Song Sung Blue: Um Sonho a Dois – Kate Hudson e Hugh Jackman EMOCIONAM em Surpreendente Drama Musical

Curiosidades: 

SURPRESA! Kate Hudson conquista indicação ao Oscar por ‘Song Sung Blue’

‘Song Sung Blue’: Drama estrelado por Kate Hudson conquista 78% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as avaliações!

» Inspirado em uma história real, o longa é baseado no documentário homônimo de 2008;

Prêmio SongPOP 2025 | Lady Gaga, Liniker e mais na lista de VENCEDORES da nossa premiação!

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Supergirl e Superboy na nova abertura da 3ª temporada de ‘Minhas Aventuras com o Superman’; Confira!

O canal Adult Swim divulgou a nova sequência de abertura da 3ª temporada da aclamada série animada ‘Minhas Aventuras com o Superman‘ (My Adventures with Superman).

O próximo ciclo irá introduzir uma nova ameaça: o Superciborgue. Mas o Homem de Aço não terá que enfrentá-lo sozinho – ele contará com a ajuda da Supergirl e do Superboy.

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A nova temporada será estreará oficialmente no dia 13 de junho.

Wyatt reforçou que a continuidade da produção sempre foi uma prioridade: “Quero deixar claro que o estúdio sempre apoiou muito e estava pronto para fazer. Só precisávamos que tudo se alinhasse”.

Jack Quaid, responsável por dar voz ao Homem de Aço, também celebrou o retorno e agradeceu ao público: “Quero agradecer aos fãs, que foram incríveis. É uma temporada muito boa, divertida, mas com apostas muito maiores”.

A temporada trará figuras clássicas da DC com novas roupagens:

  • Cyborg Superman: Hank Henshaw, já introduzido anteriormente, retorna como o vilão logo no início. Esta versão terá uma ligação direta com Lex Luthor.
  • Superboy (Conner Kent): O personagem aparecerá com seu visual icônico inspirado nos anos 90 e terá um papel complexo ao longo da trama.
  • Aço (John Henry Irons): Confirmado na temporada, embora com uma participação menor, possivelmente preparando terreno para um destaque maior no futuro.
  • Erradicador: O surgimento do personagem é mantido sob sigilo, reservado como surpresa para a estreia.

Apesar das referências, Wyatt explicou que a série manterá sua identidade própria, sem ser uma cópia fiel do material original: “Não será uma repetição da história original. A ideia é explorar o que significa ser um Superman. O interessante é ver impostores com os mesmos poderes, mas valores diferentes”.

Minhas Aventuras com Superman’ está disponível na HBO Max.

“A história segue Clark enquanto ele constrói sua identidade secreta como Superman e explora suas próprias origens misteriosas. Lois, a caminho de se tornar uma repórter famosa, se junta ao fotógrafo Jimmy Olsen para divulgar as histórias que importam. Enquanto isso, Clark e Lois estão se apaixonando, ela se aproxima cada vez mais de descobrir sua identidade secreta! Compartilhando aventuras, o trio derrota bandidos, tropeça em segredos e descobre o que significado do heroísmo”, diz a sinopse.

Fox faz estudo sobre a influência do Rotten Tomatoes na escolha do público

A popularidade do site Rotten Tomatoes tem atingido níveis grandiosos ao longo dos anos. Cada vez mais influente para os fãs do cinema, o portal é considerado um dos maiores termômetros da indústria cinematográfica, filtrando as críticas especializadas dos veículos mais consagrados, bem como a do próprio público.

Pensando na grande relevância que o RT possui na decisão de consumo da geração conhecida como “millenial”, a 20th Century Fox organizou um estudo chamado ‘Rotten Tomatoes and Box Office’, no qual eles avaliam o poder de influência que o site e a internet em si possui na escolha dos jovens consumidores na hora de ir ao cinema.

