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‘Ainda Estou Aqui’ se torna a 6ª MAIOR bilheteria de um filme nacional

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Ainda Estou Aqui‘ se tornou um fenômeno nas bilheterias após as indicações ao Oscar, e acaba de se tornar a 6ª maior bilheteria do cinema nacional.

O filme já arrecadou impressionantes R$ 87,3 milhões, atraindo mais de 4 milhões de espectadores para as salas de cinema.

Confira o TOP 6:

1. Minha Mãe É Uma Peça 3 (R$ 143 milhões)
2. Minha Mãe É Uma Peça 2 (R$ 124 milhões)
3. Nada a Perder (R$120 milhões)
4. Os Dez Mandamentos – O Filme (R$116 milhões)
5. Tropa de Elite 2 (R$104 milhões)
6. Ainda Estou Aqui (R$87,3 milhões)

Aclamado, o filme tem 96% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Os críticos elogiaram amplamente o filme, destacando a forma humanizada com que retrata os eventos reais, bem como o desempenho notável do diretor Walter Salles e da atriz Fernanda Torres.

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Ainda Estou Aqui é um filme envolvente e profundamente tocante, que revela uma rica camada de emoção. Sem dúvida, é uma das melhores obras de Salles”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“O excelente filme de Walter Salles, baseado em fatos reais — uma vez que ele foi amigo da família Paiva na adolescência — é um tributo profundo e comovente a uma mulher e sua família notáveis”, disse Wendy Ide do Screen International.

“Fazer com que o destino desta casa bem equipada, de classe média alta, remeta ao de um Brasil cada vez mais oprimido pode parecer uma metáfora forçada, mas o empenho de Salles na direção é notável por sua elegância e realismo”, disse Stephanie Bunbury do Deadline.

“Clássico na forma, mas radical na empatia, I’m Still Here (Ainda Estou Aqui) talvez não precise das seções adicionais que alteram um pouco o ritmo emocional. Mas, por outro lado, esses personagens são tão vívidos que não queremos deixá-los também”, disse Jessica Kiang da Variety.

Fernanda Torres oferece uma atuação que, sem dúvida, será aclamada como um dos maiores marcos de sua carreira e, provavelmente, a tornará mais reconhecida internacionalmente”, disse Nicholas Bell da IonCinema.

“O respeito que ele demonstra pela família Paiva, com a qual mantém uma relação próxima, comprova que ele foi a escolha certa para este filme”, disse Robert Ruggio do AwardsWatch.

“O relato baseado em fatos de [Walter Salles] sobre a situação dos desaparecidos é compreensivelmente afetado e pode carregar uma certa dose de sentimentalismo. No entanto, I’m Still Here (Ainda Estou Aqui) continua sendo um drama profundo e comovente sobre os desaparecidos da nação”, disse Xan Brooks do The Guardian.

“Vibrante e comovente, com uma performance excepcional de Fernanda Torres no papel de Eunice Paiva, o filme se destaca por nos fazer experimentar a essência da absoluta arbitrariedade”, disse Fernando E. Juan Lima do Otroscines.

“Talvez, se Ainda Estou Aqui fosse apresentado como a vida de Eunice através dos olhos de Marcelo, a maior parte dos amplos e idealizadores traços desse retrato santificado seriam muito mais aceitáveis”, disse Savina Petkova do The Film Stage.

“Independentemente de qualquer vínculo pessoal com esse período sombrio, os espectadores serão cativados pela história desta família corajosa e, especialmente, pela força de Eunice, tudo graças à atuação de Torres”, disse Ema Sasic do Next Best Picture.

O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.

No elenco principal, estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.

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Crítica | Thalita Carauta DOMINA os holofotes no instigante drama ‘Os Sapos’

Thalita Carauta ganhou fama e notoriedade no cenário do entretenimento brasileiro por seus inúmeros papéis cômicos em programas de esquete ou em longas-metragens de comédia. Porém, nos últimos anos, a atriz começou a investir mais esforços em produções voltadas para o drama – sagrando-se como uma grande performer de versatilidade invejável e que merecia mais atenção. E é isso que acontece em Os Sapos, produção que chega aos cinemas nacionais no próximo dia 06 de fevereiro e que, em sua passagem pelos festivais mundo afora, conquistou aclame e diversos prêmios por focar em uma narrativa introspectiva e angustiante (no melhor sentido do termo).

Na trama, Carauta interpreta Paula, uma mulher beirando os quarenta anos que viaja para o interior para um suposto churrasco organizado por um antigo colega de escola, Marcelo (Pierre Santos). Porém, ao chegar lá, Paula percebe que ele havia desmarcado o encontro, mas esqueceu de avisá-la – e pior: Marcelo estava em uma espécie de escape romântico com sua namorada, Luciana (Karina Ramil), que não tinha ideia de que Paula apareceria. A partir daí, as tensões entre o grupo vão crescendo de forma exponencial, a princípio mascaradas por uma sutil inveja de Luciana para com o modo como Marcelo trata a amiga de anos, apenas para se transformarem em um vórtice de discussões e problemas que nos arrebatam e nos envolvem.

Clara Linhart comanda o projeto e sabe exatamente o que está fazendo, por mais que ceda aos convencionalismos de gênero. A realizadora mostra que domina os aspectos do drama quando somos transportados para o íntimo universo desse complexo grupo, que ainda conta com o casal formado por Fabiana (Verônica Reis) e Cláudio (Paulo Hamilton), erguendo um monumento simbólico que explora as intrincadas relações humanas e de que forma a nossa natureza individualista e dependente cria situações inescapáveis e claustrofóbicas. Paula, por exemplo, insurge como a faísca no barril de pólvora para as fervorosas discussões que acontecem entre Marcelo e Luciana e entre Fabiana e Cláudio – sendo taxada de culpada quando, na verdade, é a vítima.

O filme não está livre de erros – e Linhart parece se perder ao colocar takes numerosos e cansativos de paisagens que não fornecem qualquer ritmo ou continuidade à história, funcionando como “tapa-buracos” panfletários que poderiam ter sido retirados de um documentário. É claro que, considerando a breve duração do longa, essas sequências ajudam a torná-lo mais longo – mas de uma maneira desnecessária e que quebra, pontualmente, nossa conexão com o que está acontecendo. Todavia, tais deslizes são, em sua maioria, ofuscados pelo trabalho primoroso do elenco.

A trama é baseada na peça homônima de Renata Mizrahi, que fica responsável pelo roteiro – algo muito interessante e bem-vindo para que não se perca a essência da obra original. É notável como Mizrahi puxa inspirações de títulos como ‘Deus da Carnificina’ para delinear o drama, afastando-se ao máximo de diálogos novelescos e formulaicos (ainda que, vez outra, deixe os clichês falarem mais alto). O núcleo formado pelos cinco personagens também pode ser entendido como uma espécie de homenagem a ‘Entre Quatro Paredes’, em que a máxima “o inferno são os outros” se aplica a cada uma das personas – mas principalmente quando focamos na perspectiva de Paula. E, em uma conclusão cíclica, tudo volta ao “normal”, mesmo quando os sapos entalados na garganta são expelidos.

Enquanto o elenco se entrega de corpo e alma às personalidades que lhe são dadas, é impossível tirar os olhos de Carauta, que domina qualquer cena que apareça – mesmo que não abra a boca. A presença magnética da atriz conduz o fio narrativo de maneira fluida e derradeira, permitindo que observemos seu arco de forma clara, mas sem entregar tudo de bandeja aos espectadores. De fato, cada personagem tem sua própria trajetória e seu momento de brilhar; entretanto, a permissividade de seus arquétipos os tornam propositalmente coadjuvantes para que Paula perceba que ela não pertence àquele lugar e que, no final das contas, seus comentários e seus conselhos não servem de nada a pessoas que não estão dispostas a ouvi-los.

