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10 filmes que machucam o coração

“A alma resiste muito mais facilmente às mais vivas dores do que à tristeza prolongada.” Com essa célebre frase do filósofo suíço Jean-Jacques Rousseau, damos início ao nosso novo artigo que lista para vocês leitores histórias do universo do cinema que de tão poderosas emocionalmente acabam gerando reflexões que levamos para toda a nossa vida. Sejam elas conflitos familiares, vinganças macabras, histórias de amor sem final feliz, os 10 filmes listados abaixo mostram a força que o cinema possui em nossas emoções.

Na lista, vocês irão encontrar filmes desconhecidos, ou pelo menos alguns diferentes do que vocês já devem ter visto em listas semelhantes a essa. A busca na memória cinéfila desse humilde cinéfilo que vos escreve foi tamanha, resgatando até mesmo um filme canadense que nunca chegou ao Brasil e um dos melhores filmes europeus dos últimos três anos, diretamente da Islândia.

Chega de papo e vamos apresentar a nossa lista de 10 Filmes que Machucam o Coração

10. Pietá (Pieta, 2012)

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Até aonde a falta de amor materno é importante para a formação do caráter de um homem? O vencedor do Leão de Ouro de melhor filme no Festival de Veneza 2012, Pieta é um filme bruto, nada delicado. Escrito e dirigido pelo cineasta sul-coreano Kim Ki-duk (Casa Vazia), o longa apresenta cenas muito fortes que deixarão alguns cinéfilos incomodados. É um filme difícil de digerir. Nessa complexa trama, os rostos dos personagens são expressivos. Uma agonia muito transparente fica estagnada em tela. A plateia sai do cinema raciocinando sobre todos os eventos que acompanhou durante os minutos, tensos, de projeção. Quando revelações bombásticas são feitas, durante o decorrer da história, muitos amantes do cinema lembrarão rapidamente de outro longa oriental, Oldboy. O vai e vem do roteiro deixa o clima de suspense no ar. Não sabemos ao certo para onde a história nos levará, então, se o espectador conseguir ser envolvido e passar confiante pelas cenas de mutilação, receberá um desfecho impactante de um filme que começa muito gelado e termina de maneira arrasadora.Os gritos antes dos créditos finais aliviam aos que queriam que terminasse logo todo aquele sofrimento. Para outros pode fechar com chave de ouro o desfecho emblemático, cheio de simbolismo, clássico dos filmes orientais.

09. Deixe a Luz Acesa (Keep the Lights On, 2012)

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Em um relacionamento, as pessoas se somam ou se complementam? Para falar de amor a um nível intenso, cheio de dramas e conflitos, o diretor Ira Sachs (Vida de Casado) aborda todas essas variáveis aplicadas a um relacionamento homossexual no excelente drama Deixe a Luz Acesa.  Além da direção primorosa, o longa conta com uma atuação espetacular de seu protagonista, o dinamarquês Thure Lindhardt (Velozes e Furiosos 6). A falta de maturidade é a grande questão abordada do magnificente roteiro. O relacionamento dos protagonistas se torna descontrolado, há amor, paixão e amizade mas ambos não conseguem dosar suas atitudes, vícios de drogas e sumiços sem explicações. Traições se tornam frequentes, levando ambos para o fundo do poço. Um dos personagens ainda consegue desafogar suas mágoas no excelente núcleo familiar comandado pela carismática e querida pelos cinéfilos Paprika Steen (Amor é Tudo o Que Você Precisa). Como o filme é repleto de altos e baixos, contando a saga deste conturbado relacionamento, os artistas precisam ser fiéis a seus personagens, rindo e chorando ao limite. Um esforço que vemos do primeiro ao último minuto. Merece ser conferido! Bravo!

08. Era uma Vez eu, Verônica (idem, 2012)

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É possível viver uma vida em conflito? Dirigido pelo elogiado diretor Marcelo Gomes, Era uma vez eu, verônica é um longa que possui pensamentos fortes, impactantes. A cena inicial é profunda, nua e exposta, ligando-se aos instintos e aos êxtases daquele momento. Paciente de si mesmo, a personagem principal vai se tornando complexa, sem dependência ao romance; sexo vira só sexo. O filme a toda hora parece que vai cair em um vazio existencial, mas consegue, seja em um bom diálogo ou em uma frase que faz muito sentido, suprir e apresentar razões para todos os conflitos que vemos e sentimos. Louvável a entrega da protagonista Hermila Guedes (do excelente O Céu de Suely). Suas expressões e a transmissão das emoções para o público são os pontos altos dessa ótima atuação. O filme é todo de sua personagem, seu dia a dia é ouvir os problemas dos outros e tentar uma solução para os seus próprios. Mas quem a escuta? Como fica refém de si mesmo, somos jogados na história por um ritmo que é ditado por pausas existenciais, ressaltando de uma outra forma a essência daqueles bons diálogos. Depois de alguns acontecimentos, há uma transformação da personagem, rumando para uma tentativa de viver um amor e a confiança no novo trabalho.

07. Tudo o que Você Tem (Tout ce que tu possèdes, 2012)

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Sem ligações humanas a vida não tem sentido. O longa canadense Tudo o que Você Tem é um drama nada superficial sobre erros de um passado triste. O filme, que é dirigido por Bernard Emond, invoca a alma dramática e a questão existencialista. Durante os poucos mais de 90 minutos de fita vamos passeando pela tristeza do protagonista e entendendo aos poucos o porquê de tamanha solidão. Pequenos flashbacks no passado confuso do protagonista vão tentando preencher lacunas e direcionando os caminhos do seu destino ao público. É um típico filme Cult, muita gente vai gostar muito gente vai se entediar. Tudo que você leitor tem é a chance de conferir esse bom trabalho que esteve em cartaz em algumas sessões do Festival do RJ 2012.

06. O Quarto do Filho (La stanza del figlio,2002)

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Até aonde vai a dor de uma família após uma tragédia devastadora? Em meados de 2002 estreou em nossa terra verde e amarela o longa italiano O Quarto do Filho. Escrito, dirigido e interpretado por Nanni Moretti, o filme vai além de todas as questões levantadas em produções semelhantes focando do início ao fim em um homem e as escolhas que fizera em uma tarde agradável ao que parecia ser mais um fim de semana como todos os outros.  O longa é profundo, entra no drama de uma família e seu modo de viver diferente após uma enorme tragédia. Um retrato devastador de uma família após uma tragédia, não há outra maneira definir essa maravilhosa fita italiana. Um dos detalhes marcantes que vemos é uma direção iluminada de Nani Moretti. Pra quem tem coração forte e gosta de filmes bons, recomendado fortemente.

05. O Nevoeiro (The Mist, 2007)

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Uma janela sendo invadida por uma árvore seria o menor dos problemas enfrentados por um pai de família na luta pra sobreviver em um dia trágico na sua cidade. Dirigido pelo cineasta francês Frank Darabont, O Nevoeiro (por favor, não confundam com A Névoa) é um retrato do fim do mundo com pitadas de ação, emoções e decisões erradas. Os acontecimentos bombásticos que preenchem a história (baseada em um livro de Stephen King) vão compondo o que vemos em cena, cada qual, pela personalidade de cada personagem somos guiados pelo medo, fé, coragem e desespero diante do fato inusitado daquele dia. Com um dos finais mais arrepiantes, comoventes e chocantes de todos os tempos, O Nevoeiro deixa todos nós de ‘boca aberta’ na subida dos créditos. Veja esse filme, você não vai se arrepender!

04. A Vida Secreta das Palavras (La vida secreta de las palabras, 2005)

Vida secreta

Você sabe quando a profundidade se encontra com a solidão? Em A Vida Secreta das Palavras embarcamos na plataforma das emoções, guiados por personagens ricos em ‘sofrer com a vida’ nos sentimos próximos a eles por conta de uma verdade absurda quando estão com a palavra. A diretora e roteirista Isabel Coixet consegue reunir pequenos elementos que transformam essa obra em uma obrigação na estante de cada cinéfilo. Aos poucos, com a armadura do sofrimento caindo delicadamente, os diálogos começam a ter um poder, gerando um impacto dentro da trama. Confissões de ambas as partes levam o longa a uma profundidade inacabável de lembranças e sofrimentos. Um mundo de surpresas, dor e esperança começa a brotar levando a um desfecho emblemático. O público é exposto a uma emoção diferente a cada corte seco de câmera. É o amor surgindo? É a fuga de sua monótona vida? O filme deixa algumas lacunas soltas para todos nós interpretarmos. Não deixem de conferir esse ótimo drama que comprova mais uma vez que a dor e o amor podem viver sim lado a lado.

03. Amor (Amour, 2012)

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O diretor alemão Michael Haneke volta às telonas, após o sucesso de seu último trabalho A Fita Branca, para contar a história de uma relação que precisa superar certas dificuldades tendo apenas o amor como arma. Estamos falando do aclamado Amour. Esse não é um daqueles filmes clichês onde sabemos exatamente onde iremos pisar, Haneke é diferente, original, único, sua lente inteligente consegue captar até o último respingo de sentimento em cada cena. Um trabalho exemplar, acima da curva. A dupla de protagonista tem um entrosamento fora do comum. Dizem tanto com o olhar que chegam a emocionar em quase todas as sequências. É fabuloso o retrato montado dessa relação. Parece que não há câmeras, estúdio, ou qualquer encenação. A verdade é uma variável constante, certas vezes dói na alma. Quando Haneke consegue dominar a direção dessa forma, ficamos reféns de maravilhosos minutos dentro da sala de cinema. Jean-Louis Trintignant (A Fraternidade É Vermelha) é seguro e consegue mostrar a vulnerabilidade de seu personagem com grande maestria. Emmanuelle Riva (A Liberdade É Azul) contracena como as grandes damas do teatro europeu, lúcida e com uma transparência que impressiona. Quem não viu não pode perder.