O estudo independente concluiu que:

“O poder do Rotten Tomatoes do boca-a-boca só se fortalecerá ainda mais. Muitos millenials e até mesmo a Geração X tem vetado todo tipo de compra pela internet, sejam restaurantes, videogames, maquiagem, produtos eletrônicos ou filmes. À medida que eles envelhecem e constituem uma fatia ainda mais maior de pessoas que vão ao cinema, é improvável que este comportamento mude”.

Você se baseia na média do Rotten Tomatoes para escolher um filme que irá assistir? Nos conte abaixo!

‘American Animals’: Evan Peters e três amigos planejam um roubo no trailer

A cinebiografia ‘American Animals’, estrelada por Evan Peters (‘American Horror Story’), ganhou um novo trailer.

Confira:

Dirigido por Bart Layton (‘O Impostor’), ‘American Animals’ é baseado na história real de quatros amigos que tentam realizar um assalto descaradamente.

A produção estreou durante o Festival de Cinema de Sundance e em março foi exibido no SXSW.

Além de Peters, o thriller ainda conta com Barry Keoghan, Blake Jenner, Jared Abrahamson e Ann Dowd.

American Animals’ estreia em primeiro de junho nos Estados Unidos.

Crítica | The Mustang: Atuações poderosas em drama inspirador sobre recomeços

Fadado ao ostracismo, um criminoso não possui muitas alternativas, uma vez condenado. Reduzido a cômodos muitas vezes insalubres e apertados, sua vida passa a se resumir à contagem de dias para um futuro quase inexistente. Segundas chances são raríssimas, quando existem, e bons resultados são uma esperança muito pequena, de vidas que foram eliminadas pelas péssimas escolhas feitas no passado. The Mustang, novo filme da cineasta Laure de Clermont-Tonnerre, projeta uma luz diferente aos detentos, trazendo um programa real aplicado nas penitenciárias norte-americanas como instrumento narrativo que conta a história fictícia de um homem que, em sua essência, é um extrato de uma série de bons testemunhos reais.

Problemas de ira, péssimo temperamento e o peso do passado são as marcas expostas nas feições e na identidade de Roman Coleman. Pela brilhante caracterização do ator belga Matthias Schoenaerts (Operação Red Sparrow), conhecemos uma figura carrancuda, de meias palavras e expressividade assustadora. Afastando a todos com apenas um olhar, ele é o retrato de um homem que perdeu a cabeça em casa e aceitou o gosto amargo de uma vida absolutamente reclusa do convívio social. Internalizando as consequências da violência doméstica cometida, junto a todos os seus próprios traumas não revelados, ele parece ser a péssima escolha para um programa de reabilitação, que traz prisioneiros com bom comportamento para o campo aberto, onde eles devem aprender a adestrar os cavalos selvagens da raça Mustang. Símbolo da cultura americana, o animal é de espírito livre, quase incontrolável, e um excelente teste de paciência para homens nervosos.

Se esgueirando no programa sem perceber, Roman é incubido de adestrar o mais temível de todos os cavalos presentes. Raivoso e tempestuoso, ele é indomável. Sua forte personalidade entra em conflito com a deste homem, delicado como um cavalo. Duas bombas prestes a explodir, a combinação eclode em um encontro caótico, seguido por uma profunda experiência de aprendizado. Nas relações humanas, o detento pode muito bem ser um fracasso, mas sua comunicação não verbal acaba se encaixando naturalmente na linguagem corporal de Marcus, o selvagem que agora possui um nome. Essa relação inimaginável vai permitir que o homem, que carrega a culpa do arrependimento do crime que cometeu, desenvolva uma sensibilidade inesperada, aprendendo também a lidar com seu emocional de maneira profunda. Como uma espécie de psicologia reversa, a experiência de aprender a se comunicar com um animal abre brechas para a construção de uma nova pessoa, mais esperançosa e determinada a fazer as pazes consigo mesma e com sua família.