Os Sapos é uma grata surpresa cinematográfica que, apesar dos equívocos, entrega mais do que promete e vale muito a pena pelo comprometimento dos atores e das atrizes. É provável que o filme passe longe de seu radar, ainda mais com inúmeros blockbusters dominando as salas de cinema – mas, se tiver a oportunidade, não deixe de apreciar sua beleza única e satisfatória.

‘Um Maluco no Golfe 2’: Netflix divulga vídeo dos BASTIDORES da sequência estrelada por Adam Sandler

A Netflix divulgou recentemente um vídeo dos bastidores de Um Maluco no Golfe 2’, sequência estrelada por Adam Sandler, que tem estreia prevista para este ano.

“O elenco de ‘Um Maluco no Golfe 2’ está incrível, com Rory McIlroy, Scottie Scheffler, Bryson DeChambeau, Brooks Koepka, Justin Thomas, Will Zalatoris e outros”, comemorou a plataforma.

A sequência ainda contará com o retorno de Julie Bowen, Allen Covert, Dennis Dugan, Christopher McDonald, Ben Stiller e Jake Hoffman, além de introduzir Maxwell Jacob Friedman, Scott Mescudi, Bad Bunny, Margaret Qualley, Benny Safdie e Nick Swardson.

Kyle Newacheck (‘Mistério no Mediterrâneo’) é responsável pela direção.

Sem data de estreia, o longa está programado para chegar à Netflix em 2025.

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‘Branca de Neve’ ganha novo trailer CHEIO de cenas inéditas

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O novo filme live-action da Disney, ‘Branca de Neve’, ganhou um novo trailer internacional recheado de cenas inéditas.

As atrizes Gal Gadot e Rachel Zegler, que interpretam a Rainha Má e Branca de Neve, respectivamente, são destaque no vídeo.

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A estreia está marcada para o dia 21 de março de 2025.

A versão live-action de ‘Branca de Neve e os Sete Anões‘ foi anunciado pela primeira vez no final de 2019, após o sucesso comercial do remake de ‘Rei Leão‘.

Do produtor e produtor executivo de Wicked, Marc Platt e Jared LeBoff, e do diretor Marc Webb (O Espetacular Homem-Aranha) chega Braca de Neve – uma releitura musical live-action do clássico filme de 1937 do estúdio.

A mágica aventura musical retorna à história atemporal com Rachel Zegler (Amor, Sublime Amor) no papel-título e Gal Gadot (Mulher-Maravilha), como sua madrasta, a Rainha Má.

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‘Transformers: O Início’ chega ao streaming; Saiba onde assistir!

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O filme animado ‘Transformers: O Início‘ já está disponível no catálogo brasileiro da Paramount+.

A produção explora a origem de Optimus Prime e Megatron, duas figuras lendárias que em sua juventude foram irmãos de armas, lutando juntos pelo futuro de seu planeta natal, Cybertron.

Com 89% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa arrecadou quase US$ 130 milhões nas bilheterias mundiais.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Sob a direção de Josh Cooley (‘Toy Story 4’), e com o roteiro final assinado por Andrew Barrer e Gabriel Ferrari, ‘Transformers – O Início‘ trouxe uma nova perspectiva sobre a relação entre os icônicos Autobots e Decepticons.

A produção do filme é uma colaboração entre Paramount Animation, Hasbro e eOne, buscando expandir o universo dos Transformers de forma emocionante e envolvente.

Keegan-Michael Key (‘A Festa de Formatura’) dará voz a Bumblebee, Jon Hamm (‘Top Gun: Maverick’) será Sentinel Prime e Laurence Fishburne (‘John Wick’) emprestará sua voz a Alpha Trion.

Lançada em 2007, a saga cinematográfica Transformers sempre teve performance considerável nas bilheterias, apesar das duras críticas negativas à grande parte dos filmes. Dirigida por Michael Bay, os cinco primeiros capítulos arrecadaram mais de US$ 4,3 bilhões.

Reboot de ‘X-Men’ na Marvel deve estrear em 2027

Segundo o insider Jeff Sneider, a Marvel planeja começar as filmagens do reboot de ‘X-Men em meados de 2026, com o lançamento programado para 2027.

Michael Lesslie (‘Macbeth’) roteiriza o projeto, que deve ser supervisionado pelos Irmãos Russo.

Depois que terminarem ‘Vingadores: Apocalipse’Vingadores: Guerras Secretas, os irmãos “já assinaram um contrato” para “supervisionar projetos adicionais” após o término da Saga do Multiverso do MCU.

Anteriormente, Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, confirmou em entrevista ao Deadline quando a chegada dos X-Men ao MCU irá acontecer.

“Acho que você verá alguns personagens dos X-Men que você pode reconhecer nos próximos filmes. Logo depois disso, toda a história de Guerras Secretas realmente nos leva a uma nova era de mutantes e dos X-Men. Novamente, [é] um daqueles sonhos que se tornam realidade. Finalmente temos os X-Men de volta.” 

Embora o filme da equipe ainda não tenha sido anunciado oficialmente no MCU, algumas produções da Marvel Studios já abordaram os mutantes e começaram a preparar o terreno para a chegada dos X-Men nesse universo, com ‘Deadpool & Wolverine’ sendo um filme que deu um grande passo nesse quesito.

Trailer da animação ‘Smurfs’ tem Rihanna e referências a ‘Barbie’ e ‘Superman’; Assista:

A animação ‘Smurfs’ teve seu primeiro trailer divulgado, que traz a cantora Rihanna como a Smurfette.

O filme chega aos cinemas dia 17 de Julho.

Assista:

O primeiro filme da franquia arrecadou US$ 563,7 milhões nas bilheterias, com um orçamento de US$ 110 milhões, enquanto a sequênciaOs Smurfs 2’ conquistou US$ 347,5 milhões, com um orçamento de US$ 105 milhões.

Kate e Rooney Mara irão interpretar irmãs gêmeas em filme baseado em história REAL

De acordo com o Deadline, as irmãs da vida real Kate e Rooney Mara irão interpretar gêmeas em ‘Bucking Fastard‘, filme baseado em uma história verdadeira.

O projeto marcará a primeira vez que as irmãs trabalham juntas.

A trama irá explorar a história real das inseparáveis irmãs gêmeas Joan e Jean, que viveram à margem da sociedade.

Werner Herzog (‘Deserto em Fogo’) será responsável pela direção e roteiro.

Ariel Leon Isacovitch, Agnes Chu, Andrea Bucko e Emanuele Moretti servirão como produtores.

As filmagens estão programadas para meados de 2025, na Irlanda e Eslovênia.

Joan e Jean faziam parte do Gale Sisters, um grupo de quatro irmãs, formado por dois pares de gêmeas, que se destacaram no teatro e no cinema durante as décadas de 1920 e 1930. O grupo iniciou sua carreira no Vaudeville, apresentando-se em diversos locais dos Estados Unidos e realizando uma turnê pela Europa.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Emília Pérez’: Karla Sofía Gascón desabafa nas redes sociais; “Só busco a liberdade de existir sem medo”

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Após a notícia de que a Netflix está se desvinculando da imagem da atriz Karla Sofía Gascón durante a campanha de ‘Emília Pérez’ para o Oscar, a atriz usou suas redes sociais para se manifestar sobre o ocorrido.

Vale lembrar que Gascón está envolvida em várias polêmicas, principalmente após a viralização de antigos tweets.

“Durante anos, me entreguei de corpo e alma à Família Emilia Pérez. Como sempre faço com tudo o que amo e no que acredito”, afirmou nas redes sociais.

“Hoje, mais do que nunca, quero agradecer a quem reconheceu o meu trabalho, aos festivais que celebraram o nosso filme, e a cada pessoa que fez parte dessa jornada. Ao meu time, às minhas companheiras, ao extraordinário Jacques Audiard, à nossa produtora, à equipe incrível, à imprensa e, acima de tudo, a todos que apoiaram e entenderam o meu processo”, ressaltou.