02. O Último Elvis (El último Elvis, 2012)

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Festas para uns, vida para outros. A subida lenta pela escada, logo no início do filme mostrava que muitos detalhes seriam mostrados durante os poucos mais de 90 minutos do ótimo drama argentino O Último Elvis. Dirigido pelo cineasta Armando Bo, o longa personifica o drama em torno de um pai de família que busca uma vida melhor, paralela ao sonho que sempre teve. A maneira comovente que é apresentada essa história aproxima o público na série de fatos que preenchem aos poucos a telona. O roteiro muitas vezes parece sem pretensão ou propósito mas o protagonista, excêntrico por si só, gera ótimas sequências guiando o público para um desfecho emblemático. Quando sobe ao palco, o jeito pacato e triste se modifica, transformando-se em alegria e carisma aos olhos do público. A voz é idêntica, só faltam o dinheiro e o glamour. As canções são arrepiantes, o ator John McInerny tem uma atuação muito convincente.A inconsequente busca de um sonho nem sempre é uma história feliz. A sessão nostalgia e as canções que nunca sairão da memória são detalhes muito bem aproveitados pela história. Afinal, quem inventou o rock and roll nunca sai de moda!

01. Vulcão (Volcano, 2011)

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Como reconstruir quando você só destrói? Falando sobre a busca da felicidade de um homem, o jovem cineasta islandês Rúnar Rúnarsson – em seu primeiro longa metragem –  transforma um conflito pessoal em uma obra de arte. Vulcão é o tipo de filme que você nunca ouviu falar mas que certamente vai querer debater sobre ele. O que mais chama a atenção no longa é a desconstrução do protagonista- absurdamente bem feita. A lentidão apresentada neste trabalho -característica de alguns filmes de arte europeus – é extremamente necessária para captar todos os elementos que caracterizam o universo familiar que o protagonista vive. Méritos total do diretor, que também escreveu o roteiro. O filme é de 2011 e infelizmente deve estar jogado nas locadoras que ainda restam, atrás dos blockbusters que são lançados a cada minuto pela indústria mais forte por trás do cinema. Esse belíssimo filme de arte precisa de pessoas como eu e você para ganhar força e ser usado como ferramenta de estudo dos campos da sociologia e do direito, principalmente. Diretamente das lindas paisagens geladas da Islândia uma pérola cinematográfica brota. Vejam, não há como se arrepender. Fabuloso. Bravo!

 

Crítica | ‘O Melhor do Mundo’ – Filme mexicano na NETFLIX escorrega ao tentar atingir a mensagem sem costurar o desenvolvimento

Tudo acontece por uma razão. Trazendo uma previsibilidade desde seu primeiro minuto, reunindo uma série de situações com uma nada convincente força dramática, o longa-metragem mexicano disponível na Netflix, O Melhor do Mundo, se joga numa estrada de mão única com o foco em transformar um conflito paternal em algo leve e descontraído não apagando o caminho sonolento que se mostra presente.

Gallo (Michel Brown) é um workholic clássico. Produtor de um programa sensacionalista, vive 24 horas para seu trabalho fato que deixa sua relação com a família muito distante. Quando sua ex-esposa Alicia (Fernanda Castillo) entrega um segredo guardado a sete chaves ele embarca em uma autorreflexão com muitas descobertas, ao lado do único filho, Benito (Martino Leonardi).

Com o foco nos conflitos na paternidade, com situações que buscam encontrar seus pares na vida real, esse projeto mexicano dirigido por Salvador Espinosa, com roteiro assinado pela dupla Tato Alexander e Mariano Vera, busca explorar as emoções geradas pelas histórias que contam. Por ser muitas vezes mirabolante, dentro das possíveis infinidades de qualquer ficção, deixa de lado as subtramas e parte para uma narrativa ingênua que acredita na força dos diálogos sobre as questões que aborda.

Mas transformar em uma bela jornada um assunto cheio de camadas – se adaptarmos para qualquer dilema real – tendo um protagonista nada carismático é quase um tiro no pé.  A mescla entre comédia e drama – tendendo mais ao primeiro – logo se torna um liquidificador descontrolado com ingredientes que mais se afastam do que se encontram. É muito açúcar nessa água!

Esse é um clássico caso de tentar atingir a mensagem sem saber costurar o desenvolvimento. O ponto final dessa jornada é trazer mensagens positiva dentro da certeza de que ‘pai é quem cuida’. Mas até se chegar lá, uma enrolada trama com muitos respiros testa nossa paciência a cada minuto.

20 Filmes que os Críticos odiaram mas Nós Adoramos

O Rotten Tomatoes surgiu para ficar. Odiado por muitos – fãs da DC -, mas adorado por outros, o agregador de críticas segue servindo de balizador da análise de produções cinematográficas pela imprensa internacional. É claro que não devemos nos guiar unicamente pelas críticas e seguir nossos próprios instintos na hora de escolher os filmes. Aliás, para enriquecer nosso repertório é sempre bom ver de tudo. Sucessos e fracassos de crítica sempre existiram, isso não é novidade trazida pelo agregador.

Para mostrar que nem sempre concordamos com a maioria dos críticos, resolvemos listar 20 filmes mal avaliados pelo Rotten Tomatoes (ou seja, a maioria dos veículos de cinema internacionais), mas que nós simplesmente adoramos. Diga nos comentários se concorda com a gente ou discorda, e liste os filmes que você gosta e ninguém mais parece gostar. Vamos a eles.

Malévola

Esse nos pegou de surpresa. Projeto dos sonhos da estrela Angelina Jolie, Malévola, a versão de carne e osso que dá ênfase à vilã de A Bela Adormecida  tem 50% de aprovação. Não é uma nota tão ruim, mas garante o tomate podre. Jolie ficou perfeita na pele da bruxa e o filme já tem a continuação engatilhada para 2020.

Pânico 4

Aqui no CinePOP, amamos a franquia Pânico. Concordamos que o terceiro filme é o mais fraco da cinessérie e o que deixa mais pontas soltas – o que traduz-se em furos no roteiro (alguém lembra da teoria do segundo assassino?). É curioso que os críticos tenham dado uma nota melhor ao segundo (1997) do ao primeiro (1996). No entanto, a injustiça ocorre mesmo nas notas do terceiro e, em especial, do quarto. Pânico 4 serviu para revigorar a franquia para os novos tempos, adicionando elementos não vistos antes. O filme amarga 59% de aprovação, por pouco não conseguindo se manter “fresco”.

RoboCop (2014)

Pobre José Padilha. Nosso conterrâneo tinha uma tarefa ingrata ao refilmar/rebootar o icônico Robocop – O Policial do Futuro (1987), de Paul Verhoeven. O que Padilha entregou, no entanto, nos surpreendeu bastante, nem de longe merecendo o desprezo que recebeu pelo mundo. O novo RoboCop obteve 49% de aprovação.

O Rei do Show

O musical cheio de energia protagonizado por Hugh Jackman parecia ter nascido vencedor. Este que vos fala entrou com os dois pés atrás para a exibição e por pouco não saiu dançando e cantando da sessão. Isso não aconteceu, mas nas semanas que seguiram, esta foi a trilha sonora que me acompanhou para todo lado. Jackman, Zendaya, Efron e as canções cativantes não mereciam os 56% de aprovação.

Terremoto: A Falha de San Andreas

The Rock é o astro do momento. Tudo que ele toca é ouro. Bem, não é exatamente assim. E em se tratando de Baywatch, infelizmente, estão mais do que certos. Porém, estão errados ao confinarem esta produção recheada de adrenalina e diversão a meros 50% – afinal quem esquecerá a cena em que o astro sobe com a lanchinha numa onda monumental e precisa lidar com as consequências deste ato.

xXx: Reativado

Pulando de um astro da franquia Velozes e Furiosos para outro, agora é a vez de Vin Diesel entrar na dança. Tão alucinado, caricato e divertido quanto a mega franquia da Universal citada, o terceiro Triplo X finalmente abraçou a estupidez de tudo, adentrando um universo que muito bem poderia fazer crossover com o de Dominic Toretto e sua turma. Ah sim, ainda temos Ruby Rose. Os críticos nem quiseram saber e marcaram o Retorno de Xander Cage com 45% de aceitação.

Power Rangers

Quem diria. O novo Power Ranger é muito legal. Confesso que não estava esperando gostar do filme, mas logo na cena de abertura somos fisgados com um plano-sequência de dentro de um carro envolvendo a fuga dos jovens da polícia. Depois, o filme segue para se mostrar uma mistura de Clube dos Cinco com filmes de heróis. Pena o resultado não ter impressionado, com 45% de aprovação. Esta é uma continuação que merecia ser desenvolvida.

American Pie – O Reencontro

A franquia American Pie não é exatamente bem vista pelos críticos. Hoje em dia talvez fosse menos aceita ainda. Então, é de se espantar que a atriz Tara Reid tenha nos confidenciado em primeira mão que o quinto filme está a caminho – veja no link. Nós adoramos essas comédias e sabemos que vocês também. No gosto dos críticos, porém, apenas o primeiro ficou acima da média. Assim como a série Pânico, American Pie teve seu quarto exemplar lançado muitos anos depois de um pseudo encerramento, se mostrando antenado com os novos tempos, sem esquecer sua essência. O filme obteve 44% de aprovação.

Invasão a Casa Branca

O melhor exemplar de Duro de Matar – que não é Duro de Matar – desde Duro de Matar: A Vingança (1995). Gerard Butler vive o segurança do presidente neste filme violento e cheio de ação como gostamos. Justamente por isso, não sabemos explicar o motivo de apenas 48% de aprovação. Já da continuação Invasão a Londres não gostamos nem um pouco e concordamos com os 25% de aceitação.