Ainda que perdoar um criminoso seja uma tarefa extremamente difícil, The Mustang mostra uma perspectiva mais sensível desta fatia da população que frequentemente é jogada à deriva. Esquecidos pela maior parte da sociedade, eles são naturalmente vistos como párias. Mas pelas lentes de Clermont-Tonnerre, aprendemos tanto quanto Roman. À medida que ele desenvolve uma empatia real por Marcus – abrindo brechas para uma cura genuína, nós também caminhamos no mesmo sentido em relação a ele. De repente, nossa percepção preto no branco começa a ganhar tonalidades em cinza, ganhando mais cores a cada novo quadro do filme. Com uma direção emocional, que faz de Mathias o grande destaque na tela, luz natural, sombras e expressividade se entrelaçam, entregando um drama completo.

Com um roteiro inspirado em histórias reais de detentos que viram suas vidas mudarem graças ao programa de adestramento de cavalos, The Mustang não deixa de ser um serviço de utilidade pública, projetando os holofotes para uma iniciativa pouco compartilhada e conhecida. Presente em estados como Wyoming, Nevada e Califórnia, a iniciativa ainda é um sopro de esperança a homens que foram rejeitados pelos seus. E sem eximi-los da responsabilidade que possuem pelos crimes que cometeram, a produção não visa distorcer os erros do passado, mas os apresenta como seres frágeis que podem ter uma chance de recomeçar, apesar de tudo. Em remissão, eles estão em constante tratamento e são cuidados de perto por seus cavalos, isentos de qualquer julgamento ou preconceito.

Com um design de produção que trabalha bem os átrios das prisões e uma bela fotografia que explora os planos abertos com muita luz, The Mustang é uma história inspiradora sobre recomeços. Trazendo Schoenaerts em uma atuação impactante, digna de indicações, o drama toca no mais profundo da alma, incomodando também nossa percepção retrógrada de que detentos não podem ter novas chances. Como um filme que promove uma reflexão inerente em qualquer ser humano capaz de desenvolver empatia, ele é uma obra-prima do cinema contemporâneo, nos lembrando porque a sétima arte transcende sua própria definição.

Coronavírus | Saturday Night Live é adiado indefinidamente

O aclamado e mais antigo programa de comédia da TV norte-americana, Saturday Night Live, foi adiado de forma indefinida, em virtude da pandemia do Coronavírus. A informação foi confirmada pelo site EW.

Segundo a publicação, a decisão vem como um reflexo da medida imposta pela prefeitura de Nova York, onde o programa é gravado. A determinação da gestão municipal impera que eventos com mais de 500 pessoas, restaurantes, cinemas, bares, casas noturnas e casas de shows sejam fechados até segunda ordem.

A mais recente edição do programa de sketches fora exibida no dia 07 de março e trazia Daniel Craig como o apresentador convidado e o cantor The Weeknd como o artista que se apresentaria à noite.

O episódio seguinte, que seria exibido no dia 28 de março ao vivo, foi cancelado. Os convidados da vez, John Krasinski e Dua Lipa, terão que esperar um pouco mais para suas devidas participações.

 

‘Demi Lovato: Dancing With The Devil’: Documentário da artista ganha PODEROSO trailer; Assista!

Em 2018, o mundo foi surpreendido pela terrível notícia de que Demi Lovato teria sido internada, após sofrer uma overdose dentro de casa.

E desde então, a artista tem passado por um processo revigorante de transformação, cura e autodescoberta. Essa jornada, será aborda em sua totalidade no documentário ‘Demi Lovato: Dancing With The Devil‘, produzido pelo YouTube.

A produção, que estreia no Festival South by Southwest, ganhou o seu primeiro e poderoso trailer.

Assista:

Confira a sinopse oficial:

Demi Lovato não esconde nada nesse impactante documentário dividido em quatro partes, que explora os aspectos que levaram à overdose que quase lhe tirou a vida em 2018, e o despertar que veio a seguir. O diretor Michael D. Ratner obteve um acesso sem precedentes à jornada pessoal e musical da estrela durante o período mais difícil de sua vida, na medida em que ela revela traumas antigos e descobre a importância de sua saúde física, emocional e mental. Muito mais do que uma análise que ultrapassa a superfície de celebridade, este é um retrato íntimo do vício e do processo de cura e empoderamento.