“Nestes últimos dias, passei por uma montanha-russa de emoções. Fui transparente porque não tenho nada a esconder. Ao longo do tempo, me senti perdida na minha transição, buscando aprovação nos olhos dos outros. Mas hoje, finalmente sei quem sou”, acrescentou.

“Só busco a liberdade de existir sem medo, de criar arte sem barreiras e de seguir em frente com minha nova vida. Querem me cancelar”, desabafou.

“Pergunto aos especialistas de Hollywood, aos jornalistas que me conhecem e que acompanharam minha trajetória, como avançar?”, concluiu.

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Após a viralização de diversos tweets polêmicos da atriz Karla Sofía Gascón, a Netflix decidiu se afastar dela durante a campanha de ‘Emilia Pérez’ no Oscar.

Segundo o The Hollywood Reporter, em meio às grandes controvérsias envolvendo a atriz, e após ela ter dado recentemente uma entrevista à CNN Espanha, onde comentou sobre os tweets sem avisar sua própria equipe, a Netflix optou por se distanciar de Gascón.

Esta semana, a atriz teria diversos eventos e entrevistas agendados em Los Angeles para divulgar o filme, mas todos foram cancelados. Além disso, de acordo com a reportagem, a Netflix decidiu que não fornecerá mais as cortesias habituais de um estúdio a um indicado ao Oscar, como transporte e acomodações, para facilitar a participação de Gascón nos eventos restantes da temporada de premiações.

Agora, as duas partes estariam se comunicando exclusivamente por meio do agente de Gascón, Jeremy Barber, da UTA.

Vale lembrar que a campanha estava indo muito bem até o dia 23 de janeiro, quando o filme recebeu 13 indicações ao Oscar, um número recorde. Porém, devido às polêmicas, o filme corre o risco de sair da cerimônia de mãos vazias.

Além da Netflix, outros profissionais também envolvidos na corrida pelo Oscar estão se distanciando de Gascón. De acordo com a reportagem, algumas pessoas estão avisando que irão cancelar sua participação em eventos onde a atriz estará presente, caso ela não cancele a sua, temendo que a situação se torne desconfortável.

Enquanto isso, em busca de garantir um prêmio, a Netflix tem se dedicado a manter o nome dos outros indicados de ‘Emilia Pérez’ fortes na campanha, especialmente a indicada a Melhor Atriz Coadjuvante, Zoe Saldaña, que até o momento é a grande favorita na categoria, além de tentar se distanciar das polêmicas envolvendo Gascón.

Gascón já foi removida de e-mails promocionais e anúncios relacionados ao filme para as premiações. A atualização da publicidade externa leva mais tempo, mas alguns outdoors que atualmente apresentam imagens de Gascón em breve destacarão outros membros do elenco, além dela ou exclusivamente.

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De acordo com o Deadline, durante a conversa com Juan Carlos Arciniegas, da CNN Espanha, Gascón reafirmou que “não é racista” e pediu desculpas sinceras a todas as pessoas que possam ter se sentido ofendidas pela forma como se expressou no passado, no presente e no futuro.

Ela acrescentou: “Acredito que fui julgada, condenada, sacrificada, crucificada e apedrejada sem julgamento e sem a opção de me defender”.

Gascón também falou sobre sua “maravilhosa filha”, que, segundo ela, a ensinou “valores importantes”.

A atriz compartilhou que se identifica com as lutas das pessoas negras.

“Eu me sinto e me identifico muito com as pessoas que foram expulsas dos ônibus pela cor da pele, com aquelas que não podiam estudar na universidade, com as que eram odiadas simplesmente por existirem, assim como sou odiada neste momento”, disse, emocionada.

Em outro momento, Gascón se emocionou ainda mais ao falar sobre um “relacionamento com uma mulher maravilhosa que é muçulmana” e que a ensinou sobre respeito. Ela afirmou que essa pessoa tem sido seu apoio “100%” neste momento.

A atriz também relembrou o trágico falecimento de seu irmão, quando ela tinha 20 anos: “Quando eu era muito pequena, meu irmão morreu em um acidente de Natal, e sempre senti um ressentimento em relação aos seres humanos de todos os espectros, porque me parece que os seres humanos são algo deplorável, mas também algo no qual tenho uma esperança incrível”.

Ela também revelou que sempre enfrentou ódio por ser trans e, certa vez, foi atacada no México por ser espanhola, com pessoas a chamando de “mulher espanhola que veio de novo roubar o ouro deles”.

Entre lágrimas, ela disse: “Eu não parei de receber ódio, ameaças de morte, insultos, abusos. Eu não vi ninguém sair em qualquer mídia, em qualquer espaço, em qualquer lugar, levantando a mão por mim e dizendo: ‘Ei, o que está acontecendo com essa pessoa que vocês estão massacrando?’ E ninguém, ninguém levantou um dedo por mudança”.

Quando questionada sobre um tweet polêmico no qual chamou George Floyd, assassinado por policiais em 2020, de “viciado em drogas e um vigarista”, Gascón confirmou que escreveu o post e afirmou que, na época, via as redes sociais “infelizmente mais como um diário”, cheio de “reflexões” em vez de algo que pudesse influenciar os outros.

Ela ainda acrescentou que o tweet foi escrito em tom de “ironia, sarcasmo e, às vezes, exagero”, e usou um recurso de “falar em terceira pessoa” para expressar algo negativo.

Gascón enfatizou que, “obviamente”, é uma apoiadora do movimento Black Lives Matter e que escreveu o tweet para apontar os comentários racistas de outros.

A atriz também reconheceu que seu tweet sobre o Oscar de 2021, onde chamou as vitórias de Daniel Kaluuya e Yuh-Jung Youn de “festival afro-coreano”, foi “estupidez” e afirmou que “certamente eles mereceram esses prêmios por todo o trabalho deles, e não pelo que são”.

Sobre um outro tweet, onde comparou a guerra contra Hitler à forma como a representação de negros e mulheres é abordada, Gascón explicou que usava a “terceira pessoa” para se referir a uma visão extremista, como se fosse uma nazista.

Ela acrescentou que, com seus tweets sobre Floyd, muçulmanos e Hitler, “parece que essa é uma pessoa terrível e má, quando precisamente estou tentando refletir o oposto”.

Gascón também desmentiu um tweet que circulou, no qual ela parecia chamar sua colega de elenco Selena Gomez de “rata rica”.

Ela afirmou que a acusação era falsa e que nunca havia feito tal comentário. “Eu disse: ‘Bem, o que fiz na minha vida? O que fiz — se não matei uma mosca, que, quando vou a lugares e vejo uma aranha em minha casa, eu coloco em um copo para não matá-la e a levo para a rua?’”, disse entre lágrimas, expressando que a resposta à controvérsia a fez sentir como se tivesse cometido um “crime.”

Gascón acrescentou que não tem “nada a esconder” e que sua “consciência está limpa”.

“Se o mundo inteiro acha que sou uma pessoa tão má que tenho que voltar para minha casa, então vou para casa com minha família, meus gatos e as pessoas que me amam, e vou continuar minha vida como sempre fiz. Nunca me faltou um prato de sopa porque fiz as coisas de maneira honesta, sem machucar ninguém neste mundo”, afirmou.

Quando perguntada se acredita que o “orgulho” teve algum papel em tudo isso, Gascón respondeu:

“Quando você vem de um lugar onde tem que se defender constantemente… é realmente feio se acostumar a receber violência, e a ser capaz de lutar e viver em um mundo onde você é ameaçado de morte constantemente, às vezes você tem que se elevar acima disso para que não te afundem. Porque se eu fosse um tipo diferente de pessoa, talvez, que tivesse deixado isso passar e não tivesse essa capacidade, com certeza já teria tirado minha vida diante de tudo o que aconteceu comigo”, afirmou.

Gascón concluiu a entrevista pedindo desculpas à sua filha por ela ter que lidar com a controvérsia em vez de celebrar, e acrescentou que está ciente de que suas palavras “vão ser distorcidas para o que [os outros] gostam ou desejam”.