Demônio de Neon

Exibido no Festival de Cannes, onde causou reações mistas de amor e ódio, o último trabalho do polêmico Nicolas Winding Refn é o que podemos chamar de obra-prima. Um longa perturbador, que remete aos filmes giallo italianos, e traz atuações fenomenais – em especial da protagonista Elle Fanning. Demônio de Neon não é de forma alguma uma produção para os de estômago fraco e promete chocar. Um pesadelo em forma de longa metragem, a obra não emplacou junto aos críticos e amarga 57% de aceitação.

Desconhecido

Os veículos de ação do astro Liam Neeson costumam cair no gosto do grande público e da maioria dos especialistas. Redescoberto aos 60 anos como herói de tais filmes, Neeson entrega bons exemplares deste tipo de cinema desde 2008. Desconhecido é um dos melhores. Numa trama que mistura suspense Hitchcockiano, inúmeras questões e reviravoltas, e adrenalina de histórias de espionagem, o longa resume tudo o que queremos deste tipo de filme. Infelizmente, com os críticos, Desconhecido consta com 56% de aprovação.

Perfeita é a Mãe

Uma das comédias incorretas mais subestimadas dos últimos anos, Perfeita é a Mãe se mostrou tudo o que o novo Caça-Fantasmas (2016) deveria ter sido e não foi. Mostra mulheres cansadas de precisar agir conforme o que a sociedade espera delas, em especial sendo mães e esposas. O filme é uma declaração, um atestado de basta, não mais. Fora isso, a forma incorreta como estas mulheres dizem f***-se para o mundo é de se aplaudir. Apesar de ser este libelo, Perfeita é a Mãe arrecadou 58% de aprovação. Sua continuação, igualmente injustiçada – apesar de inferior – teve destino ainda mais trágico junto aos críticos, com 29% de aprovação.

Cidades de Papel

O mundo se emocionou e chorou com A Culpa é das Estrelas, romance dramático baseado na obra do romancista John Green. Mas quando foi a hora de prestigiar o próximo trabalho do autor, muitos deram para trás. Cidades de Papel não é tanto um romance, se comportando mais como o típico filme adolescente de amadurecimento, enfatizando a amizade de três jovens. Instantaneamente somos remetidos ao tipo de produção saída da década de 1980, em especial as de John Hughes, que os americanos sabem fazer muito bem. Apesar de tudo isso, o filme marcou apenas 56% de aprovação junto aos críticos.

A Lei da Noite

Aqui, existia certa má vontade com Ben Affleck. Enaltecido como um grande diretor em suas primeiras três obras (Medo da Verdade, Atração Perigosa e Argo), o astro voltou a cair na boca do sapo devido a epopeia passada junto a DC Comics. Depois que se confirmou o Batman, o ator interpretou o personagem nos malfadados Batman Vs Superman (2016) e Liga da Justiça (2017), fracassos de crítica. No meio deste turbilhão, Affleck resolveu entregar a adaptação do universo de mafiosos escrito por Dennis Lehane. Apesar de suas inúmeras qualidades, a maioria dos especialistas torceu o nariz, deixando o filme com injustos 35% de aprovação.

Os Mercenários

Tem gente que simplesmente não entende uma brincadeira. O que Sylvester Stallone realizou aqui foi a mais pura homenagem aos heróis de ação das décadas de 1980 e 1990. Um prazer culposo de marca maior, que representa o que este tipo de cinema sempre significou, e ainda de quebra resgata do ostracismo grandes nomes do gênero. Apesar da emoção, do ar jocoso e de muitos tiros, porrada e bomba, Os Mercenários emplacou apenas 42% de aprovação junto aos críticos. Com a sequência Os Mercenários 2 (2012), a coisa foi um pouco melhor com 66% de aprovação. Já no terceiro e igualmente divertido episódio – que trouxe grandes nomes como Wesley Snipes, Harrison Ford, Antonio Banderas e Mel Gibson – a nota voltou a regredir, com 32% de aceitação. Tem gente que não saberia o que é diversão nem se os atingisse na cabeça.

Assassinato no Expresso do Oriente

Pulando para um filme mais recente, o diretor Kenneth Branagh adapta o clássico de Agatha Christie de forma chamativa, com visual arrojado e linguagem jovem. Tudo isso, é claro, sem desmerecer o texto e as atuações. Justamente por isso, trouxe um elenco estelar, com nomes que fazem parte da nata do cinema mundial, vide Michelle Pfeiffer, Penélope Cruz, Daisy Ridley e Johnny Depp. Uma pena a aceitação da crítica ter sido tão baixa, com apenas 57% de aprovação. Esperamos com sinceridade que isto não mine os planos para a continuação. Queremos ver o Agathaverse no cinema.

A Garota no Trem

Muito se vendeu este filme como o Garota Exemplar (2014) de 2016. Bem, não chega a tanto – e isso precisamos reconhecer mesmo gostando também deste exemplar. O motivo da comparação se deve por ambos serem baseados em livros de suspense assinados por talentosas escritoras e por jogar os holofotes numa protagonista falha e cheia de desvios de personalidade. Assim como a Amy Dunne de Rosamund Pike, a personagem Rachel Watson é um prato cheio para Emily Blunt se deliciar – e que desempenho a atriz entrega. Mesmo que a conclusão do thriller tire parte do seu brilho, A Garota no Trem não merecia a animosidade dos 45% de aprovação.

Olhos da Justiça

Todos nós amamos de paixão O Segredo dos Seus Olhos (2009) e o cinema argentino. Então, não era de se espantar que a maioria tenha entrado com os dois pés atrás nesta refilmagem norte-americana do já clássico moderno. Ah, e como é bom sermos surpreendidos positivamente. Preparados para odiar de forma gratuita esta versão estrelada pelos talentosos Julia Roberts, Nicole Kidman e Chiwetel Ejiofor, o que recebemos foi uma obra incrivelmente satisfatória, que não se atém a copiar o original, mas acrescentar muito à mistura, respeitando a produção argentina. Resultado: dar o braço a torcer faz parte. Bem, talvez não para uma grande parcela de jornalistas turrões, que erroneamente lascaram um 40% de aprovação no longa.

Rei Arthur: A Lenda da Espada

O backlash sofrido por (mais) esta adaptação do icônico personagem foi incrível. É difícil vermos na atualidade tais personagens clássicos representados de forma satisfatória. Mas ei, esta ao menos foi bem mais legal que as últimas roupagens de Tarzan, Robin Hood, Os Três Mosqueteiros e Sherlock Holmes (dirigido pelo mesmo Guy Ritchie). Acontece que aqui a proposta do cineasta foi transformar a mitologia em torno do Rei Arthur numa história em quadrinhos de super-heróis. Sim, é preciso comprar a ideia. No final, ganhamos inclusive a batalha final contra o vilão superpoderoso. Pode não ser para todos, mas é diversão garantida para aqueles que forem com a mentalidade certa. Nada isso importou para os críticos, que marcaram o filme com 30% de aprovação.

Vizinhos Imediatos de 3º Grau

Este é um item no qual talvez eu esteja sozinho. Justamente por isso deixei para último. A comédia estrelada por Ben Stiller, Vince Vaughn e Jonah Hill sofreu, e muito, com todo tipo de problema de bastidor. A começar por um crime cometido por vigilantes da vizinhança reais quando o filme estava para ser lançado. Justamente por isso, uma mudança no título precisou ocorrer de última hora, assim como a trama foi totalmente reformulada e o longa precisou ser refilmado para incluir na história a invasão alienígena (a fim de tirar o foco apenas das operações dos protagonistas na vizinhança). Com toda esta bagunça não é de se espantar que o filme não tenha dado certo. Mesmo assim, existe algo no clima de um pacato bairro de uma cidadezinha americana sendo perturbado por elementos externos que apela diretamente a mim e me faz lembrar de comédias como Meus Vizinhos São um Terror (1988). O filme tem irrisórios 17% de aprovação.

Clássicos IMPERDÍVEIS na Netflix de Todos os gêneros para todos os gostos

No catálogo da Netflix, verdadeiros clássicos modernos do cinema continuam conquistando novas gerações e reafirmando seu lugar na história do entretenimento. Filmes que marcaram época, estilos e gêneros estão disponíveis para quem quer reviver momentos inesquecíveis ou descobrir pérolas que resistiram ao tempo. De comédias irreverentes a thrillers eletrizantes, a plataforma reúne obras que vão desde os anos 70 até os 90, provando que um bom filme clássico nunca perde sua magia.

Esses títulos não são apenas nostálgicos, mas também fundamentais para entender a evolução do cinema e do gosto do público ao longo das décadas. Seja para rir com Adam Sandler em comédias que se tornaram cult ou sentir o frio na espinha com suspenses e dramas intensos, há sempre uma opção para todos os gostos. Preparar a pipoca e se acomodar no sofá para revisitar esses clássicos é mergulhar em histórias que continuam vivas e impactantes, independente da era em que foram produzidas.

Um Maluco no Golfe (1996)

Se você quer dar boas risadas antes de uma estreia muito aguardada, ‘Um Maluco no Golfe está disponível na Netflix e é a preparação perfeita. Adam Sandler vive Happy Gilmore, um jogador de hóquei frustrado que descobre um talento nada ortodoxo para o golfe e precisa vencer torneios para salvar a casa da avó. Com piadas exageradas, a lendária briga com Bob Barker e o humor nonsense típico dos anos 90, o filme virou um clássico cult que ainda arranca gargalhadas. E tem mais: no dia 25 estreia a aguardada sequência, prometendo trazer de volta toda a maluquice desse universo esportivo. Então é hora de revisitar essa comédia icônica e entrar no clima para o retorno de Happy!

Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado (1997)

Se você curte suspense e terror slasher com clima de anos 90, ‘Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado também está no acervo da Netflix e continua irresistível para quem gosta de terror teen. A trama acompanha quatro amigos que, após atropelarem alguém e esconderem o corpo, passam a ser perseguidos por um assassino misterioso um ano depois. Com um elenco icônico, liderado por Jennifer Love Hewitt e Sarah Michelle Gellar, o filme mistura sustos, tensão e aquele ar de novela slasher que marcou época. E o timing não poderia ser melhor: o reboot da franquia está atualmente em cartaz nos cinemas, trazendo uma nova geração para o pesadelo. Vale rever o original para comparar e sentir toda a nostalgia do terror dos anos 90 antes de conferir a nova versão!

Cabo do Medo (1991)

Se você quer um thriller intenso e cheio de suspense psicológico, ‘Cabo do Medo está na Netflix e é obrigatório para quem ama boas atuações. Dirigido pelo mestre Martin Scorsese, o filme traz Robert De Niro no papel inesquecível de Max Cady, um ex-presidiário sedento por vingança que passa a aterrorizar a família de seu antigo advogado, vivido por Nick Nolte. Com uma atmosfera tensa, trilha sonora marcante e cenas de pura inquietação, é um clássico que mistura drama e terror psicológico de forma magistral. No elenco também temos a vencedora do Oscar Jessica Lange e a indicada Juliette Lewis. Ah sim, os icônicos Robert Mitchum e Gregory Peck fazem participações especiais, como uma espécie de easter egg já que foram Max e Sam no original ‘Círculo do Medo‘ (1962), filme que Scorsese refilma aqui.

Somente Elas (1995)

Se você gosta de dramas emocionantes e cheios de força feminina, ‘Somente Elas chegou de forma inédita ao streaming e continua tocando corações. Estrelado por Drew Barrymore, Whoopi Goldberg e Mary-Louise Parker, o filme acompanha três mulheres de origens diferentes que compartilham alegrias, dores e segredos enquanto tentam encontrar seu lugar no mundo, construindo uma poderosa rede de apoio entre si. Com atuações sensíveis e uma história que celebra amizade, resiliência e empatia, é o tipo de obra que emociona e inspira. Fora isso, quem viveu a época, jamais esquecerá a trilha sonora com a canção ‘Dreams‘, da banda The Cranberries.

Rápida e Mortal (1995)

Se você curte faroestes cheios de estilo e ação, ‘Rápida e Mortal é um prato cheio para os fãs do gênero. Dirigido por Sam Raimi, o filme traz Sharon Stone como uma misteriosa pistoleira que chega a uma cidade dominada por um tirano, vivido por Gene Hackman, para participar de um torneio mortal de duelos. Com visual estilizado, câmera ágil e cenas de tiroteio cheias de criatividade, o longa mistura o clima clássico do Velho Oeste com um toque moderno quase de quadrinhos. O elenco ainda conta com um jovem Leonardo DiCaprio e Russell Crowe, em papeis marcantes. É uma ótima chance de rever um faroeste cult que ainda surpreende pela energia e personalidade!

Copycat – A Vida Imita a Morte (1995)

Essa é uma pedida para os fãs de thrillers inteligentes e cheios de suspense. ‘Copycat – A Vida Imita a Morte continua envolvente para quem curte histórias de serial killers. Estrelado por Sigourney Weaver, como uma psicóloga criminal agorafóbica, e Holly Hunter, como a detetive que busca sua ajuda, o filme acompanha a caçada a um assassino que imita crimes de outros famosos homicidas. Com uma atmosfera tensa, roteiro bem construído e atuações impecáveis, ele prende do início ao fim e entrega momentos de pura tensão psicológica. É um suspense dos anos 90 que envelheceu bem e merece ser redescoberto pelos fãs do gênero!

Fogo Contra Fogo (1995)

Fogo Contra Fogoé um clássico imperdível do gênero dos  thrillers policiais cheios de ação e reviravoltas. Estrelado por Al Pacino como um policial durão e Robert De Niro como um mestre do crime, o filme traz a icônica história de dois homens em lados opostos da lei e mergulham em uma espiral até que um deles consiga vencer. Com direção afiada e um roteiro cheio de tensão, o longa é conhecido por cenas memoráveis e pela cena icônica entre os protagonistas. Se você gosta de dramas de crime que misturam ação e suspense, este é o filme perfeito para maratonar.

A Caçada ao Outubro Vermelho (1990)

Estrelado por Sean Connery, ‘A Caçada ao Outubro Vermelhoé um suspense militar com uma trama de espionagem, e continua um clássico absoluto do gênero. Connery vive um capitão soviético que tenta desertar com seu submarino nuclear, e Alec Baldwin interpreta o oficial da marinha americana que tenta interceptá-lo, o filme é uma tensão constante entre estratégia, política e jogo de gato e rato. Com uma direção precisa e um roteiro envolvente, é um thriller que combina ação com drama político, perfeito para quem curte histórias inteligentes e cheias de adrenalina. Um verdadeiro marco dos anos 90 que merece ser revisitado! Ah sim, esse também foi o primeiro dos livros de Jack Ryan, escritos por Tom Clancy, a ser adaptado ao cinema.

Jogos Patrióticos (1992)

E se no item acima tivemos o primeiro filme de Jack Ryan para o cinema, como o agente da CIA interpretado por Alec Baldwin, aqui em seu segundo longa para as telonas, Ryan ganhava um rosto mais, digamos, estelar. Ninguém menos que Indiana Jones e Han Solo pegava o papel: Harrison Ford em pessoa. Na trama deste suspense cheio de intrigas políticas, Jack Ryan impede um atentado terrorista, e termina por prender o criminoso, um agente do IRA, o exército republicano irlandês. Porém, as coisas não são tão simples, pois o próprio agente termina virando alvo dos terroristas por frustrar seus objetivos. Mas não apenas ele, como toda a sua família, incluindo mulher e filha. É um suspense dos anos 90 que mantém o espectador na ponta da cadeira e vale muito a pena conferir ou rever.

Tubarão (1975)

O primeiro blockbuster da história do cinema está completando 50 anos em 2025. Ocasião perfeita para a Netflix trazer esta obra-prima para a sua plataforma e dar a chance para os fãs celebrarem este aniversário tão especial. Além, de claro, as novas gerações que não conhecem igualmente se encantarem. Dirigido por Steven Spielberg, esse clássico revolucionou o gênero de terror ao mostrar um grande tubarão-branco ameaçando uma pequena cidade litorânea, com uma trilha sonora inesquecível e cenas que marcaram a história do cinema. Estrelado por Roy Scheider, Robert Shaw e Richard Dreyfuss, o filme é uma aula de suspense, construindo a tensão com maestria e ainda hoje impressiona pela direção e atmosfera. É uma oportunidade imperdível para revisitar o filme que mudou para sempre o jeito de fazer thrillers e terror no cinema!

‘Tidelands’: Série australiana da Netflix sobre sereias ganha trailer; Confira!

A Netflix divulgou o trailer de sua primeira série australiana, intitulada ‘Tidelands‘.

Confira:

A primeira temporada será lançada no dia 14 de dezembro.

Na trama, “Um corpo aparece na costa de uma pequena cidade pesqueira, que é habitada por criaturas metade sereias e metade humanas, conhecidas como Tidelanders.”

O elenco inclui Charlotte Best, Dustin Clare, Mattias Inwood, Aaron Jakubenko, Finn Little, Madeleine Madden, Bill Sentelle, Elsa Pataky e o brasileiro Marco Pigossi.

‘O Homem Invisível’: Aldis Hodge entra para o elenco do remake da Blumhouse

De acordo com o Deadline, Aldis Hodge (‘Do que os Homens Gostam‘) entrou para o elenco do remake de ‘O Homem Invisível‘, que está sendo desenvolvido pela Blumhouse.

Detalhes sobre o seu papel, no entanto, ainda não foram revelados.

Escrita e dirigida por Leigh Whannell (‘Upgrade‘), a nova versão terá baixo orçamento e está sendo descrita como “assustadora”.

A trama vai seguir Cecilia (Moss), que recebe a notícia sobre o suicídio de seu ex-namorado abusivo. Ela começa a reconstruir sua vida para melhor. No entanto, seu senso de realidade é colocado em dúvida quando ela começa a suspeitar que seu ex não está realmente morto.

Por enquanto, apenas Elisabeth Moss e Storm Reid estão confirmadas no elenco.

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 13 de março de 2020.

Antes do Dark Universe da Universal Pictures entrar em colapso, Johnny Depp iria protagonizar o remake, mas se afastou do projeto devido as mudanças criativas.

O Homem Invisível‘ já tinha virado filme em 1933, com roteiro assinado por H.G. Wells, – também o autor do livro no qual a trama é baseada –, e acompanhou a história do Dr. Jack Griffin, cientista devotado que encontra uma maneira de ficar invisível, mas no processo se torna um assassino insano.

‘Um Lugar Silencioso 2’: Família luta pela sobrevivência em novo cartaz IMAX

A sequência ‘Um Lugar Silencioso 2‘ ganhou um novo cartaz IMAX.

Confira:

Segundo projeções iniciais (via Variety), a sequênci promete fazer um estrondo tão grande quanto o primeiro filme nas bilheterias.

O novo capítulo deve abrir com US$ 60 milhões apenas em seu primeiro final de semana. Caso mantenha o entusiasmo do público, é possível que o número cresça exponencialmente.

Vale lembrar que o longa original estreou com US$ 50 milhões em abril de 2018, terminando seu reinado com US$188 milhões apenas na América do Norte e US$340 milhões mundialmente (uma conquista invejável, considerando o orçamento de apenas US$17 milhões).

O suspense chega aos cinemas brasileiros no dia 19 de março de 2020 – um dia antes da estreia nos EUA.

John Krasinski dirige. Detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo, mas a continuação deve responder algumas questões sobre a origem das criaturas e como os eventos apocalípticos aconteceram.

O novo filme contará com o retorno de Emily Blunt, Millicent Simmonds e Noah Jupe, além da introdução dos novatos Djimon Hounsou e Cillian Murphy.

Vampiro gay ataca no trailer VIOLENTO do terror ‘Thirst’; Assista!