Michael D. Ratner assume a direção de ‘Demi Lovato: Dancing With The Devil‘.

Primeiras Impressões | The Marvelous Mrs. Maisel: 4ª temporada promete novas rupturas e piadas ácidas sobre o machismo

Entre a acidez e a delicadeza de uma personagem tão contrastante, existe uma nova Sra. Maisel que parece estar surgindo diante dos olhos da audiência na 4ª temporada da aclamada série de comédia The Marvelous Mrs. Maisel. Aqui, logo em seus dois primeiros episódios, a ex- dona de casa que se torna uma comediante stand-up não deve apenas provar-se como uma artista em um mundo masculino. Dessa vez, os conflitos sociais pouco aprofundados do ciclo anterior voltam a bater à porta, nos lembrando que talvez a criadora Amy Sherman-Palladino esteja pronta para levar sua narrativa para caminhos mais sombrios.

Sob a sombra de uma performance poderosa – mas catastrófica e que lhe custou sua turnê internacional -, Midge Maisel retoma sua trajetória como uma mulher em confronto, não apenas por suas honestas piadas, mas também pelos reflexos delas. Após expor a vida íntima do cantor Shy Baldwin (LeRoy McClain) nos palcos, a impulsiva comediante deve recolher os cacos de suas escolhas, à medida em que enfrenta as reações de uma comunidade artística nada preparada para lidar com o humor feminino. Mas como alguém que há muito tempo decidiu não se calar mais, a comediante prepara o seu triunfante comeback sem o mesmo glamour de seus figurinos sempre impecáveis, mas sob a premissa de que dali novos debates sobre misoginia, machismo e feminilidade sejam levantados.

E em seus dois primeiros episódios, ainda é incerto dizer para onde Palladino pretende nos levar. Enquanto as suas duas primeiras temporadas reverberaram não apenas por seu ácido e apurado humor, mas também pelos contrastes entre a vida doméstica e o submundo do stand-up nos anos 60, o terceiro ciclo nos deixou um tanto à deriva. Repetindo sua fórmula do passado, The Marvelous Mrs. Maisel acertou por entregar uma impecável combinação de design de produção, figurino e piadas, mas pecou por entregar uma trama rasa em termos socioculturais. Enquanto acompanhávamos sua aventura por novas fronteiras ao lado do cantor negro Shy Baldwin, pouco vimos dos desafios se der um homem preto e gay viajando pelo mundo.

Mas pequenos fragmentos do início da nova temporada indicam que os ares devem mudar. Conforme vemos nossos personagens amadurecerem diante dos nossos olhos, percebemos ainda a chegada de um tempo de ruptura para cada um deles, o que pode ser revigorante para o elenco bem como para a audiência. E sob as poderosas performances de Rachel Brosnahan, Alex Borstein e Tony Shalhoub, The Marvelous Mrs. Maisel segue em boas mãos, como uma deliciosa comédia que possui um timing certeiro em seu humor, conforme presenteia a audiência com uma riquíssima e nostálgica experiência televisiva, que emana uma beleza plástica em cada detalhe. E ainda que alguns ajustes narrativos sejam necessários, a série de Sherman-Palladino continua sendo um daqueles raros e tão valiosos respiros no tempo, que exalam originalidade e autenticidade em meio a tantas repetições de gênero.

Crítica Netflix | Meu Eterno Talvez – Keanu Reeves rouba a cena em divertida comédia romântica

Embora tenha como atores principais os descendentes asiáticos Randall Park e Ali Wong, Meu Eterno Talvez (Always Be My Maybe) não é um filme sobre questões étnicas, mas um sinal de novos tempos e rostos no cinema. Após o sucesso estrondoso de Podres de Ricos (2018), atores asiáticos destacam-se em histórias sem enredos históricos ou culturais, como o relacionamento dos amigos Sasha (Wong) e Marcus (Park). Ainda que as piadas sobre o comportamento dos pais coreanos estejam presentes, a abordagem soma pontos à comédia romântica.