“Isso é óbvio, e eles vão tirar as conclusões que cada um quiser tirar, mas como eu te disse antes, sou responsável apenas pelo que meu coração sente”, concluiu.

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O pedido veio após ela causar polêmica ao citar a Fernanda Torres em uma entrevista recente.

Além de postagens antigas da artista no Twitter/X ressurgiram nas redes sociais e repercutiram negativamente entre os internautas.

No Brasil, o filme será lançado nos cinemas pela Paris Filmes em 06 de fevereiro.

“Em Emília Perez, ambientado no México, acompanhamos a história de Rita (interpretada por Zoe Saldana), uma advogada excepcional cujo talento é subutilizado em uma firma de baixa qualidade. Em vez de buscar a justiça, a firma encobre crimes. Um dia, surge uma proposta irrecusável para Rita: ajudar Juan Del Monte, o temido chefe do cartel, a se aposentar de seu negócio e desaparecer para sempre”.

O filme é dirigido por Jacques Audiard, conhecido porO Profeta, com roteiro também de Jacques Audiard (Paris, 13º Distrito).

‘Invencível’: 3ª temporada chega ao streaming; Saiba onde assistir!

A nova temporada de Invencível finalmente chegou ao catálogo do Prime Video.

O terceiro ciclo da atração criada por Robert Kirkman. estreou hoje, 06 de fevereiro, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

Na trama, acompanhamos a história de Mark Grayson, um adolescente comum que trabalha numa lanchonete após a aula, que curte quadrinhos e que possui alguns amigos. A grande diferença dele para os demais jovens é o fato de ser o filho do maior super-herói do planeta, o Omni-Man. Não demora muito e Mark começa a desenvolver os mesmos poderes de seu pai, tais como voo, super força e super velocidade. Essa novidade vai transformar sua vida de formas inimagináveis.

Lembrando que o astro Jeffrey Dean Morgan (‘The Walking Dead’, ‘The Boys’) fará parte do novo ciclo. Detalhes sobre seu personagem não foram revelados.

O elenco é composto também por Steven Yeun, J.K. Simmons, Mark Hamill, Chris Diamantopolous, Walton Goggins, Grey Griffin, Gillian Jacobs, Melise, Jason Mantzoukas, Andrew Rannells, Kevin Michael Richardson e Seth Rogen.

Aaron PaulSimu LiuJonathan BanksKate MaraXolo MaridueñaJohn DiMaggioTzi MaDoug BradleyChristian Convery fazem parte da nova leva de episódios.

26 ANOS de ‘Pânico 3’, o problemático filme da franquia que só MELHOROU com o tempo…

Lançado exatamente dois anos e um mês após Pânico 2, Pânico 3 fez sua estreia mundial na Califórnia em 3 de fevereiro de 2000, e completou 26 anos de seu lançamento. O filme estreou oficialmente nos Estados Unidos no dia seguinte, 4 de fevereiro, e no Brasil, chegou aos cinemas em 7 de julho do mesmo ano.

Com um orçamento de US$40 milhões, Pânico 3 foi o mais caro da franquia até então, um reflexo do sucesso crescente da série, que se tornou uma das mais lucrativas do gênero. De fato, o quarto filme da saga também teve o mesmo orçamento, lançado onze anos depois. No entanto, em termos de retorno financeiro, o terceiro filme foi o menos rentável dos três primeiros. Embora tenha arrecadado mais de US$161 milhões ao redor do mundo, Pânico 3 não teve o impacto esperado, principalmente porque foi lançado após o timing ideal. Se tivesse sido lançado logo após Pânico 2, em 1998, teria provavelmente gerado mais bilheteiras e mantido a empolgação do público.

A produção de Pânico 3 enfrentou dois grandes impasses. O primeiro deles foi a resistência da atriz Neve Campbell, que interpretou a protagonista Sidney Prescott em todos os filmes da franquia – exceto ‘Pânico 6‘. Na época, Campbell estava em busca de novos desafios em sua carreira, depois de ter ganhado popularidade com filmes como Jovens Bruxas (1996), Garotas Selvagens (1998) e Studio 54 (1998). Ela não queria se prender eternamente ao mesmo papel. Contudo, o diretor da franquia, Wes Craven, afirmou que sem Sidney Prescott, não haveria Pânico 3. Após um longo período de negociações, Campbell aceitou retornar, mas com um contrato que limitava suas gravações a apenas 20 dias, o que resultou no filme onde Sidney aparece por menos tempo do que nos outros filmes.

O outro obstáculo foi a saída de Kevin Williamson, o roteirista responsável por escrever os dois primeiros filmes. Na época, Williamson estava no auge de sua carreira, tendo criado a famosa série Dawson’s Creek e sendo requisitado para diversos projetos. Oficialmente, ele não pôde se envolver com o filme por conta de sua agenda lotada, mas alguns relatos sugerem que ele chegou a escrever um tratamento inicial para Pânico 3, o qual foi descartado pelo roteirista substituto, Ehren Kruger, que foi contratado para escrever o roteiro. Algumas especulações indicam que as ideias de Williamson foram rejeitadas por motivos de ego por parte do novo roteirista.

No início, o roteiro de Pânico 3 trazia de volta o personagem Stu (interpretado por Matthew Lillard), um dos vilões do primeiro filme, que teria sobrevivido aos ferimentos graves do final do longa. O personagem teria comandado os novos assassinos de dentro da prisão, e o enredo se passaria em um colégio, com novos assassinatos. No entanto, devido ao massacre real na escola de Columbine, em Colorado, o roteiro foi reescrito, e a trama foi deslocada para Hollywood, onde os assassinatos giravam em torno da produção do filme fictício Stab 3 (um filme dentro do filme). A mudança não apenas evitou tocar em temas delicados, mas também levou o filme a focar mais nos bastidores da indústria cinematográfica.

Apesar das falhas e inconsistências no enredo, Pânico 3 se destaca como uma sátira ao mundo do cinema e à indústria de Hollywood, o que o torna uma obra distinta dentro da franquia. O filme aprofunda o conceito metalinguístico apresentado no segundo filme, ao focar na produção de Stab 3. O elenco de apoio é formado por atores, diretores e produtores que trabalham no filme dentro do filme, e muitos desses personagens acabam se tornando as vítimas, vivendo em um verdadeiro filme de terror. O tom cômico e a ausência de cenas de gore (sangue e violência explícita), que eram características mais presentes nas versões anteriores, tornam este filme o mais leve da trilogia.

Pânico 3 também conta com algumas participações especiais curiosas. Entre elas, temos os personagens Jay e Silent Bob, de Kevin Smith, e Carrie Fisher, que faz uma participação como uma secretária, fazendo uma brincadeira sobre o fato de nunca ter sido a Princesa Leia no cinema por se recusar a dormir com George Lucas. Além disso, Wes Craven chegou a ser considerado para o papel de John Milton, o produtor com um passado sombrio, que acabou ficando com Lance Henriksen.

Na época, havia um grande temor de vazamento de spoilers, e por isso, Craven filmou três finais diferentes para o filme, além de manter total sigilo sobre o conteúdo. Os próprios atores só conheceram o filme completo durante a pré-estreia. Além disso, uma cena de abertura foi escrita, mas não chegou a ser filmada. Nessa versão, Sidney enfrentava um Ghostface em sua casa, apenas para descobrir que era um fã dos filmes Stab fazendo uma pegadinha com ela.

O grande momento de “pular o tubarão” (termo usado para descrever reviravoltas absurdas e forçadas) em Pânico 3 ocorre quando é revelado que o assassino é Roman Bridger (interpretado por Scott Foley), o diretor de Stab 3. Até aí, tudo bem, mas a verdadeira motivação por trás dos assassinatos é algo inusitado: ele é o irmão perdido de Sidney, que ela nunca soubera da existência. Esse tipo de reviravolta soa forçado e muitas vezes é criticado por ser uma solução preguiçosa de roteiro, muito comum em novelas e filmes que tentam surpreender o público à custa de consistência.