O terror ‘Thirst‘ ganhou um trailer extremamente violento.

Confira:

O longa é dirigido pela dupla Gaukur Úlfarsson e Steinþór Hróar Steinþórsson.

A trama segue Hulda, uma mulher que é suspeita de ser responsável pela morte do seu irmão e está sendo investigada pela polícia. Depois de ser liberada sob custódia devido a falta de evidências, ela não tem pra onde ir. Parada em uma rua fria, ela se torna amiga de homem que acaba se revelando um vampiro solteiro e gay com mais de 1000 anos, que traz o seu irmão de volta dos mortos, o que acaba trazendo consequências terríveis.

O elenco inclui Hjörtur Sævar Steinason, Ingvar E. SigurdssonHalldóra Geirharðsdóttir e Ólafía Hrönn Jónsdóttir.

O terror será lançado direto em VOD no dia 1º de dezembro.

‘We Have a Ghost’: Diretor de ‘A Morte te dá Parabéns’ comandará novo terror da Netflix

Através do seu Twitter, o diretor Christopher Landon (‘A Morte te dá Parabéns’) anunciou que as filmagens do seu novo terror, intitulado ‘We Have a Ghost‘, já começaram.

O longa está sendo desenvolvido em parceria com a Netflix.

Confira a primeira imagem dos bastidores:


A produção é baseada no conto Ernest, escrito por Geoff Manaugh.

Detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo, mas o filme é descrito como “história de fantasmas socialmente mediada”.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Você’: Atriz de ‘Ghosts’ entra para o elenco da 4ª temporada

De acordo com o Deadline, Charlotte Ritchie (‘Ghosts’) entrou para o elenco da 4ª temporada da popular série ‘Você‘ (YOU).

A atriz interpretará Kate, diretora de uma galeria de arte que suspeita do Joe.

Vale lembrar que as filmagens da 4ª temporada já começaram. Confira o anúncio:

Ainda sem previsão de lançamento, no novo ciclo deve estrear no final de 2022.

Criada por Greg BerlantiSera Gamble, a série é baseada na saga literária escrita por Caroline Kepnes.

Um inteligente gerente de livraria depende de seu conhecimento na Internet para fazer a mulher dos seus sonhos se apaixonar por ele, enquanto ele fica perigosamente obcecado por ela.

Penn Badgley (‘Gossip Girl’) estrela a produção.

‘Your Honor’: Bryan Cranston corre perigo no trailer INTENSO da 2ª temporada

O canal Showtime divulgou o trailer completo da 2ª (e última) temporada de ‘Your Honor‘, aclamada série estrelada por Bryan Cranston (‘Breaking Bad’).

Confira:

O ciclo final estreará oficialmente no dia 13 de janeiro.

O roteirista Joey Hartstone assumirá como showrunner na última temporada, substituindo Peter Moffat.

O drama traz Cranston como Michael Desiato, um respeitado juiz de Nova Orleans cujo filho adolescente, Adam (Hunter Doohan), se envolve com um atropelamento que culmina em um jogo de mentiras, fraudes e escolhas impossíveis.

Michael StuhlbargHope DavisCarmen EjogoIsiah Whitlock Jr.Sofia Black-D’Elia completam o estelar elenco. Amy LandeckerMargo MartindaleLorraine ToussaintChet HanksLamar JohnsonLilly Kay também fazem aparições como atores convidados.

Sorria 2

(Smile 2)

 

Elenco:
Naomi Scott
Kyle Gallner
Lukas Gage
Sosie Bacon
Rosemarie DeWitt

 

Direção: Parker Finn

Gênero: Terror

Duração: — min.

Distribuidora: Paramount Pictures

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 17 de Outubro de 2024

Sinopse: 

SORRIA 2‘ é estrelado pela Naomi Scott (‘Aladdin’), que interpreta Quinn Parsons, uma cantora pop infeliz em turnê que está tentando se recuperar do seu vício em substâncias. Ela começa a ser perseguida pela maldição após testemunhar o suicídio do personagem do Lukas Gage.

Crítica | ‘Sorria’ explora o trauma com uma ambiciosa e dissonante narrativa

Curiosidades: 

» Parker Finn retorna à direção da sequência, além de também ficar responsável pelo roteiro;

» Com US$ 217.4 milhões arrecadados mundialmente, o terror ‘Sorria‘ se tornou o filme do gênero mais popular de 2022;

Trailer:

 

Cartazes: 

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Fotos: 

sorria 2

Ator afirma que Tom Cruise AMOU assistir ‘Twisters’

Em entrevista ao site PEOPLE, Anthony Ramos (‘Em um Bairro de Nova York’) revelou que o astro Tom Cruise (‘No Limite do Amanhã’) amou assistir ao filme ‘Twisters‘.

O protagonista da franquia ‘Missão Impossível‘ compareceu à pré-estreia do longa para apoiar seus amigos, e parece ter se divertido muito com a sessão.

“Glen [Powell] estava sentado atrás de mim, meu irmão estava do meu lado, e o Tom [Cruise] estava atrás do meu irmão. O Tom ficou me empurrando o filme inteiro. Depois da terceira vez, eu virei e disse: ‘Ei, o Tom Cruise está me incomodando!’. E ele continuou me empurrando.”

Ele completa, “Ele ficava me empurrando porque estava animado por diversos momentos do filme, e ele estava rindo. Ele ficou rindo alto o filme inteiro. Não estava com medo de se expressar, e eu sou muito grato por isso.”

Cruise chegou a compartilhar o momento em seu Instagram: “Noite divertida com amigos, assistindo um filme.”

Vale lembrar que o longa já em exibição nos cinemas nacionais!

 

Dirigido por Lee Isaac Chung, o longa é um reboot de ‘Twister‘, filme clássico de 1996.

Na trama, Kate Cooper (Edgar-Jones) é uma ex-caçadora de tempestades assombrada por um encontro devastador com um tornado durante seus anos de faculdade, que agora estuda padrões de tempestades nas telas em segurança na cidade de Nova York. Ela é atraída de volta às planícies por seu amigo, Javi, para testar um novo sistema revolucionário de rastreamento. Lá, ela cruza seu caminho com Tyler Owens (Powell), o carismático e imprudente ícone das redes sociais que se diverte postando suas aventuras de caça a tempestades com sua equipe barulhenta, quanto mais perigoso melhor. À medida que a temporada de tempestades se intensifica, fenômenos aterrorizantes nunca antes vistos são desencadeados e Kate, Tyler e suas equipes concorrentes se encontram diretamente no caminho de múltiplos sistemas de tempestades convergindo sobre o centro de Oklahoma na luta de suas vidas.

O elenco ainda conta com David Corenswet, Brandon Perea, Sasha Lane, Daryl McCormack, Kiernan Shipka, Nik Dodani e Maura Tierney.

Predador caça samurais, vikings e soldados no trailer LEGENDADO do novo filme da franquia; Confira!

Predador: Assassino de Assassinos‘ (Predator: Killer of Killers), próximo filme da franquia clássica, ganhou trailer legendado.

O longa animado será lançado no dia 6 de junho, no Disney+.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

A história antológica segue três dos guerreiros mais ferozes da história da humanidade: uma invasora viking guiando seu filho em uma busca sangrenta por vingança, um ninja no Japão feudal que se volta contra seu irmão samurai em uma batalha brutal pela sucessão e um piloto da Segunda Guerra Mundial que voa para para investigar uma ameaça sobrenatural à causa dos Aliados. Mas, embora todos esses guerreiros sejam assassinos, eles são apenas presas para seu novo oponente – um assassino de assassinos.

Dan Trachtenberg e Joshua Wassung são responsáveis pela direção.

A produção contará com as vozes de Lindsay LaVanchy, Louis Ozawa, Rick Gonzalez e Michael Biehn.

 

Luta pela sobrevivência no trailer FINAL da sequência ‘Destruição Final 2’; Confira!

A Lionsgate divulgou o trailer final da sequência pós-apocalíptica ‘Destruição Final 2‘ (Greenland 2: Migration).

Gerard Butler (‘Invasão à Casa Branca’) e Morena Baccarin (‘Deadpool’) retornam para a continuação.

Os astros retornam aos papéis de John e Alisson Garrity, agora enfrentando um desafio ainda mais eletrizante: deixar a segurança do bunker na Groenlândia e partir em busca de um novo lar no que restou da Europa.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 5 de fevereiro.

Após terem sobrevivido a um evento de quase extinção quando um cometa interestelar atinge a Terra, a família Garrity deve deixar a segurança do bunker da Groenlândia e embarcar em uma jornada perigosa através do deserto congelado e dizimado da Europa para encontrar um novo lar.

Ric Roman Waugh (‘O Acordo’) volta a dirigir, a partir de um roteiro novamente escrito por Chris Sparling (‘Enterrado Vivo’).

O elenco ainda conta com Roger Dale Floyd, Roman Griffin Davis, Amber Rose Revah, Sophie Thompson, Trond Fausa Aurvåg William Abadie.

‘John Wick – Um Novo Dia para Matar’ ganha um novo cartaz internacional; Confira!

A Lionsgate divulgou um novo cartaz de ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar‘, onde o protagonista aparece segurando duas armas com silenciadores.

Confira, com os últimos vídeos:

No Brasil, a produção tem estreia marcada para 9 de Fevereiro de 2017.

Na sequência, Wick é forçado novamente a sair da aposentadoria após descobrir que um de seus maiores inimigos está tentando assumir o controle da organização internacional de assassinos.

O roteirista Derek Kolstad e o astro Keanu Reeves retornam. A sequência marca o reencontro de Keanu Reeves e Laurence Fishburne, que estiveram juntos no filme ‘Matrix‘, em 1999.

Common vai enfrentar Keanu Reeves em ‘De Volta ao Jogo 2’

David Leitch não retorna para a direção da sequência, e servirá apenas como produtor. Segundo assim, o co-diretor Chad Stahelski assumirá o projeto sozinho.