Amigos de longa data, Park e Wong escreveram juntos o roteiro e, provavelmente, este é o segredo para Meu Eterno Talvez ser uma comédia romântica divertida e agradável para ser vista mais de uma vez. Como um projeto de longa data realizado graças à Netflix, a obra acompanha o nascimento da amizade entre os protagonistas nos anos 90, até a adolescência quando os dois têm a sua primeira experiência sexual em um Toyota Corolla e o encontro acaba no Burger King.

Os aspectos do início do filme são tocantes pela apreciação de ambos crescerem juntos e se apoiarem nos momentos difíceis, tanto quanto constrangedores com a chegada da puberdade e, consequentemente, o sexo entre eles. O promissor casal, no entanto, separa-se e 20 anos depois se reencontram com vidas completamente diferentes. Como toda comédia romântica, o final não é o mais importante, o sabor está na trajetória do casal, os diálogos e os momentos entre eles.

Comediante de palco com um discurso sobre a jornada tripla da mulher como mãe, esposa e profissional, Ali Wong consegue concentrar toda as atenções em suas falas. Quando ela declara “Não acredito que desperdicei os meus melhores anos reprodutivos com você” ao terminar um relacionamento, a atriz aflora os jargões da comediante do palco. Seu tom cômico dominante é um contraponto com o posicionamento acanhado, porém divertido, de Radall Park.

Por muitas vezes coadjuvante no cinema, Park surpreende com carisma e charme no papel de galã, mesmo tendo os estonteantes pretendentes de Sasha em jogo. Seguindo a cartilha dos romances, os personagens são completamente díspares, mas se convencem que são melhores juntos. Para o deleite do público, até eles perceberem-se apaixonados temos a presença de Jenny (Vivian Bang), atual namorada de Marcus, uma espécie de Janice (Maggie Wheeler) do seriado Friends (1994–2004). Quem não lembra idas e vindas com Chandler (Matthew Perry) e sua voz afetada?

Voltando ao longa, Sasha Tran é uma famosa chef e empreendedora de volta à cidade natal de Los Angeles para abrir mais um restaurante. Nesta visita ao passado, ela reencontra o primeiro amor e amigo Marcus. Enquanto ela abandonou suas origens, ele continua a morar na mesma casa, trabalha na empresa do seu pai Harry (James Saito) e a tocar na mesma banda do Ensino Médio. Em outras palavras, Marcus nunca saiu da sua zona de conforto e leva a vida de forma simples.

Para temperar esse reencontro, os coadjuvantes também roubam a cena. Se de um lado o pai de Marcus insinua que Sasha é o seu futuro, a amiga e assistente Veronica (Michelle Buteau) mexe os seus pauzinhos para a dupla se acertar. Contudo é Keanu Reeves, em uma versão caricata e hilária de si mesmo, que suspende o público do assento e o entretém por longos minutos de júbilo cinematográfico. A participação especial do ator é o ápice do filme e também o arremate final, obrigando todos assistirem aos crédito enquanto Radall Park canta a ótima canção “I Punched Keanu Reeves” com a sua banda Hello Peril.

Vale destacar ainda a química entre os protagonistas, ambos conseguem remontar, aos seus moldes, a cena clássica do final de Um Lugar Chamado Notting Hill (1999) de forma sensível, mas sempre humorada. Até os não apreciadores de comédias românticas vão curtir Meu Eterno Talvez, seja pelo o tom cômico em todos os momentos, seja pelo cenário perfeito para trazer romance ao patamar menos idealizador e mais palpável.

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Membros da Ordem Negra serão dublados por astros famosos

Durante uma entrevista ao Vulture, o chefão da Marvel, Kevin Feige, foi perguntado sobre os dubladores dos membros da Ordem Negra de Thanos. Apesar de não dar muitos detalhes, o produtor sugeriu que serão atores conhecidos.

“Escolhemos pessoas muito interessantes para as vozes da Ordem Negra. Acredito que todos vão reconhecer rapidamente quando o filme chegar aos cinemas”

Confira uma prévia:

Comercial da Disney revela armadura completa do Homem de Ferro em ‘Guerra Infinita’; Vem ver!