Outro ponto que gerou controvérsia entre os fãs foi a teoria de que Pânico 3 teria, na verdade, dois assassinos. Embora oficialmente seja o único filme da série em que há apenas um assassino, Roman Bridger, existem várias pistas ao longo do filme que sugerem que Angelina (interpretada por Emily Mortimer), a atriz que interpreta Sidney no filme Stab 3, poderia ser uma segunda assassina. A atriz tem comportamentos suspeitos, e algumas cenas deixam a impressão de que ela está envolvida nos crimes, mas essas pistas nunca são confirmadas.

Segundo o próprio Wes Craven, Angelina seria inicialmente uma das assassinas, uma ex-colega de Sidney, obcecada pela história trágica da protagonista. No entanto, essa ideia foi descartada durante a produção, o que resultou em diversas cenas soltas, que não fazem sentido dentro da narrativa final.

Com o retorno de Scott Foley emPânico 7‘, será que teremos algumas revelações escondidas sobre um assassino antigo da franquia?

Em termos de desempenho, Pânico 3 estreou em 3.467 salas de cinema nos Estados Unidos, um recorde que seria batido no ano seguinte por Harry Potter e a Pedra Filosofal, que estreou em 3.762 salas.

Alguns atores famosos quase participaram de Pânico 3, como Jamie Lee Curtis, que foi oferecida o papel que acabou ficando com Carrie Fisher. Téa Leoni também foi considerada para o papel de Jennifer, que foi interpretado por Parker Posey. Outros nomes como Alicia Silverstone, Denise Richards, Liv Tyler, Claire Denis e Ben Affleck foram cogitados para outros papéis no filme. No entanto, a participação mais curiosa foi de Kate Hudson, que foi contratada para o filme, mas substituída no início da produção. Na capa do filme Uma Aventura no Deserto (1998), ela ainda é creditada como parte do elenco de Pânico 3, mas seu papel acabou sendo interpretado por Kelly Rutherford.

E você, o que acha de Pânico 3? Curte a franquia? Ficou surpreso com as curiosidades desse filme?

Diretor de ‘Emília Pérez’ revela ROMPIMENTO com Karla Sofía Gascón: “Não falei com ela, e não quero falar”

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O cineasta Jacques Audiard, responsável por ‘Emilia Pérez’, comentou recentemente sobre as polêmicas envolvendo Karla Sofía Gascón, estrela do longa-metragem.

Em uma entrevista ao Deadline, o cineasta francês demonstrou sua decepção com a atriz.

“Infelizmente, isso está ocupando todo o espaço, e isso me deixa muito triste. É muito difícil para mim lembrar do trabalho que fiz com Karla Sofía. A confiança que compartilhamos, a atmosfera excepcional que tivemos no set, que realmente se baseava na confiança”, afirmou.

“E quando você tem esse tipo de relacionamento e, de repente, lê algo que essa pessoa disse, coisas absolutamente odiosas e que merecem ser odiadas, claro que esse relacionamento é afetado. É como se você caísse em um buraco. Porque o que Karla Sofía disse é injustificável”, completou.

Questionado sobre ter retomado o contato com Gascón após a viralização dos tweets, ele respondeu:

“Não falei com ela, e não quero falar. Ela está em uma abordagem autodestrutiva na qual eu não posso interferir, e eu realmente não entendo por que ela está continuando. Por que ela está se prejudicando? Por quê? Eu não entendo, e o que eu não entendo também é por que ela está prejudicando as pessoas que estavam muito próximas dela”, declarou.

“Estou pensando nisso, em como ela está machucando os outros, em como ela está prejudicando a equipe e todas essas pessoas que trabalharam tão incrivelmente duro neste filme. Estou pensando em mim mesmo, estou pensando na Zoe [Saldaña] e na Selena [Gomez]. Eu simplesmente não entendo por que ela continua a nos prejudicar”, ressaltou.

“Eu não estou entrando em contato com ela porque, neste momento, ela precisa de espaço para refletir e assumir a responsabilidade por suas ações”, acrescentou.

Por fim, ele ainda afirmou que, em meio a toda a polêmica, Gascón está se fazendo de vítima.

“Absolutamente não. Ela está realmente se fazendo de vítima. Está falando de si mesma como uma vítima, o que é surpreendente. É como se ela pensasse que palavras não machucam”, concluiu.

A atriz Karla Sofía Gascón, estrela de ‘Emilia Pérez’, se emocionou durante uma entrevista recente, onde chorou e desabafou sobre as críticas que recebeu após a internet resgatar tweets polêmicos nos quais ela fazia comentários racistas, ofensas ao Islã, a George Floyd, entre outros.

De acordo com o Deadline, durante a conversa com Juan Carlos Arciniegas, da CNN Espanha, Gascón reafirmou que “não é racista” e pediu desculpas sinceras a todas as pessoas que possam ter se sentido ofendidas pela forma como se expressou no passado, no presente e no futuro.

Ela acrescentou: “Acredito que fui julgada, condenada, sacrificada, crucificada e apedrejada sem julgamento e sem a opção de me defender”.

Gascón também falou sobre sua “maravilhosa filha”, que, segundo ela, a ensinou “valores importantes”.

A atriz compartilhou que se identifica com as lutas das pessoas negras.

“Eu me sinto e me identifico muito com as pessoas que foram expulsas dos ônibus pela cor da pele, com aquelas que não podiam estudar na universidade, com as que eram odiadas simplesmente por existirem, assim como sou odiada neste momento”, disse, emocionada.

Em outro momento, Gascón se emocionou ainda mais ao falar sobre um “relacionamento com uma mulher maravilhosa que é muçulmana” e que a ensinou sobre respeito. Ela afirmou que essa pessoa tem sido seu apoio “100%” neste momento.

A atriz também relembrou o trágico falecimento de seu irmão, quando ela tinha 20 anos: “Quando eu era muito pequena, meu irmão morreu em um acidente de Natal, e sempre senti um ressentimento em relação aos seres humanos de todos os espectros, porque me parece que os seres humanos são algo deplorável, mas também algo no qual tenho uma esperança incrível”.

Ela também revelou que sempre enfrentou ódio por ser trans e, certa vez, foi atacada no México por ser espanhola, com pessoas a chamando de “mulher espanhola que veio de novo roubar o ouro deles”.

Entre lágrimas, ela disse: “Eu não parei de receber ódio, ameaças de morte, insultos, abusos. Eu não vi ninguém sair em qualquer mídia, em qualquer espaço, em qualquer lugar, levantando a mão por mim e dizendo: ‘Ei, o que está acontecendo com essa pessoa que vocês estão massacrando?’ E ninguém, ninguém levantou um dedo por mudança”.

Quando questionada sobre um tweet polêmico no qual chamou George Floyd, assassinado por policiais em 2020, de “viciado em drogas e um vigarista”, Gascón confirmou que escreveu o post e afirmou que, na época, via as redes sociais “infelizmente mais como um diário”, cheio de “reflexões” em vez de algo que pudesse influenciar os outros.

Ela ainda acrescentou que o tweet foi escrito em tom de “ironia, sarcasmo e, às vezes, exagero”, e usou um recurso de “falar em terceira pessoa” para expressar algo negativo.

Gascón enfatizou que, “obviamente”, é uma apoiadora do movimento Black Lives Matter e que escreveu o tweet para apontar os comentários racistas de outros.

A atriz também reconheceu que seu tweet sobre o Oscar de 2021, onde chamou as vitórias de Daniel Kaluuya e Yuh-Jung Youn de “festival afro-coreano”, foi “estupidez” e afirmou que “certamente eles mereceram esses prêmios por todo o trabalho deles, e não pelo que são”.

Sobre um outro tweet, onde comparou a guerra contra Hitler à forma como a representação de negros e mulheres é abordada, Gascón explicou que usava a “terceira pessoa” para se referir a uma visão extremista, como se fosse uma nazista.