De Volta ao Jogo‘ faturou quase US$ 80 milhões para seu orçamento de US$ 20 milhões.

 

‘Outlander’: 3ª temporada ganha mais imagens; Confira!

O episódio 6 da terceira temporada de ‘Outlander’ será exibido nos Estados Unidos no próximo dia 22 (domingo) e novas imagens foram divulgadas pelo site Entertainment Weekly.

Confira

Vale lembrar que ‘Outlander‘, série sobre viagem no tempo produzida por Ronald D. Moore, do criador de ‘Battlestar Galactica‘, está renovada pelo canal Starz para sua terceira e quarta temporadas. Ambas serão inspiradas, respectivamente, nos livros, Voyager e Drums of Autumn.

Baseado no best-seller ‘A Viajante do Tempo‘, de Diana Gabaldon, a série rodada na Escócia acompanha a enfermeira britânica Claire Randall (Caitriona Balfe) que, após entrar numa ruína celta dos anos 1940, viaja no tempo e vai parar no ano de 1743, em meio a um conflito de escoceses rebelados contra o domínio inglês.

As coisas complicam quando Claire é forçada a se casar com Jamie Fraser (Sam Heughan), jovem e romântico guerreiro escocês, mas ela acaba se apaixonando por outro e fica dividida entre dois homens com vidas totalmente opostas.

Tobias Menzies (‘Game of Thrones’) também está no elenco em dois papeis: Frank, o dócil marido de Claire, e o violento capitão Jonathan Randall, ancestral de Frank e mais conhecido como Black Jack, que Claire encontra no Século XVIII durante uma rebelião na Escócia.

‘Venom’: Criador do personagem altera visual do vilão e resultado é bem melhor…

Venom‘ é uma das adaptações de quadrinhos mais aguardadas neste segundo semestre de 2018 e o criador do personagem, Todd McFarlane, falou pela primeira vez sobre o que achou do visual do vilão no filme.

E em um vídeo publicado em sua conta oficial do Facebook, ele compartilhou o que alteraria no personagem, fazendo pequenas alterações no visual em seu computador.

Confira o resultado:

 

‘Venom’: Treinador de Tom Hardy diz que ‘será um dos vilões mais poderosos e sombrios da Marvel’; Veja vídeo!

Tom HardyMichelle Williams e Jenny Slate estrelam a adaptação.

O longa, da Columbia Pictures conta com o roteiro de Scott Rosenberg (‘Jumanji’), Kelly Marcel(’50 Tons de Cinza’) e Jeff Pinker (‘A Torre Negra’) e a produção de Avi AradMatt Tolmach (‘O Espetacular Homem-Aranha’) e Amy Pascal (‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’). Ruben Fleischer(‘Zumbilândia’) dirige.

Venom’ tem estreia marcada nos cinemas em 5 de Outubro de 2018.

‘The Deuce’: Novo teaser anuncia data de estreia da última temporada

A aclamada série da HBO,The Deuce‘, ganhou um novo teaser, que anuncia a data de estreia da sua terceira e última temporada.

A produção retorna para as telinhas no dia 09 de setembro.

Confira:

Na trama, James Franco interpreta um barman que se alia ao seu irmão gêmeo para começar a aliciar mulheres para a produção de filmes eróticos. Maggie Gyllenhaal vive uma prostituta da Times Square que recebe um convite irrecusável de Vincent Martino (James Franco) para uma produção do gênero.

 

 

 

‘Harry Potter e a Câmara Secreta’ já está disponível na Netflix

Os fãs de ‘Harry Potter‘ podem ficar aliviados, pois mais um capítulo na saga do popular bruxo já está disponível na Netflix.

Após uma enxurrada de pedidos, as produções da franquia têm gradativamente chegado à grade de programação do serviço e o segundo filme da saga, ‘Harry Potter e a Câmara Secreta‘, teve sua estreia nesta quinta-feira, dia 30 de julho.

Confira o trailer:

Com um orçamento total de US$ 1,2 bilhão, a franquia faturou mais de US$ 7 bilhões nos cinemas com seus oito filmes.

A saga de Harry Potter‘ ainda ganhou a franquia derivada ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam‘. 

‘Venom 2’: Sequência deve ser adiada?

A aguarda sequência Venom 2 – Tempo de Carnificina‘ ganhou mais um trailer nesta semana e uma pequena informação no material em questão pode ter sugerido um novo adiamento para o longa.

Com sua estreia originalmente programada para 24 de setembro, o mais recente vídeo promocional não confirmou a data anteriormente anunciada – apresentando apenas que o filme chega “em breve” nas telonas.

A ocultação da informação pode realmente sugerir que a Sony Pictures esteja avaliando a possibilidade de adiar a produção. Considerando que nova cepa Delta, do Coronavírus, segue se proliferando nos EUA, existe uma certa desconfiança de que o público se sinta inseguro para voltar aos cinemas.

Além disso, o recente adiamento da Paramount Pictures pode ser mais um indício positivo nesta direção. Na semana passada, o estúdio anunciou que adiaria o lançamento do filme ‘Clifford – O Gigante Cão Vermelho‘, em virtude do aumento de casos de Covid-19.

No Twitter, alguns fãs compartilharam sua preocupação, especulando sobre a possibilidade.

Confira algumas reações:

“Não colocaram aquela data de lançamento de setembro no trailer de Venom. Se preparem…”


 “O trailer de Venom removeu setembro da data e só colocou ‘neste outono’?”


 “O fato que eles agora estão fazendo o marketing de Venom 2 com ‘apenas nos cinemas neste outono’ e não com a data de setembro…me preocupa”


 “Não me diga que eles vão adiar Venom 2, que droga! Diz ‘outono’ ao invés da data de estreia de 24 de setembro”. 

“Também reparei que o trailer de Venom só diz ‘nos cinemas neste outono’ e retiraram a data de estreia de 24 de setembro. Grandes adiamentos vindo?”

Assista ao trailer dublado:

LEGENDADO

O nome do hospedeiro do Carnificina é Cletus Kassady. O jovem Cletus não era um bom exemplo de juventude, sendo sempre cínico, cruel e sem bons sentimentos – em suma, um verdadeiro psicopata.

A sequência trará de volta Tom HardyMichelle Williams como Brock/Venom e Anne Weying, respectivamente. Woody Harrelson irá retornar como Carnificina, enquanto Naomie Harris viverá a vilã Shriek.

Introduzida em 1993 nos quadrinhos, Shriek é a amante de Carnificina e é descrita como uma supervilã insana com habilidades psíquicas e poderes de manipulação de sons que a transformam na nêmese de qualquer simbionte. Ela apareceu primeiro como uma das pacientes no Instituto Mental de Ravencroft, sendo libertada por Carnificina durante a própria fuga.

 

‘Nove Desconhecidos’: O passado deve ser confrontado no intenso trailer LEGENDADO da 2ª temporada; Assista!

O passado deve ser confrontado no intenso trailer legendado da 2ª temporada de ‘Nove Desconhecidos‘ (Nine Perfect Strangers).

Nicole Kidman (‘O Casal Perfeito’) retorna como Masha Dmitrichenko, conduzindo um novo grupo de hóspedes em um macabro spa na neve.

O próximo ciclo está programado para estrear no dia 21 de maio na plataforma de streaming.

Confira:

O elenco completo da nova temporada ainda contará com Henry Golding, Lena Olin, Annie Murphy, Christine Baranski, Murray Bartlett, Maisie Richardson-Sellers, Dolly De Leon, Lucas Englander, King Princess, Mark Strong e Aras Aydin.

No segundo ciclo, a trama será ambientada em um retiro de bem-estar transformacional nos Alpes Austríacos. Ao longo de uma semana, Masha ajudará nove estranhos que se encontram à beira do abismo. Ela está disposta a tentar qualquer coisa para curar todos os envolvidos, incluindo ela mesma.

No Brasil, a primeira temporada está disponível no streaming do Prime Video.

A série é baseada no romance homônimo de Liane Moriarty (‘Big Little Lies’)

Frustrados com suas vidas, nove estranhos embarcam em um programa de relaxamento e espiritualidade criado por um SPA de luxo liderado por Marsha (Kidman), mas ao longo dos dias eles percebem que a experiência pode acabar colocando suas vidas e sanidade em perigo.

‘O Justiceiro’: Produtor revela se algum dos Defensores irá aparecer na série; Confira!

Nova série original da parceria da Marvel com a Netflix, O Justiceiro, estreia amanha (17) no serviço de streaming, e tudo que sabemos é que uma das poucas personagens das demais séries desse universo compartilhado que irá fazer companhia para Frank Castle é Karen Page.

[CUIDADO COM SPOILERS]

Agora, em uma entrevista ao Syfy Wire, o produtor da série, Steve Lightfoot, explicou o motivo de Castle trabalhar sozinho em sua primeira missão solo, justificando que seria a melhor maneira de contar essa história. Ele disse:

“Eu acho que é algo que você precisa falar com alguém na Marvel sobre já que quando eu entrei para tomar conta da série, estava muito claro que eles queriam que ela contasse a sua própria história em seus próprios trilhos, sem se intersectar com o que estava acontecendo em Defensores. Isso era parte do que foi me passado. Acho que posso especular nas razões para isso, mas eu acho pelo que eu entendo do conceito original dos quatros personagens que são os Defensores, eles sempre foram um plano e o Justiceiro saiu disso. Mas muito certamente quando eu cheguei, a informação era sempre de que essa seria sua própria série, algo contido, separado daquilo.”

Ao que tudo indica, não teremos nenhum dos Defensores na primeira temporada mesmo.