Vingadores: Guerra Infinita chega em 26 de abril de 2018 e Vingadores 4 tem estreia marcada para 2 de maio de 2019.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ mostrará a dor e sacrifício dos heróis, diz diretor

‘Titãs’: Figurinos da série da DC são exibidos na Comic-Con 2018; Confira!

A série ‘Titãs’, da DC, teve cartazes individuais dos personagens avistados na San Diego Comic-Con 2018. Neles, temos os heróis em seus respectivos visuais civis. Além disso, há também uma exposição com os figurinos dos heróis. Confira:

 

A produção deve ser lançada ao final de 2018, junto ao lançamento do streaming DC Universe.

A equipe da DC surgiu pela primeira vez em 1964, como uma equipe de jovens heróis, ainda com o nome de Turma Titã. A série, prevista para estrear em 2018, reunirá os justiceiros Asa Noturna, Estelar, Mutano, Ravena e a dupla Columba e Rapina.

O programa é de autoria de Greg Berlanti, produtor deArrow’, ‘The Flash’, ‘SupergirleLegends of TomorrowLindsey Gort também está no elenco. A série terá Akiva Goldsman (‘Star Trek: Discovery’) e Geoff Johns na equipe de roteiristas dos 13 episódios.

Brad Anderson (Fringe) dirigirá o piloto. Confira algumas imagens oficiais:

Brenton Thwaites será Dick Grayson (Asa Noturna)

Ryan Potter será o Mutano:

Teagan Croft viverá a Ravena:

Anna Diop será a Estelar:

Minka Kelly será Columba:

Alan Ritchson no papel de Rapina:

Crítica | ‘Ms. Marvel’ introduz personagens esperados, mas sofre com ritmo irregular

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS]

Se você ainda não assistiu aos seis episódios de Ms. Marvel, evite esta matéria, pois ela contém spoilers.

Recheada de polêmicas desde que começaram os vazamentos, a série da Ms. Marvel tinha tudo para ser unanimidade, mas os rumos escolhidos acabaram dividindo os fãs. No entanto, se há um ponto no qual todos concordam é que o ritmo da série foi complicado de acompanhar. Os primeiros capítulos mantiveram uma pegada interessante de seriado adolescente do Disney+, o que conquistou logo de cara. Porém, quando a trama passou a explorar mais o passado da Kamala Khan, todo o resto foi deixado de lado e os novos personagens que a auxiliam não foram tão interessantes quanto os que foram inicialmente introduzidos.

Mas antes de falar dos pontos negativos, a protagonista do show, Iman Vellani, que dá vida à Kamala/ Ms. Marvel, foi um achado. Sua atuação é muito segura e traz uma empolgação muito bem-vinda ao Universo Cinematográfico Marvel. Ela encarna a Kamala Khan com tanta facilidade, que faz parecer um trabalho fácil. E como esse foi seu primeiro trabalho de relevância, vai ser difícil se desassociar da personagem, que faz dela uma referência para o MCU nos próximos anos. É impossível ver a menina em tela e não se encantar com seu talento e carisma.

E como a produção fez dela uma X-Men, não uma integrante dos Inumanos, pode esperar que a menina ainda fará muitas aparições nos próximos anos. Além de The Marvels, é bem provável que ela apareça em pelo menos mais uns quatro filmes ou séries, já que o estúdio está apresentando esse tanto de heróis crianças/ jovens em suas produções.

O elenco de apoio também é muito bom. Os coadjuvantes também esbanjam carisma e ostentam um núcleo próprio que é muito interessante, quando a série decide dar atenção a eles, é claro. Além disso, a relação entre Kamala e Bruno é maravilhosa de ver. A duplinha ostenta uma química colossal que enche os olhos. O trabalho deles faz realmente o público acreditar que são melhores amigos há anos e anos.

A questão familiar que envolve a vida dos Khan nos Estados Unidos, enfrentando preconceitos e uma luta própria para manter suas crenças e tradições vivas, é muito interessante. A princípio, essa diferença deles para a filha é bem intensa – chegando até a chocar em certos momentos -, mas traz um conflito muito bom para a trama.