Ela acrescentou que, com seus tweets sobre Floyd, muçulmanos e Hitler, “parece que essa é uma pessoa terrível e má, quando precisamente estou tentando refletir o oposto”.

Gascón também desmentiu um tweet que circulou, no qual ela parecia chamar sua colega de elenco Selena Gomez de “rata rica”.

Ela afirmou que a acusação era falsa e que nunca havia feito tal comentário. “Eu disse: ‘Bem, o que fiz na minha vida? O que fiz — se não matei uma mosca, que, quando vou a lugares e vejo uma aranha em minha casa, eu coloco em um copo para não matá-la e a levo para a rua?’”, disse entre lágrimas, expressando que a resposta à controvérsia a fez sentir como se tivesse cometido um “crime.”

Gascón acrescentou que não tem “nada a esconder” e que sua “consciência está limpa”.

“Se o mundo inteiro acha que sou uma pessoa tão má que tenho que voltar para minha casa, então vou para casa com minha família, meus gatos e as pessoas que me amam, e vou continuar minha vida como sempre fiz. Nunca me faltou um prato de sopa porque fiz as coisas de maneira honesta, sem machucar ninguém neste mundo”, afirmou.

Quando perguntada se acredita que o “orgulho” teve algum papel em tudo isso, Gascón respondeu:

“Quando você vem de um lugar onde tem que se defender constantemente… é realmente feio se acostumar a receber violência, e a ser capaz de lutar e viver em um mundo onde você é ameaçado de morte constantemente, às vezes você tem que se elevar acima disso para que não te afundem. Porque se eu fosse um tipo diferente de pessoa, talvez, que tivesse deixado isso passar e não tivesse essa capacidade, com certeza já teria tirado minha vida diante de tudo o que aconteceu comigo”, afirmou.

Gascón concluiu a entrevista pedindo desculpas à sua filha por ela ter que lidar com a controvérsia em vez de celebrar, e acrescentou que está ciente de que suas palavras “vão ser distorcidas para o que [os outros] gostam ou desejam”.

“Isso é óbvio, e eles vão tirar as conclusões que cada um quiser tirar, mas como eu te disse antes, sou responsável apenas pelo que meu coração sente”, concluiu.

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A atriz Karla Sofía Gascón, estrela de ‘Emília Pérez’, explicou sua decisão de desativar sua conta no X (antigo Twitter) após internautas resgatarem diversas postagens polêmicas da atriz,

Segundo o The Hollywood Reporter, Gascón afirmou que tomou essa medida para interromper a campanha de ódio direcionada a ela.

“Peço desculpas, mas não posso mais permitir que essa campanha de ódio e desinformação me afete, nem à minha família. A pedido deles, estou fechando minha conta no X. Fui ameaçada de morte, insultada, abusada e assediada até o ponto de exaustão. Tenho uma filha maravilhosa para proteger, a quem amo loucamente e que me apoia em tudo”, escreveu.

Ela também explicou: “Há muito tempo tomei a decisão de fechar uma rede social, que tomou um rumo terrível, no qual às vezes também caí, e pelo qual peço desculpas”.

Gascón destacou que sempre expressou suas opiniões, que muitas vezes foram errôneas, mas que mudaram ao longo do tempo, com base em sua própria experiência.

“Como parte desta sociedade, expressei meu desacordo ou concordância com todas as questões relacionadas que me tocaram e das quais tive uma opinião, muitas vezes errônea, que mudou ao longo da minha própria experiência. Sempre usei as redes sociais como um diário, reflexões ou anotações, para depois criar histórias ou personagens, não como algo que seria escrutinado até o último de seus 140 caracteres, pois às vezes, eu mesma, nem percebo que escrevi algo negativo”, acrescentou.

Vale ressaltar que a atriz, primeira mulher trans indicada ao Oscar de Melhor Atriz, vinha conduzindo uma campanha progressista com o lema “A luz sempre triunfará sobre as trevas”. No entanto, com a viralização de antigos tuítes, a sua campanha passou a se focar em controlar os danos causados.

“Defendi todas as minorias deste mundo e apoiei qualquer evento contra o racismo, a liberdade religiosa ou a homofobia, assim como critiquei a hipocrisia que as fundamenta, porque a primeira coisa que sou crítica é de mim mesma”, afirmou Gascón.

“Nunca me ouvirão apoiar uma guerra, uma injustiça, extremismo ou aplaudir alguém que oprima outros seres humanos. Talvez minhas palavras não sejam corretas, muitas vezes por ignorância ou puro erro. Peço desculpas novamente se alguém já se sentiu ofendido ou se sentirá no futuro”, continuou.

“Sou um ser humano que também cometeu, comete e cometerá erros dos quais aprenderá. Não sou perfeita. Tirar minhas palavras de contexto ou manipulá-las para me machucar não é algo pelo qual sou responsável”, ressaltou.

“Peço desculpas por ficar indo de um lado para o outro e não poder responder a cada acusação que tentam me fazer para me afundar”, escreveu ela, acrescentando: “Está claro que há algo muito escuro por trás disso”.

“Sou responsável apenas pelo que digo, não pelo que outros dizem que eu disse ou pelo que interpretam do que eu digo”, afirmou. “Espero poder dar uma explicação mais detalhada em algum momento”.

Ela ainda ressaltou: “Se quiserem, podem continuar me atacando como se eu fosse responsável pela fome e pelas guerras no mundo. Peço desculpas novamente se em algum momento ofendi alguém com minhas palavras na minha vida”.

“Sou apenas Karla Sofía Gascón, uma atriz que chegou onde poucos chegaram graças ao seu esforço e trabalho, sem roubar ou prejudicar ninguém, apenas tentando viver em paz, amor e respeito, algo que parece incomodar muitas pessoas neste mundo”, expressou.

“Está claro que há algo muito escuro por trás disso”, diz ela, finalizando: “Mas digo uma coisa: ‘Quanto mais tentarem me afundar, mais forte eu ficarei. Maior será a vitória'”.

Por fim, Gascón encerra sua carta com a expressão “NAM MYOHO RENGE KYO”, uma frase central no Budismo Nichiren, que ela pratica há mais de 10 anos. A tradução é “Devoção à Lei Mística do Sutra de Lótus.”

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Antes de desativar a conta na manhã de sexta-feira, Gascón pediu desculpas pelas publicações ofensivas.

“Quero reconhecer a conversa em torno de minhas postagens anteriores nas redes sociais que causaram mágoa. Como alguém em uma comunidade marginalizada, conheço muito bem esse sofrimento e lamento profundamente aqueles a quem causei dor. Durante toda a minha vida, lutei por um mundo melhor. Acredito que a luz sempre triunfará sobre a escuridão.”

Menos de um mês após a trágica morte de Floyd, a atriz postou: “Deixe-me ver se entendi, um cara tenta passar uma nota falsa depois de consumir metanfetamina, um policial idiota chega e vai longe demais ao prendê-lo, transformando o cara em um herói mártir. Eu realmente acredito que muito poucas pessoas se importaram com George Floyd, um viciado em drogas e um traficante.”

Alguns meses depois, ainda em 2020, a artista atacou a comunidade islâmica: “Desculpe, é só impressão minha ou há cada vez mais muçulmanos na Espanha? Toda vez que vou buscar minha filha na escola, há mais mulheres com os cabelos cobertos e as saias abaixadas até os calcanhares. Talvez no ano que vem, em vez de inglês, tenhamos que ensinar árabe. […] Até que sejam proibidas religiões que vão contra os valores europeus e violam os direitos humanos, como o islamismo, sob a proteção da liberdade de culto, não acabaremos com parte do enorme problema que enfrentamos. A fé manipula aqueles que se apegam à fé.”

O pedido veio após ela causar polêmica ao citar a Fernanda Torres em uma entrevista recente.

Além de postagens antigas da artista no Twitter/X ressurgiram nas redes sociais e repercutiram negativamente entre os internautas.