Veja a nossa crítica da 1ª temporada da sérieCrítica | The Punisher: O Justiceiro – Série Marvel que enfia o dedo na ferida do mundo

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‘O Justiceiro’ será “uma série forte sobre perda, sofrimento e dor”, afirma Jon Bernthal

‘O Justiceiro’: Violência “é para causar desconforto”

Em ‘O Justiceiro‘, Frank Castle é um ex-militar assombrado e caçado após o assassinato de sua família. Tentando superar o trauma, ele se transforma em um vigilante, que busca combater a criminalidade em Nova York e atende pelo nome de “Justiceiro”. A primeira temporada do spin-off terá 13 episódios.

Deborah Ann Woll retorna ao papel de Karen Page e Ben Barnes será Billy Russo.

A série estreia na Netflix dia 17 de novembro de 2017.

 

Guillermo del Toro assina acordo de exclusividade com a DreamWorks

Após vencer seu primeiro Oscar, Guillermo del Toro voltou a estar em alta em Hollywood e agora tem maior liberdade para fazer os filmes que sempre desejou, como animações, por exemplo.

Depois de desenvolver Caçadores de Trolls para DreamWorks Animation, o diretor agora assinou um contrato de exclusividade com o estúdio. De acordo com o site The Wrap, o cineasta vai escrever, dirigir e produzir filmes animados voltados para família.

Em nota oficial do estúdio, del Toro afirmou:

“Animação é uma forma de arte que sempre influencia meu trabalho desde a minha infância. Para mim, é a mídia perfeita para dar vida a todas as ideias, não importa o quão estranhas e bizarras elas sejam. Estou ansioso para trabalhar com Chris deFaria [diretor do estúdio] e os artistas talentosos da DreamWorks, alguns dos mais talentosos do mercado, para tornar essas imagens uma realidade”

Recentemente, o diretor também fechou um acordo com a FOX para produzir novos filmes de terror e fantasia – saiba mais!

‘Vingadores 4’: Diretores divulgam foto e pedem que os fãs ‘olhem com atenção’

Os diretores de ‘Vingadores 4 , os irmãos Russo, publicaram uma imagem misteriosa no Intagram. A foto mostra o set do filme, com Joe Russo sentado no meio, com a legenda “olhe com atenção”, indicando que há algo escondido na foto. Confira:

Não demorou muito para que um fã descobrisse alguns “As” escondidos na imagem. Confira:

 

O CinemaBlend divulgou uma possível data para o lançamento do trailer de ‘Vingadores 4‘, se o estúdio seguir a mesma estratégia de marketing de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘.

O primeiro trailer do terceiro filme da franquia foi lançado no dia 29 de Novembro de 2017.

Segundo assim, a data mais provável para o trailer de ‘Vingadores 4‘ é em novembro deste ano.

Capitã Marvel chega aos cinemas em 8 de março de 2019, enquanto Vingadores 4 fica para 27 de abril de 2019.

‘Choque de Cultura – A Série’ | Conheça a série que estreia nesta sexta (12) no Canal Brasil

“Achou que não ia ter Choque de Cultura? Achou errado, otário!”

Com essa frase de efeito, lançada originalmente no episódio sobre Velozes & Furiosos, lá em 2016, Rogerinho do Ingá (Caito Mainier) deu início a uma série de bordões que transcenderiam o YouTube e tomariam conta do vocabulário popular brasileiro nos anos seguintes, consolidando o Choque de Cultura (“um programa culturaaal”) como um dos maiores fenômenos da internet brasileira da década passada.

“É engraçado porque não foi algo planejado. [A frase] Não estava lá desde o primeiro episódio, acho que falei no episódio do ‘Velozes & Furiosos’ e a galera gostou”, relembrou Caito na CCXP25. “Foi um bordão que furou a bolha”, completou.

Maurílio dos Anjos, Julinho da Van, Rogerinho do Ingá e Renan conquistaram o público com seus comentário – quase nunca – sobre cinema. Foto: Divulgação/ TV Globo.

O programa foi lançado inicialmente para o YouTube, onde conquistou uma legião de fãs em todo o Brasil. Comandado por Rogerinho do Ingá, o Choque de Cultura acompanha esses quatro pilotos de van que se reúnem em um estúdio suspeito para comentarem sobre cinema… Ou quase isso. Ao longo desses nove anos de existência, Maurílio dos Anjos (Raul Chequer) já acertou vencedor de Melhor Figurino do Oscar, Julinho da Van (Leandro Ramos) saiu na porrada com seus amigos de bancada e Renan (Daniel Furlan) conseguiu manter seu filho, Renanzinho, vivo – assim a gente espera.

“O Renanzinho é um caso à parte. Na rua, as pessoas que falam comigo sempre falam mais do Renanzinho do que do Renan”, contou Daniel Furlan na CCXP25.

É curioso esse amor dos fãs pelo Renanzinho, porque ele é um personagem que nunca apareceu. Ele foi sendo construído no imaginário popular por meio dos relatos absurdos de paternidade que o próprio Renan conta em meio a seus comentários sobre a sétima arte. Ainda assim, ele é um dos nomes mais populares da franquia, que já virou podcast, ganhou programa semanal na grade da TV Globo, virou livro e agora vai ganhar uma série de ficção que estreia às 22h desta sexta-feira (12), no Canal Brasil.

Rogerinho terá sua paz interrompida pelos velhos amigos. Foto: Divulgação/ TV Quase.

Escrita pelo próprio Daniel Furlan, a série terá quatro episódios, com um novo capítulo lançado a cada sexta-feira, e será ambientada 10 anos após o fim do Choque de Cultura. Com o sucesso do programa, cada membro seguiu um caminho diferente, até que um grande e inesperado evento vai fazer com que a turma se reúna novamente.

Na série, Rogerinho agora trabalha como vidente de um programa de auditório, enquanto Maurílio se prepara para lançar seu filme independente, enquanto Renan adentrou o mundo do empreendedorismo. E o Julinho? Bem, ele foi sequestrado em meio a seus esquemas de produtos naturais. Nesse cenário caótico, os pilotos tentam resgatar Julinho enquanto cruzam caminho com velhos conhecidos que nunca deram as caras no programa, apesar de terem sido mencionados dezenas de vezes, como Simone, a produtora do Choque, que será interpretada pela MC Carol de Niterói, e, sim, o próprio Renanzinho.

O ator por trás de Renanzinho, inclusive, está sendo guardado a sete chaves. Sua participação é o grande segredo da série, tanto que o próprio elenco falou que valeria a pena esperar para ver.

Luciana Gimenez é uma das participações especiais da série do Choque de Cultura. Foto: Ana Paula Amorim

A série contará também com um elenco de peso. Além dos retornos de Caito Mainier, Daniel Furlan, Raul Chequer e Leandro Ramos aos personagens que os consagraram na Cultura Pop nacional, nomes como Cauã Reymond, Luciana Gimenez e Paulo Miklos se juntam a MC Carol nesta nova empreitada da TV Quase.

Com quatro episódios, com durações entre 25 e 30 minutos, cada, Choque de Cultura – A Série promete trazer o humor clássico da franquia para as noites de sexta do Canal Brasil. Seguindo a programação, o episódio final será lançado no dia 2 de janeiro, para já começar 2026 com muitas risadas. A pré-estreia oficial do projeto aconteceu na Mostra SP 2025, em outubro deste ano, com sessão única na Cinemateca Brasileira. Por lá, eles exibiram a série inteira para algumas centenas de sortudos que tiveram a chance de assistir os quatro episódios de uma vez, sendo uma das produções mais elogiadas da Mostra desse ano. É aquele tipo de produção que parece já nascer clássica.

Divulgação/ Ana Paula Amorim

Os episódios de Choque de Cultura – A Série serão lançados toda sexta-feira, às 22h, no Canal Brasil.

‘Esquadrão Suicida’ tinha menos músicas pop e mais desenvolvimento de personagens, diz diretor

Mesmo recebendo inúmeras críticas negativas, a Warner conseguiu tornar Esquadrão Suicida um verdadeiro sucesso. Entretanto, as polêmicas sobre a produção do filme permanecem até hoje.

Já é fato conhecido que após o trailer repleto de explosões embalado pela música do Queen, executivos da Warner mandaram remontar o filme para que ficasse mais parecido com um trailer, removendo boa parte do corte original que o diretor David Ayer tinha concebido.

Nisso, cenas importantes envolvendo Crocodilo e seu passado foram descartadas, assim como outras de Capitão Bumerangue. Até mesmo o Coringa, de Jared Leto, teve diversas de suas deletadas.

No Twitter, o sempre presente David Ayer confirmou que o corte original não possuía “tantas músicas pop” e que o filme trazia um tom mais unido, “de família”, para os personagens.

Eventualmente, o filme recebeu um novo corte que ajudou muito pouco a resolver as críticas que o longa tinha recebido na versão dos cinemas.

O próximo filme da DC, ‘Aquaman‘, estreia em 15 de dezembro no Brasil e esperamos que esses erros do passado não se repitam mais.

‘Shaft’: Reboot com Samuel L. Jackson ganha nova imagem promocional

Um novo Shaft está chegando aos cinemas em junho e, para aumentar nossas expectativas, o filme ganhou mais uma imagem promocional.

Confira:

O pôster traz Samuel L. Jackson reprisando seu papel do filme original, dirigido por John Singleton em 2000. Além dele, temos a presença de Jessie T. Usher, que dará vida a seu filho, John Shaft Jr., bem como o Shaft original, Richard Roundtree.

Confira a sinopse:

Shaft é o próximo capítulo na franquia de filme trazendo o detetive particular mais legal de qualquer bloco de Nova York. JJ, aka John Shaft Jr. (Usher), pode ser um segurança cibernético formado em T.I., mas para revelar a verdade por trás da morte de seu melhor amigo, ele precisa de uma educação que apenas seu pai pode oferecer. Ausente da infância do filho, o lendário John Shaft (Jackson) concorda em ajudá-lo numa jornada pela conturbada vizinhança do Harlem.