Seguindo essa pegada de conflito cultural de uma Kamala que cresceu nos EUA, mas precisa manter as tradições da família, a série adapta elementos culturais que ligam o heroísmo da protagonista a suas raízes. Assim, o símbolo do raio e o nome da personagem – que eram apenas homenagens genéricas à Capitã Marvel nas HQs – se tornou uma variação do nome da Kamala em sua língua original, ela ganhou um tecido ligado aos guerreiros paquistaneses, e seu traje de herói, lindíssimo, foi feito por sua mãe após aceitá-la como ela é. Da mesma forma, a máscara da Ms. Marvel foi feita pelo próprio Bruno, dando a ela uma ligação com os amigos.

Infelizmente, apesar do início promissor, a série foi se perdendo na reta final com uma trama confusa sobre viagem no tempo e com os novos vilões, os Djinn. Tudo bem que a Marvel não tem lá um histórico de tantos vilões bem desenvolvidos ou interessantes nas telonas, mas essa questão dos Djinn foi nível Malekith de porcaria. O arco deles foi insuportavelmente anticlimático, servindo apenas para ocupar tempo de tela e tentar trazer uma sensação de perigo para a jornada de autoconhecimento – sem sucesso. Tudo que permeia eles é insuportável, sem conseguir manter o público minimamente interessado por eles. E sabe o que é pior? Eles vêm do nada e terminam em lugar nenhum. O impacto deles para o universo e para a própria série é praticamente nulo, já que a ameaça final sequer são eles.

Já os poderes da Kamala, que causaram polêmica quando foram alterados, inicialmente não comprometeram. O problema é que ela pouco usava eles. E no último episódio, quando ela passa a usá-los com plena capacidade, veio um incômodo por conta do CGI. Talvez se mantivessem os poderes de esticamento corporal, tivesse ficado ainda pior. Mas não dá para aceitar que uma produção com orçamento de cinema faça cenas tão artificiais quanto essas. Ms. Marvel é o alerta que a Marvel precisa entender para enfim se tocar que qualidade é melhor que quantidade. Porque eles arriscam comprometer futuras boas histórias se mantiverem essa computação gráfica de videogame dos anos 2000.

Outra frustração é no quesito desenvolvimento. Se eles queriam trabalhar a Ms. Marvel como uma mutante, por que deixar essa revelação para a última cena da série de forma completamente apressada? Quer dizer, a revelação poderia ser feita na última hora sem problemas, mas que trabalhassem no Bruno estudando a questão, criando um mistério no ar mesmo. Do jeito que trouxeram, só ficou jogado mesmo.

Sobre o arco no Paquistão, ele traz uma representatividade muito grande, mas até nele há um desenvolvimento complicado. As cenas do passado da família tinham elementos interessantes que foram mostrados superficialmente. A paixão da bisavó de Kamala pelo bisavô humano tinha tanto potencial, só que optaram por trazer cenas básicas e rápidas para abordar a origem desinteressante dos Djinn. Uma história de amor capaz de fazer com que uma mulher renegasse sua própria espécie para ficar em um planeta estranho com um humano é muito mais interessante do que um grupo de ETs irrelevantes banidos que querem abrir um portal pra voltar pra casa.

Há também uma conexão com os Kree, ligando a Ms. Marvel à Capitã Marvel (Brie Larson), que é bem interessante e deve render uma história bem interessante em The Marvels. É uma pena que a personagem só tenha aparecido na pós-créditos, mas ainda assim é o bastante para ligar as duas e criar certa ansiedade para o filme. Isso sem contar que a Capitã parecia estar investigando os Dez Anéis do Shang-Chi, então talvez haja ainda mais conexões nesses próximos projetos.