Vale lembrar que, recentemente, o diretor francês Jacques Audiard, que comandou ‘Emilia Pérez‘, também causou polêmica ao afirmar que “o espanhol é uma língua de países modestos, de países em desenvolvimento, dos pobres e migrantes”.

Mesmo em meio as polêmicas, ‘Emilia Pérez’ conquistou treze indicações ao Oscar, incluindo uma indicação de melhor atriz para a espanhola Karla Sofía Gascón.

Segundo a Variety, a estrela e à primeira atriz abertamente transgênero a ser indicada ao Oscar.

Este não é o primeiro aceno histórico de Gascón nesta temporada de premiações: ela se tornou a primeira mulher transgênero a ganhar o prêmio de melhor atriz no Festival de Cinema de Cannes, além de ser a primeira mulher trans indicada para atuação no Globo de Ouro.

Lembrando que o Oscar já premiou diversos atores cisgêneros por retratar personagens transgêneros em ocasiões anteriores, incluindo Jared Leto por Clube de Compras Dallas e Hilary Swank por ‘Boys Don’t Cry’. Eddie Redmayne também ganhou uma indicação por A Garota Dinamarquesa’.

Os vencedores serão revelados no dia 02 de março.

No Brasil, o filme será lançado nos cinemas pela Paris Filmes em 06 de fevereiro.

“Em Emília Perez, ambientado no México, acompanhamos a história de Rita (interpretada por Zoe Saldana), uma advogada excepcional cujo talento é subutilizado em uma firma de baixa qualidade. Em vez de buscar a justiça, a firma encobre crimes. Um dia, surge uma proposta irrecusável para Rita: ajudar Juan Del Monte, o temido chefe do cartel, a se aposentar de seu negócio e desaparecer para sempre”.

O filme é dirigido por Jacques Audiard, conhecido porO Profeta, com roteiro também de Jacques Audiard (Paris, 13º Distrito).

‘Vinagre de Maçã’: Série dramática sobre mulher que FINGE ter câncer chega ao streaming!

A série australiana ‘Vinagre de Maçã’ já está disponível na Netflix.

A produção foi lançada hoje, 06 de fevereiro, no catálogo da plataforma de streaming.

A trama acompanha uma mulher que finge ter câncer cerebral para aumentar sua popularidade nas redes sociais.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi criada e escrita por Samantha Strauss, baseada no romance de não-ficção The Woman Who Fooled the World, de Beau DonellyNick Toscano.

A sinopse descreve: “No glamour do mundo do bem-estar, uma mulher carismática, que inventou mentiras sobre ter sobrevivido a um diagnóstico de câncer, luta para manter a fama que conquistou”.

Kaitlyn DeverAlycia Debnam-CareyAisha DeeTilda Cobham-HerveyMark Coles SmithAshley ZukermanSusie PorterMatt Nable e outros estrelam.

Oscar 2025: Cillian Murphy e Robert Downey Jr. entregarão prêmios

O Oscar anunciou recentemente os responsáveis por entregar os prêmios de Melhor Atuação deste ano. Segundo o portal oficial da Academia, o evento retomará a tradição dos anos anteriores, com os vencedores das edições passadas entregando as estatuetas.

Assim, Robert Downey Jr., Cillian Murphy, Da’Vine Joy Randolph e Emma Stone irão apresentar os prêmios de Melhor Atuação.

Vale lembrar que no ano passado, Cillian Murphy venceu como Melhor Ator por Oppenheimer, Emma Stone foi premiada como Melhor Atriz por Pobres Criaturas, e Da’Vine Joy Randolph recebeu o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante por Os Rejeitados, enquanto Robert Downey Jr. venceu Melhor Ator Coadjuvante por Oppenheimer,

Este ano, a cerimônia será apresentada por Conan O’Brien e acontecerá no dia 2 de março de 2025, a partir das 21h, no horário de Brasília.

No Brasil, o prêmio será transmitido ao vivo pela TNT na TV fechada e pela Max via streaming.

‘Jurassic World: Recomeço’ vai se passar em ilha aonde criaram os Dinossauros… que serão MUTANTES!

A Universal Pictures divulgou o primeiro trailer completo de ‘Jurassic World: Recomeço‘, e detalhes inéditos da trama foram revelados… confirmando os dinossauros-mutantes.

Confira, com o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A história de Jurassic World: Recomeço segue os membros de uma equipe de recuperação – liderados por Scarlett Johansson, Mahershala Ali e Jonathan Bailey – enquanto se aventuram em uma ilha perto do equador que já foi o lar do primeiro laboratório de pesquisa de Jurassic Park.

Ou seja, teremos dinossauros alterados geneticamente. O esquadrão está tentando recuperar material genético que poderia levar a um avanço médico para a humanidade, mas três décadas depois os erros cometidos naquela instalação arruinada não desapareceram. Eles sofreram mutação — e só cresceram. “Estas são os dinossauros que não funcionaram. Há algumas mutações lá”, diz Frank Marshall. “Eles são todos baseados em pesquisas reais de dinossauros”.

Parece bem interessante, né?

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de julho.

Gareth Edwards, do aclamado sci-fi ‘Resistência‘, é o responsável pela direção.

Cinco anos após os eventos de ‘Jurassic World – Domínio‘, a ecologia do planeta se mostrou amplamente inóspita para os dinossauros. Os dinossauros que restam existem em ambientes equatoriais isolados com climas que lembram aqueles em que eles prosperaram. As três criaturas mais colossais dentro daquela biosfera tropical detêm a chave para uma droga que trará benefícios milagrosos para salvar vidas da humanidade.

David Koepp, roteirista do longa original de 1993, assina o novo filme.

O elenco conta com Scarlett Johansson, Mahershala Ali, Jonathan Bailey, Rupert Friend, Manuel Garcia-Rulfo, Luna Blaise e David Iacono.

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‘Jurassic World: Recomeço’ | Novo filme deve comprovar teoria dos fãs e fazer um ‘retcon’ na saga

O primeiro trailer de Jurassic World: Recomeço enfim foi lançado, trazendo o primeiro visual dos dinossauros mais amados do cinema, além de dar uma ideia do que esperar do novo capítulo da saga.

Porém, mesmo com tantos espetáculos visuais mostrados, um detalhe vem chamando atenção dos apaixonados pela franquia Jurassic Park: o Espinossauro cientificamente correto.

Para quem não lembra, essa espécie foi a grande vilã de Jurassic Park III (2001), substituindo – e derrotando – o poderoso T-Rex logo nos primeiros minutos de filme. Desde que a saga recomeçou com a franquia Jurassic World, os fãs aguardavam o retorno dessa besta colossal que marcou os pesadelos da criançada dos anos 2000.

A grande diferença é que a versão do filme de 2001 era cientificamente incorreta. Ele andava sobre duas patas, fazendo dele um bípede. Além disso, as pernas traseiras eram enormes, assim como as patas dianteiras eram significativamente mais longas que as do Tiranossauro. Na prática, ele foi mostrado como uma versão anabolizada do T-Rex e extremamente mais psicótica, perseguindo os protagonistas pela ilha tal qual um assassino em série.

Só que os fósseis da vida real indicam que o Espinossauro foi um animal quadrúpede. Suas patas eram curtinhas e tinham praticamente o mesmo tamanho. Além disso, ele foi um dinossauro semi aquático, cuja alimentação era predominantemente composta por peixes da região Norte do continente africano.  Ou seja, nada a ver com o dinossauro mostrado em Jurassic Park III.

No entanto, com a chegada dos dinossauros híbridos na franquia Jurassic World, os fãs resgataram uma teoria antiga de que o Espinossauro de Jurassic Park III poderia ser o primeiro dinossauro híbrido da saga.

O filme se passa na Ilha Sorna, que é descrita como um grande laboratório da InGen, onde os cientistas “fabricavam” os dinossauros, faziam testes neles e enviavam os dinos aprovados para a Ilha Nublar, onde se passa o primeiro Jurassic Park e os três Jurassic World.