O filme também é estrelado por Regina Hall, Alexandra Shipp, Matt Laurie, Titus Welliver Chris “Method Man” Smith.

‘Son of Shaft é dirigido por Tim Story, com roteiro assinado por Kenya BarrisAlex Barnow.

O reboot estreia no dia 13 de junho.

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’ ganha novo pôster INCRÍVEL; Confira!

Star Wars: A Ascensão Skywalker’ chega em breve aos cinemas de todo o mundo e, agora, a Dolby Cinema divulgou um novo cartaz oficial do longa-metragem.

Confira:

O filme estreia no dia 19 de dezembro.

Assista ao trailer:

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas SuotamoBillie LoudNaomi AckieRichard E. GrantKery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘Supergirl’: Rama Khan está de volta nas imagens do episódio 05×18; Confira!

The CW divulgou as imagens oficiais de “The Missing Link”, décimo oitavo episódio da 5ª temporada de Supergirl.

O episódio será transmitido no dia 10 de maio.

Confira, junto à sinopse:

Supergirl e sua equipe enfrentam Rama Khan e Leviathan. Enquanto isso, Lena e Lex Luthor unem forças quando o Projeto Non Nocere falha, deixando os dois irmãos em grave perigo.”

O capítulo foi dirigido por Avi Youabian, com roteiro assinado por Dana HorganJ. Holtham.

Criada por Ali Adler, Greg Berlanti e Andrew Kreisberg, a série originalmente era exibida pela CBS, mas trocou de canal após o segundo ciclo, fazendo parte do catálogo da CW e entrando oficialmente para o Arrowverse.

Durante a destruição de Krypton, a pequena Kara Zor-El é enviada à Terra com o objetivo de proteger o primo Kal-El (Superman), que ainda bebê também é um dos sobreviventes da destruição de seu planeta natal. Durante o percurso, a nave de Kara se desvia da rota original e acaba em um planeta onde o tempo não passa. Aos 12 anos seu primo, que já havia se tornado o Superman, a resgata e entrega-lhe aos cuidados de uma família de amigos cientistas, os Danvers. Kara Danvers cresce como uma criança normal (ou quase isso) e, aos 24 anos, trabalha como assistente de Cat Grant na CatCo Worldwide Midia, sem que ninguém suspeite de seus superpoderes. Um dia, sua irmã adotiva, Alex, está em um avião que sofre uma pane e começa a cair. Kara, que sempre se deu muito bem com a irmã, decide salvá-la com a ajuda de seus superpoderes, Depois disso ela descobre que a irmã na verdade trabalha para o D.E.O. e junta-se à organização, dividindo-se entre a vida de assistente e de Supergirl.

O elenco conta com Melissa Benoist, Chyler Leigh, Mehcad Brooks, Katie McGrath, Jesse Rath, Nicole Maines, David Harewood e Azie Tesfai.

‘Moonbase 8’: John C. Reilly quer ir para a Lua no trailer COMPLETO da nova comédia espacial

Showtime divulgou o trailer COMPLETO de Moonbase 8, série de comédia espacial estrelada por John C. Reilly e desenvolvida pela A24.

Confira:

Situada no deserto isolado de Winslow, Arizona – mais precisamente na Base Lunar Simuladora da Nasa, ‘Moonbase 8‘ segue os ansiosos astronautas Skip, Rook e seu líder Cap, enquanto eles tentam se qualificar para sua primeira missão lunar. À medida em que trabalham vigorosamente para completar o treinamento, uma série de circunstâncias inesperadas os obrigará a questionar sua própria sanidade mental, confiar uns nos outros e avaliar se de fato eles foram genuinamente feitos para viagens espaciais ou não.

Moonbase 8‘ ainda é estrelada por Fred Armisen e Tim Heidecker, que, ao lado de Riley, são os responsáveis pela criação, roteiro e produção executiva da série.

A série conta com Dave Kneebone, Eric Wareheim, Ravi Nandan e Inman Young, da A24, como produtores.

Moonbase 8‘ estreia no dia 08 de novembro.

‘(Des)Encanto’: Netflix divulga vídeo com os melhores momentos de Luci na série; Confira!

A 3ª temporada da série de animação ‘(Des)Encanto’ já está disponível na Netflix e, para celebrar o retorno da produção, a plataforma de streaming divulgou um novo compilado com os melhores momentos do adorável e sarcástico demônio Luci.

Confira:

A série foi driada por Matt Groening (‘Os Simpsons‘, ‘Futurama‘).

A trama é ambientada no reino medieval de Dreamland, onde acompanhamos as desventuras da jovem princesa Bean, seu companheiro Elfo e seu demônio Luci. Ao longo do caminho, o trio excêntrico encontrará ogros, sprites, harpias, trolls, morsas e muitos tolos humanos.

A produção tem as vozes de Abbi Jacobson, Eric André, Nat Faxon, John DiMaggio e Tress MacNeille.

Opinião | ‘Luca’, nova animação da Pixar, como uma metáfora LGBTQIA+

No último dia 18 de junho, os ovacionados estúdios Pixar lançaram mais uma animação bastante característica de sua identidade narrativa, Luca. A produção, exibida diretamente no streaming do Disney+, nos convidou para visitar a “paradisíaca” cidade fictícia Portorosso, localizada no litoral italiano – mas não focou em seus personagens humanos, e sim em criaturas marinhas que habitavam o oceano no entorno, incluindo o personagem titular (vivido por Jacob Tremblay).

A familiar narrativa tem foco na amizade entre Luca e Alberto (Jack Dylan Grazer), dois adolescentes que sonham em conhecer o mundo e acabam criando fortes laços para que isso se torne realidade. Ao longo da jornada, eles se aventuram nas estreitas ruas da vila e cruzam caminho com a rebelde e extrovertida Giulia (Emma Berman), uma menina “excluída” e maltratada pelos valentões de onde mora que encontra na dupla uma chance de vencer todos os obstáculos.

É claro que a temática em questão já foi trazida inúmeras vezes pela Pixar, desde ‘Toy Story’ até ‘Soul’, mantendo-se em níveis mais claros ou escondendo-se em máscaras diferenciadas – como a relação entre Merida e sua mãe em ‘Valente’. Mas o interessante de Luca é a forma como cada enredo se entrelaçou para conversar com uma análise sociológica bastante pertinente aos dias de hoje: a representação da comunidade LGBTQIA+.

Vale lembrar que não me refiro ao possível fato de que Luca e Alberto sejam gays e nutram de um carinho maior um pelo outro – afinal, isso não importa. Falo, aqui, de como a dinâmica entre a dupla e o mundo externo corrobora para que entendamos o peso do preconceito em pleno século XXI e de que forma a não aceitação do tradicionalismo retrógrado impede as pessoas de serem quem realmente são. No longa-metragem, a sutileza dessa exploração poderia ganhar níveis ainda maiores, como aconteceu com a protagonista de ‘A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas’, da Sony Pictures – algo que ainda falta no cenário mainstream do entretenimento. Mas, de qualquer forma, é notável o modo como o diretor Enrico Casarosa e o roteiro de Jesse Andrews e Mike Jones foi talhado com cautela para que pudéssemos entender, através de metáforas, as mensagens entregues de bandeja ao público.

Alberto é a representação de um espírito jovem e que não teme o mundo – ou, se o teme, faz questão de esconder. Vivendo sem o pai há anos em uma pequena ilha abandonada, coletando os “tesouros” que os humanos deixam cair nas águas, ele nunca se contentou em apenas sobreviver, almejando a uma liberdade que nem muitos entenderiam pelo fato de ser diferente. Luca, da mesma maneira, percebeu que havia muito mais a ser descoberto do que o refúgio seguro que os pais lhe proporcionaram a vida inteira, enxergando em Alberto o pontapé que precisava para sair da zona de conforto e aventurar-se.

Quando saem do mar e finalmente se veem em meio a tantas pessoas, eles se sentem acuados por serem obrigados a manter o disfarce humano, com receio do que poderia acontecer caso suas identidades reais fossem reveladas – medo, ódio ou perseguição. À medida em que compreendemos a densidade narrativa por trás do misticismo fabulesco do filme, percebemos que a trama não foge muito ao que gays, lésbicas, bissexuais e transsexuais enfrentam dia após dia, forçando-se a se manter dentro de uma normatividade selada, tementes da reação externa. Afinal, sabe-se que boa parte da comunidade, especialmente na parcela trans, é abandonada pela própria família e por aqueles em que confiavam, tendo de recorrer aos mais condenáveis meios para se manter viva – enfrentando, dia após dia, todas as injúrias que ferem os princípios básicos dos seres humanos.

Luca e Alberto encontram outros personagens dispostos a ajudá-los, mas ainda sem conhecê-los por completo. Giulia é a única que, apesar de se assustar ao ver Alberto como uma criatura marinha, entende que o problema principal é deixá-los ali para serem mortos por uma cultura que condena o “estranho” – ora, até o pai da jovem, Massimo (Marco Barricelli), por mais austero e marcado por uma hereditariedade inexplicável, entende que eles são apenas amigos de Giulia e que estiveram ao seu lado quando mais precisou, ajudando-a a vencer o torneio local e construindo uma amizade que nem o tempo poderia apagar.

Conforme a obra se aproxima da exultante conclusão, os espectadores percebem que não apenas Luca e Alberto se escondiam para se mesclar à multidão: duas outras personagens figurantes, percebendo que seriam aceitas pelos habitantes de Portorosso, tiram um peso dos ombros e abrem-se para quem realmente são, sem ressentimentos e sem hesitações, demonstrando que essa independência não tem preço e vale muito a pena.

O caminho para a compreensão das minúcias em filmes de animação é longo, mas com resultados infalíveis. A diversidade sempre esteve presente entre as pessoas e levá-la para meios que atinjam a massa é o primeiro passo de exaltá-la – e Luca, ainda que não invista totalmente no que se é preciso, é um ótimo jeito de começar.