Enfim, fazendo uma avaliação geral da série, fica a impressão de que a história seria melhor adaptada em um filme de pouco mais de 2h de duração. Também fica a sensação de que se mantivessem a pegada adolescente do início o resultado seria melhor. Mesmo assim, pelo talento da jovem Iman Vellani e da qualidade intrínseca à Ms. Marvel, que é uma personagem muito boa em todas as mídias, é bem provável que milhões de pessoas que não conheciam a personagem tenham se apaixonado e agora sejam fãs. Ou seja, é uma série com todos os erros da atual Marvel, mas que também reúne algumas das melhores qualidade do estúdio. Infelizmente, os acertos não eximem os erros, fazendo de Ms. Marvel uma série na média.

Nota: 6.

Ms. Marvel está disponível no Disney+.

Crítica | Assassino Sem Rastro – Liam Neeson Estrela Filme de Ação em que NÃO é Protagonista

Um dos fantasmas que ronda os atores de filmes de ação em Hollywood é o tempo. Enquanto são jovens, bonitos e ágeis, é muito fácil estrelar e ganhar papéis de explosão, corrida e tiroteio. Porém, o tempo passa, e Hollywood é cruel. Os papéis vão diminuindo de oferta e de espaço, e começa a ficar difícil de se manter. Enquanto a solução para muitos é envergar para outros gêneros, como a comédia e o romance dramático, para atores como Liam Neeson a única opção é seguir na ação até o fim. E nesse fim de semana ele chega aos cinemas brasileiros com seu mais novo longa, ‘Assassino Sem Rastro’.

Alex Lewis (Liam Neeson) é um assassino de aluguel que já está querendo parar com sua carreira, pois enfrenta um grave problema pessoal: sentindo-se cansado, ele começa a enfrentar os primeiros sinais do Alzheimer, e, enquanto realiza os serviços, acaba tendo lapsos de memória. Quando o poderoso Mauricio (Lee Boardman) o chama no México para mais uma missão, Alex titubeia, mas acaba topando. Porém, quando chega em El Paso e descobre que a missão é assassinar uma jovem garota de apenas 13 anos, ele se recusa a seguir adiante, o que desperta não só a fúria da riquíssima Davana Sealman (Monica Bellucci), como também desperta a atenção dos investigadores Vincent Serra (Guy Pearce) e Amisted (Taj Atwal), que passam a perseguir o assassino na tentativa de relacionar este caso com o do assassinato do empresário Ellis Van Camp (Scot Williams).

Com longas duas horas de duração, ‘Assassino Sem Rastro’ passa a sensação de ser a junção de dois roteiros aleatórios reunidos pelos produtores para criar um único filme. O resultado é uma bagunça narrativa que só confunde o espectador, e perde uma grande oportunidade de ser diferente. Por um lado o roteiro de Dario Scardapane começa acompanhando Alex (e, portanto, passamos a entender esse personagem como protagonista da história), mostrando suas primeiras dificuldades com o Alzheimer; porém, ficamos por aí mesmo, sem nos aprofundarmos no drama desse assassino idoso que tenta manter sua missão ao mesmo tempo em que a doença o prejudica. Por outro lado, depois de quase quarenta minutos com o protagonista errado, o filme de Martin Campbell gira o eixo e foca na investigação policial – que, por sua vez, traz um quebra-cabeças tão disperso, que custa para o espectador conseguir encaixar todos os elementos sozinho e entender a estrutura do longa.

Baseado no livro de Jef Geeraerts e Carl Joos, ‘Assassino Sem Rastro’ é um filme de ação confuso, bagunçado e que não se decide se quer ser do gênero ação ou se suspense policial. Dessa instabilidade, saem prejudicados os atores, com um Liam Neeson mal aproveitado e com aspecto cansado, um Guy Pearce em papel secundário, quando, na verdade, era para ser o principal e uma Monica Bellucci congelada, como se estivesse com torcicolo o tempo todo. Com um elenco de peso e uma história que poderia provocar uma ótima aventura de ação com suspense psicológico se focasse do drama intelectual do matador de aluguel, ‘Assassino Sem Rastro’ é mais um filme policial do que um dos clássicos filmes de bangue-bangue de Liam Neeson.