E agora, com o trailer revelando essa nova versão dos Espinossauros mais próximos das evidências científicas, com patas curtas e comportamento semi aquático, vivendo em uma ilha laboratório – que pode ou não ser a Ilha Sorna -, tudo indica que a equipe criativa do novo filme levou em consideração a teoria dos fãs, transformando a ideia em um conceito canônico.

E faz sentido. Principalmente quando se leva em conta um diálogo do Dr. Henry Wu no primeiro Jurassic World. Na ocasião, ele diz que a InGen não pediu dinossauros cientificamente corretos, mas sim feras extremamente assustadoras. Eles passaram a fabricar monstros. E ao tomar pelo visual aterrorizante do Espinossauro de 2001, dá para perceber que ele se encaixa perfeitamente nesse conceito de monstro fabricado para ser assustador.

Em entrevistas de bastidores, os atores do elenco confirmaram que o filme será ambientado em uma ilha-laboratório em que John Hammond e Benjamin Lockwood brincaram de Deus e fracassaram inicialmente. De qualquer forma, eles não confirmaram se será a Ilha Sorna ou se eles introduzirão uma terceira ilha na mitologia da saga.

Ainda assim, tudo indica que, sim, o Espinossauro de Jurassic Park III foi o primeiro híbrido da franquia. Provavelmente misturaram DNA de Espinossauro com o do T-Rex, o que explicaria ele ser bípede e manter uma postura muito similar a do Tiranossauro durante o filme.

Jurassic World: Recomeço chega aos cinemas em 3 de julho de 2025.

Julia Roberts estrelará ‘Kill Your Darlings’, novo SUSPENSE da Amazon MGM Studios

De acordo com o The Hollywood Reporter, Julia Roberts (‘O Mundo Depois de Nós’) será a protagonista do suspense ‘Kill Your Darlings‘, que está sendo desenvolvido pela Amazon MGM Studios.

Além de estrelar, a atriz também servirá como produtora do projeto.

O longa é baseado no livro homônimo escrito por Peter Swanson, que está programado para ser lançado apenas em junho.

A produção segue a história de um assassinato sendo contado ao contrário.

Na trama…

“Tom e Wendy Graves, um casal casado há mais de 25 anos, parecem ter uma vida perfeita, mas, por baixo da superfície, eles escondem um segredo chocante. A história, então, se desenvolve de trás para frente no tempo para expor momentos-chave da vida do casal — sua festa de 50 anos, a compra de sua casa, o nascimento de Jason, a misteriosa morte de um colega de trabalho —, pintando o retrato de um casamento definido por um único ato terrível que eles planejaram juntos muitos anos atrás.”

James Gray, de ‘Ad Astra: Rumo às Estrelas‘, será responsável pela direção.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Ke Huy Quan estrelará TERROR contado através da perspectiva de um cachorro

De acordo com o Deadline, o vencedor do Oscar Ke Huy Quan (‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo’) será o protagonista de ‘Bad Boy‘, terror contado através da perspectiva de um cachorro.

O longa deve seguir um estilo parecido com ‘Natureza Violenta‘, slasher contado através da perspectiva do serial killer mascarado, e ‘Presença‘, terror de casa mal-assombrada contado através do ponto de vista da entidade maligna.

Lili Reinhart (‘Riverdale’) também foi confirmada no elenco.

A produção seguirá uma jovem tentando escapar das garras de um serial killer.

Na trama…

“Gary é um bom garoto que ama seu novo dono, Cameron (Quan). Ele ganha guloseimas e carinhos na barriga e a vida é ótima. Mas Gary não tem permissão para entrar no porão. E, mesmo se tivesse, ele não pode destrancar portas. Há uma garota (Reinhart) no porão. E ela não pode sair para brincar. Gary não sabe, mas ele é sua única chance.”

Jacob Chase (‘Vem Brincar’) será responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Travis Braun.

“Eu amo cachorros. Mais do que pessoas. E eu estou cansado de ver filmes de terror em que o cachorro é o primeiro a morrer. Eles não são apenas bichos de estimação, eles são nossos melhores amigos, e eu acredito que será a primeira vez em um filme de terror que o cachorro será o herói. ‘Bad Boy’ é sobre lealmente, instinto e a incrível ligação entre humanos e cachorros,” declarou o cineasta.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

“Merdas acontecem”, comenta Harrison Ford sobre o FRACASSO de ‘Indiana Jones 5’

Em entrevista à Variety, Harrison Ford falou sobre o fracasso de ‘Indiana Jones e a Relíquia do Destino‘.

“Merdas acontecem”, disse Ford. “Eu era realmente aquele que sentia que havia outra história para contar. Quando [Indy] sofreu as consequências da vida que teve que viver, eu queria mais uma chance de pegá-lo e sacudir a poeira de sua bunda e colocá-lo lá, desprovido de um pouco de seu vigor, para ver o que aconteceria. Ainda estou feliz por ter feito aquele filme.”

De acordo com a Forbes, a sequência deu um prejuízo milionário de mais de US$ 130 milhões para a Disney.

A produção contou com um orçamento gigantesco de US$ 387.2 milhões. O site ainda afirma que US$ 79 milhões foram usados durante a pós-produção, o que ajudou a inflacionar ainda mais o custo da produção.

Entre outros problemas de produção, a tecnologia necessária para rejuvenescer o ator Harrison Ford foi apontada como particularmente cara.

Após o longa fracassar nas bilheterias – arrecadando apenas US$ 383.9 milhões mundialmente –, e considerando que o estúdio tipicamente só fica com apenas 50% do montante, o site calculou uma perda abismal de US$ 134.2 milhões.

O valor representou um dos maiores prejuízos de 2023.

Vale lembrar que o longa já está disponível no catálogo do Disney+.

 

Lauren Graham toparia voltar para novo REVIVAL de ‘Gilmore Girls’

A atriz Lauren Graham, que interpretou Lorelai Gilmore em ‘Gilmore Girls‘, revelou em entrevista ao Jimmy Fallon que voltaria um revival da série.

“Eu voltaria, sim! Eu sempre digo sim porque é o melhor papel que já fiz, e eu amei fazer isso. Era o material perfeito, na hora perfeita, com o roteirista perfeito, e isso significa muito para mim,” afirmou.

Amy Sherman-Palladino, criadora da série, também falou sobre uma possível nova temporada do revival, afirmando que “falta de história” não é um problema.

“A melhor coisa sobre família é que sempre há histórias para contar. ‘Gilmore Girls’ não é como um suspense [que precisa de uma conclusão real]. Nunca haverá um desfecho entre a Lorelai e a Emily. Nunca. E, quando mais Rory envelhece, mais ela se torna independente – e ela possivelmente terá um bebê –, e mais conflitos ela terá com a Lorelai. Conflitos e jornadas não são um problema.”

Ela completa, “Não há nenhum obstáculo para fazermos uma nova temporada além da agenda das outras pessoas. A primeira temporada do revival foi um momento milagroso que todos conseguimos nos reunir. Foi uma experiência incrível. Acredito que a nova temporada irá acontecer quando for a hora certa e as atrizes estiverem disponíveis.”

As atrizes Lauren Graham e Alexis Bledel receberam um total de US$ 3 milhões para retornarem como Lorelai e Rory Gilmore no último revival. Foram 750.000 dólares por cada um dos quatro episódios.

A série conta a história do cotidiano da mãe solteira Lorelai e sua filha Rory, que vivem no pequeno povoado fictício de Stars Hollow, em Connecticut, pequena cidade com personagens bem peculiares e localizada cerca de trinta minutos de Hartford. A série explora diversos assuntos como família, amizades, conflitos geracionais e classes sociais.

A última temporada teve o retorno de Jared Padalecki (Dean), Milo Ventimiglia (Jess), Scott Patterson (Luke), Yanic Truesdale (Michel), Kelly Bishop (Emily), Sean Gunn (Kirk), Keiko Agena (Lane), David Sutcliffe (Christopher) e Liza Weil (Paris).

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